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Diretor da SulAmérica é eleito o executivo de TI do ano em seguros

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de conteúdo e produtos da IT Mídia, Vitor Cavalcanti, e o diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri

O diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, foi eleito o executivo de TI de maior destaque em 2016 no mercado de seguros. Promovida pelo Grupo IT Mídia, em parceria com a consultoria Korn Ferry, a premiação tem como objetivo homenagear líderes da área de Tecnologia da Informação que tenham desenvolvido no ano anterior estratégias inovadoras nas empresas em que atuam. A cerimônia de entrega dos prêmios foi realizada na última terça-feira (28), em São Paulo.

“A SulAmérica tem investido continuamente em tecnologia para desenvolver serviços e formas de interação inovadores, sempre com foco em oferecer a melhor experiência aos nossos clientes e parceiros. É uma grande honra receber este reconhecimento pelo trabalho consistente que temos realizado”, comemora o executivo.

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MiX Telematics lança soluções inovadoras para o segmento de transporte urbano no Brasil

Com foco em empresas de transporte público em todo o país, a MiX Telematics (www.mixtelematics.com.br), líder global no fornecimento de informações de gestão de frotas, segurança do motorista e de soluções de rastreamento de veículos, mais uma vez inova e traz duas soluções para o mercado nacional.

Uma delas é o Sinótico Cittati, solução destinada a empresas de transporte urbano de passageiros. Após uma inovadora parceria com integração de dados, por meio das informações enviadas pela telemetria da MiX Telematics à Cittati, a solução calcula os tempos de viagem do veículo no cumprimento da linha, bem como o desempenho de condução do motorista, com a possibilidade inclusive de análise de média e redução de custos operacionais.

Assim, as empresas podem fazer a gestão das viagens realizadas pelos veículos de acordo com as tabelas de horários fornecidas pelos órgãos gestores locais, além de acompanhar a utilização da frota nos itinerários.

“A telemetria associada a um software de sinótico potencializa a gestão da frota de ônibus, pois o empresário terá controle da operação dos ônibus nas linhas, irá gerenciar o perfil de condução do motorista, para que a viagem seja realizada de forma que atenda o órgão gestor; seja segura para o usuário e economicamente viável do ponto de vista de consumo de combustível e conservação do patrimônio”, explica Bruno Santos, especialista em telemetria e gerente de vendas e marketing da MiX Telematics no Brasil.

MiX Monotriip

Outra novidade é o MiX Monotriip, voltado para empresas de transporte rodoviário de passageiros e fretamentos. Em conjunto com a solução de telemetria Premium, da MiX Telematics, os dados do veículo são captados, permitindo que todo o processo de leitura de bilhetes de embarque seja realizado via leitor de código de barras, bem como a leitura de RFID para ônibus fretados.

A solução foi desenvolvida para o ambiente automotivo, ou seja, com robustez, qualidade de coleta de dados e garantia de alta performance durante a utilização. Atende na totalidade os requisitos solicitados pela ANTT, proporciona ao empresário controlar a jornada de trabalho do motorista, paradas, monitoramento da condução e o consumo de combustível.

Como benefício, o empresário garante que a viagem seja segura para o usuário e economicamente viável do ponto de vista de consumo de combustível e conservação do patrimônio.

“Quando pensamos no empresário de ônibus, imaginamos seu alto custo para oferecer o serviço. Por isso, o nosso objetivo é levar a ele uma solução unificada, que possa atender às demandas da contratante e fazer com que a empresa de ônibus cumpra seus objetivos com o menor custo possível”, finaliza Bruno.

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O Brasil que nós queremos: unidos pelo fim do contrabando

A Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em conjunto com mais de 70 entidades empresariais e organizações da sociedade civil afetadas pelas práticas ilegais do contrabando, lançam a campanha nacional “O Brasil que nós queremos”, em parceria com o Governo Federal.

Para celebrar a união de forças na construção de um novo país, com mais empregos, renda, arrecadação e, focado no combate ao mercado ilegal, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, assinou protocolo de intenções inédito com as principais medidas e ações que de fato fiscalizem e coíbam o contrabando, incentivando nossas indústrias a voltar a produzir e o comércio a vender.

Em 2016, essa atividade criminosa gerou perdas para o país da ordem de R$ 130 bilhões, valor somado às perdas de setores produtivos – tabaco, vestuário, combustíveis, cosméticos, medicamentos, entre outros – e sonegação de impostos, segundo levantamento do FNCP. O contrabando de armas, drogas e cigarros ilegais tem fomentado o crescimento das atividades criminosas e a violência em todo território nacional.

O aumento do contrabando tem acontecido por uma combinação de fatores: aumento de impostos, crise econômica e fragilidade das fronteiras. Atacar o contrabando é uma medida extremamente efetiva para a recuperação econômica e colabora duramente para o fim do tráfico e do crime nas cidades.

“Vamos trabalhar junto com o Governo Federal para combater o contrabando de produtos e serviços que tanto afeta e traz prejuízos para todo país. A violência que está na rua e que nos amedronta é financiada por esses crimes. Lutar contra isso é lutar a favor da vida e da dignidade do cidadão brasileiro, da concretização de uma realidade almejada por todos, de respeito aos direitos e do combate às ações criminosas”, afirma Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e coordenador do Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro.

“O Brasil que nos queremos é o país da ordem e do progresso, que gera riquezas, empregos e desenvolvimento para todos os brasileiros. Chegou a hora de unir forças em busca de soluções para desenharmos um novo país, onde a decência, a paz, a garra e a realização sejam protagonistas”, pontua o deputado Efraim Filho, presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação

Também como parte das atividades, o Movimento e a Frente Parlamentar apresentam, pela primeira vez em Brasília, a miniexposição denominada de ‘Cidade do Contrabando’, que simula todas as benfeitorias possíveis se o contrabando e o comércio de produtos ilegais fossem extintos e o dinheiro investido para a construção do Brasil que nós queremos. Com o montante de R$ 130 bilhões seria possível construir mais de mil hospitais, ou 65 mil creches, ou 1,36 milhão de casa populares ou ainda 25 mil escolas públicas. A “Cidade do Contrabando” ficará exposta no Congresso Nacional até o dia 31 de março.

Mobilização nacional – Além disso, está sendo realizado um mutirão de destruição de produtos contrabandeados apreendidos pela Receita Federal, que trazem graves riscos para a saúde e segurança dos brasileiros, em São Paulo e em Foz do Iguaçu. Mais de 12 toneladas de cigarros devem ser destruídas ao longo do dia.

Segundo levantamento da Receita Federal, mais de 65% das mercadorias contrabandeadas que entram no país são cigarros. Em 2016, o volume de cigarros ilegais atingiu 31,521 bilhões de unidades. Além do abandono das fronteiras, a disparidade tributária entre o Brasil e o Paraguai é um dos principais estímulos ao contrabando.

A capital paulista também recebeu a exposição de uma pilha gigante com produtos contrabandeados, mostrando o quanto as mercadorias ilegais entram livremente pelas fronteiras brasileiras. “Atualmente, mais de 55% dos pontos de venda formais estão contaminados com cigarros ilegais e 72% dos estabelecimentos vendem o produto abaixo do preço mínimo estabelecido por lei”, pontua Rodolpho Ramazzini, presidente da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF).

Ainda em Foz do Iguaçu, o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), entidade membro do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, antecipou dados do estudo que comprova que o combate ao contrabando de cigarros, setor mais afetado pelo problema, pode aumentar a arrecadação de IPI. “Dados preliminares do estudo já nos mostram que se o governo federal combater o mercado ilegal de cigarros é possível aumentar a arrecadação em até 35%, o que permitiria mais de R$ 2 bilhões de incremento na arrecadação anual”, afirma Luciano Barros, presidente do Idesf.

Protocolo de cooperação – Entre os objetivos prioritários contidos no termo assinado, destacam-se:

– Dar apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Fronteiras, com especial atenção às ações econômico-sociais e de fiscalização da fronteira entre Brasil e Paraguai;

– Implementar continuamente ações de inteligência e repressão no combate ao contrabando/ descaminho;

– Identificar recursos financeiros (orçamentários e/ou de fundos) para investimento em recursos humanos e tecnológicos;

– Promover a discussão no campo legislativo de medidas que possam facilitar a execução do Plano Nacional de Fronteiras, fornecendo condições para a atuação das entidades responsáveis e combate à criminalidade;

– Criar grupos de trabalho integrando a sociedade civil, Parlamento, Executivo e Judiciário com suporte técnico-acadêmico para sugestão de medidas que gerem resultados efetivos;

– Fomentar o debate com países vizinhos e construir uma agenda positiva para redução imediata da ilegalidade;

– Sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade com o objetivo de gerar mudança de comportamento em prol do desenvolvimento do país.

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Lollapalooza, choque de gerações e transformação digital

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No final de semana, vi de perto como um mundo novo transforma hábitos, gostos musicais e, principalmente, o consumo baseado em tecnologia nos dois dias do Lollapalooza em São Paulo.

Primeiro, este pai, quase beirando os 50, foi apresentado pela filha adolescente para aquilo que costumo chamar de música de mano, batidas repetidas da febre eletrônica e também fenômenos do palco como o canadense The Weeknd.

Durante os dois dias de shows no Autódromo de Interlagos, convivi com a impressão de que eu e a maioria dos presentes não vínhamos do mesmo planeta(ou, pelo menos, não seguíamos a moda de um mesmo universo).

Mas o que agradou a todos e motivou este artigo, independente de idade e estilo, foi o bom uso da tecnologia no evento. A edição deste ano contou com a Lolla Cashless, uma pulseira com tecnologia RFID, que serviu para identificação e ingresso do público e que também podia ser carregada com dinheiro para consumo de comida e bebida. Os créditos podiam ser colocados nos caixas do evento, ou previamente, pela internet, com autorização de faturamento pelo cartão de crédito. Funcionou muito bem. Bastava aproximar a pulseira dos dispositivos de pagamento para efetuar as transações, com direito a avisos sobre os gastos via e-mail e possibilidade de bloqueio via internet. A novidade ajudou muito e foi usada com tanta naturalidade que nem parecia algo inédito.

O Lollapalooza me pareceu um evento muito bem organizado. Sabe agradar o público alvo, mas também os jurássicos pais e eternos fãs de boa música, que honraram nossa geração lotando o show do sempre bom rock pesado do Metallica.

Mas faltou algo importante: internet de qualidade. O sinal das operadoras capengava o tempo todo e não teve wi-fi para os quase 200 mil presentes nos dois dias de Lollapalooza. Foi como fazer uma viagem em uma nave moderna rumo a um passado em que você não conseguia se conectar com todos a todo momento. Foge da realidade dos mais novos e dos mais velhos também.

Boa música para todos os gostos e tecnologia de ponta sempre vão ser ingredientes certos para o sucesso de um grande evento. Fora isso, como bem cantou James Hetfield, “nothing else matters”.

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Tecnologia de reconhecimento facial da NEC ficou em primeiro lugar em teste de vídeo do NIST

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A tecnologia de reconhecimento facial da NEC obteve a mais alta avaliação de desempenho no recente teste de avaliação de face em vídeo (Face in Video Evaluation – FIVE, * 1), realizado pelo NIST (* 2) (U.S. National Institute of Standards and Technology). Os resultados foram divulgados por meio do relatório do NIST “Interagency Report 8173: Face In Video Evaluation (FIVE) Face Recognition of Non-Cooperative Subjects”.

A tecnologia de reconhecimento facial da NEC obteve o primeiro lugar pela quarta vez consecutiva: Incialmente no Grande Desafio Biométrico Múltiplo em 2009 (MBGC 2009); Avaliação de Biometria Múltipla 2010-2011 (MBE 2010-2011) e, finalmente, o Teste de Fornecedor de Reconhecimento de Face (FRVT 2013).

A tecnologia de reconhecimento facial em vídeo identifica os rostos em movimento, em tempo real, enquanto andam naturalmente, sem parar na frente de uma câmera. Os benefícios da análise de vídeo de alta velocidade permitida por esta tecnologia incluem a prevenção de possíveis incidentes, por meio da detecção de pessoas suspeitas e o reconhecimento de indivíduos nos portões de instalações críticas.

O uso de imagens de vídeo de câmeras padrão para reconhecimento facial requer técnicas altamente avançadas em comparação com as utilizadas para imagens estáticas. Isso ocorre porque as imagens são muito influenciadas pelas condições ambientais, como a localização da câmera, a qualidade da imagem, a iluminação e o tamanho do objeto, além do comportamento de um sujeito, incluindo a velocidade de caminhada, a direção do rosto e a linha de visão.

Para a obtenção de um reconhecimento facial confiável a partir de uma imagem de vídeo, a NEC desenvolveu uma tecnologia de extração de pontos que permite o reconhecimento de faces ao ponto de um indivíduo poder ser identificado com alta precisão dentro de um grupo, mesmo que seu rosto esteja parcialmente escondido ou as imagens tenham sido tomadas de ângulos diferentes. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC também utiliza tecnologias de deep learning (aprendizagem profunda) para identificação de faces, a fim de aumentar a precisão ao ponto de um indivíduo poder ser identificado por uma imagem de baixa resolução capturada por uma câmera distante.

“É uma grande honra que a nossa tecnologia de reconhecimento facial tenha sido reconhecida pelo NIST, pela quarta vez consecutiva, em primeiro lugar no mercado”, diz Masakazu Yamashina, vice-presidente sênior da NEC Corporation. “Vamos expandir o negócio global, oferecendo soluções biométricas inovadoras, como o sistema de reconhecimento facial em vídeo, em uma ampla gama de campos, incluindo segurança, transporte, finanças e varejo”, afirma.

Exemplos de avaliação do teste NIST FIVE:

• Gestão de entradas e saídas de passageiros em portões de aeroportos

Os testes foram conduzidos para reconhecer um indivíduo que esteja andando, sem parar, em uma área onde não sabe que existe uma câmera. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC ganhou o primeiro lugar com uma precisão correspondente a 99,2%. O percentual de erro de 0,8% é inferior a um quarto do verificado do segundo lugar.

• Detecção de pessoas suspeitas em um estádio coberto

Os testes foram conduzidos a partir das imagens de uma pessoa situada longe da câmara, cujo rosto muda de direção com frequência. A tecnologia de reconhecimento facial da NEC ganhou o primeiro lugar, tendo apresentado uma taxa de erro que representa a metade da registrada pelo segundo lugar.

Durante quase 30 anos, a NEC vem desenvolvendo tecnologia de reconhecimento facial, definindo-a como uma das tecnologias-chave para ajudar a alcançar uma sociedade mais segura. A ferramenta já foi implementada em mais de 100 sistemas, em 40 países em todo o mundo. A NEC continuará a desenvolver soluções que alavanquem o sistema de reconhecimento facial como parte de seu portfólio de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) “NEC the Wise” (* 3), e oferecer soluções para uma ampla variedade de campos, incluindo infraestrutura social e instalações do setor privado.

(* 1) https://www.nist.gov/programs-projects/face-video-evaluation-five
(* 2) Os resultados mostrados pelo Face In Video Evaluation (FIVE), o Multiple Biometric Grand Challenge (MBGC), a Multiple Biometric Evaluation (MBE) e o Face Recognition Vendor Test (FRVT) não constituem endosso de nenhum produto específico pelo governo dos EUA.
(* 3) http://www.nec.com/en/global/rd/crl/ai/index.html

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Assistentes virtuais alavancam vendas em campanhas mobile para PMEs

Ferramenta vai otimizar tempo de retorno ao cliente a preço acessível; estima-se que 73% dos clientes preferem entrar em contato com uma empresa por meio de um chat inteligente

O atendimento automatizado já é tendência no mundo digital e não para de crescer. Estima-se que 390 milhões de pessoas se relacionam todos os dias com robôs e assistentes virtuais, de acordo com levantamento da consultoria americana Tractica. A tecnologia tem ajudado também os empreendedores a vender mais e a fidelizar seu público. Estima-se que 73% dos clientes preferem entrar em contato com uma empresa por meio de um chat inteligente, segundo pesquisa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Criado pela Louyt (www.louyt.com) – empresa europeia que disponibiliza tecnologia de soluções em mobile marketing para mais de 24 países – os assistentes virtuais personalizados chegarão ao Brasil como uma das soluções para os empreendedores alavancarem suas vendas via smartphones.

Mais conhecido como chatbot – sistema computadorizado que simula o jeito humano nas conversações – a ferramenta possibilitará também novos fluxos de trabalho, eficiência operacional, melhora no atendimento, bem como otimização de tempo de retorno ao cliente.

A inteligência artificial contará com um banco ilimitado de respostas e poderá se adaptar a identidade visual da marca do cliente, trazendo assim um atendimento personalizado e, consequentemente, um ganho no número de vendas das empresas. “Nosso chatbot poderá ser acessado de maneira simples, rápida e fácil por meio da nossa plataforma ADA. Ele terá reconhecimento de voz masculina ou feminina, e será acessível para as pequenas e médias empresas – investimento que não era possível até então devido ao alto custo”, explica Alessandro Ribas, CEO da marca. Ainda segundo Ribas, outra vantagem de se usar assistentes virtuais é poder diminuir os custos de atendimento, sem depender de pessoas online 24 horas por dia.

Plataforma ADA

A Plataforma ADA é um conjunto completo de produtos de mobile marketing integrados para gerar o engajamento do cliente final. Ela foi projetada para que o usuário tenha um relacionamento forte e duradouro com seus clientes, permitindo que haja maior criatividade em seu manuseio e rapidez em suas publicações. Com ADA é possível criar, distribuir e mensurar soluções mobile para qualquer tipo de negócio. O chatbot estará disponível na ferramenta com valores a partir de R$ 800,00 por mês.

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Mondelez International desenvolve estratégia global de eCommerce

Presença em diversos canais de venda. Este é um dos objetivos da Mondelez International, detentora de marcas como Lacta, Trident e Oreo. Para tanto, são necessários constantes estudos de mercado e das novidades em tecnologia e distribuição. Neste sentido, a companhia identificou que o ambiente digital é um dos canais pouco explorados por seu segmento, porém, de grande relevância e alcance. Com a proposta de vender seus produtos em todos os lugares em que as pessoas compram e se tornar líder global no eCommerce de snacks até 2020, definiu-se uma estratégia para expandir sua presença, aumentar o ticket médio e faturar, globalmente, ao menos um bilhão de dólares nos próximos três anos pelo canal.

No Brasil, a população já prefere, por exemplo, comprar eletroeletrônicos e roupas pela internet. No caso de alimentos, a demanda ainda é baixa, porém a procura aumenta a cada dia. Desde 2015, a Mondelez Brasil atua em parceria com varejistas para potencializar sua presença no eCommerce. Este ano, porém, a companhia decidiu investir também em seu próprio canal e, pela primeira vez, irá vender diretamente para o consumidor por meio da Loja Lacta Oficial no período de Páscoa. Além de oferecer mais um canal de compras dos ovos, o consumidor poderá adquirir kits com descontos ou mesmo montar suas próprias combinações.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen ano passado, 62% das pessoas verificam alimentos na loja física e depois buscam na Internet a opção mais barata. Dentre os muitos desafios, a companhia tem como principal o de levar a experiência do consumidor no ponto de venda, para o ambiente digital. “Precisamos estar onde o consumidor prefere comprar e, hoje, o ambiente digital é um deles. Além disso, já estruturamos o canal para mobile, uma vez que grande parte da população realiza suas compras pelo celular” explica Maria Clara Batalha – Gerente de eCommerce da Mondelez Brasil.

A Mondelez International tem realizado diversas pesquisas e cruzado informações do desempenho dos seus produtos em lojas físicas, com dados adquiridos pelas redes sociais e de varejistas online. Com isto, é possível definir a dinâmica, o layout e os produtos a serem oferecidos no eCommerce. Os profissionais envolvidos no projeto utilizaram toda a expertise que a companhia possui em posicionar, adequadamente, os itens nas gôndolas nos pontos físicos e levaram para o universo online. “A loja online irá conter todas as informações para que o consumidor encontre o que busca de maneira rápida e fácil. Através da criação de hero images, descrições completas e posicionamento dos produtos nas categorias adequadas, o consumidor terá a experiência de compra próxima a de uma loja física”, acrescenta Maria Clara.

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A Transformação Digital do Brasil: IoT e o desenvolvimento urbano

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Por José Paulo de Oliveira, diretor de Setor Público da Cisco Brasil

Para reduzir custos, aumentar a eficiência dos serviços prestados e gerar renda, governos do mundo todo estão investindo na Internet das Coisas (IoT), conectando pessoas, processos, dados e informações. Essa transformação digital é fundamental para diminuir a lacuna entre as expectativas dos cidadãos em relação aos serviços públicos. Ao mesmo tempo, os governos precisam gerar novas fontes de renda, simplificar a comunicação das pessoas e criar serviços inovadores em prol do crescimento econômico.

O momento é especialmente oportuno para que o setor público possa atingir com maior velocidade a redução de custos e a melhoria nos serviços, por meio do investimento em tecnologia. No Brasil, 99% das organizações do governo federal possuem um website, 74% estão presentes nas redes sociais e mais de 38,7 milhões de usuários de internet já usaram serviços eletrônicos do Governo Brasileiro, de acordo com dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Já o estudo Cisco Visual Networking Index prevê o crescimento do tráfego global no Brasil em cinco vezes até 2021, revelando que os cidadãos estão cada vez mais conectados.

A transformação digital, possibilitada pela IoT, permite o uso específico da tecnologia nos mais variados setores da sociedade, adaptado às reais necessidades e rotinas. O serviço público é especialmente impactado, pois a mobilidade, integração e criação de novas aplicações impulsionam e aceleram este movimento. Já é possível ver, em algumas cidades do mundo, os benefícios trazidos pelo transporte público conectado, estacionamento, pedágio e iluminação inteligentes. Este último, por exemplo, além de garantir a segurança do cidadão, também favorece a redução do consumo de energia, agindo de modo sustentável e consciente.

As soluções citadas são utilizadas em cidades como Derby, na Inglaterra, onde funcionários do governo usam ferramentas de colaboração digital para melhorar a produtividade. Em Barcelona, a aplicação da nuvem entrega serviços superiores aos cidadãos, enquanto que, em Singapura, pontos de Wi-Fi estão disponíveis em todo o país, permitindo a conectividade e incentivando a colaboração.

No Brasil, um dos mais recentes exemplos é o programa de Inovação Urbana do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, desenvolvido e implantado pela Cisco, que transformou a área em um bairro mais inteligente e conectado. Foram implantadas 15 soluções na região, que permitem que cidadãos e visitantes do Porto Maravilha se conectem e tenham um maior engajamento com a cidade, além de oferecer mais e melhores ferramentas para operação, planejamento e tomada de decisões.

Assim são as Smarts Cities (cidades inteligentes). Mais do que conectar coisas, pessoas e dados, a partir do acesso à Internet, a IoT promove serviços com rapidez, viabiliza aplicações para segurança pública e atende mais cidadãos com menos custo, eliminando assim necessidade de deslocamento e soluções eficientes, ágeis e seguras.

Essas inovações possibilitam o compartilhamento de dados e gerenciamento de operações, ao mesmo tempo em que incentivam maior engajamento dos cidadãos. Por meio da IoT, é possível melhorar os serviços aos cidadãos, estimular a economia, aumentar o acesso à saúde e a educação, reduzir o trânsito e o congestionamento, entre outros benefícios à população.

Para ajudar os governos a responderem as expectativas da sociedade por meio da IoT, fornecedores de tecnologia oferecem soluções integradas, validadas e altamente seguras, não só pela experiência com setor público, mas também através de um amplo ecossistema de parceiros.

O uso da IoT permite redução de custos, maiores receitas e ganhos em produtividade, além de integrar conexões que antes funcionavam de maneira independente e podem resultar em novos modelos operacionais. Para funcionários, a conectividade proporciona redução de viagens, aumento da eficiência e produtividade, enquanto que a população se beneficia com experiências inovadoras, serviços inteligentes e fáceis de usufruir.

Como resultado, a Internet das Coisas proporciona diversas melhorias em vários setores da esfera pública, como a infraestrutura urbana, antecipação de emergências, segurança pública, logística, dentre outros. A exemplo da segurança pública, a conexão de todas as coisas ajuda a implantar recursos de policiamento e, consequentemente, aumenta a eficiência do combate ao crime.

A IoT é o ingrediente perfeito na fórmula que acelera a transformação digital e o desenvolvimento urbano. Uma conquista para todos!

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Inovações em automação industrial impulsionam a cadeia de distribuição

A “Indústria 4.0”, como está sendo chamada a evolução dos mercados sob a perspectiva da automação industrial, voltou a ser tema de destaque entre os principais players dos setores de comércio exterior, logística e transporte de cargas. O assunto veio à tona após o secretário de inovação e novos negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, participar do encontro do G20, na última semana, na Alemanha, para discutir o processo de digitalização das empresas e muitos outros conteúdos relacionados à manufatura avançada.

As empresas que atuam no mercado de automação nacional estão atentas às discussões em torno do assunto e vêm investindo na criação de novos serviços que atendam aos mais variados segmentos, que necessitam cada vez mais de soluções automatizadas, como a cadeia de distribuição.

A Compex Tecnologia é uma delas. Com um portfólio completo em coletores de dados, leitores de códigos de barras e impressoras térmicas, a companhia adiantou que vem realizando uma mudança de tecnologia em seus produtos. “Estamos trocando o sistema operacional Windows pelo Android, o que nos permite trazer novos equipamentos ao país. Nosso último lançamento no Brasil foi o PM 80, um coletor de dados 5.0 que fornece soluções para todos os tipos de exigências de indústrias de armazenagem, varejo, centros de distribuição, fábricas, entre outros segmentos”, destaca o diretor de produtos da companhia, Rafael Mendes.

Mendes salienta também que a Compex já disponibiliza três versões do equipamento ao mercado nacional. ”Uma com a tecnologia 4G, outra com 4G e leitura NFC (etiquetas de leitura de curta distância) e uma terceira versão mais simples, um leitor de códigos de barras basicamente, para atender as empresas que optam por opções de baixo custo. Este é um dos únicos produtos no mercado com esse programa operacional, aliás, fomos os primeiros a trazer essa tecnologia para o Brasil”, acrescenta o executivo, que apresentará a novidade na 23ª Intermodal South America, que será realizada na próxima semana, de 4 a 6 de abril, em São Paulo (SP).

Já a Speed Sistemas, especializada em automação e integração de sistemas de segurança em portos e recintos alfandegados, aposta em soluções completas que permitem o aumento na efetividade das operações de acessos portuários, diminuindo o tempo em filas e permitindo uma melhora de produtividade. “Ao implantar nossas soluções de automação, o cliente pode reduzir em até 70% o tempo de entrada, identificação, controle e liberação de caminhões nos portões de acesso aos portos”, afirma o presidente da empresa, Paulo Hack.

A IACIT, responsável pelo desenvolvimento de produtos e serviços de alta tecnologia, por sua vez, segue investindo em modernas opções de telemetria. Sua mais recente novidade no mercado nacional é o RCS 0500, um sistema portátil e online (em nuvem, baseado no conceito “Internet of Things (IoT)”), que efetua o monitoramento simultâneo sem fio, criptografado e georreferenciado de dados de contêineres refrigerados. “Nosso sistema é inovador ao permitir o acompanhamento da temperatura das cargas online, sendo composto por unidades coletoras portáteis, concentradores e um sistema de nuvem de alta disponibilidade, com isso diminui-se o custo para a operação logística envolvendo contêineres refrigerados”, explica o presidente da companhia, Luiz Teixeira.

Teixeira ressalta ainda as principais características de sua solução. “O RCS 0500 conta com alta resolução temporal, infraestrutura minimizada, disponibilização imediata de informações coletadas, escalabilidade e disseminação da informação, interface web responsiva, geração de alarmes automáticos por perfil de usuário, geolocalização dos refrigerados, consciência situacional, rastreabilidade da informação, conceito Big Data, entre outras especificações”, completa o executivo. A IACIT e a Speed Sistemas também apresentarão suas novidades na Intermodal 2017.

Debate – Como forma de estimular os investimentos em novas tecnologias; de discutir a “Indústria 4.0”, seus conceitos, sua aplicação e seu impacto no mercado; de abordar as macro-tendências tecnológicas que deverão transformar o cenário logístico atual e de apresentar as iniciativas de diversas empresas no âmbito da inovação, a Intermodal South America 2017 realizará o seminário “Tendências Tecnológicas da Logística”, no dia 6 de abril, a partir das 08h30.

Um dos destaques dessa conferência será o painel “O que as empresas estão fazendo para inovar em momentos de crise?”, às 11h40, que irá expor cases de sucesso de companhias que alcançaram bons resultados em suas operações ao adotarem recursos de tecnologia avançada, como a White Martins, multinacional que atua na fabricação de gases industriais. O diretor de logística da empresa na América Latina, Marcos Guimarães, palestrará sobre o uso da telemetria para o controle de abastecimento de gases industriais com a aplicação de Big Data Analytics e Cloud Storage.

O painel terá a participação também do vice presidente de logística dos Correios, José Furian Filho; do gerente de logística e transporte da Pirelli na América Latina, Rodolfo Giotto; do gerente de projetos logísticos da Natura, Pérsio Pastana, e do coordenador de projetos da empresa de cosméticos, Felipe Riul.

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Projeto brasileiro vence como Solução Original no Equal Rating Innovation Challenge

Lançado em outubro de 2016 pela Mozilla, o Equal Rating Innovation Challenge anuncia hoje, 29, os vencedores das três categorias: Melhor proposta (métrica-chave: escalabilidade); Melhor finalista geral; e, Solução Original (métrica-chave: alto potencial de retorno). Entre os ganhadores, o projeto brasileiro CooLab – Cooperativa de Redes Livres -, liderado por Bruno Vianna, ganhou como Solução Original (alto potencial de retorno). O projeto, que surgiu da necessidade de se criar um modelo mais sustentável para financiar projetos comunitários de telecomunicações, fomenta a instalação de redes de acesso à internet pelas comunidades, que depois retornam o investimento através de taxas de cooperação, co-criando conhecimento e respeitando as culturas locais.

“Participar do desafio foi uma experiência de aprendizagem fantástica, com grande apoio da equipe da Mozilla e muitas oportunidades de conexões em Nova York. Estamos honrados por termos sido escolhidos e o resultado representou um grande passo, pois com o prêmio, pretendemos dar início a uma operação experimental, publicando uma chamada aberta para novas redes comunitárias de todo o país, procurando novos fundos para atingirmos nosso principal objetivo: a sustentabilidade”, relata Bruno.

Focado na identificação de novas soluções criativas para conectar os desconectados, as soluções podiam variar de produtos de consumo e novos serviços móveis, novos modelos de negócios a propostas de infraestrutura.

A chamada pode ser encontrada no site do projeto: www.coolab.org

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SONDA investe R$ 1 milhão em célula de cientistas de dados para atuar no modelo Insight-as-a-service

Para apoiar o seu processo de vendas baseado na verticalização, que passou a atender por segmentos de mercado, tais como telecom, utilities, varejo e finanças, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia o investimento da ordem de R$ 1 milhão no seu centro de competência de aplicações de negócio para atuar no modelo Insight-as-a-service.

A nova célula, que conta com o um time de dez cientistas de dados e está sob o comando do diretor de Analytics e Big Data, Eduardo Pugliesi, tem como foco desenhar soluções no modelo Insight-as-a-service para atender as verticais estratégicas de acordo com as necessidades singulares dos setores.

A oferta chega para agregar vantagem competitiva ao negócio do cliente. “Os tipos de análises que conseguimos obter com o uso dessa prática é muito rica ao negócio do cliente. No modelo tradicional, é necessário investimentos de longo prazo para aquisição de ambiente, criação de modelos e softwares específicos, que têm custo alto. Além desse setup, é necessário um trabalho recorrente de perfis específicos que necessita de ajustes de acordo com a evolução do negócio, ou seja, é um organismo vivo, que usa conceitos de machine learnig, pois não só coletamos os resultados de ações de captação, conversão e retenção, mas também como o mercado muda depois dessas ações”, explica Pugliesi.

A oferta da SONDA propõe a terceirização de todo ambiente, pessoas e ferramentas, resultando na entrega de insights e, se necessário, atuação direta junto à área de negócio para a execução de determinadas ações sobre a informação.

“A proposta desta célula é possibilitar ao mercado a utilização de tecnologias de big data, machine learning, data mining, algoritmos matemáticos, entre outras, sem a necessidade de um investimento elevado em infraestrutura e suporte interno de TI, haja vista que é um desafio para as empresas, pois se tratam de ambientes caros, específicos, sem contar com a escassez de perfis profissionais estatísticos que entendam do negócio”, explica Pugliesi.

Em outras palavras, a SONDA passa a ofertar ao mercado um pacote de serviços e soluções disponibilizados em nuvem por meio da modalidade SaaS (Software as a Service), possibilitando vender mais gastando menos, assim como aumentar a penetração da empresa dentro do cliente, o que traz um grau de fidelização maior e, principalmente, uma experiência melhor na jornada do relacionamento do cliente com a empresa.

“A célula possibilitará empresas serem mais competitivas, utilizando métodos e conceitos que fazem a diferença no negócio com redução de custos. Para clientes que têm a necessidade, mas ainda não desenvolveram sua estratégia, o modelo possibilita a utilização em curtíssimo prazo com um custo muito reduzido, além de mais conhecimento, uma vez que promove uma venda integrada, que busca atender as exigências de negócio do cliente com base na alta disponibilidade de insights para fomentar o desenvolvimento de novos mercados, segmentos, clientes e oportunidades”, finaliza Pugliesi.

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Parceria com a Microsoft amplia utilização de tecnologia na rede municipal de ensino em São Paulo

Foto: Túlio Vidal

Foto: Túlio Vidal

Uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a Microsoft vai ampliar a utilização de tecnologia na rede municipal de ensino. A iniciativa oferecerá a alunos e professores acesso às plataformas educacionais da empresa, além de ofertas de capacitação e doação de software. O trabalho conjunto foi oficializado nesta terça-feira (28). O prefeito João Doria assinou a autorização para que a empresa e a Secretaria Municipal da Educação fechem cooperação técnica. Também participaram do evento o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, o presidente da Microsoft América Latina, César Cernuda, e a presidente da Microsoft Brasil, Paula Bellizia.

A iniciativa contribuirá para a implantação, nas escolas de ensino fundamental, dos Laboratórios de Educação Digital (LED), que transformarão os laboratórios de informática em espaços colaborativos e orientados para resolução de problemas, permitindo a criação de um currículo educacional que trabalhe linguagem digital. Outro projeto beneficiado é o CEU21, que transformará os Centros Educacionais Unificados (CEUs) em polos de educação digital e experimentação, abertos aos alunos e à comunidade.

O acordo prevê a capacitação em tecnologia de estudantes da rede municipal, com programas de estímulo à criação de ideias inovadoras e à geração e desenvolvimento de startups. O foco da ação são as crianças e jovens do Ensino Fundamental, com idade a partir de 6 anos. A empresa oferecerá ferramentas para postagem de conteúdos, elaboração de aulas, sites, blogs, fóruns de discussão e avaliações, além de permissão para uso gratuito do Microsoft Imagine, software de desenvolvimento e design de programas.

Conteúdos online gratuitos para capacitação básica em tecnologia da informação também estarão disponíveis por meio da plataforma Microsoft Virtual Academy. Este programa dá acesso a ferramentas de aprendizado e a um currículo completo de cursos, que inclui o desenvolvimento de habilidades fundamentais e treinamentos técnicos avançados para alunos e professores.

Além da inclusão digital, a parceria facilitará trabalhos pedagógicos, como a realização de pesquisas e atividades colaborativas entre os alunos, de projetos de criação, resolução de problemas, autonomia, autoria e construção de protótipos. Serão beneficiados pela parceria os 422.110 estudantes do Ensino Fundamental e 58.991 docentes da rede municipal.

Todas as escolas municipais também terão acesso gratuito à plataforma de produtos Microsoft, incluindo licenças de tecnologias da empresa, como o Office 365 Educacional, com Word (editor de textos), Excel (planilha de cálculos), PowerPoint (apresentação de slides), OneNote (bloco de notas dinâmico) o OneDrive (armazenamento de arquivos).

Outra novidade é a oferta de capacitação de professores pelo programa Professores Embaixadores, em temas relacionados à inserção da tecnologia no processo de aprendizado e no uso das ferramentas disponibilizadas na parceria. Para promover a inovação em sala de aula, os professores e diretores de escolas também serão cadastrados na Comunidade de Educadores Microsoft, portal de colaboração mundial para educadores, em que é possível acessar recursos didáticos, fóruns de discussão, ferramentas e aplicativos gratuitos para download e uso em sala de aula.

Softwares da empresa serão doados para ONGs parceiras do município que atuam em projetos de alfabetização em informática. Para facilitar a comunicação dos cidadãos com a administração municipal, será ainda disponibilizado o aplicativo “Microsoft Cidadão Conectado”, que permite a fiscalização de dificuldades, o envio de proposta de soluções, a avaliação dos serviços da Prefeitura, acompanhando o desempenho de políticas públicas para a construção de melhores cidades. O termo de cooperação tem vigência de 60 meses, e os investimentos em programas são equivalentes a R$ 15 milhões.

No alto, Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, César Cernuda, presidente da Microsoft América Latina, e o prefeito de São Paulo, João Doria, após a oficialização da parceria para ampliar a utilização de tecnologia nas escolas da rede municipal.(Foto: Túlio Vidal)

Fonte: Microsoft Brasil

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AWS anuncia o Amazon Connect

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), acaba de anunciar o Amazon Connect, um serviço de autoatendimento para centros de contato baseado na nuvem que facilita a entrega de um melhor atendimento ao cliente para qualquer empresa a um custo reduzido. O Amazon Connect é baseado na mesma tecnologia de centros de contato usada pelos associados de atendimento ao cliente da Amazon de todo o mundo, que potencializa milhões de conversas com clientes. A configuração de um centro de contato baseado na nuvem é realizada com apenas alguns cliques no AWS Management Console, e os atendentes começam a receber chamadas em poucos minutos. Não é necessário realizar pagamentos antecipados ou compromissos de longo prazo nem possuir uma infraestrutura específica para usar o Amazon Connect. Os clientes pagam por minuto pelo uso do Amazon Connect e pelas tarifas de telefonia associadas. Para começar a usar o Amazon Connect, acesse https://aws.amazon.com/connect.

O centro de contato é a linha de frente do ativo mais importante de uma empresa: o relacionamento com seus clientes. Porém, as soluções para centros de contato tradicionais são complicadas e caras. As empresas frequentemente precisam investir em sistemas de hardware e software exclusivos e caros, cuja implementação pode levar meses ou até mesmo anos e que demandam habilidades especializadas para a sua configuração, além de precisar de consultores para a implementação. O sistema de licenciamento é inflexível, o que dificulta o dimensionamento conforme a flutuação dos volumes de contato.

Com o Amazon Connect, os clientes podem configurar um “centro de contato virtual” em minutos. Não há infraestrutura a implementar nem gerenciar. Assim, os clientes podem ampliar ou reduzir seu centro de contato virtual do Amazon Connect, incorporando até dezenas de milhares de atendentes em resposta aos ciclos dos negócios (como promoções-relâmpago, picos sazonais ou lançamento de novos produtos), e eles pagam somente pelo tempo de interação dos autores da chamada com o Amazon Connect e pelas taxas de telefonia associadas. A interface gráfica do Amazon Connect facilita o design de fluxos de contato para usuários não técnicos, o gerenciamento de atendentes e o monitoramento de métricas de desempenho. Nenhuma habilidade especializada é necessária. O Amazon Connect também possibilita o design de fluxos de contato que ajustam a experiência do cliente. Os fluxos de contato podem mudar com base nas informações obtidas pelo Amazon Connect junto aos serviços da AWS (como o Amazon DynamoDB, o Amazon Redshift e o Amazon Aurora) ou sistemas de terceiros (por exemplo, soluções de CRM ou de lógica analítica). Por exemplo, uma companhia aérea pode desenvolver um fluxo de contato no Amazon Connect para reconhecer o número de telefone do autor de uma chamada, pesquisar seu horário de voo em um banco de dados de voos e apresentar opções como “remarcar” ou “cancelar” se o autor da chamada tiver perdido um voo. Os clientes também podem construir fluxos de contato em linguagem natural com o Amazon Lex, um serviço de inteligência artificial (IA) que usa a mesma tecnologia de reconhecimento automático de voz (ASR) e de compreensão de linguagem natural (NLU) do Amazon Alexa. Assim, os autores das chamadas podem simplesmente dizer o que desejam em vez de ouvir longas listas de opções de menu e adivinhar qual é a mais apropriada para o que precisam.

“Há 10 anos, decidimos desenvolver nossa própria tecnologia de centro de contato porque as soluções existentes na época não ofereciam a escala, a estrutura de custos e os recursos que precisávamos para entregar um atendimento de excelência para nossos clientes de todo o mundo”, diz Tom Weiland, vice-presidente do atendimento ao cliente global da Amazon. “Essa escolha foi um diferencial para nós, pois é usada hoje por nossos atendentes em escala mundial em milhões de interações com nossos clientes”. “Estamos muito contentes em oferecer esta tecnologia como um serviço da AWS com a simplicidade, a flexibilidade, a confiabilidade e o custo-benefício da nuvem”.

A GE Appliances fabrica dispositivos há mais de 100 anos e, hoje, oferece uma grande variedade de opções sob as marcas Hotpoint, GE, Haier, GE Café, GE Profile e Monogram. “O Amazon Connect representa uma mudança radical no panorama dos centros de contato. Não há complexidade na configuração e gerenciamento do hardware e ele usa a voz como uma aplicação na rede. Podemos conectar rapidamente a qualquer coisa, além de ser fácil acessar os microsserviços da AWS que já desenvolvemos”, diz Brian Pearson, CTO da GE Appliances. “Nossa empresa esforça-se continuamente para aprimorar a experiência de propriedade de nossos clientes. Com o Amazon Connect, podemos, ao mesmo tempo, simplificar e personalizar a experiência, alinhando nossos processos para atender melhor às necessidades deles. Estamos muito contentes em usar o Amazon Connect, uma solução centrada no cliente, para migrar para um modelo de call center definido por software”.

Com sede em Raleigh, NC (EUA), a Bandwidth é uma empresa de software de comunicação que equipa as principais marcas com soluções de voz e mensagens. “O Amazon Connect nos ajuda a agilizar as operações e aumentar a eficiência de nossos funcionários”, diz Ryan Henley, vice-presidente de sucesso de clientes da Bandwidth. “Agora, nossos atendentes podem trabalhar remotamente sem dificuldades usando os recursos de telefonia oferecidos pelo Amazon Connect. Nossos líderes de call center podem analisar rapidamente as chamadas com representantes, fornecendo um rápido ciclo de feedback para aprimorar continuamente seu desempenho”.

A equipe 100% remota da AnswerConnect ajuda a garantir que seus clientes nunca perderão uma chamada novamente, oferecendo recepção ao vivo e secretária eletrônica 24h por dia, 365 dias ao ano para empresas do mundo todo. “Precisamos estar disponíveis para nossos clientes 24h por dia, 365 dias por ano, faça chuva ou faça sol”, diz Natalie Fung, CEO da AnswerConnect. “Como somos uma empresa 100% remota, precisamos de um telefone virtual baseado na nuvem para dimensionarmos facilmente, mantermos a conexão de nossos funcionários remotos e nos proporcionar a disponibilidade ininterrupta pela qual somos famosos. O Amazon Connect nos proporcionou tudo isso e muito mais. Temos visibilidade dos nossos históricos e relatórios em tempo real. O Amazon Connect integra-se facilmente aos nossos sistemas, e o preço baseado em uso é ideal para acomodar nossas necessidades de escala sazonal sem impacto financeiro. Esses fatores facilitaram muito nossa decisão de migrar para o Amazon Connect. Foi a escolha perfeita para nós e para nossos clientes”.

O Amazon Connect integra-se a um grande conjunto de ferramentas e infraestruturas da AWS para que os clientes gravem chamadas no Amazon S3 (Simple Storage Service); usem o Amazon Kinesis para enviar os dados métricos do centro de contato para o Amazon S3, Amazon Redshift ou para uma solução externa de data warehouse; usem o Amazon QuickSight para visualização e lógica analítica de dados; e usem o AWS Directory Service para que os atendentes utilizem suas credenciais corporativas para fazer login no Amazon Connect. Ele também se integra às principais ofertas de CRM, gerenciamento de força de trabalho (WFM), lógica analítica e help desk da Appian, Calabrio, CRMNEXT, Freshdesk, Paxata, Pentaho, Pindrop, Salesforce, SugarCRM, Tableau, Twilio, VoiceBase, Zendesk e Zoho. Ou seja: os clientes podem incorporar a experiência do atendente com o Amazon Connect às aplicações já usadas por eles. Se eles precisarem de suporte adicional para integrações personalizadas, eles podem trabalhar com os parceiros de consultoria da AWS Partner Network: 1Strategy, Accenture, Aria Solutions, Persistent Systems, Slalom, Solstice IT, Voice Foundry e Wipro. O Amazon Connect já está disponível nos EUA e em 18 países da Europa. Nos próximos meses, ele será disponibilizado para ainda mais países.

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Fintech de crédito iEmpréstimos analisa o perfil e retorna ao cliente três minutos após a solicitação

Falta de agilidade no processo e altos custos são dois dos principais obstáculos que a iEmprestimos.com.br se propõe a romper na indústria de concessão de crédito brasileira. A empresa que iniciou suas atividades em janeiro, trouxe como um dos seus principais diferenciais competitivos velocidade na análise das propostas.

Três minutos após o preenchimento do cadastro e envio da solicitação de empréstimo, a equipe da iEmpréstimos entra em contato com o cliente para validar as informações cadastradas e confirmar a veracidade das informações preenchidas.

Outros diferenciais são, em virtude da alta tecnologia utilizada no processo de análise de crédito, a iEmpréstimos consegue ampliar as possibilidades do cliente conseguir um empréstimo. Além da redução do número de campos para preenchimento no formulário. São apenas 7 contra 50, em média, das demais empresas do setor.

A iEmpréstimos que opera como correspondente bancário já tem diversas parcerias entre bancos, financeiras e outras instituições. Desta forma, ela trabalha com os mais variados tipos de produtos de crédito. Para solicitar qualquer uma dessas alternativas, basta acessar ao site iEmprestimos.com.br pelo computador ou dispositivos móveis e seguir as orientações.

Para o idealizador e CEO da iEmpréstimos, Roger Madeira, o modelo de atuação da fintech visa estabelecer uma relação onde todas as partes envolvidas (banco e cliente) possam sair ganhando, rompendo os gargalos que impedem o pleno desenvolvimento deste setor. Segundo ele, atualmente o processo é lento, burocrático, caro e ineficiente. “As pessoas perdem muito tempo preenchendo formulários, são obrigadas a esperar dias para terem seus pedidos avaliados, arcam com custos do processo análise e caso não tenham suas solicitações aceitas, não servirão para nada”.

Para Madeira, a experiência é desestimulante. “Nossa proposta rompe com este ciclo. Queremos que o consumidor tenha praticidade na solicitação do empréstimo”, diz.

A base de infraestrutura tecnológica da iEmpréstimos combina as mais variadas tecnologias: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

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Clientes de viagens corporativas devem manter ou aumentar gastos em 2017

Buscar clientes fora da cidade-sede e ativar contratos já existentes estão entre os principais motivos para as empresas investirem em viagens corporativas. De acordo com estudo da Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas – ALAGEV, desenvolvido pela GfK, especializada em pesquisa de mercado, em parceria com o consultor Mauricio Emboaba Moreira, as expectativas em 2017 são favoráveis.

Das empresas entrevistadas, 26% afirmam que devem aumentar os investimentos em viagens corporativas, em 2017, enquanto 43% disseram que vão manter os gastos nos mesmos níveis do ano anterior. Já 32% devem reduzir os valores.

Entre as empresas que vão reforçar os investimentos, os principais motivos são: aumento no número de clientes ou contratos ativos fora da cidade sede da empresa (63%); aumento no número de viagens para identificação de novos ou potenciais clientes (54%); aumento do número de eventos corporativos fora da sede da empresa (46%); aumento no número de filiais, fábricas ou centros de distribuição (38%).

Já as empresas que pretendem reduzir os gastos com viagens corporativas, 60% disseram que vão utilizar mais soluções tecnológicas (conference calls e reuniões virtuais); e 40% vão ter redução do orçamento específico da área.

“Os clientes de viagens corporativas estão um pouco mais otimistas este ano, na comparação com o ano anterior. Viagens e Eventos corporativos continuam a ser uma excelente ferramenta para o crescimento dos negócios da empresa”, comenta Patricia Thomas, Presidente da ALAGEV.

Composição de gastos

De acordo com a pesquisa, na projeção para 2017, passagem aérea e hospedagem serão os principais gastos das empresas pesquisadas. Na distribuição do orçamento, 48% correspondem a passagem área; 30% hospedagem; 7% alimentação no local de destino; 6% locação de veículos; 5% remuneração da agência de viagem; 1% Sistema tecnológico de gestão de viagens corporativas (OBT); 3% outros.

Metodologia

A pesquisa quantitativa foi feita em fevereiro de 2017. A coleta dos dados primários foi realizada através de questionários eletrônicos fechados, enviados aos integrantes do cadastro da ALAGEV, sendo estes classificados em fornecedores e clientes. Dos questionários enviados, 194 foram respondidos e criticados, redundando numa amostra de 50 respondentes do segmento de clientes e 94 do segmento de fornecedores.

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Horário flexível e proximidade de casa motivam brasileiros que querem trocar de emprego

O estudo Trabalhador Digital, realizado pela Citrix, empresa norte-americana de tecnologia, identificou que os brasileiros estão buscando novas formas de trabalhar, o que leva as empresas a reavaliar suas estruturas, prioridades e investimentos para continuarem sendo atrativas. No Brasil, o salário deixou de ser o fator mais importante na busca por um novo emprego. Para 34% dos entrevistados, a flexibilidade de horário e o fato de trabalhar próximo de casa são fatores que pesam mais para essa decisão. A remuneração é apontada por 14% dos participantes como a motivação principal.

Os objetivos do estudo eram entender os aspectos valorizados em um emprego e saber a opinião das pessoas sobre a mobilidade como parte de uma nova dinâmica de trabalho. Um total de 77% dos entrevistados trabalha com pessoas que se encontram em outros escritórios ou cidades. Nesse contexto, colaborar de forma remota com colegas de empresa torna desnecessário o deslocamento físico para a execução das atividades. O aumento da produtividade é apontado por quase metade dos participantes: 45% acreditam que sua produtividade aumentaria se pudessem realizar seu trabalho em casa.

Mobilidade corporativa com segurança

Trabalhar de casa ou de qualquer lugar é uma possibilidade cada dia mais real para muitos e o receio de empregadores quanto à segurança das informações trafegando fora do escritório. Este estudo buscou compreender também qual o entendimento dos colaboradores de uma empresa quanto às políticas de segurança. No Brasil, 56% acham essas políticas restritivas, mas, mesmo assim, 88% acessam os dados corporativos por meio de dispositivos permitidos.

Os brasileiros mostram-se favoráveis à mobilidade, com 69% indicando que não veem problema em usar seu celular, tablet ou notebook pessoal para trabalhar. Porém, embora concordem em usar seus equipamentos pessoais para propósitos corporativos, o que lhes permite trabalhar de qualquer lugar, 52% não têm conhecimento das políticas da empresa para isso, o chamado BYOD (Bring Your Own Device). Nesse sentido, a educação do funcionário para o trabalho com segurança é fundamental. O estudo da Citrix apontou que no Brasil 49% dos participantes nunca receberam uma capacitação sobre condutas apropriadas para resguardo e segurança de dados corporativos.

“No Brasil, percebemos que a mobilidade se tornou uma parceira na rotina das empresas, porém é necessário garantir que trabalhar remotamente não seja sinônimo de vazamento de dados. Com uso de tecnologias específicas, o ambiente da empresa e o pessoal ficam separados, proibindo, por exemplo, que dados sejam copiados entre apps ou que as fotos tiradas para fins de trabalho sejam armazenadas no rolo de câmera pessoal”, afirma Luis Banhara, diretor geral da Citrix no Brasil.

O estudo também considerou quesitos de segurança das informações corporativas e identificou que no Brasil, 80% dos respondentes discutem assuntos da empresa em aplicativos de conversa como WhatsApp, o que abre brechas para o vazamento de informações sigilosas que podem impactar no desempenho da companhia. Sobre o armazenamento dos dados, 40% afirmam usar serviços como Google Drive e Dropbox para editar ou salvar arquivos do trabalho. O principal motivo para usar esses aplicativos e não os oferecidos pela empresa é porque as consideram mais fáceis de usar (38%) e mais cômodas (37%)

“Guardar dados da companhia de forma que estes possam ser acessados de qualquer lugar ou dispositivo requer um local confiável. Informações desprotegidas podem ser acessadas por pessoas não autorizadas e prejudicar drasticamente os negócios”, finaliza Banhara.

As entrevistas foram realizadas com funcionários da indústria, comércio e serviços da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Ao todo, foram 900 participantes (150 de cada país), que não estão em cargo de liderança, são maiores de 21 anos e em sua maioria (58%) com Ensino Superior Completo.

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Estudo da Wipro aponta aumento de 85% em automação de testes

Um estudo realizado pela Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios teve um salto de 85% na automação de testes nas diferentes indústrias para acompanhar o ritmo da evolução tecnológica. O estudo, intitulado “Estado de Qualidade 2016”, foi conduzido por um período de nove meses pelo setor de Testing Services (Serviços de Teste) da Wipro, e utilizando ferramentas analíticas com o objetivo de identificar padrões distintos e tendências-chave no teste de software. O levantamento também descobriu que quase 73% de todos os testes de desempenho são compostos por testes de aplicações web.

O estudo é baseado em insights das ações do Wipro Testing e Quality Assurance (QA), assessoria, consultoria de engajamento e feedback em mídias sociais. Incorporando percepções de acordo com os dados coletados dos setores de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros (BFSI), Varejo e Bens de Consumo, Saúde e Ciências da Vida, Manufatura & Tecnologia, Media & Telecom e Utilities nos EUA, Canadá, Europa e Ásia.

O estudo está centrado nos cinco pilares de testes e de Quality Assurance (QA):

– Automação
– Engenharia de Desempenho
– Ambiente de Teste e Gerenciamento de Dados
– Experiência Final do Cliente (Aplicações Móveis)
– Engenharia de Qualidade

Arun Melkote, Chefe Global – Test Services da Wipro Limited afirmou que “A Wipro é reconhecida como líder em Engenharia e Garantia de Qualidade. O relatório “Estado de Qualidade 2016” oferece – de maneira global – uma verificação da realidade sobre a qualidade do software. Trata-se de uma tentativa de identificar a diferença entre “pensar” e “fazer” na indústria, além de apontar os principais desafios do setor e suas soluções”.

Hiral Chandrana, VP Sênior e Chefe Global, Business Application Service da Wipro Limited disse, “As aplicações estão no centro de uma empresa digital e, com tecnologias como nuvem, analytics e a mobilidade que dirige as necessidades do negócio, o teste de software evoluiu para uma disciplina de engenharia e garantia de qualidade, assegurando uma experiência de TI flexível e resiliente na organização. Os Serviços de Testes na Wipro, estão liderando essa transformação com plataformas inovadoras, como a AssureNXT e a IntelliAssure. Essa última, por sua vez, é uma Plataforma de Inteligência Artificial para Engenharia e Testes de Qualidade, que é alimentada pela Wipro HOLMES Artificial Intelligence Platform . O “Estado de Qualidade 2016” é o primeiro de uma série de relatórios que serão publicados anualmente pela Wipro.”

Segundo Ankur Prakash, VP para New Growth e Emerging Markets da Wipro, “A Wipro mantém seus níveis de excelência no caminho da transformação digital para os negócios de nossos clientes. Os números indicados pelo estudo, demonstram que ainda há muito a ser feito, e por outro lado, cada vez mais as empresas têm compreendido a real importância do ambiente de testes. Prevenir para não remediar. ”

Automação lidera o caminho: O estudo demonstrou um aumento de 85% na automação de testes ao longo de dois anos e em todos os setores da indústria. Esse crescimento é alimentado por ferramentas Open Source de fácil acesso no mercado hoje.

Aplicações web dominam os testes de desempenho: Com a crescente digitalização das empresas, as Aplicações Web dominam entre as plataformas que exigem testes de desempenho – cerca de 73% de todos os testes de desempenho compreendem os testes de aplicações web.

Interesse minguante na engenharia de desempenho: A engenharia de desempenho (Performance Engineering – PE) garante um desenvolvimento orientado ao comportamento ao longo do ciclo de vida do desenvolvimento de software e não apenas durante a fase de teste (teste de desempenho). Uma observação significativa nessa esfera é de que apenas 30% das organizações clientes demonstram grande interesse na Engenharia de Desempenho e têm o talento para perceber os benefícios das ferramentas de Gerenciamento de Processos de Automação. Esta baixa absorção acontece devido ao conjunto de ferramentas dispendiosas, à falta de talento especializado e à introdução tardia de testes de desempenho no ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas.

Sem hacks da vida real para o ambiente de teste e gerenciamento de dados de teste: A virtualização, o celular e a nuvem, impactaram o Gerenciamento do Ambiente de Teste, ou Test Environment Management, em inglês, e o Gerenciamento de Dados de Teste (Test Data Management – TDM), de uma forma importante na última década. A maioria das organizações acha desafiador se adaptar a eles, além dos requisitos de negócios em constante evolução. Como resultado, o número de defeitos em eventos de teste subiu para quase 13% devido a problemas de ambiente de teste de software; fixar esses ocupa 28% do esforço da equipe de testes.

Curiosamente, 90% das organizações têm preocupações com a geração de dados de teste, um elemento essencial para a execução bem-sucedida de aplicações revisadas ou novas. Além disso, de 25 a 30% dos cenários de teste permanecem não testados na ausência de uma solução abrangente de mascaramento de dados.

Experiência Final do Cliente indica a necessidade de maiores investimentos em engenharia de qualidade e testes: Uma análise do feedback das mídias sociais sobre 30 aplicações móveis em toda a América do Norte e Europa, dos domínios de varejo e bancário, destacou que 59% dos usuários finais estão insatisfeitos com suas aplicações por motivos de estabilidade, interoperabilidade e usabilidade. Os usuários de aplicações bancárias na Europa tinham preocupações quanto à segurança da aplicação. Isso indica a crescente necessidade de engenharia e teste de qualidade.

Foco crescente na Engenharia da Qualidade: Os testes de software estão cada vez mais se movendo do campo da detecção de defeitos para sua prevenção. Consequentemente, 66% das organizações usam, atualmente, Desenvolvedores de Software em Teste (Software Developers in Test – SDET) em conjunto com testadores tradicionais em todos os projetos, garantindo desenvolvimento de qualidade e evitando falhas desde o início. Isso significa uma mudança para a engenharia de qualidade – a gestão, desenvolvimento, operação e manutenção de sistemas de TI e arquiteturas de empresas com padrões de alta qualidade.

O relatório intitulado “Estado de Qualidade 2016 ‘pode ser baixado pelo link: http://www.wipro.com/microsite/state-of-quality-2016/index.php

A Wipro foi posicionada pelo terceiro ano consecutivo líder no Quadrante Mágico do Gartner para aplicação de Testing Services, Worldwide 2016, em 28 de novembro de 2016, com autoria de Susanne Matson, Patrick J. Sullivan e Gilbert van der Heiden.

LATAM e Brasil

Na América Latina, além de guiar os negócios dos seus clientes para a Era da Transformação Digital, a empresa também foca nas ofertas de Serviços de Infraestrutura Global, Tecnologias Avançadas e Soluções, Serviços de Aplicações de Negócios, Testing e BPO. Na região, a companhia possui cerca de mil e duzentos funcionários, 800 dos quais estão no Brasil, onde a empresa está presente desde 2006 e realiza iniciativas para a contratação e a capacitação de universitários da área de TI. A Wipro possui uma sede comercial em São Paulo e um Centro de Entrega Global em Curitiba. Além do Brasil, também atendem à América Latina os Centros de Entrega Global instalados em Guadalajara, Cidade do México, e Monterrey, no México.

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Dynatrace oferece monitoramento de performance para SAP

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a oferta de monitoramento de desempenho de aplicações para os sistemas SAP. Com as ferramentas de gestão virtual da empresa, companhias globais que utilizam os softwares de ERP da multinacional em seus negócios podem identificar, compreender e prever problemas de performance e gargalos antes que os usuários finais os vejam.

Como as aplicações da SAP são, na maioria das vezes, altamente personalizadas e dependem de uma complexa conectividade entre sistemas globalmente distribuídos entre Data Centers, rede de longa distância e Nuvem, atividades para localizar e solucionar imperfeições podem ser um desafio. Dessa forma, a tecnologia da Dynatrace adota uma abordagem de mensuração de desempenho em cada camada, incluindo front-end, servidores middleware do software, sistemas de terceiros que se integram com o ERP, bases de dados e toda a infraestrutura de comunicações.

“Ter capacidade de gerenciar adequadamente a performance do sistema de sua empresa traz economia de tempo e dinheiro, além de aumentar sua competitividade. Para as organizações dinâmicas, é essencial ter uma percepção completa de ponta a ponta de todos os seus processos com a SAP”, explica Roberto de Carvalho, presidente da Dynatrace no Brasil.

Segundo o executivo, mesmo que a infraestrutura SAP central esteja funcionando bem em uma organização, um baixo desempenho dos links da rede, erros nos balanceadores de carga e na rede WAN, aceleração da aplicação e problemas na infraestrutura de desktop virtual podem ter um efeito devastador sobre a experiência do usuário final. “Podem ocorrer perdas significativas de produtividade quando funcionários retrocedem a procedimentos manuais e os sistemas ficam mais lentos. É importante ter as ferramentas certas, processos, relatórios e visualização em funcionamento para atingir a causa-raiz dos problemas de desempenho no software de gestão”, alerta Carvalho.

Os sistemas SAP abrangem importantes áreas como Logística, Finanças, Desenvolvimento de Produtos, Manufatura, Vendas, Distribuição e Recursos Humanos. “Com milhares de funcionários utilizando o software todos os dias em diversos setores da empresa, qualquer pequeno problema relacionado a ele pode paralisar o negócio como um todo. Por isso é tão importante o monitoramento”, completa o executivo.

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