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Inovação desempenhará função crítica na gestão de fundos de hedge, afirma KPMG

Os gestores de fundos hedge estão inovando e aumentando os investimentos em tecnologias, visando a criar novas vantagens competitivas e abordar questões regulatórias e operacionais, de acordo com o estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria”. Segundo a pesquisa, 90% dos entrevistados disseram que atualmente estão investindo em tecnologias para aprimorar os controles e o compliance e 88% deles estão identificando objetivos de eficiência como o principal motivo. O relatório foi realizado pela KPMG e contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundos de hedge.

“Essa pesquisa salienta que os gestores de fundos hedge estão fazendo investimento em tecnologias e estão focados em ser mais eficientes tanto em compliance regulatório, como em operações. Em última análise, isso deverá resultar em um setor mais sólido com controles mais rígidos e desempenho melhor, disse o sócio-líder de Hedge Funds da KPMG no Brasil, Lino Junior.

Fundos hedge recorrem à tecnologia como vantagem competitiva

Entre os participantes da pesquisa, 74% disseram que acreditam que as tecnologias comerciais automatizadas terão algum impacto sobre os retornos de fundos hedge, nos próximos cinco anos, e 58% avaliaram que a inteligência artificial e o aprendizado de máquina terão de médio a alto impacto sobre o setor nos próximos cinco anos. Já 94% estão plenamente confiantes de que a tecnologia terá um impacto sobre a concorrência nos próximos cinco anos.

Quando questionados sobre o risco relacionado à utilização de dados com o uso da tecnologia, os entrevistados ser mostraram preocupados com os riscos relacionados aos dados: 83% deles disseram que a segurança cibernética é um recurso tecnológico importante que atrairá investimentos significativos.

“O investimento em novas tecnologias auxiliará a manter o setor à frente da concorrência a longo prazo, proporcionando retornos consistentes e positivos em termos de riscos para os investidores enquanto continua a tratar dos encargos regulatórios cada vez mais altos”, analisa o sócio.

Sobre a pesquisa

O estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria” (do original em inglês, Transformative Change: How innovation and technology are shaping an industry) foi feito pela KPMG em parceira com a Alternative Investment Management Association (AIMA) e com a Managed Funds Association (MFA). O relatório contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundo hedge representando aproximadamente US$ 300 bilhões de ativos sob gestão. Para acessar o estudo, clique no link https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/10/transformative-change-fs.html.

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Seja Digital já distribuiu um milhão de kits gratuitos para TV digital no Brasil

Esta semana a Seja Digital, entidade responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil, atingiu o marco de 1 milhão de kits gratuitos distribuídos às famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. Só na região metropolitana de São Paulo, localidade que terá seu sinal analógico desligado no próximo dia 29 de março, já foram entregues mais de 700 mil kits e a previsão é entregar ao todo 1,8 milhão até o fim do processo. Ao mesmo tempo, a distribuição começou na região metropolitana de Goiânia, onde mais de 70 mil famílias já retiraram os kits e já podem assistir aos canais abertos de televisão pelo sinal digital.

A distribuição dos kits começou em meados de 2015, quando o processo de desligamento do sinal analógico de televisão acontecia na cidade de Rio Verde, em Goiás. Cerca de 16 mil famílias da cidade receberam o kit e puderam preparar suas casas para o sinal digital. Em novembro de 2016, Brasília e outras nove cidades da região tiveram o sinal analógico de TV desligado e mais de 337 mil famílias receberam o kit gratuito.

Até dezembro de 2018, cerca de 14 milhões de famílias de mais de 1300 cidades também receberão seus kits gratuitos. Com esses equipamentos distribuídos e devidamente instalados, as famílias de baixa renda das cidades onde o sinal digital de televisão substituirá o sinal analógico continuarão a ter acesso à programação dos canais abertos de televisão.

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Trigg apresenta cartão de crédito digital inovador no mercado brasileiro

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A fim de levar aos consumidores um cartão de crédito inovador, muito além do que apenas uma forma de pagamento, a fintech Trigg (https://www.trigg.com.br/) acaba de lançar um cartão de crédito digital completamente diferente dos cartões existentes hoje no mercado. A novidade traz benefícios tanto para o usuário quanto para a sociedade.

O Trigg Visa pode ser solicitado por meio de aplicativo no celular (IOS e Andoid) e permite ao usuário um cashback de até 1.3% do valor gasto na fatura mensal, que poderá ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários (www.triggers.com.br), programa de empreendedorismo social. Trata-se do único cartão no Brasil conectado à uma ideia de fomento ao empreendedorismo social. “Considerando, por exemplo, um retorno de 1% ao mês, se o cliente tiver uma gasto mensal de R$3.000,00, seu resgate mensal será de R$30,00, o que totaliza R$360,00 no ano”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da Trigg.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito, mas uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.

Triggers powered by Visionários é um programa de empreendedorismo social, em que grupos de jovens, mentorados por grandes lideranças, resolvem desafios, participam de um programa de pré-aceleração e no final, a equipe que apresentar uma grande ideia com modelo de negócio validado, receberá uma empresa já constituída, 4 meses de aceleração e um investimento de R$ 50.000,00. Esse investimento poderá ser maior, se os clientes do cartão Trigg se identificarem e “investirem” uma parte do seu cashback.

O cartão ainda permite uma experiência 100% digital, permitindo que o cliente faça tudo pelo aplicativo de maneira prática e rápida. Acesso à fatura, bloqueio e desbloqueio, consulta e alteração de limite etc. As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico; não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

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Sebrae-SP e BNDES apresentam linhas de crédito para micro e pequenas empresas

O Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, em parceria com BNDES e o CIESP, realizará o Seminário de Crédito Sebrae-SP – BNDES, no dia 15 de março, em Campinas, às 9h. O evento irá difundir as diferentes opções de linhas de crédito e as facilidades ofertadas pela instituição para micro e pequenas empresas de todos os segmentos. A ação será no CIESP Campinas, localizado na rua Padre Camargo Lacerda, 37, no bairro Bonfim. As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo telefone (19) 3284-2230 ou 0800 570 0800. As vagas são limitadas.

O seminário está dividido em dois momentos. O primeiro será uma apresentação do BNDES sobre como acessar as linhas de crédito disponíveis pelo banco; em seguida, as instituições financeiras, que operam as linhas de crédito do BNDES, farão atendimento sobre as possibilidades de negociação. O evento proporcionará um momento para atendimento individual aos empreendedores interessados nos produtos oferecidos.

“Muitas pessoas pensam que o BNDES é um banco para grandes empresas e investimentos vultosos, mas é um mito. As linhas de crédito podem ajudar na implantação de vários projetos das micro e pequenas empresas. Convidamos os empresários de Campinas para este evento esclarecedor, que contribuirá para a melhoria da gestão de negócios e de inovação”, comenta o analista do Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas, Reginaldo Oliveira.

Seminário de Crédito Sebrae-SP – BNDES

Público-alvo: Micro e pequenas empresas

Data/horário: 15/03/17, das 9h às 12h

Local: CIESP Campinas – Rua Padre Camargo Lacerda, 37 – bairro Bonfim – Campinas/SP

Inscrições e informações: (19) 3284-2230 ou 0800 570 0800– Escritório Regional do Sebrae-SP em Campinas

Atividade Gratuita. Programação sujeita à alteração

Vagas limitadas

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Compliance: cinco questões que devem ser analisadas

Em tempos conturbados, surge uma área até então pouco conhecida pelos brasileiros, a área de “compliance”, ou conformidade. “Ela entra em cena como um agente essencial na vida de uma empresa, se destacando após o início das investigações anticorrupção”, diz Luiz Fernando Godoy, um dos fundadores da Equipo Gestão e consultor desde 1990.

Com objetivos natos de investigações internas, prevenção à fraude e aderência à governança corporativa da organização: podemos afirmar que o “compliance” de uma empresa deveria também analisar os fornecedores de sua organização. “As responsabilidades solidárias e subsidiárias estão em moda, e nada como evitar uma desagradável surpresa ao descobrir um parceiro envolvido em casos de escândalos, ou mesmo interferindo desastrosamente em sua operação”, diz Godoy.

A Equipo Gestão, que oferece serviços voltados à soluções para grandes empresas, chegou no mercado em 2010 e já gerou mais de 250 milhões em economia para seus clientes. A empresa pontuou cinco questões que devem ser analisadas nesse relacionamento tomador e prestador:

1 – Responsabilidade Fiscal:

É essencial garantir que seu parceiro cumpra com suas obrigações legais (fiscais e previdenciárias) de acordo com as leis vigentes. Os órgãos governamentais emitem certificados periódicos de regularidade fiscal e tributária, eles devem ser analisados, não só evitando passivos financeiros por responsabilidade, mas também pela análise de riscos de sua operação.

Um parceiro com cadastro antigo e desatualizado e não monitorado pode estar comprometido financeiramente e acarretar baixa de qualidade de seus entregáveis até a interrupção repentina de fornecimento.

2 – Portal da Transparência

O Portal da Transparência do Governo Federal é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU), lançada em novembro de 2004, para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública, permitindo que o cidadão acompanhe como o dinheiro público está sendo utilizado e ajude a fiscalizar.

3 – Análise do “Cnae”:

O CNAE, ou Classificação Nacional de Atividades Econômicas define os critérios de enquadramento usados pelos mais diversos órgãos da administração tributária do Brasil. Um parceiro com seu (s) CNAE (s) incorretos podem gerar desoneração tributária, levando à sonegação.

O tomador deve verificar se a empresa parceira está legalmente apta a exercer a atividade econômica a qual ela pretende fornecer.

4 – Verificação da Condição de Trabalho:

Solicitar uma declaração de compromisso, e verificar sempre que possível, se seu parceiro: respeita as leis sobre trabalho escravo e trabalho infantil; proporciona um ambiente de trabalho seguro e saudável; respeita o direito de todos os funcionários de formar ou associar-se a sindicatos; reprima qualquer atitude de discriminação por raça, classe social, nacionalidade, religião, deficiência, sexo, idade, orientação sexual, associação sindical ou política.

5 – Relacionamento com agentes públicos:

Ter clareza de informação caso seu parceiro seja um agente público/político e que possa influenciar de forma privilegiada as suas relações empresarias, direta ou indiretamente, no ato do relacionamento entre você e seu parceiro.

Além de ter clareza de informação se seu parceiro ou seus acionistas são “Pessoas Politicamente Expostas – PPE”, em período definido na legislação aplicável.

Realizar todas essas análises pode não ser uma tarefa das mais simples, afinal estamos falando aqui sobre uma quantidade enorme de documentos que devem trafegar entre as empresas, além de todo o processo de análise e relato final. “Talvez seja por isso que muitas empresas acabam desistindo dessa prática, deixando seus cadastros totalmente desatualizados e relegados a segundo ou terceiro plano”, comenta Godoy.

A Equipo Gestão oferece o serviço de Outsourcing de todo o processo de cadastro, homologação e monitoramento de fornecedores, garantindo uma total aderência entre a condição dos proponentes fornecedores e as normas e regras de seus clientes.

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Stefanini anuncia novo CEO para as regiões da América do Norte e Ásica-Pacífico

A Stefanini anuncia Spencer Gracias como o novo CEO para América do Norte e Ásia-Pacífico. O executivo atuou em empresas como Whirpool, CPFL, TV Globo, General Motors, ABN Amro, Santander, entre outras, contribuindo para o crescimento de todas elas por meio da tecnologia. Sua experiência inclui a implementação de processos globais para infraestrutura distribuída, ambientes de aplicativos e governança.

Baseado em Detroit, Michigan, na sede da Stefanini na América do Norte, Spencer Gracias tem como missão implementar um plano estratégico que reforce o objetivo da Stefanini de atuar como agente de transformação digital para os clientes. “Queremos estreitar cada vez mais a relação com nossos clientes, compreendendo seus principais desafios para atuar em parceria, oferecendo soluções que atendam os seus objetivos de negócios”, disse Gracias.

Antenada às principais tendências tecnológicas, a Stefanini construiu uma oferta robusta para promover a transformação digital de seus clientes, incluindo eficiência operacional, Internet das Coisas (IoT) e a computação em nuvem. “Por meio de uma forte parceria, somos capazes de reconhecer as dores do cliente e demonstrar como a tecnologia pode ajudá-los”, destaca no novo CEO para América do Norte e Ásia Pacífico.

Estratégia de crescimento

No mês passado, a Stefanini anunciou investimentos na América do Norte e na Ásia-Pacífico com o objetivo de crescer 25% nessas regiões até 2020. Para alcançar essa meta, a empresa está investindo em soluções que ajudarão os clientes a promover a transformação digital em suas companhias.

“Estou certo de que Spencer Gracias tem capacidade, experiência e energia para colocar em prática esse plano de crescimento”, disse Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini. Para ajudar seus clientes no processo de transformação digital, a Stefanini reúne as últimas novidades em inteligência cognitiva, plataformas de fidelização de clientes, robótica e BPO, entre outras. Todas as soluções da Stefanini podem ser conectadas, garantindo uma oferta inovadora que eleva o nível de excelência com redução de custos.

Mudanças físicas também estão ocorrendo em vários escritórios. A previsão é de que a nova sede da Stefanini em Detroit seja inagurada até o final do primeiro semestre deste ano. A mudança de escritório faz parte da estratégia global de crescimento da multinacional brasileira, presente atualmente em 39 países.

A nova sede da Stefanini em Detroit contará com o primeiro Inovation Center da companhia nos Estados Unidos, reiterando sua cultura de inovação, além de trazer uma série de benefícios para seus funcionários, parcerios e comunidade.

“A América do Norte é o maior mercado consumidor de tecnologia no mundo e um dos grandes promotores da inovação. Desde que iniciamos nossa atuação nos Estados Unidos, em 2001, trabalhamos para ampliar nossas operações locais, o que inclui a possibilidade de adquirir uma empresa que esteja alinhada com nossa estratégia de criar uma presença mais forte na era digital”, complementa Marco Stefanini.

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Mercado imobiliário ganha nova plataforma online de compra e aluguel de imóveis

Aproveitando uma oportunidade existente no mercado imobiliário e oferecendo um serviço que vai muito além das especificações técnicas dos imóveis, a OLX lança oStoria Imóveis. O site oferece apenas anúncios profissionais e é voltado para quem deseja alugar ou comprar uma propriedade de médio ou alto padrão. A novidade oferece todas as informações necessárias para que comprador ou locatário possam tomar decisões baseadas não só no imóvel, mas também no ambiente no qual está inserido.

“O Storia Imóveis é uma evolução no mercado, pois traz alta performance, amplo conteúdo e o que há de mais moderno em tecnologia. Tudo para priorizar a experiência do usuário e manter o cliente como o centro da decisão”, explica Igor Pereira, general manager de imóveis na OLX.

Para garantir todas as informações necessárias ao usuário para aquisição ou locação de um imóvel, o Storia Imóveis vai além dos dados da casa ou apartamento, trazendo referências importantes sobre infraestrutura e perfil do bairro. Para isso, a plataforma reúne dados oficiais vindos do IBGE, Ministério da Educação, Mapas e Street View do Google, entre outros. Todas estas fontes de informação permitem que a plataforma ofereça diferenciais exclusivos como:

Informações completas sobre o imóvel e condomínio, além de detalhes sobre toda a infraestrutura de serviços essenciais do bairro, como bancos, hospitais, escolas, transporte, restaurantes, shoppings etc.;

Perfil demográfico do entorno: composição familiar, média de idade, renda média;

Ranking de escolas (com base na nota média do Enem) e universidades (com base na nota do INEP-MEC);

Comparativo do preço do imóvel x média de preço do bairro;

Histórico de valorização do preço do m² no bairro.

“O mercado imobiliário está se recuperando e começa a oferecer mais oportunidades aos compradores. O Storia Imóveis surge no momento certo para tornar a decisão de compra ou locação mais assertiva para o usuário, além de ser uma solução inovadora para imobiliárias e incorporadoras anunciarem seus imóveis”, finaliza o executivo.

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Bloco k: como ajustar os processos fabris e os estoques – Por Edmir Teles

Transportar para o papel a posição dos estoques das empresas ou apontar nos registros dos arquivos magnéticos as quantidades de mercadorias estocadas nos estabelecimentos não é uma tarefa fácil.

As variáveis que compõem os processos representados pelas anotações e pelos registros das movimentações de entradas e saídas do estoque nas suas várias fases são proporcionais à complexidade de cada conjunto de processos dentro de um estabelecimento, em especial os industriais.

Para todas as empresas de manufatura, foco do “Bloco K” (Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque), os principais processos críticos que devem ser revistos são os da produção dos produtos acabados e do consumo das matérias primas, insumos e materiais de embalagem.

Indústrias do setor químico, por exemplo, possuem variáveis que afetam o resultado de sua produção real e diferenciam a aplicação do seu padrão de consumo estabelecido pelo planejamento. A obsolescência dos equipamentos fabris é uma causa de distorção entre o que realmente foi produzido ou consumido em relação aos registros da produção e do consumo.

Portanto, a revisão da forma de registro dos processos industriais é necessária e, se for o caso, alterações e adaptações deverão ser feitas na documentação que leva o quanto produziu e o quanto foi consumido para a informação refletir o que, de fato, foi produzido e qual o real estoque.

Antecipando este ajuste o empresário terá maior confiança no resultado a ser demonstrado ao Fisco, pois até o momento atual as informações de movimentações internas provocadas pela produção e respectivos consumo dos componentes ficavam restritas ao ambiente empresarial e somente eram expostos no momento da fiscalização.

Os ajustes nos controles nas quantidades produzidas ou consumidas são, na maioria das vezes, consideradas normais na visão dos controladores dada as características dos produtos produzidos. Para a fiscalização, entretanto, não são normais porque todo o processo é analisado na frieza dos números informados nos arquivos magnéticos que estão sob análise.

Portanto, adiantar o tratamento a ser dado nas divergências que serão certamente encontradas nos saldos dos estoques é mais que uma necessidade, ou melhor, é obrigatório. E o empresário deve aproveitar o tempo maior dado pela legislação com a prorrogação gradativa da entrega do Bloco k.

As empresas podem antecipar as entregas do Bloco K nos arquivos magnéticos da EFD-ICMS/IPI desde já. Porém, ficarão submetidas à fiscalização normal e as evidências e inconsistências apresentadas poderão ser levadas como falta de documentos fiscais e acarretar autuações. O desafio é revisar os processos de controles e registros para se chegar às quantidades em estoque exatamente de acordo com o inventariado (ou com a fotografia das mercadorias estocadas).

Vários testes deverão ser realizados e em vários cenários para reduzir ao máximo os questionamentos que virão a partir do momento em que a fiscalização receber as informações. Utilizar esse tempo para ajustar o processo utilizando o suporte de especialistas reduzirá, e muito, a correria na entrega deste complexo que vem pela frente.

Edmir Teles, gerente de consultoria BPO da Divisão de Aplicativos da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

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T-Systems e Shell renovam contrato até 2022

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar que o acordo de com a Shell Information Technology International BV, para serviços globais de hospedagem e armazenamento, foi renovado até 2022. Com isso, a T-Systems vai desenvolver e aperfeiçoará o atual modelo de serviço com alto nível de automação e agilidade.

Em todos os segmentos de mercado há um movimento em direção a serviços. Por conta disso, as ofertas da T-Systems contam com serviços de alta qualidade e flexibilidade em operações que ajudam seus clientes a conquistar grande valor em seus negócios por meio de serviços de TI.

“Nosso objetivo é continuar contribuindo, de forma mensurável, para o core business da Shell por meio de serviços de TI e, para isso, precisamos de serviços de alta qualidade e flexibilidade”, afirma Harry de Grijs, vice-presidente e CIO da Shell.

“Nossa entrega de serviços e nossas ofertas flexíveis nos tornam a melhor escolha de nossos clientes. Juntos com a Shell, levaremos os serviços de TI a um novo patamar”, prevê Reinhard Clemens, CEO da T-Systems.

Atualmente, cerca de 1.400 especialistas em TI da T-Systems se dedicam exclusivamente a assegurar operações estáveis e compatíveis com a infraestrutura da Shell.

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O papel do RH nas empresas do futuro – Por Claudia Santos

O cenário futuro é desafiador para as empresas, e se reestruturar já não basta para as que querem ser competitivas: é preciso haver um alinhamento na cultura organizacional com a estratégia de negócio. Mas será que as companhias sabem qual a sua estratégia? Elas têm uma? Seus líderes estão conectados com a estratégia? Sua equipe possui as habilidades, atitudes e competências para enfrentar o momento desafiador que está chegando?

Quando falamos em alinhamento entre a cultura organizacional e a estratégia, falamos sobre rever o aspecto estrutural das organizações. Ou seja, a gestão deve ser mais horizontal e com menos níveis hierárquicos. A empresa do amanhã tem que viver, de fato, o seu DNA e a sua proposta de valor. Do contrário, será mais uma nadando no oceano vermelho, e não no azul.

Uma organização que foca e revê os seus propósitos e cria conexão direta com os propósitos dos seus colaboradores faz com que a sua equipe seja engajada. Somente com metas e processos definidos, é possível traduzir a estratégia para a força de trabalho e, consequentemente, melhorar a eficiência operacional.

A empresa do futuro não terá hierarquia, mas sim heterarquia – uma estrutura informal que muda conforme a necessidade e que, para funcionar, exige que todos os colaboradores sejam importantes. Assim como o cérebro humano não é hierárquico, as diferentes áreas e capacidades são recrutadas em combinações diferentes, conforme a tarefa. Nas organizações sistêmicas e criativas, todas as pessoas têm valor e o que as rege não é o cargo, mas sim a responsabilidade enquanto liderança mais fluída.

As companhias precisam compreender, desde já, que é necessário estabelecer um ambiente colaborativo capaz de estimular a criação e a inovação. E isso só é possível em uma cultura justa e de confiança, descentralizada, sem barreiras hierárquicas, em que se permita o erro como parte do processo evolutivo e de aprendizado.

Sabemos que a internet das coisas e a inteligência artificial já estão entre nós e ocuparão cada vez mais o papel trabalho humano, sendo a nova mão de obra para fins operacionais dentro das organizações. Organizações que, por sua vez, precisarão tornar seus processos cada vez mais eficientes, dinâmicos e ágeis, para atender tanto a velocidade oriunda dessas tecnologias quanto a pressão do mercado consumidor.

O fato é que o capital humano sempre será o motor competitivo das companhias, e esse motor só girará com força total, com um RH estratégico e inovador. O talento, a energia, o insight e a oportunidade estarão cada vez mais centrados nas pessoas. Afinal, é delas que surgem as ideias, são elas o melhor sistema de alarme e todos os riscos e todas as oportunidades estarão na força do trabalho.

A empresa é um sistema e, como tal, deve haver congruência da teoria com a prática, do que se prega como valor, propósito, missão e visão com o que se vê no dia a dia. Os colaboradores serão diferenciados somente se forem tratados como seres humanos integrais, se a companhia demonstrar que confia neles e os reconhece. Desse modo, os membros das equipes darão mais de si no trabalho e toda energia, imaginação e ideias ficarão disponíveis para todos na organização. Se um colaborador se perguntar “por que devo me dedicar a um sistema que não se preocupa comigo?”, a empresa não estará preparada para ser competitiva e para esse futuro interdependente. Pois todos sabemos que Independência hoje e no futuro é morte!

O seu RH e a sua empresa estão preparados para sobreviver nesse cenário novo que o século 21 está exigindo ou ainda estão operando no século passado? Que tal começar a criar equipe engajadas e um capital social na sua companhia?

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, coach executiva e diretora da Emovere You

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Frost & Sullivan premia Atento no México

A Atento S.A. (NYSE: ATTO), líder em serviços de gestão de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores mundiais, foi reconhecida pela Frost & Sullivan com o prêmio Liderança do Mercado Contact Center Outsourcing Services no México.

Para a consultoria, a Atento México obteve a liderança graças a sua “plataforma end-to-end de serviços digitais, que permite entregar uma ótima experiência de cliente e gerenciar operações de relacionamento com os consumidores com velocidade digital”. Esta liderança é reforçada com a “estratégia de crescimento transformacional da companhia, um compromisso estratégico com as pessoas e um modelo de gestão do desempenho operacional únicos no México”.

Além disso, a Atento foi reconhecida pela fortaleza de sua marca e pela sua capacidade de trabalhar em colaboração direta com as empresas, para desenvolver soluções que combinem uma plataforma multicanal, tecnologia de última geração, capacidades analíticas e especialização vertical, para oferecer a melhor experiência de cliente no mercado.

Alejandro Reynal, CEO da Atento, comentou que “nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento de soluções de experiência de cliente inovadoras e de alto valor agregado proporciona clientes mais satisfeitos e empresas mais competitivas. Esse compromisso é diariamente reconhecido pelos nossos clientes, que nos confiam a gestão de seus processos mais estratégicos, e pela indústria na qual operamos, como tem demonstrado o prêmio Liderança do Mercado de Terceirização de Serviços de Contac Center concedido pela Frost & Sullivan no México”. Reynal também acrescentou que “em um ambiente continuamente digitalizado, nossas soluções ajudam as empresas a maximizar as oportunidades oferecidas pela transformação digital para captação, gestão e fidelização dos clientes”.

Para Miguel Matey, Diretor Geral da Atento México e Região Américas Norte, “estamos muito satisfeitos com este reconhecimento excepcional por parte da Frost & Sullivan. Na Atento México, sempre trabalhamos para oferecer a melhor e mais inovadora experiência de cliente do mercado. Nossa posição de liderança é fruto desse trabalho e investimento constante no desenvolvimento de novas soluções voltadas às necessidades dos clientes e aos desafios a enfrentar”. Matey reforça o seu agradecimento a clientes e funcionários pela grande contribuição para que a Atento recebesse novamente este reconhecimento como líder em seu mercado no México.

A análise realizada pela Frost & Sullivan para outorgar este prêmio também destacou:

Como parte da estratégia transformacional de crescimento no México, a aceleração do desenvolvimento de oportunidades locais e de nearshore da Atento no país, o desenvolvimento de um amplo portfólio de soluções de terceirização de processos de negócio (BPO) e sua capacidade para fazer crescer relações de longo prazo com clientes de grande relevância, por meio do desenvolvimento e da ampliação do tipo de serviços que oferece.

De maneira especial, a análise reconhece que as soluções digitais e multicanais da Atento brindam capacidades chave para o crescimento de um negócio na era digital. Capacidades que incluem:

uma experiência de cliente personalizada independente do canal, uso extenso de analytics, big data e computação cognitiva, que possibilitam uma aprendizagem contínua das necessidades do cliente, uma equipe de consultores altamente especializada em cada mercado e uma metodologia para o desenvolvimento de soluções baseadas na inovação e no teste rápido de protótipos desenvolvidos com a experiência dos clientes e das capacidades analíticas.

A fortaleza de sua marca a transforma na maior provedora de serviços de relacionamento com clientes e terceirização de processos empresariais (CRM/BPO) da América Latina e um dos líderes mundiais.

Consulte aqui o relatório completo elaborado pela Frost&Sullivan para a concessão do reconhecimento à Liderança do Mercado de Contact Center Outsourcing Services no México: http://www.atento.com/pt/sala-de-imprensa/lideranca

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Fundação Amazonas Sustentável e SAP incubam microempreendedores de comunidades ribeirinhas

unnamed (1) Em visita ao Brasil, o CEO global da SAP, Bill McDermott, anuncia um incentivo de R$ 100 mil para a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), organização brasileira não governamental e sem fins lucrativos que, desde 2007, trabalha para promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a qualidade de vida de comunidades da bacia amazônica. O valor será destinado à Incubadora de Negócios Sustentáveis da Fundação, criada para promover ações de consultoria especializadas no aperfeiçoamento da gestão dos pequenos empreendedores da região.

A nova contribuição da SAP baseia-se numa parceria bem-sucedida com a FAS, que inclui a doação de software e suporte tecnológico SAP Business One para a Unidade de Processamento de Produtos Florestais que a entidade opera na comunidade Bauana, na floresta amazônica. A solução de software da SAP é utilizada por jovens empreendedores dessa área remota para melhor gerenciar a coleta, processamento, produção e distribuição de produtos à base de plantas e sementes (óleo e polpa de frutas) para as indústrias de cosméticos e alimentos no Brasil.

“Proteger os recursos florestais da bacia amazônica com uma atividade sustentável que também promova o desenvolvimento econômico e social das comunidades nessa região sensível tem implicações de longo alcance – tão vitais quanto a qualidade do ar que todos respiramos. A FAS está produzindo um grande impacto, não só local como mundial”, disse Bill McDermott. “A SAP fica extremamente satisfeita em colaborar com a FAS, o que nos permite dar continuidade à nossa missão de ajudar o mundo a funcionar melhor e a melhorar a vida das pessoas”, acrescentou.

A SAP tem uma parceria com a FAS há mais de dois anos. Além de fornecer a solução SAP Business One para gerenciar a colheita e processamento sustentável de sementes e frutas usadas nas indústrias de cosméticos e bebidas no Brasil, a empresa também doou a solução SAP BusinessObjects Lumira à FAS. Com esse painel em tempo real, a organização sem fins lucrativos tem a capacidade de tomar decisões oportunas, mais eficientes e precisas, ao implantar recursos para apoiar seus projetos, e proporcionar aos stakeholders uma maior visibilidade em suas operações. Além de economizar tempo e dinheiro, é possível ajudar a salvaguardar vidas humanas, preservando ainda recursos naturais valiosos.

“O apoio contínuo da SAP, incluindo esta contribuição financeira para a Incubadora de Projetos Sustentáveis, é fundamental para manter as iniciativas de empreendedores ribeirinhos nas comunidades das reservas de desenvolvimento sustentável”, diz Virgilio Viana, superintendente geral da FAS. “Nossa organização trabalha com 581comunidades na floresta amazônica, e tem um impacto em mais de 40 mil vidas. Com a ajuda de parceiros como a SAP, podemos ajudar microempreendedores que mantêm, por exemplo, pousadas e lojas de artesanato em comunidades ribeirinhas, a desenvolver uma gestão sustentável, da administração financeira ao desenvolvimento do mercado “, destaca.

Além da consultoria de planos de negócios, a Incubadora de Empresas Sustentáveis apoia a gestão financeira dos empreendedores e desenvolve novos meios potenciais de acesso ao mercado. Já estão sendo incubadas a Fábrica de Cacau na Comunidade do Verdum (RDS do Madeira); a Casa de Farinha na Comunidade São Felix (RDS do Juma); a Empresa de Base Comunitária do Bauana (RDS Uacari) e a Pousada Garrido, na Comunidade Tumbira (RDS Rio Negro).

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Brasília recebe ROADSEC, maior evento hacker da América Latina

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O Roadsec, evento itinerante que viaja pelas principais cidades do país desde 2013, desembarca em Brasília, mais uma vez, no próximo sábado (11). Com uma proposta inovadora de reunir conteúdo, palestras, games, campeonato de hacking, oficinas de drones, robótica, realidade virtual e muito mais em um evento só, a edição na capital do país pretende reunir 300 participantes entre hackers, estudantes, profissionais e empresas de segurança da informação. O evento será realizado no campus do UniCEUB, a partir das 9h30, e as inscrições podem ser feitas pelo link: http://roadsec.com.br/brasilia2017/.

Em 2016, o Roadsec atraiu mais de 10 mil apaixonados por tecnologia nas 18 cidades por onde passou. Esses participantes chegam ao evento em busca de conhecimento, diversão, networking e oportunidades. Na oficina de robótica de Lego, por exemplo, os hackers são desafiados a montar e programar seu próprio robô. Pilotar drones, experimentar realidade virtual e imprimir projetos em 3D são outras atividades oferecidas nas oficinas.

Em Brasília também será disputada uma das etapas do Hackaflag, maior campeonato de hacking no estilo Capture The Flag do continente e uma das principais atrações do Roadsec, em que os participantes resolvem vários desafios como web, criptografia, forense e invadem sistemas controlados. A final será disputada no gigante Roadsec São Paulo, reunindo os vencedores de cada edição pelo Brasil. O prêmio para o campeão ainda não está definido, mas a viagem a Las Vegas com tudo pago, oferecida no ano passado, gera expectativas nos hackers inscritos.

Além de oferecer atividades e oficinas, o evento também é espaço onde os talentos locais podem se revelar para o mercado e até dividir as atenções com palestrantes de nível internacional. “A oportunidade de networking e conhecimento de outros mercados é uma das marcas do Roadsec, que abre portas para quem está começando”, destaca Anderson Ramos, CTO da FLIPSIDE, organizadora do evento. Em Brasília, o Roadsec conta com o apoio da Trampos, elo entre empresas, profissionais e oportunidades no mercado de trabalho.

A programação conta, ainda, com cursos práticos de hacking e segurança, que serão realizados no domingo (12) e podem ser adquiridos na loja oficial do evento.

Os ingressos para o Roadsec já estão à venda e podem ser comprados por meio do link https://www.eventbrite.com/e/roadsec-2017-brasilia-registration-30352880282 ou na porta do evento, mediante disponibilidade, por R$ 50 (meia) e R$ 100 (inteira).

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PwC revela mudança em hábitos de compra do brasileiro

Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, economizar.

Outras medidas adotadas pelos brasileiros para enfrentar a crise foram: redução de frequência de entretenimento (restaurante, bares, entre outros), adotada por 49% dos entrevistados; visitas mais frequentes a lojas em busca de ofertas (46%); e restrição de compras a artigos de primeira necessidade (43%).

A Total Retail é o levantamento anual da PwC sobre os hábitos de compra no varejo virtual e físico, realizado globalmente pelo sexto ano consecutivo. A pesquisa ouviu cerca de 24 mil consumidores em 29 países, entre eles cerca de 1.000 entrevistas no Brasil.

De acordo com a pesquisa, num cenário de melhora na economia, 41% dos brasileiros pretendem preservar os hábitos de consumo e poupar dinheiro. E outros 38% farão mais pagamentos à vista.

“Por conta da crise econômica, o brasileiro se viu forçado a reduzir os gastos e buscar melhores ofertas e oportunidades de descontos em pacotes de compras”, diz Ricardo Neves, sócio da PwC e especialista em Varejo e Consumo. “Segundo a pesquisa, o consumidor deve manter seus novos hábitos mesmo com a melhora da economia, o que trará maior competição ao setor varejistas no país.”

As compras online estão ganhando relevância no Brasil nos últimos anos. Em 2012, 70% das pessoas afirmavam realizar compras em lojas físicas pelo menos uma vez por mês. Hoje, são 55%, a mesma porcentagem que afirma utilizar o computador mensalmente para fazer aquisições. O canal que apresentou maior crescimento foi o smartphone, que era usado por 15% das pessoas e, agora, por 31%. “A evolução tecnológica dos dispositivos e a conveniência do canal explica o crescimento do uso de smartphones para compras”, diz Neves.

Perfil de consumo

A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, os dispositivos móveis são, na média, mais utilizados do que nos outros países: 53% dos brasileiros pesquisam produtos online, ante 44% da média mundial, e 45% comparam preço (globalmente, são 38%). Apesar de gostarem de receber ofertas em seus smartphones (53%) e de considerarem até a utilização dele no pagamento das compras (55%), a maioria dos consumidores brasileiros (64%) ainda teme pela segurança da privacidade de suas informações pessoais durante a compra online via dispositivos móveis.

Entre os produtos que os consumidores brasileiros preferem adquirir online estão os livros, músicas, videogames e eletrônicos. Para as categorias alimentos, móveis, objetos de decoração e materiais de construção, os consumidores ainda preferem visitar a loja física para experimentar e testar produtos.

Os fatores com maior importância para a experiência do consumidor nas compras em lojas físicas, e os graus de satisfação com tais fatores, também foram levantados. Para 88% dos entrevistados, o nível de conhecimento do vendedor em relação ao produto é importante ou muito importante, assim como a possibilidade de verificar estoque em outras lojas da rede ou on-line (80%) e ofertas personalizadas (73%). Porém, os consumidores apontaram níveis diferentes de satisfação com tais itens, dizendo-se satisfeitos ou muito satisfeitos 56%, 57% e 51% respectivamente aos fatores acima citados.

As mídias sociais também exercem um papel relevante: 40% dos brasileiros se sentem motivados a realizar uma compra ao visitar a página do varejista, enquanto 61% levam em consideração avaliações e comentários sobre o produto compartilhados nas redes. “O brasileiro acessa com frequência as redes sociais e tem utilizado cada vez mais deste canal para trocar experiências de consumo”, diz Neves.

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Despesas de bancos com segurança de TI são três vezes maiores que empresas de outros setores

As instituições financeiras estão sendo pressionadas a reforçar a segurança, pois tendências como a maior adoção dos bancos on-line aumentam o risco de ataques virtuais sobre a infraestrutura de TI dos bancos. Os clientes assumem um papel cada vez mais importante ao ressaltar incidentes de segurança: um quarto (24%) das instituições financeiras informa que algumas das ameaças que enfrentaram em 2016 foram identificadas e relatadas por clientes.

De acordo com a Pesquisa de Riscos à Segurança de Instituições Financeiras realizada pela Kaspersky Lab e a B2B International, o investimento em segurança é prioridade para os bancos e instituições financeiras. Ao sofrer ataques em sua própria infraestrutura e na de clientes, os bancos de varejo gastam três vezes mais em segurança de TI que instituições de outras áreas com porte semelhante. Além disso, 64% dos bancos admitem que investirão para melhorar sua segurança de TI, independente do retorno do investimento de modo a atender às demandas crescentes das agências regulatórias do governo, da alta direção e até mesmo de seus clientes.

Embora os bancos se empenhem e invistam na proteção de seus perímetros contra ameaças virtuais conhecidas e desconhecidas, é difícil proteger toda a amplitude da infraestrutura de TI existente, da tradicional à especializada, caixas eletrônicos e terminais de ponto de venda. O vasto e sempre dinâmico cenário de ameaças, associado ao desafio de melhorar os hábitos de segurança dos clientes, proporciona aos fraudadores ainda mais pontos de vulnerabilidade para explorar.

Riscos emergentes: ataques de engenharia social sobre contas bancárias

Os riscos emergentes relacionados aos bancos on-line são destacados no relatório como uma tendência capaz de expor os bancos a novas ameaças virtuais. 42% dos bancos preveem que uma maioria esmagadora de seus clientes usará os bancos on-line em até três anos, mas admitem que os usuários são muito negligentes em seu comportamento na Internet. A maior parte dos bancos pesquisados (46%) reconheceu que seus clientes sofrem ataques de phishing com frequência, sendo que 70% dos bancos também registraram incidentes de fraude financeira resultantes, causando prejuízos financeiros.

O aumento dos ataques de phishing e engenharia social sobre os clientes levaram os bancos a reavaliar suas iniciativas de segurança nessa área. 61% dos participantes da pesquisa consideram o aprimoramento da segurança de aplicativos e sites usados por seus clientes como uma de suas maiores prioridades de segurança, seguida de perto pela implementação da autenticação e verificação mais complexa de dados de login (uma prioridade principal para 52%).

Embora estejam vulneráveis às ferramentas e truques de phishing que visam seus clientes, os bancos estão ainda mais preocupados com outro ‘velho inimigo’: os ataques direcionados. E têm bons motivos isso; os métodos de ataque direcionado estão se tornando mais corriqueiros, e as plataformas de malware como serviço são até usadas para prejudicar organizações financeiras.

Ataques direcionados: ameaças persistentes

Pela experiência com incidentes reais, sabemos que, na maioria dos casos, o investimento em segurança no setor financeiro vale muito a pena; as instituições financeiras apresentam um número significativamente menor de eventos de segurança que empresas do mesmo porte de outros setores, com exceção apenas dos ataques direcionados e do malware. A detecção de atividade anormal possivelmente maliciosa, associando ferramentas legítimas com malware sem arquivos, requer uma combinação de soluções avançadas contra ataques direcionados e uma inteligência de segurança abrangente. Porém, 59% das empresas financeiras ainda não adotam uma inteligência de ameaças de terceiros.

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Tipos de eventos gerais de segurança ocorridos: O malware e os ataques direcionados são os únicos incidentes que afetam as organizações bancárias mais que suas equivalentes de outros setores.

O compartilhamento da inteligência de ameaças ajudaria os bancos a identificar rapidamente ameaças novas e emergentes, uma questão importante a ser observada, considerando o baixo nível de preocupação que os bancos têm com alguns de seus dispositivos mais vulneráveis, como os caixas eletrônicos. Nesse aspecto, ao compartilhar mais informações de terceiros, os bancos poderiam se preparar melhor para as ameaças que, de outra forma, não teriam como esperar.

Proteção de caixas eletrônicos: pouca preocupação, grande vulnerabilidade

Os bancos se preocupam relativamente pouco com o risco de prejuízos financeiros decorrentes de ataques a caixas eletrônicos, embora eles sejam altamente vulneráveis a ataques dessa natureza. Apenas 19% dos bancos se preocupam com os ataques em caixas eletrônicos e máquinas de saque, apesar da taxa crescente de malware voltado a essa parte da infraestrutura bancária (na análise de ameaças de 2016, relatamos um crescimento de 20% dos malwares em caixas eletrônicos em relação a 2015).

Veniamin Levtsov, vice-presidente de negócios corporativos da Kaspersky Lab, observa: “O combate às ameaças em constante mudança que visam sua própria infraestrutura de TI e as contas de clientes é um desafio diário para as instituições financeiras. Para ter uma resposta efetiva em vigor, que proteja todos os pontos de vulnerabilidade, o setor de serviços financeiros precisa de vários componentes fundamentais: criar uma proteção contra ataques direcionados altamente integrada, adotar a segurança antifraude multicanal e obter inteligência prática referente a ameaças em evolução”.

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IDC Brasil revela que o mercado de tablets caiu 32% em 2016

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Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de tablets teve queda. Em 2016, foram vendidos aproximadamente 4 milhões de unidades, ou seja 32% a menos do que em 2015, quando foram comercializados cerca de 5,8 milhões de dispositivos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de tablets vendidos no ano passado, apenas 26,5 mil foram notebooks com telas destacáveis.
“Em 2016, passado o ‘boom’ de vendas de tablets, 80% do mercado ficou dominado por três empresas que resistiram ao período de crise e à canibalização destes dispositivos. Isso deixou o setor mais saudável e com produtos que oferecem melhor experiência de uso ao consumidor”, diz Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, os produtos colocados à venda em 2016 ficaram numa faixa de preço apenas 3% maior do que no ano anterior. “Em 2015, os tablets custavam, em média, R$ 500. No ano passado, os preços ficaram na faixa de R$ 513”, completa La Falce.

4º trimestre

Entre outubro e dezembro de 2016, foram comercializados 1,2 milhões de unidades, ou seja, 17% a mais do que no terceiro trimestre de 2016 e 11% a menos do que no mesmo período de 2015. “Como o tablet segue na lista de desejos do público infantil, o último trimestre de 2016 manteve o movimento aquecido dos anos anteriores por conta do Dia das Crianças, da Black Friday e do Natal”, finaliza o analista da IDC.

Expectativa para 2017

A IDC Brasil estima que o mercado de tablets chegue à marca de 3,7 milhões de dispositivos vendidos em 2017, ou seja, apenas 7% a menos do que em 2016.

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Concur anuncia expansão para o Brasil

A Concur, uma empresa da SAP e líder mundial em soluções de controle de viagens, despesas e faturas, anuncia hoje seus planos de crescimento para o mercado brasileiro. O Brasil já está atualmente entre os 10 principais mercados da Concur em volume de transações e usuários. A operação brasileira ficará alocada juntamente com o escritório da SAP em São Paulo para atender clientes brasileiros e multinacionais.

“A América Latina é uma região de grande importância na estratégia de crescimento global da Concur. Já temos mais de 160 clientes multinacionais usando as nossas soluções no Brasil, mesmo antes de estar presente no mercado local”, afirma Mike Eberhard, presidente da Concur. “Como a adoção de serviços de gestão de despesas e de nuvem deve aumentar no Brasil nos próximos anos, acreditamos que a oportunidade de crescimento é significativa.”

Para a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, a chegada da Concur no Brasil é estratégica para o crescimento da subsidiária. “Em 2016 tivemos um ótimo desempenho com vendas de soluções em nuvem, que cresceram três dígitos, em comparação com o ano anterior. Agora, temos mais uma opção em Cloud para nossos clientes. A Concur completa nossa estratégia de levarmos as aplicações de negócios das empresas para a nuvem”, destaca Cristina.

Valéria Soska, que atuava na SAP Brasil anteriormente, assumiu a posição de diretora geral da Concur Brasil, tendo como desafio liderar a expansão e supervisionar o desenvolvimento dos negócios, vendas, marketing e serviços de suporte ao cliente em todo o País. Na SAP Brasil, a executiva ocupou a função de vice-presidente do programa de clientes estratégicos da SAP Brasil, em que era responsável por atender grandes organizações no país.

As soluções Concur são utilizadas por algumas companhias no Brasil, que já colhem os benefícios de simplificarem a gestão de despesas de funcionários e viagens corporativas.

O Brasil é atualmente um dos 10 maiores mercados da Concur no mundo, em termos de transações e usuários dos sistemas. O fluxo de transações de clientes brasileiros que passam pelas aplicações Concur aumentou 40% no quarto trimestre de 2016, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Somente em dezembro, o crescimento saltou para 50%. Agora, com uma operação local, o objetivo é elevar ainda mais a participação de mercado das aplicações de gestão de despesas e viagens.

Uma das empresas que já se beneficiam das soluções da Concur é a Sanofi, quinto maior laboratório farmacêutico do mundo: “A Sanofi tem tido benefícios com as soluções de controle de viagens e despesas da Concur, contando com uma visão holística sobre os gastos da empresa. Esses dados ajudam nossos negócios a ter uma economia significativa no Brasil”, afirma Roberto Simonsen, diretor de finanças da Sanofi LATAM.

A Concur oferece um ecossistema de plataformas de viagens e despesas totalmente conectado que integra produtos, fornecedores e parceiros, incluindo grandes marcas no Brasil, como Uber e Airbnb. Esse ecossistema aberto, associa dados sobre gastos para proporcionar uma visão que ajuda clientes e parceiros a conduzir seus negócios de forma mais eficiente.

A empresa brasileira Avipam Turismo e tecnologia, que atua com prestação de serviços de viagens e eventos corporativos, também está otimista com o início da operação local da fornecedora. “A Concur é conhecida por sua liderança e inovação na área de controle de viagens e despesas, e estamos muito animados para ver a empresa fazer do Brasil uma prioridade em sua iniciativa de expansão global. Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Concur na oferta de soluções inovadoras para gestão de viagens de negócios para nossos clientes locais”, destaca Antonio Fernando Slomp, presidente da Avipam Turismo e Tecnologia.

A SAP, que adquiriu a Concur em 2014, ajudará a impulsionar a estratégia go-to-market da Concur no Brasil.

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Emissão instantânea de cartão alavanca negócios no varejo – Por Fernando Giroto

Definitivamente, o brasileiro tem adotado cada vez mais o pagamento eletrônico em detrimento do dinheiro e cheque. A expansão do uso de cartões no consumo é devido ao processo de substituição de meios de pagamentos. Uma amostra do volume de vendas que reflete esse crescimento é o número de transações com cartões, que no primeiro semestre de 2016 foi superior a 6 bilhões de reais. No caso do débito, o aumento é de 13% e o crédito corresponde a 5,5%. As duas modalidades representam mais de 50% das compras em todo o país. Todos esses números fazem parte de um estudo feito pela ABECS (Associação Brasileiro das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços), apresentado em junho desse ano, e evidenciam um crescimento que coloca o Brasil entre os 10 maiores mercados do mundo em transações feitas com cartão. Mas existem gargalos a serem superados. A lentidão da entrega dos cartões é um dos maiores desafios na relação entre empresa e cliente. Essa é uma reclamação constante de novos correntistas de bancos ou clientes que ingressam em programas de fidelização no varejo.

E apesar do obstáculo, existe uma grande evolução em curso no mercado. Uma das soluções mais bem sucedidas é a emissão instantânea de cartões. Essa inovação foi implementada no varejo, com seus cartões private label, e trouxe muitos benefícios para o setor. A entrega imediata permite aos lojistas aumentarem as taxas de ativação, requisição e retenção dos seus clientes. Além disso, é vantajoso para os varejistas, que ganham em produtividade, redução de custo com correios e evitam fraudes geradas por extravio dos cartões. Neste caso os altos gastos com call center são dispensáveis, uma vez que os cartões já são automaticamente desbloqueadas e suas senhas definidas de forma instantânea, proporcionando ao consumidor viver uma nova experiência em serviços oferecidos pelo fornecedor.

E qual o melhor modelo de negócio para atender toda essa demanda? O ideal é descentralizar as operações e criar parcerias que envolvam empresas especialistas em várias áreas. Há empresas que possuem portfólios de serviços complementares à avaliação de crédito e processamento de dados. Há também parcerias entre companhias que estão oferecendo soluções completas para emissão de cartões personalizados, que são considerados um avanço no mercado. Todas essas alternativas formam uma cadeia de parcerias que propicia a empresa focar na sua principal atividade.

Essas parcerias vão permitir que bancos e varejo possam emitir o cartão de crédito para o cliente de forma imediata e segura. Além disso, vai eliminar custos com correio e fraudes geradas por extravio. Essa alternativa vai impulsionar também as vendas no varejo porque possibilita ao cliente a compra imediata de produtos e serviços.

Os cartões conhecidos como “picture card” alcançam o nível máximo de personalização pois permite ao cliente gerar um “espelho” com sua própria foto ou podem optar também por sua foto preferida e tê-la impressa no cartão. Trata-se de uma solução madura e consolidada no mercado, totalmente customizável de acordo com as necessidades do consumidor, muito superior a outras ofertas de mercado que não viabilizam nenhuma interação entre cliente e empresa. Para os varejistas, a maior vantagem de aderir à essa solução é a possibilidade de aumentar o mix de produtos oferecidos pelas lojas com a finalidade de aumentar a carteira de clientes e, por consequência, elevar o fluxo financeiro. Essa iniciativa já é uma realidade no mercado brasileiro e está seguindo uma tendência mundial.

Fernando Giroto, Diretor de Vendas da HID Global para Brasil e Cone Sul da Divisão de Secure Issuance

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