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Ascenty anuncia novo data center em Sumaré

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a construção de um novo data center no município de Sumaré, o 11º da empresa no Brasil. A primeira fase do projeto conta com um aporte de R$ 300 milhões e deve ser concluída até o início de 2019.

Sumaré é a segunda maior cidade da Região Metropolitana de Campinas, local estratégico para os planos de expansão da Ascenty. Ainda neste ano, a empresa anunciará as localidades de outros três centros de dados no País e finaliza 2019 com 14 data centers em operação no Brasil.

O novo investimento visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade para alocar seus dados em nuvem. Marcos Siqueira, diretor de serviços da Ascenty, comenta que o crescimento da procura por soluções de cloud híbrida e conectividade também é alto. “Nos últimos anos temos visto uma procura cada vez maior por ambientes múltiplos de nuvem com interconexão entre si. A Ascenty se diferencia nesse aspecto, pois oferece conexão fim a fim, por meio da rede própria de fibra óptica, que conecta o escritório da empresa, os principais cloud providers e pontos de troca de tráfego, operadoras de telecom e data centers (da Ascenty ou de terceiros)”, destaca o executivo.

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Seminário “Brasil 2030” O futuro na economia digital

Os candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2018 estão convidados a integrar o Seminário “Brasil 2030 – Uma Contribuição do Setor de Software e Tecnologia”, iniciativa do setor de tecnologia, organizado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com o apoio das associações do setor, ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática) e SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), a ser realizado no próximo dia 20 de agosto, apenas quatro dias após a liberação da propaganda dos candidatos pelo Justiça Eleitoral.

O Seminário acontecerá durante a 8ª edição da ABES Software Conference, no Espaço Trio Pérgola, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, encontro anual promovido pela entidade para reunir associações do setor, empresários, jornalistas, e representantes do governo em uma agenda de debates sobre as tendências do setor de tecnologia no país.

“Nossa conferência anual é um momento de reflexão para o setor, no qual são colocados lado a lado algumas das figuras mais influentes do setor de tecnologia para fazer um balanço do que está indo bem e mal no mercado brasileiro, bem como traçar planos para o futuro.

Neste ano, a entidade espera a presença de 500 líderes empresariais, além da transmissão de vídeo ao vivo, que deve atingir milhares de pessoas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

“Por se tratar de um ano de eleições, o “Seminário Brasil 2030″, para o qual foram convidados todos os candidatos à Presidência, será uma oportunidade única para conhecermos mais a fundo suas propostas para a Transformação Digital do Brasil. Queremos debater o que é necessário, em termos de politicas públicas, para acelerar a evolução do Brasil para uma economia digital até 2030. Segundo diversos estudos a Economia Digital Global deve atingir o montante de 23 trilhões de dólares em 2025. Nossa preocupação é com as futuras gerações e os benefícios que essas medidas serão capazes de proporcionar”, completa Francisco.

Francisco é um dos membros do ABES Think Tank, grupo criado pela associação com o intuito de sugerir políticas públicas que conduzam a uma estratégia nacional para a Transformação Digital.

Os presidenciáveis presentes no seminário receberão o estudo “Brasil 2030”, um levantamento com medidas idealizadas por essa equipe de especialistas para orientar a Transformação Digital, o desenvolvimento do setor de Software e Tecnologia e a inserção do Brasil nas cadeias de valor da economia do conhecimento.

Também integram o ABES Think Tank a Dra. Dorothea Werneck, ex-ministra do Trabalho e da Indústria e Comércio; Dra. Deana Weikersheimer; professora da FGV e advogada com ampla atuação na área de software; Marcelo Pagotti, ex-secretário da SETIC no Ministério do Planejamento; Patricia Pessi, ex-diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento; Rodolfo Fücher, ex-diretor de Políticas Públicas da Microsoft e Vanda Scartezini, empreendedora e conselheira da ABES.

Embasado nos estudos do Think Tank, o tema “Transformação Digital e Políticas Públicas” é o foco dos debates do ABES Software Conference. Os convidados abordam as medidas necessárias para colocar em prática os preceitos defendidos pelo setor para acelerar essa transformação.

Cinco pontos principais norteiam o debate:

1. A Transformação Digital vai separar os países modernos do resto;

2. A Transformação Digital se faz por meio da Inovação;

3. O Software é a base da Transformação Digital;

4. As Startups são importantes no ecossistema e impulsionam a transformação.

5. Políticas públicas de fomento e tributação claras e modernas são fundamentais para que o setor de software consiga suportar as necessidades do país.

Seminário “Brasil 2030”

ABES Software Conference
Endereço: Espaço Trio Pérgola – Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 105 | Vl. Olímpia – São Paulo.
Horário: 8h – 17h15 (ABES Software Conference) / 18h – 20h10 (Seminário “Brasil 2030”)

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Youse tem nova gerente de Marketing, Branding e Comunicação

A Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, anuncia Érika Mello como sua nova Gerente de Marketing, com foco em liderar as frentes de Comunicação e Branding. A executiva, que recentemente retornou de licença-maternidade, assumiu o novo cargo e o desafio de liderar as equipes internas da Youse, além das agências de comunicação.

Com mais de 8 anos de experiência em Comunicação e Marketing, atuando nas áreas de Branding, Marketing de Produto e Inovação e Marketing Digital. Em 2012, ingressou na Caixa Seguradora como coordenadora de Novos Negócios, sendo responsável pela gestão de projetos, acompanhamento de tendências, análise de concorrência, inteligência de mercado, branding e inovações, além de ser responsável pela gestão de equipe e de atividades do site institucional da marca, planejamento editorial de conteúdo e gestão de hotsites e landing pages.

Ainda em Brasília, Érika iniciou o projeto Youse, criado dentro da Caixa Seguradora. “Estou na Youse desde sua concepção, quando a marca ainda não existia. Fui uma das pessoas responsáveis por desenvolver a plataforma de marca e estratégia de comunicação de lançamento da Youse., afirma a executiva.

No atual cargo, Érika tem como desafio desenvolver as diretrizes macro de conteúdo da marca Youse. “Além de coordenar as ações on e offline, pretendemos implementar, ainda em 2018, as novas diretrizes de comunicação, trabalhando de forma colaborativa com as Squads e Chapters, além de potencializar e tangibilizar os conteúdos, ampliando o crescimento do share of voice de forma a contribuir para a evolução da consideração da marca Youse”, complementa.

Formada em jornalismo e pós-graduada em Gestão Estratégica de Negócios pelo IBMEC, Érika assumiu o novo cargo em junho de 2018 e responde diretamente para Leandro Claro, CMO e Eldes Mattiuzzo, CEO da Youse.

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Congresso finalmente aprova lei de proteção de dados

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10), em caráter de urgência, Projeto de Lei que define regras específicas de proteção à privacidade de dados pessoais coletados e gerados pelos meios digitais. “A nova lei de proteção de dados representa um necessário avanço e traz benefícios à sociedade e à economia do país”, afirma Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e sócio do Almeida Advogados.

Para o grupo de instituições acadêmicas, empresas, entidades representativas e cidadãos que discutiu e apoiou o texto do PLC 53/2018, a lei traz segurança jurídica para cidadãos e agentes econômicos, pois é clara e principiológica, equilibrando a posição central do indivíduo com o dinamismo econômico do Brasil.

De acordo com a nova lei, dados pessoais como nome, endereço, e-mail, idade, estado civil e situação patrimonial, só podem ser usados com o consentimento do titular. Isso quer dizer que eles não podem ser vendidos, divulgados ou repassados sem a autorização do usuário. Assim como os dados de menores de idade não podem ser mantidos nas bases de dados das empresas sem o consentimento dos pais. A lei também protege os dados relativos à saúde das pessoas, que só poderão ser usados para pesquisas.

Um ponto importante da lei é o que trata do vazamento de dados. As empresas são responsáveis pela segurança dos dados em suas bases ou nas de seus fornecedores e devem comunicar vazamentos imediatamente, sob pena de multa no valor de 2% do faturamento. A multa também vale para quem descumprir qualquer uma das regras.

A lei prevê, ainda, a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, autarquia cuja principal atribuição será fiscalizar o cumprimento da legislação e aplicar as sanções, e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, formado por 23 representantes titulares de diversos órgãos do governo e da sociedade civil e que será responsável pela disseminação do conhecimento sobre o tema, por meio de estudos, debate ou outras ações pertinentes.

O texto segue agora para sanção da Presidência da República.

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Natura reformulou e-commerce para promover melhor experiência

A Natura, multinacional brasileira do setor de cosméticos, tem investido no aprimoramento das ferramentas de e-commerce para seguir oferecendo a melhor experiência a seus consumidores. Diante do desafio de garantir uma navegabilidade rápida e intuitiva para compras on-line, a empresa atua, desde 2015, em conjunto com o UOL DIVEO, companhia especializada em soluções de TI.

Com a parceria, foram desenvolvidas completas reformulações nas versões mobile e desktop do site da marca – que, em três anos, houve significativa melhora da experiência para o consumidor final, o que dentre outros fatores, contribuiu para incrementar a taxa de conversão de vendas em pelo menos 50% no período.

“Nesse momento de intensas transformações digitais na Natura, é muito importante contar com parceiros que contribuam para essa estratégia. O e-commerce tem uma dinâmica intensa, os objetivos variam o tempo inteiro, e precisamos de respostas rápidas para alcançar nossos objetivos”, declara o diretor de Inovação Digital da Natura, Luciano Abrantes.

O pacote de soluções de TI oferecido à Natura inclui serviços como a otimização da performance e a implementação de novas funcionalidades de e-commerce, como personalização, novos meios de pagamento, políticas de segurança e melhoria de usabilidade.

“O foco de todo e-commerce deve ser a experiência do usuário, saber que o consumidor quer ter a praticidade de fazer compras de qualquer lugar, da forma mais fluída possível. Sites pouco performáticos, que travam muito ou possuem navegação complicada, vão na contramão disso e acabam desestimulando potenciais clientes”, afirma Alexis Rockenbach, head de inovação do UOL DIVEO.

Um dos projetos mais emblemáticos da parceria foi a reformulação da versão mobile do site da empresa. Para se tornar mais assertivo, o canal foi remodelado com foco na experiência e personalização. Hoje a página não replica o conteúdo da versão desktop, pois atua de forma independente e permite a rápida customização de campanhas, promoções e experiências com foco na proposta específica para cada usuário.

“O site mobile não apenas está mais rápido, mas também muito dinâmico, o que permite à Natura aprimorar a experiência do seu consumidor no e-commerce. Em um ambiente customizável, o usuário navega de forma natural. É como se estivesse sendo atendido por um prestativo revendedor. Essa relação é sagrada para uma empresa que sempre prezou pela qualidade e está entre as mais admiradas para os brasileiros”, completa Rockenbach.

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Avon desenvolve projeto de Big Data & Analytics que melhora a utilização de dados em vendas online

Entender o movimento do cliente dentro do seu portal B2B de vendas online. Esse era um dos principais objetivos da Avon, companhia com 60 anos de atuação no Brasil que fatura, em média, 150 mil pedidos por dia, ao desenvolver um projeto de Big Data & Analytics, que se beneficia de dados extraídos do mundo online e os cruza com a base histórica da plataforma analítica da MicroStrategy. A iniciativa trouxe à companhia, líder mundial no mercado de beleza e uma das maiores empresas de venda direta do mundo, a capacidade de responder quase instantaneamente várias perguntas de negócios capazes de influenciar tomadas de decisão e personificar ofertas para as suas clientes, isso tudo analisando o comportamento de compra de milhões de usuários.

De acordo com Raquel D’Anello, diretora de TI da Avon, evitar que o “carrinho” seja abandonado nas vendas online, entender o movimento no site, bem como identificar os motivos que levam os clientes a desistirem de uma compra, é um dos principais desafios das empresas, independentemente de sua área de atuação. Em se tratando da Avon, especialmente após a inserção de tags em todo o portal de vendas B2B, essa necessidade ficou ainda mais evidente, pois se tornou possível acompanhar todos os movimentos da revendedora no site e saber o que ela fazia e em que momento, gerando um grande volume de informações. Além disso, o BI já permitia acessar o histórico baseado em pedidos e faturamentos anteriores, além de dados das redes sociais.

“Diante desse cenário, nossa questão era: o que fazer com esse monte de informação? Começaram a chover perguntas sobre o comportamento e nós, meio sem saber o que fazer, chegamos para a MicroStrategy e falamos: ‘o nosso BI tradicional não funciona mais. O que tem no mercado? Ouvimos falar do big data, o que podemos fazer com isso?’ E aí veio a ideia de fazermos um piloto e começar a trabalhar essas informações”, explica Raquel.

Com baixos investimentos, curto prazo e recursos escassos, mas com muita vontade de fazer acontecer, como a própria executiva ressalta, o projeto começou a ser concebido. O piloto foi feito usando uma máquina relativamente simples e de baixo custo e toda essa infraestrutura foi levada para a nuvem. O investimento para viabilizar esse pontapé inicial, já incluindo os custos da mão de obra e da consultoria, totalizou cerca de 50 mil dólares, valor bastante inferior ao que se costuma investir em projetos de Big Data & Analytics. Um recurso da equipe de TI e um profissional do time de consultoria da MicroStrategy foram os responsáveis pela execução. As primeiras tentativas não surtiram efeito e foi somente após o envolvimento da área de negócios da Avon, chamada de Digital, que o projeto começou a decolar. “Queríamos descobrir e desmistificar esse tal de big data. Batemos na porta do Digital e questionamos o que o presidente perguntava e eles não conseguiam responder ou, então, saber o que levava três meses para ser respondido. Recebemos de volta umas quatro perguntas e, com base nelas, conseguimos entender quais eram os dados do nosso sistema transacional, do B2B e das mídias sociais que precisavam ser levados para esse sistema. E assim fizemos”, diz Raquel.

Os resultados obtidos com esse projeto de Big Data & Analytics foram vários e ajudaram a impulsionar as vendas online da Avon. A capacidade de personalizar ofertas digitais com base no comportamento específico da revendedora no site foi um avanço significativo. Hoje, a área de Digital da Avon olha o histórico de compras, cruza com as informações da navegação e faz análises que geram insights em tempo real. Com o apoio do big data, também é possível corrigir rotas e erros nas campanhas a qualquer momento, o que cria uma capacidade maior para planejar os próximos passos.

Outro ponto importante é que a Avon tem um portfólio de mais de três mil produtos ativos e as campanhas mudam de 15 em 15 dias, o que impossibilitava, por exemplo, a capacidade de traçar estimativas. Com as informações geradas a partir do Big Data, é possível fazer uma antecipação do forecasting, enquanto o próximo ciclo está em planejamento. Fora isso, o projeto também possibilitou algumas análises preditivas, como, por exemplo, saber qual das revendedoras pode não completar o carrinho. É possível ver quem entrou, não comprou e fazer uma ativação via call center, whatsapp ou SMS, enquanto a pessoa ainda estiver em seu momento de compra.

“Também conseguimos revisar o limite de crédito online, o que antes era um dos vilões, pois a pessoa começava a fazer um pedido, mas em seguida passava a remover do carrinho alguns itens, porque seu limite de crédito havia estourado, por exemplo, e isso a levava a desistir da compra. Já pudemos perceber que isso aumentou a satisfação da mulher e fez com que ficasse mais tempo no site. E quanto mais tempo ela fica, maior probabilidade de venda nós temos. Sem falar que, entendendo o comportamento, também posso tomar ações que chamam a atenção da mulher”, enfatiza Raquel.

Para apresentar esses dados, foi criada uma série de dashboards e relatórios ad hocs para algumas das áreas, como de Marketing e Digital, que preferem receber as informações nesse formato para fazer suas próprias análises. O ambiente continua em pleno funcionamento e agora o próximo passo é crescer. À medida que perguntas mais complexas vão chegando, é preciso, por exemplo, plugar mais dados transacionais e aumentar a quantidade de tags no portal B2B.

“Hoje nada nos impede de chegar mais longe com Big Data & Analytics. É apenas uma questão de foco. Porque vimos que dá pra ser robusto e flexível com segurança e baixo custo. A nuvem funciona e é segura – o que, aliás, era um dos meus receios – e, muitas vezes, é até melhor do que a infraestrutura interna, que tem burocracia e recursos limitados. Ter a informação certa, na hora correta, é sinônimo de sucesso. Quem trabalha em TI sabe disso e quem trabalha na área de negócios sabe disso duas vezes mais”, finaliza.

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Cognizant inaugura Delivery Center em São Paulo

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, anuncia a expansão de suas operações na América Latina com a abertura de um novo Delivery Center em São Paulo. Com espaço para mais 400 novas posições de trabalho, o Delivery Center será responsável pela entrega de projetos no Brasil e na América Latina das três grandes linhas de serviços que a Cognizant possui: Digital Business, Digital Operations e Digital Systems and Technologies.

O objetivo desse investimento é oferecer o suporte adequado à crescente demanda por negócios digitais da empresa, provenientes da expertise da Cognizant em prover serviços tecnológicos e consultoria de alto valor agregado para diversos setores da economia. “O investimento no novo centro de entregas, um espaço moderno, com arquitetura despojada, reafirma o compromisso da Cognizant com nossos clientes, colaboradores e com o País, no que diz respeito à geração de empregos”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.

A Cognizant Brazil oferece soluções para clientes dos setores financeiro, de seguros, saúde, farmacêutico, manufatura, varejo, bens de consumo e tecnologia, ajudando a transformar os negócios, os modelos operacionais e de tecnologia desses clientes na era digital.

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Bossa Nova investe em startup que promove vendas omnichannel para restaurantes

De olho em um mercado que cresce rapidamente e exibe maturidade a Bossa Nova acaba de aportar R$ 350 mil na Delivery2me uma plataforma que chegou agitando o mercado de alimentação com uma inovadora proposta de entregar um serviço personalizado e econômico aos empreendedores do ramo gastronômico.

A comodidade que os aplicativos e sites de comida oferecem aos seus consumidores aumenta exponencialmente o consumo de produtos e serviços com entrega em domicílio, pensando nisso, os empresários Pedro Duarte, Tomaz Duarte e Alderi Jr. desenvolveram a Delivery2me.

Lançada em janeiro 2017, a marca permite que o empresário do ramo alimentício disponibilize seus produtos para vendas de delivery, retirada no balcão (to-go) e consumo na mesa em uma plataforma moderna, rápida, funcional e econômica.

“O objetivo é empoderar os donos de restaurantes com ferramentas e informações que permitam a melhor gestão do seu negócio e aumentar suas vendas sem comprometer sua margem de lucro”, afirma um dos sócios, Pedro Duarte.

“A grande sacada é que o sistema livra o restaurante da taxa do delivery Ifood, garantindo liberdade de gestão para os restaurantes que pagam apenas um pequeno valor fixo mensal e, desta forma conseguem redução em seus custos mensais”, explica João Kepler, partner da Bossa Nova.

Como funciona

O empresário acessa o site, cria sua conta grátis por 14 dias e inicia o processo de personalização do seu aplicativo, PWA e site, inserindo sua logo, fotos e esquema de cores; em seguida, orientamos o cadastro do cardápio que, caso deseje utilizar logo seu app, pode iniciar com os produtos mais pedidos e suas ofertas; posteriormente o empresário informa sua área de entrega do delivery, cadastra as mesas pro consumo no local e, em 20 minutos, já está pronto pra vender online sem comiss&otild e;es e com sua própria marca.

A plataforma propõe uma grande revolução na forma com que os donos de restaurantes se relacionam com seus clientes, permitindo conhece-los pelo nome e registrando todo seu histórico de consumo, tanto no salão do restaurante quanto no delivery.

O acesso ao perfil dos clientes permite a criação de produtos e ofertas personalizados, além de dar ferramentas para que seus garçons foquem cada vez mais no atendimento ao invés de ficarem ocupados em tarefas operacionais como anotar e lançar pedidos.

Outra importante evolução é a utilização da tecnologia PWA, que permite aos clientes a utilização do aplicativo sem a necessidade do download para o dispositivo móvel, aumentando assim a facilidade e rapidez da plataforma pelo cliente final.

Neste primeiro ano de atuação no mercado, o Delivery2Me já atende a restaurantes em 09 estados brasileiros: SP, RJ, MG, BA, PA, PE, RN, MA, AC, fato que o coloca entre as maiores empresas do segmento no mundo. Para 2018, os sócios projetam chegar ao final do ano atendendo 1.000 clientes de todo o território nacional.

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NCR anuncia Mariana Miranda como gerente de Marketing para o Brasil e América Latina

Há três anos como gestora de operações de vendas para a América Latina e Caribe na NCR, Mariana Miranda agora assume o cargo de gerente sênior de Marketing da NCR no Brasil e América Latina, sendo responsável pelas ações e estratégias para as verticais de varejo, finanças e hospitalidade nessas regiões.

“É uma excelente oportunidade trabalhar com o time de marketing das verticais de varejo, finanças e hospitalidade e contribuir com o know how já adquirido durante estes anos na NCR. Meu objetivo é direcionar a equipe com ações estratégicas para fortalecer a presença da NCR na América Latina e no Brasil, mantendo nosso posicionamento de liderança no mercado”, afirma Mariana Miranda.

Em sua trajetória profissional, Mariana trabalhou como gerente de operações de vendas em empresas como Samsung e Lenovo. A executiva é graduada em administração de empresas, pós-graduada em Gerência de Gestão de Negócios com ênfase em Marketing e atualmente está cursando MBA de Gestão Comercial na FGV.

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ZOOM lança a Liga de Futebol de Robôs

Baseada na metodologia do aprender fazendo, a Liga de Futebol de Robôs é a nova oficina de aprendizagem ativa desenvolvida pela ZOOM education for life, que promete transformar as aulas em torneios do esporte mais amado no Brasil, o futebol. Antes de entrar em campo, os craques da bola serão construídos e programados pelos próprios alunos durante a oficina. Unindo criatividade, lógica, senso critico e conteúdo de disciplinas fundamentais, os programas educacionais da ZOOM visam formar alunos mais preparados e capacitados para os desafios do dia a dia.

Voltada para alunos de 8 a 13 anos de idade, dos níveis de ensino Fundamental I e II, a Liga de Futebol de Robôs se aplica às disciplinas de STEM, trabalhando conteúdos e competências que estimulam curiosidade, pensamento crítico, um melhor entendimento da ciência, e uma maior autoconfiança na resolução de problemas em um contexto de trabalho em grupo. “Desenvolvemos um projeto que pudesse unir, de forma lúdica e desafiadora, a paixão nacional pelo futebol com a robótica e as experiências em competições. Ao final dos processos de construção e programação dos robôs jogadores, os estudantes se dividem em equipes de quatro para iniciarem uma partida de futebol manipulando os robôs por controle remoto”, explica Marcos Wesley, fundador e CEO da ZOOM.

A ZOOM já fechou parceria com o Torneio Brasil de Robótica, incluindo a Liga de Futebol de Robôs como modalidade da edição de 2019. “Nosso objetivo é, em três anos, ter a oficina inserida em 1000 escolas, impactando cerca de 300 mil alunos”, informa Marcos. Vale lembrar que a ZOOM é parceira do Instituto Neymar Junior para promover a disseminação de ciência e tecnologia por meio das oficinas realizadas e de aulas de robótica no Instituto.

A Liga de Futebol de Robôs é uma experiência de aprendizagem ativa de curta duração e prepara os alunos para outros programas regulares extracurricular da ZOOM, o Genius e o Roboter. O investimento para a escola será em torno de R$ 150,00 por aluno, durante 4 horas de participação da oficina/torneio. “A nossa ideia é que a atividade dure toda uma tarde na escola, tornando-se um grande torneio de futebol com medalhas e troféu para as equipes vencedoras”, finaliza o CEO da ZOOM.

Montando e escalando os times

Nas oficinas da Liga de Futebol de Robôs são utilizados os kits da LEGO Education WeDo 2.0 (Kids) e Mindstorms EV3 (Teen) e aplicativos de programação para controle dos robôs.

Organizados em grupos, os alunos exploram os kits da LEGO, discutem e planejam qual a melhor maneira de montar os robôs. Nessa etapa, eles ficam diante de desafios que estimulam criatividade, lógica, senso critico e conteúdo. Um exemplo comum nesta fase é que diferentes designs afetam o produto final, a relação entre velocidade e controle, eficiência, entre outros.

Com os robôs montados, os alunos aprendem a programar utilizando o aplicativo. Trabalhando com fluxogramas e simulação de cenários, as crianças assimilam conceitos essenciais de programação, sabendo também como ajustar eventuais falhas e aplicar melhorias. Então, a próxima etapa é a competição. Organizados em times, os alunos se revezam no controle dos jogadores, entrando em campo até que seja coroado o campeão.

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A evolução da cloud em um novo mundo de dados distribuídos

Por Sudheesh Nair

Em dezembro de 2016, Peter Levine, sócio da firma de capital de risco Andreessen Horowitz, previu o fim da computação em nuvem como a conhecemos, dizendo: “não haverá somente dispositivos móveis, teremos também a Internet das Coisas: carros autônomos, drones, robôs e outros objetos que serão criados nos próximos dez anos”.

Levine também sugeriu que o mundo atual dominado pela nuvem seria substituído por um enorme sistema de computação distribuída na borda da rede: “o próximo mundo da computação distribuída”. Essa mudança está chegando muito rapidamente e isso tem implicações para todos nós.

Atualmente, a maioria das empresas têm a tecnologia como parte fundamental de seus negócios. Se você tem meia dúzia de lanchonetes, vai querer saber se ela está cheia, quanto café está sendo vendido, o que acontece quando você dá desconto nos bolinhos, tudo. Mesmo que o proprietário ainda não tenha percebido, ele já está trabalhando em uma empresa orientada por dados.

Empresas inteligentes anseiam por insights para melhorar sua lógica de negócios e como proposta aos empresários, afirmo: insights + dados = lógica de negócios. No entanto, o desafio – e também oportunidade – é que, como teremos sensores conectados a cada objeto, teremos mais fontes de dados do que nunca. Antes, o ponto de retorno natural era o centro de dados, hoje, existem mais dados criados fora do centro de dados do que dentro dele.

Pense no seu telefone, carro, relógio inteligente, no avião que o levou em suas férias ou viagem de negócios, streaming de TV, sistemas de segurança e monitoramento, iluminação e controles de temperatura. Esses objetos digitais nos proporcionam conveniência em nossa vida cotidiana e também às empresas, governos e outros muitas oportunidades de fazerem grandes mudanças.

Mas, em termos de infraestrutura técnica, a mudança pode ser difícil pois terá que suportar as incríveis oportunidades oferecidas pelo nosso universo hiperconectado, exigindo uma grande atualização de infraestrutura. Pense em um carro sem motorista, que enviará de volta terabytes de dados todos os dias para tornar seus passageiros seguros, onde tudo, desde a temperatura até a aceleração, precipitação e informações de roteamento, será registrado em tempo quase real. Esse é um modelo de geração distribuída de dados, fundamentalmente contrário ao modelo de nuvem centralizado. Então, é claro que precisamos evoluir.

Há oito anos, Dave McCrory, VP da GE Digital, criou o termo “gravidade dos dados”, para descrever o modo como esses volumes – aplicações e serviços – iriam gravitar em torno desses enormes conjuntos de dados. Em outras palavras, precisaremos mudar nossa infraestrutura para onde nossos dados estão sendo gerados.

A mudança pode ser, de certa forma, análoga à maneira como os velhos datacenters de “ferro” deram lugar aos clientes / servidores mais flexíveis, mas é, com certeza, mais dramática e tecnicamente mais desafiadora. A nova infraestrutura não pode ser formada apenas por redes conectadas a datacenters tradicionais centralizados. Ela precisará de sistemas dispersos, leves, micro e modulares, com processamento em tempo real na borda da rede. Além disso, essas novas redes precisarão ser seguras e leves quanto às necessidades administrativas e responsivas à administração remota.

O futuro será definido por software e teremos que nos adaptar à medida que respondermos às mudanças que ainda são desconhecidas hoje. Será o fim da computação em nuvem em sua forma atual centralizada, mas, o que teremos é algo disperso, infinitamente mais rico e muito mais flexível, voltado ao novo mundo digital que entra em vigor.

Sudheesh Nair, presidente global da Nutanix.

Como automação de processos e serviços pode ser essencial para empresas

Por Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia

As empresas enfrentam cada vez mais desafios ao tentarem garantir que seus processos sejam efetivamente colocados em prática. Os esforços investidos em iniciativas de aprimoramento de metodologias, por exemplo, têm por objetivo tornar os negócios mais competitivos. Nesse sentido, a automação de processos se tornou um dos elementos-chave para o sucesso e melhoria de uma organização, apresentando resultados bastante satisfatórios quando bem aplicada.

De um modo geral, a automação refere-se à utilização da tecnologia, sistemas e processamento de dados em prol de controles e processos operacionais do cotidiano de uma empresa. O objetivo é substituir atividades manuais geralmente repetitivas que demandam tempo, mas não conhecimento, e diminuir o risco de erro humano. Por exemplo, um centro hospitalar pode melhorar seu relacionamento com pacientes e médicos ao implementar ferramentas que possibilitem, de forma automática, sem necessidade de interação humana, realizar agendamentos, consultar e compartilhar resultados de exames, enviar mensagens como alertas e gerir dados da unidade de atendimento.

Além disso, automatizando certos serviços, é possível reduzir custos operacionais e aumentar a produtividade dos colaboradores. Ao não executar tarefas repetitivas, a equipe pode se focar em ações mais estratégicas para a companhia, elevando o desempenho e gerando vantagem competitiva para a empresa.

Esses são apenas alguns dos benefícios da automação, que ainda possibilita uma produção mais rápida e eficaz, fazendo com que o consumidor se sinta mais satisfeito com a entrega final. A qualidade também é garantida, pois se trata de um sistema racionalizado no qual a quantidade de erros é menor e, consequentemente, os processos de produção são mais ágeis e especializados. No caso dos centros hospitalares, uma solução de automação pode aprimorar a experiência do paciente ao disponibilizar resultados de exames direto no smartphone, provendo comodidade, praticidade e segurança.

Em um mercado tão competitivo, movido pela atenção e preferência do consumidor, sai na frente quem conseguir produzir mais em menos tempo, entregando um produto ou serviço com um custo menor e uma alta qualidade. Isso tem sido percebido cada vez mais pelas empresas, que buscam a automação e o aperfeiçoamento da técnica para fidelizar seu público e melhorar sua lucratividade. Sendo um dos passos mais revolucionários da tecnologia, a automação permite que companhias e clientes obtenham resultados mais precisos e satisfatórios por um investimento relativamente menor, além de melhorar as condições de trabalho das equipes, a prática também gera e agrega valor à organização.

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