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Um em cada quatro bancos tem dificuldades para verificar a identidade de clientes nos bancos on-line

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De acordo com a recente Pesquisa de riscos à segurança de instituições financeiras, 24% dos bancos de todo o mundo têm dificuldades em identificar seus clientes ao fornecer serviços de bancos on-line e digitais. Mais da metade dos bancos (59%) prevê um aumento dos prejuízos causados por fraudes nos próximos três anos. Por isso, a verificação da identidade dos usuários deve ser prioridade nas estratégias de segurança virtual das instituições financeiras, adverte a Kaspersky Lab.

Com o crescimento dos serviços bancários on-line e em dispositivos móveis, os clientes não apenas se tornam vítimas de fraudes financeiras, como também são um ponto de entrada importante para ataques nos canais digitais dos bancos. De acordo com a pesquisa, em 2016, 30% dos bancos passaram por incidentes de segurança que afetaram os serviços bancários fornecidos pela Internet. Os principais fatores que contribuíram para os ataques foram o phishing direcionado aos clientes e o uso de credenciais de clientes para atividades de fraude.

Os bancos carecem de tecnologias de segurança que não prejudiquem a experiência do cliente: 38% das organizações que participaram da pesquisa confirmaram que se preocupam com o equilíbrio entre as técnicas de prevenção e a conveniência para o usuário.

“Ao considerar as diversas abordagens para fornecer canais digitais e móveis seguros, naturalmente os bancos evitam colocar muita pressão sobre os clientes. Os bancos on-line precisam continuar oferecendo seus principais benefícios: uma forma conveniente de fazer transações financeiras em questão de segundos. Por isso, estamos trabalhando em tecnologias que permitam proteger os bancos e seus clientes sem incluir rotinas de segurança adicionais na experiência do usuário”, declarou Alexander Ermakovich, chefe da equipe de prevenção de fraudes da Kaspersky Lab.

Além da dupla-autenticação e de outros procedimentos de segurança usados pelos bancos, a Kaspersky Lab recomenda implementar soluções exclusivas capazes de identificar se uma pessoa tem a devida autorização sem exigir ações adicionais do usuário. A plataforma Kaspersky Fraud Prevention compila e analisa o comportamento do usuário, informações do dispositivo, do ambiente e da sessão na forma de big data anônimo e despersonalizado na nuvem. A autenticação baseada em riscos (RBA, Risk Based Authentication) avalia os possíveis riscos antes do login do usuário, enquanto a detecção contínua de anomalias na sessão (Continuous Session Anomaly Detection) identifica o controle de contas, lavagem de dinheiro, ferramentas automatizadas ou qualquer processo suspeito executado durante a sessão.

Dessa maneira, a plataforma oferece proteção não apenas na fase de login, mas também durante a própria sessão, e os usuários não precisam passar por mais etapas de autorização.
Para saber mais sobre a plataforma Kaspersky Fraud Prevention, visite: https://www.kaspersky.com.br/enterprise-security/fraud-prevention.

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Gerenciamento da experiência do cliente precisa evoluir, aponta pesquisa

De acordo com um novo estudo realizado pela Axway (Euronext: AXW.PA), uma catalisadora para a transformação, em parceria com a empresa de análise da indústria IDC, uma fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global, as organizações precisam repensar as abordagens tradicionais de gerenciamento de experiência do cliente. O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” constatou que, apesar da experiência do cliente ser a principal iniciativa digital para as organizações, 69% ainda precisam obter uma visão unificada do cliente e quase metade (46%) não possui iniciativas de jornada do cliente em vigor. Ao avaliar abordagens tradicionais para o gerenciamento da experiência do cliente, o estudo constatou que 40% das organizações acreditam que os sistemas omnichannel não fornecem uma “visão unificada e em tempo real da experiência do cliente”.

Para esse estudo, foram ouvidos mais de 600 executivos sênior em funções de TI, digitais e de experiência do cliente nas maiores empresas globais em todo o mundo. O estudo revelou que a experiência do cliente é atualmente a iniciativa digital mais crítica para mais de 70% das empresas. O estudo indicou também que a experiência do cliente está agora substituindo produto e preço como um meio de criar valor de marca, distinção e diferenciação estratégica.

Apesar das organizações investirem em estratégias de omnichannel, o estudo constatou que uma abordagem de omnichannel não é bem-sucedida em proporcionar um RSI. Apenas 14% consideram o valor da abordagem omnichannel como sendo “um diferenciador chave e fonte de vantagem competitiva” e apenas 22% dizem que é um “custo necessário para fazer negócios”.

“Muitas empresas aplicaram grande investimento e esforço em comunicações omnichannel. No entanto, os sistemas de omnichannel de mais de 4 em 10 de nossos entrevistados da pesquisa ainda falharam em fornecer a visão unificada e em tempo real essencial da experiência do cliente” disse Gerry Brown, diretor de pesquisa e software da IDC. “O gerenciamento de omnichannel e outras tecnologias de mercado precoces estão sendo substituídos por modelos mais holísticos e centrados no cliente – nossa pesquisa revela que “experiência do cliente”, “uma exibição de dados de cliente único” e “percursos de clientes” são todos classificados como sendo significativamente mais importantes como iniciativas digitais do que gerenciamento de omnichannel.”

Com a falha das abordagens tradicionais para a experiência do cliente, a IDC e a Axway identificaram uma nova abordagem para atender às necessidades do cliente – as redes de experiência do cliente. Usar dados de uma vasta gama de fontes de dados internas e externas em um percurso do cliente – incluindo clientes, colaboradores, parceiros corporativos e fornecedores – permite as organizações co-inovar com clientes e envolver as partes interessadas de uma forma mais estratégica e coerente do que omnichannel. O estudo revelou que as abordagens e os métodos tradicionais orientados para o interior estão sendo substituídos por métodos orientados para o exterior, centrados no cliente, com mais da metade (52%) das empresas movendo-se muito fortemente no sentido da “inovação colaborativa”. Além disso, 68% das empresas que operam redes de experiência do cliente relataram fluxos de aumento de rendas.

Dirigindo a colaboração e inovação estão as APIs, das quais 73% consideram ser “importantes” ou “extremamente importantes” para a implementação de redes de experiência do cliente. Especificamente, executivos seniores em serviços financeiros, telecomunicações e mídia, e utilidades verticais consideram APIs como sendo a prioridade principal, com 80% deles indicando que APIs são “importantes” ou “extremamente importantes”.

“As abordagens tradicionais para a experiência do cliente estão quebradas e, como mostra nossa pesquisa, as organizações precisam repensar sua estratégia para alcançar competitivamente a transformação digital” disse Jeanine Banks, vice-presidente executiva de produtos e soluções globais da Axway. “As redes de experiência do cliente são uma fonte de vantagem competitiva sustentável e de valor de negócios, oferecendo um sistema de defesa forte contra disruptores digitais.”

Sobre o estudo

O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” examina o estado do gerenciamento da experiência do cliente. O estudo incluiu a participação de 602 executivos seniores em funções de TI, digitais e experiência do cliente de grandes empresas, 62% das quais com mais de 5000 colaboradores. Os entrevistados foram uniformemente distribuídos por uma variedade de setores incluindo serviços corporativos, serviços financeiros, governo, saúde, manufatura, varejo, telecomunicações e mídia, transporte e utilidades.

Para obter uma cópia completa do relatório, clique aqui.

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Startup brasileira traz inovações para a rede de supermercados online no país

O serviço de compras através de supermercados online vem ganhando cada vez mais força no Brasil. Com as horas dos dias cada vez mais corridas para quem mora em São Paulo, essa ferramenta se torna muito útil ao consumidor paulistano. É por isso que a Superlist chegou ao segmento para oferecer comodidade, melhores preços e o menor prazo de entrega quando o quesito é produtos não perecíveis.

O serviço funciona da seguinte maneira: O consumidor seleciona no site http://www.superlist.com osprodutos que deseja receber, escolhe a frequência de entrega e preenche um cadastro. Com isso, a primeira lista será gerada e servirá de base para o gerenciamento dos produtos pelo próprio usuário que serão entregues nos meses seguintes. Em até quatro dias úteis, as compras são enviadas diretamente para a residência em caixas e embalagens especiais. Caso tenha optado pela recorrência mensal, no mês seguinte, o cliente passará a receber de maneira sistemática os produtos selecionados, sem a necessidade de ir às lojas para reabastecer a sua despensa.

Ao finalizar a lista, o usuário é informado sobre o valor total da seleção de produtos e o valor que economizou na compra, comparado aos supermercados tradicionais.

“A Superlist.com com foi concebida especialmente para atender as necessidades dos consumidores desta nova sociedade digital, pessoas que moram em cidades, trabalham muito e que enxergam valores em serviços que ajudam a economizar tempo e dinheiro”, diz Alberto Parra, CEO da empresa. “Se eu pudesse resumir o propósito para o qual a Superlist foi criada eu diria que a nossa missão é fazer com que as pessoas usufruam mais do seu tempo livre para o lazer e qualidade de vida e deixem outras obrigações para especialistas que ainda as ajudam a economizar dinheiro”, completa.

A Superlist mantém equipes de especialistas em negociação de compras com as grandes indústrias, razão pela qual os produtos podem ser até 20% mais econômicos. Alberto Parra diz que será no “composto dos sortimentos selecionados que o consumidor realmente perceberá o ganho de economia em comparação aos supermercados tradicionais gerando impacto positivo na vida das pessoas, pois muitas vezes o varejo realiza promoções ou queimas de estoques de determinados produtos, mas eleva os preços dos demais itens”.

Além disso, segundo Alberto Parra, “há os ganhos em produtividade e processos, na medida que não somos obrigados a fazer a gestão de grandes lojas físicas, que têm custos altos de operação, aluguel, estocagem e outras despesas. Todos estes ganhos são repassados para o consumidor final. Todos ganham, inclusive a indústria que passou a contar com mais um canal de vendas”.

Para dar suporte a operação logística, a Superlist.com mantém um Centro de Distribuição (CD) em Itapevi, Grande S. Paulo, onde os produtos são armazenados, selecionados e distribuídos. A equipe de desenvolvimento de TI é própria e está baseada em Miami, Estados Unidos.

Outra novidade da Superlist está na forma de pagamento. Além dos já tradicionais cartões de crédito, a empresa acaba de anunciar uma parceria com a Sodexo, onde o cliente poderá utilizar o seu vale-alimentação para o pagamento de suas compras, o que traz mais um benefício importante ao consumidor.

O serviço de entregas da Superlist já está atuando nas seguintes regiões de São Paulo, além da capital: a Grande São Paulo, Alphaville, Granja Viana, região do ABC, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Salto, Itu e Indaiatuba. A expectativa é que nos próximos meses essa área de atuação seja expandida.

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Vendas no e-commerce registram alta de 36,2% em março, maior crescimento dos últimos cinco anos, revela indicador de varejo da Mastercard

O mercado varejista continua a se recuperar, especialmente nas compras online, de acordo com o relatório SpendingPulse publicado pela Mastercard este mês. Enquanto o volume de vendas totais no varejo caiu 1,6% em relação a março do ano anterior, o e-commerce registrou crescimento de 36,2% no período comparado e representa maior alta desde outubro de 2012.

Setores como supermercados, artigos farmacêuticos, material de construção, e artigos de uso pessoal e doméstico cresceram acima do indicador de vendas. No entanto, setores como móveis, eletrodomésticos, vestuário, e combustíveis apresentaram resultado abaixo do crescimento do indicador de vendas no varejo. O relatório também mostra queda de 2,0% nas vendas totais no primeiro trimestre de 2017 em relação ao último trimestre de 2016, quando registrou baixa de 4,6%.

Segundo o SpendingPulse, no primeiro trimestre de 2017, o e-commerce fechou com alta de 25,9% comparado ao mesmo período de 2016. O desempenho dos setores de eletrônicos e de móveis foi superior à média do e-commerce, ao passo que vestuário, hobby & livrarias, e artigos farmacêuticos ficaram abaixo.

Sobre o desempenho nas regiões brasileiras em março de 2017: Sul e Sudeste apresentaram as menores quedas (-0,9%) e (-0,5%), respectivamente, enquanto Norte (-3,3), Nordeste (-3,0%) e Centro Oeste (-4,1%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

“Embora o ambiente econômico demonstre desafios, especialmente em função da atual taxa de desemprego e deterioração da massa salarial, esperamos uma melhora gradativa no comércio varejista, especialmente no e-commerce”, afirma Kamalesh Rao, Diretor de Pesquisa Econômica da Mastercard Advisors.

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Ciab FEBRABAN promove, pela primeira vez, um Hackathon

Objetivo da maratona é superar os desafios tecnológicos que permeiam o mercado financeiro; inscrições podem ser feitas até dia 19 de maio

Neste ano, durante o Ciab FEBRABAN, a Federação Brasileira de Bancos promoverá a primeira edição de seu Hackaton. A ação, que irá acontecer entre os dias 3 e 4 de junho, antes da abertura oficial do evento, tem como objetivo incentivar empreendedores a desenvolverem novas soluções para superar os desafios do mercado bancário brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 19 de maio.

Na busca por inovação, disruptividade, agilidade e interatividade são palavras que não podem ficar de fora. Pensando nisso, a competição vai girar em torno de quatro principais temas: onboarding digital, autenticação e experiência do cliente; interface de inteligência artificial e soluções cognitivas para transações financeiras; segurança digital e detecção de fraudes; e insights financeiros através de big data e analytics.

Nos dois dias de desenvolvimento, os participantes colocarão em prática as habilidades de programação, design, negócios e finanças com o suporte de experts do mercado, como consultores da Deloitte, Accenture e Everis, bem como APIs da Cisco Devnet, Mastercard Developers e a plataforma de desenvolvimento IBM Bluemix.

As quatro equipes finalistas serão apresentadas no dia 6, dia da abertura da exposição, quando serão julgadas pelo público. O grande vencedor ganhará duas reuniões com lideranças de Bancos para apresentar o projeto, além de seis meses de residência em um espaço de coworking. Os quatro finalistas poderão utilizar o espaço Fintech durante todo o Ciab para expor seus projetos.

Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: http://www.hackathonciab.com.br/

Ciab FEBRABAN: Hackathon

Data: 03 e 04 de junho de 2017

Local: CO. W. Berrini (R. Jaceru, 225 – Vila Gertrudes, São Paulo)

Site:http://www.hackathonciab.com.br/

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Startup Hometeka participa de nova rodada de investimentos

A Hometeka, startup mineira de decoração e design, acaba de se abrir para uma nova rodada de investimentos. Com captação Série A, a empresa visa focar na aceleração do negócio (pautado pelo lançamento de uma nova linha autoral e pelo fortalecimento do Plugin Hometeka para SketchUp) e pré-internacionalização, o qual será criada uma versão piloto do projeto no mercado americano. Os planos da Hometeka é que em meados de 2019, uma nova rodada de investimentos aconteça nos Estados Unidos.

A empresa, comandada pelos arquitetos Leandro Araújo e Roberto Andrés, já recebeu R$ 3,5 milhões em duas rodadas de investimentos de risco: R$ 1,2 investimento anjo (2012), advindo da Financiadora de Estudos e Projetos Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP), que foi usado de alicerce para o negócio e R$ 2,3 investimento seed (2014), das gestoras Performa Investimentos e Polaris Investimentos, que representam 24,10% e 3,61% do negócio respectivamente, que foi utilizado para a construção de dois produtos inovadores: Marketplace e Plugin Hometeka para SketchUp.

O setor moveleiro voltou a crescer, de acordo com pesquisa levantada pela Abimóvel (Associação Brasileira do Mobiliário) entre 2015 e 2016 o mercado teve um decrescimento da produção, mas para 2017 a projeção é de uma alta de 6,6%. “Momentos de crise tendem a ser positivos para a decoração. Acontece o seguinte fenômeno: quem estava juntando dinheiro para trocar de apartamento acaba revendo planos e opta pela reforma. Da mesma forma, quem mirava na reforma com obra, acaba apostando em mudança da decoração. Acontece um downgrade de planos que beneficia o setor.”, explicam os empresários.

Com uma onda positiva no mercado, a Hometeka espera manter o sucesso e escalar ainda mais o negócio. Em 2015, a marca fechou faturamento em R$ 400 mil, já no ano passado, a marca contabilizou crescimento de 35% mês sobre mês. Para 2017, os planos de Leandro e Roberto é dobrar o faturamento.

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Banco Intermedium lança nova versão de seu aplicativo móvel

O Banco Intermedium, única instituição financeira a oferecer conta corrente totalmente gratuita e uma das pioneiras na modalidade digital no Brasil, reformulou completamente seu aplicativo móvel para oferecer uma melhor experiência para seus clientes da conta corrente digital. A nova versão chega com um design totalmente redesenhado, novas funcionalidades e acesso por Touch ID. O novo app já está disponível para sistema iOS e será lançado nos próximos dias para clientes com smartphones Android.

A principal novidade do app é disponibilizar o acesso à conta por Touch ID. Agora, para entrar na conta o cliente não precisa mais digitar a senha, basta encostar a sua impressão digital. O cliente também poderá fazer o login com o número de CPF, que poderá ser utilizado, ainda, para consulta do número da conta corrente.

“A concepção do novo aplicativo levou em consideração oferecer uma experiência mais completa e intuitiva para o nosso cliente digital”, destaca João Vitor Menin, presidente do Banco Intermedium. “O novo aplicativo traz uma interface totalmente nova, mais prática e moderna. E, principalmente, funcionalidades inovadoras que vão facilitar o uso no dia a dia”, completa.

Entre as novas funções disponíveis no aplicativo estão: a inclusão e exclusão de agendamentos e o compartilhamento de comprovantes e boletos em diferentes canais, como e-mail e WhatsApp. Também foi disponibilizada uma nova forma de interação na área de transferência, podendo editar, apagar e excluir favorecidos de forma rápida e fácil.

Outra mudança do app foi a inclusão do menu de acesso rápido. Basta tocar no ícone que fica no canto esquerdo e então o menu será deslizado, trazendo opções de recursos disponíveis e o histórico de todas as interações e notificações do banco.

O novo app também aprimorou a área voltada aos investimentos, com a inclusão do gráfico que mostra a alocação de investimentos do cliente. Também são disponibilizados cards com o detalhamento de cada investimento e possibilidade de resgate diferenciado.

O Banco Intermedium conta, atualmente, com 140.000 clientes. A expectativa é de que, até o final do ano, esse número chegue a 350.000. A meta do banco é atingir 1 milhão de correntistas até o final de 2018.

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Andréia Fontelles assume diretoria da CSU MarketSystem

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A CSU MarketSystem, unidade do Grupo CSU especializada em marketing de relacionamento, programas de fidelidade e e-commerce, anunciou a nomeação de sua nova diretora executiva para a área de fidelização. Andréia Fontelles é formada em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, possui especialização em Gestão Bancária pela Fundação Vanzolini e mestrado, também em Economia, pelo Ibmec.

A nova diretora construiu sua carreira no Banco Santander, onde ingressou em 2005, como trainee. Já são mais de 12 anos de experiência na gestão de produtos e serviços financeiros, à frente de projetos da instituição dentro e fora do Brasil.

Na CSU MarketSystem, o desafio é expandir a atuação da companhia no mercado de loyalty, que está em plena expansão no país. “Cada vez mais brasileiros utilizam programas de fidelidade. Empresas de diversos setores têm percebido esta oportunidade e intensificado seus investimentos nessas atividades. Nosso objetivo é oferecer uma gestão eficiente de seus programas e, por meio de uma plataforma tecnológica exclusiva, o OPTe+, levar benefícios para essas marcas e seus clientes”, afirma Andréia.

A executiva se reportará diretamente ao CEO da CSU, Marcos Ribeiro Leite.

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Startup brasileira está no mapa mundial de Digital Health

Um levantamento realizado pela CB Insights , empresa americana especializada em inteligência de dados para inside sales, apontou a plataforma SaúdeControle – arquivamento e gestão do histórico médico digital voltada ao usuário, como uma das três startups que inovam em saúde e que receberam aportes de capital no Brasil, como uma “notável” nesta área.

O mapeamento identificou as três startups privadas em cada país que receberam mais financiamentos no segmento de saúde digital.

O reconhecimento chega exatamente quando o SaúdeControle acaba de receber como investidor André Laport, ex-Goldman Sachs e responsável pela área de investimentos na América Latina para o banco.

“Há um boom de iniciativas e investimentos em Digital Health no mundo e o SaúdeControle se posiciona como o principal hub de integração e serviços nesta área no Brasil”, diz Laport.

“Os negócios estão aquecidos e estamos programando uma Série A, onde conversaremos com alguns Fundos”, explica Phelipe Spielmann, co-CEO & Founder do Saúde Controle.

Segundo o executivo, também estão previstas novidades, em breve para o mercado, com novas APIs que permitirão ao SaúdeControle se comunicar mais facilmente com um maior número de players do mercado, como Hospitais, Planos de Saúde, Operadoras, etc.

“Também desenvolvemos um novo recurso que realiza o Monitoramento aos pacientes crônicos (com aderência ao tratamento) e criamos o Visão Médico, onde o profissional de saúde passa a ter as informações de seus pacientes de forma mais amigável, com maior interação entre o paciente e os profissionais da saúde”, diz Spielmann.

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A tecnologia como oportunidade para o varejo – Por Lucas Forte

Nos últimos tempos, parece que o mundo está mudando mais rápido do que a mente humana consegue lidar. Esta velocidade – e complexidade – tem criado grandes possibilidades para marcas, além de proporcionarem ao segmento de varejo estreitar e valorizar o relacionamento com os seus clientes. E o varejista de loja física que não utilizar o seu espaço para oferecer experiência de compra não sobreviverá ao mercado.

Conforme as tecnologias avançam, elas ficam mais acessíveis e se disseminam no mercado. Assim, o que é inovador hoje, amanhã se tornará comum. E, dessa maneira, o varejo físico deve capitalizar em algo muito mais difícil de ser entregue no mobile: o uso de todos os sentidos no ambiente.

Vamos a um exemplo peculiar: muitas vezes, o consumidor toma sua decisão de compra dentro de um provador. Logo, é um local apropriado para investir e transformá-lo em um ambiente mais sensorial e imersivo. Segundo a CEO da GDR Inteligência Criat, RFIKate Ancketill, duas lojas – uma na Holanda e outra nos Estados Unidos – compreenderam bem esta realidade. Em seus provadores, a iluminação e a música ambiente podem ser customizáveis de acordo com o gosto, sentimento ou até mesmo o item que o cliente está provando.

Outras regiões também vêm percebendo tal importância. Na Ásia, há estabelecimentos cujas etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) fazem o espaço tocar uma música relacionada àquele item que o consumidor está levando para provar. A compra torna-se, assim, uma experiência emocional. E, neste contexto, nenhum comércio online poderá atingir este mesmo nível de experimentação.

Por outro lado, há ferramentas que apenas o e-commerce pode implementar para aumentar a sua experiência de compra. Entre elas, vídeos de alta qualidade e produção com narrativas onde tudo o que é visto ali pode ser comprado naquele momento. Outra também somente aplicada no online é a de recomendação por perfil de consumo: “pessoas como você podem gostar de…” ou “pessoas que levaram este produto também compraram…”.

Todavia, há quem consiga integrar a loja física e o mobile e, assim, transformar a experiência do consumidor. É o caso do mercado de luxo, que recebe primeiro grande parte das inovações. Uma delas é a conversa entre consumidores – seja em casa ou na rua – e o colaborador de sua preferência via aplicativo. Além de poder escolher as marcas do seu interesse, ele também tem acesso a todo o estoque, escolhe o que quer provar (ou o que vai comprar) e, quando chegar à loja, tudo estará separado seja no provador ou no caixa.

A tecnologia altera até mesmo o papel do consultor de loja. O uso de beacons, por exemplo, fornece, por meio do celular, informações sobre os produtos, promoções, condições de pagamento, vídeos dos itens e uma infinidade de possibilidades sem que o vendedor esteja, necessariamente, ao lado do consumidor.

As inovações tecnológicas chegaram para alterar absolutamente tudo no varejo. E o consumidor, por sua vez, irá usufruí-las por meio da interatividade com os itens, canais, colaboradores, estoques, provadores e até mesmo em relação ao pagamento e à retirada de produtos. Se alguma empresa não acompanhá-las, o seu concorrente irá fazê-lo e os consumidores, bem, não pensarão duas vezes em ir até ele.

Lucas Forte, Relaacionamento Corporativo e Institucional do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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Máxima Sistemas leva sua solução de força de venda para a nuvem da Amazon

A Máxima Sistemas, companhia de soluções móveis para força de vendas, trade e logística para o setor atacado distribuidor, apresenta uma nova versão do seu software carro-chefe, o Pedido de Venda, que passa a ser disponibilizado na nuvem através dos serviços da Amazon Web Services (AWS).

Criada para simplificar as atividades diárias de vendedores e representantes comerciais, a solução Pedido de Venda permite à equipe comercial externa, por meio de tablets e smartphones, emitir pedidos, realizar consulta de preços, disponibilidade de estoque, histórico de compra dos clientes e políticas de desconto, por exemplo. A aplicação contribui com ampliação de até 35% na quantidade de pedidos devido à redução de tempo no processo da venda e um aumento de até 40% no volume de novas vendas.

A nova versão na nuvem tem como vantagens a redução de custos com infraestrutura de servidores para rodar a solução, a alta disponibilidade no serviço, a redução no tempo de implantação e a garantia de maior segurança, além de backups de uma das mais confiáveis plataformas de cloud computing do mercado.

No quesito disponibilidade, a Máxima aponta benefícios como a capacidade dos profissionais em campo não terem interrupção nas trocas de dados, situação que é muito recorrente quando se utiliza um servidor interno, que pode ficar instável numa queda de energia elétrica, ou apresentar lentidão com grande volume de sincronizações, por exemplo.

Além da comercialização da cessão de direito de uso do software, agora a Máxima também passa a oferecer o modelo de locação de software, ou seja, sem a necessidade da compra de licença.

Para Wagner Patrus, presidente da Máxima Sistemas, a inovação promovida pela oferta do Pedido de Venda na nuvem é apenas o início das propostas trazidas pela companhia. “A adoção do cloud computing é uma tendência mundial e os nossos clientes já entenderam que manter seus dados dentro de casa é uma condição muito vulnerável ao negócio, além de oneroso. Mais do que redução de custo com infraestrutura, a segurança da informação é um fator que pode por em risco a parada de um negócio e, consequentemente, gerar prejuízos”, explica Patrus.

Outra novidade apresentada pela companhia durante a APAS Show 2017, maior evento supermercadista da América Latina, que acontece de 02 a 05 de maio em São Paulo, é a possibilidade de monitorar em tempo real a qualidade de entrega de produtos e serviços, assim como as devoluções e as entregas realizadas com sucesso, valor e peso da mercadoria através de dashboards estratégicos na solução maxMove Entrega. O software também realiza a roteirização de entregas, contribuindo com a redução do custo logístico.

A Máxima Sistemas leva também à APAS Show 2017 o maxPromotor. A solução realiza a gestão da equipe de promotores no ponto de venda, acompanhando a performance do time que realiza pesquisas por meio de painéis com visões como PDVs com maior índice de rupturas por seção/promotor/fornecedor/produto, dentre outras. A solução contribui para identificação de novas oportunidades de venda no local em que é realizada a ação de marketing do produto, encaminhando alertas para a equipe comercial.

Todas essas ofertas da Máxima Sistemas ilustram o propósito da feira deste ano que é mostrar ao seu público visitante a importância de reinventar as relações com toda cadeia de abastecimento em tempos de empoderamento do consumidor e de mudanças na forma de se relacionar com clientes e fornecedores.

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Três dicas básicas de segurança da informação para supermercados

As varejistas são alvo cada vez mais frequentes de ataques virtuais pelo fato de processam volumes massivos de informação pessoal, como os dados de cartões de crédito, em ambientes altamente vulneráveis com terminais de consulta, pontos de serviço e de vendas. No universo supermercadista a realidade não é diferente acrescido ao fato de que um ciberataque tem chances de fazer paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, que podem comprometer o bom andamento dos negócios, além de gerar uma imagem ruim, de desorganização, para o cliente final.

Para mitigar e ampliar a segurança da informação no setor, a aposta da Reposit Tecnologia, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, é prover soluções como forma de antecipação para os próximos passos dos cibercriminosos.

A fim de evitar prejuízos financeiros e ameaças à integridade dos negócios, a provedora aponta que a primeira indicação preventiva é aprimorar os investimentos com segurança digital em métodos que bloqueiam o acesso dos hackers, que vão além do simples uso de um sistema de varredura. A adoção de firewalls com antivírus é o passo inicial para evitar a invasão de hackers nos sistemas dos supermercados.

Outra medida de segurança indicada pela Reposit é o monitoramento constante na infraestrutura de segurança e nos ativos críticos de informação. De acordo com a empresa, a proteção de uma rede está na coleta e na análise dos milhares de informações que passam pelas aplicações tecnológicas dos supermercados. Pensando nisso, a Reposit criou um aplicativo de monitoramento remoto 24×7, que possibilita o profissional de TI visualizar o grau de vulnerabilidade do seu ambiente virtual pelo celular, através de gráficos que apontam o nível de criticidade de cada incidente.

O terceiro e último passo para a gestão de vulnerabilidade nos supermercados é o backup na nuvem. Além da flexibilidade no atendimento às demandas do cliente, realizando um backup na nuvem, o ambiente de TI do supermercado terá a segurança da informação aliada à alta disponibilidade dos dados.

“O mercado supermercadista necessita de ir além das precauções de primeiro nível como bloquear pop-ups; instalar antivírus ou proibir a instalação de programas sem autorização por funcionários. Roubo de notebook, incêndios, quedas de energia e até catástrofes naturais também são acidentes que corroboram para o aumento do acesso vulnerável aos dados destas empresas”, conclui Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit Tecnologia.

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ANAC regulamenta uso de drones no Brasil – Quanto cresce o mercado?

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou em 02 de maio, o texto que regulamenta a operação de drones para fins comerciais em todo o País. Muito aguardada por todo o mercado, a regulamentação traz normas e procedimentos que garantem segurança jurídica e operacional e terá grande impacto no crescimento sustentável deste jovem e promissor mercado. Com a regulamentação, estima-se que o mercado possa dobrar de tamanho nos próximos três anos e gerar milhares de empregos diretos e indiretos.

O tema inclusive, será destaque no painel de abertura da DroneShow Latin América, principal feira de drones do País, que acontece de 09 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Representantes da ANAC e do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) estarão à disposição durante os três dias do evento para esclarecer dúvidas e, principalmente, explicar o passo a passo para que toda a cadeia produtiva (fabricantes, prestadores de serviço, pilotos, importadores e outros usuários de drones com fins profissionais) estejam a par dos trâmites necessários para legalizar 100% as operações.

“Hoje temos um divisor de águas no mercado de drones. A falta da regulamentação impedia grandes investimentos e muitos empreendedores ficavam receosos em relação ao futuro do mercado. Embora o DECEA já tivesse um conjunto de normas e procedimentos, a regulamentação da ANAC era necessária para tornar o mercado mais estável para as mais de 700 empresas brasileiras que já atuam no setor”, explica Emerson Granemann, idealizador da DroneShow e coordenador deste mapeamento de empresas inédito feito no Brasil.

“É uma decisão muito importante para o setor. Com a regulamentação será possível que empresas já estabelecidas no mercado agreguem novos serviços e expandam a atuação. Assim como o mercado absorverá novos entrantes. Contudo, como haverá parâmetros para operação acontecerá uma seleção natural de fornecedores priorizando a qualidade dos serviços e confiabilidade das operações”, destaca Luis Guimarães Neto, executivo proprietário da DroneStore.

O recente mapeamento das empresas do setor realizado pela MundoGeo, aponta que destas mais de 700 empresas presentes em todos os estados brasileiros, 60% ficam nas cidades do interior e 40% na capital. 80% delas foram criadas a dois anos e média de crescimento de 30% para 2017.

A feira tem várias atividades que comprovam que o mercado já está ativo mesmo não regulamentado plenamente. Cursos, workshops, debates e seminários mostrando várias soluções apresentadas a partir de informações coletadas por drones com sofisticados sensores e inteligência embarcada nas áreas de inspeção de obras, segurança pública, mapeamento, seguros, agricultura e entretenimento. Atividades paralelas completam a programação com um encontro de startups e investidores e demonstrações em uma imensa gaiola de drones semiautônomos utilizando inteligência artificial que será usada no futuro para entregas de produtos por drones.

DroneShow Latin America

Data: 09 a 11 de maio
Horário: Das 10h às 20h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Valor: R$ 110*
*Ingresso válido para os três dias de evento

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Os Desafios da Transformação Digital – Por José Formoso

José Formoso, CEO da Embratel

Os próximos anos serão marcados pelo avanço significativo do processo de transformação digital das empresas. Mais da metade das médias e grandes organizações brasileiras investirão em projetos do setor de Tecnologia da Informação já a partir deste ano. Para que a transição digital ocorra com êxito, desafios deverão ser enfrentados com firmeza, especialmente por executivos responsáveis por viabilizar esse movimento dentro das companhias.

Transformação, no mundo corporativo, representa mudança de escala e nos componentes fundamentais de uma empresa. A transição tecnológica que temos presenciado ao longo dos últimos anos está impulsionando novos modelos de negócios e fazendo as grandes organizações repensarem suas ofertas, formas de distribuição, necessidades e desejos dos clientes finais.

As poucas companhias globais que saíram à frente e já são consideradas bem-sucedidas no processo de transformação digital focam em três pontos fundamentais: experiência do cliente, processo operacional e modelo de negócios. Em todos os casos, o sucesso vem por meio da combinação entre a atividade digital e uma forte liderança, em um movimento que já tem nome e está sendo identificado como Maturidade Digital. Essas organizações já estão no próximo nível e serão seguidas por milhares de concorrentes nos próximos anos.

O avanço só será possível com ambientes cada vez mais tecnológicos, repletos de modernas soluções de TI, mobilidade e telecomunicações. Aplicações serão armazenadas em ambientes Cloud (na Nuvem) e aplicativos tomarão conta das empresas, promovendo agilidade e ganhos de performance para os negócios.

Os sistemas, antes administrados apenas pelas áreas de TI, estão extrapolando esse departamento e permeando todos os departamentos da organização, tornando siglas anteriormente reconhecidas como técnicas em linguagem de negócios. Fique certo: você ouvirá cada vez mais termos como Cloud Computing, Analytics, Big Data, Data Center, Mobile, APP e Social Business.

Cloud Computing, antes visto como apenas uma tendência, é o hit do momento, inclusive por ter conquistado a confiança do mundo corporativo. Seus atrativos são interessantes pela segurança, custo e facilidade de uso. Quem achava que o armazenamento na Nuvem não passaria de um momento enganou-se, sobretudo pelas novas ofertas que permitem a utilização conforme a necessidade e, principalmente, o pagamento de acordo com o uso. Em tempos de reinvenção dos negócios, é sensacional poder pagar por serviços de TI como um serviço de utilities, como energia elétrica ou água.
Nesta nova era digital, as empresas terão que acompanhar os usuários finais na busca de modelos colaborativos, envolvendo companhias estabelecidas com startups que possuem poucos meses de vida. A tendência é termos tudo conectado e integrado em uma única rede, cuja base serão os serviços de telecomunicações. Estimativas apontam que teremos 50 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) no mundo em 2020 e, em dez anos, esse número irá quadruplicar. Apesar de as áreas de TI estarem presentes no novo modelo, estudos indicam que mais de 95% dos projetos de Big Data, Business Analytics e IoT terão origem no setor de negócios para solucionar problemas da operação ou necessidades da equipe de marketing.

O crescimento da IoT está intrinsicamente relacionado ao uso de Cloud, Big Data e Business Analytics – importantes ferramentas de entendimento e inovação de negócios. Em dois anos, metade dos dados de IoT estarão armazenados em ambientes na Nuvem. Uma cifra surpreendente diante das declarações de empresas que falavam até há pouco tempo que tinham receio de ambientes Cloud. Os movimentos de mercado mostram que estruturas terceirizadas com companhias renomadas e com gestão de técnicos especializados são mais seguras e, portanto, menos suscetíveis a problemas que gerem perda de dados.

Em um cenário com concorrentes globais e não mais regionais, a transformação digital será o principal trunfo das companhias brasileiras para despontar nos próximos anos. Inovação e tecnologia de ponta serão os fatores de sucesso para distinguir líderes de seguidores. Não há tempo a perder. Prepare sua empresa para inovar!

José Formoso, CEO da Embratel

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Xerox reúne parceiros de canal em Nova Iorque para experimentar o “Futuro do Trabalho”

Em seu esforço contínuo para direcionar os parceiros de canal ao sucesso, a Xerox reuniu na última terça-feira (25/04), em Nova Iorque, 200 parceiros atuais e convidados para discutir a evolução do local de trabalho. O fórum para parceiros “Future of Work” inicia a série global de eventos de informação e educação voltada para os diversos públicos da empresa, e que acontecerão ao longo de 2017.

No fórum, os parceiros foram apresentados às novas estratégias de vendas da empresa destinadas a aumentarem suas receitas, tiveram uma visão completa do novo portfólio de produtos da Xerox e puderam conhecer de perto as funcionalidades da tecnologia ConnectKey® 2017, que transforma os dispositivos de impressão tradicionais em assistentes de escritório inteligentes, conectados e que refletem as necessidades de negócios atuais.

“A tecnologia continua a moldar e mudar nossa vida diariamente, dentro e fora do local de trabalho”, disse Darren Cassidy, presidente da Unidade de Canais da Xerox nos Estados Unidos. “Estamos nos adaptando a essas mudanças e trazendo nossas soluções de parceiros de canal que melhorarão a mobilidade, a segurança e a personalização para que eles possam aumentar suas receitas e entrar em novos mercados”.

Durante a conferência de um dia que aconteceu no Skylight Modern de Manhattan, os parceiros exploraram as capacidades das 29 novas impressoras e dispositivos multifuncionais habilitados para o ConnectKey da Xerox. As novas linhas Xerox AltaLink® e Xerox VersaLink® possibilitam que os parceiros de canal maximizem as oportunidades de receita, vendendo um portfólio completo de tecnologias para o local de trabalho – incluindo impressoras multifuncionais de escritório, serviços de impressão gerenciada e soluções de automação de fluxo de trabalho.

Os parceiros brasileiros da Xerox também marcaram presença no fórum, com a participação das revendas Stoque, LSK e Gomaq. O diretor-executivo de Canais, Marcio Mattos, acompanhou os executivos das empresas durante o evento.

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Capgemini é nomeada líder em dois relatórios do IDC MarketScape para utilities

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, foi posicionada como uma líder em dois relatórios distintos do IDC MarketScape: Provedor Mundial de Serviços de Transformação Digital; e Serviços de Utilities para EMEA (Europa, Oriente Médio e África) 2017. De acordo com o próprio estudo, a Capgemini foi reconhecida como uma líder pelo “seu profundo conhecimento, especialização e longo histórico de serviços à indústria”.

Os relatórios do IDC MarketScape destacaram as seguintes áreas de forte atuação da Capgemini no setor de utilities:

• Provedor Mundial de Serviços de Transformação Digital: o levantamento considerou a Capgemini como “um dos maiores players do mercado para serviços de experiência digital para utilities, além de combinar poderoso planejamento de negócios e expertise em mapeamento com sólida metodologia de execução e diferentes modelos de entrega”.

• Provedor de Serviços de Utilities para EMEA 2017: a Capgemini foi reconhecida como “um provedor de primeiro nível para este setor”. Usando uma analogia, o relatório destaca ainda que a empresa é “um grande jogador com músculo, intelecto, pulso da indústria e competência em todas as principais soluções”.

“Estamos muito satisfeitos por termos sido posicionados como líder em dois relatórios consecutivos do IDC MarketScape por nossa experiência no setor de utilities. É uma comprovação do compromisso bem estabelecido da Capgemini em impulsionar a inovação, fornecendo serviços personalizados de ponta a ponta e alavancando experiências digitais por meio de soluções customizadas que capacitam nossos clientes a se reinventarem, transformando suas operações de negócios e aumentando a produtividade”, diz Perry Stoneman, líder global de Energia & Utilities da Capgemini.

“A Capgemini tem profundo conhecimento e especialização, resultado da sua longa história de serviço para esta indústria”, diz a analista do IDC, Roberta Bigliani. “A empresa também tem foco contínuo em inovação e soluções industriais completas para toda a cadeia de valor de seus clientes, o que contribuiu para sua posição como um líder da indústria”.

A Capgemini tem uma forte rede com mais de 16 mil profissionais dedicados a utilities. Seu modelo de distribuição global Rightshore tem como objetivo unir o fornecimento de offshore industrializado com um conjunto global de talentos-chave da indústria e recursos onshore, para entrega e proximidade com o cliente.

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Realidade Aumentada Interativa: a próxima onda tecnológica – Por Ivan Preti

Há pouco mais de uma década era difícil de imaginar que um único dispositivo portátil seria capaz de realizar chamadas de áudio e vídeo, solicitar um táxi, reservar hotéis e até abrir contas bancárias, atividades hoje consideradas normais dentro do nosso cotidiano. A introdução do smartphone fez com que empresas e usuários moldassem a forma de se organizar e conviver, reinventando serviços existentes e muitas vezes criando novos. Dentro desse contexto de revolução digital ainda em curso, qual será o próximo passo?

A resposta cabe em uma sigla: RAI (AR, em inglês), que significa Realidade Aumentada Interativa. Esta é uma das tecnologias que mais impactará os negócios e as relações humanas nos próximos anos, transformando consideravelmente as atividades do dia-a-dia por meio da integração do real com o virtual.

A RAI permite ao usuário perceber, remotamente, mais do que o puro ambiente físico em que se encontra. Ela pode oferecer diversos serviços e informações por meio de hologramas interativos controlados por gesto ou voz.

O conceito de realidade aumentada, antes conhecido como realidade virtual, existe desde a década de 1960, porém só com a consolidação e o desenvolvimento de smartphones e tablets todo seu potencial foi tangibilizado. Hoje, já podemos conferir essa tecnologia de perto em produtos voltados ao entretenimento, como os óculos de realidade aumentada.

Em pouco tempo, o que hoje é apenas diversão será coisa de gente grande. Em até três anos, a RAI terá ultrapassado suas capacidades atuais e deve evoluir de simples sobreposições textuais em hologramas discretos para réplicas virtuais inteiras da realidade, cujos efeitos especiais estarão no nível da qualidade dos filmes e imperceptivelmente irão se misturar com a realidade.

Tudo isso irá desencadear uma quantidade incontável de conteúdo digital a ser gerenciado em tempo real, num volume que nenhum dispositivo será capaz de administrar. A solução mais viável será centralizar o armazenamento e gestão de dados com o objetivo de atender à demanda, em outras palavras, tudo estará na nuvem.

Segundo a publicação científica global Journey 2020, desenvolvida pela Comunidade Científica da Atos, a onda da Realidade Aumentada Interativa possibilitará que novas ideias se tornem realidade na rotina de diversos profissionais e segmentos. Abaixo alguns exemplos de casos de uso separados por setor:

Saúde: Cirurgiões poderão ver ultrassons de órgãos enquanto os operam;

Corporativo: Funcionários de um escritório comum poderão ter apenas representações holográficas de arquivos que podem ser manipulados via holograma. Por exemplo, jogue na lixeira uma pasta se quiser excluí-la. Quer reorganizar os arquivos? Arraste-os;

Automotivo: Projetistas de plantas automotivas poderão analisar elementos de construção, planejar linhas de produção e oficinas, comparar variações e verificar peças em um mundo simulado;

Varejo: Consumidores serão capazes de obter resenhas e preços de produtos enquanto caminham por uma rua comercial, identificando oportunidades de compra sem nem mesmo entrar fisicamente no estabelecimento.

Falando em próximos passos, prevemos que a velocidade dessa transformação dependerá da aderência e da ousadia do mercado. Considerando um cenário otimista, assim como aconteceu com a tecnologia do smartphone há quase uma década, é possível estimar que até 2020 a RAI tenha um potencial de atingir até um bilhão de usuários.

Dada esta estimativa estamos à beira de uma nova revolução digital que alterará os modelos de negócio digitais e de gestão ainda em evolução tanto nos segmentos B2B e B2C, exigindo investimentos focados a maximizar os benefícios desta nova tecnologia. Você está pronto para começar?

Ivan Preti, graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá, pós-graduado em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela FGV São Paulo e com MBA Executivo em Gestão de Negócios e Estratégia pela HEC Paris. Atua há mais de 10 anos na área de Serviços de Tecnologia da Informação, sendo os últimos quatro na empresa Atos Brasil.

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Escola de Governança da Internet no Brasil abre inscrições para Curso Intensivo

Primeira a debater temas cruciais para o desenvolvimento da Internet no país, a EGI (Escola de Governança da Internet), iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), recebe inscrições para a 4ª turma do Curso Intensivo. Serão 50 horas dedicadas ao debate de assuntos que demandam atenção da sociedade brasileira e mundial, como proteção de dados pessoais, algoritmos, blockchain, criptografia e Internet das Coisas. Os interessados em aprofundar o conhecimento sobre esses e outros temas devem se inscrever até 25 de junho no portal da EGI: http://egi.nic.br/.

“Desde 2014, o CGI.br promove o Curso Intensivo da EGI, que é uma referência no País. A EGI criou um espaço de interlocução e construção de conhecimento sobre governança da Internet. É nossa responsabilidade manter esse espaço e ampliar a participação da sociedade no debate. Com um corpo docente formado por profissionais e acadêmicos reconhecidos em suas áreas de atuação, o curso prima pelo cuidado e qualidade dos temas abordados. A cada ano temos a oportunidade de aprimorar essa experiência e aprofundar o debate sobre temas emergentes relacionados ao uso da Internet em um ambiente multissetorial”, considera Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br e diretor da EGI.

As aulas acontecerão de 20 a 25 de agosto, em São Paulo. O curso, que é gratuito, tem o objetivo de capacitar gestores públicos, formuladores de políticas públicas, empresários, pesquisadores, acadêmicos, representantes da comunidade técnica, de organizações da sociedade civil e demais interessados sobre o funcionamento e a governança da Internet. Para participar do processo seletivo é necessário preencher o formulário, enviar currículo e produzir um texto sobre temas relacionados à Governança da Internet dentro da área de atuação do candidato. Veja o programa na íntegra: http://egi.nic.br/curso-intensivo-egi/.

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