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Curso incentiva mulheres a se tornarem programadoras

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, apenas 20% dos profissionais no mercado de TI são mulheres, enquanto dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) indicam que somente 15% dos ingressantes nos cursos da área pertencem ao gênero feminino. Para diminuir essa disparidade, a Ironhack, global tech school que acaba de abrir o seu primeiro programa no Brasil, oferece bolsas de 10% para as mulheres que se matricularem nos seus cursos.

“Queremos incentivar uma maior participação feminina nesse mercado que, por razões socioculturais, ainda carrega o estigma de ser um setor masculino”, explica Mario Posadas, Gerente de Expansão da Ironhack no Brasil. A empresa têm um modelo de ensino conhecido como bootcamp, metodologia de aprendizagem imersiva baseada na ideia de “aprender fazendo”, por meio de cursos intensivos de treinamento para programadores e web designers.

O programa é voltado tanto para o profissional que quer mudar de carreira, quanto os que procuram se qualificar no setor da tecnologia da informação, formato que tem garantido também a rápida inserção feminina no setor de tecnologia. “Cerca de 85% dos que concluem o programa conseguem um novo emprego em até três meses. Isso torna a opção atraente para as profissionais que sempre quiseram trabalhar na área, mas não tinham coragem de dar este tipo de guinada ou se deixavam influenciar pelo estereótipo de ser um segmento de maioria masculina”, analisa Posadas.

Outro diferencial da escola de programação é o suporte dado à recolocação profissional. Além da preparação para entrevistas e elaboração do currículo, após a conclusão do curso, a escola promove uma Feira de Contratação ao longo de quatro dias, momento em que as próprias empresas vão até o Campus para conhecer e entrevistar os alunos. Entre as companhias, destaca-se a parceria global com Google, Rocket Internet, Boston Consulting Group, Twitter, VISA, entre outras.

A Ironhack inicia seu primeiro programa no país em 15 de outubro, com duração prevista de nove semanas. As inscrições já estão abertas no site oficial da escola: www.ironhack.com. O programa, full time, com aulas em português, tem carga de 40 horas semanais e todos os conhecimentos técnicos ensinados por professores experientes são testados em projetos.

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Fórum LIDE: insegurança jurídica é barreira para competitividade do Brasil, para empresários

novação, fomento para atração de investimentos e fontes de financiamento que ajudem a melhorar a competitividade do Brasil foram alguns temas debatidos durante o 6º FÓRUM DE INFRAESTRUTURA, LOGÍSTICA E MOBILIDADE, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. O evento, realizado na manhã de hoje, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, reuniu autoridades públicas como Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, secretário municipal de Mobilidade e Transportes e Dyolo Oliveira, presidente do BNDES.

Durante o painel de abertura sobre “As consequências do frete tabelado”, Sergio Leite de Andrade, presidente-executivo da Usiminas, apresentou os impactos negativos da nova regulamentação para o país e ao setor do aço. “Tivemos impacto em diversos segmentos da economia, com queda de faturamento, de produção e na confiança dos empresários”, disse. O executivo apresentou também proposições para que a situação seja revertida: “temos de pensar em alternativas de longo prazo, visando à retomada da economia”.

No painel seguinte, sobre “Como fomentar um ambiente favorável para atração de investimentos”, que reuniu Antônio Claret de Oliveira (presidente da INFRAERO), Júlio Fontana Neto (presidente da RUMO) e Mário Povia (diretor-geral da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a instabilidade regulatória e a insegurança jurídica também deram o tom do debate, tendo sido apontadas como dois dos principais fatores que tiram a atratividade de negócios.

“Inovações em logística e mobilidade” foi o tema debatido por Leonardo Vianna (presidente da CCR), Paul Malicki (CEO da Flapper) e Paulo Resende (professor da Fundação Dom Cabral), para quem o desafio do país é desenvolver soluções inovadoras para a redução de custos operacionais.

No último painel, dedicado às “fontes de financiamento e seguro de risco cambial” para o setor, Antonio Silveira (vice-presidente de Infraestrutura do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina) enfatizou as questões dos recursos privados e trouxe exemplos internacionais, citando o Chile. Dyogo Oliveira (presidente do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apresentou a perspectiva de aumento de 13,3% ao ano, em média, nos investimentos em logística entre 2018 e 2021 e finalizou o painel afirmando acreditar que, até 2025, “nós teremos condições de gerar recursos, capacidade e competência para o desenvolvimento da nossa infraestrutura”.

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Magazine Luiza é a melhor empresa para trabalhar no varejo brasileiro, diz GPTW

O Magazine Luiza foi apontado como a melhor empresa do setor varejista e a segunda no ranking geral, segundo o relatório do Great Place to Work de 2018. A companhia, que hoje conta com mais de 20 000 funcionários, está na lista há mais de duas décadas. Isso mostra o quanto os executivos que estão no comando valorizam as políticas e práticas de recursos humanos e reconhecem a sua importância para a obtenção de resultados.

O ranking é elaborado a partir de um estudo dos especialistas da GPTW sobre a cultura e prática das grandes empresas nacionais. A voz dos funcionários é ouvida em uma pesquisa de clima. “O que queremos é que o Magalu seja realmente um excelente lugar pra trabalhar”, afirma Patrícia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magazine Luiza. “A colocação no ranking é apenas uma consequência dessa vontade.”

Além do destaque na lista geral, o Magazine Luiza também foi apontado como a empresa que melhor conversa com seus funcionários. Essa comunicação é feita com a ajuda de uma rede social própria, um canal de tevê e uma emissora de rádio, que promovem uma interação constante com os “Magalus” – como são chamados os funcionários da empresa, internamente.

O Consórcio Luiza, empresa do Grupo Magazine Luiza, , está, pelo oitavo ano consecutivo, entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com um ranking divulgado pelo instituto Great Place to Work (GPTW), um dos mais conceituados do mundo. Neste ano, a empresas ficou em 3º lugar entre as melhores empresas no segmento de “Médias Nacionais” (100 a 999 funcionários).

Fundado há 25 anos, nos Estados Unidos, o Great Place to Work traz em sua marca o prestígio e o reconhecimento internacional por desenvolver as pesquisas das Melhores Empresas para Trabalhar em 59 países (América do Norte, América Latina, Europa, África, Oceania e Ásia), impactando mais de 12 milhões de funcionários. Em 2018, 2 300 empresas que operam no Brasil se inscreveram para participar do ranking.

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Decifre e Influencie Pessoas: livro ensina técnicas para obter relações mais harmoniosas com as pessoas ao seu redor

Autor de diversos best sellers, como “O Poder da Ação” e “O Poder da Autorresponsabilidade”, o PhD e master coach Paulo Vieira lança ao lado do sócio fundador do CIS Assessment da Febracis, Deibson Silva, o livro “Decifre e Influencie Pessoas – como conhecer a si e aos outros, gerar conexões poderosas e obter resultados extraordinários”.

O livro apresenta uma visão que ajuda os leitores a refletirem sobre como seriam seus resultados pessoais e profissionais caso conseguissem compreender melhor quem está ao seu lado. Para isso, a obra ajuda a entender o que motiva as pessoas a agirem, permitindo uma comunicação mais profunda e eficaz com elas.

“Fato é que todos nós temos algum motivo pelo qual queremos descobrir e entender quais são os mecanismos que motivam os indivíduos a agirem como agem e a fazerem o que fazem. A verdade é que a maior parte das pessoas está perdida, não sabe como gerenciar aqueles que estão sob sua liderança, nem como lidar com as pessoas mais próximas”, explica Paulo Vieira.

Além da análise das pessoas, seja em ambiente de trabalho ou familiar, o livro ensina a olhar para nós mesmos. “A única maneira de contribuir de modo efetivo para o desenvolvimento das pessoas que estão ao seu lado é a partir do próprio autoconhecimento. Quanto mais se conhece, mais você cresce e garante melhores condições para desenvolver as pessoas à sua volta”, completa Vieira.

O lançamento do livro acontecerá no dia 15 de agosto, às 16 horas, na Arena GYM PASS, no Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH), um dos maiores eventos de gestão de pessoas do País. No local, além de comprar o livro, os visitantes podem ter acesso à ferramenta de identificação de perfil comportamental CIS Assessment e participar da sessão de autógrafo no estande da empresa.

No evento, o master coach Paulo Vieira concederá também uma palestra magna sobre o tema “Usando as Emoções ao seu Favor”, abordando como saber comunicar sentimentos positivos é essencial para atingir grandes conquistas.

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Grupo Nexxera seleciona oito startups para fomentar em seu programa de aceleração e investe em novo Centro de Inovação em Florianópolis

O Grupo Nexxera, um dos principais players do mercado de tecnologia para transações eletrônicas, anuncia as oito startups selecionadas para participarem de seu programa de fomento no Link Lab – programa de inovação e conexão para fomentar novos negócios em Florianópolis em parceria com a ACATE; e o investimento no SOHO – novo espaço de inovação e novas ideias, inaugurado na antiga sede do tradicional jornal impresso do estado. No SOHO, onde o Grupo Nexxera inaugurou o espaço NexxLab, o Grupo pretende apoiar e desenvolver startups que agregaram valor ao seu negócio. As startups podem até mesmo receber investimentos daholding.

O objetivo destas iniciativas, além de incentivar a inovação na região – conhecido polo tecnológico, é potencializar a disruptividade dos serviços prestados pelo Grupo Nexxera que tem em seu DNA um olhar voltado para o futuro e novas tendências de mercado. Desta forma, tanto as startups selecionadas para o Link Lab quanto para o SOHO vêm a corroborar com o conceito de vanguarda e pioneirismo do Grupo, de oferecer sempre o novo aos seus clientes.

Startups selecionadas – Link Lab

O Link Lab é uma iniciativa da ACATE e tem como cofundador patrocinador o Grupo Nexxera. Das 87 startups que se inscreveram, 27 foram entrevistadas pelo Grupo Nexxera. As oito selecionadas englobam, em sua maioria, os setores fintech, big data e esportes – todos relacionados a projetos em andamento do Grupo Nexxera.

“Estamos animados com as oito que selecionamos para fomentarmos durante os próximos 12 meses. Observamos critérios como aderência aos nossos projetos, potencial de mercado e maturidade do negócio, dentre outros importantes índices”, explica o presidente do Grupo Nexxera, Edson Silva.

As startups selecionadas foram as seguintes:

1. OmniHunter
Startup de tecnologia financeira

2. TouchChef
Sistema interativo para relacionamento com clientes em arenas esportivas.

3. 5 Beatle
Marketplace de serviços culturais.

4. Yonface Tecnology
Inteligência Artificial voltada a empresas.

5. Hallo.social
Startup que oferece aplicativos em formato de redes de relacionamento personalizadas para HUBs empresariais.

6. I’m Esports
Plataforma completa e integrada para jogadores, times e campeonatos de eSports.

7. Winkme
App baseado em redes wi-fi para estreitar o relacionamento entre pessoas que estão no mesmo local.

8. Vip Convite
Plataforma direcionada para eventos.

NexxLab no SOHO – novo espaço de fomento à inovação

Além das startups selecionadas para o Link Lab, o Grupo decidiu criar o NexxLab, um espaço dentro do recém-inaugurado SOHO, um coworking destinado à criação de novas ideias e eliminação da burocracia. O empreendimento é destinado a startups e novos negócios sustentáveis, além de empresas de tecnologia. Com áreas de lazer, eventos, escritórios e food parks, o ambiente é moderno e reflete o DNA das empresas que ali estão instaladas.

“Nós, do Grupo Nexxera, sabemos o quanto esses novos espaços são importantes e que ótimos negócios nascem de ambientes criativos e inovadores. Por isso, apoiamos iniciativas como esta, que vão ao encontro da nossa cultura. No NexxLab do SOHO, pretendemos também desenvolver startups que sejam sinérgicas aos nossos negócios”, reforça Edson Silva.

No SOHO, que fica em um edifício em frente à Praia de Itaguaçu, os empreendedores, startups e empresas podem escolher o seu espaço ideal entre o coworking, salas de reunião, espaços para pequenos eventos ou em alguma das 28 salas privativas que o espaço oferta desde do início do mês de junho. E em breve também poderão usufruir da FabLab, um oficina para desenvolvimento de protótipos, no subsolo do Centro de Inovação.

SOHO Centro de Inovação Tecnológica
Endereço: Rua Desembargador Pedro Silva, 2958
Site: www.soho.floripa.br

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Natura anuncia Fernando Mattoso Lemos como novo vice-presidente de Tecnologia e Negócios Digitais

A Natura, líder no setor de venda direta no Brasil, nomeou Fernando Mattoso Lemos como vice-presidente de Tecnologia e Negócios Digitais da empresa. Como membro do Comitê Executivo, Fernando será responsável por manter a evolução da estratégia digital da empresa, impulsionando os negócios em todos os países, além de oferecer experiências diferenciadas nos serviços digitais que geram valor para o modelo de negócio da Natura.

O executivo traz para a empresa a experiência de mais de 20 anos em tecnologia e inovação. Sua posição mais recente foi como vice-presidente de Inovação, Transformação Digital e Cloud para a América Latina na Oracle, empresa em que atuou nos últimos dez anos. Sua trajetória profissional conta com vivências internacionais em países como Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

Fernando é engenheiro elétrico pela Escola de Engenharia Mauá, com MBA em Marketing e especializações em negócios em escolas internacionais, como Incae Business School e Singularity University.

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Dashboards e BI: como a indústria pode analisar dados com agilidade e precisão

Por Marcos Abellón

Se pararmos para analisar, a quantidade de dados gerados em uma fábrica é imensa. Quantos funcionários uma empresa tem, qual a produtividade de cada setor, quantos produtos são fabricados por hora, quantos são vendidos ao ano, qual o tíquete médio de cada cliente, etc. Esses são apenas alguns exemplos. E a melhor estratégia para o empresário no mundo atual é saber usar os dados e números a seu favor.

O Business Intelligence precisa fazer parte da rotina de toda empresa. No caso das indústrias, considero essa necessidade algo ainda mais urgente. Saber coletar, organizar e analisar os dados corretamente pode ser o diferencial entre “ser apenas mais um” e virar o líder de mercado. O BI é capaz de transformar a montanha de dados que a sua empresa gera em informações que realmente valorizam o seu negócio.

Para isso, a adoção de dashboards é essencial, já que transforma dados em informações palpáveis, tornando o fluxo de trabalho, as metas do dia, e tudo mais o que for necessário, visível para a equipe. Dependendo do seu mercado de atuação, cada indústria tem um tipo de dashboard mais indicado. Os dados mais importantes são selecionados e combinados entre si para gerar informações que alavanquem o crescimento e o lucro do negócio.

Pense no BI como uma maneira de aproveitar todos os dados gerados por colaboradores, consumidores, fornecedores, etc, e a partir disso gerar insights essenciais para reduzir custos, encontrar oportunidades, tomar decisões mais assertivas e enfrentar seus concorrentes. O BI e o uso de telas inteligentes mostram que o caminho para o sucesso já está dentro da sua organização. Resta saber explorar estes dados com sabedoria.

O dashboard em si é importante para a velocidade dessas decisões. Selecionando as principais informações e análises para ficarem disponíveis, é possível encontrar oportunidades e corrigir rotas com maior agilidade, resolvendo pequenos problemas que poderiam se tornar uma grande dor de cabeça futuramente. Uma linha de produção que apresente uma pequena lentidão em uma de suas esteiras, por exemplo. O problema pode não ser percebido imediatamente, mas essa diferença irá começar a aparecer na tela e as medidas poderão ser tomadas imediatamente. E o mais interessante: você já irá saber numericamente o quanto esse atraso pode interferir nas suas vendas.

É possível trabalhar com dashboards focados em dados internos (como quais produtos estão sendo produzidos por minuto, velocidade das linhas de produção, tempo de execução, etc), informações externas (como quantidade de pedidos que foram realizados por região do país, número de vendas por representante, acompanhamento logístico, etc) e até mesmo dados cruzados. Cabe a cada líder determinar quais são as informações essenciais para sua produção e facilitar o acesso aos dados de qualidade.

A indústria em si é algo muito complexo, pois envolve o trabalho de diferentes áreas que precisam estar funcionando em perfeita sintonia. É preciso estar a par de relatórios, conhecer a produtividade, conferir o trabalho dos colaboradores, ter toda a logística em ordem e conhecer as necessidades e preferências do seu consumidor, etc. Para conseguir aproveitar ao máximo todas informações geradas por cada uma dessas ações, o Business Intelligence é a melhor solução. Já os dashboards são as melhores ferramentas para simplificar todos os dados e colocá-los para, efetivamente, trabalharem ao seu favor.

Marcos Abellón, diretor geral da W5 Solutions, empresa brasileira que desenvolve soluções para prefeituras, BI (Business Intelligence) e aplicativo para pagamento móvel.

Fintech leva 2h30min para arrecadar R$ 140 mil em empréstimos para franqueado do China In Box

Obter empréstimos mais baratos para financiar a expansão de suas franquias. Esse objetivo leva grandes grupos de franqueadores a fechar parcerias com a Kavod Lending – fintech de financiamento coletivo (crowdfunding). A primeira operação da Kavod em parceria com o grupo TrendFoods, dono das marcas China In Box e Gendai, foi lançada para levantar R$ 140 mil em empréstimos para uma franquia da China In Box e o valor foi captado em menos de 2h30min. A Kavod Lending, que também tem parceria com o grupo Sterna Café, aproxima pessoas físicas que querem investir melhor o seu dinheiro e empresas que buscam crédito com taxas mais baixas que as praticadas pelo mercado financeiro tradicional. Os juros para o tomador de crédito partem de 1,1% ao mês e o prazo máximo para pagar é de 24 meses.

“O processo é online, por isso a arrecadação pode ser extremamente rápida. Para o franqueador esse tipo de parceria é interessante porque permite que ele apresente uma linha de crédito muito mais condizente com a necessidade de seus franqueados, atuais e futuros, com muito mais agilidade e menor custo do que os bancos tradicionais”, afirma Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending. A iniciativa também é relevante para o investidor, que pode emprestar seu dinheiro para empresas que conhece. O investimento mínimo na plataforma é de R$ 5 mil e o retorno varia entre 170% a 250% do CDI.

Todas as operações da Kavod Lending contam com garantias reais, prestadas pelas empresas que buscam o crédito. Essas garantias podem ser recebíveis de cartão de crédito, alienação imóveis, máquinas, investimentos etc. Além disso, ainda é disponibilizado um Relatório de Risco do Serasa, que é imparcial na análise, com uma nota de crédito (rating) de cada empresa. “A Kavod também realiza uma análise técnica antes de lançar qualquer operação. Essas iniciativas, em conjunto, mitigam o risco da operação e permitem que seu custo seja menor”, ressalta Renato Douek, cofundador e CMO da Kavod.

Grupos de franqueadores, franquias e investidores podem obter mais informações sobre as operações no site http://www.kavodlending.com.

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Connected Smart Cities apresentará melhores práticas para uma cidade inteligente

Em sua quarta edição, o Connected Smart Cities vem desde 2015 reunindo diferentes segmentos da sociedade para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. Os setores participantes do evento se dividem em tecnologia, mobilidade, energia, urbanismo, meio ambiente e segurança. Já estão confirmados como patrocinadores da edição 2018: Aceco TI, Atech, BMPI, Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), Deloitte, Engie, Egis, Fundação Ezute, Fala Cidadão, Geoambiente, Itron, Kido Dynamics, Midiacode, Philips, Prefeitura de Barueri, Ubicquia, Via, além do apoio de mais de 40 entidades.

O Connected Smart Cities será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, apoiador estratégico e que garante ao evento uma infraestrutura diferenciada. No primeiro dia do Fórum, será apresentado o Ranking Connected Smart Cities 2018, desenvolvido em parceria com a Urban Systems e que apresenta os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras participantes do levantamento. Com expectativa de reunir mais de duas mil pessoas, o Connected Smart Cities abordará os temas Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Prósperas; Cidades Conectadas; Mobilidade e Acessibilidade nas Cidades; Cidades Empreendedoras; Cidades Resilientes; e Cidades Participativas e Engajadas.

“Essa edição do evento contará com cerca de 90 painéis e 300 palestrantes que se apresentarão simultaneamente em 9 palcos, superando os números das edições anteriores. Também teremos a Expo, onde as empresas que apoiam o evento apresentam as suas soluções para uma cidade inteligente, além do Prêmio voltado para empresas que estão oferecendo soluções inovadoras para as cidades; as Rodadas de Negócios, reuniões entre organizações que oferecem soluções e cidades que têm interesse em implementar novos modelos, sendo que a nossa expectativa é de organizar mais de 600 reuniões durante o evento; e o lançamento do nosso Manifesto”, cita a idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

A executiva enfatiza, ainda, que o evento está sendo oficialmente lançado e muitas novidades serão apresentadas durante o Connected Smart Cities 2018 e que as ações do evento, com foco em uma cidade inteligente, apresentam resultados positivos em várias cidades brasileiras, como em Belo Horizonte, capital que implementou soluções do Connected Smart Cities, por meio do Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, e São João da Boa Vista/SP, por meio do Plano Estratégico “São João 2050”. “O trabalho desenvolvido por nós já reflete e resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta.

Manifesto Connected Smart Cities

Durante o evento será lançado o Manifesto do Connected Smart Cities, com o objetivo de destacar o propósito da iniciativa. “A missão do Connected Smart Cities é desenvolver e participar de ações que tenham como principal objetivo tornar as cidades brasileiras mais desenvolvidas e sustentáveis, onde os projetos implantados reflitam na qualidade de vida dos seus habitantes. A nossa missão é unir forças, por meio da sinergia entre todos os envolvidos, pois acreditamos e trabalhamos para que cada vez mais as nossas ações resultem em resultados efetivos. E o Manifesto do Connected Smart Cities reforça, ainda mais, o nosso objetivo”, Conclui Paula Faria.

Acesse o Manifesto Connected Smart Cities: www.connectedsmartcities.com.br/manifesto/

A edição desse ano também conta com o lançamento do Connected Smart Cities Mapping, ferramenta online de dados abertos que disponibiliza soluções por meio de um software livre para a coleta de informações, visualização e mapeamento interativo de recursos, ou seja, um mapa georreferenciado colaborativo para a inclusão gratuita de soluções. A INCLUSÃO DE SOLUÇÕES está disponível por meio do link: www.connectedsmartcities.com.br/2018/07/31/ferramenta-oferece-mapeamento-gratuito-de-solucoes-para-cidades-inteligentes/

Para mais informações sobre o Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, acesse o Case de Belo Horizonte: www.connectedsmartcities.com.br/2018/05/25/belo-horizonte-implementa-solucoes-do-connected-smart-cities/

Para mais informações sobre o Plano Estratégico “São João 2050”, acesse o case de São João da Boa Vista/SP: www.connectedsmartcities.com.br/2018/08/08/desenvolvimento-de-sao-joao-da-boa-vista-conta-com-acoes-do-connected-smart-cities/

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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Os consumidores querem Inteligência Artificial e personalização nas lojas físicas

Por Alan Prando

A última edição do relatório anual Connected Shoppers, elaborado pela Salesforce, em oito países – incluindo o Brasil, para investigar os hábitos de consumo e como as pessoas usam a tecnologia como parte do processo de compra trouxe índices interessantes para o varejo. Dos entrevistados brasileiros, 75% disseram que aceitariam compartilhar suas preferências e outros dados pessoais em troca de uma personalização que oferecesse um serviço mais rápido e conveniente nas lojas físicas, enquanto que 80% afirmaram que gostam de receber recomendações de produtos com base em seu histórico de compra.

O que já é comum no mundo digital, traz à tona uma carência no varejo físico: a necessidade de personalização e recomendação de produtos. Com o empoderamento do consumidor, independente do seu canal de compra, ele quer se sentir único, e não apenas mais um. Ele não quer ser encarado como uma cifra, mas como um cliente exclusivo. Os varejistas, por sua vez, precisam satisfazer os desejos desses compradores, com experiências mais inteligentes e cada vez mais personalizadas e, assim, manter sua competitividade.

Embora os e-commerces ofereçam muitas praticidades, as lojas físicas ainda têm um papel importante no varejo. Nele, o consumidor tem a possibilidade de comprar e levar o produto na hora, além de negociar descontos; pode tocar e testar o produto. Brasileiro tem essa mania de “ver com as mãos”, é cultural. Também é possível evitar taxas de entrega, uma vez que o frete é um dos entraves do e-commerce.

A tecnologia, associada ao uso de Inteligência Artificial, pode ser uma forte aliada para dar suporte às vendas do varejo tradicional. Da mesma maneira que o e-commerce tem acesso direto aos dados de consumo dos clientes, a tendência é que as lojas físicas comecem a fazer isso também, com o uso de dispositivos já disponíveis no mercado, como o foot tracking, que permite entender e analisar o caminho que os consumidores fazem dentro de uma loja.

Outro ponto importante para considerar é que todos os canais de venda precisam estar conectados e se complementar, com a possibilidade de trocas nas unidades físicas de compras feitas no e-commerce, por exemplo, ou a implementação de conceitos como “click and collect” e “pick-up in store”, que permitem recolher na loja uma mercadoria adquirida na internet.

Em um futuro próximo, as lojas farão sugestões de produtos para seus clientes de maneira semelhante ao que é feito nos e-commerces, por meio de vitrines personalizadas e e-mail comportamental, por exemplo. Para isso, também serão utilizadas tecnologias diversas, como espelhos inteligentes, aplicativos sincronizados e cadastro universal.

Toda experiência positiva cativa e fideliza clientes, além de atrair novos consumidores, por meio do famoso “boca a boca” – que nunca sai da moda e funciona como uma eficaz ferramenta de propagação (gratuita) da marca. No mundo “real”, essa experiência tem a vantagem do “tête-à-tête”, pois todo mundo gosta de um cumprimento, de um sorriso, de receber uma atenção especial. E se a tecnologia pode melhorar essa relação, então o objetivo de proporcionar uma experiência completa será concluída com sucesso.

Alan Prando é CTO e cofundador da Biggy, plataforma especializada em Big Data e Inteligência Artificial, com foco em personalização e recomendação de e-commerce.

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5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras

Conhecido por abrigar gigantes da tecnologia, o Vale do Silício, na Califórnia, é também berço de muitas empresas inovadoras, como as startups. Não à toa, a região tornou-se destino desejado por empreendedores de todo o mundo, inclusive os brasileiros.

O objetivo, no entanto, não é tão fácil quanto parece. Para o curitibano Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, há uma ideia deturpada em relação à instalação de empresas no local.

“O Vale não torna a caminhada mais fácil, mas oferece mão de obra qualificada e em quantidade que não encontramos no Brasil – lá, cerca de 35% da população trabalha na indústria de software. A taxa de mortalidade das empresas que crescem na região, porém, não está tão longe da nossa, a diferença é que no local existem 10 vezes mais pessoas executando uma determinada função com mais experiência”, analisa Alionço, idealizador empresa global de SaaS (Software as a Service), que hoje está presente em 15.000 empresas e atende clientes em mais de 150 países.

Na visão do empreendedor, os americanos estão inseridos em uma cultura em que erros, além de totalmente aceitáveis, são necessários para formação de qualquer profissional. No Vale do Silício, essa cultura é intensificada principalmente pela maneira como as empresas estão alocadas na região, permitindo um largo fluxo de pessoas com os mesmos objetivos.

Para isso, essas mesmas pessoas têm como meta, desde o início de sua inserção no mercado de trabalho, uma consciência da existência de etapas fundamentais para alcançar resultados precisos.

O Vale pode, sim, impulsionar muitos negócios por combinar conhecimento, mão de obra e capital em um mesmo lugar, mas antes de pensar em transferir sua empresa para lá, confira as 5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras, segundo Alessio Alionço.

1. Pense globalmente desde o primeiro dia

No Brasil, somos instruídos a crescer primeiro no mercado nacional e depois de algum tempo e com bastante solidez, a buscar ares internacionais. Diferentemente do Vale, em que o pensamento quase que obrigatório é pensar na expansão global do negócio no primeiro dia.

2. Errar não é o fim do mundo

Estamos inseridos em uma cultura em que errar é motivo de vergonha e um fator que impede tentativas de colocar uma ideia em ação. Os americanos valorizam a experimentação e, para eles, o erro significa um clico realizado. Independentemente da ideia der certo ou errado, a tentativa sempre resultará em oportunidade e chance de desenvolvimento.

3. Comunicar, comunicar e comunicar

Que a comunicação é um fator imprescindível dentro das empresas todo mundo sabe, mas os americanos, novamente, reforçam a ideia. É preferível pecar pelo excesso de diálogo e ser honesto com aquilo que não anda como deveria, o chamado radical candor, ou franqueza radical, adotado pelos líderes no Vale do Silício.

4. Zona de conforto nunca mais, arrisque

O risco sempre vale a pena na cultura dos americanos. As tentativas nunca são em vão e permitem que um leque de oportunidades seja aberto todas as vezes. Nós pensamos os motivos que podem levar uma ideia a fracassar, enquanto eles enumeram as possibilidades de dar certo.

5. Direto ao ponto

No ambiente do trabalho, os americanos prezam pela objetividade por diferentes razões, mas que sempre convertem para um mesmo ponto: a entrega de atividades de maneira rápida e eficaz. Ao contrário dos brasileiros, eles acreditam que construir laços no ambiente de trabalho é um fator que cria barreiras entre gestores e funcionários, por isso o evitam.

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DB1 Global Software está entre as 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil

Entre as 2.288 empresas que participaram do ranking “Melhores empresas para trabalhar – GPTW Brasil”, realizada pela Great Place to Work, a DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá – PR, está entre 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil. A empresa entrou pela segunda vez no ranking nacional das 150 organizações brasileiras selecionadas na lista que avalia as organizações com as melhores práticas relacionadas a gestão de pessoas. O estudo leva em conta a avaliação do índice de confiança dos funcionários com o ambiente de trabalho e análise das melhores práticas de gestão de pessoas, entre outros quesitos.

Em 2017, a DB1 também recebeu as melhores avaliações do Instituto Great Place to Work: ficou entre as melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, foi classificada como a 11ª melhor média empresa de TI para se trabalhar e eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná e com a melhor colocação no setor de TI do estado. Já a revista Você S/A classificou a empresa entre as 45 melhores para se começar carreira no país e entre as 150 melhores empresas para se trabalhar.

“Sair de uma lista das melhores empresas de TI, passar para um ranking geral pelo segundo ano consecutivo e estar entre as 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, mostra nosso foco na valorização das pessoas com prosperidade para todos e nossos esforços para nos tornarmos um competidor global. A visão da DB1 é estar entre os 10 maiores grupos de TI do Brasil até 2032 – temos metas muito fortes – e esse prêmio vem reconhecer que estamos na direção correta e que estamos cumprindo nosso propósito”, conta Ilson Rezende, presidente da DB1 Global Software.

A DB1 vem liderando o movimento empresarial do setor de tecnologia em Maringá e se tornou referência para muitas outras empresas, que começaram a participar da premiação “Melhores empresas para trabalhar – GPTW Brasil”. Atualmente outras cinco empresas da cidade figuram na lista e a DB1 pretende trazer outros empresários para a certificação GPTW.

“Alguns clientes nos perguntam como conseguimos contratar, ter e manter nosso alto nível de entrega. Eu costumo dizer que investimos muito em pessoas, em processos e em como trabalhar com essas novas gerações. Isso reflete em uma entrega de primeira, com alta qualidade, baixo índice de retrabalho e prazos mais curtos, além do reconhecimento como uma das melhores empresas para se trabalhar”, finaliza Rezende.

Atualmente, Maringá vem sendo considerada como um dos melhores lugares do Brasil para se trabalhar. Maringá já se transformou na segunda cidade com mais expressão no setor de desenvolvimento de software do Paraná, atrás apenas de Curitiba, segundo o panorama realizado pelo Sebrae. Para se ter uma ideia, Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil – que reconhece a Melhoria de Processo do Software Brasileiro – só perdendo para São Paulo.

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