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Edtechs e Fintechs: Entenda os setores que mais recebem investimentos no Brasil

Por Guilherme Freire

Qual setor terá uma maior expectativa de sucesso para esse e os próximos anos? O questionamento é mais do que compreensível, pois estamos em um ano de revitalização da economia e uma série de problemas a resolver. Além da baixa estimativa de melhora – especialistas apontam um crescimento de 3% para este ano.

Diante disso, apostar em segmentos que tenham grande potencial de atrair investimentos pode ser uma boa tática para uma consolidação mais ágil no mercado. Hoje, o empreendedor brasileiro que inicia uma startup enfrenta dois grandes desafios: a necessidade de levantar capital e a falta de know-how operacional.

Quando falamos em startups, uma das alternativas para angariar aportes são os investidores anjo, que são pessoas físicas que investem seu próprio capital em empresas em estado nascente. Outra opção são os fundos de venture capital que entram no estágio seguinte, caso a empresa consiga demonstrar um bom potencial de crescimento. Essas duas modalidades de investimento estão começando a ganhar escala e a tendência é que cada vez mais aumente o volume de investimentos em novas empresas.

Empresas na área de tecnologia aplicada à educação (Edtechs) e ao setor financeiro (Fintechs) atraíram muitos investimentos em 2018 – e a promessa é que esse movimento continuará nos próximos anos. Estes são os setores preferidos devido as oportunidades de “disruption”, ou seja, a facilidade de criar novas soluções utilizando inovações tecnológicas que criem um impacto relevante no setor.

O mercado de Fintechs está cada vez mais aquecido por conta do potencial dessas startups no mercado brasileiro. Em 2017, as fintechs movimentaram mais de R$ 457,44 milhões em investimentos, segundo monitoramento do Conexão Fintech. Em 2018, a Nubank, primeira fintech a se tornar um unicórnio brasileiro, recebeu um aporte de US$150 milhões. Os valores arrecadados ultrapassaram o total do ano passado em apenas dois meses.

Já as Edtechs representadas por empresas como o Veduca e o Descomplica (que recentemente recebeu aporte de 54 milhões) usam tecnologia, plataformas e cursos onlines para melhorar a educação no país, onde o ensino tradicional se limita apenas as salas de aula.

Tanto o setor de fintechs quanto o de edtechs avançam em ritmo acelerado. No entanto, ao mesmo tempo que esses segmentos abrem um leque de oportunidades, os desafios também são enormes.

No setor de fintechs, existe uma série de procedimentos ligados a leis, que definem o sistema financeiro do país, e as novas empresas tem de se encaixar no que é exigido. Algumas práticas que acontecem em vários países do mundo não funcionam no Brasil devido aos procedimentos legais, portanto é importante estar atento a isso.

Como o controle dos dados dos usuários dos bancos estrangeiros, por exemplo. Um banco na Europa é obrigado por lei (PSD2) a disponibilizar os dados para terceiros via APIs, enquanto no Brasil as empresas precisam negociar com os grandes bancos essa possibilidade ou encontrar outras maneiras de conseguir os dados, mesmo com o aval do cliente. Entretanto, isso deve mudar em breve pois o movimento do open banking está ganhando força no Brasil.

Já nas Edtechs, a dificuldade é com a resistência de parte do setor em mudar uma realidade que está moldada no mesmo formato há muito tempo. Este é um processo grande e o empreendedor do nicho de educação tem de estar planejado para isso.

Independente do setor, quando se abre um empreendimento é importante ter clareza quanto à relevância do problema que seu negócio vai tentar resolver e se a sua solução é viável do ponto de vista financeiro e técnico. Depois, o trabalho é juntar os melhores talentos com o objetivo de garantir que a execução seja feita conforme o planejado. Se a linha de trabalho estiver com esses dois pontos bem definidos a consequência será muito positiva.

Guilherme Freire é MBA pela Wharton Business School na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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World Insurance Report 2018: agilidade digital é um fator chave para seguradoras tradicionais

Enquanto as companhias de seguros lutam para oferecer uma melhor experiência aos clientes, as BigTechs – grandes empresas de tecnologia como a Amazon e o Google – estão prontas para entrar no setor de seguros. No entanto, se as seguradoras forem capazes de melhorar sua agilidade digital e desenvolver modelos operacionais prontos para o futuro, elas terão a oportunidade de atrair e reter clientes para competir com essa disrupção. A conclusão faz parte do World Insurance Report 2018 (WIR ou Relatório Mundial de Seguros, em tradução), concebido pela Capgemini em colaboração com a Efma, que entrevistou segurados e empresas de 20 países, entre eles o Brasil. O estudo também examina como as seguradoras tradicionais ficaram atrasadas na comparação com seus pares bancários no atendimento às demandas dos clientes, deixando-os “vulneráveis” aos concorrentes não tradicionais.

“O uso de dados e a capacidade de oferecer uma experiência ao cliente verdadeiramente digital são fatores críticos para a seguradora do futuro, algo no qual grandes empresas de tecnologia, como a Amazon e o Google, se destacam. A ameaça de concorrentes com esse perfil é mais real do que a indústria de seguros está disposta a admitir”, avalia Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “As seguradoras, avaliadoras de risco por natureza, devem urgentemente voltar o seu olhar para si mesmas e considerar os riscos competitivos dentro de seu próprio mercado, a fim de evoluir e sobreviver”, complementa.

Seguradoras estão tentando alcançar a entrega da melhor experiência ao cliente por meio da tecnologia

As empresas de seguros ficaram em terceiro lugar, depois do varejo e do setor bancário, entre as verticais da economia com melhor delivery de experiência aos usuários, com a maior diferença entre os clientes da Geração Y[1] (de 18 a 34 anos). Embora pouco mais de 32% dos clientes da Geração Y tivessem uma experiência positiva com os bancos, menos de 26% relataram avaliação semelhante com sua seguradora. O estudo também aponta que os clientes de todos os segmentos agora aceitam uma comunicação digital no mesmo nível dos canais convencionais, com mais da metade dos segurados atribuindo um alto valor a sites corporativos para realizar transações de seguros, e mais de 40% considerando aplicativos móveis como um canal importante.

Como as novas tecnologias digitais habilitam serviços inovadores e de valor agregado, quase 46% dos “tech-savvy” (clientes com experiência em tecnologia) e 38% dos clientes da Geração Y estão dispostos a receber ofertas de seguros proativas e personalizadas por meio de diversos canais, o que pode gerar novas oportunidades de receitas.

BigTechs estão prontas para tirar vantagem dos erros do setor de seguros

As grandes organizações multinacionais de tecnologia, representadas pelas BigTechs, estão se preparando para estabelecer presença no setor de seguros se apropriando de sua reputação de excelência na experiência com seus usuários. Globalmente, como mostram os dados do World Insurance Report 2018, 29,5% dos consumidores afirmaram que considerariam comprar pelo menos um produto de seguro de uma BigTech, o que representa um aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2015, quando apenas 17,5% dos segurados indicaram essa disposição.

A Geração Y e os “tech-savvy” parecem mais inclinados a abandonar a fidelidade às seguradoras tradicionais. Esses clientes citam experiências não tão positivas com as empresas tradicionais, mas também revelam uma maior probabilidade de trocar de seguradora em 12 meses e estão mais abertos à compra de produtos de seguro das BigTech.

Preferências dos clientes impulsionam investimentos das seguradoras em agilidade digital

Disrupções motivadas por fatores de mercado, tanto tecnológicos como organizacionais, juntamente com as ambições das BigTechs, estão tornando a adoção de modelos de operação digitalmente ágeis uma necessidade. As InsurTechs – novas empresas de seguros que se pautam em inovações tecnológicas para concentrar eficiências e atrair segmentos específicos de clientes -, estão liderando o caminho da agilidade digital. Nesse sentido, a colaboração entre as seguradoras tradicionais e as InsurTechs é essencial para obter mais eficiência e diminuição dos custos a partir das capacidades digitais em todo o segmento.

De acordo com o World Insurance Report 2018 mais de 80% das seguradoras citam a evolução das preferências dos clientes como o fator mais crítico a impulsionar a agilidade digital, com seus investimentos fornecendo insights sobre o futuro da indústria. Quase dois terços das companhias de seguros estão testando relógios inteligentes e dispositivos “vestíveis”; mais de um terço implantou telemática e pouco acima dos 55% estão investindo em reconhecimento de fala e blockchain, com a automação robótica de processos sendo, atualmente, a tecnologia digital mais implementada entre eles.

“Para obter valor de seus investimentos, as seguradoras precisam pensar no quadro geral e desenvolver uma abordagem holística, que possa ser fortalecida pelas capacidades das InsurTechs, em vez de optar por uma adoção gradual”, comenta Vincent Bastid, CEO da Efma.

Modelos operacionais habilitados para o futuro garantem sustentabilidade a longo prazo

Para obter sucesso na era digital, o relatório destaca que as seguradoras devem fomentar a agilidade digital e desenvolver modelos operacionais capazes de oferecer uma experiência superior ao segurado, reunindo o melhor dos canais digitais e tradicionais. Por exemplo, mais de 65% dos entrevistados ressaltaram que a personalização de ponta a ponta da jornada do cliente era sua maior necessidade. No entanto, para isto, as seguradoras precisam de um ecossistema digitalmente integrado, que interconecte as seguradoras com clientes e parceiros, a fim de permitir um fluxo eficiente de informações e serviços.

Um ecossistema integrado digitalmente suportaria os serviços personalizados em tempo real que os clientes estão esperando e demandando. Com a agilidade digital aprimorada, as companhias de seguro poderão obter maior percepção das necessidades do segurado e melhorar o tempo de comercialização de inovações, ao mesmo tempo em que poderão gerar uma maior eficiência operacional e redução de custos – conclui o relatório.

Sobre o World Insurance Report 2018

O World Insurance Report (WIR) 2018 abrange todos os três segmentos gerais de seguros – vida, não-vida e seguros de saúde. O relatório deste ano se baseia em pesquisas realizadas em 20 mercados: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Reino Unido, Suécia e Suíça. O estudo fornece informações sobre as preferências, expectativas e comportamentos dos segurados em relação a tipos específicos de transações de seguros.

Para mais informações, explore o website do relatório em www.worldinsurancereport.com.

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Volvo Cars Tech Fund investe em empresa de sensores automotivos

A Volvo Cars concluiu a primeira ação estratégica, por meio de seu recém-criado fundo de investimentos, adquirindo participação na Luminar, empresa líder no desenvolvimento de tecnologia avançada de sensores para uso em veículos autônomos.

O investimento na Luminar, com sede em Palo Alto, Califórnia, e em Orlando, na Flórida, ambos nos Estados Unidos, destaca a colaboração da fabricante sueca com a empresa, que atualmente se concentra no desenvolvimento e teste de seus sensores nos carros da marca.

Uma destas inovações é o sistema LiDAR, que usa sinais de pulsação a laser para detectar objetos, que o tornam um elemento crucial na criação de veículos autônomos seguros.

“LiDAR é uma tecnologia chave para permitir que carros autônomos naveguem com segurança em ambientes complexos de tráfego e em velocidades mais altas”, disse Henrik Green, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da Volvo Cars. “Nossa colaboração com a Luminar nos permite aprender mais sobre suas promissoras tecnologias e leva a Volvo Cars um passo adiante para os carros autônomos do futuro”.

O Volvo Cars Tech Fund foi lançado no início deste ano e pretende colaborar com startups de alta tecnologia em todo o mundo. Ele concentra seus investimentos em tendências tecnológicas estratégicas que estão transformando o setor, como inteligência artificial, eletrificação, serviços de mobilidade digital e direção autônoma.

“A Luminar representa exatamente o tipo de empresa e tecnologia em que buscamos investir, proporcionando-nos acesso estratégico a novas tecnologias, capacidades e talentos”, disse Zaki Fasihuddin, CEO do Tech Fund. “Apoiar empresas jovens e promissoras que estão na vanguarda do desenvolvimento tecnológico nos ajudará a introduzir tecnologia de ponta que fortalece nosso papel de liderança no setor”.

As empresas se beneficiarão de várias maneiras na participação do Volvo Cars Tech Fund. Além da associação com um dos principais fabricantes de automóveis premium do mundo, as startups podem ter a capacidade de validar suas tecnologias e acelerar o ritmo de lançamento de produtos no mercado.

Além disso, as startups podem se beneficiar pela oportunidade de acesso exclusivo da Volvo Cars ao mercado de carros chineses, atualmente o maior da montadora, bem como a possível aproximação à rede global de parceiros automotivos e de tecnologia da empresa sueca.

“A Volvo está na vanguarda do desenvolvimento de veículos autônomos e sua abordagem centrada em segurança para a autonomia está diretamente alinhada com nossas capacidades de detecção”, disse o fundador e CEO da Luminar, Austin Russell. “Nosso LiDAR é o primeiro a oferecer o desempenho necessário que permita uma percepção de longo alcance segura e confiável, necessária para atingir seus objetivos de autonomia em velocidades de rodovia”.

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Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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White label de ERP: conheça 4 vantagens de investir nesta parceria

Por Robinson Idalgo

Empresas de todos os portes estão cada vez mais demandando por tecnologia. Contar com sistemas de gestão passou a ser essencial para empresários que tenham interesse otimizar seu tempo e ganhar vantagem competitiva em relação a concorrência. Contudo, não é simples desenvolver sistemas eficientes. Os recursos humanos são o bem mais precioso de uma empresa de tecnologia e contar com bons profissionais requer um alto investimento – o salário médio de um desenvolvedor é de 5 mil reais. Além de todo o custo com equipamentos e software de desenvolvimento. Por isso, o conceito white label tem se tornado cada vez mais difundido no Brasil e no mundo.

Traduzindo ao pé da letra, white label significa “marca branca”. Este modelo de negócio vem conquistando adeptos por funcionar de uma maneira simples e vantajosa: uma empresa proprietária cria um produto ou serviço e permite que outras companhias comercializem com sua própria marca. Este conceito pode ser aplicado em diversos tipos de negócio, como marcas de roupas que compram as peças prontas e só incluem a sua etiqueta ou grandes redes de supermercados que colocam as suas marcas em produtos alimentícios. No final, todos saem ganhando, pois cada empresa consegue focar em sua atividade fim.

Em tecnologia, os software de gestão e as plataformas de e-commerce têm sido as principais soluções desenvolvidas em white label. E não é à toa que hoje as principais iniciativas aconteçam nesta área. O setor está entre os que mais crescem no Brasil, mesmo em um cenário econômico instável. Estimativas da Gartner apontam um crescimento de 4% no mercado geral de tecnologia do Brasil. Ou seja, se existem um setor no qual se deve investir, é esse!

Por isso, para as pequenas e médias empresas, que dispõem de recursos limitados para investir em pessoas e infraestrutura, contar com um parceiro pode ser a melhor alternativa para ingressar ou se manter nesta área. Destaco a seguir as principais vantagens desta parceria:

QUALIDADE

O primeiro benefício que pode ser ressaltado é a diminuição de falhas no software, já que o sistema é feito por profissionais altamente capacitados e dedicados a essa função. Além disso, na maior parte dos casos, as atualizações são realizadas automaticamente para todos os usuários – tirando mais esta preocupação da cabeça dos empreendedores.

AGILIDADE

Cabe ao vendedor realizar apenas a venda e o treinamento, o que acelera o processo e permite que os projetos sejam entregues com maior rapidez ao cliente final.

REDUÇÃO DE CUSTOS

Além de não precisar investir em profissionais capacitados, com o whitelabel o investimento inicial é baixo – ou até mesmo nulo, cada um define a melhor forma de cobrança – o que aumenta a chance de novos negócios.

COBRANÇA

Ao contar com um sistema whitelabel, o empresário pode definir a melhor forma de cobrar pelo produto final, que possui a sua marca, definindo os valores e formas de pagamento. E em muitos casos a fornecedora do software ainda oferece auxílio com sugestões de ações de marketing.

Além dos pontos ressaltados acima, ainda existem as peculiaridades de cada empresa, como o oferecimento de suporte e aplicativo mobile, por exemplo.

Ao decidir apostar no modelo white label, assim como em qualquer outra parceria, é importante realizar pesquisas de mercado, avaliar reputação, se os custos são vantajosos e quais os recursos oferecidos antes de firmar o contrato. Tomando esses cuidados, os resultados têm tudo para serem positivos.

Robinson Idalgo – criador do sistema de gestão on-line. Mais informações no site: www.revendasoftware.com.br

World FinTechs Report 2018: futuro dos serviços financeiros está na colaboração entre FinTechs e instituições tradicionais

A ascensão das FinTechs[1] continua a revitalizar a jornada dos clientes de serviços financeiros. No entanto, muitas startups perceberam que terão um grande esforço para alcançar sozinhas o sucesso. Com atributos complementares, as FinTechs estão buscando estabelecer uma colaboração simbiótica com as empresas de serviços financeiros tradicionais que uma vez tentaram derrotar, como revela o World FinTech Report 2018 (em livre tradução, Relatório Mundial de FinTechs 2018), realizado em conjunto pela Capgemini e LinkedIn, com colaboração da Efma.

A pesquisa analisou a maneira como as FinTechs estão transformando o mercado, com um maior foco na experiência do cliente a partir da prestação de serviços financeiros que utilizam tecnologias emergentes. Bem como examinou o potencial de relações simbióticas entre FinTechs e instituições financeiras tradicionais, além do iminente papel das BigTechs[2] no setor.

FinTechs impulsionam a revitalização da jornada dos clientes de serviços financeiros

As FinTechs, que inovam com tecnologias emergentes, estão revitalizando a jornada do cliente nos serviços financeiros. A competição e as crescentes expectativas dos clientes estão direcionando as demandas por mais conveniências e personalização. Afinal, as FinTechs estão utilizando os dados dos consumidores para desenvolver ofertas personalizadas e fornecer serviços online mais rápidos, 24 horas por dia e que possam ser acessíveis a partir de qualquer dispositivo.

No entanto, os clientes continuam a apresentar maior confiança nas marcas das instituições tradicionais em comparação com as FinTechs, conforme apurou o World FinTech Report 2018. Mas para garantir o sucesso futuro, as prestadoras de serviços financeiros devem buscar se alinhar continuamente com os objetivos do cliente, manter sua confiança e seguir entregando soluções digitais, ágeis e processos eficientes.

“As FinTechs estão encontrando sucesso ao voltar seu foco totalmente para o cliente, preenchendo as lacunas deixadas pelas instituições tradicionais. Esses gaps abriram portas para as FinTechs, porém a confiança nas empresas tradicionais continua a ser importante para os clientes”, afirmou Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing global do LinkedIn.

Oportunidade de colaboração ganha-ganha

Sem o peso de sistemas legados e da cultura tradicional, as FinTechs alavancaram novas tecnologias para responder rapidamente às demandas dos clientes. Na verdade, o World FinTech Report 2018 identificou que mais de 90% das FinTechs afirmaram que a agilidade e o fornecimento de uma experiência aprimorada ao cliente são fundamentais para se obter vantagens competitivas. E mais de 76% citaram sua capacidade de desenvolver novos produtos e melhorar os serviços existentes como iniciativas críticas para o sucesso. Por outro lado, o desafio agora é escalar e criar modelos de negócios financeiramente viáveis. Embora as FinTechs tenham levantado cerca de US$ 110 bilhões desde 2009, a pesquisa apurou que a maior parte delas provavelmente irá falhar se não forem capazes de construir um efetivo ecossistema de parceiros.

Ao mesmo tempo, as instituições financeiras tradicionais estão adotando diversas melhorias no serviço de atendimento ao cliente típicas das FinTech, entretanto mantendo seus pontos fortes, que incluem: gerenciamento de riscos, infraestrutura, competência regulatória, confiança do cliente, acesso ao capital e muito mais. Em resumo: tanto as companhias tradicionais quanto as FinTech têm muito a ganhar com uma relação simbiótica e colaborativa.

“Com mais de 75% das FinTechs identificando como seu principal objetivo de negócios a colaboração, para as instituições tradicionais é essencial que elas e as companhias convencionais estejam abertas a transformar seus modelos de negócios, trabalhando de forma colaborativa para impulsionar a inovação e manter a confiança do cliente”, explicou Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Sem um parceiro colaborativo ágil e comprometido, tanto as empresas tradicionais quanto as FinTechs correm o risco de fracassar”.

Encontrar o parceiro certo é essencial para uma colaboração bem-sucedida

A edição deste ano do relatório identificou que a colaboração será essencial para a promoção do sucesso no longo prazo, tanto para FinTechs quanto para instituições financeiras tradicionais. Uma colaboração bem-sucedida depende de se encontrar o melhor parceiro e o modelo de engajamento mais adequado. No entanto, para desenvolver parcerias sólidas, as empresas terão de superar as barreiras para a colaboração.

De acordo com o World FinTech Report 2018, mais de 70% dos executivos das FinTechs disseram que entre seus principais desafios para colaborar com empresas financeiras tradicionais está a falta de agilidade, enquanto as instituições clássicas perceberam impactos negativos em relação à confiança dos clientes, à marca e à mudança da cultura interna como seus principais desafios.

“Para que este trabalho colaborativo seja bem-sucedido, ambos os conjuntos de empresas precisarão permanecer com mente aberta e manter o foco voltado para a colaboração. As instituições financeiras precisam respeitar a cultura das FinTechs para evitar a perda da agilidade, que é um dos principais ativos que elas trazem para os projetos. O próximo desafio será selecionar a melhor combinação com uma FinTech para, então, colaborar”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma.

Olho para a frente: acelerando a colaboração e preparando-se para o futuro

O futuro dos serviços financeiros está tanto nas mãos das FinTechs quanto das companhias tradicionais, com uma complementando os pontos fortes da outra para atender às necessidades dos clientes e redefinir sua jornada. Para ajudar as instituições financeiras a acelerar a colaboração e a promover relacionamentos simbióticos, a Capgemini lançou a ferramenta de certificação ScaleUp, que cria um modelo de colaboração e verificação mútua e incentiva a parceria entre empresas tradicionais e FinTechs. Embora o grande desconhecido seja a disrupção que virá das BigTechs – grandes multinacionais de tecnologia que possuem uma extensa base de clientes – o que está claro é que agora é a hora de FinTechs e empresas tradicionais encontrarem seu parceiro de colaboração correto e, juntos, redefinirem o caminho do sucesso.

Sobre o World FinTech Report 2018

A Capgemini e o LinkedIn, em colaboração com a Efma, desenvolveram o World FinTech Report 2018 com base em uma pesquisa global, que abrangeu respostas de companhias tradicionais de serviços financeiros e FinTechs, incluindo bancos e instituições de crédito, pagamentos e transferências, gestão de investimentos e seguros. As questões foram elaboradas procurando-se obter as perspectivas tanto das FinTech como das instituições de serviços financeiros tradicionais – explorando diversos aspectos e fatores-chave de sucesso para o aprimoramento da jornada do cliente. A pesquisa revelou a evolução do relacionamento entre os operadores clássicos e os agentes da nova era, com foco no ponto de vista das FinTechs, trazendo uma análise que poderá ajudar ambas a alcançar o sucesso comercial.

Para mais informações, explore o site do relatório em www.fintechworldreport.com.

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Plataforma de vídeo recrutamento é selecionada para programa de scaleup da Oracle

A HRTech Jobecam, plataforma de recrutamento e seleção que conecta empresas a candidatos através da tecnologia de vídeo e IA (Inteligência Artificial), é aceita no Programa Oracle ScaleUp. A startup irá trabalhar com o Ecossistema Oracle ScaleUp e suas ferramentas globais.

O objetivo da Jobecam é auxiliar o processo seletivo das empresas, tornando-o ainda mais dinâmico e acessível, além de trazer economia de tempo e dinheiro. Os algoritmos da Jobecam dão “match” e selecionam os melhores candidatos para a vaga.

“Nós queremos revolucionar o mercado HRTech trazendo a acessibilidade da tecnologia de vídeo dentro dos processos seletivos, tanto para empresas como para candidatos”, diz Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam.

O programa global da Oracle para startups tem como missão promover parcerias colaborativas e enriquecedoras para o crescimento da próxima geração e impulsionar inovações baseadas em nuvem para startups em todas as etapas de sua jornada. Para isso, a Oracle disponibilizará para suas startups residentes e não residentes programas que potencializam a inovação tecnológica.

O Oracle ScaleUp Ecosystem foi desenhado para permitir o crescimento em escala de startups maduras, empresas de capital de investimento ou de capital privado. Além disso, o programa permite que a Oracle alcance mais startups, independentemente de sua localização geográfica.

O programa oferece orientações, suporte de P&D, ativadores de marketing e vendas, assistência de migração, créditos e descontos na nuvem e acesso aos ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

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A nova era do e-commerce e as 20 maiores tendências

Por Rogério Signorini, Diretor Geral da Braspag

Cada vez mais o e-commerce deixa de ser apenas um canal de vendas online para se tornar um espaço para promover o prazer do consumo. O tão falado Omini Chanel supera barreiras e transcende para um novo universo, onde o ato de comprar não é apenas o fim, mas também o meio.

Dentre as diversas tendências apresentadas no IRCE (Internet Retail Conference + Exhibition) deste ano, observou-se que a experiência do usuário é o objetivo principal desta nova era do comércio eletrônico. Prova disso é o avanço do store pick up no mercado e o desafio dos lojistas de saber a localização do cliente e mostrar apenas produtos disponíveis em suas proximidades, a fim de tornar o processo de compra mais inteligente e ágil. Integrações com sistemas de geolocalização podem ser cruciais neste processo, mas há também outros desafios como a integração de estoques e pedidos online e offline, além da parte fiscal.

De modo geral, a busca incessante pela melhor experiência para se destacar perante a concorrência cada vez mais acirrada culminou em 20 tendências que estão sendo adotadas pelas gigantes do e-commerce norte-americano. Algumas, inclusive, se relacionam ou podem ser integradas ao store pick up. São elas:

1. Flexibilidade Total: eliminar sistemas complexos e adotar micro serviços e APIs para elevar a velocidade das compras. Neste sentido, quanto maior for a flexibilidade sistêmica, maior o poder de conversão.

2. Enterprise Decision Engine: basicamente, consiste em obter um conhecimento centralizado e orquestrar a interação do consumidor entre os canais, ou seja, essa relação precisa ser fluída mas também dinâmica, para tanto, a logística deve ser integrada e altamente funcional.

3. Conversational Commerce (voz): os consumidores cada vez mais utilizam comandos de voz para compras online. É o caso do Siri e Google Assistant, que inclui o produto desejado no carrinho a partir dos resultados das buscas.

4. Conversational Commerce (messaging): outro item bastante utilizado são os robôs inteligentes para mensagens online. Além de reduzir número de chamadas na central de atendimento, o recurso melhora a interação com os clientes já que oferece mais agilidade.

5. Visual Recognition: este recurso traz uma série de funcionalidades que impactam diretamente na experiência de compras:
a. Permite que o consumidor mostre ao site o que ele deseja comprar;
b. Ajuda o lojista a montar o catálogo de produtos de forma personalizada;
c. Guarda roupa virtual: compras anteriores ficam registradas e o sistema sugere produtos relacionados;
d. Integração com redes sociais, que são usadas para conhecer as preferências do consumidor.

6. Shop the Look: compra orientada com recursos de inteligência artificial, que permite encontrar produtos – principalmente roupas – similares a de imagens encontradas na internet.

7. Fit Finders ou Visual Body Maping: oferece roupas personalizadas a partir de fotos do usuário por meio de sistemas de machine learnig e inteligência artificial que fazem as medições do corpo pela foto.

8. Amazon Look: funcionalidade da Amazon que avalia o look do dia do usuário.

9. Smart Gifting: envia o presente online e o comprador pode mudar a cor ou o número antes de realmente fazer a compra. Reduz o custo com devoluções e eleva a satisfação do cliente.

10. Mobile Progressive Website App: sites adaptados para dispositivos móveis que se comportam como aplicativos, oferecendo mais agilidade, funcionalidades avançadas e integração SEO.

11. Blockchain: o aumento da adoção das moedas virtuais e a possibilidade de utilizar este sistema em outros segmentos, faz com que a realização de transações seguras sem intermediários neste caso seja uma nova maneira de fazer negócios.

12. Performance – Optimizing Point Solutions: otimizar a velocidade e performance dos canais de vendas. O site ou aplicativo deve ser rápido e intuitivo.

13. Payments – Mobile & Alternative: dada a facilidade oferecida pelos novos meios de pagamentos via mobile como os XPays (Apple Pay, Google Pay etc), a ausência destas funcionalidades numa loja virtual atualmente coloca os negócios em risco.

14. Smart Fitting Rooms: provadores virtuais com espelhos inteligentes nos quais o usuário avalia se a vestimenta se ajusta ao seu corpo de forma agradável e sem sair de casa.

15. Digital Pop-up Shops: lojas virtuais dentro de lojas de departamentos, oferecendo itens e serviços mais personalizados.

16. Analog Pop-up Shops – Hyperlocal: lojas móveis para testar tendências e pontos de vendas.

17. IOT – Everithing is getting smart: não é de hoje que ouvimos que a Internet das Coisas vai mudar a maneira como interagimos com o mundo e fazemos negócios. O avanço desta tecnologia oferece múltiplas oportunidades. Uma delas é o uso das gôndolas inteligentes, que além de impactarem positivamente a equipe logística para manterem-se sempre completas, é possível identificar padrões de comportamento dos consumidores e ajustar a disposição dos produtos de forma mais atraente, aumentando a conversão.

18. Digital engagement in store: o uso de robôs e self check out possibilita identificar o que o cliente buscou e o que ele verificou de sair da loja, criando as vitrines infinitas, ou seja, se o consumidor não encontrou determinado produto na loja física, ele receberá a sugestão para compra-lo online.

19. Biodesign, development & 3d printing: uso de impressoras 3D para fabricação de produto direto na loja. Como exemplo, temos um tênis feito de material com bactérias que degradam com o calor do produto, permitindo maior ventilação e transpiração dos pés. Além da agilidade na fabricação, esta tendência promove a sustentabilidade.

20. Agile Retail: disposição dos produtos na loja de forma que promova a agilidade no processo de compras.

Embora diversas destas tendências não tenham aterrissado em terras tupiniquins, é fundamental acompanhá-las atentamente, seja para adoção num futuro próximo ou ainda para a percepção de funcionalidades que possam surgir. Cada consumidor é único e é papel não apenas do lojista, mas sim de toda a cadeia do varejo, suprir suas necessidades. Com o veloz avanço tecnológico, é natural que o e-commerce transcenda seus limites e alcance novos patamares. Mais do que atrair novos clientes, essa nova era é guiada pela personalização e pela identificação com a marca. E não há nada que fortaleça mais este elo do que uma ótima experiência.

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Startup torna logística 4.0 acessível a PMEs

Startups têm sido grandes aliadas das empresas para ganhar eficiência na logística – área responsável por boa parte dos gargalos na produção. De acordo com a consultoria ILOS, os custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB brasileiro e cerca de 8% da receita líquida das empresas. De pequenas companhias a gigantes, gestores apostam em novas soluções para aprimorar a área.

É o caso da LinkApi, que vem crescendo rapidamente – em menos de 1 ano já faturou mais de R$ 1 milhão – oferecendo uma solução inédita no Brasil e no mundo: uma ferramenta com baixo custo e de fácil implementação para integrar todos os sistemas de uma empresa – permitindo uma logística mais inteligente e econômica.

“Com a revolução da nuvem e softwares cada vez mais focados em uma funcionalidade, as empresas começaram a contratar cinco ou seus sistemas para resolver questões específicas. Mas logo perceberam um problema: é preciso integrar tudo isso para ter eficiência e melhorar a experiência de compra para seus clientes. Por exemplo, uma loja virtual precisa que tudo esteja alinhado: estoque, envio dos produtos, notas fiscais”, explica Thiago Lima, CEO do LinkApi.

Dor de cabeça das empresas

Integração entre sistemas, no entanto, costuma ser um trauma para programadores, pois há inúmeros tipos de linguagens e códigos. A startup inovou ao criar uma linguagem universal de comunicação com qualquer aplicação, de qualquer ecossistema, desde plataformas de e-commerce, CRM’s, ERP’s, sistemas de finanças e logística, com mais de 150 aplicações. Outra inovação é o modelo marketplace, denominado “Integration Store”, onde o cliente tem à disposição – em um ambiente único, como em uma loja de aplicativos – integrações diversas para suas necessidades e poderá escolher, de forma personalizada, o que deseja oferecer aos seus usuários.

“A ferramenta pode ser usada por qualquer empresa que precisa integrar sistemas. Na área de logística, temos grandes cases – tanto companhias que melhoraram seu processo logístico, quanto empresas de logística que usam a ferramenta para se comunicar com o sistema de seu cliente”, explica Lima.

Logística 4.0 e Omnichannel

Inovações promovidas pelas startups, como a “loja de integrações”, aproximam PMEs de algo até então só possível para as gigantes, como a Logística 4.0, com processos conectados e eficientes, e omnichannel, com convergência dos pontos de venda. “Um dos primeiros passos para quem está aderindo ao omnichannel é ter atenção com as integrações entre seus canais. De nada adianta comprar no site, por exemplo, e ao chegar na loja não encontrar o pedido pronto. Com esta nova tecnologia, não é preciso investir bilhões para garantir que seus canais estejam integrados”, afirma Thiago.

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GFT cria área internacional para estratégias financeiras exponenciais

Como parceira tecnológica estratégica para o segmento de serviços financeiros, a GFT tem como visão que o futuro da transformação digital do setor se desenvolva por meio do uso de tecnologias exponenciais. Por isso, a companhia criou uma nova área de negócios, especializada no desenvolvimento da estratégia bancária exponencial, com equipe multidisciplinar de profissionais que trabalham exclusivamente nesta nova unidade internacional.

“Estamos em um momento crucial para a transformação digital do setor de serviços financeiros. O exponential banking é a evolução natural da digitalização cada vez mais rápida na indústria e é impulsionado pelo crescimento exponencial da tecnologia ao longo do último meio século. Agora é a hora de os bancos adotarem as oportunidades dadas pelas tecnologias exponenciais”, explica Marco Santos, managing director Latam da GFT.

Com mais informações disponíveis para processamento e a uma velocidade muito maior, as instituições financeiras podem se beneficiar enormemente das tecnologias exponenciais, fornecendo produtos e serviços mais personalizados no momento mais apropriado para os clientes, com o menor intervalo de tempo entre ideação e lançamento no mercado, por meio de soluções móveis, nuvem, inteligência artificial, Internet das Coisas, realidade virtual aumentada e análise de dados ou automação robótica. “Estamos convencidos de que as tecnologias exponenciais poderão evoluir na transformação digital dos bancos, acelerando seu roadmap digital e proporcionando uma capacidade de mudança contínua”, reforça o executivo.

Quatro pilares para um sistema à prova de futuro

A nova área, que visa a implementação bem-sucedida da abordagem bancária exponencial, investe na transformação em três níveis: negócios, tecnologia e organização. “O nosso objetivo é a identificação de jornadas estratégicas dos consumidores, que podem ser potencializadas para transformar quatro aspectos cruciais da operação financeira: experiência dos cliente, organização aberta, gerenciamento de dados e otimização de processos”, complementa Santos. Para isso, a GFT faz uso de quatro pilares do Exponential Banking – Open Banking, Augmented Banking, Automation Banking e Cognitive Banking – que juntos com as quatro áreas de operações bancárias citadas são cruciais para criar um sistema inovador e preparado para os desafios do futuro para qualquer banco de varejo.

Augmented Banking – Aprimora o relacionamento dos clientes com o banco, fornecendo assistência personalizada e serviços de consultoria, como chatbots, robo-advisors ou novas maneiras de interagir com realidade virtual e aumentada. A GFT tem experiência em desenvolver iniciativas estratégicas para grandes bancos europeus, como por exemplo com projetos para tornar os caixas eletrônicos acessíveis a pessoas com deficiência visual por meio de app ou para obtenção de empréstimo para a compra de um carro através de realidade virtual aumentada.

Open banking – Alavanca tecnologias exponenciais não apenas para cumprir com o PSD2 e o GDPR, mas também para explorar novos modelos de negócios baseados em marketplaces abertos e conectados. A GFT atualmente trabalha em diferentes iniciativas relacionadas ao desenvolvimento de APIs e infraestruturas bancárias, como o Bank as a Platform (BaaP).

Cognitive Banking – Permite que os bancos criem soluções de inteligência artificial com base no poder do Big Data e do Fast Data para permitir previsões mais precisas, melhorar o conhecimento do negócio e auxiliar em tomadas de decisão mais assertivas que levem a maneiras inteligentes e inovadoras de interagir com os clientes. Como parte desse pilar, usando os avanços mais modernos em deep learning, a GFT tem criado chatbots e robô-advisors, bem como soluções de gerenciamento de contas cognitivas para grandes bancos.

Automated Banking – Baseia-se na tendência de eficiência operacional, na robotização de processos e maior integração de sistemas para processamento automatizado – consiste em automatizar tarefas hoje feitas manualmente. Segundo estimativas do mercado, nos próximos anos, entre 10% e 25% dos processos de um banco será realizado por robôs. Nesse campo, a GFT desenvolve inúmeras soluções de automação, como a classificação automática de ações judiciais ou execução de testes de aplicações com robôs.

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Startups querem profissionais versáteis e ágeis, afirma Randstad

As startups, como são conhecidas as novas empresas com potencial de inovação, têm tomado cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Com o DNA jovem e inovador, esse modelo de negócio ganhou a atenção dos profissionais e viram suas vagas se tornarem disputadas. No entanto, não é todo mundo que se adequa ao modo de trabalho.

De acordo com Frederico Costa, gerente da Randstad Technologies, o perfil de colaborador desse tipo de empresa é mais dinâmico e pouco convencional. “Por estar em fase de desenvolvimento e crescimento, as startups buscam por pessoas multifuncionais. Isso quer dizer que o profissional dificilmente desenvolverá somente uma tarefa. Na verdade, a tendência é que ele transite por diversos setores da empresa”, explica.

Por isso, os jovens sentem-se mais atraídos pelas startups – e a recíproca é verdadeira, já que um profissional com mais experiência de mercado já desenvolveu uma forma de trabalhar e adaptar-se à nova mentalidade pode ser difícil. “É necessário que o candidato tenha resiliência para trabalhar em um cenário de mudanças contínuas e equipes enxutas”, comenta o especialista.

Em consonância, os processos seletivos também são diferenciados: a agilidade é essencial. Enquanto uma empresa tradicional realiza um recrutamento dentro de um período médio de três semanas, as startups completam o processo em apenas uma, considerando da primeira lista à contratação.

Quando o assunto é posição de liderança nas startups, Costa explica que, na maioria dos casos, a cúpula das startups é formada por pessoas de confiança dos fundadores. “Precisa ser alguém que faça o fundador sentir-se confortável em entregar a responsabilidade de um pedacinho do seu próprio negócio”, observa. O especialista ainda dá a dica de ouro: “Networking é a palavra-chave. Faça contato com pessoas do setor e esteja sempre trocando informações. A maior parte dos cargos altos de startups são preenchidos por conhecidos e indicações”.

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5G em desenvolvimento e aumento de implantações IoT celular são destaques da nova edição do Ericsson Mobility Report

A nova edição do Mobility Report da Ericsson (NASDAQ: ERIC) revela que o lançamento comercial da rede 5G está cada vez mais próximo e implantações de IoT celular foram maiores do que o previsto.

A previsão para conexões IoT celular quase dobrou desde novembro de 2017. Agora, espera-se que sejam alcançadas 3,5 bilhões em 2023, impulsionado por implementações da tecnologia em larga escala que está acontecendo atualmente na China. Novas tecnologias de IoT celular como NB-IoT e Cat-M1 estão oferecendo aos provedores de serviços oportunidades para melhorar a eficiência dos aparelhos.

As operadoras de telefonia móvel já lançaram mais de 60 redes IoT celulares ao redor do mundo utilizando estas novas tecnologias na mesma rede subjacente LTE para suportar uma gama diversificada de múltiplos usos. Na América do Norte, o IoT está focado em logística e gerenciamento de frota, enquanto na China a tecnologia é implementada para tornar as cidades e a agricultura mais “inteligentes”.

Primeiro lançamento comercial de 5G ainda este ano

É esperado que a América do Norte seja a pioneira na condução da adoção do 5G – com todas as operadoras dos EUA planejando disponibilizar a rede para seus clientes entre o final deste ano e meados de 2019. Até o final de 2023, cerca de 50% de todas as assinaturas móveis na América do Norte já devem ser de 5G, seguidas pelo nordeste da Ásia com 34% e a Europa Ocidental com 12%.

Globalmente, as implementações de 5G são esperadas a partir de 2020. A Ericsson prevê mais de 1 bilhão de assinaturas 5G para banda larga móvel até o final de 2023, representando cerca de 12% do número total de assinaturas móveis.

Estima-se que o tráfego de dados móveis aumente 8x durante o período – atingindo 107 exabytes (EB) por mês: número equivalente a todos os assinantes móveis do mundo transmitindo vídeos em full HD por 10 horas. Até 2023, espera-se que mais de 20% do tráfego mundial de dados móveis seja transportado por redes 5G. Isso é 1,5 vezes mais do que o tráfego total de 4G / 3G / 2G hoje.

É esperado que o 5G seja implantado primeiro em áreas urbanas de maior densidade e que apresentam uma banda larga móvel mais aprimorada. Outros casos de uso virão futuramente de setores como: automotivo, manufatura, serviços públicos e saúde.

Georgia Sbrana, vice-presidente de Marketing, Comunicação e Relações Institucionais da Ericsson Brasil, diz: “2018 é o ano em que as redes 5G vão começar a ser comercializadas e a implementação em grande escala de IoT celular vai começar. Essas tecnologias prometem novos recursos que afetarão a vida das pessoas e transformarão os setores. Essa mudança só acontecerá através dos esforços combinados de agentes do setor e reguladores que se alinham em espectro, padrões e tecnologia”.

Espera-se que a primeira geração de dispositivos de dados de 5G sejam lançados a partir do segundo semestre de 2018. Os primeiros smartphones comerciais que suportam 5G são esperados para o início do próximo ano, enquanto o suporte para bandas de muito alto espectro é esperado para até o meio do ano de 2019.

O Ericsson Mobility Report também apresenta artigos sobre o desempenho da rede através dos olhos dos clientes, inteligência das máquinas no gerenciamento de rede e a importância de garantir o espectro correto para 5G.

Leia aqui o Ericsson Mobility Report completo.

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