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Celulares: mercado sofre queda de 5,2% em 2016, revela estudo da IDC

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Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de celulares registrou queda. Segundo o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil – líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, durante todo o ano de 2016, foram comercializados 48,4 milhões de aparelhos, o que representa 5,2% a menos do que em 2015, quando foram vendidos 51,1 milhões de dispositivos.

“Mesmo com queda nas vendas nos últimos dois anos, o Brasil conseguiu se manter na quarta colocação dos países que mais vendem smartphones no mundo e continua sendo estratégico para os fabricantes”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina.

Do total de aparelhos comercializados em 2016, 43,5 milhões foram smartphones (queda de 7,3%) e 4,9 milhões feature phones (crescimento de 18,5%). “O primeiro semestre de 2016 foi muito fraco e refletiu diretamente nas vendas dos smartphones. Foi um período de dólar elevado e muita indecisão político-econômica. Nos três primeiros meses do ano passado, por exemplo, os fabricantes chegaram a pausar a produção por falta de peças (ou insumos) devido às incertezas do mercado. Já no segundo semestre, com a oferta de dispositivos estabilizada e com o consumidor um pouco mais confiante, houve uma melhora, principalmente no último trimestre”, avalia Munin.

O estudo da IDC revela ainda um comportamento bastante diferente em relação às marcas que dominam o mercado de celulares no Brasil. De acordo com o analista, até 2014, 94% dos aparelhos vendidos pertenciam a seis marcas globais. Em 2016, o número passou para 80%. “Fabricantes menores globais ou nacionais ganharam uma fatia importante do mercado. O cenário favoreceu quem trabalha com preços mais acessíveis. Além disso, as empresas passaram a investir mais para atender um consumidor que exige design diferenciado, durabilidade, capacidade de memória e câmera e que gasta mais para ter um celular, tanto que o tíquete médio dos aparelhos passou de R$ 882, em 2015, para R$ 1050, em 2016.

4º Trimestre

O 4º trimestre de 2016 apresentou crescimento de 16% na comparação com o mesmo período de 2015. Foram vendidos 13,8 milhões de aparelhos, sendo 12,5 milhões de smartphones (crescimento de 14%) e 1,3 milhão de feature phones (crescimento de 31%). “O último trimestre foi surpreendente, principalmente por conta da Black Friday, que ganhou força nos últimos anos e se firmou como a principal data para o mercado de celulares. Muitos consumidores anteciparam as compras de final de ano e outros esperaram a data para trocar de aparelho”, completa o analista da IDC para América Latina.
Projeções para 2017

Para Munin, o cenário em 2017 é um pouco mais otimista. A previsão é de que sejam vendidos 49,2 milhões de aparelhos durante o ano, ou seja, 1,6% a mais do que em 2016. Deste total, quase 45 milhões serão smartphones (com crescimento de 3%). “Depois de dois anos seguidos de queda, este resultado será muito satisfatório. Podemos dizer que o pior para o mercado de smartphones já passou”. Além dos fatores macroeconômicos melhores, os canais terão portfolios mais assertivos com os produtos que os consumidores querem. “Também acreditamos em uma competição forte entre os principais fabricantes para oferecer preços atrativos e aparelhos com boas especificações. O consumidor será beneficiado”.

Ainda de acordo com as previsões da IDC, 2017 deve ser um ano de reposição de celular. “Hoje, temos aproximadamente 153 milhões de aparelhos em uso no Brasil, sendo 121 milhões smartphones e 32 milhões feature phones, ou seja, 21% da população ainda deve migrar de um telefone convencional para um aparelho inteligente. Outro fator relevante é que o número de smartphones antigos nessa base de 121 milhões é alto, o que impulsionará nas renovações”, finaliza o analista da IDC.

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A guerra por talentos no mercado de tecnologia – Por Cassiano Monteiro

Durante o último ano, tive a oportunidade de estar dos dois lados de uma entrevista de emprego: como candidato e como recrutador. Com esta experiência, tive duas impressões: recrutadores estão desesperados por profissionais qualificados e alguns candidatos estão guiando suas carreiras, única e exclusivamente, pelo quesito remuneração. Estas impressões partem do meu ponto de vista pessoal, com base em diversos contatos que tive com recrutadores e em entrevistas que conduzi, buscando candidatos para as vagas disponíveis no Guichê Virtual, startup líder na venda de passagens de ônibus online. Isso me levou a refletir mais a fundo sobre esse assunto.

Recrutadores estão desesperados por profissionais qualificados

Apesar de estarmos enfrentando uma situação econômica um tanto desfavorável no país, o mercado de tecnologia está crescendo. Ainda assim, a quantidade de profissionais qualificados não vem acompanhando esta curva acentuada. Neste cenário temos, de um lado, empresas sempre buscando contratar profissionais experientes e, do outro, uma oferta escassa de talentos, majoritariamente formada por profissionais recém-formados e/ou pouco experientes.

Esse problema acontece por uma combinação de fatores. Inicialmente, é possível observar que, apesar da criação de colégios voltados para a qualificação técnica, o interesse pela área ainda é relativamente baixo e não atende a toda a demanda do mercado. Em seguida, a velocidade absurda no avanço das tecnologias faz com que pouquíssimos profissionais tenham mais do que dois ou três anos de experiência especificamente nessas ferramentas inovadoras.

Enquanto isso, há uma explosão de startups e outras empresas de tecnologia no mercado emergente brasileiro. Empreendedores estão visualizando diversas oportunidades de negócio baseadas em inovação tecnológica e estão famintos para aproveitá-las o mais rápido possível. Por isso, precisam com urgência de profissionais extremamente qualificados e que possam rapidamente desenvolver os produtos e serviços para atingir o mercado em tempo hábil.

Dentro desse cenário, o recrutamento de profissionais de tecnologia está cada vez mais complexo e demorado, e a falta de profissionais qualificados para as vagas específicas faz com que empresas e recrutadores diminuam cada vez mais os requisitos necessários para a contratação. Além disso, é comum que cargos mais altos sejam oferecidos a profissionais menos experientes como forma de atração e retenção de pessoas que tenham ao menos alguma qualificação na área.

Enquanto isso, os talentos do mercado de tecnologia…

Para os profissionais mais qualificados e experientes é um excelente cenário para buscar novos desafios e melhores condições de trabalho. Já para os recém-formados, um começo de carreira acelerado e bastante promissor. E, por fim, para os menos qualificados, uma oportunidade de galgar posições interessantes.

Porém, essa escassez de talentos no mercado de tecnologia traz alguns comportamentos que acabam prejudicando eles mesmos. Além do fato de muitos candidatos enviarem currículos desconexos com a vaga pretendida, é muito comum encontrar exageros que, após uma conversa de 15 minutos por telefone, claramente não condizem com a realidade. Tenho notado também uma falta de vontade de muitos candidatos em participar de um processo seletivo mais criterioso. É como se eles quisessem que o recrutador adivinhasse quem são os melhores profissionais do mundo simplesmente com um aperto de mão. Mas é após o processo seletivo, no momento da proposta de trabalho, que vem a real guerra do mercado, a salarial (e consequente rotatividade altíssima no setor).

Apesar de estudos apontarem que a geração Y valoriza mais outros fatores do que simplesmente salário, na prática a remuneração ainda conta bastante. E sim, é completamente compreensível que este seja um dos principais fatores para nortear uma decisão profissional, mas não o único. Atualmente, alguns profissionais travam verdadeiros leilões salariais.

Na minha visão, esse fenômeno prejudica profissionais e empresas. Apesar da oportunidade de melhores salários, isso afeta negativamente a evolução do profissional no mercado de trabalho, afinal muitos não se fixam durante um período relativamente longo em uma empresa. Isso dificulta na formação de um embasamento sólido de experiência de trabalho, além de estabelecer uma marca de “infidelidade” profissional. Já para as empresas, altos salários e rotatividade aumentam os custos operacionais diretos e indiretos, fazendo com que esses gastos sejam repassados em seus produtos e serviços, ou até mesmo dificultando a sobrevivência de negócios emergentes.

Cassiano Monteiro, líder do time mobile do Guichê Virtual

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Transforme seus empregados em donos

Por Javier Kreiner, Head of Data da CargoX

Faça de seus colaboradores donos de sua empresa. É isso mesmo! Você não leu errado e pode ficar despreocupado, você não está lendo nenhuma propaganda de algum sindicato qualquer. Alguns dos maiores líderes de empresa do Brasil seguem esse raciocínio, um exemplo é Jorge Paulo Lemann, que tem como pilares de suas empresas sempre dar espaço para as pessoas boas e comprometidas, permitindo assim que elas construam e cresçam dentro da organização. Um dos maiores sócios dele, o carioca Marcel Telles, começou trabalhando para Lemann, no Banco Garantia, como office boy, a posição mais júnior das empresas. Ele se destacou, contribuiu e subiu nos cargos. Anos depois ele acabou virando sócio do banco e um dos homens mais ricos do Brasil. Ele se transformou em dono.

Estabelecer os incentivos corretos é fundamental para o sucesso de uma companhia. Isso ajuda a separar as empresas que fazem sucesso daquelas que veem o seu valor estagnar ou mesmo cair. Um dos fatores determinantes é o engajamento da força de trabalho. Um estudo da Aon Hewitt que analisou 6,7 milhões de colaboradores e 2.900 organizações no mundo inteiro identificou que as corporações que apresentavam, no período analisado, alto grau de engajamento, tiveram um retorno 22% superior à média do mercado, enquanto aquelas nas que o engajamento era baixo performaram 28% abaixo da média. Não há dúvidas, então, que estamos na presença de um efeito fundamental.

É preciso saber, também, como é gerado esse engajamento que faz uma diferença tão grande nos resultados. Um elemento chave é a mentalidade de dono, na verdade, dos diversos donos: dono das responsabilidades, dono de missões relevantes, dono dos sucessos e reconhecimento, dono do orgulho de pertencer a uma empresa bem-sucedida e ter ajudado na sua criação. Em última instância ele será dono de parte dos lucros, ou mesmo de parte da empresa.

Esse conceito foi entendido não só pelos grandes empresários brasileiros, mas é pedra fundamental da cultura no Vale do Silício. Os sofisticados investidores dessas terras colocam como requerimento essencial, para realizar um investimento, que a empresa aportada reserve uma parcela de ações para seus empregados. A motivação para essa exigência é o aumento do valor da companhia, pois reter e incentivar as pessoas certas determina o destino do empreendimento.

Embora a participação acionária ou nos lucros seja um elemento importante, nos últimos anos um crescente número de estudos vem demonstrando que o sentido de propriedade não é determinado só por isso. Os elementos ‘soft’ ou psicológicos são tão importantes quanto. Os colaboradores têm que ter liberdade e influência na resolução dos problemas e melhoria dos processos relativos à própria atuação. Os projetos e as ideias devem ser estimulados e as conquistas reconhecidas, sem isso nenhuma empresa chega a lugar algum.

Quando essa responsabilidade é designada aos colaboradores, quando se esperam grandes coisas das pessoas e elas são devidamente recompensadas por um trabalho bem feito, se inicia um círculo virtuoso que leva ao sucesso. Então sim, converta os empregados em donos. Converta a sua empresa numa plataforma para que eles virem donos do próprio destino.

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Telefónica Open Future_ e Facens criam espaço para desenvolvimento de startups

O Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), fechou parceria com o FACE – Centro de Empreendedorismo da Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba) para a criação de um espaço de crowdworking para empreendedores digitais. O Crowd Facens é a primeira iniciativa do Open Future no Interior de São Paulo e já está com inscrições abertas para a seleção de startups de base tecnológica da primeira turma.

O Crowd funcionará nas dependências da Facens e buscará projetos inovadores em diversas áreas como Cidades Inteligentes, Internet das Coisas, Big Data, Soluções B2C, B2B, Vídeo, Machine Learning, Segurança, Fintech e Agtech, entre outras. As inscrições estarão abertas até 28 de abril por meio da plataforma global Openfuture.org, que possui também conteúdos de empreendedorismo e eventos da rede abertos a qualquer pessoa interessada. Nessa chamada, serão selecionadas 10 startups criadas por alunos, ex-alunos, professores, empreendedores e pesquisadores associados à Facens. O período de pré-aceleração será de 12 meses.

Trata-se do sexto Crowd implantado pelo Open Future no País, com o objetivo de apoiar o talento empreendedor local e ajudar a converter ideias inovadoras em negócios de sucesso. Por meio de parcerias com instituições públicas ou privadas, o programa oferece infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria para o desenvolvimento das startups.

Caso o projeto avance, terá a oportunidade de continuar a ser apoiado pelo Open Future por meio da Wayra, uma das iniciativas de investimento do programa, onde poderá receber aporte de capital financeiro e toda infraestrutura necessária para sua evolução. “Temos uma metodologia de desenvolvimento de negócios moderna e já testada, além de podermos ampliar os contatos dos empreendedores de Sorocaba com um ecossistema mundial de inovação, com crowds espalhados por 17 países”, afirma Renato Valente, Country Manager do Open Future e diretor da Wayra Brasil.

Para Andréia Leles, coordenadora do Centro de Empreendedorismo da Facens, a parceria oferece aos alunos a possibilidade de ampliar a visão empreendedora e aplicar o que é desenvolvido em sala da aula. “Estamos muito otimistas e acreditando que o mercado ganhará profissionais ainda mais qualificados e produtos e soluções inovadores. Só o fato de ter uma ideia acelerada por uma empresa do porte da Telefónica já é um grande diferencial para o currículo dos nossos alunos”, afirma.

Parcerias com a Vivo

O Open Future_ atua com o conceito de inovação aberta e um de seus propósitos é promover parcerias entre a Vivo e as startups apoiadas por seus programas na oferta de serviços ao cliente ou de processos inovadores para a gestão da própria empresa. Hoje, 20% das startups investidas pelo Open Future_ fazem negócio com a operadora.

Dentre os seis espaços de crowdworking, o primeiro, chamado Crowd Vale da Eletrônica,foi lançado no início de 2016 junto ao Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações, de Santa Rita do Sapucaí (MG) e em parceria com a Ericsson. Em maio, foi anunciada a criação do Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná. Em São Paulo, a parceria com o Senac Santo Amaro deu origem ao Crowd Senac e, em Curitiba, foi anunciado em dezembro o Crowd Hotmilk Curitiba, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica – PUCPR. Mais recentemente, em fevereiro, foi criado o Crowd Rio, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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“Novo manual de coaching”: livro aborda metodologias para promover mudanças e acelerar o alcance de resultados

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O “Novo Manual de Coaching – O guia definitivo para o alcance de resultados e mudança de vida”, recém-lançado pela Literare Books International, traz conceitos, metodologias e dicas práticas aos que buscam algum tipo de mudança em suas vidas. São mais de 50 capítulos que abordam a experiência de renomados coaches do Brasil nas mais diversas áreas como carreira, educação, comportamento, saúde e qualidade de vida, alta performance, liderança, empreendedorismo, desenvolvimento organizacional, relacionamentos e até mesmo maternidade, esporte, propósito e autorrealização, dentre inúmeras outras.

Nessa obra, os leitores são conduzidos a analisar diversos aspectos da vida e elaborar um plano de ação por meio de metodologias eficientes. É uma chance não só de reciclar – ideias, conceitos e conhecimento – mas também de desenvolver habilidades e competências, explorar cenários, expandir a consciência, mudar comportamentos e, acima de tudo, buscar a realização pessoal e profissional.

Alessandra Fonseca, sócia-proprietária da ConsultaRH (consultoria especializada em Recursos Humanos, Coaching e Empreendedorismo), é uma das coautoras do Manual e faz uma análise sobre o coaching executivo – vertente voltada ao desenvolvimento de lideranças e que tem sido cada vez mais procurada; tanto pelas organizações, que estão buscando executivos capazes de atingir resultados mais expressivos, que conseguem motivar e inspirar equipes explorando ao máximo as capacidades dos seus times, como pelos próprios profissionais, que nunca se sentiram tão pressionados como agora e, por isso, muitas vezes estão insatisfeitos com sua carreira e querem desenvolver novas habilidades.

“Novo Manual de Coaching – O guia definitivo para o alcance de resultados e mudança de vida” é um excelente manual para quem quer conhecer as melhores práticas e as diversas técnicas e aplicabilidades dos tipos de coaching.

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EQUIPOTEL 2017 consolida a importância do setor de hospitalidade e food service

A EQUIPOTEL, evento referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares para a América Latina, chega a sua 55ª edição. O evento marca um momento de consolidação e representatividade aos setores presentes. Entre os dias 11 e 14 de setembro, a EQUIPOTEL será realizada no São Paulo Expo, em uma área de 60 mil m² e terá a capital francesa, Paris, como inspiração no local que abrigará os mais de 55 mil profissionais da área.

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a EQUIPOTEL reunirá compradores qualificados e tomadores de decisão de todos os setores que abrangem a cadeia da hospitalidade e serviços alimentares. Para este ano, os destaques ficam por conta da vasta oferta de experiências e extensa programação de conteúdo. Eventos simultâneos, workshops, palestras e instalações apresentarão novidades, tendências, soluções e equipamentos para expandir a capacidade de impacto aos visitantes. A expectativa é de que a feira auxilie novos e prósperos negócios entre toda a cadeia.

“Teremos mais de 150 marcas expositoras, que abrangem uma importante parcela deste setor hospitaleiro. É o melhor momento para os que queiram apresentar produtos, ideias e inovações e também para aqueles que buscam ampliar e reforçar suas parcerias comerciais” comenta Alexandre Brown, diretor da EQUIPOTEL.

Conhecida por estar entre as cinco principais feiras do mundo no setor de hospitalidade, a EQUIPOTEL reunirá em um único local, proprietários de hotéis, pousadas, bares, restaurantes e outros estabelecimentos e seus principais fornecedores. A feira contará com uma planta setorizada, facilitando a visitação e aproximando ainda mais vendedores e compradores. Tecnologia; Food Service; Equipamentos e Utensílios; Limpeza e Manutenção; Fitness, Spa & Lazer; Arquitetura, Decoração e Design serão destacados na planta.

A EQUIPOTEL apresenta um substancial crescimento ampliando seu conceito em hospitalidade e serviços alimentares, agregando dessa forma, hotéis, pousadas, motéis, albergues, spas, clínicas, bares, restaurantes, pubs, hospitais e tudo o que envolve o conceito de hospitalidade.

EQUIPOTEL – 55ª EDIÇÃO

Data: 11 a 14 de setembro de 2017
Horário: Segunda a Quinta-feira das 13h às 21h
Local: São Paulo Expo, São Paulo – SP
Informações: www.equipotel.com.br

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illy lança e-commerce no Brasil

view Já está no ar a página de e-commerce da illycaffè, que atende pedidos em todo o território brasileiro. Com a nova loja online, os amantes de café especial poderão adquirir com facilidade os variados produtos da torrefadora e se atualizar sobre as novidades da marca illy, líder global em qualidade, por meio de uma newsletter.

A illyshop (http://shop.illy.com.br) oferece ao consumidor diversas opções para o preparo do café, como as máquinas Iperespresso, de design arrojado e tecnologia inovadora, que extraem o tradicional espresso das cápsulas illy. São encontrados, ainda, outros formatos de café, como em sachês, moído e em grãos, além da linha de chás da tradicional marca francesa Dammann Frères.
A loja também disponibiliza acessórios para o consumo de café, com destaque para as exclusivas xícaras da illy Art Collection.
Novidade

Outro lançamento da marca no Brasil são os copos da linha LIVE HAPPilly KeepCup, recipientes reutilizáveis de café desenvolvidos pela illycaffè em parceria com a empresa australiana KeepCup. Com design prático e moderno, o produto está disponível em seis cores diferentes, tem capacidade para armazenar até 454 ml e conserva a temperatura da bebida.

Alternativa sustentável aos copos descartáveis e tradicionais para viagem, os KeepCups são feitos com polipropileno e são 100% recicláveis, além de leves, inquebráveis e fáceis de higienizar. Projetados para proporcionar o prazer de beber café em qualquer momento e lugar, são os primeiros recipientes reutilizáveis idealizados conforme padrões de baristas e se destinam a consumidores que estão sempre prontos para usufruir de produtos inovadores.

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Terceirização favorece a geração de empregos, aponta FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) há 13 anos acompanha a tramitação do projeto de regulamentação completa da terceirização das atividades das empresas. A Entidade considera a terceirização uma realidade mundial e uma peça estratégica para a organização produtiva das economias modernas. A falta de um regulamento para a contratação de serviços terceirizados no Brasil, entretanto, tem gerado conflitos nas relações do trabalho e insegurança jurídica para as empresas, fatores negativos para o ambiente de negócios do País.

A Federação observa que a terceirização faz parte da organização produtiva das companhias há muito tempo e que a atividade se intensificou com a abertura da economia e a maior inserção das empresas brasileiras nas cadeias produtivas globais.

Em linhas gerais, a Entidade enxerga que algumas alterações realizadas no texto serão de difícil aplicabilidade. Uma delas diz respeito ao pagamento direto pela contratante dos salários e encargos como o FGTS dos empregados terceirizados, em caso de inadimplência da empresa contratada, já que geralmente a contratante não possuirá informações detalhadas sobre salários, afastamentos, faltas, horas extras, férias e outras informações.

A FecomercioSP reconhece a relevância econômica e social exercida pelas atividades terceirizadas no Brasil, que hoje empregam mais de 10 milhões de trabalhadores formais e já fazem parte da organização produtiva das companhias há muito tempo. Sendo assim, sempre apoiou a regulamentação da terceirização para que seja assegurado o objetivo primordial de garantir segurança e viabilidade dessa relação contratual.

Dessa forma, a Federação destaca que o projeto de lei não reduzirá salários ou direitos dos trabalhadores, mas sim estimulará a atividade econômica, incentivando a liberdade de iniciativa garantida na Constituição. Este tipo de relação de trabalho, que se intensificou com a abertura da economia, não pode ser confundida com a precarização do trabalho, pois as garantias dos trabalhadores já estão protegidas pelas leis em vigor, independentemente do fato de trabalharem em atividades-fim ou atividades-meio.

Para José Pastore, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da FecomercioSP, a falta de um regulamento para contratação de serviços terceirizados no Brasil é que gera conflitos nas relações do trabalho. “A regulamentação das terceirizações é benéfica para a geração de empregos, algo tão essencial na atual conjuntura econômica”, relata Pastore.

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São Paulo sedia primeiro encontro do mercado de internet entre Brasil e China

A agência de promoção de negócios digitais entre Brasil e China, CBIPA – China Brazil Internet Promotion Agency realiza, no dia 30 de maio, no WTC, em São Paulo, o maior encontro já feito entre executivos da indústria de internet dos dois países, o Chinnovation 2017.

Dezenas de executivos de grandes companhias online, analistas financeiros, investidores e gestores de fundos de investimento estarão em São Paulo, na data, para apresentar cases de inovação da indústria digital chinesa e para identificar oportunidades de parcerias e investimentos no Brasil. Entre os brasileiros, participarão 400 fundadores de empresas de tecnologia e chief experience officers (CXOs) de startups de sucesso para troca de experiências, networking e aprendizado com seus pares asiáticos.

Maior parceiro comercial do Brasil desde o início dos anos 2000, a China é também o maior mercado de internet do mundo, não só em número de usuários, mas também em itens como fonte de capital de risco e faturamento com comércio eletrônico e pagamentos móveis.

Veja, abaixo, alguns números de mercado sobre o desenvolvimento da indústria chinesa de internet:

– Maior mercado online do mundo: 700 milhões de usuários

– Maior e-commerce do mundo: U$ 3.1 tri (182 vezes mais que o Brasil)

– Maior mercado de mobile payment: 200 Mi de usuários que movimentam U$ 235 Bi

– Maior fonte de venture funding do mundo: U$ 100 bilhões só em 2016

– Sede de 4 das 10 maiores empresas de internet do mundo (capital aberto na NASDAQ)

– Sede de 4 das 10 maiores unicorns do nundo (startups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão).

A agenda do evento conta com um dia todo de debates e palestras de especialistas chineses e brasileiros, seguidos por outros quatro dias de reuniões entre as partes. Segundo In Hsieh, CEO da CBIPA, há negociações avançadas não só com fundos chineses e grandes empresas online daquele país, como também com autoridades dos dois governos. “Há um grande interesse tanto do governo do Brasil quanto de autoridades chinesas em colocar as parcerias digitais entre os dois países no mesmo nível em que as colaborações na área de commodities e infraestrutura atingiram, nos últimos anos”, diz Hsieh.

De acordo com Yan Di, country manager do Baidu no Brasil e presidente da CBIPA, o evento permitirá destravar investimentos bilaterais no setor digital e abrir centenas de oportunidades para empresas nacionais. “O Brasil é o quinto maior mercado mundial em número de usuários conectados e um parceiro natural para empresas chinesas, embora ainda exista carência de conhecimento mútuo entre as partes, lacuna que o Chinnovation e a CBIPA ajudarão a preencher”, afirma Di.

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TV a cabo e telecom: consulta sobre fatura é o principal tema perguntado aos assistentes virtuais

Consulta sobre faturas dos mercados de Telecom e TV a Cabo detém 80% dos temas mais perguntados aos chatbots, plataformas de inteligência artificial que interagem com usuários nos canais digitais. Levantamento é resultado de estudo feito pela Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de atendimento ao cliente usando a inteligência artificial.

Segundo a Aivo, entre os temas relacionados à fatura estão as principais formas e locais de pagamentos, download de faturas, ciclo de faturamento, troca de endereço da fatura, consulta de dívidas, aviso de pagamento, reclamação por erro do valor cobrado e detalhamento da fatura. Outros temas consultados regularmente pelos usuários estão serviços (21%), serviço técnico (11%), venda de aparelhos (9%), informações sobre planos e pacotes (6%), saldos (4%), portabilidade numérica (3%) e roubo ou extravio (2%).

O estudo identifica que relacionado ao tema de serviços estão recargas, mensagens e dados. Para serviços técnicos, os usuários procuram os chatbots para resolver problemas de chamadas e mensagens, quebra de equipamentos, falta de conexão e desbloqueios. Quando o assunto é venda de aparelhos, as maiores dúvidas são em relação a estoque, formas de pagamento e acompanhamento dos pedidos. Já informações sobre planos e pacotes, os temas mais buscados são informações sobre ofertas de planos e pacotes e ativações enquanto saldos são consultas de minutos para falar e do pacote de dados. A portabilidade numérica diz respeito à assuntos sobre solicitação e acompanhamento de requisições e desbloqueios e por último, roubo ou extravio, para os quais o cliente busca o serviço virtual para informar a perda ou roubo e solicitar a reposição do aparelho.

“O assistente virtual vem tomando cada vez mais o espaço de outros canais quando o assunto é faturamento e cobrança, pois o cliente consegue se auto atender imediatamente e não precisa ficar gastando seu tempo em ligações através do telefone para SACs convencionais. O usuário resolve seu problema no assistente virtual em um minuto e meio em média, enquanto no atendimento humano, esse tempo pode se estender a 15 minutos” explica Bruno Dalla Fina, country manager da Aivo.

Os dados foram extraídos através das interações com o AgentBot, solução de atendimento virtual da Aivo. “Esses assistentes virtuais da empresa possuem integrações com os sistemas ligados destas empresas, o que os deixa resolutivos e não somente informativos”, destaca Dalla Fina. O sistema é utilizado por sete empresas, de diversos países da América Latina, como Movistar México e Argentina, Personal, Claro, Telefonica Argentina, Fibertel, TCC e Montecable, totalizando mais de 10 milhões de conversações e conseguimos 74% de retenção automática. “Apesar do levantamento ser feito em diferentes países o comportamento do usuário é quase o mesmo quando se trata deste tipo de empresa/serviço”, finaliza Dalla Fina.

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A importância da terceirização da TI na Transformação Digital

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Por Kleber Bacili, CEO e fundador da Sensedia

A transformação digital é o instrumento mais eficiente e competitivo para alavancar o negócio. A adesão por soluções digitais deve estar presente em todos os processos, desde produção, distribuição até pós venda. E uma das estratégias mais bem sucedidas do mercado é a adoção de APIs, que são fundamentais para substituir atividades repetitivas e processos internos, que podem ser facilmente automatizadas.

Mas não é só isso. Uma boa estratégia de API também é responsável por estender as oferta de serviços e, como consequência, explorar mercados ainda desconhecidos. Quer exemplos? Marketplaces. As grandes redes de varejo perceberam que era possível reduzir custos e permitir integração de pequenos lojistas à plataforma para vender seus produtos através dela. Outras plataformas apoiadas pelas APIs são Open Banking e Omnichannel.

Mas existem restrições dentro do mundo corporativo em relação à adoção de soluções digitais. E nesses casos, o departamento de Tecnologia de Informação exerce uma função apenas operacional. Porém, e se dermos para a TI o papel de protagonista? Para chegar nesse patamar, um dos caminhos a seguir é a terceirização da TI.

A flexibilidade da TI permite que o departamento de inovação seja mais ativo nas decisões da companhia e não só dê suporte às outras áreas. Ao terceirizar, as empresas focam no que realmente importa e ganham em agilidade, reduzem custos e aumentam a produtividade. Falando em redução de custo, com um time de especialistas, é possível fazer uma avaliação constantemente do desempenho de equipamentos para evitar gastos com manutenção e diminuir o consumo. Mas não é só no controle que a terceirização é forte. A visão estratégica é outro diferencial.

Com olhar mais aguçado em tendências, o fornecedor tem capacidade de criar soluções inovadoras para atender diferentes nichos de mercado como o pagamento eletrônico. Uma das modalidades de pagamento mais comum atualmente são as cobranças em nuvem. No Freemium, o cliente não paga até um limite de créditos, e, ultrapassando essa cota, o serviço começa a ser cobrado. Outro exemplo é o Tiered, que estabelece um limite de transações em um determinado intervalo. Neste caso, a cobrança não é mais individual, mas por diferentes faixas com volumes de chamados definidos.

Não resta dúvida que todo esse conhecimento esteja nas mãos de um grupo de especialistas. O sucesso da sua empresa depende de ser capaz de aplicar novas tecnologias de forma confiável e eficiente. De modo geral, é bem parecido com as razões e vantagens de contratar uma agência de publicidade para fazer uma ação na TV ou até mesmo para cuidar das suas redes sociais.

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Câmara aprova terceirização para todas as atividades da empresa

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (22), o Projeto de Lei 4302/98, que permite o uso da terceirização em todas as áreas (atividade-fim e atividade-meio) das empresas.

Foi aprovado um substitutivo do Senado para a matéria, que também aumenta de três para seis meses o tempo do trabalho temporário, prazo que pode ser alterado por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto será enviado à sanção presidencial.

A matéria foi aprovada com parecer do deputado Laercio Oliveira (SD-SE), que excluiu do texto uma anistia para as empresas – tanto contratantes quanto de terceirização – relativa a multas e penalidades impostas com base na legislação modificada e não compatível com a nova lei.

Outra mudança no parecer, relacionada ao trabalho temporário, inclui trecho da redação aprovada anteriormente pela Câmara para deixar claro que essa modalidade poderá ser usada nas atividades-fim e nas atividades-meio da empresa.

Responsabilização
Quanto às obrigações trabalhistas, o texto aprovado estabelece a responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação à responsabilidade da empresa de serviços terceirizados pelas obrigações trabalhistas. A redação anterior da Câmara previa a responsabilidade solidária. Todas as mudanças ocorrem na Lei 6.019/74.

Na responsabilidade subsidiária, os bens da empresa contratante somente poderão ser penhorados pela Justiça se não houver mais bens da fornecedora de terceirizados para o pagamento da condenação relativa a direitos não pagos. Na solidária, isso pode ocorrer simultaneamente. Contratante e terceirizada respondem ao mesmo tempo com seus bens para o pagamento da causa trabalhista.

Já as obrigações previdenciárias deverão seguir a regra estipulada na Lei 8.212/91, que prevê o recolhimento de 11% da fatura de serviços de cessão de mão de obra a título de contribuição previdenciária patronal. Esse recolhimento é feito pela empresa contratante e descontado do valor a pagar à empresa de terceirização.

Garantias no contrato
O substitutivo do Senado também muda cláusulas que deverão constar obrigatoriamente do contrato de prestação de serviços.

Em relação ao texto da Câmara, saem cláusulas sobre a forma de fiscalização da tomadora de serviços quanto ao recolhimento de obrigações previdenciárias e trabalhistas e a previsão de multa de R$ 5 mil por descumprimento dessas obrigações a cada trabalhador prejudicado.

Condições de trabalho
Diferentemente do texto da Câmara, que previa a garantia, aos terceirizados, do mesmo atendimento médico e ambulatorial destinado aos empregados da contratante, o substitutivo do Senado torna isso facultativo, incluindo nesse caso o acesso ao refeitório.

Permanece, entretanto, a obrigação de a contratante garantir condições de segurança, higiene e salubridade aos trabalhadores.

“Quarteirização”
Será permitido à empresa de terceirização subcontratar outras empresas para realizar serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho a ser realizado por seus trabalhadores nas dependências da contratante. Esse artifício é apelidado de “quarteirização”.

Capital mínimo
Em vez de um capital mínimo de R$ 250 mil, como previa o texto aprovado anteriormente pelos deputados, a redação do Senado cria um escalonamento segundo o número de empregados da empresa de terceirização.

Para aquelas com até dez empregados, o capital mínimo seria de R$ 10 mil; de 10 a 20, de R$ 25 mil; de 20 a 50, capital mínimo de R$ 45 mil; de 50 a 100 empregados, capital de R$ 100 mil; e aquelas com mais de 100 funcionários, um capital mínimo de R$ 250 mil.

O texto que irá à sanção também exclui da versão da Câmara a proibição de contratação para prestação de serviços entre empresas do mesmo grupo econômico, situação em que a empresa de terceirização e a empresa contratante seriam comandadas pelos mesmos controladores.

Fonte: Câmara dos Deputados/Agência Câmara Notícias

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Amadeus lança ferramenta de viagem corporativa inovadora no Brasil

A Amadeus lançou hoje no Brasil uma solução completa para viagens corporativas que unifica os processos de gerenciamento de viagens e de despesas: o Amadeus cytric Travel & Expense, que será lançado durante o LACTE, maior encontro da indústria de eventos e viagens corporativas da América Latina.

Esta solução ágil e integrada ajuda a controlar todos os programas de viagem da empresa. Além de auxiliar gerentes de viagem e de finanças a economizar nos custos diretos e indiretos, esta ferramenta melhora a experiência dos viajantes e torna o processo de gerenciamento de viagens mais eficiente. Por exemplo, é possível economizar até 65% através do gerenciamento de despesas automatizado e até 20% por meio da ferramenta de reserva corporativa.

Com seu modelo de software como serviço (SaaS), o Amadeus cytric Travel & Expense permite às empresas gerenciar com facilidade os seus programas de viagem, desde o planejamento até reservas, prestação de contas e reembolsos. Desta forma, viajantes corporativos podem gerenciar suas despesas de viagem com maior eficiência e em conformidade com as políticas da empresa. Essa ferramenta unificada oferece o seguinte:

• Abordagem Mobile First com foco no Brasil
• Controle total sobre vasto conteúdo de viagem
• Uma abordagem de desenvolvimento ágil e interativa com melhorias regulares e inovadoras
• Integração simples com sistemas e conteúdo externos
• Produtividade centralizada, desde reservas de viagem até aprovação e gerenciamento de despesas

Os benefícios de uma ferramenta de gerenciamento e controle de viagens de negócios se estendem ao modo de trabalho e à rotina das empresas, pois ajudam os funcionários a focar em suas tarefas através de uma plataforma acessível e fácil de usar e que também ajuda a reduzir o tempo e o esforço dedicados ao gerenciamento da burocracia gerada pelos gastos e despesas.

“Estamos muito empolgados com o lançamento da Amadeus cytric Travel & Expense no Brasil, cujo cenário de turismo e viagens em constante expansão transformou o país em um mercado muito importante para a Amadeus”, afirmou Paulo Rezende, Country Manager da Amadeus no Brasil.

“Estamos muito felizes de poder lançar o Amadeus cytric Travel & Expense em meio à crescente indústria do turismo, à diversidade de destinos disponíveis e ao número cada vez maior de empresas e profissionais brasileiros viajando ao exterior a negócios. Esta é uma solução excelente para o mercado brasileiro, que pode ajudar a aprimorar as experiências de viagens de negócios no país”, disse Augusto Ohashi, Diretor e Head of Corporate IT Sales.

Como uma empresa líder no setor de viagens, a Amadeus oferece inovação e escala com suporte para os mercados local e regional. O Amadeus cytric Travel & Expense é armazenado na plataforma estável, aberta e flexível da Amadeus. A soluç

Para mais informações sobre a Amadeus cytric Travel & Expense acesse:
http://www.amadeus.com/corporatesolutions/brazil

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MIT dará prêmio de mais de US$ 1 milhão para organizações que criam mais oportunidades econômicas para os trabalhadores com uso de tecnologia

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“A produtividade alcançou níveis recorde e a inovação nunca foi tão acelerada, mas, ao mesmo tempo, observamos uma queda na renda média e menos vagas de emprego”, afirmou Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa para a economia digital do MIT (IDE). “As pessoas estão ficando para trás porque a tecnologia está avançando tão rápido que nossas habilidades e organizações não conseguem acompanhar.” Segundo ele, “esse é o grande paradoxo da nossa era”. Essa tendência só se intensificará, a menos que surjam novas soluções.

IDE do MIT acredita que as soluções tecnológicas permitirão que as pessoas participem de maneira mais intensa em nossa economia digital, que se desenvolve em ritmo acelerado, aumentando a renda e garantindo oportunidades de emprego. Para reconhecer e facilitar essas soluções criativas durante este momento de mudanças sem precedentes, a IDE do MIT lançou o Desafio de inovação inclusiva (IIC). Após um primeiro ano de sucesso, com quase 300 inscritos do mundo todo, o segundo ano do IIC foi lançado. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em MITinclusiveinnovation.com.

O IIC dará um prêmio de mais de US$ 1 milhão para os “super-heróis da inovação inclusiva” – organizações que utilizam a tecnologia para reinventar o futuro do trabalho e criar uma economia mais equitativa. Organizações com e sem fins lucrativos de qualquer tamanho, idade, tipo e nacionalidade podem participar.

As categorias deste ano são:

– Desenvolvimento de habilidades e detecção de oportunidades
– Aumento da renda e geração de empregos
– Acesso à tecnologia
– Inclusão financeira

Mais de 100 jurados e um comitê especialista de campeões selecionarão 16 vencedores entre as organizações inscritas.

– Quatro vencedores receberão o grande prêmio de US$ 150.000 cada
– Doze vencedores receberão US$ 35.000 cada

Os candidatos devem se inscrever até o dia 7 de junho de 2017 e enviar seus trabalhos até o dia 21 de junho de 2017, quando o desafio será encerrado. Os vencedores serão anunciados durante a HUBweek de Boston (hubweekboston.com), no dia 12 de outubro de 2017, em um evento de grande visibilidade.

O desafio é financiado com o apoio da The Rockefeller Foundation, The Joyce Foundation, Joseph Eastin, ISN® e Google.org.

Participe! Para participar como jurado, patrocinador ou parceiro de comunicação, ou para indicar uma organização, envie um e-mail para iic@mit.edu. Para se inscrever ou para se cadastrar e receber atualizações, acesse: MITinclusiveinnovation.com

Para obter mais informações sobre a iniciativa para a economia digital do MIT, acesse: ide.mit.edu

FONTE MIT Sloan School of Management

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SebraeLab começa a funcionar em Belo Horizonte

A partir desta quarta-feira (22/3), empreendedores, empresários instituições, estudantes, startups e toda a comunidade terão acesso às atividades do SebraeLab, um novo espaço de experimentação e prática de gestão empreendedora, voltado para os pequenos negócios. A cerimônia de lançamento do projeto foi realizada ontem à noite (21/3) e contou com a presença de autoridades, representantes de entidades e pessoas ligadas ao setor de inovação.

Criado para ser um ambiente colaborativo e multifuncional, o SebraeLab vai permitir o desenvolvimento de ideias inovadoras e a remodelagem de negócios, gerando conexões que permitem vários níveis de colaboração e coparticipação. “É um espaço aberto para pessoas de todas as idades que tenham o espírito empreendedor. A ideia é unir visão estratégica e novas tecnologias, permitindo uma troca de conhecimento e experiências”, justifica o presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos.

A estrutura física do SebraeLab está localizada na sede do Sebrae Minas, em Belo Horizonte (Av. Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Granada). No local, novos empreendedores, donos de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI) poderão realizar testes de viabilidade, experimentar novas modelagens de negócios, ter acesso a ferramentas ágeis, repensar a atuação do negócio, fazer pesquisas de mercado e participar de capacitações.

“Vamos replicar esse modelo para todo o país, reafirmando nosso propósito de apoiar os pequenos negócios para que desempenhem o seu papel transformador e continuem gerando oportunidades de trabalho, renda e prosperidade”, garante o Superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha.

A estrutura do SebraeLab também foi pensada para apoiar as startups, com capacitações em diversas áreas, permitindo que desenvolvam ideias e compartilhem soluções com outras empresas do segmento. “Projetos como este possibilitam uma maior aproximação da tecnologia e da informação com a sociedade, além de estimularem a inovação e fortalecerem as startups”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Miguel Corrêa.

Os interessados em participar do SebraeLab poderão se inscrever no site www.sebraelab.sebrae.com.br para atividades como palestras, mentorias e consultorias. Também haverá inscrições para coworking, jogos empresariais e eventos. Além disso, conteúdos gratuitos ligados ao empreendedorismo e às micro e pequenas empresas serão disponibilizados gratuitamente para download.

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Quatro vantagens da Análise de Voz para otimização do engajamento do cliente – Por Ronaldo Stanzione

Ronaldo Stanzione VERINT (1)

Os clientes escolhem se envolver com as organizações por áudio, texto e vídeo, abrangendo múltiplos canais e dispositivos, como telefone, celular, e-mail, bate-papo, pesquisas e redes sociais. Eles passam de um canal para o outro, mas esperam um serviço consistente e de alta qualidade. Cada interação é um tesouro de percepções que é muitas vezes ignorado e as organizações lutam para coordenar um nível coerente de serviço nos diferentes canais.

As soluções de análise de clientes ajudam as organizações a capturar interações, comentários e jornadas do consumidor em múltiplos canais; analisar e interpretar essas informações no contexto dos objetivos do negócio e responder de forma mais eficaz a clientes, empresas e demandas do mercado.

Com essas soluções, as organizações podem oferecer experiências consistentes, contextuais e personalizadas aos clientes, e ao mesmo tempo fornecer percepção para aprimorar o desempenho empresarial, o engajamento de clientes e funcionários e a fidelidade dos consumidores.

Muitas companhias inovadoras estão usando soluções de speech analytics, por exemplo, para filtrar milhões de ligações e descobrir insights poderosos, que podem ajudar a aumentar novas conversões e vendas cruzadas, melhorar a retenção e a experiência dos clientes, além de otimizar os processos de negócios.

Segundo uma pesquisa da Verint realizada em conjunto com Opinium Research LLC, 79% dos consumidores entrevistados desejam continuar com um contato pessoal como parte do processo de atendimento ao cliente. Dessa forma, as chamadas telefônicas continuam sendo um canal importante de interação com o consumidor – é uma mina de ouro de informação. Para se ter ideia, uma ligação de cinco minutos contém, em média, mil palavras que podem revelar necessidades, reclamações, cancelamentos, vendas perdidas, feedback de produtos, entre outros dados.

A análise de voz é capaz de examinar automaticamente milhões de ligações gravadas para revelar descobertas importantes para a empresa. Por meio desse processo, é possível categorizar contatos, distinguir tendências e tópicos mais relevantes, medir a satisfação do cliente e o risco de cancelamento do serviço, acompanhar a performance dos profissionais e desvendar a causa raiz de problemas que motivaram a ligação.

Desse modo, podemos listar quatro vantagens para o negócio a partir do uso das tecnologias de análise de voz.

1. Redução dos custos e melhora da produtividade do profissional

Em um estudo de caso, o uso de uma solução de análise de voz ajudou uma grande empresa do setor de telecomunicações com cerca de nove mil profissionais a descobrir por que estava recebendo milhões de ligações similares para saber “onde está meu telefone?”. Foi identificado um problema entre os processos de solicitação e entrega. Uma percepção crítica permitiu que a organização tomasse as ações necessárias, resultando na economia de trinta milhões de dólares no ano.

2. Correção dos problemas com o auto serviço

Em outro caso, uma das líderes no setor de seguros de bens usou uma tecnologia de speech analytics para encontrar prováveis frustrações com os comandos da URA (Unidade de Resposta Audível) que estavam gerando ligações desnecessárias. A descoberta do motivo impulsionou a redução de 60% no volume de chamadas e uma economia de um milhão de dólares.

3. Redução do cancelamento dos serviços

Nesse exemplo, uma empresa líder no setor de serviços financeiros, com três mil profissionais, usou uma solução de análise da voz para identificar clientes com risco de cancelamento. Isso foi possível devido à inspeção de contas perdidas previamente e aos padrões de voz durante a ligação. Ao implementar a tecnologia, em apenas três meses, a companhia preveniu o cancelamento de 600 clientes, deixando de perder o equivalente a US$ 1,7 milhão em receita.

4. Detecção de problemas nos processos do negócio

Melhorar os resultados foi o objetivo de uma empresa líder de fornecimento de produtos para manutenção e reparação. A organização usou o speech analytics para revelar gaps nos processos do negócio, que, uma vez solucionados, resultaram na redução considerável do retorno de produtos.

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GATUA apresenta novas tendências tecnológicas voltadas ao setor sucroenergético

Marcos Pazeto é Diretor de Serviços da AdopTI

Marcos Pazeto é Diretor de Serviços da AdopTI

O setor sucroenergético brasileiro passou por um período relativamente longo de recessão. Após diversos anos de crise, o mercado começa a dar sinais de uma importante retomada, projetando perspectivas encorajadoras para todo o ecossistema sucroalcooleiro.

É este cenário que define a agenda do 13ª Congresso Anual do GATUA – Grupo de Áreas de Tecnologia das Usinas de Açúcar, Etanol e Energia (24 de Março), voltado para empresas fornecedoras e consumidoras do mercado sucroenergético, no Centro de Eventos do Hotel JP, em Ribeirão Preto, São Paulo. O evento, que tem como objetivo central o fortalecimento das usinas de cana de açúcar, apresenta as tendências mais inovadoras do mercado de TI para atender as demandas do setor.

A AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP e há anos atuando fortemente no mercado sucroenergético, será um dos destaques do evento. Em parceria com a SAP, a companhia será responsável pela palestra de abertura do congresso. Marcos Pazeto, Diretor de Serviços da AdopTI e João Cavalcanti, Diretor do Centro de Soluções da SAP América Latina, demonstrarão as melhores práticas de implementação do SAP S/4HANA baseadas em toda a expertise da AdopTI em projetos empregando tecnologia para o setor sucroenergético.

De acordo com Carlos Barros (Bill), Coordenador Nacional do GATUA, a resposta aos grandes desafios atuais das usinas passa necessariamente por soluções avançadas de TI. “A tecnologia precisa viabilizar as tendências de mercado. O setor possui muitas demandas e a tecnologia da SAP tem suprido as necessidades das usinas brasileiras. Ao longo de sua atuação no Brasil, a SAP aprimorou suas soluções para acompanhar a as regulamentações brasileiras. Esta “tropicalização” permitiu as usinas brasileiras terem acesso a uma tecnologia realmente capaz de atender suas necessidades”, ressalta o executivo.

“A AdopTI tornou-se referência exatamente por seu profundo conhecimento sobre o mercado sucroenergético e os processos específicos de uma usina de açúcar, além da sua expertise em tecnologia SAP. Este tipo de fornecedor tem grande valor para nosso evento pois contribui fortemente para a evolução do mercado”, ressalta Barros.

O S/4HANA é considerado a maior inovação da SAP por redefinir a forma como o software corporativo pode criar valor em uma economia digital e conectada. Todo o seu ecossistema foi desenvolvido para tirar proveito da sua potente base tecnológica, modernizar a experiência de usuário em qualquer dispositivo e conectar nativamente o Big Data, a Internet das Coisas, redes de negócios, entre outros benefícios.

A AdopTI tem grandes expectativas para o evento. “O congresso do GATUA nos dá a oportunidade de trocar experiências com outros players desse mercado, conhecer novas abordagens e soluções, fomentando o crescimento deste setor” finaliza Pazeto.

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IoT – Internet das Coisas. E o Brasil? – Por Francisco Camargo

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Mais estímulo, mais monitoramento, mais inovação, menos regulamentação

A (VELHA) INTERNET

Em 1996, mais de 20 anos atrás, o presidente dos EUA na época, Bill Clinton, editou o Administration’s Telecommunications Act of 1996, organizando a confusão inicial e lançando as diretivas que permitiram entrarmos na era da Internet. Essa regulamentação acreditava que as forças de mercado e a inovação tecnológica eram os motores da moderna internet. Foi um incrível ato de maturidade política, mesmo nos EUA. Seus autores sabiam que alguma coisa impressionante estava para acontecer e o governo prestaria um grande serviço, ficando quieto, deixando a inovação e o investimento privado florescerem.

Ninguém previu o alcance, as mudanças econômicas, sociais e culturais que se seguiriam nesses 20 anos, desde o advento das lojas virtuais, o fim dos jornais e revistas, a entrada na era da economia compartilhada, os smartphones, o fim das grandes bibliotecas dos escritórios de advocacia, e muito mais.

A NOVA INTERNET

Uma nova internet está aparecendo no horizonte. O espectro da Internet das Coisas assombra o mundo. Como todo processo exponencial, ninguém é capaz de prever o que vai realmente acontecer. O IDC prevê um crescimento de 17,5% ao ano. A IHS estima que o mercado de IoT crescerá de 15,4 bilhões de dispositivos conectados em 2015 para 75,4 bilhões em 2025.

Como há 20 anos, alguma coisa impressionante está novamente acontecendo.

Em 2010, nascia a Nest Labs com a ideia de um termostato inteligente, conectado à Internet para manter as casas europeias aquecidas no inverno, com o menor consumo de energia. Evoluiu para câmeras conectadas, impressoras conectadas e, de repente, temos 17,5 bilhões de dispositivos conectados hoje em dia.

As “coisas” conectadas seguem a se multiplicar e enriquecer nossas vidas: eletrodomésticos, dispositivos médicos, automóveis inteligentes, lâmpadas inteligentes, dispositivos vestíveis e todo tipo de equipamento industrial já estão se conectando e apresentando um estimulante cenário para a inovação, para os negócios, para o poder público, gerando novos benefícios para a sociedade.

IoT NO BRASIL

A iniciativa do MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) em ouvir a sociedade brasileira por meio de uma Consulta Pública para a construção de um Plano Nacional da Internet das Coisas (IoT, em sua sigla em inglês) é louvável, sendo que alguns pontos que permeiam a consulta pública merecem atenção para o futuro desse plano e para entender se ele vai, realmente, dirigir o esforço nacional ou vai ficar somente no papel.

O desenvolvimento da IoT no Brasil merece estímulo e monitoramento, mas sem a necessidade de regulamentação específica, pois não vamos criar um PAL-M do IoT. Por outro lado, a participação brasileira em organismos internacionais, batalhando por padrões abertos e não proprietários é essencial.

Muitos dos desafios colocados por aplicações e soluções baseadas nessa tecnologia tal como a segurança da informação e a proteção de dados pessoais estão sendo tratados por legislações específicas (Marco Civil da Internet, Código de Defesa do Consumidor) ou já são motivos de discussão legislativa (como os projetos para a criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).

Como a tecnologia e as suas diferentes possibilidades de uso evoluem rapidamente, a imposição prematura de padrões e regulamentação específica para IoT criariam restrições que seriam prejudiciais ao Brasil e poderiam sufocar a emergência de novas aplicações nessa área.

Por que o governo deveria certificar produtos de uso de espectro de rádio em que o alcance é curto e a potência mínima (Bluetooth, NFC, WiFi) e mesmo sem uso de rádio – dispositivos meramente passivos, como os GPONS (Gigabit passive optical network)?

A ANATEL tem que cuidar de coisas muito mais importantes como a Segurança Jurídica das Concessões Públicas, da formação de carteis e monopólios, do livre fluxo de dados e metadados, da cobertura celular e de dados, da otimização das ERB’s (Estações Rádio Base), de concessionárias importantes em difícil situação financeira e não de pequenos dispositivos de IoT.

A emergência da IoT é uma oportunidade ao desenvolvimento econômico brasileiro para modernizar a indústria e torná-la mais competitiva, para melhorar a prestação de serviços e torná-lo mais produtivo, para tornar as cidades mais inteligentes, melhorar a educação e a saúde públicas, para tornar o governo mais produtivo e menos burocrático.

Esta é a oportunidade para o governo brasileiro perseguir um planejamento de médio e longo prazo para o desenvolvimento do ecossistema de IoT no país e para criar soluções financeiras engenhosas para a capitalização e fomento de todo esse ecossistema.

Temos a inteligência e a criatividade para conseguirmos a inserção mundial do Brasil no mercado global de IoT, sobretudo no que tange à exportação de software e serviços, desde que persigamos em organismos internacionais as regras e padrões que melhor atendam nossos interesses, lutando contra padrões proprietários ou regionais.

Os setores de software e de serviços de tecnologia da informação são essenciais para o desenvolvimento da IoT no país. Em IoT, o dispositivo mais simples é o beacon, que é apenas um farolete emitindo Bluetooth, e somente com software se transforma em algo útil.

Segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016, produzido pela ABES em parceria com a IDC, o mercado de TI no Brasil cresceu 9,2%, em 2015, enquanto que a média de crescimento global foi de 5,6%. Somente o segmento de software cresceu 30% entre 2014 e 2015, ano em que o país enfrentou uma recessão econômica com queda do PIB superior a 3%.

INTERNET DAS COISAS CONECTADAS

De certa forma, a emergência da IoT hoje apresenta as mesmas características dos primórdios da Internet quando estávamos aprendendo e desenvolvendo novos produtos e serviços que permitiram a explosão de conhecimentos atuais e o aumento brutal dos dados e da produtividade mundial. Eventuais lacunas devem ser trabalhadas, sempre que possível, pelos mecanismos tradicionais de mercado, como auto-regulamentação, contratos padronizados, sempre com foco na competição e na livre-iniciativa.

A cooperação com entidades internacionais e com outros países para identificar áreas de interesse comum, visando participar da definição de normas, padrões e protocolos abertos, desencorajando, sempre que possível, medidas unilaterais de criação de normas, protocolos, padrões, como, por exemplo, a localização forçada de dados em determinadas áreas geográficas, são bem-vindas e teriam alto potencial para beneficiar as tecnologias emergentes, tal como a IoT made in Brazil.

Essas medidas poderiam ser fonte de estímulo e fortalecimento do Brasil como exportador de serviços de tecnologia de informação com soluções de IoT escaláveis globalmente.

CIBER SEGURANÇA E ANALYTICS

Dois pontos críticos ressaltam nas aplicações de IoT: a Segurança (cyber security) e a Análise (Analytics) estatística de dados e metadados originados nos bilhões de dispositivos conectados, que vai permitir extrair o máximo da IoT.

Como Cyber Security, Analytics acabou virando um ramo à parte, fortemente informado pelo Big Data, que permite encontrar correlações além daquelas imaginadas pelos formuladores dos modelos estatísticos.

Ligadas à segurança, mas que devem ser tratados à parte, estão a privacidade e a proteção de dados pessoais. Não existem privacidade e proteção de dados sem uma excelente segurança cibernética. A segurança é condição necessária, porém não suficiente para garantir a privacidade individual.

Ética Corporativa, Leis, Regulamentações, Governança e Compliance são necessárias para se assegurar a privacidade e proteção dos dados.

Os formuladores de políticas públicas deveriam encorajar práticas de desenvolvimento seguro de aplicações. A segurança deve estar inserida no projeto, “security by design” ou quando isso não for possível pelo alto custo de desenvolvimento ou pela urgência em se chegar ao mercado, estimular a Auditoria de Segurança do Código das Aplicações, que permite identificar as vulnerabilidades críticas introduzidas no código.

INTERNACIONALIZAÇÃO

Só a internacionalização proporcionará aos empreendedores brasileiros a escala necessária para atuar eficientemente nessa nova internet. No mundo conectado de hoje, o comércio internacional simplesmente não funcionaria sem os fluxos constantes de transferência de dados entre as fronteiras nacionais.

O livre movimento dos dados permite às empresas brasileiras de todos os tamanhos e de todas as indústrias trazer e levar inovações ao mercado global, guiar seus investimentos, crescer e criar empregos. O fluxo de dados transfronteiras permite, particularmente, às pequenas e médias empresas, competir na economia global por meio do acesso a produtos e serviços digitais, tais como as aplicações em nuvem, reduzindo o custo da infraestrutura necessária.

A tarefa de conectar bilhões de dispositivos entre uma multidão de diferentes atores é demasiadamente complexa. Para tanto, ganha relevância o estímulo à adoção de padrões abertos tanto em termos de conectividade de dispositivos quanto de redes, por meio do qual se avança rumo à interoperabilidade global, que é a habilidade das “coisas” se comunicarem entre si de maneira concisa e eficiente. Devido à complexidade e amplitude dos sistemas e conexões baseados em IoT, não é aconselhável que busquemos padrões próprios, mas que, antes, nos apoiemos nos padrões globais universalmente reconhecidos.

RECURSOS HUMANOS

A educação no país segue sendo um desafio, mas todas as soluções para a melhoria da educação nacional são de longo e médio prazo. Por outro lado, recursos humanos valiosos, encontram-se espalhados pelo país ou no exterior.

É bom não subestimar a força da diáspora brasileira de cientistas, técnicos e empreendedores nos EUA e Europa. Um censo desses recursos, que poderiam ser recrutados remotamente, permitiria encontrar um atalho para as deficiências da educação nacional.

ESTRATÉGIA

Qualquer que seja o plano final para a IoT no Brasil, alguns pontos importantes devem ser levados em consideração:

1. Estímulo ao empreendedorismo e à inovação, com um mínimo de novas e velhas regulamentações;

2. Adesão a organismos internacionais para o desenvolvimento de padrões abertos, evitando padrões proprietários e regionais;

3. Criação de novos instrumentos financeiros que permitam capitalizar e financiar este novo ecossistema, sem aumentar o risco e o custo para o governo e o BNDES. Não adianta o BNDES repassar recursos a custo baixo a empreendedores e os bancos intermediários cobrarem del credere de 12% ao ano;

4. Estimulo para melhorar a segurança dos clientes finais, seja através das práticas de desenvolvimento seguro, seja através da auditoria de código e adoção de padrões quanto à comunicação máquina-máquina, dificultando ataques de hackers;

5. Estimulo à utilização dos Recursos Humanos brasileiros, disponíveis aqui e no exterior, retirando-se as barreiras hoje existentes quanto à terceirização e quarteirização de mão de obra especializada;

6. Estímulo para a adoção de Códigos de Ética e Governança Corporativa quanto à preservação da privacidade dos dados individuais das pessoas e seus dispositivos;

7. Fomento igual ao desenvolvimento de hardware e software, inclusive em linhas paralelas, mas essenciais, como cyber segurança e analytics para IoT.

8. E mais importante de tudo, é que o plano seja seguido pelo governo atual e os que o sucederem.

Em vista de todos estes pontos, pode-se observar que existem grandes desafios a serem considerados no Plano Nacional de IoT, mas o fato é que o setor de TI tem um papel essencial para o desenvolvimento dessa tecnologia e sua inserção nas cadeias globais de valor deveria ser objetivo de políticas públicas de estímulo e de fomento.

O setor não precisa de mais regras (desde a constituição de 1988, os governos, nos três níveis criaram 5 milhões de regulamentações e regras, criando um cipoal difícil de interpretar) e sim que o Estado paute suas ações convicto do seu importante papel de indutor do desenvolvimento e da necessária segurança jurídica para os empreendedores.

Francisco Camargo. Presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica, o executivo tem especialização pela Harvard University. Francisco é também Fundador do Grupo CLM, Distribuidor latino-americano focado em Segurança da Informação, Infraestrutura Avançada e Analytics.

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