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Criando um bot: como desenvolver a persona do robô

Os bots vem ganhando cada vez mais importância nas centrais de atendimento ao cliente. Na China, o número de chatbots no WeChat já é maior que a soma dos aplicativos das lojas de Google e Apple (5 milhões x 4,2 milhões). No Brasil, os exemplos começam a surgir: a Meka, do MeCasei auxilia os noivos com questões do enxoval, o Zak, do Superplayer sugere músicas conforme ritmo e cantores escolhidos. Mais recentemente, o Bradesco anunciou a BIA (Bradesco Inteligência Artificial), robô que começa a ser liberado aos poucos para os clientes Prime e terá um caráter mais informacional, tirando dúvidas de correntistas e futuros clientes. Mas o que deve ser levado em consideração na hora de criar um bot e quais são os passos para o desenvolvimento da persona do robô?

A BlueLab, empresa de automação de atendimento, indica como deve ser a criação da persona do robô. Segundo o sócio e diretor de Vendas e MKT, Mateus Baumer Azevedo, o primeiro passo a ser considerado é sempre pensar no perfil do cliente e a estratégia da companhia, isso vai ajudar na naturalidade da “relação” entre o cliente e o bot. “Focar na boa experiencia do cliente é pensar no todo, as personas que vão realizar o atendimento, o canal de atendimento mais adequado, na linguagem dos agentes e no conjunto de tecnologias. Pensar isoladamente no bot ou em qualquer outra tecnologia é um erro, o importante é a experiência total do cliente no canal”, explica o executivo.

De acordo com Mateus, para o desenvolvimento do robô, é preciso seguir alguns passos e realizar os seguintes questionamentos:

1) Defina o propósito. Qual é o tipo de problema que o robô deverá resolver? Ele passará informações somente? Dará instruções? Levantará dados?

2) Desenvolva a personalidade do bot. Para isso é preciso delimitar seus padrões de comportamento. Quais são as preferências do robô? Se ele fosse uma pessoa, qual seria o seu estilo de vida, o que gostaria de fazer? Qual será o tom das suas mensagens? Ele terá uma linguagem formal? Ou será mais informal, aberta, inclusive, a expressões próprias de uma faixa etária? Uma dica para ajudar a desenhar a personalidade é realizar entrevistas com possíveis usuários da solução. Isso ajudará a criar uma identificação com os usuários futuramente, tornando o diálogo natural.

3) Defina o script. Quais são as perguntas que o robô deverá responder, que serviços ele deverá entregar? Simule diálogos e possíveis fluxos para as conversas, a chamada “árvore de conversas e decisões”. Aqui vale lembrar que há dois tipos de robôs: o que aprende com as interações como usuário, por meio de inteligência artificial e o que segue o roteiro preestabelecido. “O empreendedor precisará definir, junto com o parceiro de tecnologia, o que pretende com o robô e quanto pode investir para escolher a solução para seu caso”, explica.

4) Grave as mensagens. Isso, claro, no caso do voicebot. Um diretor de arte deverá ser escalado para dar o suporte necessário a quem fizer a voz do robô, de modo que o diálogo se desenvolva de forma natural.

5) Faça um piloto. Para isso, o mais indicado é fazer um protótipo simples para ajustar rapidamente, e também já avaliar quanto tempo a empresa contratada leva para realizar os ajustes que forem necessários. “O robô fica pronto em apenas cinco dias e é possível fazer um teste gratuito. Se a operação for pequena, isto é, com poucas perguntas e respostas, o piloto pode ser completo. Caso contrário, o indicado é que responda a pelo menos 30% das questões do script”, indica.

Segundo o executivo, o custo da criação da persona do robô nem sempre está embutido no preço da solução, então, na hora de negociar, é preciso checar este ponto. Também é preciso checar se a evolução da tecnologia faz parte do contrato no caso dos bots que “aprendem” com inteligência artificial.

Para Mateus, empresas de todos os portes e de qualquer segmento podem aderir aos bots. “As grandes companhias têm como principal vantagem atender em larga escala, sem perder qualidade. Para as pequenas e médias, também é possível atender mais gente a um custo reduzido: contratar atendentes em uma escala 24×7 poderia ser impeditivo para o negócio. Com o bot, a questão está resolvida e o profissional contratado pode ficar focado em um atendimento mais qualitativo, de curadoria, por exemplo”, afirma.

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Falha de Wi-Fi expõe novos usuários a ataques

Uma recente falha ligada do protocolo de segurança WPA2, responsável pela segurança das conexões Wi-Fi, podem permitir que cibercriminosos espionem comunicações de usuários domésticos e empresas. Batizada como Krackattack, a vulnerabilidade foi descoberta pelos pesquisadores belgas Mathy Vanhoef e Frank Piessens, da Universidade Católica de Leuven.

A falha está dentro do protocolo WPA2 e ocorre no processo de autenticação em quatro etapas (4-key handshake) de uma rede Wi-Fi. No handshake existe uma brecha que facilita a entrada do código que permite descriptografar a informação que está sendo transmitida, permitindo a inserção de códigos maliciosos para roubar dados, tais como senhas do cartão do banco, e outros tipos de informações sigilosas. Pelo fato de estar inserido dentro do código de transmissão, o “invasor” não necessita da senha do seu Wi-Fi, uma vez que trabalha com o roteador que fornece a conexão.

Segundo Cleber Brandão, Especialista em Análise de Malware da BLOCKBIT, ainda não foram informados os resultados desse ataque, mas está prevista a divulgação dessa informação para o dia 1 de novembro. A divulgação foi programada para essa data com o objetivo de que as empresas fornecedoras de Wi-Fi pudessem descobrir uma solução de contenção para os usuários. De qualquer forma, vale esclarecer que ainda não houve um ataque de hacker derivado dessa falha.

O alcance da extensão da vulnerabilidade no Brasil é desconhecido. O especialista recomenda manter atualizadas as ferramentas de software de segurança; não utilizar pontos de Wi-Fi públicos tais como cafeterias, pontos de transporte, restaurantes etc. O ideal é usar conexões do tipo VPN (Rede Virtual Privada), que são mais seguras, uma vez que esse tipo de conexão mantém a informação criptografada.

Outra recomendação é atualizar o roteador, caso contrário a conexão à rede Wireless será automática. Atualmente, os provedores poderão contatar à operadora para que ela faça a atualização de forma digital.

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Carga tributária transfere Contact Centers de São Paulo para o Nordeste

Desde 2010 vem ocorrendo um forte e constante movimento migratório de companhias com operações de Contact Center, que deixam de atuar em São Paulo em busca de melhores condições fiscais no interior do estado e em outras regiões do País para o desenvolvimento de suas atividades.

Os dados fazem parte do recente estudo encomendado pelo Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark) à E-Consulting Corp, com a participação de 628 entre as mil maiores empresas com operações de call centers em âmbito nacional, e revelam que a Região Nordeste tem sido o principal destino destas corporações.

De acordo com o levantamento, São Paulo tinha, em 2010, 62% das operações do segmento, passando para 56,7% em 2017 – uma queda de mais de 5% de representatividade, com consequente perda na arrecadação e fechamento de postos de trabalho. Por outro lado, o Nordeste, que contava com 9% das atividades, chegou a 13,9% no ano passado e neste ano segue em 11,4%. A Região Sul se mantém estável, em torno de 21%.

Estima-se que, para os próximos anos, caso as alíquotas de impostos permaneçam inalteradas, a participação de São Paulo seja reduzida em até 10%.

“Impostos como ICMS e ISS na capital, que são significativamente maiores que em outras regiões do país, acabam incentivando este movimento migratório, gerando sucessivas perdas para um setor que já sofre com baixas margens de lucratividade e dificuldades de recuperação econômica”, ressalta o diretor-executivo do Sintelmark, Stan Braz.

Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e coordenador geral do levantamento, acrescenta que o êxodo das operações de call center cresce por conta de custos menores de implementação, gestão e operação enxutas, além de eventuais incentivos fiscais e parcerias estabelecidas com prefeituras e/ou governos estaduais.

“Com a saturação e a superlotação das metrópoles brasileiras, os sites buscam desenvolver suas atividades em outras regiões que há benefícios como redução de alíquota de ISS, isenção de IPTU para a instalação das empresas, além da diminuição do tempo de deslocamento do colaborador para o trabalho”, explica Domeneghetti.

Conhecido nacionalmente como um segmento pujante devido ao alto índice de contratações e geração de oportunidades, com mais de mais de 1,5 milhão de empregos estimados em 2017 e o crescimento, nos últimos 10 anos, de mais de 244% no número de contratações, a falta de uma política fiscal igualitária e a ausência de uma estratégia de incentivos deverá gerar encolhimento do segmento. Com a ocorrência migratória, ainda segundo o estudo, já nos próximos cinco anos, o estado de São Paulo corre o risco de fechar mais de 35 mil postos de trabalho.

Veja o gráfico da pesquisa:

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GFT adquire empresa de TI e expande operação

A GFT, companhia global de Tecnologia da Informação especializado em Digital para o setor financeiro, por meio da sua unidade espanhola, anuncia a aquisição da empresa de TI denominada Mecanización de Empresas S.A. A compra irá expandir a atuação da GFT Espanha, somando mais 75 profissionais à sua equipe de mais de 2 mil colaboradores. Ambas as partes concordaram em não divulgar o preço de aquisição.

“Essa aquisição nos permitirá impulsionar o desenvolvimento de soluções de TI para a área de crédito imobiliário dos bancos, além de ser um excelente reforço que apoia nossa estratégia de crescimento na Espanha”, explica Marika Lulay, CEO da GFT.

Fundada em 1973 na cidade de Alicante e especializada em fornecer serviços de desenvolvimento e manutenção de software para o setor imobiliário, a Mecanización de Empresas gerou uma receita de 4,2 milhões de euros em 2016 e operou sob a marca Mecemsa até a data de aquisição.

Atualmente, a GFT Espanha conta com uma equipe de mais de dois mil profissionais trabalhando em projetos de transformação digital para o setor de serviços bancários e de seguros em todo o mundo a partir de suas unidades em Alicante, Sant Cugat (Barcelona), Lleida, Madrid, Valência e Zaragoza.

“A aquisição da Mecanización de Empresas nos ajuda a consolidar o crescimento da unidade de Alicante na Espanha, bem como nos posiciona com experiência e know-how em projetos de transformação digital para a área de crédito imobiliário”, finaliza Marco Alexandre Santos, managing director da GFT América Latina.

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Variedade dos modelos de e-commerce é maior do que se imagina (e divulga) – Por Vinicius Andrade

O conceito de loja mudou. O espaço físico cheio de produtos ainda existe – e porque não dizer “resiste” – mas as lojas online são uma realidade cada vez maior para consumidores de diferentes perfis socioeconômicos. Se engana quem pensa que os comércios eletrônicos, chamados de e-commerces, são todos a mesma coisa. Com as tecnologias que se aprimoraram com o passar dos anos, é possível ter diversos modelos de e-commerce, cada um mais apropriado para o tipo de produto que se quer vender, qual cliente deseja atingir e outros fatores que diferenciam uma loja virtual de outras.

Classificado como um modelo já estabelecido e com uma abordagem mais “clássica”, o e-commerce tradicional não tem segredos. A exemplo de lojas como Netshoes e Submarino, são modelos que requerem um alto investimento e enfrentam uma concorrência massiva. O estoque também precisa ser uma preocupação constante, uma vez que as entregas requerem velocidade. No entanto, com a variedade de plataformas existentes no mercado, é possível se estabilizar com mais facilidade e recuperar o investimento, muitas vezes, com mais segurança.

Um modelo mais moderno e que pode ser uma aposta certa são os e-commerces on demand. Como exemplo temos a própria Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil. Não é necessário estoque, nem investimento em logística. O menor custo de investimento e a margem de lucro maior do que o modelo tradicional são outras vantagens desse formato. No entanto, há a necessidade de uma plataforma adequada que comporte o modelo on demand.

Em contrapartida e com a possibilidade de menor investimento em tecnologias, temos o modelo marketplace, aplicado em sites conhecidos como o Mercado Livre e o Enjoei. Atualmente, outras grandes redes de comércio online, como as já citadas Submarino, Netshoes e o gigante dos supermercados Walmart estão investindo mais nesse modelo. Com ele existe a possibilidade de anunciar seus produtos em sites distintos, o que aumenta a exposição da loja e as chances de vendas. Além disso, é um investimento menor para as operações logísticas como um todo. O modelo marketplace requer um controle maior das vendas efetuadas e uma negociação constante com os portais que os produtos serão anunciados. .

Com um nome um pouco mais complicado, mas muitas vantagens, o dropshipping possibilita um investimento menor e maior possibilidade de expansão. O famoso Alibaba, por exemplo, é um dropshipping que deu mais do que certo. A gama de produtos que é possível comercializar aumenta consideravelmente e o prazo de entrega é maior do que o normal. Para se organizar esse modelo, no entanto, é preciso um planejamento milimétrico.

Por fim, os tamanhos e funcionalidades das lojas virtuais podem variar, assim como o das lojas físicas. Basta pensarmos na quantidade de modelos de disposição de produtos, araras, arquitetura e vitrines que existem e adaptarmos para o mundo virtual. Os e-commerces podem não ter um piso, paredes ou vendedores, mas com certeza têm um potencial absurdo que, quando explorado, podem potencializar qualquer ideia.

Vinícius Andrade é CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.

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CA Technologies anuncia Carlos Jacobsen como novo vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe para a América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Carlos Jacobsen como vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe e Renewals para a América Latina. A chegada do executivo faz parte da movimentação da companhia para alinhar a estrutura operacional com as demandas de mercado em toda a região.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de TI, Jacobsen fortalecerá uma das áreas mais importantes para operações da CA Technologies. Formado em Engenharia pela Mackenzie, Jacobsen é especialista em Desenvolvimento de Negócios no Mercado de Software. Em sua trajetória profissional, o executivo passou pela Ernst & Young, Enterasys Networks, Compuware e, mais recente, pela BMC, onde liderava a área de vendas de Mainframe para América Latina.

“Estou motivado com este desafio e pela oportunidade de colaborar com o desenvolvimento da CA Technologies. Nosso foco é no cliente e como podemos maximizar os benefícios da plataforma para o seu negócio”.

De acordo com a IDC, as empresas que adotaram o mainframe conectado estão obtendo um ROI de 300% em um prazo de 10 meses e mais US$ 200 milhões em receita de aplicativos.

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. Exclusivamente focada em software, a CA atende a grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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HP Inc. e Mercado Livre apostam em estratégia de diversificação omnichannel para a América Latina

Com o objetivo de desenvolver melhores alternativas para se conectar melhor com os hábitos de consumo da geração mais jovem na América Latina, a HP Inc. e Mercado Livre se unem em uma parceria para integrarem uma iniciativa de vendas online para Argentina, Brasil, Colômbia, México e Chile, no dia 17 de outubro. Por meio do “HP Day”, os consumidores online terão acesso a descontos especiais de até 50% exclusivos no portal do Mercado Livre para produtos do portfólio de computação, impressão e suprimentos da HP.

O Mercado Livre é hoje um dos principais parceiros comerciais da HP, devido ao grande desenvolvimento de suas plataformas de e-commerce e da confiança adquirida na decisão de compra dos consumidores em toda a região. A parceria inclui uma loja oficial da HP dentro da plataforma do Mercado Livre.

“Com esta iniciativa conjunta, a HP espera ter um crescimento de 30% ano a ano em vendas, o que nos dará uma fatia maior de mercado na região, promovendo a marca entre os consumidores do Mercado Livre”, afirmou Marco Almeida, gerente de e-commerce para a América Latina.

O crescimento das estratégias de e-commerce na HP Inc.

A estratégia de e-commerce da HP para a região tem crescido rapidamente nos últimos dois anos com o lançamento de três lojas online, o que permitiu atingir seis países-chave ao todo.

A meta da HP para o próximo ano é continuar o desenvolvimento do seu canal de vendas online e manter um crescimento acelerado, visando atingir até 50% em relação a 2017. Para este ritmo, a estratégia leva em conta o desenvolvimento e melhorias nos sites da HP, bem como iniciativas conjuntas com parceiros relevantes como o Mercado Livre.

Os esforços da HP seguem a tendência global de foco em e-commerce, que aponta para um crescimento projetado de mais de 15% para o restante da América Latina em 2018, de acordo com eMarketer.

HP Day: As ofertas

As ofertas especiais e detalhes para o Brasil estarão disponíveis neste link no dia 17 de outubro: http://ofertas.mercadolivre.com.br/hpday

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Domínio “sampa.br” está no ar

Os usuários de Internet poderão registrar os nomes de seus negócios, profissões, prestações de serviços, ideias, entre inúmeras opções, sob o “sampa.br”. O nome representa o município de São Paulo (SP) entre os Domínios de Primeiro Nível (DPNs/categorias) criados e mantidos pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Para cadastrar os domínios de interesse associados ao apelido da cidade, basta acessar o sítio do Registro.br.

O nome “sampa.br” – assim como “jampa.br”, “floripa.br”, “poa.br”, “vix.br”, “recife.br”, entre outros DPNs – foi criado pelo NIC.br a partir da chamada de sugestões, em que usuários de Internet preenchem um formulário on-line e indicam o nome ou apelido pelo qual a cidade é tratada e reconhecida. “Para o NIC.br, é de suma importância manter o diálogo aberto e consultar as preferências da comunidade antes de ampliar as opções para o registro do ‘.br'”, explica Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br.

Pessoas físicas e jurídicas legalmente representadas no Brasil podem registrar domínios como “meunome.sampa.br”, “minhaempresa.sampa.br”, “minhaideia.sampa.br”, entre outras diversas possibilidades. Todas as regras para o registro dos domínios “.br” estão disponíveis no sítio do Registro.br. Com a criação do “sampa.br”, o NIC.br encerra a chamada de sugestões para São Paulo (SP).

Novos DPNs

O processo continua aberto, no entanto, para outras localidades com mais de 500 mil habitantes que ainda não tiveram DPNs criados (veja a relação no sítio da campanha). O NIC.br reforça que não há premiação ou remuneração – o objetivo é receber contribuições espontâneas de apelidos e nomes já consagrados para novos domínios de cidades. A divulgação dos próximos DPNs acontecerá por meio do sítio do NIC.br.

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Ascenty anuncia a entrega das fases 2 e 3 do Data Center Sumaré que somam juntas um investimento de R$120 milhões

A Ascenty, empresa líder no mercado de Data Centers do Brasil, anuncia o início das operações das fases 2 e 3 de sua sétima unidade própria na cidade de Sumaré, localizada no interior do Estado de São Paulo. As fases 2 e 3 responderam por um investimento de R$ 120 milhões, e o investimento total na unidade Sumaré já acumula o montante de R$ 200 milhões. Com a entrega dessas fases, o data center de Sumaré passa a operar em sua totalidade.

“A demanda por Colocation de alta densidade no Brasil é crescente, além disso o mercado busca parceiros que ofereçam qualidade na prestação de serviços de infraestrutura de tecnologia, como é o caso da Ascenty. Sumaré é o segundo maior município da região metropolitana de Campinas e apresenta um crescimento relevante da demanda para esse tipo de serviço. A unidade de data center Sumaré já possui cerca de 75% do espaço contratado por grandes empresas”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

A unidade possui 20 mil metros quadrados de área construída e conta com uma subestação própria com capacidade de até 50MV de energia. O site também é equipado com um sistema de geração a diesel, por meio de UPS dinâmicas que proporcionam uma autonomia de 48 horas sem reabastecimento.

A Ascenty é fornecedora de infraestrutura de data centers de alta densidade para as principais empresas globais de tecnologia e possui uma rede de fibra ótica de 4 mil km que conectam seus data centers com as principais operadoras, data centers e centrais de tráfego de dados no Brasil. As soluções oferecidas pela companhia têm o objetivo de aumentar a eficiência de seus clientes em seus respectivos core business, promovendo a inovação e a diminuição dos custos. Os diferenciais das soluções da Ascenty são a qualidade da infraestrutura e do atendimento, as certificações internacionais (qualidade e segurança) e a agilidade na prestação de serviços.

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Rimini Street, Inc. conclui fusão com a GP Investments Acquisition Corp.

A Rimini Street, Inc. (Nasdaq: RMNI), líder global no fornecimento independente de serviços de suporte a sistemas de gestão empresarial para Oracle e SAP, anuncia a conclusão da fusão com a GP Investments Acquisition Corp. (“GPIAC”). A empresa manterá o nome de Rimini Street, Inc. e suas ações ordinárias serão listadas na bolsa Nasdaq e começarão a ser negociadas como “RMNI”.

A operação consistiu em aproximadamente 65,6 milhões de ações ordinárias da GPIAC avaliadas em US$ 10,00 por ação para os acionistas da Rimini Street. Os fundos obtidos de US$ 50 milhões incluem receitas de caixa geradas com a emissão de 3,6 milhões de ações ordinárias da GPIAC por US$ 10,00 por ação para um afiliado da GP Investments, Ltd. e uma terceira rodada de participação acionária pelo maior acionista da Rimini Street, Adams Street Partners. O lucro do investimento foi utilizado para fornecer caixa adicional ao balanço, reduzir a dívida total e pagar despesas decorrentes da transação.

A equipe executiva da Rimini Street, liderada pelo fundador, CEO e Chairman do Board of Directors Seth A. Ravin, continuará na gestão da empresa. Ainda relacionado à transação, o Board of Directors da Rimini Street aumentou de sete para nove membros. Ravin e todos os atuais membros do Board da Rimini Street continuarão com suas funções, com a adição de Antonio Bonchristiano, CEO da GP Investments, Ltd., e de Andrew Fleiss, Diretor Executivo da GP Investments, Ltd.

“A Rimini Street registrou 46 trimestres consecutivos de crescimento em sua receita, fornecendo soluções de suporte inovadoras e de alto valor agregado, além de um serviço excepcional que atende às necessidades globais de clientes de sistemas corporativos. Com a conclusão da fusão e o início para a abertura de capital, o negócio está melhor posicionado para capitalizar ainda mais no mercado global de US$ 160 bilhões referentes à manutenção e suporte de sistemas de gestão empresarial”, afirma Ravin, CEO da Rimini Street. “A companhia pretende alavancar oportunidades adicionais oferecidas pela fusão, pelo aumento de investimentos e pelo acesso aos mercados de capitais para expandir suas ofertas e sua capacidade para entrega de serviços diferenciados em novas regiões e mercados de forma orgânica ou por meio de possíveis aquisições estratégicas.”

Consultores

A Cowen foi consultora de mercados financeiros e de capitais da Rimini Street e o Citigroup Inc. atuou como consultor da GPIAC. Wilson, Sonsini, Goodrich e Rosati, P.C. e Cooley LLP atuaram como consultores jurídicos da Rimini Street, e Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP atuaram como consultores jurídicos da GPIAC.

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Senac Digital Show apresenta tendências para o mercado de TI

Palestra de abertura sobre Web das Coisas terá transmissão simultânea nas redes sociais do Senac São Paulo

De 17 a 31 de outubro, o Senac realiza o evento Senac Digital Show, em 12 unidades da instituição, distribuídas pela capital e interior do Estado. O evento traz especialistas nas áreas de computação gráfica e internet para apresentar as tendências do mercado. Por meio de palestras e oficinas, a ação também discutirá empregabilidade e uso de ferramentas.

A Web das Coisas será tema da palestra de abertura, na qual contará com a participação de Reinaldo Ferraz, representante da W3C Brasil, no Senac Tatuapé, dia 17, das 19h30 às 21 horas, com transmissão simultânea nas unidades Guarulhos, Guaratinguetá, Ribeirão Preto e São José dos Campos, via redes sociais do Senac São Paulo.

A ação também trará temas como animações 2D, criação de blogs e sites, desenho vetorial, renderização em Arnold, CSS3, efeitos no Photoshop, técnicas de roteirização para produção de conteúdo para o YouTube, além de tratar sobre empregabilidade, futuro do mercado e demais assuntos ligados à área de tecnologia da informação. Os participantes terão acesso a equipamentos e ferramentas de tecnologia mais atuais do mercado.

Todas as atividades são gratuitas e necessitam de inscrição prévia pelo Portal Senac, ou diretamente na unidade de escolha.

Para conferir a programação completa e se inscrever, acesse: www.sp.senac.br/digitalshow.

Senac Digital Show
Data: 17 a 31 de outubro
Inscrições e programação: www.sp.senac.br/digitalshow
Gratuito

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ClickSoftware é destaque do Gartner pela sexta vez consecutiva

A ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções de gerenciamento de serviços em campo, anuncia que foi posicionada entre os Líderes do Quadrante Mágico do Gartner 2017 em Gestão de Serviços em Campo. Este é o sexto ano consecutivo que a ClickSoftware é destacada como líder, com base nos critérios do Gartner, o que representa um desempenho sem precedentes no setor.

A posição de liderança da ClickSoftware reflete a alta classificação obtida no que diz respeito aos quesitos integralidade de visão, capacidades de execução e atendimento às necessidades do mercado incorporando tecnologias emergentes em seus produtos.

“Os desafios para aprimorar as experiências dos clientes nunca foram tão grandes para os prestadores de serviços, e a ClickSoftware continua a desenvolver soluções de serviços em campo que maximizam a eficiência e eficácia dos profissionais deste segmento”, ressalta Paul Whitelam, VP de Marketing de Produtos da ClickSoftware. “Não poderíamos estar mais entusiasmados em termos sido reconhecidos pelo Gartner pelo nosso compromisso de atender às necessidades dos consumidores mais exigentes, impulsionando profundamente a otimização do agendamento de serviços, por meio de ferramentas móveis extensíveis e inovação conduzida por inteligência artificial e análises preditivas”, completa o executivo.

A ClickSoftware está comprometida em ser a empresa de gerenciamento de serviços em campo mais inovadora do mercado, oferecendo soluções e experiências que aceleram o retorno do investimento dos clientes.

Para ter acesso ao relatório completo do quadrante mágico do Gartner para a Gestão de Serviço em Campo de 2017, clique aqui.

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FH de olho no mercado global

A internacionalização tem sido um dos investimentos da FH, que recentemente abriu um escritório em Madri, na Espanha. Ao todo, foi investido R$ 1 milhão, tanto na estrutura local quanto nas atividades que envolvem as operações de vendas. Emilio Osete, Gerente da Unidade de Negócios da Espanha (FH), destaca a força do mercado europeu. “A Espanha é o terceiro mercado da Europa em potencial de consultoria, e, em SAP, especificamente, é um dos mercados mais maduros. Acreditamos que, em um prazo de dois anos, teremos um crescimento expressivo. Além disso, o mercado espanhol abrirá portas para a entrada em demais países, como Alemanha e Holanda”, afirma.

Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e com as melhores soluções de comércio eletrônico, a principal aposta da FH na Europa é o SAP Hybris. Inclusive, a companhia é reconhecida como uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE, além do selo SAP Recognized Expertise em – Hybris Commerce, S/4HANA e Hybris Cloud for Costumer.

Maior evento do mundo em SAP Hybris

Atenta às tendências e oportunidades que revolucionam a experiência de compra do cliente em um cenário omnicanal, a FH participa como patrocinadora gold do SAP Hybris Live: Global Summit 2017, maior evento mundial sobre SAP Hybris, que ocorre entre os dias 17 e 19 de outubro em Barcelona, na Espanha. Na ocasião, o Diretor de Operações Internacionais da companhia, Martin Strempfer, o Gerente da Unidade de Negócios (Espanha), Emilio Osete, e o Gerente da Unidade de Negócios Technology (Espanha), Willy Möller, estarão presentes para acompanhar as inovações que têm revolucionado a experiência entre empresas e clientes.

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Stefanini participa do Synergy 2017

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, participará no dia 17 de outubro, no Grand Hyatt Hotel em São Paulo, do Synergy 2017, sexta edição do evento que é considerado referência mundial para discussões sobre tendências e principais desafios para os profissionais do mercado fiscal, contábil e de comércio exterior.

Muito já se fala sobre a complexidade da área tributária brasileira e ela tem sido ponto de atenção e discussões recorrentes entre todos os contribuintes, porém com maior destaque entre as empresas estrangeiras que planejam investir no Brasil, ampliar e/ou iniciar operações locais. Todo o planejamento precisa considerar os impactos sistêmicos, técnicos, financeiros e processuais para que a operação seja bem sucedida.

“Quando analisamos o contexto do projeto SPED, os objetivos do Fisco e o nível de exigências ao contribuinte, conclui-se que estamos diante de um processo disruptivo, que muda a visão sobre as questões fiscais e o quanto elas são estratégicas para a viabilidade dos negócios. A Stefanini oferece uma retaguarda completa para os clientes que precisam da ‘tecnologia tributária’ a serviço do compliance e da segurança da informação, desde consultoria para implantação das obrigações fiscais, qualificação dos dados antes do envio ao Fisco, tecnologia de automação para reduzir rotinas repetitivas, mapeamento de processos, até o fornecimento da infraestrutura necessária às aplicações (servidores, hosting de ambiente e hardware as a service), explica Dulce Marchiori, gerente de Produtos, Soluções e Parcerias da Stefanini.

Durante o evento, a Stefanini contará com especialistas que poderão apresentar soluções que permitam às companhias obter maior conformidade tributária, alto grau de complice e gestão de riscos com assertividade. Alguns exemplos dos serviços em foco são:

Diagnóstico Técnico, Funcional e de Processos Fiscais: seja no atendimento de novas obrigações fiscais, adequação às mudanças sistêmicas, reestruturação de processos, a Stefanini oferece um trabalho de mapeamento e modelagem de processos “As-Is” e “To Be”, análise do nível de aderência sistêmica e processual, estudo quanto aos impactos e riscos fiscais existentes.

BPO Fiscal: serviço estruturado que aumenta o nível de qualidade da operação com o aporte de tecnologias e melhorias no processo, apresentando modelos de reduções consistentes no custo da operação ao longo dos anos.

AMS – Suporte Funcional: atendimento de 1º, 2º e 3º níveis para sustentação das soluções Thomson Reuters com objetivo de otimizar o uso da aplicação fiscal, melhorar a experiência do usuário e acelerar a identificação de soluções.

Alocação de profissionais: funcional Mastersaf, funcional Onesource, funcional DFe, ABAP para integração SAP com produtos Mastersaf, técnico para PL/SQL, DBA e gerente de projetos.
O Synergy é organizado pela Thomson Reuters em várias partes do mundo e reúne alguns dos mais representativos líderes, reguladores, keynote speakers e altos decisores de mercado. Nessa edição serão debatidos os temas mais sensíveis da atualidade que afetam as organizações e que, também, representam reais oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional.

Synergy 2017
Data: 17de outubro de 2017
Local: Grand Hyatt Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, 13.301 – Vila Cordeiro, São Paulo – SP
Data: 17 de outubro de 2017
Horário: 09h às 18h

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Grupo New Space anuncia Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a contratação de Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo da companhia. O profissional possui mais de 30 anos de experiência na área Comercial e chega ao grupo com a responsabilidade de ampliar e diversificar o portfólio, implementar novos modelos de negócios, trazer ainda mais sinergia às empresas que compõe o grupo. Dinóla tem ainda como objetivo alavancar novos negócios para o Grupo através da elaboração de estratégias comerciais para o segmento de BPO Financeiro e Inteligência Cibernética.

“Começo no Grupo New Space com uma expectativa muito positiva e muito estimulado para mais esse desafio na minha carreira. Tenho certeza de que posso contribuir muito com a minha experiência em elaboração de estratégias, formulação de parcerias e diversificação dos negócios, principalmente para companhias especializadas em BPO e Tecnologia”, afirma o novo Diretor Executivo, que já desenvolveu projetos de sucesso para empresas como Embraer, Bosch, General Motors, Ford e Banco Itaú.

Arthur Dinóla é formado em Administração de Empresas pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), com pós-graduação em Marketing pela mesma instituição de ensino e MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral. Antes de assumir como novo Diretor Executivo do Grupo New Space, Dinóla ocupou cargos de liderança em empresas como Xerox do Brasil, Iron Mountain do Brasil e Sion Tecnologia.

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Com novo formato, VII Fórum da Internet no Brasil tem inscrições abertas

O Fórum da Internet no Brasil, evento promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) desde 2011, apresenta este ano uma programação construída de forma colaborativa. Workshops propostos pela comunidade brasileira sobre inclusão digital, criptografia, privacidade e proteção de dados pessoais, direito ao esquecimento, blockchain, entre outros tópicos, integram a programação do evento, que será realizado entre os dias 14 e 17 de novembro na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os interessados em participar já podem inscrever-se gratuitamente em http://forumdainternet.cgi.br/.

Sob o tema “Moldando seu futuro digital”, a 7ª edição do Fórum da Internet no Brasil adotou novo formato inspirado no Fórum de Governança da Internet (IGF) e terá na programação, além de um “dia zero” com atividades auto organizadas pelos diferentes setores, uma sessão plenária, 21 workshops e uma audiência pública que discutirá a estrutura de governança da Internet no Brasil.

“O Fórum consagrou-se como um espaço de diálogo multissetorial, que reúne representantes dos setores governamental, empresarial, acadêmico, da sociedade civil, técnicos, estudantes e usuários da Internet. Por meio dele, o CGI.br incentiva que todos opinem sobre as questões mais relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil”, declara Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br.

Seleção de workshops

A programação de workshops do 7º Fórum da Internet no Brasil foi definida a partir de uma chamada pública promovida pelo CGI.br que recebeu, entre 24 de julho e 3 de setembro, um total de 78 propostas da comunidade científica e tecnológica (40%), terceiro setor (38%), setor empresarial (12%) e governamental (10%) e das cinco regiões do País (veja mais estatísticas sobre as propostas recebidas em http://forumdainternet.cgi.br/propostas-workshop/).

As propostas foram analisadas por uma comissão externa de 24 especialistas a partir de critérios de seleção previamente definidos na chamada. Cada uma delas foi avaliada por quatro avaliadores, representando os quatro diferentes setores que compõem o CGI. As notas atribuídas a cada proposta procuraram capturar a diversidade das percepções dos diferentes setores sobre o seu mérito. Os workshops selecionados podem ser acessados em http://forumdainternet.cgi.br/workshop-aprovados/.

“Com este novo formato, pretendemos manter e aprofundar o modelo multissetorial e pluriparticipativo de governança da Internet no Brasil, além de aproximar ainda mais o evento do modelo do IGF global, promovendo maior participação da comunidade brasileira na identificação dos temas relevantes ao debate”, esclarece Flávio Wagner, coordenador do programa do Fórum.

O VII Fórum é uma atividade preparatória para a participação brasileira no IGF, que acontece de 18 a 21 de dezembro em Genebra, na Suíça.

Agenda

As atividades começam no dia 14 de novembro com o “dia zero” que terá atividades auto organizadas por membros dos setores governamental, empresarial, terceiro setor e comunidade científica e tecnológica e terminará com a abertura oficial do evento. Nos dias 15 e 16 de novembro, a programação avança com a realização dos workshops e da sessão plenária com tema ainda a ser definido.

O dia 17 de novembro, por sua vez, será dedicado à audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil. O resultado da consulta será a elaboração de um documento final pelo CGI.br, contendo informações, diretrizes e recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. O documento, que sistematizará e levará em consideração todas as contribuições recebidas via plataforma on-line e na audiência pública, será encaminhado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no dia 3 de dezembro de 2017.

Acesse a programação completa do VII Fórum da Internet no Brasil: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao
VII Fórum da Internet no Brasil
Data: 14 a 17 de novembro
Hotel Prodigy Santos Dumont
Endereço: Avenida Almirante Silvio de Noronha, 365 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
Inscrições gratuitas: http://forumdainternet.cgi.br/

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Startups brasileiras disputam investimento de R$ 1 milhão para superar o “Vale da Morte”

A expressão deixa clara a tensão do momento: para as startups, o “Vale da Morte” se refere ao gap de apoio e financiamento que ocorre, geralmente, entre o aporte feito por investidores-anjo – em média, R$ 100 mil – e o aporte feito por fundos de investimento em empresas em estágio inicial – em média, R$ 3 milhões. De acordo com levantamento da Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro startup fecha com menos de um ano de funcionamento; metade encerra a operação com menos de quatro anos.

Para ajudar essas pequenas potências a superar o momento crítico, a Finep criou o programa Finep Startup, que vai investir até R$ 25 milhão em 25 empresas na primeira rodada. A primeira disputa acontece entre os dias 17 e 19 de outubro, no escritório da Finep no Itaim Bibi, em São Paulo. As 75 startups finalistas terão 15 minutos para apresentar suas propostas a uma banca composta por especialistas em inovação, investidores do mercado e outros agentes do ecossistema empreendedor.

A seleção será feita com base em três quesitos: mercado e estratégia; inovação e diferenciais; e empreendedor e equipe. O objetivo é alavancar o crescimento e estimular os empreendedores nesta fase final de desenvolvimento do produto para colocá-lo no mercado. O resultado final, com as 25 empresas escolhidas, será divulgado no dia 19 de novembro.

As startups classificadas para a fase final atuam, principalmente, com os temas Internet das Coisas (14 empresas), Educação (14), Fintech (11) e Agritech (10). Entre os estados que concentram o maior número de candidatas na lista estão São Paulo (21 empresas), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (10) e Minas Gerais (9).

Finep Startup

Lançado no fim de junho, o programa prevê investimento de R$ 400 milhões em quatro anos, via participação no capital das startups. Além do recursos financeiro, as empresas poderão aproveitar o conhecimento dos especialistas da Finep e a rede de contatos da agência governamental, responsável pela consolidação do investimento de risco no Brasil.

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Por isso, o edital tem um mecanismo para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: as startups que apresentarem cartas de investidores-anjo vão ganhar pontos extra na seleção. O modelo, inédito no Brasil, foi inspirado em programas de países como os Estados Unidos.

A segunda rodada de submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

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Brasil no caminho da indústria 4.0 – Por César Gaitan

Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

César Gaitan é Diretor Presidente da Festo Brasil.

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