Page

Author admin

Avon desenvolve projeto de Big Data & Analytics que melhora a utilização de dados em vendas online

Entender o movimento do cliente dentro do seu portal B2B de vendas online. Esse era um dos principais objetivos da Avon, companhia com 60 anos de atuação no Brasil que fatura, em média, 150 mil pedidos por dia, ao desenvolver um projeto de Big Data & Analytics, que se beneficia de dados extraídos do mundo online e os cruza com a base histórica da plataforma analítica da MicroStrategy. A iniciativa trouxe à companhia, líder mundial no mercado de beleza e uma das maiores empresas de venda direta do mundo, a capacidade de responder quase instantaneamente várias perguntas de negócios capazes de influenciar tomadas de decisão e personificar ofertas para as suas clientes, isso tudo analisando o comportamento de compra de milhões de usuários.

De acordo com Raquel D’Anello, diretora de TI da Avon, evitar que o “carrinho” seja abandonado nas vendas online, entender o movimento no site, bem como identificar os motivos que levam os clientes a desistirem de uma compra, é um dos principais desafios das empresas, independentemente de sua área de atuação. Em se tratando da Avon, especialmente após a inserção de tags em todo o portal de vendas B2B, essa necessidade ficou ainda mais evidente, pois se tornou possível acompanhar todos os movimentos da revendedora no site e saber o que ela fazia e em que momento, gerando um grande volume de informações. Além disso, o BI já permitia acessar o histórico baseado em pedidos e faturamentos anteriores, além de dados das redes sociais.

“Diante desse cenário, nossa questão era: o que fazer com esse monte de informação? Começaram a chover perguntas sobre o comportamento e nós, meio sem saber o que fazer, chegamos para a MicroStrategy e falamos: ‘o nosso BI tradicional não funciona mais. O que tem no mercado? Ouvimos falar do big data, o que podemos fazer com isso?’ E aí veio a ideia de fazermos um piloto e começar a trabalhar essas informações”, explica Raquel.

Com baixos investimentos, curto prazo e recursos escassos, mas com muita vontade de fazer acontecer, como a própria executiva ressalta, o projeto começou a ser concebido. O piloto foi feito usando uma máquina relativamente simples e de baixo custo e toda essa infraestrutura foi levada para a nuvem. O investimento para viabilizar esse pontapé inicial, já incluindo os custos da mão de obra e da consultoria, totalizou cerca de 50 mil dólares, valor bastante inferior ao que se costuma investir em projetos de Big Data & Analytics. Um recurso da equipe de TI e um profissional do time de consultoria da MicroStrategy foram os responsáveis pela execução. As primeiras tentativas não surtiram efeito e foi somente após o envolvimento da área de negócios da Avon, chamada de Digital, que o projeto começou a decolar. “Queríamos descobrir e desmistificar esse tal de big data. Batemos na porta do Digital e questionamos o que o presidente perguntava e eles não conseguiam responder ou, então, saber o que levava três meses para ser respondido. Recebemos de volta umas quatro perguntas e, com base nelas, conseguimos entender quais eram os dados do nosso sistema transacional, do B2B e das mídias sociais que precisavam ser levados para esse sistema. E assim fizemos”, diz Raquel.

Os resultados obtidos com esse projeto de Big Data & Analytics foram vários e ajudaram a impulsionar as vendas online da Avon. A capacidade de personalizar ofertas digitais com base no comportamento específico da revendedora no site foi um avanço significativo. Hoje, a área de Digital da Avon olha o histórico de compras, cruza com as informações da navegação e faz análises que geram insights em tempo real. Com o apoio do big data, também é possível corrigir rotas e erros nas campanhas a qualquer momento, o que cria uma capacidade maior para planejar os próximos passos.

Outro ponto importante é que a Avon tem um portfólio de mais de três mil produtos ativos e as campanhas mudam de 15 em 15 dias, o que impossibilitava, por exemplo, a capacidade de traçar estimativas. Com as informações geradas a partir do Big Data, é possível fazer uma antecipação do forecasting, enquanto o próximo ciclo está em planejamento. Fora isso, o projeto também possibilitou algumas análises preditivas, como, por exemplo, saber qual das revendedoras pode não completar o carrinho. É possível ver quem entrou, não comprou e fazer uma ativação via call center, whatsapp ou SMS, enquanto a pessoa ainda estiver em seu momento de compra.

“Também conseguimos revisar o limite de crédito online, o que antes era um dos vilões, pois a pessoa começava a fazer um pedido, mas em seguida passava a remover do carrinho alguns itens, porque seu limite de crédito havia estourado, por exemplo, e isso a levava a desistir da compra. Já pudemos perceber que isso aumentou a satisfação da mulher e fez com que ficasse mais tempo no site. E quanto mais tempo ela fica, maior probabilidade de venda nós temos. Sem falar que, entendendo o comportamento, também posso tomar ações que chamam a atenção da mulher”, enfatiza Raquel.

Para apresentar esses dados, foi criada uma série de dashboards e relatórios ad hocs para algumas das áreas, como de Marketing e Digital, que preferem receber as informações nesse formato para fazer suas próprias análises. O ambiente continua em pleno funcionamento e agora o próximo passo é crescer. À medida que perguntas mais complexas vão chegando, é preciso, por exemplo, plugar mais dados transacionais e aumentar a quantidade de tags no portal B2B.

“Hoje nada nos impede de chegar mais longe com Big Data & Analytics. É apenas uma questão de foco. Porque vimos que dá pra ser robusto e flexível com segurança e baixo custo. A nuvem funciona e é segura – o que, aliás, era um dos meus receios – e, muitas vezes, é até melhor do que a infraestrutura interna, que tem burocracia e recursos limitados. Ter a informação certa, na hora correta, é sinônimo de sucesso. Quem trabalha em TI sabe disso e quem trabalha na área de negócios sabe disso duas vezes mais”, finaliza.

Tags, , , , ,

Cognizant inaugura Delivery Center em São Paulo

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, anuncia a expansão de suas operações na América Latina com a abertura de um novo Delivery Center em São Paulo. Com espaço para mais 400 novas posições de trabalho, o Delivery Center será responsável pela entrega de projetos no Brasil e na América Latina das três grandes linhas de serviços que a Cognizant possui: Digital Business, Digital Operations e Digital Systems and Technologies.

O objetivo desse investimento é oferecer o suporte adequado à crescente demanda por negócios digitais da empresa, provenientes da expertise da Cognizant em prover serviços tecnológicos e consultoria de alto valor agregado para diversos setores da economia. “O investimento no novo centro de entregas, um espaço moderno, com arquitetura despojada, reafirma o compromisso da Cognizant com nossos clientes, colaboradores e com o País, no que diz respeito à geração de empregos”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.

A Cognizant Brazil oferece soluções para clientes dos setores financeiro, de seguros, saúde, farmacêutico, manufatura, varejo, bens de consumo e tecnologia, ajudando a transformar os negócios, os modelos operacionais e de tecnologia desses clientes na era digital.

Tags, , , ,

Bossa Nova investe em startup que promove vendas omnichannel para restaurantes

De olho em um mercado que cresce rapidamente e exibe maturidade a Bossa Nova acaba de aportar R$ 350 mil na Delivery2me uma plataforma que chegou agitando o mercado de alimentação com uma inovadora proposta de entregar um serviço personalizado e econômico aos empreendedores do ramo gastronômico.

A comodidade que os aplicativos e sites de comida oferecem aos seus consumidores aumenta exponencialmente o consumo de produtos e serviços com entrega em domicílio, pensando nisso, os empresários Pedro Duarte, Tomaz Duarte e Alderi Jr. desenvolveram a Delivery2me.

Lançada em janeiro 2017, a marca permite que o empresário do ramo alimentício disponibilize seus produtos para vendas de delivery, retirada no balcão (to-go) e consumo na mesa em uma plataforma moderna, rápida, funcional e econômica.

“O objetivo é empoderar os donos de restaurantes com ferramentas e informações que permitam a melhor gestão do seu negócio e aumentar suas vendas sem comprometer sua margem de lucro”, afirma um dos sócios, Pedro Duarte.

“A grande sacada é que o sistema livra o restaurante da taxa do delivery Ifood, garantindo liberdade de gestão para os restaurantes que pagam apenas um pequeno valor fixo mensal e, desta forma conseguem redução em seus custos mensais”, explica João Kepler, partner da Bossa Nova.

Como funciona

O empresário acessa o site, cria sua conta grátis por 14 dias e inicia o processo de personalização do seu aplicativo, PWA e site, inserindo sua logo, fotos e esquema de cores; em seguida, orientamos o cadastro do cardápio que, caso deseje utilizar logo seu app, pode iniciar com os produtos mais pedidos e suas ofertas; posteriormente o empresário informa sua área de entrega do delivery, cadastra as mesas pro consumo no local e, em 20 minutos, já está pronto pra vender online sem comiss&otild e;es e com sua própria marca.

A plataforma propõe uma grande revolução na forma com que os donos de restaurantes se relacionam com seus clientes, permitindo conhece-los pelo nome e registrando todo seu histórico de consumo, tanto no salão do restaurante quanto no delivery.

O acesso ao perfil dos clientes permite a criação de produtos e ofertas personalizados, além de dar ferramentas para que seus garçons foquem cada vez mais no atendimento ao invés de ficarem ocupados em tarefas operacionais como anotar e lançar pedidos.

Outra importante evolução é a utilização da tecnologia PWA, que permite aos clientes a utilização do aplicativo sem a necessidade do download para o dispositivo móvel, aumentando assim a facilidade e rapidez da plataforma pelo cliente final.

Neste primeiro ano de atuação no mercado, o Delivery2Me já atende a restaurantes em 09 estados brasileiros: SP, RJ, MG, BA, PA, PE, RN, MA, AC, fato que o coloca entre as maiores empresas do segmento no mundo. Para 2018, os sócios projetam chegar ao final do ano atendendo 1.000 clientes de todo o território nacional.

Tags, , , , , ,

NCR anuncia Mariana Miranda como gerente de Marketing para o Brasil e América Latina

Há três anos como gestora de operações de vendas para a América Latina e Caribe na NCR, Mariana Miranda agora assume o cargo de gerente sênior de Marketing da NCR no Brasil e América Latina, sendo responsável pelas ações e estratégias para as verticais de varejo, finanças e hospitalidade nessas regiões.

“É uma excelente oportunidade trabalhar com o time de marketing das verticais de varejo, finanças e hospitalidade e contribuir com o know how já adquirido durante estes anos na NCR. Meu objetivo é direcionar a equipe com ações estratégicas para fortalecer a presença da NCR na América Latina e no Brasil, mantendo nosso posicionamento de liderança no mercado”, afirma Mariana Miranda.

Em sua trajetória profissional, Mariana trabalhou como gerente de operações de vendas em empresas como Samsung e Lenovo. A executiva é graduada em administração de empresas, pós-graduada em Gerência de Gestão de Negócios com ênfase em Marketing e atualmente está cursando MBA de Gestão Comercial na FGV.

Tags, , , ,

ZOOM lança a Liga de Futebol de Robôs

Baseada na metodologia do aprender fazendo, a Liga de Futebol de Robôs é a nova oficina de aprendizagem ativa desenvolvida pela ZOOM education for life, que promete transformar as aulas em torneios do esporte mais amado no Brasil, o futebol. Antes de entrar em campo, os craques da bola serão construídos e programados pelos próprios alunos durante a oficina. Unindo criatividade, lógica, senso critico e conteúdo de disciplinas fundamentais, os programas educacionais da ZOOM visam formar alunos mais preparados e capacitados para os desafios do dia a dia.

Voltada para alunos de 8 a 13 anos de idade, dos níveis de ensino Fundamental I e II, a Liga de Futebol de Robôs se aplica às disciplinas de STEM, trabalhando conteúdos e competências que estimulam curiosidade, pensamento crítico, um melhor entendimento da ciência, e uma maior autoconfiança na resolução de problemas em um contexto de trabalho em grupo. “Desenvolvemos um projeto que pudesse unir, de forma lúdica e desafiadora, a paixão nacional pelo futebol com a robótica e as experiências em competições. Ao final dos processos de construção e programação dos robôs jogadores, os estudantes se dividem em equipes de quatro para iniciarem uma partida de futebol manipulando os robôs por controle remoto”, explica Marcos Wesley, fundador e CEO da ZOOM.

A ZOOM já fechou parceria com o Torneio Brasil de Robótica, incluindo a Liga de Futebol de Robôs como modalidade da edição de 2019. “Nosso objetivo é, em três anos, ter a oficina inserida em 1000 escolas, impactando cerca de 300 mil alunos”, informa Marcos. Vale lembrar que a ZOOM é parceira do Instituto Neymar Junior para promover a disseminação de ciência e tecnologia por meio das oficinas realizadas e de aulas de robótica no Instituto.

A Liga de Futebol de Robôs é uma experiência de aprendizagem ativa de curta duração e prepara os alunos para outros programas regulares extracurricular da ZOOM, o Genius e o Roboter. O investimento para a escola será em torno de R$ 150,00 por aluno, durante 4 horas de participação da oficina/torneio. “A nossa ideia é que a atividade dure toda uma tarde na escola, tornando-se um grande torneio de futebol com medalhas e troféu para as equipes vencedoras”, finaliza o CEO da ZOOM.

Montando e escalando os times

Nas oficinas da Liga de Futebol de Robôs são utilizados os kits da LEGO Education WeDo 2.0 (Kids) e Mindstorms EV3 (Teen) e aplicativos de programação para controle dos robôs.

Organizados em grupos, os alunos exploram os kits da LEGO, discutem e planejam qual a melhor maneira de montar os robôs. Nessa etapa, eles ficam diante de desafios que estimulam criatividade, lógica, senso critico e conteúdo. Um exemplo comum nesta fase é que diferentes designs afetam o produto final, a relação entre velocidade e controle, eficiência, entre outros.

Com os robôs montados, os alunos aprendem a programar utilizando o aplicativo. Trabalhando com fluxogramas e simulação de cenários, as crianças assimilam conceitos essenciais de programação, sabendo também como ajustar eventuais falhas e aplicar melhorias. Então, a próxima etapa é a competição. Organizados em times, os alunos se revezam no controle dos jogadores, entrando em campo até que seja coroado o campeão.

Tags, , , , ,

A evolução da cloud em um novo mundo de dados distribuídos

Por Sudheesh Nair

Em dezembro de 2016, Peter Levine, sócio da firma de capital de risco Andreessen Horowitz, previu o fim da computação em nuvem como a conhecemos, dizendo: “não haverá somente dispositivos móveis, teremos também a Internet das Coisas: carros autônomos, drones, robôs e outros objetos que serão criados nos próximos dez anos”.

Levine também sugeriu que o mundo atual dominado pela nuvem seria substituído por um enorme sistema de computação distribuída na borda da rede: “o próximo mundo da computação distribuída”. Essa mudança está chegando muito rapidamente e isso tem implicações para todos nós.

Atualmente, a maioria das empresas têm a tecnologia como parte fundamental de seus negócios. Se você tem meia dúzia de lanchonetes, vai querer saber se ela está cheia, quanto café está sendo vendido, o que acontece quando você dá desconto nos bolinhos, tudo. Mesmo que o proprietário ainda não tenha percebido, ele já está trabalhando em uma empresa orientada por dados.

Empresas inteligentes anseiam por insights para melhorar sua lógica de negócios e como proposta aos empresários, afirmo: insights + dados = lógica de negócios. No entanto, o desafio – e também oportunidade – é que, como teremos sensores conectados a cada objeto, teremos mais fontes de dados do que nunca. Antes, o ponto de retorno natural era o centro de dados, hoje, existem mais dados criados fora do centro de dados do que dentro dele.

Pense no seu telefone, carro, relógio inteligente, no avião que o levou em suas férias ou viagem de negócios, streaming de TV, sistemas de segurança e monitoramento, iluminação e controles de temperatura. Esses objetos digitais nos proporcionam conveniência em nossa vida cotidiana e também às empresas, governos e outros muitas oportunidades de fazerem grandes mudanças.

Mas, em termos de infraestrutura técnica, a mudança pode ser difícil pois terá que suportar as incríveis oportunidades oferecidas pelo nosso universo hiperconectado, exigindo uma grande atualização de infraestrutura. Pense em um carro sem motorista, que enviará de volta terabytes de dados todos os dias para tornar seus passageiros seguros, onde tudo, desde a temperatura até a aceleração, precipitação e informações de roteamento, será registrado em tempo quase real. Esse é um modelo de geração distribuída de dados, fundamentalmente contrário ao modelo de nuvem centralizado. Então, é claro que precisamos evoluir.

Há oito anos, Dave McCrory, VP da GE Digital, criou o termo “gravidade dos dados”, para descrever o modo como esses volumes – aplicações e serviços – iriam gravitar em torno desses enormes conjuntos de dados. Em outras palavras, precisaremos mudar nossa infraestrutura para onde nossos dados estão sendo gerados.

A mudança pode ser, de certa forma, análoga à maneira como os velhos datacenters de “ferro” deram lugar aos clientes / servidores mais flexíveis, mas é, com certeza, mais dramática e tecnicamente mais desafiadora. A nova infraestrutura não pode ser formada apenas por redes conectadas a datacenters tradicionais centralizados. Ela precisará de sistemas dispersos, leves, micro e modulares, com processamento em tempo real na borda da rede. Além disso, essas novas redes precisarão ser seguras e leves quanto às necessidades administrativas e responsivas à administração remota.

O futuro será definido por software e teremos que nos adaptar à medida que respondermos às mudanças que ainda são desconhecidas hoje. Será o fim da computação em nuvem em sua forma atual centralizada, mas, o que teremos é algo disperso, infinitamente mais rico e muito mais flexível, voltado ao novo mundo digital que entra em vigor.

Sudheesh Nair, presidente global da Nutanix.

Como automação de processos e serviços pode ser essencial para empresas

Por Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia

As empresas enfrentam cada vez mais desafios ao tentarem garantir que seus processos sejam efetivamente colocados em prática. Os esforços investidos em iniciativas de aprimoramento de metodologias, por exemplo, têm por objetivo tornar os negócios mais competitivos. Nesse sentido, a automação de processos se tornou um dos elementos-chave para o sucesso e melhoria de uma organização, apresentando resultados bastante satisfatórios quando bem aplicada.

De um modo geral, a automação refere-se à utilização da tecnologia, sistemas e processamento de dados em prol de controles e processos operacionais do cotidiano de uma empresa. O objetivo é substituir atividades manuais geralmente repetitivas que demandam tempo, mas não conhecimento, e diminuir o risco de erro humano. Por exemplo, um centro hospitalar pode melhorar seu relacionamento com pacientes e médicos ao implementar ferramentas que possibilitem, de forma automática, sem necessidade de interação humana, realizar agendamentos, consultar e compartilhar resultados de exames, enviar mensagens como alertas e gerir dados da unidade de atendimento.

Além disso, automatizando certos serviços, é possível reduzir custos operacionais e aumentar a produtividade dos colaboradores. Ao não executar tarefas repetitivas, a equipe pode se focar em ações mais estratégicas para a companhia, elevando o desempenho e gerando vantagem competitiva para a empresa.

Esses são apenas alguns dos benefícios da automação, que ainda possibilita uma produção mais rápida e eficaz, fazendo com que o consumidor se sinta mais satisfeito com a entrega final. A qualidade também é garantida, pois se trata de um sistema racionalizado no qual a quantidade de erros é menor e, consequentemente, os processos de produção são mais ágeis e especializados. No caso dos centros hospitalares, uma solução de automação pode aprimorar a experiência do paciente ao disponibilizar resultados de exames direto no smartphone, provendo comodidade, praticidade e segurança.

Em um mercado tão competitivo, movido pela atenção e preferência do consumidor, sai na frente quem conseguir produzir mais em menos tempo, entregando um produto ou serviço com um custo menor e uma alta qualidade. Isso tem sido percebido cada vez mais pelas empresas, que buscam a automação e o aperfeiçoamento da técnica para fidelizar seu público e melhorar sua lucratividade. Sendo um dos passos mais revolucionários da tecnologia, a automação permite que companhias e clientes obtenham resultados mais precisos e satisfatórios por um investimento relativamente menor, além de melhorar as condições de trabalho das equipes, a prática também gera e agrega valor à organização.

Tags, , , , ,

Diretora Global de Recursos Humanos da Riverbed é reconhecida como uma das 50 mulheres mais influentes de TI em 2018

A Riverbed®, The Digital Performance Company ™, acaba de anunciar que o Conselho de Diversidade da Califórnia (California Diversity Council), nos Estados Unidos, nomeou Lori Spence, Diretora Global de Recursos Humanos (Chief Human Resources Officer) e Vice-Presidente da Riverbed, como uma das 50 mulheres mais influentes na tecnologia em 2018. A lista é composta por executivas, influenciadoras e empreendedoras que causam grande impacto no setor.

As mulheres que compõem a lista anual possuem cargos sêniores ou C-level em suas empresas e impulsionam mudanças na área, contribuindo para o crescimento dos negócios. Cada uma é reconhecida como líderes em suas empresas, por ajudarem no crescimento estratégico, com diversas realizações, enquanto trabalham como um modelo mentor e inspirador para a próxima geração de mulheres na indústria de tecnologia.

“Não é nenhuma surpresa que Lori esteja nesta lista de executivas, já que é uma líder excepcional e uma defensora da diversidade no local de trabalho”, disse Paul Mountford, CEO da Riverbed Technology. “Lori lidera com um alto nível de integridade, paixão e compromisso com a excelência e suas contribuições para a Riverbed resultaram em um impacto muito positivo em nossos negócios e funcionários. Como somos uma empresa que apoia fortemente o crescimento das mulheres na tecnologia, tenho orgulho de ter Lori representando a Riverbed na lista, como um verdadeiro modelo em nosso setor”, afirma Mountford.

“É uma honra ser reconhecida entre este grupo de líderes pelo Conselho de Diversidade da California”, disse Lori Spence, Diretora de Recursos Humanos (CHRO) e Vice-presidente sênior da Riverbed Technology. “Juntas, as mulheres em nosso setor podem ter impacto positivo e preparar o caminho para a próxima geração de líderes femininas em tecnologia, mostrando que podemos realmente derrubar barreiras e acelerar as oportunidades de crescimento profissional e liderança”, comenta.

Lori, que lidera globalmente a área de Recursos Humanos na Riverbed, é responsável pelas operações em 37 países, incluindo recrutamento, benefícios, remuneração, relações com funcionários, imigração, sistemas de RH, serviços compartilhados, desenvolvimento e capacitação. Com o foco da Riverbed em ajudar organizações a maximizar o desempenho digital, a executiva também está concentrada em fornecer serviços e processos digitais atraentes aos funcionários e nos esforços de recrutamento da empresa. Lori publicou recentemente um artigo na Forbes intitulado “As 5 Dicas para Recrutamento na Era Digital”.

A executiva possui mais de 25 anos de experiência em recursos humanos, recrutamento, treinamento, desenvolvimento organizacional, relações com funcionários, gerenciamento de mudanças e desenvolvimento de executivos. Antes da Riverbed, ela foi Vice-Presidente de Recursos Humanos na BenefitStreet, empresa privada de SaaS (Software as a Service), além de ocupar vários cargos como analista sênior na Commerce One, Williams-Sonoma, PAPYRUS e Macy’s.

A lista completa das 50 mulheres mais poderosas em tecnologia de 2018 pode ser encontrada em: http://top50tech.org/2018/

Tags, , , , , ,

GFT adquire V-NEO, empresa canadense de Consultoria de TI para o segmento de seguros e Guidewire

A GFT, com referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, aprovou a aquisição integral de todas as ações da V-NEO, sediada no Canadá. A companhia é uma provedora experiente de serviços de soluções integradas de TI para o setor de seguros e tem entre os clientes inúmeras seguradoras importantes no Canadá, Bélgica e França. A V-NEO também atua como parceira de serviços para as plataformas de seguros Guidewire e Oracle OIPA. Fundada em 2011, a empresa emprega 160 pessoas em suas três unidades, em Quebec, Toronto, no Canadá, e Bruxelas, na Bélgica.

Com a aquisição da V-NEO, a GFT fortalece sua expertise no setor de seguros, expande sua posição de mercado na América do Norte e ganha uma nova localização na Bélgica. Na assinatura do contrato, Marika Lulay, CEO da GFT, destacou que “a aquisição sustenta nossa estratégia de crescimento internacional e previsão de médio prazo para 2022. O know-how tecnológico e a base de clientes da V-NEO são perfeitos para a GFT – assim como seus consultores de clientes altamente qualificados na América do Norte e Europa e as equipes de desenvolvimento nearshore no Canadá”.

A V-NEO deve gerar receitas de cerca de 15,5 milhões de euros no atual exercício financeiro – 1 de agosto de 2017 a 31 de julho de 2018. Espera-se que o lucro antes de impostos (EBT) atinja aproximadamente 2,6 milhões de euros. O preço de transação será pago em dinheiro e as duas partes concordaram pela não divulgação do valor. A transferência total de ações está prevista para o final de julho de 2018. Como resultado da consolidação pela primeira vez em agosto de 2018, a GFT espera receitas adicionais de aproximadamente 7 milhões de euros para este exercício. Devido às despesas relacionadas à aquisição, a V-NEO não contribuirá significativamente para os resultados da GFT em 2018.

Reforço no que diz respeito a seguros de vida, propriedade, acidentes e ramos elementares

A indústria de seguros está enfrentando enormes desafios em meio ao processo de transformação digital. Segundo o Gartner, apenas algumas seguradoras em todo o mundo iniciaram sua transformação digital até o momento; e essas mudanças podem levar até dez anos para serem alcançadas. A V-NEO possui expertise aprofundada, especialmente em soluções digitais para seguros de propriedades, acidentes e vida. Isso inclui consultoria estratégica em todas as etapas, desde o projeto inicial até a implementação de soluções. A empresa possui uma alta taxa de fidelização de clientes nacionais e internacionais, impulsionada por suas soluções corporativas de arquitetura sob medida e projetos para otimização de processos e transformação digital.

Especialização e Prática Global Guidewire

A aquisição permite à GFT complementar seu atual portfólio de serviços para seguros com soluções da Guidewire. A V-NEO já recebeu inúmeros prêmios de inovação por sua integração ágil dos serviços nas soluções Guidewire. Como um dos maiores provedores de serviços independentes da América do Norte para a plataforma de seguros da Guidewire, a empresa atualmente gera cerca de dois terços de sua receita com essa oferta. A V-NEO também trabalha em um grande projeto canadense de seguros de vida com a plataforma Oracle da OIPA. Esses serviços serão agora combinados com os serviços de seguros existentes da GFT, a fim de expandir sua base de clientes internacionais.

Inovação no DNA de ambas as companhias

A V-NEO foi a primeira empresa norte-americana a iniciar um “Centro de Inovação e Desempenho em Seguros”, projetado especificamente para o desenvolvimento de inovação e o treinamento de funcionários no setor de seguros. O centro coloca em prática o desenvolvimento, a pilotagem e o lançamento de novas soluções de seguros envolvendo todos os aspectos da inteligência artificial e da Internet das Coisas. Combinado com os atuais Laboratórios Digitais de Inovação da GFT, o gerenciamento da inovação dentro da GFT será aprimorado e levado a um próximo nível.

Diversificação de portfólio de cliente

Alain Lamothe, CEO da V-NEO, afirmou que “com nosso profundo know-how de seguros e nossas habilidades tecnológicas, não somos apenas uma combinação perfeita, mas também ajudamos a diversificar o portfólio de clientes da GFT com nossos relacionamentos duradouros com nossos clientes. A presença internacional da GFT nos permite reconhecer as tendências globais do setor em um estágio inicial, aproveitando o potencial do mercado em conjunto, tanto com nossos clientes quanto com nossos parceiros”.

Complementou Marco Santos, Managing Director para Latin America da GFT, que “a aquisição da V-NEO é um passo decisivo para posicionar a GFT como um dos principais parceiros de TI para a transformação digital da indústria de seguros, como já é para o setor bancário. “

Tags, , ,

Bem-estar nas empresas aumenta produtividade dos colaboradores

Mais do que o aumento da qualidade de vida, o bem-estar dentro de uma empresa pode mudar a produtividade dos funcionários. De acordo com uma pesquisa realizada pela Winning With Talent, um ambiente agradável aumenta em até 65% o desempenho de quem trabalha na companhia. Por este motivo, startups como GetNinjas e Nubank oferecem benefícios fora do convencional, buscando levar conforto e satisfação aos colaboradores.

Fundado por Eduardo L’Hotellier, o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, oferece aos seus mais de 100 funcionários serviços como massagem, mesa de sinuca, espaço para churrasco e descanso com puffs, redes e cadeiras de praia, além de frutas durante o dia. “Após a massagem rápida, volto para minha mesa com mais disposição e fico ainda mais concentrada nas atividades”, conta Sandya Coelho, funcionária da empresa, que é uma frequente utilizadora do serviço.

“Em geral, as pessoas passam uma parcela considerável do dia no trabalho. É necessário cuidar do bem-estar, da mente e da qualidade de vida de todos. Somos uma equipe e é importante que todos estejam alinhados e satisfeitos para conquistarmos um bom resultado final”, diz L’Hotellier.

O Nubank, líder em tecnologia de serviços financeiros na América Latina, é também uma empresa focada no bem-estar de seus funcionários, a começar pelo seu escritório. O espaço, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, foi montado pensando em oferecer conforto de uma maneira que incentive a criatividade e troca de ideias. Hoje, são mais de 1000 funcionários que contam com serviços de massagem, frutas frescas servidas ao longo do dia, videogame, mesa de pebolim e sinuca, mini quadra de basquete e futebol, piscina de bolinhas, e facilidades como manicure, pedicure e design de sobrancelhas. Além disso, os pets são muito bem-vindos e acompanham seus donos em todo o prédio.

“Vida pessoal e profissional estão cada vez mais conectadas e todas as facilidades que o Nubank dá estão alinhadas com os nossos objetivos. Sempre com isso em mente, temos liberdade para pensar em inúmeras possibilidades e implementá-las. Queremos que todos os Nubankers se sintam bem, mentalmente e fisicamente, para desenvolver o máximo de seu potencial de uma maneira saudável e produtiva”, afirma Ricardo Frias, responsável pela área de benefícios do Nubank.

Para levar bem-estar ao local de trabalho, existem algumas dicas que podem ser bem-vindas a qualquer empregador.

Tornar o ambiente divertido;

Integração entre os funcionários;

Flexibilidade de espaço e horário;

Feedbacks frequentes;

Comemorar as conquistas.

Tags, , , , ,

Ranking com as startups mais atraentes, scale ups de destaque e empresas mais engajadas em inovação aberta foi divulgado em SP

Mais de 1.500 relacionamentos estabelecidos entre startups e grandes empresas, quase o dobro comparado a 2017. Esses são os números apresentados pelo movimento 100 Open Startups, plataforma que conecta startups a grandes empresas, durante o anúncio do Ranking 100 Open Startups 2018, que ocorreu nesta quarta-feira (04), no CUBO, em São Paulo.

A lista é resultado de um processo anual que envolve especialistas do mercado, como aceleradoras, investidores e grandes empresas, e reconhece as startups que mais despertaram interesse em grandes instituições. Além das 100 startups mais atraentes na visão do mercado e prontas para investimento e das companhias mais engajadas no ecossistema de inovação brasileiro, o movimento também apresentou a lista de startups de destaque em 24 categorias.

“Em 2018, 275 startups obtiveram pontuação para o ranking que mede o relacionamento delas com grande empresa, o que constata a consolidação deste mercado. Open Innovation já é uma realidade no Brasil e vem crescendo exponencialmente, o que é comprovado pelos números apresentados. Estamos extremamente satisfeitos em termos ajudado a fomentar no país um ambiente de colaboração que gera oportunidades reais de negócios inovadores. Há três anos, quando lançamos o primeiro Ranking era ousado pensar em encontrar 100 startups qualificadas para esse tipo de relacionamento”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO da 100 Open Startups.

Entre os setores que se destacaram estão: varejo, agricultura, construção, serviços financeiros, alimentação e para PMEs. Já entre as tendências de crescimento identificadas estão Marketplace, Big Data, Biotech, Visão Computacional, IoT, Realidade Virtual e Realidade Aumentada.

O evento contou ainda com a presença de uma das pesquisadoras em empreendedorismo mais influentes do mundo, professora Saras Sarasvathy, responsável por introduzir o conceito de Effectuation e que reconheceu o movimento 100 Open Startups como um case de validade global.

Números do Movimento em 2018

4.600 startups ativas

9000 executivos avaliadores

800 grandes empresas conectadas

32 mil avaliações registradas

Mais de 1.500 relacionamento estabelecidos entre 275 startups e 243 grandes empresas

Veja todo o Ranking TOP 100 Open Startups.

Tags, , ,

Calculadora interativa estima economia de todas as prefeituras do País com informatização dos processos

Estimar quanto a prefeitura do seu município poderia estar economizando com recursos públicos caso a tramitação de processos e de comunicação fossem feitos digitalmente. Este é o objetivo de uma calculadora de economia online que mostra ao cidadão o quanto os municípios poderiam economizar se eliminassem completamente o uso de papel na rotina diária de trabalho, no conceito conhecido como papel zero.

A iniciativa foi desenvolvida pela1Doc, startup que fornece uma plataforma que informatiza processos e aumenta a eficiência na comunicação interna e externa de diversas prefeituras de pequeno e médio porte do País, eliminando o uso do papel. A calculadora consegue fazer a estimativa dos mais de cinco mil municípios existentes no Brasil.

De acordo com Jaison Niehues, sócio-fundador da 1Doc, a principal missão da calculadora é abrir os olhos, não só da população, mas dos próprios gestores municipais com o alerta de que boa parte do custo originado com a impressão de trâmites poderia ser evitado com o uso da digitalização. “A questão fundamental é que se o órgão público não se modernizar, buscando ferramentas que auxiliem nesse processo, não é só o dinheiro público que será cada vez mais desperdiçado, mas também a responsabilidade com o próprio meio ambiente que é colocada em risco”, diz.

A 1Doc conseguiu criar critérios de cálculos de economia a partir dos indicadores obtidos na base da sua plataforma com as prefeituras que utilizam a solução. Com isso foi possível replicar o mesmo modelo e prever a economia para todos os munícipios do País, cruzando com informações do IBGE. A calculadora analisa os custos diretos, que envolvem as impressões e cópias dos processos, como memorandos e ofícios, e os custos indiretos, como gasto de combustível e deslocamento para entrega dos documentos.

Para ter uma ideia, a cidade de Ouro Preto, no interior de Minas Gerais, que possui cerca de 74 mil habitantes e aproximadamente 2,4 mil servidores na prefeitura, poderia economizar diretamente R$7,3 mil e indiretamente, R$ 48 mil, por mês, com a eliminação do uso do papel. Já uma cidade de 6,5 milhões de habitantes, como o Rio de Janeiro, que tem cerca de 117 mil servidores alocados, poderia economizar diretamente R$3,2 milhões e indiretamente, R$ 16 milhões, por mês, com esse mesmo processo de digitalização.

A intenção com a iniciativa, de acordo com Niehues, é também alertar e conscientizar o cidadão da importância de se ter processos mais eficientes na gestão pública, de modo que ele também possa exercer essa reivindicação para mudanças junto ao seu governante local. “A iniciativa de cobrar o poder público para que esse possa ser mais ágil no atendimento de demandas, reduzindo assim a burocracia, precisa vir também da população”, afirma.

De acordo com Fernando Paladini, Gerente de Tecnologia da 1Doc e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da calculadora online, a modernização das prefeituras brasileiras é questão de sobrevivência, e que se nada for feito nesse sentido, cada vez mais o recurso público será desperdiçado. Para ele, esse convencimento deve ser cada vez mais forte, e que a iniciativa da calculadora é também jogar luz nessa questão. “É inaceitável que em pleno 2018, a gestão municipal ainda aconteça de maneira morosa quando há tecnologia disponível e acessível para tornar processos públicos menos burocráticos e mais baratos para os cofres públicos”, complementa.

Tags, , , ,