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Empresa da Serra Gaúcha desenvolve ventilador pulmonar portátil

Nem todas as notícias são ruins sobre a pandemia da Covid-19. Um grupo de pesquisadores de Caxias/RS, na Serra Gaúcha, desenvolveu um ventilador pulmonar portátil, que com cerca de 5 quilos pode ser facilmente transportado, acompanhando o paciente no hospital ou mesmo em ambulâncias. O respirator, apelidado de Thor, teve seu desenvolvimento financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e se consolidou como mais uma vitória da ciência.

O pesquisador responsável da Zextec, empresa que construiu o respirador, Hugo Souza, destaca que o protótipo do equipamento começou a ser produzido em março do ano passado, para uso emergencial. “O equipamento funciona em modo único de pressão controlada, sendo indicado a pacientes que tenham indicação de intubação, necessitando ventilação invasiva. Na oportunidade, as condições de performance, confiabilidade e segurança foram confirmadas em avaliações técnicas feitas em laboratórios aferidos pelo INMETRO”, conta, ressaltando que o produto foi aprovado para testes clínicos em humanos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre as soluções inovadoras do produto, além da logística facilitada, está a possibilidade de economia com oxigênio que compõe a mistura de gases, pois a tecnologia permite o aproveitamento total do elemento químico em cilindros menores do que os usuais, e a não necessidade de uso de bloqueadores neuromusculares, produtos que estão em falta no mercado.

Desabastecimento
Segundo Souza, o projeto ganhou ainda mais importância no segundo surto de Covid-19, que fez com que ocorresse um desabastecimento de ventiladores pulmonares em algumas regiões brasileiras, além da escassez de insumos para fabricação dos produtos. A estimativa é de que o Thor esteja disponível para o mercado em 6 a 7 meses, a partir do início dos testes clínicos em humanos. “O ventilador já foi testado em suíno, com 100% de sucesso”, comemora Souza.

Viabilidade financeira
O valor do ventilador pulmonar portátil deve ser outro atrativo frente aos concorrentes. Por ter produção 100% brasileira, o produto deve ter um valor final de R$ 15 mil a R$ 20 mil, menos da metade dos valores praticados atualmente no mercado para esse tipo de produto. A capacidade inicial de produção é para 300 ventiladores.

ACATE completa 35 anos e mira em formação de novos talentos para o ecossistema de inovação

Com o desafio de continuar fortalecendo o ecossistema de tecnologia e inovação em Santa Catarina e colocar o estado no radar global, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) completa 35 anos no mês de abril. Apesar do momento de crise mundial, a associação segue desenvolvendo programas e projetos estruturantes para fomentar o empreendedorismo tecnológico, formar e atrair novos talentos para o estado. Hoje, conta com 1.400 empresas associadas e está presente em nove polos regionais.  

As aceleradas transformações digitais ocorridas em decorrência da pandemia do coronavírus acenderam um sinal ainda maior de alerta para o setor de tecnologia. Ao mesmo tempo que inúmeras empresas conseguiram crescer ofertando suas soluções ao mercado, a falta de mão de obra qualificada se acentuou. Por este motivo, um dos principais objetivos da ACATE para os próximos anos é contribuir de forma efetiva para a capacitação de novos profissionais. Em 2020 a entidade  iniciou um mapeamento estadual para identificar o volume e o perfil dos profissionais demandados nas diferentes regiões do estado, que servirá de insumo para futuras parcerias e ampliar iniciativas como o programa DEVinHouse, que está formando desenvolvedores e inicia em breve novas turmas. 

“É uma situação global que também se reflete aqui: ter profissionais qualificados para que o setor continue se desenvolvendo. Todas as esferas da sociedade precisam se envolver, e a ACATE busca atuar junto ao Governo no fortalecimento da formação de base, despertando o interesse dos jovens para a área, além de estimular as empresas para que fortaleçam sua cultura para atrair e reter talentos. É uma área com empregabilidade muito alta e remuneração quase três vezes superior ao salário médio nacional”, destaca Iomani Engelmann, presidente da ACATE. 

Quando a ACATE começou, em 1986, a trilhar o caminho do setor tecnológico no Estado, os números alcançados eram impensáveis na época. Hoje são mais de 12 mil empresas no setor, que faturam R$ 17,7 bilhões, e empregam 56,5 mil pessoas, segundo dados do ACATE Tech Report 2020. Na contramão da crise, a ACATE conseguiu realizar as mudanças necessárias para apoiar na velocidade com que as empresas foram desafiadas a produzir tecnologia e inovação e registrou um crescimento de 295 empresas associadas, 10,5% a mais do que em 2019. 

A capilarização da atuação da entidade para todas as regiões de Santa Catarina é um dos pontos de crescimento. Hoje, a ACATE possui em seu Conselho empresas de todos os portes e diferentes polos, inaugurou novos Centro de Inovação em parceria com o Governo e outras entidades e, mais recentemente, levou a metodologia MIDITEC para Joinville. Na visão do presidente Iomani Engelmann, isso demonstra a importância das conexões e do desenvolvimento de iniciativas conjuntas. “Ao longo de toda a trajetória da ACATE, sempre ficou claro que, quando o ecossistema é unido, todos se fortalecem. O fato de termos crescido em número de associados no último ano demonstra o valor que a entidade leva para todas as empresas e para a sociedade”, explica. 

 A Associação foi fundada em 1° de abril de 1986 com o objetivo de administrar o Condomínio Industrial de Informática (CII), prédio que abrigava as primeiras empresas de tecnologia de Florianópolis. Ao longo destes 35 anos, foram inúmeras conquistas e desafios para o desenvolvimento do setor. A criação do MIDI Tecnológico em 1998, incubadora gerida pela ACATE e mantida pelo Sebrae/SC, é um dos marcos. Outro importante momento da história mais recente da ACATE foi a inauguração, em 2015, da sua nova sede no Centro de Inovação ACATE (CIA) – Primavera, em Florianópolis. 

Nos últimos anos,  a ACATE recebeu diversos prêmios, como o de Melhor Hub de Inovação do país em 2018 e 2019 pelo Startup Awards; o MIDITEC foi eleito com uma das cinco melhores incubadoras do mundo segundo o UBI Global em 2018 e 2019, e obteve a certificação CERNE 2, sendo uma das sete primeiras incubadoras do país a ganharem este reconhecimento, das mais de 380 que existem. Além disso, participou de duas missões internacionais com a presidência da república – Índia e Estados Unidos.

De olho no futuro: atração de investimentos

Mesmo com números expressivos ao longo de 35 anos de atuação, Iomani explica que a ACATE quer continuar avançando no objetivo de colocar Santa Catarina no cenário global. “Temos o desafio de aumentar a atração de investimentos para o estado.  Mesmo em meio à pandemia, já foram injetados mais de R$ 2 bilhões na aquisição de empresas catarinenses. Acredito que no Brasil já existe um reconhecimento do nosso estado, por isso também trabalhamos fortemente o tema da internacionalização”, conta. Ele ainda ressalta que, além dos investimentos internacionais, a criação de fundos estaduais é fundamental. 

“Temos o fundo de R$ 100 milhões Invisto com a ACATE, que está sendo muito bem aceito pelo mercado, com perspectivas de fechar a rodada de captação antes do previsto. Os desafios são inúmeros, mas revisitando todo o caminho que a ACATE percorreu e conseguimos chegar até onde estamos,  vejo que vamos chegar muito mais longe”, finaliza

Histórico

– 1986 – 11 empresas de tecnologia se reuniram para representar o setor.

– 1988 – ACATE foi declarada entidade de utilidade pública em âmbito municipal e estadual. 

– 1998 – Foi criada a incubadora MIDI Tecnológico e formada uma parceria com o Sebrae.

– 2006 – Programa Juros Zero da FINEP: financiamentos para micro e pequenas empresas inovadoras catarinenses para inovação de processos, produtos e serviços

– 2009 – Na busca pelo associativismo inovador, foram criadas as Verticais de Negócio, que promovem a sinergia entre empresários do mesmo setor, criando um ambiente de colaboração e geração de negócios.

– 2013 – MIDI 2.0 Nova metodologia: treinamento e formação e capacitação do empreendedor (conhecimento em gestão financeira, contabilidade, liderança e gestão de pessoas). 

– 2015 – Há 6 anos o ecossistema de inovação ganhou um novo espaço, o Centro de Inovação ACATE Primavera. Junto com ele, veio uma necessidade de ir além de representar. A ACATE passou cada vez mais a ajudar as empresas de tecnologia e inovação a evoluir em suas jornadas.

– 2016 – Ampliação da atuação da Rede de Investidores Anjo (RIA) para os polos regionais.  

– 2017 – Criou o Linklab, programa pioneiro que aproxima médias e grandes empresas com startups que possam acelerar o processo de inovação delas e ao mesmo tempo dar às startups a oportunidade de acelerar sua participação em grandes mercados.

Iniciou o Programa ACATE Startups que ofereceu benefícios aos empreendedores, como valores diferenciados no aluguel de salas no Centro de Inovação Primavera, isenção de mensalidade, acesso a linhas especiais de financiamento, contato com fundos de investimento parceiros e participação no programa de mentoria.

– 2018 – Criou os grupos temáticos ACATE Internacionalização para reunir empresas internacionais a empreendedoras que desejam alcançar esse propósito e o grupo Mulheres ACATE com o objetivo de fortalecer o protagonismo feminino no universo tecnológico.

– 2020 – A estadualização era uma demanda importante para construir um ecossistema cada vez maior e mais próspero. Ao longo da última década uma aproximação com outros polos tecnológicos do estado foi formada. Essa aproximação rendeu um 90% de crescimento no número de associados nos 9 polos regionais parceiros da ACATE.

A pandemia pegou todos de surpresa, até mesmo as empresas mais preparadas. Novos negócios precisaram de apoio e a ACATE realizou projetos determinantes para remediar as perdas das empresas e dar impulso em seus caminhos.

O Plano de Ação ACATE Covid-19 impactou 16 mil pessoas. 104 novas empresas se associaram; 490 atendimentos realizados; e R$ 270 mil foram  liberados através da linha de crédito Únilos aos associados.

A iniciativa Fundo Garantidor ACATE (FGA), que fornecia cartas de garantia de crédito aos associados junto à instituições financeiras, contemplou 32 empresas, liberando R$ 3,9 milhões em linhas de crédito

– 2021 – Nesses 35 anos, o setor de tecnologia e inovação cresceu exponencialmente. Em 2020, Santa Catarina foi o estado com maior abertura de empresas de tecnologia. E as associadas ACATE tiveram uma produtividade duas vezes superior. Essa demanda por profissionais foi identificada e um projeto foi criado. O DEVInHouse deu oportunidade para 40 profissionais se capacitarem na primeira turma do programa e também a chance de serem efetivados pela empresa Softplan. Novas turmas serão formadas e mais profissionais chegarão ao mercado de trabalho, dessa forma o ecossistema de inovação cresce e se desenvolve cada vez mais.

Marcos Magalhães é o novo CEO do Banco BS2

Com o objetivo de ganhar escala para ampliar sua atuação no mercado de bancos digitais, o BS2 anuncia o executivo Marcos Magalhães como seu novo CEO, membro do Conselho de Administração e acionista. Ele assume suas funções formalmente no início de maio. Gabriel Pentagna Guimarães, que ocupou a posição nos últimos quatro anos, permanecerá como membro do Conselho de Administração.

“Nos últimos anos investimos fortemente na construção da nossa plataforma e em diferenciais tecnológicos do BS2, o que nos credencia a alcançar uma fatia relevante do mercado de bancos digitais, principalmente no segmento de empresas”, avalia Gabriel Pentagna Guimarães.

Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do Conselho de Administração e fundador, reforça que o banco possui 28 anos de uma história bem-sucedida, quando se consolidou como um dos importantes players no mercado de crédito consignado, para depois se reinventar como um banco digital. “Agora é hora de ganhar escala. Esse movimento reforça nossa governança e nos impulsiona rumo a objetivos maiores. O Marcos reúne todos os atributos necessários para expansão do BS2, e além de vir como o principal executivo do banco, também será sócio na Instituição”, comenta.

Com vasta experiência no mercado financeiro, Magalhães foi consultor na McKinsey & Co, diretor no grupo UOL e executivo do Itaú Unibanco por 15 anos. Neste último, exerceu funções de liderança nas divisões de Banco de Varejo, Crédito ao Consumo e Pagamentos como head de Produtos, Cartões & Financeiras e Crédito & Cobrança. Foi presidente da Rede por 3 anos e também integrou os conselhos de administração do Banco Carrefour, LuizaCred e FIC.

Magalhães tem formação em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco e MBA pela London Business School, além de especializações no IBGC, MIT, INSEAD e Swiss Finance Institute.

“O BS2 é fruto de uma longa trajetória de sucesso e, especialmente nos últimos anos, conseguiu se reinventar e construir uma plataforma tecnológica de ponta, que nos permitirá crescer de forma abrangente e sustentável. Chego com a missão de dar robustez à governança da organização e escalar o negócio, com um leque mais amplo de produtos de crédito para o varejo, principalmente para empresas”, diz Marcos Magalhães.

Smiles divulga vencedores de seu primeiro Hackathon depois de maratona de 53 horas

Após uma maratona de ideias com mais de 50 horas e que envolveu cerca de 100 times, a Smiles anuncia as três equipes vencedoras da primeira edição do Hackathon da companhia. Smiles Teens, TripInvest e Fe_Smiles foram os destaques e conquistaram 1 milhão, 500 mil e 250 mil milhas, respectivamente.

A educação financeira foi o assunto que dominou os projetos, seguido de gamificação, remuneração de milhas e diversidade. O time vencedor, Smiles Teens, trouxe a importância de começar o planejamento ainda jovem, seguindo uma linguagem e formato dentro do universo dos adolescentes. O aplicativo conduz o público para uma jornada de responsabilidades, com etapas a serem cumpridas até a realização do sonho de viajar. O TripInvest, segundo lugar, proporciona uma organização financeira, determinada pelo perfil do viajante e investimento mais adequado ao seu estilo. Por fim, o Fe_Smiles é um canal no WhatsApp, que utiliza de inteligência artificial, para ajudar no plano de economia, acúmulo de milhas e escolhas de viagem.

“Foram dias intensos e de muito aprendizado. Em poucas horas, recebemos projetos de muita qualidade, que reuniram mentes e perfis dos mais diversos, mas com uma sensibilidade apurada do cenário que atuamos e de como podemos fazer a diferença. Também foi inspirador entender como a viagem tem um significado diferente para as pessoas e que ela pode transformar muito a jornada de cada um e da sociedade”, comenta Luiz Borrego, CIO da Smiles.

A Smiles vem trabalhando em iniciativas mais acessíveis e democráticas ao longo dos últimos anos e a realização do primeiro Hackathon é reflexo dessa nova etapa.  Na última semana, um time de sete jurados teve a missão de avaliar muitos projetos que proporcionaram um encontro de diversidade de ideias. Também resultou em uma mobilização dos profissionais da Smiles, que foram mentores e trouxeram a visão da empresa, dos serviços e produtos, assim como ajudaram no constante processo de amadurecimento da empresa.

A companhia já estuda realizar uma nova edição. “O primeiro Hackathon superou nossas expectativas tanto no número de participantes quanto na riqueza de ideias e novos olhares. Essa é uma das principais vantagens de promover um evento como esse, ou seja, proporcionar troca de informações, entender a visão e desafios do ecossistema, construir um canal de relacionamento com diferentes públicos onde temos a oportunidade de compreender novas perspectivas e caminhos”, finaliza Luiz.

SAS reestrutura área de marketing na América Latina

O SAS, líder mundial em analytics, está reestruturando a sua área de marketing na América Latina com o objetivo de suportar uma série de mudanças que a companhia vem promovendo na sua estrutura global de negócios. O foco é integrar a região com a operação norte-americana, de modo a aproximar mais as regiões – especialmente em verticais estratégicas da organização -, permitindo melhor aproveitamento de sinergias.

Com as mudanças, Kleber Wedemann, diretor de Marketing do SAS para América Latina, passa a responder também pelas verticais de telecomunicações, tecnologia e mídia e pelos negócios destinados ao segmento de pequenas e médias empresas (SMB, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Com a ampliação do escopo de Wedemann, Thais Cerioni, então PR and Communications Manager da empresa para o Cone Sul, assume também como head de Marketing do SAS Brasil, mantendo as suas atribuições anteriores.

A Go-To-Market Manager do SAS para América Latina, Simone Bervig, também teve suas responsabilidades expandidas para os setores de telecomunicações, tecnologia e mídia e SMB nos Estados Unidos. As mudanças são uma evolução natural da área, que vem atingindo os resultados projetados, e acompanhando a estratégia da companhia em alinhar e aproveitar as sinergias entre as operações lideradas pelo vice-presidente do SAS, Marvio Portela.

A reestruturação também prevê a criação de novas posições, tanto na área de marketing do SAS no Brasil quanto na operação de telecomunicações e SMB nos Estados Unidos. “O time de marketing da América Latina apresentou resultados excepcionais nos últimos anos, e somos conhecidos em todo o SAS por nossa entrega ágil, bem como nosso estreito alinhamento com as vendas. Por isso, vejo essas mudanças como resultado de uma construção em equipe”, explica Wedemann. “Estou muito orgulhoso e animado para essa nova fase, tanto na minha carreira quanto nas carreiras do meu time. Acredito muito no valor das diferenças e da diversidade de pensamentos e experiências neste incrível grupo de pessoas”, conclui o executivo.

Capgemini é nomeada líder no Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Provedores de Serviço de Dados e Análises

A Capgemini anuncia que foi nomeada Líder no Gartner 2021 “Magic Quadrant for Data and Analytics Service Providers” (em tradução livre, “Quadrante Mágico para Provedores de Serviços de Dados e Análises”), por sua visão completa e capacidade de execução. O Quadrante Mágico do Gartner avaliou um total de 19 provedores de serviços e suas ofertas de dados e análises e posicionou a Capgemini como Líder pela quinta vez consecutiva.

“Estamos muito satisfeitos por sermos reconhecidos como Líderes pelo Gartner em seu Quadrante Mágico para Provedores de Serviços de Dados e Análises. Acreditamos que este posicionamento ilustra o compromisso da Capgemini em entregar transformações digitais verdadeiramente baseadas em dados dos negócios de nossos clientes. Fazemos isso por meio de uma abordagem colaborativa, combinando serviços escalonáveis ​​e soluções inovadoras, aproveitando nosso portfólio de dados de serviço completo e recursos analíticos”, disse Zhiwei Jiang, CEO da Área Global de Negócios de Insights and Data da Capgemini.

A equipe de Insights and Data da Capgemini, composta por cerca de 25.350 profissionais globalmente, engaja seus clientes com liderança de pensamento e pesquisa relevantes e traz inovação para sua entrega de dados e análises.

Ambev Tech recruta jovens universitários e recém formados para vagas em tecnologia

Processo seletivo para estágio regular, estágio Representa e trainee na área de tecnologia acontece em todas as regiões do Brasil, com salários de até R$ 7 mil

A Ambev Tech abriu inscrições para seus programas de recrutamento. Com inscrições até o dia 12 de abril, os processos contam com dezenas de vagas na área de tecnologia espalhadas por todo o país. Diferente dos anos anteriores, o movimento #AmbevMeContrata possui um único período de inscrição para os 3 processos seletivos desse semestre: estágio regular, estágio Representa – voltado para jovens pretos e pretas – e trainee.

Os processos seletivos serão realizados 100% virtualmente. Critérios mais inclusivos anunciados em 2020, como a não obrigatoriedade de inglês, por exemplo, seguem esse ano. Também foi mantida a plataforma de capacitação voltada para candidatos com transmissões e bate-papo ao vivo com líderes da Ambev. A ideia é disponibilizar conteúdo como podcasts, revistas, artigos e entrevistas que ajudem os candidatos na seleção.

SERVIÇO

Quem pode se inscrever para o trainee tech: pessoas de qualquer curso de graduação e tecnólogos formados de dezembro de 2018 a julho de 2021.

Quem pode se inscrever para o estágio tech e representa: pessoas de qualquer curso de graduação e tecnólogos com previsão de formatura entre dezembro de 2018 a julho de 2021

Prazo das inscrições: até 12 de abril no link http://www.ambev.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/

Convergint Technologies adquire 100% da Seal Telecom

A sinergia e parceria entre as empresas favoreceu o processo de aquisição que fortalece, ainda mais, a atuação e os recursos da Convergint na América Latina, consolidando seu crescimento e presença global, além de proporcionar aos atuais clientes da Seal Telecom a ampliação no atendimento Global, no portfólio de serviços e soluções inovadoras em tecnologia

A Convergint Technologies, um dos maiores integradores mundiais e líder mundial em integração de sistemas baseados em serviços, anuncia a aquisição de 100% da Seal Telecom, multinacional integradora de soluções. Com alcance em toda a América Latina, a Seal Telecom passa a integrar as operações e negócios globais da Convergint, contribuindo com sua expertise, recursos, fornecedores e profissionais altamente capacitados. Esse processo, nasceu de uma parceria iniciada há cerca de 1 ano que soma forças e potenciais de ambas as empresas, aumentando assim a capilaridade dos serviços oferecidos e proporcionando o mais alto nível de atendimento e inovação que os clientes multinacionais exigem.

“A aquisição da Seal, por parte da Convergint, reforça o nosso compromisso de fornecer, aos nossos clientes globais, serviços de atendimento consistentes”, afirma Ken Locchiato, CEO da Convergint Technologies. “A Seal Telecom é um acréscimo essencial à nossa equipe global. Estamos bem posicionados para fornecer suporte aos nossos clientes locais e multinacionais na região da América Latina, em sincronia com nossa cultura e nossos valores”, completa.

A Seal Telecom fornece, atualmente, soluções inovadoras de áudio e vídeo, comunicações unificadas, prédios inteligentes, broadcast, incêndio e segurança, e sua venda não trará qualquer impacto para as ações, projetos, trabalhos e parcerias desenvolvidas ou em negociação pela empresa. Da mesma forma, a condução da empresa segue sob a liderança de Daniel Skit, CEO da Seal Telecom, com todo o seu time de liderança, diretores e gerentes.

No ano passado, Seal e Convergint formaram uma parceria estratégica exclusiva para expandir e aprimorar os recursos de serviços ao cliente das duas empresas na América Latina. A ampla expertise da Seal e seu ambiente inclusivo, voltado para as pessoas, com foco no cliente e centrado no colaborador, habilita a Seal para fornecer uma excepcional experiência ao cliente, focada em tempos de serviço reduzidos, opções multilíngues e atendimento ao cliente 24/7. A Seal Telecom traz 20 anos de experiência na América Latina e adiciona mais de 500 colegas à equipe da Convergint, servindo o Brasil, Costa Rica, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Paraguai, México e o Caribe.

“A sinergia entre a Seal Telecom e a Convergint tem sido inestimável para nossos clientes”, disse Daniel Skit, CEO da Seal Telecom. “Depois de trabalharmos juntos, estamos muito satisfeitos por nos juntar à equipe da Convergint e aumentar nossa capacidade de servir empresas multinacionais e disponibilizar soluções inovadoras de tecnologia em nossa região e em todo o mundo”, acrescenta.

A aquisição da Seal Telecom eleva o total de aquisições da Convergint Technologies. O acordo representa a 42ª aquisição da companhia.

Novos métodos de ensino abrem portas para o empreendedorismo no Brasil

Por Fernanda Amorim, Presidente executiva da Brasil Júnior

O ano de 2020 será marcado na história da humanidade. Mesmo que o mundo já tenha vivenciado outras crises impulsionadas por um vírus, como foi o caso da peste bubônica e da gripe espanhola, a pandemia do coronavírus causou mudanças exponenciais em todo o planeta e em diversos setores. Foi visível que para responder ao novo cenário, tivemos que nos reinventar e usar da criatividade humana e o desenvolvimento de novas tecnologias para transformar e dar continuidade em diversos setores do mercado, na saúde e na educação.

Falando na educação, tivemos que vencer barreiras sociais, como o acesso à internet ou a divisão de tempo (dos pais), cuidado com os filhos e outros familiares, estudos e trabalho. A própria realização do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) levantou questionamentos sobre sua aplicação que foi adiada. Ou seja, conseguimos notar com mais clareza um gargalo cada vez maior no que diz respeito à educação no Brasil.

Ao passo que o mundo digital e uso de tecnologias permitiu romper barreiras físicas e reinventar nossa maneira de fazer negócios, empreender, se relacionar, na educação não foi diferente. Os modelos de ensino EAD e semipresenciais que já ganhavam força desde 2014, tiveram que mergulhar ainda mais nas experiências virtuais de aprendizagem e se utilizar da tecnologia para conseguirem se manter ativos ou se destacarem em seu setor, evitando a evasão escolar que foi crescente em 2020, atingindo 10,1% em meados de outubro .

Mas, é diante desse cenário que eu pergunto: Qual é a importância do papel da educação no cenário atual e a prioridade que devemos dar para que os alunos tenham acesso a um ensino de qualidade?

Para uma sociedade se desenvolver é necessário um pilar educacional forte. Segundo uma pesquisa realizada em 2019 pela BBC – British Broadcasting Corporation, os 5 países de referência mundial em educação universitária são: Suiça, Noruega, Alemanha, Finlândia e Estados Unidos e três deles (Noruega, Suíça e Alemanha) estão no top 6 do último ranking divulgado sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) Global. De acordo com o documento Produtivismo Includente, da Secretaria Nacional de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, “Se o Brasil se tornar uma grande potência sem uma grande universidade de ponta mundial, será o primeiro caso da história de um grande país.”.

Para pensar nesse ponto, entramos no tema deste artigo, que são os novos métodos de aprendizagem. Uma boa saída para esse momento é olhar com mais atenção para as soluções impulsionadas pelo contexto, como o aumento de cursos e adesão ao EAD, o surgimento de plataformas gamificadas, disponibilização de uma quantidade maior de equipamentos tecnológicos para alunos ou, ainda, na melhoria do fornecimento dos serviços de internet. Complementar a isso, a execução de atividades extra sala de aula, mesmo em formato assíncrono e virtual, que propiciem a consolidação do conhecimento teórico.

Um outro ponto dentro da educação e do desenvolvimento humano é o pilar da educação empreendedora que pode ajudar a elevar a qualidade de um país, já que ela tem como objetivo desenvolver pessoas para o empreendedorismo, para o empoderamento, ajuda grupos a alterar mentalidades e gerar atitudes que possam encontrar soluções transformadoras para os mais diversos problemas e em todos os setores, até os mais inimagináveis.

A educação empreendedora ocupa um espaço importante da educação, porque também desenvolve habilidades da sociedade como autonomia, criatividade, gestão, capacidade de cooperativismo, adaptação e fornece ao indivíduo as habilidades e o protagonismo necessários para aumentar sua inserção no mercado e para ter sucesso em seus empreendimentos. Aqui, as Universidades, por exemplo, podem inspirar o empreendedorismo aos estudantes, por meio de novos métodos de aprendizagem.

Entre os exemplos da aplicação disso estão a utilização da tecnologia para o ensino, espaços democráticos e diversos, debates, além de atividades de extensão que estimulem a prática da teoria aprendida em sala de aula, como iniciações científicas e a inserção de empresas juniores, que potencializam o empreendedorismo universitário, a entrada no mercado de trabalho e a inovação.

Portanto, temos como uma lição o questionamento e reflexão acerca do ensino no cenário atual. Tanto a educação como o empreendedorismo devem andar de mãos dadas, pois podem impulsionar o potencial de jovens em transformar o país e devem ser resposta à formação da juventude mesmo em tempos de crise. O ideal é utilizar novos métodos de aprendizagem e unir forças para que, de fato, consigamos inserir jovens no mercado usando as portas do empreendedorismo que estão sendo abertas.

FinanZero capta R$ 40 milhões em nova rodada de investimento

A FinanZero, fintech de capital sueco que opera como buscador de empréstimos online para encontrar crédito pessoal junto a instituições financeiras parceiras, anuncia a captação de R$ 40 milhões em sua quarta rodada com a participação dos fundos suecos VEF , Dunross & Co e Atlant Fonder e outros investidores. Todos estes três fundos já haviam investido na startup em rodadas anteriores.

“O volume de pedidos de crédito em nossa plataforma segue crescendo exponencialmente com uma média de 750 mil solicitações mensais que são recebidas e analisadas por mais de 50 instituições parceiras. O mercado de crédito já sentiu uma retomada desde o segundo semestre de 2020 e precisávamos de maior suporte de capital para levarmos a FinanZero a um novo patamar. Iremos investir na aquisição de clientes, desenvolvimento de produtos e contratação de talentos”, assinala Olle Widén, CEO da FinanZero.

“Voltar a apoiar financeiramente empresas do nosso portfólio e seus fundadores quando estão entregando o nível de crescimento e a criação de valor da FinanZero é uma decisão muito mais fácil para nós, investidores. Olle e o time da FinanZero estão em um momento de aceleração da jornada da startup e com este capital adicional estamos confiantes que podem seguir seu caminho para se consolidarem como o marketplace de crédito líder em um dos segmentos com claras oportunidades de escalabilidade no ecossistema de fintechs brasileiro”, acrescenta David Nangle, CEO do VEF.

Fundada em 2016 pela Webrock Ventures, Zentro Global Partners e o empresário Olle Widén, a FinanZero recebeu neste mesmo ano seu primeiro aporte do VEF, até então o primeiro feito pelo fundo no Brasil, dando início ao seu plano de expansão no acelerado mercado de fintechs brasileiro. Incluindo este novo aporte, no total, já foram investidos US$ 22,85 milhões na FinanZero.

Segundo Widén, o avanço da tecnologia implantada pela fintech para análise de crédito e o fato do número de parceiros financeiros integrados na sua plataforma ter aumentado 40% em 2020 levaram a um crescimento de 65% nas solicitações de empréstimos no ano passado, registrando um processamento de, em média, 25 mil pedidos por dia.

“Possivelmente como um reflexo da crise e do desemprego, mas também pela necessidade de empreender e se reinventar, o volume de buscas na nossa plataforma disparou e nossa expectativa é fecharmos 2021 com um crescimento de 80% nas requisições de empréstimo pessoal”, analisa o CEO da FinanZero.

“Estamos democratizando o acesso ao mercado de crédito e incluindo no sistema financeiro novos consumidores que antes não conseguiam aprovação pela falta de informação e de análise dos perfis. Conseguimos ampliar a oferta de recursos aos tomadores de crédito através do uso de algoritmos sofisticados que garantem maior segurança às instituições no momento de decidir pela concessão ou negativa do empréstimo”, finaliza.

Ascenty inicia a construção de mais cinco data centers no Brasil

A Ascenty, empresa líder no mercado de Colocation na América Latina, anuncia o início da construção de mais cinco data centers, totalizando, agora, 27 unidades distribuídas entre Brasil, Chile e México.

As novas instalações são Hortolândia 5 e 6 e Sumaré 3, 4 e 5, no estado de São Paulo, com capacidade energética de aproximadamente 25 MW cada data center. Para viabilizar o financiamento das construções, a Ascenty já possui clientes âncora contratados em cada unidade.

Com um investimento total de US$ 250 milhões, os novos data centers serão construídos em localidades onde a empresa já opera atualmente. “A nossa estratégia de construção de campus de data centers é bastante positiva, não só em termos de custos e concentração de mão de obra, mas também para atender as necessidades de expansão dos nossos clientes nessas localidades”, afirma Marcos Siqueira, VP de Operações da Ascenty.

Para todo esse crescimento, a empresa conta ainda, com os investimentos dos seus acionistas – a Digital Realty, maior rede global de data centers, com 280 estruturas localizadas na América, Europa, Ásia e Oceania; e a Brookfield Infrastructure Partners, gestora de ativos canadense com sólida experiência no mercado brasileiro.

Quanto ao início de operação dos novos data centers, a previsão é que Hortolândia 5 e Sumaré 3 estejam concluídos no primeiro semestre de 2022; Hortolândia 6 e Sumaré 4, no 1º semestre de 2023; e Sumaré 5, em 2024.

Novo financiamento

A Ascenty anuncia também a captação de US$ 925 milhões de dólares para acelerar o crescimento de suas operações no Brasil.

Esses recursos são destinados para a expansão de data centers já existentes e construção de novas unidades no território nacional, além da ampliação da rede proprietária de fibra óptica, que hoje conta com 5.000 km que interligam todas as estruturas da companhia às estações de cabos submarinos de Praia Grande (SP), Fortaleza e Rio de Janeiro.

A nova linha de crédito foi contratada e liderada pelo Citibank, ING, Itaú, Natixis e Scotia Bank, e incluiu os seguintes credores adicionais: Banco do Brasil, BNP Paribas, Credit Agricole, Deutsche Bank, EDC e SMBC.

“Os serviços de data center no Brasil continuam crescendo rapidamente e estamos aumentando nossos investimentos no país para acompanhar essa robusta demanda”, afirma Chris Torto, presidente da Ascenty.

DHL Supply Chain está com inscrições abertas para seu Programa de Trainee 2021

A DHL Supply Chain, líder em armazenagem, distribuição e transportes, está com inscrições abertas para o Programa de Trainee 2021. Devido a pandemia, este ano o processo seletivo será 100% online. Realizado desde 2007, o programa visa priorizar este ano a diversidade para formar gestores(as) de operação logística que trarão novas ideias e possibilidades ao negócio e ocuparão posições de liderança em todo o Brasil. No ano passado, 70% dos trainees contratados foram mulheres, contribuindo com a pluralidade e maior presença feminina no setor logístico. A organização almeja também aumentar a representatividade de grupos diversos em posições de liderança e, por isso, candidatos negros, pardos, LGBTQIA+ e PCDs também são foco deste processo seletivo.

Os interessados no programa, que tem duração de 18 meses, devem ser formados entre dezembro de 2017 e dezembro de 2020, sendo que todas as graduações serão aceitas. A companhia também solicita aos interessados disponibilidade para residir em outra cidade/estado. No total, são 25 vagas disponíveis sendo 90% destas para atuar nas áreas de operações.

“Somos mais de 17 mil pessoas. Juntos, unimos nossas diversidades, habilidades e sonhos para criar um ambiente saudável que respeita e acolhe. Isso mostra que estamos no caminho certo e que nossas pessoas são nossos principais ativos. Juntos, transformamos e melhoramos cada vez mais nosso ambiente de trabalho”, afirma Rodrigo Viscardi, Head de Recursos Humanos da DHL Supply Chain Brasil.

O processo seletivo é estruturado em oito etapas todas online: 1 – Inscrições; 2 – Testes online; 3 – Entrevista digital; 4 – Dinâmica de grupo online; 5 – Conexão com os líderes do amanhã (encontro preparatório para etapa final); 6 – DHL Game Day; 7 – Entrevistas finais com a liderança; e 8 – Admissão. Os critérios avaliados são: aderência à cultura, habilidades comportamentais e motivações pessoais e profissionais.

O programa é construído para desenvolver e potencializar as competências da(o) trainee sejam elas técnicas ou comportamentais, através de experiências práticas como participação e condução de projetos, trabalho em equipes multidisciplinares, participação em treinamentos, palestras, reuniões e visitas técnicas, tudo com a supervisão das áreas de Recursos Humanos e Gestão de Talentos e a realização de job rotation de forma periódica.

A DHL oferece salário e pacote de benefícios atrativos, incluindo bolsa de estudos para candidatos cujo o nível de proficiência de inglês seja intermediário, refeição no local, convênio médico e odontológico, seguro de vida, programa de participação nos resultados, Gympass, DHL Clube de Descontos, e grandes oportunidades para que os candidatos mostrem seus talentos e tenham ascensão profissional.

Para fazer parte do processo seletivo, os candidatos devem cadastrar-se na página http://dhltrainee.com.br/, até 9 de abril de 2021.

Ânima Nest Pocket tem recorde de inscrições em programa de criação de startups

Pensando em incentivar a inovação, o empreendedorismo e a oportunidade do “mão na massa” aos estudantes, a Ânima Educação, uma das maiores organizações educacionais de ensino superior do País, fomenta o Ânima Nest Pocket, um programa exclusivo de estímulo à criação de startups para universitários de suas instituições de ensino, entre elas o UNICURITIBA.

No mais recente edital de seleção para a iniciativa, aberto durante apenas 10 dias, 86 equipes se inscreveram para desenvolver seus projetos. O número de times foi mais que o dobro da edição anterior, quando 37 equipes participaram. 

Uma novidade desta edição é a parceria com as verticais de conhecimento da Ânima Educação. Trata-se da HSM, a mais completa plataforma de educação corporativa do País, e a Singularity University (SU), comunidade global de educação e inovação que utiliza tecnologias exponenciais para enfrentar os maiores desafios do mundo e construir um futuro melhor para todos.

Os três grupos selecionados para a final da competição, que acontecerá em junho, vão receber uma premiação em dinheiro para investir na ideia e passar por uma trilha de aprendizagem sobre empreendedorismo e venda.

Os alunos vão ganhar uma bolsa integral no curso ‘Fundamentos do Pensamento Exponencial’, da SingularityU Brazil, e terão a oportunidade de apresentar seus projetos para banca avaliadora do Learning Village, o primeiro hub de inovação focado em educação da América Latina. O grande vencedor poderá utilizar o espaço por três meses, tendo contato com startups, grandes empresas e utilizando todas as ferramentas disponíveis no hub.

A disputa entre os times promete ser acirrada. As inscrições registram a participação de mais de 320 estudantes das sete instituições de ensino que integram o Ecossistema Ânima em todo o país – UNICURITIBA (PR), Ages (BA e SE), UniBH (MG), Una (MG e GO), São Judas (SP), UniSociesc (SC) e UNISUL (SC) – que vão receber mentorias de professores e executivos da organização.

O Ânima Nest Pocket será realizado a partir de 5 de abril, em ambiente online, e reúne equipes com projetos nas áreas de Educação, Saúde, Mobilidade Urbana, Engenharias, Psicologia, Veterinária, Finanças, Cinema, entre outras.

Para o CEO da HSM e Co-CEO da SingularityU Brasil, Reynaldo Gama, é preciso estimular o empreendedorismo e a inovação nos universitários. “É uma realidade que a pandemia acelerou a transformação digital nas empresas e os modelos de negócios precisaram ser repensados e adaptados para o digital. O Ânima Nest Pocket vem ao encontro deste novo cenário e ajudará a transformar as ideias e projetos dos estudantes em negócios alinhados a esse movimento que estamos vivendo. Nós ficamos muito felizes em incentivar essa ação, que oferece aos nossos jovens a oportunidade de fazer a diferença no nosso País”, ressalta o CEO.

De acordo com o Diretor de Inovação e Tendências em Educação da Ânima, Rafael Ávila, a atmosfera criada é propícia para afloramento da criatividade e inovação. “Criamos um espaço onde os estudantes são livres para pensar, ousar e transformar as ideias em realidade. No Ânima Nest Pocket eles ainda vivenciam experiências onde criam habilidades importantes para vida profissional e pessoal”, acrescenta ele.

Qintess Ignite Startups abre inscrições para 2021

Em 2020 programa de aceleração gerou soluções para oito grandes clientes das Qintess nos setores de Finanças, Seguros, Varejo e Governamental

A Qintess, umas 10 maiores empresas brasileiras de tecnologia, anuncia a segunda edição do Qintess Ignite Startups, programa de aceleração que tem como objetivo alavancar a atuação de startups no ecossistema da companhia, bem como gerar oportunidades de parcerias de negócios entre empreendedores e grandes clientes em diversos setores econômicos. 

O foco em 2021 é inovação baseada em inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise avançada de dados, mineração de processos, computação de borda e SAP. No ano passado, o programa gerou soluções para oito grandes clientes da Qintess em setores como Finanças, Seguros, Varejo e Governamental. Ao todo, foram 30 reuniões de trabalho, 54 mentorias, agendas técnicas e 12 webcasts comandados pelas startups.  

“Estamos consolidando algumas startups como nossas parceiras permanentes, com o objetivo de gerar ofertas para os clientes, além de incluir novos pilares relacionados aos projetos internos de inovação da Qintess. Tudo isso para continuar tendo ganhos de produtividade e ampliação de produtos e serviços! ”, comenta Breno Barros, Vice-Presidente de Pessoas, Marketing e Inovação da Qintess.

“Também estamos alavancando nossas academias de talentos. Por exemplo, agora em abril acontecerá nosso primeiro “Hackat-UP”, uma maratona de programação que une 20 pessoas formadas pela nossa academia por um período de tempo de uma semana a fim de explorar dados e códigos, e discutir novas ideias para nossas Startups aceleradas na nossa parceira Vale do Dendê. É uma incrível evidência de nosso propósito: unir a inovação sustentável com pessoas capacitadas e preparadas dentro de casa!.”, finaliza Breno.

Serviço

Qintess Ignite Startups

Quando: inscrições até 30 de abril

Onde: https://qintess.com/ignite-2021

Evento de Lançamento:

Lançamento Qintess Ignite Startups 2021

Quando: 16/04 às 15h

Onde: Transmissão via LinkedIn em https://www.linkedin.com/events/lan-amentoqintessignitestartups6782699849113456640/

Cogna Educação cria plataforma de gestão acadêmica com nuvem da Microsoft

A Cogna Educação, companhia brasileira de educação, que inclui as instituições Kroton, Platos, Saber e Somos Educação, desenvolveu o Backbone Educacional, um novo modelo operacional da companhia, elaborado com base nos serviços de Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, que unifica toda a plataforma acadêmica do grupo, proporcionando maior visibilidade de projetos, além de facilitar a sua gestão.

De acordo com Luis Roberto Macedo Coimbra, diretor de Arquitetura de Sistemas da Cogna Educação, para desenvolver o novo modelo, todo o sistema de gestão acadêmica e financeira precisou ser repensado para se criar uma estrutura de micro serviços. Com essa missão traçada, o grupo buscou o apoio da Microsoft para elaborar um plano que permitisse destravar e unificar essas funcionalidades. “Os serviços da Azure foram um grande possibilitador para utilizarmos toda essa arquitetura em algumas ideias, fomentando ainda mais nosso objetivo de transformar a Cogna nessa empresa de plataformas educacionais, tanto no ensino superior quanto no ensino básico”, explica Coimbra. 

Com a mudança, um dos primeiros resultados foi a habilitação dos autosserviços para os alunos. Antes da migração para a nuvem da Microsoft, o índice de serviços acadêmicos e administrativos disponíveis on-line era de 3%, e hoje mais da metade deles estão neste formato. “O Backbone é o core de todo o contexto que tange processos acadêmicos. Na visão de plataforma, vai ter conexão com todos os processos, desde a captação do aluno, retenção, administrativo, financeiro e a parte de formação; são todas as esferas do meio de educação em um único lugar”, diz Djayson Roberto Eger, gerente sênior do time de Arquitetura da Cogna. 

O projeto inclui, entre outros serviços, a implementação do Azure Cognitive Search, serviço de pesquisa de nuvem executado com IA para desenvolvimento de aplicativos Web e móveis, que disponibiliza APIs e ferramentas para a criação de uma experiência de pesquisa focada na necessidade dos usuários.

Comunicação e colaboração no ensino remoto

Além dos serviços de Azure, a Kroton, instituição B2C de Ensino Superior que faz parte do grupo Cogna, implementou no ano passado a plataforma de colaboração e comunicação, Microsoft Teams, para aulas remotas de 350 mil alunos em apenas 24 horas. Os estudantes da modalidade presencial tiveram que se somar aos 470 mil alunos que já faziam cursos on-line na instituição, na modalidade EaD (Ensino a Distância) por conta do isolamento social. Desde o início, o nosso objetivo da empresa foi garantir que os alunos não tivessem nenhuma interrupção no semestre letivo. Uma experiência diferente, mas com os mesmos conteúdos e a mesma carga horária. 

De acordo com Luis Coimbra, a solução contou com o Microsoft 365, tendo o Microsoft Teams como peça-chave de toda essa mudança. Porém, para oferecer uma solução mais completa, com o acesso a uma conta Microsoft que elevasse o potencial educativo da iniciativa, o Azure foi o suporte encontrado para esse processo. “Quando começamos a iniciativa, percebemos o nível de complexidade que estávamos enfrentando, e que precisaríamos de todo o suporte da Azure nessa transição”, acrescenta.

Em 2020, foram ministradas semanalmente mais de 25 mil aulas ao vivo pelo Microsoft Teams para as turmas de graduação presencial, além de mais de 55 mil atividades avaliativas realizadas pelos alunos. “Esse processo humanizou a sala de aula, tornando-a menos expositiva e mais interativa. É uma extensão da sala de aula, que transcende suas limitações. O aluno pode apresentar alguma solução, algum software, e isso pode ajudar a sala a desenvolver um projeto. Com a plataforma, essa troca de informação é mais natural e pela própria plataforma eles conseguem usar e trocar informação”, finaliza Luis Roberto Macedo Coimbra, diretor de Arquitetura de Sistema da Kroton. 

Cerca de 5% das startups são fundadas por mulheres

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Plataforma tecnológica transforma franqueadoras em fintechs

O processo de transformação digital pela qual os negócios estão passando tem resultado em mais agilidade e oportunidades para o varejo. Enquanto todos os setores da economia de realinham para crescer na nova realidade digital, o setor de finanças passa por uma transformação importante: a democratização da oferta e do acesso a serviços financeiros. Nesse novo panorama, abrem-se as portas para que franqueadoras ampliem o leque de serviços que oferecem para seus franqueados com a inclusão de serviços financeiros – de processamento de pagamentos a oferta de crédito ou carteira digital.

O Brasil tem atuado para desburocratizar e digitalizar a economia, com a adoção de um amplo plano de open banking – esforço exemplificado pelo lançamento recente do PIX. Na esteira das mudanças, abre-se a possibilidade para que empresas de diferentes setores passem a operar como financeiras, por meio de plataformas tecnológicas customizáveis e oferecidas em modelo white label. Oferecido por startups de tecnologia orientada à finanças (fintech), o modelo foi batizado de fintech-as-a-service.

A Fastcash é uma das empresas pioneiras no modelo fintech-as-a-service no Brasil. A empresa oferece uma plataforma tecnológica proprietária que permite a qualquer empresa ter um banco próprio, associado à sua marca e modelo de negócios. Dessa maneira, o estabelecimento consegue ter um intermediador para as operações financeiras, entre o cliente e a empresa, com total controle sobre a operação. Recentemente, a empresa lançou no Brasil sua máquina de processamento de pagamentos white label (sem marca), que embarca uma plataforma tecnológica completa para transações físicas ou digitais.

Usando uma plataforma fintech-as-a-service, uma franqueadora pode, assim, começar a operar como financeira para seus franqueados, oferecendo não apenas tecnologia de pagamentos (maquininhas e carteiras virtuais), mas também acesso a crédito e financiamento. A empresa tem total controle sobre as taxas que serão aplicadas sobre cada tipo de serviço, permitindo que elas criem e executem suas próprias estratégias de rentabilidade.

Na ponta, os franqueados passam a oferecer para os clientes comodidades extras na hora do pagamento. Entre os serviços que podem ser oferecidos, destacam-se o parcelamento de pagamentos, saques e depósitos, micro-crédito e micro-poupança, cashback, troco digital, recargas (celulares, bilhetes, jogos online), câmbio, carteira digital e pagamentos via PIX, entre outros. O franqueado também ganha com a adição de serviços e comodidades extras para seu cliente, além de criar uma nova fonte de receita.

“A transformação digital abre para o varejo físico oportunidades de se agregar valor a seus clientes na forma de serviços financeiros, trazendo não só benefícios adicionais para os clientes como também abrindo uma nova fonte de renda para a empresa” explicou Renato Ferreira Filho, CEO e fundador da Fastcash. “Com uma máquina POS da Fastcash, o varejo não ganha apenas mais uma opção de processamento de pagamentos, mas sim a possibilidade de abrir uma fonte de renda completamente nova e de alto valor agregado.”

Como o crescimento do e-commerce vai movimentar 2021

Por Thiago Mazeto, diretor de comercial e marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

Já existe o movimento de migração para o e-commerce há alguns anos, mas ele tem se intensificado fortemente após o ano de 2020, em que as pessoas precisaram se reinventar para continuar no mercado de trabalho. Ano após ano, o comércio online tem conquistado uma importante fatia no varejo e ainda mais espaço na vida do consumidor.

Toda essa movimentação no comércio online somado com as tendências que já estão se popularizando internacionalmente, faz com que grandes expectativas surjam para 2021, com novas tecnologias e possibilidades tornando o mercado de ecommerce ainda mais completo.

Um novo momento está chegando para quem atua no comércio online e, para se destacar e sair na frente é preciso estar de olho no que vem por aí prometendo novas experiências de compra. Mas existe uma grande parcela de empreendedores que ainda tem medo do e-commerce engolir o próprio negócio, e esse é um ponto importante para exaltar. O novo movimento é que as lojas físicas continuem existindo, mas agora com auxílio do e-commerce, ou seja, agora você não vende só para sua cidade e sim para o Brasil todo e nós sabemos que é possível que esses dois cenários vivam juntos e se potencializem.

Com esse movimento do varejo online, as indústrias passaram a perceber um importante mercado na venda direta para o consumidor final. Hoje, além do B2B – business to business – o B2C – business to consumer – também está ganhando espaço. A preocupação nesse caso é com os revendedores, por exemplo, mas após uma venda online, esses revendedores podem continuar fazendo as entregas, otimizando tempo de toda a estrutura do negócio.

O objetivo do Brasil é chegar no patamar do mercado norte americano e chinês e nós estamos caminhando para isso. O e-commerce brasileiro cresce exponencialmente e está cada vez mais próximo desses grandes mercados internacionais. Nós temos um ecossistema pronto e bem desenvolvido, as empresas já sabem lidar com logística, os meios de pagamento para o consumidor e para o empreendedor são ótimos, o tempo médio de entrega diminuiu, portanto estamos no caminho certo.

A evolução de 2019 para 2021 foi muito grande e com muitos resultados positivos, por isso é importante que todos continuem investindo nessa forma de fazer negócio, porque só assim o Brasil alcançará bons resultados e crescimento significativo.