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Rede Cigam lança Checkout Móvel

A Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI), lança o Checkout Móvel. A solução, que permite realizar vendas a partir de um aplicativo intuitivo, com segurança e praticidade mobile, está disponível para as plataformas Android e iOS.

A ferramenta foi desenvolvida pelo braço executivo da companhia, Cigam Gestor. Com o aplicativo, o usuário escolhe o produto no estabelecimento e faz a leitura do código de barras em seu dispositivo móvel, sem precisar efetuar o lançamento do produto no caixa, diminuindo filas e agilizando o processo onde o usuário conclui a venda por meio do botão “$”.

“Um dos pilares da nossa estratégia de negócio é tornar o trabalho dos nossos clientes mais fácil. Para isso, nos empenhamos em fornecer soluções práticas, flexíveis e baratas para aumentar a produtividade das empresas e gerenciar suas vendas de forma simples, segura e com confiabilidade”, avalia Gustavo Marques Dias, diretor de Varejo da Cigam.

Depois que o usuário informar que deseja prosseguir com a venda, o aplicativo mostrará uma lista de formas de pagamentos disponíveis para a seleção do usuário. No final das opções, aparecerá o botão “FINALIZAR PAGAMENTO”, que é o meio utilizado para a conclusão da venda e o envio da NFC-e pelo aplicativo.

O Checkout Móvel trabalhará com cartões POS e TEF (somente quando utilizar API). Caso a forma de pagamento selecionada não seja encontrada no banco de dados, o APP abrirá uma tela para escolha da forma de pagamento correta, equivalente a escolhida pelo cliente. Além disso, a funcionalidade abrirá uma tela para escolha de promoção, quando os produtos da cesta de compra forem contemplados com dois ou mais tipos de promoções cadastradas no sistema.

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Softup traz ao mercado novo módulo para geração de NFCe

O lançamento oficial da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) trouxe ao comércio varejista muitas facilidades fiscais, entre eles a otimização de processos, diminuição da burocracia, redução de custos e melhoria da relação dos comerciantes com seus clientes e com o fisco. Por isso, a Softup – desenvolvedora de sistemas para gestão empresarial há mais de 20 anos – anuncia o lançamento de um módulo para geração de NFCe.

O novo recurso permite que empresas de todo o Brasil possam gerar e emitir seus cupons fiscais no formato exigido pela NFCe com segurança e agilidade. Isso tudo dentro de um sistema intuitivo, que permite fazer o envio da nota tanto pelo módulo de vendas padrão como pela frente de caixa. A novidade está em conformidade com todas as exigências fiscais.

Segundo Robinson Idalgo, fundador da SoftUp, o módulo foi desenvolvido para atender a uma crescente demanda do mercado brasileiro, que já trabalha com a obrigatoriedade de emissão da NFCe em substituição ao cupom fiscal em vários Estados, como Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul entre outros. A novidade permite às empresas efetuar a comunicação com a SEFAZ por meio do módulo digital em cada venda, registrando as operações que poderão ser consultadas posteriormente pelo cliente.

“Assim como acontece com a Nota Fiscal Eletrônica (NFe), a NFCe também exige o compartilhamento de várias informações do emitente da nota, por isso a importância do comerciante aderir a um sistema robusto e intuitivo”, afirma Robinson, que complementa “a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais proporcionada pelo uso da NFCe é uma facilidade tanto para os comerciantes, quanto para os consumidores. Aderir a uma solução que permite a gestão dessas informações é sem dúvidas um avanço para qualquer negócio”.

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Oito dicas para vencer o medo de falar em público

Por Reinaldo Passadori

Posso afirmar que um dos maiores medos das pessoas é o de falar em público. Mas, qual o reflexo desse medo? São muitos, podendo ocasionar problemas profissionais, prejudicando a carreira e também os de relacionamento pessoal. Mas é possível utilizar esse medo como estímulo para enfrentar desafios.

Contudo, é importante lembrar que existem os casos mais graves, gerados por fobias profundas ou traumas necessitando de medicamentos específicos e tratamento feito por especialistas da medicina ou apoio terapêutico. Com essas excessões, todas as pessoas podem enfrentar esse medo que as impede de mostrarem seu real potencial, praticando com professores de oratória, usando técnicas específicas para a obtenção de resultados mais satisfatórios.

Glossofobia é o nome técnico mais apropriado desse medo, mas há outras formas sob as quais ele é reconhecido: ansiedade, fobia social e pânico. Suas reações mais comuns são: fugir da situação, arranjar uma desculpa, ficar doente só para não falar, ainda mais quando for diante de um público imenso, com palco, microfone, iluminação adequada, câmaras de vídeo, holofotes…. Há gente que não fala em público de jeito nenhum, nem sequer na festa de aniversário com pessoas da própria família!

Para mostrar como é possível vencer esse medo, preparei algumas orientações:

1. Acredite em você mesmo, no seu imenso potencial. Mentalize-se tendo sucesso e sendo reconhecido pelo seu esforço de falar, sendo aplaudido pelo público e parabenizado pelo seu diretor ou superior imediato.

2. Conheça bem sobre o assunto que irá falar, saiba especialmente como iniciar; se necessário, tenha uma pequena anotação para alguma emergência, caso esqueça.

3. Aprenda a relaxar, fazendo exercícios de respiração, meditação, distensionando seus músculos, movimentando a cabeça, friccionando as mãos, mantendo uma postura firme e decidida.

4. Mesmo que esteja tenso, não demonstre, procure andar com passos firmes, sem exagero, olhe para as pessoas (nos olhos), posicione-se, cumprimente essas pessoas e comece a falar.

5. Acredite que as pessoas estão torcendo para o seu sucesso, querem ser surpreendidas com você, com seu conteúdo e desejam que você se saia bem e que tenha êxito.

6. Tenha uma estratégia bem preparada para iniciar. Exemplo é fazer algumas perguntas para quebrar o gelo, contar um fato que seja relacionado com o tema, apresentar o objetivo da sua apresentação, usar um pensamento, provérbio ou uma mensagem alusiva ao tema que irá abordar.

7. Conheça suas virtudes, apoie-se nelas, resgate momentos que teve coragem, firmeza para enfrentar situações difíceis na sua vida e procure trazer essas lembranças para esse momento. Talvez você se surpreenda como isso é poderoso.

8. Por último, treine muito; procure dar aulas, fale em reuniões, ouse dar a sua opinião, mesmo que seja simples, não importa; conte piadas no seu grupo de amigos, defenda seu ponto de vista, lute por uma causa.

Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal e CEO do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal.

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SPC Brasil lança tecnologia de reconhecimento facial para prevenção a fraudes no comércio

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) anuncia o lançamento de uma solução pioneira no mercado de bureaux de crédito: o SPC Reconhecimento Facial. A tecnologia, que no Brasil já é adotada no check-in de companhias aéreas e em dispositivos celulares, agora passa a ser realidade nos processos de concessão de crédito de todo o país.

Grande aliada do comércio, a nova ferramenta também possui a vantagem de proteger os consumidores de pessoas má intencionadas. Nos últimos anos, o roubo de dados ou de identidade tem crescido exponencialmente, causando prejuízos ao setor. Um termômetro disso é que sete em cada dez empresas são atingidas por fraudes, segundo dados da consultoria americana Kroll.

“Buscamos oferecer um sistema altamente sofisticado aos lojistas que passam a evitar perdas e se prevenir de forma mais eficaz, ao mesmo tempo em que proporciona maior segurança aos seus clientes”, destaca Nival Martins, superintendente de bureau de crédito do SPC Brasil.

O lançamento do SPC Reconhecimento Facial reforça a visão inovadora da empresa no uso de tecnologias de ponta, que atua há mais de 60 anos no mercado de crédito para atender às suas necessidades de negócio. A expectativa é de que já no primeiro ano de operação 3 milhões de faces sejam cadastradas na base do SPC Brasil.

Para Martins, um dos diferenciais do SPC Brasil é que nas consultas feitas pelos estabelecimentos será possível acessar informações do cliente para uma análise mais completa de crédito, como dados cadastrais do consumidor, informação de inadimplência, protesto, histórico de consultas realizadas e score de crédito (probabilidade de a pessoa ficar inadimplente ou não), por exemplo, em conjunto com as análises do reconhecimento facial, tornando, assim, um dos produtos de consulta de crédito mais completos do mercado para o combate de fraudes.

O mecanismo de evitar fraudes é feito por meio da validação das capturas das faces via webcam que compõe o processo de compra, confrontando com as faces dos consumidores em uma base compartilhada com outras empresas do setor. Com isso, a ideia é acelerar os processos de validação e garantir a segurança da transação.

Como funciona?

Uma câmera instalada no estabelecimento comercial captura o rosto do cliente e o registro é enviado ao sistema de Reconhecimento Facial do SPC Brasil que fará a leitura detalhada de seu rosto e codificará essas informações em uma sequência numérica digital — por exemplo, o formato dos olhos, tamanho da boca, contorno do rosto, etc. A sequência é anexada ao cadastro da pessoa e arquivada em um banco de dados, tornando-se a sua identidade para o sistema.

Quando utilizada para comprovação de identidade, a consulta ao seu cadastro biométrico será feita com uma nova captura do seu rosto e o sistema irá cruzar os dados em busca dos padrões registrados para verificar sua autenticidade. Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, a performance da biometria facial é elevada e sua assertividade próxima dos 99,5%.

Durante a fase de testes, utilizando o atendimento real de cinco lojistas — três no Nordeste, no Sul e outro no Centro-Oeste—, o SPC Reconhecimento Facial conseguiu identificar e prevenir fraudes — que gera um custo médio de R$ 8 mil por incidência.

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Síndrome do impostor? Sete sinais de que você pode estar se boicotando

Muita gente age, fala, pensa e não faz a menor ideia de que realiza todos os dias, várias vezes, um julgamento, no qual faz a função de réu e juiz. A acusação: prática de impostura. Veredicto: impostor. Para estas pessoas, suas realizações, conquistas e feitos não são, necessariamente, tão dignas de respeito assim. Algumas se sentem indignas de serem bem-sucedidas, em qualquer coisa que seja.

“Na psicologia esse comportamento, às vezes, aparece como Síndrome do Impostor, devido a um estudo realizado em 78 pelas americanas Pauline Clance e Suzanne Imes. No entanto, posteriormente as próprias pesquisadoras o denominaram como uma experiência de impostor, visto que a maioria das pessoas passa por isso, em maior ou menor grau”, conta Liamar Fernandes, psicóloga com especialização em psicodrama e master coach da SBCoaching, com 43 anos de experiência em desenvolvimento humano.

As exigências, por performance e resultados, são cada vez maiores e não só na esfera corporativa. Este é um dos fatores de origem deste comportamento, segundo a master coach Fernanda Chaud. “A maioria das pessoas que se dedica muito para carreira e para ter uma vida considerada bem-sucedida, não valoriza suas conquistas diárias. Elas passam a enxergar tudo como normal. Querem sempre mais e tornam-se insaciáveis pelo crescimento e reconhecimento externo”.

“Nada é suficiente e a comparação com todos ao redor é um comportamento recorrente. O impostor acredita que seu valor está intimamente ligado à sua imagem e não ao que ele é. Ou seja, para ele, cargo, fama e posses são o que o tornam um alguém de verdade”, diz Liamar. “São pessoas que abrem mão do autoconhecimento e passam a utilizar máscaras para serem aceitos, podendo, inclusive, se perder de quem são. Desta forma, tornam-se muito vulneráveis ao julgamento do outro, porque eles se julgam muito”, finaliza Chaud.

Para Liamar Fernandes uma forma eficaz de combater a experiência de impostor, é pensar sobre a forma como você emprega sua energia para realizar. Identificar o processo inteiro, desde a hora que decide fazer algo até o momento que o conclui. “É importante valorizar pequenas conquistas, ou melhor, perceber estas conquistas. Compartilhar isso com o seu círculo social, interagir com as conquistas de pessoas deste círculo sem comparação. Simplesmente, celebrá-las. Ser grato pelo que você e os que você quer bem conquistam”.

7 Sinais de que você pode estar se boicotando

1. Não reconhece suas próprias conquistas;

2. Tem necessidade de falar muito sobre suas conquistas para encontrar o senso de merecimento;

3. Não busca agradar-se ou comprar algo para si mesmo, por achar que não é merecedor;

4. Possui um altíssimo nível de comparação e senso de inferioridade;

5. Foca sempre no que está faltando e não no que já tem;

6. Não confia nas pessoas e, por isso, não constrói relacionamentos mais aprofundados por medo de descobrirem suas falhas e imperfeições;

7. Tem necessidade excessiva de controle e a falta dele gera sentimento de impotência.

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Centro logístico inovador dá início à nova era na Monsanto

A Monsanto do Brasil lançou o Logistics Smart Center, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais, permitindo a visualização, em tempo real, das operações end-to-end – da transportadora até o cliente – e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenamento de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.

Localizado na unidade de São Paulo, o Logistics Smart Center é composto por dez monitores touchscreen, pelos quais a equipe de supply chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas. “Ele chega para complementar uma estratégia de transformação logística que começou em 2014 e teve como objetivo evoluir a eficiência e o nosso controle operacional, assim como melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma o Líder das Operações Logísticas da Monsanto no Brasil, Johnny Ivanyi.

A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto foi baseada em três pilares – pessoas, processos e sistemas – e, desde 2014, a área alcançou grandes marcos, como a definição de uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas capazes de otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio, criando um balanço ideal entre custos e atendimento. Benefícios em eficiência, produtividade e nível de serviço foram alcançados com o novo modelo de trabalho preditivo e o uso de ferramentas estatísticas para controlar os processos.

A empresa continuou buscando formas de alavancar a experiência dos clientes e procurou, tanto no mercado brasileiro quanto internacional, exemplos de boas práticas e soluções inovadoras para agregar valor às operações e, a partir destes insights, foi desenvolvido o conceito “Smart Center ou Torre de Controle” para a organização de logística da Monsanto.

“Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça. Além desse modelo, chamado predictive model, todo o sistema de governança logística da Monsanto foi modificado, o que redefiniu a forma de trabalhar de toda a equipe”, conta o líder de operações.

O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e humidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados, uma vez que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.

“Essas mudanças já contabilizam expressivos resultados no período pós implementação, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto (OTD) por meio da ferramenta de machine learning (mais de 600 atrasos de entregas evitados em 3 meses), melhoria na acuracidade de inventário para índices próximos a 100%, redução de 50.000 Km de distância percorrida com a otimização da roteirização de entregas, ou seja, 40 toneladas de redução de emissão de CO2, 100% de visibilidade online da data final de entrega e otimização de mais de 2% na taxa de ocupação de veículos. Com o projeto ainda foi possível implementar 8 novas estratégias de otimização de cargas e rotas para um melhor nível de serviço ao cliente, trazendo um benefício direto no controle de custos logísticos”, diz o líder da área de Customer Care da Monsanto para América do Sul, Carlos Ricardo Andrade.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos e o objetivo é expandir para todas as unidades onde há operações logísticas, possibilitando o acesso remoto à plataforma e à nuvem em outras 14 localidades, entre elas: Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG). Além disso, o projeto também está sendo expandido para outras áreas da cadeia de supply-chain, como Customer Service e, para acompanhar esta evolução, já foram investidos mais de 50 horas em treinamento de funcionários.

“Com o foco na melhoria contínua, no futuro buscamos aumentar nossas ferramentas preditivas com dados externos (social media) que impactem na operação, por exemplo, Big Data, IoT, robotização e automatização dos nossos sistemas e processos. Além disso, queremos aprimorar nossa tecnologia com realidade aumentada, e ampliar a capacitação de nossos colaboradores com a metodologia de Lean Six Sigma”, completa o líder de customer care.

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A proteção dos dados pessoais é o dever por trás da criptografia

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) pretende iniciar, ainda este ano, um fórum permanente sobre “A segurança do cidadão na era digital”. Serão realizados seminários e palestras presenciais e digitais para disseminar a importância da assinatura digital, proteção de dados, respeito à privacidade e direito à proteção das informações pessoais. As conferências com especialistas da entidade e convidados serão divulgadas com antecedência e disponibilizadas no site da entidade e no Youtube. A camara-e.net pretende produzir filmes educativos para divulgação nas redes sociais. O objetivo da iniciativa é atingir o maior número de pessoas. A assinatura digital e a proteção de dados são assuntos de segurança nacional, que interessam a todos, tanto ao cidadão diretamente quanto às instâncias de segurança e inteligência do País.

Segundo o presidente da camara-e.net, Leonardo Palhares, um dos projetos prioritários da entidade é disseminar junto aos brasileiros a “cultura da cidadania digital”. Palhares considera fundamental que todos saibam que o compartilhamento, empréstimo, guarda ou qualquer forma de utilização das chaves privadas de certificados digitais por terceiros devem ser vedados. Tratam-se de formas que expõem os seus titulares aos riscos de utilização indevida, contratações e acessos não autorizados, podendo gerar prejuízos de ordem patrimonial e extrapatrimonial e, por fim, quebrar os requisitos mínimos necessários para suportar toda a criptografia e tecnologia empenhadas no processo de geração dos certificados digitais: o segredo e o controle das chaves privadas.

De acordo com Leonardo Palhares, “a identificação inequívoca de pessoas físicas ou jurídicas nas transações eletrônicas, tanto para os contratantes quanto para os contratados, se faz imprescindível para a confiabilidade de uma relação estabelecida em meio remoto. Como exemplo, cite-se que os consumidores se sentem muito mais confortáveis em contratar serviços e produtos de plataformas eletrônicas devidamente identificadas, com mecanismos de contato disponíveis para soluções de problemas e outras tantas informações necessárias para a segurança de uma contratação eletrônica. Portanto, o emprego de assinaturas digitais com certificação digital nos padrões da ICP-Brasil é um importante aliado para a confiabilidade mútua dos contratantes em meio remoto”.

Com o fórum permanente “A segurança do cidadão na era digital”, a camara-e.net objetiva construir uma cultura de cidadania digital. Percebe-se que há pouco conhecimento sobre os efeitos do uso do certificado digital e, principalmente, sobre a relevância da proteção de dados. No Brasil, dado pessoal é aquele “relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos, quando estes estiverem relacionados a uma pessoa” (Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016). Logo, uma imensidão de dados pode ser considerada pessoal, desde que permita sua correlação a uma pessoa, sendo, portanto, objeto de proteção por parte daqueles que venham a utilizá-la. A identificação de uma pessoa pode se dar mediante apresentação de documentos de identificação civil, dados cadastrais, informações pessoais, características físicas, biométricas, estéticas ou até mesmo de opiniões. Em meio eletrônico, uma boa parte de dados pessoais são fornecidos voluntariamente pelas pessoas, como contrapartida para um serviço ou produto oferecido ou como mecanismo de atribuição de segurança às transações realizadas em meio eletrônico.

As assinaturas digitais (ou certificação digital) nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil (instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001), são baseadas em chaves criptográficas (chaves públicas – de conhecimento público – e chave privada – de conhecimento e acesso exclusivos do cidadão), de modo que a chave privada, para que os atributos de integridade e autenticidade sejam garantidos, deve ser gerada e controlada exclusivamente por seus titulares. Portanto, a segurança das transações eletrônicas que se utilizam dos certificados digitais depende da manutenção dos atributos mínimos garantidores do não repúdio das assinaturas digitais. Estas, uma vez associadas a dados de identificação de pessoas físicas (ou jurídicas, muito embora as discussões sobre privacidade estejam atreladas às pessoas naturais) passam a ser enquadradas como dados pessoais e, por isto, merecem proteção absoluta, iniciando-se pela guarda, posse e uso exclusivo das mesmas por parte de seu titular.

A camara-e.net participa ativamente das discussões sobre proteção de dados no âmbito do Legislativo para regulamentação das medidas voltadas a proteção do cidadão. A garantia da privacidade e da autoria de atos eletrônicos dos cidadãos está sob avaliação do Congresso Nacional, que atualmente analisa o projeto de lei nº 7.316/2002. O novo regulamento visa substituição da Medida Provisória que instituiu a ICP-Brasil. A entidade considera que, sem prejuízo à apresentação de emendas que visam a defesa do cidadão compete à sociedade e aos parlamentares repisarem a importância do livre arbítrio sob controle dos seus titulares e jamais sob controle de terceiros. A criptografia, a chave privada e a segurança do cidadão em meio eletrônico dependem de sua manutenção no controle de seus atos e de sua vontade. Sem controle e guarda exclusivos das chaves privadas, não há proteção do cidadão contra as interferências de terceiros, de empresas e do Estado.

A camara-e.net vem se posicionando no âmbito do órgão regulador da ICP-Brasil, do qual participa como integrante do colegiado há mais de 10 anos. A entidade, que é a maior associação multissetorial da América Latina e com maior representatividade na economia digital no País, vem reiterando em seus votos, estudos e fundamentações a imprescindibilidade do controle e guarda exclusiva das chaves privadas por seus titulares, buscando a mais rigorosa e estrita confiabilidade das transações eletrônicas e da segurança técnica e jurídica dos titulares de certificados digitais da ICP-Brasil.

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boostLAB, do BTG Pactual, inicia segunda rodada de seleção para potencializar startups em nível avançado

O BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, lança nesta sexta-feira a segunda edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão cinco startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. O grande diferencial do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (ex-head do Investment Banking), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil.

Além disso, as empresas selecionadas contarão com créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, além do suporte do time de especialistas destas empresas.

O programa de potencialização busca startups que atuem em três áreas: (i) eficiência operacional (principalmente em Meios de Pagamentos, Crédito para PMEs, energia, etc); (ii) relacionamento com o cliente (experiência digital, assertividade com a base de clientes e compliance); e (iii) disrupção (oportunidades de negócios para o Banco e empresas parceiras em mercados como commodities, crédito e seguros, por exemplo).

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, explica que “o Banco sempre acreditou e investiu em empreendedorismo e em histórias inovadoras e o sucesso da primeira edição nos provou que, com nosso networking e a excelência do time de mentores do programa, realmente somos capazes de dar um boost nessas empresas. Para a segunda rodada esperamos atrair ideias inovadoras e, principalmente, pessoas talentosas. Assim como da outra vez, daremos bastante importância à capacidade de execução e força de vontade dos empreendedores”.

Primeira edição

A primeira rodada contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas e potencializadas: Neurotech, Agronow, Clicksign, F(X), Liber Capital e Zigpay.

A F(X) é uma das empresas que mais se beneficou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

Já a Agronow obteve crescimento de receita de mais de 250% desde o início da potencialização pelo programa. A empresa oferece, a partir de imagens de satélites, análises de áreas agrícolas, com resultados estatísticos de alta qualidade e confiabilidade, através de dados proprietários de safras.

Rafael Coelho, CEO da Agronow, define como muito boa a participação da empresa no boostLAB. “O fato de o BTG Pactual atuar com muitas empresas relevantes do mercado agrícola nos abriu portas para interagir com pessoas antes inacessíveis e nos possibilitou adequar os produtos da Agronow ao mercado. A rede de contatos do BTG Pactual e sua rede de mentores são formadas por pessoas altamente qualificadas, que contribuíram muito para hoje estarmos ainda mais capacitados no setor em que atuamos”.

Para finalizar a primeira edição do boostLAB, no dia 15 de agosto haverá um Demo Day para possíveis investidores.

Inscrições

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 24 de agosto de 2018. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

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Cielo cria Comitê de Inovação com executivos de destaque no setor de Tecnologia

A Cielo, empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo, anuncia que o seu Conselho de Administração aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira, na sede da companhia, em Barueri (SP), a criação do Comitê de Inovação. O fórum reunirá nomes que são referência do mercado para discutir, avaliar e aconselhar a Cielo sobre as tecnologias mais inovadoras bem como as últimas tendências comerciais e tecnológicas no Brasil e no mundo.

“Este é mais um passo importante da Cielo para se manter na vanguarda do setor de tecnologia e serviços para o varejo, com foco em meios de pagamento. A iniciativa está em linha com o Cielo 21 – nosso plano estratégico para os próximos quatro anos. Estamos indo além de pagamentos, entregando mais valor para nossos clientes, e, consequentemente, levando maior conveniência aos consumidores brasileiros”, afirma Danilo Caffaro, vice-presidente executivo de Produtos, Negócios, Marketing e Inovação da Cielo.

O Comitê de Inovação será composto por oito membros, para mandatos de um ano, dos quais destacam-se a gerente geral da IBM para América Latina, Ana Paula De Jesus Assis; a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka; o fundador e CEO da GR1D, Guga Stocco e Mario Mello Freire Neto, que possui ampla experiência no mercado financeiro e no setor de tecnologia, tendo como última experiência a liderança do PayPal na América Latina.

Os encontros serão mensais e, extraordinariamente, sempre que necessário, seguindo as regras do Regimento Interno do Comitê de Inovação, disponível para consulta em www.cielo.com.br/ri e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – www.cvm.com.br.

Arthur Repsold assume direção geral da GL events na América Latina

Após presidir a operação brasileira da GL events por 12 anos, Arthur Repsold assume a direção geral da companhia na América Latina. Entre os desafios estão o desenvolvimento de novos negócios e a promoção da integração entre as operações já existentes na região: Brasil, Chile e Argentina. A mudança faz parte do processo de reestruturação do grupo, que tem por objetivo preparar a empresa para o projeto de expansão das atividades nos próximos anos.

A primeira mudança foi a criação do cargo de CEO, que desde janeiro é ocupado por Damien Timperio. Nos últimos seis meses, ele e Repsold trabalharam juntos no processo de transição para passar toda a gestão das atividades brasileiras a Damien. Com o encerramento deste ciclo, Repsold assume agora a nova função.

“O objetivo é integrar as operações existentes no Brasil e Chile e novas unidades de negócios que estão em desenvolvimento na região, além de ampliar as operações no Brasil”, revela Repsold.

Em 2006, o executivo era sócio da Fagga Eventos e apoiou a multinacional francesa GL events na disputa pela gestão do Riocentro, em licitação realizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. O grupo venceu a concorrência e assumiu a operação do centro de convenções da Barra da Tijuca por 50 anos. A Fagga, então, passou a fazer parte da GL events e Arthur Repsold assumiu a presidência do grupo no Brasil.

GL events investiu R$ 1 bilhão no Brasil em 10 anos

A francesa GL events é um dos maiores conglomerados empresariais do setor de eventos do mundo. Presente em mais de 20 países nos cinco continentes, administra 40 espaços, entre centros de convenções e arenas multiuso, e já realizou mais de 4.000 eventos. Com faturamento de 953,8 milhões de euros em 2017, a empresa tem atualmente mais de 4.200 funcionários, sendo 36% deles fora da França. No Brasil, são 370 colaboradores.

A companhia chegou em 2006 no país, onde já investiu cerca de R$ 1 bilhão e vem expandindo seus negócios. Atualmente conta com um portfólio de seis empresas no Brasil, com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. O grupo é responsável pela gestão dos centros de convenções São Paulo Expo, o maior do Brasil, e Riocentro, além da Jeunesse Arena, na Barra da Tijuca. A GL events atuou na montagem e fornecimento de instalações temporárias de todos os grandes eventos internacionais realizados no Brasil: Jogos Panamericanos de 2007, Rio + 20, Copa das Confederações de 2013, Copa do Mundo de 2014, Jornada Mundial da Juventude e Olimpíadas Rio 2016, além de eventos esportivos e shows.

Único conglomerado a operar em toda cadeia de eventos na América Latina, a operação brasileira da GL events trabalha com quatro linhas de negócios distintas, reproduzindo o modelo de negócios da matriz. A GL events Live abriga a área responsável pela concepção, produção e realização de eventos; a GL events Exhibitions responde pelos projetos de organização e produção de feiras de negócios e a GL events Venues faz a gestão de espaços para eventos. O Brasil é o primeiro país a operar uma linha de negócios adicional, a GL events Hospitality, que atua principalmente na gestão de atividades hoteleiras, alimentos e bebidas, e é responsável pelo Grand Mercure Riocentro, hotel cinco estrelas na Barra da Tijuca, com 306 apartamentos.

Além dos espaços para eventos sob sua gestão, a GL events tem em seu portfólio a Fagga l GL events Exhibitions, referência na organização de feiras de negócios e entretenimento em todo país, com 50 anos de atuação. Já a GL events Live recentemente incorporou a LPR, especializada em montagem de estandes para feiras e eventos, aluguel de móveis e programação visual.

Softex lança edital para empresas interessadas em participar do Programa TechD

Estão abertas até o próximo dia 30 as inscrições para empresas interessadas em testar e/ou investir em tecnologias focadas em IoT, Saúde, Energia e Mobilidade que serão implementadas no âmbito do programa nacional de inovação aberta TechD.

Sob a gestão da Softex, o TechD foi lançado no último dia 29 em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com recursos da ordem de R$ 18 milhões e a missão de unir startups, empresas, centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I), e universidades para o desenvolvimento conjunto de projetos de alto impacto tecnológico.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subversões por projeto de tecnologia selecionado. Para empresas com interesse em investir nas tecnologias que serão testadas, o edital possibilita que ofertem contrapartida financeira por projeto de interesse, que será somado ao valor do subsídio concedido. O programa também permite que as empresas sejam sócias ou obtenham exclusividade no uso das soluções que serão implementadas. A relação das empresas selecionadas será divulgada a partir do dia 10 de agosto.

Trata-se da segunda fase do TechD que procura subsidiar empresas que tenham interesse em desenvolver tecnologias através de processos de inovação aberta, permitindo seu acesso a soluções dedicadas exclusivamente aos seus interesses e necessidades e a uma rede qualificada de centros tecnológicos de excelência habilitados na fase 1 do programa. Com isso, é possível impactar de forma positiva na melhora da competitividade e eficiência do setor produtivo no Brasil. A terceira fase, prevista para meados de agosto, envolverá a chamada pública para que startups ou pesquisadores proponham projetos que apresentem soluções tecnológicas a serem validadas junto às empresas selecionadas pela fase 2 e ampliando seu mercado potencial tanto no Brasil como no exterior. A meta do TechD é apoiar no mínimo 30 projetos.

A íntegra do edital para as empresas está disponível no endereço http://techd.softex.br

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Startups Select IBM Cloud to Drive Innovation

IBM (NYSE: IBM) today announced several startups across industries and geographies as examples of a strong increase of startup companies that have turned to the IBM Cloud for AI, blockchain and Internet of Things (IoT) technologies, as well as the ability to scale globally. They include AI sports startup VitRuvian Sports Systems, IoT waste management solution GreenQ, and a blockchain-based digital identity provider, Blinking, amongst others.

An AI-ready Cloud
VitRuvian Sport Systems Toronto, Canada
VitRuvian created the Zone360 app, a soccer training simulation that uses a machine learning model and data tools on the IBM Cloud. The model gives coaches an innovative way to generate virtual training scenarios, instead of having to set all of the virtual players’ positions manually. For instance, by connecting a headset to their smartphone, players are able to turn their phone into a VR device as Zone360 places them on a virtual pitch, where their coach can ask them to respond to a specific match situation.

Smarter IoT
GreenQ Jerusalem, Israel
GreenQ is transforming how cities sustainably collect waste with an IoT solution built on the IBM Cloud. The solution uses devices installed on garbage trucks to track garbage collection schedules, routes and fleet management – saving cities up to 50 percent on their waste expenditures. Using IBM Cloud Functions, an on-demand, serverless platform, the data is analyzed on a management dashboard and transformed in real-time into recommendations such as re-routing trucks or changing pick up times. As GreenQ continues to onboard new customers, they report that they have already seen several ben efits in communities, including streamlining routes to lower emissions.

Blockchain for Business
Blinking Belgrade, Serbia
Blinking is a blockchain-based digital ID solution that gives users control over their data, using Hyperledger Fabric blockchain on the IBM Cloud. Individuals create their own digital identity with a Blinking ID, which includes their personal information, and can authorize or revoke access to third-parties each time they are required to verify their identity. Blinking is piloting a Know Your Customer (KYC) service with five Serbian banks using the IBM Private Cloud.

IBM Cloud for Global Scale
SmartRural Valladolid, Spain
SmartRural helps farmers across Spain reduce costs and shrink their ecological footprint through analysis of farm data and drone images on their platform on the IBM Cloud. Before moving to the cloud, SmartRural stated that it would take them many days to process just one farm’s data on their in-house server platform. To be able to take on more clients, SmartRural migrated to the IBM Cloud to help drive better performance, security and scalability. SmartRural reports that they can now crunch data faster than before, supporting farmers with the actionable insights they need to deliver good crop yields cost-effectively. On av erage, they claim to have helped farmers reduce their irrigation, fertilizer and phytosanitary costs by 25 percent.

Think Research Toronto, Canada
Think Research hosts software applications that organize healthcare data for clinicians on the IBM Cloud. Translating medical research and best practices into point-of-care tools, these applications support healthcare professionals with digitized clinical orders, e-referral and virtual care tools, EHR content, and clinical support tools and electronic admissions for long-term care. Think Research chose to move to the IBM Cloud to help them more easily enter new markets and scale internationally since the IBM Cloud is built to help businesses comply with local data requirements and supports their need to meet stringent health industry privacy require ments.

MediStreams United States
MediStreams handles remittance processing for healthcare providers by running their HIPAA-ready solutions on the IBM Cloud to dramatically lower the cost of processing payments in the billing office and more easily address data governance needs. As MediStreams grew, it migrated to the IBM Cloud because it needed to move to a multisite solution of dedicated servers to support their redundancy, disaster recovery and compliance responsibilities. In the world where HIPAA strictly governs the protection of patient healthcare information, the IBM Cloud helps support MediStreams’ compliance with single tenant services. MediStreams can benefit from dedicated instances and guaran teed capacity for their business requirements.

“The surge in IBM Cloud startup client momentum is not only a clear sign that IBM has the higher value services that are grabbing the interest of startups, but it also highlights IBM’s ability to scale up or down to meet the needs of clients, said Phil Buckellew, GM, Cloud Architecture and Data Services, IBM. “This includes some of the world’s largest banks, retailers, and airlines to the startup growth-engines of tomorrow.”

Today´s news builds on IBM’s enterprise client momentum with recent announcements of major European companies and global brands like ExxonMobil, Bausch + Lomb and Westpac migrating major workloads and modernizing existing infrastructures with the IBM Cloud. Startups and enterprise companies alike find value in IBM’s global footprint and deep industry and business process expertise that can allow businesses across industries to seamlessly scale as they grow.

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