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Cenário político ainda é tema mais preocupante para empresariado, aponta Pesquisa LIDE-FGV

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A 121ª edição da Pesquisa Clima Empresarial LIDE-FGV, realizada com CEOs, presidentes e outros líderes corporativos presentes no Almoço-Debate LIDE, realizado na segunda-feira, 17 de abril, na capital paulista, revela que o Cenário Político continua a ser o tema mais preocupante (97%) para o empresariado brasileiro, seguido por Crise Internacional (2%) e Inflação (1%). Para os líderes empresariais, o mesmo Cenário Político é o fator que mais impede o crescimento das empresas (56%) – a seguir, vêm Carga Tributária (27%), Nível de Procura (14%) e Taxa de Juros (4%). Questionados sobre qual área que o Brasil mais precisa melhorar, eles apontaram, justamente, a Política (38%) e também a Educação (36%) como as principais, seguidas por Infraestrutura (13%), Segurança (8%) e Saúde (5%).

Apresentado no final do evento, que contou com exposição de Alexandre de Moraes , ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o levantamento coordenado por Fernando Meirelles, presidente do LIDE Conteúdo e professor titular da Faculdade Getúlio Vargas (FGV-EASP), mostra que nesta edição de abril as administrações públicas obtiveram índice de eficiência gerencial de 4,1 para a esfera federal (em março era 4,9); 5,6 para estadual (no âmbito do Estado de São Paulo; ante 6,7 em março) e 8,1 para a municipal (relativa à capital paulista; em março era 8,4). Calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice é uma nota de 0 a 10, resultante de três componentes com o mesmo peso: governo, negócios e empregos.

A pesquisa também apresenta estabilidade do índice de clima empresarial: 5,2 (ante 5,3 em março e superior à média de 4,9 obtida ao longo dos Almoços-Debates realizados em 2016). O mesmo se dá quanto à situação atual dos negócios: para 18% dos empresários, houve ligeira piora (em março o índice era 19%); para 45%, vai ficar igual (frente a 46% do mês anterior); e 36% disseram que haverá melhoras, semelhante a edição do mês anterior.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE contou com o patrocínio de grandes empresas: BRAGA NASCIMENTO & ZILIO, CYRELA, GOCIL, MULTIPLAN, NELSON WILIANS ADVOGADOS, SOUZA CRUZ e WALD. Como fornecedores oficiais, a AMIL, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, EASY TAXI, ECCAPLAN, MISTRAL, MULT-ART, RUBENS DECORAÇÕES e 3 CORAÇÕES. As rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN; jornal DCI, PR NEWSWIRE e revista e TV LIDE foram mídia partners do evento.

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PageGroup: aumenta a confiança dos executivos brasileiros em promover novas contratações de funcionários

Os executivos brasileiros estão mais otimistas para fazer novas contratações de funcionários neste ano. É o que revela o Estudo de Perspectivas de Carreiras e Profissões LATAM 2017, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page Interim na região. De acordo com a pesquisa, 22% apostavam na expansão do quadro de empregados em 2016. Neste ano, 29% acreditam nessa possibilidade.

De acordo com Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para as LATAM, África e Oriente Médio, os resultados refletidos na pesquisa estão ligados à melhora do cenário econômico na região. “Os executivos estão mais confiantes com as perspectivas econômicas no Brasil e na América Latina. Com essa confiança em alta, aumentam as possibilidades de vermos novas contratações de empregados em alguns mercados e setores. Essa retomada da confiança é um ótimo indicador de que as empresas devem retomar seus investimentos e a expansão do quadro funcional é parte desse processo”, analisa.

Participaram do levantamento, realizado em dezembro do ano passado, 6.437 executivos que ocupam cargos de média e alta gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

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Peru lidera a expectativa de contratações

O Peru é o país onde mais da metade dos respondentes (51%) afirmam que pretendem contratar mais funcionários em 2017. O percentual aumentou 10 pontos em relação à pesquisa anterior (41%). A busca por mais empregados também será mais intensa na Argentina (46% X 37%), Colômbia (45% X 42%) e Chile (30% X 26%). A exceção ficou por conta do México, onde diminuiu o interesse por novas contratações – caiu de 54% em 2016 para 47% neste ano.

“O México passa por um momento de desaceleração e isto está refletido no resultado. Nos demais países o clima de otimismo é maior”, explica Patrick Hollard.

Áreas com possibilidade de contratação no Brasil

– Vendas
– Operações
– Logística
– Tecnologia da Informação
– Finanças

Áreas com possibilidade de contratação na América Latina

– Operações
– Vendas
– Tecnologia da Informação
– Marketing
– Logística

Executivos do Brasil e Colômbia lideram investimento em qualificação técnica

Outra parte do levantamento procurou entender quais são as prioridades dos trabalhadores em seu plano de carreira. Executivos de Brasil e Colômbia aparecem na liderança para investir em qualificação técnica, com 13%. Logo na sequência aparecem Peru (12%), México (9%), Argentina (6%) e Chile (5%).

Quando o assunto é trocar de emprego, quem aparece na dianteira são os argentinos, com 47% de intenções de buscar novas oportunidades no mercado e no mesmo setor (23%) e buscar oportunidades em um setor diferente (24%). Em seguida aparecem os mexicanos, com 39% de intenção de mudança, e os colombianos, com 31%. Os brasileiros aparecem na quarta posição, com 31%, seguidos por chilenos (29%) e peruanos (26%).

A promoção na carreira é o item que desperta menos interesse para peruanos (5%) e brasileiros (6%). O interesse é maior por parte dos executivos consultados na Colômbia (7%), Chile e Argentina (8%) e México (11%).

Emprego

A crise também reflete no mercado de trabalho. Para 72% dos entrevistados pelo PageGroup, não haverá redução de postos de trabalho. Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Possibilidades de cortes nas áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças no Brasil superam a média na América Latina
A pesquisa mostra se haverá redução de equipe no primeiro semestre deste ano. Para 83% dos respondentes, não haverá.

Ao promover o recorte por área, foi possível identificar os setores mais prejudicados pelas demissões:

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No Brasil, o levantamento apontou que as áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças estão mais vulneráveis a reduções de quadro que a média verificada nos demais países da América Latina. Em Operações esse percentual chega a 75% e no setor de Contabilidade e Finanças, 43%.

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Confiança em alta
A confiança dos executivos latino-americanos em uma recolocação se mantém em alta. Do total consultado, 12% estão desempregados e, deste universo, 72% estão confiantes ou muito confiantes para conseguir uma oportunidade de trabalho nos próximos seis meses. No Brasil os resultados capturados foram semelhantes a este.

Executivos elegeram os grandes desafios para 2016

– Desenvolver estratégia para melhorar os resultados (25%)
– Ganhar mercado em um ambiente altamente competitivo (15%)
– Enfrentar problemas econômicos/ manter a produtividade (11%)
– Reter e desenvolver talentos na empresa (9%)
– Manter os colaboradores motivados/ enfrentar dificuldades (9%)

Dos profissionais consultados na pesquisa, 51% são de empresas multinacionais e 49% de companhias locais e ocupam postos de observação privilegiados. Desse total, 22% atuam em companhias com faturamento superior a US$ 1 bilhão, 15% em empresas com faturamento até US$ 1 bilhão, 24% em empresas com faturamento de até US$ 500 milhões e, por fim, 39% estão alocados em empresas com faturamento de até US$ 100 milhões. Hierarquicamente estão divididos em CEO ou diretor geral (6%), vice presidentes (7%), diretores (17%), gerentes executivos (18%), gerentes (28%) e outros cargos (24%).

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Com investimento da Bossa Nova, Pet Booking prevê expansão para todo país

Criada há menos de um ano com investimento inicial de R$ 3,5 milhões, o marketplace que conecta tutores a prestadores de serviços pets quer expandir para todo Brasil por meio de novo aporte financeiro

O Pet Booking – marketplace que conecta tutores a prestadores de serviços pets – surgiu como uma alternativa para localizar pela internet petshops e outros profissionais do setor. Para o negócio sair do papel, o fundador e CEO Robert Dannenberg e outros sócios investiram 3,5 milhões – com foco principal na tecnologia de ponta. Devido a acelerada expansão do setor pet no Brasil e com a programação de aumentar o número de cidades atendidas, o Pet Booking recebe um novo aporte financeiro vindo da Bossa Nova – empresa de investimento semente liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler -, que soma mais de 150 startups aceleradas em seu portfólio. Em 2016, a Bossa Nova realizou mais de 40 investimentos diretos em startups no Brasil e nos Estados Unidos.

Crescimento e expansão

Atualmente o Pet Booking atende as cidades de São Paulo e Curitiba, e pretende continuar expandindo para locais com grande presença de petshops como o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e demais capitais. Nos primeiros seis meses de atuação o marketplace realizou 11 mil agendamentos de serviços e cadastrou mais de 16 mil estabelecimentos em sua base. “Mesmo em meio a recessão que o país vive, o segmento de produtos e serviços para os animais de estimação não parou de crescer. O Pet Booking nasceu há menos de um ano para facilitar a vida dos tutores e ser um forte aliado dos estabelecimentos na gestão do seu negócio. Em pouco tempo crescemos bastante e contamos cada vez mais com investidores que acreditam na força desse setor”, explica Robert Dannenberg.

Ainda de acordo com Dannenberg, receber investimentos externos consolida o plano de expansão do Pet Booking e demostra a confiança no potencial desse mercado.

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Megaempresário Richard Branson virá ao Brasil para o VTEX DAY

O megaempresário britânico Richard Branson confirmou presença no VTEX DAY 2017, maior evento de varejo multicanal da América Latina, que reunirá mais de 100 palestrantes e receberá 10 mil convidados, nos dias 30 e 31 de maio, em São Paulo.

O empresário, cuja fortuna está avaliada em mais de US$ 5 bilhões, é fundador do Grupo Virgin, conglomerado com mais de 400 empresas em diversos setores, como aviação, vestuário, lazer, bem-estar, serviços financeiros e até turismo espacial. Suas empresas estão presentes em mais de 30 países, incluindo Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Canadá, Ásia, Europa e África do Sul. Conhecido por seu espírito aventureiro e realizações esportivas – já cruzou oceanos em um balão de ar quente -, Branson foi nomeado Cavaleiro pela Rainha da Inglaterra, em 1999, por sua contribuição para o empreendedorismo.

No VTEX DAY 2017, Branson falará sobre as 10 decisões mais difíceis que já teve que tomar em suas companhias. A apresentação mediada por Mariano Gomide, Co-CEO da VTEX, será no dia 30 de maio, às 19h. Na sequência, o empresário participará de uma coletiva de imprensa.

Reconhecido pelo conteúdo e pelos cases nacionais e internacionais que apresentam um panorama global do mercado, o VTEX DAY destacará temas e tecnologias como big data, chatbot, mídia programática, mobile payment, os desafios de se iniciar uma operação internacional, integração de pagamento online e offline que elevam a experiência de compra entre o varejista e o consumidor em diversos canais.

Além de Branson, estão confirmados nomes como: Zia Daniell Wigder, chefe de Conteúdo Global do Shoptalk; Chau Banks, vice-presidente executiva da New York & Company; Neil Patel, cofundador da CrazzyEgg; Lincoln Murphy, Customer Success da Driven Growth; Patricia Jebsen, presidente da Câmara Argentina de Comércio Eletrônico (CACE); Thiago Maia, diretor comercial do Grupo Netshoes e Patricia Amaro, diretora de E-commerce para América Latina da Unilever, além dos co-CEOs da VTEX, Mariano Gomide e Geraldo Thomaz.

O evento tem dezenas de patrocinadores, entre eles: B2W Marketplace, PagSeguro, B2W Services, Cielo, Elo, Mercado Livre, Mercado Pago, PayU, Synapcom e Walmart.com.

Confira a agenda completa no site: http://vtexday.vtex.com/

Palestra Richard Branson

Data: 30 de maio, às 19h
Coletiva de Imprensa: das 20h às 20h15
Credenciamento pelos e-mails: juliana@oliverpress.com.br; elaine@oliverpress.com.br; vanessa@oliverpress.com.br

VTEX DAY

Data: 30 e 31 de maio de 2017
Horário: dia 30, das 16h às 22h00; e dia 31, das 07h30 às 22h
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5
Ingressos: http://ingressosvtexday.vtex.com/

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Sebrae promove Bootcamp em BH

Estão abertas as inscrições para o curso Bootcamp – empreendedorismo em ação, que será realizado em Belo Horizonte de 24 a 26 de abril. Informações e inscrições: 08005700800 ou sebrae.com.br/minasgerais. O termo “bootcamp” vem dos Estados Unidos, mais precisamente dos treinamentos militares de alta intensidade, em que valores como motivação, superação, foco e persistência são carros-chefes. “O ambiente da gestão e do empreendedorismo vem se apropriando desse conceito para desenvolver habilidades empreendedoras por meio de capacitações e treinamentos rápidos e com atividades intensivas. É a lógica do ‘aprender fazendo’”, explica o analista de Educação e Empreendedorismo do Sebrae Minas, Cláudio Rosa.

O curso foi elaborado para quem busca crescer no mercado ou redesenhar o modelo de negócio da sua atual empresa, adquirir uma postura mais empreendedora ou mesmo iniciar um negócio, mas tem dificuldade em sair do campo das ideias. Em três encontros (ao todo são 24 horas de duração), os participantes percorrem o caminho que existe entre uma ideia e a implantação do projeto ou negócio. O aprendizado se dá em um ambiente colaborativo. “O interessante é que a pessoa apresenta a sua ideia, reflete sobre oportunidades e desafios, usa as ferramentas adequadas para organizar o projeto e compartilha com os outros participantes, obtendo feedbacks de outros empreendedores”, explica.

Também faz parte do treinamento a apresentação para possíveis clientes de um protótipo do produto ou serviço. É na rua, conversando com possíveis clientes, que os empreendedores identificam problemas e pensam soluções. Isso dá mais consistência ao que está sendo desenvolvido. “O mercado é muito dinâmico. Não faz mais sentido a pessoa passar meses estruturando um plano de negócio, como nas metodologias convencionais, para só depois começar a execução. O Bootcamp prega que é possível aprender e empreender a partir das ações, em um ciclo mais curto”, afirma.

Um diferencial desta edição do Bootcamp é que os participantes farão o módulo 4 no Sebraelab – espaço multifuncional e colaborativo para experimentação e prática de gestão empreendedora. O módulo 4 é voltado para prototipagem e mínimo produto viável.

Saiba mais

Bootcamp – empreendedorismo em ação

Objetivo:

Apresentar conceitos e ferramentas que permitam aos participantes desenvolver suas ideias e projetos da criação até a execução da ideia empreendendo de forma inteligente e segura.
Carga horária: 24 horas, divididas seis módulos (em três dias consecutivos)

Conteúdo

Módulo 1: Mindset Empreendedor
• Atitudes empreendedoras
• Propósito
• Effectutation

Módulo 2: Cliente e Mercado
• Empatia
• Desenvolvimento de clientes
• Segmentação de mercado
• Técnicas de entrevistas e observação
• Construção de personas

Módulo 3: Problema e Solução
• Tarefas funcionais e emocionais do cliente
• Lean startup
• Validação de problemas

Módulo 4: Prototipagem e Mínimo Produto Viável
• Tipos de protótipos
• Mínimo Produto Viável
• Validação da solução

Módulo 5: Canais, Vendas e Modelos Financeiros
• Canais de distribuição e comunicação
• Estratégias de vendasVendas
• Fontes de receita
• Estrutura de custos

Módulo 6: Lean Canvas, Storytelling e Pitch
• Métricas chaves do negócio
• Vantagens competitivas
• Storytelling e pitch
• Lean Canvas

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Queda na telefonia fixa representa investimento em qualidade

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A telefonia fixa no Brasil bate o recorde de reclamações, o que influencia bastante nas quedas constantes de linhas no País. No total, o segmento teve cerca de 9% de queda, entre autorizadas e concessionárias. No entanto, é possível afirmar que este é um mercado que jamais será extinto, mas passa por um grande momento de transformação, em que empresários buscam novas tecnologias em prol de aperfeiçoar suas empresas e colaboradores e, claro, se adaptar a uma nova realidade, oferecendo qualidade em seus serviços e atendimento.

O consumo está cada vez mais mobile, o que indica que o futuro da telefonia é converter-se para o digital. Toda vez que surge uma tecnologia ou tendência de consumo inovadora, há uma retração do mercado estabelecido. Porém, há também uma adaptação e renovação de necessidades. É nítido o aumento crescente da comunicação digital e móvel, o que faz com que as empresas de telecomunicação coloquem em prática suas ideias mercadológicas a fim de atrair novos consumidores e reter os clientes mais antigos – customizando seus produtos e atendimento, barateando-os dessa forma e aumentando, ainda assim, a qualidadecompartilhada neles; beneficiando, dessa forma, o consumidor final, pois assim garante preços mais acessíveis, uma competitividade saudável entre as empresas e produtos de alta qualidade.

Afinal, agora mesmo longe você poderia realizar uma atividade comercial com o famoso “olho no olho”, humanizando assim a comunicação através dessa ferramenta de grande aceitação universal que é a internet. Além de tudo, as ligações não deixaram de existir; pelo contrário, elas continuam a todo vapor, porém com essa nova forma de se comunicar. Os investimentos das empresas se concentrarão em centrais telefônicas inteligentes, serviços agregados de consultoria, otimização inteligente de canais de atendimento, multiplataformas e, mais precisamente, no consumo de internet e serviços conectados a esta tecnologia.

Um desses pontos de transformação é a humanização do atendimento feito por ela a seus clientes, saindo do tradicional call center para a personalização de cada indivíduo, passando a eles a imagem de empresa que se importa com quem está do outro lado da linha, saindo do simples e tradicional fornecedor onde se contrata um serviço, se paga por ele, e recebe o contratado, mas também um parceiro comercial que poderá contar em todos os momentos do seu negócio. Pois, se um cliente possui uma vida saudável, seu fornecedor também seguirá essa mesma trajetória, compartilhando formas de melhorar a performance do seu negócio e cases de sucesso que poderão auxiliar os envolvidos no negócio.

Esta é uma nova forma de comunicação que veio para ficar e facilitar ainda mais a função da telefonia fixa, além de baratear os custos
e ter uma crescente qualidade nas ligações devido ao investimento das empresas nessa tecnologia que se torna, a cada dia, uma realidade que não tem fronteiras.

Robson Costa, diretor do Grupo Encanto Telecom

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Aceleradora de negócios da FGV recebe inscrições de startups interessadas em mentoria gratuita

Startups que tenham interesse na mentoria gratuita da aceleradora de negócios GVentures da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) têm até o dia 31 de maio para se inscreverem no programa de quatro meses a partir do segundo semestre. Podem participar empresas com modelo de negócio escalável em qualquer setor de atuação e um dos requisitos é que a startup tenha um aluno ou ex-aluno da FGV entre seus sócios — as inscrições e o regulamento completo podem ser acessados aqui.

A GVentures é a primeira aceleradora universitária de negócios do país que não cobra participação na empresa (equity) ou taxas. Criada em 2016 e veiculada ao GVCenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios) da FGV EAESP, tem como modelo o que já vem sendo feito por universidades renomadas no exterior, como a aceleradora Rock de Harvard e a aceleradora MIT Delta V do MTI.

“A GVentures, além de ser uma aceleradora com propósitos educacionais, ao definir e atuar no pre-seed brasileiro, supre uma lacuna no mercado já que não há praticamente veículos focados nesta fase de desenvolvimento de negócios”, explica o coordenador e professor Gilberto Sarfati. Os pre-seed são negócios que superaram a fase de ideação e que se encontram em processo de validação de seus modelos de negócios.

“O principal objetivo do processo de aceleração da GVentures é levar, ao longo da aceleração, a empresa a atrair seus primeiros clientes e obter faturamento. Uma vez que a empresa começa a faturar, ela é percebida como seed e, portanto, alvo de investimento anjo e de aceleradoras equity based.”

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O verdadeiro papel de um data center na transformação digital – Por Adriano Gaudêncio

Transformação digital não é apenas mais uma buzzword. Multicloud, Big Data, DevOps, IoT, contêineres, mobile… A tecnologia avança rápido e cada nova descoberta promete revolucionar negócios e gerar novos fluxos de receitas. A onda que se forma há algum tempo chega agora a um ponto importante em sua trajetória. As mudanças trazidas pelas novas tecnologias fazem com que empresas de diferentes setores enfrentem pressões competitivas sem precedentes. E essa jornada rumo ao digital começa com data center.

Para crescer – ou mesmo sobreviver – as organizações precisam se adaptar constantemente às mudanças trazidas pelas forças de mercado. A infraestrutura de TI cumpre papel crucial no movimento de digitalização da economia, e precisa estar preparada para impulsionar as inovações que permitirão às organizações avançarem suas iniciativas de negócio.

Mas quais são e onde estão as dificuldades desse processo digital? O data center será o gargalo ou a alavanca desse movimento em sua organização? Destravar todo o potencial do digital requer um ambiente tecnológico simples, ágil, automatizado e seguro.

A transformação digital está intimamente atrelada à forma como as companhias se relacionam ou querem se relacionar com seus consumidores e à rapidez com que conseguem responder a novas demandas. Responder as pressões do mercado requer adaptação das empresas a uma nova abordagem tecnológica e isso só é possível com uma arquitetura moderna que começa na camada de infraestrutura.

É hora de os líderes de TI repensarem suas abordagens de infraestrutura para atender demandas de transformação digital trazidas pelas áreas de negócio de suas empresas. Isso consiste, entre outras tarefas, maximizar o desempenho de aplicações, garantir agilidade operacional, estimular inovações incrementais ao negócio e mitigar riscos. Isso só será possível a partir de quatro premissas fundamentais:

1. Capacidade de análise é tudo. Medir o desempenho de um processo ou aplicação com visibilidade granular e em tempo real são elementos fundamentais em um mundo em constante mudança. Somente a partir de uma compreensão ampla de tudo que se passa em seu ambiente de TI será possível responder as mudanças no comportamento dos sistemas e remediar eventuais anomalias sem perda de performance, o que é de suma importância para garantir a satisfação dos clientes de sua organização.

2. Simplicidade é igual a velocidade. Garantir o alinhamento e coesão de todos os componentes da infraestrutura (servidores, storage e rede) permite um modelo mais ágil, bem como um ambiente de desenvolvimento e entrega contínua de aplicações. Os novos níveis de exigência em temas como velocidade e eficiência, combinados com recursos analíticos integrados à abordagem, permitem aos líderes de TI serem mais efetivos na entrega de inovações que suas organizações demandam.

3. Automação acelera negócios. Integrar analytics com interfaces programáveis abertas cria oportunidades para ampliar a automação de rotinas, facilitando que a tecnologia esteja alinhada aos negócios para responder de maneira rápida aos requerimentos de negócios. Além disso, ao definir e preservar uma política unificada através de elementos de rede, computação, armazenamento e segurança, a empresa poderá entregar recursos tecnológicos sob demanda, provisionando um modelo de TI quase que self-service aos profissionais das áreas de negócio.

4. Proteja o agora. Mitigar riscos de segurança e garantir um modelo eficiente de compliance não deve afetar a agilidade da TI. Uma arquitetura de políticas de proteção e requerimentos de conectividade em um data center moderno precisam ser traduzidos, quase que automaticamente, de uma forma que atendam a requerimentos dinâmicos de negócio. A TI precisa de capacidade para monitorar e analisar todos os ativos pois, dessa maneira, conseguirá concentrar-se no que há pela frente, sem precisar perder tempo no que já está pronto.

Um data center moderno precisa ser capaz de integrar esses quatro elementos: análise, simplicidade, automação e proteção. Essa abordagem de arquitetura ajudará sua empresa a estabelecer fundamentos para rodar as engrenagens da transformação digital. Apenas com uma estratégia bem desenhada as empresas conseguirão tirar o máximo proveito de seus ambientes tecnológicos.

Adriano Gaudêncio, diretor de arquiteturas e soluções da Cisco do Brasil.

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IBPT realiza 21ª Edição do Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária

Com o propósito de orientar, esclarecer e compartilhar novas experiências no contexto do gerenciamento da tributação nas empresas industriais, mercantis e de prestações de serviço, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT promove a 21ª edição do Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária, nos dias 11 e 12 de maio, em Curitiba-PR. A coordenação do evento, como tradicionalmente acontece, fica sob a responsabilidade do tributarista Humberto Bonavides Borges, que é consultor tributário, professor e autor de diversas obras.

Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior e Coordenador de Estudos do IBPT e do IGTAX – Instituto de Governança Tributária, sócio da Amaral, Yazbek Advogados, também estará presente ao seminário como um dos expositores.

Durante os dois dias de encontro, os tributaristas irão se revezar para explorar o universo do compliance tributário, apresentando casos práticos e orientando os participantes a realizarem um bom planejamento, coordenação e controle fiscal de uma empresa. Ao mesmo tempo estarão à disposição para sanar dúvidas referente às mudanças na legislação tributária. Assim, os participantes terão a oportunidade de vislumbrar novas perspectivas para alcançar consequências tributárias menos onerosas, bem como eliminar contingências na área de tributos.

Segundo o presidente do Conselho Superior e Coordenador de Estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, o propósito do Seminário é gerar um debate com troca de informações entre os colegas de profissão e especialistas da área. Além de analisar as relevantes questões sobre economias de tributos, conflitos de incidências tributárias, em face da crise econômica, sendo ainda uma oportunidade de enriquecer o networking.

Para fazer a inscrição, basta acessar o site: http://seminario.ibpt.com.br/
ou entrar em contatos através do telefone (41) 2117-7300 ou e-mail: contato@ibpt.org.br

21ª edição do Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária

Data: 11 e 12 de maio (quinta e sexta-feira), das 8h30 às 18h
Local: Sede do IBPT – Avenida Anita Garibaldi, 850, Torre 3 conj. 710 – Cabral, Curitiba – PR – Auditório Infinity
Inscrições: http://seminario.ibpt.com.br/

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Multiplus e StartSe se unem para apoiar startups inovadoras

Estão abertas as inscrições para a seleção de startups inovadoras que tenham sinergia com os negócios da Multiplus. A rede de fidelidade líder do setor fechou contrato com a StartSe, maior plataforma de negócios e conexão para startups do Brasil, para apoiar o ecossistema de startups e incentivar o empreendedorismo em seu ramo de atuação.

Empresa altamente arrojada, a Multiplus, que já conta com as startups FitFly e Brused em seu portfólio, está constantemente em busca de novas parcerias em áreas ainda não exploradas pelo setor de fidelidade. O objetivo da companhia é diversificar seus negócios com startups e, assim, oferecer aos participantes novas maneiras de juntar pontos, dentro da estratégia de estar presente em todas as atividades do cotidiano.

“Temos certeza de que nossa rede com mais de 400 parceiros e 16,5 milhões de participantes é uma plataforma capaz de alavancar startups inovadoras, beneficiando a nossa rede e também os empreendedores”, explica Ronald Domingues, diretor de finanças e relações com investidores da Multiplus.

Todo o programa de busca e seleção dessas startups será feito pelo StartSe. As inscrições devem ser realizadas através do StartSe Base, plataforma que já reúne quase 6 mil startups cadastradas.

Com grande atuação na área corporativa, o StartSe já realizou iniciativas semelhantes com clientes como Visa, Tecnisa, XP Investimentos, Flytour, Banco Cetelem e L’Oreal.

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Para 64% dos pequenos e médios empresários, inteligência artificial será chave em 2017

A maior tendência tecnológica para os pequenos e médios negócios neste ano será o uso da inteligência artificial (IA).

Uma pesquisa realizada pela Sage, líder em sistemas de gestão empresarial e contabilidade, mostra que 64% dos empresários brasileiros enxergam na inteligência artificial como a principal tendência tecnológica. Os brasileiros estão à frente dos demais empresários no mundo (58%).

Além de reduzir erros e encurtar prazos, a inteligência artificial facilita na tomada de decisões a partir de um volume de dados que um profissional humano dificilmente conseguiria abarcar.

Para isso, os programas utilizam a mesma linguagem de sistemas convencionais, mas com uma lógica diferente. Em alguns casos, o sistema inteligente funciona com uma lógica simples – se a pergunta for x, a resposta é y. Em outros casos, como os estudos em redes neurais, a máquina tenta reproduzir a lógica do pensamento humano em que as informações vão sendo transmitidas de uma célula a outra, combinando dados para encontrar uma solução. “Os empresários brasileiros enxergam na inteligência artificial a oportunidade para mudar positivamente a forma como inúmeras tarefas são feitas, otimizando tempo e proporcionando eficiência”, avalia Jorge Santos Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina.

Ainda de acordo com o levantamento, a maioria dos brasileiros (66%) enxerga os benefícios do uso da inteligência artificial e dos bots na organização da vida profissional e dos negócios. No mundo, essa média cai para 47%, demonstrando maior receio por parte dos empresários quando o assunto é a inclusão das novas tecnologias na rotina de trabalho.

Os chamados Chatbots, ou simplesmente Bots, estão cada vez mais presentes no dia a dia das empresas. Por meio desses robôs, é possível realizar determinadas funções sem a necessidade de baixar ou instalar um aplicativo. Isso porque os bots funcionam como assistentes específicos para cada situação, “traduzindo” a conversação em linguagem natural entre um usuário e um aplicativo. Conversando com ele, os empresários podem, por exemplo, emitir uma nota fiscal de forma rápida e simples. Por meio de um bate-papo, o usuário informa os dados solicitados e o assistente virtual é capaz de interpretar as informações e, em seguida, gerar a nota.

A pesquisa foi realizada em 19 países, com 5.500 empreendedores. No Brasil, foram ouvidos cerca de 530 empresários, a maioria entre 30 e 44 anos.

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Unisys lança Machine-Learning-as-a-Service

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia o lançamento da oferta Machine-Learning-as-a-Service, um novo conjunto de serviços que permite às organizações antever mudanças em condições de negócios futuras e, rapidamente, avaliar ações em resposta a estas mudanças.

Disponível como parte da Unisys Analytics Platform, o novo serviço combina uma biblioteca de algoritmos de machine learning com um conjunto de metodologias e processos testados que além de analisar, extraem detalhes e percepções importantes dos dados dos clientes para gerar relatórios prescritivos – análise de dados que preveem negócios e condições operacionais futuras, com a recomendação de ações para facilitar o apoio na tomada de decisões.

“A oferta de Machine-Learning-as-a-Service da Unisys não apenas facilita a análise preditiva, ele auxilia as organizações a transformar e otimizar seus processos de negócio. Com uma combinação única de uma qualificada equipe de cientistas de dados e o conhecimento em setores específicos, a Unisys oferece uma visão única sobre os negócios de seus clientes e sobre como data analytics pode transformá-los e levá-los a novos patamares de sucesso”, afirma Dr. Rod Fontecilla, Vice-Presidente e Líder Global de Data Analytics da Unisys. “Com a solução de Machine-Learning-as-a-Service, podemos disponibilizar aos nossos clientes uma plataforma escalável executada na nuvem ou localmente para garantir visibilidade e eficácia aos negócios.”

Inovação

Machine learning é um tipo de inteligência artificial que permite aos computadores otimizar e melhorar suas ações constantemente sem intervenção humana. Utilizando algoritmos que extraem lições dos dados, os sistemas de aprendizagem de máquina identificam padrões e revelam percepções que não estão explícitas nem programadas. Essa capacidade de aplicar cálculos complexos de maneira dinâmica e repetidamente, em grandes volumes de dados, permite que as organizações avaliem as condições atuais e antecipem circunstâncias futuras, para que desta forma possam se posicionar de maneira estratégica.

A oferta de Machine-Learning-as-a-Service da Unisys impulsiona os princípios do desenvolvimento ágil para ajudar os clientes a compreender e trabalhar com seus dados. A iniciativa tem início com uma fase de prova de conceito, na qual os cientistas de dados da Unisys trabalham em conjunto com os profissionais especializados dos clientes para identificar os dados disponíveis e traçar uma compreensão geral das necessidades e objetivos de negócios. A partir dessa colaboração, a Unisys implementa algoritmos de Machine Learning para analisar os dados do cliente e, então, desenvolver modelos avançados de data analytics para a antecipação de resultados.

Após a prova de conceito, Unisys e cliente seguem para a fase de produção e dão continuidade ao processo de desenvolvimento ágil para expandir e formalizar a estrutura analítica, ao mesmo tempo em que aproveitam conjuntos de dados adicionais e modelos preditivos para continuar a monitorar e refinar a exatidão e a integridade dos modelos e seus resultados.

“Esse processo dinâmico e interativo ajuda os clientes a usarem os primeiros insights para levantar novas questões e, com isso, fazer previsões a partir de seus dados com pouco investimento”, explica Fontecilla. “Isso assegura uma maneira rápida e confiável para que os clientes testem a solução antes de promoverem investimentos significativos”, completa.

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SML Brasil marca presença em conferência sobre BPM nos Estados Unidos

A SML Brasil – desenvolvedora de soluções integradas de gestão de processos e documentos – participa do “bpmNEXT 2017”, evento que reúne influenciadores e profissionais do setor para discutir ideias e inovações em torno da tecnologia de Business Process Management (BPM). A conferência, que ocorre em Santa Barbara, Califórnia (EUA), entre os dias 18 e 20 de abril, abordará temas como Blockchain, Gerenciamento de Decisão, Transformação Digital, Automação de Processo Robótico, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e a próxima Geração de plataformas BPMS.

Na ocasião, David de Freitas Neto, CIO daSML Brasil, participará do evento representando a companhia brasileira na captação e disseminação de conhecimento, bem como estreitando o relacionamento com os demais participantes. “A SML Brasil sempre investiu em inovação e essa é uma ótima oportunidade para troca de experiências, compartilhamento de tendências e boas práticas desse mercado”, conta Neto.

Para mais informações sobre o evento, acesse: http://bpmnext.com/

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Contabilizei é indicada para a 4ª edição do Latam Founders Awards

A Contabilizei, empresa de contabilidade online para micro e pequenas empresas, foi indicada para a 4ª edição do Latam Founders Awards Gala, premiação realizada pela Latam Founders, rede de executivos e investidores do mercado de tecnologia. A empresa concorre nas categorias “Most Innovative Company” (empresa mais inovadora) e “Melhor B2B”,disputada por empresas que fornecem serviços tecnológicos para outras empresas.

O Latam Founders Awards Gala também é conhecido como o “Oscar” das startups, e se distingue por atribuir às lideranças industriais o poder de nominação e premiação dos escolhidos. Além de premiar negócios de destaque, o prêmio prestigia aceleradoras e investidores e oferece um espaço de networking entre altos executivos, mentores e empresários que inovam o mercado tecnológico latino-americano.

“Concorrer pela segunda vez nesta premiação demonstra o quanto a Contabilizei vem impactando positivamente na contabilidade das micro e pequenas empresas. Somos responsáveis por otimizar e facilitar a vida de milhares de empresários em várias cidades do país”, afirma Vitor Torres, fundador e CEO da Contabilizei.

Segundo Torres, ao automatizar as operações contábeis, o serviço gera uma economia de até 90% dos valores que seriam gastos com o modelo tradicional. “Nos últimos três anos, a Contabilizei cresceu 353%. Isso demonstra o quão nosso serviço está alinhado às necessidades dos micro e pequenos empresários brasileiros”, completa.

Reconhecimento

Em maio do ano passado, a Contabilizei já havia sido reconhecida na 3ª edição do evento e conquistou um troféu na categoria “Melhor B2B”. Em fevereiro deste ano, foi selecionada pela revista Fast Company como uma das 10 Companhias Mais Inovadoras da América Latina em 2017.

A cerimônia de premiação da 4ª edição do Latam Founders Awards Gala ocorre no dia 29 de maio, em São Paulo.

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Gartner: migração para Nuvem afetará todos os segmentos de TI

Com os investimentos mudando dos sistemas tradicionais para os serviços em Cloud, há um misto de alto risco e oportunidades

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que, até 2020, a migração para Nuvem terá impacto direto ou indireto sobre uma porcentagem cada vez maior dos investimentos anuais em TI, transformando a computação em Cloud em uma das forças mais disruptivas nos mercados de Tecnologia da Informação desde os primeiros dias da era digital.

Quando as empresas têm que fazer decisões que envolvem o budget de TI, as opções de utilizar serviços em Nuvem para iniciativas novas ou para substituir os sistemas existentes causam uma mudança nos investimentos, que migram das soluções de TI tradicionais para Cloud. Isso resulta na alteração para sistemas armazenados em Cloud e acontece com mais frequência pela postura de “Nuvem em primeiro lugar” que a maioria das empresas está adotando nas decisões sobre o destino de investimentos de TI. Esse tema e outros assuntos relacionados serão discutidos por analistas do Gartner durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, em São Paulo

“Essa orientação para ‘Nuvem em primeiro lugar’ continuará a aumentar a taxa de adoção e, consequentemente, a mudança para Cloud. O índice de migração vai variar de acordo com a dinâmica de cada segmento do mercado”, explica Ed Anderson, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Estimativas do Gartner sobre os gastos com TI mostram que a previsão de investimento em sistemas para Data Centers é de US$ 175 bilhões em 2017, subindo para US$ 181 bilhões até 2020. Os investimentos em serviços de infraestrutura como serviço (IaaS) dos sistemas em Nuvem passarão de US$ 34 bilhões em 2017 para US$ 71 bilhões em 2020. No final de 2020, esses gastos representarão 39% do total de custos com sistemas para Data Centers.

“A Conferência do Gartner demonstrará que a mudança para Nuvem não se limita apenas à Cloud. Com as empresas buscando novas arquiteturas de TI e filosofias operacionais, elas se preparam para as novas oportunidades do mundo digital, que incluem soluções de TI da próxima geração como a Internet das Coisas (IoT)”, afirma o analista. “As companhias que estão adotando modelos operacionais dinâmicos baseados em Nuvem estão se posicionando para otimizar seus custos e tornarem-se mais competitivas”.

Por essas razões, os provedores de serviços e tecnologia precisam ser agressivos ao identificar e aproveitar essas mudanças nos gastos de TI para capturarem novas oportunidades futuras de rendimento e administrarem suas rendas passadas.

“Os fornecedores de todos os tipos devem ficar atentos e ser proativos na busca por oportunidades de expansão relacionadas à Nuvem, além de diversificar seus negócios que serão impactados diretamente por essa mudança. Os provedores que não conseguirem administrar de forma correta e a tempo essa transformação serão vítimas dela e não conseguirão aproveitar as oportunidades das soluções que a Nuvem oferece”, completa Anderson.

Na Conferência do Gartner, os analistas mostrarão que a migração para Nuvem representa tanto risco quanto oportunidade. Durante essa fase disruptiva, os estrategistas deveriam observar com atenção o impacto dessa mudança nas empresas tradicionais. A transição para Cloud não é necessariamente inevitável, mas as tendências indicam uma preferência por esses serviços na maioria das situações.

A Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017

Data: 25 e 26 de abril (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center

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Uma fábrica de software é a chave para o sucesso nos negócios – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

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FH promove webinar “Em dia com as obrigações fiscais”

As exigências do Fisco quanto à apuração e entrega das obrigações trazem constantes desafios e dúvidas para os profissionais da área tributária. Diante disso, a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, promove nesta quarta-feira (19) um webinar gratuito sobre a EFD-Reinf.

Durante a capacitação online, o Gerente de Produto da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, Marcelo Passaglia, esclarecerá as dúvidas sobre o novo desafio do SPED, a EFD-Reinf, criada com o intuito de abranger informações referentes ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

Além do webinar, ainda será feito um road show sobre o mesmo tema em diferentes regiões do Brasil: São Paulo (25 de maio), Curitiba (1° de junho), Rio de Janeiro (8 de junho), Porto Alegre (13 de junho), Joinville (22 de junho), Brasília (29 de junho) e Belo Horizonte (13 de julho).

Serviço:
Assunto: Webinar EFD-Reinf – gratuito
Data: 19 de abril, quarta-feira
Horário: 10 horas
Informações e inscrições: goo.gl/lpq27J
Palestrante: Marcelo Passaglia, Gerente de Produto da Solução Fiscal GUEPARDO da FH

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SoftExpert expande atuação nas Américas com escritórios nos EUA e México

A SoftExpert, fornecedora de software e serviços para automação e aprimoramento de processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, está expandindo sua estrutura internacional. A empresa já abriu um escritório no México e está abrindo outro nos Estados Unidos.

A operação mexicana já rendeu novos clientes, incluindo nomes como Cipro S.A.P.I., Avigrupo – Avícola San Andres, Givaudan de Mexico, Tecnicopy e Bestop SA. Para comandar este escritório, a SoftExpert contratou Roberto Carlos Ferrer, profissional com larga experiência no setor de Tecnologia, com passagens por empresas como Oracle (México) e Ricoh (Colômbia).

Já nos Estados Unidos, onde a SoftExpert já atende a clientes como as multinacionais Smiths Medical, Yorozu Automotive, Fitesa e Dekalb, quem assumirá o comando da futura unidade é Kelson Lunardelli, que atuou como diretor Comercial da SoftExpert por 16 anos.

“Na América do Norte, nossa meta é expandir as operações. A região concentra um grande mercado em potencial, e a expertise que temos pelo atendimento a multinacionais norte-americanas nos garante know how e respaldo para ampliar a atuação local”, comenta Lunardelli.

A abertura dos escritórios leva adiante um já bem-sucedido plano de internacionalização da SoftExpert. Há poucos meses – outubro de 2016 – a companhia firmou uma parceria na Colômbia com a Ricoh, que passou a atuar na revenda das soluções da empresa brasileira. Só com esta parceria, a meta é ultrapassar R$ 3 milhões em volume de negócios no primeiro ano.

Pouco antes, a companhia catarinense já havia fechado outra parceria, com a saudita Sela Digital Services, para vender seus sistemas no Oriente Médio.

Ao todo, a SoftExpert já tem operações em mais de 37 países, somando mais de 300 mil usuários de 2 mil empresas ao redor do mundo. Em 2015, a empresa gerou um volume de negócios de cerca de R$ 9 milhões no mercado internacional, número que subiu cerca de 30% em 2016, fechando em mais R$ 12 milhões.

Nos últimos 5 anos, a SoftExpert atingiu um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano. Focada na expansão, a empresa projeta ampliar operações em mercados como Europa, Ásia e Estados Unidos, além dos países que formam o G20.

Lunardelli destaca que as parcerias e operações próprias no exterior têm como aposta o SoftExpert Excellence Suite (SE Suite), principal produto da SoftExpert, que foi totalmente remodelado em 2016, com foco na diferenciação frente a competidores globais e venda em larga escala.

A partir disso, em 2017 e 2018 a meta é conquistar clientes de diversos portes e verticais de negócios, fomentando um plano de chegar a 2020 com faturamento de exportações representando cerca de 50% do faturamento total.

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