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Indeed divulga dados sobre o mercado de trabalho no setor de TI no Brasil

O Indeed, maior ferramenta online de buscas de empregos no mundo, revelou dados sobre o mercado de trabalho na área de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. Segundo um levantamento feito desde o começo de 2017, com base na quantidade de vagas abertas e na facilidade de preenchimento, além da média salarial, as maiores ofertas são voltadas para os cargos de programação e desenvolvimento de linguagens, como PHP, Java e front-end.

A dificuldade em preencher algumas vagas que requerem grande especialidade técnica se torna evidente ao listar as oportunidades que estão abertas pelo maior tempo. Entre elas, encontram-se engenheiro de software, que conta com 50% das vagas abertas há mais de dois meses, desenvolvedor full-stack, arquiteto de software (ambas com aprox. 42%) e desenvolvedor de software (aprox. 39%).

”À medida que todas as empresas se tornam digitais, a demanda por profissionais com elevadas habilidades técnicas está aumentando muito mais rápido que a disponibilidade de mão de obra qualificada. O resultado é um rápido crescimento em vagas não preenchidas e aumentos nos salários dos talentos que podem ocupar esses papéis”, explica João Luís Olivério, country manager do Indeed no Brasil.

O estudo mostra também que a média salarial anual para desenvolvedores das linguagens de programação .net, Java e mobile é cerca de R$ 38 mil.

Mercado de trabalho promissor em TI

No início do ano, o IDC previu um crescimento de 2,5% no setor de TI do Brasil em 2017. A transformação digital foi apontada pela consultoria como uma das principais causas da retomada desse mercado. Diversas empresas estão investindo em tecnologia e automação, isso tem impulsionado diferentes tecnologias e áreas do mercado de TI.

Em 2016 os investimentos totais das empresas com TI no Brasil somaram US$ 38 bilhões, um recuo de 3,6% na comparação com 2015. Em 2017, a previsão é que haja uma recuperação dos investimentos na ordem de 6,7%, o dobro do previsto para o mercado global.

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Ramo Sistemas participa do SAP Forum Brasil 2017 com modelo de negócio diferenciado para o SAP Business One

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, reforça, durante o SAP Forum Brasil 2017, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2017, no Transamérica Expo Center – São Paulo – SP, a estratégia de venda do SAP Business One on Demand na nuvem. O grande diferencial é rodar na nuvem gerenciada da Ramo, trazendo vantagens para o cliente, seja na estabilidade e escalabilidade do ambiente, bem como na segurança de dados contra invasões.

No estande da Ramo Sistemas será apresentado às ofertas do SAP Business One on Demand e financiamento das soluções com escala no investimento. “A adoção do SAP Business One por meio de financiamento facilita a aquisição da solução pelas pequenas e médias com escala no investimento”, afirma Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas.

Destaque também para o SAP Business One by HANA no modelo de cloud computing com a Amazon Web Services (AWS). O cliente Cloud Ramo terá a sua disposição todas as funcionalidades da solução SAP Business One aliada a capacidade de infraestrutura da nuvem AWS e o processamento de dados de computação em memória. “A arquitetura modular do SAP Business One by HANA na nuvem torna a implementação rápida e econômica”, conclui Krakauer.

Para sustentar o crescimento e expandir nacionalmente, a Ramo ampliou sua base de atuação no mercado brasileiro com a inauguração de 12 Unidades de Negócio que auxiliam a consultoria, vendas e suporte com abrangência nacional.

Além dos novos modelos de negócios, Décio Krakauer ministrará a palestra “SAP Business One como Centro da Transformação Digital da sua empresa”. O ano de 2017 está sendo desafiador e dentro desse cenário é preciso criar opções inovadoras e gestão eficiente para que as pequenas e médias empresas cresçam e superem os desafios”, lembra o executivo.

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A Lei que faz bem para sua empresa – Por Luciano De Biasi

O Brasil é sabidamente um dos países com o maior número de leis em vigor. Estima-se que existam atualmente mais de 200 mil normas que regem o Estado em diversas áreas, entre elas a tributária. Embora muitas delas onerem o dia a dia das empresas, há algumas que podem representar um grande benefício para o sucesso dos negócios. É o caso da Lei do Bem.

Criada em 2005, a Lei 11.196/05 tem como função principal estimular a inovação tecnológica nas empresas. De acordo com o texto federal, enquadra-se nessa legislação toda e qualquer concepção de novo produto ou processo em serviços, bem como a agregação de novas funcionalidades, características ao produto ou processo que implique melhorias – sejam elas incrementais ou disruptivas – com efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado.

Inovação tecnológica e a Lei

Quando falamos de inovação tecnológica, vinculamos muito este cenário à área de Informática ou Tecnologia da Informação, mas inovar pode ocorrer em qualquer área de atuação. O principal objetivo da Lei do Bem é estimular a inovação tecnológica nas empresas, sendo toda e qualquer organização apta a participar, partindo da concepção de um novo produto ou processo em serviço prestado, agregação de novas funcionalidades de uma solução já existente no mercado, características ao produto ou ao processo que impliquem melhorias, com efetivo ganho de qualidade ou produtividade.

Se uma empresa desenvolver um tecido que seja menos aderente a sujeira, isso pode ser considerado inovação tecnológica e ser utilizado futuramente pela indústria têxtil. Pode ser uma tinta ou coloração onde se pode utilizar em diferentes produtos ou, ainda, se quiser substituir a matéria prima por outro produto, que é mais barato, e querer assegurar a qualidade desse produto. Caso essa criação tenha base científica comprovada, essa matéria prima/solução também é inovação tecnológica.

Muitas empresas, principalmente as pequenas e médias, acreditam que as inovações tecnológicas precisam ser parecidas com as criadas pela NASA. Um foguete ou uma descoberta que vai mudar a nossa rotina. Mas não é nada disso. Além disso, ainda que a inovação não dê certo, também faz parte da Lei do Bem. Vamos supor que no final o executivo descobre que vai ficar mais caro e, consequentemente, abandona o projeto. Todavia, mesmo que haja uma tentativa, é permitida a redução do Imposto de Renda.

As atividades de inovação tecnológica precisam ser aprovadas no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI). E a empresa precisa formalizar um processo para assegurar que aquilo que a empresa construiu como atividade de inovação tecnológica seja validada via MCTI. Para isso, o projeto precisa ser bem desenhado e documentado para o enquadramento no órgão. Sem este documento, a empresa não consegue assegurar a redução de custos.

É essencial se atentar a uma série de aspectos. Por exemplo, se a empresa solicitar a redução em 2017, mas em 2018 o MCTI desaprova o projeto, ele será obrigado a voltar atrás e recolher os meus impostos com juros. Então, a ideia é que a organização desenhe o projeto antecipadamente com apoio a fim de definir se é, de fato, inovação tecnológica. É necessário documentar todo o projeto para que o MCTI aceite e para que a empresa fique tranquila em relação ao benefício. A ideia é eliminar o máximo de risco de desaprovação do projeto.

Mas o que isso traz de benefícios?

Os incentivos fiscais previstos na Lei do Bem podem resultar em boas oportunidades de negócios para as empresas. Entre as principais vantagens, destacam-se:

– Dedução de 50% no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a compra de máquinas e equipamentos destinados à área de Pesquisa e Desenvolvimento;

– Dedução de 20,4% até 34% na declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica;

– Depreciação e amortização acelerada desses bens;

E, para obter os incentivos fiscais da Lei do Bem, existem alguns pré-requisitos, tais como ser uma empresa em regime no Lucro Real, possuir Lucro Fiscal, ter regularidade fiscal (emitindo CND ou CPD-EN) e também que invistam em pesquisa.

É fato que um país só se desenvolve a partir do investimento e de tecnologias. Isso é determinante para que uma nação conte com empresas competitivas e que possam alcançar êxito nos negócios em um mundo cada vez mais globalizado. Os incentivos fiscais permitem que as empresas maximizem as verbas com pesquisa, já que parte dos investimentos será “financiada pelo governo.” Infelizmente, as médias empresas não têm conhecimento sobre essa lei ou acham a legislação muito burocrática.

Luciano De Biasi é formado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Ciências Contábeis pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e sócio-diretor da De Biasi Auditoria, Consultoria e Outsourcing

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Atos leva expertise de migração de dados para o S/4 Hana ao SAP Fórum

A demonstração prática da excelência da Atos, líder global em transformação digital, na implantação e na migração de dados para o S/4 Hana, uma das plataformas de negócios mais utilizadas do mundo, é o principal destaque da participação da empresa no SAP Fórum – evento que será realizado nos dias 12 e 13 de setembro em São Paulo.

Durante o fórum que será organizado pela SAP, a Atos mostrará casos de sucesso de migração de sistemas de Gestão Integrada (ERP) para esta nova solução, que é a mais avançada ferramenta disponível no mercado.

“Em mais de 35 anos de parceria, a Atos tem comprovado seu know-how e experiência para alinhar as aplicações SAP aos objetivos de negócios das empresas, promovendo redução de custos e ganhos operacionais”, afirma Alexandre Morais, head de Transformação Digital da Atos.

O S/4 Hana reúne soluções de diferentes linhas de negócios por meio de uma única plataforma, permitindo a administração e controle de processos gerenciais em tempo real, garantindo ganho de produtividade, economia de tempo e de recursos gastos com processos burocráticos em até 80%.

Infraestrutura

Uma das melhores bases de infraestrutura para operar o S/4 Hana no mundo, o servidor de alta performance Bullion, desenvolvido pela Atos, é um dos únicos com certificação específica para operar o SAP HANA. Além de ser o único com capacidade de até 16TB de memória.

O Bullion é utilizado por mais de 500 organizações para abrigar cargas de trabalho mais críticas em um ambiente seguro e com exigências de alto desempenho. Ele também se destaca em processos de virtualização, IT modernization, otimização de data centers e analítico de Big Data.

Outras soluções

Durante o SAP Fórum, também será possível consultar especialistas da Atos a respeito da utilização do SAP R/3, versão anterior ao S/4. Eles estarão à disposição para realizar análises de cenários a fim de identificar pontos de melhoria na plataforma em cada empresa, considerando volume de dados, tempo de processamento e redução de custos.

Em parceria com a espanhola Stratesys, a Atos leva ao evento duas soluções: a SAP Ariba, focada em outsourcing estratégico e a SAP VIM by Opentext, para operações de contas a pagar. A primeira é uma metodologia muito utilizada em países europeus e que demonstra ser tendência no Brasil. Já a SAP VIM by Opentext é considerada a melhor solução para rastreamento e automação dos processos de recebimento fiscal e contas a pagar nas plataformas SAP.

Ainda entre as soluções fiscais e contábeis, serão apresentadas a TAXBRA e a SAP Tax Declaration Framework, que promovem acesso rápido às informações contábeis para atender às obrigações fiscais com agilidade e facilidade. Estas ferramentas, segundo Alexandre Morais, aumentam a produtividade nos departamentos de contabilidade e reduzem as multas por não conformidade.

Atendimento automatizado

Sistematizar o atendimento dos usuários de SAP é o objetivo do conceito de Robotics Process Automation (RPA), apresentado recentemente pela Atos. A solução, que otimiza o tempo da equipe ao automatizar os atendimentos dos usuários SAP, reduz o custo para a empresa e gera informações de inteligência em tempo real de forma flexível, dessa maneira, a companhia pode adota-la sem a necessidade de alterar os sistemas já existentes.

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Startup inova ao apoiar games nacionais independentes

Lançada no final de 2016, em São Lourenço no sul de Minas Gerais, a Game Nacional (www.gamenacional.com.br), é a primeira plataforma brasileira a atuar na promoção dos trabalhos de desenvolvedores indie de jogos digitais brasileiros, dando suporte desde a venda e compra de cotas em seus projetos – que podem estar em estágio de desenvolvimento ou já finalizados.

Para isso a startup faz uma seleção dos games com maior potencial e inicia um trabalho de advisor, apresentando o jogo para a mídia e investidores. “Exibimos os games em eventos e festivais, apresentamos para investidores, orientamos sobre a gestão das redes sociais, fornecemos tradutores para dar uma nova perspectiva de distribuição, oferecemos sonoplastia e suporte no relacionamento com a imprensa e influenciadores. Enfim, criamos toda base para levar o game a um novo nível, podendo alcançar outras plataformas antes não vislumbradas como o Xbox, Playstation ou AppStore. Tudo isso com a curadoria de consultores experientes no mercado”, explica Adriano Reis, fundador da plataforma que atualmente conta no portfólio com seis jogos, dos quais três já receberam investimento. Adriano complementa: “Infelizmente no Brasil desperdiçamos muitos talentos e desta f orma para nós é extremamente importante apoiar os projetos e sonhos de quem merece e dedica, apesar da falta de ajuda”.

O mercado mundial de games em 2016 teve um faturamento de 99 bilhões, sendo maior que o mercado do cinema, somente o Brasil foi responsável por 3 bilhões deste montante. Os brasileiros têm jogado cada vez mais e os homens representam 47,4% dos jogadores e as mulheres 52,6%. Quanto à idade dos jogadores 34,8% têm entre 35 a 54 anos e 31,5% têm de 16 a 24 anos

Cases de Sucesso – A plataforma já conquistou aporte para três jogos, e um deles está sendo atualizado para o lançamento até o final do ano. “O Restless (https://www.facebook.com/restlessgame/), um game 3D de ação com uma pegada de terror em terceira pessoa com puzzles. O DarkElf (www.darkelf.com.br), um RPG 2D de ação com um visual vivo e um enredo dinâmico , e o game do Sansão, ação e aventura com gráficos incríveis, tendo sua história adaptada da Bíblia, também receberam aporte e estão investindo em melhorias para serem lançados a partir do segundo semestre desse ano”, afirma Maria Eduarda, diretora da Game Nacional.

Sobre fazer parte do portfólio da plataforma, o CEO da Restless, Raphael Coelho, vê que foi o passo essencial para viabilizar o prosseguimento dos trabalhos: “As ações desenvolvidas pela Game Nacional foram de grande valia para captarmos fundos para nosso projeto que agora está a todo vapor!”, pontua.

Parceiros – Para o desenvolvimento deste trabalho, a startup conta com parceiros de peso, a BGC (Brasil Game Cup) e a BGS (Brasil Game Show), que disponibilizam stands para a apresentação dos jogos eletrônicos. A BGS é o maior evento de games da América Latina.

Se você quer ajudar os games nacionais investindo um valor pequeno ou elevado entre em contato com a equipe da Game Nacional (contato@gamenacional.com.br).

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Por que é tão difícil encontrar alguns profissionais de TI?

O mercado de TI está bastante aquecido e as contratações não param de acontecer. Essa afirmação é, ao mesmo tempo, verdadeira e falsa, pois reflete a demanda por profissionais de áreas relacionadas à tecnologia, mas esbarra na dificuldade de encontrar profissionais qualificados e que atendam às necessidades das empresas.

De acordo com a Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), em 2016 havia 50 mil postos de trabalhos aguardando profissionais qualificados para suprir essas vagas, que vão desde estagiário a consultores e programadores.

Grande parte das companhias que precisam de profissionais de TI relata que há vagas que simplesmente não são preenchidas, seja por falta de capacitação dos candidatos, por inflexibilidade, ausência de domínio do inglês, entre outros fatores. Uma pesquisa da consultoria de TI One Choice Consulting identificou as vagas de TI que têm mais carência de bons profissionais.

“Temos diversas vagas para Desenvolvedores FrontEnd, Programador JAVA, Desenvolvedor Clipper, Desenvolvedor Ruby on Rails, Programador Dot Net, Consultor Segurança da Informação e Arquiteto Java”, conta Gabriel Silva, CEO da One Choice Consulting, que valida tecnicamente os profissionais por meio de ferramentas antiplágio e permite que o cliente encontre-o e feche a contratação em até um dia, se ambas as partes estiverem de acordo.

“O que percebemos no mercado é que, embora haja muitas vagas, poucas pessoas têm a capacidade de preencher todos os requisitos e encontram problemas na parte técnica”, complementa Gabriel, citando que, a cada dez profissionais avaliados na plataforma da One Choice Consulting, apenas dois são aprovados. “O nível de exigência dessas vagas costuma ser alto e, por isso mesmo, os salários em geral são bem satisfatórios”, diz.

Além das vagas, em si, serem difíceis de preencher, há também a questão de localização. Segundo a One Choice Consulting, as regiões mais críticas são Recife, Porto Alegre e São Paulo. “Além de não encontrarmos candidatos com capacitação técnica qualificada para as vagas, temos o problema de déficit em algumas áreas de conhecimento e falta de domínio do inglês, que é fundamental na área de TI”, adiciona Gabriel.

Atualmente, as áreas que mais demandam profissionais nas empresas de TI são as de engenheiro de software, tecnologia de desenvolvimento de sistemas, games, computação gráfica 3D, tecnologia na construção de softwares, gerenciamento de engenharia web, redes e sistemas para a internet.

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Infobip investe mais de R$ 3 milhões em seu primeiro data center integrado no Brasil

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas de mensageria e comunicação móvel do mundo, reforça seu compromisso com o Brasil e anuncia um investimento de mais de R$ 3 milhões (€ 1 milhão) no projeto de seu primeiro data center integrado no país, que também é o único na América Latina. O sistema estará conectado a outros seis da empresa, distribuídos pelo mundo. A operação está prevista para começar em setembro.

“A Infobip tem como objetivo conectar operadoras de redes móveis, empresas e o cliente final. Esse investimento vai de encontro com a nossa misão, além de contribuir com o aumento da oferta de nossas soluções em toda a América Latina, sobretudo no Brasil. Assim, teremos a redução da latência do serviço e o aumento da segurança dos dados trafegados”, explica Yuri Fiaschi, diretor de vendas da Infobip na América Latina.

A Infobip registrou um número anual de mais 100 bilhões de transações, 300 mil clientes conectados, em mais de 500 conexões diretas. A empresa vai migrar os clientes em estágios, o que permitirá o uso de todos os serviços e configurações com a manutenção de qualidade no nível máximo.

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Teradata realiza evento que reúne os maiores cases de Big Data no mundo

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder de dados e analytics, anunciou os detalhes da Conferência Teradata Partners 2017, que acontecerá entre 22 e 26 de Outubro, no Anaheim Convention Center, em Anaheim, na Califórnia. O principal evento global de big data e analytics liderado por clientes da Teradata tem como foco líderes da indústria e profissionais que buscam extrair valor dos seus dados por meio da inovação e da transformação digital.

O tema da conferência desse ano é “à beira do futuro”, e os participantes contarão com mais de 200 sessões sobre transformação nos negócios por meio de Internet das Coisas, Ciência de Dados, Cidades Inteligentes, Carros Conectados, Nuvem Híbrida e Inteligência Artificial. Os clientes globais da Teradata de diversas indústrias também compartilharão suas experiências em migração para nuvem, clientes conectados e mercado de dados para estratégia dos negócios. Entre os clientes da Teradata Brasil, Itaú, Riachuelo e Telefônica apresentarão no evento seus casos de sucesso no uso de Big Data e analytics.

Haverá histórias de bancos que criaram modelos de risco de crédito, varejistas que usaram análises e dados direcionados para obter vantagens competitivas, profissionais que contaram com sensor de qualificação de dados para assumir o controle do Analytics das Coisas, além de cases, como o de uma loja de departamento na América do Norte que está expandindo suas operações globalmente por meio de plataformas de dados focadas em omni-channel, e do time da NBA, Utah Jazz, que tem usado analytics para revolucionar a experiência dos fãs.

No domingo, 22 de outubro, a Teradata anunciará os avanços em direção a esse futuro através de seus novos produtos e serviços, em primeira mão, para os participantes.

Por dentro do Partners

O Teradata Partners contará com a presença de personalidades, como a vencedora do Emmy, Katie Linendoll, um nome forte na TV norte-americana, que participará das sessões gerais. Katie é especialista em tecnologias e foi repórter nas redes de televisão NBC Today, Fox News e CNN, e será a âncora da mesa de notícias ao vivo do evento. O diretor do MIT Media Lab e co-autor do Whiplash: como sobrevevir ao futuro rápido, Joi Ito, também estará presente. Sua apresentação combinará experiência acadêmica e prática com a visão sobre as novas tecnologias. Além dele, Jason Silva, apresentador do Brain Games, da National Geographic, e da nova série Origins, e criador do Shots of Awe, também será um dos destaques.

Do lado da Teradata, haverá palestras com os principais executivos da companhia, que compartilharão a visão da Teradata para o presente e futuro nas sessões gerais. Entre eles, o CEO, Victor Lund; o vice-presidente executivo e diretor de produtos, Oliver Ratzesberger; o vice-presidente sênior da Think Big Analytics, Rick Farnell; e o CTO da Teradata, Stephen Brobst, que apresentará sessões futurísticas e visionárias – famosas pela grande quantidade de participantes.

Na edição desse ano haverá apresentações de clientes, estudantes, analistas de TI e sessões interativas. Entre os clientes globais estão Ticketmaster, NXP, Semiconductors, 3M, Paypal, Yahoo Japan, Danske Bank, Nationwide, eBay, Overstock.com, Vodafone, Rakuten, Lufthansa, e dos especialistas do time da NBA, Utah Jazz; a sessão ‘Meet Up’ não contará com palestras, nem power points, mas reunirá especialistas de forma bem interativa; na de estudantes, as sessões serão conduzidas pelos vencedores do hackaton da Northwestern University, que aconteceu em maio, e por líderes acadêmicos de Stanford, Oxford e Harvard; e analistas do mercado de TI também apresentarão as últimas tendências e previsões.

Esse ano, a conferência virtual do Teradata PARTNERS será gratuita, e transmitida ao vivo e on demand por mais de 90 dias para qualquer país. Será possível interagir com especialistas da Teradata e seus parceiros durante as sessões virtuais transmitidas entre 23 e 25 de outubro de 2017.

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“Negócios Emergentes: do Blockchain ao IoT” é o tema principal da ABES SOFTWARE CONFERENCE 2017

Em 18 de setembro, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realiza sua conferência anual, a “ABES Software Conference 2017”, que acontece das 8h30 às 18h no WTC Events, em São Paulo (Av. das Nações Unidas, 12.551). Com o tema “Negócios Emergentes: do Blockchain ao IoT”, o evento reúne 21 especialistas do setor de TIC, nacionais e internacionais, para debater as transformações nos negócios provocadas pelas tecnologias emergentes, além de discutir sobre políticas públicas e oportunidades para ampliar a produtividade e a qualidade das empresas do setor de software e serviços no Brasil.

Segundo o presidente da ABES, Francisco Camargo, “O evento aborda os principais assuntos em uma era de mudanças que está atingindo o mundo e o que o Brasil deve fazer para aproveitar os novos negócios que estão surgindo”.

Ao longo do dia, o evento terá a apresentação do keynote speaker e cinco painéis que discutem os temas mais relevantes do momento para a área, sendo que todos são apresentados por importantes especialistas e empresários.

O Painel Governo Digital, receberá figuras públicas como Marcelo Pagotti (Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento), Maximiliano Martinhão (Secretário de Política de Informática do MCTIC) e Daniel Annenberg (Secretário de Inovação e Tecnologia – PMSP).

No segundo painel, Inovação Financeira, o palco é tomado por empresários como o francês Abdallah Hitti (COO da HIPAY) e Carlos Fagundes (CEO da IntegralTrust), que tratam sobre tendências em inovação financeira e meios de pagamento.

BLOCKCHAIN E SEGURANÇA DE IOT

Autoridade mundial, pioneiro e evangelista do Bitcoin, o keynote speaker da conferência, André de Castro (CEO da empresa Blockchain of Things), assume o palco para tratar sobre Blockchain e do ponto crítico da Internet dos Objetos Conectados, a segurança.

Executivo de tecnologia, autoridade em Bitcoin e blockchain, André de Castro, americano, de origem brasileira, tem se empenhado ativamente no desenvolvimento do Bitcoin desde sua criação em 2010.

“Empreendedorismo, inovação e oportunidade de negócios” abre a tarde com o Prof. Dr. Eduardo Costa (Diretor do Laboratório de Cidades mais Humanas, Inteligentes e Sustentáveis), Irecê Kauss (Superintendente do BNDES), Rafael Moreira (Assessor Especial para Indústria 4.0 e Diretor de Tecnologias Inovadoras do MDIC) e Jonny Doin (CEO da Grid Vortex).

O Painel 4 trata de um ativo invisível, mas essencial para o desenvolvimento de qualquer país, a “Segurança Jurídica” e traz Dr. Manoel Antônio dos Santos (Diretor Jurídico ABES), Dr. Thiago Luís Sombra (Sócio do Escritório Mattos Filho, Especialista em Ética Corporativa) e Dr. Marlos Melek (Juiz do Trabalho e membro da comissão de redação final da Reforma Trabalhista).

O debate sobre “Presente e Futuro do setor de TIC” encerra os painéis da conferência com Francisco Camargo (Presidente da ABES), Cristina de Luca (jornalista da Rádio CBN) e Luciano Ramos (analista no International Data Corporation).

As inscrições podem ser feitas pelo site até dia 15/9.

Para mais informações sobre palestrantes e atividades, acesse: www.AbesDigital.org.br

“ABES Software Conference 2017”

Data | 18 de setembro – Segunda-Feira
Horário | 8h30 às 18h
Local | WTC – Events Center
Endereço | Av. das Nações Unidas, 12.551 , 3º andar – Brooklin Novo – São Paulo – SP

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Banda Larga Móvel e “internet sem computador” predominam em domicílios brasileiros, aponta pesquisa

O número de domicílios conectados por meio de banda fixa mantém-se estável no Brasil. É o que aponta a pesquisa TIC Domicílios 2016, divulgada nesta terça-feira (05) pelo CGI.br, NIC.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A banda larga fixa é o tipo de conexão utilizada por 23 milhões dos domicílios, mesmo patamar de 2015.

O acesso à Internet móvel, por sua vez, tem se destacado. A banda larga móvel é a principal forma de conexão para um quarto dos domicílios brasileiros com acesso à Internet, estando presente em 9,3 milhões de domicílios. Entre as residências conectadas, as conexões móveis são encontradas em maiores proporções nas classes D/E, na região Norte e nas áreas rurais.

A pesquisa também revela que a proporção de domicílios com acesso à Internet, mas sem computador dobrou em dois anos, passando de 7%, em 2014, para 14% em 2016 – o equivalente a 4,4 milhões de domicílios. “Os resultados indicam maior presença dos acessos móveis nos domicílios brasileiros, que ocorrem principalmente por meio do uso de telefones celulares. O crescimento da banda larga móvel, contudo, ocorre com maior intensidade entre os domicílios das classes sociais menos favorecidas e em regiões que tradicionalmente apresentam conectividade mais restrita, como é o caso da região Norte e das áreas rurais”, enfatiza Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Conectados x desconectados

No Brasil, 54% dos domicílios estão conectados à Internet, o que representa 36,7 milhões de residências – um crescimento de três pontos percentuais em relação a 2015. Os padrões de desigualdade revelados pela série histórica da pesquisa persistem: apenas 23% dos domicílios das classes D/E estão conectados à Internet, enquanto em áreas rurais esta proporção é de 26%. O acesso à Internet está mais presente em domicílios de áreas urbanas (59%), e nas classes A (98%) e B (91%).

A pesquisa revela ainda que em 18% das residências conectadas a Internet também é utilizada pelo domicílio vizinho. Essa prática de compartilhamento da conexão à Internet é mais comum em domicílios localizados em áreas rurais (30%) e na região Nordeste (28%).

A TIC Domicílios 2016 também traz um indicador sobre o principal motivo para a falta de Internet nos domicílios no Brasil: 26% dos domicílios desconectados afirmam que a conexão é cara, enquanto 18% mencionam falta de interesse.

Dispositivos de acesso e tipo de conexão

A pesquisa TIC Domicílios 2016 aponta que o uso da Internet por indivíduos de 10 anos ou mais passou de 58%, em 2015, para 61%, em 2016. No total, o Brasil conta com 107,9 milhões usuários de Internet.

A pesquisa confirma a tendência, já revelada na edição de 2015, de avanço do celular como principal dispositivo de acesso à rede. Em 2016, 93% dos usuários de Internet utilizaram o celular para navegar na rede, um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao ano anterior. Em contrapartida, foi registrada queda no percentual de usuários que acessam a rede por meio de computador: 80% dos usuários em 2014 e 57% dos usuários de Internet em 2016.

O principal local de acesso à Internet continua sendo o próprio domicílio (92%) e a proporção de usuários que acessam a Internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar) segue relevante (60%).

Entre os usuários de Internet pelo telefone celular, o Wi-Fi se mantém como o tipo de conexão mais mencionado: 86% dos usuários afirmam utilizar o Wi-Fi, enquanto 70% utilizam a rede 3G ou 4G. Além disso, um em cada quatro usuários afirma ter se conectado exclusivamente por meio de Wi-Fi (25%), hábito que é mais comum entre os de 10 a 15 anos (42%). Outros 11% acessam apenas por redes 3G ou 4G, proporção que é maior entre os de classes D/E (18%).

Atividades realizadas na rede

Já no que diz respeito às atividades on-line, as mais mencionadas continuam sendo o uso da Internet para envio de mensagens instantâneas (89%) e uso de redes sociais (78%) – proporções que se mantém estáveis em relação à edição anterior da pesquisa. Em 2016, observou-se que 17% dos usuários usam a Internet para divulgar ou vender produtos ou serviços, enquanto essa proporção era de apenas 7% em 2012.

A pesquisa TIC Domicílios 2016 também mostra que há diferenças quanto ao consumo de bens culturais on-line entre os residentes em áreas urbanas e rurais. Enquanto 70% dos usuários de Internet de áreas urbanas afirmam assistir a vídeos, programas, filmes ou séries on-line, essa proporção é de 56% nas áreas rurais. Ouvir música on-line é uma atividade realizada por 64% dos usuários de áreas urbanas e 53% de áreas rurais. “O indicador revela a existência de desigualdades também quanto ao tipo de atividade realizada pelos usuários a depender de condições de infraestrutura, sobretudo, quando se trata de aplicações que requerem velocidades de banda mais alta, como é o caso de streaming de vídeo. Esse é mais um ponto importante para garantir uma plena inclusão digital”, ressalta Barbosa.

Em sua 12ª edição, o estudo realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2016 e junho de 2017 com o objetivo de medir o uso das tecnologias da informação e da comunicação nos domicílios, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, entre outros indicadores.

Para acessar a TIC Domicílios 2016 na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

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Samsung apoia startup que oferece viagens com destino surpresa

Caio se formou em Direito pela Universidade de São Paulo (SP) e, cansado do estresse da capital paulista, resolveu fazer um “mochilão” Brasil afora. Com a mente aberta para negócios inovadores, teve a ideia de um serviço de contratação de viagens com destino surpresa. Chamado de Instaviagem, o serviço foi lançado oficialmente neste ano pela Dubbi, startup fundada por Caio Martins, após sua participação no Intensivo #5, programa gratuito de pré-aceleração promovido pelo Samsung Ocean USP, uma parceria entre a empresa e a Escola Politécnica da USP (Poli-USP).

“A criação do Instaviagem somente foi possível devido ao programa do Samsung Ocean USP. Ao realizar os estudos e participar das atividades, notamos que a oportunidade de negócio era imensa e resolvemos investigar mais a fundo como poderíamos entrar no mercado de viagem online”, explica Caio.

Após o período de pré-aceleração no Samsung Ocean, foram quatro meses para estruturar a execução do Instaviagem, definir os processos e deixá-lo pronto para atender ao consumidor. Em menos de dois meses, a única agência online do Brasil que cuida da experiência ponta-a-ponta do viajante realizou mais de 100 viagens, se tornando referência por seu modo inovador de geração de roteiros, feito com base nos gostos do cliente e trazendo uma proposta surpresa para o contratante do serviço.

“O Samsung Ocean USP é um centro de capacitação de desenvolvedores e empreendedorismo. Nosso programa vai ao encontro dos objetivos da companhia, que estabeleceu a parceria com a USP justamente para estar mais próxima à comunidade acadêmica e fomentar o surgimento de tendências que possam ter impacto no mercado consumidor nos próximos anos”, explica Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina. “No Instaviagem, vimos essa proposta se tornar realidade”, ressalta.

Dicas para quem quer empreender

Para Caio, o mais importante é que o empreendedor realmente goste e se divirta durante o período da criação da sua empresa. “No fundo, é isso que vai mantê-lo em seu negócio, uma vez que passará por todos os tipos de desafios. Também é fundamental ter algo que dê sustentação – pode ser sua fé, amigos, familiares ou até mesmo o desejo de mudar o mundo.”
O criador do Instaviagem frisa, contudo, que isso não é o suficiente. “Além da paixão, é necessário conhecimento técnico. Já passamos daquela fase em que a pessoa montava um negócio e as coisas simplesmente aconteciam. É muito importante que o dono do empreendimento estude muito e aprenda com pessoas da área”.

Caio recomenda ainda que ajuda externa e disciplina sejam sempre bem-vindas: “É bom que se pense em instituições como incubadores, aceleradoras e redes de mentores. Por fim, deve-se ter uma rotina de alta performance, porque controle emocional e organização são imprescindíveis”.

Para saber mais sobre o Instaviagem e a Dubbi, acesse https://instaviagem.com/.

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AMcom cresce e amplia equipe de vendas com novo gerente comercial

A AMcom, empresa especializada em serviços de tecnologia e que atua com consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação, acaba de contratar Agostinho Artur Schnaider como gerente comercial.

O executivo, que acumula mais de 25 anos de experiência na área de TI, sendo 18 anos dedicados à fundação e gestão da KeepIT, tem como meta suportar o time de vendas, dando condições para a equipe acompanhar o plano de expansão da companhia que ampliou sua atuação de forma considerável neste ano.

Diferente das outras empresas, a AMcom conseguiu expandir sua operação durante a crise. Isso porque fornece soluções que as empresas buscam neste momento, ou seja, projetos para atendimento de demandas pontuais que refletem na transformação do negócio, assim como na redução de custos. Esse cenário deu condições à empresa de se fortalecer e lançar um plano desafiador para os próximos anos.

“A minha atribuição é suportar o time de vendas para acompanhar esta expansão aproveitando as demandas que surgiram no recesso econômico e as que devem acontecer com a retomada do crescimento. Apesar de prevermos uma melhora gradativa na economia, muitas empresas não conseguem mais esperar pela estabilização política e estão tomando suas próprias decisões. Temos metas ousadas e vamos atingi-las”, revela Schnaider.

As referências do executivo no universo Microsoft, somando mais de 15 certificações e gestão da parceria, além do conhecimento no gerenciamento de pessoas, trouxe um nível de maturidade organizacional e ritmo de vendas privilegiado à sua bagagem profissional. “A experiência de Schnaider vem ao encontro da nossa metodologia de trabalho, que está muito focada em empoderar os clientes, mas sem deixar os processos de lado”, pontua a diretora executiva da AMcom, Andréia Rengel.

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PSafe alerta: novo golpe do WhatsApp promete pacote de dados gratuito

A PSafe, empresa desenvolvedora do aplicativo DFNDR, identificou um novo golpe que está circulando pelo WhatsApp. Trata-se de um link que faz uma falsa promessa de pacote de dados móveis de diversas empresas de telefonia e foi acessado mais de 20 mil vezes até o momento.

Ao abrir o link recebido pelo app de mensagens, o usuário faz um breve cadastro com seu nome, número de celular e operadora e é induzido a compartilhar o falso benefício com 10 amigos. Ao realizar os compartilhamentos, o site malicioso faz dois direcionamentos: um sugere que o usuário inclua seu número de telefone novamente, só que desta vez o cadastro é para um serviço de SMS pago – que efetua cobranças indevidas; o outro direcionamento é para baixar um app falso, que pode infectar o smartphone e deixá-lo vulnerável a outros tipos de crime ou prejuízo financeiro.

Para que os usuários de Android não se tornem vítimas deste tipo de cibercriminosos, o gerente de Segurança da PSafe, Emilio Simoni, reforça a necessidade de ter um antivírus certificado com a função ‘antiphishing’ instalado no smartphone, que avisará o usuário se o link clicado é confiável ou não, permitindo, assim, uma navegação mais segura. Além disso, “é importante que o usuário tenha um comportamento preventivo na internet, desconfiando de links recebidos via redes sociais e chats, mesmo de conhecidos”, completa o especialista.

Confira algumas capturas de tela do golpe:

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Anatel licencia Vecto Mobile como operadora virtual de telefonia celular

A Vecto Mobile, empresa com foco total em conectividade para Internet das Coisas, recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para atuar como operadora virtual de telefonia celular. É a quinta Full MVNO no Brasil a obter a licença. Desde o mês passado, a empresa pode explorar o serviço móvel pessoal em todas as áreas de registro do país (regiões I, II e III).

“Somos uma operadora de telefonia móvel 100% brasileira, nascida para atender lacunas de serviços de nicho não cobertos pelas operadoras móveis tradicionais, como os projetos baseados em Internet das Coisas por meio da comunicação M2M (Machine to Machine)”, diz Gerson Rolim, CIO da Vecto. “Nosso foco é conectividade e não temos intenção de oferecer serviços de voz”.

A nova operadora acaba de assinar contrato para projetos de IoT nos mercados de adquirência, monitoramento veicular, carros conectados, agronegócios, automação industrial, segurança, seguros e rastreamento. Um desses projetos permite acompanhar o trajeto de bagagens, cargas e pessoas em qualquer lugar do mundo. Outro dá ao criador de gado informações valiosas e em tempo real sobre o seu rebanho, enquanto um terceiro otimiza o tempo de plantio e colheita.

“As empresas começam a perceber os benefícios da Internet das Coisas, pois a tecnologia já apresenta sensores mais baratos e mais poderosos (que geram dados valiosos e acessíveis em nuvem), tecnologias de segurança e software inteligentes que podem ser embutidos nos dispositivos conectados, e conectividade cada vez mais rápida e onipresente”, afirma Rolim.

A solução da Vecto Mobile está centrada em um cartão SIM IoT M2M que pode ser incorporado ao hardware de dispositivos móveis inteligentes, como eletrodomésticos, tablets e smartphones. Entre as suas principais características estão a possibilidade atualização remota (o cartão pode receber atualizações, correções, novas funcionalidades e configurações de rede sem a necessidade de substituição ou descarte), a robustez (suporta intempéries e ambientes hostis, em temperaturas que variam de – 40º C a + 105º C) e a tecnologia embarcada (é inserido no dispositivo desde a sua fabricação e, portanto, menos sujeito a quebras e manuseios).

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Startup cria aplicativo que caça corruptos

A corrupção virou pauta de todo o dia no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e governo, recebem destacada cobertura da mídia.

Todo esse clima de desconfiança que tomou conta do país acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos. Para se ter uma ideia, segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2013, 30% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance. Esse percentual subiu para 65% em 2016.

Foi pensando nesse cenário brasileiro que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia o empresário a regularizar e controlar de forma mais certeira sua empresa de possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores.”, Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários.”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Goodyear expande sua Rede de Inovação para o Vale do Silício

A Goodyear Tire & Rubber Company abriu seu primeiro escritório no Vale do Silício para estar próxima a montadoras, fornecedores e startups relacionados a mobilidade, que estão desenvolvendo as próximas gerações de veículos e modelos de serviços.

As áreas de foco inicial do escritório no Vale do Silício abrangem a otimização de pneus e soluções em serviço para veículos autônomos e frotas de compartilhamento de viagens, o uso de dados de pneus e veículos para planejar serviços de substituição e manutenção, além do contato com os líderes da indústria automotiva para acelerar suas próprias plataformas de inovação.

“As pessoas não associam imediatamente os pneus à transformação digital na indústria automotiva”, diz Chris Helsel, diretor de tecnologia da Goodyear. “Mas vemos uma oportunidade sem precedentes para que os componentes eletrônicos e os sistemas de informação do pneu permitam melhorar o desempenho e a segurança do veículo, e em especial a experiência do passageiro”.

Como líder em inovação na indústria global de pneus, a Goodyear tem quase 120 anos de conhecimento e informação em mecânica de pneus e veículos de passeio e caminhões comerciais, além de aeronaves e escavadoras.

O escritório da Goodyear está localizado no Centro Tecnológico Plug and Play em Sunnyvale, Califórnia, o maior acelerador de tecnologia global do mundo e fundos de investimento. A Goodyear é membro fundadora da plataforma de mobilidade Plug and Play, lançada em 2016.

“Nosso objetivo é oferecer serviços e fabricar produtos inteligentes e conectados, que respondam às futuras gerações de veículos e modelos de negócios”, afirma Helsel. “Estamos abertos para o desenvolvimento de negócios no Vale do Silício a fim de colaborar com os melhores e mais brilhantes pensadores que estão trabalhando no futuro da mobilidade”.

O escritório da Goodyear no Vale do Silício é uma extensão da rede global de inovação da companhia, que inclui nove centros de inovação, centros de desenvolvimento e campos de provas ao redor do mundo. A rede ainda inclui parcerias de inovação com inúmeros clientes, fornecedores, governos e universidades.

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ABES cria Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos

As últimas ondas de ataques cibernéticos no mundo geraram grande insegurança e exigiram respostas rápidas das agências de governos do mundo inteiro para regulações mais rígidas. Além disso, novidades tecnológicas como Blockchain e IoT também trazem inquietação quanto a segurança de dados à sociedade. Diante desses fatos, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), criou o Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos, com o intuito de estudar os riscos e medidas que podem ser tomadas para mitigá-los, alertar, influenciar e conscientizar empresas, governo e população sobre a importância desses riscos e as medidas de prevenção que podem ser tomadas.

“Qualquer plano nacional de Segurança da Informação passa, obrigatoriamente, pela conscientização e educação da população, das empresas e dos governos. A segurança nacional depende de cidadãos conscientes. A segurança coletiva passa pela segurança individual”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

CEO e cientista-chefe da Kryptus, empresa especializada em segurança cibernética, monitoramento, certificação digital e criptografia e associada ABES, Roberto Gallo está à frente deste comitê como coordenador. “Nosso escopo de trabalho consiste em conscientizar, auxiliar e influenciar positivamente nas políticas públicas, e discutir o que as tecnologias de segurança podem também gerar de oportunidades, dinamizando o ambiente de negócios”, comenta Roberto Gallo.

O grupo irá trabalhar com três vertentes: Mitigação de riscos e conscientização (incentivar a definição dos dados a serem protegidos de uma empresa); Compliance & regulamentação (incentivar a adequação das empresas às leis, aos melhores padrões e práticas e às regulamentações nacionais e internacionais); Identificação de novas oportunidades de mercado (incentivar a identificação de negócios a partir das inovações tecnológicas).

De acordo com Gallo, as consequências da insegurança digital fatalmente recaem sobre o usuário final, seja em sua vida pessoal ou pública, por esta razão, o intuito do comitê também é de promover o esclarecimento não só às empresas e governo, mas também à população. “Segurança de dados se tornou algo importantíssimo no Brasil e no mundo. É necessário investir contra os ataques, mas antes de tudo precisamos nos guiar por normas obrigatórias, fazer atualizações regulares dos sistemas operacionais e estarmos em conformidade com as normas nacionais”, afirma Gallo.

Para o presidente da ABES, a criação do comitê vai ao encontro do trabalho da entidade de incentivar a melhora da qualidade do software feito no Brasil, aumentar a competitividade, aumentando a segurança dos compradores. A entidade lançou, recentemente, o Certificado Código Auditado ABES, através de um convênio de assistência técnica, o software Fortify analisa aplicações para identificar as vulnerabilidades e apontar correções.

A ABES se articula através de seus comitês específicos, que são o de Propriedade Intelectual, o Regulatório, o de SaaS, o de IoT, o de Risco e Segurança Cibernéticos e o GT de Tributação .

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Security4IT discute as vulnerabilidades e as oportunidades que as tecnologias de IoT oferecem

O IoT (em inglês, Internet of Things ou Internet das Coisas, em português) já passou de tendência e hoje, é uma realidade no Brasil e no mundo. De acordo com um estudo da Pyramid Research, 73% das empresas de médio e grande porte no Brasil já possuem alguma preocupação com IoT. Neste sentido, a segurança cibernética é um tema que deve ser considerado com cuidado e este é o foco da apresentação da Security4IT, em sua palestra e em seu estande (#04) no Mind The Sec 2017.

“O atual universo de dispositivos conectados ainda gera muitas questões no mercado, principalmente quando falamos em ameaças cibernéticas. É preciso estar atento e ter soluções robustas que permitam controlar todos os acessos à rede da organização e caso uma anomalia de acesso seja identificada, é crucial ter um plano de ação”, afirma Cassio David Pereira, sócio e diretor financeiro da Security4IT.

A preocupação já está na pauta de conselhos administrativos das companhias, líderes e gestores, principalmente após os ataques em escala global que intensificaram os investimentos neste setor. No Brasil, 57% das empresas investem em políticas e estratégias de segurança cibernética em IoT, segundo estudo da PWC. Além disso a mesma pesquisa aponta que, 35% planejam investir em análises de vulnerabilidade para IoT nos próximos 12 meses.

“Todo o evento gera um relevante debate sobre a importância de proteger as redes e os dispositivos conectados. É fundamental encontrar um equilíbrio entre segurança e acessibilidade, no IoT e então, avaliar seus benefícios e riscos. A Security4IT tem acompanhado a evolução do mercado na busca das melhores soluções para seus clientes e está focada não só na detecção de ameaças existentes, mas também por meio de análise de comportamentos de rede, avalia situações atípicas e assim identifica ataques como Sandbox, Zero Day, dentre outros”, completa Fabio Maeji Amaro, sócio e diretor comercial da Security4IT.

O Mind The Sec é uma das principais conferências sobre Segurança da Informação realizada no Brasil. O evento tem a finalidade de estimular a troca de conhecimento entre os profissionais responsáveis pela proteção de dados de instituições e pessoas físicas, além de reunir as principais empresas e tomadores de decisão do setor.

Os sócios e diretores da Security4IT, Cassio David Pereira e Fabio Maeji Amaro, ministram a palestra Segurança e visibilidade em um mundo de IoT, no dia 13/09 às 17h20.

Mind The Sec

Data: 12 e 13 de Setembro

Local: Grand Hyatt São Paulo – Av. das Nações Unidas, 13.301, Itaim Bibi – São Paulo, SP

Palestra Security4IT: Segurança e visibilidade em um mundo de IoT – palestrantes: Cassio David Pereira e Fabio Maeji Amaro, sócios e diretores da Security4IT.

Data: 13 de setembro

Horário: 17h20

Website: mindthesec.com.br/saopaulo2017/

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