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SONDA anuncia estratégia de computação cognitiva para Utilities

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia a sua estratégia para o uso da computação cognitiva no setor de utilities. Focada inicialmente em empresas ligadas à distribuição de energia, a iniciativa é voltada para a automação do processo de atendimento ao cliente, como também para aprimorar as soluções já tradicionais destinadas a este mercado.

A proposta visa aplicar os conceitos da computação cognitiva em serviços mais recorrentes de atendimento ao público, tais como emissão de segunda via de boleto, pedido de ligação, medição de tensão, religação e alteração de data de vencimento. “São demandas mais latentes e que utilizam algo que está um pouco mais maduro na cognição, que é a conversação ou linguagem natural, como alguns fabricantes chamam”, explica Richard Natal, diretor responsável pelas iniciativas de cognição para Utilities da SONDA.

Além de apoiar o mercado de Utilities rumo à evolução digital, a SONDA quer promover os benefícios trazidos pela inteligência artificial sob a perspectiva de redução de custos, de diminuição de erros e de previsibilidade de resultados. “As concessionárias estão de olho em soluções que incentivam a economia financeira no setor de atendimento por conta dos altos custos gerados nesta área”, completa Natal.

Para se ter ideia, segundo o relatório do Information Services Group (IS), a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de cinco a dez vezes mais rápidos, utilizando 37% a menos os recursos, em média. Este impacto positivo impulsiona o setor e a estimativa é que até 2050, 80% das atividades realizadas por humanos sejam automatizadas. A SONDA ressalta que a sua iniciativa não subsistiu totalmente a mão de obra humana nos processos, mas isenta as pessoas de realizarem trabalhos repetitivos, além de criar novas necessidades na relação homem-máquina e, consequentemente, novos postos e funções de trabalho.

A nova frente contempla parte do plano de investimento da SONDA para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados para o biênio de 2016 a 2018.

Somente o núcleo de Utilities da Sonda compreende o atendimento de mais de 12 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 48 milhões de habitantes, um número que a habilita desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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LatAm Edge 2017 anuncia os seis finalistas

4 startups são brasileiras e irão para Londres disputar a final

Seis startups, 4 do Brasil e 2 do México, foram selecionadas para a fase final do Prêmio LatAm Edge 2017. As finalistas estarão em Londres no dia 11 de outubro para apresentar seus modelos de negócios aos jurados ingleses na sede do WeWork em Moorgate, que hoje é o maior WeWork do mundo.

Os finalistas são:

Brasil:

Round Pegs

DP6

Strider Agro

OMINIC

México:

ERN Resilios

Softtek

O prêmio de mais de £ 100.000 é composto por duas posições gratuitas em um espaço de co-trabalho do WeWork por um ano, serviços de contabilidade da Blick Rothenberg, marketing e PR pelo GrupoCASAUK, suporte legal pelo escritório jurídico Joelson, desenvolvimento de negócios no Reino Unido da Trade Horizons, campanhas digitais pela Eydos Digital, coaching por Sapovalova Coaching e pesquisa de mercado pela Talent Capital. Tudo isso gratuitamente durante um ano.

“Foi muito difícil decidir. Na minha opinião, se pudéssemos, teríamos escolhido pelo menos 9 para ir a Londres, mas o prêmio é muito seletivo. Então, os que estão nessa fase final já podem se considerar vencedores”, diz Sandra Sinicco, CEO do GrupoCASA e uma dos criadoras do prêmio. “É muito interessante ver que este ano temos setores como agricultura, Business Intelligence, Software, marketplaces e Inteligência Estratégica de Marketing bem diferente do ano passado quando contamos com soluções para Fintech, RH, Meio Ambiente e Organização Empresarial”.

Alguns números sobre os inscritos deste ano

Concorreram ao LatAm Edge Award deste ano, 60 empresas com mais de US$ 1 milhão de faturamento ou investimento.

Brasil, México, Chile e Peru tiveram o maior número de empresas registradas. As semi finalistas foram do Brasil, Chile e México.

Algumas empresas do Reino Unido, Moldávia, Israel e EUA também tentaram entrar na competição, mas foram desqualificadas por não terem operações na América Latina.

A maioria das empresas inscritas não está buscando funding e sim expansão internacional com os próprios recursos.

Entre os apoiadores do Prêmio estão o DIT, Departamento de Comércio Internacional do Governo do Reino Unido, a Blick Rothenberg, uma das maiores empresas de consultoria em contabilidade e aquisições de fusões da Inglaterra, British Airways, F6s, uma das plataformas mais avançadas de monitoramento e dados sobre empresas startups do mundo, a Talent Capital, uma empresa especializada em pesquisa de informações estratégicas para expansão comercial e contatos.

O vencedor terá à sua disposição a consultoria da Sapovalova Consulting liderada por Tamara Medina. Nascida no México e morando em Londres há 17 anos, Tamara conhece bem as duas culturas. “O meu desafio será preparar a empresa para chegar ao Reino Unido mediando as características, os riscos e as vantagens do mercado. Esta preparação é um passo decisivo para o sucesso do desenvolvimento nessa região “, comenta Tamara. Já a Eydos Digital ficará responsável pelas campanhas de marketing digital do vencedor e a Talent Capital com as pesquisas de mercado para fundamentar as estratégias de desenvolvimento de negócios elaboradas pela Trade Horizons.

O prêmio conta com o apoio do governo britânico, da Câmara de Comércio do Brasil na Grã-Bretanha, da Tech London Advocates, , da Start-Up Chile, das Câmaras de Comércio no Reino Unido do México, Colômbia, Chile, Brasil e Argentina e também a divulgação nos vários países latino-americanas feita pela rede LatamPR de agências latino-americanas de relações públicas. Entre as apoiadoras estão a BMR do Chile, Consulting de Comunicação da Guatemala, Innovarte da Colômbia, Smartcom (Venezuela e Panamá) e Percepción & Image do México.

Data da final: 11 de outubro de 2017
Local: WeWork Moorgate
Horário: 18:30 horas

A vencedora será anunciada após os pitches que durarão 5 minutos cada com direito a perguntas por parte da audiência. Teremos cerca de 20 jurados especialistas ingleses no evento.
Antes do evento as finalistas contarão com o apoio de mentores para preparar suas apresentações.

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Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?

A comScore, Inc. apresentou, no Expo Fórum de Marketing Digital, evento idealizado e promovido pelo Digitalks, um estudo global sobre tendências de consumo mobile, chamado “Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?”. Este novo relatório traça a evolução global dos smartphones e tablets até se tornarem a principal ferramenta digital de boa parte dos internautas, revelando comportamentos específicos pelos quais essas plataformas se tornaram importantes no cotidiano dos consumidores. O relatório considera dados do mobile e de múltiplas plataformas de nove mercados (EUA, Canadá, Reino Unido, Espanha, Itália, Brasil, México, China e Indonésia) para demonstrar tendências de audiência e consumo, além das diferen& ccedil;as regionais. Para baixar uma cópia do relatório, clique aqui.

“O tempo digital investido no mobile destaca a necessidade de uma medição que captura todas as formas de atividades nesses dispositivos,” disse Luciana Burger, Managing Director da comScore Brasil, durante sua apresentação. “Esse estudo ressalta a importância dos dados demográficos, da análise sobre o consumo dos aplicativos e das tendências comportamentais específicas de cada país de que os veículos, anunciantes e agências precisam para avaliar com eficiência as audiências mobile em um mundo cross-platform. Estamos animados com a ampliação dessa medição precisa do mobile para mais mercados nos próximos meses.”

O relatório, baseado em dados do conjunto de soluções da comScore que mensura as atividades no mobile e em múltiplas plataformas, abrange tendências importantes do mobile, incluindo o uso de aplicativos, targets demográficos e o acesso de múltiplas plataformas nas categorias como Mídias Sociais, Relacionamento Pessoal, Varejo, Serviços Bancários e Viagens, entre outras.

Os principais insights do estudo são:

– Os dispositivos móveis são responsáveis por mais de 60% dos minutos digitais nos nove mercados e por 91% na Indonésia.

– Os aplicativos dominam o tempo gasto nos smartphones e tablets, representando mais de 80% dos minutos do mobile em todos os mercados analisados.

– A porcentagem de consumidores que abandonaram totalmente o desktop varia drasticamente de acordo com a geografia – de apenas 7% no Reino Unido para 70% na Indonésia.

– O comportamento nas Mídias Sociais mudou em relação ao conteúdo. Na Espanha, o compartilhamento de conteúdos cresceu 11% em 2016, em relação a uma queda de -3% nas postagens de status pessoal.

– A conveniência do mobile fez com que as audiências de categorias como Serviços Bancários e Viagens, superassem as preocupações com segurança e ultrapassassem o desktop em muitos mercados.

– Os aplicativos mais utilizados são dominados por grandes players internacionais, mas as diferenças regionais causam impacto. Os aplicativos de troca de mensagens, como WhatsApp, Facebook Messenger, WeChat, QQ Instant Messenger e Line, são responsáveis por quase um dentre sete minutos em alguns mercados fora dos EUA, o que levou a uma queda na troca de mensagens via SMS.

Para baixar o relatório “Mobile & Maslow: Como o mobile supre as necessidades dos consumidores no digital?”, acesse www.comscore.com/por/mobile_maslow. Para saber mais sobre como a comScore pode ajudar você a ter sucesso em um mundo onde o mobile está em primeiro lugar, entre em contato em www.comscore.com/contact ou acesse http://www.comscore.com/por/Produtos/Analise-de-Audiencia/Mobile-Metrix.

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Foi dada a largada para o Programa Global Scholars da Cargill

A 5ª edição do Programa Global Scholars, desenvolvido pela Cargill, teve início entre os dias 21 a 24 de agosto, em evento que marca o primeiro encontro dos estudantes selecionados e seus mentores. O encontro contou com uma cerimônia de premiação dos alunos de nove universidades brasileiras que demonstraram excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança e receberão apoio financeiro e mentoria pelos próximos dois anos.

Além do valor de 2,5 mil dólares para auxiliar com quaisquer despesas relacionadas à vida acadêmica, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e um programa de mentoria com executivos da Cargill. Para participar, os alunos matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo apresentaram uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa.

João Marco Barros, aluno da Universidade de São Paulo (USP), foi um dos estudantes que tinha esse perfil e agora está participando do Programa Global Scholars. “Posso dizer que os seminários e a convivência com os outros nove estudantes têm agregado muito para minha vida. Entendi que ser líder é encontrar o equilíbrio entre se preocupar com o próximo e ao mesmo tempo atingir objetivos e metas. Certamente sairei dessa experiência muito mais preparado para enfrentar qualquer tipo de desafio”, afirma.

Do mesmo modo, a mentoria também é um dos grandes diferenciais na preparação para o mercado de trabalho. Essa foi uma das inspirações da Luana Rosa de Souza, da Universidade Federal do Paraná, “Quero me tornar uma embaixadora de tudo o que eu aprender aqui e espalhar o conhecimento que adquirir. O acesso a esse tipo de preparação e orientação com executivos de tanta qualidade me diferencia desde já”.

De acordo com Letícia Souza, gerente industrial da unidade de Rio Verde da Cargill, essa troca de experiências de crescimento pessoal e profissional é importante tanto para o aluno quanto para os mentores da Cargill. “No início ser uma mentora parece uma tarefa complicada, já que o conflito de gerações é evidente. Eles são ansiosos, inquietos, querem respostas rápidas e tem muita sede de aprendizado. Com o tempo você vai percebendo que são essas características que os tornam diferentes dos demais e é muito bom poder contribuir com quem tem esse perfil”, finaliza.

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Três tecnologias e treinamentos que garantem a integridade de dados virtuais

Ameaças virtuais se fazem cada vez mais presentes no cotidiano corporativo. Segundo levantamento realizado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), ao longo do ano passado o número de incidentes virtuais cresceu 274% no Brasil. Além disso, 39% das empresas apontam perdas financeiras em acidentes cibernéticos e 46% relatam impactos relacionados aos registros de seus clientes.

Com o aumento das ameaças, o investimento em segurança digital torna-se imprescindível. “Em meio ao cenário de tensão e medo que tem se espalhado pela rede, o tema da cibersegurança voltou com força total, expondo os desafios para tornar a internet um ambiente mais seguro para empresas e usuários. Profissionais graduados em Sistemas de Informação, com MBA de Gestão e Tecnologia em Redes de Computadores ou pós-graduação em Cyber Security são cada vez mais visados por grandes corporações”, afirma Prof. Rodolfo Avelino, Coordenador da Graduação em Redes de Computadores da Faculdade Impacta, instituição de ensino superior voltada para as áreas de Gestão, Design, Tecnologia da Informação e Mercado Digital.

Para André Iwase, gerente de TI da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações, além de funcionários capacitados, existem diretrizes que devem ser seguidas. “Para garantir a segurança dos dados, é preciso que algumas ações tornem-se parte da rotina das companhias. Adotar ferramentas de prevenção, para antecipar-se aos riscos, e investir em uma governança corporativa com foco na segurança com treinamentos regulares são algumas das ações que devem ser tomadas.”

Investimentos

“A segurança depende de um conjunto de fatores, que incluem aumento da frequência e detalhamento das auditorias internas e políticas empresariais com foco na prevenção. Para contribuir em todas as esferas, direcionar as iniciativas para a proteção e a manutenção dos sistemas é fundamental. Esse cenário nos levou a direcionamos 80% dos investimentos para a segurança da informação no último ano”, explica Iwase.

Soluções complementares

Utilizar ferramentas para complementar as plataformas da empresa pode ser uma saída para acrescentar camadas de segurança. No caso da Nimbi, startup que oferece soluções de tecnologia para supply chain, a escolha foi por uma solução do Google. “Atualizamos o sistema de segurança em nossos processos com o Google Authenticator, que ajuda a mitigar fraudes ao confirmar a identidade dos usuários por meio do envio de um token. Além de utilizarmos internamente, também disponibilizamos essa solução para nossos clientes”, comenta Rui David, diretor de TI da Nimbi.
Para o executivo, é preciso elaborar diretrizes de boas práticas internas, como o bloqueio automático das máquinas e o não compartilhamento de informações sigilosas por e-mail.

Migração para Cloud Computing

“Atualmente, utilizar soluções em cloud pode representar a diferença na blindagem das informações. Por isso, tivemos o cuidado de desenvolver nossa solução de ERP, como uma plataforma 100% na nuvem. Dessa forma, garantimos segurança das informações que transitam na ferramenta e facilidade para nossos clientes”, afirma Lauro Freire, sócio-diretor da BgmRodotec, fornecedor de tecnologia para transportadoras de cargas e passageiros.

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O ano dos marketplaces: shoppings virtuais impulsam crescimento do e-commerce

O mercado bilionário dos marketplaces cresce a cada dia e já é responsável por 25% do faturamento de todo e-commerce no Brasil, segundo Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Além do Mercado Livre – que cresceu 60% em apenas um ano no país -, outros grandes varejistas entraram na “briga” do setor, como a Magazine Luiza, Netshoes e Via Varejo. Recentemente a Amazon também anunciou o lançamento de um marketplace de livros no país.

Só o Mercado Livre transaciona mais de R$ 10 bilhões por ano no Brasil, o que mostra a importância e bom momento do segmento. “Mesmo com a recessão, o marketplace é o setor que mais cresce dentro do comércio eletrônico e em 2016 foi responsável por impulsionar as vendas online”, explica Frederico Flores, especialista em marketplaces e CEO da Becommerce – maior plataforma de gestão para marketplaces do Brasil com mais de 2.500 clientes que transacionam juntos R$ 2,5 bi ao ano.

Mercado Livre Experience

Durante o Mercado Livre Experience – maior evento de marketplaces da América Latina – que ocorre dia 02 de setembro, no São Paulo Expo, será possível conhecer inovações que ajudam no crescimento do setor, como a Becommerce (www.becommerce.com.br) – sistema criado exclusivamente para facilitar a vida de quem vende nos chamados shoppings virtuais.

Uma das ferramentas disponíveis na plataforma permite responder todas as dúvidas dos clientes 24 horas por dia – sem intervenção humana. Além disso, o sistema monitora o preço da concorrência e diminui o valor dos seus produtos automaticamente, caso outra loja faça uma oferta. De acordo com levantamento feito este ano, o crescimento médio de vendas dos clientes que passam a usar a solução é de 30% já no primeiro ano.

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Game of Thrones e as ameaças reais – Por Daniel Junqueira

Na série mais popular da HBO, “Game of Thrones”, diversas famílias seguem a busca pelo poder de governar os Sete Reinos. Da mesma forma que o personagem Daenerys Targaryen lidera seu exército (e seus dragões) e se prepara para a batalha, e que Cersei Lanniester reivindica o Trono de Ferro, por ser a única rainha verdadeira, vazamentos de informação ameaçam seus destinos.

Em um exemplo de vida imitando a arte, hackers roubaram recentemente 1,5 terabyte de dados da HBO, incluindo episódios completos de séries populares, como “Ballers” e pelo menos um script dos próximos episódios de “Game of Thrones”. Os ladrões também roubaram documentos internos da empresa e informações dos funcionários da HBO. Alguns desses dados já foram compartilhados online.

Mas a HBO não foi a única vítima. As manchetes estão cheias de companhias que tiveram dados e informações roubadas, incluindo dados dos clientes, de funcionários, sobre produtos confidenciais, entre uma lista infindável de violações.

Para saber como se prevenir de roubo de dados, como o ataque à HBO, é importante primeiro entender as diferentes formas de roubos. A violação de dados pode ser física ou digital. O vazamento físico acontece quando alguém (funcionário ou não) transfere os dados corporativos para um USB e sai da empresa com as informações, ou quando alguém transfere arquivos através de uma rede não autorizada.

Uma invasão ‘sobre os fios’ ou over the wire aos dados de uma empresa pode ocorrer em vários graus de complexidade, duração e esforço. Exploits que dão acesso a conteúdos empresariais roubados podem ser tão simples quanto tirar proveito de medidas de segurança fracas.

Outros métodos usados para roubar dados incluem spear-phishing ou profundo acesso à rede da corporação ou à conexão de subsidiadas ou de parceiros. Se o principal ataque acontece através de um intermediário ou um sistema comprometido, há um fator delicado que o invasor pode considerar ao definir o nível de extração de dados. Quanto mais longa for a invasão, maior é chance de ser descoberto ou perder acesso sem aviso devido a atualizações do sistema comprometido. De qualquer maneira, se o invasor enviar uma grande quantidade de dados muito rápido pode levantar suspeitas e gerar alertas em soluções de segurança.

Então como as companhias podem evitar que estes tipos de violações aconteçam?

Quando se trata de prevenir violações e vazamento de informações, análises e clareza são fundamentais e podem ajudar a detectar a extração de dados. Soluções de telemetria detalhada e com boas análises são a chave para o monitoramento de tráfego de dados que estão saindo da rede e também podem detectar fluxos/comportamentos fora do padrão. A partir daí, eles alertam sobre o que está acontecendo e agem para interromper as atividades maliciosas.

Quando acontece uma extração rápida dos dados de uma rede, o administrador de TI pode utilizar soluções de segurança que estabelecem regras que interrompem o tráfego em situações extremas ou estabelecer preventivamente políticas que limitam o fluxo de dados. Além disso, sistemas com Prevenção de Perda de Dados (DLP) que utilizam Protocolo de Adaptação de Conteúdo (ICAP) para conectar à rede também contribuem para prevenir a extração de dados não-autorizados.

Portanto, procure por ferramentas que possam analisar a rede em tempo real, mesmo o tráfego criptografado, porque como diz Cersei “quando você está no jogo dos tronos, ou você ganha ou morre”.

Daniel Junqueira é gerente de Engenharia de Sistemas da América Latina para A10 Networks, empresa de Serviços de Aplicações Seguras.

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As quatro iniciativas que mais importam para o desenvolvimento de lideranças

O mundo corporativo sempre precisou de líderes que conseguissem visualizar, com antecedência, desafios emergentes e tomassem as decisões organizacionais necessárias e no tempo adequado. Esta necessidade, nos últimos anos, aumentou significativamente ante o quadro em que disrupção e digitalização estão remodelando a economia global. Contudo, as empresas ainda enfrentam desafios na preparação de seus líderes.

A última pesquisa da McKinsey sobre este tema – McKinsey Leadership-Development Survey, 2016 – mostrou que somente 11% dos mais de 500 executivos entrevistados em todo o mundo concordaram ‘fortemente’ com a afirmação de que suas intervenções pró-desenvolvimento de lideranças alcançavam os resultados almejados. Quando questionados sobre em que circunstâncias estes programas seriam ou não efetivos, a conclusão deles é que não existe uma “bala de prata” que sozinha faça a diferença entre sucesso e fracasso. Na verdade, os executivos apontaram que mais de 40 ações tiveram de ser tomadas para aumentar as chances de sucesso deste tipo de programa para 80%.

A McKinsey detectou que quatro conjuntos de iniciativas são os que contam mais para o desenvolvimento de líderes – e devem, portanto, ter a atenção dos CEOS. Como pano de fundo para sua implementação, há o papel central que a tecnologia tem desempenhado como instrumento facilitador deste processo.

Os quatro conjuntos de iniciativas são os seguintes:

1. Concentre-se nas mudanças que importam
Os esforços de desenvolvimento de liderança devem estar calcados nos imperativos estratégicos das empresas. É preciso traduzi-los ainda em prioridades de desenvolvimento para cada gerente e deve haver empatia da empresa ante o grau de mudança exigido.

2. Faça com que o desenvolvimento de líderes se transforme em uma jornada organizacional
Os esforços de desenvolvimento de liderança devem alcançar toda a organização, e não ficarem restritos a um conjunto de pessoas. Programas curtos, esporádicos e fragmentados são menos efetivos.

3. Desenhe novos modelos de formação
Fuja do tradicional modelo “professor e sala de aula” até hoje tão em voga. Com o uso da tecnologia, é possível maximizar o impacto de tudo o que é ensinado e aprendido – ampliando a disseminação do conhecimento.

4. Acolha as mudanças em seu dia-a-dia
Os esforços de desenvolvimento de liderança sempre falham quando seus participantes aprendem coisas novas e promissoras, mas se deparam depois com uma empresa rígida e resistente a mudanças. As corporações precisam se preparar para adaptar sistemas, processos e cultura interna para acolher uma liderança transformadora.

Para obter mais informações sobre o assunto, acesse o link: http://www.mckinsey.com/brazil/our-insights/whats-missing-in-leadership-development/pt-br

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O futuro da economia digital é, realmente, digital?

O futuro da economia digital, também chamado de Nova Economia, terá impacto em toda a economia mundial. Renato Osato, vice-presidente da Amdocs para a América Latina e Caribe, apresentou esse tema, recentemente, em um evento para o mercado de telecomunicações na República Dominicana, onde levantou a seguinte questão: o futuro da economia digital é realmente digital?

Em sua apresentação, Osato observou que o mercado de comunicações é moldado por três pilares principais: economia, tecnologia e clientes digitais. Essas tecnologias, abertas e escaláveis, possuem capacidade de facilitar a transformação dos negócios e dos clientes. Estatísticas mostram que, atualmente, metade dos novos serviços digitais das Provedoras de Serviços de Comunicação (Communication Service Providers/ CSPs) são provenientes de parcerias e investimentos e, para que as empresas possam sobreviver, é necessário que esse cliente digital receba serviços personalizados especificamente para eles que são, essencialmente, mais complexos que antes.

Dados mostram que, até 2020, os clientes gerenciarão 85% de suas relações com empresas sem qualquer interação com um ser humano e a pessoa média terá mais conversas com “bots” do que com seus cônjuges.

Por isso, as CSPs estão buscando, de maneira agressiva, sua transformação em provedoras de serviços digitais e seu foco em conteúdo indica que elas entenderam que para atingir esse patamar, precisam se tornar players nesse novo momento de economia digital. Isso significa que essas empresas precisam entregar serviços que são vendidos e consumidos digitalmente – e um desses serviços é exatamente: conteúdo.

Este movimento, no entanto, está apenas começando em nossa região. Aqui, 52% das CSPs dizem que estão iniciando a implementação dessas soluções e que ainda estão nos estágios iniciais desse processo. Além disso, o executivo também ressalta que alguns desafios estão dificultando a verdadeira transformação digital, como a explosão de novos serviços e a complexidade dos novos processos envolvidos.

Ainda assim, Osato acredita que seguir esse movimento na direção certa vai ajudar as CSPs a reterem a lealdade de seus clientes e vai permitir que as companhias consigam um Net Promoter Score mais alto.

Para acessar a apresentação completa de Renato Osato durante o evento, clique aqui.

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Atos forma aliança com Dell para revenda mundial dos servidores Bullion

A Atos, líder mundial em transformação digital, fortalece o seu relacionamento com a Dell EMC por meio de um novo acordo de distribuição, segundo o qual a EMC revenderá os servidores de ponta x86 de 8 a 16 processadores da linha Bullion da Atos. Esse novo acordo se alinha com o objetivo de ambas as empresas de acompanhar seus clientes em sua transformação digital e apoiar a massiva “datatização” de seus negócios.

Os servidores Bullion são certificados pela SAP e pela Oracle e completam o portfólio de servidores PowerEdge avançados da Dell EMC. Ambas as empresas trabalharão em estreita colaboração nas atividades de vendas e marketing para fornecer soluções de alto desempenho nas áreas de Big Data, Internet das Coisas, desenvolvimento de nuvens privadas e soluções SAP HANA. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo na colaboração contínua entre as duas empresas.

“A Atos mostra o seu compromisso ao trabalhar com os melhores parceiros tecnológicos do mundo para oferecer tecnologia de ponta a seus clientes. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo adiante no relacionamento entre a Dell EMC e a Atos”, explica o vice-presidente executivo e Chefe de Operações Globais da Atos, Eric Grall. “O objetivo dessa parceria é apoiar nossos clientes em sua transformação digital com soluções de alta qualidade, inovadoras e líderes de mercado”, diz.

“Nos últimos anos, a Dell EMC e a Atos têm trabalhado juntas, combinando os servidores Bullion e as soluções de armazenamento unificado da Dell EMC, para fornecer aos nossos clientes uma solução líder para a implantação de projetos SAP HANA de missão crítica. A inclusão do Bullion complementa o portfólio da Dell de servidores PowerEdge líderes da indústria para hospedar as cargas de trabalho mais críticas com alto desempenho, confiabilidade e escalabilidade”, finaliza Ravi Pendekanti, Vice-Presidente Sênior da Divisão de Soluções de Servidores da Dell EMC.

Mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo

A linha de servidores Bullion foi amplamente adotada por empresas e governos, principalmente na Europa, América do Norte, África e Brasil. Devido às suas características únicas, o Bullion apoia a transformação digital de muitos clientes e oferece:

• Capacidade de memória excepcional de até 24 terabytes, para aplicações de Big Data, em memória e em tempo real.

• Superior escalabilidade, disponibilidade e operacionalidade, que o tornam a plataforma de expansão ideal para aplicativos empresariais e bancos de dados em memória muito grandes.

• Redução do Custo Total de Propriedade (TCO) de até 35% para grandes Data Lakes e clusters virtualizados em projetos de consolidação de bancos de dados,

• Certificação oficial SAP e Oracle,

• Alternativa tecnológica com menor custo de software em Sparc e HP-UX.

O Bullion faz parte das infraestruturas de suporte de dados intensivos e tempo real do Atos Codex, um conjunto completo de soluções e recursos para o projeto, desenvolvimento, operação e proteção de dados inteligentes e serviços empresariais cognitivos, plataformas de dados e Internet das Coisas.

Disponibilidade

A Atos é uma das poucas empresas do mundo a oferecer uma plataforma de mais de 8 terabytes totalmente certificada pela SAP e pela Oracle. Os servidores Bullion estão definindo um novo padrão da indústria para a computação empresarial de ponta, oferecendo valor em tempo real nos volumes de dados em rápido crescimento. Os servidores Bullion já estão disponíveis na Dell EMC. Para mais informações sobre o Bullion, acesse aqui.

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada na última quinta-feira (24), na sala dos conselhos do MCTIC, Ruben Delgado e Diônes Lima foram reeleitos como presidente e vice-presidente da entidade para o período 2017/2018.

“Os últimos dois anos foram marcados por uma crise e recessão em âmbito nacional que afetou toda a Rede Softex, contudo conseguimos com todo o apoio dos parceiros e conselheiros manter as atividades relevantes para o Setor e participar de discussões decisivas para o futuro do país, tais como a desoneração da folha, a regulamentação do investimento anjo, a defesa da Ciência e tecnologia junto ao congresso. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável junto com a Rede Softex, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado, Presidente – Softex.

O vice-presidente executivo, Diônes Lima, continuará a conduzir a execução de projetos e operações da Softex. “Foram 2 anos de muita discussão junto ao poder público e sociedade civil para a manutenção de projetos relevantes para o País, como o Brasil Mais TI que tem como foco a atração de jovens para as carreiras de TI e o Startup Brasil que tivemos um importante papel de defender junto a várias instâncias do poder público o retorno do projeto. Nesta gestão seguiremos com fortes parcerias, como a expansão da ações da Softex em regiões que ainda não possuem atividade dos agentes Softex, bem como um importante projeto que logo será anunciado com o foco na aproximação entre Empresas, ICTs e Startups.”, destaca.

Para os próximos dois anos, o plano de trabalho da diretoria inclui ainda atuação em projetos de P,D&I que estimulem a competitividade das empresas brasileiras frente aos novos desafios tecnológicos, o aumento do número de empresas atendidas pela Rede Softex, um trabalho de aproximação da indústria tradicional com o setor de TI e especificamente startups; estímulo à internacionalização de novos negócios utilizando a experiência de 20 anos de exportação da Rede Softex; a retomada das discussões sobre modelos estruturados para a competitividade do setor e fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco nas tendências tecnológicas.

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Ticket é a primeira empresa de benefícios que permite pagamento via aplicativo Samsung Pay

A Ticket, empresa pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação, sai na frente mais uma vez e adere a uma das tendências de mercado, o pagamento via smartphone, que dispensa o uso de cartões físicos. A empresa fechou parceria com uma das mais modernas plataformas de meios de pagamentos móveis do País, o Samsung Pay. A nova solução será válida para os colaboradores que utilizem os cartões: Ticket Restaurante, Ticket Restaurante RH, Ticket Alimentação, Ticket Alimentação RH, Ticket Alimentação Natal, Ticket Cultura, e que tenham aparelhos compatíveis da Samsung: Galaxy S8/S8+, S7/S7 Edge, S6 Edge Plus, Note 5, A9, A7 (2016/1017) e A5 (2016/1017) e o Relógio Gear S3.

O sistema funcionará da seguinte forma: o colaborador cadastra os seus cartões Ticket no aplicativo Samsung Pay e no momento do pagamento, libera o uso com a biometria e aproxima o celular da máquina de cartão para validar a transação. O Samsung Pay para a Ticket funcionará com transmissão magnética segura (MST, na sigla em inglês), que é um dos sistemas mais seguros para esse tipo de transação financeira. Essa tecnologia permite o pagamento em todos os pontos de venda (POS, em inglês) credenciados Ticket.

A solução de pagamento móvel é impulsionada por duas tecnologias de ponta da Gemalto, parceira da Ticket e da Samsung Pay nesta iniciativa. Uma aplicação de pagamento móvel (PURE), que oferece os benefícios do cartão EMV para qualquer emissor de marca própria (Private Label) e uma infraestrutura já conectada, globalmente, ao Samsung Pay, viabilizando a digitalização dos cartões da Ticket.

O comerciante será beneficiado com o Samsung Pay pela agilidade e segurança nas transações que o aplicativo gera. Não será necessário o uso de aparelhos ou recursos adicionais. O cliente continuará com o mesmo processo de digitar a senha na máquina de cartão e a receber os comprovantes de pagamentos. A transação é feita pela rede da operadora, que transfere os valores ao comerciante.

A novidade promete facilitar o dia a dia dos usuários Ticket. “Simplificar e facilitar a vida dos empregados, dos comerciantes e das empresas é a base do nosso trabalho. Com o pagamento móvel, a Ticket sai na frente e confirma, mais uma vez, ser uma empresa dinâmica, atenta às novidades do mercado, oferecendo mais rapidez, agilidade e segurança no pagamento, além de tornar esse processo mais sustentável”, afirma Marília Rocca, Diretora-Geral da Ticket.

“A infraestrutura da Gemalto permitirá o uso dos cartões Ticket no Samsung Pay através de pagamento móvel MST, possibilitando que os usuários se conectem com a crescente base de cerca de 2,5 milhões de terminais POS habilitados com esta tecnologia no Brasil”, conclui Diego Schpilberg, Vice-Presidente, Bancos e Pagamentos, América Latina, Gemalto.

Sobre a Ticket

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Magic Software anuncia plataforma de integração de APIs para Fintechs e IoT

A Magic Software, fornecedora de plataformas de desenvolvimento e integração de aplicações empresarias, anunciou a liberação das funcionalidades da sua plataforma Magic xpi para a integração entre APIs (Application Programming Interface). Projetos de Internet das Coisas e Fintechs são beneficiados pela criação de ambientes de gestão e de comunicação entre APIs, criadas para entregar serviços via dispositivos e serviços conectados, além da ferramenta oferecer ambiente de desenvolvimento, customização e atualização contínua.

O anúncio da Magic Software acompanha a evolução do número de projetos IoT e Fintechs no mercado e é acompanhado de um conjunto de serviços de apoio aos projetos locais, facilitando o trabalho das empresas brasileiras que pretendem colocar em prática suas novas ideias no ambiente de negócios. A plataforma Magic xpi permite conectar as informações entre as APIs, sensores, equipamentos e também com os sistemas de negócios ERP, CRMs, aplicações MES (Manufacturing Execution System), Supply Chain, ente outras, facilitando aos gestores dos projetos o acesso aos dados em tempo real.

“As APIs viabilizam a comunicação entre serviços a partir de ambientes tecnológicos distintos e quando necessitamos conectar uma API à outra, em geral, existe um esforço de desenvolvimento significativo para realizar esta comunicação. O Magic xpi reduz drasticamente o tempo de criação desta interface, oferece capacidades de orquestração e automatização de processos, inserindo lógica de negócios nessa comunicação, além de oferecer um ambiente de monitoramento, fundamental para a operação. Com isso, ganha-se maior eficiência, qualidade e velocidade na entrega dos projetos de integração”, afirma Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil.

Segundo o executivo, a integração entre diversos sistemas para a troca de informações por meio das APIs já vem ocorrendo em larga escala em diversos setores e os recursos da plataforma Magic xpi tem elevado a capacidade de execução e diminuído o risco de projetos de integração por parte de seus parceiros e clientes. “A proposta do Magic xpi é reduzir significativamente a complexidade deste trabalho”, enfatiza o executivo.

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Automação agrícola para todos é o desafio – Por Daniel Zacher

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.

Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas

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Reforma Trabalhista – como fica o home office

Uma das grandes novidades em relação a Reforma Trabalhista é a instituição nas leis do trabalho da possibilidade do home office (ou teletrabalho como também é conhecido). Não existia na CLT esse modelo de trabalho e a mudança incorpora esse novo método de prestação de serviços no qual o trabalhador pode trabalhar de casa ou outro ponto que seja adequado.

“Essa pode ser considera uma das principais modernizações da mudança que passará a ter validade em novembro desse ano. Ocorre que na criação da CLT não se tinha nenhuma perspectiva para esse modelo de trabalho, mas a modernidade e tecnologias possibilitam esta evolução, sendo primordial a legislação se adequar”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Importante observar que a legislação exclui a necessidade de controle de jornada de trabalho (8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais). Mas, mesmo com a regulamentação são muitas as dúvidas e a Confirp preparou um material que aborda os principais pontos:

• A prestação serviço será feita preponderantemente fora das instalações do empregador;

• Ser executado com a utilização de tecnologia e de comunicação que não se constituam como trabalho externo;

• A realização de atividades especificas que exijam a presença do empregado nas instalações do empregador não descaracterizará o regime de home office;

• Esse regime de trabalho deverá ser formalizado em contrato individual de trabalho, especificando as atividades que serão realizadas;

• Poderá ser realizado alteração do regime presencial para home office desde que haja mutuo acordo entre as partes, registrado em aditivo contratual;

• Poderá ser realizado alteração do regime de home office presencial por determinação do empregador, porém deverá ser o empregado comunicado com prévio aviso de 15 dias e aditamento do contrato de trabalho;

• As disposições referentes a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento de equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada, bem como reembolso de despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato escrito. Sendo certo que tais reembolsos, quando houverem, não integrarão na remuneração do empregado;

• O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes.

“O home office já era praticado em todo o Brasil, já existindo uma resolução sobre este tipo de atividade. Entretanto, houve então um avanço na legislação. Contudo existe uma grande preocupação com a proteção do trabalhador que não se encontra de forma direta sob a supervisão do empregador”, explica Domingos.

Essa, mudança proporcionará uma segurança muito maior para empresas e trabalhadores, sendo que muitos já buscavam esse modelo de serviço, mas esbarravam no medo das empresas em não estarem de acordo com a lei.

“Será um benefício para os trabalhadores, que poderão perder menor tempo de deslocamento, principalmente em grandes metrópoles e para as empresas que poderão também minimizar os custos. Esse com certeza é um dos pontos da lei que tem tudo para ser um sucesso”, finaliza Domingos

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Entenda como os serviços financeiros SaaS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Por Patrick Negri

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução.

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo.

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri é CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

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Empresa familiar: mera herança ou degrau para expansão?

Não é segredo que, para progredir, toda empresa precisa de um bom sistema de gestão e, principalmente, um gestor preparado para liderar pessoas e conduzir o negócio. Nas empresas familiares, em que muitas vezes os membros da família se dividem na ocupação de cargos existentes na companhia, esse cenário pode se tornar confuso. Principalmente quando os sucessores ainda estão se preparado para assumir novas funções. Com isso, a alternativa cada vez mais utilizada pelas empresas familiares é a contratação de gestores externos, fora do círculo familiar.

Para o diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, Eduardo Valério, a profissionalização das companhias pode trazer vários benefícios, desde que seja bem estruturada. Segundo ele, entre as vantagens de trazer um profissional com experiência de mercado à empresa familiar estão “a oportunidade de deixar o sucessor se preparar e ter a chance de escolher se quer assumir o negócio ou não; a geração de valor e de credibilidade da empresa perante o mercado”.

A profissionalização é uma tendência. Entre os projetos atendidos pela GoNext, a estimativa é que 25% das empresas familiares contam com gestores externos na administração dos negócios. Valério aponta que entre os principais motivos para trazer um profissional de mercado à gestão estão a falta de interesse dos sucessores no cargo ou inexperiência na função pretendida e um grande intervalo de sucessão, que pode gerar um distanciamento de gerações, com herdeiros ainda muito jovens para gerir a empresa.

Seja qual for o motivo para optar por um executivo de mercado, é importante fazer com que a entrada desse profissional seja realizada de forma responsável. De acordo com Valério, o executivo precisa, comprovadamente, ter experiência no cargo e estar preparado para que, possivelmente, sua passagem pela empresa seja breve. O especialista afirma que não é raro ver que, após um determinado tempo, um ou mais sucessores sentem-se preparados para assumir a direção dos negócios, colocando em cheque o cargo de liderança do profissional anterior. “Caso o herdeiro retorne ao cargo ou opte pela gestão mista, quem ganha com isso é a empresa familiar, que se torna mais sólida e estruturada para continuar atuando no mercado de forma sadia e bem controlada”, avalia Valério.

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PagSeguro lança solução TEF e amplia atuação no mercado

O PagSeguro, solução completa para pagamentos online e presenciais do grupo UOL, amplia seu portfólio ao lançar o PagSeguro TEF (Transferência Eletrônica de Fundos). A solução é indicada para estabelecimentos que precisam transacionar com agilidade, como supermercados, hipermercados, farmácias, postos de gasolina, lojas de departamento, entre outros.

Além de operar com os principais PinPads do mercado, o PagSeguro TEF oferece facilidade de controle e gestão do negócio, disponibilizando em sua plataforma relatórios em tempo real de todas transações: por loja, por dia, por PDV ou por bandeira, por meio de Conciliação Integrada e Extrato Eletrônico gratuito.

“O PagSeguro contribuiu para a inclusão financeira dos brasileiros ao oferecer aos pequenos e médios empreendedores opções de venda com cartões de crédito, débito e refeição. Agora, estamos ampliando nossa atuação e agregando soluções em pagamentos para clientes que transacionam volumes maiores em curto espaço de tempo, com segurança, controle e gestão do negócio”, diz Juan Fuentes, diretor geral do PagSeguro.

Com planos e serviços que proporcionam mais autonomia na gestão de recebíveis, o empreendedor pode optar entre sete domicílios bancários, incluindo o recebimento pelo Cartão Pré-Pago PagSeguro.

Assim como todos os produtos do PagSeguro, o PagSeguro TEF não cobra aluguel, taxa de adesão nem taxa mensal de conectividade, além de aceitar as principais bandeiras de cartão do mercado: Master, Visa, Elo e Hipercard e Hiper, além de vouchers como Ticket, Sodexo e VR.

Funcionamento PagSeguro TEF

No PagSeguro TEF, as vendas do estabelecimento são feitas por meio dos PINPads que capturam as informações do cartão do consumidor. Assim, o concentrador de TEF recebe a transação e envia para a aprovação do PagSeguro, que realiza o processamento junto às bandeiras e responde em segundos ao estabelecimento.

O varejista pode escolher ainda entre os principais modelos de PINPads do mercado, que permitem capturar todos os cartões em uma única máquina aparelho e já são integradas ao sistema de automação.

O lançamento do PagSeguro TEF acontece hoje, simultaneamente, nos eventos LATAM RETAIL SHOW, o mais qualificado evento para o varejo, e APAS NEXT, evento de tecnologia e inovação supermercadista, com demonstração do produto nos estandes.

Para mais informações, acesse: pagseguro.com.br/tef.

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