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TIKAL TECH discute o impacto dos robôs no dia a dia jurídico na LawTech Conference

A TIKAL TECH, empresa especializada em tecnologia para o setor jurídico, participará da LawTech Conference, marcada para o dia 10 de outubro no Expo Center Norte, com a discussão sobre o impacto dos robôs no dia a dia jurídico. A ideia é compartilhar insights do que pode mudar na rotina dos profissionais da área, apresentando como case o ELI – primeiro robô assistente dos advogados do Brasil.

Assim como em diversos outros setores, a tecnologia tem oferecido cada vez mais recursos e possibilidades, mas apesar de desenhar um cenário inevitável, ainda enfrenta alguns obstáculos, principalmente culturais. Por isso a TIKAL levará para a LawTech Conference o case do robô pensado para ser o alter ego do advogado.

ELI é a sigla em inglês para Enhanced Legal Intelligence ou Inteligência Legal Melhorada, na tradução livre. Um nome que representa tanto o perfil da TIKAL, que une o amplo background jurídico e de tecnologia de seus fundadores a favor da evolução da área, quanto a missão do próprio robô, criado para dar maior produtividade e escala aos advogados.

Operacionalmente, o ELI (www.elibot.com.br) pode ajudar com a coleta de dados, geração e organização de documentos, execução de cálculos, formatação de petições, acompanhamento e interpretação dos processos judiciais, auxiliando a escolha de modelos aplicáveis aos casos e uma série de outras ações repetitivas.

Na apresentação, o ELI e a tecnologia surgem como ferramentas aliadas para maior alcance e assertividade, reduzindo tempo e a margem de erros, liberando o advogado para dedicação ao trabalho intelectual e ao atendimento personalizado de seus clientes.

Lawtech Conference
Data: 10 de outubro de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
Horário: 9h00 às 18h00

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Alboom e Clicster se unem para criar maior plataforma de soluções para fotógrafos e artistas visuais da América Latina

A Alboom – plataforma multiaplicação para fotógrafos, artistas visuais e profissionais liberais – anuncia a fusão com a Clicster – pioneira em soluções baseadas na nuvem e voltadas para a gestão completa do negócio no mesmo segmento. Juntas as duas empresas se tornam uma “super plataforma” que integra diversos serviços para ajudar o profissional a crescer. De acordo com seus executivos, as empresas continuarão a operar independentemente e focam os esforços na integração de seus produtos e na expansão internacional.

“A Clicster é conhecida por sua suíte completa de gestão, que é muito madura e escalável. Além da tecnologia, ela traz um time muito experiente e visionário. Nossa sinergia e inovação irão certamente revolucionar a maneira como nossos clientes trabalham”, explica Marcelo Moscato, CEO da Alboom.

Anderson Miranda, fundador e CEO da Clicster, completa: “O potencial do mercado é gigantesco. O número de empreendedores criativos cresce no mundo inteiro e tudo que estes profissionais precisam é uma tecnologia que permita expandir o negócio e administrá-lo de forma prática, rápida e intuitiva. Estamos muito orgulhosos e motivados com essa união”.

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Liga Ventures abre inscrições para programa de aceleração em parceria com a TiviT

A Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – abre inscrições para um novo programa de aceleração voltado para as startups de tecnologias emergentes: o Liga Emerging Technologies, que abordará temas como Internet das Coisas, Big Data e Analytics, BlockChain, Realidade Aumentada e Realidade Virtual, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial. O programa está com inscrições até o dia 07 de novembro e conta com a TiviT – líder em serviços de tecnologias integrada na América Latina – como principal parceira corporativa.

As startups escolhidas serão aceleradas por 4 meses e receberão mentoria da Liga Ventures, além de networking e contato com profissionais de grandes corporações parceiras com o objetivo de explorar novas sinergias e buscar oportunidades de negócios.

De acordo com Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures, um dos grandes objetivos do programa é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que as tecnologias Emergentes estão trazendo para diversos setores. “Para as startups, o programa ajuda a dar visibilidade, alavancar o negócio, expandir o networking e facilitar parcerias com grandes empresas. Já as empresas podem usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo”, explica.

As inscrições podem ser feitas pelo site liga.ventures/emerging-tech. As startups serão avaliadas durante o último trimestre deste ano e o programa terá início em janeiro de 2018.

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ABStartups abre indicações para o Startup Awards 2017

A ABStartups, entidade que representa as startups brasileiras, abrirá no dia 28 de setembro de 2017 às 10:00h as inscrições para as indicações da 4° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras. A premiação da associação tem como objetivo reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups.

As categorias premiadas neste ano serão: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade. Os interessados podem indicar até o dia 08 de outubro os nomes para competir nas categorias.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composto por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 27 de outubro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO. Neste ano a premiação conta com o patrocínio da Amazon Web Services.

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Como escolher soluções de pagamento para pequenas e médias empresas do e-commerce?

A vontade de ter o próprio negócio aliada à dificuldade de conseguir emprego e as facilidades para vender online têm impulsionado empreendedores a apostar cada vez mais no e-commerce. Segundo estudo realizado pela Bain & Company, estima-se um crescimento de 11% ao ano para o e-commerce brasileiro até 2019.

Entretanto, na hora de iniciar as atividades surgem muitas dúvidas. Entre um dos maiores questionamentos está: qual é a solução de pagamento mais adequada para a minha empresa?

Antes de responder a esta pergunta, é importante conhecer todas as possibilidades, uma vez que todas podem se ajustar a cada modelo de negócio, de acordo com a sua necessidade.

Adquirente: são as empresas responsáveis pela comunicação entre as bandeiras de cartão de crédito e débito e lojistas. A Cielo, por exemplo é uma adquirente. Independentemente da solução de pagamento escolhida, a transação passará pela adquirente para que ela faça esta parte do fluxo de pagamento.

Gateway de pagamento: conecta a loja com as financeiras e adquirentes. Trocando em miúdos, é como se fosse a máquina que recebe o cartão para pagamento, mas neste caso o processo é efetuado totalmente online. Os gateways também possibilitam a realização de pagamento com boleto bancário, transferência entre contas e meios de pagamento alternativos, além de permitir a integração com ferramentas antifraude e de conciliação financeira para gerenciar as transações com maior precisão, como é o caso da Braspag. Segundo Gastão Mattos, “uma das principais vantagens do gateway é a ampliação da segurança e controle das transações, algo essencial para todos os tipos de lojas online. Além disso, uma vez integrado com um gateway, se o lojista decide mudar de adquirente ou banco, a integração técnica construída continua valendo”, explica.

Subadquirente ou intermediária: engloba as atividades do gateway, além de análise de risco e conciliação financeira em uma mesma solução. Entretanto, o recebimento neste caso é realizado em nome da intermediária e não da loja, o que às vezes gera insegurança no consumidor na hora de fazer o pagamento. Aqui em geral, o diferencial da solução é a garantia da transação.

Como escolher?

Uma das tentações de quem está começando é escolher a solução de pagamento com as taxas mais baixas, “mas isso é um erro”, diz Mattos. “É preciso avaliar o perfil da loja virtual, tipo de consumidor, ticket médio e condições da operação e confrontar com os benefícios oferecidos por cada fornecedor e as necessidades do lojista. O cálculo de todos esses fatores vai determinar qual o tipo de solução de pagamento adequado”, conta. O executivo também dá outras dicas na hora de escolher:

Perfil de consumidor

Se o público-alvo da loja costuma escolher um mesmo meio de pagamento, vale a pena investir primeiro em serviços que atendam bem a este perfil para começar. Entretanto, é importante ter em mente que quanto mais opções de pagamento, mais chances de aumentar o número de clientes.

Atendimento

Escolha uma empresa que lhe atenda prontamente e entenda as necessidades do negócio, propondo soluções simples e inovadoras. Lembre-se que este serviço será responsável pela entrada de dinheiro no seu fluxo de caixa.

Serviços integrados

Soluções antifraude e de conciliação são fundamentais para garantir a segurança das transações e a organização financeira da operação. Sendo assim, observe se os serviços oferecidos neste sentido atendem às reais necessidades do negócio e se você possui equipe para acompanhar estes processos de acordo com a demanda. Se a loja está começando, muitas vezes vale contratar uma solução que englobe todos estes serviços. Mas quando o fluxo de compras cresce – o que consequentemente irá requerer aumento da equipe – investir numa integração mais robusta que ofereça relatórios gerenciais e checkout mais transparente será uma boa pedida.

“Seja qual for a solução escolhida, o e-commerce tem sido uma boa aposta para quem deseja criar seu negócio, mesmo com baixo investimento. O potencial de crescimento deste setor e a sua alta capacidade de ofertas, como mercados de nicho, sempre geram boas oportunidades”, afirma Mattos.

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Apenas 18% das empresas entrevistadas pela KPMG são consideradas líderes digitais

Cerca de 40% dos CIOs (Chief Information Officer – executivos da área de tecnologia da informação) das empresas pesquisadas pela KPMG possuem uma visão digital e uma estratégia de negócio que abrangem toda a organização, um aumento em comparação com os 27% do levantamento realizado dois anos atrás. Apesar disso, desse total, apenas 18% são líderes digitais ao se mostrarem eficazes no uso de tecnologia para fazer a companhia progredir, conforme indica o levantamento “O caminho para a liderança em negócios digitais” (do original, The route to digital business leadership) realizado pela KPMG.

“O grande desafio dos líderes no mundo tem sido alinhar a estratégia de crescimento das empresas aos projetos de TI, de forma eficaz, e que realmente traga algum retorno para a organização que seja duradouro. Com o avanço constante da tecnologia, muitas empresas de todos os setores ainda estão tendo dificuldade em se posiconar com relação a isso. A área de TI deve deixar de ser uma estratégia de negócio basicamente de suporte e passar a ser uma parte integrante da empresa, proporcionando aos CIOs a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com os parceiros de negócio a fim de conduzir inovação por toda a organização”, analisa o sócio da KPMG no Brasil, Claudio Soutto.

De acordo com o estudo, as líderes digitais apresentam um desempenho melhor em função de quatro práticas que as distinguem das demais organizações: foco em inovação e crescimento; investimento agressivo em tecnologias ágeis e disruptivas; utilização de infraestrutura estável e segura; qualificação para alinhar a estratégia de negócio e a de TI.

“Independentemente de as tecnologias disruptivas serem vistas como uma ameaça ou oportunidade, a necessidade de uma transformação do negócio viabilizada pelo uso da tecnologia é uma questão de sobrevivência para alguns negócios e um imperativo estratégico para quase todos os demais”, complementa.

O link para o acesso ao “The route to digital business leadership” é http://bit.ly/2hx46yy.

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GoPro apresenta HERO6 Black

A GoPro, Inc. (NASDAQ: GPRO) apresenta a HERO6 Black, sua câmera mais poderosa e conveniente até agora. Alimentada pelo processador criado especialmente para ela, o GP1, a HERO6 alcança um novo patamar de performance incluindo os incríveis vídeos de 4K60 e 1080p240 e a melhor performance de estabilização de imagem. A GoPro também apresenta a Fusion, sua nova câmera 5.2K esférica à prova d’água. Além disso tudo, a marca apresenta novos mounts e acessórios e novos modos de voo automáticos do drone Karma.

Nicholas Woodman, fundador e CEO da GoPro, apresentou a HERO6 e Fusion para um grupo internacional na Academia Californiana de Ciências em São Francisco, Califórnia.

Assista a apresentação aqui.

“A HERO6 é um novo patamar em qualidade de imagem, estabilização de vídeo e o fato de ser três vezes mais rápida no QuikStories a torna uma extensão de storytelling poderosa de seu smartphone”, afirma. “Nunca foi tão fácil viver e depois compartilhar usando uma GoPro”.

HERO6 BLACK – R$2.499,00

Com as resoluções incríveis 4K60 e 1080p240 entregues em um design resistente, à prova d’água, para se levar a qualquer lugar, a HERO6 Black e o GoPro App transformam suas aventuras automaticamente em vídeos cinematográficos com o QuikStory, prontos para serem compartilhados. A HERO6 também melhorou muito o alcance dinâmico e a performance com pouca luz e adicionou a capacidade de zoom digital.

Alimentada pelo processador projetado pela GoPro, GP1
Vídeos em 4K60 e 1080p240
Compatível com QuikStories e GoPro App
A mais avançada estabilização de imagem de todas as câmeras HERO
Novo Zoom Touch
3x mais velocidade de download com Wi-Fi de 5GHz
À prova d’água até 10m
Compatível com Karma, mounts e acessórios da GoPro
Alcance dinâmico e performance em luz baixa melhorados
Modo de fotografia RAW e HDR
Controle de voz em 10 idiomas
GPS, Acelerômetro e Giroscópio
WiFi + Bluetooth

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Demarest Advogados faz Go Live de SAP S/4HANA

Um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil e da América Latina, o Demarest Advogados é o primeiro no Brasil a implementar a mais avançada plataforma ERP disponível no mercado, o SAP S/4HANA.

“Antes de escolhermos a empresa parceira para realizar o nosso projeto, efetuamos uma pesquisa de mercado sobre e a FH em busca de boas referências. A decisão foi acertada, a consultoria buscou entender o nosso modelo de negócio com maturidade e responsabilidade, tanto que o projeto foi lançado com tranquilidade e eficiência. Agora estamos prontos para o futuro”, conta Nilson Busto, Diretor de Tecnologia do Demarest. O projeto com a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software reconhecida pela própria SAP como a melhor parceira na categoria SAP S/4HANA e SAP Hybris, foi iniciado em julho de 2016 e teve o Go Live em agosto deste ano.

O escritório implementou a solução SAP S/4HANA que, além de simplificar os processos, unifica todas as informações em um mesmo banco de dados. “É uma ferramenta que oferece informações analíticas, ou seja, que gera relatórios precisos que embasam as tomadas de decisões e, ao mesmo tempo, disponibiliza informações transacionais, dados métricos de registro do dia a dia operacional. Tudo isso se reverte em agilidade, melhor performance e eficiência”, explica Diretor Corporativo da FH, Ricardo Fachin.

No Demarest Advogados, os softwares de controle já utilizados foram 100% conectados ao S/4HANA, assim, foi possível proporcionar uma visão transparente e acessível sobre precificação, controle de horas, faturamento, além de aumentar o compliance fiscal, com o controle total das informações que entram e saem.

Sobre as melhorias nos processos internos, o Diretor de TI do Demarest afirma que o fato de todas as informações ficarem registradas no mesmo banco de dados traz respostas mais precisas dos nossos processos, proporciona maior segurança de dados e eficiência interna. Nilson Busto conta que o fato de a solução ter sido desenhada para a realidade do escritório fez toda a diferença para o sucesso do projeto. “A sinergia entre as duas empresas foi fundamental. Como somos o primeiro escritório de advocacia a investir nesta tecnologia, uma plataforma super atual de última geração, isso exigiu um trabalho detalhado, tanto nosso quanto da FH, a fim de entender as peculiaridades do nosso negócio e nossas necessidades”.

A escolha do SAP S/4HANA não foi por acaso, faz parte de um processo de inovação que está no planejamento estratégico do Demarest há alguns anos. “Investimos também na mudança de pensamento dos nossos colaboradores. Eles entenderam que era importante focar na visão de futuro do escritório e, também, enxergar o que é novo. Por isso, nos apoiamos no trabalho de change management para desenvolver estas questões em nossas pessoas, a fim de obtermos os resultados esperados com planejamento e entendimento da operação da ferramenta.”

O contrato pioneiro de implementação do SAP S/4HANA em um escritório de advocacia foi uma importante conquista para a FH, parceira SAP desde 2007, que vem investindo no atendimento a empresas prestadoras de serviços. Além do SAP S/4HANA, o Demarest também aposta na Solução Fiscal GUEPARDO para TDF e no AMS, suporte pós-implementação, que reduz os custos, riscos operacionais e amplia a eficiência da área de Tecnologia da Informação.

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Infor anuncia parceria com FORCAM, empresa líder de Internet Industrial das Coisas (IIOT)

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anunciou uma nova parceria com a FORCAM, líder mundial em soluções de Internet Industrial das Coisas (IIOT), para oferecer a solução Infor MES – Distribuído pela FORCAM. À medida que os processos de fabricação globais se tornam mais complexos, principalmente na indústria automotiva de alto volume, a necessidade de uma solução IIOT de última geração aumenta. A solução Infor – FORCAM, “do chão de fábrica até o último andar”, fornece informações e análises das operações em tempo real, integrando os dados da máquina do chão de fábrica com os dados ERP do andar de cima. Em adição a isso, a solução foca na eficiência e na redução do tempo de inatividade da máquina, por meio de machine learning e análises avançadas.

“Fábricas Inteligentes e Fábrica do Futuro não são apenas palavras que a indústria usa para simplesmente causar buzz. Nossa organização dedica-se a usar a tecnologia moderna para não apenas aumentar a utilização da máquina, mas também reduzir seu tempo de inatividade, fornecer soluções de problemas rápidas e eficientes, diminuir os custos de estoque e logística e possibilitar a disponibilidade instantânea de métricas-chave no chão de fábrica “, comenta Mohamed Abuali, Ph.D, Managing Director Americas da FORCAM Inc. “Estamos entusiasmados com a união da Infor e da FORCAM, pois compartilhamos a visão sobre o que nossos clientes precisam a partir de um parceiro de tecnologia e como será o futuro da transformação digital da indústria”.

A combinação de poderosas soluções ERP, como o Infor LN e a plataforma avançada de tecnologia IIOT da FORCAM, ajuda as organizações a gerenciar sua rede de pessoas, tecnologia, atividades, informações e recursos de forma mais eficaz e econômica. Além disso, a solução ajuda a digitalizar e sincronizar todas as operações de fabricação nas empresas e em toda a cadeia de suprimentos global, para que assim as companhias possam tomar melhores decisões, aumentar a qualidade de fabricação e garantir a satisfação do cliente. Com o INFOR MES – Distribuído pela FORCAM, os dados coletados de máquinas e linhas de produção podem ser aproveitados para avaliação detalhada do progresso planejado versus progresso real, além de análises preditivas.

“Nós da Infor estamos empenhados em desenvolver ainda mais nossas capacidades avançadas de fabricação. Ao trabalhar com organizações líderes, como a FORCAM, somos capazes de conduzir o desempenho global do negócio de nossos clientes de forma mais eficiente e rápida”, comentou Jeff Nedwick, diretor de estratégia de soluções e produtos automotivos da Infor. “Estamos sempre a procura de novas formas de garantir que nossos clientes tenham as aplicações baseadas em dados mais modernas, por isso, continuaremos encontrando novas formas e parcerias para simplificar seus processos”.

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Como a governança corporativa pode estruturar uma PME?

As pequenas e médias empresas são um nicho importante no mercado brasileiro. De acordo com dados recentes do SEBRAE, elas representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, o que demonstra a força do empreendedorismo no país. Muitas dessas empresas são de origem familiar, ou seja, possuem membros da mesma família na administração dos negócios. Segundo informações da Pesquisa de Empresas Familiares no Brasil, da PricewatehouseCoopers (PwC), divulgada no fim do ano passado, as empresas familiares representam 80% das 19 milhões de companhias do país. Os números expressivos chamam a atenção e levantam um questionamento: como uma empresa de pequeno ou médio porte se estrutura para competir num mercado tão acirrado?

Para Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext Family Business, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, ter um modelo de gestão empresarial é importante para qualquer empresa, independentemente do tamanho. Porém, no caso das PMEs, a boa governança tende a ser um passo ainda mais importante para a estruturação do negócio. E se engana quem acha que esse serviço está aquém das possibilidades de pequenos empresários. “Percebemos que esse grupo é um dos que mais têm buscado o trabalho de governança corporativa, que é totalmente personalizado e adaptável à realidade de cada um. Na GoNext, cerca de 70% dos projetos atendidos são de pequenas e médias empresas. Estimamos que, de dois a quatro anos depois da implantação da governança, essas empresas apresentaram crescimento médio anual de 15%, solidificando sua posição no mercado”, afirma Valério.

Entre os benefícios trazidos pela governança corporativa aos pequenos empresários estão a estruturação de um plano de negócios claro e objetivo, que irá direcionar as metas da empresa, bem como as ações que seus dirigentes devem praticar para atingí-las; o estabelecimento de valores na gestão; a definição dos papeis, direitos e deveres de cada um que atua na empresa; além de estabelecer métricas de monitoramento e avaliação, que possibilitam um controle maior da geração de lucro e da administração do fluxo de caixa. Isso tudo, segundo Valério, permite que a PME torne-se estruturada e ganhe competitividade, sem cair em erros comuns.

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3 dicas para inovar em seu negócio, segundo a metologia das startups

Além da concorrência tradicional que está cada vez mais acirrada com a oferta de produtos e serviços em todos os mercados e setores, é preciso se preparar para sermos competitivos em uma era em que jovens empreendedores com DNA de inovação e startups enxutas estão mudando completamente a forma de como fazemos negócios e consumimos produtos e serviços. Confira três dicas dadas pelo investidor-anjo Marcio Kogut para quem quer inovar em seu negócio.

Comece inovando na gestão de TI da sua empresa

Exatamente! Não existe iniciar um processo de inovação na sua empresa se o CTO (Chief Technology Officer) não estiver tecnologicamente atualizado, acompanhando as transformações digitais e focado em buscar inovação.

Durante mais de 15 anos prestando consultoria a diversas empresas, escutei desculpas sem fundamentos ditas por alguns profissionais para os executivos que acabavam criando uma sensação de pânico e medo abortando qualquer tipo de mudança, melhoria ou possível inovação.

A maioria dos CEOs não tem conhecimento profundo em tecnologias e por isso é obrigada acreditar na palavra do diretor de TI. Um dos exemplos que posso citar é a questão da computação em nuvem (cloud computing)

Reveja toda sua tecnologia interna

Eu tenho absoluta certeza que 90% da tecnologia da maioria das empresas estão completamente ultrapassadas e custando infinitamente mais caras do que as tecnologias mais modernas de hoje. Desde links de internet, servidores de e-mails, equipamentos, softwares de gestão e de produtividade.

Todos os equipamentos, softwares e a inteligência que você precisa para o seu negócio já existem melhores e mais baratos do que você usa atualmente através de SaaS (software as a service).

Busque inovação fora ou crie uma equipe com autonomia

Para conseguir avançar com um processo de inovação dentro da sua empresa é necessário criar um time novo, pequeno (1 a 4 pessoas) com autonomia e sem vínculos de amizades internas. Conecte esse time a uma empresa de inovação corporativa para mapear as dores, definir estratégias e objetivos além de condicioná-los a pensar e agir com a mentalidade de empreendedores e startups.

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Banco Central abre caminho para regular crédito em startups do setor financeiro

O Banco Central do Brasil publicou, em 30 de agosto, uma proposta de regulamentação para operações de crédito feitas por meio de plataformas financeiras independentes, as fintechs. Segundo dados do FintechLab, o setor cresceu mais de 350% nos últimos 18 meses e, com a regulação do Bacen, pode ganhar duas novas categorias e conceder empréstimos com capital dos próprios acionistas (SCD) ou conectar investidores a tomadores de recursos, modelo conhecido como Peer-to-Peer Lending.

Em pronunciamento, o diretor de Regulamentação do BC afirmou que o processo de inovação é visto com bons olhos e a regulamentação tem o objetivo de garantir maior segurança aos envolvidos nessa operação.

De acordo com a proposta do Bacen, as empresas de Peer-to-Peer Lending, agora denominadas de Sociedades de Empréstimos entre Pessoas (SEP), seriam definidas como instituições financeiras com autorização para realizar operações de empréstimo entre pessoas por meio de plataforma eletrônica, além de poderem realizar análise de crédito e cobrança, atuar como preposto de corretor de seguros e emitir moedas eletrônicas, tudo relacionado às suas operações.

Além da natural advertência de que a SEP deverá dispor claramente sobre os riscos da operação para os potenciais credores e devedores, o Bacen propõe expressamente que a SEP não deverá disponibilizar aos potenciais devedores recursos próprios, ou mesmo prestar qualquer garantia e/ou coobrigação, devendo obrigatoriamente seguir os seguintes passos: (i) obtenção da manifestação inequívoca da vontade das partes; (ii) disponibilização dos recursos pelos credores; (iii) emissão de instrumento representativo do empréstimo; (iv) cessão ou endosso do instrumento representativo do empréstimo para o credor e, só então, (v) a transferência dos recursos ao mutuário.

Outro ponto relevante é que, além do limite de tomada de crédito do possível devedor, a ser estabelecido pela SEP, o Bacen propõe um limite de R$ 50 mil para a exposição do possível credor, ou seja, uma pessoa somente poderá emprestar até R$ 50 mil dentro da plataforma de uma SEP, salvo no caso de investidores qualificados. Ainda que se discuta eventuais alterações desse limite durante o período de consulta prévia da resolução proposta, fica claro a intenção do regulador de não permitir que o modelo do Peer-to-Peer Lending cresça ao ponto de criar um significativo risco ao Sistema Financeiro Nacional. Nesse sentido, o Bacen ainda propõe um limite mínimo R$ 1 milhão que as SEPs e as SCDs deverão manter em relação ao seu capital social integralizado e patrimônio líquido.

Segundo aponta Kaue Cardoso de Oliveira, sócio da Scharlack Advogados e especialista em Direito Societário, M&A e Venture Capital, ao disciplinar o procedimento de concessão da autorização de funcionamento dessas sociedades, o Bacen propõe reservar a si um considerável grau de discricionariedade na análise do pedido de autorização de funcionamento, o que, desde já, demonstraria sua preocupação em evitar que essas fintechs causem danos ao Sistema Financeiro Nacional.

Conforme alerta Kaue, “além do risco ao Sistema Financeiro Nacional que o oferecimento de crédito sem a devida análise pode proporcionar, uma preocupação constante dos órgãos regulamentadores também é prevenir a prática de crimes financeiros, inclusive relacionados à lavagem de dinheiro. Nesse sentido, a despeito da proposta do Bacen não faz nenhuma menção a esse tipo de controle, as plataformas de Peer-to-Peer Lending devem sim se preocupar com a estruturação de mecanismos de compliance, devendo observar a aplicação cogente da Lei 9.613/1998”.

“A exemplo do que ocorreu recentemente com a regulamentação do Equity Crowdfunding pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), espera-se que o mercado contribua de forma positiva para a construção da regulamentação e, portanto, a proposta apresentada pelo Bacen ainda poderá sofrer diversas modificações”, completa Kaue.

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Claro, Ericsson e Qualcomm demonstram nova tecnologia para Internet das Coisas

A Claro, a Ericsson e a Qualcomm Technologies, uma subsidiaria da Qualcomm Incoporated, anunciam que completaram hoje uma demonstração pioneira fim-a-fim da tecnologia LTE IoT Cat-M1 (eMTC), desenvolvida para suportar aplicações no segmento de IoT – Internet das Coisas. Trata-se do primeiro teste público de Cat-M1 realizado em rede comercial na América do Sul.

A iniciativa ajudará na continuidade na liderança tecnológica em LTE IoT da Claro e da Embratel, preparando a operadora para desenvolver aplicações com uso da tecnologia Cat-M1 em sua rede.

No teste, foi utilizado o equipamento de telemedição de energia elétrica (RMT 5.0) da M2M Telemetria, que utiliza o módulo de conectividade Cat-M1 (ME910) da Telit, com o poder de conectividade do modem MDM9206 da Qualcomm Technologies e o produto da Ericsson Massive IoT Radio Access Network.

Outro teste foi realizado com uma solução de gerenciamento de frotas desenvolvida pela Ericsson, utilizando o módulo de conectividade Cat-M1 (BG-96) da Quectel, integrado com o mesmo modem de LTE IoT MDM9206 da Qualcomm Technologies. A Claro continuará testando outros dispositivos e aplicações para Cat-M1 em sua rede.

As três companhias pretendem trabalhar juntas em novos testes também no padrão LTE IoT Cat NB-1, que permite conexão de sensores com baixo consumo de banda, baixa latência e baixo consumo de energia. As novas tecnologias de IoT, como Cat-M1 e NB1, e a evolução das redes LTE até o 5G, definem uma base sólida para reduzir a complexidade e o consumo de energia na conexão massiva de dispositivos através de redes móveis, expandindo a cobertura e a diversidade de aplicações.

Entre as aplicações de IoT típicas com Cat-M1 incluem relógios inteligentes (smart watches) ou pulseiras fitness com serviços de comunicação de voz integrados, dispositivos de rastreamento de animais (pets), terminais de ponto de vendas (POS), máquinas de vendas (vending machines) e rastreamento de veículos com suporte a chamadas de emergência (carros conectados).

“As tecnologias Cat-M1 e NB-IoT provêm vantagens importantes em relação a conectividade de dispositivos com baixo custo, além de outras vantagens como maior tempo útil de bateria, cobertura estendida e suporte a novos casos de uso. Os testes pioneiros em conjunto com a Ericsson e a Qualcomm Technologies mostram que ambas empresas tem a habilidade de suportar novos serviços e tecnologias de IoT para a Claro e que estamos trazendo para o Brasil tudo de mais moderno que é desenvolvido nessas tecnologias”, diz André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Vamos expandir nossas ofertas de IoT para o mercado corporativo, garantindo conectividade com alta performance e capilaridade, sempre à frente nas novas tecnologias e modelos de negócio relacionados com dispositivos e sensores conectados”, diz Ney Acyr Rodrigues, Diretor de Negócios IoT da Embratel.

“Hoje, a maior parte da receita de IoT das operadoras é proveniente da conectividade machine-to-machine (M2M), mas nos próximos cinco anos esta receita virá de outras plataformas, aplicações e serviços. Este teste garante que a Claro Brasil possa capturar novas fontes de receitas e continuar entregando a melhor experiência a seus clientes. É importante que o mercado esteja atento ao fato de que o IoT muda a forma como trabalhamos e baseado em nossos estudos, acreditamos que o potencial seja de mais de 200 bilhões de reais até 2025”, analisa Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson no Brasil.

Rafael Steinhauser, Latin America President, Qualcomm Technologies, disse: “LTE IoT e sua contínua evolução para o 5G dará suporte a massificação de IoT, que requer cobertura estendida e maior tempo útil de bateria, em comparação às soluções atuais baseadas em 2G/GSM e LTE. Nosso modem para IoT – MDM9206 multimodo LTE, desenhado para suportar LTE Cat-M1, NB-IoT (NB-1) e E-GPRS e bandas de RF globais, traz muitos avanços, melhorias e otimizações ao LTE como a redução da complexidade aos dispositivos de IoT, dispositivos de mais baixo custo e com suporte a anos de tempo útil de bateria, suportando assim as necessidades das operadoras e de seus clientes.

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Delta oferece serviço gratuito de troca de mensagens em voo

De um avião a 30 mil pés de altitude, uma mensagem de texto é enviada para um smartphone em solo. “Meu voo deve chegar antes do horário”, diz a mensagem. “Venha me buscar 15 minutos mais cedo.”

A partir de 1º de outubro, a Delta Air Lines (NYSE: DAL) será a primeira companhia aérea global dos Estados Unidos* a oferecer mensagens móveis gratuitas, proporcionando este tipo de serviço a mais clientes do que qualquer outra companhia aérea. A Delta também terá a maioria das aeronaves equipadas com o sistema de mensagens gratuito.

Este novo recurso gratuito garantirá a conexão dos clientes, permitindo que troquem mensagens com amigos, familiares, colegas e clientes em tempo real durante o voo via iMessage, WhatsApp e Facebook Messenger. Esse novo aprimoramento faz parte do investimento de bilhões de dólares da Delta na experiência do cliente.

“Sabemos que muitos clientes da Delta querem ou precisam estar conectados no ar e no solo; por isso, estamos investindo em uma maneira fácil e gratuita de enviar e receber mensagens durante o voo, usando algumas das plataformas globais mais populares”, disse Tim Mapes, vice-presidente sênior da Delta e diretor de Marketing. “Além dos nossos investimentos em telas na parte traseira dos assentos, entretenimento gratuito e Wi-Fi de alta velocidade, o serviço de mensagem gratuito é mais uma opção para os clientes aproveitarem ao máximo seu tempo nos voos da Delta. ”

O serviço de mensagens gratuito estará disponível em todas as aeronaves da Delta equipadas com a tecnologia da Gogo, incluindo aquelas com duas ou mais cabines. Os clientes poderão acessar as mensagens gratuitamente pelo portal de Wi-Fi da Delta, airborne.gogoinflight.com. A mensagem móvel gratuita será apenas para texto e não permite envio de arquivos de fotos ou vídeos.

Além das mensagens móveis, a Delta continua expandindo seu sistema de Wi-Fi de alta velocidade, telas de entretenimento na parte traseira dos assentos e entretenimento gratuito para oferecer aos passageiros mais opções flexibilidade para passar o tempo entre a decolagem e aterrissagem.

A rede Wi-Fi de alta velocidade da Delta, que utiliza a tecnologia de Wi-Fi 2Ku da Gogo, fornece moderna tecnologia com cobertura consistente e ininterrupta em qualquer lugar do mundo, incluindo sobre oceanos. A Delta possui atualmente a maior frota de aeronaves com a tecnologia 2Ku da Gogo e o maior acordo com a tecnologia 2Ku que qualquer outra companhia aérea do mundo. Nos próximos dois anos, a Delta deve instalar a rede Wi-Fi de alta velocidade em mais de 600 aeronaves de voos domésticos e internacionais.

A rede Wi-Fi de alta velocidade 2Ku da Delta oferece aos clientes uma experiência de fácil utilização durante o voo, incluindo a possibilidade de assistir vídeos e usar redes corporativas, como VPN, globalmente. Ao contrário das versões anteriores dessa tecnologia em voos da Delta, os clientes agora podem usar a rede Wi-Fi do embarque ao desembarque, em uma aeronave habilitada para a tecnologia 2Ku. Até o momento, a companhia aérea instalou a nova tecnologia de Wi-Fi aprimorada em 200 aeronaves.

Além disso, a Delta oferece aos clientes mais aeronaves com entretenimento na parte traseira do assento do que qualquer outra companhia aérea do mundo, tendo instalado esse sistema em sua 500ª aeronave em julho. Com o compromisso de oferecer esse sistema em mais de 600 aeronaves até o final de 2018, em uma parceria com a Panasonic, a Delta está deixando a escolha a cargo do cliente. Além de usufruir do sistema de entretenimento nos assentos, os passageiros também podem acessar o Delta Studio em seus dispositivos pessoais em toda a frota das linhas principais da companhia aérea e em todas as aeronaves regionais de duas classes.

*Companhia aérea global dos Estados Unidos = companhias aéreas dos Estados Unidos que operam em rotas transoceânicas: Delta Air Lines, American Airlines e United Airlines

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Estudo mostra que 78% das empresas brasileiras não aproveitam todos os benefícios do uso de testes contínuos na entrega de software

Apesar de 71% das organizações brasileiras apontarem o uso de teste contínuo como essencial ou importante, somente 22% adotam esta prática de última geração, que permite executar testes com antecedência e com frequência, de forma automática e constante, no desenvolvimento de software e aplicações. Esta é a principal conclusão do estudo global da CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, sobre a adoção de testes contínuos na entrega de software.

De acordo com o levantamento “Testes Contínuos como um elemento fundamental da empresa digital”, esses 22% fazem parte dos chamados líderes globais que se beneficiam de aumento na velocidade, qualidade e eficiência na entrega de software, resultando em um melhor retorno dos investimentos e entrega contínua, conforme os seguintes números:

– Probabilidade 2,6x maior de redução de defeitos acima de 50%;

– Confiança 1,9x maior na velocidade de entrega;

– Confiança 2,4x maior na qualidade do produto;

– A probabilidade de os líderes trabalharem em organizações com aumento rápido de receita é 3,9x maior.

Embora 93% dos entrevistados globais tenham relatado que a automação de testes é importante na entrega das soluções gerais da empresa, apenas 1 a cada 5 disse que atingiu um bom nível de cobertura na automação de testes (80% ou mais). A maioria dos entrevistados atribuiu a dependência de processos manuais a dificuldades à falta de ferramentas e automação em quase todos os aspectos do processo de teste: desde a geração de testes, até atividades fundamentais, como o gerenciamento rápido, seguro e eficiente de dados do processo.

“Para assegurar a entrega de aplicações com qualidade e agilidade, é fundamentar adotar a prática de testes contínuos – testes e QA não devem ser apenas uma fase sequencial e isolada no desenvolvimento de software, mas sim permear todo o ciclo e ser realizada de forma contínua”, afirma João Fábio Valentin, VP de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina. “A pressão que TI tem recebido de negócios para inovar, prover serviços e aplicações mais rápido e entregar uma experiência excepcional aos clientes nunca foi tão grande. Por isso, utilizar tecnologias modernas, como geração sintética de massa de dados e dar capacidade ao desenvolvedor de testar suas aplicações (teste de stress e segurança) durante o ciclo desenvolvimento – o que chamamos de SecDevOps – devem ser consideradas”, conclui Valentin.

A importância de automatizar os dados dos testes também foi apontada como uma grande necessidade para garantir que estejam disponíveis quando necessário e evitem informações pessoalmente identificáveis. Contudo, a maioria dos entrevistados sentiu que não era eficiente nesta área, mesmo que isso facilitasse a proteção de dados pessoais nos ambientes de desenvolvimento e teste e atendesse à legislação cada vez mais rígida de privacidade de dados.

Em todo o estudo, os entrevistados realçaram a importância das metodologias modernas, como a implementação de Desenvolvimento Ágil, Entrega Contínua e DevOps. Quando solicitados a escolher as ferramentas mais relevantes na entrega de software, 57% dos entrevistados brasileiros apontaram a combinação de Desenvolvimento Ágil e Entrega Contínua, que juntas otimizam a integração das atividades no decorrer do ciclo de vida de desenvolvimento do software. No geral, uma abordagem holística e balanceada de práticas e ferramentas modernas está mudando a forma como o software é desenvolvido e promovendo a transformação dos negócios de múltiplos setores.

Testes contínuos aplicados às telecomunicações

Um exemplo de empresa brasileira que foi pioneira na adoção de testes contínuos é a Oi, que, junto com a prestação de serviços convergentes de telecomunicações, oferece um portfólio de soluções de TI hospedadas em plataforma de computação em nuvem para empresas de todos os portes. Cerca de 50% dos casos de testes executados na companhia estão relacionados à geração de massa de dados, um volume considerável, tanto no plano de execução quanto no orçamento e cronograma de testes.

“Precisávamos aumentar a velocidade dos testes e, possivelmente, reduzir seus custos”, conta Alcino Vieira, Gerente de Qualidade de Sistemas da Oi. No final de 2015, o time de TI da Oi estruturou uma frente de trabalho com a missão de reposicionar a área de Qualidade de Sistemas e, com isso, solucionar os problemas com geração de massa de dados, automação de testes, virtualização de serviços e orientação de testes ao negócio. Com estas premissas, a companhia realizou um processo de seleção funcional e técnico, escolhendo a solução CA Data Test Manager que, de acordo com o executivo, se diferenciou das demais na geração de dados sintéticos. “Com a decisão, estruturamos um time dedicado e centralizado. Esta equipe, além do desenvolvimento e manutenção dos scripts, é responsável pela capacitação e preparação de novos times”, explica Vieira.

Com a implementação, a solução da CA Technologies foi integrada a outras ferramentas, como HP ALM, CA Agile Requirements Designer e CA Service Virtualization. “Depois que a solução CA Test Data Manager entrou em operação, iniciamos as primeiras ondas de automação de massa de dados a partir dos grupos de casos de testes com maior recorrência em 2016”, afirma o executivo, ressaltando que a praticidade de desenvolvimento e a usabilidade da solução chamaram a atenção do time.

Com a solução da CA Technologies, o tempo de geração de massa de dados teste relacionados à criação e análise de crédito de um cliente caiu de 15 horas para 40 segundos, permitindo a otimização dos processos para maior cobertura e qualidade dos testes.

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Brasil é líder mundial na adoção de Internet das Coisas, aponta pesquisa

Pesquisa da Worldpay revela que 81% dos consumidores brasileiros já estão preparados para fazer compras por meio de dispositivos conectados

Cada vez mais, a internet das coisas é amplamente aplicada nas diversas áreas desde eletrodomésticos até a indústria. O conceito de IoT, Internet of Things em inglês, que é a capacidade de conectar objetos na rede global de computadores para coletar e trocar dados entre eles, introduz uma nova era de como as pessoas interagem com objetos, entre elas e como fazem negócios, e os brasileiros são os mais abertos na adoção de novas tecnologias de acordo com uma nova pesquisa da Worldpay, líder global de pagamentos.

O estudo aponta que os brasileiros são os mais propensos a usar novas tecnologias e acreditam que esse processo é parte da evolução de como as empresas e o público se relacionam. Além disso, 81% dos pesquisados afirmaram que se sentiriam confortáveis em usar a tecnologia em comparação com outros países abordados como Austrália, China, Alemanha, Holanda, Cingapura, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Os consumidores chineses estão logo atrás, na segunda posição entre os mais receptivos à adoção da Internet das Coisas, com 61% dizendo se sentirem confortáveis na utilização de dispositivos conectados. No outro extremo da pesquisa, apesar do Reino Unido ser um dos países mais preparados do mundo para a aplicação do IoT, ocupa a última posição da lista, pois somente 23% das pessoas gostariam de contar com um dispositivo conectado para fazer pedidos de produtos em nome deles sem necessidade de pedir permissão.

O levantamento também revelou que brasileiros acreditam que a tecnologia IoT será responsável por tornar o cotidiano mais fácil e prático, e apenas 43% dos pesquisados disseram que fariam questão de aprovar cada compra antes de o pedido ser feito pelo dispositivo. Ao mesmo tempo, o consumidor brasileiro tem algumas restrições na maneira como gastam seu dinheiro com 78% optando por manter o controle de seus orçamentos e desejando receber uma notificação antes do processo de compra ser concluído. Além disso, 67% dos consumidores brasileiros preferem estabelecer regras para compras como limitar o valor que pode ser gasto a cada semana,

Apesar dos brasileiros serem mais propensos à adoção dos dispositivos conectados, a privacidade dos dados pessoais é uma preocupação para 74% dos pesquisados que se interessam em saber como as empresas compartilham seus dados pessoais e um índice ainda maior (82%) se preocupa com o risco desses aparelhos serem invadidos por hackers.

Para incentivar as empresas a usar soluções integradas com IoT, a Worldpay está testando um kit de desenvolvimento de software de código aberto (SDK) para facilitar os pagamentos por meio desta tecnologia. O Worldpay Within é uma solução de pagamentos que pode ser instalada em qualquer dispositivo inteligente permitindo criar e adquirir pagamentos de forma rápida e eficaz, assim como em um ambiente de compras físicas. Com o número de dispositivos conectados estimados em até 20 bilhões até o final deste ano, é importante que esses dispositivos se comuniquem entre si, inclusive fazendo pagamentos.

Sobre essas descobertas, Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina, afirma que “não importa se uma tarefa é executada por um humano ou por uma máquina, mas sim que os consumidores estejam no controle da delegação dos pagamentos e das atividades. A nossa pesquisa também indicou que o consumidor quer ter controle e ser informado sobre cada compra e atividade realizada pelo dispositivo, seja por meio de uma notificação no display, de um clique de botão ou a partir de uma regra pré-estabelecida, como um limite de gastos que seja acordado com antecedência, por exemplo.”, explica.

“O que mais chama a atenção sobre esses avanços tecnológicos é que são diversas as oportunidades para os assistentes virtuais e dispositivos conectados que tornam a vida dos consumidores mais fáceis. Se esses mesmos equipamentos também puderem oferecer aos consumidores um estilo “concierge”, que reduza o tempo que as pessoas gastam com a administração de tarefas no dia a dia, não há motivo para que não queiram delegar também responsabilidades de compras – no fim das contas, todos nós ganharíamos mais tempo para nós mesmos. A conclusão é que os consumidores precisam acreditar nas máquinas, confiando que podem fazer as decisões corretas e manter seus proprietários informados e no controle”, conclui.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi conduzida por Opinium em junho de 2017 e entrevistou 20 mil consumidores sobre a Internet de Coisas na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Holanda, Cingapura, Espanha, Suécia, Estados Unidos da América e Reino Unido. O relatório Completo do Consumidor Conectado está disponível mediante solicitação. No Brasil, o estudo entrevistou 2.014 consumidores.

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Regulamentação do ISS: o setor de TIC avança para uma tributação moderna

Por Manoel Antonio dos Santos, Diretor Jurídico da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Sancionada pelo Governo Federal no fim de 2016, a Lei Complementar n° 157 foi amplamente comemorada pelas empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O texto determinou novas atividades que podem ser tributadas pelo ISS (Imposto sobre Serviços), incluindo modalidades como streaming e computação em nuvem (armazenamento e/ou hospedagem de aplicativos e sistemas de informação), entre outras. A conquista representou um verdadeiro marco para a área, benéfica a empresários e consumidores ao suprir vácuos da lei e eliminar a “guerra tributária” entre os municípios a respeito do ISS.

O ISS é um tributo de competência municipal e do Distrito Federal, que incide sobre a prestação de serviços relacionados numa lista anexa à LC nº 116/03. É responsabilidade de cada Prefeitura, portanto, se adequar às alterações feitas na Lei Complementar 116/2003 através da Lei Complementar n° 157/16, submetendo o texto ao Poder Legislativo local. Recentemente, São Paulo, a maior cidade do país, seguiu essa direção ao encaminhar um projeto de lei à Câmara dos Vereadores, com o objetivo de adequar sua legislação às normas federais.

Por meio do projeto de lei antes referido, a Prefeitura tomou a iniciativa de equalizar as alíquotas do ISS em relação aos serviços de Tecnologia da Informação que se alternavam de 2% a 5% sobre o faturamento total dos prestadores de serviço. Pela nova definição, as companhias passarão a recolher 2,9% de imposto para todas as atividades de informática, objetivando afastar a insegurança jurídica resultante do enquadramento dos serviços de TI nos diversos itens da lista de atividades tributadas, quando as alíquotas do imposto são diferentes.

A nova alíquota foi definida graças a um consenso do empresariado com o setor público, após diversas negociações, de forma a não impactar a arrecadação da Prefeitura e onerar de forma justa o mercado. Caso o Legislativo de São Paulo aprove na íntegra o texto, que adapta a legislação municipal à Lei federal, as normas passarão a vigorar na capital paulista a partir de 1º de janeiro de 2018, encerrando graves problemas de insegurança jurídica que geram impacto nos investimentos do setor.

Com a regularização da carga tributária, as companhias conseguirão planejar seus investimentos no longo prazo, o que naturalmente aumenta o investimento, a produtividade e gera mais empregos no setor. Toda a operação se torna mais transparente e justa, o que também beneficia os usuários, com melhora dos serviços e o desaparecimento da “bitributação” – muitas vezes repassada no preço de produtos.

A inclusão de atividades da área de TIC na cobrança do ISS foi um grande avanço nacional na segurança jurídica, conquistada pelo trabalho esclarecedor de diversas associações que representam o segmento. Porém, outras medidas ainda podem ser tomadas para modernizar ainda mais a tributação – gerando mais segurança jurídica, criando condições atrativas para investidores e reduzindo custos para os consumidores.

Ainda enfrentamos diversos gargalos, mas, buscando simplificação e formalização, estamos no rumo certo para melhorar as condições de negócios no Brasil. Os avanços tributários no segmento de TIC são uma excelente notícia para a expansão do setor tecnológico, que tem muito a contribuir no desenvolvimento do país como um todo. O aumento do investimento e da competitividade será uma consequência natural.

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