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4 passos para promover a igualdade de gêneros no ambiente corporativo – Por Laura Lafayette

A luta das mulheres por direitos iguais aos dos homens no mercado de trabalho é um assunto recorrente dentro das organizações. O último relatório do Fórum Econômico Mundial apontou que a igualdade de gêneros perante salários só será possível em 2095. Além disso, a disparidade entre participação econômica e oportunidades para mulheres ainda gira em torno de 60%, quando comparada aos homens.

O longa-metragem Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures), que estreou recentemente nos cinemas do país, ilustra um pouco essa realidade, que se atenua quando observamos a presença feminina no mercado de tecnologia. O enredo aborda como uma equipe de cientistas da NASA formada por mulheres afro-americanas liderou uma das maiores operações tecnológicas da história americana, calculando precisamente a trajetória da nave Apollo 11 à lua.

Dentre tantos filmes que narram a corrida espacial, este foi o primeiro a trazer à tona essa importante faceta da história. Na época, era impossível imaginar que este fato pudesse ser atribuído a mulheres e, ainda hoje, existe um certo preconceito em relação à presença feminina em determinados cargos e funções de alta responsabilidade e poder de decisão.

Porém, é papel dos gestores identificar e conciliar os melhores atributos entre homens e mulheres em suas equipes a fim de obter os melhores resultados. A formação de times plurais estimula a troca de experiências e garante inclusive um maior desempenho financeiro. O estudo O Poder da Paridade, publicado em setembro de 2015 pelo McKinsey Global Institute, revela que zerar a desigualdade de gêneros em escala global poderia dobrar a contribuição das mulheres no PIB mundial até 2025, o que significa que US$ 28 trilhões seriam adicionados à economia do planeta.

Listei abaixo algumas reflexões sobre como avançarmos no sentido de reverter o cenário atual e garantir a formação de equipes com equidade de gênero sem comprometer a produtividade:

1- Análise

O primeiro passo é analisar os dados da empresa e atribuir uma métrica para verificar se as promoções internas abrangem homens e mulheres. Por exemplo, qual a proporção entre a quantidade de profissionais do sexo masculino e feminino que ingressaram na organização em comparação com aqueles que atingiram outros níveis hierárquicos? A promoção e efetivação de cargos incorporam ambos os sexos? Uma análise profunda vai auxiliar a traçar um panorama sobre a questão.

2- Debater o tema

Após identificar as oportunidades e características da organização, é interessante formar um grupo de gestores e funcionários para falar sobre diversidade, fomentar discussões pertinentes e deixar todos a par das possibilidades da equipe. Além de maior engajamento, a multiplicidade do projeto resulta no desenvolvimento de novas ideias e iniciativas para o ambiente de trabalho.

3- Políticas de RH

O passo seguinte é promover uma política de ações para revisar os processos de seleção, recrutamento e plano de carreira. Muitas vezes a escolha de um perfil masculino para um cargo de alta responsabilidade é uma atitude realizada de modo “automático”, formada por estereótipos pré-moldados em nossa mente. Por isso, é necessário que os departamentos de RH desenvolvam políticas igualitárias de oportunidades, como a avaliação de currículo às cegas, por exemplo, com foco maior nas habilidades técnicas.

4- Programa de incentivo à igualdade de gêneros

Seguindo as etapas anteriores, o último passo é montar um programa de incentivo destinado a todos os funcionários, pensando em ciclos de palestras e outras ações que gerem o desenvolvimento da equipe, independente de gênero. Nessas atividades é possível avaliar e destacar os diferenciais de cada integrante do time.

Notamos que empresas que possuem maior diversidade nas equipes, desde as funções operacionais até os cargos de liderança, alcançam melhores resultados. É preciso trabalhar com olhos atentos e mente aberta para analisar o ambiente de forma imparcial e sem sexismo. A integração de homens e mulheres no ambiente de trabalho é essencial para a geração de ideias inovadoras e a transformação das organizações, na constante busca por sólidos resultados de negócios.

Laura Lafayette, diretora sênior de Recursos Humanos da Unisys para América Latina.

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Ação de Ano Novo da OLX bate recordes do Snapchat e gera 30 milhões de impactos

O filtro “#Desapega”, criado pela OLX para celebrar o novo ano, bateu todos os recordes do Snapchat no País. Iniciada às 0h do dia 1º de janeiro de 2017, a ação gerou 30 milhões de impactos – o recorde anterior era de 10 milhões. Mais de 463 mil pessoas utilizaram o filtro, resultando em 16 mil horas de interação, além de uma taxa de engajamento jamais vista no Snapchat no Brasil, de 8,98 – ou seja, cada vez que o filtro foi visto, quase 9% das vezes o usuário aplicou sobre a imagem.

“Como no dia 1º de janeiro as pessoas estão focadas em celebrar, o nosso desafio foi criar um filtro que ajudasse os usuários de forma prática, rápida e divertida para desapegar de 2016 e receber 2017 com sorriso no rosto. Para isso, criamos uma peça totalmente pensada para o Snapchat, respeitando o momento e a forma de consumo da plataforma”, explica Pupo Neto, diretor de marketing da OLX Brasil.

Foi a primeira vez que a marca utilizou o Snapchat em uma campanha e já começou com o pé direito. “Ficamos muito felizes ao saber que nossa ação bateu todos os recordes do Snapchat”, conta Pupo. O diretor também ressalta que faz parte da estratégia da OLX usar uma comunicação baseada no momento em que o conteúdo está sendo consumido, personalizado para cada formato e veículo, fator que ajudou a impulsionar o sucesso da campanha. “Queríamos um material que fosse democrático, que todos pudessem e quisessem usar. Optamos por oferecer as mensagens e imagens simples e de uso fácil. Facilitamos e ao mesmo tempo incentivamos o uso do filtro no Snapchat.”, completa.

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Air Canada adota tecnologia Amadeus para impulsionar sua nova experiência global de compras e reservas online

Simples, melhor, mais rápido, preciso: essas são as marcas registradas das melhores experiências de compras online para viajantes quando se trata de reservar um voo. E agora os clientes da Air Canada têm todos esses recursos em uma nova e melhorada experiência de reservas, alimentada por uma solução digital líder de uma empresa global de tecnologia para viagens, a Amadeus.

A Air Canada, a maior fornecedora do mercado canadense, divulgou recentemente o novo aircanada.com, com um design responsivo, fluxo de reservas aprimorado e opções de busca melhoradas para os viajantes. A tecnologia Amadeus irá suportar a estratégia da companhia aérea de inovação contínua e melhorias de seus canais de varejo online.

“Nossa visão foi oferecer aos clientes da Air Canada a melhor experiência de compra online possível ao mesmo tempo em que avançamos nosso foco futuro de expansão global contínua. A tecnologia e o conhecimento da Amadeus trouxeram essa visão à realidade. Trabalhando de perto com a Amadeus, essa recente iniciativa nos dá a base tecnológica para entregar uma experiência digital de alto nível e nos permitirá continuar a crescer e servir mais viajantes em todo o mundo”, disse Lise Fournel, Chief Information Officer da Air Canada.

O site completamente renovado da Air Canada oferece busca e compras simples e intuitivas. Os benefícios incluem:

– Fluxo de reservas simplificado com menos passos, incluindo uma avançada seleção de assentos

– Mais e melhores opções de busca, incluindo uma possibilidade de busca multi-aeroportos

– Design responsivo, que oferece uso amigável para celulares e telas sensíveis ao toque em qualquer dispositivo, seja smartphone, tablet, laptop ou desktop

– Melhor navegação pelo site e opção de sete idiomas e 25 edições em todo o mundo

Pelo aircanada.com, os consumidores podem rapidamente encontrar os voos, as tarifas e os serviços que melhor atendam às suas necessidades enquanto abrem novas oportunidades de vendas para a companhia aérea. As melhorias futuras do site incluem idiomas e edições adicionais, novos recursos móveis e funcionalidade de busca baseada em atributos que vão além de data e destino.

“A Amadeus está permitindo à Air Canada alcançar sua estratégia por meio de várias soluções digitais. Estamos empolgados em disponibilizar essa evolução de uma experiência de compras personalizada e engajada com seus consumidores. Nossa parceria com a Air Canada é uma prova do valor e dos serviços com os quais estamos comprometidos a entregar às companhias aéreas ao redor do mundo”, disse Ilia Kostov, Chief Commercial Officer para Airline IT na Amadeus América do Norte.

Entre as soluções de tecnologia Amadeus está a plataforma Amadeus e-Retail, o motor de reservas online mais usado no mundo, que oferece interface de usuário e experiência de alto nível. O sistema de reservas online para companhias aéreas é uma solução totalmente customizável, que utiliza as mais avançadas tecnologias disponíveis. O Amadeus e-Retail alimenta mais de 260 sites de mais de 100 companhias aéreas em mais de 110 países ao redor do mundo.

A Air Canada é a maior companhia aérea doméstica e internacional do Canadá, servindo mais de 200 aeroportos em seis continentes. A transportadora de bandeira canadense está entre as 20 maiores companhias aéreas no mundo e em 2016 atendeu mais de 45 milhões de clientes.
Sobre a Amadeus
A Amadeus é uma empresa de referência na prestação de soluções tecnológicas avançadas, em escala mundial, para o setor das viagens.

Entre os clientes da empresa estão fornecedores (companhias aéreas, hotéis, companhias ferroviárias, linhas de ferry etc), distribuidores de produtos turísticos (agências e portais de viagens) e compradores de viagens (empresas e companhias de gestão de viagens).

O grupo Amadeus conta com mais de 14 mil funcionários em todo o mundo, espalhados pelas sedes de Madri (escritório central), Nice (desenvolvimento) e Erding (operações), assim como 71 organizações comerciais (ACOs, Amadeus Commercial Organizations).

O grupo aplica um modelo de negócios baseado no processamento de transações.

A Amadeus está listada na bolsa espanhola com o símbolo AMS.MC e faz parte do índice IBEX 35.

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IBM Building First Universal Quantum Computers for Business and Science

download IBM (NYSE: IBM) announced today an industry-first initiative to build commercially available universal quantum computing systems. “IBM Q” quantum systems and services will be delivered via the IBM Cloud platform. While technologies that currently run on classical computers, such as Watson, can help find patterns and insights buried in vast amounts of existing data, quantum computers will deliver solutions to important problems where patterns cannot be seen because the data doesn’t exist and the possibilities that you need to explore to get to the answer are too enormous to ever be processed by classical computers.

IBM also announced today:

– The release of a new API (Application Program Interface) for the IBM Quantum Experience that enables developers and programmers to begin building interfaces between its existing five quantum bit (qubit) cloud-based quantum computer and classical computers, without needing a deep background in quantum physics.

– The release of an upgraded simulator on the IBM Quantum Experience that can model circuits with up to 20 qubits. In the first half of 2017, IBM plans to release a full SDK (Software Development Kit) on the IBM Quantum Experience for users to build simple quantum applications and software programs.

The IBM Quantum Experience enables anyone to connect to IBM’s quantum processor via the IBM Cloud, to run algorithms and experiments, work with the individual quantum bits, and explore tutorials and simulations around what might be possible with quantum computing.

“IBM has invested over decades to growing the field of quantum computing and we are committed to expanding access to quantum systems and their powerful capabilities for the science and business communities,” said Arvind Krishna, senior vice president of Hybrid Cloud and director for IBM Research. “Following Watson and blockchain, we believe that quantum computing will provide the next powerful set of services delivered via the IBM Cloud platform, and promises to be the next major technology that has the potential to drive a new era of innovation across industries.”

IBM intends to build IBM Q systems to expand the application domain of quantum computing. A key metric will be the power of a quantum computer expressed by the “Quantum Volume”, which includes the number of qubits, quality of quantum operations, qubit connectivity and parallelism. As a first step to increase Quantum Volume, IBM aims at constructing commercial IBM Q systems with ~50 qubits in the next few years to demonstrate capabilities beyond today’s classical systems, and plans to collaborate with key industry partners to develop applications that exploit the quantum speedup of the systems.

IBM Q systems will be designed to tackle problems that are currently seen as too complex and exponential in nature for classical computing systems to handle. One of the first and most promising applications for quantum computing will be in the area of chemistry. Even for simple molecules like caffeine, the number of quantum states in the molecule can be astoundingly large – so large that all the conventional computing memory and processing power scientists could ever build could not handle the problem.

IBM’s scientists have developed techniques to efficiently explore the simulation of chemistry problems on quantum processors (https://arxiv.org/abs/1701.08213 and https://arxiv.org/abs/1612.02058) and experimental demonstrations of various molecules are in progress. In the future, the goal will be to scale to even more complex molecules and try to predict chemical properties with higher precision than possible with classical computers.

Future applications of quantum computing may include:

– Drug and Materials Discovery: Untangling the complexity of molecular and chemical interactions leading to the discovery of new medicines and materials;

– Supply Chain & Logistics: Finding the optimal path across global systems of systems for ultra-efficient logistics and supply chains, such as optimizing fleet operations for deliveries during the holiday season;

– Financial Services: Finding new ways to model financial data and isolating key global risk factors to make better investments;

– Artificial Intelligence: Making facets of artificial intelligence such as machine learning much more powerful when data sets can be too big such as searching images or video; or

– Cloud Security: Making cloud computing more secure by using the laws of quantum physics to enhance private data safety.

“Classical computers are extraordinarily powerful and will continue to advance and underpin everything we do in business and society. But there are many problems that will never be penetrated by a classical computer. To create knowledge from much greater depths of complexity, we need a quantum computer,” said Tom Rosamilia, senior vice president of IBM Systems. “We envision IBM Q systems working in concert with our portfolio of classical high-performance systems to address problems that are currently unsolvable, but hold tremendous untapped value.”

IBM’s roadmap to scale to practical quantum computers is based on a holistic approach to advancing all parts of the system. IBM will leverage its deep expertise in superconducting qubits, complex high performance system integration, and scalable nanofabrication processes from the semiconductor industry to help advance the quantum mechanical capabilities. Also, the developed software tools and environment will leverage IBM’s world-class mathematicians, computer scientists, and software and system engineers.

“As Richard Feynman said in 1981, ‘?if you want to make a simulation of nature, you’d better make it quantum mechanical, and by golly it’s a wonderful problem, because it doesn’t look so easy.’ This breakthrough technology has the potential to achieve transformational advancements in basic science, materials development, environmental and energy research, which are central to the missions of the Department of Energy (DOE),” said Steve Binkley, deputy director of science, US Department of Energy. “The DOE National Labs have always been at the forefront of new innovation, and we look forward to working with IBM to explore applications of their new quantum systems.”

Growing the IBM Q Ecosystem

IBM believes that collaborating and engaging with developers, programmers and university partners will be essential to the development and evolution of IBM’s quantum computing systems.

Since its launch less than a year ago, about 40,000 users have run over 275,000 experiments on the IBM Quantum Experience. It has become an enablement tool for scientists in over 100 countries and, to date, 15 third-party research papers have been posted to arXiv with five published in leading journals based on experiments run on the Quantum Experience.

IBM has worked with academic institutions, such as MIT, the Institute for Quantum Computing at the University of Waterloo, and École polytechnique fédérale de Lausanne (EPFL) to leverage the IBM Quantum Experience as an educational tool for students. In collaboration with the European Physical Society, IBM Research – Zurich recently hosted students for a full-day workshop to learn how to experiment with qubits using the IBM Quantum Experience.

“Unlocking the usefulness of quantum computing will require hands-on experience with real quantum computers,” said Isaac Chuang, professor of physics and professor of electrical engineering and computer science at MIT. “For the Fall 2016 semester of the MITx Quantum Information Science II course, we featured IBM’s Quantum Experience as part of the online curriculum for over 1,800 participants from around the world. They were able to run experiments on IBM’s quantum processor and test out for themselves quantum computing principles and theories they were learning.”

In addition to working with developers and universities, IBM has been engaging with industrial partners to explore the potential applications of quantum computers. Any organization interested in collaborating to explore quantum applications can apply for membership to the IBM Research Frontiers Institute, a consortium that develops and shares a portfolio of ground-breaking computing technologies and evaluates their business implications. Founding members of the Frontiers Institute include Samsung, JSR, Honda, Hitachi Metals, Canon, and Nagase.

“We heavily invest in R&D and have a strong interest in how emerging technologies such as quantum computing will impact the future of manufacturing,” said Nobu Koshiba, president of JSR, a leading chemical and materials company in Japan. “Our pipelines of innovations range from synthetic rubbers for tires to semiconductor and display materials, along with products in the life sciences, energy and environmental sectors. By having exposure to how quantum computing can provide new computational capability to accelerate materials discovery, we believe this technology could have a lasting impact on our industry and specifically our ability to provide faster solutions to our customers.”

For more information on IBM’s universal quantum computing efforts, visit www.ibm.com/ibmq.

For more information on IBM Systems, visit www.ibm.com/systems.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=CuC-9e8hfi0[/embedyt]

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T-Systems é líder europeia em serviços gerenciados

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de ser reconhecida pelo Gartner como líder no mercado europeu de serviços gerenciados para ambientes de trabalho. Este foi o primeiro quadrante mágico organizado pelo instituto de pesquisas para este segmento e a T-Systems foi reconhecida por conta da solução Dynamic Workplace que oferece, entre outros serviços, áreas de trabalho a partir da nuvem.

Para organizar o quadrante, o Garner estudou e comparou as ofertas em nuvem de 15 diferentes fornecedores, incluindo o suporte oferecido. “Este resultado confirma nossa estratégia. Vamos continuar reforçando nossa oferta, que ajuda as empresas a trabalharem com mais eficiência e produtividade”, afirma Stefan Bucher, head da divisão de TI da T-Systems International.

O executivo lembra que, com o uso do Dynamic Workplace, os clientes podem adicionar novos funcionários à infraestrutura de TI, definindo de forma rápida seus papeis e níveis de autorização. Com o uso da solução, as empresas podem obter áreas de trabalho a partir da nuvem da T-Systems com o toque de um botão. De acordo com Bucher, as empresas usuários se beneficiam não apenas do modelo de pagamento por uso, mas também de serviços de desktop modernos e atualizados graças a entrega centralizada de dados e software, reduzindo custos de TI e esforçoas de gerenciamento.

Os serviços oferecidos pela plataforma Dynamic Workplace suportam uma grande gama de demandas, como migrações, integração com o legado, conceito de BYOD e soluções específicas de proteção. A T-Systems também provê o Office 365 a partir de seu próprio data center, na Alemanha.

Além disso, todos os serviços podem ser utilizados em diversos equipamentos, isso porque os dados e programas estão disponíveis em todo o lugar, todo o tempo, em notebooks, smartphones e tablets.

A T-Systems garante ainda a máxima segurança de seus data centers na Alemanha. Os clientes podem definir, por exemplo, que aplicativos e dados podem ser acessados, dependendo do equipamento e da metodologia de acesso que eles utilizem.

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Sophos anuncia segurança e controle unificados para dispositivos IoT, móveis e laptops

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, anuncia o Sophos Mobile 7, a mais recente versão de sua solução de Gerenciamento de Mobilidade Empresarial (EMM). A novidade estende o suporte para Android Enterprise (anteriormente “Android for Work”), permite que os administradores de TI gerenciem dispositivos IoT, reforça os recursos de segurança e estará disponível por meio da plataforma de gerenciamento baseada na nuvem, a Sophos Central.

As melhorias de segurança do Sophos Mobile 7 incluem a tecnologia anti-phishing para proteger os usuários de links maliciosos em e-mails e documentos, e melhorias na aplicação de segurança e antimalware para Android. Além disso, a solução oferece melhorias na usabilidade para Secure Workspace e Secure Email, permitindo agora que os usuários abram, visualizem e até mesmo editem documentos anexos e do Office criptografados e protegidos, sem deixar o ambiente seguro.

O Sophos Mobile 7 é o mais recente produto dentre os já disponíveis na plataforma integrada de gerenciamento da Sophos Central, incluindo o XG Firewall de próxima geração, Sophos Endpoint Security, Sophos Intercept X, Sophos Email Security, Sophos Server Protection, Sophos Encryption e Sophos Phish Threat.

“Atualmente, um dispositivo móvel é apenas mais um endpoint, mas as empresas ainda se esforçam para gerenciá-los dentro de uma estratégia de segurança específica, devido à falta de integração com a proteção tradicional de endpoint. A disponibilidade do Sophos Mobile 7 junto às outras soluções de proteção endpoint, rede e criptografia do Sophos Central simplificarão o gerenciamento de dispositivos móveis e irão aumentar a segurança em toda a empresa “, afirma Dan Schiappa, gerente geral e vice-presidente sênior de Sophos Endpoint e Network Security Groups. “A introdução do gerenciamento de dispositivos IoT permitirá que as empresas de TI percebam o valor dos projetos IoT e ajudem a reduzir os recursos adicionais necessários para gerenciar e proteger efetivamente esses dispositivos”, completa o executivo.

A nova funcionalidade IoT fornece recursos básicos de gerenciamento para empresas que estão projetando e implantando soluções em escala usando dispositivos IoT Android Things ou Windows 10. Isso inclui tarefas de gerenciamento como a aplicação de políticas, verificação do status do dispositivo online, monitoramento de níveis de bateria ou confirmação e atualização de firmware. A Sophos oferece uma forma econômica de agregar recursos de gerenciamento e segurança aos projetos de IoT, oferecendo uma estrutura de comunicação e gerenciamento que pode ser construída em soluções IoT industriais e comerciais como POS / varejo ou salas de aula conectadas.

O Sophos Mobile 7 já está disponível para instalação no local e estará disponível na nuvem por meio da Sophos Central ainda este mês. Para obter mais detalhes sobre o Sophos Mobile para IoT, os clientes e parceiros podem enviar um e-mail para Sophos-Mobile-IoT@sophos.com .

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Três razões que fazem a experiência do cliente ter importância no investimento em tecnologia

Estamos vivendo em um mundo de transformações, no qual já é possível encontrar carros autônomos passeando pelas ruas, pacotes sendo entregues por meio de drones e vivenciar outra realidade está a apenas um headset de distância. É um mundo no qual grandes avanços na tecnologia mudaram o poder das empresas para o consumidor e estão sempre elevando o parâmetro estipulado de acordo com as expectativas dos clientes. Se a empresa não estiver levando uma experiência excepcional, ela fatalmente encontrará obstáculos no mercado.

De acordo com uma pesquisa do Gartner, 37% dos CEOs acreditam que a experiência do cliente é o principal investimento tecnológico necessário para melhorar os negócios e superar a concorrência. Mas os investimentos em experiência do cliente são muitas vezes desafiadores; as áreas não conseguem disponibilizar o orçamento, encontram dificuldade em fornecer o ROI e convencer os líderes.

Des Cahill, especialista em CX da Oracle, acredita que a experiência do cliente deve estar presente no DNA da empresa para atender às novas demandas. “A experiência do cliente deve ser um valor central da sua empresa ou então você ficará para trás em meio à concorrência”, comentou o executivo. Cahill listou as três principais razões pelas quais a experiência é um investimento fundamental como argumentos para superar a resistência organizacional: clientes empoderados, inovações digitais e a economia de crescimento lento. A seguir, é possível conferir como superar esses desafios.

Atrair e reter clientes empoderados

Os relatórios da Forbes apontam que a maioria dos líderes empresariais concorda que bons relacionamentos com clientes são o “único caminho para o crescimento sustentável e uma retenção confiável”. Investimentos na criação de experiências centradas no cliente, orientadas por dados digitais facilitarão o engajamento de novos consumidores em potencial, com valor para cada interação e aumentarão a lealdade à marca em longo prazo. Os compradores são exigentes para reconhecer quando você investe para atender suas necessidades e eles retribuirão o favor por meio de compras repetidas e da valiosa propaganda boca a boca.

Aprenda com as inovações digitais

Inovações digitais são muitas vezes intimidantes, mas há muito que podemos aprender com a maneira com a qual elas operam para melhorar a experiência do cliente. Investimentos em big data, Internet das Coisas e inteligência artificial são ótimos exemplos de como as inovações são capazes de se transformarem para satisfazer o cliente, ajudando a fechar negócios. Cahill acredita que a Amazon, considerada uma das empresas mais inovadoras, é atualmente o parâmetro de comparação em termos de experiência do cliente, declarando: “A Amazon conseguiu inovar continuamente a experiência do cliente, ampliando barreiras e elevando as expectativas da iniciativa deles para entregas via drones, à iniciativa da nova loja física, à sempre crescente linha de recomendações de produtos sob medida para o nosso comportamento específico de compras… há muito para aprender com eles”.

Melhorar o desempenho em uma economia de crescimento lento

Uma economia desacelerada não só afeta as maneiras como as empresas normalmente fomentam a receita, mas também reduz o número de transações por impulso dos clientes. Atualmente, investir na experiência do cliente tem um imenso impacto no crescimento e na estabilidade dos negócios, especialmente em uma economia estagnada e em mercados saturados. De fato, existe uma perda potencial de receita de 20% para quem não oferece experiências positivas e consistentes aos clientes. A experiência do cliente é, sem dúvidas, a sua principal vantagem competitiva – preço e produto já não são o bastante para vencer.

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Food Service: pesquisa aponta crescimento do setor em 2016

O mercado de food service (Alimentação Fora do Lar) cresceu 3% em 2016, alcançando faturamento de R$ 184 bilhões. Apesar do crescimento, houve queda na quantidade de transações do setor (-4%), dessa forma o crescimento foi sustentado pelo aumento no ticket médio, que foi de 8% no mesmo período.

Os dados acima foram apurados pela GS&MD – Gouvêa de Souza através da pesquisa CREST, maior e mais completa pesquisa do segmento de food service no Brasil e no Mundo, implementada em 14 países. A pesquisa realiza 72 mil entrevistas por ano em todo o Brasil, permitindo assim uma visão detalhada do setor.

Mesmo com a queda no número de transações, a quantidade de pessoas que frequentam os restaurantes não sofreu alterações, mas o que caiu foi a quantidade de vezes – ou refeições – que essas pessoas consomem durante o dia. Quem consumia almoço e lanche da tarde fora do lar, passou a consumir apenas o almoço por exemplo.

Outra mudança importante foi a forte queda das refeições de entretenimento, ou melhor, refeições com 3 pessoas ou mais no grupo caíram 20% em 2016 em relação ao ano anterior (2015), já as refeições de grupos com crianças reduziram 16% no mesmo período, mostrando uma clara racionalização do consumo por parte dos brasileiros.

“Mesmo com o impacto do cenário econômico desafiador, as redes que ganharam participação de mercado foram aquelas que conseguiram adequar sua oferta para atingir mais momentos de consumo dos clientes, atraindo não só mais clientes novos, mas também o mesmo cliente mais vezes durante o dia”, analisa Eduardo Yamashita, diretor de Inteligência de Mercado da GS&MD – Gouvêa de Souza.

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Gartner destaca quatro megatendências que causarão impacto nos Data Centers

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, destaca que algumas megatendências mundiais estão remodelando a sociedade e terão um impacto profundo em TI e nos Data Centers. Os CIOs (Chief Information Officers) e líderes de Tecnologia da Informação nas empresas devem desenvolver estratégias nessa direção para não arriscarem seus negócios.

“Essas megatendências globais são reflexo de uma série de processos e mudanças que vêm acontecendo no mundo e que estão remodelando as sociedades. Elas terão um impacto significativo nas estratégias de Data Center nos próximos 10 anos”, afirma Henrique Cecci, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017. Segundo o Gartner, até 2021, mais de 90% dos grandes Data Centers irão reavaliar suas estratégias com base nessas importantes tendências mundiais socioeconômicas e ambientais.

A Pesquisa CIO 2016 do Gartner mostra que entramos profundamente na era da digitalização, exigindo que os CIOs implementem plataformas digitais preparadas para atender à demanda futura. Devem ser levadas em conta as várias opções de Data Center, como os modelos de instalação local, na Nuvem, locação conjunta, hospedagem e computação de ponta. Essas alternativas oferecerão recursos computacionais para as empresas da melhor forma possível e incluirão capacidades de TI bimodais desenvolvidas para melhorar a agilidade do Data Center.

A economia global está passando por fortes mudanças demográficas e sociais. O envelhecimento das populações, o declínio dos índices de fertilidade, novas demandas em termos de habilidades e uma redução de talentos em todo o mundo estão gerando uma crise pela falta de bons profissionais. Durante a conferência, analistas do Gartner mostrarão a importância de os CIOs desenvolverem equipes para a criação de uma base digital forte, baseada em uma estratégia de Data Center moderna e sólida, e de implementarem um plano de longo prazo para aquisição de conhecimento e habilidades.

Ao mesmo tempo, as megacidades estão se desenvolvendo e intensificando a urbanização. Conforme a população cresce e se concentra cada vez mais em um menor número de locais, os Data Centers terão que se adaptar. Esses centros urbanos densos exercerão “gravidade” em torno deles, atraindo os Data Centers para mais perto. O Gartner chama isso de “gravidade das megacidades”.

No entanto, essa força não vai ter o mesmo impacto em todos os Data Centers. Analistas do Gartner explicarão durante a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center que os locais mais privilegiados demandam mais custos e, embora a proximidade de uma megacidade pareça atrativa, esta nem sempre é a melhor opção. Aplicações com requisitos específicos podem usar Data Centers pequenos, micro ou de ponta localizados dentro das megacidades.

Já as mudanças climáticas, combinadas ao crescimento da população e ao desenvolvimento econômico, continuarão tendo sério impacto sobre os recursos naturais essenciais, incluindo a água, alimentos, matéria-prima e energia. Com o rápido crescimento da demanda mundial por capacidades computacionais, os Data Centers vão consumir mais energia e água para manter a temperatura e a umidade dentro dos níveis necessários. Os CIOs precisam avaliar os riscos climáticos e adotar uma abordagem integrada e estratégica à sustentabilidade e à TI verde.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017

Data: 25 e 26 de abril (Terça e Quarta-feira)

Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

Site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center

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Dubuc Motors promove financiamento coletivo de seus carros elétricos

A Dubuc Motors Inc. (Dubuc Motors), empresa responsável pelo Tomahawk, o primeiro carro esportivo elétrico 2+2 do mundo, anuncia a fase de oferta de sua campanha de financiamento coletivo de capital após a qualificação de sua solicitação perante a Securities and Exchange Commission (SEC). A empresa recebeu mais de US$ 6 milhões em indicações de interesse, e é agora a primeira a realizar conjuntamente uma oferta de Regulamento S com Regulamento A conforme o Título IV da Lei JOBS, Regulamento A+.

A Dubuc Motors agora pode vender ações a investidores credenciados e não credenciados por meio do seu site (www.dubucmotors.com), permitindo investimentos a partir da pequena quantia de US$ 200 nos Estados Unidos e internacionalmente.

“As pessoas abraçaram a ideia de que o Tomahawk, embora seja um carro esportivo exótico, pode ser tão prático quanto um sedã”, disse Mike Kakogiannakis, um dos fundadores da Dubuc Motors. “Estamos satisfeitos com a resposta do público. É emocionante ver uma comunidade de pessoas inovadoras e definidoras de tendências subir a bordo como acionistas da nossa empresa desde o início.”

Com autonomia de 370 milhas, o Tomahawk atende a um público único, acomodando os maiores e mais altos, com espaço confortável para motoristas de até 6’5″. Recursos adicionais, como bancos traseiros e espaço no porta-malas, agregam características de utilitário, tornando o Tomahawk um carro esportivo de luxo para o cotidiano. O Tomahawk está disponível para reservas mediante depósito de US$ 5.000 no site da empresa, com as primeiras entregas previstas para 2018.

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Startup Dinneer recebe novo aporte de grupo americano

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A startup brasileira de jantares compartilhados acaba de receber um aporte de fundos de investimentos americanos. Trata-se do Dinneee.com que conecta anfitriões que oferecem jantares em suas próprias casas – uma espécie de “Airbnb da comida”. Ela é uma das startups brasileiras com melhor presença internacional: são 270 cidades de 42 países diferentes.

Os fundos Eldar Investments e ECS Capital Partners escolheram a Dinneer, a primeira startup sul-americana a receber investimento por eles. A companhia já tinha recebido investimento, em 2016, da Bossa Nova Investimentos, que lidera um fundo que no ano passado investiu mais de R$10 milhões em 16 startups e este ano deve dobrar o valor total investido.

O Dinneer é uma das startups que representam o conceito de share economy e que vem causando impacto em vários setores da economia. Entre as gigantes do setor estão Airbnb, Uber, Doghero e Blablacar

A ideia não é ser um restaurante

Para usar o serviço como visitante, basta entrar no site, escolher uma refeição entre as oferecidas, realizar a reserva com base nos preços, os pratos oferecidos, número de visitantes e local do jantar. Assim, no dia e na hora agendados o anfitrião recebe os visitantes em casa para degustar o banquete completo.

A Dinneer acompanha o processo e se esforça para que o anfitrião siga o seu padrão de qualidade e atendimento, servindo entrada, prato principal, sobremesa e bebidas para todos visitantes. Além disso, ela também gerencia todo processo de pagamento e contato entre os anfitriões e os visitantes.

O anfitrião recebe 90% do valor do anúncio 24 horas após o encontro. “A proposta de valor é muito diferente de um restaurante, pois o ambiente caseiro e o contato próximo com o anfitrião eleva o nível da experiência. Já no restaurante tradicional o cliente não tem um ambiente exclusivo ou a oportunidade de sentar na mesa para comer com o dono do restaurante”, destaca Flavio Estevam, CEO do Dinneer.

Expansão Internacional

Nas 270 cidades em que opera – em 42 países diferentes -, a companhia visa o mercado de expatriados brasileiros, que apresenta mais de 4 milhões em todo o mundo. A ideia é que a startup facilite o trabalho para que brasileiros realizem jantares com outros brasileiros. Hoje existem mais de 3.000 anfitriões na plataforma.

Ela vai, com o dinheiro, expandir para outros mercados. “Com a nova rodada de investimento, nós vamos replicar o mesmo modelo para outros expatriados, são eles: espanhóis, japoneses e argentinos. A nossa missão é dar aos expatriados do mundo inteiro o acesso a sua comida nativa, trazendo um impacto financeiro e emocional positivo em suas vidas”, termina Estevam.

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Samsung anuncia parceria estratégica com a Microsoft no mercado de mobilidade empresarial

A Samsung Electronics Co. Ltd. anunciou, no Mobile World Congress, uma parceria estratégica com a Microsoft, que aumentará o poder de mobilidade dos profissionais e dará suporte à desejada transformação dos negócios através da tecnologia digital. Com essa parceria, a Samsung e a Microsoft colocarão à disposição dos profissionais a tecnologia líder para que eles trabalhem de qualquer lugar e a qualquer momento, por meio da integração do melhor dos hardwares, softwares, soluções e serviços das empresas.

Trabalhando em estreita colaboração no projeto e na engenharia do produto, a Samsung e a Microsoft sentem-se felizes em apresentar o novo Galaxy Book, um dispositivo premium 2 em 1 pensado para o cliente corporativo de tecnologia móvel. Equipado com plataforma Microsoft Windows 10, o Samsung Galaxy Book oferece acesso fácil à experiência completa do Microsoft Office em um design ultraportátil 2 em 1, que proporciona uma incomparável produtividade ao profissional que precisa se deslocar.

Disponível em modelos de 10,6 e de 12 polegadas, o Samsung Galaxy Book é leve e conta com a última palavra em portabilidade, pois o usuário pode levá-lo facilmente aonde quer que esteja indo. O Galaxy Book traz o melhor desempenho de nível empresarial com um processador Intel® Core™ i5 de 7ª Geração, Dual Core de 3.1GHz para a versão de 12 polegadas, e um processador Intel® Core™ m3, Dual Core de 2.6GHz para a versão de 10,6 polegadas.

Criar experiências absolutamente integradas que permitam a comunicação simples e segura entre dispositivos é componente chave para uma transformação móvel bem-sucedida. A Samsung aprimorou o Samsung Flow com a Microsoft no Galaxy Book. O Samsung Flow permite que os clientes sincronizem seus smartphones Galaxy com o Galaxy Book para obter acesso prático e conexão Wi-Fi através do roteador do celular quando uma conexão de dados não estiver disponível. O aplicativo Samsung Flow se comunica com o Windows Hello para login e exibição de notificações de modo simples e seguro diretamente do smartphone.

“Acreditamos que a colaboração com parceiros chave como a Microsoft é essencial para a inovação, uma vez que compartilhamos nossa visão de construir a excelência na produtividade móvel”, disse Jeeho Baek, vice-presidente sênior do Grupo de Gestão de Produtos B2B na divisão de Comunicações Móveis da Samsung Electronics. “A mobilidade corporativa permite que as empresas expandam os limites com os quais operam e que os trabalhadores ganhem flexibilidade na maneira como trabalham. Junto à Microsoft, esperamos continuar a vencer os desafios que nossos clientes enfrentam, criando tecnologias flexíveis e seguras.”

“A Microsoft e a Samsung estão trabalhando juntas para oferecer experiências móveis inovadoras e que ajudem as organizações com a transformação digital. O Samsung Galaxy Book é um ótimo exemplo desse foco em ação”, disse Peter Han, vice-presidente de Dispositivos e Soluções para Parceiros da Microsoft. “O novo Galaxy Book da Samsung destaca os recursos digitais do Windows 10, como o Windows Ink, que proporciona aos funcionários a capacidade de conseguir mais, trabalhando de forma mais inteligente, portátil e segura.”

Com esta parceria, a Samsung e a Microsoft estão colocando as necessidades de seus clientes no topo de suas prioridades. Além de trazer uma nova solução de dispositivo e software, as empresas alinharam seus programas de marketing, parceiros e vendas em todo o mundo para oferecer uma experiência positiva de compra a seus clientes.

*Todas as funcionalidades, características, especificações e outras informações dos produtos apresentadas neste documento, incluindo benefícios, design, preço, componentes, desempenho, disponibilidade e funcionalidades estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

**Não há data de lançamento prevista para o Brasil.

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Rodrigo Kede da IBM e Marcos Castro da PwC assumem a direção do IBEF-SP

Marco Castro, sócio-líder de Serviços de Auditoria da PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers), é o novo presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP), para o biênio 2017 a 2019 , cargo antes ocupado por José Cláudio Securato, presidente da Saint Paul Escola de Negócios, que assume cadeira como conselheiro da instituição.

Rodrigo Kede, presidente da IBM América Latina, comandará o conselho de administração da entidade, sucedendo Henrique Luz, sócio da PwC. A cerimônia de posse acontece, na quarta-feira (15/03), às 12h, em almoço no Hotel Grand Hyatt-SP, com presença de CEOs e CFOs das principais companhias do País.

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Aramis Menswear investe em cloud corporativa da CorpFlex

A Aramis Menswear, grife de moda masculina, adquiriu a solução cloud da CorpFlex, empresa especializada em cloud corporativa e outsourcing de TI, para hospedar sua solução de gestão empresarial – ERP. Presente no mercado há 20 anos, a Aramis possui atuação nacional por meio de suas 43 lojas próprias, 27 franquias, uma loja virtual e mais de 600 multimarcas em todo Brasil.

A parceria com a CorpFlex surgiu da necessidade da rede de lojas garantir a alta disponibilidade do ambiente de TI, que devido ao aumento da demanda apresentava paradas constantes que acabavam comprometendo a operação e gerando a insatisfação dos cerca de 90 usuários internos. “A instabilidade do nosso ambiente de TI foi determinante para migrarmos para os serviços gerenciados da CorpFlex, colocando em Cloud nosso sistema de gestão”, conta Irineu Ugliano, gerente de TI da Aramis.

O projeto teve início em junho de 2016 e foi implementado em agosto, tempo considerado recorde pela Aramis em razão da complexidade de migrar o sistema de missão crítica para a nuvem. Além da solução de Cloud, a CorpFlex é responsável pela gestão do ambiente de TI, suporte e back-up para uma estrutura que atende cerca de 90 usuários. “Estamos satisfeitos com a qualidade dos serviços prestados pela CorpFlex. Eliminamos os problemas de instabilidade garantindo a produtividade da empresa”, completa.

De acordo com Ugliano, a migração do sistema do antigo data center para o novo era a principal preocupação da área de TI da Aramis no momento da “virada da chave”, mas um planejamento bem orquestrado entre as equipes das duas empresas proporcionou uma implementação tranquila.

“Criamos, durante um certo período de tempo, um ambiente de testes para avaliar o comportamento do sistema. Essa prática garantiu a finalização da operação em apenas 36 horas, superando o tempo previsto. Fizemos uma virada bem-sucedida, sem maiores problemas, apenas com pequenos ajustes”, comemora o gerente de TI da Aramis.

Após a implantação da solução, a Aramis detectou a necessidade de ampliar o projeto para suportar a performance da empresa. “Nós fomos identificando as necessidades dos upgrades aos poucos e a CorpFlex rapidamente nos auxiliou com os ajustes do ambiente. O projeto iniciou com três servidores, e pouco tempo depois já ampliamos a infraestrutura totalizando quatro servidores. Esse foi um dos grandes benefícios desse modelo de cloud, mais econômico, ágil e flexível”, avalia Ugliano.

A satisfação com a parceria, além dos ganhos de performance e redução de custos também resultou na ampliação do escopo dos serviços da CorpFlex que irá envolver a infraestrutura de rede das lojas próprias e da matriz da empresa. A CorpFlex irá implementar firewalls de última geração para trazer mais segurança à rede e será responsável pela gestão e monitoramento dos equipamentos.

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Luiz Adolfo Gruppi Afonso é o novo CIO da Edenred Brasil

A Edenred, empresa francesa líder mundial no mercado de pré-pagos e em gestão de despesas corporativas, detentora das empresas Ticket, Ticket Log, Accentiv’, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas no país, acaba de anunciar uma mudança em sua estrutura organizacional. O atual CIO Latam da empresa, Luiz Adolfo Gruppi Afonso, o LAGA, passa a assumir também o cargo de CIO da Edenred Brasil. Além disso, a partir de agora, o executivo fará parte do Comitê de Direção da empresa no país. O executivo continua a liderar a área na América Latina, posição que ocupa desde janeiro de 2016, dando suporte aos países Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

Bacharel em Administração de Empresas e formado em Análise de Sistemas pelas Faculdades Associadas São Paulo (FASP), LAGA também possui MBA em Gestão Bancária e Financeira pela Fundação Getúlio Vargas, além do CIM (Certified International Management) pela Universidade de Toronto, conquistado em 2006. Durante sua carreira de mais de 31 anos na área de TI, ele ocupou cargos executivos e gerenciais em instituições financeiras em São Paulo, Genebra e Nova York, em empresas como BankBoston, Banco Itaú, ING Barings, Banco Safra e Itaú Seguros.

Como CIO da Edenred Brasil, LAGA passará a liderar uma equipe de 420 pessoas, com foco em agilizar a transformação digital na empresa, bem como contribuir para maior sinergia entre os negócios do Grupo Edenred, por meio da Diretoria Adjunta de Service Delivery, que abrange as áreas de Infraestrutura, Data Center e Service Desk; e da Diretoria Adjunta de Governança & Escritório de Projetos, por meio das áreas de Governança de TI, Escritório de Projetos e Gestão de Arquitetura. Essas recentes mudanças fazem parte do plano estratégico global da Edenred denominado Fast Forward, que, entre seus objetivos, visa a aumentar a produtividade por meio da otimização e do aumento do conteúdo digitalizado das soluções e dos processos.

“Organizações de diversos mercados têm digitalizado seus processos e utilizado a tecnologia como parte essencial em estratégias mais assertivas para os negócios. No caso da Edenred, temos um direcionamento claro voltado à inovação e à execução de projetos de transformação digital. Fico muito satisfeito em poder liderar essas iniciativas da Edenred Brasil, que já efetua mais de 100% de suas transações no ambiente digital” finaliza LAGA.

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Especialistas da UL alertam sobre o risco de hacking automotivo

Imagine dirigir pela estrada e, sem aviso prévio, o seu carro “ganha vontade própria” e começa a selecionar as estações de rádio ou ajustar o sistema de refrigeração. Ou ainda pior, o veículo aciona os freios bruscamente sem o seu comando. Embora possa soar impossível, especialistas da Underwriters Laboratories (UL), organização global de ciência da tecnologia, afirmam que a ameaça de ataques cibernéticos em automóveis é real.

De olho na indústria, principalmente a automotiva que promove uma corrida tecnológica para lançar o primeiro veículo totalmente autônomo, a UL lançou o Programa de Garantia de Segurança Cibernética (CAP) que ajuda os fabricantes, compradores e usuários finais, públicos e privados, a mitigar os potenciais riscos de segurança de dispositivos interligados por meio de avaliações metódicas de risco e avaliações.

Atualmente, alguns países permitem testes em veículos semiautônomos, ou seja, os carros já estacionam sozinhos e até guiam sozinhos, mas sempre é necessária a presença de um humano. Em meio a essa disputa, os especialistas da UL alertam que além da discussão em torno de falhas da operação, a utilização de tecnologias de consumo inteligentes para melhorar a experiência do motorista, incluindo conveniências como a ignição remota a partir de um smartphone, hotspots Wi-Fi no veículo e aplicativos de comida e entretenimento do painel podem servir como porta de entrada para que os cyber criminosos acessem os sistemas dos carros.

“Todas as conveniências eletrônicas são, potencialmente, vulnerabilidades eletrônicas”, disse Jack Dunham, membro da equipe de Segurança Cibernética da UL. “Em uma era pré-conectada, o pior cenário era a perda de informações pessoais ou número de cartão de crédito, mas o hacking automotivo tomou outras proporções, podendo causar a morte”, afirmou.

As crescentes preocupações sobre o potencial de hacking automotivo levaram a Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos EUA (NHTSA) a lançar diretrizes destinadas a proteger veículos contra potenciais cyber ataques. O objetivo das diretrizes é garantir que a segurança cibernética seja um fator chave entre os designers e fabricantes de automóveis em um mundo onde a eletrônica conectada controlará cada vez mais os carros.

Entre outras recomendações, a NHTSA destaca que:

– Os freios, aceleração e direção – componentes rotulados como “sistemas críticos de controle para a segurança” – devem ser uma área prioritária de foco para as montadoras

– As “entradas” nos sistemas eletrônicos básicos de um carro, que os desenvolvedores de software usam para corrigir bugs, devem ser trancadas ou seladas quando os carros velocidade compatível às estradas

– Chaves de criptografia e senhas que dão acesso ao computador de um carro não deve fornecer acesso a vários veículos

Ao trabalhar com os principais interessados, a UL auxilia o avanço da segurança cibernética antes de se torne um problema. “Uma abordagem proativa em relação à segurança, ao invés de reagir às ameaças à medida que surgem, é fundamental para proteger as pessoas e permitir que as montadoras continuem a inovar com tecnologias dentro do veículo”, concluiu Dunham.

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Setor de Tecnologia da Informação do Paraná cresce na crise e gera mais empregos

Foto: Arquivo ANPr

Foto: Arquivo ANPr

O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise. Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.

Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.

Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.

INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.

O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.

“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.

Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.

“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.

Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade vistual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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Tomada de crédito em 2016 ficou mais difícil para a indústria, aponta Fiesp

As condições ofertadas em 2016 à indústria de transformação em São Paulo para a tomada de crédito foram piores do que as do ano anterior, segundo dados da pesquisa Rumos Crédito elaborada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A pesquisa, que ouviu 430 companhias, constatou que 53,5% contratou, renovou ou tentou contratar ou renovar alguma linha de crédito durante o ano, sendo que, desse montante, 11,7% não teve crédito aprovado em nenhuma das linhas buscadas, e das que tiveram crédito aprovado, 25,4% conseguiram menos de 60% do valor pretendido.

Já as companhias que buscaram crédito, mas que decidiram pela não contratação, afirmam ter encontrado custo alto (77,8%); exigências elevadas para garantias (72,2%) e prazo muito curto para a quitação do contrato (22,2%).

Entre as empresas que tiveram o crédito recusado ou aprovado parcialmente, os motivos elencados foram garantia insuficiente (33,6%), elevado endividamento da empresa (25%), dívidas em atraso (19%) e restrição cadastral (19%).

Já das companhias que não buscaram crédito, 16,4% afirmaram que não foram atrás por estarem muito endividadas ou com dívidas em atraso e 12,7% porque já esperavam que o custo seria muito alto.

A linha mais pretendida foi a de crédito para capital de giro – almejada por 71,3% da indústria, quitação de dívida (40,9%), investimento (14,8%), exportações (7,4%) e outros (2,2%). As empresas que participaram da pesquisa podiam indicar mais de uma linha de crédito, portanto, os percentuais somam mais de 100%.

Das empresas que participaram da entrevista, 22,1% têm faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, 29,6% acima de R$ 3,6 milhões, 29,3% acima de 16 milhões até 90 milhões, 10,9% acima de R$ 90 milhões até R$ 300 milhões, 5,1% acima de R$ 300 milhões, com 3% não respondendo essa questão. As companhias que mais buscaram crédito foram as de faturamento entre R$ 16 milhões e R$ 90 milhões, representando 62,7% delas.

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