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Programa Bayer Grants4Apps 2017 abre inscrições para aceleração de startups

O programa Bayer Grants4Apps 2017 já está no ar. Em sua 5ª Edição, a iniciativa da Bayer selecionará, globalmente, até cinco startups para acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras, com subsídio de 50 mil euros, coaching e estada no escritório da empresa em Berlim. O programa de aceleração busca soluções digitais na área de saúde direcionadas a auxiliar profissionais ou pacientes, assim como produtos dedicados à prevenção ou diagnóstico de doenças ou que ajudem a melhorar processos em toda a cadeia de valor farmacêutica.

“A Bayer acredita na força e importância da colaboração para fomentar e acelerar o processo de inovação. Por meio do programa buscamos soluções que proporcionem melhorias na área de saúde e essa pode ser, novamente, uma ótima chance para muitos empreendedores digitais brasileiros”, afirma Camila Navarro, IT Digital and Innovation Manager da Bayer Brasil.

Os interessados podem submeter seus projetos até o dia 31 de maio. Os principais desafios dessa edição estão relacionados a áreas como clinical trials, análise de dados, nefrologia, saúde feminina e pneumologia. O programa, no entanto, está aberto também à outras iniciativas relacionadas ao universo da saúde. Os autores das ideias selecionadas receberão a mentoria nas instalações da Bayer em Berlim, no período de setembro a novembro de 2017.

Para as startups ou empresas maduras, com soluções já estabelecidas, a novidade da Bayer neste ano é o programa Dealmaker. Por meio dele buscamos soluções já prontas para o mercado, focadas na resolução de desafios de negócios específicos da companhia. Nesta categoria, as inscrições podem ser feitas até 30 de junho. Os selecionados viajam a Berlim, com todas as despesas pagas, para apresentar os detalhes de suas soluções e trabalhar na assinatura de uma carta de intenção para um possível acordo de colaboração, em meados de setembro ou outubro de 2017.

Hub de sucesso

Desde o lançamento, o Bayer Grants4Apps já recebeu mais de mil inscrições. Neste período, aproximadamente 50 startups receberam subsídios e 14 já participaram do programa de aceleração, sendo mais de 70 países envolvidos e que apresentaram soluções inovadoras para o setor.

Na Bayer, mais de 100 especialistas, de diversos países, participam do processo de seleção das empresas. Os critérios incluem a maturidade da startup e a existência de protótipos dos produtos, além das características das equipes e a adequação às áreas de especialização da companhia.

Para inscrição e mais informações sobre o programa e os desafios, acesse o site https://www.grants4apps.com/berlin. Siga também o Twitter @grants4apps. O programa, assim como todo diálogo relacionado à inovação, também está em pauta no meetup STEM 4 Health & AgTech – São Paulo, no grupo www.meetup.com/pro/stem4health/.

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Fintech View reúne 51 palestrantes para debater sobre o crescimento e oportunidades geradas pelas startups

Evento integra o Fintech Show, que também contará com a solenidade de premiação, nesta terça-feira à noite, do Fintech Awards Latam 2017

Começa nesta terça-feira o maior evento de fintechs da América Latina. O Fintech View, que será realizado nos dias 25 e 26 de abril pela Cantarino Brasileiro, no Hotel Intercontinental, em São Paulo, dentro da programação do Fintech Show, contará com 51 nomes de peso entre os palestrantes. A ideia é proporcionar ao público a interação com esses especialistas que representam pensamentos disruptivos, especialmente no momento em que várias instituições buscam a transformação digital.

Vários profissionais e empreendedores já confirmaram presença ao evento, como Guga Stocco, Head de Estratégia e Inovação do Banco Original; Lineu Andrade, Diretor de Tecnologia do Itaú; Leo Cherman, Head do Sofisa Direto; Viviane Sedola, co-founder da Kickante; Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis; Bruno Diniz, Country Head da Next Money no Brasil; Gustavo Paro, FSI Industry Solution Executive da Microsoft; Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico Brasil; Adriana Barbosa, CEO e fundadora da Uhmane; Rosine Kadamani, co-founder da Blockchain Academy; Marcelo Bradaschia, co-founder do FintechLab; José Prado, da Conexão Fintech; João Paulo Oliveira, sócio e co-founder da Fox Bi t, Oliver Cunningham, sócio da KPMG Strategy & Operation Financial Services, entre outros. A lista completa de confirmados até o momento pode ser conferida aqui.

“Queremos proporcionar aos participantes um Raio X da evolução do movimento Fintech no Brasil e no mundo, trazendo cases e experiências de startups brasileiras e latino-americanas que concorreram ao Fintech Awards Latam 2017, maior competição do setor na América Latina”, destaca Marcos Cantarino, organizador do Fintech View e do Fintech Awards Latam.

A primeira edição do prêmio recebeu mais de 140 projetos, que foram avaliados por um júri altamente qualificado, formado pelos principais especialistas, mentores e investidores em fintechs no mundo. Ao final, 80 projetos permaneceram na competição, cujos vencedores serão anunciados durante cerimônia, que será realizada na noite do dia 25, no Hotel Intercontinental.

Confira alguns cases de sucesso que serão apresentados durante o Fintech View:

CryptoMarket garante transferência de dinheiro digital a baixo custo

A startup chilena CryptoMarket, especializada em Blockchain Ethrereum, traz para concorrer ao Fintech Awards 2017, plataforma de negociação eletrônica, que permite, de forma inclusiva, receber e enviar valores (ethereum ETH) digitalmente, em segundos e em qualquer lugar do mundo. Fundada em 2016, a empresa que integra 600 milhões de pessoas na América do Sul oferece um novo modo de fazer pagamentos internacionais, com taxas menores que 1%. E provê aos usuários registrados o uso da tecnologia Blockchain com contratos inteligentes, as “carteiras”, para a transferência de dinheiro digital.

A plataforma conecta e fornece a base para a integração com os sistemas de pagamento existentes, o gera um novo meio de pagamento inclusivo aos usuários. A tecnologia CryptoMarket também melhora a cadeia e gera mudança disruptiva na sociedade, assegurando que participantes do mercado de diferentes países ou culturas troquem valores na web. A empresa avalia que, atualmente, os intermediários são altamente ineficientes e deixam de fora 60% da população da América Latina que não podem ter serviços bancários. Ainda segundo a empresa, na área financeira, a confiança é o ponto chave para a troca de valores entre os participantes do mercado e os intermediários dão a confiança necessária entre as partes para o intercâmbio ocorrer.

A tecnologia também gera automaticamente ordens de compra e venda por meio da funcionalidade Instant Exchange, segundo as condições de mercado. Além disso, a plataforma CryptoMKT permite escolher, adquirir ou vender valores digitais via ordens de mercado (formato de comércio avançado) e conhecer os detalhes da cada operação no registro histórico. O sistema autenticação 2 passos (Two factor Authentication), o que dá mais segurança com o uso de apps de verificação do usuário Authy (idêntico ao sistema de digipass bancário).

Plataforma chilena une PMEs e investidores

A Facturedo, startup de financiamento com seguro de crédito, é mais uma chilena que disputa o Fintech Awards Latam 2017. Sua plataforma une, de um lado, as PMEs com necessidades de financiamento de capital de giro e, do outro, investidores privados e institucionais. O objetivo é criar um marketplace em que os diferentes atores interajam em um espaço controlado que cria uma relação ganha-ganha para todos. A fintech ajuda a financiar empresas de pequeno e médio porte que não teriam acesso ao financiamento de outra forma, seja por seu tamanho ou história.

A democratização do investimento deste tipo de ativo também está na pauta da empresa, que permite a investidores de varejo invistir em contas a receber de maneira automizada e diversificada. Os preços são determinados com base em modelo de risco interno, mais os leilões dos investidores. Esse modelo in house define uma faixa de preço a partir da qual se investe e melhoram a taxa. Toda a interação do usuário da Facturedo é via plataforma, 100% online. Além disso, a chilena trabalha com a companhia de seguros COFACE, que cobre o risco de crédito.

Investimentos em criptomoedas aposta em big data e inteligência computacional

A Alpha Ledger é uma fintech com fundo de investimentos que opera criptomoedas e utiliza estratégias “Deep Learning” com “High Frequency Trading”, um modelo inovador de comprar e vender ativos, que usa o Big Data do mercado e a inteligência computacional. De acordo com a Alpha Ledger, hoje as estruturas de trading, quando existentes, são fragmentadas e não confiáveis. Para suportar suas operações, a startup carioca, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, está construindo toda uma base tecnológica proprietária, robusta, segura, transparente e confiável. O objetivo é conectar a empresa com as top Bitcoin exchanges e prover aos investidores sistema para checar suas contas de investimento em segurança e em tempo real.

Todas as operações rodam 24/7 e não dependem de um gestor e seu emocional para as estruturas de compra e venda de criptomoedas. Deste modo, a Alpha Ledger ganha em escala no número de transações diárias feitas e elimina o fator emocional como uma variável que pode interferir nas operações. A empresa avalia que ao buscar diversos pequenos ganhos com baixa volatilidade, que somados ao longo do dia, trazem um retorno sobre o investimento sem correlação nenhuma com qualquer outro produto financeiro existente.

EasyCrédito antecipa análise de crédito para não bancarizados

A goiana EasyCrédito, conecta pessoas com pouco ou nenhum acesso a serviços financeiros a empresas que oferecem soluções em crédito na internet como cartões, empréstimos e financiamentos. Uma das inovações da startup, que está na disputa pelo Fintech Awards Latam 2017, é a antecipação da análise de crédito. O consumidor sabe quais empresas estão dispostas a conceder crédito, o que evita o constrangimento de ter sua solicitação reprovada. O modelo beneficia idosos, estrangeiros, jovens e demais pessoas sem score de mercado ou que ainda não tiveram oportunidade de formar um histórico de crédito.

A solução funciona como um “Buscapé do Crédito”, o consumidor cadastra seus dados no aplicativo e seleciona o local em que deseja crédito. Em poucos minutos tem a resposta. Mesmo que não seja aprovado, o EasyCrédito mostra outros lugares onde a pessoa tem crédito pré-aprovado. Além disso, a centralização das consultas no aplicativo dá mais poder de negociação com bureaus fornecedores de informações, que é repassado ao fornecedor a um custo menor.

De acordo com a empresa, a plataforma é a primeira no Brasil a utilizar dados de redes sociais, geolocalização, dados do dispositivo, integração com bureaus de crédito e mais de 450 informações externas de fontes públicas e privadas. Por meio da análise preditiva de dados e redes neurais, a EasyCrédito monitora oportunidades que escapam da regra de crédito tradicional. Para tanto, a fintech goiana cruza informações de perfis dos usuários com as regras de crédito das empresas, o que gera (BI) Business Inteligence e Big Data para o negócio e permite monitorar e atualizar os dados do cliente em tempo real. A integração com diversas fontes de informações ainda propicia mais assertividade no processo de decisão e ajuda evitar a inadimplência.

IOUU. conecta empréstimos mais baratos a PMEs e diversidade de investimentos

A IOUU., marketplace de empréstimo Peer-to-peer, leva crédito mais barato e com menos burocracia para para micro e pequenos empreendedores brasileiros com necessidade de
financiarem suas empresas. Além de investimentos com alta rentabilidade a partir de R$ 100,00. A startup paulistana, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, viabiliza empréstimos em menos de 15 dias e os investidores têm milhares de empréstimos na ponta dos dedos e podem rapidamente diversificar, emprestando pequenas quantias a cada um. Segundo a IOUU., este tipo de investimento, até agora, não estava disponível.
O funcionamento é simples. A fintech paulistana atua como correspondente bancário, conecta empresas que querem crescer a investidores que querem emprestar. E também faz a aquisição de clientes e análise de crédito com base em tecnologia. Uma vez que um empreendedor solicita um empréstimo e este é financiado pelos investidores da IOUU., é a instituição financeira parceira que origina a operação, lastreada por títulos, tanto de crédito (CCB – Cédula de Crédito Bancário), quanto de renda fixa (RDB – Recibo de Depósito Bancário). Assim, a IOUU. consegue aliar taxas mais baratas tanto para empréstimos quanto para investimentos, mais facilidade com menos burocracia, rentabilidades superiores do que as oferecidas pelas aplicações tradicionais e a segurança de se estar dentro dos pa râmetros da regulamentação do Sistema Financeiro Nacional.

Marketplace de pagamentos foca nos novos negócios digitais

A iugu, especializada em personalização e automatização dos fluxos de recebimentos e pagamentos, é mais uma startup que concorre ao Fintech Awards Latam 2017. A empresa paulistana criou uma infraestrutura que permite automatizar toda operação financeira via API; entrega um sistema de gestão 100% whitelabel e facilmente integrável. Comercializado como SaaS – Software as a Service – a iugu criou planos de mensalidades, limitados por funcionalidades, que pagam pela licença de uso mais tarifas conforme utilização de serviços.

O foco da fintech paulistana é atender demandas dos novos negócios digitais que oferecem serviços online, baseados em modelos de cobrança recorrente. Segundo a iugu, a maioria das soluções de pagamentos online existentes foi criada para atender o mercado do varejo online, que é baseado na venda direta. Essas soluções possuem sua proposta de valor fundamentada no processamento de transações, inclusive no modelo de receita, que cobra tarifa por transação. A startup inovou ao prover toda infraestrutura financeira, desde recebimentos – gestão de cobranças online – até pagamentos de terceiros – Split de pagamento e automação de transferências bancárias, para que o negócio opere de forma transparente e foque na entrega do serviço.

Outra novidade é o ambiente de teste e produção, que melhora a experiência de integração. A iugu também mantém bibliotecas de desenvolvimento nas principais linguagens e realiza o atendimento e suporte técnico com programadores.

Fintech Show – Fintech View + Anúncio dos vencedores do Fintech Awards Latam

Dias: 25 e 26 de abril
Local: Hotel Intercontinental – Alameda Santos, 1123, Jardim Paulista
Horário: 9h às 17h (dia 25/4) e 9 às 18h (dia 26/4)

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Como fazer o seu consumidor feliz? – Por Monise Tonoli

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Já ouviu falar de customer happiness? O conceito vem crescendo e chamando bastante atenção internacionalmente e consiste basicamente em gerar a melhor experiência para o usuário, em todas as etapas da compra, para que ele saia feliz e satisfeito.

As estatísticas recentes sugerem que consumidores que têm uma jornada com poucos atritos em todos os processos da compra e da experiência são muito mais propensos a ser leais ao produto e à marca. Por exemplo, um estudo da Foresee no ano passado identificou que compradores que tiveram uma boa experiência mobile têm 64% mais chance de fechar a transação nesse canal. Outro estudo, da MaritzCX, mostra que as empresas americanas que já estão maduras no quesito Experiência do Usuário têm, em média, 3 vezes mais chances de incrementar o resultado financeiro e reter o consumidor quando comparadas às empresas que não se preocupam com isso.

As empresas precisam começar a olhar este conceito não apenas como um benefício para o cliente. Preocupar-se com a experiência do usuário não deve ser encarado como mais uma área de custos, mas uma área com benefícios reais para os negócios. Um cliente satisfeito irá falar bem de seu produto ou de sua empresa para o círculo de contatos dele, virando, assim, um advogado da marca.

Para as empresas começarem a investir no conceito de customer happiness, a dica é:

Ter clara qual é a promessa da empresa para o consumidor e cumpri-la;

Ouvir, ouvir e ouvir o consumidor. Em todos os canais que ele quiser falar. Entender, por meio dele se a empresa está cumprindo a sua promessa e onde estão os atritos. Constantemente;

Fazer com que toda a equipe conheça e esteja engajada com esta promessa e com a felicidade do usuário.

A partir dessa ótica, a empresa vai conhecer melhor o seu usuário, saber suas necessidades e o que precisa ser feito para ele ser feliz em todas as etapas da compra, engaja-lo e fidelizá-lo, gerando assim uma recorrência de sua procura pelo seu produto ou serviço.

Monise Tonoli, customer experience do Peixe Urbano

Segue foto caso precise:

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Delta moderniza a experiência com rede Wi-Fi e completa 100 aeronaves com o sistema 2Ku

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Para verificar e-mails ou assistir aos seus programas favoritos, nunca foi tão fácil ficar conectado desde a decolagem até o pouso, graças à expansão da rede Wi-Fi da Delta, que utiliza o modelo 2Ku da Gogo, a tecnologia líder da indústria de redes sem fio para voos. A companhia aérea recentemente atualizou sua centésima aeronave com essa tecnologia aperfeiçoada.

A rede Wi-Fi da Delta opera com a tecnologia de última geração, que fornece cobertura consistente e ininterrupta em qualquer lugar do mundo, inclusive sobre oceanos. A rede de alta velocidade da companhia aérea faz com que os clientes se sintam em casa, incluindo a transmissão de vídeo e uso de redes corporativas (como VPN) globalmente. Ao contrário das versões anteriores da tecnologia em voo da Delta, agora os clientes podem usar a rede Wi-Fi por toda viagem em aeronaves com o modelo 2Ku.

A Delta tem atualmente a maior frota de aeronaves com a tecnologia 2kU da Gogo e o maior acordo de uso do modelo de tecnologia do que qualquer outra companhia aérea do mundo, que deve garantir a instalação de rede Wi-Fi de alta velocidade em mais de 600 aeronaves para voos domésticos e internacionais nos próximos dois anos. O modelo 2Ku está sendo instalado em frotas nacionais de aeronaves de fuselagem estreita já existentes da Delta, enquanto as novas aeronaves Airbus A350 e Bombardier C-Series serão entregues já equipadas com o sistema. O 2Ku também será oferecido nas aeronaves Airbus A330-900Neo quando entrarem na frota da Delta em 2019.

Usando antenas de satélite duplas de banda KU – uma para recepção do sinal ascendente até a aeronave e a outra para o retorno do sinal ao solo – o modelo 2Ku oferece aos clientes velocidade e largura de banda 20 vezes mais rápidas que a tecnologia original ATG (ar-solo) da Gogo.

“Temos o compromisso de oferecer uma rede Wi-Fi com velocidade e acessibilidade semelhantes à rede que nossos clientes têm em casa”, disse Joe Kiely, diretor-geral de Produto e Experiência ao Cliente da Delta. “As atualizações do Wi-Fi estão oferecendo aos clientes conectividade significativamente mais rápida, permitindo que os passageiros em viagens de negócios enviem arquivos pesados e realizem multifunções com facilidade, enquanto aqueles com mais tempo podem assistir seus programas favoritos”.

Hoje, uma aeronave da Delta equipada com o modelo 2Ku oferece qualidade na performance de vídeo com 15 Mbps por assento. Com a instalação do modem de próxima geração da Gogo, o desempenho vai aumentar ainda mais. As aeronaves da Delta com o 2Ku instalado começarão a receber o novo modem no segundo semestre de 2017. Com o lançamento de satélites de alta taxa de transferência e o novo modem instalado, os clientes terão velocidades acima de 20 Mbps por assento no fim de 2017 e início de 2018.

A Delta opera a maior frota equipada com Wi-Fi do mundo, incluindo toda as 660 aeronaves de linha principal doméstica. Mais de 1.000 aeronaves da Delta, incluindo quase todos os jatos regionais de duas classes Delta Connection e 100% da sua frota internacional de longo percurso, estão equipadas com rede Wi-Fi durante o voo, oferecendo acesso a mais de 370 mil clientes por dia.

A Delta já completou a instalação da tecnologia Wi-Fi por satélite de primeira geração da Gogo, equipada com satélite de banda KU, em toda a sua frota internacional de aeronaves de fuselagem larga, incluindo Boeing 747, 767, 777 e Airbus A330, além do Boeing 757, que opera em rotas de longa distância.

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OctopusGripper: conheça o robô inspirado nos movimentos de um polvo

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O OctopusGripper é o mais recente lançamento da Festo, multinacional alemã, líder em automação industrial. A inovação foi criada pensando em todos os movimentos de um polvo. Por não possuir esqueleto e ser feito inteiramente de músculos moles, o OctopusGripper é extremamente flexível e manobrável. “Isto não só significa que ele pode nadar agilmente em todas as direções, mas também agarrar uma vasta gama de objetos de formatos diferentes”, diz Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo Brasil.

A garra foi construída por uma estrutura de silicone macia, que pode ser controlada pneumaticamente. Se o ar comprimido é aplicado a ele, o tentáculo dobra para dentro e pode envolver o item de uma maneira suave, mas firme. Graças a seu material macio, o tentáculo artificial não é só capaz de agarrar de maneira suave e segura, mas também preencher os critérios rígidos de um componente de robótica. “Tem grande potencial para colaboração no espaço de trabalho do futuro, dentro da concepção de Indústria 4.0.”, acrescenta Rodrigues.

Por ser uma criatura fascinante, o polvo possui alto potencial de uso em fábricas, podendo ser um novo modelo de colaboração homem-robô. O próximo passo é descobrir como esta nova funcionalidade pode ser aplicada na Indústria. “A mudança industrial exige uma nova maneira de interação entre seres humanos, máquinas e dados. As soluções de automação robóticas, no futuro, podem trabalhar lado a lado com as pessoas”. A inovação faz parte do projeto Bionic Learning Network – rede de aprendizado biônico, responsável por criar robôs inspirados em animais.

www.youtube.com/watch?v=ZPUvA98uSj8

BionicCobot e BionicMotionRobot

Além do OctopusGripper, a Festo lançou mais dois robôs biônicos inovadores. O primeiro é chamado de BionicCobot, que utiliza a pneumática para simular músculos flexíveis e sensíveis, muito similares ao de uma pessoa comum. Por conta do ar pressurizado, é possível fazer com que o robô desenvolva tarefas usuais com a mesma dinâmica que a de um ser humano, isso porque os recursos de Inteligência Artificial (a partir de algoritmos) permitem ensinar qualquer ação para o robô.

“Com os algoritmos, trouxemos para a invenção ensinamentos de como agarrar, levantar com cuidado e pressionar um objeto por meio da interação com os músculos criados pela pneumática. Os desenvolvedores tecnicamente programaram o princípio de agonista e antagonista em todas as sete articulações do BionicCobot”, revela Rodrigues.

No caso de uma colisão, por exemplo, o braço pneumático automaticamente alivia a pressão, não representando qualquer perigo para os seres humanos. O BionicCobot é operado intuitivamente por meio de uma interface gráfica de usuário desenvolvida em casa. Com o auxílio de um tablet, o usuário pode facilmente programar as ações a serem executadas e ordená-las em qualquer sequência. Por meio da plataforma de código aberto ROS (Robot Operating System), as sequências de movimento programadas alcançam o Festo Motion Terminal integrado, que orienta e controla a cinemática.

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Outra grande inovação é a vinda do BionicMotionRobot, inspirado no tromba de um elefante e nos tentáculos de um polvo. O robô pneumático possui 12 graus de liberdade e, com uma carga útil de três quilos, pode transportar aproximadamente o seu próprio peso. “O braço do MotionRobot consiste em três segmentos básicos que são movidos por quatro foles pneumáticos – Rodrigues. A tecnologia da Festo permite que o braço do robô dobre em três direções diferentes simultaneamente, além de executar fluentemente os movimentos naturais de seus modelos biológicos.

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TMF Group anuncia novo CFO

A TMF Group, empresa líder global de serviços de negócios, acaba de anunciar Athos Belém como o novo diretor financeiro da companhia no Brasil. O executivo assume o cargo em momento estratégico para a TMF Group Brasil, que recém incorporou a área de finanças estruturadas do Deutsche Bank ao seu portfólio no país.

“A TMF Group acredita no processo de recuperação de nossa economia e tem perspectivas positivas quanto ao futuro do país. Estou bastante animado em me juntar ao time nesse momento e apoiar as ambições do grupo em seu projeto de expansão”, declara Belém.

Com mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro, o executivo vem atuando nos mais diversos setores – TI, logística, saúde, educação, startups e bancos –, e tem passagem por empresas como Dasa, Bcash, Universidade Anhembi-Morumbi e Banco do Brasil. Essa expertise diversificada é fundamental para a TMF Group, uma vez que a empresa presta serviços para empresas de todos os tamanhos e em qualquer segmento.

Belém é graduado em administração pela UFRJ e contabilidade pela FECAP, com especialização nessa área pela PUC-SP. Ele possui ainda MBA em Engenharia Econômica & Administração Industrial pela UFRJ e é certificado em Global Management pela Suffolk University.

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Tok&Stok nomeia Luiz Fazzio como novo CEO

A Tok&Stok, maior rede de varejo de móveis e decorações do país, anunciou hoje a contratação de Luiz Fazzio como seu novo CEO. O executivo assumirá o cargo no próximo dia 2 de maio.

Fazzio substituirá Ghislaine Dubrule, que participou desde o início da gestão da empresa fundada por seu marido, Regis Dubrule. Ghislaine se tornou CEO após a aquisição do controle da Tok&Stok pelo Carlyle, em 2012. Segundo Daniel Sterenberg, Managing Director do Carlyle, o processo de sucessão foi iniciado há um ano. “Buscamos um executivo com profunda experiência no varejo, que combine o legado dos fundadores e um modelo de ‘one stop shop’, posicionando a empresa para o próximo ciclo de crescimento da economia.”

De acordo com Sterenberg, embora a sucessão estivesse prevista desde a aquisição, decidiu-se priorizar a bem-sucedida implantação, por Ghislaine, de um plano de expansão e de outras ações para aumento das vendas. Dentre as ações estão melhorias na plataforma de e-commerce e a abertura de um novo centro de distribuição. Desde 2012, a rede cresceu de 35 para 53 lojas e mesmo com a recessão econômica, as vendas cresceram mais do que as do setor no período de sua gestão.

“Criamos uma empresa para fornecer aos brasileiros móveis de qualidade, bonitos e a preços justos. Conseguimos isso e então partimos para a busca de um sócio que nos ajudasse a garantir a perpetuação desse modelo, mantendo nossa cultura e ao mesmo tempo implantando novas ferramentas de gestão. Agora, continuarei participando da empresa como membro do Conselho”, disse Ghislaine Dubrule.

Fazzio tem larga experiência no setor de varejo, tendo passado como executivo por empresas como Grupo Pão de Açúcar, C&A e Carrefour – nestas duas últimas como CEO -, e como conselheiro na Pague-Menos e Lojas Avenida.

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Malware para Mobile Internet Banking cresce 400% e ataca bancos da América Latina – Por Rita D’Andrea

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Nada faz um criminoso digital mais feliz do que atacar aplicações de internet banking. A longevidade e a evolução de alguns malware com esse alvo não é surpreendente – afinal, o malware voltado a mobile banking é a maneira mais rápida e fácil de tirar dinheiro das vítimas. O mercado de malware para mobile banking é tão aquecido que cresceu 400% em 2016 – dados do Nokia Threat Intelligence Report. Desse total, 81% são voltados à plataforma Android de smartphones. As taxas de infecção de dispositivos móveis cresceram constantemente ao longo de 2016, avançando 63% em relação ao primeiro semestre do ano. Esse quadro é, de certo modo, previsível. O Android, com mais de 24.000 implementações diferentes, é o sistema operacional mais popular para smartphones – dados da Testarmy. Com isso, é ainda mais desafiador testar e manter seguros esses dispositivos móveis. Os consultores da Developer Android ressaltam que essa tarefa fica mais difícil quando se percebe que a maioria dos telefones Android está desatualizada, rodando versões sem correções (patches) essenciais para garantir a segurança do ambiente.

Do outro lado desta disputa encontram-se hackers profissionais e capitalizados que trabalham 24x7x365 para evoluir continuamente. O resultado é um malware como o Marcher Android Banking, um trojan (cavalo de Tróia) sempre em busca da perfeição: fugir da detecção e manter o dinheiro entrando.

É isso que mostra uma pesquisa da F5 realizada em março de 2017. Os experts do F5 Labs examinaram centenas de arquivos de configuração do Marcher para descobrir tendências de alvos (os bancos que estão sendo mais atacados) e de novas campanhas de ataques mundiais.

Estudo mostra alvos do malware Marcher Android Banking

Analisando os mais recentes arquivos de configuração, os alvos de março do Marcher foram primariamente bancos da Europa (64%), seguidos por Austrália (15%) e América Latina (12%). Em todos os casos, os hackers desenvolveram diversas versões do Marcher Android Banking sob medida para a interface e o ambiente de internet banking de grandes bancos.

O F5 Labs detectou 172 domínios alvos em março de 2017. Conforme esperado, a maioria (93%) era composta por bancos. Uma parte menor, mas interessante, dos alvos era composta por provedores de serviços de e-mail como Yahoo e Gmail, apps de redes sociais e serviços de mensagens como Facebook, Viber e WhatsApp.

O levantamento mostrou que alguns bancos são alvos preferenciais dos hackers que desenvolvem novas e inteligentes versões do Marcher Android Banking. No link https://f5.com/labs/articles/threat-intelligence/malware/marcher-gets-close-to-users-by-targeting-mobile-banking-android-apps-social-media-and-email-26004 estão disponíveis o estudo e a lista dos bancos mais atacados pelo Marcher Android Banking.

Phishing e engenharia social

A meta dos criminosos digitais é atacar o elo mais fraco dos sistemas bancários: os correntistas. Os atacantes sabem que usar técnicas de engenharia social e phishing é algo que pode funcionar com pessoas comuns usuárias da Internet. Hoje boa parte da população bancarizada é usuária dos canais virtuais dos bancos, em especial, o internet banking. Essa realidade facilita o trabalho dos hackers, que usam diversos recursos para convencer o usuário/correntista a fazer o download de um app falso (malicioso) ou, então, entregar suas credenciais de acesso. Faz parte da estratégia dos criminosos explorar, também, os serviços e apps que os correntistas mais usam em suas vidas privadas – é o caso de e-mail, redes sociais, serviços de mensagens e grandes portais consumer como eBay, entre outros.

O estudo realizado pela F5 mostra que CISOs e também usuários devem estar alerta em relação à séria ameaça das campanhas de malware para Android. Essas campanhas continuam a evoluir, aprimorando seus modos de enganar usuários e fugir de detecção. À medida que o footprint de apps e dispositivos móveis cresce no mundo todo, isso impõe uma ameaça sempre crescente às instituições financeiras.

A disseminação de smartphones como a plataforma preferencial de acesso ao internet banking torna esse quadro ainda mais desafiador.

É fundamental que esses dispositivos sejam gerenciados e protegidos; isso pode ser feito por meio de soluções implementadas no celular ou por meio de sofisticadas plataformas corporativas que permitem que o gestor de TI do banco garanta remotamente a inviolabilidade desse ambiente.

Rita D’Andrea, country manager da F5 Networks Brasil

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Investir em coworking pode ser alternativa para reaquecer o mercado imobiliário

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Com o mercado imobiliário desacelerado e o valor do aluguel em queda, criar um espaço de coworking torna-se uma opção viável para quem tem um imóvel sem uso ou deseja abrir uma empresa, aproveitando um momento em que os preços baixos proporcionam bons negócios.

De acordo com o levantamento do índice Fipezap, houve uma grande queda entre os investidores que visavam aluguel, sendo, em dezembro de 2016, o menor percentual da série histórica (21%). Esse cenário é a oportunidade ideal para barganhar ou pensar em uma maneira diferente de conseguir aproveitar o espaço.

Para quem é proprietário mas não consegue alugar, montar um espaço de trabalho compartilhado trará vantagens. Mesmo com valor mais baixo por cabeça, por serem vários locatários no mesmo imóvel, o risco de inadimplência é menor.

Enquanto em um aluguel de sala comercial o locatário fica “preso” a um contrato de no mínimo 24 meses, com um único inquilino, sempre correndo o risco de inadimplência, no coworking isso deixa de ser uma preocupação. Isso devido ao fato de existirem mais locatários e podendo ter um giro por estação de trabalho, em média de 12 meses.

Em termos de rentabilidade, um escritório compartilhado pode aumentar o ticket médio do empreendedor mensalmente, sem ter aumentar o valor do aluguel. Quanto mais o investidor tiver a “mente aberta” em relação ao empreendimento, oferecendo serviços para o seu locador, o lucro será maior.

Quem aluga uma estação de trabalho também tem seus benefícios nessa relação comercial, pois se existir aumento no aluguel, este valor será repassado para outras empresas que dividem o mesmo espaço. Ou seja, o valor será rateado e não impactará de forma tão expressiva os custos para o locador.

Dicas para investir

Para quem está pensando em investir em coworking, este é o momento certo. Muitos imóveis estão disponíveis para barganhar com o proprietário a um bom preço para a locação. Pesquisas recentes da FGV mostram que o índice de confiança tem crescido, indicando que mais pessoas podem se interessar em locar um lugar para trabalhar.

“Coworking é um negócio como qualquer outro, uma prestação de serviço que precisa de gestão –não é apenas dividir o espaço de um imóvel e alugar”, alerta Bruna Lofego, especialista em escritórios compartilhados e criadora do método Como Criar um Coworking de Sucesso. “Antes de investir, faça um estudo de viabilidade financeira.”

O planejamento é fundamental para que o negócio não vá “por água abaixo” no primeiro ano e leve o dinheiro investido para o ralo. “Engana-se quem acha que é só disponibilizar cadeiras, mesa e internet”, diz Bruna. O investidor precisa ter sensibilidade para escolher o lugar, a decoração e os serviços que serão agregados ao espaço, como segurança, limpeza, telefonia, alimentação etc.

Um bom imóvel para criar um espaço de coworking, segundo a especialista, está em lugares com grande fluxo de pessoas, preferencialmente próximo a centros financeiros que tenham acesso a transporte público.

Tamanho do imóvel e diferenciais

O tamanho ideal deve ser em média de 160 m². A estrutura já existente é outro atrativo. Quanto mais “pronto” ele estiver, melhor. “Se não for necessário trocar piso, encanamento ou fiação e já estiver com outros atrativos, como ar-condicionado, o investimento inicial tende a ser menor e os espaços estarão disponíveis rapidamente para os locatários”, comenta Bruna.

Escolher com cuidado a mobília e a decoração é outro diferencial. Sempre tenha em mente qual é o público que deseja atingir para que o ambiente ajude a atrair seu target.

Também é fundamental buscar tecnologia adequada ao trabalho: internet, PABX e suporte técnico. “Um dos pilares de um espaço de coworking é o serviço de internet”, diz Lofego. “Se você não oferecer, no mínimo, 5 Mb de internet dedicada, pode ter certeza de que não irá durar no mercado por muito tempo.”

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GoPro lança programa piloto para a Fusion, sua nova câmera esférica 5.2K

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A GoPro, Inc. (NASDAQ: GPRO) anuncia hoje o programa piloto “GoPro Fusion”, sua câmera esférica de 5.2K criada para ser o melhor dispositivo de captura tanto para conteúdo imersivo de realidade virtual quanto formatos convencionais de foto e vídeo. A partir de hoje, criadores de conteúdo profissionais podem se inscrever para participar do programa piloto agendado para começar durante o verão do hemisfério Norte de 2017.

“Fusion é a habilidade de capturar cada ângulo possível simultaneamente… como se você tivesse seis câmeras GoPro fundidas em uma só”, afirma o CEO e fundador da GoPro, Nicholas Woodman. “Seja filmando para VR ou conteúdo de perspectiva fixa, a Fusion representa o estado da arte na captura de conteúdo esférico”.

A Fusion é a melhor solução de captura esférica para criadores de conteúdos inovadores e inquietos, que buscam sempre mais. Somando a alta performance de captura esférica para experiências imersivas de realidade virtual, sua resolução de 5.2K permitiu a criação de uma nova solução criativa chamada OverCapture que entrega a flexibilidade de se produzir conteúdo convencional, vídeos e fotos, em alta qualidade capturados com os ângulos esféricos. Não é apenas uma solução de captura VR, Fusion assegura aquela tomada enquanto também captura o inesperado.

Fusion é compatível com um grande número de acessórios e mounts GoPro.

Nessa estação a GoPro trabalhará próxima aos parceiros selecionados para o programa piloto – incluindo marcas, agências e profissionais de conteúdo – para refinar a experiência de usuário e produzir conteúdo inspirador que demonstra o potencial criativo dessa ferramenta.

A GoPro planeja levar algumas unidades ao mercado no final de 2017. Informações como preço e outras especificações serão providenciadas no lançamento.

Interessados em participar do programa piloto podem se inscrever agora em GoPro.com/Fusion.

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Vídeo Over-the-Top superará TV dentro de cinco anos

Dentro dos próximos cinco anos, as horas de visualização de transmissão linear ao vivo de vídeo over-the-top (OTT) superarão aquelas de transmissão tradicional de TV, de acordo com cerca de 70 por cento dos participantes do Estudo de Serviços de Vídeo OTT de 2017 da Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT), Streaming Media and Unisphere Research (Pesquisa sobre Mídias de Transmissão e Unisphere). A terceira pesquisa anual sobre as tendências do OTT foi baseada nas respostas de quase 500 profissionais da indústria da mídia.

A indústria OTT está em grande expansão. Mais de um quarto dos participantes esperam que o crescimento da receita anual com OTT de 2016 para 2017 seja de até 25 por cento e cerca de metade dos participantes antecipam crescimento de algo em torno de 30 a 50 por cento.

Durante os próximos três anos, os serviços relacionados com OTT representarão mais de um quarto do total de seus negócios, de acordo com quase dois terços dos participantes.

Representando uma mudança em relação aos anos anteriores, o estudo de 2017 descobriu que os desafios da limitação de largura de banda estão dando lugar para preocupações com a qualidade dos serviços e com a qualidade da experiência.

Quase 70 por cento dos participantes oferecem serviços OTT globalmente ou em mais de uma região geográfica e, portanto, cerca da metade dos participantes empregam múltiplas Redes de Distribuição de Conteúdo (CDNs), comparado com 40 por cento em 2016.

Enquanto vídeos de Realidade Virtual receberam notável atenção no Estudo OTT 2016, os participantes desse ano se concentraram tanto em Velocidades Mais Altas de Fotogramas (HFR) e Altas Faixas Dinâmicas (HDR), com quase metade dos participantes oferecendo ou com planos para oferecer ambas as opções. Um adicional de 20 por cento está se concentrando somente no fornecimento de HFR, tal como a 1080p60, que é frequentemente utilizada para suavizar conteúdo esportivo.

O nível de maturidade do fornecedor OTT afeta o tipo de conteúdo de vídeo que está sendo oferecido e planejado. Fornecedores menos experientes estão mais interessados no conteúdo de eventos ao vivo e vídeo sob demanda (VOD), enquanto os fornecedores mais experientes com ofertas atuais de serviços OTT demonstram mais afinidade com OTT linear ao vivo, tanto na atualidade quanto como uma oferta planejada para dentro dos próximos dois anos.

Para Tim Siglin, Editor Contribuinte da Streaming Media Magazine e Autor do Relatório Principal “o estudo de Serviços de Vídeo OTT desse ano revela um claro crescimento no mercado OTT, com as respostas da pesquisa projetando, de forma esmagadora, que a visualização de vídeo OTT irá exceder a visualização da transmissão tradicional de TV até 2020. O amadurecimento do fornecimento de vídeo OTT reflete mudanças chave na indústria, incluindo menos restrições de largura de banda e o importante papel que a distribuição OTT de evento ao vivo e linear ao vivo terá na medida em que fazemos a transição de serviços apenas de vídeo sob demanda (VOD) para aqueles que imitam mais de perto o forn ecimento de transmissão tradicional”.

Anthony Christie, Chief Marketing Officer, Level 3 diz que “os telespectadores continuarão a demonstrar que querem a flexibilidade para consumirem conteúdo em telas múltiplas. Para acompanhar essa mudança, os fornecedores de conteúdo precisam de mais do que soluções de Redes de Distribuição de Conteúdo (CDNs) dedicadas. Eles precisam de soluções de rede de alto desempenho que possam ser escalonadas na medida em que sua base de clientes aumente em tamanho e geografia para fornecer uma experiência uniforme e confiável – quando e onde quiserem e em qualquer dispositivo que escolherem”.

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Fintech brasileira MUXI recebe investimento para acelerar crescimento em sua operação global

Fintech líder em ofertas de plataformas para o mercado de meios de pagamento na América Latina, a MUXI iniciou o programa de aporte de seu novo acionista, a Confrapar, umas das principais gestoras brasileiras de fundos de investimento no setor de tecnologia. O valor do investimento pode chegar até R$ 16 milhões em curto prazo.

Frente a um cenário promissor para o setor de fintechs no mundo, que recebeu investimentos de US$ 15 bilhões em 2015, o aporte de capital da Confrapar tem o intuito de incrementar ainda mais o portfólio de produtos da MUXI, que já engloba soluções para toda a cadeia de pagamentos, reforçando sua presença junto aos principais players do mercado, além de expandir as operações para os Estados Unidos.

“Nosso objetivo é adicionar novos perfis de clientes em nossa carteira, entre eles bandeiras, emissores de cartões, adquirentes e sub-adquirentes”, afirma Eduardo Rocha – ex-KiiK e Ber Capital – novo CEO trazido para liderar o processo de expansão e consolidação dos produtos da operação brasileira. Atualmente, a companhia possui mais de 130 colaboradores, entre engenheiros e desenvolvedores de negócios, e sua tecnologia está presente em mais de 3 milhões de dispositivos (terminais POS, m-POS, tablets e smartphones), garantindo o gerenciamento e conexão com qualquer plataforma transacional.

Além do Brasil e EUA, a empresa já possui operações e carteira de clientes em países como México, Peru, Venezuela e Colômbia. Para expandir a presença no mercado mundial, a MUXI garantiu contratações de peso em sua alta liderança. Paulo Guzzo, ex-vice-presidente de operações da Cielo, assumiu o cargo de CEO global da companhia. Já para o comando da MUXI no mercado norte-americano foi contratado Edward Myers, ex-CEO de uma das unidades mais importantes da Global Payments. “A ideia é aproveitar a liderança da MUXI com toda sua tecnologia e conhecimento desenvolvidos no mercado brasileiro, que está 15 anos a frente dos EUA em termos de adoção do padrão EMV – o uso de cartões com chip. Em 2015, segundo os últimos dados da EMV Co, 71% dos cartões e terminais já estavam preparados para a nova tecnologia na América Latina. Já no mercado norte-americano esse número é apenas 26%”, pontua Paulo Guzzo.

A empresa se prepara para consolidar ainda mais sua posição de vanguarda no mercado de meios de pagamento em 2017. Uma nova solução, que emula o terminal POS em qualquer dispositivo móvel do cliente, encontra-se em testes finais. Patenteado nos Estados Unidos e com o nome comercial de muxiWAY, o produto será lançado no mercado mundial ao longo do segundo semestre.

Atualmente, a principal tecnologia da companhia é o POSWEB®, revolucionário protocolo de internet que interage com os sistemas nativos de mais de 100 diferentes marcas e modelos de terminais POS e dispositivos. Outros produtos da empresa oferecem, ainda, gestão de aplicações e pagamentos multicanal, permitindo o controle de transações eletrônicas de forma ágil e segura, além de possibilitar a diminuição de custos operacionais na captura eletrônica e processamento.

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Oxigênio Aceleradora promove palestra sobre seu programa de aceleração

A Oxigênio Aceleradora promove o evento Info Session, no dia 26 de abril, uma palestra para explicar como funciona o programa de aceleração de startups e quais são os critérios utilizados na seleção. O intuito é dar a oportunidade para que os empreendedores e interessados em se inscrever nos próximos ciclos possam tirar dúvidas e conhecer mais sobre o programa.

O evento será aberto, com entrada gratuita, e acontecerá no Centro de Inovação da Oxigênio, localizado na Alameda Eduardo Prado, 415. Para quem não puder comparecer, haverá transmissão online para todo o Brasil, permitindo também o envio de perguntas a serem respondidas pelo palestrante. A Aceleradora está com inscrições abertas para o 4º ciclo até o dia 7 de maio, e terá início em 14 de setembro.

Para participar da Info Session, basta se inscrever no site da Oxigênio Aceleradora, na aba Eventos. Os participantes que acompanharem remotamente utilizarão ingresso online, também gratuito, e receberão um link para acesso na data do evento.

Cada uma das startups selecionadas receberá um investimento de US$50 mil em dinheiro, além de US$100 mil aplicados em investimentos indiretos na forma de benefícios e recursos. Durante os três primeiros meses de aceleração, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro e outros profissionais renomados do mercado e especialistas em diferentes áreas. A fase seguinte pode levar as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, por mais três meses para completar o programa.

Sobre a Oxigênio Aceleradora

A Oxigênio é a aceleradora de empresas da Porto Seguro. Lançada em setembro de 2014, a empresa está localizada na Rua Conselheiro Nébias, 1530, em um espaço de 1.200m2. O local oferece um auditório para cem pessoas e um laboratório de tecnologia com equipamentos de última geração para auxiliar os empreendedores nos testes de seus protótipos. O programa de aceleração é realizado em parceria com a aceleradora americana Plug and Play Tech Center, com sede no Vale do Silício nos Estados Unidos, o que permite que as empresas realizem parte do programa no Brasil e a outra parte nos EUA. A cada seis meses, novas empresas serão selecionadas pela Oxigênio para desenvolverem seus negócios por meio do programa de aceleração.

SERVIÇO:

Data: 26 de abril

Hora: 19h às 20h30

Local: Alameda Eduardo Prado, 415 – Campos Elíseos – São Paulo, SP

Site: www.oxigenioaceleradora.com.br/eventos/

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Startup Farm abre inscrições para o programa ahead³

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A Startup Farm, mais experiente aceleradora da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do programa ahead. Com patrocínio de Visa, IBM e Baptista Luz Advogados, edição do programa é voltada às startups de todos os segmentos. A Startup Farm também conta com a parceria do Google for Entrepreneurs, time do Google responsável pelas iniciativa de fomento ao ecossistema empreendedor no mundo.

O programa que conta uma ampla rede de mentores, investidores e especialistas do mercado, selecionará até 12 startups para estarem 6 meses em ritmo intenso de aceleração. “O objetivo é que a startup extraia o máximo de conhecimento, no menor tempo possível e focada em minimizar o desperdício de energia no processo empreendedor, através de direcionamento e acompanhamento estratégico”, explica o CEO da Startup Farm, Alan Leite.

O programa é composto de três etapas:

Laser focus – 5 semanas presencialmente no Campus São Paulo, do Google. É uma Imersão “full-life” para os fundadores trabalharem focados na construção do modelo de negócios da sua startup, suportados pela Farm e por uma ampla rede de mentores, parceiros e investidores.

Get Sales Done – 5 semanas posteriores: neste módulo a startup trabalhará na construção de uma estratégia de vendas e definirá as principais métricas de desempenho do seu negócio. O módulo pode ser feito remotamente.

Fundraising – últimas 15 semanas: a startup irá construir uma projeção inicial de necessidade de capital e na definição da melhor estratégia de captação. Ao longo deste módulo a startup continuará trabalhando no desenvolvimento do produto e/ou serviço e também irá continuar melhorando suas métricas de desempenho com o acompanhamento da Startup Farm. O módulo pode ser feito remotamente.

Cumpridos os três módulos, a startup estará habilitada para o Demo Day, um evento em que os empreendedores apresentam seus projetos a investidores e executivos de grandes empresas. A Startup Farm poderá investir até R$ 150 mil por um percentual do negócio a ser definido conforme valuation na rodada seguinte de investimento. Além disso, as startups aceleradas terão acesso à USD700mil em benefícios de empresas parceiras e ferramentas de trabalho.

Para se inscrever, basta acessar a página http://aceleracao.startupfarm.com.br

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Relatório da ONU: pagamentos pela rede social já atingem quase US$ 3 trilhões na China

Um novo documento da ONU revela que a Alipay e a WeChat Pay habilitaram US$ 2,9 trilhões de pagamentos digitais na China em 2016, representando um aumento de 20 vezes nos últimos quatro anos. Os dados mostram que pagamentos digitais, usando as plataformas e redes existentes, fornecem acesso a um leque mais amplo de serviços financeiros digitais, expandindo a inclusão financeira e a oportunidade econômica em toda a China e países vizinhos.

O novo relatório da Better Than Cash Alliance (Aliança Melhor que Dinheiro) baseada na ONU, Redes Sociais, Plataformas de E-Commerce e o Crescimento dos Ecossistemas de Pagamento Digital na China – O que Isso Significa para Outros Países, contém lições essenciais, que podem ajudar outros países a incluir mais pessoas na economia, ao fazer a transição de dinheiro para pagamentos digitais. Essa mudança pode aumentar o PIB em economias em desenvolvimento em 6% até 2025, adicionando US$ 3,7 trilhões e 95 milhões de empregos, de acordo com um relatório do Instituto Global McKinsey.

“As redes sociais e as plataformas de e-commerce estão crescendo em todas as economias, sejam grandes ou pequenas”, diz a diretora de Administração da Better Than Cash Alliance, Ruth Goodwin-Groen. “Na China, os pagamentos digitais estão prosperando nesses canais, incluindo milhões de pessoas na economia. Isso é importante porque sabemos que quando as pessoas — especialmente mulheres — ganham acesso a serviços financeiros, elas podem economizar, construir patrimônios, resistir a choques financeiros e ter mais chance de melhorar suas vidas”.

Descobertas fundamentais do relatório:

Mais pessoas têm oportunidades de economizar e investir. Plataformas como a Yu’e bao da Alibaba torna o dinheiro de investimento em diversos conjuntos de produtos financeiros mais acessíveis às populações de baixa renda. Esse produto permite a elas investir o dinheiro deixado em contas digitais, que resultam gradualmente em poupanças de longo prazo. De 2013 a 2016, a Yu’e bao cresceu a ponto de gerir US$ 117 bilhões e serve, agora, mais de 152 milhões de clientes.

As finanças digitais ajudam pequenas empresas a aumentar substancialmente seu acesso a capital. Até setembro de 2016, uma provedora, a Ant Financial da Alibaba (que opera a Alipay), havia emprestado um total de RMB 740 bilhões (US$ 107,3 bilhões) a mais de 4,11 milhões de pequenas e micro empresas e empreendedores.

Big data gerada através dessas plataformas ajuda a construir um histórico de pontuação de crédito e impulsiona o acesso ao crédito, particularmente para as populações de renda baixa, financeiramente excluídas. Por exemplo, a Sesame Credit oferece uma avaliação alternativa de capacidade creditícia, examinando o histórico de crédito, comportamento financeiro, capacidade contratual, identidade e redes sociais dos usuários.

O documento também revela que a Alipay e a WeChat estão se expandindo para além da China e investindo em grandes negócios de fintech (finanças e tecnologia) e provedoras de pagamentos. A elas se juntam outras grandes plataformas de comunicação, porque a oportunidade de usar as redes sociais e plataformas de e-commerce existentes para impulsionar os pagamentos digitais e a inclusão financeira é especialmente forte em países onde há uma alta adoção de smartphones e colaboração entre os setores público e privado:

– Na África do Sul, 78% de todo o tráfego da internet se dá através de canais móveis — uma das taxas mais altas do mundo. Entretanto, apesar do contínuo crescimento das taxas de adoção, apenas 15% dos sul-africanos declararam que fizeram uma compra através de um telefone móvel, no mês que antecedeu a pesquisa de 2016.

– Na Índia, a Ant Financial e a Tencent entraram no mercado indiano de pagamentos móveis, que está passando por um rápido crescimento, sob novas regulamentações. A Ant Financial, em particular, investiu até $ 900 milhões na PayTM, com a qual compartilhou pessoal e expertise técnica. Resultado: a PayTM cresceu de 5 milhões para 200 milhões de usuários em poucos anos.

– A Indonésia foi o mercado de m-commerce de crescimento mais rápido no mundo em 2016, expandindo 155% de janeiro de 2016 a janeiro de 2017. Parte desse crescimento se deve ao lançamento, em 2015, do Instant Mobile Payments (Pagamentos Móveis Instantâneos) da BBM Pay. O popular aplicativo de bate-papo da BBM tem mais de 55 milhões de usuários na Indonésia e continua a se desenvolver.

– Na América do Sul, os mercados têm a infraestrutura necessária para desenvolver ecossistemas de pagamento similares aos da China: 59% da população sul-americana usa a mídia social e 52% se conectam à mídia social através de seus telefones móveis. Entretanto, o espaço para pagamentos digitais continua mal utilizado e nenhuma provedora de pagamentos ligou seu serviço a essas plataformas de uma maneira significativa ou vice-versa.

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Navita obtém economia de R$ 31 milhões com auditoria para os clientes

A Navita, líder em mobilidade e gestão de Telecom, obteve economia de R$ 31 milhões com o serviço de gestão e auditoria, para seus clientes em 2016. Além disso, a empresa resgatou para estas empresas quase R$ 15 milhões com a contestação de valores cobrados indevidamente nas faturas.

A auditoria é um das etapas do processo de gestão de gastos com Telecom (TEM – Telecom Expense Management),que permite um controle das contas, garantindo que a empresa não pague mais que o contratado. Pagamentos indevidos podem representar um percentual alto da fatura. Alguns clientes da Navita chegaram a alcançar redução de 50% na fatura depois de implantando o processo de auditoria e análise de contrato.

Durante o período, a Navita analisou mais de 84 mil linhas, que somaram mais de R$ 300 milhões em contas telefônicas. Do total, foram auditados R$ 215 milhões e uma taxa de sucesso superior a 80% dos processos de contestação.

Além de identificar os erros de cobrança por parte da operadora, a auditoria também fornece subsídios para análises que permitem uma melhor gestão do uso. Por exemplo, identifica linhas que possuem pacote de dados e não o utiliza, linhas sem utilização, necessidade de contratar ou cancelar pacotes etc.

Somente o ano passado, foi identificado mais de R$ 1.20 milhão de gastos com: cobilling (quando se faz ligações de longa distância utilizando uma operadora diferente da definida em contrato); ligações a cobrar; interatividade; multas e compras avulsas. O processo de auditoria foi responsável ainda por identificar quase R$ 4milhões de gastos com pacotes de voz e dados que foram comprados e não utilizados no período.

Despesas essas, que poderiam ser evitadas ou reduzidas com um processo adequado de gestão. Por meio de uma avaliação criteriosa, o gestor poderá traçar ações de conscientização com o público interno ou mesmo rever os contratos atuais para ajustar às reais necessidades da empresa (com a contratação, alteração ou cancelamento de serviços e pacotes).

O diretor de serviços da Navita, Maurício Yamamura, reforça a importância da auditoria para permitir uma análise estratégica da telefonia da empresa.

“No dia a dia corporativo muitas despesas acabam somando valores altos no budget das empresas pela ausência de uma análise aprofundada e acompanhamento das reais necessidades das equipes. A gestão eficiente possibilita ao gestor tomar decisões mais estratégicas. Mais do que reduzir custos, visa trazer visibilidade para os gastos com telefonia e, por que não dizer também, ganho financeiro ao otimizar os contratos e realizar contratações mais acertadas”, explica Maurício Yamamura.

Para auxiliar as empresas a implantarem um processo de auditoria eficiente, a Navita elaborou um guia especial sobre auditoria e contestação com 12 recomendações para identificar os principais vilões da fatura e reduzir custos com telefonia. O material está disponível para download gratuito no site da empresa.

A Navita é uma empresa brasileira especialista em soluções para gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) e gestão de custos de telecom (TEM). Com clientes em vários países, é parceira de fabricantes de smartphones e tablets, além das principais operadoras, no Brasil, Europa e América Latina. A Navita é considerada Cool Vendor pelo Gartner, líder e mais inovadora em EMM pela Frost & Sullivan em 2014 e 2015. Como parceira da Telefônica, é apontada no quadrante mágico do Gartner para Managed Mobility Services.

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Livro guia empresas a estruturarem programas efetivos de Compliance

Os advogados Francisco Schertel Mendes e Vinicius Marques de Carvalho lançam, no dia 3 de maio, o livro “Compliance: Concorrência e Combate à Corrupção”, pela Trevisan Editora. O evento acontece das 18h30 às 21h30, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi.

O combate a práticas ilícitas ganhou dimensões globais nos últimos anos. Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam que o número de condenações por corrupção internacional saltou de quatro, em 2001, para 78, em 2011.

No Brasil, o avanço da operação Lava Jato e a modernização da legislação para o combate a condutas empresariais nocivas fizeram com o que o tema da ética corporativa entrasse definitivamente em pauta. Diante da complexidade e da grande quantidade de normas aplicáveis, cada vez mais empresas buscam estruturar programas de compliance – sistemas internos voltados ao cumprimento de normas.

O livro “Compliance: Concorrência e Combate à Corrupção” traz panorama completo e acessível sobre as leis de defesa da concorrência e anticorrupção, com foco nos desafios enfrentados para a adoção de programas efetivos de compliance.

Os autores, com larga experiência profissional e acadêmica na área, abordam como o tema se desenvolveu ao longo das últimas décadas no cenário internacional e de que forma foi assimilado no país.

Trata-se de um guia recheado de exemplos concretos, que percorre aspectos essenciais para empresários, diretorias jurídicas e associações de classe poderem estruturar ou revisar seus próprios programas compliance.

Sobre os autores

Francisco Schertel Mendes é advogado e consultor legislativo do senado federal nas áreas de Direito Econômico, Direito Empresarial e Direito do Consumidor. Mestre e doutorando em direito pela Universidade de Brasília e diretor Acadêmico do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Entre 2009 e 2014, ocupou diferentes posições no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na coordenação do Grupo Técnico de Negociações.

Vinicius Marques de Carvalho é advogado, professor do Departamento de Direito Comercial da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Ocupou os cargos de Presidente e Conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além de ter sido Secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça. Foi professor visitante na Universidade Paris I (Pantheon-Sorbonne), e Yale Greenberg World Fellow, na Universidade de Yale.

Serviço

Data: 3 de maio de 2017
Horário: 18h30 às 21h30
Local: Livraria Cultura – Shopping Iguatemi – Piso Superior da Loja
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232. Piso 3 – São Paulo – SP

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Oi começa a vender Samsung Galaxy S8

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A Oi iniciou a pré-venda dos novos Samsung Galaxy S8 e Galaxy S8+. Os clientes interessados em comprar os novos aparelhos da Samsung podem acessar o link www.lojaonline.oi.com.br e parcelar o smartphone em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. O Galaxy S8 terá o preço de R$ 3.999,00 e o Galaxy S8+ de R$ 4.399,00. O pré-cadastro para clientes começou no dia 30 de março. Eles só receberão os aparelhos a partir do início das vendas do novo lançamento da Samsung no Brasil, previsto para 12 de maio.

O Galaxy S8 possui uma tela de 5,8”*, enquanto o S8+ traz uma de 6,2”*. Ambos os aparelhos têm câmera traseira Dual-Pixel com sensor de 12MP e abertura F1.7, e câmera frontal de 8MP com foco automático e também abertura de F1.7. Eles são capazes de registrar imagens com excelente qualidade mesmo sob condições limitadas de luz ambiente. Além disso, os novos modelos trazem 4GB de memória RAM, 64GB de armazenamento (expansível via micro SD com mais 256GB), e são resistentes à água e poeira (IP68)**. Como complemento ao ecossistema da marca, os novos dispositivos podem ser conectados à realidade virtual via nova versão do Gear VR com Controle. A experiência do consumidor será ainda mais completa e imersiva.

* Tela medida diagonalmente como um retângulo, sem contar os cantos arredondados.
** IP68: Produto resistente à água (1,5 metro por 30 minutos) e à poeira. Este produto não é resistente à água do mar.

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