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Finep promove Encontro para Inovação em SC

A Finep realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o terceiro Encontro Finep para Inovação, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). O objetivo da iniciativa é intensificar a atuação da financiadora junto a parceiros e potenciais clientes da região Sul.

O evento, gratuito e aberto a empresas de todos os portes, contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e do presidente da Finep, Marcos Cintra, além de toda a diretoria executiva da agência de inovação. Também estarão presentes o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni.

Na ocasião, a Finep apresentará novas iniciativas de apoio à inovação: o Finep Conecta (para aproximar empresas e universidades); o Finep Startup (que pretende aportar recursos e conhecimento com participação no capital de empresas em estágio inicial); e o Programa de Telecomunicações (linha de financiamento exclusiva para aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais).

Com R$ 500 milhões disponíveis, a mais nova linha da financiadora, batizada de Finep Conecta, oferece melhores condições de apoio a empresas que investirem em projetos em conjunto com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) e universidades. O programa prevê mecanismos como taxas de juros menores e prazos e carências mais longos. Além disso, dependendo do grau de inovação da proposta, a Finep pode financiar até 100% do projeto – que deve ter valor mínimo de R$ 5 milhões. O prazo de pagamento do empréstimo chega a 16 anos.

O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a financiadora vai investir até R$ 1 milhão em cada startup selecionada. Uma nova rodada para submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

Já a linha de financiamento para a aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais busca auxiliar a retomada do crescimento do setor no País. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Além dos novos produtos, a Finep atualizou suas condições operacionais, em agosto, por meio da qual passou a oferecer prazos de pagamento de até 12 anos e carência de até quatro anos, dependendo do grau de inovação do plano apresentado.

Atendimento individualizado para empresas

No dia 7 de novembro, empresários locais e dos demais estados do Sul terão a oportunidade de agendar atendimentos individualizados com especialistas da Finep. A rodada de negócios servirá para esclarecer dúvidas sobre funcionamento de linhas e programas, itens financiáveis, condições de financiamento, formulário de submissão de propostas, entre outros pontos. Cada cliente será encaminhado para a linha de financiamento ou para o programa adequados à sua demanda.

Durante o encontro, a Finep assinará ainda memorandos de entendimento com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para o desenvolvimento de novos produtos e cooperação técnica entre as instituições.

O evento também contará com uma palestra do presidente da Fapesc sobre inovação e desenvolvimento regional; entrega de placas de reconhecimento a empresas inovadoras do Sul; e mesa redonda com empresas e instituições locais já apoiadas pela Finep, que compartilharão com o público suas experiências.

Serviço (entrada gratuita: solicite confirmação de presença para o e-mail encontrofinep@alvoeventos.com.br)
Data: 6 e 7 de novembro
Hora: 1º dia – 14h30 às 19h / 2º dia – 8h30 às 18h
Local: Centro de Eventos da FIESC
Endereço: Rod. Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubi – Florianópolis/SC

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Evento marca lançamento oficial do Órbi espaço de conexão do ecossistema de startups em BH

O Órbi, iniciativa sem fins lucrativos do Banco Inter, MRV e Localiza, que busca fomentar a inovação e o empreendedorismo, foi inaugurado em Belo Horizonte. O espaço de conexão do ecossistema de startups funcionará em uma área de 2.500 metros quadrados na Avenida Antônio Carlos, no bairro de Lagoinha, na capital mineira.

O Órbi é resultado da criação conjunta entre empreendedores, algumas startups da San Pedro Valley e as três empresas mantenedoras. O espaço será um ponto de encontro em Belo Horizonte para atender a demanda por um local que conecte todo o ecossistema tecnológico, dissemine conhecimento e contribua para o desenvolvimento de startups. A iniciativa terá áreas de trabalho permanentes e temporárias para startups, além de espaço para cursos, workshops, encontros de negócios e eventos.

“Estamos muito felizes em entregar para Belo Horizonte uma iniciativa que vai conectar o ecossistema de startups mineiro e incentivar o desenvolvimento de novos negócios”, destaca João Vitor Menin, presidente do Banco Inter e idealizador do projeto. “Já fazem parte do Órbi startups que possuem soluções inovadoras e que terão um impacto social positivo em BH”, afirma Menin.

Startups Residentes

O Órbi oferecerá, inicialmente, infraestrutura completa para 20 startups residentes, que estão em estágio pós-aceleração e que já gerem receita. Hoje, 15 startups já foram selecionadas e terão espaços de trabalho permanentes no local e ajuda especializada para se qualificarem a receber investimentos. As startups mineiras interessadas em se inscrever para participar do Órbi podem entrar em contato pelo e-mail contato@orbi.co .

Entre as startups selecionadas estão a Acerto, focada na renegociação de débitos online; a Cotak, que oferece sistema multicálculo para otimizar o tempo e as vendas do corretor de seguros e a SVA Tech, que desenvolve soluções inovadoras que transformam câmeras de segurança em aparelhos inteligentes por meio da tecnologia de visão computacional e vídeo analítico

O Órbi ainda conta também com 10 startups âncoras, entre elas Maxmilhas, Solides e Sympla, grandes startups de Minas Gerais, que serão parceiras do projeto ao compartilhar seu know-how e experiência para as menores.

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Governante de Dubai lança Iniciativa de Educação em TI para criar um milhão de codificadores árabes

Hussain Sajwani, Chairman of DAMAC (PRNewsfoto/DAMAC Properties)

Fundação Hussain Sajwani – DAMAC, um empreendimento conjunto entre a DAMAC Properties e seu Presidente do Conselho, Sr. Hussain Sajwani, assinou um memorando de parceria para apoiar e patrocinar a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes. A Iniciativa, lançada pelo Vice-Presidente dos EAU, Primeiro-Ministro e Governante de Dubai, Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, tem por objetivo fornecer treinamento gratuito em codificação para um milhão de árabes.

O Sheikh Mohammed disse, “Agradecemos à Fundação Hussain Sajwani – DAMAC por apoiar a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes, a qual procura capacitar os árabes com a linguagem da era moderna – um passo essencial para a construção de um futuro mais brilhante. As instituições do nosso setor privado são parceiras importantes no desenvolvimento e têm um papel ativo na construção das sociedades do futuro”.

‘Um Milhão de Codificadores Árabes’ é a primeira iniciativa de educação pan-árabe criada em colaboração com a Fundação Hussain Sajwani – DAMAC, uma iniciativa filantrópica conjunta entre o Grupo DAMAC e seu Presidente do Conselho, para apoiar a visão de Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum para a criação de uma sociedade capacitada e mais feliz através do aprendizado e do desenvolvimento de habilidades.

O acordo de parceria foi assinado durante uma cerimônia realizada nos escritórios da Fundação Dubai Future no prédio Emirates Towers, por Sua Excelência Mohammed bin Abdullah Al Gergawi, Ministro de Assuntos do Governo e do Futuro, Vice-Presidente do Conselho e Diretor Gerente da Fundação Dubai Future e Hussain Sajwani, Presidente do Conselho da DAMAC Properties.

Comentando sobre a iniciativa, Sua Excelência Al Gergawi disse, “Essa iniciativa tem por objetivo fornecer as capacidades fundamentais e conjuntos de habilidades, das quais os participantes precisarão no futuro, sem custos, para ajudar o mundo árabe na criação de soluções necessárias para impulsionar o desenvolvimento sustentável, construindo, ao mesmo tempo, uma economia baseada em conhecimento e sustentada pela tecnologia”.

“A Fundação Hussain Sajwani – DAMAC está comprometida com a capacitação da visão de Sua Alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum de um futuro melhor, através de sociedades capacitadas e mais felizes por todo o mundo árabe”, disse Sajwani. “Estou muito satisfeito por ter a Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes como nossa primeira iniciativa e pela nossa parceria com a Fundação Dubai Future”.

A Iniciativa Um Milhão de Codificadores Árabes faz parte das Iniciativas Globais Mohammed bin Rashid (MBRGI – Mohammed bin Rashid Global Initiatives), a fundação beneficente dedicada à disseminação da educação e do conhecimento para contribuir com um renascimento no mundo árabe e para o progresso da região através de investimentos nos jovens, cuja energia e habilidades construirão o futuro.

A iniciativa, que é gerenciada pela Fundação Dubai Future, é formada por três fases que serão completadas durante o período de dois anos. A primeira fase inclui a inscrição de estudantes e tutores árabes de todo o mundo no endereço http://www.arabcoders.ae. Aqui os participantes podem começar a treinar gratuitamente e receberão um certificado no final de cada curso.

Na segunda fase, os 1.000 melhores estudantes serão selecionados através do Desafio dos Codificadores, e depois poderão se inscrever e ganhar cursos mais avançados, bolsas de estudos e cursos vocacionais para profissionais.

Na terceira fase serão selecionados os 10 melhores codificadores. O vencedor do primeiro lugar receberá um prêmio de US$ 1 milhão, enquanto os outros 9 classificados receberão, cada um deles, US$ 50.000. Os quatro tutores melhores classificados receberão o total de US$ 200.000, sendo US$ 50.000 para cada um.

A iniciativa irá capacitar os árabes para conseguirem empregos – as estatísticas atuais revelam que, globalmente, aproximadamente 80 milhões de empregos estarão disponíveis em 2020 em software, aplicativos para smartphones e desenvolvimento da Internet.

Informações adicionais estão disponíveis no endereço http://www.damacproperties.com

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Cerca de 2/3 dos brasileiros querem abrir empresa própria para ter mais liberdade e autonomia

Pesquisa da MindMiners, encomendada pelo PayPal, também revelou que, entre os que já empreenderam, mais da metade tem familiares como sócios

Seja para voltar ao mercado, conquistar mais autonomia ou simplesmente reforçar o caixa e tentar driblar a crise, a verdade é que milhares de brasileiros vêm investindo tempo e dinheiro para abrir o negócio próprio. E a maioria o faz por necessidade – segundo o Sebrae, 11,1 milhões de empresas foram criadas nos últimos 3,5 anos no Brasil por esse motivo.

A maior parte dos candidatos a empreendedor, além de renda, quer juntar o útil ao agradável – ou seja, também almeja ter mais liberdade em sua vida. Isso demonstra bem como o empreendedorismo ainda é visto de forma um tanto romântica no Brasil. Isso porque, ao contrário do que se imagina, ter a própria empresa pode significar muito mais tempo dedicado ao trabalho e muito menos tempo disponível para a família, por exemplo.

O objetivo do estudo foi traçar um raio X do empreendedorismo no País. Para tanto, a fase de coleta da pesquisa foi dividida em duas etapas: a primeira ouviu pessoas que, de fato, já empreendem. E a segunda teve como foco homens e mulheres que nutrem o sonho de empreender.

Quais as principais diferenças existentes entre esses dois perfis? Que importância atribuem a cada etapa do planejamento de abertura de uma nova empresa? Onde buscam ajuda? E quais as maiores dificuldades de se empreender no Brasil? Foram diversas as questões formuladas pelos entrevistadores, e algumas respostas surpreenderam.

O estudo foi realizado entre os dias 31 de agosto e 11 setembro de 2017. Os highlights você confere abaixo:

EMPREENDEDORES ATUAIS (QUE JÁ TÊM EMPRESA ABERTA)

• Quando o assunto é encontrar um bom parceiro para tocar o negócio, mais da metade dos entrevistados que já têm empresa (51%) escolheram familiares como sócios. E outros 29% elegeram amigos.

• O estudo concluiu também que o conceito de multicanal (ou seja, estar presente em diversos canais ao mesmo tempo) vem movendo a maioria dos empreendedores. Cerca de 42% dos entrevistados afirmam ter loja física e online, enquanto 38% dizem ter apenas a versão física e outros 20% apenas a versão virtual.

• Quanto ao modelo de negócio, 34% investiram em uma empresa B2C (que vende diretamente ao consumidor final). Já 24% vendem para o varejo; 8% são marketplaces; 7% são B2B (vendem apenas para outras empresas); e apenas 3% focam na exportação.

• Questionados sobre as motivações que os levaram a empreender, 57% afirmaram que viam a empresa própria como a chance de ter mais liberdade e autonomia; para 53%, era uma oportunidade para crescer; 35% queriam deixar de ser funcionários e se tornar chefes; 19% citaram a frustração com o mercado de trabalho tradicional; 18% não viam outra saída para frear a crise; 17% queriam melhorar o Brasil; e 16% queriam gerar impacto social/disruptivo no mundo.

• Se 19% dos entrevistados juram que não investiram nem um centavo na empresa, a maioria (39%) diz ter colocado pelo menos R$ 10 mil do próprio bolso. Cerca de 13% investiram entre R$ 11 mil e R$ 20 mil; 12%, entre R$ 21 mil e R$ 50 mil; e 8% entre R$ 101 mil e R$ 500 mil.

• Considerando o período entre a idealização da empresa e sua abertura oficial, 56% dos pesquisados pela MindMiners garantiram que o processo levou menos de um ano; outros 21% disseram que levou entre 1 ano e 3 anos; 15%, entre 3 anos e 5 anos; e 8%, mais de cinco anos.

• Entre os medos mais recorrentes, ter de fechar a empresa porque ela “não deu certo” é um cenário que assusta 52% dos entrevistados; outros 38% temem não conseguir um investidor para ajudar a alavancar o negócio; e 21% têm medo de entrar em atrito com os sócios e/ou parceiros.

• Cerca de 28% dos pesquisados afirmaram que, se recebessem uma boa oferta de emprego, deixariam a empresa própria de lado; outros 43% não abandonariam a empreitada. E 61% concordam que o sucesso do negócio depende deles mesmos – mais do que qualquer outra pessoa envolvida.

• Na hora de buscar ajuda externa para tocar a empresa, 51% garantem ter procurado orientação no Sebrae; 21%, na associação do setor de sua atuação; e 20%, em órgãos relacionados ao governo, universidades e faculdades.

• Sobre os meios de pagamento que pretendem disponibilizar a seus clientes, 28% dos empreendedores entrevistados dizem buscar informação nas próprias empresas de meios de pagamento e com amigos e familiares; 26%, com os sócios; 22%, com parceiros; e 19%, em grupos de empreendedores.

• Em relação aos meios de pagamento já aceitos pela empresa, 62% delas trabalham com cartões de crédito; 58%, com cartões de débito; 47%, com boleto; e 41%, com PayPal. Entre as empresas que ainda não dispõem de meios eletrônicos de pagamento, 28% delas querem disponibilizar PayPal a seus clientes; 24%, cartões de crédito; e 21% cartões de débito.

EMPREENDEDORES DO FUTURO (QUE AINDA NÃO TÊM EMPRESA ABERTA)

• Entre aqueles que ainda não se decidiram pela aventura do empreendedorismo, a MindMiners descobriu que 66% pretendem ter negócio próprio para poder ter mais liberdade e autonomia em suas vidas.

• Destes futuros empreendedores, 20% pensam em criar uma empresa de tecnologia; 17% ainda estão em dúvida sobre o setor de atuação; 11% pensam em abrir um comércio ou um restaurante/bar/lanchonete; e 7% responderam que pretendem abrir uma empresa de engenharia.

• 51% querem ter loja física, além de um e-commerce; 20% garantem que terão somente espaços físicos; e 10% pensam em empreender apenas no mundo online.

• Quando questionados se já têm conhecimento sobre o setor em que pretendem atuar, uma surpresa: 52% responderam que “não”. E 68% ainda não investiram em nenhuma pesquisa de mercado. Neste último item, a razão é inversamente proporcional quando a pesquisa questionou os já empreendedores: 67% deles investem em pesquisas.

• 22% deles dizem ter até R$ 10 mil para investir em um negócio próprio; 44% ainda não sabem quanto terão para gastar; e 9% dizem ter em caixa entre R$ 21 mil e R$ 50 mil para tornar a empresa realidade.

• Nesse universo de pesquisados, 64% ainda não buscaram ajuda para iniciar o negócio, mas quem o fez procurou, principalmente, o Sebrae (19%), universidades (13%) e bancos (7%).

• O que mais atrasa a tomada de decisão? Para 49%, a falta de capital; outros 18% citam a falta de conhecimento sobre empreendedorismo; 14% dizem não ter tempo; e 12% se dizem inseguros.

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Agências de fomento à pesquisa de 22 países debatem mudanças ambientais globais

FAPESP e Belmont Forum discutem financiamento compartilhado a projetos que produzam conhecimento científico para formulação de política públicas

A interface entre a ciência, políticas públicas e sociedade sobre questões relativas às mudanças ambientais globais estarão em pauta nas reuniões do Belmont Forum São Paulo Meetings Week, que acontece de 6 a 10 de novembro em São Paulo. O evento é promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e o Belmont Forum, que reúne um grupo internacional de instituições de fomento à pesquisa científica e tecnológica sobre mudanças globais.

As reuniões têm como objetivo estimular estudos inter e multidisciplinares em temas que promovam o entendimento, a mitigação e a adaptação às mudanças ambientais globais e planejar Ações de Colaboração em Pesquisa (CRAs, na sigla em inglês) entre agências de fomento sediadas em 22 países, distribuídos por todos os continentes.

Participam do primeiro dia do evento José Goldemberg, presidente da FAPESP, Gilberto Câmara, membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais; Maria Uhle, diretora de Programas para Atividades Internacionais da National Science Foundation (NSF); Carlos Américo Pacheco, diretor presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP; Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP; Marcos Regis da Silva, diretor executivo do Institute for Global Change Research (IAI); Marialuisa Tamborra, da Comissão Europeia; Erica Key, diretora executiva do Belmont Forum; e Amy Luers, da Future Earth.

Nas sessões plenárias, nos dias 8 e 9, estão agendadas discussões sobre prioridades regionais e oportunidades de financiamento a projetos em temas como biodiversidade e serviços ecossistêmicos, impactos na economia e intersetoriais das mudanças climáticas, sustentabilidade dos oceanos, segurança alimentar, resiliência, riscos e redução de desastres climáticos, clima, ambiente e saúde.

No dia 9, haverá um balanço dos resultados de projetos concluídos ou em andamento, que envolvam segurança alimentar e uso da terra, biodiversidade e serviços ecossistêmicos, observação de mudanças ambientais na região ártica, previsibilidade climática e sobre a ligação entre a segurança hídrica, energética e alimentar, entre outros temas.

Os resultados dessas reuniões irão orientar CRAs e futuras chamadas de propostas para o desenvolvimento de projetos cooperativos por pesquisadores em dois ou mais países, com apoio de agências de fomento locais associadas ao Belmont Forum.

Entre as instituições associadas presentes ao evento estão a Comissão Europeia; National Science Foundation (NSF), agência norte-americana de fomento; Inter-American Institute for Global Change Research (IAI); Agence Nationale de la Recherche (ANR) e Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement (Cirad), ambos na França; National Research Foundation (NRF), da África do Sul; Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) e Rede Africana de Estudos sobre Políticas Tecnológicas (ATPS).

Além de representantes das agências, participam do evento convidados ligados a organizações de governança e instituições públicas, privadas e sem fins lucrativos interessadas na aplicação de resultados de pesquisas interdisciplinares feitas em cooperação.

Belmont Forum São Paulo Meetings Week
Data: 6 a 10 de novembro
Sessões de abertura (6/11) e plenárias abertas nos dias 8 e 9 de novembro
Inscrições e mais informações em: http://www.fapesp.br/eventos/americasday
Mais informações sobre o Belmont Forum em: www.belmontforum.org

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Como se proteger contra corrupção de terceiros

Imagine que você precisa entregar um produto no Rio Grande do Sul. Para tal, contrata um carreto para realizar a entrega. No trajeto, o caminhoneiro é autuado pela fiscalização por alguma irregularidade e, para se livrar, paga alguma quantia ao policial para se esquivar das punições. Mesmo que o profissional seja de uma empresa terceirizada, o contratante – por lei – deve arcar com as consequências de todas atitudes ilegais.

Como então se proteger contra corrupção de empresas terceirizadas?

Desde a edição da Lei Anticorrupção, também conhecida como Lei da Empresa Limpa (Lei nº 12.846/2013) e do seu decreto regulamentar (Decreto 8.420/2015), o legislador passou a exigir uma fiscalização do contratante sobre a atuação fim desse terceiro contratado, como contratados PJ, subcontratados e fornecedores.

Essa realidade pode ser verificada, por exemplo, com a adoção da responsabilidade objetiva do contratante pelos atos de qualquer terceiro que, em seu nome, realize um ato de corrupção.

“Se você contrata um despachante para liberar alguma carga sua, e ele, buscando acelerar o processo o faz por um ato de corrupção, ainda que você não saiba, ela continua sendo em seu benefício e você responderá como se tivesse corrompido”, aponta Fábio Moreno, CEO da IComply, ferramenta que tem como missão facilitar o processo de gestão e manutenção da área de compliance nas empresas.

Em termos de conformidade e integridade é impossível garantir um risco zero, tendo em vista que o profissional de Compliance lida com o modelamento do comportamento humano. Sendo assim, é possível influenciar, mas não garantir que determinado comportamento será executado ou seguido.

Partindo dessa realidade, Fábio Moreno destaca duas frentes de trabalho que podem ser realizadas:

1ª – É possível influir sobre o comportamento do seu terceiro. Não é fácil, mas é possível. Da mesma forma que tentamos reconstruir uma cultura empresarial, podemos influir na cultura daqueles que atuam em nome da sua empresa. Não há muito segredo, basicamente deve-se realizar o mesmo que é feito com seus funcionários: treinar e dar, constantemente, uma série de modelos de comportamentos que você deseja ver repetido.

2º – Escolha um terceiro que já possua uma cultura empresarial de ética e moral e que tenha um programa de compliance efetivo. Nessa situação, ainda será necessário realizar treinamentos de sintonia, mas não deve ser necessário construir uma cultura.

Essas duas frentes de trabalho são o objetivo, o fim a ser atingido. O modo pelo qual você vai alcança-lo é o meio. Hoje, é possível afirmar que o mercado brasileiro já conta com uma série de profissionais, empresas e tecnologia que podem tornar essas frentes de trabalho uma realidade.

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O que fazer com documentos de papel em plena Era Digital?

Por Juliana Trindade Esteves

A Era Digital é um termo frequentemente utilizado para designar os progressos tecnológicos. Com o avanço constante, a inovação se faz presente em nosso cotidiano, provendo serviços e soluções voltados à facilitação da rotina corporativa e pessoal. Hoje, existem empresas que mantêm a maioria de sua operação em formato on-line e digital, permitindo maior facilidade de acesso e velocidade para os colaboradores.

A digitalização documental, por exemplo, proporciona menor tempo de busca e maior segurança no armazenamento das informações. Além disso, também faz com que o espaço físico das companhias seja melhor aproveitado, tanto para a alocação de um colaborador quanto para qualquer outro tipo de uso.

No Brasil, entretanto, ainda não é possível que nenhuma companhia seja 100% digital por conta da burocracia e obrigatoriedade existente para alguns tipos de documentos que precisam ser guardados por grandes períodos de tempo em sua versão física. Assim, a armazenagem deve ser feita de maneira segura e eficiente, garantindo que todas as normas vigentes sejam cumpridas.

Entretanto, diversos processos não precisam da presença do documento físico. Assim, é fundamental que as companhias se adaptem ao novo modelo digital, que possibilita maior abrangência na resolução dos problemas e controle sobre suas prioridades. Para isso, o uso de ferramentas de reconhecimento ótico de caracteres (OCR) podem auxiliar durante a digitalização documental. Com scanners capazes de identificar as palavras presentes nos arquivos, o processo de digitalização torna-se mais preciso e eficaz, criando versões de fácil acesso às companhias.

Apesar de vivermos na era tecnológica, a burocracia nacional não deixará o papel ser excluído de dentro das organizações. Por isso, é bem provável que o papel continue a dar suporte de segurança para os documentos que possuem valor de prova e estão sujeitos à fiscalização. Porém, todos os outros, que se referem a contratos internos e transações que não requerem a armazenagem por grandes períodos de tempo, podem ser submetidos a processos de digitalização, permitindo que as companhias sejam capazes de gerenciar suas informações de maneira mais rápida, prática e segura.

Juliana Trindade Esteves é gerente de desenvolvimento da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações.

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Black Friday: Hotel Urbano faz maior ação do turismo online brasileiro

A Black Friday Brasil 2017 acontece na sexta-feira, 24 de novembro, mas se você acha que um dia só é muito pouco para aproveitar todas as oportunidades, fique tranquilo, no Hotel Urbano a Black Friday já começou e novembro é Black Viagem. O Hotel Urbano antecipou e expandiu a Black Friday com descontos de até 40% durante todo o mês. A ação, que exigiu uma grande mobilização de diversos times da companhia em parceria com algumas das principais agências, operadoras, hotéis e resorts do Brasil e do exterior, vai oferecer milhares de ofertas de viagem com disponibilidade para as melhores datas, inclusive Natal, Ano Novo, Férias de Janeiro e Carnaval.

As negociações realizadas especialmente para esta ação somam mais de 1,5 bilhão em vendas potenciais e incluem os principais destinos turísticos, como Porto Seguro, Natal, Gramado, Caldas Novas, Foz do Iguaçu, Cancún, Paris, Orlando e Buenos Aires, entre muitos outros. A cada semana novas ofertas e destinos serão oferecidas dentro da plataforma Hotel Urbano e parcelamento em até 12x sem juros. “É um mês inteiro de grandes oportunidades para quem já estava ansioso para começar a economizar, mas quer comprar com antecedência e preço de Black Friday, sem precisar esperar mais”, afirma João Ricardo Mendes, fundador e CEO do Hotel Urbano.

Além disso, haverá ainda ofertas surpresas e exclusivas para os mais de 5 milhões de usuários do aplicativo móvel do Hotel Urbano disponível para Android na Play Store do Google e para iOS na App Store da Apple., bem como os mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais. E tudo isso com a segurança e confiabilidade que só a marca mais respeitada, inovadora e com o melhor atendimento do mercado de viagens no País pode oferecer. “Na Black Viagem do Hotel Urbano todos ganham: os destinos, os parceiros e, em especial, os nossos viajantes”, afirma João Ricardo Mendes. E quem quiser ficar por dentro de tudo é só se inscrever no hotsite.

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Solução da SAP Labs usa IoT e Machine Learning para otimizar gestão da água e reduzir custos na Aegea

Uma das maiores empresas de saneamento do segmento privado do País, a Aegea está presente em 48 cidades e 10 estados do Brasil. Em apenas sete anos de atuação, a companhia já conquistou 23% do mercado privado de saneamento básico, administrando todo o processo de abastecimento, coleta e tratamento de esgoto de mais de 5,4 milhões de pessoas.

“Todos os projetos desenvolvidos pela Aegea contam com tecnologia de ponta e sistemas sempre atualizados para acompanhar o desenvolvimento dos municípios, independentemente de seu porte”, afirma Dan Ramon Ribeiro, Líder Corporativo de Gestão de Energia da AEGEA. Coerente com essa linha de aprimoramento tecnológico, a empresa, em 2016, participou do Innoweeks, uma iniciativa de coinovação da SAP Labs que reúne, todos os anos, empresas, pesquisadores acadêmicos e parceiros de tecnologia em torno de um objetivo: encontrar soluções baseadas em Big Data e IoT para desafios comerciais existentes.

“A Aegea tem como foco fornecer água – cujo bombeamento é baseado em energia elétrica – e disponibilizar serviços para cidades pequenas e médias. Isso só é viável se compatibilizarmos o custo da eletricidade, da água e dos próprios serviços às populações com faixas de renda menos favorecidas”, explica Ribeiro. “Então, o desafio que levamos ao Innoweeks foi o de desenvolver uma solução capaz de reduzir os custos operacionais do ProLagos, empresa da Aegea em Búzios, responsável pelo saneamento da região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro”, conta o executivo.

A partir do objetivo apresentado, um time de cinco especialistas da Aegea e 20 integrantes da SAP Labs puseram mãos à obra para desenvolver e apresentar um protótipo denominado Sistema de Saneamento Inteligente. Daniel Duarte, líder de Inovação e Experiência do Cliente da SAP Labs, explica que o time modelou o cenário do cliente em aplicações de machine learning “usando conceitos como redes neurais e previsão de séries temporais para prever situações críticas, sugerir como resolvê-las e direcionar simulações para melhorar a tomada de decisões”.

Na avaliação da Aegea, a solução desenhada pela equipe permite o fornecimento de água de maneira eficiente, com aumento da segurança e da assertividade da distribuição, otimizando a operação da empresa, e a redução do consumo de energia. “A utilização de Machine Learning foi essencial para o desenvolvimento de uma solução capaz de gerar mais eficiência em nossa operação”, constata Victor Barreto, Supervisor de Automação Aegea do Prolagos.

A ideia de utilizar Internet das Coisas para conectar equipamentos, fazer medições online em tempo real e disponibilizar os dados obtidos no Centro de Controle resultou em um significativo aumento de eficiência operacional, segundo o supervisor da AEGEA. Ele conta que, hoje, a empresa está disponibilizando, implementando e instalando equipamentos que medem todos os parâmetros necessários para determinar a eficiência em cada bomba de motor instalada no sistema, propiciando menor perda de água e menor gasto de energia para os serviços fornecidos.

“Nosso problema foi entendido, avaliado e a solução necessária disponibilizada, como protótipo, pela SAP. Foi extremamente criativo e muito produtivo participar do processo de desenvolvimento e o resultado foi tão interessante que nos levou a pensar em também aplicar esses próprios conceitos em outras unidades da empresa”, conclui Ribeiro.

O Líder de Inovação e Experiència do Cliente do Cliente da SAP Labs comemora: “Quando unimos forças com o Prolagos para desenvolver esse protótipo, sabíamos que o impacto ao oferecer um serviço de maior qualidade e melhorar a eficiência energética no sistema seria bom não apenas para o negócio, mas também para todo o meio ambiente”.

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Startup curitibana é pioneira em Cloud Corporativa

Com o objetivo de impactar positivamente a vida de empresas, a Winov, startup de Curitiba, oferece soluções inovadoras de Cloud Corporativo que unem alta performance, personalização e segurança. Compreendendo que o setor de serviços em nuvem é disputado por gigantes da tecnologia – como Google, Microsoft e Amazon –, a jovem empresa, fundada em 2015, estabeleceu um patamar inovador de desempenho na área. É a primeira a investir mais de 20 milhões de reais em equipamentos hiperconvergentes da Nutanix, tecnologia que dispensa o NAS (sistema de armazenamento distribuído) e reúne storage, rede e servidores em uma única plataforma.

“O ganho de performance é absurdo em comparação com os servidores tradicionais. A plataforma é baseada em virtualização de servidores, o que simplifica o gerenciamento sem perder eficiência e performance. O investimento é muito maior, quando comparado a uma infraestrutura tradicional como o NAS, mas o ganho de performance pode chegar a oito vezes o gerenciamento da estrutura, sendo mais simples e seguro”, explica Richardt Steil, chefe de tecnologia da Winov. A infraestrutura hiperconvergente da Winov foi desenvolvida com o objetivo de expandir o processo e gerenciamento interno de forma linear. “Como o sistema é integrado na plataforma, abandonando a ideia do NAS, os custos operacionais são reduzidos e o processo se torna mais simples de ser gerenciado. Sendo assim, conseguimos entregar ao cliente um serviço único e performático por custos competitivos”, completa Steil.

Para Diego Coimbra, chefe de marca e marketing da Winov, o propósito da startup é entregar a melhor tecnologia em infraestrutura e softwares aos clientes, viabilizando custos competitivos e mensais, conforme o uso do cliente. “É pelo modelo de Cloud que fazemos com que nossos clientes foquem apenas no seu core business, sem se preocuparem com performance ou questões relacionadas à demanda de altos processamentos. Nossa tecnologia permite uma alta performance sob demanda de forma escalável”, comenta Coimbra.

Com mais de 300 lojas espalhadas pelo Brasil, a grande varejista Mercado Móveis (conhecida como Lojas MM) utiliza a solução de Cloud Corporativo da Winov. Segundo Fernando Silveiro, gerente de controladoria da Mercado Móveis, a experiência que a hiperconvergência proporciona é fascinante. “Há alguns meses, quando passamos a nossa primeira grande experiência dentro da Winov e em equipamentos hiperconvergentes, nossa performance melhorou cinco vezes. Além disso, pudemos experienciar toda a agilidade e praticidade do modelo em nuvem”, completa o gerente.

Atualmente, a Winov está localizada em um amplo Data Center desde 2012. Seguindo as melhores práticas e métricas de TIER 3 em todo seu ecossistema, a estrutura é dinâmica, altamente segura, constantemente monitorada e autossuficiente em energia elétrica. Além disso, o Data Center possui uma excelente conectividade que previne acidentes envolvendo dados.

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Embraer adota Salesforce para enriquecer a experiência do cliente

A Salesforce (NYSE: CRM), líder global em CRM, acaba de anunciar que a Embraer, gigante do setor aeronáutico com mais de 1.800 clientes globais e 5.600 aviões em operação atualmente, implementou o Salesforce para transformar sua conexão com os clientes e entregar experiências mais personalizadas e relevantes.

Há muito tempo a Embraer vinha usando processos manuais e sistemas desatualizados para gerenciar os negócios nos mercados da aviação comercial, militar e executiva. Consequentemente, ela não tinha uma visão total dos seus clientes, nem a capacidade de estabelecer relacionamentos mais personalizados e inteligentes. A companhia procurou a Salesforce para transformar esses relacionamentos e implementou o Sales Cloud, Service Cloud, Marketing Cloud, Community Cloud, Analytics e a Salesforce Platform. Com as soluções, a Embraer passou a centralizar as informações de cada um de seus aviões comerciais que, antes, se encontravam distribuídas em 80 bancos de dados diferentes.

Com uma visão unificada de toda a sua frota, agora a Embraer consegue compreender rapidamente a situação de cada aeronave e antecipar as potenciais necessidades das companhias aéreas. Assim, ela oferece uma interação mais proativa, desde o momento da prospecção inicial, passando pela compra da aeronave e chegando aos serviços de manutenção ao longo de todo o ciclo de vida dela.

A Embraer também usa Salesforce para dar autonomia a seus clientes: com a Community Cloud, eles acessam um catálogo de mais de 600 produtos e serviços, como Wi-Fi complementar, disposição de assentos e design interior. Assim, personalizam as aeronaves e atendem melhor seus passageiros.

“Nossa principal missão é prever o imprevisível, pois nossos clientes certamente não gostam de surpresas nem de interrupções operacionais”, diz Johann Bordais, presidente e CEO de Serviços e Suporte da Embraer. “A Salesforce nos oferece uma plataforma moderna e escalável, além de nos ajudar a alcançar uma compreensão profunda de nossos clientes para que possamos encantá-los de novas maneiras”.

“O setor de fabricação de aviões é um dos grandes propulsores do comércio e transporte globais. É essencial que os fabricantes invistam em tecnologias inovadoras para entregar melhores experiências às companhias aéreas e seus passageiros”, diz Cindy Bolt, vice-presidente sênior da Salesforce para Indústria, Manufatura e Bens de Consumo. “A Embraer entende a necessidade de adaptar-se e adotar as inovações tecnológicas para interagir com os clientes de maneira mais inteligente. Estamos muito felizes em fazer parte da jornada de transformação digital da empresa”.

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Transamerica Expo Center já antecipa boa performance para os próximos anos com grande parte da sua grade de eventos concluída

Para o Transamerica Expo Center, 2018 será ainda mais movimentado, com aumento do número de eventos a serem realizados e renovação a longo prazo, além da grade habitual. Este ano, o Transamerica teve um aumento significativo do número de realizações, batendo o recorde dos últimos anos.

Alguns eventos já são tradicionais no Centro de Convenções e também acontecem novamente no próximo ano. É o caso do Expo Revestir, do CIAB (Congresso de Tecnologia da Informação para Instituições Bancárias), da AWS (Amazon Web Services Summit) e do Eletrolar, entre outros.

Este ano, várias realizações aconteceram pela primeira vez no espaço e já garantiram a renovação para os próximos anos. Foi o caso do Arnold Sports Festival South America, que migrou do Rio de Janeiro para São Paulo, ocupou todo o complexo, que inclui o Transamerica Expo Center, o Hotel Transamerica e o Teatro Alfa, e recebeu mais de 80 mil pessoas em 3 dias.

Outro destaque foi o Expo Fórum de Marketing Digital que, em sua 5ª edição, recebeu mais de 2 mil pessoas. Para o próximo ano, a meta é dobrar este público, não só pelo amplo espaço oferecido pelo Transamerica mas também pelas infinitas possibilidades de montagens de palcos e ambientes diferenciados.

Para 2018, notou-se o aumento do número de congressos no Transamerica, tanto da área médica quanto de treinamento, motivacional e educação financeira. Na área médica, por exemplo, serão 10 congressos na área da saúde, sendo que, em 2017, foram 6. O Centro de Convenções será palco também para o CONEC, promovido pelo SINCOR, Sindicato de Corretores de Seguros, que ocupará todo o espaço do Transamerica, o LAAD Security, Congresso Brasileiro de Catarata e Cirurgia Refrativa e Congresso Brasileiro de Neurologia.

“Os clientes que possuem eventos consolidados procuram contratar o espaço com antecedência não só para garantir as datas mas, principalmente, para definir e potencializar suas estratégias. Tanto que, boa parte da carteira de eventos do Centro de Convenções é formada por renovações”, esclarece Alexandre Marcilio, Diretor da Transamerica Expo.

Outros fatores determinantes para a contratação a longo prazo são o histórico da Transamerica no mercado, a credibilidade e a excelência na prestação de serviços. Para se ter uma ideia, a expertise do Conglomerado Alfa na realização de eventos foi estabelecida há mais de 30 anos, quando iniciou suas atividades com o Hotel Transamerica.

Essas características são totalmente relevantes para a Socesp, responsável pelo Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, que acontece há 10 anos no local. Evento itinerante, realizado muitas vezes em Campos do Jordão, teve que se mudar definitivamente para São Paulo ao se tornar um dos 5 maiores eventos de cardiologia em todo o mundo.

“Foi no Transamerica Expo que encontramos as condições de conforto e infraestrutura que necessitamos para acolher mais de 12 mil pessoas, com alto grau de exigência, que precisam de ambientação adequada, estacionamento e rede de transporte pública nos arredores. Com o crescimento do congresso, tivemos que ampliar o espaço da feira e garantir também maior acesso à internet, sem negligenciar os aspectos de segurança. Nos últimos três anos, iniciamos uma atividade social com alunos da rede pública durante o congresso o que torna ainda mais importante os aspectos de segurança, controle de fluxo de pessoas e veículos, para que tanto o evento científico, como a área de exposição e a atividade social possam acontecer de modo adequado, sem interferirem um no outro. O Transamerica permite a realização de todas as tarefas adequadamente. Esses fatos, associados à cortesia e profissionalismo das pessoas com quem tratamos nos levou a fazer a opção de já assinarmos um acordo por meio do qual já temos a certeza de que nosso evento permanecerá no local por, pelo menos, mais três anos”, declara o Dr. Ibraim Masciarelli Pinto, cardiologista e presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

A infraestrutura do Transamerica para Congressos permite uma perfeita integração entre área de exposição e palestras possibilitando o maior contato entre expositores e congressistas, ao mesmo tempo que proporciona uma individualidade para cada área, caso seja essa a intenção do promotor.

Outro destaque na programação do Centro de Convenções é o HSM Expo que há 16 anos, desde seu lançamento, é realizado no espaço e já renovou as edições até 2019. “A parceria com o Transamerica Expo Center aconteceu desde o início do evento. É uma parceria de longo prazo, afinal o espaço, a infraestrutura, os serviços e a própria localização sempre foram alvo de elogios dos nossos clientes. Estamos sempre preocupados em proporcionar uma experiência única e o parceiro precisa atender essa premissa’, declara Guilherme Soarez, CEO da HSM.

O Transamerica Expo Center possui completa infraestrutura, qualidade de serviços e atendimento diferenciado. Está localizado na Avenida Dr. Mario Villas Boas Rodrigues, 387, em Santo Amaro, ao lado do Hotel Transamérica. Informações através do telefone (11) 5643-3000 ou do site Transamerica Expo.

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User Experience (UX) é meta de inovação na maioria das empresas

A partir das mudanças provocadas pelo uso dos celulares e pelo empoderamento dos Millennials, as empresas passaram a incluir nas suas agendas prioridades estratégias eficazes para oferecer uma experiência relevante e que, de fato, importe para o cliente. Tal realidade é apontada no estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente”, realizada pela consultoria nacional DOM Strategy Partners com 414 companhias, que mostra quais serão os focos prioritários de organizações que atuam em setores da economia que estão em franco desenvolvimento quando o assunto é propiciar novas formas de interação com o consumidor final.

A análise denota que as companhias com negócios ancorados nos segmentos de bens de consumo, varejo de adereços (óticas e joias), vestuário e moda, fast food, seguros e operadoras de saúde são as mais atentas a priorizarem à adoção do User Experience (UX) para promover uma jornada mais atrativa ao cliente ainda neste ano porque já nasceram sob o DNA da inovação e, por isso, incrementam o relacionamento indo além de conceitos inovadores básicos, não limitando-se apenas no uso gratuito da tecnologia.

“O debate em torno da inovação nestes segmentos vai além do papel da tecnologia nos negócios, mas sim como essa tecnologia está cada vez mais atrelada à experiência vivenciada pelo cliente”, completa Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners e porta-voz do estudo.

Além de tecnologias que atraem a atenção do consumidor, o executivo conta que algumas marcas destes segmentos também já colocam em prática estratégias ligadas ao conceito de customização, que visa, por exemplo, fomentar o relacionamento através de programas de fidelidade, e a multicanalidade, que interage com o consumidor de ponta a ponta em vários canais de interação, da entrada na loja, seja física ou online, até o engajamento no pós-venda.

“É o cliente experimentando o seu produto e sua loja de formas diferentes, pois ele pode ver na loja física e comprar na virtual. Ou comprar pela internet e retirar no estabelecimento. A ideia é maximinizar essa experiência com a disponibilização de vários canais alternativos”, exemplifica Domeneghetti.

Não obstante, marcas como Coca-Cola, Schutz, Nespresso, Chilli Beans e Reserva tem presença garantida desde a primeira edição do ranking das 50 empresas mais inovadoras, listagem oriunda do estudo da DOM. “O fato é que essas e outras marcas não economizam esforços para inserirem no diálogo com o cliente mobilidade, tecnologia, canais alternativos e produtos diferenciados”, pontua Daniel Domeneghetti.

Pensando nisso, a DOM Strategy Partners compartilha algumas das estratégias de inovação de empresas que atuam nos segmentos citados acima como forma de inteirar o leitor sobre o que e para que tais companhias olham atualmente para manter afiado o diálogo com o cliente final.

Bens de consumo não duráveis

– Multiformato / vareijização

 Branding Multicanal

 Recomendações e endosso entre clientes

Bens de consumo duráveis

 Multiformato / vareijização

 Branding Multicanal

 Atendimento e suporte

Varejo de óticas, joias e adereços

 Relacionamento baseado em experiência

 Serviços remotos focados em mobilidade

 Recomendações e endosso entre clientes

Varejo vestuário e moda

 Disponibilidade (geomarketing)

 Experimentação (sampling) e merchandising

 Atendimento ao cliente

Varejo de redes alimentícias e fast food

– Multiformato / segmentação

 Serviços remotos focados em mobilidade

 Promoções e marketing digital

Seguros e operadoras de saúde

 Digitalização de produtos e conteúdos

– Suporte personalizado

 Consistência de serviço baseado na confiabilidade do cliente

Abaixo, o ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil.

Empresa Segmento Nota
Apple

Serviços Digitais

9,21
Nespresso

Varejo – Redes Alimentícias / Fast-food

9,19
Netflix

Serviços Digitais

9,16
O Boticário

Varejo – Higiene e Cosméticos

9,14
Itaú Unibanco

Bancos e Serviços Financeiros

9,13
Starbucks

Varejo – Redes Alimentícias / Fast-food

9,11
Google

Serviços Digitais

9,09
Chilli Beans

Varejo – Óticas, Joias e Adereços

9,09
Magazine Luiza

Varejo – Eletro

9,09
Mercado Livre

Varejo On-line

9,09
Uber

Serviços Digitais

9,08
XP Investimentos

Bancos e Serviços Financeiros

9,07
Hospital Israelita Albert Einsten

Saúde

9,07
Santander

Bancos e Serviços Financeiros

9,06
Bradesco

Bancos e Serviços Financeiros

9,06
Youse

Seguros

9,06
Porto Seguro

Seguros

9,05
99

Serviços Digitais

9,05
Reserva

Varejo – Vestuário e Moda

9,04
Caixa

Bancos e Serviços Financeiros

9,04
Ipiranga

Distribuição

9,04
Banco do Brasil

Bancos e Serviços Financeiros

9,04
Claro

Convergência

9,03
Multiplus

Fidelidade

9,03
Whirlpool

Bens de Consumo Duráveis

9,03
Riachuelo

Varejo – Vestuário e Moda

9,03
Open English

Varejo – Educação

9,02
Smart Fit

Varejo – Turismo & Serviços

9,02
The Beauty Box

Varejo – Higiene e Cosméticos

9,02
Ultrafarma

Varejo – Farmácias

9,01
Nubank

Bancos e Serviços Financeiros

9,01
Carmen Steffens

Varejo – Vestuário e Moda

9,01
Wine.com.br

Varejo – Varejo On-line

9,00
Coca-Cola

Bens de Consumo não duráveis

9,00
Dr. Consulta Saúde 8,99
Natura

Varejo – Higiene e Cosméticos

8,98
Schutz

Varejo – Vestuário e Moda

8,98
RaiaDrogasil Varejo – Farmácias 8,96
Nestlé

Bens de Consumo Não Duráveis

8,92
P&G

Bens de Consumo Não Duráveis

8,90
Facebook

Serviços Digitais

8,84
Academia Bio Ritmo

Varejo – Turismo & Serviços

8,83
Trivago

Varejo – Turismo & Serviços

8,79
Estante Virtual

Varejo – Varejo On-line

8,79
Avianca

Aviação

8,78
Banco Original

Bancos e Serviços Financeiros

8,77
Beauty’in

Bens de Consumo Não Duráveis

8,71
Netshoes

Varejo – Varejo On-line

8,66
Vaniday

Varejo – Varejo On-line

8,62
CVC

Varejo – Turismo & Serviços

8,61

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Programa Acelera MGTI recebe novas startups

As startups ficarão residentes, nas instalações do Acelera MGTI, durante os primeiros 12 meses e continuarão com encontros virtuais por um outro período de mais 12 meses. O conjunto de benefícios oferecidos equivale a um investimento, por startup, da ordem de R$200.000,00. Além de receberem consultorias e mentorias com profissionais experientes e qualificados, metodologia fundamentada nos conceitos do Lean Startup e Customer Development, e nos aprendizados com Stanford, as startups poderão participar de programas voltados para o crescimento pessoal e profissional, ter acesso a investidores, networking, a mais de 300 empresas associadas à Fumsoft e Assespro-MG, infraestrutura e localização privilegiada em Belo Horizonte.

Confira um pouco sobre o negócio das startups:

Just Ride Along – Ambiente de negócios para aficionados por motocicletas. É uma comunidade, uma experiência e uma paixão. A evolução do mercado de 2 rodas.

Flingo – Plataforma que garante o menor preço em uma reserva de hotel, mesmo depois da confirmação da reserva. Monitora diversos sites de buscas e avisa o usuário caso um preço mais baixo seja encontrado.

Midhaz – Disponibiliza um catálogo de produtos a preço de atacado. O cliente não precisa se preocupar com estoque, logística e burocracia.

Suub – A plataforma digital proporciona economia de tempo e dinheiro para quem não gosta de ir ao supermercado, com garantia de preço abaixo da média de mercado e delivery dos produtos adquiridos.

Solverus – Oferece treinamentos, assessorias e soluções tecnológicas em data science. Trabalha na interface entre o negócio e a tecnologia auxiliando gestores a tomar melhores decisões.

AZAPFY – Distribuidora, transportadora e parceiros conectados com informações sobre a gestão da entrega, fazendo com que a velocidade das informações ande no mesmo ritmo da velocidade de suas entregas.

Leanty – Especializada em API Management e Cloud Computing, possui ferramentas para auxiliar as estratégias digitais de médias e grandes empresas.

UbiPaint – Desenvolve projetos e aplicativos nas áreas de pintura digital, realidade virtual (ambientes imersivos) e realidade aumentada (ambientes não-imersivos).

See Now Buy Now – A plataforma apresenta um novo canal de vendas B2B em que permite a conexão entre marcas (confecções) e lojistas (revendedores) da moda feminina como uma grande rede social. O intuito é ampliar os negócios, onde novos pedidos e reposições são gerenciados por meio de tecnologia sofisticada e fácil de usar.

Solucionare – Atua com a produção de informações judiciais utilizando sistemas especialistas. A empresa trabalha e armazena, diariamente, todas as publicações e andamentos judiciais brasileiros, e possui um acervo completo dos últimos seis anos. Pretende criar um novo negócio que possibilite o acesso do cidadão comum às informações de seus processos judiciais de forma clara e transparente.

#Happy hour – A chegada das startups foi comemorada com um happy hour, patrocinado pela Conciliadora, ContSelf, e-motion, MCJ Informática, Raphael Andrade, smart|retail, Solides, Stella, take e Worldsense.

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Black Friday: pesquisa mostra que 78% das lojas virtuais fazem planos específicos para a data

Dos 20 maiores e-commerces do país, 17 anunciam com a rede de afiliação Awin. Além destes, a empresa atende mais 300 lojas virtuais relevantes, as conectando aos milhares de afiliados da plataforma no Brasil. Uma pesquisa da Awin com seus anunciantes mostra que a esmagadora maioria (78%) das lojas virtuais já se prepara com antecedência e faz planos específicos para a Black Friday (que, neste ano, acontece no dia 24 de novembro), indicando que o feriado de compras, importado dos Estados Unidos em 2010, já se tornou uma realidade para o e-commerce nacional.

Na edição do ano passado da Black Friday, o e-commerce nacional registrou R$ 1,9 bilhão em vendas, aumento de 17% em relação a 2015. Números são do Ebit, que divulgou que durante o dia de descontos, os consumidores brasileiros fizeram 2,23 milhões de pedidos, uma alta de 5% na comparação com o ano anterior. No entanto, resultados ficaram abaixo da previsão da própria empresa, que projetava pelo menos R$ 2,1 bilhões em vendas.

Ao contrário do resultado geral do e-commerce nacional, abaixo do esperado, os anunciantes que são clientes da Awin apresentaram números impactantes. Ao todo, essas empresas faturaram R$ 65,7 milhões em vendas no Brasil, em mais de 150 mil vendas. Para se ter uma ideia, a plataforma da empresa registrou um pico de vendas logo na primeira hora, período em que um só varejista conseguiu concluir 1,1 mil vendas. Em todo o mundo, a Awin apresentou crescimento de 51% na receita de vendas, atingindo 117 milhões de euros no total.

Anunciantes

De uma forma geral, os grandes varejistas online lideraram em volume de vendas. Entre os grandes do varejo que são parceiros da Awin, o faturamento foi incrementado em 30 vezes, na comparação com um dia normal. Segmento relevante em vendas no e-commerce nacional, o setor de moda foi outro destaque da edição 2016. Os clientes da Awin que comercializam produtos de moda e esportes registraram um faturamento 14 vezes maior do que em dias normais. Outro setor que apresentou variação positiva foi o de beleza e cosmética, cujas lojas virtuais venderam 12 vezes mais.

Um setor que prometia apresentar um bom resultado e que de fato o fez foi o de drogarias, que faturou 18 vezes mais. Já o de viagens, apresentou crescimento mais tímido, sendo quatro vezes superior ao faturamento do setor em dias normais. Mais da metade dos anunciantes da Awin no Brasil são lojas de departamento, com 56% das vendas sendo feitas por elas. Em segundo lugar no ranking de quem mais vende, estão as varejistas de produtos eletrônicos, com 15% de todas as vendas, seguidos das lojas que comercializam roupas, com 6% do total.

Afiliados

Do ponto de vista dos afiliados, o modelo mais usado para alavancar as vendas dos anunciantes foram os códigos de desconto, responsáveis por 34% de todas as vendas, seguido pelo cashback (reembolso), com 24%, e pelo retargeting (modelo que busca impactar o usuário baseando-se nos cookies de navegação), com 12%. O marketing de conteúdo vem logo atrás, sendo responsável por 7,1% das conversões via afiliados entre os clientes da Awin.

Entre os afiliados que apresentaram resultados expressivos, vale destaque para o Manual Homem Moderno, que apresentou promoções em tempo real no Facebook, atingindo 15 mil cliques e 40 vendas. Outro parceiro cujo resultado salta aos olhos foi a Méliuz que, por meio do modelo de supercashback, propiciou aos consumidores descontos de até 85%.

Cyber Monday 2016

Outra data que já caiu no gosto dos brasileiros é a Cyber Monday, que é como ficou conhecida a segunda-feira pós-Black Friday, criada para liquidar os produtos restantes e ampliar ainda mais as vendas. Entre os afiliados da Awin, o código de desconto continuou sendo o maior atrativo para os consumidores, estando presente em 32% de todas as compras da segunda-feira. A exemplo do que aconteceu durante a Black Friday, o segundo e terceiro lugar entre os modelos mais usados nas compras provocadas pelos afiliados da Awin foram cashback e retargeting, com 17% e 15%, respectivamente.

Entretanto, na comparação da Cyber Monday com a Black Friday, entre os anunciantes, foi registrada uma alteração na segunda e terceira posição do ranking de qual categoria mais vendeu durante a data: o setor de viagens aéreas ficou em segundo, com 10% das vendas, e as lojas de produtos eletrônicos, em terceiro, com 8,6%.

Fazendo um balanço geral, a Black Friday 2016 foi responsável por alavancar consideravelmente as operações dos anunciantes e afiliados da Awin. A receita foi incrementada 37,32% em relação ao ano anterior. Já o tíquete médio, saltou de R$ 599, na edição de 2015, para R$ 1,1 mil no ano passado.

Com atuação em 180 países do mundo e US$ 13 bilhões em receitas gerados apenas nos últimos doze meses, a Awin desenvolve, anualmente um relatório global, no qual apresenta perfis de mercado destacando características regionais, expõe insights inovadores levantados através da experiência da empresa em todo o mundo, abre discussões e atualiza os temas mais relevantes referentes ao marketing de afiliação.

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Marcação de consulta inteligente atrai novos consumidores digitais e aprimora a experiência dos usuários

Por Wilson Menezes

A crescente competitividade do mercado brasileiro de saúde e odontologia acrescida às pressões com custos, riscos e efeitos regulatórios, são desafios a serem enfrentados pelos competidores deste setor. Neste contexto, um ponto crítico para o sucesso das empresas é o atendimento ao cliente, fator preponderante na escolha do provedor de serviços. Uma pesquisa recente realizada pela Microsoft revelou que 97% dos consumidores no mundo dizem que o atendimento ao cliente é importante para sua escolha de uma marca ou serviço. Em um ambiente marcado pela transformação digital e com consumidores cada vez mais exigentes em relação à qualidade do serviço prestado, a tecnologia emerge como grande aliada para ajudar a atrair novos consumidores digitais, aprimorar a experiência dos clientes e aumentar a lucratividade.

Por isso, alguns recursos tecnológicos tornaram-se indispensáveis para as empresas e instituições adequarem-se à era digital. A marcação de consulta inteligente, por exemplo, tem por objetivo facilitar a interação entre o prestador de serviço e o paciente beneficiário e seus dependentes quanto à disponibilidade e marcação de uma consulta, independente do tipo de procedimento, sem a necessidade de ligação telefônica ou presença física, por meio de aplicativos nos dispositivos móveis e na internet. Uma solução que garante um serviço de melhor qualidade, além de otimizar processos e ainda reduzir os custos.

Esse tipo de tecnologia direcionada ao paciente contempla funcionalidades para atender diferentes tipos de solicitação de agendamento, como pedido de agendamento ao prestador, marcação em tempo real de uma agenda disponível do prestador e agendamento reverso – quando o cliente envia para vários prestadores o pedido de agendamento, sendo concluído o agendamento no aceite do primeiro prestador a responder. Estes aplicativos inteligentes de marcação de consulta permitem que o paciente não só acompanhe, mas também altere e cancele seu agendamento. Uma ferramenta prática e eficiente, uma vez que promove ao paciente um horário com seu prestador sem que precise perder horas ao telefone em busca de um atendimento próximo e com data disponível.

Ao oferecer maior disponibilidade de agenda e facilitar o processo de marcação de consulta, as instituições de saúde garantem um diferencial e ampliam sua base de pacientes, que são atraídos pelo perfil online da instituição. Além disso, toda a gestão interna e o atendimento tornam-se mais ágeis, simples e precisos, já que as consultas marcadas online já chegam com os dados do paciente, facilitando a elaboração das fichas e desafogando o telefone. O paciente é tratado com mais atenção em todas as etapas de sua jornada de atendimento.

Trata-se de uma quebra de paradigmas para todos os envolvidos. A aplicação da tecnologia a favor dos segurados e dos parceiros de negócios garante melhor qualidade nos serviços prestados. A exemplo de modelos de negócios disruptivos como Uber, as plataformas de agendamento online empoderam o usuário/cliente/paciente, tornando-o um tomador de decisão. Isto tudo, além de elevar a confiança do consumidor/paciente, que passa a sentir-se mais tranquilo em relação ao atendimento, alinha as instituições ao patamar de serviços da era digital, promovendo a almejada experiência única, personalizada e com maior valor agregado.

Wilson Jesus Menezes é Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Transformação Digital: o futuro da Gestão de Pessoas começou

“O futuro começou ontem”. É desta maneira que o CEO da Ahgora Sistemas, Lázaro Malta, faz referência ao momento atual do departamento de Recursos Humanos. Para o executivo, a tecnologia faz parte da vida das pessoas e facilita as atividades profissionais e humaniza o ambiente de trabalho. No RH a tecnologia automatiza rotinas e processos manuais, aumenta a produtividade e fornece informações na palma da mão para tomada precisa de decisão. O profissional de RH sai da “administrivialidade” e foca na gestão das pessoas, fazendo uma administração estratégica na empresa.

Este movimento recebe o nome de Transformação Digital – um movimento onde as pessoas induzem as mudanças no ambiente corporativo a partir da utilização da tecnologia como recurso-chave para melhorar o desempenho, fazer uma gestão estratégica e potencializar os resultados. As pessoas são quem definem e transformam a forma de trabalhar, a estrutura dos departamentos e das organizações.

O acesso à informação descentraliza a gestão e permite o empoderamento dos líderes para gerir as pessoas, proporcionando acesso fácil a dados que auxiliam nas tomadas de decisões. A transformação digital no RH empodera os profissionais por meio das informações vivas e eficazes. Dessa maneira eles conseguem ser mais inovadores, estratégicos e eficazes.

A maior parte dos RHs ainda é operacional e utiliza planilhas ou ferramentas limitadas para fazer a gestão do dia a dia, o que leva a uma morosidade na extração de informações, tornando-os reativos. Hoje alguns profissionais de RH estão mudando este cenário, rompendo com padrões de comportamento e experimentando novas perspectivas apoiados pela tecnologia. Dessa forma, os RHs se tornam mais estratégicos e assertivos para as corporações.

“É preciso ter tempo para estar próximo das equipes e contribuir para o desenvolvimento de cada profissional dentro das empresas. A tecnologia apoia o profissional de RH para fazer uma gestão de pessoas de modo eficiente e a entender e agir assertivamente junto aos colaboradores, retendo talentos, capacitando os profissionais, entregando benefícios interessantes.”, fala Lázaro Malta, CEO da Ahgora Sistemas.

De acordo com um estudo da Deloitte Global Human Capital Trends que aponta as tendências para o futuro na área de gestão de pessoas, 73% dos entrevistados estão com atenção voltada à Transformação Digital. Se o foco antes estava em processos, agora, o objetivo é melhorar a produtividade, o engajamento e o trabalho em equipe. O RH tem que ser mais INOVADOR”, destaca o executivo..

Malta defende que a tecnologia não é uma ameaça. Para o executivo, ela veio para facilitar, integrar e proporcionar às pessoas uma vida equilibrada e justa. As novas tecnologias aproximam o RH do seu papel estratégico. “Muitas empresas entregam relatórios, a Ahgora entrega informação atual e assertiva. Ao ter informações atualizadas as empresas podem tomar decisões mais assertivas”, reforça.

Uma outra vantagem que a Ahgora Sistemas proporciona por meio da tecnologia é a transparência na relação entre líder e liderado, pois as informações referentes a dias trabalhados, folgas, férias, e outros dados, podem ser consultados pelos colaboradores, o que gera mais confiança e proximidade. “Transformação Digital não significa apenas automatizar processos e estar presente nas redes sociais. Trata-se de uma mudança cultural e gerencial que poucos profissionais estão preparados para executar”, alerta Malta. “Os RHs estão mudando o olhar e percebendo na tecnologia um grande aliado para fazer uma gestão de pessoas mais assertiva e eficiente. Afinal, o futuro já começou”, conclui o executivo.

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Omni Soluções Financeiras desburocratiza processo para concessão de crédito de veículos com plataforma mobile desenvolvida pela DB1 Global Software

Com a esperada recuperação na venda veículos que vem sendo registrada nos últimos meses, a ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) estima que deverão ser liberados R$ 90,6 bilhões para o financiamento de veículos. Com o segmento em ebulição, a Omni Soluções Financeiras revolucionou todo o processo de análise de crédito e anuncia a plataforma mobile e desktop Omni+, desenvolvida pela DB1 Global Software, que deverá beneficiar mais de 222 mil pessoas na cadeia, entre lojistas, agentes de crédito e consumidores.

O APP Omni+ realiza a análise do crédito e simula as condições de financiamento de um veículo em poucos minutos, a partir do preenchimento de uma ficha de dados na tela de um smartphone, tablet ou computador. Também é possível ajustar as condições da compra às possibilidades do cliente em tempo real, com simples toques na tela.

O Omni +, primeira plataforma mobile e desktop da Omni Soluções Financeiras, proporciona agilidade ao vendedor, que informa as condições do financiamento ao mesmo tempo em que mostra o produto, sem correr o risco de perder a venda por causa da burocracia. E proporciona facilidade e segurança ao comprador, que fica sabendo na hora quanto e como vai pagar. Além disso, todo o processo pode ser acompanhado por uma timeline com comunicação direta com a mesa de crédito.

“Com o desenvolvimento do Omni+, buscamos desburocratizar os processos para a concessão de crédito para dar mais dinamismo ao processo. Realizamos um trabalho de UX para desenvolver esse aplicativo e outras soluções, com preocupação real no usuário final e colocando o benefício aos clientes no centro do processo”, comenta Murilo Silvério, diretor de operações da Omni Soluções Financeiras. “Antes tínhamos um processo de 18 campos no simulador (desktop apenas), para se obter o valor a ser pago por prestação, sem qualquer garantia de aprovação do cliente. Hoje com apenas 6 campos já realizamos um primeiro disparo, que realiza uma série de validações que acabam por pré-aprovar as condições do financiamento ou refinanciamento, dependendo, apenas, da confirmação dos dados informados pelo cliente”, complementa Silvério.

Desenvolvimento da Omni+

A DB1 IT Services foi responsável por desenvolver a plataforma mobile com base em processos que asseguram a entrega no prazo e com baixo índice de retrabalho. Dez especialistas foram selecionados e levaram um pouco mais de dois meses para desenvolver o Omni +, com quase 300 entregáveis gerados.

Mais que um cliente, nos sentimos parte do time da empresa e esperamos que esse seja o primeiro passo para que a Omni Soluções Financeiras continue sua trajetória de crescimento no Brasil”, comenta David Santos, Diretor Executivo e CEO da IT Services.

A DB1 Global Software faz parte de um seleto grupo de empresas que possuem certificação CMMI-3, que atesta a aderência ao padrão internacional de qualidade de software, é a única empresa de tecnologia do Brasil com certificação MPSBR nível A, e possui de 94% de índice de satisfação de clientes, sendo que oito a cada dez clientes dão nota máxima a empresa.

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