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Transformação digital é prioridade para 97% das empresas brasileiras, aponta pesquisa

A DocuSign, líder na categoria Digital Transaction Management (DTM), realizou um estudo em todo o Brasil para avaliar o momento da Transformação Digital no país. O levantamento aponta que empresas que promovem a inovação têm vantagem nos negócios e que realizar transações em papel é um dos principais entraves para as negociações.

A grande maioria dos profissionais e executivos entrevistados (97%) afirma que a tecnologia é uma prioridade para suas empresas e que esperam que as corporações passem a oferecer métodos totalmente digitais em seus processos. Por conta disso, 83% declaram que priorizam parceiros e clientes que permitam transações digitais em seus negócios.

Empresas que não digitalizam processos são vistas como ultrapassadas por 51% dos profissionais entrevistados. Este mesmo perfil de empresa, que ainda não consegue atuar 100% de forma digital, gera preocupações quanto ao não-cumprimento de prazos, segundo 54% dos entrevistados. Mais de 80% deles afirmaram já terem tido experiências negativas na finalização de transações fora do ambiente digital por conta de problemas no envio de documentos em papel – 34% tiveram o contrato extraviado, 32% receberam documentos inelegíveis e 29% enfrentaram problemas técnicos ao digitalizar um papel, por exemplo. Ou seja, a pesquisa destacou que manter processos ainda no papel podem levar as empresas a um retrocesso no processo de evolução do negócio, independentemente do setor em que atua.

Neste cenário, as plataformas digitais para assinatura eletrônica de documentos ganham destaque na pesquisa. 60% dos entrevistados consideram a assinatura eletrônica a forma mais segura para enviar um documento importante. Do total de entrevistados, 79% dos executivos recomendam o uso da assinatura eletrônica por conta da eficiência, agilidade e redução de custos. Outro referencial da assinatura eletrônica está na possibilidade de assinar um documento de qualquer lugar do mundo por smartphones, tablets ou computadores.

“Há uma mudança cultural em curso, iniciada por uma necessidade do mercado de aumentar a velocidade dos processos ao mesmo tempo que melhora a segurança das transações. E o cenário é muito animador, uma vez que 75% dos profissionais concordam que os documentos assinados eletronicamente têm a mesma aceitação jurídica do que a assinatura física, um dos principais questionamentos feitos durante a Transformação Digital. Estamos prontos para deixar o papel de lado e mudar a forma dos brasileiros finalizarem as transações comerciais”, comenta Marco Américo D. Antonio, vice-presidente de operações da DocuSign na América Latina.

A DocuSign realizou a pesquisa “Transformação Digital no Brasil: o que seus clientes esperam” em junho de 2017, entrevistando profissionais atuantes em todas as regiões do país. Participaram do estudo 1.259 pessoas, entre líderes e profissionais de empresas nas áreas jurídica, financeira, TI, vendas e de recursos humanos. Para saber mais sobre o estudo, acesse em http://bit.ly/2klCbGb.

A DocuSign está presente em 188 países, com mais de 300 mil clientes e 200 milhões de usuários que finalizam seus documentos de forma totalmente digital, se utilizando de assinaturas eletrônicas e digitais. Além da melhora na satisfação dos clientes pela rapidez, segurança e maior eficiência na finalização de documentos, a DocuSign devolve, em média, US$ 42 por documento para seus clientes.

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Siemens e TCS unem forças para promover IoT Industrial sobre MindSphere

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, e a Siemens anunciam nova cooperação em torno de inovações na área da Internet das Coisas (IoT). Com foco em clientes dos setores de manufatura, energia, tecnologias de construção, saúde e ferrovias, a parceria permitirá que os clientes se beneficiem de novos insights a partir de dados e serviços baseados na MindSphere, o sistema operacional aberto da Siemens baseado na nuvem para IoT.

Os clientes poderão contar com novas aplicações da TCS para MindSphere e novos serviços analíticos e digitais, como manutenção preditiva e monitoramento de energia. O Siemens MindSphere e as soluções da TCS permitirão que os clientes explorem novos modelos para capitalizar a inovação em IoT e oportunidades apresentadas pela economia digital.

Milind Lakkad, vice-presidente executivo e chefe global da área de manufatura da Tata Consultancy Services, comenta que “a cooperação com a Siemens em torno da inovação tecnológica acontece há vários anos, e essa nova fase permitirá que nossos clientes tenham grandes avanços na inovação em IoT. Com o acordo em torno do MindSphere, vamos intensificar nossa parceria e nosso suporte aos clientes para que eles possam explorar as oportunidades apresentadas pela inovação digital. Nossos clientes serão beneficiados não apenas pela expertise em integração de sistemas e desenvolvimento de aplicações, mas também pela experiência em construção de plataformas”.

A digitalização das indústrias – tendência em que tecnologias digitais estão redefinindo radicalmente setores inteiros – vai criar importantes oportunidades para empresas de todos os segmentos e tamanhos ao redor do mundo. Inicialmente, o programa se concentrará no setor de manufatura, no qual a IoT já tem ganhado impulso significativo devido aos imensos volumes de dados gerados no processo produtivo, permitindo grandes inovações em desempenho de sistemas e conectividade.

Por meio dessa parceria, a TCS também apoiará desenvolvimentos em torno do MindConnect Nano, gateway de nuvem que pode ser usado para conectar a produção à análise na nuvem de dados de máquinas e processos produtivos . Além disso, essa nova aliança terá Siemens e TCS trabalhando juntas para explorar a implementação da plataforma MindSphere, incluindo operações e suporte, como gerenciamento de aplicações e infraestruturas bem como serviços de análise e testes.

Steve Bashada, vice-presidente executivo e gerente geral do MindSphere na Siemens, afirmou que “a competência em engenharia de software e os recursos de implementação da TCS fazem da empresa um valioso parceiro para a Siemens e nossos clientes. Siemens e TCS ajudarão os clientes a avaliar e utilizar dados para levantar novos insights que podem pavimentar o caminho para modelos de negócio completamente novos, tais como vender horas operacionais ou serviços em vez de máquinas”.

Com base na experiência da TCS, a empresa vai oferecer aplicações MindSphere, serviços digitais e analíticos que podem reduzir períodos de inatividade, custos de manutenção e consumo de energia, além de aumentar a vida útil das máquinas.

Essa nova fase de cooperação permitirá que a TCS aplique sua amplitude e profundidade de conhecimento em todas as áreas tecnológicas, como automação, IoT e conectividade com foco nas implementações em zonas industriais em ambientes variados. Os clientes terão disponível a ampla experiência em processos industriais em toda a cadeia de valor, incluindo design e engenharia de produtos, execução de produção e serviços. Essas novas soluções mobilizarão todo o potencial do sistema operacional da Siemens para IoT.

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Tecnologia detecta drones invasores

As empresas Dedrone e Axis Communications demonstraram nesta quarta-feira, 4 de outubro, em São Paulo (SP), uma tecnologia capaz de evitar o uso de drones para fins criminosos, como a obtenção de segredos industriais, a entrega de objetos para presidiários e a violação da privacidade. A demonstração marcou o uso inovador de câmeras de vigilância para identificar um drone se aproximando de um prédio comercial, complementado a tecnologia DroneTracker.

O software DroneTracker usa uma combinação de sensores de frequência de rádio (RF) e Wi-Fi para detectar a presença de drones nas imediações, além de poder identificar o ponto exato de onde ele está sendo controlado (piloto). Isso permite descobrir quem está controlando o equipamento e quais suas intenções. O software também usa as câmeras de monitoramento da Axis para detectar e visualizar em alta definição o drone e seguir seus movimentos dentro do espaço aéreo, gerando um registro visual de todo o ocorrido.

Na prática, drones podem voar controlados por um piloto, usando radiofrequência detectada pelo sensor da Dedrone, ou de forma autônoma através de coordenadas de GPS. Nesse último caso, as próprias câmeras da Axis detectam a presença e geram alertas que aparecem na hora até mesmo em dispositivos móveis, como o Apple Watch.

Com o tempo, a tecnologia se mantém atualizada. Isso porque o DroneTracker é uma plataforma de aprendizagem de máquinas, permitindo que a Dedrone atualize continuamente o software e assegure que seus recursos de verificação sejam efetivos em encontrar todas as ameaças dos drones. Quando um drone não autorizado entra em espaço aéreo protegido, o DroneTracker envia automaticamente um alerta e pode acionar uma medida de proteção.

“Hoje em dia, não basta proteger com muros e câmeras a área que contorna uma escola, um presídio ou um condomínio, algo que a Axis já faz com excelência. O espaço aéreo se tornou vulnerável à presença de drones, e é preciso expandir a proteção do perímetro para um alcance tridimensional”, explica Paulo Santos, Gerente de Soluções da Axis Communications.

Parcerias

A Dedrone desenvolveu o primeiro software mundial para detectar drones. Explica Robson Augusto, Gerente de Vendas da empresa para América Latina, também comemorou a demonstração da tecnologia numa região desafiadora do ponto de vista técnico pela proximidade com a Avenida Paulista, que sofre interferências de radiofrequência e concentra muitos edifícios. “A Dedrone fez parceria com a Axis para garantir que nossos clientes possam acessar os melhores sensores e combiná-lo com o software que é líder mundial na detecção de drones”.

Na América Latina, a Dedrone é representada pela Techshield, que saiu na frente nesse mercado e participou da demonstração nesta quarta-feira. “A Techshield é pioneira em proteção do espaço aéreo, incluindo a prevenção de ataques cibernéticos (cybersecurity), riscos que aumentam exponencialmente com o crescimento da presença de drones”, alerta Gustavo Vicentini, CEO da TechShield.

Para obter mais informações sobre Dedrone e o sistema de software DroneTracker, visite www.dedrone.com

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ABStartups realiza 4ª edição do maior evento de startups da América Latina e espera reunir 8 mil pessoas

Pelo quarto ano consecutivo, a ABStartups, entidade que representa o ecossistema, realiza o CASE, maior evento latino-americano voltado para startups. Esta edição será realizada entre os dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo, e a expectativa é reunir mais de oito mil pessoas.

No evento, os participantes contarão com novidades em relação aos anos anteriores. Serão promovidas trilhas separadas por área de conhecimento, para potencializar o aprendizado dos profissionais. Para isso, três grupos de profissionais terão destaque: os hipsters, que reúnem criativos e designers; os hackers, responsáveis pelo desenvolvimento de soluções tecnologias; e por fim, os hustlers, que envolvem os especialistas em marketing e vendas.

“É importante para o ecossistema oferecermos interação entre pessoas e termos no evento diversas estratégias inovadoras. Seguindo essa linha, vamos atender essa demanda e trazer para o CASE influenciadores de renome, que poderão compartilhar ideias e experiências que buscam dar mais eficiência para as startups participantes do evento”, afirma Rafael Ribeiro, Diretor Executivo da ABStartups.

Como nas outras edições, o CASE desse ano receberá grandes nomes internacionais, dentre eles: Geoff Ralston (Partner da YCombinator), Adeo Ressi (CEO do Founder Institute), Paul Walsh (Vice-Presidente da Visa), Demian Borba (Strategic Development Manager da Adobe XD – Adobe), entre outros profissionais. Também irão palestrar os brasileiros Marcio Kumruian (CEO da Netshoes), Tallis Gomes (CEO Fundador do Singu), Diego Gomes (CMO da Rock Content), Gustavo Caetano (CEO da Samba Tech) e outros nomes reconhecidos no setor.

Outra novidade é o anúncio das Startups selecionadas pelo Pitch Gov 2.0, projeto realizado entre a ABStartups e o Governo do Estado, com o objetivo de buscar empreendimentos inovadores que possam melhorar a prestação de serviços públicos, que irão apresentar no dia 27 de outubro suas soluções. Além disso, diante do grande sucesso do CASE, o SEBRAE, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, escolheu fazer o anúncio das oito startups finalistas do Programa Like a Boss, competição baseada em conceitos de gamificação.

Outra ação que será realizada no evento é o lançamento da Radiografia do Ecossistema de Startups, pesquisa com dados aprofundados sobre o crescimento do mercado, captação de investimento, tempo de amadurecimento, entre outras questões relevantes, que possibilitem a criação de um raio x completo de todo o ecossistema. O painel de discussão com os resultados da radiografia terá a participação de grandes nomes como Guilherme Horn (Digital Innovation Partner da Accenture), Newton Campos (Vice-Coordenador do GVcepe Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital), Felipe Matos (Fundador da Startup Farm) e Ana Fontes (Presidente no Instituto Rede Mulher Empreendedora).

O Startup Awards será outra atração da conferência. Trata-se de uma premiação que elegerá as melhores startups e empresas do ecossistema em 11 categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade. Os nomes serão indicados e premiados por meio de votação pública no site http://startupawards.com.br/.

“Para nós, é um grande desafio e honra realizar o maior evento para o ecossistema de startups na América Latina. O CASE nos anos anteriores foi um sucesso e ao todo já tivemos mais de 14.536 empreendedores e 3261 startups participantes. Este ano, nossa missão é que fazer com que a jornada dos empreendedores brasileiros torne-se cada vez mais valorizada e que as startups possam mostrar todo seu potencial de inovação para o mundo”, finaliza Ribeiro.

A programação completa e as informações sobre as inscrições podem ser encontradas no http://case.abstartups.com.br/.

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Softex reassume a gestão das operações do Start-Up Brasil

Criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC em novembro de 2012, o Start-Up Brasil agrega um conjunto de atores em favor de iniciativas empresariais de base tecnológica. O programa tem como objetivo apoiar soluções inovadoras em software, hardware e serviços de tecnologia da informação (TI) ou de serviços que se utilizem das TICs como parte da solução inovadora.

A nova fase do programa, lançada em Agosto deste ano, dispõe de R$ 9,7 milhões para apoiar 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica (startups) com até R$ 200 mil em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos são do orçamento do MCTIC.

O programa é uma das principais iniciativas para impulsionar a economia brasileira e tem como base cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e de inovação e competitividade.

“A Softex pretende nos próximos dois anos, em parcerias com a Secretaria de Política de Informática – SEPIN e outros atores do ecossistema, conduzir as operações do Start-Up Brasil a um espaço colaborativo para que todos os players do ecossistema nacional possam contribuir na evolução do programa e no mapeamento dos reais desafios do empreendedorismo nacional. O que marcará esta nova gestão será a interface com os demais programas de Governo Federal focados na competitividade nacional, nos quais a Softex atua diretamente, bem como a interação com ações regionais executadas pela Rede Softex por meio do seus 23 agentes regionais e parceiros estratégicos”, comenta o Vice-Presidente Executivo da Softex, Diônes Lima.

A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex trabalha desde 1996 com a missão de ampliar a inovação e a competitividade do setor brasileiro de software e serviços de tecnologia da informação, promovendo o desenvolvimento do país.

Ao reassumir a gestão operacional do Start-Up Brasil, a Softex agrega a oferta de programas complementares em diversas áreas, com destaque para inovação, inteligência e internacionalização de empresas de TICs.

O Start-Up Brasil está com inscrições abertas até 04 de outubro

Serão selecionados até 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica. Desde o lançamento, a iniciativa do governo federal já apoiou 183 startups com R$ 34,7 milhões em investimentos. As 50 startups selecionadas deverão se associar às aceleradoras qualificadas pelo Programa.

O Start-Up Brasil já executou dois ciclos de aceleração, de 2013 a 2015, quando apoiou 183 startups, distribuídas por quatro turmas e oriundas de 17 estados e 13 países. Até o momento, o MCTIC aportou R$ 34,7 milhões a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) de startups de tecnologia da informação (TI). A iniciativa alavancou aproximadamente R$ 103 milhões em investimentos privados e gerou mais de 1.200 empregos diretos.

Ao todo, 2.855 propostas se submeteram ao Programa. O apoio contemplou startups de diversos segmentos da economia, como educação, saúde, agronegócio, biotecnologia, varejo e logística. O Start-Up Brasil promoveu integração entre empreendedores de todo o território nacional, com destaque à presença de empresas e aceleradoras das regiões Norte e Nordeste, que, a partir do segundo ciclo, ganharam espaço no ecossistema empreendedor.

As startups também participam de uma série de eventos e atividades de capacitação e de aproximação com grandes companhias nacionais e internacionais, bem como com investidores; além de programas de acesso a mercado e compras públicas. Durante todo este processo as empresas são acompanhadas pelas aceleradoras e também pelos gestores do programa Start-Up Brasil.

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ACOM Sistemas cria programa de premiação para incentivar colaboradores

Para garantir o sucesso de projetos e a satisfação ainda maior de clientes e da própria equipe, a ACOM Sistemas criou, neste ano, um programa que distribui parte do valor de novos contratos para a equipe da empresa, de acordo com o sucesso na conclusão desses novos projetos.

O Programa de Premiação Motivacional – PPM reserva 10% da renda obtida com novas contratações para distribuir, trimestralmente, uma quantia em dinheiro para os colaboradores por entregas bem-sucedidas. A previsão é de que esse incentivo possa resultar ao equivalente a mais de um salário extra anual para cada participante do programa.

A empresa formou um comitê para gerir o programa e estabeleceu critérios para participação e premiação, que levam em conta assiduidade, avaliações individuais de desempenho, sucesso na entrega dos projetos e feedback de satisfação dos clientes.

Na primeira entrega de premiação do ano, foram anunciados os resultados obtidos com a novidade implantada e todos participaram de um evento comemorativo dos 14 anos da empresa com palestra da Coach Paula Boarin, com o tema Talento – Missão – Visão e Propósitos, para ampliar a consciência da equipe sobre propósitos pessoais e profissionais.

Sobre o evento, a coach Paula comenta: “É muito bacana quando somos chamados para desenvolver um conteúdo para eventos onde a empresa demonstra real interesse no desenvolvimento do colaborador. Isso a ACOM Sistemas faz muito bem! A proposta foi 100% desenvolvida para esse momento de celebração e conquista. E a ideia foi trazer um conteúdo que fosse útil integralmente para os colaboradores. A recepção foi ótima e a participação do grupo fez a diferença. ”

“Dinheiro a mais sempre é bom”, acrescenta o Desenvolvedor Eduardo Petti Costa, que elogia o fato de a direção da empresa mostrar atenção especial com a equipe. Mas ele também destaca o compromisso a cada novo projeto: “sinto que, agora, sou responsável pelos meus ganhos extras e dos outros colaboradores ”.

É o que também percebe o Analista de Implantação Humberto Largura Neto, que trabalha na ponta final dos projetos. “Procuro ser ainda mais proativo. O compromisso com o resultado é maior e isso motiva a equipe”, completa.

Flávia Alves, da área administrativa e financeira, acompanha o PPM no controle dos projetos e já nota uma nova visão: “todos se interessam pelo trabalho dos outros porque sabem que o resultado vem de um grupo que precisa estar unido e comprometido”.

Carlos Drechmer, Diretor Executivo da ACOM Sistemas, explica que já se percebe uma grande mudança de cultura. “O programa foi criado para aumentar o engajamento do time com foco prioritário no sucesso do contratante. Com o êxito dos projetos, tudo fica bom para a empresa, para os colaboradores e, principalmente, para os nossos clientes”, enfatiza.

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Liderança, diversidade e inovação tecnológica marcam os debates da 18ª edição do Congresso Anual do IBGC

Emílio Carazzai, do IBGC
Foto: Alexandre Machado

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) encerrou nesta terça-feira (03/10), em São Paulo, a 18ª edição de seu Congresso Anual. O evento teve um público formado, em grande parte, por líderes de algumas das empresas e instituições mais importantes do país. Aproximadamente, 720 pessoas compareceram ao congresso este ano.

Entre os diversos palestrantes e painelistas, estiveram presentes a consultora e especialista em diversidade, Rosalyn Taylor O’Neale; o ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Gávea Investimentos, Armínio Fraga; a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka; o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr.; o presidente do conselho da Petrobras, Nelson Carvalho; o CEO da Hering, Fábio Hering; o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Barbosa; o presidente da IBM Brasil, Marcelo Porto; e o antropólogo e professor da PUC-RJ, Roberto da Matta.

Sob o tema “Governança consciente: quando as regras não bastam”, o evento buscou apresentar propostas relevantes no cenário atual da sociedade, como a adoção das novas tecnologias e seus impactos no negócio e na própria governança das organizações.

Em seu discurso de abertura, o presidente do Conselho de Administração do IBGC, Emilio Carazzai, ressaltou os avanços que a governança corporativa obteve nos últimos anos, lembrando que o Brasil vem ganhando destaque nesse campo. “Poucos países travam uma batalha tão ampla e intensa pelo aperfeiçoamento das instituições, da regulação e da transparência quanto o Brasil”. Ele lembrou, ainda, alguns dos avanços recentes no país, tais como a criação da Lei Anticorrupção, da 5ª edição do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC, do Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas, recentemente absorvido pela regulação da CVM, e a reforma do Novo Mercado.

A importância da diversidade nas tomadas de decisão esteve entre os destaques. O tema foi apresentado pela norte-americana Rosalyn Taylor O’Neale, uma das mais renomadas especialistas no assunto em todo o mundo.

Com passagens por empresas como Campbell Soup e MTV e hoje atuando como principal consultora da Cook Ross, O’Neale tem mais 30 anos de experiência em liderança, conduzindo projetos com base no aprendizado em mais de 40 países nos cinco continentes. Entre suas principais conquistas, estão o Master of Social Work, pela Universidade de Louisville, e a inclusão na lista das 100 pessoas negras mais influentes dos Estados Unidos e das 100 mais influentes do ano na comunidade LGBT.

Em sua palestra, ela falou sobre os desafios quanto à preparação dos conselhos e das empresas no que diz respeito à diversidade e à inclusão, explicando que o sucesso de uma organização depende do quanto tais questões são debatidas entre a liderança. “Se o seu conselho não debate sobre o porquê de a diversidade ser importante, sua empresa não será bem-sucedida. A diversidade ganha valor quando você consegue trazer para a mesa de discussões algo que ninguém mais poderia”, explicou.

Também foram apresentados casos de sucesso de empresas que têm a governança atrelada à sua história bem-sucedida. Os primeiros deles foram apresentados no painel sobre novos modelos de organização, como nos casos das empresas Broota, Mãe Terra e Natura. Já o painel sobre governança em empresas centenárias mostrou os exemplos da Hering, da Klabin e do Grupo Severiano Ribeiro, dona da rede de cinemas Kinoplex.

Riscos cibernéticos, modelos de estruturação em compliance, ética, cultura, inovação, novas tecnologias, evoluções regulatórias, Novo Mercado, Código Brasileiro, Stewardchip Code e comitê de auditoria estiveram entre os outros temas debatidos no congresso. O evento contou, ainda, com uma homenagem ao ex-presidente da CVM e ex-conselheiro do IBGC, Luiz Leonardo Cantidiano, falecido em agosto deste ano.

Para a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa trouxe uma mudança significativa quanto à escolha dos assuntos discutidos no evento. “Pelo que ouvi dos participantes, os temas apresentados permitiram importantes reflexões sobre assuntos diversificados, atuais e com um perfil menos técnico, como Empresa B e Governança Consciente”, avaliou Bedicks.

Ela também destacou a importância do IBGC na condução da liderança das discussões apresentadas no congresso. “O IBGC, nesse congresso, buscou mais uma vez trazer temas de fronteira e tendências em governança corporativa. Felizmente, cumprimos essa missão com bastante êxito”, concluiu a superintendente.

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APM/DPM: a chave do sucesso para qualquer e-commerce

Por Amilton Navas, Territory Sales Manager da Dynatrace no Brasil

Vivemos na era da procura incessante, com acesso ilimitado à informação durante 24 horas por dia, 7 dias por semana. É também o frenesi do consumo, acentuado principalmente pela Internet. Percebendo o comportamento do mercado, empresas que antes dependiam de espaços físicos agora apostam nos negócios on-line, sobretudo o setor varejista. No Brasil, em 2016, foram cerca de R$ 53,4 bilhões em vendas pela Internet, um aumento de 11% em relação a 2015, com previsão de R$ 59,9 bilhões para 2017. O brasileiro é um dos campeões em consumo por meios digitais, fazendo com que organizações invistam na estratégia digital para expandir a receita. Mas a chave do sucesso para essa transformação se relaciona de modo direto à experiência do cliente.

Para alcançar e manter um bom desempenho nas vendas on-line é necessário fazer uso de soluções que entendam as necessidades dos modelos digitais e melhore a experiência do usuário. Nunca se esteve tão “on-line” como agora. Só no Brasil são mais de 200 milhões de celulares com acesso à internet, consumindo através de acesso web ou aplicativos específicos para smartphones. As ferramentas orientadas a Application Performance Management (APM) ou Digital Performance Management (DPM), por exemplo, são opções completas, que possibilitam aprimorar essas experiências virtuais, impulsionando a inovação e modernizando as operações.

Em uma era tão conectada como a nossa, existe cada vez mais a necessidade de uma abordagem focada no usuário para monitorar, analisar e otimizar a experiência do cliente com uma visão aprimorada de cada jornada de compra. Ao identificar as falhas das aplicações, a solução APM/DPM consegue rapidamente identificar a causa raiz do problema, reduzindo o tempo de resolução, garantindo vantagem competitiva às organizações no mercado atual.

Operar uma plataforma de comércio eletrônico sem foco no desempenho é um risco que os varejistas não podem correr, principalmente em momentos como Black Friday, Dia das Mães e Natal, onde o pico de acesso é na maioria das vezes uma surpresa. Uma solução básica de gerenciamento de incidentes não é suficiente para atender às necessidades do consumidor de hoje, que é imediatista, conhecedor, para não dizer especialista, de tecnologia e mídia social. Para prejudicar a imagem de uma empresa, basta uma única experiência ruim. Cito um exemplo para que possamos ter a dimensão da perda. Se um site estiver lucrando R$ 300 mil por dia, um atraso de um segundo para abrir uma página poderia custar à companhia R$ 7,5 milhões em vendas perdidas por ano.

Para se destacar das demais empresas e ir além das expectativas dos consumidores, as companhias devem se certificar de que são capazes de identificar de maneira imediata e precisa os problemas que ocorrem no ambiente de TI e que comprometem o desempenho digital. Saber agir diante de uma ocorrência garante uma boa experiência ao cliente e maximiza os lucros.

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Maior polo industrial de Santa Catarina ganha aceleradora de startups

Para sobreviver em um ambiente no qual surgem, em alta velocidade, novos modelos de negócios, tecnologias e concorrentes, as empresas necessitam da inovação. É crescente o número de negócios que buscam aproximação com ecossistemas de startups para fortalecer o processo de inovação e a construção de diferenciais competitivos.

Neles, criam-se oportunidades para todos os agentes. De empresas, empreendedores, investidores, universidades, incubadoras, centros de inovação até prestadores de serviços. Para aproximar todos esses personagens, está chegando ao mercado a Spin Exponential Business. Instalada em Jaraguá do Sul, ela tem como objetivo intermediar essa conexão e, assim, diversificar a matriz econômica da região e ajudar as indústrias do Norte Catarinense a serem mais competitivas.

Estimulando o surgimento e amadurecimento de negócios inovadores, a aceleradora vai receber startups nas mais diversas áreas de atuação. Um dos diferenciais é a metodologia “SPIN LD”. Baseada nos melhores modelos de aceleração de startups do Vale do Silício, nos Estados Unidos, ela tem sócios com experiência multidisciplinar no universo corporativo e de inovação, o que traz ainda mais credibilidade ao negócio.

Entre os vários parceiros, destaca-se o Stanford Research Institute, entidade reconhecida globalmente quando o assunto é inovação. A aceleradora conta, ainda, com especialistas e mentores de larga experiência. “É um espaço físico jovem e criativo que também tem investidores e empresários residentes”, explica o CEO e um dos idealizadores, Benyamin Fard.

De acordo com Fard, Jaraguá do Sul é uma referência em empreendedorismo no Estado e, por isso, foi escolhida para abrigar a Spin, que chega ao mercado como a primeira aceleradora de startups do maior polo industrial catarinense. “Temos como investidores empresários e family offices da cidade e vamos acelerar startups em ciclos de 12 semanas através de verticais alinhadas às demandas de grandes empresas da região Norte de Santa Catarina”, complementa.

Programas

A Spin oferecerá programas de aceleração alinhados com a busca por inovações corporativas. Nelas, as startups são orientadas às demandas reais e específicas de corporações. Assim, é possível rápida validação do modelo de negócio, das provas de conceito, da prototipagem e da transformação do MVP em um negócio exponencial.

Nos mesmos programas, corporações encontram uma estrutura criativa e com condições ideais para fazer os projetos de inovação crescerem exponencialmente no menor tempo possível através de startups. Por fim, como resultado do programa de aceleração, são ofertadas as melhores oportunidades de startups a investidores em busca de diversificação de portfólio.

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Unisys anuncia Eduardo Almeida como VP e Gerente Geral para América Latina

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a contratação de Eduardo Almeida como Vice-presidente e Gerente Geral para a América Latina. Nesta função terá a responsabilidade de liderar e expandir os negócios da Unisys na região, que representa atualmente 10% das receitas globais da companhia. Eduardo está baseado em São Paulo e reporta-se diretamente a Eric Hutto, VP Sênior e Presidente Global de Enterprise Solutions.

O executivo traz mais de 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, tendo atuado em ambientes multiculturais e também em projetos internacionais, em países como Brasil, México, Colômbia, Argentina, Chile, Peru, entre outros. Em sua carreira acumula passagem de destaque pela Cisco, onde atuou por 19 anos em funções executivas, tendo liderado áreas como vendas, marketing, serviços e canais para a região da América Latina. Eduardo também comandou por quase dois anos as operações da Extreme Networks no Brasil e Cone Sul. Mais recentemente, exerceu a função de diretor-geral de vendas da Genesys.

Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Mackenzie e com Especialização em Marketing e Estratégia de Negócios pela FIA (Fundação Instituto de Administração), Eduardo possui ainda MBA em Gestão de Negócios pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

“Estamos orgulhosos de trazer o Eduardo para liderar nossa equipe da Unisys na América Latina enquanto nos esforçamos para alcançar o alto potencial de crescimento que a região oferece”, comenta Eric Hutto. “A carreira de Eduardo é marcada pelo seu sucesso e capacidade de desenvolver e liderar seus times, enquanto suas equipes podem concentrar-se intensamente no sucesso do cliente. Seu foco será na construção de relacionamentos de longo prazo com clientes e parceiros para alavancar o portfólio de produtos e soluções da Unisys. Eduardo e sua equipe ajudarão nossos clientes a alcançarem o resultado que mais almejam: sucesso em seus negócios através da transformação digital”, finaliza.

“Estou bastante entusiasmado em ingressar na Unisys, uma empresa cuja trajetória na região de quase 100 anos e os relacionamentos estratégicos desenvolvidos com clientes a posicionam de forma diferenciada no mercado de TI, no qual tecnologias de data analytics, cloud, serviços gerenciados e a proteção contra ameaças cibernéticas se fazem cada vez mais presentes e demandam relações estratégicas entre as organizações”, comenta Almeida. “Esse dinâmico cenário de mercado aliado a nosso conhecimento e propriedade intelectual nas mais diversas verticais de indústria reforçam minha convicção de que temos uma extraordinária oportunidade na América Latina em conduzir a companhia rumo a uma jornada de crescimento e expansão”.

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Bank of Montreal, CaixaBank, Commerzbank, Erste Group, IBM and UBS collaborate to advance an open, blockchain-based trade finance platform

Bank of Montreal (BMO), CaixaBank, Commerzbank and Erste Group have joined an initiative launched by UBS and IBM (NYSE: IBM) in 2016 to build a new global trade platform based on blockchain technology. This new platform, called Batavia, will be built to be openly accessed by organisations of all sizes anywhere in the world, and built to support trade finance for transactions across all modes of trade, whether goods are being transported by air, land or sea.

Batavia advances the work initiated by UBS and IBM to develop a trade finance platform built on the IBM Blockchain Platform powered by the Hyperledger Fabric Blockchain framework. The development work is being done collaboratively by the five banks and IBM in consultation with transportation industry experts as well as the banks’ customers to ensure that the platform is flexible and intuitive for customers and can be commercialized. Batavia is targeting pilot transactions with customers on the network in early 2018 to test and refine the platform.

Designed to support more efficient, transparent and cost effective transactions, the new global trade financing platform will help organizations more easily build multi-party, cross-border trading networks worldwide. Batavia will allow transacting parties to view the progress of a shipment as it leaves the warehouse, is loaded onto a plane, truck or boat and arrives at the receiving port, automatically releasing payments incrementally along each step of the process.

The platform will help connect participants in a trading network, delivering the potential to transform global trade. The open nature of the platform, which encourages broad participation by many banks, vendors and regulators, will also help open new trade corridors, bring new players into the market and expedite processes that before were prohibitively time-consuming and expensive.

Traditionally, trading partners, including buyers, sellers, their banks, transporters, inspectors and regulators have relied on large volumes of paper based documentation to securely conduct trade transactions. This process can take up to weeks, incurring costs, making data vulnerable to errors due to repeated manual reprocessing and tying up capital. Delays and lack of transparency in trade can make it difficult for companies to access financing, limiting their ability to trade across borders and grow revenues. The Batavia platform will eliminate the necessity to handle and compare documents, allowing buyers, sellers and their banks to execute transactions with a high degree of efficiency and transparency.

Blockchain enables greater transparency by digitising agreements entered into a permanent, immutable ledger that all involved parties in a trade transaction can view. The status of a contract until its fulfilment is updated automatically through IoT sensor data or user input. Batavia will save users time and reduce costs by ensuring the integrity of data as it changes hands, reducing third-party verification processes and minimising the potential for errors, tampering or disputes. When all participants in a transaction can access a shared version of the truth, they can interact with greater trust, building larger and more distributed networks, and in turn, growing revenue.

Bank of Montreal
“BMO takes great pride in being a leader in trade and supply chain finance innovation. Our objective is to deliver simple and efficient solutions founded on technology that delivers cost, efficiency and risk benefits to our clients and the bank,” said Jeffrey Shell, Managing Director and Head of Global Trade & Banking at BMO. “We are very excited to participate in this initiative and sense the development of real, positive outcomes for our clients in North America and around the world. As a partner in Batavia we are strengthening our ability to remain highly relevant to our clients as the financial services industry continues to evolve.”

CaixaBank
Jordi Fontanals, CaixaBank Chief Operating Officer, said: “At CaixaBank we operate a fully customer-centric innovation model, using technology and creating original products to support individuals and businesses alike. Harnessing blockchain technology offers enormous potential for driving digitization, but more importantly it paves the way for international projects in collaboration with multiple partners, with these being created and designed to serve our customers. Batavia is a prime example of this, allowing us to bolster the foreign trade services that CaixaBank provides to its clients with commercial operations around the world”.

Commerzbank
Bernd Laber, Group Executive Trade Finance & Cash Management, Commerzbank AG said: “Commerzbank processes around 30% of German foreign trade and a significant share of European foreign trade activities. As a strong partner for international trade finance, we assist our clients with premium solutions as well as in mitigating risks. With this collaboration and the envisaged platform, we strive to be at the forefront of exploring modern technology in the digital transformation of international trade finance processes.”

Erste Group
“Erste Group is committed to implementing innovations that provide our clients with greater transparency, efficiency and utility in the pursuit of their business and financial interests. By transforming the processes in international trade financing, the Batavia platform promises to boost foreign trade, thus also strengthening a key prosperity-promoting pillar of the economies in our region, Central and Eastern Europe,” said Patrick Götz, Head of Corporate Flow Products at Vienna-based Erste Group Bank AG.

IBM
“In working with hundreds of clients to implement blockchain solutions, financing global trade has emerged as one of the use cases most in need of innovating,” said Fabio Keller, IBM project lead. “Targeting the creation of large, global, multi-modal networks that bring transparency and trust to each step of the trade process is what makes Batavia a platform with so much potential to transform the way companies around the world do business with one another.”

UBS
“Today, the process of securing and financing trade is highly cumbersome for corporates,” said Beat Bannwart, Head Strategic Innovation & Market Development, Corporate & Institutional Clients at UBS. “Through working closely with our clients, we aim to innovate their user experience through a simple, digital and automated way of arranging, securing and financing their international trade transactions by leveraging new technology and creating an open ecosystem.”

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Samsung Pay expande serviço para novos parceiros

A Samsung, com o objetivo de expandir cada vez mais seu sistema de pagamentos móveis, amplia sua parceria com a Visa e a Mastercard, duas das principais bandeiras de cartões do Brasil. A partir de agora, o Samsung Pay passa a atender também portadores de cartões Visa emitidos pelo banco Neon, assim como Mastercard para os clientes da Porto Seguro Cartões.

Lançado no Brasil em julho de 2016, o Samsung Pay disponibiliza aos usuários uma nova maneira de efetuar pagamentos*. Com o uso da tecnologia NFC e MST, esta última exclusiva da Samsung, nos smartphones compatíveis**, os consumidores contam agora com mais uma alternativa prática para suas transações, podendo realizá-las de maneira rápida, prática e segura em todos os estabelecimentos do país.

“As novas parcerias mostram nossa busca constante para expandir as possibilidades dentro do Samsung Pay. Nosso intuito é tornar o serviço cada vez mais acessível aos usuários, para que possam usufruir dos benefícios e vantagens disponíveis no sistema”, afirma Paulo César do Nascimento, executivo responsável pelo Samsung Pay no Brasil.

“Somos uma empresa de tecnologia que promove serviços financeiros. Nosso mindset é de sempre trazer o que há de mais prático e inovador para simplificar a vida de nossos usuários. Essa parceria com a Samsung só reforça nosso posicionamento” diz Alan Chusid, diretor de novos negócios do Neon.

“A Mastercard coloca o consumidor no meio da experiência, dispondo a ele soluções simples, seguras e inteligentes de pagamento. O aprimoramento do Samsung Pay é um desdobramento dessa proposta, uma vez que oferece aos clientes uma experiência de alto nível. Agora, os portadores dos cartões Mastercard Porto Seguro contam com a possibilidade de terem um dia a dia mais descomplicado e, ao mesmo tempo, seguro, já que nossos pagamentos são devidamente tokenizados com a tecnologia Mastercard Digital Enablement Service (MDES). Portanto, trata-se de mais uma evolução que, além de simplicidade, traz mais eficiência à cadeia de pagamentos”, declara Valério Murta, Vice-Presidente de Produtos e Soluções da Mastercard Brasil e Cone Sul.

“Nossa abordagem à inovação baseia-se na colaboração com empresas como a Samsung que por meio do Samsung Pay se empenha para melhorar a experiência dos consumidores, das instituições financeiras e dos estabelecimentos comerciais. Os clientes do Neon ganham com a conveniência do pagamento contactless e, principalmente, com a segurança do Visa Token Service (VTS), ferramenta que substitui informações importantes como os 16 dígitos do cartão, data de validade e código de segurança por um identificador digital único”, conta Alessandro Rabelo, diretor de Produtos da Visa do Brasil.

Para os consumidores, após o cadastramento e validação de um ou mais cartões no aplicativo, o processo de transação é muito simples. Basta abrir o Samsung Pay no momento da compra, selecionar o cartão desejado, validar o pagamento com a impressão digital e aproximar o celular da máquina. Os usuários da linha Galaxy S8 podem ainda validar por meio da íris do dono do cartão, previamente registrada no smartphone. Assim, de forma rápida e segura, é possível pagar sem o uso do cartão físico.
Para mais informações sobre todos os cartões elegíveis no Samsung Pay, acesse https://www.samsung.com.br/samsungpay/ e https://news.samsung.com/br/.

*Disponível para os cartões pré-estabelecidos de uma das instituições emissoras parceiras – Banco do Brasil, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Banco Intermedium, Porto Seguro Cartões, Santander e Neon, além das bandeiras Visa e Mastercard.

**O serviço está disponível para todos os consumidores brasileiros que possuam um dos smartphones compatíveis com o serviço – Galaxy S8, Galaxy S8+, Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S6***, Galaxy S6 edge***, Galaxy S6 edge+, Galaxy A9, Galaxy A5 (2016 e 2017) e Galaxy A7 (2016 e 2017), Galaxy Note 5 e que possuam os cartões pré-estabelecidos de uma das instituições financeiras parceiras – Banco do Brasil, Brasil Pré-Pagos, Banrisul, Bradesco, Banco Intermedium, Porto Seguro Cartões, Santander e Neon.

***Somente via NFC.

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Telit fecha parceria com Wind River para acelerar a adoção de IoT em indústrias

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia sua colaboração com a Wind River, uma companhia da Intel, para promover a aceleração da Indústria Internet das Coisas (IIoT). A partir dessa união de forças, as duas empresas visam reduzir as complexidades da gestão de dispositivos IoT, auxiliando empresas a notarem de forma rápida e segura os benefícios da solução completa para o segmento industrial.

A Wind River está utilizando a plataforma de tecnologia IoT da Telit para suas soluções de gestão. A versão mais recente do Wind River Helix Device Cloud facilita a obtenção por empresas de dados on-premise ou na nuvem, fornecendo análises aprimoradas do sistema, além do gerenciamento remoto de dispositivos. Ao possibilitar aos usuários agregar e performar atividades computacionais, o Device Cloud apoia o uso de informações de inteligência de negócios para proteger investimentos, utilizar a infraestrutura, melhorar processos e gerar novos fluxos de receita.

Por mais de 30 anos, o software Wind River tem ajudado Por mais de 30 anos, o software Wind River tem garantido potência aos considerados mais seguros dispositivos do mundo. O portfólio abrangente da solução em nuvem da empresa continua a evoluir, capacitando uma grande variedade de casos de uso de IoT em segmentos de mercado de infraestrutura críticos, como aeroespacial, defesa, industrial, médica, redes e transporte.

A Telit se concentra no desenvolvimento das melhores soluções IoT e no estabelecimento de parcerias com instituições inovadoras nos mais diversos segmentos. Nos últimos 15 anos, ela criou uma plataforma IoT abrangente que atende às necessidades de OEMs, empresas e prestadores de serviços em todo o mundo. A plataforma deviceWISE oferece um conjunto incomparável de gerenciamento de conectividade, gerenciamento de dispositivos, gerenciamento de dados, nuvem, aplicações e conectores prontos para uso que reduzem o risco e o tempo de mercado para conectar “coisas a aplicativos”, coletando , gerenciando e analisando dados críticos do dispositivo.

“Telit e Wind River vêem uma oportunidade de milhões de conexões na plataforma para os próximos anos e, através desta colaboração, a Wind River conseguirá oferecer uma plataforma pré-construída para o desenvolvimento e implantação de soluções IoT de dispositivos para nuvem que permitam aos clientes transformar digitalmente seus negócios”, diz Yosi Fait, CEO interino da Telit.

“A colaboração entre as empresas vai acelerar a entrega de soluções IIoT para o mercado global, testemunho do verdadeiro valor do ecossistema”, afirma Keith Shea, Gerente Geral da Helix IoT Solutions da Wind River. “Juntos, nós estamos atentos sobre as necessidades de indústria mais observadas em nossos clientes, que conhecem as soluções IoT como necessárias para aumentar a competitividade de seus produtos e serviços”.

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Microsoft Brasil anuncia Fabio Costa como vice-presidente comercial

A Microsoft Brasil anuncia a contratação de Fabio Costa para ocupar a vice-presidência comercial com foco em grandes empresas. Nos últimos cinco anos, Costa foi presidente da VMWare no Brasil, obtendo resultados notáveis como ter feito a operação brasileira ​ser reconhecida como a melhor do mundo em 2014, e levado a empresa à segunda colocação do Great Place to Work em 2017. Em 25 anos de carreira, principalmente na área de tecnologia, ocupou posições de alta liderança no Grupo O Estado de São Paulo, Oracle, IDC Brasil, TNext (Oi) e IBM Consulting. “Fabio traz para a Microsoft uma forte experiência em gestão, vendas e serviços, desenvolvimento de negócios e conhecimento dos novos modelos de tecnologia em nuvem, além do foco em clientes, fatores críticos para a evolução de nosso negócio no Brasil”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

Costa é formado em Processamento de Dados pela PUC/RJ, e possui PhD em Administração de Empresas pela mesma instituição. Além disso, cursou o General Management Program da Harvard Business School. “Estou orgulhoso de me juntar à Microsoft e de ter a oportunidade de trabalhar com o time responsável pelas incríveis mudanças pelas quais a empresa vem passando nos últimos anos”, diz.

O anúncio está em linha com o constante foco na evolução do modelo de negócios, com a nova cultura e com o momento positivo e de grande transformação da empresa, com a missão de empoderar pessoas e organizações a fazerem mais com tecnologia.

Fonte: Microsoft Brasil

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Saúde: cinco vantagens em adotar serviços digitais

Já pensou em marcar uma consulta médica escolhendo a localização, valores e o especialista em apenas alguns cliques? A ideia pode parecer muito diferente, mas com a vinda da tecnologia se tornou uma ótima opção para aqueles que buscam um serviço médico, mas têm dificuldades em arcar com os custos de um plano de saúde privado e dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto está se tornando cada vez mais popular, pois a geração atual utiliza da tecnologia para otimizar o tempo e adquirir serviços cada vez mais personalizados.

Para Vitor Moura, CEO da startup Vida Class, plataforma digital que une paciente e médico por geolocalização, também ajuda a diminuir as filas do SUS, onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Confira abaixo cinco vantagens listadas pela Vida Class de marcar uma consulta por uma plataforma online:

Autonomia

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. Acontece uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiados pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

Capacidade de refinar a pesquisa

É possível escolher filtros que incluem raio de distância, consulta/ exame, cidade/estado, além disso, a plataforma disponibiliza todos os tipos de consultas exceto cirurgias de alta complexidade. A Vida Class oferece procedimentos ambulatoriais, consultas, tratamentos odontológicos, fisioterapia, psicologia, nutrição, fonoaudiólogos, dermatologia estética e outros serviços relacionados à saúde e com baixa ou nenhuma complexidade. O usuário também pode usufruir de vacinas e exames ambulatoriais de análises clínicas e imagens como ultrassonografia, mamografia, tomografia, ressonância magnética, entre outros.

Facilidades ao médico

A plataforma também é interessante para o médico, porque ele recebe o valor completo da consulta. O aplicativo se baseia em um serviço democrático para todas as partes. A Vida Cass não define o valor que os médicos vão cobrar, parte deles definir quanto será o preço da consulta, mas recomenda que o custo disponível na plataforma seja o mais atrativo possível.

Facilidades ao consumidor

Além de oferecer serviços à mão, a plataforma disponibiliza que os usuários parcelem a consulta em até 12 vezes. A Vida Class apresenta opções de pagamento mais flexíveis, porque assim o usuário que não tem como pagar toda consulta, mas precisa dela urgentemente, pode realiza-la sem se preocupar com o bolso.

Descontos em medicamentos

Outra vantagem que a plataforma leva ao consumidor são os descontos em diversos medicamentos. Além do usuário encontrar um serviço médico de acordo com suas necessidades, ele tem a opção de assinar a Vida Class Farma, que possibilita acesso a descontos em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com abatimentos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil.

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Volvo e Embratel demonstram carro conectado na Futurecom

A Embratel demonstrará na Futurecom 2017 carro conectado da Volvo com uso de suas soluções de Internet das Coisas (IoT). No evento, estará em demonstração um automóvel inteligente semelhante aos milhares de carros que já estão em circulação nas ruas brasileiras, utilizando um dos mais modernos sistemas de gerenciamento do mundo.

“A Volvo oferece em seus carros a última palavra em tecnologia”, diz Ney Acyr Rodrigues, Diretor de Negócios de IoT da Embratel, destacando que a Embratel já é reconhecida como um dos principais fornecedores de solução de Internet das Coisas para carros conectados do Brasil. Segundo ele, o sistema de IoT garante mais agilidade e segurança para os clientes da Volvo que contam com funcionalidades inteligentes e acesso a dados essenciais sobre o funcionamento de seus veículos.

A transmissão de dados do SIM Card da Embratel para a central de atendimento 24 horas permite o monitoramento do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, interrupção remota em caso de furto ou roubo e até travamento de portas à distância.

“A Volvo está muito feliz com a parceria com a Embratel. Escolhemos a Embratel para operar no Brasil a nossa ferramenta global de carros conectados devido à qualidade de sua infraestrutura, suas tecnologias de ponta e equipe especializada. A solução de IoT utilizada em nossos carros conectados agrega maior valor final ao nosso produto e permite a maior satisfação de nossos clientes, com serviços inteligente e atendimento diferenciado em situações de emergência. Continuaremos trabalhando para expandir essa parceria e desenvolver novas soluções que garantam mais praticidade e bem-estar para nossos consumidores”, diz Leandro Teixeira, Diretor de Marketing Volvo Cars Brasil.

A solução de IoT para carros conectados da Volvo permite também que o motorista tenha acesso a informações importantes pelo aplicativo do celular ou pelo relógio (Smartwatch). É possível saber a localização exata do automóvel, travar e destravar remotamente as portas, acionar o ar-condicionado e verificar informações sobre o painel do carro como últimas viagens realizadas, temperatura dentro do veículo e volume do combustível. Dados essenciais para o bom funcionamento e manutenção do automóvel também podem ser coletados por SIM Cards e disponibilizados via aplicativo, como calibragem dos pneus e volume de óleo.

Além do gerenciamento inteligente e seguro, a solução de IoT para carros conectados garante maior agilidade no atendimento em caso de panes ou acidentes. Caso seja necessário acionar a assistência técnica, a localização do veículo pode ser identificada por sistema, assim como a realização de um diagnóstico prévio para agilizar o reparo. Em caso de acidente com acionamento de airbags ou ativação dos pré-tensionadores dos cintos de segurança durante uma colisão, o centro de emergência recebe um alerta automático para atendimento imediato.

“Acreditamos que a tecnologia de IoT será um importante componente na transformação digital das empresas e a Embratel está pronta para ajudar as organizações no processo de transição rumo ao próximo nível de seus negócios”, afirma o Diretor de Negócios de IoT da Embratel, destacando que as ofertas de IoT podem ser utilizadas por todos os segmentos da indústria, além do automobilístico.

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Regulação do Bitcoin avança em alguns países enquanto outros o proíbem

Com o crescimento da adoção do Bitcoin no mundo, diversos governos e instituições passaram a pensar em formas de como controlar o uso das moedas digitais. Alguns países se destacaram nos últimos meses. O MercadoBitcoin.com.br fez um resumo da situação de cada país.

China – O governo encaminhou um documento para as corretoras de moedas digitais do país formalizando a suspensão das negociações do Bitcoin e das outras moedas digitais na China . Essa ação gerou impacto no mercado de criptomoedas mundiais, mas foi menor do que se esperava.

No MercadoBitcoin.com.br – site que faz a intermediação da compra e venda de moedas no Brasil – o preço do Bitcoin saiu de R$ 19.000 reais para R$ 11.500 reais no começo de setembro, depois começou uma recuperação, sendo negociado hoje na faixa dos R$ 14.000 reais.

Venezuela – Desde o início do ano, há rumores de que o governo Venezuelano está bloqueando o uso de bitcoins e a mineração da criptomoeda. Porém, a população continua fazendo uso da moeda, que tem se tornado uma alternativa para a negociação das necessidades básicas, como alimentos.

Cingapura – A Autoridade Monetária de Cingapura (MAS) divulgou que irá formalizar a negociação de criptomoedas sob a regulamentação de valores mobiliários do país. Porém, neste mês de setembro, os bancos locais encerraram as contas bancárias de todas as corretoras de moedas digitais e startups de blockchain do país.

Japão – O país regulamentou o bitcoin em 1 de maio de 2017 e segue firme na implementação. A FSA (agência fiscalizadora de serviços financeiros) já liberou licença de operação para 11 Exchanges em setembro.

Suíça – Mantém sua regulação mais branda, estimulando a experimentação e inovação pelas fintechs. Estão também incentivando que empresas possam fazer operações semelhantes a crowdfundings usando a tecnologia das moedas digitais. Esse tipo de operação é conhecida como ICO (Initial Coin Offers) e já atingiu 2 bilhões de dólares captados em 2017.

Brasil – Continua com o projeto de lei que discute a regulação do Bitcoin e outras moedas digitais junto com programas de pontos de milhagem.

“A ampliação dos mercados de moedas digitais e ICOs estão gerando discussões sobre como pode ser possível estimular invocação e ao mesmo tempo proteger os consumidores”, diz o CEO do Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista.

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Desempregômetro e Empregômetro estão no ar

Com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira quanto ao drama do desemprego, bem como promover ações para sua redução, acaba de ser lançado o site Contrate 1 Desempregado. Nele, estão disponíveis duas novas ferramentas: o Desempregômetro e o Empregômetro.

No parecer de alguns dos idealizadores do projeto, o presidente do conselho superior e coordenador de estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, e da diretora administrativa do escritório Amaral e Yazbek Advogados, Jussara do Amaral, o Contrate 1 Desempregado tem como propósito reduzir os altos e históricos índices de desemprego no Brasil, que hoje atingem mais de 13 milhões de pessoas de norte a sul do País. “Nossas ações visam sensibilizar a sociedade de que o desemprego é um problema de todos e não somente daqueles que vivem esta dramática situação. Neste sentido, buscamos empresas parceiras e solidárias que disponibilizem oportunidades de recolocação profissional no mercado de trabalho”, afirma Gilberto Luiz do Amaral.

A ação é social, gratuita, voluntária, apartidária e sem fins lucrativos atua nas seguintes áreas: captação de currículos e de vagas; capacitação técnica; treinamento; coaching; assessoria para recolocação; apoio jurídico; voluntariado; empreendedorismo; geração de renda; e parcerias solidárias.

Como funciona?

No site Contrate 1 Desempregado, a pessoa que está procurando emprego faz seu cadastro através do preenchimento detalhado dos formulários específicos, narra sua história, bem como o momento atual de sua vida, relativo à situação de desemprego.

Por outro lado, as empresas parceiras e apoiadoras da iniciativa cadastram vagas de trabalho de acordo com os requisitos para a função e exigências de perfil de cada cargo. O sistema do Empresômetro – Inteligência de Mercado fará a mineração de dados identificando o perfil dos candidatos e uma análise prévia, cruzando com informações de perfil das vagas, além de uma análise criteriosa das histórias relatadas. Essas tarefas serão realizada por um comitê de especialistas em contratação de pessoal. O próximo passo é indicar e encaminhar o candidato à participação nos processos seletivos.

“Apesar da crise, 750 mil empresas apresentam lucros consistentes que lhes permitem a contratação, em média, de 10 desempregados. Se isso acontecesse reduziria em 7,5 milhões o número de pessoas sem trabalho. As recentes mudanças na legislação trabalhista, com a flexibilização das leis do trabalho e das formas de contratação, por exemplo, retiram algumas justificativas para os empreendedores não abrirem vagas. O capitalismo moderno exige que a empresa além do lucro, se preocupe com o social e o ambiental, o tripé da sustentabilidade”, ressalta Jussara do Amaral.

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