Page

Author admin

Operação F7: Polícia de Santa Catarina investiga uso de software para sonegação

clarissa

A ação ocorreu em quatro cidades catarinenses, Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça, além de Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Oito pessoas foram presas e duas não foram localizadas.

A Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa)com o objetivo de sonegar impostos.

Força-tarefa cumpre mandados de prisão, busca e apreensão

Uma força-tarefa composta pela Polícia Civil/Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina e Ministério Público do Estado de Santa Catarina, cumpriu nesta quinta-feira, 16 de março, 18 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão. A ação tem apoio da Receita Federal do Brasil e do Instituto Geral de Perícias e está relacionada à Operação F7, iniciada há 18 meses.

As diligências ocorreram nas cidades de Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça (SC), Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Participam do cumprimento das medidas judiciais 76 policiais civis (Deic, Departamento de Investigação Criminal de Criciúma e de Balneário Camboriú, Sistema de Investigação Criminal da Delegacia de Polícia da Comarca de Balneário Camboriú e Diretoria de Informação e Inteligência), dois peritos criminais e 18 auditores fiscais dos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa) com o objetivo de sonegar impostos. Um dos módulos é capaz de controlar as vendas das empresas sem a emissão de notas fiscais ou com documentos fiscais em quantidade e valores inferiores aos realmente faturados. Assim, as empresas clientes usuárias do software se beneficiavam pelo esquema. Durante as investigações, foi confirmada inclusive a apuração de pagamento de comissões sobre vendas sem notas fiscais. A prática fere os princípios da concorrência leal com aqueles contribuintes que cumprem suas obrigações tributárias.

R$ 1 bilhão em sonegação

O esquema fraudulento vem trazendo efetivo prejuízo aos cofres públicos e à sociedade. A quantificação depende de apuração em auditoria fiscal a ser promovida pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, relacionada à venda não submetida à tributação e à emissão de notas fiscais com valores inferiores aos praticados nas operações (subfaturamento).

No cumprimento das medidas judiciais, procurou-se mais evidências do uso do software pelas empresas participantes da fraude. Os equipamentos de informática e os demais materiais apreendidos nesta quinta-feira serão, após autorização judicial de compartilhamento, encaminhados para a Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, responsáveis pela auditoria fiscal e quantificação dos prejuízos aos cofres públicos.

Durante a investigação, chegou-se a estimar que a sonegação fiscal controlada pelo software pudesse alcançar a cifra de R$ 1 bilhão, a partir da comparação de movimentação financeira com faturamento declarado por empresas usuárias do software.

Testemunhas e presos serão ouvidos no decorrer da semana. Os nomes dos envolvidos e das empresas usuárias do software não foram revelados em função das investigações ainda estarem em curso, sendo necessária a manutenção do sigilo.

Por que Operação F7?

Para acionar os controles de vendas sem a emissão de documento fiscal, o software foi desenvolvido para que a aparência fosse de regularidade e apenas quem detivesse o conhecimento da fraude pudesse acessar os registros alheios ao faturamento declarado. Esse acesso era efetuado nos computadores pela tecla F7.

A investigação teve origem a partir de informações recebidas pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil. Foram realizadas diligências que comprovaram o uso do software para o controle de vendas e encaminhado para investigação pelo Ministério Público e Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil de Santa Catarina

Tags, ,

3 situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com três exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Gestão de compras online

Em uma época de instabilidade econômica, qualquer economia representa crescimento no futuro. Pensando nisso, a Nimbi, empresa especializada em supply chain management, desenvolveu soluções que aumentam a produtividade e geram economia aos departamentos de compras. Sua plataforma é baseada em cloud computing, e inclui todo o processo de busca, homologação, negociação e transação entre empresas. “Com uma plataforma tecnológica, a equipe ganha mais eficiência, economia de tempo e redução de custos. A tecnologia mostra fornecedores com preços menores e ajuda na tomada de decisões”, comenta Carlos Henrique Campos, sócio-diretor da Nimbi.

Tags, , , , , , , , ,

Outplacement: como esse processo tem salvado executivos brasileiros

A atual crise econômica brasileira, que se instalou no país de forma brusca e inesperada em 2015, é considerada por economistas como a pior crise da história do Brasil. Com uma estimativa de, no mínimo, cinco anos para se recuperar, o país terá 27% de suas empresas jovens e de marcas não consolidadas fechando no primeiro ano de vida. Apesar de melhoras nos dados macroeconômicos apresentados já no início de 2017, a retomada do emprego parece que não vai vir da maneira rápida e energética que muitos gostariam, portanto a reconstrução do país está apontando para acontecer de forma gradual e vai depender de muitas variáveis que estão em pauta como reforma da previdência e eleições presidenciais em 2018, sem contar o rumo da economia internacional com muito foco na China e na administração do Donald Trump, que começou há pouco ditar o tom do quem por aí nos Estados Unidos.

William Monteath, diretor da DNA Outplacement no Brasil, parte do grupo, também presente no Chile, Peru e Estados Unidos, comenta a atual situação empregatícia no Brasil “Sem renda e sem receita, o profissional algumas vezes até tem uma boa reserva, mas na maioria das vezes, pouco capital sobrando e alto padrão de vida para manter. Filhos na escola e inumerável lista de contas para pagar, pode ser mais difícil para um executivo ficar desempregado, do que para um profissional de cargo mais baixo na empresa. Essa é a preocupante realidade que muitos gestores brasileiros estão vivendo atualmente”, diz.

Ex-headhunter com mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e latino americano, William afirma que a principal diferença e o que torna ainda mais difícil para esses gestores, é o fato de estarem competindo com profissionais altamente qualificados “O profissional não está sozinho. Assim como ele, que tem mestrado, MBA, outros idiomas e experiência em grandes multinacionais, os outros também tem”, comenta “Por isso a DNA decidiu expandir para o Brasil com a nossa área de Outplacement. Com a crise brasileira, os profissionais brasileiros estão realmente precisando de toda ajuda que puderem conseguir”, explica.

O Grupo DNA é uma multinacional originária de Santiago, no Chile, com escritórios de Outplacement no Peru, Estados Unidos, e agora no Brasil. O diferencial da DNA é que alia nos programa de Outplacement no Brasil a experiencia e a participação ativa de headhunters, coaches e diretores de empresas, além de terem um inovador programa internacional, para profissionais que buscam carreira no exterior.

De acordo com o especialista, duas mudanças são inevitáveis quando um profissional de alto calão se vê desempregado “Primeiro é cortar gastos. Para quem não está acostumado a economizar, pode ser difícil, principalmente quando há outros membros da família. Isso vale desde viagens ao exterior até o happy hour da sexta. Todos os supérfluos, mesmo que pequenos, somam no fim do mês. E o segundo é, definitivamente, tentar aumentar ao máximo o networking. Ser ativo nas redes sociais, principalmente nas que agregam valor profissional, como o LinkedIn”, aconselha Monteath.

Segundo William, esse profissional pode ter algumas outras opções, como empreender, investir em franquias ou virar consultor “Mas não é o mais recomendável. Com a instabilidade da crise, fazer grandes investimentos pode piorar a situação. O ideal é tentar voltar ao mercado de trabalho e garantir novamente a estabilidade de antes”, afirma.

Outplacement é um processo de reinserção no mercado de trabalho, onde o profissional recebe ajuda de coaches especializados em transição de carreira, sobre como elaborar o currículo, se portar em entrevistas, o que dizer, como agir, além de um auxílio na procura de empregos “Na DNA, além disso, nossos clientes também já trabalham com headhunters e diretores de empresas. É uma ajuda de diversos profissionais, que trabalham anos do outro lado da mesa e que realmente faz a diferença”, finaliza o diretor.

Tags, , , ,

Philips nomeia David Reveco Sotomayor como CEO para a América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) anunciou hoje a nomeação de David Reveco Sotomayor como CEO para a América Latina, cargo que ocupará a partir de 1º de abril de 2017. Reveco substituirá Henk de Jong, que assumiu a posição de Diretor de Mercados Internacionais e membro do Comitê Executivo da Philips.

Reveco, em seu cargo de liderança dos negócios na América Latina, será responsável pela estratégia latino-americana das divisões de Saúde Pessoal e Sistemas de Saúde. David ingressou na Philips em 2000, na área de Finanças, e ocupou vários cargos de liderança de responsabilidade crescente, a nível nacional e regional. Em seu cargo atual como líder de Saúde Pessoal na América Latina, ajudou a liderar a empresa por meio do crescimento sustentável e rentável em um ambiente de mercado dinâmico. Unindo esse cargo à gestão nacional dos negócios na Argentina, Reveco liderou e executou a estratégia da divisão de Tecnologia da Saúde na Argentina, por meio da entrega de serviços e tecnologias inovadoras na área da saúde, que engloba produtos e soluções para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados domiciliares.

Natural do Chile, ele é formado em Ciências Contábeis pela Universidade de Santiago e tem MBA em Finanças Corporativas pela Universidade Gabriela Mistral.
Na posição de Diretor de Mercados Internacionais, Henk de Jong será responsável por promover o desenvolvimento dos negócios nos mercados internacionais da Philips, atuando em conjunto com líderes globais para assegurar a entrega das receitas de mercado e metas de lucratividade.

“Estou confiante de que David continuará a liderar a organização na América Latina em um caminho de crescimento constante”, disse de Jong. “Sua experiência e comprometimento contribuirão para avançar nossos esforços na consolidação de nossa liderança como uma empresa focada na saúde e no bem-estar na região”, acrescentou.

Tags, ,

Groundbreaking Crypto Start-Up, Internet of Coins, Launches Fundraiser on OpenLedger DC

1

Internet of Coins (www.coinstorm.net) will launch their fundraiser on the OpenLedger Decentralized Conglomerate (DC) on March 21st 2017, in celebration of the first day of spring. Until the launch, investors can join the early bird offer and receive a 5% discount.

Essentially a wallet, Internet of Coins is a secure way to store cryptocurrencies and smart contracts, and trade them without centralized exchanges. With an easy-to-use interface to manage multiple coins and assets, users of Internet of Coins need no advanced technological knowledge to work with cryptocurrencies. Furthermore, the platform acts as an interface to smart contract systems, decentralized communications, and distributed notary functions.

Existing wallets will need no changes or adaptations to have their blockchains and value systems connected to this decentralized network.

Internet of Coins gives users the option to exchange currencies with anyone in the world, without dependency on a centralized third party. Compatible with every currency available, users can receive, send and swap, making fluid trades of value from and to any blockchain available.

The official token of the Internet of Coins platform, termed HYBRID, serves two main purposes. First, it provides a coherent store of value across multiple blockchains, diversifying risk. Second, it serves as the vehicle to swap value between the different chains they are registered on. This will allow users to exchange value without the need for a centralized external third party.

HYBRID tokens will be freely tradable after July 1st, 2017.

Joachim de Koning, Founder of Internet of Coins, explained, ‘From July 1st 2017, we will release the tokens to fundraiser participants. Tokens will be released on the user’s blockchain of choice. Due to the hybrid nature of the token, it can be used on multiple blockchains.’

‘We are inviting people to join us for our Livestream event, http://bit.ly/2mLX9eX, on March 20 at 6pm GMT where we will be presenting our platform and answering questions.’

The idea of Internet of Coins was conceived during the summer of 2014. It aims to create a decentralized, self-sustaining economy by implementing inter-blockchain connectivity.

De Koning continued, ‘Our goal is to make every cryptocurrency autonomously part of a large swarm of decentralized economic activity. We want to do this by enabling every cryptocurrency user to create hybrid assets that interconnect value systems and blockchains. The source code to make this possible will be open source, non-commercial and freely available, to enable the impartial establishment of the Internet of Coins.’

Ronny Boesing, CEO of OpenLedger, says, ‘The Internet of Coins is a great way for interlinking all digital forms of value in one place. Because you can swap digital assets and currencies, peer to peer, you also have the incredible opportunity to earn fees by participating. What we also love about Internet of Coins is the ‘easy to use’ interface which allows users existing wallets to be adapted with no changes or adaptations. In my opinion, this innovation is a need-to-have tool for crypto traders.’

Tags,

FAPESP e IBM divulgam resultado de chamada para pesquisas na área de computação cognitiva

A FAPESP e a IBM anunciaram o resultado da primeira chamada conjunta de propostas para o desenvolvimento de pesquisas na área de computação cognitiva, realizada na esfera do acordo de cooperação firmado em 2016 pelas duas instituições.

A partir de um comitê formado por representantes da Fundação e da companhia, foi conduzida a avaliação e seleção de projetos apresentados. Foram aprovadas oito propostas, que receberão até R$ 200 mil para aquisição de equipamentos, financiamento de bolsas de estudos e suporte para participação em eventos científicos. A duração dos projetos selecionados será de até dois anos.

Os projetos aprovados vão desenvolver pesquisas com foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como novos modelos de aprendizado de máquina, robótica cognitiva, lógica probabilística e ontologia computacional.

O acordo prevê o apoio ao desenvolvimento de pesquisas colaborativas entre pesquisadores da IBM e de instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo, com perspectivas de investimentos de até US$ 500 mil compartilhados entre a FAPESP e a multinacional.

Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da UFABC, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, da Escola Politécnica (Poli) da USP, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, e do Centro Universitário da FEI, campus de São Bernardo do Campo.

Para o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a parceria com a IBM é uma oportunidade para aumentar a pesquisa colaborativa em uma área de extrema relevância. “A parceria com a IBM permite à FAPESP oferecer a pesquisadores em São Paulo a oportunidade de colaborar com pesquisadores da empresa e receberem financiamento em propostas de pesquisa avançada em computação cognitiva, um dos temas mais importantes da atualidade. A visão estratégica da IBM para a pesquisa colaborativa coincide muito com a da FAPESP e, com seu centro de pesquisas em São Paulo, traz contribuição definitiva para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado”, afirma.

De acordo com o pesquisador sênior do laboratório da IBM Research no Brasil, Claudio Pinhanez, “o suporte à pesquisa científica e tecnológica em computação cognitiva no Brasil proporcionado pela parceria entre IBM e FAPESP é muito importante para a formação de uma geração de cientistas e profissionais plenamente capacitada a enfrentar a transformação que acontecerá nos próximos 20 anos graças a essas tecnologias”.

Lançada em julho de 2016, a primeira chamada dessa parceria teve como foco projetos de pesquisas em algoritmos e teoria de sistemas cognitivos, com o propósito de avançar a ciência e a tecnologia em áreas como inteligência artificial, visão computacional e processamento de linguagem natural.

O objetivo é criar a tecnologia a ser usada no futuro em sistemas computacionais capazes de processar e integrar diferentes tipos de dados, envolvendo aprendizado de máquina em grande escala, capacidade de raciocínio e reconhecimento de padrões complexos.

A relação dos projetos aprovados está disponível em www.fapesp.br/10836. Nos próximos meses deverá ser divulgada uma nova chamada de propostas para incentivo a pesquisas como essas.

Tags, , , , , , ,

Como o vendedor pode saber mais que o Consumidor 3.0? – Por Luciano Sandoval

imagem_release_889720

Ser um vendedor bem sucedido dentro de uma loja é um grande desafio. Hoje ele não compete mais com a loja ao lado, mas com toda a internet. Mais de 76 milhões de brasileiros já têm acesso à Internet via smartphone e este pequeno aparelho pode representar o sucesso ou o fracasso de uma venda, mesmo para os bons vendedores.

O chamado Consumidor 3.0 não sai mais de casa sem saber todos os detalhes sobre o produto que deseja comprar. Ele faz pesquisas, compara preços e consulta pessoas de confiança através das redes sociais. Isso pode parecer um problema para as vendas, mas na verdade acaba guiando um consumidor num estágio muito mais avançado na sua jornada de compra para as lojas. As pessoas já chegam ao estabelecimento sabendo que ali vão encontrar uma determinada marca e modelo do produto que deseja. Já pesquisou suas principais características e tem uma boa noção de preço.

Segundo estudo desenvolvido pelo Google, Ipsos MediaCT e Sterling Brands, 71% das pessoas que utilizam seus smartphones para pesquisa on-line afirmam que estes dispositivos estão se tornando cada vez mais importante para a experiência de compra dentro das lojas físicas.

Com isso o vendedor não pode mais ter apenas as informações básicas sobre o produto, ele precisa ser realmente apaixonado por aquilo que está vendendo. Tem que conhecer a fundo todas as características e diferenciais do produto para conseguir convencer seu cliente a finalizar a sua compra. Nesse contexto, simpatia, disponibilidade para ouvir e entender o consumidor, paciência e agilidade também são fundamentais. Hoje o cliente de loja física não busca apenas o produto em si, mas toda uma experiência de compra. Ele quer se sentir bem dentro da loja, quer conversar com alguém interessante, debater os aspectos técnicos do produto comprado e, finalmente, sair da loja com a certeza de ter feito um bom negócio. Como o consumidor está cada vez mais conectado, tudo isso precisa ser feito baseado na verdade. Não adianta dizer para o consumidor que tem o menor preço do mercado, pois é muito fácil através de um smartphone, dentro da própria loja, descobrir se isso é verdade ou mentira.

Uma maneira de encantar o consumidor final é surpreendê-lo com informações melhores e mais completas do que aquelas que ele já traz de casa. As pessoas sentem-se mais confortáveis ao comprar de um especialista, que entenda não apenas da marca vendida, mas de todo o funcionamento daquele tipo de produto. Para isso, o vendedor precisa estar munido com um arsenal de informações que comprovem que aquele produto atende a necessidade do cliente.

Por mais dedicação que a equipe de vendas possa ter em aprender sobre o produto vendido, fatalmente vai chegar até a loja um consumidor que tenha estudado a fundo sobre o produto que deseja comprar. Em alguns momentos, ele pode até estabelecer uma espécie de “competição informal” para ver quem sabe mais sobre o item em questão. Por isso, uma boa alternativa é dar ao vendedor ferramentas de consulta que sejam exclusivas para a venda. Mais do que um aparelho com acesso à Internet, o vendedor precisa de um sistema móvel que acesse dados únicos, diferentes e inovadores. Informações que surpreendam o consumidor e que deem a ele a certeza de que essa é a melhor compra. Nesse sistema, o vendedor pode ter demonstrações de uso do produto, dados sobre o perfil das pessoas que já realizaram aquela compra e tudo mais que possa encantar o comprador. Com a atitude correta e dados certeiros, fica mais fácil conseguir concluir uma venda.

Para os vendedores que atendem o varejo, informação é vital. O Vendedor precisa não apenas conhecer o produto, mas informar ao seu cliente varejista como estão os preços da concorrência, como ele pode vender mais a categoria e o mais importante como ele pode obter melhor margem com seus produtos. O Comprador do Varejo está cada vez mais municiado de informações e se o vendedor não tiver acesso a informações ainda mais sofisticadas, ele fatalmente perderá a venda ou venderá menos. Hoje em dia, informações sobre preços, melhor execução, gestão da categoria, exposição correta, margem dos seus produtos e dos concorrentes, promoções mais efetivas e com retorno mais rápido, relação de mark-up entre os varejistas, entre outras, são cruciais na hora de alavancar vendas. Nenhum varejista atualmente compra para estocar e sim para vender!

Para vender para as novas gerações, os profissionais precisam se colocar na posição do comprador e entender sua realidade. Eles têm várias opções disponíveis e informações na palma da mão. Leve isso em conta e crie uma estratégia capaz de concretizar a experiência de vendas perfeita.

Luciano Sandoval, diretor de Marketing da MC1 – multinacional brasileira com foco em processos e inteligência de negócios utilizando a mobilidade como plataforma tecnológica.

Tags, ,

Google desvenda os 5 mitos sobre o Adwords que toda PME deve saber

Com base na economia digital atual, o empreendedor que estiver atento a jornada de compra e aos momentos nos quais seu cliente se encontra, durante a busca por um produto na internet, estará presente 24H em seu dia a dia.

As Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que investirem em soluções digitais têm no Google Adwords a possibilidade de um orçamento inicial flexível que se ajusta à realidade de qualquer empreendedor. O retorno de investimento para cada R$ 1,00, em média está entre R$ 3,40 e R$ 8,00, em lucros brutos de publicidade.

Para ajudar o empreendedor na tomada de decisão, o Google desconstrói os 5 maiores mitos sobre o AdWords e explica como pode ser simples na hora de planejar a divulgação de um site.

Mito 1
O AdWords funciona apenas para empresas que possuem uma grande verba de publicidade.

Não. O Google AdWords é uma ferramenta acessível para todas as empresas, e o que a diferencia de muitos outros meios de comunicação é a oportunidade de anunciar independente do seu tamanho ou orçamento. O que é importante ter em mente é que seu retorno será sempre baseado no seu investimento. Por exemplo, se você investir R$ 1.000,00 por mês no Google AdWords você terá um retorno X, se você investir R$ 10.000,00 por mês, muito provavelmente deve ter como retorno algo próximo a 10X. E quanto mais otimizada suas campanhas estiverem, maior será seu retorno.

Mito 2
Se eu anunciar no AdWords, tenho mais chances de ter minha empresa colocada na primeira página dos resultados orgânicos do Google.

É importante reforçar que existem mais de 200 fatores considerados para definir posicionamento de um site na busca orgânica – e anunciar no Google AdWords não é um deles. O benefício de possuir um anúncio pago é justamente ter a possibilidade de aparecer bem colocado em resultados de buscas que são relevantes para sua empresa, independentemente se você consegue uma colocação boa nos resultados orgânicos. A colocação do seu anúncio não tem relação com os resultados de SEO do seu website.

Mito 3
Quem paga mais aparece na frente

Em partes. Apesar do Adwords funcionar como um leilão – quem dá um lance maior tem mais chance de aparecer no topo – o valor é apenas um dos fatores considerados para definição da ordem dos anúncios. Além do valor que você está disposto a pagar por clique, também será considerado o índice de qualidade do seu site (e das suas campanhas), e a adaptabilidade do seu site a dispositivos móveis.

Mito 4
Se eu já anuncio no AdWords, quanto mais palavras-chave forem utilizadas, melhor

Não. O que importa é a qualidade das suas palavras-chave, não a quantidade. Além disso, quanto maior for a relevância entre seu anúncio, e suas palavras-chaves, mais resultado você deve ter – e isso independe de quantas palavras você cadastrou para ativarem seu anúncio.

Mito 5
Quanto mais pessoas visualizarem meu anúncio, melhor

Como em qualquer outra estratégia de divulgação, é importante ter seu público-alvo muito bem definido. No AdWords, isso não é diferente. É importantíssimo que você segmente suas campanhas para aqueles usuários que possuem sinergia com a sua marca e seus produtos. Isso muitas vezes significa aparecer para um universo menor de pessoas, mas ao mesmo tempo fará com que seu anúncio seja muito mais eficiente.

Tags, , ,

Questor anuncia programa de canais para apoiar o crescimento de 30% em 2017

A Questor Sistemas Inteligentes, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país, está anunciando um novo programa destinado a ampliar o crescimento e o sucesso dos canais parceiros da companhia, em todo o país. A iniciativa faz parte da estratégia de expansão recém anunciada pela companhia que visa um incremento de 30% nos negócios em 2017 e alcançar um faturamento de R$ 135 milhões, até 2020.

O programa de canais é um dos investimentos estratégicos que a Questor está fazendo neste ano para impulsionar e suportar seu ecossistema de parceiros, além de buscar novas oportunidades de mercado. Atualmente, a empresa possui 62 revendedores distribuídos em todo o território nacional, sendo, cinco na região Norte, 11 na Nordeste, cinco na Centro-Oeste, 15 na Sudeste e 26 na Sul. De acordo com Jean Pitz, Diretor de Negócios e Canais da Questor, o plano é homologar dez unidades por ano até 2020, sendo destas, cinco na região Sudeste. Também são localidades prioritárias para a formalização de novos parceiros, a Zona da Mata, em Minas Gerais, e o estado do Rio de Janeiro.

“Nossa oferta de produtos e serviços pode contribuir muito com as empresas da região Sudeste, que vêm demonstrando carência por uma provedora preocupada também com os serviços, não apenas com sistemas, para aprimorar toda cadeia de relacionamento, área em que somos especialistas”, ressalta o executivo.

Além da homologação de novas revendas, a Questor quer apoiar e fortalecer os canais atuais e, para isso, criou um pacote de apoio em áreas como planejamento estratégico, gestão de talentos e treinamento. “Desta forma, conseguiremos intensificar a qualidade em nosso atendimento e relacionamento”, explica. A empresa está viabilizando também um processo de homologação e certificação técnica em nível nacional, para aprimorar a qualidade e a credibilidade da rede de serviços.

As novas unidades que passarão a integrar a rede de canais da Questor passarão por uma série de treinamentos de acordo com suas respectivas áreas de atuação. Revendas do segmento Contábil Outsourcing receberão um treinamento técnico (45 dias) e comercial (7dias). A Questor também apoiará estas empresas nas primeiras sessões de demonstração e nos três primeiros projetos, onde uma equipe ficará disponível para acompanhamento in loco. Para as revendas atuais, há um calendário mensal de treinamento e reciclagem e, a cada nova rotina ou alteração no software, videoaulas de todos os processos são disponibilizados em plataforma EAD.

O modelo de negócio da Questor é baseado em sua rede de canais, por isso a companhia prioriza o padrão de qualidade de seus processos e ferramentas de apoio para que o cliente sinta-se plenamente atendido, independentemente se pela matriz ou por um revendedor credenciado. “A difusão da marca só é possível com parceiros fortes, bem treinados, motivados e com visão estratégica. Por isso, buscamos empresas com qualidade técnica e ambição de crescimento, alinhadas à nossa estratégia de levar, de fato aos nossos clientes, soluções robustas e de qualidade”, finaliza Pitz.

Atuando desde 1985, a Questor Sistemas Inteligentes consolidou-se como uma das principais desenvolvedoras de software e soluções tecnológicas voltadas aos segmentos Contábil/Outsourcing e Empresarial do país. Com uma equipe altamente qualificada de 120 profissionais e 450 consultores em todo o território nacional, a companhia brasileira oferece soluções completas para otimizar a cadeia operacional, contábil, tributária e gerencial das empresas e escritórios contábeis, aumentando a produtividade, reduzindo custos e facilitando a tomada de decisão. Atualmente a tecnologia Questor processa 1,5 milhão de folhas de pagamento ao mês e seus clientes publicam mais de 7 milhões de documentos eletrônicos em nuvem por ano. Além disso, atende 350.900 empresas e possui 73.500 usuários ativos e uma taxa de 97% de satisfação entre seus clientes. Com sede em Chapecó – SC e em São Paulo, a Questor atende companhias de todos os portes, em todo o Brasil.

Tags, , ,

Os smartphones se tornarão o controle remoto do mundo – Por Mario Mello

Sim, existem diversos apps para Android e iOS que “transformam” o smartphone em uma espécie de controle remoto da TV. Mas essa é apenas uma faceta, digamos, inusitada, quase folclórica, desses aparelhos que, a cada dia que passa, se tornam onipresentes no bolso e na bolsa de usuários e usuárias pelo planeta afora.

E essa onipresença tem mesmo razão de ser: hoje, falar ao telefone celular é o que menos se faz; ele vem se transformando em uma carteira eletrônica completa, verdadeira central de serviços financeiros, trabalho e lazer como nunca se viu. Para se ter ideia do que isso representa, basta dizer que algo que há uma década parecia pouco provável já está acontecendo. Segundo recente pesquisa do IBGE, os equipamentos móveis se consolidaram de vez como principais meios de acesso à internet no Brasil. De acordo com o Instituto, 92,1% do acesso à rede são feitos por esse tipo de equipamento no País – batendo, pela primeira vez, os computadores pessoais.

Isso porque o smartphone reúne uma série de características que têm tudo a ver com a geração dos Millennials – que está recebendo o bastão e dará as cartas pela próxima década, no mínimo. Trata-se de uma geração hiperconectada, preocupada com o uso inteligente de seu tempo e com a sustentabilidade em todos os aspectos da vida e que transformou as redes sociais na versão digital (e visceral) do “power to the people”.

Atualmente, é possível pagar boletos por meio dos aparelhos móveis (além de gerenciar suas contas bancárias e seus cartões de crédito e débito de forma online), comprar produtos e serviços (como o tíquete do estacionamento no shopping, combustível em postos sem nem sair do carro e diversos meios de transporte urbano), além, claro, de assistir a filmes e séries, adquirir ingressos para cinema, teatro e shows e atualizar seus perfis na web a qualquer hora e em qualquer lugar.

E nem entramos ainda na discussão sobre o que será o smartphone (fisicamente) no futuro próximo. De acordo com o que já estamos testemunhando, sua e-wallet terá formatos cada vez mais ergonômicos, será à prova de quedas, poderá ter opções com tela dobrável e que se pode vestir, como um bracelete high-tech, ou até implantado no corpo. O protótipo de uma versão “gelatinosa”, combinação de alumínio com resinas naturais, já está operante, embora ainda não à venda – e ela é capaz, inclusive, de se consertar sozinha.

O smartphone do futuro também reconhecerá (além da impressão digital e da íris) o rosto do usuário, avaliará seu humor, e trabalhará com comandos de voz diretos, sem qualquer tipo de digitação necessária. Ou seja, se tornará orgânico, parte das pessoas. Isso quer dizer que a expressão “estou me sentindo nu sem meu celular” fará sentido quase literal.

De volta à realidade, e aos números do estudo do IBGE, é bom saber que eles vão ao encontro da terceira edição da pesquisa PayPal/Ipsos, divulgada em novembro do ano passado, segundo a qual 17% de tudo o que foi comprado online no Brasil nos 12 meses anteriores teve como ponto de partida um smartphone. Em 2015, o mesmo indicador havia registrado 13%. Ou seja, quem adquire o aparelho passa a usá-lo para tarefas antes mais fáceis de ser executadas à frente de um PC. É, sem dúvida, a revolução dos devices móveis.

Mais uma prova de que o futuro pertence a eles é outro estudo contratado em 2016 pelo PayPal Brasil, este à Euromonitor International. De acordo com ele, até 2020, cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo inteiro serão assinantes de internet móvel. No Brasil, esse número deve bater os 250 milhões de usuários até o final desta década.

Também segundo a Euromonitor, hoje 100% da população brasileira está coberta por redes celulares; e 94% contam com alguma cobertura de rede 3G. Aliás, o Brasil é o segundo colocado na América Latina em termos de penetração da tecnologia de internet móvel – atrás somente da Costa Rica.

A verdade é que não importa se o smartphone como o conhecemos se transformará em um item vestível ou um holograma ou o que quer que a imaginação humana possa inventar. A única certeza é que ele já está se tornando indispensável como nenhum outro device jamais sonhou ser – e se tornará, cada vez mais, o controle remoto do nosso mundo.

Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina

Tags

Ebanx economizou mais de R$ 7 milhões em dois meses com solução da Konduto

Com a utilização da tecnologia da Konduto, startup que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais, o Ebanx, grupo financeiro brasileiro que disponibiliza meios de pagamentos locais em e-commerce internacionais, obteve redução no índice de chargebacks e uma economia de mais de R$ 7 milhões em fraudes evitadas, em apenas dois meses de operação.

O Ebanx conta com mais de 10 milhões de consumidores brasileiros e intermediou mais de 60 milhões de transações ao longo de sua curta história. Devido ao crescimento exponencial da empresa no mercado nacional, os números de clientes e de transações processadas aumentaram significativamente. Por este motivo, surgiu uma nova preocupação: compras fraudulentas realizadas por meio de cartões de crédito clonados. Para evitar que isso ocorresse, o Ebanx passou a apostar nas soluções da Konduto.

Anteriormente, a análise de fraude das transações processadas pelo Ebanx passava por níveis de autenticação (validação de CPF, limites internos impostos pelo Banco Central etc) e checagem nas listas de contatos bloqueados, que eram feitas de forma manual. Por este motivo, a empresa não conseguia barrar ataques de fraudes com uma proporção maior.

“O processo de integração com a Konduto foi rápido. Imediatamente após a geração dos primeiros modelos de risco pudemos perceber o quanto a ferramenta foi assertiva, pois identificou a mudança de modo de operação dos fraudadores”, afirma Susan Pastega, gerente da área de risco do Ebanx.

O Ebanx foi fundado em 2012 na cidade de Curitiba com o objetivo de modificar a forma do consumidor brasileiro comprar pela internet. Com isso, o grupo financeiro quebrou enormes barreiras que dificultavam ou impediam que um cliente do Brasil realizasse compras em sites estrangeiros e passou a oferecer meios de pagamento locais, como o boleto bancário, em lojas virtuais do mundo inteiro. Alguns dos principais clientes são Spotify, PlayStation Network, AirBnB, AliExpress, Wish, dentre outros. Atualmente, a empresa opera em mais quatro países da América Latina: México, Colômbia, Chile e Peru.

“Antes de nossa atuação, um brasileiro só conseguia fazer compras em sites estrangeiros se possuísse um cartão de crédito internacional. A empresa ‘abriu as portas do mundo’ para o e-consumidor verde-amarelo e ainda permitiu que as compras fossem pagas no boleto bancário ou até mesmo parceladas. Sem necessidade de um cartão internacional”, ressalta Susan.

Tags, , , ,

Startup conecta tutores a pessoas que precisam de ajuda profissional e pessoal

Cada vez mais as pessoas procuram soluções que otimizem o tempo no dia a dia. Do outro lado, com a ajuda da tecnologia, startups buscam soluções que impactam diretamente os modelos de negócios tradicionais. É o caso da Thutor (www.thutor.com) que desenvolveu uma plataforma online que oferece serviços interativos para mapear o perfil de pessoas em busca de evolução pessoal e profissional e a partir do perfil traçado as ajudam, com uma espécie de mentoria, no caso deles chamado de “thutoria”, a atingir o objetivo desejado ou ajudar nos dilemas da vida, potencializando o indivíduo.

Como funciona

A plataforma disponibiliza um “thutor” – profissional treinado e capacitado para orientar as pessoas conforme suas necessidades que ajuda, por meio de interações semanais, no aprimoramento da inteligência emocional, autoconhecimento, habilidades técnicas e comportamentais.
O acesso à plataforma é todo online e pode ser feito de qualquer lugar. Um gestor ou empreendedor que deseja desenvolver sua liderança e está no exterior, por exemplo, pode entrar em contato com o seu “thutor” de lá mesmo. No caso de uma pessoa que deseja ser reconhecida e promovida no trabalho, o “thutor” vai aplicar sua experiência e vivência, além das técnicas disponíveis na plataforma para ajudar o cliente a ter mais foco, disciplina, responsabilidade e uma gestão mais humanizada, que são algumas das competências que líderes e empregadores procuram em bons profissionais.

“Com a correria do dia a dia, a Thutor, por ser uma plataforma digital, acaba quebrando a barreira do espaço físico e o paradigma da falta de tempo para resolver problemas, muitas vezes, pontuais, porque a pessoa pode acessar a plataforma pelo computador ou dispositivo móvel de qualquer lugar e fazer a thutoria ali mesmo”, explica Marcos Roberto Alves, um dos diretores da Thutor.

Filosofia de Gestão + Thutor

A plataforma tem como base a Filosofia de Gestão método criado por Márcio Fernandes, referência nacional em gestão de pessoas, que assumiu a presidência de uma grande empresa ainda jovem, aos 36 anos, e além de ser um dos líderes mais admirados do país, é apoiador da Thutor. Intuitiva, a plataforma tem uma navegação simples: o cliente se cadastra, responde um questionário que irá ajudar a mapear seu perfil e auxiliar o “thutor” a entender o problema ou meta para traçar um plano que atinja o objetivo desejado. Além da mentoria, com interação semanal com o “thutor”, a plataforma disponibiliza ferramentas de mapeamento e orientação, além de uma biblioteca multimídia disponível 24 horas com artigos, vídeos, e-books e etc. O atendimento é totalmente personalizado e confidencial e tem uma mensalidade de apenas R$ 89,90 com 50% de desconto no primeiro mês. A assinatura pode ser feita por meio do cartão de crédito ou boleto bancário e não tem qualquer tipo de multas ou burocracia no cancelamento da conta.

Tags, , ,

SheWorks! é a primeira e única plataforma digital para mulheres que conecta profissionais ao mercado de trabalho

lcstrip_81809_0_full

A SheWorks!, primeira e única plataforma on-line a utilizar a tecnologia em nuvem daTransparent Business para conectar mulheres em busca de oportunidades de emprego flexíveis, foi apresentada ontem na Cúpula Mundial dos Princípios do Empoderamento das Mulheres. A tecnologia combina inteligência artificial e algoritmos que permitem a pesquisa de talentos, baseados em experiências e habilidades,com ferramentas de gerenciamento de trabalho remoto para conectar profissionais mundialmente em busca de oportunidades de emprego flexíveis e na nuvem.

Calcula-se que 43% das mulheres americanas deixam suas carreiras ao tornarem-se mães para se dedicarem aos cuidados de filhos, em virtude, principalmente, de modelos de trabalho inflexíveis. A SheWorks! ajuda mulheres profissionais a encontrarem oportunidades flexíveis de trabalho à distância, ao mesmo tempo em que permite às empresas encontrar talentos qualificados e contratarem facilmente profissionais pré-selecionadas de qualquer lugar do mundo.

Ao mudar a forma de encontrar um talento e ao eliminar barreiras geográficas no mercado de trabalho, a plataforma também contribui para a redução da desigualdade de gênero, ajudando mulheres em todo o mundo a se tornarem economicamente independentes. “Nossa visão tem impacto social em vários níveis: nos países, ajudando a reduzir o desemprego e a incrementar o PIB; na vida das mulheres, que por meio da tecnologia são empoderadas ao acessarem treinamentos digitais, permitindo-as crescer profissionalmente; e nas empresas, que poderão contar com diversas equipes, captar o melhor talento do mundo e colaborar on-line, como se trabalha na economia digital”, afirmou Silvina Moschini, fundadora e CEO da SheWorks!.

“Estima-se que US$ 17 bilhões sejam perdidos em nível global como resultado do gargalo de gênero e que mulheres abandonem seus empregos por falta de opções flexíveis, transparentes e viáveis de trabalho. O mundo precisa de soluções inovadoras para transformar o mercado de trabalho e é isto o que criamos com a SheWorks!”. A SheWorks! conecta mulheres profissionais apostos de trabalho flexíveis, que se adaptam às suas vidas, ao mesmo tempo em que ajudam empresas a expandirem seu canal de diversidade e a gerenciarem suas equipes remotas de forma eficiente”. ­­­­­

Em 2020, cerca de 50% da força de trabalho será remota. Os objetivos da SheWorks! estão totalmente alinhados à abordagem da Women’s Empowerment Principles Forumde 2017, cujo tema é o “Empoderamento Econômico no Novo Mundo do Trabalho”.

Este evento, atualmente em sua sétima edição, é uma convocatória conjunta da Fundação da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, do Escritório das Nações Unidas, da ONU Mulheres e da ONU Global Compact (UNGC). A Cúpula abordará as maneiras como a comunidade empresarial e os governos podem desempenhar um papel fundamental como defensores do empoderamento de mulheres e meninas. Também vai abordar formas sobre como medir os resultados de iniciativas para apoiar mulheres e meninas e como usar os dados para impulsionar o discurso e a ação.

O encontro acontece durante a reunião da Comissão do Estatuto da Mulher (CSW, na sigla em inglês), principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade entre os gêneros e o empoderamento da mulher da ONU. O tema para a sexagésima primeira sessão do CSW é o empoderamento econômico das mulheres no mercado de trabalho em transformação, o que coincide com o objetivo da SheWorks!.

Durante seu pré-lançamento, a SheWorks! trabalhou com clientes de alto nível, incluindo a Univisión, a Criteo e a MasterCard; formou alianças com organizações multilaterais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Fundo Multilateral de Investimentos; ONGs,como a Vital Voices Argentina e Miami; empresas, incluindo a Cisco Systems e a Microsoft, startups de educação on-line, como a Platzi e Crehana; também estabeleceu parcerias com os governos do México, Argentina, República Dominicana e Colômbia, onde o programa será implementado durante o ano de 2017. Além disso, empresas líderes na área criativa, como a DDB Latina, Alma e LLORENTE & CUENCA uniram-se à iniciativa para liderar a estratégia de comunicação destinada a empoderar mulheres em todo o mundo.

Tags, , ,

Braspag amplia atuação no Chile

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina amplia a atuação de processamento de pagamentos no Chile. Além da conexão direta com a adquirente local, Transbank, que possibilita o suporte imediato e mais velocidade nas vendas, a Braspag agora oferece seus serviços no país em parceria com a Cybersource, empresa subsidiária da Visa.

“A parceria permite novas possibilidades de integração, de forma que o lojista local tenha maior flexibilidade para escolher as prestadoras de serviço de sua preferência”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag. “Estamos muito satisfeitos em iniciar esta nova fase de atuação ao lado da Cybersource, líder global em seu segmento e parceira de longa data, que oferece recursos de segurança de primeira linha para nossos clientes”, conta. O executivo ainda afirma que a Braspag visa outras parcerias na região a fim de explorar o alto potencial do comércio eletrônico chileno.

“O rápido crescimento do comércio online coloca a América Latina como uma das regiões mais atrativas do mundo para o desenvolvimento do e-commerce e isso também atrai a atenção dos fraudadores. A CyberSource, empresa de gestão de pagamentos subsidiária da Visa, trabalhará junto com a Braspag e os comércios da região para oferecer soluções de administração de fraudes rápidas, precisas, que diminuem os gastos operacionais e melhoram a experiência dos consumidores finais”, explica Rogério Signorini, diretor da CyberSource.

Segundo a Câmara de Comércio de Santiago (CCS), o Chile está em 17º no índice mundial de e-commerce da CCS entre 23 países, é o 4º maior mercado da América Latina, e tem apresentado crescimento significativo no setor, com aumento médio anual de 20% de vendas. O índice em questão não se baseia apenas no tamanho do mercado, mas em variáveis que abrangem meios de pagamento, capacidade logística, desempenho de vendas, entre outros. Nas três primeiras posições estão Reino Unido, Estados Unidos e China, respectivamente. O Brasil está em 20º, mas é o maior da América Latina em volume de vendas B2C, com mais de US$ 20 milhões. Neste quesito, mundialmente, a China fica em primeiro lugar, com quase US$ 900 milhões.

A alta taxa de conectividade local torna o Chile um país com alto potencial para investimento no comércio eletrônico. Mais de 13 milhões de pessoas possuem acesso à internet, o que corresponde a quase 80% da população. Aproximadamente 4,5 milhões de pessoas no país já fazem compras online e 10 milhões habitualmente tomam decisões de compra com base no e-commerce. A rápida penetração de smartphones contribuiu para a melhoria do país no ranking, passando de 36% em 2014 para 65% em 2016, a 10ª mais alta mundialmente. “Com este potencial é natural que ocorra um aumento na demanda de lojistas da região. A Braspag vai ao encontro deste movimento a fim de auxiliar o crescimento do mercado chileno com a otimização de serviços”, explica Mattos.

O Chile é o 5º país na região que conta com a integração local da Braspag, maior empresa de gateway de pagamentos da América Latina, além de Paraguai, Argentina, Brasil e Colômbia. Ambos os formatos de integração (direta com adquirente ou por meio de parcerias) utilizam a plataforma Pagador Braspag, possibilitando a aceitação de cartões crédito naquele país. Desta forma, os lojistas já integrados ao Pagador não necessitam de nenhum empenho técnico adicional e novos lojistas terão a opção disponível em uma tecnologia unificada. A Braspag também possui conectividade para lojistas dos Estados Unidos, além de operações de e-commerce globais por meio de parcerias internacionais.

“Com este método, qualquer empresa que tenha autorização para operar no Chile, independentemente da sua nacionalidade, poderá processar suas transações online diretamente com a Braspag. Além de otimizar todo o processo de meios de pagamento, é um grande passo para o crescimento do e-commerce no Brasil e na América Latina”, afirma Mattos.

Tags, , ,

Ramo Sistemas investe em 8 novas Unidades de Negócios

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, está investimento em aumento de capilaridade. Com esse objetivo, a companhia está aplicando R$ 1 milhão na abertura de mais oito Unidades de Negócios distribuídas pelas regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil.

Os novos escritórios vão funcionar nas cidades Campinas e Ribeirão Preto (SP); Curitiba (PR); Porto Alegre e Caxias do Sul (RS); Ipatinga (MG); Recife (PE); e Manaus (AM). A expansão faz parte de sua estratégia de crescimento traçada para 2017, com estimativas de aumento do faturamento entre 16% e 17% sobre os resultados de 2016. Agora a companhia soma 8 Unidades de Negócios, duas filiais no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte, sua sede em São Paulo, além de mais 170 parceiros em todo o Brasil.

Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas, informa que as oito Unidades de Negócios foram definidas com base de parceiros com alto rendimento e competência no mercado brasileiro de ERP. Mas que esse modelo poderá mudar no futuro, talvez a partir de 2018. “Poderemos pensar na possibilidade de transformá-las em franquias. No momento são Unidades de Negócios, cujas empresas são de nossos mais expressivos EBMs (Extended Business Members), revendas autorizadas Ramo-SAP”, explica.

O executivo esclarece que essas Unidades de Negócios não são sócias da Ramo Sistemas. “Estamos aumentando a parceria para apoiar o crescimento e sustentabilidade dos nossos negócios, canal de vendas e clientes”, ressalta Krakauer. Ele justifica que os novos representantes são parceiros estruturados, com clientes, conhecimento profundo de SAP Business One, do mercado e com condições de oferecer os melhores serviços em suas regiões.

A Ramo Sistemas planeja ainda para 2017 abertura de mais 3 ou 5 novas Unidades de Negócios para sustentar suas metas de crescimento para este ano. Atualmente a companhia opera com uma rede de 170 parceiros. Esses canais estão distribuídos em 50 cidades no Brasil, atendendo as principais regiões, suportando clientes de 12 verticais do mercado. São os setores Alimentício, Agrobusiness, Distribuição de Medicamentos, Laticínios, Distribuição e Logística, Clubes Esportivos, Varejo e Oil & Gas.

As vendas diretas estão concentradas em São Paulo e indiretas são realizadas por meio de parceiros em outras regiões do Brasil, respeitando a experiência do canal em cada segmento da economia.

A Ramo Sistemas é o principal parceiro de SAP Business One no Brasil, com o maior faturamento, volume de vendas, clientes e consultores. Em 2015, a empresa foi reconhecida pela SAP como a melhor em performance de vendas e em 2017 foi premiada como maior venda de SAP Business One.

Tags, ,

O Brasil na era da digitalização bancária – Por Reginaldo Santos

image006 (4)

A digitalização bancária já é uma realidade. Mesmo as instituições que efetivamente ainda não possuem processos automatizados o bastante para caracterizar esse conceito, esforçam-se para passar essa imagem do “novo banco”. Para destacarem-se em um mercado cada vez mais competitivo, as instituições precisam estar alinhadas e preparadas para essa nova realidade digital.

Essa necessidade está atrelada ao cenário de clientes cada vez mais informados e conectados e de suas novas expectativas em relação aos serviços que consomem, não só financeiros, mas com influência inclusive das demais indústrias e de suas redes de relacionamento.

A digitalização bancária chega para atender esse consumidor moderno, que agora consegue transacionar com as instituições sem a necessidade de intermediários por meio de seu dispositivo – como desktop, notebook, celular, tablet -, facilitando o relacionamento e melhorando a comodidade do cliente.

Com a chegada das agências digitais, os bancos passam por uma quebra de paradigma no que diz respeito ao relacionamento com seus clientes. O foco deixa de ser a concorrência e as instituições direcionam seus esforços para aprofundar o entendimento de seus clientes, suas necessidades e expectativas. Assim, surge uma nova cultura digital, na qual é necessária não só uma adaptação de produtos e serviços, operações, modelos de negócio e organização, como uma ampliação de serviços para uma abordagem consultiva em relação ao cliente e colaborativa em relação ao mercado.

Já os clientes esperam ser “encantados” e passam a exigir experiências cada vez mais consistentes e incorporadas às necessidades de seu dia a dia, com alta qualidade e disponibilidade nos canais de relacionamento de sua preferência.

Cada vez mais deve-se necessitar menos das operações de retaguarda. O modo de pensar no momento da definição de produtos e processos deve levar isso em consideração. O conceito é que tudo deve ser resolvido de forma automatizada ou com o mínimo de interação manual.

O segmento bancário vem investindo em iniciativas para sua “transformação digital”, no entanto, muitas delas ainda estão focadas no front-end, como canais, aplicativos e atendimento. Uma das dificuldades em adequarem-se ao novo conceito está vinculada à necessidade de ampliar as ações para suas operações e modelos de negócio de forma rápida, ágil e com menor custo, frente à dificuldade de integração com sua infraestrutura atual (legados). Outro desafio é a chegada de novos players como, por exemplo, as fintechs e as empresas de pagamentos. A associação com os sistemas de redes sociais e aplicativos colaborativos é mandatória.

O conceito de “jornada do cliente” passa a estar presente na forma de pensar dos responsáveis pelos atuais produtos bancários, substituindo o modelo de oferta desses produtos. Agora, é preciso identificar as necessidades do cliente de acordo com seu perfil e suas escolhas no momento em que está transacionando ou navegando na web. Após essa descoberta pode-se oferecer algo mais indicado para aquele cliente naquele instante.

O maior benefício da digitalização reside na transformação do relacionamento e na fidelização do cliente, além da redução de custos e maior eficiência operacional. Outra vantagem é a bancarização, ou seja, a ampliação de clientes considerando a população não bancarizada e já “conectada”. A exposição desse viés de modernidade e mudança do modelo bancário tradicional visa atrair, também, a geração chamada “millennial”, de jovens entre 18 e 34 anos.

Essa tendência já é fato no Brasil, e foi impulsionada pela questão dos não bancarizados e da pressão por eficiência e redução de custos. Os bancos, mesmo não estando 100% preparados, já se preocupam em passar a imagem de que são digitais. Por conta da importância e urgência dessa transformação digital, as instituições financeiras têm conseguido prioridade interna em seu portfólio de projetos, por isso, existem muitas iniciativas e projetos em andamento no país. Entretanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a completa digitalização.

Para tornar-se digital, é fundamental adotar uma estratégia clara e consistente que engloba a transformação do relacionamento com o cliente, das operações e dos modelos de negócio. Ainda há muito trabalho a fazer com relação ao amadurecimento de uma cultura verdadeiramente digital nas organizações, e o consequente investimento em construir uma visão clara, o engajamento de toda a organização, o roadmap de transformação e mecanismos para aferi-la.

Pensar de forma digital é o grande desafio das áreas internas dos bancos, pois muitos processos internos precisam ser repensados e as questões de segurança devem ser priorizadas. Recentemente, o Banco Central criou uma norma que autoriza a abertura de contas sem a presença do cliente em agência, validando o que antes era uma tendência para uma realidade palpável. Sem dúvida foi um grande avanço, mas ainda há um enorme gap na adoção de uma cultura digital, associado à questão de segurança. A autorização de abertura de contas de forma não presencial pressupõe o desenvolvimento de mecanismos cada vez mais complexos e efetivos de segurança e garantia de informações. Ademais, essa mensagem de segurança e cumprimento das obrigações legais também precisa chegar de forma clara ao consumidor, evitando desconforto e qualquer tipo de desconfiança.

O Brasil caracteristicamente é um país com foco em inovação, empreendedorismo e adoção de tecnologias disruptivas e, consequentemente, aberto a mudanças. Este mindset passa a impressão de que já estamos prontos para adotá-la ou até mesmo que esta já é uma realidade, mas está claro que ainda há muito trabalho a fazer quanto à transformação nos bastidores. A digitalização carrega em si a ideia de “simplificação”, e este sim é o grande desafio, um desafio e tanto. Além dos bancos, outros players do segmento financeiro também estão movimentando-se para participarem desse movimento de digitalização. Financeiras, empresas de meios de pagamento, acquirers, entre outros. É um movimento sem volta e quem ficar de fora certamente terá muita dificuldade para sobreviver.

Reginaldo Santos, Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

Tags, ,

Escola de tecnologia incentiva estudo de competências digitais para crianças e adolescentes

A Happy Code, escola de tecnologia e inovação com 23 unidades em operação, 30 em fase de implantação e uma unidade em Portugal, oferece cursos de programação, robótica, desenvolvimento de aplicativos e artes digitais para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. O propósito da empresa é formar pessoas capazes de mudar o mundo, e, nesse sentido, sua missão é a de desenvolver o potencial humano ensinando competências digitais.

Por meio do método STEAM, que integra Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática e do uso dos robôs Dash & Dot, que estimulam a curiosidade e a confiança para os aprendizes, além de colaboração e alfabetização digital, a Happy Code oferece uma variada grade de cursos regulares – com carga horária de 27 horas, que envolve o ensino de programação, desenvolvimento de games, aplicativos, robótica, modelagem e animação em 3D. Todos os cursos foram desenvolvidos com intuito de apresentar o mundo da criação de tecnologia de maneira simples e descomplicada.

O Code School oferece modalidades específicas, como Code com os robôs Dash& Dot (5 a 6 Anos), que ensina conceitos de lógica de programação de uma maneira muito divertida e intuitiva; o Games Kids (6 a 9 Anos) é formado por três módulos interdependentes onde os alunos aprendem a utilizar as melhores ferramentas da indústria de games desenvolvendo projetos de jogos em 2D, 3D e RPGs; o Games Teens (10 a 14 Anos) tem como foco criar projetos de jogos em 2D, 3D, Plataforma, Arcade e raciocínio lógico. Por fim, no Games Youth (15 a 17 Anos) os alunos aprendem a criar seus próprios jogos utilizando o Unity, um game engine profissional.

Voltado para o desenvolvimento e programação de aplicativos e jogos para smartphones e tablets, a Happy Code oferece duas modalidades de curso: Apps Kids, para crianças de 6 a 9 anos, e o Apps Teens e Youth, que ensina programação em JAVA para criação de aplicativos para Android. Em apenas dois módulos, os alunos aprendem a utilizar o Android Studio desde o básico até a publicação de aplicativos na Play Store.

Nas aulas de Modelagem e Animação, para alunos de 8 a 17 anos, aprende-se a utilizar o Blender, ferramenta Open Source profissional utilizada em estúdios de animação do mundo todo. Além disso, a empresa é pioneira na criação do curso de Robótica com Drones, em dois módulos, alunos de 8 a 17 anos desenvolvem projetos que possibilitam o aprendizado dos conceitos fundamentais da eletrônica, montagem e programação. Aplicando os conhecimentos adquiridos, os estudantes têm a capacidade de construir seus próprios drones.

Dentre os cursos de férias e cursos rápidos, o de Youtubers também é concepção pioneira da escola e ensina de forma rápida e divertida as melhores práticas para começar um canal no YouTube de sucesso. O Minecraft Modding proporciona o primeiro contato com a ciência da computação, com criação de mods (modificações). Além disso, é possível criar filmes animados em 3D com personagens do Minecraft®, iguais às introduções dos maiores Youtubers do Brasil, no curso de Animação Minecraft.

“Nosso método é capaz de ajudar a desenvolver competências digitais nas crianças e jovens e esse é um fato transformador na sociedade que vivemos. Temos uma base educacional e ética para que as crianças usem o computador de forma saudável com o propósito de formar pessoas capazes de mudar o mundo. Por isso, buscamos aproveitar o tempo que eles passam em frente aos computadores para incentivar cada vez mais a criação de jogos e aplicativos”, comenta Rodrigo Santos, fundador da Happy Code.

Todas as aulas são ministradas uma vez por semana, com duração de 1h30 e as turmas são formadas por no máximo 12 alunos. O material didático é disponibilizado em uma plataforma de fácil usabilidade e com validação pedagógica adequada por faixa etária. Essa é uma forma de garantir que cada aluno possa acompanhar as aulas de forma objetiva e condizente com seu nível de aprendizado.

“Nossa preocupação, além de ensinar competências digitais, é sermos facilitadores de uma geração que já está mudando os hábitos de comportamento e consumo da sociedade em que vivemos. Devemos estimular a utilização da tecnologia para melhorar o mundo e a Happy Code se orgulha de ser a maior rede de ensino de tecnologia e inovação do Brasil”, finaliza Rodrigo.

Tags, , , ,

Infobip patrocina pesquisa que mostra comportamento dos brasileiros em relação aos serviços móveis

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia o lançamento do Panorama da Mensageria no Brasil, estudo realizado pela Mobile Time e Opinion Box, com patrocínio da empresa. Ao todo, foram ouvidos 1.914 internautas brasileiros, com o objetivo de analisar seu comportamento em relação aos serviços móveis de mensagem.

Como destaque, o estudo mostra que 69% dos usuários do Whatsapp passam a maior parte do tempo no aplicativo, do que assistindo televisão, ouvindo rádio ou lendo jornais e revistas. Outro ponto importante levantado foi em relação às chamadas de voz: dois terços dos usuários do aplicativo utilizam essa ferramenta e dentro desse grupo, metade afirmou usar esse recurso com mais frequência do que os minutos concedidos pela operadora móvel.

Mais de 50% dos usuários afirmaram receber mensagens via SMS todos os dias ou quase todo dia, e mais de 40% disseram que nunca ou quase nunca enviam mensagens via SMS para seus contatos. Em contrapartida, quase dois terços dos internautas que possuem smartphone não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja o WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Comparando com os dados de 2016 é possível ver que a quantidade de usuários ativos do WhatsApp subiu de 89,5% para 92,7%, enquanto que a do Facebook Messenger caiu de 57,9% para 46,5%. Esse número mostra o alcance desses aplicativos entre os brasileiros e o potencial deles para comunicação entre empresas e clientes. Dentre os usuários de Whatsapp, 76% afirmaram que gostariam de usar esses aplicativos para falar com as marcas/empresas.

“Para a Infobip, é um privilégio contribuir com esse trabalho. O Panorama da Mensageria é uma ferramenta importante para medir nosso mercado, pois reúne as principais informações sobre o comportamento dos usuários em torno da comunicação móvel”, afirma Yuri Fiaschi, diretor de vendas Latam da Infobip.

“Os aplicativos de mensagem instantânea estão entre os mais utilizados pelos usuários de smartphones no dia a dia. No futuro eles concentrarão várias outras aplicações, como compras, solicitação de serviços, envio de dinheiro etc, como já acontece na Ásia. Por isso, achamos importante uma pesquisa que a cada seis meses monitora a utilização desses aplicativos. Dessa forma, ao longo do tempo podemos identificar as tendências para essas ferramentas”, diz Fernando Paiva, coordenador da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

O material completo pode ser encontrado neste link.

Tags, , , , , ,