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Uber: nenhuma articulação política acabará com a economia colaborativa – Por Gabriel Rossi

O transporte remunerado individual de passageiros aberto ao público é atividade privativa do profissional taxista, inclusive quando a conexão entre usuários e motoristas ocorrer por meio de plataformas digitais”. Esse texto que remete a um verdadeiro retrocesso, fazer parte de uma proposta alternativa que visa deixar a legalização do UBER, somente para as esferas municipais.

Porém, deixando de lado o que pode ou o que não pode, ou o que é ou não direito de uma determinada classe, quero fazer um convite para um tópico que transcende essa questão, que é a necessidade do consumo, ou seja, o que as pessoas querem. Em minhas aulas que ministro na ESPM, afirmo que nenhuma marca, projeto, classe ou empresa é maior do que o mercado.

O Uber pode até acabar no Brasil, mas a ideia, formato e a necessidade por serviços bons e que atenda a todos os bolsos, não acabarão. Surgirão outros serviços provenientes da economia colaborativa para atender as mais novas necessidades de consumo.

Infelizmente, políticos estão mostrando total miopia ao mercado e ao comportamento do consumidor contemporâneo, literalmente estão tampando o sol com a peneira. Em meio a este cenário, cabe uma reflexão: Por qual razão nenhuma articulação política acabará com a economia colaborativa?

A tendência veio para ficar, especialmente porque é regida por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

Os taxistas ainda não perceberam que o aplicativo não deve ser considerado um inimigo. E, sim, um bom exemplo desta revolução do consumo. Em resposta ao rápido e feroz crescimento do aplicativo Airbnb, maior plataforma de aluguel de casas, apartamentos, sem ter um imóvel se quer, a rede de hotéis Marriot, embora presente em um mercado completamente distinto, deve servir como exemplo.

Ao invés de lutar contra o fenômeno, a marca agiu de forma inteligente. Ela credenciou com o selo Mariott casas de pessoas que alugavam um quarto e indicou clientes provenientes do programa de lealdade que a rede cultiva. No final de tudo, a rede negociou algo em entre 10% e 20% de participação no revenue do locatário do quarto.

Um mercado está surgindo. A ruptura continua. Empresas e profissionais ainda podem escolher em qual lado da história querem estar. E aí se incluem os taxistas. Fazer parte dessa revolução repensando modelos de negócios e fomentando essas iniciativas (encontrando uma denominador comum para o tipo de retorno que espera) ou assistir de camarote e provavelmente serem guilhotinados? É um caminho sem volta.

A briga está apenas começando.

Gabriel Rossi, palestrante profissional em marketing, estrategista especializado na construção e no gerenciamento de marcas e reputação e diretor-fundador da Gabriel Rossi Consultoria.

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Algar Ventures divulga empresas selecionadas para o programa de aceleração em parceria com Endeavor

A Algar, por meio de sua iniciativa de Corporate Venture Capital – Algar Ventures, acaba de selecionar as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses. As 15 selecionadas são: Newatt, Home Agent, Sensedia, Skore, Altave, Beblüe, Lean Survey, Nama, Cobli, Systax, BlueSol, Sensix, SmartMEI, LivUp e Guichê Virtual.

As escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar, da Endeavor e dos fundos Canary, monashees e Astella. O objetivo do programa, chamado Algar Ventures Open e que foi lançado em dezembro do ano passado, é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo e de suas frentes. O programa também pode identificar, nas scale-ups selecionadas, potenciais fornecedores para as empresas Algar.

Os critérios de seleção foram baseados em: oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, track tecord da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados. As três partes (Endeavor, Algar e Fundos) farão o trabalho de mentoria e auxílio na superação de seus desafios de crescimento através de indicadores definidos na fase de Diagnóstico.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo Algar, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

As mentorias acontecerão presencialmente, em São Paulo, e de forma online, de acordo com a demanda e os acordos entre mentores e acelerados. O programa terá o custo de R$ 3 mil para cada empresa participante, com foco nos gastos operacionais da iniciativa.

Conheça as selecionadas do Algar Ventures Open

Altave: Indústria aeroespacial que desenvolve veículos mais leves que o ar

Beblüe: Fintech de pagamentos agregada a ferramenta de fidelização de clientes baseada no cashback

BlueSol: Treinamentos online e presenciais para capacitação técnica de profissionais de energia solar

Cobli: Tecnologia de gestão de frota

Guichê Virtual: Marketplace de compra e venda de passagens rodoviárias

Home Agent: Primeira empresa do Brasil que opera atendimento ao cliente 100% em home office

Lean Survey: Crowdsourcing para transformar usuários de smartphone em pesquisadores

LivUp: E-commcerce de alimentos prontos congelados

Nama: Plataforma de comunicação com produtos para conversas automatizadas, através de IA e Deep Learning: chabot

Newatt : Solução em gestão de energia elétrica baseada em hardware e software

Sensedia: Plataforma para design, segurança e gerenciamento de APIs

Sensix: Utilização de tecnologias disruptivas para agricultura

SmartMEI: Contador e banco mobile para MEI (microempreendedores individuais)

Systax: Base de dados com as regras lógicas de tributação, aplicadas as operações

Skore: Plataforma inovadora para treinamentos e engamento

Algar Telecom seleciona três startups para aceleração

Em outro programa de Aceleração, operado pela ACE, entre 86 inscritas e 12 finalistas, a Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, selecionou três startups para a segunda turma do seu Programa de Aceleração, operado pela ACE (ex-Aceleratech).

Foram selecionadas:

Linkest, do Rio Grande do Norte, que é uma ferramenta online para organização de links relevantes e confiáveis, que facilita a localização do conteúdo salvo.

Tranpo, de São Paulo, é uma plataforma (web + app) que conecta empresas a profissionais qualificados para execução de serviços de campo.

N2B, também de São Paulo, é especializada em nutrição empresarial e oferece às áreas de recursos humanos das empresas um programa de nutrição completo para os colaboradores.

A aceleração das três startups terá início no dia 6 de abril em São Paulo, com duração de 4 a 10 meses, dependendo do nível de maturidade da startup. Serão aplicados diversos serviços de suporte para alavancar os negócios, além de R$ 150 mil de investimento direto.

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Twitter anuncia parceria global para fornecer métricas de campanhas de vídeo

O Twitter anuncia hoje (10) novas parcerias globais com fornecedoras de métricas líderes de mercado para permitir a medição do alcance das campanhas de vídeo no Twitter. Com a participação da Moat (@moat), Integral Ad Science (@integralads), Nielsen DAR (@Nielsen), e comScore vCE (@comScore) será possível comparar métricas de atenção e visibilidade de vídeo em todos os canais, além de medir a mídia publicada na plataforma por meio de auditoria.

Com o objetivo de diminuir os desafios que as marcas ainda têm no meio digital, o Twitter investiu para oferecer aos anunciantes informações qualificadas sobre o impacto que as campanhas publicitárias de vídeo têm na plataforma em três eixos – influência que a publicidade teve no público alvo; ação resultante que a mídia teve em relação aos usuários; e alcance das mensagens para a audiência certa.

As empresas Moat, credenciada pelo Conselho de Avaliação de Mídia dos EUA (MRC), e a Integral Ad Science (IAS) serão responsáveis por métricas de ação e influência. Elas permitirão que profissionais entendam se os anúncios de vídeo são vistos por humanos e comparem métricas de visibilidade e atenção em relação a outros canais utilizados na mesma campanha. Entre as impressões de vídeo que a Moat mediu no Twitter, concluiu-se que mais de 99% das campanhas foram vistas por pessoas.

Já a Nielsen e a comScore terão o foco em alcance e fornecerão verificações da audiência de mídias presentes no Twitter. Será possível checar se os anúncios em vídeo no Twitter atingiram o público alvo da campanha.

Para medir campanhas de anúncios em vídeo usando Moat, IAS, Nielsen DAR ou comScore vCE, basta entrar em contato com um representante de conta do Twitter. Tanto a Moat quanto a IAS estão disponíveis globalmente. A Nielsen estará disponível nos EUA e em mais de 20 mercados internacionais e, no momento, a ComScore vCE estará disponível apenas para anunciantes dos EUA. Para mais informações, acesse a central de ajuda.

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Duratex desenvolve aplicativo de coleta de ponto para colaboradores da área Florestal Botucatu

A Duratex acaba de desenvolver uma solução inovadora que facilitará o dia a dia dos colaboradores da unidade Florestal Botucatu que atuam no campo. A partir de agora, eles passam a registrar a entrada e a saída do trabalho por meio de um aplicativo instalado em smartphones fixados nos veículos, ônibus e vans que os levam até a floresta.

Os aparelhos fazem a leitura do crachá de cada colaborador quando ele chega para trabalhar e no momento do retorno para casa. Com a nova tecnologia, os dados são transmitidos automaticamente para a área de Recursos Humanos e incluídos no sistema de gestão da Duratex.

No passado, as informações dos funcionários eram consolidadas em um coletor portátil e descarregadas, manualmente, a cada 15 dias por um profissional da área de RH. Este procedimento, além de possuir um alto custo de manutenção, demandava um tempo extra e era passível de erros nos resgates dos dados coletados. “Com o novo Coletor de Ponto, conseguimos reduzir a carga de trabalhos administrativos, mitigar equívocos de digitação e integrar automaticamente os dados colhidos ao nosso sistema. Nossas unidades florestais são muito extensas, precisávamos inovar para facilitar o dia a dia dos colaboradores”, conta Daniel Moraes Pessoa, especialista de Processos de Negócio e Tecnologia da Duratex.

A equipe de RH também deixa de realizar o procedimento manualmente e ganha mais eficiência. Os gestores florestais ajustavam o ponto dos colaboradores somente a cada quinze dias, devido ao recebimento de dados, agora os gestores podem fazer as tratativas semanalmente.

A solução também foi implementada em outros locais de operação da empresa. No total, 90 smartphones foram instalados nas unidades Florestais Botucatu, Agudos, Lençóis Paulista e Itapetininga, localizadas no Estado de São Paulo, e Uberaba e Nova Monte Carmelo, em Minas Gerais.

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Delivery de comida: por que apostar nos marketplaces? – Por Bruna Rebello

Há pouco mais de cinco anos, solicitar a entrega de uma pizza ou um combinado de comida japonesa sem realizar uma ligação telefônica era algo praticamente impensável. Na época, poucos restaurantes contavam com plataformas digitais próprias para receber os pedidos e os apps de delivery ainda davam seus primeiros passos no Brasil. Com o constante crescimento da penetração dos smartphones entre os brasileiros, esse cenário foi se modificando ao longo do tempo. Hoje, segundo pesquisa elaborada pelo Ibope, 38% dos pedidos já são efetuados de forma on-line, seja por meio de aplicativos ou navegação pela web.

A consulta ágil ao cardápio, a comodidade de resolver tudo com apenas alguns cliques e a praticidade de, muitas vezes, já poder resolver a questão do pagamento no próprio app, foram fatores fundamentais para a transformação do perfil de consumo das pessoas no setor. Para atender o crescimento dessa demanda, boa parte dos restaurantes acompanharam a tendência do mercado e inseriram sua marca em marketplaces especializados.

Mas, ao enxergar essa mudança, muitos executivos se questionam sobre a necessidade de investir em suas próprias plataformas ou apostar em um marketplace. A verdade é que esse modelo ganha força ao oferecer uma facilidade ainda maior para um consumidor que, cada vez mais, valoriza a liberdade de escolha e a praticidade.

Encontrar diversos tipos de pratos e culinárias, ao invés de instalar 5 ou 10 apps de restaurantes, é o que atrai o público. Além de ocupar espaço na memória do smartphone, manter um aplicativo de uma marca é pouco funcional para o usuário. Apenas 36% dos apps baixados são realmente utilizados no primeiro mês de uso, de acordo com estudo da consultoria Flurry. Após seis meses, a retenção passa para 18% na média geral e, depois de um ano, para 11%.

Existem muitos motivos pelos quais os usuários deixam de usar alguns aplicativos, mas, na maioria dos casos, é porque ele foi baixado único e exclusivamente para ser utilizado em um determinado momento e não necessariamente com uma grande periocidade. Esse movimento não passa incólume no setor do delivery de comida. São poucos os consumidores que usam a aplicação de um restaurante mais do que duas vezes ao longo de um ano.

Diante desse contexto, investir no desenvolvimento do aplicativo próprio pode, em um primeiro momento, até parecer interessante pelo fato de representar um pilar de inovação e um diferencial de marketing. No entanto, em médio e longo prazo, o proprietário de restaurante percebe que a renovação de clientes é inócua, uma vez que a força de venda fica limitada apenas aos usuários que já conhecem a sua marca. Além disso, o estabelecimento que opta por esse caminho também acaba não tendo acesso a informações valiosas sobre os hábitos de consumo dos usuários em uma visão macroeconômica e, muito menos, conta com a consultoria do marketplace especializado para auxiliar, por exemplo, no aumento de visibilidade em uma determinada região ou bairro. Além disso, existe a necessidade de despender investimento em tecnologia e publicidade para promover o app.

Por tudo isso, agregar a marca em uma plataforma especializada é mais vantajoso do que ter um app próprio e essa lógica ainda fica mais evidente para estabelecimentos que ainda não possuem uma cultura de delivery implementada, ou seja, que não sabem como gerenciar a entrada de pedidos e os processos de logística. E, nesse caso, contribuem muito a curadoria dos marketplaces especializados. Marcar presença no online é ponto obrigatório hoje para qualquer negócio prosperar, porém, analisar o melhor ambiente virtual também é essencial dentro das estratégias de qualquer restaurante.

Bruna Rebello, administradora e gerente comercial do PedidosJá no Brasil.

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6 dicas para escolher um data center terceirizado

O mercado está se modificando de maneira ágil, segundo analistas do IDC, a indústria entra em uma nova era, que considera que até 2018, 60% das cargas de trabalho de TI estarão em data centers não proprietários. Diante deste cenário é importante saber quais requisitos são importantes ao analisar a escolha de um terceiro para a prestação deste serviço. Marcos Siqueira, Diretor de Serviços Gerenciados da Ascenty, líder no mercado de data center do Brasil, aponta quais são os 6 principais aspectos que devem ser considerados na hora de escolher um data center para hospedar seus equipamentos.

1- Infraestrutura

Para o bom funcionamento do data center, é necessário que, além de todas as questões de segurança – não só dos dados, como do prédio em si, como incêndios, alagamentos e possíveis panes – haja instalação física com níveis altos de qualidade e redundância, um item crítico a ser avaliado.

2- Segurança Física

É necessário que se confie muito em uma empresa na hora de escolhê-la como provedora de serviços de data center. Afinal, dados de uma organização estarão alocados em sua infraestrutura. Por isso, é crucial que a empresa possua restrito controle de acesso aos data centers, além de uma equipe de segurança e monitoramento atuando em todos os momentos. Além disso, também é de extrema importância um sistema de detecção de incêndios e alagamentos, em caso de emergência.

3- Conectividade

Para que o cliente possua alta disponibilidade a todo momento, é de suma importância que a empresa de data center possua alto nível de abrangência dos provedores e diferentes fornecedores de rede e internet. Com isso, caso algum deles falhe, o outro estará a postos para suprir essa possível demanda de urgência, para não interromper o bom funcionamento dos sistemas. A Ascenty possui parceria com os principais provedores do mercado e além disso, conta com conectividade própria, com uma rede de fibras ópticas, que possui entradas redundantes subterrâneas e garantem a qualidade do serviço.

4- Segurança Lógica

Com certificação baseada na norma ISO/IEC 27001, que é a referência internacional para sistemas de gestão da segurança da informação, os Data centers também possuem o selo “PCI compliance”, o que significa que estão em total conformidade com as normas de segurança de dados estabelecidas no Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), padrão adotado em todo o mundo pela indústria de cartões de crédito.

5- Atendimento

Um data center precisa funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, ininterruptamente. Para isso, é necessário que exista uma equipe qualificada de prontidão para atender os clientes nessa escala, caso haja alguma irregularidade nos serviços. A Ascenty conta com o Núcleo de Soluções, que está à disposição de todos os clientes a qualquer hora do dia e da noite para auxiliá-los com excelência. Os profissionais deste setor são instruídos para solucionar as questões que podem surgir no dia a dia em apenas um único atendimento, otimizando o processo e tornando-o mais saudável e ágil para o cliente.

6- Certificações

Existem diversos tipos de certificações, nacionais e internacionais, que atestam que a empresa opera de acordo com as melhores práticas do mercado. Além disso, também é interessante checar o nível de qualificação das equipes que trabalham nos data centers. A Ascenty possui certificações internacionais em todas as suas unidades, sendo Tier III pelo Uptime Institute, ISAE 3402, SSAE 16, ISO 20000 e ISO 27001, além da certificação ISO14001 que reforça o compromisso da empresa não apenas com os clientes, mas com a sociedade como um todo.

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Transformação digital não depende de tecnologias disruptivas – Por Alexandre Morais

É indiscutível que cada vez mais caminhamos para a transformação digital em todos os âmbitos de nossas vidas, especialmente nas relações corporativas. Empresas que ainda resistem em discutir a digitalização de suas atividades perdem a chance de diminuir custos, otimizar recursos materiais e humanos, reduzir tempo de trabalho e até mesmo de obter insights de novos modelos de negócios, sendo esta a principal característica da transformação digital.

Porém, é importante ressaltar que para um processo desse tipo acontecer este não se depende, necessariamente, da adoção de tecnologias disruptivas para ser bem sucedido. É possível promover mudanças organizacionais relevantes com ferramentas já existentes no mercado, desde que adaptadas a modelos de negócios diferenciados, que tenham como foco a experiência do cliente.

Um exemplo claro disso foi o que ocorreu nos Jogos Olímpicos Rio 2016, com a implementação de um sistema em Cloud no gerenciamento das operações de TI. A tecnologia de computação em nuvem não era nova, mas a orquestração de todas as aplicações de TI, ofertadas por diferentes fornecedores, com um sistema integrado coordenado pela Atos, foi uma verdadeira transformação digital dos Jogos.

A partir de um único centro de operações, essa transformação permitiu desde a entrega de resultados esportivos em tempo real até a neutralização de milhões de incidentes de segurança.

Alinhamento estratégico

Outro fator fundamental para as organizações que pretendem acelerar seus processos de transformação digital é o alinhamento estratégico de objetivos, que precisa envolver os níveis executivos da companhia. Essa coordenação é indispensável quando a transformação exige mudanças de gestão e de cultura organizacional, que podem necessitam garantir o engajamento em todos os níveis.

Em outras palavras: convencer executivos e gestores sobre a necessidade de romper paradigmas e apostar em soluções inovadoras é sempre um dos primeiros passos de um processo de transformação digital bem sucedido.

Além disso, contar com o apoio de um consultor de qualidade, capaz de orientar os esforços de transformação é um fator crítico para o sucesso. Esse parceiro pode guiar a empresa na hora de definir que tipo de tecnologia é mais adequada para sua realidade naquele momento ou projeto específico.

A computação em nuvem, por exemplo, pode reduzir custos de TI e agilizar processos. No entanto, para utilizá-la, é necessário realizar, de forma estruturada, a migração das plataformas atualmente utilizadas, um processo que exige know-how e experiência comprovada.

Outra tecnologia de ponta, a análise de Big Data, é cada vez mais importante na relação entre as empresas e seus clientes, permitindo maior fidelização e oferta de produtos segmentados de acordo com seus hábitos de consumo. Mas também demanda a digitalização de processos e a adoção de sistemas de gestão avançados.

O universo digital passa por constantes transformações. Hoje, temos modelos de negócios inovadores que crescem rapidamente tomando o espaço daqueles dominavam o mercado há poucos anos. No futuro, certamente teremos novidades ainda maiores, com a consolidação da internet das coisas (IoT) e da computação cognitiva, por exemplo.

Por isso, não ter medo de mudanças e estar sempre atualizado sobre as tecnologias de vanguarda é essencial. Mas também é preciso ter em mente que muitas ferramentas capazes de modernizar o negócio já estão à disposição. É possível agir agora.

Alexandre Morais é graduado em Processamento de Dados pela Universidade São Judas Tadeu, e com MBA em Business Management na HEC Paris e Fundação Getúlio Vargas. Atua há mais de 20 anos no setor de Tecnologia da Informação, sendo os últimos seis na empresa Atos América do Sul. Atuou como head de integração de sistemas na Siemens, companhia na qual esteve por 14 anos. Nesta função, foi responsável pelas operações e entregas de integração de sistemas. Atualmente, é head de Transformação Digital e Consulting da Atos América do Sul e SAP da Atos Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento de consultoria de TI, incluindo desenvolvimento de negócios, propostas, análise de bid, entregas e profit and loss.

Alexandre Morais é graduado em Processamento de Dados pela Universidade São Judas Tadeu, e com MBA em Business Management na HEC Paris e Fundação Getúlio Vargas. Atua há mais de 20 anos no setor de Tecnologia da Informação, sendo os últimos seis na empresa Atos América do Sul.

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Muticoisas anuncia novo CEO

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Conhecida por reunir soluções e utilidades para o dia a dia, a Multicoisas, uma das redes pioneiras no sistema de franchising que, atualmente, conta com mais de 200 unidades, apresenta seu novo CEO. Fabian Santos Magalhães assume o posto do fundador, Lindolfo Martin, que se concentrará em suas funções como presidente do conselho da marca. “Minha missão é preservar e manter os fatores de sucesso da rede no mercado, conduzida através do cultivo de bons valores, princípios e na construção de um relacionamento sólido, cooperativo, ético e de aprendizado mútuo”, explica Martin. “O perfil do Fabian está perfeitamente alinhado com nossos valores e nos complementa para alavancarmos o desenvolvimento e evolução do sistema Multicoisas”, conclui.

“A marca Multicoisas e o formato desenvolvido ao longo de mais de três décadas, além de uma rede de franqueados ativa e comprometida, criam condições especiais para o crescimento, aliado a um posicionamento que permite aproveitar oportunidades existentes no mercado. A expansão da marca e do sistema, assim como o fortalecimento da profissionalização, são minhas prioridades”, afirma o novo CEO.

Formado em engenharia eletrônica pelo ITA, com MBA pela Columbia Business School, em Nova Iorque, o novo CEO da rede tem uma carreira ligada a diversos segmentos, como varejo, indústria, serviços financeiros, telecomunicações e mídia. Atuou ao longo dos anos em diversas empresas familiares, especializando-se em seus processos de mudanças, profissionalização e transição de gerações de famílias sócias. Vale ressaltar que o início da trajetória profissional de Magalhães foi na primeira unidade da Multicoisas, no ano de 1986. Na ocasião, o executivo exercia a função de programador.

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Vale do Pinhão: empresários recebem diretor da Agência Curitiba para falar sobre projeto inovador

Vale do Pinhão

Dezenas de empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações participaram de uma reunião do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba para saber mais detalhes sobre o projeto do Vale do Pinhão, uma iniciativa da Prefeitura para transformar a cidade em capital da inovação.

Com apoio da Assespro-Paraná e da Cenetic, a apresentação foi feita por Tiago Francisco da Silva, diretor técnico da Agência Curitiba. Neste ano, o prefeito Rafael Greca lançou oficialmente o projeto Vale do Pinhão, de incentivo às empresas inovadoras, e rebatizou o antigo Moinho Rebouças, núcleo do projeto, como Engenho da Inovação. O espaço vai abrigar startups, eventos de tecnologia e culturais.

Tiago explicou que os benefícios para quem desejar criar negócios inovadores devem se estender para toda a cidade, mas que a região do Rebouças tem uma vocação muito forte para sediar o projeto por estar em uma área central e próxima de grandes universidades e entidades como Federações da Indústria e Comércio, Associação Comercial e Sebrae. “Estamos trabalhando com três pilares principais: crescimento do ecossistema, internacionalização e inovação na prefeitura, que o município volte a inovar”, completa.

Curitiba deve passar a contar com um Fundo Municipal de Inovação e deseja contar com parcerias com a iniciativa privada para incentivar a chegada de novas empresas e investidores na cidade. “Na primeira gestão de nosso prefeito, na década de 90, a cidade recebeu o título de mais inovadora do mundo, já tem isso no DNA dos profissionais da prefeitura e do cidadão curitibano. Queremos reviver tudo isso através da inovação”, acrescenta Tiago.

A capital do Paraná também deve contar com uma Lei de Inovação ainda neste ano. Um Conselho Municipal, que reúne entidades empresariais e academia já trabalha para garantir incentivos para quem desejar inovar na capital paranaense.

Os empresários que acompanharam a apresentação elogiaram a iniciativa. É o caso dos vice-presidentes da Assespro-Paraná Rodrigo Gallego, de Qualidade, Planejamento e Controle e Eduardo Aguiar, de Articulação Política, que representaram a entidade.

Para o empresário Paulo Raymundi, “a apresentação deu um ânimo diferente para todos. Muitos ficam batendo em questão de impostos e essa proposta nova vem para geração de negócios. É um incentivo para que as empresas consigam crescer”.

Oscar Monteiro, presidente da Central de Negócios de TIC, destaca a presença de um empresário no desenvolvimento do ecossistema de inovação do Vale do Pinhão. “Nossa percepção é de que realmente existe uma mudança de posicionamento da Prefeitura. Há um trabalho para a cidade e não só para os interesses da administração pública”, comentou Oscar.
Cláudio Navarro, do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba, destacou a postura do empresariado. “Ninguém veio para reclamar. Todos querem apoio da prefeitura para poder entregar maior valor agregado aos clientes”. Ele também destaca o momento de união dos representantes do setor: “Cenetic, APL, Assespro, Governança de TIC trabalham com um mesmo ideal, no sentido de gerar negócios e transformar o Paraná em líder do setor na América Latina”.

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Pivotagem: Como a Wappa migrou do segmento de vale-refeições para o de táxis corporativos – Por Armindo Mota Júnior

Criar um empreendimento do zero é um grande desafio. No entanto, saber reconhecer quando o negócio não está alcançando os resultados esperados e conseguir recalcular a rota é ainda mais desafiador. No decorrer do percurso, o empreendedor deve ter o feeling para identificar as falhas em sua estratégia e poder reajustar o planejamento. É preciso parar, olhar novamente e avaliar as variáveis fundamentais para o desenvolvimento do negócio, porém com rapidez e agilidade. A essa mudança de rota o mercado dá o nome de pivotagem.

O termo é derivado do inglês “to pivot”, que significa mudar ou girar, e também tem referência no esporte, mais comum no futebol de salão e no basquete, onde o jogador que consegue a posse da bola é capaz de girar sobre o próprio eixo e encontrar uma nova oportunidade de jogada, ampliando suas chances de obter resultados positivos na partida. A técnica da pivotagem foi importada para o mundo dos negócios e passou a ser uma estratégia adotada principalmente por donos de startups.

Nesse universo da tecnologia, o termo significa, na prática, manter a base do negócio criado inicialmente, porém buscar alternativas que possibilitem resultados diferentes e mais eficientes. Segundo o norte-americano Eric Ries, empreendedor que incorporou o termo no mercado de startups, a técnica trata de saber medir o potencial do seu negócio e aprender a torna-lo mais eficiente aproveitando sua experiência e recursos já adquiridos. A pivotagem pode ser fundamental para transformar uma iniciativa interessante, porém malsucedida, em um negócio de relevância. É olhar para o mercado, avaliar concorrentes e clientes, sendo capaz de detectar novas oportunidades de crescimento e coloca-las em prática.

A pivotagem da Wappa

A Wappa, empresa que lidero desde sua fundação, em 2001, é um exemplo de sucesso da pivotagem. Ela nasceu com a proposta de oferecer a empresas o pagamento de vale-refeição de funcionários via SMS ou WAP (antigo navegador para celulares, que caiu em desuso após o surgimento dos smartphones). A ideia foi muito bem recebida pelos potenciais clientes que tínhamos naquela época, mas surgiu um problema: nossa tecnologia estava bem à frente da realidade do mercado, e quando percebemos que não conseguiríamos escalar o negócio a ponto de contar com a parceria de mais de dois milhões de restaurantes espalhados pelo país, resolvemos aplicá-la em outro segmento, o de corridas de táxi corporativo. Até então, o pagamento desse serviço era feito à base de papel e gerava enorme prejuízo às empresas simplesmente porque era muito difícil de ser gerenciado e controlado. Esse foi o nosso pulo do gato. Criamos uma plataforma que possibilita o gerenciamento desses custos de forma prática e digitalizada e hoje somos líderes no segmento corporativo com esse tipo de serviço e estamos evoluindo nosso posicionamento no sentido de nos tornarmos os maiores parceiros das corporações em gestão de custos e despesas.

Outros exemplos famosos de pivotagem que se tornaram conhecidos mundialmente são os casos do Youtube, que surgiu inicialmente como um site de relacionamentos por vídeo; o Flickr, que antes de ser uma plataforma para troca de fotos tinha o objetivo de abrigar interações online para RPG, e o PayPal, que de uma empresa de troca de dinheiro virtual – restrita a dispositivos handheld (como o antigo PalmTop) – tornou-se a maior ferramenta de pagamentos pela Internet em todo o mundo.

Assim, é importante que os empreendedores saibam que há uma alternativa quando o negócio pensado e planejado inicialmente não estiver dando certo. Não é preciso desistir de tudo e recomeçar do zero. Um replanejamento e uma mudança de rota são não só possíveis, como uma realidade frequente em um universo cada vez mais dominado pelas startups. Às vezes, você só precisa olhar melhor ao redor para fazer a melhor jogada.

Por Armindo Mota Júnior, CEO e fundador da Wappa, empresa nacional de Gestão de Custos e Despesas para o mercado corporativo

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Mercedes-Benz irá fornecer 1.500 vans elétricas para entregas urbanas na Alemanha

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A Mercedes-Benz e a Hermes, uma das empresas líderes do setor de logística de distribuição urbana na Alemanha, firmaram acordo para substituir veículos da frota atual da transportadora por modelos elétricos. Os veículos equipados com bateria serão utilizados num projeto piloto, com início previsto para 2018, em operações reais da Hermes nas cidades alemãs de Hamburgo e Stuttgart.

Até 2020, esse cliente pretende contar com 1.500 comerciais leves elétricos da Mercedes-Benz, entre Vito e Sprinter, para utilização em áreas urbanas, visando aumentar a economia operacional, a sustentabilidade e mais praticidade da logística de entrega.

“A tecnologia de propulsão elétrica será decisiva para o transporte urbano, especialmente no uso comercial. Como exemplo, as entregas devem se tornar mais eficientes e sem emissões. No ano passado, anunciamos que colocaríamos uma van elétrica em série novamente. A primeira foi em 2011”, diz Volker Mornhinweg, chefe mundial da Mercedes-Benz Vans.

O executivo fala também sobre o primeiro cliente para essas vans elétricas. “Estamos orgulhosos por poder anunciar que a Hermes Alemanha será o nosso primeiro cliente com um número tão significativo de veículos. Essa Empresa necessita de vans elétricas de médio e de grande porte para suas operações de logística. Dessa forma, nós da Mercedes-Benz podemos oferecer produtos que atendam às necessidades dos clientes com alta qualidade, confiabilidade, conforto e segurança, no alto padrão da marca reconhecido pelo mercado mundial”.

Segundo Frank Rausch, CEO da Hermes Alemanha, a parceria com a Mercedes-Benz é um marco no progresso da proteção do clima e do meio ambiente com a mobilidade elétrica. “Com as vans elétricas da Mercedes-Benz, iniciamos o processo de renovação da frota de maneira sustentável, utilizando-a em operações de entregas urbanas”.

Eletricidade é uma energia sem impacto no clima

Devido ao crescimento das vendas de produtos pela internet, as empresas de logística estabeleceram como meta melhorar a eficiência, produtividade e sustentabilidade nas entregas das encomendas, além de incrementar a qualidade dos serviços junto aos clientes.
Até 2025, a Hermes planeja executar as entregas nos centros das principais cidades alemãs totalmente sem emissões. Somente eletricidade, a partir de fontes 100% regenerativas, será utilizada para a recarga das baterias de propulsão dos veículos. A energia será gerada sem impacto algum ao clima e em conformidade com o selo verde de eletricidade “Grüner Storm”, emitido por associações ambientais.

Novos conceitos sobre a entrega e a eficiência econômica dos veículos elétricos deverão ser adotados para a integração das vans elétricas nos processos operacionais já existentes, inclusive a infraestrutura necessária para recarregar as baterias. Com a utilização dos comerciais leves elétricos da Mercedes-Benz, silenciosos e livres de emissões, a parceria entre as duas empresas alemãs parceiras deseja influenciar o mercado, visando à otimização do transporte urbano de mercadorias.

Sistemas conectados e soluções inteligentes

Outro importante ponto para a melhoria da eficiência das entregas, refere-se ao desenvolvimento de sistemas inteligentes que equipam as vans. Com a parceria, a Mercedes-Benz Vans também implementará serviços conectados, como, por exemplo, que otimizem o planejamento das rotas de entrega com informações sobre a autonomia da bateria.

A Mercedes-Benz contribuirá também com soluções inteligentes de carga e espaço, além de inovadores serviços de mobilidade para a empresa, o que inclui novas modalidades de leasing e de locações de curto prazo.

Parceria de sucesso por mais de 40 anos

A Daimler e a Hermes possuem uma parceria de mais de 40 anos, baseada em veículos convencionais e na pesquisa e desenvolvimento de sistemas de propulsão alternativos, como na década de 90, com testes da primeira van do mercado movida a hidrogênio. Em 2001, a Hermes testou uma Sprinter com tecnologia de célula de hidrogênio em suas operações. Em 2011, a empresa de logística utilizou o Vito E-Cell, o primeiro modelo elétrico da Mercedes-Benz Vans produzido em série.

Com essa parceria, a Mercedes-Benz Vans está dando mais um importante passo rumo à implementação da iniciativa estratégica para o futuro, adVANce, apresentada no ano passado. Como decorrência, a marca passa de uma fabricante de veículos para uma fornecedora de soluções em sistemas totalmente customizados.

A Mercedes-Benz Vans está focada em quatro áreas nas quais investirá cerca de 500 milhões de euros até 2020. São elas: a integração de várias soluções de conectividade em comerciais leves (digital@vans), soluções inovadoras de hardware para o setor de vans (solutions@vans), novos conceitos de mobilidade do transporte atendendo às necessidades das pessoas e de bens (mobility@vans) e sistemas customizados de propulsão elétrica para aplicações específicas (eDriver@vans). De forma estratégica, está fornecendo para sua parceira Hermes Alemanha os conhecimentos especializados em todas as quatro áreas do adVANce.

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Organizações latino-americanas recorrem à análise de Big Data para planejar as estratégias gerais

A análise de Big Data é um elemento fundamental para planejar as estratégias gerais das organizações latino-americanas, embora somente uma quarta parte dos profissionais esteja consciente de que esta pode mudar a profissão e apenas 17,6% das agências e departamentos de comunicação tenham implantado este tipo de atividade. Além de gerenciar dados massivos, o uso das redes sociais por parte da sociedade e das organizações mudou o panorama da gestão da comunicação, embora ainda haja uma lacuna entre a importância dada às ferramentas e às suas efetivas implementações.

Estas são algumas das conclusões do Latin American Communicator Monitor (LCM), um estudo organizado pela European Public Relations Education and Research Association (EUPRERA), com a colaboração da Associação de Diretores de Comunicação da Espanha (Dircom) e o patrocínio da LLORENTE & CUENCA, a consultoria líder de Gestão da Reputação, Comunicação e Relações Públicas na Espanha, Portugal e América Latina.

O documento analisa as atuais práticas e o desenvolvimento futuro da comunicação estratégica nas organizações, a partir de uma pesquisa realizada com cerca de mil pessoas. Os principais eixos do estudo estão centrados na análise do uso de Big Data na comunicação estratégica, na automação da área de RP e na gestão da comunicação, nas relações entre as agências e seus clientes, nas novas formas de distribuir os conteúdos, por meio de influenciadores, nas organizações, na geração do engajamento e em suas habilidades, nos conhecimentos e no desenvolvimento de competências dos profissionais da comunicação, entre outros temas.

Os resultados da análise também permitiram concluir que apenas 16,8% dos departamentos de comunicação na América Latina são considerados de excelência. Este percentual está apenas três pontos abaixo dos resultados obtidos há dois anos e também do desempenho global na Europa e na Ásia-Pacífico (20% e 24,4%, respectivamente). E são as empresas listadas na Bolsa de Valores as que lideram a classificação. Os departamentos de comunicação de excelência caracterizam-se por estarem mais avançados em relação à implementação da análise de big data.

O Big Data na comunicação estratégica

O Big Data é um dos elementos centrais do estudo, que revela que apenas uma quarta parte dos profissionais de comunicação está ciente de que a análise destes dados pode mudar a profissão e menos da metade desses trabalhadores têm seguido o debate sobre esta ferramenta.

A América Latina apresentou um ligeiro atraso no uso do Big Data, na comparação com outras regiões. Assim, o estudou apontou que apenas 17,6% das agências e departamentos de comunicação chegaram a implementar atividades de Big Data, enquanto 16% planejam começar a utilizá-las antes do final de 2017. São as empresas com ações na Bolsa de Valores e as organizações públicas as que lideram a implementação do Big Data, enquanto as agências e consultorias estão longe de alcançar este nível. Um percentual de 71,2% das organizações já recorre ao Big Data para planejar estratégias globais. Uma parcela um pouco menor que esta o utilizam para orientar as ações do dia a dia (58,8%) e para justificar suas atividades (53,7%).

Quais são as razões para este uso tão limitado? Por um lado, quase metade dos profissionais garante que lhes faltam habilidades analíticas para utilizar o Big Data (45,1%) e tempo para estudá-lo ou analisá-lo (35,9%). A análise dos depoimentos aponta que há uma correlação estatisticamente significativa entre a implementação do Big Data nas organizações e o conhecimento que os profissionais de comunicação possuem sobre o tema. No entanto, apenas uma minoria dos participantes do estudo está realmente atualizada neste campo.

Automação em RP e gestão da comunicação

O uso das redes sociais por parte da sociedade e das organizações mudou por completo o panorama da gestão da comunicação e o trabalho dos profissionais que atuam na área de relações públicas. No entanto, mais uma vez, os resultados que mostram o estudo empírico do LCM revelam uma lacuna entre a importância que os profissionais de comunicação outorgam às práticas automatizadas e a implementação real que vem ocorrendo em suas respectivas organizações.

De fato, sete em cada dez entrevistados acreditam que é importante a adaptação aos algoritmos de serviços on-line, como os motores de busca, mas apenas 37,5% os implantaram em seus próprios departamentos. As agências e as organizações públicas lideram a implementação dos algoritmos em suas rotinas de gestão, especialmente quanto às ferramentas que dão apoio à tomada de decisões.

Também se avaliou a relação existente entre o uso do Big Data para ações do dia a dia e a implementação dos algoritmos. Ambas tendências, o uso do Big Data e dos algoritmos estão fortemente relacionados no caso das ferramentas deste tipo, programadas para a criação, distribuição e adaptação do conteúdo.

Relações entre as agências e seus clientes

As transformações digitais estão mudando a comunicação tanto no interior dos departamentos quanto nas agências e com todos os prestadores de serviços que trabalham para eles. Na verdade, a contratação de agências, consultorias e consultores freelancers tornou-se uma prática cada vez mais comuns dentro da gestão da comunicação.

Os resultados do estudo constataram que as agências são contratadas, fundamentalmente, por sua criatividade e inovação (69,9%), em razão de seu conhecimento estratégico (69,6%) e por sua capacidade de explicar as tendências dos novos canais de comunicação (64, 7%). Na sequência, as agências são valorizadas por trazerem conselhos objetivos e independentes (59,2%), apoio adicional (55,1%) e experiência em mercados específicos (52,9%).

Novas formas de distribuir conteúdo

Além dos meios de comunicação, os social media influencers (SMI), assim como os defensores de marcas, são um novo grupo de líderes de opinião. Três quartos dos entrevistados pelo LCM (77,2%) consideraram que os SMIs são importantes para a execução de atividades estratégicas de comunicação. Por sua vez, 62% afirmaram que suas organizações já utilizam estratégias específicas para se comunicarem com os SMI. São as agências e as consultorias que lideram as estratégias com os SMI, tanto em relação à identificação (56,1%) quanto aquelas relacionadas à comunicação (54,2%).

Habilidades, conhecimentos e desenvolvimento de competências

As duas habilidades em que os entrevistados se autoavaliaram de forma mais favorável foram: a liderança de pessoas e grupos (73,8%) e o posicionamento estratégico (73,9%).

Os resultados constataram, também, o fim da diferença de gênero quanto à percepção das habilidades de gerenciamento. As organizações latino-americanas oferecem mais treinamento requeridos por profissionais nas áreas de gestão e negócios. No entanto, há um déficit na formação em aspectos técnicos relacionados à incorporação da análise de Big Data na área de social media: habilidades técnicas – como a programação de algoritmo ou habilidades informáticas em web – com uma lacuna de -52,5% e de conhecimentos técnicos – como compreensão sobre softwares de algoritmos, compreensão analítica do Big Data e conhecimento estatístico – com uma brecha de -52,3%.

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O paradoxo entre a música e o ritmo da sua empresa – Por Thedy Corrêa

A música faz parte de nossas vidas de uma forma tão constante que chega a ser quase imperceptível – ela está incorporada de uma forma tão constante e intensa, que muitas vezes nem nos damos conta de sua presença. Para algumas pessoas essa relação com a música é mais íntima e tem uma configuração quase que de dependência.

O fato é que o impacto da música em nossas vidas, nosso estado de espírito, ânimo e nossa disposição para o trabalho e para encarar desafios é objeto de estudos por cientistas ligados ao estudo do cérebro.

Alguns aspectos da relação da música e nossa percepção dela – a sua leitura e interpretação pelo nosso cérebro – ainda permanecem um mistério. Por qual motivo as músicas lentas nos acalmam e as de ritmo mais intenso nos estimulam? Por que as canções em tons menores nos levam à tristeza e à melancolia e as canções em tons maiores nos enchem de alegria? Aliás, para os ouvidos dos leigos, como eles assimilam essa percepção se nem sabem diferenciar os tons musicais? Mas o fato é que o impacto é inegável.

Algumas empresas já incorporaram a música como ferramenta de gestão. Os escritórios do Facebook, de Mark Zuckerberg – o jovem bilionário da internet – tem uma trilha sonora que vai muito além da simples música ambiente. Existe um DJ contratado para monitorar o desempenho, o estado de ânimo e motivação dos funcionários.

Mas, além desse aproveitamento quase óbvio, existe mais o que se aprender ou aproveitar com a música? A resposta é surpreendente para alguns, mas o mercado, a gestão e o empreendedorismo do mercado musical têm muito a ensinar. Desde a gestão – processos e planejamento –, até o trabalho em equipe e liderança, o mercado da música é farto de exemplos e ensinamentos.

Historicamente se tem a ideia que a música – seu mercado e suas relações – é dominada pela informalidade e por processos que pouco ou quase nada evoluíram com o passar do tempo. Excetuando o avanço tecnológico das gravações e armazenamento de arquivos de áudio, é bem verdade que em algum momento oshow businessfoi regido por instintos e especulações sem nenhum embasamento teórico. A sensação que se tinha era a de que se gastava muito mais do que se ganhava mas ninguém parecia se importar com isso. A fonte de recursos era inesgotável! Com a pirataria e o download de arquivos de áudio na internet tudo isso mudou. O castelo ruiu.

A saída foi a busca urgente por uma gestão enxuta e com resultados imediatos. As gravadoras passaram a ganhar pouco e gastar menos ainda. Oshow businessfoi aprender com os outros mercados e áreas de atuação como salvar o seu negócio. A ideia que se instaura nos dias de hoje é a de que esse aprendizado acabou se tornando uma via de mão dupla. Isso não significa que toda aquela informalidade tivesse algo a ensinar – pelo contrário.

A partir da necessidade se descobriu que a música sempre se utilizou de critérios, princípios e definições que nada mais eram do que verdadeiros espelhos da relação entre vida e arte. As estratégias e soluções do “meio musical” passam por conceitos aparentemente simples e que – em função da nossa proximidade com a música, citada no início – estariam ao alcance da compreensão de qualquer um. Ou seja, alguém que não seja músico, nem mesmo cantor dekaraokê, poderia compreender a lógica que se encerra nas estratégias musicais. E mais! O passo seguinte seria a aplicação dessas estratégias, princípios e soluções ao seu próprio mercado ou campo de atuação.

Há cerca de três anos criei – depois de larga pesquisa – uma apresentação que chamo de workshop onde essa linha de pensamento é apresentada e colocada ao alcance de todos que a assistem. No decorrer da apresentação são propostos exercícios onde se pode aplicar a troca de abordagens dentro do próprio ambiente de trabalho. São exercícios de imaginação, de estímulo sensorial e de busca de identidade a partir de novos parâmetros. Nada que se confunda com o apelo “motivacional” que muitas vezes é efêmero e superficial.

A oferta é de um conteúdo consistente e o seu resultado, mais profundo e duradouro – como deve ser todo o eficiente estímulo à reflexão. Resultados que ambicionam muito mais do que apenas uma hora e meia de simples troca de experiências. É fácil perceber que a linguagem musical torna mais fácil a quebra de alguns paradigmas e a fuga de soluções viciadas e conservadoras. Por isso mesmo, o workshop tem como subtítulo: soluções criativas.

Percorremos diferentes estilos musicais expondo suas particularidades de um modo que cada um possa aplicá-las ao seu próprio ambiente de trabalho. Dessa forma, pode-se experimentar uma nova visão desse ambiente e do seu papel dentro dele. E se cada um fosse um músico, componente de uma banda ou uma orquestra, qual seria o paralelo com sua função dentro de sua empresa?

Assim, o ambiente de trabalho – incluindo as pessoas que o compõe – ganha um olhar moderno e diferenciado. Naturalmente – e quase que por instinto – a aplicação desses conceitos já resulta em novas e criativas soluções para a condução de estratégias e do seu próprio dia-a-dia.

Thedy Corrêa, músico e vocalista da banda de rock “Nenhum de Nós” e palestrante da Insperiência, em que traz o paradoxo que o cantor expõe entre o mundo musical e as organizações contemporâneas sobre soluções criativas.

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Mais importante e consolidada conferência mundial de usuários de BI, analytics e mobilidade celebra 20 anos

Um dos eventos mais esperados do segmento de Business intelligence, o MicroStrategy World, chega à sua 20ª edição, reunindo em Washington, EUA, de 18 a 20 de abril, notáveis especialistas em analytics e mobilidade. Promovida pela MicroStrategy® Incorporated, um dos principais fornecedores mundiais de plataformas de software para empresas, a iniciativa é uma chance única para os clientes da companhia, globalmente, trocarem experiências e terem acesso às tendências e melhores práticas do mercado. Também será apresentada em primeira mão, a versão mais recente de sua plataforma analítica, a MicroStrategy 10.7, que traz uma série de melhorias para análises de Big Data e desenvolvimento de aplicativos móveis.

“Esta edição comemorativa dos 20 anos do evento será uma oportunidade importante para demonstrarmos nossa enorme capacidade de, ao longo de todos esses anos, nos mantermos em constante evolução e, ao mesmo tempo profundamente comprometidos com o sucesso das aplicações de nossos clientes. A MicroStrategy tem superado todos os modismos e investido fortemente para adequar suas soluções às principais tendências de mercado. Não é em vão que fomos os pioneiros em aliar o BI à mobilidade e um dos primeiros a disponibilizar uma plataforma analítica na nuvem. Foi assim também com análises de grandes volumes de dados, Big Data, Data Discovery e self-service BI. Estamos preparados e já apoiamos nossos clientes no desenvolvimento dos mais diversos tipos de projetos, com metodologia e comprometimento com os resultados que essas aplicações trarão para os seus negócios”, ressalta Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

O MicroStrategy World 2017 conta com uma vasta e diversificada grade de sessões. O Ministério do Trabalho do Brasil participará de um painel que mostrará como instituições governamentais têm utilizado os dados para responder aos seus mais complexos desafios, em todo o mundo. A instituição brasileira desenvolveu, com base na tecnologia da MicroStrategy, uma aplicação antifraude que permitiu ao governo bloquear mais de R$ 80 milhões, que seriam indevidamente pagos a um grupo de mais de dez mil trabalhadores que não tinham legalmente direito ao benefício. Além disso, especialistas em analytics e grandes empresas, como Bayer Consumer Health, BMC Software, Cisco Systems, eBay, Four Seasons Hotels and Resorts, compartilharão as melhores práticas, suas conquistas com a plataforma MicroStrategy 10 e como eles estão usando suas potencialidades para desenvolver soluções inovadoras e transformar digitalmente os negócios.

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Quanto perde o mercado de drones com a falta de regulamentação da ANAC?

No último dia 04, empresários do setor de drones acompanharam em tempo real a reunião de diretoria da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) onde um dos temas em pauta era a regulamentação de drones para fins comerciais. Para surpresa do mercado, mais uma vez, a decisão foi postergada. Um dos membros da reunião pediu vistas ao projeto frustrando toda a cadeia produtiva do setor. Diante disso, empresários do segmento estão se articulando via redes sociais a fim de promover ações que sensibilizem a agência. Todos são unânimes em afirmar as vantagens relacionadas aos aspectos econômicos gerados por mais contratos que produzam mais receitas, mas empregos e mais investimentos.

A regulamentação da ANAC para uso de drones com fins comerciais está em andamento desde 2014. Vale destacar o empenho da equipe técnica da ANAC para finalização desta regulamentação. Entretanto, o novo pedido de vista frustou a comunidade de empresários com a decisão da reunião de pedir mais prazo para análise.

De acordo com Emerson Granemann, um dos idealizadores da DroneShow Latin America, principal feira do setor de drones, é importante em curto prazo sensibilizar a ANAC a uma deliberação positiva, tendo em vista o longo período que a regulamentação está em espera na agência. O mercado como um todo só tem a ganhar com essa regulamentação. “A regulamentação da ANAC elevará o setor a um novo patamar, priorizando segurança jurídica e das operações e proporcionando demandas por projetos maiores. O mercado de trabalho é outro positivo, uma vez que a regulamentação permite a abertura de centenas de novas empresas e a geração de milhares de oportunidades de trabalho de alto valor agregado”, afirma o empresário.

A tecnologia embarcada nos drones é disruptiva. Ela permite uma infinidade de aplicações substituindo com vantagem processos existentes e também gerando demandas para atividades novas. Na inspeção de torres e linhas de transmissão, os dados visuais e digitais coletados pelos drones substituem os helicópteros, otimizam e trazem mais segurança as equipes de campo. No resgate de pessoas, os drones permitem uma rápida localização da vítima em terra ou no mar, permitindo que as equipes saibam a localização com mais precisão para o salvamento. Na área de seguros, os drones são usados tanto na vistoria da produção agrícola como na verificação de algum sinistro. Na agricultura, as aplicações são inúmeras desde a identificação digital das cabeças de gados dos grandes rebanhos, passando pela detecção de pragas, pulverização e geração de modelos digitais do terreno para planejamento da colheita e plantio.

“A demora na regulamentação, prejudica também os usuários que buscam mais produtividade, rapidez e segurança em seus projetos. Além disso um setor regulamentado permite valorizar as empresas e profissionais que atuam com seriedade frente iniciativas amadoras que geram produtos de baixa qualidade e que podem gerar riscos sérios de segurança”. É importante destacar que no Brasil a regulamentação do setor aéreo é dividida pela ANAC e pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Por parte do DECEA, tudo que poderia ser feito dentro de suas atribuições constitucionais foi feito, todos aguardam agora a posição da ANAC”, finaliza Granemann.

Em maio, entre os dias 09 e 11 de maio, a ANAC e o DECEA participam da 3ª edição da DroneShow Latin América, maior feira do setor da América Latina, e o tema deverá será presente nos debates e nas diversas atividades previstas. ANAC e DECEA terão pontos de atendimento para esclarecer dúvidas da comunidade do setor.

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Plataforma brasileira de chat open source recebe aporte de 5 milhões de dólares

Em meados de 2015, quando o código do Rocket.Chat foi disponibilizado na internet, a ideia de seus criadores era apenas aprimorar um projeto de atendimento a clientes encomendado por uma empresa. Menos de dois anos depois, a trajetória premiada da plataforma de chat open source culminou em um aporte de US$ 5 milhões do fundo de investimentos americano especializado em tecnologia New Enterprise Associates (NEA).

O interesse da NEA pela plataforma surgiu a partir da percepção de que sistemas semelhantes a chats estão se tornando a norma dentro de empresas, tanto no relacionamento com consumidores, quanto em sua comunicação interna. O líder nesse segmento, de código fechado, já recebeu US$ 540 milhões em investimentos e hoje é avaliado em quase US$ 4 bilhões.

“Empresas precisam de ferramentas customizáveis, sofisticadas, escaláveis e de fácil integração com sistemas preexistentes. Assim, a plataforma de comunicação open source Rocket.Chat atende a uma demanda crítica do mercado”, explica Chetan Puttagunta, general partner da NEA. Harry Weller, um dos criadores do fundo americano, foi uma das únicas cinco pessoas que apareceram em todas as edições da lista dos “midas” do investimento em tecnologia da Forbes. Responsável pelo investimento na empresa brasileira, Harry faleceu pouco após o aporte, em novembro de 2016.

Para o Rocket.Chat, no curto prazo o investimento permitirá melhorar a usabilidade e desenvolver novas funcionalidades na plataforma, que é gratuita. Em longo prazo, a ideia é interconectar os servidores diferentes ao chat e abrir um canal de comunicação livre. “Vemos uma tendência mundial para a diminuição do uso de e-mail e o crescimento do WhatsApp. Mas esse é projetado para ser pessoal, e não corporativo. Queremos ser o WhatsApp corporativo”, afirma Gabriel Engel, fundador da empresa.

Parte essencial desse processo é a cooperação de desenvolvedores independentes em comunidades como o GitHub, que ajudam a implementar novas funcionalidades e a identificar e corrigir falhas na plataforma. São mais de 400 colaboradores nessa rede e Engel explica que a principal forma de recrutamento é justamente essa: escolher pessoas que já ofereceram contribuições interessantes para o projeto. Os interessados em entrar para a equipe fixa da empresa podem se candidatar em: https://rocket.chat/jobs.

Com mais de 100 mil servidores instalados e premiada pela Black Duck com o Open Source Rookies of the Year em 2015 e pela InfoWorld com o Bossie Awards: The best open source applications em 2016, o Rocket.Chat estima que seus usuários estão na casa dos 10 milhões. Para o fundador da empresa, uma das razões do sucesso da plataforma é o alto nível de segurança e extensibilidade: “Hoje se entende que softwares abertos são mais confiáveis por serem muito mais testados e auditados do que os fechados. Nós construímos junto à comunidade de desenvolvedores o que as empresas precisam e, assim, estamos constantemente inovando”, diz Engel.

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EY patrocina conferência em Harvard e MIT

Com o objetivo de fomentar o debate de temas que impactam o atual momento político e econômico do Brasil e seu futuro, a EY participa, nos dias 7 e 8 de abril, da terceira edição da Brazil Conference, evento organizado por estudantes brasileiros da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Luiz Sérgio, CEO da EY Brasil, participará como mediador do painel “Can Brazilian companies be protagonists in the global economy?”, onde poderá ampliar a discussão sobre a internacionalização das empresas brasileiras e como elas podem se tornar protagonistas na economia global.

Já Daniel Levites, sócio da EY de serviços financeiros nos Estados Unidos, colocará em discussão como o Brasil, que já se destaca enquanto destino de investimento direto de estrangeiros pode ampliar ainda mais este fluxo, no painel “How can we create a country more attractive for investments?”. Para contribuir com o tema, com sua experise, Mike Inserra, vice-presidente da EY para as Américas, participa do mesmo debate.

“Para nós, participar de um evento dessa dimensão é muito importante. Além de contribuirmos com uma discussão relevante, podemos trazer casos reais da nossa expertise atuando junto a empresas brasileiras e internacionais”, afirma Luiz Sérgio CEO da EY Brasil.

A conferência também contará com a participação de palestrantes dos setores público, lideranças políticas, pesquisadores e professores de ambas universidades, empresários, empreendedores e artistas. A missão da conferência é fomentar um ambiente de respeito à diversidade ideológica, social e política.

A programação completa da Brazil Conference 2017 pode ser encontrada no site http://www.brazilconference.org/2017/en/home/.

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Microsoft nomeia Mariano Amartino diretor de Startups para a América Latina

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Mariano Amartino foi designado para o cargo de diretor de Startups da Microsoft América Latina. Ele ficará subordinado diretamente ao diretor geral de Inteligência Artificial e Inovação para a região, Fabio Scopeta. Em seu novo cargo, Mariano terá a responsabilidade de liderar a estratégia da Microsoft focada no ecossistema das startups latino-americanas, para impulsionar a inovação na América Latina.

Mariano tem ampla experiência como empreendedor e blogueiro. Foi CEO da Hipertextual e membro do conselho de administração de várias startups. Além disso, ele cobre temas relativos a comunidades online, internet e novos meios no portal uberbin.net, um dos primeiros blogs de tecnologia editados em espanhol. Depois de atuar como empreendedor durante quase duas décadas, ele dirigiu a Wayra, a aceleradora de empreendimentos da Telefónica na América Latina, que apoiou mais de 500 startups, tanto em âmbito global como regional.

Mariano tem conhecimentos sólidos sobre o funcionamento dos ecossistemas de inovação, desde uma perspectiva regional e local, além de ter tido conquistas relevantes ao apoiar empreendimentos em seu crescimento.

“Estou encantado por poder fazer parte da Microsoft e sua equipe. Durante anos, a Microsoft vem inovando constantemente as plataformas tecnológicas e liderando de forma consistente as diferentes ondas tecnológicas”, declara Mariano.

Devido a sua paixão pelo empreendedorismo e por novas tecnologias, Mariano viveu em diversos países e seu atual cargo na Microsoft América Latina o levará para a Argentina, de onde irá trabalhar para apoiar empreendedores em toda a região com tecnologias que possam impulsionar seus projetos.

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