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Equipotel intensifica promoção de negócios e discussão da hospitalidade nos meios de hospedagem, bares e restaurantes

Em 2018 a Equipotel chegará a sua 56ª edição. O evento de maior importância para as empresas que compõe a cadeia da hospitalidade, será apresentado aos visitantes de uma maneira mais moderna e assertiva, reorganizada em 26 setores agrupados em 7 áreas: Cozinhar & Servir, Décor & Conforto, Gestão & Conectividade, Lazer & Entretenimento, Cuidados & Limpeza, Relax & Bem-Estar e Serviços & Facilidades.

“Pela tradição da Equipotel e a constante atualização do mercado de hospitalidade, vamos apresentar mudanças fundamentais na planta da Equipotel. O intuito é que expositores e visitantes tenham mais assertividade e sinergia durante o evento e assim consigam realizar negócios com maior rapidez e dinâmica”, afirma Camila Moretti, diretora da Equipotel.

A Equipotel, especializada em entender as necessidades e oportunidades que a constante diversificação desse segmento da economia cria, apresenta o detalhamento de cada uma de suas áreas e os setores que a compõem.

Confira a seguir:

Cozinhar & Servir

Visando restaurantes, bares, empresas de catering, buffets e todos aqueles que cozinham e servem para seus convidados, o setor apresentará soluções e produtos que cobrem tudo o que pertence à área. A ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) prevê, em 2018, aumento de 4,5% nas vendas do setor da alimentação, incrementando o crescimento de 2,5% observado em 2017. Trata-se de uma força motriz da economia brasileira que tende a crescer, o que permite o planejamento de novos investimentos para quem visa melhorar a qualidade de seus serviços e trazer mais eficiência ao seu negócio.

A área engloba os setores de: Bebidas, Food Service, Serviços de A&B, Tableware, equipamentos para cozinha e eletrodomésticos.

Décor & Conforto

A arte de receber bem não se limita apenas aos serviços oferecidos, mas também ao ambiente no qual é feita a recepção. É fundamental, sobretudo para visitantes que conhecem um local pela primeira vez, que o ambiente transmita a mensagem desejada a partir da sua decoração.

A área da feira encampa os seguintes setores: Decoração e Uniformes.

Gestão & Conectividade

Nos dias de hoje, com o avanço das tecnologias de informação e comunicação, receber bem parte da maneira como você recruta, prepara e instrumentaliza os seus funcionários. Apenas possuir a infraestrutura física já não é mais diferencial e a Equipotel se atenta a isso.

A área é composta pelos setores: Tecnologia&Software, Segurança e Gestão de RH.

Lazer & Entretenimento

Para aqueles que oferecem serviços que encampam a atividade física, o bem-estar e o entretenimento, seja ele lúdico, artístico ou esportivo, a Equipotel apresentará diversas empresas que oferecem as mais diversas soluções na área.

Dentre os mercados contemplados está os das academias. Segundo a ACAD (Associação Brasileira de Academias) o Brasil é o segundo país do mundo, apenas atrás dos EUA, com o maior número de academias, com mais de 33.157 unidades.

Indo mais à fundo, a área contemplará os setores: Fitness, Esportes, Área de Lazer e Eventos.

Cuidados & Limpeza

Ambientes limpos e higienizados são fundamentais para a arte de receber bem. Muitas vezes a dificuldade está na manutenção dos espaços, mas crescem cada vez mais a variedade de soluções, abrangendo as mais diversas categorias de preço. O recente aumento na conscientização de consumidores e clientes acerca das condições de limpeza é um fenômeno global. Em estudo desenvolvido pela Euromonitor International, o setor de limpeza registra crescimentos robustos desde 2009, apesar desse ter sido o ano que se instaurou uma das maiores crises econômicas globais já observadas. O estudo, desenvolvido em 2015, constatou crescimento de 17,4% do setor e a previsão de crescimento de mais 16,6% até 2019.

Na feira, a área engloba os setores: Lavanderia, Higiene e Limpeza.

Relax & Bem-Estar

Relaxar e se sentir à vontade em alguns espaços, assim como se fazer lembrado e agradar através de presentes exige um cuidado especial. Estar à vontade em ambientes que são áreas de convivência é algo muito diferente do que se sentir à vontade em locais como banheiros, saunas, salas de massagem, etc. As preferências pessoas são muitas, mas existem elementos comuns aos estabelecimentos que prezam por qualidade e eficiência nos serviços, o que pode gerar interessante retorno financeiro. Prova disso, são os dados do Relatório Estatístico da Associação Brasileira de Clínicas e Spas (ABC Spas), que em sua última versão aponta que no país existem apenas 1000 estabelecimentos que podem ser encaixados na categoria “Spa”, mas que são responsáveis pelo faturamento de, aproximadamente, R$370 milhões anuais.

A área será composta pelos setores: Spas, Banheiros e Assessórios, Amenities e Gifts.

Serviços & Facilidades

Dando suporte a todas as áreas acima, estão serviços e atividades que são indispensáveis para o funcionamento de um negócio. De caráter mais técnico e cada vez mais dependente de adequação às novas tecnologias para aumento na eficiência os serviços e facilidades são os responsáveis por fazer a ação nos bastidores responsável pela implementação e manutenção da hospitalidade.

Na feira, a área contemplará os setores: Transportes, EPI, Manutenção e Serviços de Financiamento.

EQUIPOTEL – 56ª EDIÇÃO

Data: 18 a 21 de setembro de 2018

Horário: Terça a Sexta-feira das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo, São Paulo – SP

Informações: www.equipotel.com.br

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Pipefy está com vagas abertas em diversas áreas

Quem sonha em trabalhar em uma empresa global e, ao mesmo tempo, inovadora tem uma ótima oportunidade: a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, com sedes em São Francisco, no Vale do Silício, e em Curitiba, no sul do Brasil, está contratando. Além de diversas vagas abertas na área comercial, a empresa busca profissionais para as seguintes posições: JR Buyer, Software Architecht, Elixir Dev, Support Analyst N3 e Product Manager.

Além dos conhecimentos e habilidades necessários para cada posição, há quatro pré-requisitos para os interessados em trabalhar na empresa: inglês avançado ou fluente, sonhar grande, ser muito bom no que faz, querer ir além do suficiente sempre.

“A Pipefy é uma empresa que nasceu e tem atuado com uma filosofia global, sendo referência em sua área de atuação, e queremos que os talentos de Curitiba e do Brasil percebam que não precisam ir para outros estados ou países para trabalhar em uma empresa mundial, com tecnologia reconhecida internacionalmente”, destaca o CEO e fundador da startup, Alessio Alionço.

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro. A solução foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado. Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica Alionço.

Para saber mais sobre os processos seletivos da Pipefy acesse www.pipefy.com/jobs.

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Aramis lança iniciativa voltada para startups

No mercado de moda masculina há 20 anos, a Aramis inova constantemente e se mantém conectada às novas demandas do homem e da moda masculina contemporânea. Atenta a isso, a marca acaba de lançar o AramisLab, espaço focado 100% em inovação e conduzido por um time multidisciplinar, que busca soluções disruptivas para evolução de todo o negócio da companhia e, com soluções pioneiras e eficientes.

Para as startups interessadas em participar do AramisLab, basta acessar o link aramislab.com.br e preencher os dados solicitados. As informações serão analisadas pelo comitê de inovação da marca, composto pelo CEO, Richard Stad; gestores das áreas de Planejamento e TI, e pelo consultor de inovação, Doc Luz, com feedback posterior e agendamento de pitch entre os selecionados, na Digital House/SP.

Os projetos aprovados contarão com a mentoria do time Aramis, estrutura física para desenvolvimento da ideia, além da utilização da plataforma da empresa para ganho em escala e possibilidade de investimento da companhia.

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Delta implementa embarque por reconhecimento facial no aeroporto de Detroit

A partir deste mês, a Delta e a alfândega dos Estados Unidos (CBP – Customs and Border Protection) começam a usar o primeiro teste de embarque biométrico do DTW, com base na experiência de vários anos dos projetos piloto no aeroporto internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta e no aeroporto John F. Kennedy.

Os clientes viajando a partir do portão A36 podem optar por embarcar na aeronave usando a tecnologia de reconhecimento facial. Para participar*, basta se aproximar da câmera, aguardar a captura da imagem, receber o comprovante e, em seguida, embarcar. Além de não exigir o cartão de embarque ou o celular para embarcar, o teste também facilita o engajamento dos agentes de embarque com os clientes. Se algum cliente não quiser participar, basta informar ao agente de embarque e usar o cartão de embarque ou o telefone celular.

“A expansão da tecnologia de reconhecimento facial para este aeroporto internacional e hub da Delta é uma evolução natural depois das melhorias que fizemos nessa opção de embarque em parceria com a CBP”, disse Gil West, COO da Delta. “Esta nova fase nos permitirá obter ainda mais feedbacks de clientes e funcionários, além de ser outro exemplo de como a Delta fornece as experiências inovadoras que os clientes esperam de grandes marcas.”

Atualmente, este teste está disponível em um voo por dia, onde os clientes também podem experimentar o A350 da Delta e a nova Delta One Suite. Nos próximos meses, estará disponível em todos os voos internacionais que saírem por esse portão.

Nos últimos anos, a Delta se tornou líder do setor em uma série de soluções para o cliente, como check-in biométrico opcional em todos os Delta Sky Clubs domésticos, manuseio de bagagens com tecnologia RFID, check-in e rastreamento de bagagens automáticos via aplicativo móvel Fly Delta, uma aliança que fornecerá aos clientes conectividade na cabine, faixas de identificação automatizada high-tech e mais eficientes, além de um aplicativo inovador que ajuda os pilotos da Delta a evitar turbulência, promovendo voos mais confortáveis. A Delta foi escolhida uma das empresas mais inovadoras do mundo de 2018 pela revista Fast Company, ficando com a sexta colocação entre as companhias de viagem.

*Os passageiros devem ter seu passaporte disponível no momento do embarque e sempre devem trazer seus passaportes em viagens internacionais para uso em outros pontos de verificação durante a viagem.

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A tecnologia, o futuro da escola e os desafios dessa nova realidade

Os avanços tecnológicos e as novas gerações – tanto de pais, quanto de alunos – trouxeram para dentro das escolas a necessidade urgente de acompanhar as mudanças. Especialistas questionam e reavaliam o papel das instituições de ensino e dos docentes. “Quando se trata de educar e mediar o conhecimento, não se pode permanecer no mesmo ponto de antes. É preciso refletir, conhecer e discutir para avançar rumo ao futuro”, afirma a diretora pedagógica da Editora Positivo, Acedriana Vicente Sandi.

Com tanta novidade e inúmeros fatores influenciando de forma cada vez mais veloz a rotina em sala de aula, o debate entre especialistas, gestores e professores é muito importante para garantir que todas essas mudanças sejam, de fato, colocadas em prática. Especialistas afirmam que ainda há muito o que avançar e melhorar para colocar as escolas em perfeita sintonia com o mundo de hoje, mais digital. O evento Um Dia Positivo!, realizado esta semana pelo Sistema Positivo de Ensino em Porto Alegre, cumpriu a missão de debater o assunto com quem vive a realidade escolar diariamente.

Tecnologia

Muitas escolas já se preocupam em buscar soluções tecnológicas que trabalhem a favor do aprendizado e contribuam para a formação integral dos alunos. Segundo Leandro Henrique de Souza, consultor do Sistema Positivo de Ensino, mestre em Ciência e Gestão de Tecnologia da Informação e um dos palestrantes do evento, muitos colégios já têm trabalhado para desenvolver o pensamento crítico de crianças e jovens. E, para ele, a tecnologia é uma aliada importante no desenvolvimento de um aluno com mais discernimento e capacidade de raciocínio. O desafio está em convencer os professores da importância dessa evolução e de que este é um caminho sem volta. “A tecnologia não vai substituir o professor, mas será parceira dele. Os educadores que têm certa aversão à tecnologia ainda não entenderam como ela pode ser usada em sala de aula”, destaca. Segundo Souza, a partir do momento em que o professor desenvolver as competências necessárias para lidar com novas ferramentas e a nova realidade, ele vai conseguir se aproximar ainda mais do aluno, facilitando assim o processo de aprendizagem.

A resistência de boa parte dos docentes a se adaptar aos novos tempos é uma das preocupações de muitos gestores. Carla Monaco, diretora do Colégio Santa Teresinha, de Campo Bom (RS), acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido nesse sentido. “Já evoluímos muito para oferecer aos nossos alunos uma educação que esteja alinhada ao novo perfil do estudante, mas sabemos que ainda precisamos aumentar o grau de conscientização do corpo docente para que tudo o que é oferecido em termos de inovação e tecnologia seja amplamente aproveitado”, afirma Carla. Além das ferramentas e recursos disponibilizados para professores e alunos durante o processo de aprendizagem, a escola, com cerca de 500 estudantes, oferece aos professores suporte, apoio e treinamento constantes para que estes consigam dominar e se sentir inseridos nesse novo contexto. “Mas é preciso mais, queremos trabalhar na criação de estratégias que façam todos os professores se comprometerem e abraçarem essa nova realidade”, destaca a gestora.

O palestrante explicou que o estudante de hoje tem um nível de atenção muito maior, é multifacetado e isso acontece porque ele nasceu e cresceu num mundo onde existem inúmeras formas de se conectar com as pessoas e o conhecimento. “Hoje, eles têm muito mais acesso às informações do que as gerações anteriores tinham. Não é mais possível tentar envolver esse aluno apenas com conteúdos no quadro negro ou nos livros. A aula precisa ser dinâmica, bem articulada, com imagens, sons, materiais gráficos – e é aí que os recursos tecnológicos são fundamentais”.

De acordo com Souza, o desafio está em todas as esferas. “Os professores não nasceram nesse ambiente totalmente digital; os pais acham que se o filho não tiver livro físico, lápis e caneta em mãos, não há aprendizado e os gestores educacionais têm o recurso, mas sentem dificuldade em implantar projetos efetivos. A cooperação entre gestores, professores, pais e alunos é fundamental para resolver a questão e eventos que estimulem o debate e a reflexão são sempre bem vindos”, aponta Leandro.

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Sicredi lança programa para parceria com startups

Com foco em parcerias e alternativas inovadoras, o Sicredi lança o Inovar Juntos, programa que reunirá startups para apresentar soluções para dez desafios. A iniciativa foi criada para aproximar o Sicredi do ecossistema de startups, aportando mais inovação nos negócios e gerando mais valor aos associados da instituição financeira cooperativa.

O Sicredi, que conta com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal, abre o Inovar Juntos para startups de todo o País, que tenham aderência aos desafios traçados pela instituição financeira cooperativa e que já estejam em estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado ou mesmo que já tenham seu produto ou serviço disponível no mercado.

Entre os desafios, estão questões ligadas a otimizar a triagem de currículos; conectar associados pessoa jurídica e pessoa física (market place); gestão de gastos de viagens e reembolsos; segurança; coleta de dados para perfil de investidor; digitalização de documentos; gestão de benefícios; capacitação com gamification (gamificação); e processos internos de controles.

“Por ser a primeira experiência do Sicredi com este modelo de parceria, a escolha foi por processos internos e de menor complexidade, mas que trarão importantes benefícios para otimizar a nossa operação”, afirma Dagoberto Trento, gerente de PMO Corporativo do Banco Cooperativo Sicredi. “O Inovar Juntos integra um movimento para abrir ainda mais espaço para a inovação no Sicredi, acompanhando à nossa transformação digital que já vem sendo realizada. Além disso, esse é mais um passo para uma mudança de cultura que está acontecendo gradualmente em nossa instituição”, completa.

Após a fase de inscrições, o Sicredi selecionará até 20 startups para um Pitch Day, no mês de setembro, em que as empresas pré-selecionadas apresentarão suas propostas ao Sicredi. As escolhidas passarão para as fases seguintes, na qual poderão testar a solução no ambiente do Sicredi. Por fim, haverá uma avaliação dos resultados para possível parceria comercial.

As inscrições para participar do Inovar Juntos estão abertas no endereço https://lp.startse.com.br/programa/sicredi-startse.

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Brasil conta com 117 startups de TI, revela estudo

No Brasil, existem atualmente 117 startups com soluções para as áreas de TI, sendo que 20% delas trabalham com as áreas de Data Science e Enriquecimento de Dados, 12% com Segurança, Fraude e Validação, e 10% com Cloud Manager e Otimização. Gestão de Projetos, Tempo e Tarefas ficam com 9% desse total. As categorias com menor número de startups são: Colaboração e Produtividade, que representam 5%, Blockchain e APIs, representando 3%, assim como soluções para UX e UI.

Os números são do Liga Insights IT Startups – maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor – realizado pela Liga Ventures (liga.ventures) – aceleradora corporativa especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 10 mil startups no país. O levantamento mostra ainda que o setor de TI deve crescer 5,8% neste ano – de acordo com previsão do ICD Brasil.

O mercado de TI é inovador por natureza e com a ajuda das startups é possível aplicar ainda mais tecnologia na solução de problemas enfrentados por grandes corporações neste setor. “As equipes de TI absorvem cada vez mais atividades e posições estratégicas dentro das empresas. O uso de tecnologias de ponta e aplicações focadas para responder às demandas dos clientes e novos mercados, tornam as startups importantes parceiras nesta missão da área”, comenta Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo Liga Insights.

Ciência de dados é destaque

Segundo pesquisas, as empresas que investem em Data Science estão cinco vezes mais aptas a tomar decisões rápidas em relação a concorrência. A ciência de dados é um campo que integra exploração, análise, interpretação de dados por meio de mineração, analytics e estatísticas. Hoje atividades simples – como uma curtida em rede social ou uma compra online – podem gerar dados que otimizam a relação entre o consumidor e a empresa, colaborador e chefe, por exemplo.

Busca e seleção de novos colaboradores de TI ganha cada vez mais espaço

O estudo coloca que pensar na gestão e coordenação de times de TI de forma estratégica ainda é um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas. No entanto, um dos destaques do levantamento são as startups que oferecem aplicações para busca e seleção de colaboradores por meio de portais, marketplaces, processos automatizados de recrutamento, entre outros. Além disso, as tecnologias que ajudam na gestão de times e diminuição de rotatividade também estão em alta.

De acordo com pesquisa da Revelo – startup que conecta profissionais a empresas inovadoras no mercado – 61% das contratações do setor não estão relacionadas a maior oferta salarial. Para a Revelo existem três principais aspectos para os candidatos: modernidade da linguagem, propósito e missão.

Boom das startups de TI aconteceu em 2015

O Liga Insights TI Startups mostra ainda que a maioria das startups desse setor foram criadas em 2015 (21%), seguido de 2018 – que ainda não acabou, mas já é responsável por 19%. Em 2014, foram 17% e, em 2016, 15%.

Liga Insights IT Startups

Veja o levantamento completo aqui:

http://insights.liga.ventures/itstartups/

Fonte:

Plataforma DisruptBox com 10.085 mil startups brasileiras. Banco de startups da Liga Ventures que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da aceleradora, recomendações, notícias abertas em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 117.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores, pesquisadores e líderes de TI de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

Blockchain e APIs

Busca e Seleção de Profissionais

Cloud Manager e Otimização

Colaboração e Produtividade

Data Sience e Enriquecimento de dados

Formação

Gestão de Projetos, Tarefas e Tempo

RPA e Workflow

Segurança, Fraude e Validações

Service-Desk e Help-Desk

Soluções de Bots

Soluções para Desenvolvimento

Soluções para UX e UI

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Cyrela apresenta a CashMe, startup própria de home equity, e cria espaço de coworking

Como parte do desenvolvimento do setor de construção, a incorporadora Cyrela anuncia a criação da CashMe, empresa do segmento de home equity que tem como objetivo agilizar a análise de crédito para quem busca um empréstimo financeiro utilizando um imóvel como garantia.

A startup, que nasceu em abril deste ano, já soma propostas de mais de R$ 40 milhões. A expectativa é que, em cinco anos, esse número suba para R$ 500 milhões. “O objetivo da CashMe é ganhar rápido espaço no mercado de home equity justamente por oferecer um serviço rápido e com o mínimo de burocracia possível”, relata Juliano Bello, diretor administrativo e líder do projeto na companhia. “Isso porque a análise e aprovação do crédito levam no máximo dois dias, tornando o processo um dos mais rápidos do mercado”, enfatiza.

A CashMe é focada principalmente nos empresários de pequeno e médio porte e oferece financiamentos entre 8 e 10 anos, com taxa de pouco mais de 1% ao mês. Os clientes têm a possibilidade de financiar até 60% do valor do imóvel. No primeiro momento, a startup está focada principalmente em São Paulo e tem mapeado clientes que buscam valores de financiamento entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões.

“O mercado de home equity, que hoje movimenta cerca de R$ 15 bilhões, tem um imenso potencial de crescimento, podendo chegar a R$ 100 bilhões em 10 anos. A Cyrela está atenta a esta movimentação e o surgimento da CashMe é um dos investimentos que a companhia aposta para entrada nesse nicho que será cada vez mais explorado”, explica Juliano.

Além da CashMe, a Cyrela também investiu na criação de um espaço de coworking, com a finalidade de gerar negócios para startups do setor, além de fomentar a geração de novas empresas dentro de diversas esferas, como gestão, tecnologia, finanças, vendas, comunicação, entre outras. Essa iniciativa é conjunta com o MITHUB, associação criada pela Cyrela junto com outros grandes players do mercado imobiliário e construção.

A área dedicada está localizada no escritório da Cyrela, no bairro da Vila Olímpia. Um andar de 450 m² (além da estrutura comum como salas de reunião, um café e um espaço com churrasqueira), oferece estrutura para comportar até 50 posições para empresas que estão em franco desenvolvimento de soluções para grandes corporações.

Atualmente, a Cyrela conta com a parceria de 23 startups e dentro deste grupo estão a Nuveo e a Neurologic, ambas parceiras em projetos de inteligência artificial. A Nuveo desenvolveu uma solução para pagamento de IPTUs dos mais de 5 mil imóveis da incorporadora, gerando uma economia de R$ 5 milhões nos últimos três anos.

Já a Neurologic tem atuado diretamente com a Cyrela em melhorias para o atendimento ao cliente com o sistema de chatbot, que atende uma média de 1.100 manifestações de clientes por mês de forma mais eficiente, gerando uma retenção de cerca de 70% dos atendimentos no Assistente Virtual/Robô.

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A visão 360º deve ir muito além do cliente

Por Cynthia Bianco

Tenho percebido que as empresas têm investido recursos e esforços para obter a tal visão 360º do cliente, porém elas não têm dedicado a mesma energia para ter uma visão 360º de seu próprio negócio. Obviamente conhecer quem é seu público é mandatório, mas engana-se quem pensa que isso é o suficiente. Pelo contrário, voltar-se para os clientes e para o seu desempenho, isoladamente, e não para o da empresa como um todo, pode ser desastroso. Estou falando daquele famoso olhar associado ao self-service, que traz informações separadas, parciais, que estão longe de representar uma visão única da verdade.

Muitas empresas continuam cometendo o mesmo erro do passado, ou seja, utilizar ferramentas de analytics não integradas ao ambiente corporativo, criando desta forma silos de informações. Ter uma visão individual e dar autonomia ao usuário é importante, tanto quanto conhecer quem é seu público. Mas é preciso também contar com uma estrutura capaz de conectar essas pontas em âmbito corporativo; que seja retroalimentável e que permita que as informações estratégicas sejam acessadas de qualquer lugar, inclusive através de dispositivos móveis. Objetivos dificilmente alcançados sem a governança.

Aliás, a governança é um grande desafio. Com tanta fonte de informação, quem garante que determinado dado é verdadeiro? Sem falar que para cada departamento uma informação pode ter um significado diferente: para o comercial, a venda é o que foi vendido para o cliente; para finanças, é o que ele já pagou; para o departamento de logística, é o que deve ser entregue. O conceito de governança e de ter uma visão única dos dados é fundamental.

E é exatamente o que estamos perdendo. Como agora, com o self service analytics, todo mundo pode criar suas próprias visões, os dados originais acabam sendo alterados, seja por pontos de vista discrepantes ou por filtragens, que muitas vezes caem no esquecimento. Fora isso, outro erro comum é achar que, pelo fato da origem ser a mesma, todos os dados que de lá vieram, foram validados e são totalmente confiáveis. Esse é o maior perigo, pois o executivo pode pegar um dashboard com dados não validados e entendê-los como verdadeiros, tomando uma decisão errada. É preciso educar as pessoas para ter dados governados e/ou dashboards certificados.

Em suma, engana-se quem pensa que conhecer bem as diferentes partes do negócio isoladamente é garantia de sucesso. A visão 360% com governança nada mais do que você pensar na empresa como um todo e não nos departamentos. Fora isso, saber de onde vieram os dados e ter certeza de que há alguém que possa se responsabilizar por eles é muito importante. A governança não existe para travar processos. Bem utilizado, o analytics pode ser fundamental na jornada de transformação digital das empresas, mapeando os caminhos e trazendo mais insights, permitindo que as empresas sejam competitivas num mundo que muda de hora em hora.

Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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São Paulo receberá maior encontro de inovação em seguros da América Latina

A cidade de São Paulo sediará, nos dias 1º e 2 de agosto, o maior encontro em Inovação de Seguros da América Latina: o CQCS Insurtech & Inovação. O evento internacional será realizado no Villa Blue Tree São Paulo e reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor.

O evento tem como objetivo estimular o desenvolvimento do market place de inovação e insurtech no Brasil e América Latina. Para isso, a dinâmica do CQCS Insurtech & Inovação será muito similar à praticada no InsureTech Connect (ITC), maior encontro sobre tecnologia de seguro e inovação digital do mundo, do qual o CQCS é parceiro. Pela manhã, serão realizadas as palestras principais e, no período da tarde, acontecerão os painéis desenvolvidos a partir de quatro pilares principais.

O primeiro deles, “Tech – o que muda de verdade”, debaterá o que tecnologia mudará de verdade na indústria do seguro e de que forma essa transformação afetará o futuro desse mercado. O segundo pilar será sobre “Ser ou não Ser Digital” e demonstrará o porquê não haver mais motivos para empresas, entidades ou mesmo indivíduos não serem digitais.

Já em “Acelerando o futuro”, a ideia é apresentar o movimento de aceleradoras, em que entidades ou associações abraçam projetos iniciantes (as startups) e oferecem toda a estrutura para acelerar seu desenvolvimento, ajudando a errar menos. Por fim, “A experiência do usuário” irá debater o propósito desta evolução tecnológica e quanto deste objetivo está preservado neste avanço da sociedade.

Algumas das principais autoridades do setor de seguros já confirmaram presença, como Joaquim Mendanha de Athaides, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP); João Marcelo, presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); e José Figueiredo Almaça, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

Entre os palestrantes internacionais estarão nomes como Caribou Honig, Chairman da InsurtechConnect; Iván Ballón, Desenvolvedor de Negócios da América Latina e Ibéria da FRISS; Josep Celaya, diretor Corporativo Mundial de Inovação da MAPFRE; e Ingo Weber, CEO da Digital Insurance Group.

Além deles estarão também alguns dos principais executivos brasileiros que atuam no setor, como Marcelo Blay, fundador e CEO da Minuto Seguros; Andre Gregori, CEO & CET da Thinkseg; Leonardo Rochadel, CEO & Founder da O2O Bots; Domingos Monteiro, sócio-fundador e CEO da Neurotech; Heverton Peixoto, CEO do Zim; Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic; e Ramon Gomez, CEO da Ramon Talks.

O CQCS Insurtech & Inovação terá ainda uma área dedicada ao network entre os participantes. Durante o evento acontecerá de forma simultânea a Expo Insurtech, feira de exposição e negócios. Para ajudar neste processo, a organização está disponibilizando um aplicativo especial. Com o nome de Brella, o app ajuda na identificação daqueles que mais convergem com os objetivos e interesses de cada usuário, marcando reuniões de 15 minutos, que serão disponibilizadas depois em uma sala específica.

“O evento foi estruturado de maneira a estimular o networking entre os participantes. Além disso, vamos discutir temas extremamente relevantes, como por exemplo, as dificuldades encontradas para regular esse setor e de que a forma a inteligência artificial pode ajudar na liquidação de sinistros”, explica Gustavo Doria Filho, diretor Executivo do Centro de Qualificação do Corretor de Seguros (CQCS), idealizador e organizador do encontro.

O CQCS Insurtech & Inovação conta com o apoio institucional da Escola Nacional de Seguros (ENS) e da Agência Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); além do patrocínio da Bradesco Seguros, Tokio Marine Seguradora, HDI Seguros, Mapfre Seguros, Digital Insurance Group, SulAmérica, Minuto Seguros, ZIM³, Cliclic, Neurotech, 020Bots, TEx e Europ Assistance.

O prazo para quem quiser participar do evento termina no dia 25 de julho, caso as vagas disponíveis não forem preenchidas antes. Os interessados podem se inscrever através do site www.cqcsinsurtech.com.br/inscreva-se. Para mais informações, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/.

CQCS Insurtech & Inovação

QUANDO: dias 01 e 02 de agosto de 2018
ONDE: Villa Blue Tree – Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
INFORMAÇÕES: www.cqcsinsurtech.com.br

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Pagar.me lança link de pagamentos para vendas pelas redes sociais

A partir de agora, o Pagar.me, empresa de tecnologia de pagamentos online, oferece ao varejo mais uma funcionalidade para aumentar as vendas em canais digitais. A companhia acaba de lançar o Link de Pagamentos, facilitando o envio de uma cobrança por e-mail ou chat de redes sociais, como WhatsApp e Instagram. Além de facilitar as vendas em canais alternativos, a ferramenta proporciona uma nova, prática e segura experiência de compra aos consumidores.

Ao receber o link, o consumidor acessa direto a página para finalização da sua compra por meio de boletos ou cartões de crédito. Assim, o pagamento por link segue a lógica da conveniência para o comprador e aumenta as chances de conclusão de uma compra para os lojistas. “O link é uma ferramenta, que aproxima o consumidor da compra, aumentando o número de vendas”, diz Alessandra Giner, diretora do Pagar.me.

A solução também ajuda na criação de estratégias para recuperação de vendas que não foram finalizadas. Ou seja, é possível enviar o link junto a campanhas de vendas que utilizem dados de carrinhos abandonados ou wishlists, por exemplo, para que o consumidor conclua o pagamento. O link pode ser compartilhado pelas redes sociais, como o Facebook, SMS, e-mail ou qualquer outro canal de contato direto com o consumidor.

Outra possibilidade que o Link de Pagamentos impulsiona é a criação de promoções relâmpago, algo muito utilizado para descontos em datas comemorativas como Dia do Amigo e Dia dos Pais, ou para queimar o estoque de algum produto, por exemplo. Para controlar a procura de acordo com estoque e capacidade de entrega, o lojista pode configurar a expiração do link com o prazo e a quantidade máxima de pedidos desejados. Assim, basta divulgar a promoção nas redes sociais ou outros canais com o link do checkout e levar o consumidor direto para a finalização da compra.

A ferramenta é mais uma alternativa de pagamento adequada às vendas de diversos segmentos, como, por exemplo, varejo de moda, delivery de alimentos e agências de turismo. Esses negócios costumam oferecer a venda em diversos canais, mas, ao transferir o pagamento para o e-commerce, acabam perdendo muitos consumidores durante o processo de compra pelo carrinho. “Em outros casos, os lojistas precisam solicitar os dados do cartão por e-mail e telefone para fazer venda digitada ou recorrer a transferências e depósitos informais, o que afasta muitos compradores por insegurança”, completa Alessandra Giner.

Neste primeiro momento, a funcionalidade estará disponível para empresas com CNPJ e que possuem e-commerce.

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93% das pessoas confiariam em pedidos feitos por um robô no trabalho

Líderes e funcionários de RH querem adotar a inteligência artificial, mas as organizações ainda não estão preparando os colaboradores

As pessoas já estão prontas para aceitar instruções dadas por robôs no trabalho, de acordo com um novo estudo conduzido pela Oracle e Future Workplace, uma empresa de pesquisa que prepara líderes para grandes mudanças no recrutamento, desenvolvimento e engajamento de funcionários. O estudo envolveu 1.320 líderes e funcionários de RH dos EUA e constatou que, embora as pessoas estejam prontas para adotar a Inteligência Artificial (IA) no trabalho e entendam que os benefícios ultrapassam a automação de processos manuais, as organizações não estão fazendo o suficiente para ajudar seus funcionários a adotar a IA. Consequentemente, a produtividade diminuirá, as habilidades ficarão obsoletas e haverá perda de emprego.

O estudo – AI at Work (Inteligência artificial no trabalho) – identificou uma grande diferença entre o modo como as pessoas estão usando IA em casa e no trabalho. Apesar de 70% das pessoas estarem usando alguma forma de inteligência artificial na vida pessoal, apenas 6% dos profissionais de RH estão implementando ativamente a inteligência artificial e somente 24% dos funcionários estão usando alguma forma de IA no trabalho. Para determinar por que existe uma lacuna na adoção da IA quando as pessoas já estão claramente preparadas para aceitar a IA no trabalho (93% confiam nos pedidos de um robô), o estudo examinou as percepções de líderes e funcionários de RH sobre os benefícios da IA, os obstáculos que impedem a adoção e as consequências para o negócio.

Funcionários e líderes de RH enxergam o potencial da IA

Todos os entrevistados concordaram que a IA terá um impacto positivo nas organizações e, quando questionados sobre seu maior benefício, os líderes e funcionários de RH afirmaram ser o aumento da produtividade. Nos próximos três anos, os entrevistados esperam que os benefícios incluam:

• Os funcionários acreditam que a IA aumentará a eficiência operacional (59%), agilizará a tomada de decisão (50%), reduzirá significativamente o custo (45%), possibilitará melhores experiências ao cliente (40%) e melhorará a experiência do funcionário (37%).

• Os líderes de RH acreditam que a IA terá um impacto positivo no aprendizado e desenvolvimento (27%), gestão de desempenho (26%), remuneração/folha de pagamento (18%) e recrutamento e benefícios dos funcionários (13%).

Organizações não estão fazendo o suficiente para preparar a força de trabalho para a IA

Apesar de seu claro potencial para melhorar o desempenho dos negócios, os funcionários e líderes de RH acreditam que as organizações não estão fazendo o suficiente para preparar seus colaboradores para a IA. Os entrevistados também identificaram uma série de outras barreiras que refreiam essa tecnologiana empresa.

• Praticamente todos (90%) os líderes de RH preocupam-se em não serem capazes de se adaptar à rápida adoção da IA como parte de seu trabalho e, para piorar as coisas, não estão capacitados para lidar com a falta de mão-de-obra qualificada para lidar com IA em sua organização .

• Mais da metade dos funcionários (51%) está preocupada em não conseguir se adaptar à rápida adoção da IA e 71% acreditam que as habilidades e o conhecimento da IA serão importantes nos próximos três anos. Apesar disso, 72% dos líderes de RH observaram que organização não fornece nenhum tipo de programa de treinamento em IA.

• Além da lacuna de habilidades, os líderes e funcionários de RH identificaram o custo (74%), a falta de tecnologia (69%) e os riscos de segurança (56%) como as outras principais barreiras à adoção da IA na empresa.

Não abraçar a IA agora resultará em perda de emprego, irrelevância e perda de vantagem competitiva

Apesar de toda a conversa sobre as pessoas estarem preocupadas com a IA ser introduzida no ambiente de trabalho, o estudo descobriu que o contrário acontece com líderes e funcionários de RH (79% dos líderes de RH; 60% dos funcionários) acreditam que a falha em adotar a IA terá consequências negativas para suas próprias carreiras, colegas e organização como um todo.

• Os entrevistados identificaram que a produtividade diminuirá, as habilidades ficarão obsoletas e haverá perda de emprego. Essas são as três principais consequências de não se adotar a IA na força de trabalho.

• Do ponto de vista organizacional, os entrevistados acreditam que adotar a IA terá impacto mais positivo sobre os diretores e altos executivos. Deixando de capacitar as equipes de liderança com IA, as organizações podem perder uma vantagem competitiva.

“Como mostra este estudo, as pessoas não temem que a IA assuma o trabalho delas. Em vez disso, querem tirar proveito das inovações mais recentes de maneira rápida e fácil”, declarou Emily He, Human Capital Management Cloud Business Group, Oracle. “Para ajudar os funcionários a adotar a IA, as organizações devem fazer parceria com seus líderes de RH para abordar a lacuna de habilidades e concentrar sua estratégia de TI na incorporação de inovações simples e poderosas de IA nos processos de negócios existentes.”

“A IA permitirá que as empresas se mantenham competitivas, os líderes de RH sejam mais estratégicos e os funcionários mais produtivos no trabalho. Se as organizações quiserem se beneficiar da revolução da IA, ao fechar a lacuna de habilidades, terão que investir em programas de treinamento em IA. Se os funcionários querem permanecer relevantes para o mercado de trabalho atual e futuro, eles precisam adotar a IA como parte de seu trabalho”.
– Dan Schawbel, diretor de pesquisa na Future Workplace, autor de Back to Human

Metodologia

Para esta pesquisa, 1.320 líderes de RH e funcionários foram entrevistados e deram opiniões sobre a implementação e o uso da IA no ambiente de trabalho. O alvo do estudo foram funcionários e líderes de RH que trabalham em diversos setores e em organizações de tamanhos distintos. Todos os entrevistados passaram por um processo duplo de adesão e preencheram, em média, 300 pontos de dados de perfil antes de participar de pesquisas.

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