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O setor de educação é um dos mais vulneráveis a ataques de segurança

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Por Ricardo Santos, Cisco Educação América Latina

Recentemente, notícias sobre o maior ataque cibernético dos últimos tempos se espalharam pela rede. O “WannaCry” sequestrou e bloqueou o acesso aos arquivos dos computadores de diversas organizações, exigindo um resgate de U$S 300 bitcoins por máquina infectada. Ao todo, mais de 150 países foram afetados, incluindo organizações brasileiras, e a ameaça continua evoluindo, podendo causar ainda muitos prejuízos.

Dentre todos os setores da economia, a área de educação é uma das mais vulneráveis a ataques de ransonware. Diferentemente de outras organizações, como bancos que têm foco em segurança, a cultura organizacional das instituições de ensino foi projetada para incentivar e facilitar o acesso às informações e a troca de conhecimentos entre diversas pessoas. Professores, alunos e pesquisadores costumam acessar informações da rede escolar a partir de diferentes locais, dentro e fora do campus, e de vários dispositivos. E quanto maior o número de pessoas e aparelhos conectados, maior é a probabilidade de um ataque.

Some-se a isso o fato de que as organizações criminosas dedicadas a prática dos crimes cibernéticos estão se tornando mais sofisticadas e profissionalizadas, com a possibilidade de ataques de qualquer parte do mundo, e você terá um ambiente de vulnerabilidade perfeito. Algumas facilidades tecnológicas contribuem ainda mais para a extorsão de vítimas como a solicitação de resgates, por meio de programas de software prontos para serem comprados e vendidos a custos muito baixos, e o bitcoin, que é um sistema monetário virtual que opera sem a supervisão do Banco Central.

Basta um simples erro de um usuário final como um clique em um arquivo infectado de e-mail duvidoso para que o mal seja feito e o prejuízo pode ser grande. Além da privação do acesso à informação, muitas instituições também acabam pagando por um resgate, mesmo que especialistas não recomendem essa prática. Segundo o CDE – Center for Digital Education somente no primeiro trimestre de 2016, as Instituições de Ensino americanas que foram vítimas do ransomware pagaram 209 milhões de dólares pelo resgate dos dados aos sequestradores – um aumento significativo comparado aos 25 milhões de dólares pagos em 2015.

A maior preocupação por parte dos gestores de Instituições de Ensino com esses crimes está voltada para a proteção da integridade dos alunos, professores, pesquisadores e da comunidade acadêmica em geral. Também existe um grande cuidado em evitar um impacto negativo sobre a reputação da marca, garantir a continuidade das operações da instituição e a própria qualidade do ensino.

Portanto, é necessário que a questão de segurança digital nas instituições seja considerada um problema de todos e não só da área de TI. Isso deve envolver toda a instituição desde os líderes das áreas de gestão, acadêmica e de tecnologia da informação, até usuários finais, para que seja implementada uma política com boas práticas envolvendo processos, comportamento das pessoas e tecnologias, evitando e minimizando as ameaças virtuais.

Esse plano de segurança digital precisa ser multidisciplinar, atualizado e bem comunicado para as diferentes áreas. Governo, Indústria e Instituições de Ensino têm intensificado esse debate e já existem boas referências de modelos e boas práticas, tal como a publicada pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) dos Estados Unidos – que oferece uma estrutura pronta para organizar ideias e atividades em segurança cibernética.

Ampliar o debate e a conscientização entre a alta administração das Instituições sobre as ameaças e também sobre os benefícios oferecidos pela Transformação Digital é muito importante. A digitalização é um caminho sem volta e, no setor de educação, é essencial para possibilitar uma comunidade de professores e alunos cada vez mais conectada, colaborativa e com maior acesso à educação de qualidade.

Infor reforça estratégia com setor de hospitalidade

A Infor, provedora líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que o setor de hospitalidade tem passado por um momento de expansão. As soluções para empresas de turismo, hotelaria, jogos (como cassinos e casas de jogos) e restaurantes, que ampliam a visibilidade empresarial, têm interfaces modernas para os usuários e desenvolvimento flexível, contribuíram para a expansão do relacionamento com mais de 3 mil organizações no ano fiscal de 2017, encerrado em maio.

Entre novos clientes da Infor e os que expandiram o relacionamento com a companhia estão as marcas Trumpo Hotels, AMResorts, 1 Hotel Brooklin Bridge (uma propriedade da rede Starwood hotel), Hersha Hospitality, Unscripited Durham e The Time Nyack (todos do grupo Dream Hotel), Holekulani, e Hotel Fantasyland, e rede Accor, da América Latina.

“No Vienna House, precisávamos oferecer aos nossos hóspedes uma experiência moderna e bonita e encontramos na Infor o foco que precisávamos, alinhado ao valor da companhia, e por isso escolhemos implementar o Infor HMS”, afirmou Stefan Urdl, diretor de TI do Vienna House. “O Infor HSM é flexível o bastante para entender nossas necessidades únicas, de nos dar insights valiosos sobre nossas propriedades. Assim, podemos ter acesso a informações importantes para as tomadas de decisões de negócios”.

As soluções da Infor para hospitalidade são destinadas a ajudar clientes a se diferenciar em um cenário competitivo e concorrido, por conterem funcionalidades específicas e escaláveis que permitem entregar resultados mensuráveis. As soluções que integram a suíte de hospitalidade da Infor permite melhor interação social, móvel, analítica, e tecnologias em nuvem para agilizar as operações e melhorar a experiência dos hóspedes.

“A presença da Infor no setor de hospitalidade cresceu muito ano passado, e esse ano queremos reforçar o relacionamento da companhia com esse setor, que também passa a ser uma das nossas prioridades no Brasil e América Latina”, afirmou Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina.

Para Stewart Applbaum, vice-presidente sênior de hospitalidade da Infor, o intuito da companhia, globalmente é continuar a estreitar o relacionamento com o setor, e expandir a atuação nos próximos anos: “temos trabalhado para desenvolver novos produtos, melhorar os existentes e pretendemos continuar investindo em inovação e transformação para os nossos clientes”.

A Infor fez melhorias nas soluções EzRMS e HMS, nos últimos anos. As duas soluções-chave para a suíte de hospitalidade passaram por atualizações. Agora, o EzRMS, conta com a capacidade de machine learning e modelos preditivos mais dinâmicos, que tornaram o sistema mais preciso, com resposta rápida para situações inesperadas e menos dependente de histórico de dados; o Infor HMS, para clientes de jogos, também ganhou o novo módulo HMS Gaming, que permite aos usuários procurar pelo registro do jogador de forma rápida, facilitando sua localização e até sua premiação, além de prover informações em tempo real para toda a organização, com uma boa experiência para o usuário.

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Entidades do setor de Internet apoiam Reforma Trabalhista

A era digital gerou um novo tipo de trabalhador e também novas relações entre empregadores e empregados, que precisam ser contemplados na legislação trabalhista.

Esse é o principal argumento apresentado por entidades empresariais do setor de Internet ao defenderem a aprovação da Reforma Trabalhista que deverá ser votada pelo Senado Federal nesta terça-feira, 11. O Projeto de Lei 38/2017 já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Se tiver aprovação dos senadores, irá para sanção presidencial.

As entidades que reúnem empresas de Internet entregaram uma carta a todos os senadores em que expressam “irrestrito apoio” ao PLC 38/2017.

Assinam o documento os sindicatos de empresas de Internet de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul, e três entidades do setor: Abranet, Abrint e Internet Sul. Elas representam empresas de serviços de comunicação multimídia, provedores de acesso às redes de comunicações, portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet. Em todo o país são cerca de 104 mil empresas e 330 mil empregados.

Segundo as entidades, o trabalhador da era digital tem “perfil diverso do trabalhador da era industrial”. “Se este foi moldado para a realização de rotinas fixas e atividades repetitivas, aquele busca a consecução de objetivos, com atividades centradas na criação de soluções para problemas e no desenvolvimento de novos mecanismos – tangíveis e intangíveis – para facilitar a vida das pessoas, das empresas e das instituições”, diz o documento. Diante desse novo perfil profissional, as entidades entendem como fundamentais os regimes de trabalho em home office e jornadas com horários diferenciados, previstos na Reforma.

O documento pondera também que as atividades em torno da Internet “representam a sociedade do conhecimento; ou seja, uma sociedade movida pela modernidade, que busca novos parâmetros nas relações de trabalho e de produção, o que leva, inclusive, à extinção de algumas profissões e à criação de outras”.

Na avaliação das entidades de Internet, “o PL 38/2017 coloca o Brasil neste novo cenário, onde já se encontram várias das nações mais desenvolvidas, inovadoras e com economia sustentável”.

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Dual Drive USB Type-C é lançado no Brasil

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A maioria de nós já sofreu por falta de espaço no celular, especialmente quando decide gravar um momento importante com amigos, familiares ou um acontecimento muito especial. E é impossível decidir quais fotos ou arquivos apagar. O novo pendrive Dual Drive USB Type-C™ dá a opção de adicionar mais espaço aos novos smartphones com entrada USB Type-C.

O novo pendrive Dual Drive USB Type-C ™ oferece transferência perfeita entre os smartphones e a nova geração de dispositivos USB Type-C ™, como o novo Samsung Galaxy S8, Galaxy A7, A5 e A3 ou a Apple mais recente.

O lançamento inclui um conector USB Type-C reversível e um conector USB padrão (tipo A), que permite ao usuário liberar espaço facilmente em seu smartphone ou tablet, além de transferir arquivos entre eles para PC ou Mac e dispositivos de próxima geração, com maior capacidade e melhor velocidade (até 150 MB / s).

“Com o seu conector reversível, velocidades impressionantes e potencial multiuso, sabemos que o USB Type-C revolucionou o mercado”, disse Alexandre Jannoni, gerente da Western Digital para o Brasil. “Mais dispositivos Type-C estão entrando no mercado e através de nossas unidades móveis Type-C, podemos oferecer aos consumidores uma linha completa de soluções de armazenamento móvel. O novo pendrives da SanDisk oferece flexibilidade para mover, de forma rápida e conveniente, fotos, vídeos e arquivos entre dispositivos, bem como a liberdade de expandir a capacidade dos celulares “.

De acordo com a Strategy Analytics, espera-se que até 2020, 44% dos celulares vendidos globalmente incluam um conector USB Tipo-C, representando um crescimento de 800% nos próximos quatro anos.

A nova unidade também funciona com o aplicativo SanDisk® Memory Zone para Android ™, que permite aos usuários gerenciar e fazer backup de seus dispositivos. O aplicativo, disponível gratuitamente na loja Google Play ™, começa automaticamente quando você insere a unidade em um dispositivo compatível, proporcionando acesso instantâneo ao conteúdo do usuário. Tem garantia de cinco anos.

O SanDisk Ultra® Dual Drive USB Type-C ™ está agora disponível no Brasil na Samsung Stores e Kalunga, com capacidades que variam de 16GB a 128GB e um preço inicial sugerido de
R$ 109,90.

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Se você quer algo novo, precisa parar de fazer o velho – Por Wilson Grava

A pesquisa FEBRABRAN[1] de tecnologia bancária 2017, divulgada pela Federação Brasileira de Bancos, mostrou que os investimentos das instituições bancárias em tecnologia da informação no ano passado foram de R$18,6 bilhões. Apesar da queda em relação a 2015, com registro de R$ 19 bilhões, o resultado do levantamento revela que os bancos são o setor privado que mais investe em tecnologias no país, com aplicação de recursos em software (45%), hardware (35%), telecom (19%) e ferramentas inovadoras, como analytics.

É sabido globalmente que os serviços financeiros no Brasil estão entre os mais avançados e boa parte dessa conquista pode ser creditada ao pioneirismo tecnológico do setor no país. Os bancos por aqui estão mudando a forma como se relacionam com os clientes, promovendo e estimulando a experiência digital, com destaque para internet banking e novas formas de pagamentos móveis (mobile payment).

No entanto, toda essa migração digital traz consigo complexidade e desafios. O incontrolável número de transações eletrônicas e online faz com que as instituições financeiras se estruturem de forma muito certeira – a aposta é muito grande e elas não podem errar, pois talvez não tenham uma segunda chance. De acordo com a IDC[2], a tecnologia de armazenamento de dados baseado em flash é uma das possíveis respostas para essa questão.

Para o instituto de pesquisa, a forma das instituições financeiras encararem a transformação digital converteu a infraestrutura de TI em um “facilitador de negócios críticos”. Entre as vantagens do flash, segundo a IDC, estão a entrega de dados estruturados e não estruturados, que geram novas análises e possibilitam a criação de novas aplicações, inclusive de gerenciamento de risco; a capacidade de lidar um grande volume de dados, de acelerar as aplicações legadas e melhorar o desempenho dessa infraestrutura, além de habilitar para nuvem o data center.

Podemos ainda acrescentar que a mudança da tecnologia de armazenamento de dados baseado em disco para o flash é apoiada por uma governança corporativa rigorosa e em necessidades de conformidade regulatória para proteger informações importantes, como as confidenciais. Assim, o flash consegue diminuir custos de armazenamento com redução de dados, simplificação da gestão e a garantia da continuidade de acesso à informação.

Outro item relevante da tecnologia flash é a proteção dos dados, já que a indústria financeira é um alvo atraente a ataques cibernéticos. Uma violação em larga escala pode gerar milhões de reais aos invasores com apenas senhas e informações capturadas ou venda de dados, como números de cartão de crédito. Isso pode levar o setor financeiro a bloquear os sistemas com esquemas drásticos e proteções redundantes, o que pode impedir usuários autorizados a obter informações importantes. Dessa forma, a criptografia usada por alguns sistemas flash oferece uma proteção e bloqueio dos dados financeiros, mas não há backdoors ou lacunas que um hacker possa explorar.

O flash pode usar um mecanismo de gerenciamento de chave interna de criptografia que mantém a carga longe tanto do administrador quanto do usuário, ou seja, os bancos não precisariam de programas caros de gerenciamento de chave de terceiros. Isso possibilita que as chaves de gerenciamento de criptografia sejam criadas de maneira segura e automática.

Logo, o flash tem um papel muito importante na condução da transformação digital para a indústria financeira. Ele é capaz de oferecer vantagens competitivas, as quais não seriam possíveis com o seu antecessor, o disco. Como cita Peter Drucker, “se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho”.

Wilson Grava é vice-presidente e gerente geral para a América Latina da Pure Storage.

[1] Pesquisa FEBRABRAN de tecnologia bancária, 2017. Disponível em cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/Pesquisa%20de%20Tecnologia%20Banc%C3%A1ria_2017.pdf

[2] Harnessing the Critical Enabler for Digital Transformation in Financial Institutions, fevereiro de 2017. Disponível em www.purestorage.com/uk/resources/type-a/idc-Harnessing-the-critical-enabler-for-digital-transformation-in-Financial-institutions.html

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Em parceria com a Microsoft, Grupo Oncoclínicas vai adotar Inteligência Artificial no tratamento do câncer

Microsoft News  Center Brasil

Microsoft News Center Brasil

O Grupo Oncoclínicas e a Microsoft se uniram em um projeto que vai utilizar Inteligência Artificial (IA) para promover avanços no tratamento do câncer, tornando os planos de combate à doença mais efetivos e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes. O acordo fechado pelas organizações prevê o uso de recursos de aprendizado de máquina (machine learning) tanto para a frente de radioterapia quanto para a de quimioterapia.

Com o uso de IA da Microsoft, o Grupo Oncoclínicas espera ganhar velocidade e assertividade ao planejar tratamentos contra o câncer. As informações geradas a partir de softwares de aprendizado de máquina – capazes de aprender com base nos dados e imagens que recebem – serão utilizadas para apoiar médicos na definição do melhor tratamento para o paciente, oferecendo mais subsídios para que ele possa tomar sua decisão.

Na frente de radioterapia, a utilização da IA possibilitará delinear estruturas de órgãos adjacentes ao tumor ou consideradas de risco de maneira muito mais rápida. Desta forma, o programa passa a oferecer uma série de informações para que o especialista possa estabelecer um planejamento do tratamento que contemple o desenho da área a ser irradiada, com uma redução de horas de avaliação para alguns minutos e em poucos cliques. A tecnologia também trará maior eficiência, já que aprende à medida que analisa um volume maior de imagens. A escolha continua nas mãos do médico, que pode conferir todas as informações, mas ele passa a contar com uma aliada importante em seu processo decisório: a Inteligência Artificial.

Já no campo da quimioterapia, a parceria entre Microsoft e Oncoclínicas conta ainda com reforço acadêmico do Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Universidade de São Paulo (USP). A entidade, que recebe apoio financeiro da Microsoft, terá o papel de agregar pesquisadores que trabalharão no desenvolvimento de um algoritmo capaz analisar e estabelecer correlações entre diagnósticos de diferentes pacientes. O objetivo é que a partir delas seja possível indicar o tratamento mais adequado com base na verificação de uma série de variáveis que podem ter influência direta no tipo de droga receitada para o paciente e também na quantidade de sessões que ele terá de fazer.

“Há um volume cada vez maior de informações disponíveis, e com a Inteligência Artificial é possível utilizá-lo para empoderar médicos e instituições de saúde a avançarem nos tratamentos que oferecem a pacientes com câncer”, afirma Milton Larsen Burgese, Diretor de Setor Público na Microsoft Brasil.

Para Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas, o principal objetivo desta aliança estratégica com a Microsoft é trazer impactos positivos ao tratamento de pessoas com câncer. “O contrato de colaboração mútua entre o Grupo Oncoclínicas e a Microsoft é mais um exemplo dos esforços que temos empreendido para trazer ao Brasil as mais avançadas tecnologias e as melhores práticas assistenciais do mundo no combate à doença”, explica.

“Atuaremos lado a lado na geração de conhecimento e alimentação da base de informações do sistema, compondo assim um banco de dados apurado e preciso em radioterapia. No tocante à quimioterapia, a parceria busca a geração de avanços para o segmento através de mineração de dados e inteligência de máquina. Isso significará a definição de padrões e melhores práticas de tratamento. Nos dois casos, essa união de forças trará benefícios diretos aos pacientes oncológicos de todo o país”, frisa Natel.

Na etapa inicial do projeto, os pesquisadores do CEST analisarão parte do banco de dados do Grupo Oncoclínicas para começar a desenhar o algoritmo de Inteligência Artificial com o objetivo de “ensiná-la” a estabelecer determinadas correlações com base em variáveis previamente indicadas pelo corpo médico em parceria com a Microsoft. O processamento desse grande volume de informações será feito na plataforma de nuvem da Microsoft, o Azure. No futuro, outras bases de dados públicas poderão ser integradas ao projeto, ampliando ainda mais sua capacidade.

Na fase de implementação efetiva, a expectativa é que 16 mil pacientes sejam beneficiados pela parceria entre Grupo Oncoclínicas, Microsoft e CEST para promover avanços no tratamento de câncer. Presente em dez Estados brasileiros, o Grupo Oncoclínicas tem 44 unidades em operação, incluindo clínicas e parcerias com grandes centros hospitalares.

“Estamos criando uma plataforma com dados dos nossos pacientes e da rede pública de saúde. Vamos cruzar informações sobre os novos tratamentos e medicamentos para que sejam adotados os protocolos médicos mais adequados para cada tipo de paciente”, afirmou João Alvarenga, diretor de tecnologia e inovação da Oncoclínicas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2016 tenham ocorrido mais 596 mil casos de câncer no país. Entre os homens, eram esperados 295.200 novos casos, e 300.870 entre mulheres.

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Tecnologia Siemens PLM otimiza planejamento financeiro corporativo

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

A Siemens PLM Software vem ajudando seus clientes a reduzirem o “Custo Brasil”, termo usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem o investimento no País, com a consolidação local da ferramenta Teamcenter Product Cost Management, um sistema de gerenciamento da rentabilidade e dos custos ainda sem concorrência efetiva no Brasil que agrega precisão, velocidade e transparência necessárias para as melhores decisões e para o acompanhamento dos negócios.

Segundo João Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software, no mínimo 80% do tempo dos analistas é dedicado buscando informações dentro das empresas e montando cálculos de custos. Dessa forma, resta menos de 20% desse tempo para ser aplicado no que é realmente uma prioridade para o setor corporativo: a análise de cenários para a melhor tomada de decisão.

“A Siemens chega no mercado com a proposta de inverter esses números: o funcionário passa a concentrar a maior parte do seu tempo simulando potenciais oportunidades de negócios e dedicando menos tempo com processos de baixa complexidade, como é o caso da estruturação de informações de custos e de rentabilidade”, explica.

No gerenciamento atual, informações de engenharia, como organização de estrutura de produtos, fluxo de aprovação, especificações técnicas e desenhos, são gerenciadas por soluções PLM e por sistemas gestão ERP. Entretanto, a gestão de custos e de rentabilidade ainda é feita em planilhas e em sistemas desconectados, indo na contramão do avanço tecnológico.

“A empresa perde muita eficiência e muito dinheiro”, esclarece. “O Teamcenter Product Cost Management é uma solução de PCN (Plano de Continuidade de Negócios) que fornece poderosos alicerces para ambientes que já possuem gerenciamento de informação de engenharia, como o PLM e o ERP”, esclarece Vassalo.

A tecnologia PCN da Siemens permite medir todos os custos e a produtividade financeira de uma empresa quando ela pretende produzir algum novo produto, exceto variáveis de mercado. Antes de um novo produto ser lançado, a ferramenta de simulação consegue prever qual será o custo final da nova linha de produção de forma consolidada e simplificada. “Podemos melhorar pontos na complexidade tributária brasileira que estão em nosso controle, como tornar um gerenciamento de custo e de rentabilidade mais eficiente”, aponta o executivo.

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Coragem de abrir as portas para os clientes – Por David Grinberg

Muitas fazem por obrigação, mas poucas fazem por convicção. Empresas que convidam clientes para conhecerem seus processos são fato raro na cultura corporativa. E por que uma empresa líder faz tanta questão que seus consumidores conheçam, literalmente, sua cozinha? O que para alguns pode parecer estranho – e até incômodo – para o McDonald’s é motivo de orgulho.

No Brasil, a companhia atingiu a marca de 1 milhão de visitas, somente no primeiro semestre de 2017. Isso porque, mais do que uma meta entre os funcionários, mostrar todo o cuidado no preparo de uma refeição – desde o estoque até a mesa – é uma tarefa realizada com grande satisfação. Explicar os segredos de uma batata crocante, da higiene das mãos, do uso dos equipamentos de segurança e da refeição dos funcionários (eles comem arroz com feijão!) gera uma confiança quase inabalável em um cliente que já tem a marca entre as suas escolhas de refeição e momentos em família.

Alguns especialistas dizem que o McDonald’s ensinou o brasileiro a comer hambúrguer. Há quase 40 anos no Brasil, ouso dizer que fez mais do que isso – e não é pouco introduzir um novo ingrediente no dia a dia dos brasileiros. Abriu caminhos para outras marcas entrarem no país e foi seguida em muitas delas. Mas percebo que no setor ainda somos os únicos a efetivamente convidar os cientes para conhecer cada detalhe da preparação de um sanduíche. Temos qualidade atestada e rastreada entre os nossos fornecedores, temos processos e nos orgulhamos disso.

Cometemos erros? Claro que sim. Mas identificamos, encaramos e resolvemos. O cliente ‘perdoa’ quem assume a falha e, verdadeiramente, quer corrigi-la. Atendemos todos os meses milhões de consumidores e as reclamações registradas no nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) representam 0,006% desse total. Mas não podemos pensar em outra meta que não a de zerar essas manifestações. Queremos que a experiência em um restaurante McDonald’s seja sempre inesquecível. Afinal, estamos de Portas Abertas para recebê-lo.

David Grinberg é diretor de Comunicação Corporativa da Arcos Dourados e responsável pela gestão do Atendimento ao Cliente na companhia.

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Intel investe US$ 100 milhões em empresas comandadas por mulheres em todo o mundo

Nesta semana a Intel anunciou um compromisso de investir US$ 100 milhões em empresas com mulheres no comando em todo o mundo, ao longo dos próximos três anos. A Intel fez este anúncio no palco do Global Citizen Festival 2017 em Hamburgo, na Alemanha, ao lado de IBM* e Pfizer*, que assumiram compromissos similares. A Intel acredita que esta iniciativa pode ajudar a fomentar o empoderamento econômico dentro de grupos minoritários.

“Diversidade e inclusão são fundamentais para a nossa cultura que está em constante evolução na Intel”, disse Barbara Whye, chefe do departamento de diversidade e inclusão e vice-presidente de recursos humanos da Intel. “Elas aceleram a nossa habilidade para inovar e impulsionar os negócios constantemente. A diversidade de fornecedores agrega um tremendo valor a nossa vantagem competitiva ao mesmo tempo em que estimula o crescimento em um mercado global”.

Este anúncio contribui para o compromisso assumido em 2015 pela Intel de ampliar os investimentos com fornecedores diversos para US$ 1 bilhão por ano até 2020. A Intel sabe que donos diversificados contratam e gastam em comunidades diversificadas. A Intel está integrando a diversidade de fornecedores por todos os seus processos de aquisição para que empresas de mulheres tenham melhores oportunidades para competir por negócios.

A Intel também está patrocinando empreendedores diversificados de todo o mundo para participação em programas educacionais especiais com foco em ajudar empresas diversificadas. Atualmente 18 países estão incluídos no programa de fornecedores diversificados da Intel.

Diversidade e inclusão são fundamentais para a evolução da Intel e são forças motrizes para sua relevância e crescimento contínuos. Em janeiro de 2015, a Intel estabeleceu um ousado objetivo de alcançar a representação total de mulheres e minorias sub-representadas em nossa fora de trabalho dos EUA até 2020. A empresa comprometeu US$ 300 milhões para apoiar este objetivo e outro ainda maior de melhorar a diversidade e a inclusão em toda a indústria de tecnologia.

Ao longo dos últimos dois anos e meio a Intel investiu internamente em programas de contratação, retenção e gestão, e externamente em programas educacionais, parcerias universitárias, empreendedores diversos e iniciativas antiassédio online e gastos com fornecedores diversos.

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Huawei e Softex colaboram em treinamento e cidades inteligentes

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A Huawei e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) assinaram um memorando de entendimento que prevê cooperação técnica e acadêmica para capacitação de talentos na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) e desenvolvimento de programas conjuntos no campo de cidades inteligentes e segurança pública (Safe City). O acordo foi firmado durante cerimônia de premiação do Seeds for the Future, programa global de capacitação em TIC da Huawei.

De acordo com o memorando assinado hoje, Huawei e Softex trabalharão em conjunto no treinamento de talentos locais para atender os requisitos atuais e futuros da indústria brasileira de tecnologia da informação e comunicação (TIC). A parceria prevê ainda a cooperação no desenvolvimento de programas e projetos ligados a Safe City, além da participação da Softex nos projetos globais de capacitação e intercâmbio da Huawei.

“A Huawei está comprometida em apoiar a transformação digital de empresas públicas e privadas no Brasil e tem apostado na colaboração com principais atores os da indústria de TIC para qualificar os talentos e desenvolver as tecnologias necessárias para tornar as cidades mais inteligentes e seguras. A parceria com a Softex é mais um importante passo para que a Huawei consiga contribuir ainda mais com o fortalecimento do ecossistema de TIC no país”, afirma Liu Wei, Vice-Presidente de Relações Públicas e Comunicações da Huawei.

A Huawei, por meio de seu programa global Seeds for the Future de estimulo à educação e à capacitação em TIC, tem firmado parcerias com as principais instituições de ensino para treinar e certificar profissionais pelos programas HAINA (Huawei Authorized Information & Network Academy) e HANA (Huawei Authorized Network Academy). No Brasil, o programa vem sendo realizado em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e universidades.

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Direct.One realiza palestra sobre Blockchain em reunião da Comissão de Digitalização da CNseg

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A Direct.One, empresa que viabiliza a transformação digital para envio de mensagens e documentos transacionais entre corporações e seus clientes, realizará palestra especial sobre a importância da tecnologia de Blockchain para o futuro do mercado segurador, durante a reunião da Comissão de Digitalização da CNseg – Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, que acontece no próximo dia 13 de julho.

Durante a reunião, que também contará com a participação da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação e da Comissão de Inteligência de Mercado, Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One, mostrará que a tecnologia de Blockchain oferece a capacidade de disrupção da indústria de seguros, por ser um mercado basicamente pautado em informações, compartilhamento e contratos.

A segurança dos dados durante transações comerciais e financeiras é a principal meta do Blockchain, uma estrutura digital que propõe transparência nas operações e busca evitar gastos duplos, falsificação e adulteração de informações. Hoje, o Blockchain vem sendo experimentado em vários segmentos de mercado.

Na solução de Blockchain da Direct.One, chamada http://certifica.do, uma vez inserido um contrato inteligente (Smart Contract) na rede Ethereum, nenhum usuário pode mais apagá-lo ou modificá-lo, com possibilidade de auditoria pública. Para dar validade jurídica em âmbito nacional ao processo de Blockchain, a Direct.One desenvolveu em cima da rede Ethereum um sistema baseado tanto na Medida Provisória No 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, texto que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), como na Resolução CNSP 294, difundida pela SUSEP com as regras para comercialização e formalização de seguros por Meios Digitais e Remotos.

Para isso, agregou-se três itens probatórios para gerar consenso nos documentos emitidos pela empresa: Assinatura Digital com Chave Pública e Privada ICP-Brasil; Carimbo do Tempo com Data e Hora Legal fornecida pelo Observatório Nacional; e registro nos “ledgers” da Ethereum Network com as informações não sigilosas dos contratos para gerar consenso e sistema anti-fraude.

A reunião da Comissão de Digitalização acontece no dia 13/07, às 14:30h e será transmitida por videoconferência para as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo para as comissões convidadas. Para participar é necessário ser membro de uma dessas comissões da CNseg.

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Norton: brasileiros acreditam que redes Wi-Fi públicas são seguras e acabam colocando suas informações em risco

De acordo com a Norton, os brasileiros não conseguem resistir a um bom sinal Wi-Fi gratuito e este comportamento no ambiente on-line pode colocar suas informações pessoais em risco.

Esta foi a conclusão do relatório Norton Wi-Fi Risk Report de 2017, que a empresa acaba de lançar. Os dados mostram que 58% dos brasileiros acreditam que suas informações pessoais estão seguras ao usar uma rede Wi-Fi pública – por este motivo, 60% deles não tomam nenhuma medida de prevenção quando estão conectados. A necessidade dos brasileiros de se manterem conectados é outro destaque: ao chegar a um novo lugar, 59% dos entrevistados não esperam mais do que alguns minutos antes de se conectarem em uma Wi-Fi.

“Existe uma profunda diferença entre o que as pessoas pensam que é seguro quando se trata de usar o Wi-Fi público e a realidade”, alerta Nelson Barbosa Jr, engenheiro de segurança da Norton. “O que alguém pensa que é privado em seu dispositivo pessoal pode ser acessado facilmente por cibercriminosos através de redes sem fio não seguras ou mesmo por meio de aplicativos com vulnerabilidades de privacidade”.

O Norton Wi-Fi Risk Report entrevistou mais de 15.000 consumidores em 15 países para aprender sobre suas práticas e percepções ao usar Wi-Fi públicos e concluiu que as pessoas estão conscientes dos riscos ao acessar uma rede pública, mas não estão mudando seu comportamento. Entre os destaques do Brasil incluem:

– Noventa e seis por cento dos brasileiros potencialmente colocam suas informações pessoais em risco enquanto usaram uma rede Wi-Fi pública, incluindo ao verificar suas contas bancárias.

– Um pouco mais que um terço (37%) dos usuários usam VPN em todas as suas conexões Wi-Fi, segunda maior porcentagem entre os países avaliados, atrás apenas da Índia.

– Em caso de roubo de dados, os brasileiros ficariam:

Horrorizados com o acesso indevido a seus dados bancários e informações financeiras (50%);
Preocupados com o roubo de informações relacionadas a seus filhos (47%);
Tranquilos se seu posicionamento político pudesse ser exposto (42%);
Bravos com o acesso não-autorizado ao seu histórico de conversas privadas (33%);
Envergonhados caso seus segredos mais íntimos fossem descobertos (32%);

– Durante uma viagem, uma boa rede Wi-Fi é um serviço cada vez mais importante, tanto que para 83% dos brasileiros este é um fator decisivo na escolher um hotel, enquanto 53% consideram crucial na escolha da companhia aérea. Além disso, mais da metade (53%) das pessoas entrevistadas disse que o motivo mais importante para se manter conectado era usar um aplicativo GPS para se locomover.

Ajude a garantir que suas informações pessoais não caiam em mãos erradas

Apesar da necessidade de acesso a uma conexão Wi-Fi gratuita e de qualidade, é possível proteger suas informações de ciber-xeretas. Abaixo, a Norton lista passos simples que os consumidores podem tomar:

– Verifique se a conexão é segura (sites HTTPS): Muitas empresas usam o protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) para garantir a segurança online. Você pode dizer se um site está seguro se ele tiver “https” no endereço (URL) e tiver um pequeno símbolo de cadeado ao lado dele. No entanto, mesmo que o site esteja seguro, suas informações ainda podem estar vulneráveis se você estiver usando sua conexão insegura.

– Sempre use um software de segurança, principalmente nos dispositivos móveis: para garantir uma navegação protegida em redes abertas ou públicas, utilize uma rede privada virtual (VPN) de um fornecedor confiável, como o Symantec Norton Wi-Fi Privacy. As VPNs fornecem um “túnel seguro” (criptografado) para enviar e receber dados entre seu dispositivo e a internet.

– Quanto menos compartilhar melhor: Pense duas vezes antes de enviar qualquer tipo de informação pessoal – de senhas e detalhes financeiros a fotos – em redes Wi-Fi públicas. Mesmo se você não estiver compartilhando ativamente uma informação, seu dispositivo pode estar fazendo isso por você. Muitos dispositivos são programados para buscar automaticamente conexões com outros dispositivos na mesma rede, o que pode fazer com que seus arquivos fiquem vulneráveis. Desative o compartilhamento de informações em seu dispositivo e tenha maior controle de suas informações.

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Positivo Tecnologia mostra abrangência de portfólio e novos produtos na 12ª edição da Eletrolar Show 2017

view Com uma gama mais abrangente de tecnologias, a Positivo Tecnologia leva sua nova diretriz de mercado com marcas diversificadas para a 12ª edição da Eletrolar Show, maior feira de negócios da América Latina, que acontece de 17 a 20 de julho, em São Paulo (SP). A companhia apresenta no evento quatro lançamentos que vão ampliar seu portfólio aos varejistas: o smartphone Positivo Twist MAX, os desktops Positivo Station Fire e Positivo Station Colors e o notebook Positivo Motion.

Esta é a quinta vez que a Positivo Tecnologia participa da Eletrolar Show. Em um espaço de 311m2, vai expor completas linhas de produtos – dos mais básicos aos mais sofisticados – das marcas Positivo, Quantum e VAIO®. Adicionalmente, a companhia atua também no segmento de telemedicina, com a Hi Technologies, e vislumbra outras oportunidades de negócios em áreas que estão ganhando relevância a cada dia, além dos devices, especialmente internet das coisas, inteligência artificial e big data. “A Eletrolar Show é muito importante para estreitarmos relacionamento com os varejistas e para fecharmos negócios, já que vamos com uma tabela exclusiva para o período da feira, bastante agressiva, com as nossas três marcas de devices. Também é uma ótima oportunidade de encontrar parceiros e apresentar nossa nova proposta de valor: a Positivo Tecnologia como marca guarda-chuva, que oferece produtos para diversos perfis de consumidor por meio das marcas Positivo, Quantum e VAIO. Os visitantes poderão ver claramente a complementaridade, que é um ponto forte de nossa estratégia de vendas”, afirma Alexandre Colnaghi, diretor de Marketing da Positivo Tecnologia.

Lançamentos

Em smartphones, a novidade da companhia é o Positivo Twist MAX, que vem incrementar a linha Positivo Twist. O aparelho mantém o design arrojado da linha e vem com funcionalidades mais robustas, a começar pela bateria de longa duração, com capacidade de 4.000mAh, que permite que o usuário passe mais tempo conectado. O smartphone apresenta tela de 5”, processador Quad-Core de 1.3GHz e armazenamento de 16GB, com possibilidade de expandir o espaço com uso de cartão microSD de até 128GB. Sua câmera traseira tem definição de 8MP e a câmera frontal tem 5MP. Ambas vêm com flash que melhora as fotos no escuro. Possui sistema operacional atualizado, o Android 7.0 Nougat, e pode ser encontrado nas cores cinza ou dourado, com detalhes em metal na câmera. Durante a feira, a marca Positivo ainda mostrará celulares já lançados e que ganharam notoriedade por suas boas funcionalidades e custo-benefício, como o smartphone Positivo Twist XL, que tem tela de 5,5” de alta resolução em HD, memória RAM de 1GB, armazenamento de 16GB (expansível até 128GB).

Ultrafino e ultraleve, o que garante facilidade para transporte, o novo Positivo Motion é o aparelho ideal para atividades do dia a dia. Vem com processador Intel Inside, sistema operacional Windows 10, memória RAM de 2GB e capacidade de armazenamento de 32GB, que pode ser ampliada com o uso de espaço da nuvem que chega a 64GB, além de cartões SD. “Pensamos nesta solução para que o usuário possa manter a leveza e a praticidade do aparelho, sem abrir mão do armazenamento de arquivos, o que é uma necessidade para diversas situações. Com o armazenamento em nuvem, o usuário pode acessar seus arquivos a qualquer hora e de qualquer dispositivo com conexão Wi-Fi, o que traz mais comodidade ainda para quem levar para casa o seu Positivo Motion”, destaca Daniela Colin, diretora de Produtos e Procurement da Positivo Tecnologia. O que também chama atenção no aparelho é o seu acabamento emborrachado, o teclado confortável para a digitação e o touchpad maior, tudo para garantir mais ergonomia para o usuário. Outro destaque em exposição é o híbrido Positivo Duo ZR3630, com tela de 11,6” sensível ao toque e suporte para até 10 toques simultâneos e caneta capacitiva, que melhora ainda mais a experiência de uso.

Outros dois lançamentos estão na linha de desktops. O Positivo Station Fire possui processador Intel Inside, com memória RAM de até 8GB e armazenamento que chega a até 1TB. Além de ter como diferencial o baixo consumo de energia e configurações que asseguram velocidade ideal para o uso diário, o aparelho vem com o jogo Minecraft – popular entre o público infanto-juvenil – embarcado de fábrica, o que garante bons momentos de entretenimento. Além desta novidade, a Positivo traz o Positivo Station Colors, um gabinete que alia boas funcionalidades e configurações de processador com grande espaço de armazenamento de até 1TB e memória RAM de 8GB, com opções de acabamento preto ou branco. Ambos os desktops também vêm com o Windows 10 instalado.

Mais opções

Prestes a completar dois anos de atuação no mercado brasileiro com produtos que concorrem com gigantes globais, a Quantum leva à Eletrolar Show a visão estratégica de jovens empreendedores e o resultado do investimento constante em inovação e ampliação de negócios da Positivo Tecnologia. A marca é uma unidade independente dentro da Positivo Tecnologia e, só neste primeiro semestre de 2017, já lançou três modelos de smartphones, que estarão entre os produtos disponíveis na feira, todos com grande espaço de armazenamento de 32GB e memória RAM de 3GB: o Quantum MUV UP, que impressiona por seu design elegante, além de sua tela de 5,5’’ em alta definição; o Quantum GO2, mais compacto e com alto poder de processamento de imagens; e o Quantum YOU, aparelho para quem quer registrar boas imagens e vídeos com a excelente definição da câmera.

Ao todo, são sete aparelhos no portfólio da Quantum para agradar diferentes públicos e atender a necessidades distintas: jovens, interessados em jogos, vídeos ou redes sociais e também para demandas do trabalho e estudos. “O consumidor está cada vez mais exigente e, por isso, seguir as tendências do mercado internacional é imprescindível para nos mantermos competitivos. Nossos lançamentos recentes demonstram a amplitude do nosso portfólio e reforçam o caráter inovador da Quantum no mercado nacional”, comenta Marcelo Reis, diretor da marca. Recentemente, a Quantum anunciou a contratação de Neymar Jr, atacante do Barcelona e um dos maiores jogadores de futebol do mundo, para mostrar aos amantes de inovações tecnológicas os benefícios da marca. A campanha com o craque brasileiro está presente no ambiente digital e também em partidas de futebol nos principais torneios nacionais e nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

Reforçando a oferta de notebooks, a Positivo Tecnologia também mostra ao visitante da Eletrolar Show equipamentos da marca VAIO, produzidos por ela no Brasil. “O licenciamento da VAIO no país reforça nossa competência e expertise no mercado de computadores e nos fortalece ainda mais”, diz Cinthya Ermoso, gerente de produtos da VAIO® no Brasil. No evento, estarão expostos os modelos VAIO Z, VAIO Pro 13G e VAIO Fit 15S, todos com a tradicional e conhecida qualidade dos produtos VAIO, que alia tecnologia e performance de ponta e design único.

Eletrolar Show 2017

Data: 17 a 20 de julho de 2017, das 13h às 21h
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, São Paulo/SP
Mais informações em http://www.eletrolarshow.com.br/ 

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Novo aplicativo do CONARH 2017 possibilita interação entre participantes e conferencistas

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A 43ª edição do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – está cheia de novidades. Entre elas o lançamento do novo aplicativo para celular. Com o intuito de aumentar o networking entre os congressistas e conferencistas, a ferramenta possibilita a interação entre os públicos, além da personalização dos perfis na ferramenta. Os usuários têm acesso às informações e programações e ainda podem participar de um Game com direito a prêmios para os três primeiros colocados do ranking de conexões. O app está disponível para download gratuito nos sistemas iOS e Android.

O evento deste ano contará com seis Trilhas de Conhecimento: Estratégia, Liderança & Talentos, Cultura, Gestão & Serviços, Viabilizadores e Mercado & Tendências. Com isso, a ferramenta permite que os congressistas escolham as trilhas e as personalizem de acordo com o interesse na programação.

Em um ambiente totalmente gamificado, as pessoas poderão se conectar às outras, interagir com os palestrantes fazendo perguntas, avaliar conteúdos, consultar o mapa da Expo ABRH e acompanhar as notícias divulgadas nas redes sociais da ABRH-Brasil.

Como nos anos anteriores, quanto mais interações, mais pontos os usuários receberão para concorrer a prêmios no final do evento.
“Tivemos ótimas experiências nos anos anteriores e para 2017 investimos bastante no aumento da interação. Acreditamos que essa tecnologia permite que os profissionais se conectem mais facilmente e possam utilizar essa rede digital para aumentar as oportunidades de negócios”, afirma Sandra Gioffi, coordenadora do CONARH.

Premiação

A pontuação do game é conquistada toda vez que os usuários fazem comentários, avaliações, interações com palestras, compartilhamentos em redes sociais e geram conexão entre os participantes.
Os vencedores serão premiados da seguinte forma:

• Primeiro lugar

o Inscrição para o curso IBC Coaching (vencedor + acompanhante)
o Uma viagem com acompanhante para o Rio de Janeiro que inclui passagens aéreas de ida e volta e duas diárias em hotel
o Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil
o Inscrição para o CONARH 2018

• Segundo lugar

o Um kit viagem da LG Lugar de Gente
o Um curso preparatório da Certificação SHRM
o Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil

• Terceiro lugar

o Quatro livros da LG Lugar de Gente
o Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil

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CEO do Peixe Urbano dá dicas para empreender com êxito

Por Alex Tabor

Desde 2010, o país não via um número tão grande de novos empreendedores como neste ano. De acordo com uma pesquisa do Serasa Experian, em janeiro de 2017 foram abertos 194.199 empreendimentos, número que representa um crescimento de 16,6% em relação a janeiro de 2016. O chamado empreendedorismo de necessidade vem crescendo cada vez mais em decorrência do alto índice de desemprego no Brasil, que leva as pessoas a se aventurarem no mundo dos negócios em busca de uma nova fonte de renda. Pensando nesse cenário, levantei alguns pontos para ajudar o empreendedor no primeiro momento de seu negócio.

Beneficie-se da crise

A crise econômica é ruim, mas também pode gerar oportunidades. Uma redução na renda do brasileiro fez cair o seu consumo, puxando para baixo o faturamento das empresas. Essa retração tirou pessoas e empresas de suas zonas de conforto, aumentando a receptividade a novos produtos e serviços, especialmente os que promovem eficiência. Se você conseguir entregar isso, vai se beneficiar da crise.

Defina o seu mercado de uma forma que lhe permita ser a empresa dominante em pouco tempo

Uma empresa líder de mercado tem um prêmio de valor muito alto, comparado às outras empresas do mesmo segmento. Sua ambição pode ser grande, mas precisa andar em passos não tão longos. Um bom exemplo disso é o Facebook. Myspace e Orkut já eram muito grandes quando o Facebook foi lançado. Mark Zuckerberg decidiu usar a rede social dominante da Universidade Harvard, nos EUA. Depois, ele ampliou o negócio para atender um grupo de universidades da Costa Leste dos EUA chamado Ivy League, do qual Harvard faz parte. Uma vez dominante nesse grupo, o Facebook foi aberto a todas as universidades dos EUA e, em seguida, para todos os usuários no país. Uma vez dominante nos EUA, Zuckerberg começou a focar em outros países, até eventualmente se tornar a rede social dominante do mundo.

Desafios de abrir uma empresa

Todo mundo reclama da burocracia e do custo de abrir um negócio. De fato é complexo, demorado e caro, mas é possível encontrar uma atividade mais fácil de executar que as demais. Empresa de serviços geralmente é um exemplo, com tributação mais simples e reduzida, e menor necessidade de licenças e alvarás. Em muitos casos, dá para iniciar como Microempreendedor Individual (MEI), que é mais acessível e descomplicado, comparado a outras formas.

Muito maior e mais importante é o desafio de achar um ótimo sócio. Precisa ser alguém em quem você tem total confiança e que tem habilidades e pontos fortes muito complementares aos seus. Há tanto para se fazer na fase inicial de uma empresa que não cabe a um sócio questionar os detalhes das atividades do outro, o que pode acontecer quando ambos têm o mesmo perfil.

Entenda o seu mercado

A crise fez com que os brasileiros consumissem de forma mais consciente, especialmente os itens não essenciais. A instabilidade econômica e política do Brasil provavelmente durará ainda um tempo, mas o mercado de tecnologia tem caminhado de forma independente, mostrando importantes taxas de crescimento mesmo durante esse período conturbado. Todas as vezes que as crises surgem, há também oportunidades de negócio. Com a alta do dólar, a importação torna-se uma opção mais cara, então há mais oportunidades para negócios nacionais. Mas, antes de tomar qualquer decisão, entenda bem o seu mercado.

Pense em soluções que, de fato, resolvam algum problema

Foque os seus esforços em soluções que possam resolver problemas relevantes do cotidiano das pessoas. Nem sempre um negócio disruptivo, com uma tecnologia mirabolante, vai fazer sentido para as pessoas. Pesquise, inove de forma simples e procure um gap de uma necessidade real no mercado.

Controle a saúde financeira da empresa

Defina um plano anual, com todos os custos para manter o negócio saudável, e foque na execução para que cada passo seja dado com a maior cautela possível. Seja transparente nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que a empresa se desenvolva de forma saudável e com objetivos alinhados. Quando se está montando um negócio em um novo mercado, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável. Evite entrar em contratos de longo prazo e com altas multas de encerramento antecipado. Serviços como Amazon AWS (computação em nuvem) permitem a você escalar os seus custos junto com o crescimento da operação, sem investimento inicial e sem compromissos de longo prazo. Uma vez que o produto e a operação estão mais maduros, com receitas mais previsíveis, você pode entrar em contratos de longo prazo para reduzir os custos.

Otimize o seu tempo

No início, a empresa não vai ter pessoas o suficiente para fazer tudo o que precisa ser feito. Terceirize e automatize tudo o que puder e, se possível, deixe a vida social para depois. É preciso ser eficiente e focado para conseguir tocar as atividades da operação da empresa, e ainda ter tempo para fazer entrevistas e contratações que eventualmente vão permitir um retorno ao equilíbrio da vida profissional com a vida pessoal.

Alex Tabor é CEO e cofundador do Peixe Urbano, maior plataforma de e-commerce local do Brasil

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RSI Redes lança consultoria para Indústria 4.0

A RSI Redes, fornecedora de serviços e tecnologias customizadas para gestão de negócios, anuncia o lançamento de uma consultoria voltada para auxiliar as empresas no planejamento de adoção de tecnologias da Indústria 4.0.

A Indústria 4.0, que caracteriza a quarta revolução industrial, é o termo que o mercado convencionou chamar para utilização de tecnologias da informação (TI) e operacionais (TO), de forma integrada e com conectividade entre os diversos elementos de um sistema produtivo. A metodologia desenvolvida pela RSI Redes identifica quais problemas serão solucionados, com que tecnologias e sistemas, qual o custo e quais serão os resultados esperados, ou seja, apresenta uma visão holística de planejamento com a identificação clara dos problemas e iniciativas para resolvê-los.

“A Indústria 4.0 deixou de ser uma tendência e passou a estar no centro das pesquisas e estratégias das empresas que estão combinando serviços avançados de conectividade e automação, computação em nuvem, sensores e impressão 3D, algoritmos inteligentes e Internet das Coisas para transformar seus negócios”, esclarece Marcos Villas, sócio-fundador da RSI Redes e especialista no assunto.

A revolução industrial anterior, iniciada na década de 70, foi marcada pela introdução da TI e da automação nas indústrias, mas a corrida para implantar soluções isoladas naquela época gerou a necessidade de investimentos não previstos, assim que foi percebida a necessidade de integração e interoperabilidade entre estas soluções.

De acordo com Villas, a ideia deste novo serviço é orientar as indústrias de médio e grande porte a enxergarem como as tecnologias podem contribuir para os seus negócios, orientando-as na implementação integrada do conceito de Indústria 4.0, independentemente de marcas, soluções ou produtos. No total, a empresa trabalhará na integração de oferta para 16 tecnologias, entre elas: blockchain, big data e analytics, drones, IIoT, inteligência artificial, nuvem, realidade virtual etc. Além disso, a consultoria avaliará, em seus clientes, a maturidade da cobertura, da utilização e da integração de sistemas de informação industriais tais como SCADAs, MES, PIMS, PLM, WMS e TMS, entre outros.

A metodologia da consultoria para Indústria 4.0 da RSI Redes levou oito meses para ser criada e as principais etapas envolvem o levantamento de um diagnóstico detalhado, elaboração de cenários de adoção de novas tecnologias e elaboração de um planejamento para Indústria 4.0, sob medida. Os planejamentos serão de médio (um ano) e longo prazos (cinco anos), que dependendo de cada projeto conta também com a capacitação de funcionários.

De acordo com uma pesquisa recente realizada pela consultoria PWC, a Indústria 4.0 virou realidade, com resultados concretos que podem gerar ganhos simultâneos de eficiência, receita e custos, sem ter que optar por apenas um deles.

Ainda, o novo serviço promete dobrar a quantidade de clientes da empresa. “Nosso maior desafio será efetivar uma mudança de paradigma e compreensão das tecnologias no contexto das indústrias, pois ainda existe uma falta de cultura de planejamento nas empresas e falta de visão integrada da implementação do conceito”, finaliza Villas.

Marcos Villas é M.Sc. em Computação, D.Sc. em Administração, sócio-fundador da RSI Redes e professor da PUC-Rio.

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Atos lança 1º supercomputador com processadores ARM

A Atos, líder mundial em transformação digital, anuncia o lançamento do Bull Sequana X1310, primeiro supercomputador equipado com processadores ARM. Esse novo modelo faz parte da linha de supercomputadores (HPC) Bull Sequana X1000, capaz de suportar futuras tecnologias em exa-escala, que possibilitam o processamento de um bilhão de bilhões de operações por segundo.

Com o consumo sempre crescente de energia e a geração de mais calor pelos data centers, é uma escolha lógica equipar servidores e supercomputadores com processadores ARM altamente eficientes, já que isso permite melhorar questões de desempenho, energia e custo.

A ARM é líder do setor de microprocessadores, com expertise comprovada e robusta participação no mercado de smartphones (mais de 90%). O uso da tecnologia ARM na computação de alto desempenho vem sendo estudado e é aguardado com ansiedade pela comunidade de HPC (Computação de Alta Performance).

Agora, o ecossistema ARM atingiu a maturidade necessária para suportar configurações maiores. Com o lançamento recente, pela ARM, de suas CPUs de 64 bits energeticamente eficientes, voltadas a servidores, a supercomputação baseada em ARM está agora ao alcance do mercado.

Projeto Mont-Blanc

O primeiro protótipo desse tipo foi implantado há alguns anos no âmbito do chamado projeto Mont-Blanc, utilizando servidores Bull, e demonstrou a viabilidade de usar essa tecnologia em HPC.

A Atos está coordenando a terceira fase do projeto, que tem por objetivo definir a arquitetura de um nó de computação da classe Exascale baseado em ARM e apto a ser industrializado. Para suas pesquisas e avaliações, os parceiros do Mont-Blanc contarão com uma plataforma de testes desenvolvida pela Atos e utilizarão a arquitetura Bull Sequana X1000. A Atos integrará e industrializará essa plataforma em sua linha de produtos padrão, com o nome de Bull Sequana X1310.

“Os parceiros do Mont-Blanc receberam esse anúncio com grande prazer. Há muito tempo, estamos convencidos de que, devido à sua eficiência energética, os processadores ARM oferecem um enorme potencial à Computação de Alto Desempenho. Gostaríamos de fazer um agradecimento especial à Comissão Europeia por seu apoio ao longo de nosso projeto”, disse Etienne Walter, coordenador do projeto Mont-Blanc.

“Este projeto faz parte de nosso programa Exascale 2020, dentro do qual estamos desenvolvendo uma nova geração de supercomputadores. Diversas instituições e empresas privadas do mundo todo usam tecnologias Atos para acelerar a pesquisa e a inovação. A Atos concebeu o sistema Bull Sequana X1000 como uma plataforma aberta, a fim de oferecer aos usuários de HPC uma gama mais ampla de arquiteturas de computador para escolherem e a fim de dar suporte às futuras tecnologias de processadores que possibilitarão atingir o nível dos exaflops. Portanto, é um passo natural ampliar a linha com a inclusão de processadores ARM, juntamente com as CPUs, processadores centrais e coprocessadores existentes”, explicou Agnès Boudot, Vice-Presidente do Grupo e Diretora de HPC da Atos.

Participação brasileira

“Esse cluster de nova geração foi desenhado pela nossa equipe de R&D global, sendo que nosso núcleo de R&D instalado em Petrópolis – RJ, fez parte importante do projeto no que tange ao desenvolvimento de software desta inovadora arquitetura. É um orgulho poder colaborar, desde nossa região e com recursos locais, num projeto de tamanha envergadura” diz Luis Casuscelli, Diretor de Big Data e Security de Atos para Sul-América.

Os recursos de processamento de altos volumes de dados que os supercomputadores da Atos oferecem, também são maximizados dentro dos serviços de Big Data da empresa, entre os quais se destaca o “Atos Codex”, uma solução integrada e completa de análises que inclui computação preditiva e análises cognitivas.

Disponibilidade

A placa Bull Sequana X1310 inclui três nós de computação, cada um equipado com dois processadores Cavium® ThunderX2 de 64 bits, de última geração, baseados no conjunto de instruções ARM® v8. O novo modelo estará disponível no segundo trimestre de 2018.

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Como gerir os diferentes tipos de colaboradores nas empresas

Atualmente, grande parte das organizações tem em seu quadro de colaboradores pessoas das mais diversas faixas etárias, que representam no mínimo três gerações diferentes: os Baby Boomers, a Geração X e a Geração Y. Além disso, vale lembrar que a Geração Z também já está adentrando no mercado de trabalho.

Cada uma dessas gerações nasceu e cresceu em períodos diferentes da história, vivenciando momentos e formas de pensamentos que os fazem apresentar características e comportamentos distintos, com valores e estilos de comunicação muitas vezes conflitantes.

Uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana VitalSmarts com mais de 1.300 gestores, conclui que pelo menos cinco horas de trabalho por semana são desperdiçadas em razão das diferenças de pensamento, que envolvem faixas etárias distintas. Esse tempo gasto representa uma perda de 12% no faturamento dos negócios.

Portanto, o convívio de colaboradores de diferentes níveis intelectuais, ideologias pensamentos, postura, cultura, etc, é um dos grandes desafios para as empresas nos dias de hoje, já que as discordâncias de ideias e ideais podem afetar significativamente o clima corporativo.

É preciso conhecer todas as gerações e atuar de forma a diminuir o impacto das diferenças, fazendo com que os talentos se complementem e se potencializem.

Segundo o Diretor de Negócios da Perfix Consultoria, Ivan Jacomassi, ‘é natural que cada geração tenha ideias e formas de pensar e agir diferentes e muitas vezes até conflitantes, afinal pessoas não são máquinas, porém, as empresas devem trabalhar para entender o comportamento e objetivos de cada um. Com essas informações será possível desenvolver estratégias e ações que os estimulem a dar o melhor de si em prol da organização e de seu desenvolvimento pessoal e profissional’.

Temos que ter em mente que as diferenças são saudáveis e úteis quando bem administradas. A geração X em geral tem um perfil de raciocínio mais linear, de passo a passo, e comportamento mais aguerrido, enquanto que a Y possui um padrão mais dinâmico de pensamento e comportamento mais cooperativo. Se perguntarmos: qual o melhor ? A resposta será: nenhum, dependerá da situação com a qual estamos lidando. E ao considerarmos que as empresas estão imersas em ambientes dinâmico e altamente mutáveis, com diferentes tipos de desafios, a existência de múltiplos perfis no ambiente de trabalho trará a mesma a capacidade de lidar com diferentes tipos de desafios que se apresentem.

Além de conhecer o perfil dos profissionais que estão na organização é importante que a empresa estimule a troca de informações entre eles. ‘Cada indivíduo traz consigo experiências e conhecimentos de vida únicos, e o compartilhamento dessas informações gera um ambiente de trabalho muito mais rico, explorando a capacidade de cada colaborador e aumentando as chances de sucesso nos resultados’, afirma Ivan.

Outra dica do Diretor de Negócios para o alinhamento da equipe de trabalho é o investimento em treinamentos comportamentais.

Cabe ressaltar que promover a sinergia entre as gerações trará inúmeros aspectos positivos a sua organização, como a prática da inteligência emocional, o reconhecimento das competências e habilidades de cada membro, o fortalecimento do espírito de equipe e do clima organizacional, entre outras vantagens.

Trabalhar e gerir bem as diferentes gerações é primordial, além do mais, alguns estudos afirmam que a primeira pessoa que vai chegar aos 150 anos de idade já nasceu, ou seja, em um futuro próximo, provavelmente serão ainda mais gerações tendo que conviver no mesmo ambiente corporativo, com desafios cada vez maiores.

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