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Gestão de compras: quatro erros que as PMEs devem evitar

Quando bem administrada, a área de gestão de compras pode proporcionar benefícios para todos os setores de uma PME. No entanto, para que essa otimização possa ser alcançada, é preciso ficar atento e evitar alguns erros que comprometam todo o planejamento e prejudicar os resultados.

Carlos Campos, Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, aponta quatro erros que devem ser evitados na área de supply chain. Confira!

Tratar os processos da mesma forma: Para ser estratégico e ter uma melhor performance nas negociações, é preciso entender que cada categoria é diferente. O primeiro a se fazer é uma categorização, definindo itens de matéria-prima e os itens indiretos, como materiais de escritório, ferramentas, produtos para limpeza, entre outras coisas. Depois, para cada uma das categorias será adotada uma estratégia diferente. A relação com um fornecedor de um item estratégico para a empresa requer maior atenção e cuidado na negociação. Entenda o impacto do produto para o negócio e a complexidade do mercado – se há outros fornecedores do mesmo material.

Não dar atenção ao TCO – Total cost of ownership: não negocie um produto levando em conta apenas o seu preço. Ao realizar uma compra, o gestor deve considerar todos os custos envolvidos na operação, como frete e futuras manutenções. O TCO é um indicador de extrema importância, pois analisa todos os custos de uma empresa tem para manter ou adquirir certos tipos de ativos.

Não fazer processo de investigação dos fornecedores: uma investigação completa sobre os fornecedores é fundamental, pois sua qualidade gera impacto direto sobre o sucesso das operações. Essa também é uma forma de maximizar as vantagens e minimizar riscos como má qualidade de produtos, dificuldades burocráticas, origem duvidosa e até mesmo fraudes. Avalie a confiabilidade do fornecedor utilizando a qualidade, origem e reputação como indicadores. Sempre há o risco de que os produtos sejam de precedência incerta, ou de que são produzidos de forma irregular, por meio de trabalho escravo ou infantil.

Não investir na qualificação de um profissional de compras: é muito importante ter conhecimento suficiente para realizar as operações de compra. Existem diversas técnicas de negociação, balizamento de preços e gestão que um gestor deve dominar. Muitas empresas de menor porte costumam atribuir essa função para um colaborador de outra área, como alguém da área administrativa por exemplo.

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Qual é o melhor modelo de precificação para trabalho como freelancer?

Por Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes

Essa é provavelmente a maior pergunta que qualquer freelancer: qual a melhor forma de precificar meus serviços? Qual o melhor modelo para o meu negócio?

Normalmente, é o departamento de recursos humanos que decide o valor de um funcionário numa empresa e muitos tendem a subestimar as habilidades do profissional fora da organização, desconsiderando os conhecimentos e habilidades que ele não necessariamente aplica na companhia. Por isso, uma vez que contamos as horas e salários da maioria dos desenvolvedores e web designers que trabalham em tempo integral, a desvalorização é ainda mais pronunciada, já que existem fatores que não foram inicialmente considerados.

Portanto, para ter uma boa ideia do seu valor, considere o que você traz de benefícios para um cliente que precisa de um novo site e não tem tempo, habilidades ou ambos para fazê-lo sozinho.

De acordo com Cody Landefeld, consultor web da Mode Effect com experiência no mercado, para decidir sobre um modelo de precificação, considere esses quatro fatores:

1. Determine o verdadeiro valor do seu negócio

Como qualquer negócio, o design e desenvolvimento de sites requer ferramentas que custam dinheiro. Esses são os investimentos que devem ser contabilizados na hora de pensar no seu modelo de precificação. Portanto, a primeira coisa que deve ser feita é listar esses custos, por exemplo:

Equipamentos: computadores, monitores, softwares e manutenção.
Licenças e assinaturas: hospedagem, domínios, add-ons premium para softwares, como Shutterstock, ThemeFoster, plataformas para gerenciamento e etc.
Despesas gerais: Internet, telefone, aluguel (mesmo se você trabalha de casa), utilidades.
Tudo isso é o quanto você investe no seu negócio simplesmente para ele existir. Mesmo parecendo que você não gasta nada trabalhando de casa, você está usando mais coisas do que você usaria se trabalhasse numa empresa. Por exemplo, eletricidade que estará ligada por longos períodos de tempo.

Em segundo lugar, pense nos gastos direcionados para o desenvolvimento e manutenção de suas habilidades técnicas necessárias para o projeto. Isso pode incluir:

Treinamento e cursos: valores e gastos relacionados a aulas e transporte.
Marketing: custos com publicidade, ingressos e viagens para eventos do setor, blog sobre seu negócio (ou se você contrata alguém para a produção desse conteúdo), tempo gasto em mídias sociais (promovendo seus serviços).
Tudo isso deve ser adicionado aos seus custos operacionais.

2. Eduque seus clientes sobre seus custos

“É melhor para web designers me cobrar por hora trabalhada ou por projeto?”

Essa é a pergunta que seus clientes vão fazer quando visualizarem seu portfólio. No entanto, não é uma forma justa de encarar o valor do seu trabalho como profissional web. Talvez uma conversa mais ampla sobre custos de criação de sites para o cliente e para o provedor, por exemplo, pode ser esclarecedora para o cliente entender o valor real de cada processo.

Modelos e guias prontos de precificação são excelentes exemplos para mostrar o básico sobre custos de desenvolvimento necessários para construir um site simples e eficiente. Um bom manual de diretrizes pode ajudar a educar os clientes sobre os gastos reais para eles e para o desenvolvedor que ele contratar.

Em adição a isso, atualmente existe uma demanda sobre transparência. Se você utiliza ferramentas conhecidas e bem avaliadas no mercado, não tem porque não abrir a informação de valores de registro de domínios, hospedagem, templates, plug-ins, e suporte ao conteúdo para seus clientes.

3. Entenda os pros e os contras da cobrança por hora vs por projeto

Se você considera estabelecer uma taxa fixa uma tarefa difícil, decidir como cobrar seus serviços pode ser igualmente desafiador. Opiniões e preferências sobre precificação por hora ou projeto variam de pessoa para pessoa (tanto profissionais quanto clientes).

Cobrança por hora

A maioria dos freelancers começam cobrando por hora, pois não sabem exatamente quanto deveriam cobrar. Muitos usarão como base os salários de experiências antigas, muitas vezes de regime tradicional. No entanto, seguindo essa lógica, se você for realmente cobrar por hora, você deve pesquisar o valor pago para funcionários com seu nível de expertise e então adicionar os custos listados acima.

Alguns dos benefícios da cobrança por hora são que te dá uma ideia mais concreta sobre quanto tempo leva para concluir diferentes projetos, o que pode te ajudar no planejamento de seu cronograma, ajuda o cliente a ter mais noção do valor do seu tempo e torna a cobrança mais prática caso você ofereça serviços adicionais, fora do pacote (como a criação de um logo ou animação).

Cobrança por projeto

Muitos clientes pedem pelo valor do projeto como um todo porque é mais fácil de calcular em seus orçamentos de marketing. Existem diversas vantagens para os freelancers nesse modelo de cobrança, como te ajudar a obter lucro mais rápido, já que você vai aprimorar suas habilidades e pode terminar o projeto com mais agilidade; os clientes tendem a ver mais valor, pois eles estão acompanhando o mesmo relógio que o seu durante a etapa de criação do design; você pode cobrar por serviços pequenos e simples separadamente de forma que o cliente consiga pagar por cada um, um de cada vez, conforme necessário.

Além disso, passar a cobrar por projeto pode ser um indicativo de que você está a um passo da cobrança por hora.

Uma vez que você identifica o uso do seu tempo em diferentes tipos de projetos, você pode prever com mais precisão quanta horas são necessárias para cada atividade. Converta essas horas em honorários do projeto e calcule também nas interrupções e gastos extras que podem surgir e adicionar custos.

4. Considere misturar as duas opções e ofereça um modelo híbrido de precificação

Alguns designers cobram um valor fechado para o desenvolvimento do site e depois por hora trabalhada para serviços adicionais que não fazem parte do escopo do projeto. Como por exemplo, manutenção do site, atualização de software e conteúdo e mudanças depois do término do site.

Esse modelo misturado pode ser favorável, pois permite certa flexibilidade, evitando renegociações demoradas caso o cliente peça por algum serviço que não estava considerado no projeto inicial.

De qualquer forma, utilize seu modelo de precificação para lembrar os clientes de que a cobrança é principalmente pela criação do design e desenvolvimento, que são as etapas mais trabalhosas. Nem todos os clientes entenderão o valor verdadeiro necessário para criar um site e colocá-lo no ar, mas mostrando tudo de forma clara e transparente, será mais fácil de ajuda-los a perceber.

Pode levar um tempo até que você ajuste o modelo e adote o melhor para seu trabalho, equilibrando seus gastos, o valor entregue ao cliente e o tempo que você leva para criar um site, mas com tempo e experiência, você vai encontrar o correto e que funcione melhor para você. Dessa forma, você poderá se manter competitivo enquanto gera uma renda sustentável e faz o que ama.

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Por que toda companhia precisa modernizar sua fábrica de software? – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

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PA Glocal se consolida como holding de inteligência em criação de valor

Com mais de 35 anos atuando diretamente na área de TI, o executivo formado em matemática, Allan Pires, não vive apenas de números. Empreendedor desde muito cedo, consultor do projeto de exportação da APEX/SOFTEX e conhecido por apoiar o processo de crescimento e conquista de mercados de várias empresas de TI, entre elas da PC Sistemas – comprada posteriormente pela TOTVS pelo valor de R$ 95 milhões – busca alçar voos cada vez mais altos, com a ampliação de sua participação no mercado brasileiro e internacional ao anunciar a holding PA Glocal.

A ideia surgiu como resultado do planejamento estratégico das operações em que o executivo está envolvido como CEO e investidor. A partir de abril, a consultoria, que passa agora a ter a missão de criar valor para seus clientes e parceiros, se transformará em uma holding responsável por descobrir, desenvolver e distribuir inteligências vindas de qualquer parte do globo (seja em soluções tecnológicas, metodologias ou processos) como a multinacional Targit, especializada em Business Intelligence, trazida por ele para o Brasil; a startup goiana goGeo de Big Data Geoespacial, na qual Allan acompanha o crescimento desde o início das operações e que foi responsável por investir R$ 5 milhões a partir de recursos próprios; e da PA Latinoamericana, braço de consultoria de gestão do grupo. A união dessas marcas, atreladas ao nome da PA Glocal, devem movimentar somente no mercado brasileiro R$ 16 milhões nos próximos dois anos.

“A PA Glocal unirá simultaneamente inteligências globais e adaptações aos mercados locais onde nós, ou nossos parceiros, temos foco. Isso porque possuímos mercados ativos no Brasil, América Latina e Estados Unidos, onde apoiamos diretamente os nossos clientes, parceiros tecnológicos e de distribuição a criarem valores em seus negócios como acontece com a solução de Big Data Geoespacial goGeo”, conclui Allan.

A PA Glocal conta com escritórios na cidade de São Paulo, Goiânia e no Texas, estado norte americano com 2º maior produto interno bruto do país. A ideia do então CEO da holding é duplicar de tamanho, com o anúncio de novas alianças nacionais e internacionais, além de prever o aumento da carteira de clientes de 450 para 700 até 2019. A PA Glocal conta com nomes como Siagri, PC Sistemas, EBM, FastShop, Leites Mococa, Banco Semear, Mapfre Seguros, Terral, entre outros nomes referência no mercado. “A intenção com a criação da holding e consolidação das operações é ganhar sinergias da capacidade humana instalada, networking, tecnologias, canais de vendas, marketing e finanças e, com isto, potencializar novos resultados a todas as organizações do nosso ecossistema ”, diz Allan.

Conheça as empresas que fazem parte da holding PA Glocal:

goGeo

Muito se fala sobre o Big Data e como o acesso cada vez maior a diversos dados vai revolucionar o mercado de profissionais tomadores de decisões. Um exemplo disso são aplicativos de localização geoespacial como Waze, Google Maps e Foursquare que usam dados de tráfego e do próprio motorista para achar o melhor caminho, com menos trânsito, ou até mesmo a localização de um restaurante ou posto de gasolina mais barato. O fato é que as aplicações Geoespaciais hoje representam uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Allan enxergou um grande potencial de crescimento diante de um mercado altamente lucrativo e, há dois anos, investiu R$ 5 milhões a partir de recursos próprios para garantir o crescimento da startup, que torna possível uma empresa desenvolver, num único dia, aplicações que explorem análise de tempo real com Big Data Geoespacial. O CEO explica que nenhum outro produto no mercado possui essa habilidade, tornando a startup uma unidade de negócios lucrativa dentro da PA Glocal. “A aplicação é pelo menos cinco vezes mais econômica e até 50% mais rápida na hora de processar dados e analisar através de geolocalização. Essa agilidade é fundamental na hora da tomada de decisão”.

Targit

A Targit é especializada em Business Intelligence e conta com mais de cinco mil clientes mundialmente. Trazida pelo executivo em 2010 para o Brasil, a multinacional possui sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston. Conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo e concentra mais de quatro mil clientes e mais de 350 usuários da sua solução. Por conta de uma de suas principais características, que é a de viabilizar a captura das informações por meio de acessos rápidos no sistema, a Targit é o desenvolvedor europeu de produtos de BI que mais cresce. Desde 2010, a multinacional almeja ter um crescimento de 30% anualmente. Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”, finaliza o CEO.

PA LATINOAMERICANA

A Consultoria em gestão oferece soluções de planejamento estratégico, marketing, estratégias go to market, programas de canais e alianças, recrutamento, seleção e gestão de revendas e de operações, fusões e aquisições, gerenciamento compartilhado e turnaround, entre outros.

Perfil Allan Pires: CEO para América Latina e Texas da PA Glocal, Allan Pires tem atuado por mais de 35 anos na área de tecnologia da informação. É também como Professor Universitário de Gestão de Negócios e TI em cursos de graduação e pós-graduação. É formado em matemática, com pós-graduação em Análise de Sistemas, Administração de Empresas e MBA Executivo Internacional pelas instituições: Fundação Instituto de Administração FIA USP, University of Cambridge, EM LYON e Vanderbilt University.

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Duratex inaugura sua primeira Sala de Inovação na Paraíba

Buscando cada vez mais a inovação em seus processos, a Duratex inaugura a sua primeira Sala de Inovação na unidade de louças sanitárias Deca – uma de suas marcas – no Estado da Paraíba. O espaço tem como objetivo aproximar os colaboradores operacionais, que atuam no chão de fábrica, dos projetos corporativos, envolvendo-os nos desafios que precisam de novas soluções.
Na Sala de Inovação os colaboradores podem apresentar ideias que são coordenadas por uma equipe multidisciplinar, composta por colaboradores com perfil inovador. As melhores propostas são avaliadas por estes líderes, ao final de cada mês, e as mais inovadoras são selecionadas e colocadas em prática na empresa.

“Por atuarem diretamente na produção das louças Deca, os colaboradores que trabalham no processo de produção têm muito conhecimento sobre os produtos e podem sugerir grandes ideias para os negócios. Nós queremos, cada vez mais, incentivar estes trabalhadores a buscarem novas ideias e soluções de desafios de forma mais humana e colaborativa”, avalia Saulo Pimentel, gerente industrial de Louças Deca na unidade Paraíba.

O conforto e a funcionalidade foram priorizados no espaço para que os frequentadores usufruam de um local tranquilo e instigante para o surgimento de novas propostas. A Sala foi decorada com móveis e estruturas desenvolvidas a partir da reciclagem de resíduos e possui duas bibliotecas, uma física e outra digital, de acesso livre a todos.

Para abrir as portas do espaço, a Duratex realizou uma pesquisa de benchmarking com as empresas mais inovadoras do País para ampliar sua visão na tomada de decisões. Um dos resultados desse trabalho foi a decisão pela abertura de um canal direto com os colaboradores para que eles mesmos fossem os autores de algumas ideias. “A Sala de Inovação é um marco para a Duratex por simbolizar o início de uma nova era. Queremos que nossos colaboradores se sintam inspirados a participarem das discussões na Sala. Todas as ideias geradas são extremamente importantes, mesmo que não sejam utilizadas naquele momento. São elas que, a médio e longo prazo, poderão gerar novos negócios e parcerias para empresa, que também beneficiarão a todos os colaboradores”, afirma Pimentel.

A unidade de louças da Deca, na Paraíba, desenvolveu a primeira Sala de Inovação pelo empenho e interesse demonstrado pelos colaboradores da unidade. “A Paraíba foi apenas a primeira unidade a desenvolver o trabalho e nosso objetivo é ampliar e criar a Sala em outras unidades do País”, diz o gerente. Ele ainda informa que a Sala vem para reforçar a cultura de inovação existente na Duratex, que hoje é disseminada por meio de diversos programas, como o Imagine. Nele, os colaboradores de todos os níveis hierárquicos e de qualquer uma das unidades de negócios da empresa (Deca e Madeira) são estimulados a inscrever suas ideias inovadoras. As melhores sugestões rendem aos autores prêmios em dinheiro como forma de reconhecimento e incentivo.

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Inscrições abertas para o programa Global Scholars da Cargill

A Cargill está com inscrições abertas para a 5ª edição do Programa Global Scholars, que tem como objetivo formar novos líderes ao redor do mundo. Os alunos selecionados poderão contar com apoio financeiro de 2,5 mil dólares, por até dois anos, para auxiliar com quaisquer despesas relacionadas à vida acadêmica. Além de terem a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e programa de mentoria com executivos da empresa.

Em parceria com o IIE (International Institute of Education), serão selecionados 10 estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Industrial, Mecânica, Elétrica, Agronômica/Agronomia,Tecnologia de Alimentos/Engenharia de Alimentos e Nutrição com excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança de 9 universidades brasileiras (confira a lista abaixo). Para participar, os alunos devem estar matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo, além de ter uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de abril pelo site www.cargillglobalscholars.com

Depois de escolhidos, os estudantes participaram de um seminário que aborda a liderança e de uma série de atividades criadas para aprimorar o pensamento crítico e capacitá-los para trabalhar em grandes empresas mundiais. Já a partir do segundo ano, os estudantes participam do Programa de Liderança Global, realizado na sede da Cargill, em Minneapolis, nos Estados Unidos.

Confira a lista de Universidades participantes:

– Universidade Federal de Goiás (UFG)
– Universidade Federal do Paraná (UFPR)
– Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
– Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
– Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
– Universidade Federal de Viçosa (UFV)
– Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
– Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
– Universidade de São Paulo (USP: São Paulo, São Carlos, Ribeirão Preto, Piracicaba-ESALQ, Pirassununga)

Sobre o Cargill Global Scholars

O Cargill Global Scholars é um distinto programa de dois anos que, desde 2013, oferece apoio financeiro para alunos graduados no Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Estados Unidos. O programa também inclui desenvolvimento de liderança através de seminários, eventos de networking e programa de mentorship com executivos. O Global Scholars atualmente tem 132 estudantes do mundo todo que participam do programa e representam mais de 50 universidades.

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Tecnologia de startup ajuda lojistas no contato pós-venda

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O vendedor é peça-chave para qualquer negociação. Bom atendimento, domínio das informações acerca do produto ou serviço oferecido e disposição para sanar todas as dúvidas estão entre os pré-requisitos exigidos a esse profissional.

Mas, o cliente espera mais. Ele quer um suporte, inclusive, após a compra. Quando bem realizado, o pós-venda, segundo especialistas, pode dar margem para negociações futuras, ou seja, é nesse estágio que se inicia a fidelização do cliente.

Grandes companhias costumam formar um departamento especializado no pós-venda. Porém, soluções simples, como visitas técnicas, ligações para saber o grau de satisfação do consumidor em relação ao produto ou serviço obtido e ações focadas na valorização do cliente, trazem bons resultados. A tecnologia, no entanto, tem se tornado uma grande aliada no fortalecimento do elo criado entre marcas e consumidores.

Pensando nisso, o Sixdoo, startup com sede em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, criou uma plataforma especializada em soluções para tornar o pós-venda mais inteligente e automático. Com a ferramenta, que funciona de maneira semelhante a um aplicativo de celular, o vendedor registra os dados dos clientes, que passam a receber informações relevantes da loja, de forma automática e personalizada.

De acordo com Kelwin Eggert, um dos fundadores da startup, esse relacionamento, quando fortalecido, impulsiona novas vendas. “O Sixdoo ajuda o vendedor a conhecer melhor os gostos dos clientes. Ao utilizar a ferramenta, o vendedor passa a contar com uma base de dados de informações relevantes que vão facilitar o pós-venda, de forma personalizada e prática”, resume.

Segundo ele, a melhor maneira de fazer um bom pós-venda é ouvindo o próprio cliente. “É necessário saber o que ele achou da experiência na sua loja. A pesquisa de satisfação é uma arma muito poderosa e que poucos utilizam. O cliente se sente muito importante quando a loja se preocupa em saber o que ele achou do atendimento e onde a loja pode melhorar”, destaca

Ao colocar em prática esses conceitos, o Sixdoo vem ajudando lojistas a incrementar as vendas. Na Colchões Ortobom, do município catarinense de Timbó, por exemplo, o Sixdoo ajudou a alcançar o percentual de 39% de conversão de vendas, sendo que 43% do faturamento total do estabelecimento são decorrentes de compras realizadas no retorno do cliente à loja.

Diversas outras marcas já aderiram à novidade, entre elas estão a Menegotti Man, Óptica Olhar, Restaura Jeans, Mandala Jóias e Bella Ótica. “Os lojistas que usaram relatam um aumento significativo nas vendas pelo simples fato de se preocuparem em manter um relacionamento com o cliente, conhecendo seus gostos e oferecendo a eles vantagens especiais”, conclui.

Como funciona

Através do Sixdoo, o vendedor ou lojista realiza um breve registro dos clientes que compram e, principalmente, dos que não compram. A partir desses dados, é possível manter um relacionamento constante, tornando a loja mais relevante e presente no mercado. Por meio de disparos de mensagens de SMS marketing, o lojista comunica ao consumidor a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete.

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Aliexpress atinge a marca de 100 milhões de clientes

AliExpress, a plataforma global de varejo do Grupo Alibaba, anunciou a marca de 100 milhões de clientes. Lançada em 2010, a AliExpress oferece uma proposta de valor inigualável a clientes do mundo inteiro através de uma vasta gama de produtos e tecnologias inovadoras. A AliExpress disponibiliza milhões de itens fornecidos por vendedores em mais de 20 categorias de produtos. Nos últimos 12 meses, o número de compradores ativos da AliExpress excedeu 60 milhões.

“Eu gostaria de agradecer a todos os nossos clientes estrangeiros pelo apoio nos últimos sete anos. Globalização é uma prioridade para o Grupo Alibaba e a AliExpress está focada em ajudar compradores globais a acessar produtos de qualidade feitos na China,” afirmou Leo Shen, Gerente Geral da AliExpress. “Nós estamos comprometidos a incentivar as marcas chinesas de qualidade e a criar uma plataforma de confiança que permita a esse comércio internacional crescer cada vez mais.”

O Brasil é um dos cinco maiores mercados de compradores em termos de Volume de Mercadoria Bruto (GMV na sigla em inglês). Outros mercados importantes da AliExpress incluem a Rússia, EUA, Espanha e França.

Nos últimos anos, a AliExpress introduziu várias inovações e tecnologias que proporcionam aos usuários uma experiência de compras conveniente e interativa. Seu aplicativo de compras móvel é uma das soluções mais populares entre os usuários, devido aos seus recursos e facilidade de uso. A AliExpress também trabalha com Alipay e Cainiao, os parceiros de pagamento e de logística do Alibabas, para garantir pagamentos e entregas seguros.

A AliExpress atende consumidores em mais de 220 países e regiões. As categorias de produtos mais procuradas globalmente são moda e vestuário, joias e acessórios, vestuário feminino e acessórios e componentes para celulares. No Festival de Compras 11.11 da Alibaba, em 2016, 35,78 milhões de pedidos foram registrados nas 24 horas do evento, dos quais 58% foram feitos através de dispositivos móveis. Nesse período, o aplicativo móvel da AliExpress registrou o maior número de downloads na “categoria compras” tanto na App Store da Apple quanto na Google Play Store em 41 países.

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Cidades pernambucanas arrecadam 200% a mais de IPTU com uso de drones

Diante do atual cenário nas prefeituras com o acúmulo de funções e a dificuldade em acompanhar de perto os projetos junto à sociedade, principalmente a arrecadação coerente proporcional ao tamanho do terreno (IPTU) e os vencimentos das parcelas, e alguns órgãos já resolveram delegar a função para outras empresas. Logo, para resolver esse entrave, a Crescite, uma das maiores empresas especializadas em recadastramento de imóveis e arrecadação do Brasil, surge para ajudar a prefeitura e a população. Com uso de drones, a Crescite faz a medição correta dos terrenos e ainda esclarece a população sobre o porque existe o IPTU e para onde vai o valor arrecadado.

Os colaboradores da Crescite vão até os terrenos, casas, e pontos comerciais, orientam os seus proprietários sobre a importância de pagar em dia o tributo e esclarecem que o destino desse recolhimento vai para a melhoria de todos. Cada prefeitura prioriza em que vai aplicar o valor arrecadado com o IPTU. Os valores podem ir para obras de infraestrutura, gerando emprego local, a saneamento, saúde e educação.

As prefeituras já sentiram no volume arrecadado que vale a pena terceirizar essa cobrança do IPTU para os agentes da Crescite, pois além de instruir os cidadãos também é feito todo o recadastramento dos terrenos da cidade em questão. Foi o que aconteceu em Pernambuco. Além da utilização de análise de dados, colaboradores e medição de terreno, a empresa incluiu drones para monitorar a região e fazer o mapeamento correto. As imagens são tratadas por softwares de última geração que permite a medição exata.

Empresas como a Crescite auxiliam as prefeituras na arrecadação e esclarecimento a população quanto ao tributo. “ Nós desmistificamos a ideia de que pagar imposto é ruim. A população só acha isso ruim quando não entende para onde vai os benefícios desse dinheiro despendido. E o valor volta para a sociedade em forma de educação, saúde e qualidade de vida”, esclarece o Diretor da Crescite, Paulo Resende.

Isso foi perceptível no município de Paulista que arrecadou 165% a mais do que ano passado de IPTU, seguido por Itamaracá (82%) e Jabotão dos Guararapes ( 64%).

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A Crescite não acredita em soluções complexas e caras para os municípios, porque classifica-se fora da realidade. Neste momento a empresa atua em locais que têm mais de 100 milhões de ‘estoque de débitos’. Só são remunerados em razão do que é produzido financeiramente e na atualização dos cadastros municipais. Desta maneira a Crescite é investidor e, ao mesmo tempo, os agregadores de tecnologia para os municípios. A proposta da empresa não exige investimentos do município e é remunerada com a medição dos resultados financeiros.

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90% das empresas devem usar análise de dados até 2020, diz pesquisa

A Atos, empresa líder em transformação digital, encomendou um estudo conduzido pela Forrester Consulting para analisar o nível de adoção da análise de dados por empresas de todo o mundo. O estudo revelou que 40% das empresas já estão utilizando a análise de dados em atividades essenciais, como vendas, desenvolvimento de produtos e marketing. Essa tendência deve acelerar nos próximos três anos, com cerca de 90% das empresas utilizando insights de negócios orientados por esses dados até 2020.

O estudo conduzido por analistas independentes da Forrester Consulting analisou uma amostra global de mais de 580 empresas e gestores de TI de 11 setores empresariais em três continentes. Os dados mostram que 23% das empresas planejam implantar análise de dados nos próximos 12 meses. Isso apesar de um terço das empresas alegarem diversos obstáculos nesse processo.

Com relação às barreiras, 44% dos entrevistados veem o aumento na variedade dos tipos de dados não estruturados como um desafio significativo, enquanto 35% estão preocupados com as práticas tradicionais de dados em silos e com a falta de alinhamento entre as funções de TI e as empresarias.

“O ritmo no qual uma organização se beneficia da análise de dados é determinado tanto pela cultura quanto pela tecnologia. É por isso que na Atos colocamos a ênfase em uma abordagem orientada para os negócios com o Atos Codex, nosso conjunto completo de soluções de análise, computação cognitiva e IoT”, afirma Ursula Morgenstern, vice-presidente de Business & Platform Solutions da Atos.

A pesquisa examinou as ambições e prioridades de 11 setores empresariais e revelou uma clara ênfase em diferentes prioridades específicas do mercado, dependendo do setor. No setor de energia, por exemplo, a análise de dados é vista como um pré-requisito no desenvolvimento de redes de distribuição inteligentes.

Na indústria, a análise está intimamente ligada à fábrica inteligente, especialmente em relação à manutenção preditiva. A pesquisa fornece perfis empresariais reveladores em relação a atitudes e práticas analíticas em múltiplos setores, incluindo energia e serviços públicos, finanças, governo, indústria, varejo e telecomunicações.

Conclusões

Entre suas descobertas, a Forrester destacou a necessidade de as organizações serem rigorosas na definição de objetivos empresariais claros e quantitativos em todas as iniciativas de análise de dados: essa mudança é tanto sobre processo e cultura como sobre tecnologia.

Metodologia

Nesse estudo, a Forrester realizou uma pesquisa on-line com 583 líderes de negócios e de TI de empresas da América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico para avaliar a estratégia e o gerenciamento da análise de dados de suas organizações. Onze setores foram pesquisados, incluindo energia e sérvios públicos, serviços financeiros e seguros, telecomunicações, Varejo, Governo e Indústria. O setor industrial incluiu as áreas de alta tecnologia e engenharia, automotiva, fabricação de produtos de consumo, farmacêuticos, químicos e metais e processos. Os participantes da pesquisa incluíram diretores, VPs e decisores de nível C. Os entrevistados receberam um pequeno incentivo como agradecimento pelo tempo gasto na pesquisa. O estudo teve início em setembro de 2016 e foi concluído em novembro de 2016.

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Matrix Data Center: negócios de missão crítica exigem serviços de TI com alta disponibilidade

Tente calcular os prejuízos causados pela queda do sistema de um banco. Agora imagine o tamanho do transtorno que uma operadora de telefonia móvel geraria se deixasse todo um município sem sinal. Já pensou na situação caótica que o setor aeroviário viveria se seus computadores repentinamente deixassem de funcionar? Para muitas empresas e setores de atividade, o uso de recursos computacionais garantidamente estáveis é simplesmente essencial.

No universo de tecnologia da informação, o termo missão crítica é utilizado para se referir à estabilidade de sistemas, aplicações e processos que, se interrompida, pode ocasionar graves consequências. Por isso, companhias que valorizam a fluidez de suas operações tendem a contar com serviços de data centers qualificados por entidades de controle.

Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center, afirma que a crescente procura por soluções de TI 100% estáveis e redundantes reflete a preocupação de muitas empresas com a disponibilidade de suas informações. “Companhias que possuem esse nível de exigência têm nos procurado especialmente por conta da certificação Tier III, fornecida a nós pelo Uptime Institute, e pelas nossas políticas de segurança de acordo com a ISO/IEC 27001”, destaca Lacerda.

Para que um data center alcance o padrão de qualidade exigido por esses órgãos, um longo processo de auditoria, reformas e revisões de políticas deve ser encarado. Por isso, tais certificações representam o que há de mais sólido, seguro e estável no segmento de TI. “Lidar com missão crítica é um grande desafio, mas é algo que sabemos prover com propriedade a um público seleto e exigente”, finaliza o VP.

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Startup Cata Company recebe investimento de R$ 5 milhões da Bzplan

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Após ampliar o faturamento em 6.000% em dois anos, desenvolver o portfólio de produtos e iniciar a operação nos Estados Unidos, a startup Cata Company, com sede em Florianópolis (SC), anuncia o investimento de R$ 5 milhões feito pelo Fundo Sul Inovação. Esse primeiro aporte do fundo de investimento será utilizado para o lançamento de dois novos produtos ainda neste ano, escalar a equipe (especialmente na área P&D, vendas e suporte técnico) e acelerar expansão internacional da empresa.

O aporte na Cata Company é o primeiro de uma série de investimentos que será anunciada em 2017 pela Bzplan, sócia da FIR Capital na gestão e administração do Fundo Santa Catarina (FSC) e do Fundo Sul Inovação (FSI). A gestora fez o primeiro aporte de venture capital na startup em janeiro de 2013 e agora aposta novamente na próxima etapa da Cata Company, que saltou em 2016 para um faturamento de R$ 12 milhões. “Estamos apostando mais uma vez na Cata Company, que agora expande seus horizontes ao buscar a internacionalização e colocar novos produtos no mercado. A empresa sempre investiu em inovação e tem sido muito bem sucedida no desenvolvimento de soluções envolvendo hardware e software. Somente em 2016, obteve um crescimento de 350% no faturamento, o que reforça nosso posicionamento de investir em empresas B2B e com alto potencial de crescimento”, diz Marcelo Amorim, sócio da Bzplan.

O investimento do Fundo Santa Catarina (FSC) ocorreu quando a startup ainda se chamava Catamoeda e estava desenvolvendo seu primeiro produto homônimo: um equipamento que troca moedas por cédulas, vale-compras, doações e recarga de créditos de celular, uma forma de incentivar a população a tirar do cofrinho as moedas acumuladas que fazem falta no comércio. As primeiras máquinas chegaram a redes de supermercado no sul do Brasil no final de 2013 e espalharam-se pelo país durante o ano seguinte.

Em 2015, a empresa anunciou um acordo comercial exclusivo com a Prosegur, companhia líder em segurança privada no país, e em 2016 lançou, em parceria com a multinacional, três novos produtos: o CataCash One/Caixa Fácil Mini – cofre compacto inteligente para os pequenos e médios varejistas-, uma linha de equipamentos de back office para concessionárias e empresas de transporte e, ainda, uma nova plataforma de publicidade para trade marketing. “Já começamos a produção do novo cofre de alta capacidade e performance, o Mille, e criamos a Cata Tech, uma nova divisão da empresa voltada para o desenvolvimento de soluções inéditas de segurança para transporte e custódia de valor”, afirma o CEO e fundador da Cata Company, Victor Levy.

A primeira solução dessa divisão, já em fase final de desenvolvimento, é o Super Armário, produto altamente tecnológico voltado para a proteção de numerários. Em paralelo, a empresa continua com seu ritmo de inovação, e já são 14 os pedidos e registros de patentes, marcas, desenhos e propriedades industriais, tanto nacionais quanto internacionais, da empresa.

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Sete maneiras de manter seus dados seguros na nuvem

No Brasil, segundo um estudo do SEBRAE, apesar da crise, o número de micro ou pequenos empreendedores é comparado a países avançados. Os principais ramos de atividade são aqueles que complementam a renda do empreendedor ou que estão ligados diretamente ao seu lucro. Apesar disso, a falta de experiência desses empreendedores relacionados à cibersegurança ou TI podem expor seus negócios a riscos até então desconhecidos por eles; aqui estão sete maneiras de garantir que os dados da sua empresa são seguros – seja na nuvem ou não.

1.Firewalls centrados em aplicativos: firewalls tradicionais, que protegem sua rede, eram considerados a melhor maneira de manter seus dados seguros. Agora, as abordagens de segurança desenvolvidas para aplicativos exclusivamente na proteção de ativos digitais são as melhores.

2.Comunicação Unificada em Nuvem: além de ser mais rentável para sua empresa, soluções de PABX hospedados em nuvem podem ser mais seguras e garantir que toda a comunicação seja feita de maneira criptografada. O BroadSoft Business, plataforma em aplicativo, permite que toda a comunicação instantânea, ligações de áudio e vídeo e muito mais sejam feitas a partir do seu navegador, celular, Ipad ou ramal de maneira segura para seus negócios.

3.Gestão de acesso: manter o controle de quem tem acesso às informações é um dos maiores desafios de um local de trabalho digital moderno. Como essa dinâmica é gerenciada quando dezenas de milhares de solicitações digitais estão sendo feitas a cada segundo e não pode ser feito manualmente.

4.Revisão de vulnerabilidade: não se sabe quando um ciberataque grave pode ocorrer e as organizações precisam estar prontas para qualquer coisa com os preparativos em andamento. Auditorias de segurança regulares é uma obrigação.

5.Soluções de conformidade dinâmica: a conformidade regulatória é importante na era digital e está se tornando cada vez mais importante para o posicionamento competitivo de uma empresa. Sua estratégia de nuvem deve aderir aos padrões mais prevalentes da indústria para governança de dados, armazenamento e processamento.

6. Monitoramento regular: de acordo com um Estudo do Instituto Ponemon, 57% das organizações não sabem onde seus dados estão sendo mantidos. Isso não é uma prática aceitável.

7.Resposta rápida: o mais importante, um local de trabalho digital deve ter as equipes dedicadas prontas para endereçar uma abertura da segurança assim que uma for detectada.

Fonte: Boradsoft

Emissão de certificados digitais cresce 20%

Cada vez mais, a comunicação é transferida do meio físico para o virtual. Nas empresas, processos que antes acumulavam papéis são agora realizados pela internet. É assim na hora de cumprir obrigações junto aos órgãos públicos, como Receita Federal e Justiça, e também para realizar tarefas pessoais, como vender ou comprar um bem. Seguramente, um dos instrumentos que viabilizaram essa mudança foi o certificado digital, que autentica o usuário no meio virtual e confere validade jurídica a e-mails e documentos assinados eletronicamente. Para ter ideia da magnitude desse mercado, em 2016 foram emitidos quase três milhões de certificados digitais, segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Um aumento de 20% comparado com o ano anterior.

É preciso, no entanto, estar alerta sobre as especificidades do uso do certificado digital. Embora no ambiente virtual seja feito uso de documentos eletrônicos, isto é, documentos digitalizados, o certificado digital não dispensa a guarda de documentos. Esse é um mito. As empresas precisam ter o cuidado de imprimir os comprovantes dos pagamentos feitos ao Fisco, ao passo que as pessoas físicas devem guardar recibos das transações, o que pode ser feito no computador, salvando sempre a documentação assinada eletronicamente.

Sobre a tecnologia que envolve a certificação, pode-se dizer que o sigilo e a autenticidade são inerentes ao certificado digital. O sistema de chaves criptografadas é atualmente a forma mais sofisticada e segura de acesso à informação. Mas isso também não isenta o usuário de alguns cuidados. Nesse sentido, vale lembrar que o certificado digital é intransferível e deve ser usado apenas por seu titular. Quando alguém compartilha o certificado com terceiros, corre o risco do uso indevido do documento. É como se o terceiro tivesse o RG e o CPF do titular do certificado em mãos e ainda pudesse fazer uso da assinatura dele para validar contratos, comprar e vender bens, entre outras operações. Isso porque o certificado confere validade jurídica a tudo que for assinado com ele. Você não quer passar cheque em branco assinado, quer?

Quando o titular de um certificado precisar de um terceiro para representá-lo, deve fazer uma procuração eletrônica, informando a validade da procuração e a que fim se destina. O procurador, nesse caso, deverá fazer uso de um certificado digital próprio para cumprir a tarefa.

O governo vem ampliando a exigência da adoção da identidade digital para as empresas, que precisam do certificado para estar em dia com o Fisco. Mas não são só elas que precisam ter o certificado digital. Esse é outro mito. Prova disso é que o número de certificações digitais pessoa física também aumentou. Só de janeiro a abril de 2016, foram cerca de 340 mil emissões desse tipo. As mudanças no mercado de trabalho e o aumento da mobilidade justificam, em parte, esses números. Uma pesquisa do Home Office Brasil mostrou que, comparado a 2014, em 2016 aumentou 50% o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório.

Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue realizar tarefas, sejam elas de ordem profissional ou pessoal, estando livre ainda de autenticações por autenticidade (verificação do cartão de assinatura no cartório) ou veracidade (quando é requerida a presença física do solicitante). Essa maneira de encurtar distâncias físicas e economizar tempo na hora de cumprir com a burocracia traz para o dia a dia de cada um de nós, além de mais segurança, um pouco mais de conforto.

Renato Teixeira, publicitário, diretor de comunicação da autoridade certificadora DOCCLOUD

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75% das pessoas em áreas urbanas utilizam apps de mobilidade

É inegável que a chegada dos aplicativos mudou a vida dos usuários em diversos aspectos, sobretudo na questão da mobilidade urbana.

Essa temática vem ganhando espaço nos últimos tempos. Segundo a pesquisa “Observatório Global de Mobilidade”, da Kantar TNS, 75% das pessoas em áreas urbanas utilizam apps para organizar ou orientar seu trajeto. Os aplicativos são usados para ajudar com a navegação de um modo geral, oferecendo benefícios em questões como preço e conveniência.

Ainda de acordo com o estudo, em São Paulo, 37% das pessoas dirigem menos hoje do que há seis meses, índice que aumenta ainda mais em locais onde o veículo próprio não é acessível.

O estudo foi baseado em entrevistas realizadas com cerca de 24 mil pessoas de 30 cidades, dentre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Para suprir essa demanda de mercado, alguns aplicativos têm ganhado força junto aos usuários. O diferencial é que cada um dos apps atende um perfil diferente de usuário, com especificidades ideais para cada tipo de pessoa.

Confira alguns desses aplicativos abaixo:

Zazcar – iOS/Android

Se você não tem carro, mas gostaria de utilizar um veículo para realizar tarefas diárias ou mesmo dar uma volta por aí com todo o conforto de um automóvel próprio, o app Zazcar é o que você precisa. Diferente das tradicionais locadoras de veículos em que você precisa fechar uma diária e dizer com antecedência quando devolverá o carro, a Zazcar permite que o usuário alugue um carro por hora, sem limitação de horas de uso. Todo o processo é feito por meio do aplicativo, desde o cadastro, até o destravamento do veículo. No momento, o app está disponível na cidade de São Paulo, com 54 pontos para retirada de carros.

Cabify – iOS/Android

Assim como o Uber, o Cabify também é uma aplicativo de motorista particular que funciona de forma parecida com os serviços tradicionais de táxi. O diferencial aqui é que os preços são mais em conta do que os praticados pelos táxis. No app, o usuário seleciona sua destinação e com base na distância, mas sem variação de preço por demanda.

BlaBlaCar – iOS/Android/Site

Precisa viajar para longe, mas as passagens de ônibus ou avião não estão muito atraentes? A solução pode ser ir de carona com alguém que está indo para o mesmo destino que você, ou que passe pelo local em que você gostaria de ir. Essa é a proposta do app BlaBlaCar, que permite que pessoas comuns dêem caronas para usuários por valores que saem mais baixos do que as tradicionais empresas de transporte.

FemiTaxi – iOS/Android

Oferecer um serviço exclusivo para as mulheres e guiado por taxistas do sexo feminino. É com essa proposta que o FemiTaxi foi lançado no mercado, em dezembro de 2016. Contando com cerca de 300 taxistas cadastradas, o app atualmente está em operação nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte. A ideia é expandir os seus serviços para o Rio de Janeiro no mês de maio e as principais capitais do país ao longo de 2017.

Vá de Táxi – iOS/Android

Lançado em 2013, o Vá de Táxi é o aplicativo para solicitação de táxi da Porto Seguro. Está presente em mais de 450 municípios brasileiros, além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Aracajú, Belém, Fortaleza, Salvador, entre outras. Com uma base de mais de 80 mil taxistas cadastrados, oferece segurança, uma vez que o aplicativo fornece informações como nome e telefone do motorista, placa do carro e o percurso da corrida. O passageiro pode pagar a corrida com cartão de crédito direto no aplicativo e ainda pode escolher corridas com até 40% de desconto.

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SONDA lança estratégia para varejo no modelo Retail as a Service

Para apoiar a sua estratégia de verticalização, que passou a ter o segmento de varejo como um dos focos de atuação, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, desenvolveu a oferta Retail as a Service, uma solução oferecida como serviço para o segmento e que propõe acelerar o time to market e otimizar os processos de negócios por meio da implementação, suporte e manutenção de infraestrutura tecnológica.

Para liderar esta frente, a SONDA está nomeando uma nova diretoria comercial, comandada por Lilian Aguiar, que atua há 12 anos na companhia. “O varejo, assim como outros setores de mercado, está passando por uma transformação digital que proporciona aos seus clientes uma melhor experiência de compra. E a proposta da SONDA é justamente fornecer a sustentação para este caminho, disponibilizando um pacote de soluções e serviços na modalidade IaaS (infrastructure as a Service), que tem como proposta integrar os universos físico e digital”, comenta Lilian.

O Retail as a Service é composto por cinco módulos: a sinalização digital, que permite a comunicação de ofertas para aumentar o ticket médio; a segurança, que fornece rastreabilidade de ciclos completos de incidentes por meio de áudio e vídeo analytics e centrais de monitoramento; o escritório, que abrange mobilidade, portabilidade, redução dos custos de impressão e suporte de software corporativo; a experiência de compra, que promove a gestão de pontos de venda móveis, de filas e de caixas e, por fim, a conexão por meio de projetos de arquitetura de rede.

“O objetivo é desenhar toda a arquitetura necessária para a abertura de uma loja, fornecendo ferramentas, infraestrutura e soluções para sustentar tecnologicamente a operação para seu pleno funcionamento”, explica Lilian. Segundo a executiva, a proposta também envolve o apoio às atividades de rotina de um estabelecimento, como por exemplo, utilizar as centrais de monitoramento para identificar quando a fila em um ponto de venda está muito longa. O sistema alerta o gestor para que abra um caixa ou disponibilize vendedores com pontos móveis de pagamento, melhorando assim a experiência de compra e satisfação do cliente.

Ainda por meio da central de controle, é possível analisar as áreas com maior tráfego de clientes e implementar telas com descontos nos corredores, o que aumentará a rentabilidade por metro quadrado de área de vendas.

“Os benefícios para as empresas que contratarem o pacote de soluções residem não somente na eficiência crescente, produtividade e rentabilidade por metro quadrado, mas também no apoio à área de TI, que muitas vezes tem uma equipe enxuta para administrar todas as demandas e pode transformar um problema de TI em um problema de negócios. A proposta aqui é beneficiar toda a cadeia do varejista, liberando tempo e recursos para cuidar do foco do negócio”, finaliza Lilian.

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BH será uma das seis capitais que irá sediar maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos

A indústria de jogos eletrônicos brasileira faturou US$ 1,6 bilhão em 2016 (*). Mesmo com a crise, esse mercado cresceu 25% entre 2014 e 2016(**). Os números mostram que o gosto pelos jogos digitais deixou de ser uma brincadeira de criança e se tornou assunto sério, responsável por uma indústria altamente lucrativa, que colocou o país na 11ª posição no ranking mundial de maior mercado de games (*).

Diante desse cenário, que apresenta um potencial para o empreendedorismo, será realizado, pela primeira vez no Brasil, o Epic Gam Jam, uma maratona de desenvolvimento de jogos que acontece em seis capitais, entre elas, Belo Horizonte. O objetivo é estimular a criação de jogos de qualidade, criativos e inovadores para o mercado.

A primeira etapa do evento será entre os dias 14 e 16 de abril e terá duração de 48h. O evento acontece na sede do Sebrae Minas (av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo www.sympla.com.br .

Serão abertas 100 vagas para estudantes, professores, desenvolvedores, músicos e artistas (maiores de 16 anos). Os participantes serão divididos em equipes de 3 a 5 pessoas. Durante o evento, serão realizadas rodadas de mentorias com profissionais especializados nas áreas de programação, game design, modelagem, marketing, música e empreendedorismo. Ao final, os competidores irão apresentar suas ideias para uma banca de cinco jurados.

As duas equipes selecionadas, uma avaliada pelos jurados e outra pelo público, passarão para a fase seguinte e terão uma semana para desenvolver a ideia. Os resultados das 12 equipes selecionadas das seis capitais (além de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba) serão apresentados na grande final, em junho. O vencedor participará de uma mentoria exclusiva para o desenvolvimento do projeto e terá apoio na divulgação do game.

O evento em Belo Horizonte é realizado pelo Grupo Epic e Gamer Trials, em parceria com o Sebrae Minas, a Escola de Formação Gerencial (EFG), a Associação Mineira de Jogos (Gaming) e o Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor).

Epic Gam Jam

Dias 14 a 16 de abril
Sebrae Minas (av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada)
Belo Horizonte/MG
Inscrições: www.sympla.com.br
Informações: www.grupoepic.net
(*) Fonte: Newzoo
(**) Fonte: Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos (Abragames)

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DroneShow divulga programação de cursos, palestras e debates

A 3ª edição da DroneShow Latin América, que acontece de 9 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, preparou uma programação intensa de cursos, seminários e debates para a feira deste ano. Ao todo, são 13 ações que acontecerão nos três dias de evento. A proposta do evento para este ano é capacitar os profissionais que atuam neste setor, debater temas estratégicos e disseminar resultados das aplicações dos dados gerados pelos drones em diferentes aplicações.

Confira a programação completa:

09/05

9h às 10h30

Debate: Regulamentação – Como trabalhar com drones na legalidade?
Dicas e boas práticas para trabalhar de forma legal com o drone.
Moderador: Emerson Granemann
Debatedores:
– Roberto José Silveira Honorato (ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil)
– Major Jorge Humberto Vargas (DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo)

11 às 19h
Curso: Pilotagem Profissional de Drones

Ressalta as boas práticas de pilotagem e reforça a importância de capacitar o profissional para atuar nesta área.
Instrutor: Felipe Calixto

Curso: Drones para topografia
Técnicas e métodos para cortar custos e aumentar a produtividade por meio do uso de drones
Instrutor: Luiz Dalbelo

Curso: Drones na agricultura
O curso foca na otimização de recursos e diminuição dos custos tendo nos drones um importante aliado para a agricultura de precisão
Instrutor: Giovani Amianti

10/05

9h às 10h30

Debate: Como montar uma empresa de serviços utilizando Drones
Propõe um passo a passo para montar uma empresa por meio de cases de sucesso.
Mediador: Emerson Granemann
Debatedores:
– George Longhitano
– Guilherme Barbosa
– Leonardo Minucio

11h às 19h

Curso: Drones para infraestrutura e utilities
Otimização de recursos e alcance de resultados por meio do uso de drones para mapeamento, inspeção ou monitoramento de estradas, hidrovias, redes de energia, telecom e outros.
Instrutor: Leonardo Minucio

Curso: Drones para mapeamento
Para uma boa cartografia, dados de qualidade são essenciais e os drones vieram para suprir esta lacuna com agilidade, precisão e abundância de dados. Aprenda a fazer mapas com drones para diferentes aplicações.
Instrutor: George Longhitano

Seminário: Utilização de drones na agricultura
Visão ampla sobre o uso de drones na agricultura de precisão. Diversos temas.
Palestrantes: Lucio Andre de Castro Jorge, Ricardo Matiello, Bruno Holtz, George Longhitano, Juliana Mantovani, Bruno Borges, Julia Fonseca, Cristian Cardoso Stetz, Emerson Roberto Schoeninger, Cleverson Frederico Scheraiber, Paulo Henrique Amorim da Silva, Henrique Lima, Raphael Augusto das Chagas Casari, Hugo Bruno Correa Molinari, Adilson Kenji Kobayashi, Barbara Andrade Dias Brito da Cinha, Thiago Teixeira Santos, Carlos Antonio Ferreira de Sousa, Luiz Glasenapp Junior.

Seminário: utilização de drones para segurança e perícias
Apresentação do uso de drones para atividades de auditoria ou perícias que demandam uma série de informações geoespaciais. Também será abordado o uso de drones para segurança pública ou privada, incluindo serviços de emergências.
Moderador: Luiz Munaretto
Palestrantes: Ricardo Matiello, João Pedro Rufino Alves, Daniel Augusto Nepomuceno, Carlos Eduardo Mamede Polizio, Instituto de pesquisas tecnológicas (IPT) e Grupo SMA.

11/05

9h às 10h30

Debate: Potenciais novos negócios com drones autônomos
Drones autônomos, big data e internet das coisas e modelos de negócios que nos próximos anos atenderão áreas de entretenimento, delivery, segurança, logística, transportes, serviços de emergências e outras aplicações.
Mediador: Emerson Granemann
Debatedor: João Pedro Rufino Alves

11h às 19h
Curso: Processamento de imagens obtidas por drones

Conheça os processos e características dos principais softwares de processamento de imagens de drones
Instrutor: George Longhitano

Seminário: Utilização de drones para mapeamento
Aprenda as boas práticas para mapeamento com drones e entenda os fatores que podem influenciar na qualidade do produto final.
Moderador: Luiz Munaretto
Palestrantes: Maurício Campiteli, Daniel Cunha Coelho, Josue Pedro dos Santos Borges, Floriano Peixoto, Fabiano Cucolo e George Longhitano.

Seminário: utilização de drones para infraestrutura e utilities
Desafios, resultados, ganhos de produtividade, erros e lições aprendidas com o uso de drones em áreas de infraestrutura e utilities.
Palestrantes: Geraldo Adabo, Elton Neves Brandão, Leonardo Minucio, Eduardo Cardoso, Marcio Regis Galvão.

DroneShow Latin America

Data: 09 a 11 de maio
Horário: Das 10h às 20h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Valor: Até 06/04 – R$ 75*
Até 27/04 – R$ 90*
Até 11/05 – R$ 110*

*Ingresso válido para os três dias de evento

Mais informações: http://www.droneshowla.com/
Inscrições antecipadas podem ser feitas pelo e-mail: atendimento@mundogeo.com ou pelos telefones (41) 3338-7789 | (11) 4063-8848

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