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Startups brasileiras disputam investimento de R$ 1 milhão para superar o “Vale da Morte”

A expressão deixa clara a tensão do momento: para as startups, o “Vale da Morte” se refere ao gap de apoio e financiamento que ocorre, geralmente, entre o aporte feito por investidores-anjo – em média, R$ 100 mil – e o aporte feito por fundos de investimento em empresas em estágio inicial – em média, R$ 3 milhões. De acordo com levantamento da Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro startup fecha com menos de um ano de funcionamento; metade encerra a operação com menos de quatro anos.

Para ajudar essas pequenas potências a superar o momento crítico, a Finep criou o programa Finep Startup, que vai investir até R$ 25 milhão em 25 empresas na primeira rodada. A primeira disputa acontece entre os dias 17 e 19 de outubro, no escritório da Finep no Itaim Bibi, em São Paulo. As 75 startups finalistas terão 15 minutos para apresentar suas propostas a uma banca composta por especialistas em inovação, investidores do mercado e outros agentes do ecossistema empreendedor.

A seleção será feita com base em três quesitos: mercado e estratégia; inovação e diferenciais; e empreendedor e equipe. O objetivo é alavancar o crescimento e estimular os empreendedores nesta fase final de desenvolvimento do produto para colocá-lo no mercado. O resultado final, com as 25 empresas escolhidas, será divulgado no dia 19 de novembro.

As startups classificadas para a fase final atuam, principalmente, com os temas Internet das Coisas (14 empresas), Educação (14), Fintech (11) e Agritech (10). Entre os estados que concentram o maior número de candidatas na lista estão São Paulo (21 empresas), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (10) e Minas Gerais (9).

Finep Startup

Lançado no fim de junho, o programa prevê investimento de R$ 400 milhões em quatro anos, via participação no capital das startups. Além do recursos financeiro, as empresas poderão aproveitar o conhecimento dos especialistas da Finep e a rede de contatos da agência governamental, responsável pela consolidação do investimento de risco no Brasil.

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Por isso, o edital tem um mecanismo para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: as startups que apresentarem cartas de investidores-anjo vão ganhar pontos extra na seleção. O modelo, inédito no Brasil, foi inspirado em programas de países como os Estados Unidos.

A segunda rodada de submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

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Brasil no caminho da indústria 4.0 – Por César Gaitan

Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

César Gaitan é Diretor Presidente da Festo Brasil.

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Você tem acompanhado os processos do seu negócio?

Por Wuilliam Machado

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, é crescente o número de empresas que investem em tecnologias estratégicas para otimizar tempo, dinheiro e a comunicação dentro do negócio. Dentre diversas soluções existentes, uma ferramenta que pode fazer total diferença nos processos diários é o monitoramento em tempo real, de cada atividade, dividido por áreas.

Esse monitoramento ativo tem se tornado ferramenta indispensável para ajudar na gestão de uma empresa, independente de qual seja seu tamanho. Ele é essencial para que seja possível estabelecer uma comunicação eficiente entre todos os setores, fazendo com que os envolvidos possam saber em qual etapa um determinado processo está. Além disso, essa forma de monitoramento chegou para corroborar e suprir as dificuldades burocráticas e exaustivas, já tão comuns em diversas empresa, e que impactam negativamente o negócio.

Mesmo diante dessas vantagens, ainda é possível encontrar corporações que não estão atentas aos benefícios da tecnologia e não entendem a importância de acompanhar cada processo em tempo real. Fazendo um jogo de imaginação, você consegue ter ideia do quanto uma empresa pode ter perdido (em tempo, dinheiro e informação) por não ter uma ferramenta ativa para acompanhar as atividades cotidianas? Posso garantir que alguns milhões.

Ainda bem que já encontramos no mercado plataformas especializadas em oferecer soluções que ajudam a cuidar de processos e documentos, facilitando o acompanhando em tempo real de cada fluxo e atividade, além de garantir o armazenamento seguro de toda documentação na nuvem, otimizando processos, configurando fluxos e aprovações, criando mecanismos de notificação e gerenciamento, entre outros recursos. Essas empresas também disponibilizam equipe especializada para gerir as informações, de forma rápida e eficiente, sem criar danos aos contratantes.

Desta forma, processos considerados difíceis de acompanhar, como um simples faturamento ou pagamentos, ficam mais fáceis de monitorar em tempo real, evitando desgastes, multas por atrasos ou problemas na entrega do produto/ serviço ao cliente final. Como exemplo, podemos citar concessionárias, que atuam com um grande fluxo de dados dos clientes. Por meio de soluções de gestão, esses players conseguem reduzir, de maneira drástica, todo o processo burocrático, conectando os setores responsáveis entre si e acompanhando todas as etapas de compra do cliente.

Vale lembrar que tais ferramentas garantem os workflows (fluxos de processo) e segurança da documentação, já que tudo fica de maneira íntegra e armazenada em ambientes apropriados para isso, permitindo acesso somente aos perfis de usuários configurados em cada tipo de processo. Com isso, as empresas conseguem facilitar o dia a dia de forma saudável, otimizar custos, acelerar a transformação e, consequentemente, aprimorar os resultados. Para finalizar, destaco que os players que estiverem atentos às tendências tecnológicas sairão na frente nos quesitos agilidade, escalabilidade, custo benefício, inovação e expansão dos negócios.

William Machado é CTO da Vianuvem, plataforma de gestão de processos que já armazenou mais de 48 milhões de documentos armazenados por meio do software em nuvem

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Consumidor Cinderela: o que vale é o prazer da experiência – Por Gabriel Rossi

O consumo passa por transformações disruptivas: o sentido de liberdade mudou muito. Ter carro, por exemplo, não é mais aspiracional. Liberdade está agora na experiência e não no que é físico. As empresas que fabricam carros, em breve, se tornarão fornecedoras de mobilidade.

Depois da meia-noite, a carruagem vira abóbora, já ensina o conto de fadas da Cinderela. O novo consumidor não se preocupa mais em ser dono das coisas. Ele quer ter acesso às coisas. E por “coisas” entendamos serviços e produtos. Isso ajuda a simplificar a vida.

Por causa deste novo fator, alguns planos de negócio começam a ficar irrelevantes. As corporações agora precisam reavaliar e começar a alugar, emprestar ou até mesmo presentear consumidores com seus produtos e serviços.

Quadros de artistas locais são alugados por um determinado espaço de tempo, miniaturas de cosméticos de luxo… Isso é uma virada e tanto no comércio, na cultura e no itinerário das empresas.

No Brasil, esta tendência está se solidificando. Mas o País não ficará fora deste cenário que já é uma realidade na Europa. Lá o aluguel de produtos e/ou serviços inusitados é mais comum e ganha cada vez mais força. É possível “alugar”, por exemplo, babás para cuidar dos bebês em aviões, objetos de arte e até amigos para servirem de companhia em festas e eventos. Os aluguéis de carros que valem somente pelo uso, pelo percurso do dia, já não são nem novidade. Isto comprova o novo costume do consumidor moderno em não se apegar à durabilidade de produtos e de serviços. Ele deseja uma vida simplificada.

Em tempos de economia colaborativa, vencerão os empreendedores criativos que pensarem em produtos e serviços que possam ser compartilhados, tenham durabilidade e se fortaleçam com as comunidades digitais. O fenômeno veio para ficar, especialmente porque é regido por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

A nova realidade é que as marcas não controlam o relacionamento. Os consumidores o fazem. Nós temos que pensar em maneiras completamente diferentes e trabalharmos muito mais duro para nos mantermos únicos e especiais. O comportamento do público-alvo tem mudado rapidamente e isto exige uma visão totalmente nova por nossa parte. Há dois mandamentos: entender microscopicamente o consumidor contemporâneo e ser criativo, corajoso e vanguardista. Não é mais questão de escolha.

Consumidores atuais optam por permanência mas mantêm expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de criatividade, inovação e confiança e liderança. Eles querem ser surpreendidos e estão escolhendo uma lista cada vez menor de marcas para depositarem seus dividendos e confiança.

A ruptura continua. As empresas (e você) ainda podem escolher em qual lado da história querem estar. É um caminho sem volta.

Gabriel Rossi é especialista em marketing, Professor da ESPM e Diretor da Gabriel Rossi Consultoria e Palestrante

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Futurecom 2017 bate recorde de público com 15 mil visitantes

O Futurecom 2017 celebra o encerramento de sua 19ª edição com público recorde de 15 mil visitantes. Foram 220 empresas expositoras e mais cinco auditórios, onde foram debatidas as questões que balizam a influência da tecnologia na vida das pessoas, com destaque para a Internet das Coisas (IoT).

O evento reafirmou sua importância nas discussões das políticas públicas voltadas aos setores de tecnologia e das comunicações desde sua abertura, que contou com a presença do presidente da República, Michel Temer; dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles; da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), Gilberto Kassab e da Cultura, Sérgio de Sá Leitão; do secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges; do secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão; e do presidente da Anatel, Juarez Quadros.

“A participação do primeiro presidente da República em exercício no Futurecom e de três ministros reforça a valorização do nosso setor. O evento demonstrou com clareza que o mundo de TICs está mudando e que as empresas que compreenderem essas transformações estarão abrindo novos horizontes, com extraordinárias oportunidades no mundo dos negócios, afirma Laudalio Veiga, fundador do Futurecom.

Os temas mais abordados pelos 320 palestrantes foram Internet das Coisas (IoT) e conexão 5G. Foram 31 paineis, 112 palestras e eventos paralelos como os da Abranet, Abrint, Ciena, Forum China Brasil de Telecomunicações, Startup Session, hackatons e Design Thinking. “Trouxemos este ano uma série de novidades, como os tours guiados, onde os visitantes tiveram a oportunidade de conferir as novas tecnologias – 5G e IoT – nos estandes dos expositores, além de interagir com especialistas sobre as possibilidades de novas aplicações”, destaca Luis Veiga, diretor do Futurecom.

Outra inovação para a edição deste ano foi o IoT Applications, espaço de 200m2 dedicado a várias demonstrações. “O objetivo é incentivar a adoção de IoT em diversos segmentos, tais como: Indústria 4.0, Saúde, Educação, Cidades Inteligentes e Agronegócio. A revolução digital está cada vez mais pujante”, disse André Veiga, diretor do Futurecom.

Além dos visitantes e congressistas, mais de 400 jornalistas tiveram a oportunidade de conhecer os vários benefícios aos usuários em aplicações que envolvem inteligência artificial e realidade aumentada na cobertura das mídias impressas e eletrônicas. “Futurecom reforça sua posição como o ponto de encontro e de negócios de todo o ecossistema das TICs na América Latina. Esperamos repetir o sucesso de 2017 no próximo ano, quando completaremos 20 edições do evento”, comemora Hermano Júnior, diretor do Futurecom.

Entre as empresas expositoras, o resultado do networking foi positivo.“O Futurecom é o momento de a nossa indústria mostrar sua relevância e o evento tem o papel de desafiar esse presente e mostrar o que o futuro nos reserva. Os expositores, juntos, são o motor da economia e dessa nova era digital, que já está transformando a sociedade” afirma André Eletério, diretor de marketing e comunicação da NEC.

Renata Randi, diretora de marketing e alianças da Logicalis, disse que “Futurecom, para nós, é o ambiente em que conseguimos materializar e expor a nossa proposta de valor: permitir que os clientes ousem imaginar e mostrar que somos capazes de realizar a transformação de seus negócios com uso de tecnologia”.

“A EAI Brasil participou pela primeira vez da Futurecom. Nos quatro dias, nós recebemos muitos visitantes qualificados no stand, interessados em inovação e alternativas em telefonia IP Puro e IoT. Fizemos apresentações técnicas do innovaphone PBX que atende empresas de qualquer porte e as pessoas ficaram muito entusiasmadas com as nossas soluções de IoT em Health, não só para o segmento de saúde, como para uso pessoal. Ano que vem, voltaremos”, comenta Karin Côrrea, diretora de Professional Services da EAI Brasil.

Segundo Jaqueline Lee, diretora de marketing da Qualcomm para a América Latina, o evento deste ano se destacou por seu caráter inovador, pela busca de novas oportunidades de negócios para as empresas participantes e pela introdução de temas que começam a ganhar relevância no mercado, como a Internet das Coisas, ou IoT. “A Qualcomm vem participando há vários anos, através de nossas novas tecnologias e visão de futuro para o segmento de tecnologia e telecom. Procuramos viabilizar a participação de executivos internacionais e talentos locais no congresso e buscamos colaborar com temas e tendências de interesse ao setor. O Futurecom é um evento de excelente nível, feito com muito profissionalismo e estamos bastante satisfeitos com o resultado obtido”, ressalta.

Para André Magno, diretor de produtos de data center da Level 3 Brasil, o “Futurecom é uma ótima oportunidade para a Level 3 reforçar o posicionamento de empresa estratégica para os negócios de outras empresas e ampliar a visibilidade das soluções no setor de tecnologia, alinhando-se assim à estratégia global da companhia. A transformação digital não pode ocorrer sem uma sólida estrutura de redes para sustentá-la. É nesse momento que a Level 3 com sua experiência e magnitude contribui oferecendo um serviço de telecomunicações e transferência de dados robusto, confiável e eficaz para atender a todas as tendências e desafios no mercado de TI”.

“Futurecom 2017 foi uma oportunidade muito interessante para a ZTE, pois conseguimos estreitar o relacionamento com diversos clientes e encaminhar novos negócios. É um espaço excelente para demonstrarmos nossas soluções e inovações. Além de reforçar nossa liderança com o 5G, nós também conseguimos fechar um contrato com um dos nossos principais clientes. Durante o evento nós também celebramos os 15 anos de ZTE no Brasil, com uma comemoração especial, durante o Festival da Lua chinês”, diz Fabiano Chagas, gerente de produtos e marketing da ZTE.

Geraldo Guazzelli, diretor no Brasil da Arbor Networks, ressalta que “estamos buscando preencher lacunas do mercado, em segmentos menores, porém não menos atraentes. O momento e o local se apresentaram muito interessantes para esta ação, principalmente olhando-se para a retomada iminente da economia”.

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Segmento de biometria vai superar 30 bilhões de dólares até 2021

O segmento global de biometria deve superar a marca de 30 bilhões de dólares em 2021, é o que apontam análises da ABI Research, empresa norte-americana que atua em inteligência de mercado. Em grande parte, esse sucesso se deve aos smartphones que trazem sensores de impressão digital integrados no equipamento. Daqui a quatro anos, espera-se haver dois bilhões de aparelhos com esse tipo de tecnologia. De acordo com o analista de pesquisas Dimitrios Pavlakis, os consumidores acreditam cada vez mais na biometria como forma de aumentar a segurança, conveniência e personalização em múltiplas camadas.

Por enquanto, América do Norte e Ásia-Pacífico são as regiões que mais se destacam no mercado de biometria. Por conta das atuais tensões e urgente necessidade de aumento de segurança, também a Europa deverá adotar a autenticação biométrica em diversos segmentos. Entretanto, a consultoria prevê uma rápida expansão na América Latina e no Oriente Médio. Na opinião de Juan Carlos Tejedor, diretor comercial da HID Biometrics para a América Latina, o Brasil está bem à frente dos demais países da América Latina em termos de implementação da biometria no setor financeiro, especificamente nos caixas eletrônicos. México, Argentina e Colômbia também já estão avançando na implantação dessa tecnologia em seus postos de atendimento bancário.

“O mercado de caixas eletrônicos no Brasil é o terceiro maior do mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos e do Japão. Trata-se de um importante exemplo para os demais países do continente. Hoje, mais da metade dos terminais bancários brasileiros contam com sensores de leitura biométrica, mas ainda há muito que expandir, na medida em que os brasileiros estão se familiarizando cada vez mais com os sensores biométricos em muitos outros setores também. Eles são, inclusive, o primeiro povo da América Latina a fazer o cadastramento biométrico nos cartórios eleitorais – o que demonstra seu pioneirismo e abertura para adotar essa importante ferramenta de gerenciamento de acesso e identidade”, analisa Tejedor.

O executivo da HID afirma que a tecnologia biométrica multiespectral está se desenvolvendo em outras áreas do setor bancário. “Temos sido consultados por bancos que querem proteger seus próprios computadores, a fim de garantir que somente funcionários autorizados estejam acessando as contas bancárias dos clientes, como caixas e gerentes. O objetivo do setor bancário brasileiro é prover total segurança e rastreabilidade – e isso pode ser plenamente alcançado com a tecnologia biométrica. Em determinados casos, quando é necessário um segundo fator, a melhor combinação com a autenticação da impressão digital inclui telefone celular, cartão ou qualquer outro dispositivo pessoal. É importante lembrar que a essência da autenticação multifatorial é reunir algo que prove quem você é (biometria) com algo que você tem (cartão, smartphone etc.) ou algo que você sabe (senhas, pins etc.)”.

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Magazine Luiza lança supermercado na internet

A varejista Magazine Luiza entrou em mais um ramo de atuação. A partir do mês de outubro, o e-commerce da companhia passa a competir também no segmento de mercado – com produtos para cuidados com o cabelo, higiene pessoal, cuidados do corpo, cuidados com a roupa, limpeza da casa, cuidados do bebê e ainda itens como cápsulas de café, fórmulas infantis, achocolatados etc.

A atuação na nova área será toda feita pela Magalu, com estoque e distribuição própria. “Esse é um segmento que vemos muitas oportunidades”, afirma Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Nossa logística é reconhecidamente umas das melhores do Brasil e agilidade na entrega é diferencial para este segmento.”

A Magalu aposta nos baixos preços para compras de mais itens. Quão mais unidades o cliente comprar, maior será o desconto nos produtos. “Esse é um segmento ainda pouco explorado no comércio eletrônico e vamos subir a barra do serviço para a categoria”, diz Galanternick.

Outro diferencial do segmento Mercado dentro do Magazine Luiza será a opção de retirar o produto em uma das lojas da rede – que tem 814 pontos distribuídos pelo Brasil. Com essa opção, a entrega é feita em até dois dias úteis com frete grátis.

O e-commerce é central na estratégia do Magazine Luiza. Hoje, o site da companhia já responde por 30% do faturamento – operando sempre com lucros trimestrais. Recentemente, o Magazine Luiza inaugurou seu marketplace, que fez o número de produtos ofertados no site subir de 80 mil para 550 mil itens.

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CGI.br discorda de trecho da reforma política que permite remoção extrajudicial de conteúdo on-line

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), após tomar conhecimento, em 05 de outubro de 2017, da aprovação, na Câmara e no Senado, do Projeto de Lei da Câmara n° 110, de 2017, que modifica a Lei 9.504/1997 (Lei Eleitoral) no artigo 57-B, incluindo o parágrafo pelo qual:

“A denúncia de discurso de ódio, disseminação de informações falsas ou ofensa em desfavor de partido ou candidato, feita pelo usuário de aplicativo ou rede social na internet, por meio do canal disponibilizado para esse fim no próprio provedor, implicará suspensão, em no máximo vinte e quatro horas, da publicação denunciada até que o provedor certifique-se da identificação pessoal do usuário que a publicou, sem fornecimento de qualquer dado do denunciado ao denunciante, salvo por ordem judicial”[1],

vem a público:

1. Reiterar, no que couber, os posicionamentos expressados na “Nota de esclarecimento em razão do Relatório da CPI -Crimes Cibernéticos” e na “Nota Pública em que expressa discordância sobre o Projeto de Lei que propõe criação de Cadastro Nacional de Acesso à Internet'”, divulgadas, respectivamente, em 05 de abril e 18 de outubro de 2016;

2. Destacar, novamente, a importância – para a Internet no Brasil – da garantia dos princípios que compõem o Decálogo do CGI.br, notadamente os princípios da liberdade de expressão, da privacidade dos cidadãos e da preservação da funcionalidade, segurança e estabilidade da rede, em plena consonância com o já estabelecido na Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet);

3. Esclarecer que o Marco Civil da Internet, em seu art. 19, assegura a qualquer interessado a possibilidade de exigir judicialmente a remoção de conteú dos online de qualquer natureza, inclusive de conteú dos ofensivos, falsos, ou de ó dio, estabelecendo expressamente que a remoção forçada desses conteú dos deve sempre ocorrer pela via judicial; salvo nas duas únicas exceções previstas na legislação, a saber: imagens contendo cenas pornográficas ou de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes (Lei 11829/08) ou imagens próprias de nudez vazadas sem o consentimento da vítima (art. 21 do Marco Civil), sendo certo, também, que a Justiça Eleitoral possui mecanismos muito céleres para o pronto atendimento de pedidos que dizem respeito a violações às leis eleitorais, devendo sua competência institucional ser respeitada e prestigiada.

4. Pelos motivos acima expostos, o CGI.br recomenda que seja vetada a inclusão do pará grafo 6o no artigo 57-B da Lei Eleitoral, tendo em vista que essas alterações criam enorme insegurança jurí dica, dificultam a tutela de direitos e garantias fundamentais e comprometem o desenvolvimento da Internet no país.


[1] Versão enviada ao Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil (Ofício SF n.º 1.054, de 05/10/17), submetendo o PLC 110/2017 à Sanção Presidencial: http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=7222764&disposition=inline. Acessada em 06/10/2017, às 9h14min

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Hong Kong Fintech Week 2017 lança programa de parceria com a NexChange

“Como um centro de fintech em expansão no cenário mundial, Hong Kong é especialmente adequada para reunir os maiores participantes da Ásia e do Ocidente”, disse Juwan Lee, CEO e fundador da NexChange. A NexChange é parceira do programa de 23 a 24 de outubro da Hong Kong Fintech Week, patrocinada pela InvestHK. “Exímios palestrantes de todo o mundo irão abordar temas difíceis e mostrar as melhores práticas para a nova economia fintech”.

Em seu segundo ano, esse evento receberá os melhores empresários, financiadores e autoridades reguladoras do mundo durante uma semana. Entre os principais tópicos que serão abordados nos dois primeiros dias estão:

– Blockchain, incluindo a propagação da criptomoeda e das Ofertas Iniciais de Moedas
– Insurtech
– WealthTech
– Cibersegurança
– Fintech na China

Entre os palestrantes que se apresentarão estão:

– Comissário Bart Chilton, ex-comissário da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) dos EUA
– Soul Htite, CEO, Dianrong, uma importante financiadora P2P da China
– Henri Arslanian, líder da PwC FinTech & RegTech para articulações com a China Continental/HK e EUA
– Andy Hsu, líder de soluções para clientes, finanças e viagens para o Facebook da Grande China
– Angel Ng, gerente de negócios no país, Citibank HK
– Caroline Ada, gerente no país, Hong Kong e Macau, Visa
– Jacyln Jhin, diretora administrativa, chefe do setor jurídico e de conformidade, CITIC CLSA
– Neal Costigan, CEO, BehavioSec

Para obter mais informações, acesse www.nexchange.hk para ver a agenda completa, lista de palestrantes e inscrições para participantes e mídia.

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Samsung apresenta Galaxy Note8 no Brasil

A Samsung apresenta no Brasil o Galaxy Note8, o melhor smartphone multitarefa para quem busca um aparelho que auxilie na conciliação das atividades pessoais e profissionais. Com Display Infinito maior e mais ergonômico, uma S Pen aperfeiçoada para proporcionar novas maneiras de se comunicar e sua poderosa câmera dupla, o lançamento introduz recursos mais arrojados, pensados e desenvolvidos para quem deseja fazer a diferença.

O Galaxy Note8 conta com a maior tela de todos os dispositivos da série, mas seu corpo fino o torna confortável de segurar com uma só mão. O Display Infinito de 6,3 polegadas Quad HD + Super AMOLED possibilita acessar mais conteúdo rolando menos a tela, além de aumentar as possibilidades de criação com a S Pen, oferecendo espaço amplo para assistir, ler ou desenhar.

Junto com a função Multi Janelas, que já auxilia os usuários a aproveitarem mais de seu smartphone, o Galaxy Note8 conta também com um novo recurso de pareamento de aplicações, que permite ao usuário criar um par personalizado de aplicativos¹ no Painel Edge e abrir dois aplicativos simultaneamente com facilidade. Com isso, ele pode assistir a um vídeo enquanto envia mensagens a seus amigos ou faz uma teleconferência com o número e a agenda na sua frente.

“Com o Galaxy Note8, a Samsung oferece aos usuários a possibilidade de fazer coisas incríveis e inimagináveis. A empresa estabelece um novo padrão de utilização dos smartphones, melhorando a maneira como seus consumidores se expressam e compartilham seus momentos”, afirma Chang Hoon Yoon, presidente da Samsung Brasil.

Novas maneiras de expressar a criatividade

Desde a sua criação, a S Pen tem sido um dos recursos mais notáveis da linha Note. A versão atual da caneta permite formas únicas de escrever, desenhar e interagir com o smartphone. Com uma ponta mais fina, de 0,7 mm, e melhor sensibilidade à pressão, a nova S Pen incorpora recursos que possibilitam aos usuários interagirem de maneira que nenhum outro smartphone permitiu antes.

Com a S Pen, a comunicação vai além do texto. Por meio da função Mensagens Animadas o usuário pode revelar sua personalidade e “dar vida” às suas mensagens, criando e compartilhando textos animados e emojis, ou até mesmo adicionando efeitos divertidos às fotos para compartilhamentos nas plataformas que suportam GIFs animados, criando conexões vivas, que deixam as mensagens mais interessantes.

Outra vantagem dessa nova versão é a função Escrita com a Tela Apagada, que permite escrever até cem páginas de anotações, bem como fixar e fazer edições nas notas diretamente no Always On Display, possibilitando aos usuários terem acesso rápido e fácil às suas anotações, sem precisar destravar o smartphone.

Para viagens ao exterior ou quando o usuário se deparar com um site em uma língua estrangeira, o aprimorado recurso tradutor da S Pen permite que ele passe a caneta sobre o texto e traduza rapidamente não apenas palavras individuais, mas frases inteiras, em até 71 idiomas. Além disso, é possível tirar fotos de uma fachada ou cardápio, por exemplo, e traduzir automaticamente e ainda converter unidades e moedas estrangeiras de forma instantânea.

Imagens cinematográficas em qualquer ambiente

Reconhecida por oferecer os smartphones com as melhores câmeras, a Samsung estabeleceu um novo padrão de qualidade de imagem com a câmera dupla de 12MP com estabilizador de imagem ótica (OIS) em ambas as lentes – de grande angular e telefoto. Seja qual for a situação, os estabilizadores permitem capturar imagens mais nítidas.

Para uma fotografia ainda mais avançada, o recurso Foco Dinâmico do Galaxy Note8 possibilita que o usuário controle a profundidade de campo e ajuste o efeito bokeh (primeiro plano focado e fundo das imagens fora de foco) no modo de visualização antes mesmo de fazer a foto. Já no modo de captura dupla, as duas câmeras traseiras registram e salvam duas imagens simultaneamente, uma de close com a lente de telefoto e uma com a grande angular, que mostra todo o plano de fundo.

A lente de grande angular conta com um sensor Dual Pixel com Auto Foco rápido, que possibilita capturar imagens mais claras mesmo em ambientes pouco iluminados. O Galaxy Note8 também está equipado com uma câmera frontal de 8MP com foco automático, para selfies nítidas e conversas de vídeo com a mais alta qualidade de imagem.

Alta performance e recursos avançados

Além de novas funcionalidades que transportam o Galaxy Note8 a um novo patamar, o smartphone conta uma gama de funções que tornam a experiência ainda mais única. Com 6GB de RAM e processador de 10nm, o aparelho possui versões de 64GB e 128GB de memória, expansível com mais 256GB². Dessa forma, o usuário tem a opção de escolher a capacidade necessária para navegar, transmitir, jogar e realizar várias tarefas ao mesmo tempo.

A resistência à água e à poeira (IP68)³ pode ser encontrada tanto no dispositivo quanto na S Pen. Dessa forma, o usuário pode levar seu Note8 a qualquer lugar, podendo escrever mesmo quando o display estiver molhado.

Já o Carregamento Sem Fio Rápido faz com que o usuário possa obter uma carga rápida e conveniente.

Para desbloqueio do aparelho, o usuário pode escolher diferentes opções de autenticação, incluindo a leitura de íris, impressões digitais e reconhecimento facial. No que diz respeito à proteção dos dados, o Samsung Knox fornece segurança nas camadas de hardware e software, além de manter informações pessoais e profissionais do usuário separados com a Pasta Segura.

Experiências Móveis Inovadoras

Para quem precisa expandir a experiência móvel integralmente para a área de trabalho, esteja em viagem, no escritório ou em casa, o Samsung DeX é o aliado ideal do Galaxy Note8.
O acessório permite uma experiência de desktop a partir do smartphone, tornando o dia a dia ainda mais produtivo. O usuário pode optar por manter seus arquivos no dispositivo, realizar trabalhos enquanto se desloca, e usar o Samsung DeX quando precisar de uma tela ainda maior. O Galaxy Note8 também conta com Bixby4, software de inteligência artificial da Samsung integrado ao smartphone, que além de dinâmica, aprende com os hábitos do usuário, auxiliando em tarefas diárias como tirar e compartilhar fotos, encontrar locais de interesse, traduzir textos, sugerir ações, ligações e lembretes.

Preço e disponibilidade

A pré-venda do Galaxy Note8 começa no dia de 06 de outubro e vai até o dia 20 de outubro. Exclusivamente nesse período, os consumidores poderão adquirir a versão de 128GB e ganhar um Samsung DeX e um Carregador sem fio. Os novos smartphones chegam às lojas de todo o Brasil a partir do dia 21 de outubro, na cor preta. Fabricado localmente, o Galaxy Note8 chega em duas versões, de 64GB com preço sugerido de R$ 4.399,00 e 128GB por R$ 4.799,00.

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Empreendi na Rede anuncia parceria com Votorantim Cimentos

Consolidada no mercado como uma empresa de educação empreendedora e desenvolvimento de negócios, focada na criação de projetos e empreendimentos inovadores, a Empreendi na Rede anuncia a parceria com a Votorantim Cimentos, líder nacional de materiais de construção para obras de todos os tipos e tamanhos, para auxiliar o Desafio The Digital Cement Open Innovation.

O programa, desenvolvido pela empresa, com o apoio da 100 Open Startups, busca projetos na área da construção com foco na indústria 4.0 e tem importante papel no desenvolvimento e prototipagem de soluções que contribuirão para inovação do processo produtivo da Votorantim Cimentos. Ao todo, foram escolhidas sete startups para participar do desafio, com duração até meados de dezembro.

Segundo Dante Lopes, CEO da Empreendi na Rede, a parceria é um marco para a história da empresa. “O projeto é de extrema importância para nós, já que marca o nosso espaço dentro do ecossistema de inovação brasileiro. A Empreendi na Rede fará toda a gestão do programa, ajudando no desenvolvimento de protótipos que auxiliarão na resolução de questões dentro da Votorantim Cimentos, como otimização de processos e inovação”, explica.

Com uma metodologia própria, concebida com o apoio da Fundação Dom Cabral, escola brasileira de negócios focada no desenvolvimento e capacitação de executivos, empresários e gestores públicos, a Empreendi na Rede tem como foco o aumento de resultados e performance dentro da Votorantim, oferecendo soluções personalizadas baseadas nas necessidades do cliente.

“Estamos atuando dentro da Votorantim Cimentos com uma vertente que é tendência no mercado, que é o Corporate Venture, uma prática que consiste no investimento sistemático em startups”, finaliza Dante.

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Dubai Future Accelerators lança terceira edição

Quarenta e seis empresas de todo o mundo, nove delas dos EAU, participarão da terceira edição do programa Dubai Future Accelerators (DFA). O número de empresas participantes quase dobrou desde o início do DFA, em setembro do ano passado.

O DFA, um programa de acelerador especial patrocinado pelo governo é uma iniciativa da Dubai Future Foundation e recebeu mais de 1.000 inscrições para esta edição. Os inscritos apresentaram uma grande variedade de ideias inovadoras que buscam definir o futuro dos principais setores, encontrar soluções eficazes para os desafios enfrentados para o futuro do planeta, transformando-as em oportunidades para um desenvolvimento sustentável e, em última instância, criando uma vida melhor para as gerações futuras. A Emirates Airline uniu-se ao programa para ajudar a identificar os desafios mais urgentes enfrentados pelo setor de aviação e para desenvolver soluções que transformem esses desafios em oportunidades que apoiem a sustentabilidade do setor em longo prazo.

Khalfan Belhoul, CEO do Dubai Future Accelerators, disse: “O programa é a plataforma ideal para prever e planejar o futuro, pois reúne as mentes mais brilhantes e as empresas mais inovadoras do mundo para enfrentar, junto com entidades do governo nos EAU, os desafios nos principais setores, utilizando tecnologias de ponta. Estamos orgulhosos em ver empresas locais entre os participantes; isso reforça o imenso avanço que o setor de tecnologia local obteve e o coloca no mesmo nível dos principais concorrentes em âmbito mundial.”

O DFA recebeu muitas inscrições dos EAU e aceitou nove empresas para o programa, transformando os EAU no segundo maior grupo de candidatos entre todas as empresas participantes e dobrando a porcentagem de empresas dos EAU da edição anterior. Os EUA ficaram em primeiro lugar com 10 empresas, o Reino Unido empatou com os EAU com nove participantes, seguido pela Áustria com quatro empresas, Canadá, com três, duas empresas da Nova Zelândia, duas de Cingapura e uma empresa da China, Alemanha, Hungria, Líbano, África do Sul, Espanha, Coreia do Sul e Holanda.

O programa “Humanitarian Accelerators” do DFA assinou um acordo com a Dubai Cares e trabalhará com três empresas: duas dos EAU e uma dos EUA. O programa é a primeira iniciativa desse tipo no mundo árabe a conectar start-ups e empresas estabelecidas com o setor humanitário para enfrentar desafios sociais, culturais e ambientais na região árabe.

A primeira e a segunda edições do programa Accelerators recebeu mais de 4.000 inscrições de projetos para solucionar desafios estratégicos nos principais setores. Na primeira fase do programa, foram assinados 19 Memorandos de Entendimento e com o aumento de 27% no segundo ciclo, foram assinados 28 MoUs.

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Estudo aponta principais tendências das marcas na relação com clientes

As companhias que atuam nos setores de convergência, serviços digitais, fidelidade, aviação, varejo on-line, bancos e serviços financeiros são as pioneiras em levar novas experiências e incrementos para o consumidor final, segundo consta a atual edição do estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente”, da consultoria nacional DOM Strategy Partners.

“Os setores se mantem em destaque no ranking das empresas mais inovadoras desde a primeira edição do estudo porque sabem tratar o cliente de forma estratégica e não tem medo de inovar mesmo diante da grande concorrência e do cenário econômico adverso, instaurado há três anos no País”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM e porta-voz do estudo.

Mas no que e para que essas companhias olham atualmente para manter em dia o diálogo com o cliente final em tempos de uma sociedade cada vez mais millennial e digital? Pensando em sanar tais dúvidas, a DOM Strategy Partners elencou as três principais estratégias de inovação que estão sendo ou serão colocadas em práticas por empresas como Claro, Netflix, Itaú Unibanco, Multiplus Avianca, dentre outras. A lista foi extraída da interação realizada pela consultoria com líderes e executivos de 414 empresas com negócios no Brasil.

Convergência (telefonia celular, tv a cabo e internet)

Utilização de dados e inteligência como forma de conhecer as necessidades e anseios do cliente

Otimização de canais alternativos de autosserviço

Serviços remotos focados em mobilidade

Serviços digitais

Reconhecimento do cliente como importante ferramenta para o conhecimento e entretenimento

Usabilidade e agilidades nos serviços prestados

Ofertas segmentadas e personalizadas

è Bancos e Serviços financeiros

Transações multicanais

Suporte personalizado

Consistência de serviços baseado na confiabilidade do cliente

Fidelidade

Reconhecimento do cliente

Materialização da proposto de valor do negócio

Atuação em rede, via canais de parceiros

Aviação

Reconhecimento do cliente

Serviços remotos focados em mobilidade

Transações multicanais

Varejo on-line

Reconhecimento do usuário e do cliente

Transações multicanais

Promoções e marketing digital

Abaixo, o ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil

Empresa Segmento Nota
Apple

Serviços Digitais

9,21
Nespresso

Varejo – Redes Alimentícias / Fast-food

9,19
Netflix

Serviços Digitais

9,16
O Boticário

Varejo – Higiene e Cosméticos

9,14
Itaú Unibanco

Bancos e Serviços Financeiros

9,13
Starbucks

Varejo – Redes Alimentícias / Fast-food

9,11
Google

Serviços Digitais

9,09
Chilli Beans

Varejo – Óticas, Joias e Adereços

9,09
Magazine Luiza

Varejo – Eletro

9,09
Mercado Livre

Varejo On-line

9,09
Uber

Serviços Digitais

9,08
XP Investimentos

Bancos e Serviços Financeiros

9,07
Hospital Israelita Albert Einsten

Saúde

9,07
Santander

Bancos e Serviços Financeiros

9,06
Bradesco

Bancos e Serviços Financeiros

9,06
Youse

Seguros

9,06
Porto Seguro

Seguros

9,05
99

Serviços Digitais

9,05
Reserva

Varejo – Vestuário e Moda

9,04
Caixa

Bancos e Serviços Financeiros

9,04
Ipiranga

Distribuição

9,04
Banco do Brasil

Bancos e Serviços Financeiros

9,04
Claro

Convergência

9,03
Multiplus

Fidelidade

9,03
Whirlpool

Bens de Consumo Duráveis

9,03
Riachuelo

Varejo – Vestuário e Moda

9,03
Open English

Varejo – Educação

9,02
Smart Fit

Varejo – Turismo & Serviços

9,02
The Beauty Box

Varejo – Higiene e Cosméticos

9,02
Ultrafarma

Varejo – Farmácias

9,01
Nubank

Bancos e Serviços Financeiros

9,01
Carmen Steffens

Varejo – Vestuário e Moda

9,01
Wine.com.br

Varejo – Varejo On-line

9,00
Coca-Cola

Bens de Consumo não duráveis

9,00
Dr. Consulta Saúde 8,99
Natura

Varejo – Higiene e Cosméticos

8,98
Schutz

Varejo – Vestuário e Moda

8,98
RaiaDrogasil Varejo – Farmácias 8,96
Nestlé

Bens de Consumo Não Duráveis

8,92
P&G

Bens de Consumo Não Duráveis

8,90
Facebook

Serviços Digitais

8,84
Academia Bio Ritmo

Varejo – Turismo & Serviços

8,83
Trivago

Varejo – Turismo & Serviços

8,79
Estante Virtual

Varejo – Varejo On-line

8,79
Avianca

Aviação

8,78
Banco Original

Bancos e Serviços Financeiros

8,77
Beauty’in

Bens de Consumo Não Duráveis

8,71
Netshoes

Varejo – Varejo On-line

8,66
Vaniday

Varejo – Varejo On-line

8,62
CVC

Varejo – Turismo & Serviços

8,61

 

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Diebold Nixdorf Ranks No. 1 In Global ATM Market

Diebold Nixdorf (NYSE: DBD), a world leader in driving connected commerce, has been named the largest manufacturer in the global automated teller machine (ATM) market, according to RBR’s “Global ATM Market and Forecasts to 2022.” With a 32 percent share of the global market, Diebold Nixdorf is the only manufacturer to have more than 1 million of its ATMs installed worldwide, according to the research.

RBR is a strategic research and consulting firm widely recognized as the leading provider of strategic research and consulting services in the areas of banking and retail automation, cards and payments. “Global ATM Market and Forecasts to 2022” is a comprehensive analysis of the development and future of the global ATM and cash dispenser market and covers 180 countries in the Americas, Asia-Pacific, Central and Eastern Europe, the Middle East and Africa and Western Europe.

This ranking comes on the heels of RBR’s recent finding of Diebold Nixdorf as the global leader in ATM application software with nearly 30 percent market share, via the combined installations of its previously independent companies through 2015.

“Our ranking as the largest global ATM manufacturer by RBR is a great example of our company’s scale and proximity to customers – proving that we are wherever they are,” said Andy W. Mattes, president and chief executive officer, Diebold Nixdorf. “This position also gives us the largest foundation in the industry for selling software and services into our installed base, reinforcing us as the leader in services-led, software-enabled transactions driven by innovative hardware for consumers around the world. Our teams will continue developing connected commerce solutions that transform the industries we serve and improve our customers’ business.”

Globally, the number of ATMs grew by 3% to 3.3 million in 2016 and is expected to grow to more than 3.7 million by the end of 2022, according to the report. In addition, RBR’s forecast shows 2.2% annual growth in ATM shipments through the year 2022, with 80 percent of shipments expected to be replacements.

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Consumidores brasileiros preferem chatbots mulheres e engraçadas

Em uma nova pesquisa, mais de 500 consumidores de serviços de mídia e comunicação no Brasil opinaram, de forma crítica, sobre o uso de Inteligência Artificial (AI) para o comércio e atendimento ao cliente e disseram como preferem que os softwares de robôs e chatbots os atendam. Como parte do estudo, uma consulta com executivos de alto nível e outros tomadores de decisões sobre gastos com AI, em algumas das maiores provedoras de mídia e comunicação no Caribe e América Latina (CALA), também relevou como os planos para uma ascensão dos robôs nas interações diretas com os consumidores podem ser dificultados por escolhas erradas de investimento e falta de talento humano. Esses resultados são parte do estudo patrocinado pela Amdocs e conduzido pela Consultoria Forrester nas Américas, Europa e Ásia.

Ame sua velocidade e conveniência, mas não nos force a interagir com robôs até que eles sejam mais humanos e inteligentes, dizem os brasileiros

38% dos consumidores interagem com agentes virtuais pelo menos uma vez por semana por ser mais conveniente (42%) e rápido (37%), mas 52% o faz por não ter outra escolha. Se lhes for oferecida uma opção, 82% prefere falar com um humano, pois eles atendem melhor as suas necessidades (67%) e são capazes de conciliar múltiplas perguntas ao mesmo tempo (50%). Os consumidores dizem que os Bots não conseguem lidar com pedidos complexos (seu maior problema), prover ofertas personalizadas como os humanos (segundo maior problema), nem entender as emoções humanas (terceiro maior problema).

Os consumidores também possuem opiniões contundentes sobre como querem que os Bots se pareçam ou se comportem. 51% prefere que seu Bot tenha a aparência humana, enquanto 24% prefere que sejam avatares. Mesmo que mais da metade dos consumidores (55%) não se importem com essa diferença, 31% prefere que sejam mulheres do que homens (14%). Ser educado (1), atencioso (2) e inteligente (3) são, de longe, os traços de personalidade preferidos, seguidos de engraçado (4). Porém, soar como um estrangeiro ou ser uma autoridade no assunto estão posicionados bem abaixo na lista, com apenas 9% e 5% dos consumidores afirmando que apreciam essas qualidades.

Os investimentos dos provedores de serviços não estão focados no que incomoda os consumidores

Os provedores de serviços da região não estão investindo nas áreas corretas quando se trata de AI. Mais da metade (56%) prioriza investimentos em AI com o objetivo de aumentar a segurança e a privacidade da informação. O que os consumidores ranqueiam como as principais áreas para melhorias, como a capacidade dos Bots fornecerem informações mais abrangentes, são menos priorizadas pelos provedores de serviços, com apenas um terço priorizando esse aspecto. 43% dos provedores de serviços também estão criando avatares para seus Bots enquanto os clientes preferem imagens semelhantes aos humanos. Eles também estão investindo em características que os consumidores não acham desejáveis, com um quinto construindo seus Bots para soarem como estrangeiros e quase um quinto (18%) para que pareçam autoridades no assunto. O mais impressionante é como os provedores de serviços da América Latina parecem menos inclinados a fazer mudanças em seus Bots para serem mais educados ou atenciosos – apenas 28% e 15%, respectivamente, dizem que estão fazendo isso, enquanto que, para os clientes, esses são os atributos mais importantes (1º e 2º colocados). O fato de um terço dos consumidores brasileiros enfrentarem problemas com os Bots atualmente em serviço e não reclamarem significa que a indústria está trabalhando no escuro.

Inabilidade para crescer, e não cortar, a força de trabalho humana é o maior risco para as estratégias de AI

A maioria dos tomadores de decisões da América Latina (72%) temem estar ficando para trás em relação aos seus competidores no uso de AI para melhorar a experiência do consumidor. Para acompanha-los, 44% planeja aumentar suas verbas de AI em pelo menos seis por cento nos próximos 12 meses, e 83% planeja expandir sua forca de trabalho de AI. Mas talvez essa expansão não seja suficiente. 44% dos tomadores de decisões enxergam a falta de recursos humanos como o principal risco para implementarem suas estratégias de AI, muito mais do que a explicação de que a tecnologia não está madura o suficiente (11%). Muitos (39%) estão procurando por apoio externo. É interessante que nenhum deles procure por ajuda de provedores de solução AI nativos.

“Os consumidores brasileiros possuem uma boa percepção sobre como os Bots podem atendê-los, talvez até mais desenvolvida do que a indústria. O seu nível de frustração com os Bots atuais é alto; um terço deles ainda disse que buscarão outro fornecedor se esse serviço precário continuar, ” disse Gary Miles, diretor geral da Amdocs. “A boa notícia é que os consumidores realmente acreditam que a indústria de mídia e comunicação pode fazer a AI funcionar, e bem à frente de outros ramos, incluindo o sistema de saúde e varejo. Então a AI pode ser uma vantagem para provedores de serviços desde que eles sincronizem suas prioridades de investimentos com o que os consumidores realmente querem. ”

“O estudo mostra, contudo, que muitos provedores de serviços da região estão procurando por apoio exterior para alcançar esse objetivo” continua Miles. “A maioria está acionando seus fornecedores tradicionais e não os provedores de soluções AI nativos, provavelmente para assegurar que a AI não se torne outro silo tecnológico difícil de medir e gerenciar. Nossa nova solução Smartbot, que a Microsoft anunciou recentemente, é um exemplo de como a Amdocs tem melhorado seu portfolio com habilidades únicas e soluções que ajudam os nossos clientes a aumentarem sua confiança e capacidades nessa área. Fornecemos aos provedores de serviços recursos de AI específicos de telecom para soluções altamente personalizadas e interações emocionalmente conscientes dos Bots, que são o que os consumidores claramente sentem falta nos Bots atuais”.

A pesquisa consultou consumidores e tomadores de decisões de provedores de serviços em 12 países entre as Américas, Europa e Ásia, oferecendo uma riqueza de mercados, gêneros, idades e funções como fonte de informação.

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Cinco maneiras criativas de descobrir se você teve uma boa ideia

Você estava em seus afazeres diários quando de repente teve uma boa ideia.

Essa é aquela que você acredita que vai mudar tudo, que irá te deixar milionário.

Investidores vão fazer fila para colocar o dinheiro deles em sua ideia, você vai comprar uma casa numa ilha paradisíaca e sair na capa da Forbes, tudo graças a essa sua maravilhosa ideia.

Mas como você sabe que é uma boa ideia?

“Sexto sentido”, “algo está me dizendo que sim”, “tenho certeza”, podem não ser respostas boas o suficiente para tornar isso uma verdade.

A Harvard Business Review – uma revista de negócios mantida pela Escola de Negócios de Harvard – fez uma pesquisa com proprietários de pequenas empresas e startups.

Através da pesquisa, ela encontrou cinco maneiras que essas pessoas classificaram como a melhor forma de descobrir se sua ideia de um novo negócio é realmente boa, ou não passa de uma “pira errada”.

1 – Pergunte para colegas, mentores ou conselheiros

Você, provavelmente, tem, em seu círculo social, alguém em quem você confia que tenha um bom julgamento, seja essa pessoa um colega de trabalho ou alguém que você vê como um mentor.

Procure essa pessoa e peça pelo seu feedback honesto.

Você pode, inclusive, procurar agências, como o Sebrae, que possuem serviço de consultoria por um preço bastante acessível, com ótimos profissionais.

2 – Amigos e família

É sempre bom consultar profissionais, mas não esqueça da opinião de seus amigos e família.

Dependendo da ideia, seu grupo de amigos pode atuar como beta testers, sendo uma forma bastante barata de se fazer uma prova de conceito.

Mesmo que seus amigos e família possam não entender muito do mundo corporativo, são pessoas que se importam com você. Portanto, você deveria levar a opinião (e o feedback) deles em conta.

3 – Faça uma pesquisa de mercado através do crowdsource

Crowdsource são pessoas que se unem para resolver problemas em conjunto, criar novos produtos, testarem sites, criarem conteúdo, encontrarem soluções e muito mais.

Apesar do nome difícil, é algo que existe há muito tempo (cooperativas são um exemplo de crowdsource).

Sites gratuitos de anúncios – Craigslist, Mercado Livre, Toda Oferta, etc., podem ser utilizados para reunir pessoas interessadas em testar gratuitamente um produto.

Vai abrir uma sorveteria que vende sorvetes artesanais? Ofereça amostras e peça o feedback das pessoas!

Você terá custos, com certeza, mas os custos serão bem menores do que investir numa ideia através do puro “achismo” e quebrar depois.

4 – Grassroots, ou “raiz de grama”

Você pega um tufo de grama, planta em um solo adequado, com nutrientes e incidência de luz solar, rega esse tufo, e, em questão de semanas, essa grama espalhou-se por uma área muito maior.

No mundo dos negócios, isso também funciona.

Bata de porta em porta em sua comunidade, peça para pessoas (se for uma ideia B2C) ou para empresas (se for uma ideia B2B), qual a opinião delas sobre sua ideia, de preferência dando a elas insumos para que sua ideia seja testada.

Vai abrir um restaurante?

Que tal fazer uma pesquisa boca a boca na área de atuação de seu restaurante, perguntando o que as pessoas prezam quando vão a um restaurante, o que elas gostariam de ver de diferente?

5 – Seja seu próprio rato de laboratório

Algumas ideias pedem por um voluntário para usar o produto ou testar o serviço.

E quem melhor do que você mesmo para ver se sua ideia funciona?

Claro que esse método não vai funcionar para tudo.

Mas, se você puder começar pequeno e testar por conta própria sua ideia, você vai economizar tempo e dinheiro que gastaria envolvendo grupos de terceiros nessa tarefa.

Uma das entrevistadas para a revista Harvard Business Review sobre novos negócios foi Annalisa Berns, que trabalha como investigadora particular de pets perdidos.

Na entrevista ela contou que muitos achavam absurda a ideia, mas que, atuando por conta em casos de animais perdidos e percebendo que tinha condições de fazer um bom trabalho (e principalmente que o mercado tinha espaço para esse tipo de atividade), decidiu investir e hoje tem um negócio de sucesso.

Da mesma forma que Annalisa, se você tem condições de testar sua ideia por conta – por mais insana que essa ideia possa parecer – faça já!

Essas são cinco maneiras de testar uma nova ideia, utilizadas por empreendedores de sucesso do mundo todo.

Por que não tentar com a sua ideia? Talvez, dessa forma, aquela casa isolada em uma ilha paradisíaca pode chegar mais rápido do que você imagina!

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga.

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São Paulo Negócios e IBM impulsionam startups para desenvolver soluções de saúde

A Prefeitura de São Paulo e a IBM anunciaram hoje um acordo que visa desenvolver soluções tecnológicas inovadoras para o setor de saúde na cidade de São Paulo nos próximos 3 anos. O programa “100% saúde”, assim nomeado no ano do centenário da empresa no Brasil, poderá apoiar até 300 startups selecionadas para resolver problemas atuais do sistema de saúde da cidade, com consequente melhora no atendimento à população.

“Nosso objetivo é apoiar projetos que nos ajudem a alavancar o setor de saúde no município, o que pode dar mais agilidade ao serviço e diminuir as filas”, disse o prefeito João Doria.
Cada startup selecionada poderá receber créditos equivalentes a US$ 1000 por mês por um período de um ano para o uso de aplicações de serviço na plataforma IBM Cloud, como parte do Global Entrepreneur Program (GEP), programa global de empreendedorismo da IBM. Esse valor só será usado por empresas que se juntarem ao programa e usarem o serviço. O total de créditos fornecidos pela empresa nos próximos três anos pode representar mais de R$ 12 milhões. “A IBM celebra o seu centenário no Brasil este ano com uma história de contribuições para o progresso da nossa sociedade. Este projeto une a experiência global da empresa com nossas capacidades inovadoras locais para uma necessidade pública da cidade e seus cidadãos. Esperamos que os resultados deste programa impulsionem novas mudanças e progressos no nosso ecossistema de saúde e permaneça como um legado para a cidade de São Paulo e nossas futuras gerações”, afirmou Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil.

A parceria da empresa pode incluir o apoio de técnicos, profissionais de consultoria e licenciamento de acordo com os critérios do GEP. A SP Negócios e a empresa também poderão vir a definir em conjunto atividades para estimular o uso da tecnologia, desenvolvimento de aplicações, protótipos e ideias que possam trazer um impacto positivo na área da saúde. “Esta é uma iniciativa pioneira e inovadora que tem como objetivo encorajar o empreendedorismo e, ao mesmo tempo, melhorar o serviço à população”, diz o Secretário Municipal de Saúde, Wilson Pollara.
Os interessados em participar dessa primeira etapa devem encaminhar um e-mail para projetosaude@spnegocios.com, até o dia 31 de outubro, manifestando interesse pelo programa. Para se candidatar, as startups devem atender aos requisitos e aderir ao programa GEP, devem ser devidamente constituídas, no pleno exercício de suas atividades e ter receitas anuais que não excedam R$ 3,6 milhões.

“A importância desta parceria com a IBM é que temos a oportunidade de criar um programa piloto que possa ser replicado por outras prefeituras no Brasil”, explicou o presidente da SP Negócios, Juan Quirós. A instituição será responsável por selecionar as startups candidatas a participarem do programa. A SP Negocios é uma empresa ligada à Secretaria Municipal da Fazenda, que visa promover investimentos, negócios e exportações para a cidade de São Paulo.

Fonte: IBM Brasil

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Resource anuncia Alessandro Porro como novo CFO

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, anuncia a contratação de Alessandro Porro como novo CFO (Chief Financial Officer). Com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Finanças e Operações, o executivo chega com a responsabilidade de apoiar a expansão da companhia prevista no seu Plano Global de Crescimento que envolve o fortalecimento de sua governança, capitalização e novos investimentos para um futuro IPO.

“Elenco dois grandes motivos que me fizeram aceitar esse desafio. O primeiro deles é o momento atual vivido pela Resource, caracterizado pela aceleração do crescimento, tanto orgânico quanto inorgânico. O segundo está relacionado à excelência dos profissionais que trabalham aqui, um time altamente capacitado e comprometido com as metas de expansão da companhia”, afirma o novo CFO, que possui ampla vivência com processos de M&A (Mergers and Aquisitions) de empresas de diversos portes, melhorias de ambiente de governança e compliance, além de processos de reestruturação de capital.

Alessandro Porro é formado em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-graduação em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O executivo possui ainda MBA internacional pela Fundação Instituto de Administração (FIA), cursos de especialização pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD) e certificação pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Antes de assumir como novo CFO da Resource, Porro ocupou cargos de liderança nas empresas Atento, Capgemini, TecBan e Oracle.

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