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T-Systems Brasil vai ampliar data center próprio em 2017

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, com destaque no Brasil em consultoria SAP, desenvolvimento e sustentação de sistemas/AMS, plataforma cloud privada e IoT, vai ampliar o seu data center localizado em Barueri (São Paulo) em 2017. O movimento, que vai contar com investimentos de R$ 20 milhões, tem o objetivo de manter os índices de crescimento da base de clientes cloud da companhia.

Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil, lembra que 2016 foi um ano de aprendizado e que, apesar da instabilidade, os resultados conquistados pela empresa foram positivos. “O primeiro trimestre foi de incertezas, mas depois do terceiro trimestre, o mercado corporativo começou efetivamente a enxergar um horizonte”, afirma. Com isso, muitos projetos foram reavaliados ou retomados, fazendo com que diversos contratos fossem concretizados no final do ano. “Isso não ocorreu no mesmo volume de 2015, mas o quarto trimestre foi o melhor do ano, além de trazer uma série de novos negócios que serão fechados este ano”, revela.

Munhoz ressalta que a grande maioria destes contratos sãodirecionados para a plataforma em nuvem da T-Systems, resultado dos investimentos feitos pela companhia ao longo dos últimos anos. “Outro grande movimento, e que também depende de nosso data center, é para a plataforma SAP que temos hoje, já com várias implementações concluídas”, afirma.

Data center

Para atender ao crescimento desta demanda, a T-Systems Brasil segue ampliando seu data center, o T-Center. Localizado em Barueri (SP), o data center conta hoje com 1.800 metros quadrados. Guilherme Barreiro, executivo responsável por Data Center e Cloud na T-Systems do Brasil e na região Américas, lembra que ele foi construído de forma modular. “Os primeiros 600 metros quadrados foram entregues em 2011 e as salas seguintes foram entregues de acordo com o crescimento da demanda”, diz, lembrando que os últimos 600 metros quadrados foram entregues em maio de 2016.

Para chegar ao status atual, o T-Center vem recebendo investimentos constantes. Foram R$ 50 milhões para sua criação, em 2011. “No ano passado foram investidos R$ 25 milhões em sua ampliação e, para este ano, estão previstos mais R$ 20 milhões”, revela Barreiro. Ao todo, o data center atende hoje mais de 50 clientes, todos empresas. Neste grupo, há clientes globais da companhia, como BAT, Shell e Thyssengroup e outros locais, como Qualicorp, Kroton, Líder Magazine, Casa&Vídeo e Grupo ABC.

O T-Center tem certificação tier III desde 2011 e conta com todas as suas camadas de segurança certificadas pela Kroll. “Além de todo o investimento na expansão, nos últimos dois anos investimos cerca de R$ 10 milhões na melhoria de itens como segurança e eficiência energética. Com tudo isso, nosso business plan para os próximos quatro anos já prevê a análise de futuras possibilidades de expansão”, revela Barreiro.

Posicionamento

A expansão é parte importante da estratégia da T-Systems Brasil, que vem se posicionando para ajudar seus clientes na chamada transformação digital. “Somos hoje fortes parceiros de nossos clientes em projetos onde se definem novas arquiteturas de sistemas e na implementação destas soluções”, lembra Munhoz. Para o presidente da T-Systems Brasil, o grande desafio enfrentado pelas empresas brasileiras hoje é definir quando e como utilizar a arquitetura cloud. “Nosso papel é trabalhar como efetivo integrador para ajuda-los lá na frente e por isso nos preparamos para sermos o fornecedor que vai integrar todas as suas áreas de negócios, porque esta transformação não envolve apenas uma área ou solução”, lembra.

Com este cenário, Munhoz acredita que, em 2017, a T-Systems deve superar as previsões de analistas, atingindo média de crescimento de dois dígitos no Brasil. “Isso em função de empresas que precisam buscar competitividade, revisar e otimizar processos e buscar o efetivo benefício da tecnologia em seus negócios apoiando nossos clientes na Transformação Digital”, conclui.

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InovAtiva Brasil divulga startups selecionadas para o 1° Ciclo de Aceleração de 2017

Nesta segunda-feira, 20, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e o Sebrae divulgaram os nomes das 300 startups escolhidas para a primeira etapa. Foram selecionadas empresas inovadoras iniciantes de 18 setores da economia, com destaque para tecnologia da informação (25%), serviços (16%), saúde (12%) e agronegócios (11%). Essas empresas estão espalhadas por 103 cidades de 24 Estados – São Paulo (24%), Minas Gerais (13,33%) Rio de Janeiro (10%) tiveram o maior número de startups aprovadas.

A cada ano, o InovAtiva bate recorde de inscrições ao oferecer capacitação em empreendedorismo inovador; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros e investidores; além de suporte para internacionalização e vantagens na adesão a outros programas de fomento oferecidos por instituições parceiras.

‘‘Nesse ciclo foram 1.793 propostas submetidas, 30% a mais que o melhor resultado anterior, o que significa que a competição foi muito maior, temos 300 empresas realmente qualificadas”, comemora Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC. Ele destacou que o objetivo do InovAtiva Brasil é qualificar startups com ideias e tecnologias incríveis, mas com pouco conhecimento de negócio. “São empreendedores com grande potencial, mas que em geral ainda não falam a língua do mercado, não sabem como atingir o seu cliente e abordar um potencial investidor. Auxiliamos nesse primeiro passo e entregamos elas mais estruturadas apenas quatro meses depois”, completa.

“O InovAtiva traz uma série de impactos positivos para as empresas participantes. Esses resultados podem ser percebidos no aumento da sobrevivência das empresas, da expectativa de faturamento e da valorização no mercado em que atuam”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Leandro Carioni, diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, se mostra confiante com a seleção para o programa. “A conexão entre os mentores e empreendedores cria um ambiente propício para novas oportunidades como a geração de novos negócios e empregos. Com certeza as startups que estão entrando nesse ciclo vão aproveitar todos os benefícios que o InovAtiva oferece para acelerar o crescimento dos negócios”, destaca.

A TheBio, uma empresa de inovação biotecnológica focada em uma vacina capaz de apresentar resultados superiores às do mercado no cuidado das enfermidades animais, foi uma das 300 selecionadas pelo atual ciclo. Daniela Droppa, CEO da startup espera traçar e definir os processos na aceleração da maneira mais acertiva possível. ‘‘Com os cursos oferecidos pelo InovAtiva, vamos nos capacitar e aprender bastante. O programa vai contribuir para o nosso sucesso, assim como abrirá portas para investidores e também vai proporcionar prioridades em alguns editais de seus parceiros’’, comenta. A empresa está no processo de pré incubação na Incubadora de Base Tecnológica (ITEC) há quatro meses e este é o primeiro processo de aceleração que participa.

Os selecionados passarão por cursos de modelagem e validação da proposta de valor, acesso ao mercado, modelagem financeira das startups e acesso a capital. Ao final da primeira fase de mentorias, os participantes se encontram em Bootcamps regionais e entram em contato com mais mentores em oficinas e workshops presenciais.

Após o evento, serão selecionadas as 125 startups finalistas para mais dois meses de mentorias e a participação no evento que fecha a preparação dos empreendedores e conecta eles a potenciais investidores, clientes e parceiros, no Demoday InovAtiva. Em 2016, a startup Exchange Now ficou entre as eleitas pelos investidores e executivos como uma das mais bem preparadas no Demoday. ‘‘A plataforma online do programa foi o que mais nos atraiu. Depois dessa participação e a abertura para apresentar nosso negócio, saímos mais seguros do que quando entramos no InovAtiva’’, reforça o CEO Marcos Almeida.

Neste link, você confere a lista completa.

Fonte: InovAtiva Brasil

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Tecnologia para impulsionar o Brasil – Por Cristina Palmaka

Transformação é a palavra-chave para o Brasil para este e os próximos anos. Em todos os segmentos, o cenário é de oportunidades. Se soubermos aproveitar as janelas que estão-se abrindo, sobretudo em setores – e são muitos – que podem ser alavancados pelas inúmeras ferramentas e novidades tecnológicas já disponíveis.

IoT, Nuvem, Inteligência Artificial, Machine Learning e Blockchain são temas que já dominam a cena mundial, constituindo, para aqueles conectados com a jornada digital, tendências definitivas para o desenvolvimento de produtos e serviços. Superavançadas e inovadoras, essas tecnologias estão quebrando barreiras dos setores mais resistentes graças a resultados rápidos e concretos que impulsionam velozmente os resultados econômicos das mais diversas áreas de negócios, públicos e privados.

Nesse cenário de mudanças, a Internet das Coisas é um dos exemplos que retratam à perfeição a rápida obtenção de resultados tangíveis: Agricultura, Saúde, Transportes, Portos, e mesmo a prevenção de enchentes em grandes cidades são apenas alguns dos segmentos que já se beneficiaram dessa tecnologia, aliada a soluções analíticas e de big data. Um sucesso que promete crescimento exponencial, tanto que recente estudo do Gartner aponta para a existência, até 2020, de mais de 26 bilhões de sensores conectados no mundo. Ou seja, em poucos anos, não só as empresas, para que entrem em um ciclo virtuoso de expansão, mas o cotidiano das pessoas terá sido definitivamente impactado por essa tecnologia.

No Brasil, a onda tecnológica ainda não atingiu todo o seu potencial, mas tem alcançado setores fundamentais para o desenvolvimento econômico, como o da Agricultura, cujos resultados comprovam largamente os benefícios dos investimentos direcionados à transformação digital. A evolução tecnológica do Agronegócio, que está abraçando modernos sistemas baseados em plataformas disruptivas como Internet das Coisas, Big Data e Analytics, hospedadas cada vez mais na Nuvem, onde usufruem de segurança, rapidez e flexibilidade, tem gerado alta competitividade e crescimento econômico, proporcionando um significativo impacto social.

Apenas para o binômio 2016/2017, levantamento dos órgãos competentes, como a Conab, aponta para um crescimento de 15,6% em relação ao período anterior, ou em números absolutos 210,9 a 215,1 milhões de toneladas de grãos. Essa jornada do Agronegócio, já com suporte digital, contribui, inclusive, para fomentar um ciclo virtuoso, gerando mais novidades e negócios, como startups que desenvolvem e oferecem soluções vinculadas ao conceito de agricultura 4.0. Exemplos criativos e produtivos são os sistemas que monitoram em tempo real todas as etapas do trabalho no campo, gerando mais produtividade e melhor gestão das propriedades – e que já despertam o interesse de outros países.

É esse impacto direto e positivo na sociedade como um todo que os atores públicos e privados, que se ocupam seja da formulação de políticas, do desenvolvimento ou da implementação de novas tecnologias, precisam ter em mente. Sobretudo porque estudos já comprovam que o uso mais intensivo de tecnologias digitais pode representar um significativo acréscimo ao PIB das economias globais – no caso brasileiro, de cerca de 97 bilhões de dólares até 2020, ou um aumento anual de 0,5% sobre o crescimento projetado. Resultados fundamentais para alavancar o crescimento que todos desejamos para o País.

Você está preparado para as soluções tecnológicas que o Brasil precisa?

Cristina Palmaka. presidente da SAP Brasil

Big Data e Machine Learning no centro da transformação digital – Por Gabriel Lobitsky

A análise de dados vai além do big data e sua crescente adoção. Recentemente, uma pesquisa da Forrester Research mostrou que, em média, 40% dos líderes de análise de dados globais afirmam que já estão implementando ou expandindo o uso da tecnologia de big data, e 30% dos que ainda não adotaram planejam fazer até o próximo ano. Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. No entanto, a adoção massiva fomenta a discussão sobre a transformação de dados em insights e da sua evolução, o machine learning, capaz de ‘prever problemas futuros’ ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Ao usar algorítimos e uma linguagem matemática, a ciência de dados pode criar soluções transformadoras para as empresas. Com uso de análises preditivas, o big data e o machine learning permitem traçar estratégias, otimizar ações, interagir com os clientes e, claro, impulsionar vendas. Mas isso só é possível porque a nuvem ampliou o poder computacional sob demanda, facilitando a armazenagem e análise de dados. Hoje, modelos preditivos são capazes de entender o lado crítico de cada operação por meio do software.

Veja como as tecnologias podem gerar insights e transformar algumas operações:

Supply Chain: complexo para muitas empresas, o bom funcionamento das operações é essencial para minimizar custos com atrasos e falta de produtos no estoque. Os cientistas de dados estão fazendo uso total do poder computacional para modelar os cronogramas e antecipar informações sobre acontecimentos que podem impactar negativamente as operações, como a combinação de machine learning e big data. Juntas, as tecnologias dão melhor visibilidade e compreensão para as empresas identificarem os atrasos normais e os que são resultados de imprevistos, como desastres naturais, greves, etc.

Logística: a ciência de dados está permitindo que a próxima geração de software empresarial, resultado de soluções preditivas, fale ao usuário a quantidade de inventários necessários para atender demandas futuras; que informe como precificar os itens para garantir a lucratividade em longo prazo; e aponte os portos com melhores capacidades para embarques, com o intuito de minimizar o impacto dos atrasos.

Varejo: normalmente, aplicações inteligentes de CRM atuam de forma preditiva no setor, e mostram potenciais compradores e produtos mais buscados. As tecnologias complementares, como sensores e RFID, dão às lojas uma visibilidade mais ampla do estoque para saber localização e movimentação de um produto, por exemplo. Se associada a interpretação dos dados, as tecnologias permitirão uma verdadeira transformação digital nas lojas físicas, que poderão não apenas compreender a jornada do consumidor, mas ofertar produtos e itens específicos. No setor de vestuário, por exemplo, os dados capturados por sensores podem ampliar a oferta de produtos que se ajustem ao gosto e tamanho do cliente. E, esse mesmo tipo de solução pode apoiar a gestão da armazenagem e do estoque no varejo, por disponibilizar informações sobre níveis de inventário, eliminando a necessidade de uma contagem manual e demorada, com mais incidência a erros.

A ciência de dados precisa ser compreendida como um componente fundamental para a transformação digital, pois é a única forma de criar soluções que, de fato, impactam na tomadas de decisões. Os algorítimos empregados ao software não devem ser como uma caixa preta fechada, que não mostra aos usuários o que está acontecendo por dentro, e por outro lado, não precisa bombardear o usuário com informações desconexas. É preciso um meio termo para que a ciência se torne acessível e compreensível para todos, principalmente para os usuários das empresas com operações críticas, como varejo, logística e supply chain, em que a palavra otimização é um imperativo.

Gabriel Lobitsky, Vice Presidente da Infor para Brasil e América Latina

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Ascenty inicia a operação de seu quinto Data Center

A Ascenty, empresa líder no mercado brasileiro de Data Centers, iniciou a operação de sua primeira unidade na capital São Paulo. Com 4.000 m² de área construída e capacidade de 10 MVA de energia, o site passou pelo processo de comissionamento com sucesso, e já está em operação desde o dia 1º deste mês.

A unidade, denominada São Paulo 1, é a quinta em operação da companhia. Os outros quatro Data Center estão localizados em Campinas, Jundiaí, Hortolândia e região metropolitana de Fortaleza. A Ascenty oferece serviços personalizados de infraestrutura de TI e possui uma rede própria de fibra óptica de 3.900 km.

Segundo Roberto Rio Branco, Diretor Comercial, Marketing e Institucional da Ascenty, o mercado de São Paulo tem um enorme potencial e está em plena ascensão. “Construímos este Data Center de padrão mundial para atender a necessidade do mercado. Algumas das principais empresas do país estão sediadas na região. Estes clientes agora podem hospedar seus dados em um site próximo a sua matriz. Com nossa rede de fibra óptica conectando nossos Data Centers e as principais operadoras de telecom, entregamos soluções completas de colocation, cloud, conectividade e serviços gerenciados aos nossos clientes”, completa o executivo. Para atender toda essa demanda, a Ascenty também está construindo uma segunda unidade na capital, denominada São Paulo 2, que está em estágio final de obra, com previsão de lançamento no mês de abril.

Agilidade, flexibilidade e foco na prestação de serviços são os grandes diferenciais da Ascenty, que está no mercado há 7 anos. Além disso, todas as unidades da empresa são certificadas com o padrão Tier III do Uptime Institute, o mais importante reconhecimento do setor.

“Todas as nossas soluções são personalizadas, pensadas de acordo com a necessidade e construídas em conjunto com o cliente. Nossos colaboradores, extremamente capacitados tecnicamente, possuem um alto padrão de atendimento, fazendo com que as demandas sejam resolvidas da melhor forma possível”, afirma Roberto Rio Branco.

Ficha Técnica

O data center conta com uma subestação própria e foi planejado para uma potência total de energia de 10 MVA, com redundância Tri-bus. Possui sistema de geração a diesel, através de Drups e uma autonomia de 48 horas sem reabastecimento.

Para garantir a refrigeração, opera com sistema de água gelada, com chillers a ar de alto desempenho e sistema rapid restore, sempre com redundância N+2.

O data center é monitorado por câmeras CFTV 24×7, que detectam movimento em alta definição e armazenam as imagens por mais de 90 dias. Possui controle de acesso por dupla autenticação, sendo biometria e cartão magnético, além de contar com o profissionalismo de uma equipe própria de segurança 24×7.

No quesito conectividade, o data center possui duas salas de telecom, com entrada redundante subterrânea, que possuem excelente conectividade com as principais operadoras de telecom. Além disso, possui conexão direta com o PTT em São Paulo e Campinas.

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Plataforma de startup facilita contratação de eventos

Quem precisa organizar um evento corporativo sabe como o processo pode ser complexo, gastando tempo e recursos da equipe. Pensando nisso, os empresários Marcelo Moreira e Maurício Xandó, idealizaram a Evnt (evnt.com.br), a primeira plataforma 100% online do mercado que conecta clientes corporativos a hotéis e espaços de eventos de forma super simples, fácil e rápida.

Lançada há seis meses, a Evnt já conta com mais de 140 hotéis e espaços cadastrados, sendo 70% no eixo São Paulo/Rio e conta com grandes marcas como Emiliano, Transamérica, Rede BHG (Golden Tulip, Pergamon, The Capital, entre outros), Unique, Ramada, Blue Tree e Intercontinental. “A plataforma é um marketplace que permite que as empresas realizem eventos corporativos completos. Nela, o cliente pesquisa, ajusta, analisa preços, verifica disponibilidade, reserva e fecha o evento. Tudo padronizado e realizado em poucos cliques, além da redução de custos que gera para as empresas”, explica Moreira. Depois de fazer um cadastro simples, tanto o cliente quanto o hotel podem acessar a ferramenta gratuitamente. O modelo de negócios prevê remuneração exclusiva sobre o fechamento de eventos.

“Achei sensacional a ideia. O principal benefício é a economia de tempo. É muito rápido e fácil, você consegue escolher tudo que você precisa na plataforma”, afirma Renata Sato, marketing manager da Mars Food Brasil, que usou a solução da Evnt para contratar um evento da empresa. “Foi super eficiente e funcional, uma ideia simples que ninguém tinha pensado antes”, completa Renata. Para Ana Luísa Miklasevicius, da Friesland Campina, a ferramenta também facilitou muito o trabalho. “Minha equipe é pequena, e precisamos de agilidade. Não fosse pela Evnt, eu teria que ver no Google Maps quais hoteis estavam na região que eu queria, ligar um a um para ver preços, colocar em uma planilha para ter uma mesma base para comparação e depois fecharia. Não temos esse tempo, então foi perfeito poder resolver em poucos cliques. Ainda para validar nossa decisão, os valores estavam em torno de 15% abaixo quando comparado a outros orçamentos recebidos”.

Para os hotéis e espaços de eventos, a plataforma também facilita o processo. É o caso da Via Training, que fechou 13 eventos através da plataforma em dois meses. “A experiência com a Evnt foi valiosa para a nossa divulgação e faturamento. A plataforma já envia ao cliente todas as informações, só precisamos bloquear a sala, não precisamos nos preocupar com o trâmite de pagamento, envio de propostas e orçamentos”, explica Eliana Santos, gerente administrativa da Via Training.

A empresa já prepara novidades: já está em negociação com um grande cliente um produto customizado que permite descentralização de compras, alçadas por usuário da empresa e condições de pagamento diferenciadas, tendo como objetivo redução de custos, redução de overhead e compliance. Ainda neste semestre deverá lançar a função de reserva de hospedagem. “Nosso objetivo é ter sempre o melhor serviço e preço aos clientes e a melhor relação comercial para os hotéis, simplificando significativamente o processo de contratação de eventos”, diz Moreira.

A meta da empresa é comercializar 5 mil assentos diários em eventos no Brasil e atingir um faturamento de R$ 1 bilhão até 2024, o que representa 1,5% de participação do mercado de eventos corporativos, aproximadamente 40% do mercado total. O mercado é promissor: o setor de eventos cresce em média 15% ao ano e movimenta cerca de R$ 209 bilhões no Brasil, representando 4,3% do PIB nacional, segundo levantamento da ABEOC Brasil e do Sebrae Nacional. Os planos incluem também uma expansão para outros países, possivelmente começando pelo Chile. “Nossa visão é ultrapassar as fronteiras nacionais. Toda a tecnologia foi desenvolvida de forma robusta e com estrutura em nuvem para atender ao mercado global”, explica Maurício Xandó, co-fundador e CTO da Evnt.

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Operação F7: Polícia de Santa Catarina investiga uso de software para sonegação

clarissa

A ação ocorreu em quatro cidades catarinenses, Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça, além de Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Oito pessoas foram presas e duas não foram localizadas.

A Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa)com o objetivo de sonegar impostos.

Força-tarefa cumpre mandados de prisão, busca e apreensão

Uma força-tarefa composta pela Polícia Civil/Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina e Ministério Público do Estado de Santa Catarina, cumpriu nesta quinta-feira, 16 de março, 18 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão. A ação tem apoio da Receita Federal do Brasil e do Instituto Geral de Perícias e está relacionada à Operação F7, iniciada há 18 meses.

As diligências ocorreram nas cidades de Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça (SC), Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Participam do cumprimento das medidas judiciais 76 policiais civis (Deic, Departamento de Investigação Criminal de Criciúma e de Balneário Camboriú, Sistema de Investigação Criminal da Delegacia de Polícia da Comarca de Balneário Camboriú e Diretoria de Informação e Inteligência), dois peritos criminais e 18 auditores fiscais dos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa) com o objetivo de sonegar impostos. Um dos módulos é capaz de controlar as vendas das empresas sem a emissão de notas fiscais ou com documentos fiscais em quantidade e valores inferiores aos realmente faturados. Assim, as empresas clientes usuárias do software se beneficiavam pelo esquema. Durante as investigações, foi confirmada inclusive a apuração de pagamento de comissões sobre vendas sem notas fiscais. A prática fere os princípios da concorrência leal com aqueles contribuintes que cumprem suas obrigações tributárias.

R$ 1 bilhão em sonegação

O esquema fraudulento vem trazendo efetivo prejuízo aos cofres públicos e à sociedade. A quantificação depende de apuração em auditoria fiscal a ser promovida pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, relacionada à venda não submetida à tributação e à emissão de notas fiscais com valores inferiores aos praticados nas operações (subfaturamento).

No cumprimento das medidas judiciais, procurou-se mais evidências do uso do software pelas empresas participantes da fraude. Os equipamentos de informática e os demais materiais apreendidos nesta quinta-feira serão, após autorização judicial de compartilhamento, encaminhados para a Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, responsáveis pela auditoria fiscal e quantificação dos prejuízos aos cofres públicos.

Durante a investigação, chegou-se a estimar que a sonegação fiscal controlada pelo software pudesse alcançar a cifra de R$ 1 bilhão, a partir da comparação de movimentação financeira com faturamento declarado por empresas usuárias do software.

Testemunhas e presos serão ouvidos no decorrer da semana. Os nomes dos envolvidos e das empresas usuárias do software não foram revelados em função das investigações ainda estarem em curso, sendo necessária a manutenção do sigilo.

Por que Operação F7?

Para acionar os controles de vendas sem a emissão de documento fiscal, o software foi desenvolvido para que a aparência fosse de regularidade e apenas quem detivesse o conhecimento da fraude pudesse acessar os registros alheios ao faturamento declarado. Esse acesso era efetuado nos computadores pela tecla F7.

A investigação teve origem a partir de informações recebidas pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil. Foram realizadas diligências que comprovaram o uso do software para o controle de vendas e encaminhado para investigação pelo Ministério Público e Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil de Santa Catarina

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3 situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com três exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Gestão de compras online

Em uma época de instabilidade econômica, qualquer economia representa crescimento no futuro. Pensando nisso, a Nimbi, empresa especializada em supply chain management, desenvolveu soluções que aumentam a produtividade e geram economia aos departamentos de compras. Sua plataforma é baseada em cloud computing, e inclui todo o processo de busca, homologação, negociação e transação entre empresas. “Com uma plataforma tecnológica, a equipe ganha mais eficiência, economia de tempo e redução de custos. A tecnologia mostra fornecedores com preços menores e ajuda na tomada de decisões”, comenta Carlos Henrique Campos, sócio-diretor da Nimbi.

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Outplacement: como esse processo tem salvado executivos brasileiros

A atual crise econômica brasileira, que se instalou no país de forma brusca e inesperada em 2015, é considerada por economistas como a pior crise da história do Brasil. Com uma estimativa de, no mínimo, cinco anos para se recuperar, o país terá 27% de suas empresas jovens e de marcas não consolidadas fechando no primeiro ano de vida. Apesar de melhoras nos dados macroeconômicos apresentados já no início de 2017, a retomada do emprego parece que não vai vir da maneira rápida e energética que muitos gostariam, portanto a reconstrução do país está apontando para acontecer de forma gradual e vai depender de muitas variáveis que estão em pauta como reforma da previdência e eleições presidenciais em 2018, sem contar o rumo da economia internacional com muito foco na China e na administração do Donald Trump, que começou há pouco ditar o tom do quem por aí nos Estados Unidos.

William Monteath, diretor da DNA Outplacement no Brasil, parte do grupo, também presente no Chile, Peru e Estados Unidos, comenta a atual situação empregatícia no Brasil “Sem renda e sem receita, o profissional algumas vezes até tem uma boa reserva, mas na maioria das vezes, pouco capital sobrando e alto padrão de vida para manter. Filhos na escola e inumerável lista de contas para pagar, pode ser mais difícil para um executivo ficar desempregado, do que para um profissional de cargo mais baixo na empresa. Essa é a preocupante realidade que muitos gestores brasileiros estão vivendo atualmente”, diz.

Ex-headhunter com mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e latino americano, William afirma que a principal diferença e o que torna ainda mais difícil para esses gestores, é o fato de estarem competindo com profissionais altamente qualificados “O profissional não está sozinho. Assim como ele, que tem mestrado, MBA, outros idiomas e experiência em grandes multinacionais, os outros também tem”, comenta “Por isso a DNA decidiu expandir para o Brasil com a nossa área de Outplacement. Com a crise brasileira, os profissionais brasileiros estão realmente precisando de toda ajuda que puderem conseguir”, explica.

O Grupo DNA é uma multinacional originária de Santiago, no Chile, com escritórios de Outplacement no Peru, Estados Unidos, e agora no Brasil. O diferencial da DNA é que alia nos programa de Outplacement no Brasil a experiencia e a participação ativa de headhunters, coaches e diretores de empresas, além de terem um inovador programa internacional, para profissionais que buscam carreira no exterior.

De acordo com o especialista, duas mudanças são inevitáveis quando um profissional de alto calão se vê desempregado “Primeiro é cortar gastos. Para quem não está acostumado a economizar, pode ser difícil, principalmente quando há outros membros da família. Isso vale desde viagens ao exterior até o happy hour da sexta. Todos os supérfluos, mesmo que pequenos, somam no fim do mês. E o segundo é, definitivamente, tentar aumentar ao máximo o networking. Ser ativo nas redes sociais, principalmente nas que agregam valor profissional, como o LinkedIn”, aconselha Monteath.

Segundo William, esse profissional pode ter algumas outras opções, como empreender, investir em franquias ou virar consultor “Mas não é o mais recomendável. Com a instabilidade da crise, fazer grandes investimentos pode piorar a situação. O ideal é tentar voltar ao mercado de trabalho e garantir novamente a estabilidade de antes”, afirma.

Outplacement é um processo de reinserção no mercado de trabalho, onde o profissional recebe ajuda de coaches especializados em transição de carreira, sobre como elaborar o currículo, se portar em entrevistas, o que dizer, como agir, além de um auxílio na procura de empregos “Na DNA, além disso, nossos clientes também já trabalham com headhunters e diretores de empresas. É uma ajuda de diversos profissionais, que trabalham anos do outro lado da mesa e que realmente faz a diferença”, finaliza o diretor.

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Philips nomeia David Reveco Sotomayor como CEO para a América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) anunciou hoje a nomeação de David Reveco Sotomayor como CEO para a América Latina, cargo que ocupará a partir de 1º de abril de 2017. Reveco substituirá Henk de Jong, que assumiu a posição de Diretor de Mercados Internacionais e membro do Comitê Executivo da Philips.

Reveco, em seu cargo de liderança dos negócios na América Latina, será responsável pela estratégia latino-americana das divisões de Saúde Pessoal e Sistemas de Saúde. David ingressou na Philips em 2000, na área de Finanças, e ocupou vários cargos de liderança de responsabilidade crescente, a nível nacional e regional. Em seu cargo atual como líder de Saúde Pessoal na América Latina, ajudou a liderar a empresa por meio do crescimento sustentável e rentável em um ambiente de mercado dinâmico. Unindo esse cargo à gestão nacional dos negócios na Argentina, Reveco liderou e executou a estratégia da divisão de Tecnologia da Saúde na Argentina, por meio da entrega de serviços e tecnologias inovadoras na área da saúde, que engloba produtos e soluções para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares.

Natural do Chile, ele é formado em Ciências Contábeis pela Universidade de Santiago e tem MBA em Finanças Corporativas pela Universidade Gabriela Mistral.
Na posição de Diretor de Mercados Internacionais, Henk de Jong será responsável por promover o desenvolvimento dos negócios nos mercados internacionais da Philips, atuando em conjunto com líderes globais para assegurar a entrega das receitas de mercado e metas de lucratividade.

“Estou confiante de que David continuará a liderar a organização na América Latina em um caminho de crescimento constante”, disse de Jong. “Sua experiência e comprometimento contribuirão para avançar nossos esforços na consolidação de nossa liderança como uma empresa focada na saúde e no bem-estar na região”, acrescentou.

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Groundbreaking Crypto Start-Up, Internet of Coins, Launches Fundraiser on OpenLedger DC

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Internet of Coins (www.coinstorm.net) will launch their fundraiser on the OpenLedger Decentralized Conglomerate (DC) on March 21st 2017, in celebration of the first day of spring. Until the launch, investors can join the early bird offer and receive a 5% discount.

Essentially a wallet, Internet of Coins is a secure way to store cryptocurrencies and smart contracts, and trade them without centralized exchanges. With an easy-to-use interface to manage multiple coins and assets, users of Internet of Coins need no advanced technological knowledge to work with cryptocurrencies. Furthermore, the platform acts as an interface to smart contract systems, decentralized communications, and distributed notary functions.

Existing wallets will need no changes or adaptations to have their blockchains and value systems connected to this decentralized network.

Internet of Coins gives users the option to exchange currencies with anyone in the world, without dependency on a centralized third party. Compatible with every currency available, users can receive, send and swap, making fluid trades of value from and to any blockchain available.

The official token of the Internet of Coins platform, termed HYBRID, serves two main purposes. First, it provides a coherent store of value across multiple blockchains, diversifying risk. Second, it serves as the vehicle to swap value between the different chains they are registered on. This will allow users to exchange value without the need for a centralized external third party.

HYBRID tokens will be freely tradable after July 1st, 2017.

Joachim de Koning, Founder of Internet of Coins, explained, ‘From July 1st 2017, we will release the tokens to fundraiser participants. Tokens will be released on the user’s blockchain of choice. Due to the hybrid nature of the token, it can be used on multiple blockchains.’

‘We are inviting people to join us for our Livestream event, http://bit.ly/2mLX9eX, on March 20 at 6pm GMT where we will be presenting our platform and answering questions.’

The idea of Internet of Coins was conceived during the summer of 2014. It aims to create a decentralized, self-sustaining economy by implementing inter-blockchain connectivity.

De Koning continued, ‘Our goal is to make every cryptocurrency autonomously part of a large swarm of decentralized economic activity. We want to do this by enabling every cryptocurrency user to create hybrid assets that interconnect value systems and blockchains. The source code to make this possible will be open source, non-commercial and freely available, to enable the impartial establishment of the Internet of Coins.’

Ronny Boesing, CEO of OpenLedger, says, ‘The Internet of Coins is a great way for interlinking all digital forms of value in one place. Because you can swap digital assets and currencies, peer to peer, you also have the incredible opportunity to earn fees by participating. What we also love about Internet of Coins is the ‘easy to use’ interface which allows users existing wallets to be adapted with no changes or adaptations. In my opinion, this innovation is a need-to-have tool for crypto traders.’

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FAPESP e IBM divulgam resultado de chamada para pesquisas na área de computação cognitiva

A FAPESP e a IBM anunciaram o resultado da primeira chamada conjunta de propostas para o desenvolvimento de pesquisas na área de computação cognitiva, realizada na esfera do acordo de cooperação firmado em 2016 pelas duas instituições.

A partir de um comitê formado por representantes da Fundação e da companhia, foi conduzida a avaliação e seleção de projetos apresentados. Foram aprovadas oito propostas, que receberão até R$ 200 mil para aquisição de equipamentos, financiamento de bolsas de estudos e suporte para participação em eventos científicos. A duração dos projetos selecionados será de até dois anos.

Os projetos aprovados vão desenvolver pesquisas com foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como novos modelos de aprendizado de máquina, robótica cognitiva, lógica probabilística e ontologia computacional.

O acordo prevê o apoio ao desenvolvimento de pesquisas colaborativas entre pesquisadores da IBM e de instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo, com perspectivas de investimentos de até US$ 500 mil compartilhados entre a FAPESP e a multinacional.

Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da UFABC, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, da Escola Politécnica (Poli) da USP, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, e do Centro Universitário da FEI, campus de São Bernardo do Campo.

Para o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a parceria com a IBM é uma oportunidade para aumentar a pesquisa colaborativa em uma área de extrema relevância. “A parceria com a IBM permite à FAPESP oferecer a pesquisadores em São Paulo a oportunidade de colaborar com pesquisadores da empresa e receberem financiamento em propostas de pesquisa avançada em computação cognitiva, um dos temas mais importantes da atualidade. A visão estratégica da IBM para a pesquisa colaborativa coincide muito com a da FAPESP e, com seu centro de pesquisas em São Paulo, traz contribuição definitiva para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado”, afirma.

De acordo com o pesquisador sênior do laboratório da IBM Research no Brasil, Claudio Pinhanez, “o suporte à pesquisa científica e tecnológica em computação cognitiva no Brasil proporcionado pela parceria entre IBM e FAPESP é muito importante para a formação de uma geração de cientistas e profissionais plenamente capacitada a enfrentar a transformação que acontecerá nos próximos 20 anos graças a essas tecnologias”.

Lançada em julho de 2016, a primeira chamada dessa parceria teve como foco projetos de pesquisas em algoritmos e teoria de sistemas cognitivos, com o propósito de avançar a ciência e a tecnologia em áreas como inteligência artificial, visão computacional e processamento de linguagem natural.

O objetivo é criar a tecnologia a ser usada no futuro em sistemas computacionais capazes de processar e integrar diferentes tipos de dados, envolvendo aprendizado de máquina em grande escala, capacidade de raciocínio e reconhecimento de padrões complexos.

A relação dos projetos aprovados está disponível em www.fapesp.br/10836. Nos próximos meses deverá ser divulgada uma nova chamada de propostas para incentivo a pesquisas como essas.

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Como o vendedor pode saber mais que o Consumidor 3.0? – Por Luciano Sandoval

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Ser um vendedor bem sucedido dentro de uma loja é um grande desafio. Hoje ele não compete mais com a loja ao lado, mas com toda a internet. Mais de 76 milhões de brasileiros já têm acesso à Internet via smartphone e este pequeno aparelho pode representar o sucesso ou o fracasso de uma venda, mesmo para os bons vendedores.

O chamado Consumidor 3.0 não sai mais de casa sem saber todos os detalhes sobre o produto que deseja comprar. Ele faz pesquisas, compara preços e consulta pessoas de confiança através das redes sociais. Isso pode parecer um problema para as vendas, mas na verdade acaba guiando um consumidor num estágio muito mais avançado na sua jornada de compra para as lojas. As pessoas já chegam ao estabelecimento sabendo que ali vão encontrar uma determinada marca e modelo do produto que deseja. Já pesquisou suas principais características e tem uma boa noção de preço.

Segundo estudo desenvolvido pelo Google, Ipsos MediaCT e Sterling Brands, 71% das pessoas que utilizam seus smartphones para pesquisa on-line afirmam que estes dispositivos estão se tornando cada vez mais importante para a experiência de compra dentro das lojas físicas.

Com isso o vendedor não pode mais ter apenas as informações básicas sobre o produto, ele precisa ser realmente apaixonado por aquilo que está vendendo. Tem que conhecer a fundo todas as características e diferenciais do produto para conseguir convencer seu cliente a finalizar a sua compra. Nesse contexto, simpatia, disponibilidade para ouvir e entender o consumidor, paciência e agilidade também são fundamentais. Hoje o cliente de loja física não busca apenas o produto em si, mas toda uma experiência de compra. Ele quer se sentir bem dentro da loja, quer conversar com alguém interessante, debater os aspectos técnicos do produto comprado e, finalmente, sair da loja com a certeza de ter feito um bom negócio. Como o consumidor está cada vez mais conectado, tudo isso precisa ser feito baseado na verdade. Não adianta dizer para o consumidor que tem o menor preço do mercado, pois é muito fácil através de um smartphone, dentro da própria loja, descobrir se isso é verdade ou mentira.

Uma maneira de encantar o consumidor final é surpreendê-lo com informações melhores e mais completas do que aquelas que ele já traz de casa. As pessoas sentem-se mais confortáveis ao comprar de um especialista, que entenda não apenas da marca vendida, mas de todo o funcionamento daquele tipo de produto. Para isso, o vendedor precisa estar munido com um arsenal de informações que comprovem que aquele produto atende a necessidade do cliente.

Por mais dedicação que a equipe de vendas possa ter em aprender sobre o produto vendido, fatalmente vai chegar até a loja um consumidor que tenha estudado a fundo sobre o produto que deseja comprar. Em alguns momentos, ele pode até estabelecer uma espécie de “competição informal” para ver quem sabe mais sobre o item em questão. Por isso, uma boa alternativa é dar ao vendedor ferramentas de consulta que sejam exclusivas para a venda. Mais do que um aparelho com acesso à Internet, o vendedor precisa de um sistema móvel que acesse dados únicos, diferentes e inovadores. Informações que surpreendam o consumidor e que deem a ele a certeza de que essa é a melhor compra. Nesse sistema, o vendedor pode ter demonstrações de uso do produto, dados sobre o perfil das pessoas que já realizaram aquela compra e tudo mais que possa encantar o comprador. Com a atitude correta e dados certeiros, fica mais fácil conseguir concluir uma venda.

Para os vendedores que atendem o varejo, informação é vital. O Vendedor precisa não apenas conhecer o produto, mas informar ao seu cliente varejista como estão os preços da concorrência, como ele pode vender mais a categoria e o mais importante como ele pode obter melhor margem com seus produtos. O Comprador do Varejo está cada vez mais municiado de informações e se o vendedor não tiver acesso a informações ainda mais sofisticadas, ele fatalmente perderá a venda ou venderá menos. Hoje em dia, informações sobre preços, melhor execução, gestão da categoria, exposição correta, margem dos seus produtos e dos concorrentes, promoções mais efetivas e com retorno mais rápido, relação de mark-up entre os varejistas, entre outras, são cruciais na hora de alavancar vendas. Nenhum varejista atualmente compra para estocar e sim para vender!

Para vender para as novas gerações, os profissionais precisam se colocar na posição do comprador e entender sua realidade. Eles têm várias opções disponíveis e informações na palma da mão. Leve isso em conta e crie uma estratégia capaz de concretizar a experiência de vendas perfeita.

Luciano Sandoval, diretor de Marketing da MC1 – multinacional brasileira com foco em processos e inteligência de negócios utilizando a mobilidade como plataforma tecnológica.

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Google desvenda os 5 mitos sobre o Adwords que toda PME deve saber

Com base na economia digital atual, o empreendedor que estiver atento a jornada de compra e aos momentos nos quais seu cliente se encontra, durante a busca por um produto na internet, estará presente 24H em seu dia a dia.

As Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que investirem em soluções digitais têm no Google Adwords a possibilidade de um orçamento inicial flexível que se ajusta à realidade de qualquer empreendedor. O retorno de investimento para cada R$ 1,00, em média está entre R$ 3,40 e R$ 8,00, em lucros brutos de publicidade.

Para ajudar o empreendedor na tomada de decisão, o Google desconstrói os 5 maiores mitos sobre o AdWords e explica como pode ser simples na hora de planejar a divulgação de um site.

Mito 1
O AdWords funciona apenas para empresas que possuem uma grande verba de publicidade.

Não. O Google AdWords é uma ferramenta acessível para todas as empresas, e o que a diferencia de muitos outros meios de comunicação é a oportunidade de anunciar independente do seu tamanho ou orçamento. O que é importante ter em mente é que seu retorno será sempre baseado no seu investimento. Por exemplo, se você investir R$ 1.000,00 por mês no Google AdWords você terá um retorno X, se você investir R$ 10.000,00 por mês, muito provavelmente deve ter como retorno algo próximo a 10X. E quanto mais otimizada suas campanhas estiverem, maior será seu retorno.

Mito 2
Se eu anunciar no AdWords, tenho mais chances de ter minha empresa colocada na primeira página dos resultados orgânicos do Google.

É importante reforçar que existem mais de 200 fatores considerados para definir posicionamento de um site na busca orgânica – e anunciar no Google AdWords não é um deles. O benefício de possuir um anúncio pago é justamente ter a possibilidade de aparecer bem colocado em resultados de buscas que são relevantes para sua empresa, independentemente se você consegue uma colocação boa nos resultados orgânicos. A colocação do seu anúncio não tem relação com os resultados de SEO do seu website.

Mito 3
Quem paga mais aparece na frente

Em partes. Apesar do Adwords funcionar como um leilão – quem dá um lance maior tem mais chance de aparecer no topo – o valor é apenas um dos fatores considerados para definição da ordem dos anúncios. Além do valor que você está disposto a pagar por clique, também será considerado o índice de qualidade do seu site (e das suas campanhas), e a adaptabilidade do seu site a dispositivos móveis.

Mito 4
Se eu já anuncio no AdWords, quanto mais palavras-chave forem utilizadas, melhor

Não. O que importa é a qualidade das suas palavras-chave, não a quantidade. Além disso, quanto maior for a relevância entre seu anúncio, e suas palavras-chaves, mais resultado você deve ter – e isso independe de quantas palavras você cadastrou para ativarem seu anúncio.

Mito 5
Quanto mais pessoas visualizarem meu anúncio, melhor

Como em qualquer outra estratégia de divulgação, é importante ter seu público-alvo muito bem definido. No AdWords, isso não é diferente. É importantíssimo que você segmente suas campanhas para aqueles usuários que possuem sinergia com a sua marca e seus produtos. Isso muitas vezes significa aparecer para um universo menor de pessoas, mas ao mesmo tempo fará com que seu anúncio seja muito mais eficiente.

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Questor anuncia programa de canais para apoiar o crescimento de 30% em 2017

A Questor Sistemas Inteligentes, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país, está anunciando um novo programa destinado a ampliar o crescimento e o sucesso dos canais parceiros da companhia, em todo o país. A iniciativa faz parte da estratégia de expansão recém anunciada pela companhia que visa um incremento de 30% nos negócios em 2017 e alcançar um faturamento de R$ 135 milhões, até 2020.

O programa de canais é um dos investimentos estratégicos que a Questor está fazendo neste ano para impulsionar e suportar seu ecossistema de parceiros, além de buscar novas oportunidades de mercado. Atualmente, a empresa possui 62 revendedores distribuídos em todo o território nacional, sendo, cinco na região Norte, 11 na Nordeste, cinco na Centro-Oeste, 15 na Sudeste e 26 na Sul. De acordo com Jean Pitz, Diretor de Negócios e Canais da Questor, o plano é homologar dez unidades por ano até 2020, sendo destas, cinco na região Sudeste. Também são localidades prioritárias para a formalização de novos parceiros, a Zona da Mata, em Minas Gerais, e o estado do Rio de Janeiro.

“Nossa oferta de produtos e serviços pode contribuir muito com as empresas da região Sudeste, que vêm demonstrando carência por uma provedora preocupada também com os serviços, não apenas com sistemas, para aprimorar toda cadeia de relacionamento, área em que somos especialistas”, ressalta o executivo.

Além da homologação de novas revendas, a Questor quer apoiar e fortalecer os canais atuais e, para isso, criou um pacote de apoio em áreas como planejamento estratégico, gestão de talentos e treinamento. “Desta forma, conseguiremos intensificar a qualidade em nosso atendimento e relacionamento”, explica. A empresa está viabilizando também um processo de homologação e certificação técnica em nível nacional, para aprimorar a qualidade e a credibilidade da rede de serviços.

As novas unidades que passarão a integrar a rede de canais da Questor passarão por uma série de treinamentos de acordo com suas respectivas áreas de atuação. Revendas do segmento Contábil Outsourcing receberão um treinamento técnico (45 dias) e comercial (7dias). A Questor também apoiará estas empresas nas primeiras sessões de demonstração e nos três primeiros projetos, onde uma equipe ficará disponível para acompanhamento in loco. Para as revendas atuais, há um calendário mensal de treinamento e reciclagem e, a cada nova rotina ou alteração no software, videoaulas de todos os processos são disponibilizados em plataforma EAD.

O modelo de negócio da Questor é baseado em sua rede de canais, por isso a companhia prioriza o padrão de qualidade de seus processos e ferramentas de apoio para que o cliente sinta-se plenamente atendido, independentemente se pela matriz ou por um revendedor credenciado. “A difusão da marca só é possível com parceiros fortes, bem treinados, motivados e com visão estratégica. Por isso, buscamos empresas com qualidade técnica e ambição de crescimento, alinhadas à nossa estratégia de levar, de fato aos nossos clientes, soluções robustas e de qualidade”, finaliza Pitz.

Atuando desde 1985, a Questor Sistemas Inteligentes consolidou-se como uma das principais desenvolvedoras de software e soluções tecnológicas voltadas aos segmentos Contábil/Outsourcing e Empresarial do país. Com uma equipe altamente qualificada de 120 profissionais e 450 consultores em todo o território nacional, a companhia brasileira oferece soluções completas para otimizar a cadeia operacional, contábil, tributária e gerencial das empresas e escritórios contábeis, aumentando a produtividade, reduzindo custos e facilitando a tomada de decisão. Atualmente a tecnologia Questor processa 1,5 milhão de folhas de pagamento ao mês e seus clientes publicam mais de 7 milhões de documentos eletrônicos em nuvem por ano. Além disso, atende 350.900 empresas e possui 73.500 usuários ativos e uma taxa de 97% de satisfação entre seus clientes. Com sede em Chapecó – SC e em São Paulo, a Questor atende companhias de todos os portes, em todo o Brasil.

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Os smartphones se tornarão o controle remoto do mundo – Por Mario Mello

Sim, existem diversos apps para Android e iOS que “transformam” o smartphone em uma espécie de controle remoto da TV. Mas essa é apenas uma faceta, digamos, inusitada, quase folclórica, desses aparelhos que, a cada dia que passa, se tornam onipresentes no bolso e na bolsa de usuários e usuárias pelo planeta afora.

E essa onipresença tem mesmo razão de ser: hoje, falar ao telefone celular é o que menos se faz; ele vem se transformando em uma carteira eletrônica completa, verdadeira central de serviços financeiros, trabalho e lazer como nunca se viu. Para se ter ideia do que isso representa, basta dizer que algo que há uma década parecia pouco provável já está acontecendo. Segundo recente pesquisa do IBGE, os equipamentos móveis se consolidaram de vez como principais meios de acesso à internet no Brasil. De acordo com o Instituto, 92,1% do acesso à rede são feitos por esse tipo de equipamento no País – batendo, pela primeira vez, os computadores pessoais.

Isso porque o smartphone reúne uma série de características que têm tudo a ver com a geração dos Millennials – que está recebendo o bastão e dará as cartas pela próxima década, no mínimo. Trata-se de uma geração hiperconectada, preocupada com o uso inteligente de seu tempo e com a sustentabilidade em todos os aspectos da vida e que transformou as redes sociais na versão digital (e visceral) do “power to the people”.

Atualmente, é possível pagar boletos por meio dos aparelhos móveis (além de gerenciar suas contas bancárias e seus cartões de crédito e débito de forma online), comprar produtos e serviços (como o tíquete do estacionamento no shopping, combustível em postos sem nem sair do carro e diversos meios de transporte urbano), além, claro, de assistir a filmes e séries, adquirir ingressos para cinema, teatro e shows e atualizar seus perfis na web a qualquer hora e em qualquer lugar.

E nem entramos ainda na discussão sobre o que será o smartphone (fisicamente) no futuro próximo. De acordo com o que já estamos testemunhando, sua e-wallet terá formatos cada vez mais ergonômicos, será à prova de quedas, poderá ter opções com tela dobrável e que se pode vestir, como um bracelete high-tech, ou até implantado no corpo. O protótipo de uma versão “gelatinosa”, combinação de alumínio com resinas naturais, já está operante, embora ainda não à venda – e ela é capaz, inclusive, de se consertar sozinha.

O smartphone do futuro também reconhecerá (além da impressão digital e da íris) o rosto do usuário, avaliará seu humor, e trabalhará com comandos de voz diretos, sem qualquer tipo de digitação necessária. Ou seja, se tornará orgânico, parte das pessoas. Isso quer dizer que a expressão “estou me sentindo nu sem meu celular” fará sentido quase literal.

De volta à realidade, e aos números do estudo do IBGE, é bom saber que eles vão ao encontro da terceira edição da pesquisa PayPal/Ipsos, divulgada em novembro do ano passado, segundo a qual 17% de tudo o que foi comprado online no Brasil nos 12 meses anteriores teve como ponto de partida um smartphone. Em 2015, o mesmo indicador havia registrado 13%. Ou seja, quem adquire o aparelho passa a usá-lo para tarefas antes mais fáceis de ser executadas à frente de um PC. É, sem dúvida, a revolução dos devices móveis.

Mais uma prova de que o futuro pertence a eles é outro estudo contratado em 2016 pelo PayPal Brasil, este à Euromonitor International. De acordo com ele, até 2020, cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo inteiro serão assinantes de internet móvel. No Brasil, esse número deve bater os 250 milhões de usuários até o final desta década.

Também segundo a Euromonitor, hoje 100% da população brasileira está coberta por redes celulares; e 94% contam com alguma cobertura de rede 3G. Aliás, o Brasil é o segundo colocado na América Latina em termos de penetração da tecnologia de internet móvel – atrás somente da Costa Rica.

A verdade é que não importa se o smartphone como o conhecemos se transformará em um item vestível ou um holograma ou o que quer que a imaginação humana possa inventar. A única certeza é que ele já está se tornando indispensável como nenhum outro device jamais sonhou ser – e se tornará, cada vez mais, o controle remoto do nosso mundo.

Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina

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Ebanx economizou mais de R$ 7 milhões em dois meses com solução da Konduto

Com a utilização da tecnologia da Konduto, startup que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais, o Ebanx, grupo financeiro brasileiro que disponibiliza meios de pagamentos locais em e-commerce internacionais, obteve redução no índice de chargebacks e uma economia de mais de R$ 7 milhões em fraudes evitadas, em apenas dois meses de operação.

O Ebanx conta com mais de 10 milhões de consumidores brasileiros e intermediou mais de 60 milhões de transações ao longo de sua curta história. Devido ao crescimento exponencial da empresa no mercado nacional, os números de clientes e de transações processadas aumentaram significativamente. Por este motivo, surgiu uma nova preocupação: compras fraudulentas realizadas por meio de cartões de crédito clonados. Para evitar que isso ocorresse, o Ebanx passou a apostar nas soluções da Konduto.

Anteriormente, a análise de fraude das transações processadas pelo Ebanx passava por níveis de autenticação (validação de CPF, limites internos impostos pelo Banco Central etc) e checagem nas listas de contatos bloqueados, que eram feitas de forma manual. Por este motivo, a empresa não conseguia barrar ataques de fraudes com uma proporção maior.

“O processo de integração com a Konduto foi rápido. Imediatamente após a geração dos primeiros modelos de risco pudemos perceber o quanto a ferramenta foi assertiva, pois identificou a mudança de modo de operação dos fraudadores”, afirma Susan Pastega, gerente da área de risco do Ebanx.

O Ebanx foi fundado em 2012 na cidade de Curitiba com o objetivo de modificar a forma do consumidor brasileiro comprar pela internet. Com isso, o grupo financeiro quebrou enormes barreiras que dificultavam ou impediam que um cliente do Brasil realizasse compras em sites estrangeiros e passou a oferecer meios de pagamento locais, como o boleto bancário, em lojas virtuais do mundo inteiro. Alguns dos principais clientes são Spotify, PlayStation Network, AirBnB, AliExpress, Wish, dentre outros. Atualmente, a empresa opera em mais quatro países da América Latina: México, Colômbia, Chile e Peru.

“Antes de nossa atuação, um brasileiro só conseguia fazer compras em sites estrangeiros se possuísse um cartão de crédito internacional. A empresa ‘abriu as portas do mundo’ para o e-consumidor verde-amarelo e ainda permitiu que as compras fossem pagas no boleto bancário ou até mesmo parceladas. Sem necessidade de um cartão internacional”, ressalta Susan.

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Startup conecta tutores a pessoas que precisam de ajuda profissional e pessoal

Cada vez mais as pessoas procuram soluções que otimizem o tempo no dia a dia. Do outro lado, com a ajuda da tecnologia, startups buscam soluções que impactam diretamente os modelos de negócios tradicionais. É o caso da Thutor (www.thutor.com) que desenvolveu uma plataforma online que oferece serviços interativos para mapear o perfil de pessoas em busca de evolução pessoal e profissional e a partir do perfil traçado as ajudam, com uma espécie de mentoria, no caso deles chamado de “thutoria”, a atingir o objetivo desejado ou ajudar nos dilemas da vida, potencializando o indivíduo.

Como funciona

A plataforma disponibiliza um “thutor” – profissional treinado e capacitado para orientar as pessoas conforme suas necessidades que ajuda, por meio de interações semanais, no aprimoramento da inteligência emocional, autoconhecimento, habilidades técnicas e comportamentais.
O acesso à plataforma é todo online e pode ser feito de qualquer lugar. Um gestor ou empreendedor que deseja desenvolver sua liderança e está no exterior, por exemplo, pode entrar em contato com o seu “thutor” de lá mesmo. No caso de uma pessoa que deseja ser reconhecida e promovida no trabalho, o “thutor” vai aplicar sua experiência e vivência, além das técnicas disponíveis na plataforma para ajudar o cliente a ter mais foco, disciplina, responsabilidade e uma gestão mais humanizada, que são algumas das competências que líderes e empregadores procuram em bons profissionais.

“Com a correria do dia a dia, a Thutor, por ser uma plataforma digital, acaba quebrando a barreira do espaço físico e o paradigma da falta de tempo para resolver problemas, muitas vezes, pontuais, porque a pessoa pode acessar a plataforma pelo computador ou dispositivo móvel de qualquer lugar e fazer a thutoria ali mesmo”, explica Marcos Roberto Alves, um dos diretores da Thutor.

Filosofia de Gestão + Thutor

A plataforma tem como base a Filosofia de Gestão método criado por Márcio Fernandes, referência nacional em gestão de pessoas, que assumiu a presidência de uma grande empresa ainda jovem, aos 36 anos, e além de ser um dos líderes mais admirados do país, é apoiador da Thutor. Intuitiva, a plataforma tem uma navegação simples: o cliente se cadastra, responde um questionário que irá ajudar a mapear seu perfil e auxiliar o “thutor” a entender o problema ou meta para traçar um plano que atinja o objetivo desejado. Além da mentoria, com interação semanal com o “thutor”, a plataforma disponibiliza ferramentas de mapeamento e orientação, além de uma biblioteca multimídia disponível 24 horas com artigos, vídeos, e-books e etc. O atendimento é totalmente personalizado e confidencial e tem uma mensalidade de apenas R$ 89,90 com 50% de desconto no primeiro mês. A assinatura pode ser feita por meio do cartão de crédito ou boleto bancário e não tem qualquer tipo de multas ou burocracia no cancelamento da conta.

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