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A tecnologia como motor da Indústria – Por Mário Rachid

De todos os setores impactados pelo processo de transformação digital, o segmento industrial é um dos que passará pelas maiores mudanças estruturais nos próximos anos. O avanço de tecnologias disruptivas, que preveem a formação de uma ampla rede de conexão e troca de dados entre dispositivos, sistemas e máquinas para automatização do processo produtivo, marca uma nova era na história da indústria mundial. No Brasil, as indústrias serão afetadas por essa revolução digital e terão que adotar um novo modelo de trabalho, reformulando o uso de tecnologias, adotando máquinas inteligentes e implementando soluções de TI e sistemas de telecomunicações que serão a base inteligente da nova rede de robôs.

Podemos afirmar que a grande revolução proporcionada pela Indústria 4.0 acontecerá quando os chips instalados nas máquinas começarem a controlar todas as plantas industriais, gerando um salto tecnológico jamais antes visto. Com todos os sistemas conectados, as indústrias nacionais, independentes de seu ramo de atuação, poderão ter importantes ganhos de performance, aproveitando melhor seus ativos, controlando com precisão a produção e alcançando melhores vantagens competitivas.

Além de garantir a eficiência e a agilidade do processo produtivo, os chips estarão preparados para coletar um volume gigantesco e valioso de dados sobre as máquinas, dispositivos e sistemas conectados de uma indústria. Assim, as organizações conseguirão definir os parâmetros exatos de sua produção para serem mais assertivas em suas decisões estratégicas, como na negociação com parceiros comerciais, por exemplo.

As soluções de IoT – Internet das Coisas estarão em todas ás áreas de produção. Os chips estarão presentes também nos dispositivos de controle de toda a cadeia de produção, incluindo a compra e o recebimento de matérias-primas, sendo capazes de otimizar estoques e fornecer informações valiosas que permitirão que as indústrias negociem valores com fornecedores. Nesse cenário, a produção ociosa acaba dando espaço para uma manufatura inteligente e preparada para o modelo sob demanda.

Outras informações estratégicas a serem extraídas dos chips instalados nas máquinas são os dados referentes ao desempenho dos equipamentos. Com uma visão prévia e instantânea de tudo o que ocorre com o maquinário, é possível planejar a produção, evitar gargalos, programar manutenção e reposição de peças, mitigando possíveis prejuízos com máquinas inoperantes ou ociosas.

O controle do processo produtivo será de ponta a ponta, desde a assinatura do pedido até a entrega do produto final. Fábricas estarão aptas também a darem um novo passo rumo a personalização, com equipamentos em 3D para a produção sob medida. A entrada na era da transformação digital será um caminho rumo ao futuro e sem volta para as indústrias, que não sobreviverão mais sem tecnologia, dispositivos móveis e sistemas de telecomunicações.

Com esse movimento, pesquisas indicam que surgirão novas oportunidades de negócios. Segundo o Gartner, as empresas representam 57% dos gastos totais com IoT em 2017. Neste ano, os investimentos globais em hardware para o uso de coisas conectadas dentro das empresas chegarão a US$ 964 bilhões. As aplicações de consumo somarão US$ 725 bilhões em 2017 e, até 2020, os gastos nesses dois segmentos atingirão quase US$ 3 trilhões. Já temos quase 9 bilhões de “coisas” conectadas em uso em 2017, sendo que cerca de 3 bilhões já estão sob controle das empresas. A expectativa é que o volume total chegue a 20 bilhões até 2020.

As manufaturas tradicionais, que ainda tinham dúvidas sobre os benefícios da transformação digital, precisam acelerar a transição para se adequarem ao novo modelo de negócios e não serem ultrapassadas. Com um processo automatizado, mais ágil e com menos chance de erros, as indústrias que saírem à frente terão resultados positivos e condições de concorrer no atual mundo globalizado no qual vivemos.

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

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CA Technologies anuncia Alciomara Kukla como vice-presidente de Serviços e Educação para América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Alciomara Kukla (Mara) como a nova vice-presidente para a área de Serviços e Educação na América Latina.

Com mais de 20 anos de atuação no setor, sendo boa parte deles na gestão de companhias de porte internacional como Dell EMC, KPMG, PwC, ACCENTURE e ORACLE, a executiva chega à companhia para ampliar ainda mais as oportunidades de negócios da CA Technologies no mercado latino americano. No decorrer de sua trajetória profissional, Mara liderou uma série de estratégias direcionadas à melhoria de performance e inovação tecnológica em grandes empresas multinacionais.

A nova VP ficará alocada no escritório de São Paulo e reportará diretamente ao gerente-geral de Serviços e Educação, Billy O’Riordan. A contratação reforça o compromisso da companhia com a oferta de serviços inovadores e capacitação atrelada às suas ofertas para Agile, DevOps, Segurança e Mainframe.

“Estou muito orgulhosa com este novo desafio. A CA já possui um grande prestigio e meu objetivo é trabalhar com muita determinação para que nossos clientes tenham uma excelente experiência na transformação digital de seus negócios. ”

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru.

Exclusivamente focada em software, a CA atende grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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TruckPad é finalista em copa mundial de Startups

O TruckPad, conhecido no mercado como o “Uber dos Caminhoneiros”, acaba de alcançar mais um importante reconhecimento: o aplicativo ganhou a etapa brasileira e foi selecionado para representar o Brasil no Vale do Silício, em maio de 2018, na copa mundial de startups. A premiação aconteceu ontem durante o 2º SP Conecta – evento promovido pela agência ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo

O TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga, é a primeira startup brasileira de tecnologia aplicada ao transporte rodoviário de cargas. Lançado em 2013 por Carlos Mira, ele foi idealizado para ser o amigo eletrônico do motorista de caminhão e criar soluções para o seu dia a dia. Ao baixar o aplicativo no smartphone, o motorista se cadastra e informa seus dados básicos, as características de seu caminhão, cursos que possui, entre outros. Na outra ponta, as empresas que necessitam de um transporte de carga também têm suas necessidades listadas no ambiente digital, mas em versão para computadores. Assim, o sistema conecta as demandas de serviço com os motoristas disponíveis. Hoje, o TruckPad já contabiliza a marca dos 500 mil downloads, o que significa que 50% do universo dos caminhoneiros autônomos, conhecem esta ferramenta.

“Representar o Brasil em uma das maiores iniciativas apoiadoras da inovação e do empreendedorismo dos ecossistemas de startups em todo o mundo é motivo de muito orgulho para mim e para toda a equipe do TruckPad”, diz Carlos. “Este prêmio vem somar-se a muitos outros conquistados por nós, como o Prêmio Startup Weekend 2013, pela Brazil Inovators (2013), Prêmio Lide de Startups (2015), Prêmio Fretes e Frotas Verdes (2016), e em 2014, foi eleita pela Plug and Play Winter Expo como a Startup mais inovadora do mundo, entre outros títulos”.

O SP Conecta foi idealizado a partir da necessidade de se criar novas conexões entre empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e governos para acelerar o desenvolvimento de startups paulistas. Além disso, pretende aproximar as startups de grandes empresas e corporações inovadoras. Em 2016, a ação também resultou na criação do Mapa SP Conecta, uma ferramenta colaborativa onde as próprias instituições de apoio à inovação cadastram suas informações e ficam mais fácil de serem encontradas por quem precisa delas.

Nesta segunda edição, a novidade foi a realização da etapa regional da Startup World Cup, competição mundial que avalia startups de qualquer segmento ao redor do mundo. Os vencedores regionais participam da final no Vale do Silício, onde o campeão recebe a premiação de um milhão de dólares e mentoria. A iniviativa é organizada e financiada pela Fenox Venture Capital e conta com a participação de importantes nomes do meio.

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MediaTek assume a liderança do mercado de chips para smartphones na América Latina

A MediaTek, fabricante global de semicondutores, assumiu no primeiro semestre de 2017 a liderança do mercado latino-americano de chipsets para smartphones. Segundo dados do instituto de pesquisas IDC, a empresa taiwanesa cresceu 32% em unidades vendidas de smartphones, no primeiro semestre de 2017 (quando comparada ao mesmo período do ano passado), atingindo quase 40% do market share e encerrando a primeira metade do ano no primeiro lugar na região.

“A América Latina é um mercado muito importante para a MediaTek, por isso estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos pela companhia na região”, afirma Russ Mestechkin, diretor de vendas corporativas da MediaTek para Estados Unidos e América Latina.

“Tivemos o maior crescimento de nossa história no Brasil”, comemora Samir Vani, country manager da Mediatek no País. Atualmente no País a companhia conta com 30,2% de market share, segundo o IDC, com forte ritmo de crescimento. Do primeiro semestre de 2016 para o mesmo período de 2017, a empresa viu seu volume de unidades crescer 75% no País. O resultado no Brasil foi essencial para que a empresa atingisse o primeiro posto na América Latina.

Segundo Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina, entre os fatores que levaram a MediaTek à liderança na região destacam-se os acordos realizados com grandes fabricantes como Samsung, Motorola e LG e o investimento da companhia no chamado middle market.

“Além de equipar modelos com grande volume de vendas desses fabricantes globais, a MediaTek também tem forte presença no setor de smartphones intermediários, que tem ganhado força nos últimos anos”, destaca o analista. “Muitas pessoas que, em 2014 e 2015 compraram seu primeiro smartphone com recursos mais limitados, estão partindo agora para sua segunda compra e optando por aparelhos mais avançados e com preços competitivos, segmento no qual a MediaTek tem forte presença”, explica.

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Tempo: como aproveitar melhor e ser mais produtivo com uso de tecnologia – Por Siro Canabarro

Muitos de nós frequentemente acreditamos que não desperdiçamos tempo durante nosso expediente.

Geralmente nos deparamos com pessoas que dizem “eu estava muito ocupado”.

Mas é fato que nós raramente contabilizamos as horas que nós realmente passamos executando uma ou mais tarefas.

O motivo por eu estar dizendo isso é que, se nós soubéssemos o tempo que estamos gastando com nossas tarefas é muito menor do que achamos, saberíamos que há um grande escopo para aumentar nossa produtividade. E, assim, completar muito mais tarefas num único dia, de maneira satisfatória.

É como diz o velho ditado: o primeiro passo para a mudança é perceber que ela é necessária.

Se você realmente souber o quanto tempo gasta com cada uma de suas tarefas diárias, você pode se esforçar para aumentar sua eficiência e sua produtividade.

E como fazer isso? Bom, isso é simples: utilizando-se de algum tipo de software de gerenciamento de tempo.

Usando um software de gerenciamento de tempo

Saber quanto tempo você gasta com cada uma de suas atividades não é complexo.

Tudo o que você precisa é uma aplicação eficiente que registre em que tarefa você está trabalhando e quanto tempo está em cada uma delas.

Um software assim vai manter os colaboradores que são de alta performance encorajados a continuar assim.

E os que estão abaixo na lista de produtividade encorajados a subir de posição.

Além, claro, de encorajar a equipe como um todo a concluir seu trabalho dentro do prazo estipulado.

Registre o que for essencial

Você pode registrar tudo o que você faz nesse tipo de software, mas você precisa ter em mente o que é importante manter registro e o que não é.

Caso contrário, o processo se torna extremamente burocrático – e ironicamente vai lhe fazer perder tempo.

Busque transparência

Se você é um profissional freelancer e seu trabalho é mensurado por hora.

Então, seus clientes certamente vão querer saber o quão eficientemente você gasta de tempo em cada trabalho.

Isso é uma das coisas mais difíceis de prestar contas para os clientes, e que é simplesmente resolvido com um software de gerenciamento de tempo.

Inclusive aumentando, assim, a relação de confiança entre você e seu cliente.

Isso vai simplificar o processo de cobrar seus clientes, não importa que tipo de serviço você oferece.

Seja web design, seja serviços de contabilidade, o número de horas trabalhadas que geralmente gasta em seu cliente deve permitir que você gere renda para sua empresa.

Caso contrário, você está fazendo isso errado. Ninguém quer trabalhar para sair no prejuízo.

Além da transparência, citada anteriormente, esse processo irá lhe permitir saber se o que você está cobrando dos clientes é suficiente para cobrir o seu tempo trabalhado.

Isso baseado em fatos, não mais em mero achismo.

Se você perceber que está cobrando menos do que deveria e que está saindo no prejuízo, você terá provas para mostrar isso ao seu cliente e reajustar o valor de seus honorários.

Se você está cobrando demais do cliente, é melhor dar a ele um desconto, antes que você o perca para um concorrente.

Existe uma porção de softwares de gerenciamento de tempo gratuitos na internet, como o ActiTime, AccountSight, Hubstaff, etc…

Opções não faltam, basta você escolher uma delas, testar e ser mais produtivo.

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga

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Finep e NRC lançam chamada conjunta para apoio a desenvolvimento de produtos diagnósticos

A Finep e o Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá (NRC) lançaram na segunda-feira, 28 de agosto, a primeira chamada pública conjunta para financiar projetos de desenvolvimento de produtos diagnósticos para a saúde humana. As pesquisas devem ser executadas de forma cooperativa entre empresas canadenses e Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) brasileiras associadas a empresas também brasileiras. A Finep disponibilizará até R$ 2 milhões e a agência canadense, até $ 1 milhão de dólares canadenses, na modalidade não reembolsável.

Entre as atividades financiáveis estão: pesquisa e desenvolvimento dos produtos diagnósticos (incluindo desenvolvimento tecnológico, obtenção de protótipo e validação); registro; e transferência para produção. Os dois últimos serão apoiados apenas pela Finep. São considerados produtos diagnósticos, segundo o edital, reagentes, padrões, calibradores, materiais, artigos e instrumentos, junto com as instruções para seu uso.

A chamada está dividida em duas fases. Na primeira, os consórcios internacionais deverão enviar, até 27 de novembro deste ano, o formulário conjunto publicado na página do edital. Depois de uma avaliação feita pelas duas instituições, os selecionados terão que apresentar seu pedido de financiamento à agência de seu país.

Na segunda etapa, que se encerra no dia 19 de fevereiro de 2018, Finep e NRC vão avaliar separadamente os projetos recebidos, de acordo com os critérios utilizados usualmente por cada instituição, incluindo suas próprias políticas operacionais e respectivas leis e regulamentos nacionais. O resultado final será divulgado no dia 30 de abril de 2018.

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SAP Forum Brasil: Flavio Pripas, Fabio Rosé e “Shark Tank” estão entre os keynotes

O SAP Forum Brasil vai trazer, em dois dias de evento, alguns dos principais nomes do mercado para tratar da importância da transformação digital para empresas de todos os segmentos e portes se posicionarem na vanguarda de seus mercados. Além de compartilharem palestras e experiências de líderes renomados em suas áreas, os cerca de 8 mil visitantes esperados vão comprovar, em show cases, mesas redondas e apresentações de cases concretos de sucesso, como a utilização das novas tecnologias estão modificando os negócios e as atividades empresariais.

“A transformação digital já é uma realidade e está beneficiando as empresas que ousaram e se adiantaram em suas jornadas de inovação”, salienta Odélia Avny, gerente de Marketing da SAP Brasil. Para abordar as diferentes tendências e opções tecnológicas para enfrentar os riscos e complexidades dos negócios, além de compartilhar o sucesso já registrado por empresas de vários segmentos, o SAP Forum reuniu um time de experts nacionais e internacionais. “Nossa intenção é auxiliar as diversas companhias a romper modelos e redefinir conceitos para consolidarem uma nova via de atuação”, destaca a executiva.

Em sua 21ª edição, o SAP Forum Brasil terá entre seus keynotes convidados:

Flavio Pripas: eleito uma das 100 pessoas mais criativas nos negócios em 2012 pela Revista FastCompany, trabalhou com tecnologia em várias multinacionais antes de liderar o CUBO – projeto de fomento ao empreendedorismo digital no Brasil fundado pelo Itaú e pela RedPoint eVentures. Participará de um bate-papo com Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, sobre a inovação e colaboração entre o mercado e as startups em conjunto com a SAP.

Fábio Rosé: diretor geral de recursos humanos da L’Oréal Brasil, tem experiência em bancos e na indústria farmacêutica, tendo atuado também no Chile, na Venezuela e na Suíça. Vem ao Forum para discutir os desafios dos líderes do futuro.

Luli Radfahrer: mestre e Ph.D. em comunicação Digital pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, é consultor de inovação digital e comunicação colaborativa, professor da USP e colunista da Folha de S. Paulo. Seu tema será a máquina como parte integral do cotidiano pessoal e como se preparar para conviver com as inovações que não param.

Alguns dos mais importantes executivos globais da SAP também estarão entre os keynotes, apresentando as novas formas de transformar a gestão dos negócios:

Jennifer Morgan: presidente da área de Operações Globais de Clientes para Américas e Ásia e Pacífico desde maio de 2014, lidera os negócios de mais de 109 mil clientes em 25 indústrias. Vem ao Brasil para tratar da influência dos avanços tecnológicos na economia digital, ao lado de Cristina Palmaka.

Mala Anand: presidente global de SAP Leonardo e da área Soluções de Análise de Dados, é uma das principais atrações do evento. Chega ao Forum para demonstrar como avançar em meio às transformações digitais.

Pat Bakey: presidente da área de Indústrias da SAP. É responsável por liderar a estratégia de negócios para soluções de cloud nos 25 setores de mercado em que a SAP atua. Também é responsável pelo go-to-market da solução de gestão com processamento de dados em tempo real SAP S/4HANA.

O SAP Forum Brasil acontece nos dias 12 e 13 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. As inscrições podem ser feitas através do link www.sapforum.com.br

SAP Forum Brasil 2017

Data: 12 e 13 de setembro de 2017
Hora: das 8h às 20h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.
Para se inscrever e mais informações, acesse www.sapforum.com.br.

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Mercado brasileiro de celulares volta a apresentar números positivos no segundo trimestre, revela IDC Brasil

O primeiro semestre de 2017 foi bastante positivo para o mercado brasileiro de celulares. Depois de chegar à marca de 12,3 milhões de aparelhos comercializados no primeiro trimestre, os meses de abril, maio e junho registraram 12,8 milhões de dispositivos vendidos, número que é 5,9% maior do que o obtido nos mesmos meses de 2016 e 3,7% mais do que nos primeiros meses de 2017. Os dados são do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q2, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O mercado de celulares voltou a apresentar números bem expressivos, principalmente porque o brasileiro está repondo aparelhos comprados há pelo menos três anos, já que esse tem sido o tempo médio de vida da bateria e da tela. E a tendência é de que esse movimento continue assim nos próximos meses”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina.

Do total de 12,8 milhões dispositivos comercializados no segundo trimestre de 2017, 700 mil são feature phones e 12,1 milhões são smartphones, ou seja, houve queda de 44% na venda de aparelhos convencionais, sem sistema operacional, em relação ao mesmo período de 2016 e de 20% em relação ao primeiro trimestre de 2017, e crescimento de 11,7% na venda de aparelhos inteligentes, com sistema operacional, quando comparado ao segundo trimestre de 2016 e de 5,3% ao primeiro trimestre de 2017.

“Além de trocar de celular, o brasileiro está escolhendo um aparelho mais robusto. Por isso a queda tão acentuada no mercado de celulares convencionais”, explica o analista da IDC. Segundo ele, isso acirra a competição entre as marcas e leva os fabricantes a baixarem os preços dos smartphones a níveis jamais vistos no Brasil, com até R$ 300 de desconto, por exemplo. “Isso é ótimo para quem quer comprar, mas para a indústria de maneira geral é bem ruim, já que o mercado fica consolidado nas mãos de um número menor de fabricantes e com potencial de crescimento, em valor, reduzido”, completa Munin.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o tíquete médio dos aparelhos no segundo trimestre de 2017 teve queda de 2,1% em relação ao primeiro trimestre desde ano, passando de R$ 1067 para R$ 1044. “Houve crescimento em unidades, mas como o valor dos aparelhos caiu de um trimestre para o outro a receita ficou praticamente estável, na marca de R$ 13,3 bilhões. Isso é reflexo da política de preços adotada pelos fabricantes”, reforça o analista da IDC.

Para os próximos meses de 2017, a IDC se mantém otimista. “Nossa previsão é de o que o mercado chegue a 49 milhões de aparelhos vendidos este ano, número que é 12,6% maior em relação a 2016, quando foram comercializados 43,5 milhões de celulares. A grande aposta é na Black Friday, com aumento nas vendas de dispositivos intermediários e premium”, finaliza Munin.

Embratel anuncia o novo satélite Star One D2

A Embratel Star One, a maior operadora de satélites do Brasil e da América Latina, anuncia a construção do seu décimo segundo satélite reforçando sua liderança de mercado. O Star One D2, o maior já fabricado pela empresa, deverá ser lançado ao final de 2019. Até outubro deste ano serão anunciados os fornecedores internacionais contratados para sua fabricação e lançamento.

O Star One D2 terá Banda Ka para atender às demandas de backhaul de telefonia celular. Também será equipado com as bandas C e Ku, complementando as ofertas de capacidade para demandas de dados, vídeo e Internet de clientes corporativos, além de ampliar as redes de backhaul celular existentes em Banda Ku.

“Estamos muito felizes com o anúncio desse novo satélite de nossa frota e com a expansão constante da Embratel Star One”, afirma José Formoso, CEO da Embratel, destacando que a meta é continuar acelerando o processo de expansão de backhaul celular e Banda Larga no Brasil e reforçar a posição de liderança como uma das maiores empresas operadora de satélites.

O Star One D2 terá uma potência estimada de 19.280 KW, e massa de lançamento estimada em 7 toneladas. Será construído para ter uma vida útil de mais de 15 anos. Terá 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C, 24 transponders em Banda Ku e 20 Gbps de capacidade em Banda Ka.

Será o segundo satélite da frota de quarta geração, denominada família D. Complementará a cobertura de Banda Ka do Star One D1, ampliando as ofertas de Internet e Banda Larga e abrangendo as Regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. Também viabilizará o aumento de serviços de dados corporativos para órgãos do Governo e empresas dos mais diversos setores.

O Star One D2 ocupará a posição orbital de 70° W e também garantirá a continuidade dos serviços em Banda C e Ku do Star One C2. Com a Banda Ku, o satélite irá garantir o fornecimento de capacidade para dados, vídeos e Internet para órgãos do Governo e grandes empresas que atuam nas Américas do Sul e Central, incluindo o México. Também possibilitará a transmissão de sinais para as ofertas de TV por Assinatura. Já a Banda C garantirá a manutenção e crescimento das ofertas de sinais de TV Aberta por utilizar a hot position de 70° W.

“Com o Star One D2, vamos ampliar nossa presença territorial com mais capacidade satelital para o mercado celular, corporativo e de vídeo”, diz Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

O novo satélite será controlado a partir do maior e mais moderno centro de operações de satélites do Brasil e da América Latina, localizado em Guaratiba (Rio de Janeiro) e operado por uma equipe altamente especializada. Fará parte das ofertas da Embratel Star One para atender clientes como as maiores empresas do Brasil, as principais emissoras de TV, canais independentes, bancos e governo, recebendo e transmitindo sinais de televisão, rádio, telefonia, Internet e dados para atividades empresariais e aplicações de entretenimento, telemedicina e tele-educação.

Como líder e precursora de soluções via satélite na América Latina, a Embratel Star One foi a primeira empresa no mundo a receber o certificado ISO 9001:2000 pelo serviço de controle de satélite a partir de seu centro. Essa certificação a coloca como uma das mais confiáveis dentre as operadoras de satélites devido à qualidade de seus sistemas e sua equipe altamente capacitada. A Embratel Star One também é credenciada de acordo com as normas do Inmetro (Brasil), da Ansi-Rab (Estados Unidos) e RVA (Holanda), além de participar ativamente na SDA (Space Data Association), principal instituição que presta serviços de vigilância espacial a Operadores de Satélites.

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ZEN investe na automação do parque fabril com foco na Indústria 4.0

Com o pensamento sempre à frente, buscando atender ao mercado com cada vez mais qualidade e eficiência, a ZEN está se preparando para ingressar no mundo da Indústria 4.0, também chamada de Quarta Revolução Industrial, onde tudo funciona de forma conectada e integrada. Para isso, a fabricante de autopeças catarinense investiu, nos últimos quatro anos, cerca de R$ 40 milhões para a renovação do seu parque de máquinas. A ideia é aplicar R$ 36 milhões nos próximos três anos para aprimorar os seus processos de manufatura com a compra de novos equipamentos e na interligação e comunicação dessas tecnologias.

“Desde 2013, a ZEN passa por uma verdadeira transformação para encarar essa nova realidade. Na primeira etapa, que foi até 2015, nos organizamos para reduzir as instabilidades do processo produtivo. Do ano passado até agora, estamos promovendo uma verdadeira mudança no lay out da fábrica”, explica o diretor industrial, Eduardo Bertolini. “Tudo irá funcionar de acordo com o fluxo de materiais e fabricação das peças. A sequência seguirá uma lógica que permitirá que a produção seja mais rápida e eficiente. Nosso plano diretor prevê que a reorganização da unidade esteja concluída até 2020”, completa.

Hoje, a empresa conta com dez robôs que podem trabalhar conectados, já preparados para serem integrados e se comunicarem. Também foram feitos investimentos em sistemas automáticos de montagem com dispositivos autônomos de identificação de falhas, que se comunicam com o cérebro da máquina, garantindo informações e estatísticas do processo. Estas tecnologias foram implantadas nos processos de conformação, usinagem e retífica e nas linhas de montagem de impulsores de partida e polias para o mercado original.

Nestes dois últimos setores, os equipamentos são capazes de identificar as dimensões da peça e checar se houve falta ou troca de componentes. Caso tenha ocorrido uma falha, esse item é segregado para que não chegue ao cliente. “Todos os dados são armazenados num banco que nos permite rastrear todo o processo e agir preventivamente para evitar desvios de produção”, afirma o executivo.

De acordo com Bertolini, a modernização da fábrica, aliada ao Sistema Lean, já está trazendo resultados positivos: a produtividade aumentou em 45% nos últimos quatro anos e o índice de satisfação do cliente, que era de 77% em 2013, saltou para os atuais 94%. Além disso, nesse mesmo período os problemas com a não qualidade caíram de 5% para 0,9% e o On Time In Full (indicador que monitora a performance de entrega dos produtos) é de 100% no mercado original. “Isso quer dizer que entregamos os pedidos no tempo certo e na quantidade correta”, explica o diretor industrial.

Dentro de casa

Ao mesmo tempo em que investe na modernização das máquinas, a ZEN dá atenção especial ao treinamento e capacitação profissional de seus colaboradores para prepará-los a atender às novas exigências do mercado e atuarem dentro do conceito de manufatura avançada. Recentemente, um grupo de profissionais de diversas áreas, como Engenharia, Logística e Manutenção, passou por um treinamento sobre Manufatura 4.0 – o segundo curso já está em fase de planejamento.

Além disso, há dois anos a empresa criou um laboratório eletrônico onde as equipes de Tecnologia da Informação e Manutenção desenvolvem um sistema de software interligado a sensores para que as máquinas se comuniquem informando, por exemplo, o ritmo ou uma parada de produção. “Ainda este ano, pretendemos lançar um projeto piloto para testar o funcionamento dessa ferramenta, que irá garantir que os equipamentos emitam informações em tempo real, propiciando melhores tomadas de decisões”, diz Bertolini.

Sobre a ZEN

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Equinix fará a maior implantação de células de combustível para o setor de data center

A Equinix, Inc. (Nasdaq: EQIX), companhia global de interconexão e data center, anunciou a assinatura de um contrato de compra de energia (Power Purchase Agreement – PPA) de 15 anos de duração, junto a subsidiária Southern Company, no qual células de combustível da Bloom Energy serão instaladas em doze data centers International Business ExchangeTM (IBX®) nos Estados Unidos. O projeto fornecerá mais de 37 megawatts de energia, com uma instalação em fases que terá início no final de 2017 e seguirá até 2019.

O novo projeto instalará células de combustível em sete data centers IBX da Equinix no Vale do Silício (SV1, SV2, SV3, SV4, SV5, SV6, SV10), três na região de Nova York (NY2, NY4, NY5) e dois na região de Los Angeles (LA3, LA4). Ele se baseiam no programa piloto do data center IBX SV5 da Equinix no Vale do Silício, que iniciou em 2015. Esse investimento é um marco importante no programa de sustentabilidade corporativa da Equinix, que tem como objetivo causar um impacto positivo nos funcionários da empresa, nas comunidades nas quais opera e no meio ambiente.

“Na medida em que os data centers da Equinix, e a interconexão que eles facilitam, tornam-se cada vez mais críticos à infraestrutura do nosso mundo digital, essa expansão de células de combustível é um passo em direção a diminuir o impacto da economia digital no planeta. Este investimento permite que possamos servir nossos clientes com os mais altos níveis de desempenho, ao mesmo tempo em que auxiliamos seus esforços de manter sua cadeia de abastecimento limpa e eficiente”, comenta o presidente da Equinix para as Américas, Karl Strohmeyer.

Além do significativo impacto na sustentabilidade, o projeto fornece energia altamente confiável, 24h por dia, perfeitamente combinada com os requisitos operacionais do data center.

Produção de energia limpa

Com a célula de combustível existente no IBX SV5, e as instalações existentes de célula de combustível em dois IBXs obtidos da Verizon nesse ano (LA7 e NY13), o novo projeto irá trazer à Equinix um total de mais de 40 megawatts de energia fornecida a partir de 15 locais.

Uma vez instalado e em operação, o projeto de célula de combustível da Equinix irá operar com eficiência de líder mundial, fornecendo energia que é 20-45% mais limpa que o serviço equivalente fornecido de geração por gás natural. Durante o tempo de vida do projeto, 660.000 toneladas de emissões de carbono serão evitadas e 87 bilhões de galões de água serão economizados em comparação aos projetos gerados por gás natural ou carvão mineral.

As células de combustível da Bloom Energy utilizam tecnologia proprietária de óxido sólido para gerar eletricidade por meio de um processo eletroquímico limpo, utilizando ar como combustível e resultando apenas em água e uma pequena porção de dióxido de carbono como subprodutos. SOx (óxidos de enxofre), NOx (óxidos de nitrogênio) e emissões de outras partículas formadoras de poluição atmosférica nocivas são virtualmente eliminadas com o uso das células de combustível Bloom Energy.

“Não há maior reconhecimento e validação da nossa plataforma de energia que ter os nossos clientes atuais continuamente expandindo suas instalações de Servidores Bloom Energy. Hoje, a Equinix está fazendo isso de forma grandiosa”, celebra o fundador, presidente e CEO da Bloom Energy, KR Sridhar.

O projeto é financiado pela Southern Company e reflete uma parceria estratégica entre a Bloom Energy e a companhia para apoiar soluções de células de combustível on-site.

“A nossa parceria estratégica com a Bloom Energy foi estabelecida para entregar grande valor aos clientes ao fornecer soluções inovadoras de energia diretamente no estabelecimento do cliente. Esse projeto com a Equinix demonstra ainda que essa abordagem está atendendo às demandas de energia inteligente das principais companhias atuais”, diz o presidente e CEO da Southern Company, Tom Fanning.

Esse projeto irá aliviar o estresse do dia a dia dos provedores de serviços locais, ajudando novas gerações de serviços e fornecendo eletricidade diretamente onde é necessário.

Sustentabilidade

A Equinix recentemente liberou seu segundo Relatório de Sustentabilidade Corporativa anual, que inclui uma revisão do progresso em direção ao objetivo de longo prazo da Equinix de utilizar energia 100% limpa e renovável, assim como o progresso rumo ao outro objetivo da Equinix, de desenvolver uma empresa responsável e sustentável. Desde 2016, a Equinix atingiu 56% de cobertura mundial de energia renovável.

Além dessas iniciativas de células de combustível, a Equinix também está engajada em Acordos de Compra de Energia para energia eólica do Oklahoma e Texas, fornecendo um total de 225 megawatts de capacidade.

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Quatro passos de uma trajetória omnichannel de sucesso para bancos

Jorge Andres Gomez

A expressão omnichannel é velha conhecida no setor financeiro, porém há ainda uma dificuldade em fazer a transição da teoria para a prática. Com mais pessoasutilizando diversos dispositivos em suas rotinas diárias, especialmente em operações bancárias, é preciso que os bancos adotem uma ampla abordagem em todos os canais,caso contrário correm o risco de serem ultrapassados pela concorrência.

Em primeiro lugar, é importante definir exatamente o que queremos dizer com a expressão “banco omnichannel“. Em sua essência, refere-se a uma abordagem centrada no cliente que independe do canal utilizado para a interação.

Como exemplo, podemos considerar um cliente que inicia um processo de pedido de empréstimo por meio do notebook, dispositivo móvel ou mesmo indo até a agência. No atual cenário, este cliente não poderia alternar entre os canais facilmente, depois de dar início ao processo. Porém, com uma abordagem omnichannelesse cliente poderá iniciar seu pedido em um notebook, fazer perguntas por telefone e, em seguida, finalizar o processo em seu dispositivo móvel. Além de poder consultar suas contas, transações e informações de qualquer lugar, a qualquer momento, utilizando o dispositivo de sua escolha, sem eventuais problemas técnicos e sem precisar repetir diversas vezes seus dados do banco e/ou pessoais em cada interação.

Parte importante desta questão é o cuidado com a integração dos canais digitais acessados por meio de dispositivos móveis, que já passaram de tendência e caíram de vez no gosto dos clientes dos bancos. De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária divulgada pela Federação Brasileira de Bancos, em 2016 o mercado financeiro experimentou uma alta de 96% das transações bancárias em mobile banking, um total de 21,9 bilhões, em 2015 este montante foi de 11,2 bilhões, quase o dobro.

Além disso, de acordo com a pesquisa a evolução das transações por preferência do usuário também mostra alta de operações sem movimentação financeira nas agências, sinalizando mudança de perfil do canal para o atendimento consultivo.

As organizações precisam compreender o que significa colocar em prática uma estratégia omnichannel, trata-se de uma transformação que impactará todos os aspectos de seus negócios, porém se for bem-sucedida os resultados serão o incremento de receita e a fidelização dos clientes.

Para que os bancos possam obter êxito emsuas iniciativas omnichannel é essencial seguirquatro passos:

1. Promova a modernização: As instituições financeiras estão se empenhando para desenvolver um ponto de vista holístico “centrado no cliente” que mantenha um perfil consistente do cliente, independentemente do produto financeiro em questão. No entanto, os sistemas legados que muitos bancos utilizam são um empecilho para o sucesso desta estratégia, isso porque muitas vezes este legado opera em segmentos específicos e para superar esse impasse, é necessário adotar uma estrutura tecnológica completamente aberta. Esta é uma oportunidade para os bancos explorarema tecnologia para modernizar seus sistemas, sem a necessidade de reformular toda a sua rede ou infraestrutura existente.

2. De olho no Big Data: Outra questão importanteé o potencial daanálise avançadade dados, uma imensa oportunidade para as instituições financeiras. Ao explorar o Big Data, as empresas podem ter a perspectiva necessária para proporcionar experiência de maior valorpara seus clientes, fortalecer os métodos de prevenção contra fraudes e roubo de identidades, desenvolver programas de fidelidade e produtos mais direcionados, ou até mesmo adotar a inteligência artificial para prever certos comportamentos dos clientes. O Big Data também é uma ferramenta poderosa para prestar assistência em decisões de investimento, pois pode ajudar os bancos a se manterem um passo à frente de tendências, oportunidades e ameaças existentes no mercado. Os bancos devem levar em conta esses dados e ter um plano para tirar proveito deles.

3. Integrar toda a infraestrutura: Um ecossistema omnichannelde sucesso terá de considerar e integrar todas as camadas da infraestrutura (middleware), além de precisar de uma combinação de nuvens privadas, que os bancos utilizam para garantir segurança máxima dos dados e nuvem pública, que permite maior flexibilidade e menor limitação de acesso e armazenamento de dados menos sensíveis.

4. Garantir a segurança cibernética: Por fim, é importante contar com medidas de segurança para cada aspecto das transações. Além da identificação e da verificação vista pelo cliente ao utilizar algum produto ou serviço financeiro, a infraestrutura omnichannel deve incluir também a segurança dosdata centers, redes, plataformas e aplicativos, serviços defirewall de última geração e de proteção contra os ataques de negação de serviços (DDOS). Além de tudo isso, novas tecnologias como microssegmentação baseada em identidade e criptografia podem ajudar os bancos a fortalecer a segurança cibernética, criando micro segmentos dentro da rede da organização que podem ser acessados somente por usuários autorizados, desta forma aqueles sem autorização sequer conseguem identificar a existência deste segmento, uma camada extra de segurança que vai além do firewall.

Ao criar um ambiente no qual o cliente é capaz de reconhecer medidas de segurança rigorosas, sem ter ou notar obstáculos pararealizar transações bancárias com flexibilidade e em diferentes plataformas, os bancos poderãofortalecer o relacionamento com seus clientes, promover a fidelização e estimular o crescimento dos negócios.

*Jorge Gomez é Diretor para Indústria Financeira da Unisys para a América Latina

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Aruba lança solução de Wi-Fi focada para empresas de pequeno porte com gerência simplificada e por aplicativo móvel

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A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, anuncia uma nova solução de Wi-Fi que fornece a pequenas empresas uma rede sem fio de nível corporativo, segura e confiável, com APs fáceis de configurar via um aplicativo móvel intuitivo. O HPE OfficeConnect OC20 é uma solução econômica desenvolvida para empresas sem recursos de TI dedicados. Com o OC20, pequenas empresas de qualquer vertical, podem implementar e gerenciar a rede Wi-Fi de maneira rápida.

Organizações de menor porte estão adotando aplicativos para smartphones, tablets e outras aplicações que ficam hospedadas na nuvem. Cerca de metade (43%) dos responsáveis usam seu smartphone conectado à rede Wi-Fi como o principal dispositivo para executar suas operações, e 65% fazem a contabilidade em aplicativos na nuvem, o que confirma a necessidade de conectividade sem fio confiável e onipresente. Mesmo com benefícios competitivos e operacionais claros da mobilidade, o fator determinante geralmente se refere à instalação e configuração. Geralmente, as pequenas empresas têm recursos de TI bem limitados, então é essencial ter uma opção que seja simples de ser configurada e que eles possam contar com a ajuda de uma revenda se necessário.

O HPE OfficeConnect OC20 resolve esses desafios, oferecendo às empresas de pequeno porte uma ferramenta intuitiva e econômica, simples de gerenciar sem a necessidade de conhecimento técnico avançado. Os revendedores podem agora prover aos seus clientes uma solução rápida de rede Wi-Fi de nível corporativo que mantém seus funcionários conectados e produtivos.

Menos problemas com uma solução confiável de nível comercial

Os AP’s OC20 oferecem conectividade Wi-Fi de alto desempenho e confiável para operar as aplicações fundamentais aos negócios, incluindo voz, vídeo e aquelas na nuvem. Otimizam de forma inteligente a cobertura e o desempenho da rede sem fio, além de minimizar a interferência, intensificando a experiência do usuário final. O filtro de sites integrado bloqueia o acesso a sites mal-intencionados, protegendo o sistema de pequenas empresas de ameaças online e sites inadequados ou fora de conformidade.

Reduza o tempo de configuração com o aplicativo móvel intuitivo

Com o aplicativo móvel OfficeConnect, a empresa ou os seus revendedores podem configurar e monitorar uma rede em questão de minutos a partir de qualquer local. Múltiplos escritórios podem ser gerenciados de uma só vez, podendo resolver rapidamente às mudanças na rede e eventuais interrupções remotamente, sem indisponibilidade da rede.

Quando as empresas estiverem prontas para expandir sua rede, os novos APs OC20 podem ser automaticamente incorporados copiando as configurações de um AP OC20 configurado anteriormente. A solução permite criar uma rede para visitantes opcional e separada com a opção de acesso aberto para visitantes, login na rede Wi-Fi por meio de senha simples ou conta de Facebook, incluindo o logotipo da empresa para promover a marca da mesma customizando a página de acesso.

Recursos remotos de monitoramento e solução de problemas

O aplicativo móvel OfficeConnect para iOS ou Android oferece recursos de monitoramento e solução de problemas. Um painel de controle da rede fornece visibilidade do sistema rapidamente, incluindo informações sobre desempenho da rede sem fio, número de dispositivos e de quem está conectado.

Além do AP OC20, a Aruba oferece o switch OfficeConnect 1920S, que protege e amplia os sistemas de pequenas empresas. O 1920S também pode ser monitorado pelo aplicativo móvel OfficeConnect.

O HPE OfficeConnect oferece mais recursos de maneira simplificada, permitindo que pequenas empresas compartilhem recursos e colaborem como uma rede corporativa, mas sem a necessidade de uma configuração muito complexa. Para organizações de pequeno porte que estão começando ou já planejando expandir seus negócios, a solução OfficeConnect os permite implementar uma rede sem fio de nível comercial que atenda suas necessidades em cada etapa do seu crescimento.

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E-Commerce sofre com cibercrimes, mas soluções prometem diminuir riscos

Artigo publicado na semana passada na Stores Magazine, revista da National Retail Federation, maior associação de comércio varejista do mundo, traz dados sobre os cibercrimes que vem impactando fortemente o e-commerce: os bad bots representam cerca de 20% de todo o tráfego da internet e os cibercriminosos estão usando cada vez mais a deep web e a dark web para comprar e vender gift cards fraudulentos. Mas o mesmo comportamento de tráfego nocivo pode ser observado em lojas que não oferecem gift cards. Ou seja: todo o e-commerce deve ficar atento às fraudes.

O primeiro dado é da Distil Networks, empresa líder global na detecção de bots e mitigação de riscos, especializada em parar ataques automatizados para tornar a web mais segura. Os bad bots são capazes de dezenas de ameaças automáticas e, dependendo do negócio, podem impactar fatores como taxas de conversão e índice de satisfação do cliente, por exemplo. Já o segundo dado vem de pesquisas de rastreamento da Flashpoint, empresa também especializada em Business Risk Intelligence, que afirma que o crime envolvendo os gift carfs tem crescido substancialmente nos últimos anos porque traz recompensa financeira significativa x risco relativamente baixo para os cibercriminosos.

No Brasil, o estudo “Cenário do E-Commerce no Brasil” realizado pela Netrica, plataforma de digital analytics da Netquest, encomendado pela Braspag, com dados de junho de 2017 também aponta que as fraudes no e-commerce (envolvendo diferentes tipos de meio de pagamento) impactam negativamente nos resultados finais das vendas efetivas. Hoje, das 1,77 bilhão de visitas por mês aos sites de compras no país, apenas 1,61% (28,5 milhões) são vendas efetuadas nos carrinhos de compras nas lojas virtuais, ainda faltando a etapa de pagamento.â?¯Parte desta baixa efetivação vem das fraudes e as soluções antifraude aparecem como uma proteção que devem contribuir para o aumento da segurança e das taxas de conversão.¯

A Flashpoint, por exemplo, recomenda que os comerciantes apostem no sistema CAPTCHA para todas as compras on-line feitas com gift cards. O sistema protege os sites contra os bots, gerando e avaliando os testes que os seres humanos podem passar, mas os programas de computador atuais não podem. Porém, a ferramenta gera mais uma etapa durante a navegação no processo da compra, o que pode levar a uma perda na conversão.

Soluções transparentes e que atuam de forma “invisível” na filtragem de boas transações tendem a ser mais eficientes para o lojista, sem que o consumidor sofra o desgaste de mais uma fase no processo. A solução Velocity Check da Braspag é um exemplo disso. Integrada ao Pagador Braspag – gateway de pagamento que recebe da loja virtual os dados da transação em um único padrão e interliga os mais relevantes meios de pagamento eletrônicos disponíveis no mercado – a Velocity Check identifica procedimentos que se caracterizam como suspeitas de fraude, por meio de um padrão estabelecido, com o objetivo de evitá-las. Testes em diversos segmentos do comércio eletrônico constataram um incremento médio de 5% na conversão de vendas, podendo chegar a patamares maiores dependendo do tipo de ataque, uma vez que a sua eficiência e antecipação evita a chegada da compra na adquirente.

“Estamos sempre investindo em novas opções de segurança para nossos clientes”, destaca Gastão Mattos, CEO da Braspag. “Há muitas opções de solução antifraude no mercado e o lojista deve optar pela que se encaixe melhor em seu caso. O que não dá é ficar sem se precaver”, afirma Mattos.

Machine learning é trunfo estratégico para inovar

Por André Scatolini, Vice-Presidente de Infra Technologies & Solutions da Resource

Vivemos, nós profissionais, em constante pressão para nos superarmos a cada dia na área de tecnologia da informação (TI), que foi provocada de maneira irreversível e contundente pela movimentação implacável da transformação digital. O desafio é mais do que criar soluções inovadoras. É preciso desenvolvê-las em velocidade tal que se antecipem às expectativas dos clientes digitais.

Essa meta instigante fica um pouco mais clara diante da definição de transformação digital, da qual me aproprio da realizada pela consultoria global IDC: “É o processo contínuo pelo qual as organizações se adaptam a mudanças disruptivas ou as criam no seu ecossistema externo por meio de competências digitais. Seu objetivo é inovar com modelos de negócios, produtos e serviços que integram o digital e o físico de maneira transparente e ainda com experiências, de negócios e de clientes, que geram melhorias na eficiência operacional e organizacional”.

Assim, para ganharmos e, ao mesmo tempo, provermos aos clientes competências digitais é vital refinar nosso perfil, que necessita ter como valor agregado o conhecimento profundo das tecnologias emergentes para entender como elas podem transformar os negócios de empresas dos variados setores da economia. Mas o segredo, acredite, mora na certeza de que tecnologia hoje é um facilitador da visão que podemos ter e oferecer ao negócio do usuário – uma alavanca para a disrupção.

E na construção da minha visão de negócios, pegando carona, certamente, em casos de sucesso, estudos e troca de informações estratégicas, elegi machine learning (aprendizado de máquina) como trunfo estratégico para inovar. Isso porque os fatores que colocam em ebulição o crescimento de machine learning são a sua aplicação diversificada e a capacidade de aprender e resolver problemas da vida real a partir de dados.

Esse algoritmo machine learning é uma parte da Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês), que concede aos computadores a capacidade de aprender sem a necessidade de programação e de encontrar as ideias ocultas sem ser explicitamente programado para onde procurar.

Entender a linguagem, reconhecer padrões e aprender com a informação podem ajudar as empresas a enfrentarem desafios significativos e complexos. Esse recurso possibilita “ler” um texto, “ver” as imagens e “ouvir” o discurso natural. E sei que a evolução do machine learning com inteligência artificial não vai parar por aí. Não vou me surpreender, portanto, se, no futuro (talvez breve), a computação cognitiva seja capaz de aprender também a sentir, a tocar e a provar o gosto das coisas.

Aditivo para os negócios

A vantagem que machine learning proporciona às empresas é a capacidade de oferecer novos produtos, serviços diferenciados e personalizados, além de aumentar a eficácia e diminuir o custo dos produtos e serviços existentes. Permite ainda que a organização reinvente processos de negócios, de ponta a ponta, com inteligência digital.

O potencial é realmente significativo. Fabricantes de tecnologia estão investindo fortemente na adição da tecnologia em suas aplicações existentes e na criação de outras. Esse é o “caminho expresso” da inovação. Isso porque proporciona às empresas a vantagem de descobrir padrões e tendências de conjuntos de dados e automatizar análises realizadas tradicionalmente por pessoas, para aprender com as interações relacionadas a negócios e fornecer respostas baseadas em evidências.

Não por acaso, a IDC projeta que, até 2018, mais de 50% das equipes de desenvolvimento vão incorporar serviços cognitivos em seus aplicativos, gerando até 2020 uma economia de mais de US$ 60 bilhões. Ainda segundo projeções da consultoria, a adoção de sistemas cognitivos e inteligência artificial em diversas indústrias deverá gerar receita anual de US$ 47 bilhões em 2020.

As tecnologias cognitivas tornaram-se tão penetrantes que a maioria de nós a utilizamos sem perceber. Se você está navegando pela web, consultando relatórios meteorológicos para programar uma viagem, dirigindo um carro conectado e acessando informações, usando reconhecimento de fala em um smartphone, provavelmente está utilizando machine learning.

O aprendizado de máquina, portanto, é excelente solução para uma série entraves no desenvolvimento de produtos e serviços que antes eram inimagináveis. O recurso é capaz de viabilizar e tornar precisos e confiáveis projetos em que abordagens tradicionais apresentem falhas.

Alexander Linden, vice-presidente de Pesquisas do Gartner, disse: “Há dez anos, lutávamos para encontrar dez aplicativos de negócios baseados em machine learning. Agora, nos esforçamos para encontrar dez que não usam esse recurso”. Esse resultado é mais do que uma evolução ou inovação, é uma questão de visão de negócios despertada e possibilitada pela tecnologia.

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Varejo físico e online precisam andar de mãos dadas

Por Luis Pelizon

Os varejistas convencionais brasileiros já entenderam que não há escapatória: modernizar seu modelo de negócio e acompanhar a revolução tecnológica para atender seu cliente de uma maneira omnichannel é um pré-requisito para que a operação seja bem-sucedida.

Muito falado na teoria e pouco colocado em prática no Brasil, o conceito de omnichannel rege que o consumidor seja entendido de maneira igual ecomplementar em todos os canais. Diferente da multicanalidade, que é o simples fato de a empresa vender em vários canais, o omnichannel se caracteriza pela padronização da comunicação e sintonia entre todas as formas de atendimento: central telefônica, e-mail, site no desktop, site no mobile e loja física.

As varejistas que conseguiram estabelecer um atendimento igualmente satisfatório em todos os canais disponíveis já perceberam o quanto isso faz diferença no processo de fidelização do cliente. É essencial que as empresas armazenem e unifiquem seus dados de vendas e de atendimentos anteriores para mostrar ao consumidor que sua empresa sabe quem ele é.

Acredito que estes sejam alguns dos indicadores de como é essencial o varejo físico se apropriar das melhores práticas do varejo online e vice-versa. Nesta parceria de contribuição recíproca, o e-commerce acaba sendo o lado com maior potencial para agregar inovação. O controle holístico de dados favorecido pelo ambiente virtual propicia uma luz a um dos grandes desafios do varejo, que é justamente esta compreensão do comportamento de compra de cada cliente.

Basta notar o que acontece quando um varejista físico expande sua operação para o e-commerce. Em menos de um ano, a ausência de restrição geográfica faz com que a loja virtual se torne uma das dez lojas mais bem-sucedidas de toda a rede. Sempre haverá uma parcela da clientela do e-commerce resultante de uma migração de consumidores da loja física, mas o maior porcentual será sempre de novos clientes. Pense nesse fator somado ao baixo investimento inicial exigido por um endereço virtual e ao significativo reforço da sua marca gerado pela exposição online.

No entanto, concordo também que algumas características do varejo físico são incomparáveis. Nada substitui o relacionamento interpessoal entre cliente evendedor e o vínculo criado entre os dois durante a jornada de compra. Ou mesmo o hábito de atrelar a compra a um passeio prazeroso: sair de casa com a família para “dar uma volta” no shopping ou visitar uma nova loja no centro da cidade.

Este tipo de hábito está enraizado para boa parte do público e não há nada de errado com isso. A palavra de ordem para quem atua no varejo físico e também no online é complementaridade. Sua empresa precisa estar bem posicionada em todos os canais.

O e-commerce tem uma maior possibilidade de mensurar resultados através de big data. O chamado Business Intelligence pode (e deve) influenciar as estratégias de negócios das empresas. No entanto, no mundo físico, também já existem métodos disponíveis para monitorar o caminho que o cliente faz dentro da loja com capacidade até de identificar detalhes da experiência, como, por exemplo, se ele tirou determinada peça de roupa da arara e não comprou.

Embora existam casos de empresas que surgiram no meio online e expandiram para o offline, os altos custosenvolvendo sedes físicas (aluguel de um ponto comercial, reformas e manutenção da estrutura) fazem com que o e-commerce seja formado, predominantemente, por marcas que surgiram no mundo físico eexpandiram para o digital.

Neste caso, contar com a expertise de uma empresa especialista no setor é essencial.O ideal é procurar uma solução completa, que fornecerá a plataforma para rodar a loja virtual, irá personalizá-la de acordo com as necessidades da marca e torná-la escalável, além de oferecer segurança e suporte para que a operação seja bem-sucedida. As maiores empresas fornecedoras de tecnologia para e-commerces dispõem ainda deconsultoria para melhorar a performance de vendas, soluções em logística e meios de pagamento.

Luis Pelizon é Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce

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SONDA anuncia estratégia de computação cognitiva para Utilities

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia a sua estratégia para o uso da computação cognitiva no setor de utilities. Focada inicialmente em empresas ligadas à distribuição de energia, a iniciativa é voltada para a automação do processo de atendimento ao cliente, como também para aprimorar as soluções já tradicionais destinadas a este mercado.

A proposta visa aplicar os conceitos da computação cognitiva em serviços mais recorrentes de atendimento ao público, tais como emissão de segunda via de boleto, pedido de ligação, medição de tensão, religação e alteração de data de vencimento. “São demandas mais latentes e que utilizam algo que está um pouco mais maduro na cognição, que é a conversação ou linguagem natural, como alguns fabricantes chamam”, explica Richard Natal, diretor responsável pelas iniciativas de cognição para Utilities da SONDA.

Além de apoiar o mercado de Utilities rumo à evolução digital, a SONDA quer promover os benefícios trazidos pela inteligência artificial sob a perspectiva de redução de custos, de diminuição de erros e de previsibilidade de resultados. “As concessionárias estão de olho em soluções que incentivam a economia financeira no setor de atendimento por conta dos altos custos gerados nesta área”, completa Natal.

Para se ter ideia, segundo o relatório do Information Services Group (IS), a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de cinco a dez vezes mais rápidos, utilizando 37% a menos os recursos, em média. Este impacto positivo impulsiona o setor e a estimativa é que até 2050, 80% das atividades realizadas por humanos sejam automatizadas. A SONDA ressalta que a sua iniciativa não subsistiu totalmente a mão de obra humana nos processos, mas isenta as pessoas de realizarem trabalhos repetitivos, além de criar novas necessidades na relação homem-máquina e, consequentemente, novos postos e funções de trabalho.

A nova frente contempla parte do plano de investimento da SONDA para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados para o biênio de 2016 a 2018.

Somente o núcleo de Utilities da Sonda compreende o atendimento de mais de 12 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 48 milhões de habitantes, um número que a habilita desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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LatAm Edge 2017 anuncia os seis finalistas

4 startups são brasileiras e irão para Londres disputar a final

Seis startups, 4 do Brasil e 2 do México, foram selecionadas para a fase final do Prêmio LatAm Edge 2017. As finalistas estarão em Londres no dia 11 de outubro para apresentar seus modelos de negócios aos jurados ingleses na sede do WeWork em Moorgate, que hoje é o maior WeWork do mundo.

Os finalistas são:

Brasil:

Round Pegs

DP6

Strider Agro

OMINIC

México:

ERN Resilios

Softtek

O prêmio de mais de £ 100.000 é composto por duas posições gratuitas em um espaço de co-trabalho do WeWork por um ano, serviços de contabilidade da Blick Rothenberg, marketing e PR pelo GrupoCASAUK, suporte legal pelo escritório jurídico Joelson, desenvolvimento de negócios no Reino Unido da Trade Horizons, campanhas digitais pela Eydos Digital, coaching por Sapovalova Coaching e pesquisa de mercado pela Talent Capital. Tudo isso gratuitamente durante um ano.

“Foi muito difícil decidir. Na minha opinião, se pudéssemos, teríamos escolhido pelo menos 9 para ir a Londres, mas o prêmio é muito seletivo. Então, os que estão nessa fase final já podem se considerar vencedores”, diz Sandra Sinicco, CEO do GrupoCASA e uma dos criadoras do prêmio. “É muito interessante ver que este ano temos setores como agricultura, Business Intelligence, Software, marketplaces e Inteligência Estratégica de Marketing bem diferente do ano passado quando contamos com soluções para Fintech, RH, Meio Ambiente e Organização Empresarial”.

Alguns números sobre os inscritos deste ano

Concorreram ao LatAm Edge Award deste ano, 60 empresas com mais de US$ 1 milhão de faturamento ou investimento.

Brasil, México, Chile e Peru tiveram o maior número de empresas registradas. As semi finalistas foram do Brasil, Chile e México.

Algumas empresas do Reino Unido, Moldávia, Israel e EUA também tentaram entrar na competição, mas foram desqualificadas por não terem operações na América Latina.

A maioria das empresas inscritas não está buscando funding e sim expansão internacional com os próprios recursos.

Entre os apoiadores do Prêmio estão o DIT, Departamento de Comércio Internacional do Governo do Reino Unido, a Blick Rothenberg, uma das maiores empresas de consultoria em contabilidade e aquisições de fusões da Inglaterra, British Airways, F6s, uma das plataformas mais avançadas de monitoramento e dados sobre empresas startups do mundo, a Talent Capital, uma empresa especializada em pesquisa de informações estratégicas para expansão comercial e contatos.

O vencedor terá à sua disposição a consultoria da Sapovalova Consulting liderada por Tamara Medina. Nascida no México e morando em Londres há 17 anos, Tamara conhece bem as duas culturas. “O meu desafio será preparar a empresa para chegar ao Reino Unido mediando as características, os riscos e as vantagens do mercado. Esta preparação é um passo decisivo para o sucesso do desenvolvimento nessa região “, comenta Tamara. Já a Eydos Digital ficará responsável pelas campanhas de marketing digital do vencedor e a Talent Capital com as pesquisas de mercado para fundamentar as estratégias de desenvolvimento de negócios elaboradas pela Trade Horizons.

O prêmio conta com o apoio do governo britânico, da Câmara de Comércio do Brasil na Grã-Bretanha, da Tech London Advocates, , da Start-Up Chile, das Câmaras de Comércio no Reino Unido do México, Colômbia, Chile, Brasil e Argentina e também a divulgação nos vários países latino-americanas feita pela rede LatamPR de agências latino-americanas de relações públicas. Entre as apoiadoras estão a BMR do Chile, Consulting de Comunicação da Guatemala, Innovarte da Colômbia, Smartcom (Venezuela e Panamá) e Percepción & Image do México.

Data da final: 11 de outubro de 2017
Local: WeWork Moorgate
Horário: 18:30 horas

A vencedora será anunciada após os pitches que durarão 5 minutos cada com direito a perguntas por parte da audiência. Teremos cerca de 20 jurados especialistas ingleses no evento.
Antes do evento as finalistas contarão com o apoio de mentores para preparar suas apresentações.

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