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Observatório ACATE mostra que setor tecnológico fatura R$ 15,5 bilhões em Santa Catarina

Com R$ 15,5 bilhões em faturamento, o setor de tecnologia já representa 5,6% da economia de Santa Catarina. São 12,3 mil empresas, com receita média de R$ 1,255 milhão, mais de 16 mil empreendedores e aproximadamente 47 mil colaboradores. Esses números foram extraídos do Observatório ACATE — Panorama 2018, estudo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com a Neoway, lançado na última quarta-feira (11) durante cerimônia de recondução da atual diretoria da entidade para os próximos dois anos.

Segundo o presidente da Associação, Daniel Leipnitz, o Observatório ACATE nasce para ser um ambiente que reúna as informações e dados atualizados, bem como futuros estudos e análises setoriais. O Panorama 2018, como primeiro estudo, busca apresentar o posicionamento dos polos tecnológicos catarinenses em relação aos demais do Brasil. “Queremos deixar à disposição da sociedade dados de alto nível atualizados sobre o setor de tecnologia e com esses números contribuir para direcionar políticas públicas de melhoria do setor, buscando ainda mais inovação,” explica Leipnitz. O projeto tem o apoio e cooperação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), com compartilhamento de informações entre as instituições e seus observatórios setoriais, e contará com um espaço físico no Centro de Inovação ACATE — Primavera, em Florianópolis (SC).

O ecossistema inovador de Santa Catarina

Quando a ACATE foi fundada, em 1986, eram 129 companhias do segmento em SC — ou seja, o crescimento foi do setor foi de quase 10.000% em pouco mais de 30 anos. Hoje o estado é o terceiro maior do Brasil em densidade de colaboradores (relação entre o número de pessoas que trabalham no setor de tecnologia por 100 mil habitantes), perdendo apenas para o Amazonas e o Distrito Federal. Em faturamento médio, ocupa a quarta posição.

Entre 2015 e 2017, o número de empresas catarinenses de tecnologia subiu 3,42%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas regiões Serrana e Oeste, que tiveram um aumento de 10,44% e 4,75% na quantidade de empresas, respectivamente.

O maior polo tecnológico do Estado é a Grande Florianópolis, que também se destaca nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas. Este número leva a capital catarinense à liderança no ranking nacional de densidade de colaboradores: a cada 1 mil habitantes, 25 trabalham no setor de TIC. Além disso, é o segundo polo brasileiro em densidade de empresas por habitantes, atrás apenas de São Paulo. Em relação ao faturamento médio, Florianópolis fica com a quarta posição, com R$ 1,8 milhão por empresa.

Blumenau, berço do ecossistema catarinense de tecnologia, continua sendo um dos principais destaques do Estado e chamando atenção nacionalmente. Seu polo tecnológico ocupa a quinta posição no ranking de faturamento médio, com R$ 1,68 milhão. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí é a região que concentra o segundo maior número de empresas, são 3,3 mil negócios na área de TIC. Também é vice-líder em número de empreendedores, com 4,3 mil, e quantidade de colaboradores, com 10,3 mil.

Joinville ocupa 7º lugar do ranking nacional quando se analisa o faturamento médio das empresas, com R$ 1,2 milhão, à frente de grandes centros como São Paulo. Sua região, o Norte catarinense, tem o maior percentual de empreendedoras no setor, o que corresponde a 30,3%. As mulheres representam ainda 43,5% da força de trabalho, sendo a maior participação feminina do Estado na área de TIC. Outro destaque da mesorregião é a proporção de empreendedores com nível superior — 67,7%, a maior de Santa Catarina.

Na região Oeste, são 1,2 mil empresas, que faturam R$ 1,2 bilhão e empregam 4,6 mil pessoas. Já o polo tecnológico da região Serrana apresenta R$ 481 milhões em faturamento, conta com 392 empreendedores e 336 companhias. Três mil pessoas trabalham no setor de tecnologia da Serra.

Com pouco mais de 1 mil empreendedores no setor, a região Sul de Santa Catarina também está se consolidando como polo tecnológico. São 948 empresas de tecnologia, que faturam R$ 857 milhões e contam com cerca de 3 mil colaboradores.

O Panorama 2018 do Observatório também mostra que as empresas associadas à ACATE desempenham melhor, geram mais empregos e crescem mais do que a média estadual. Juntas, elas faturam R$ 10,27 bilhões, representando aproximadamente 3,2% da economia de Santa Catarina. A receita média é quase 10 vezes maior: de R$ 12,46 milhões entre as associadas e de R$ 1,26 milhão para as outras empresas.

De acordo com Leipnitz, diversas iniciativas contribuem para que as associadas tenham melhores resultados. “As verticais de negócios, por exemplo, são grupos de empresas de tecnologia de um determinado nicho de mercado. Nelas, a união entre empresas, mesmo quando são concorrentes, proporciona a troca de experiências e o fortalecimento do setor. É preciso colaborar de forma voluntária, com respeito às diferenças e se sentindo parte do todo”, diz.

O estudo completo está disponível em www.acate.com.br/observatorio.

Fonte: ACATE

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Fernando Sete assume cargo de gerente de engenharia da Aruba HPE para o Brasil

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, está anunciando a nomeação de Fernando Sete como novo líder do time de engenharia para expandir a participação empresa no mercado de mobilidade e redes Wi-Fi, campus core e segurança em segmentos Enterprise, PME e operadoras.

De acordo com o executivo, manter os times de engenharia e de vendas atualizados é um desafio e um trabalho constante. “Tenho como principal objetivo desenvolver e liderar time de engenharia Brasil para que a Aruba se consolide como líder em soluções de mobilidade, redes Wi-Fi e segurança de acesso. Meu desenvolvimento pessoal na carreira executiva e gerencial depende de uma equipe bem preparada e do sucesso da Aruba no Brasil. Vou trabalhar muito forte, motivado e focado para que isso ocorra”, diz Sete.

Segundo ele, uma das prioridades para o novo cargo será alcançar clientes que compram e implementam redes de forma tradicional e mostrar novos conceitos de mobilidade, segurança, automação e gerenciamento que mudam radicalmente a forma de desenhar e implementar a rede. “Estamos fortalecendo nossos times de engenharia e vendas, buscando novos profissionais e investindo na capacitação dos times internos e canais de vendas estratégicos. Com um trabalho próximos aos clientes, vamos nos empenhar em definir necessidades do mercado brasileiro e adequá-las às soluções Aruba da melhor forma possível”, explica.

Fernando carrega em sua bagagem mais de 20 anos de experiência no mercado de redes e engenharia. Iniciou sua carreira na UOL, em que trabalhou por três anos como engenheiro de sistemas e ingressou na HP em 2010 acompanhando a aquisição da Aruba em 2015. Antes de assumir o novo cargo, o executivo era consultor de sistemas de engenharia de rede e tinha sob sua responsabilidade entender as demandas de rede do mercado brasileiro, desenvolver planos de capacitação e de vendas para a equipe interna bem como a divulgação das tecnologias e soluções Aruba para clientes estratégicos.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

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Fake News, Democracia Internacional e Inteligência Emocional são temas da 6ª edição da “Semana de Educação Executiva” da FGV

A Fundação Getulio Vargas realiza em São Paulo, de 23 a 27 de julho, a sexta edição da “Semana de Educação Executiva”, com 12 palestras gratuitas de grandes nomes do mercado sobre os seguintes temas: Big Data Analytics; O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca; Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais; Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional; A Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais; Inteligência Emocional: como liderar você mesmo e a equipe; A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda; Fake News; Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa; Democracia Internacional e Planejamento Tributário como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças.

As palestras ocorrem a partir das 19h, na Unidade da FGV localizada na Rua Itapeva, 432 e contam com a presença de Eduardo Ramalho, Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel, Bruno Perman, Edmarson Barcelar Mota, Marcos Gaio, Fábio Ferreira de Carvalho Junior, Joceli Drummond, Renato Nunes, Salomão Fridman, Douglas Silveira, Paula Miraglia, Antonio André, José Henrique Bortoluci e Renan Santos.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo link http://portal.fgv.br/eventos/6a-semana-educacao-executiva

Vale ressaltar que as vagas são limitadas, por ordem de chegada, e o espaço é sujeito a lotação.

Confira a programação:

23/07 – SEGUNDA-FEIRA

Palestra: O que você está perdendo por não usar o Big Data Analytics

Palestrante: Eduardo Ramalho

Palestra: O perfil do novo profissional de Relações Governamentais que o mercado busca

Palestrantes: Raul Cury Neto, Tauan Mendonça, Guilherme Maciel e Bruno Perman

Palestra: Democracia entre indignados: da emergência global à crise da representação

Palestrante: José Henrique Bortoluci

24/07 – TERÇA-FEIRA

Palestra: Gestão da Mudança – Aspectos Comportamentais e Emocionais

Palestrante: Edmarson Barcelar Mota

Palestra: Como Traduzir uma Estratégia Global na Realidade Local e Nacional

Palestrante: Marcos Gaio

Palestra: Importância da Medicina Baseada em Evidência para Gestão de Clínicas e Hospitais

Palestrante: Fabio Ferreira da Carvalho Junior

25/7 – QUARTA-FEIRA

Palestra: Inteligência Relacional (IR) – Liderar a si mesmo e a Equipe

Palestrante: Joceli Drummond

Palestra: A exclusão dos benefícios fiscais do ICMS das bases de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro e a Lei Complementar nº 160/2017

Palestrante: Renato Nunes

Palestra: Diretor Financeiro – O Maestro do Negócio

Palestrante: professora Carla Beni e professor Salomão Fridman

26/7 – QUINTA-FEIRA

Palestra: Fake News

Palestrante: Douglas Silveira e Paula Miraglia

Palestra: Como alavancar sua carreira, criando mais valor para sua empresa

Palestrante: Antonio André Neto

27/7 – SEXTA-FEIRA

Palestra: Planejamento Tributário Como Ferramenta de Gestão de Valor para Profissionais de Finanças

Palestrante: Renan Santos

Conheça os cursos da FGV: www.fgv.br/educação-executiva

Semana de Educação Executiva

Data: 23 a 27 de julho de 2018

Local: FGV/SP – Rua Itapeva, 432 – próximo ao metrô Trianon Masp

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AlmavivA aumenta faturamento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão em apenas 10 anos no Brasil

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, customer relationship management (CRM) e trade marketing, conquistou o terceiro lugar no setor em apenas uma década de atuação no Brasil. De 2006 para 2016, o número de funcionários da companhia saltou de 801 para 30 mil, e ela registrou crescimento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão de faturamento.

Já em 2017, a AlmavivA do Brasil obteve de sua matriz, na Itália, € 250 milhões – em operação de euro bonds assessorada pela Goldman Sachs. Desse total, vieram para o Brasil R$ 280 milhões (€ 75 milhões, aproximadamente) – parte como equity e empréstimo intercompany, permitindo quitar todos os débitos com bancos locais, reforçar o caixa e avaliar oportunidades atrativas de M&A.

“Com esse aporte, a AlmavivA substituiu uma dívida muito cara, geralmente de curto prazo, por capital e empréstimo de longo prazo, a uma taxa extremamente vantajosa, permitindo à companhia um diferencial competitivo para 2018 e próximos anos”, explica Alberto Ferreira, diretor-geral de Business.

Além do crescimento em capital financeiro e capital humano, a companhia também ampliou sua estrutura no País, de modo que em pouco mais de uma década passou a contar com 12 sites e 8 escritórios distribuídos em cidades brasileiras como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI).

Para este ano, de acordo com Alberto Ferreira, a AlmavivA do Brasil pretende adquirir empresas que ampliem ainda mais seu portfólio, considerando suas três competências cruciais para manter-se no mercado: “Robustez financeira, know how e tecnologia vindos de nossos laboratórios internos de tecnologia”, enfatiza o executivo.

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Tecnologia de reconhecimento facial auxilia consumidores na hora do check-in em aeroportos brasileiros

Trazer mais agilidade ao check-in e inovação para seus consumidores foram motivações que há cerca de um ano, levaram a GOL Linhas Aéreas Inteligentes a entrar em contato com a startup brasileira de reconhecimento facial FullFace. Juntas, as empresas implementaram o Selfie Check-In, processo de confirmação de reservas pelo celular, por meio de uma “selfie” do passageiro. A solução da startup brasileira, desenvolvedora de uma tecnologia proprietária de reconhecimento da face, faz a companhia somar atualmente mais de 500 mil clientes cadastrados. Em um ano, foram realizados mais de 1 milhão de processos de Selfie Check-In.

A GOL é a pioneira no mundo em oferecer esta opção aos passageiros de voos domésticos ou internacionais. “O reconhecimento facial já é uma opção em todo e qualquer lugar que seja necessário a identificação do usuário. A FullFace tem a tecnologia que torna viável a utilização de forma segura e eficiente, em ambientes web, mobile e físicos, para que empresas quebrem paradigmas e busquem novas opções de identificar seus usuários de forma segura, ágil e inovadora”, explica Danny Kabiljo, CEO da startup.

Kabiljo ressalta também que o reconhecimento facial é uma tecnologia eficiente e de fácil integração, uma vez que basta uma câmera de celular ou webcam para viabilizar a identificação de uma pessoa, podendo assim ser aplicada em qualquer setor e de forma integrada em todas os meios utilizados pelo mesmo.

“Trabalhamos com o desenvolvimento interno e criamos um time que observa tudo o que as startups do mercado estão fazendo. Vimos que a FullFace já tinha esta tecnologia que abreviaria nosso tempo de lançamento do produto. Foi um trabalho a quatro mãos: algoritmo da FullFace junto ao nosso desenvolvimento do aplicativo”, explica Paulo Palaia, diretor de tecnologia da GOL.

A leitura dos pontos do rosto se dá pela estrutura óssea, ou seja, informações superficiais como barba ou maquiagem não alteram o resultado final da checagem. Ao invés de uma foto, é gerado um código com cerca de 16 mil caracteres, como um CPF facial, o que garante segurança e privacidade aos dados do cliente. Nenhuma outra companhia aérea no mundo possui esta tecnologia.

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Inovações de fintechs no mercado financeiro brasileiro são destaques no Fintouch 2018

Um dos maiores eventos de fintechs da América Latina, o Fintouch 2018, acontecerá em 8 de agosto (quarta-feira), das 8 às 20 horas, no Transamerica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro), em São Paulo. Organizado pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), o evento debaterá a importante transformação do mercado financeiro brasileiro graças à nova era de inovação promovida pelas startups financeiras conhecidas como fintechs. Além disso, contará com vasta programação e conectará os principais players do ecossistema ao mercado financeiro, investidores e clientes.

“Vemos o Fintouch como o palco ideal para a exposição máxima de nosso ecossistema de tecnologia financeira. Entendemos que o Brasil já é destaque na América Latina em quantidade e qualidade de fintechs e, nos fortalecendo, podemos nos tornar um celeiro exportador e consumidor de tecnologia no setor financeiro”, afirma o Presidente da ABFintechs, Rodrigo Soeiro.

A Diretora-Executiva da ABFintechs, Stephanie Fleury, que também palestrará na ocasião, ressalta que “além de fomentar importantes debates para o ecossistema, o Fintouch é uma grande vitrine para que as fintechs possam expor suas inovações e soluções inteligentes para otimizar a prestação de serviços no segmento financeiro. São iminentes as possibilidades de parcerias e negócios com impacto positivo no mercado nacional”.

O Fintouch 2018 será divido em três frentes: a “Plenária”, com palestrantes nacionais e internacionais e pitches das fintechs expositoras; a “Feira”, com estandes das principais fintechs do Brasil; e os “Workshops”, com apresentação de cases mostrando a real aplicação ao mercado das soluções inovadoras das fintechs e temas de capacitação para fomentar negócios. A Plenária reunirá especialistas renomados, confira alguns dos já confirmados para a edição deste ano:

Marco Mastroeni, Diretor de Negócios Digitais do Banco do Brasil.
Palestra: Fintegration – O que é integrar um Banco do Brasil ao ecossistema digital.

Ricardo Ramos, Diretor de Transformação Estratégica e Digital do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Palestra: Democratizando o Crédito.

Antônio Berwanger, Superintendente de Desenvolvimento de Mercado da CVM (Comissão de Valores Mobiliários); Natalie Hurtado, Diretoria de Supervisão de Conduta da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e João André Calvino, Chefe do Departamento de Regulação do Banco Central.
Palestra: Sandbox – Construindo o Brasil do futuro.

Marcelo Nunes de Oliveira, Coordenador Geral de Análise do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Palestra: O papel importante do CADE no sistema financeiro.

André Macedo, Diretor de Inovação e New Ventures do grupo Santander Espanha.
Palestra: Banking: the platform opportunity.

Sérgio Furio, Founder & CEO Creditas; Fábio Neufeld, CEO e co-fundador da Kavod Lending; José Luiz Rodrigues, Sócio titular da JL Rodrigues, Carlos Átila e Consultores Associados e Bruno Balduccini, da Pinheiro Neto Advogados.
Palestra: Impactos da Nova Regulamentação de Crédito.

Ingrid Barth, Head de Negócios na Foxbit; Luiz Roberto Calado, Chief Economist no Mercado Bitcoin e Edisio Pereira Neto, CEO da BitBlue e diretor de Negócios do Grupo B&T.
Palestra: A Criptoeconomia ainda vai fazer parte da sua vida.

A lista completa pode ser conferida no site oficial do evento: www.fintouch.com.br.

Fintouch 2018

Data: 8 de agosto de 2018, quarta-feira

Horário: Das 8h às 20h

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP.

www.fintouch.com.br

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Como essa startup quer aproximar as prefeituras dos cidadãos com a tecnologia

Quando Jéferson de Castilhos e Jaison Niehues assumiram cargos comissionados na área de tecnologia da prefeitura de São José, na grande Florianópolis, se depararam como uma realidade obsoleta e morosa. “A minha primeira dificuldade foi conseguir uma caneta para escrever. Para obter esse simples objeto eu precisei enviar um memorando físico, assinado e carimbado para a diretoria de compras providenciar a aquisição”, relembra Jaison.

A mesma dificuldade com os empecilhos burocráticos e consequente falta de agilidade na resolução das demandas era compartilhada por Jéferson. De acordo com ele, muitas repartições públicas -principalmente na esfera municipal- ainda dependem totalmente do papel para se comunicar. “Elas [prefeituras] praticamente obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma.

Foi com esse cenário que os dois decidiram criar uma solução que agilizasse esse processo por meio de uma plataforma digital. Assim ambos criaram, em 2014, a 1Doc. A ideia foi desenvolver uma solução que oferecesse transparência para a população nas demandas municipais, além de reduzir custo com a papelada gerada pelas prefeituras. A plataforma permite que o cidadão tenha comunicação direta via internet com a prefeitura do seu município para a resolução de problemas da cidade.

A ideia dos fundadores era desenvolver uma tecnologia em nuvem capaz de acabar com a tradicional morosidade dos processos, repletos de empecilhos burocráticos, e diminuir a dependência do papel nos atendimentos. “As repartições são lotadas de softwares projetados no fim dos anos 90 e a metamorfose para os dias atuais é lenta. Essas condições obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma Jaison. De acordo com os fundadores, poucas startups no País se propõem a criar soluções voltadas exclusivamente para o setor público.

O primeiro teste da plataforma foi na prefeitura que ambos trabalhavam. “Esse teste deu muito certo, pois diminuiu o tempo de resposta e aumentou a eficiência e engajamento das pessoas que utilizavam a ferramenta”, conta Jéferson. A solução passou a ser apresentada a outros órgãos públicos, que foram fazendo a adesão, por meio de compra direta ou por licitação. “Nosso primeiro cliente comercializado foi a Prefeitura de Biguaçu, seguida pela de Palhoça e de Itapema, todas de Santa Catarina”, relembra o empreendedor.

Jéferson conta que de início, como em qualquer mudança de rotina, houve um pouco de resistência dos servidores, mas depois de verem a melhoria no dia a dia, a segurança que a ferramenta lhes proporcionaria, e o aumento da eficiência, os servidores e gestores apoiaram o uso. “Tanto que não tivemos até o momento qualquer cancelamento de contrato. E os gestores indicam a ferramenta para seus colegas de cidades próximas, trazendo a transparência como um dos pilares da ferramenta”, diz.

De acordo com os dois, o diferencial da 1Doc é que a plataforma conecta todos os servidores públicos em somente um local, com transparência a partir do registro oficial de quem leu e resolveu. Não é necessário investimento em infraestrutura, já que a plataforma é 100% na nuvem. “Por ser web, integra os processos de comunicação interna, atendimento ao cidadão e gestão documental, trazendo transparência para a administração”, conta Jaison. Outro diferencial seria o baixo custo de implantação, custando em média R$ 20 por usuário ativo.

Além de substituir o papel com a digitalização dos documentos e processos externos e internos, a ferramenta, utilizada atualmente em 33 prefeituras, monitora o andamento das tarefas por servidores ao registrar o responsável por cada etapa, mensurando taxas de engajamento e de resolução, mais ou menos como o site “Reclame Aqui” faz com as empresas que lidam com o consumidor.

Os empreendedores contam que a partir do uso da plataforma já foram atendidas mais de três milhões de pessoas, mais de cinco milhões de documentos foram gerados e mais de 200 árvores poupadas, com a diminuição e eliminação do uso de papel. Outro ponto é o potencial de economia alcançado pelos clientes a partir da comunicação digitalizada. O montante ultrapassa os R$500 mil, de acordo com eles.

O investimento inicial dos empreendedores na criação da solução foi de aproximadamente R$ 150 mil. Após o lançamento, a startup atraiu a atenção da empresa de tecnologia catarinense Softplan, que realizou um novo aporte. O valor não foi divulgado. A empresa possui sede em Florianópolis, com um escritório localizado no prédio da Softplan. Possui 16 colaboradores. A plataforma hoje conta com aproximadamente 5,5 mil usuários ativos, com 38 clientes localizados em diferentes Estados do País. De 2016 para 2017 a startup cresceu 36%. “Nos primeiros quatro meses de 2018 já faturamos 50% do faturado em 2017, e pretendemos chegar a 145% deste total”, afirma Jéferson.

Os empreendedores acreditam que cada vez mais as prefeituras do Brasil irão buscar soluções como a desenvolvida por eles. “Com os movimentos anticorrupção e o apelo da população por mais transparência nos atos públicos, torna-se o momento ideal para os governantes aderirem à soluções tecnológicas que atendam aos princípios da administração pública e alie transparência e eficiência à gestão”, diz Jéferson.

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The New Digital Workplace Divide: brasileiros que trabalham com tecnologias obsoletas se sentem menos produtivos

De acordo com o estudo The New Digital Divide – Transformação Digital no Ambiente de Trabalho, realizado pelaUnisys Corporation(NYSE: UIS) e que avaliou a importância do uso atual e futuro de recursos digitais no ambiente de trabalho no Brasil e em 11 outros países, a chave para manter os profissionais de hoje produtivos e motivados em relação às suas funções e outros aspectos é garantir a eles tecnologias mais atualizadas.

Os principais resultados do Brasil são:

Mais da metade (52%) dos profissionais digitais em organizações tecnologicamente defasadas (slow tech) expressou frustração com seus empregadores em comparação com a parcela de apenas 3% dos funcionários de organizações líderes em tecnologia (high tech) – uma diferença de mais de 1.600%.

O nível de frustração está diretamente relacionado à ameaça de perda de talentos: funcionários de empresas defasadas tecnologicamente (13%) são mais propensos a deixar seus postos e ir trabalhar em outro lugar quando comparados a seus pares em organizações líderes em tecnologia (apenas um entre 376 entrevistados). Isso é particularmente preocupante considerando que as organizações líderes represtaram apenas 37% de todos os funcionários pesquisados no Brasil.

Os equipamentos são a maior fonte de problemas para os funcionários de organizações slow tech, com 43% deles reclamando que são impedidos de serem mais produtivos por conta de dispositivos obsoletos, ou 169% mais propensos a se sentirem assim do que os que trabalham em organizações high tech (16%).

O movimento “Bring Your Own Device” (BYOD – traga seu próprio dispositivo, em português), associado principalmente aos smartphones, traz consigo riscos substanciais à segurança – em particular, no Brasil. A pesquisa mostrou que quase dois terços dos profissionais digitais (63%) fazem download de aplicações e software sem suporte do grupo de TI de suas organizações, porque são “melhores do que os oferecidos pela empresa” ou porque “a empresa não oferece uma alternativa”.

“Os dados mostram um novo paradigma no ambiente de trabalho digital no Brasil: quase metade das pessoas que trabalham em empresas tecnologicamente atrasadas sentem que equipamentos obsoletos estão limitando a produtividade, sendo que mais da metade está frustrada e pensando em deixar seus empregos”, afirma Fabio Abatepaulo, diretor de transformação digital da Unisys para a América Latina. “Essa frustração é real e tem um impacto emocional tangível – porém, quando se busca a verdadeira razão, isso tem a ver com acesso. Os funcionários querem realizar suas tarefas de qualquer lugar e de maneira simples, sem ter de enfrentar obstáculos. Ter equipamentos com aplicações adequadas e ferramentas de produtividade e colaboração corretas é extremamente importante para garantir o acesso e o relacionamento entre as pessoas”.

A correlação entre tecnologia, produtividade e resultados para os negócios

Esse estudo global entrevistou mais de 12 mil funcionários em 12 países em abril de 2018 para avaliar as atitudes dos profissionais digitais de hoje em relação ao modo como a tecnologia usada no ambiente de trabalho influencia suas rotinas diárias. Também classificou organizações entre high e slow tech com base na resposta dos entrevistados sobre seus empregadores – se estavam à frente ou atrás de seus concorrentes na curva tecnológica.

Embora muitos empresários saibam que funcionários infelizes custam dinheiro, outros tantos ficariam impressionados com o alto valor que esse cenário pode realmente tomar. Um relatório de 2017 publicado pela empresa de pesquisas Gallup revelou que funcionários não engajados custam entre US$ 483 bilhões e US$ 605 bilhões anualmente em produtividade perdida. O custo da perda de colaboradores também não pode ser esquecido – estudos preveem que, cada vez que uma empresa substitui um profissional assalariado, há um custo equivalente a seis a nove salários mensais, em média.

“O cenário é claro. Os profissionais estão à procura de soluções ágeis e modernas para poder trabalhar em qualquer local e quando estão em trânsito. Em última análise, o custo de não atender a essa demanda tem consequências reais para os negócios. Um número considerável de empresas está atrasado na curva tecnológica, colocando tanto elas quanto a economia em risco, do ponto de vista de retenção de talentos, eficiência e produtividade”, explica Eduardo Almeida, vice-presidente e gerente geral da Unisys para a América Latina.

O futuro do local de trabalho

Segundo a pesquisa, quase metade (47%) dos entrevistados vê a inteligência artificial (IAI) como a tecnologia emergente com maior potencial para transformar o ambiente de trabalho nos próximos cinco anos, uma parcela significativamente superior à média global (36%). No entanto, enquanto a maioria dos entrevistados citou familiaridade com IA, apenas 22% afirmaram compreender bem a tecnologia.

O mais importante é que essa falta de compreensão influencia fortemente a crença das pessoas em relação ao impacto de tecnologias emergentes no ambiente de trabalho. Em particular, a pesquisa descobriu que 58% dos funcionários em organizações líderes creem que a tecnologia e a automação podem tornar seus trabalhos obsoletos em cinco anos.

“O medo do desconhecido é poderoso, e é isso que as estatísticas confirmam”, disse Abatepaulo. “No entanto, as organizações que modernizarem suas tecnologias e seus processos de negócio da maneira certa estarão mais bem posicionadas para liderar. Junto com treinamento adequado, as ferramentas de automação e inteligência vão ajudar a capacitar os profissionais, libertando-os de tarefas entediantes para que possam podem gerar resultados melhores. Acreditamos que a IA vai melhorar o modo como os profissionais trabalham, não substituí-los”, completa.

Faça o download da íntegra do relatório com os resultados mundiais e do Brasil e os detalhes da metodologia da pesquisa aqui.

Faça o download do infográfico do New Digital Workplace Divide e de outras informações aqui.

20 anos da privatização das telecomunicações: uma visita ao passado para projetar o futuro

Por Basílio Perez, presidente da ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações)

Um dos maiores marcos do setor brasileiro de telecomunicações completa 20 anos em 2018. Considerada a maior privatização da história do país, a venda de 20% (exatamente a cota pertencente ao governo na época) da estatal Telebrás arrecadou mais de R$ 22 bilhões e definiu novas diretrizes que impactam nossa sociedade até hoje. O aniversário é uma data propícia para analisar os pontos positivos e negativos daquela histórica decisão, além, é claro, de mirar o futuro.

Em 1998, quando o acordo foi concretizado, ninguém imaginava a dimensão que a internet tomaria. O foco passava basicamente pela telefonia – em um tempo no qual se declarava a linha telefônica no imposto de renda, tamanho seu custo. E esse certamente foi o grande benefício da privatização: o serviço melhorou e se democratizou.

Duas décadas depois vivemos uma realidade completamente diferente, na qual telefones fixos são de fácil acesso, mas já estão em declínio diante das possibilidades oferecidas por celulares e banda larga. Essas transformações devem ser levadas em conta quando refletimos sobre os efeitos da privatização.

Não se pensou que o Brasil chegaria ao século XXI com tantos provedores de internet operando em seu território, necessários para levar os serviços de telecom a toda a população. Originalmente, considerou-se que poucas operadoras dariam conta da demanda (tanto que o projeto de telefonia fixa dividiu um país tão grande em apenas três regiões de atendimento: São Paulo, coberto pela Telefônica; Centro-Sul, responsabilidade da Brasil Telecom; e o Norte-Nordeste, contemplado pela Telemar).

O modelo previa algumas medidas para evitar monopólios, como a existência das chamadas empresas “espelho” (que poderiam competir com as privatizadas) e a possibilidade de que as operadoras regionais atuassem também fora de seus núcleos após um período de transição. Apesar dessa preocupação, na prática esses incentivos nem sempre foram bem-sucedidos.

Com a explosão da internet, naturalmente o mercado se diversificou e muitas das companhias que dominavam o setor enfrentaram dificuldades para manter suas posições, abrindo caminho para fusões e vendas. Aqueles que souberam investir nas novas tecnologias foram mais bem-sucedidos e o esforço de pequenos empresários para se adaptar compensou a maior parte das defasagens do projeto original. Hoje, felizmente, há diversas opções para se instalar linhas telefônicas ou uma rede de internet.

Olhando para o futuro, com base em toda essa reflexão, a prioridade deve ser investir cada vez mais nas melhores condições para que haja competição justa no mercado de banda larga – tecnologia que ainda tem muito a se desenvolver no Brasil. Assim como a telefonia se democratizou, podemos também acreditar em expandir e tornar mais acessível a internet. Lembrando os erros e acertos do passado, conseguiremos planejar um grande futuro.

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Programa de MBA dos EUA oferece bolsas para brasileiros

A Marshall School of Business da University of Southern California (USC) está oferecendo três bolsas de seu programa de MBA Internacional em 2019 para estudantes brasileiros. Considerado um dos 10 melhores dos Estados Unidos na área de negócios, o International Business Education and Research MBA, ou IBEAR MBA, é um programa de um ano, criado para profissionais em meio de carreira que estão sendo preparados para assumir altos cargos globais. “Temos o orgulho de ser um dos programas de MBA com mais diversas nacionalidades em todo o mundo. Temos oferecido bolsas a alunos brasileiros excepcionais nos últimos anos e não poderíamos estar mais felizes com a contribuição deles em nosso curso”, afirma o diretor do programa Richard Drobnick.

Para os interessados em participar, a USC organiza uma info session online para explicar todo o processo de ingresso ao programa de MBA, desde a inscrição até as atividades realizadas durante a jornada acadêmica. O evento é liderado pelo diretor-associado do IBEAR MBA, Pankaj Bhushan, e acontece no dia 2 de agosto, às 19h. A inscrição é gratuita e deve ser realizada pelo link: http://goo.gl/forms/SGrzwH2wVM9DtiCv1.

Após algumas edições, as bolsas oferecidas em 2019 ganharam um acréscimo de U$ 5.000, podendo chegar a US$ 50.000. Além disso, a instituição americana fornece auxílio-moradia, que pode chegar a US$ 15.000 para quem viaja com os filhos. No total, o valor da bolsa pode chegar a US$ 65.000. O programa é voltado para candidatos com alto potencial, por isso o processo de seleção é baseado na experiência profissional do candidato, sua formação acadêmica, performance em testes de proficiência (GMAT ou GRE, além do TOEFL ou IELTS) e cartas de recomendação e de candidatura. A seleção exige que o candidato comprove um mínimo de seis anos de experiência profissional e diploma de bacharel antes do início do programa. Mais detalhes podem ser acessados no site http://bit.ly/2JrIwr9. Os currículos em inglês devem ser enviados para Ibearmba@marshall.usc.edu. As inscrições estão abertas até 15 de maio de 2019, mas é aconselhável que os candidatos se inscrevam o quanto antes, principalmente os candidatos à bolsa.

Fundado em 1978, o programa IBEAR formou mais de 1.500 alunos que atuam em cargos de liderança em 60 países em todo o mundo. Os participantes têm em média 34 anos, cerca de 10 anos de experiência profissional, falam várias línguas e demonstram forte compreensão do negócio e da cultura internacionais. Significativamente mais experiente que um estudante de MBA tradicional de dois anos, o participante típico do IBEAR pretende voltar ao mercado de trabalho em um nível mais sênior após a conclusão do curso. O currículo do curso é projetado para fornecer uma educação geral de gestão e prática, enfatizando habilidades de pensamento e resolução de problemas críticos em um mercado global.

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Ser próspero financeiramente depende de como lidamos com dinheiro

Julia Lima é relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS
Foto: Tiago Trindade

Por Julia Lima

Em algum momento você passou a evitar o dinheiro. Você o rejeita. Você até o amaldiçoa. Você o repele. Isso tem que mudar e a hora é agora. Porque você merece ser rico.

Até hoje você lida com o dinheiro da mesma forma e acredita nas regras que seus avós (que viveram o pós-guerra, a época da falta) repetiam. Você bloqueou sua própria existência para a abundância financeira, reverberando hora após hora ideias como “quem guarda, tem”, “ricos são exploradores”, “ricos são materialistas/frios”, “é preciso ser desonesto/mau para ser rico”, “o dinheiro não importa”, “dinheiro é sujo”, “é preciso trabalhar muito e se sacrificar para ter dinheiro” ou ainda o velho ditado popular: “não se pode ter tudo”.

Há uma lista de centenas de outras nada célebres frases que resumem esses sentimentos e justificativas para NÃO ser abundante financeiramente. Para ajudá-los a se reposicionarem, arrisco uma frase que pode fazer o seu queixo cair:

O dinheiro é espiritual.

Tem algo que não muda na história da humanidade, que é a necessidade de fazer dinheiro. Essa “obrigatoriedade” se deve ao simples fato de que o dinheiro é a única ferramenta de troca aceita universalmente em nosso planeta. E você vai precisar realizar trocas materiais todos os dias de sua vida.

Você pode querer complicar tudo isso e decidir viver na mais completa pobreza, irrompendo em rebeldia para um manifesto ou decidindo salvar o planeta do uso do petróleo como combustível, porque você “não quer dedicar sua vida a ganhar dinheiro, e sim a ajudar as pessoas a evoluírem”. Mas eu pergunto: a quem você vai poder ajudar sendo pobre?

A verdade é que enquanto não fizer dinheiro para cuidar de si, você viverá com um alarme interno de necessidade que vai lhe impedir de ser muito útil para ajudar quaisquer outros. Ao contrário: vai sempre precisar que outros lhe ajudem. Imagine, então, uma outra situação: e se você simplesmente tiver muito dinheiro, mas muito, muito além da sua necessidade individual, de sua família e de seus amigos. Quantas outras pessoas você poderá ajudar, sem se sacrificar, com prazer e satisfazendo sonhos?

Dinheiro é materialização energética, vibrante e instável. Como tudo o mais. Pode ser atraído, perseguido ou repelido em sua vida. Só depende de sua intenção. Por si só, o dinheiro simplesmente existe. É você quem dá a seu uso a nobreza espiritual, quando compra uma casa para abrigar inocentes crianças abandonadas e pode oferecer a elas por sua própria vontade toda a estrutura física, intelectual e sentimental que elas merecem, ou decide aplicar parte dos lucros de sua empresa ao custeio de cirurgias cardíacas para idosos, por exemplo. A espiritualidade aplicada ao dinheiro é evidente ferramenta de evolução. E isso não é uma ordem para você doar todo o seu. Você pode manter o seu fluxo financeiro crescendo enquanto dá a ele um destino nobre, e isso acontece quando você se torna uma pessoa abundante.

Investir dinheiro em você, na sua saúde, no seu equilíbrio, no seu conforto e na sua alegria primeiro é um ato de autoamor. Uma pessoa abundante é aquela que se mantém em expansão e limpa, livre dos bloqueios mentais e das crenças sociais limitadoras, esforçando-se para servir ao próximo em volume e intensidade com a canalização energética do ilimitado universo, que transborda de si em uma sensação expansiva, infinita e indiscriminada.

O espirito humano é livre e abundante. A mente é que impõe barreiras e aceita obstáculos; que gera regras e respeita ordens. A mente é dualista. O espírito é tudo. O que precisamos fazer para nos tornarmos abundantes é aceitarmos a riqueza espiritual mentalmente, treinando nosso raciocínio lógico para aceitarmos a realidade deste tempo e deste momento. No presente, nunca fomos tão ricos, tão belos, tão jovens, tão inteligentes. A tecnologia nos impulsionou muito. As regras mudaram. Não somos mais pagos por horas de trabalho manual, e sim pelo valor que criamos para pessoas espalhadas por todo o mundo. No presente há um imenso portal, aberto para quem quiser ver, que dá acesso a todo recurso necessário para apoiar uma mudança milenar na existência humana. E o mundo precisa de você. O universo precisa que você seja pleno e rico.

Julia Lima, relações públicas, palestrante, escritora e presidente da ABRATUS — Associação Brasileira de Turismo de Saúde

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Especialista ensina a identificar os sinais de esgotamento mental e como eliminá-los

Cada vez mais comum em diversos aspectos da vida pessoal e no ambiente de trabalho, o esgotamento mental tem causado cada vez mais impactos emocionais e físicos. Infelizmente, muitas vezes ele é um conceito associado à frescura ou à uma fragilidade pessoal, no entanto, o esgotamento mental tem raízes concretas no funcionamento do organismo.

O fundador da Febracis, Paulo Vieira, explica que o esgotamento mental é fruto do excesso de demanda das atividades químicas que são realizadas no cérebro e da falta de substâncias neurotransmissoras capazes de sintetizar essas atividades, resultando em estafa mental, bloqueio, ansiedade e estresse, que nem sempre recebem a devida importância. “Muitas pessoas sequer sabem que estão passando por um processo de esgotamento mental. As situações de estresse e o cansaço são normalizados, e o ciclo do esgotamento continua sendo reproduzido. O perigo dessa continuidade é o aprofundamento dos sintomas, de maneira a causar situações graves para o indivíduo, impactando na vida pessoal e profissional”, explica Vieira.

De acordo com o especialista, o esgotamento pode ser desencadeado por fatores como autocobrança, desemprego, situação financeira e sobrecarga de responsabilidades. “No âmbito do trabalho é comum ele ser desencadeado por excesso de trabalho, o que, junto com a falta de eficiência e de recursos, gera um estresse enorme. Com isso, o colaborador se sente desmotivado e sobrecarregado, perdendo todo e qualquer prazer em trabalhar. Isso pode atingir qualquer membro da empresa, seja ele o colaborador ou o gestor”, avalia.

Vieira ainda acrescenta que é importante ficar atento aos sinais listados abaixo para evitar o esgotamento mental. Além disso, ele ressalta que recorrer a ferramentas de autoconhecimento e inteligência emocional, como o Método CIS, da Febracis, podem ser alternativas importantes para este processo. Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil.

Sensação constante de cansaço (cansaço crônico)

É normal se sentir cansado após alguma atividade que exija muito esforço (físico ou mental), ou depois de uma sequência intensa de trabalho ou afazeres. No entanto, quando o cansaço é constante, e você se sente sempre esgotado e no seu limite, esta é uma situação que deve receber a sua atenção.

Imunidade baixa

O nosso corpo físico está diretamente interligado com o nosso emocional. Quando estamos sobrecarregados e esgotados a nossa imunidade baixa e o nosso corpo físico fica debilitado. Estar constantemente com algum problema de saúde por baixa de imunidade pode ser um sintoma de esgotamento mental.

Perda de memória

O esgotamento mental dificulta as ações neurotransmissoras, que também são responsáveis pela nossa memória. Esquecer constantemente obrigações, compromissos ou até nomes das coisas e pessoas pode estar ligado à estafa mental e não a uma questão da idade.

Baixa qualidade do sono e insônia

O estresse e a ansiedade são efeitos típicos. Com isso, nosso cérebro não consegue se desligar, trabalha intensamente e incessantemente, gerando um ciclo vicioso de esgotamento. Esse processo, muitas vezes, atrapalha a nossa capacidade de dormir e relaxar para reestabelecer as nossas funções neurotransmissoras, o que agrava ainda mais a estafa mental.

Apatia constante e generalizada

A falta de motivação e de interesse é um sintoma típico dessa situação. O que antes era razão de entusiasmo e prazer, passa a não ter mais significado. Com isso, a pessoa se torna apática, não sente vontade de se dedicar às tarefas.

Perfeccionismo

O perfeccionismo costuma ser muito valorizado, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, não aceitar que errar é humano e ter medo constante de cometer erros podem ser um sintoma de esgotamento mental. O perfeccionismo e o produtivismo exagerados demandam muita energia, o que pode causar ou aprofundar a estafa mental.

Descontrole

O esgotamento mental torna toda e qualquer tarefa mais difícil do que o normal, e as reações ficam exacerbadas. É normal a pessoa que está passando por esse processo se tornar reativa e perder o controle das suas emoções.

Febracis participa do CONARH 2018

Maior instituição de coaching das Américas, a Febracis participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. O congresso, que reúne importantes nomes do setor e promove mais de 100 horas de conteúdo sobre gestão de pessoas e desenvolvimento humano, contará com palestra magna do Master Coach e fundador da Febracis, Paulo Vieira, sobre como usar as emoções a seu favor. A Febracis é patrocinadora do evento e espera atingir um amplo público em busca de alcançar a alta performance na carreira. O CONARH acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, no São Paulo Expo.

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