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Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia realiza evento de programação

A ABRAMIT faz a sua estreia com a realização do Hackathon MIT Insights. O evento, que acontece entre os dias 14 e 15 de novembro, será o primeiro da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia, formada pela incorporadora Cyrela, o fundo de investimentos Astella, o Grupo VivaReal e o venture builder Construtech Ventures. O Hackathon quer estimular o desenvolvimento de soluções digitais e está aberto para a inscrição de desenvolvedores, engenheiros, uxers e designers.

A maratona de programação está alinhada com o objetivo da ABRAMIT, de desenvolver o mercado imobiliário por meio da tecnologia. Os desafios propostos durante o evento serão relacionados ao segmento. Os grupos que desenvolverem as melhores propostas para o mercado serão premiados. Além de ter como sócias a Cyrela, Astella, Grupo VivaReal e Construtech Ventures, a ABRAMIT está aberta às incorporadoras, construtoras, imobiliárias, portais imobiliários empresas de tecnologia, bancos, instituições e pessoas que têm interesse em transformar e inovar o mercado imobiliário.

Assim como no Hackathon MIT Insights, os associados vão participar e promover meetups e eventos com foco em trocar experiências e desenvolver negócios, além de realizar sessões de mentoria com startups selecionadas pelo programa de crescimento da ABRAMIT. Acesse www.abramit.org para conhecer e/ou participar da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e Tecnologia (ABRAMIT).

Hackathon MIT Insights

Os interessados em participar do evento devem realizar a inscrição em http://abramit.org/hackathon até o dia 13 de novembro.

Cada participante do grupo vencedor vai ganhar um Macbook Air. O segundo lugar vai ganhar um frigobar retrô com energéticos. Cada participante que ficar na terceira colocação vai ganhar um Kindle Paperwhite.

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Bancos brasileiros valorizam inteligência artificial, diz pesquisa da GFT

O Estudo Global sobre Digital Banking da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, aponta que 94% das instituições financeiras de grande porte enxergam valor em soluções de IA (Inteligência Artificial). Em nível global, a Inteligência Artificial (AI) pode ser vista como um dos tópicos de maior interesse no setor bancário hoje. A pesquisa revela ainda que a abordagem de “Bank as a Plataform” (BaaP), para criar um modelo aberto de negócios usando APIs, é considerada um elemento relevante que irá moldar o banco digital futuro.

Realizado com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo – com dois participantes no máximo por instituição financeira, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre Transformação Digital, Inteligência Artificial e Bank as a Platform (BaaP). Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência em bancos de varejo, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países: Brasil, Alemanha, Itália, México, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA.

Dentre os principais desafios apontados sobre a implementação de uma estratégia digital estão: a integração de sistemas legados com novas tecnologias (59%), as questões de segurança e privacidade (57%) e a falta de competências internas (51%). O motivador principal para a digitalização, especialmente para grandes bancos de atuação global, é satisfazer ou exceder as expectativas dos clientes.

Inteligência artificial a caminho

A IA está preparada para transformar o setor bancário ao longo da próxima década. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados veem a importância da IA. O Brasil, o Reino Unido e o México lideram o caminho em termos de reconhecimento da importância da IA, enquanto na Alemanha e na Suíça, países tradicionalmente mais cautelosos, apenas alguns percebem a IA como estratégica.

Com a implementação da IA, os especialistas questionados esperam obter avanços em uma ampla gama de funções empresariais, desde o back office até o contact center, passando pelo planejamento financeiro pessoal e as funções de vendas. Como resultado da aplicação dessas tecnologias, espera-se a redução de custos operacionais (71%) e o maior engajamento do cliente (64%).

“A indústria de banco de varejo, em especial, tem acesso a uma grande quantidade de dados multi estruturados que, atualmente, não está sendo utilizada na sua totalidade. Ao utilizar algoritmos cognitivos, esses dados podem ser processados e organizados para gerar modelos de apoio à tomada de decisão para atender melhor os clientes e se diferenciar competitivamente”, afirma o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Status da transformação digital no Brasil

Atualmente, quase metade (47%) dos bancos no Brasil estão desenvolvendo estratégias de transformação digital, enquanto que 36% consideram já ter concluído esse processo, elevando o total de bancos brasileiros que dispõem de uma estratégia de transformação digital para 83%.

Em comparação com outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática. Somente 3% não acreditam em sua importância.

As três principais soluções de IA a serem adotadas no País compreendem: assistente virtual para clientes, com 52% de intenção de adesão, similar ao observado em outros países, com tecnologias de reconhecimento de linguagem natural; RPA – Robot Process Automation, com foco em eficiência do back office, com 38%; e Robot Advisory com 31%.

Os três principais benefícios da implementação de IA percebidos são: maior engajamento do cliente (66%), seguido de custos operacionais mais baixos (55%) – benefício número um citado mundialmente e, por fim, redução de riscos (28%).

Embora o Brasil seja o país mais empolgado em relação à IA, a pesquisa mostra que os níveis de preparo dos sistemas de TI estão abaixo da média mundial. Os principais desafios no País são infraestrutura técnica escalável (interna versus nuvem), a disponibilidade de especialistas para preparar e fazer curadoria do sistema cognitivo, a infraestrutura capaz de alimentar os algoritmos e as parcerias com fintechs e fornecedores de IA.

Em relação ao BaaP, cerca de 20% dos bancos brasileiros possuem uma estratégia em andamento, embora somente 13% começaram a implementá-la. Entre os países pesquisados, o Brasil ainda está em um nível intermediário de maturidade em relação a adoção da estratégia Bank as a Platform. Os três principais benefícios do BaaP esperados no Brasil são: redução dos custos operacionais (47%), capacidade de desenvolver novos aplicativos (47%) e maior engajamento dos clientes (43%).

Já os três principais desafios enfrentados pelos bancos brasileiros são similares aos dados mundiais: 63% antecipam dificuldades com a complexidade dos sistemas existentes na organização, 57% em questões de segurança e 43% em falta de experiência e habilidades adequadas.

Entre os entrevistados com conhecimento em BaaP, a modernização de aplicativos é a mudança citada com mais frequência (50%), seguida da migração de dados para a nuvem (38%) e a aquisição de uma nova plataforma bancária centralizada (25%).

Principais motivadores para a transformação digital

Os resultados mostram que o motivador número um para avançar na transformação digital dentro das organizações financeiras é satisfazer as expectativas dos clientes, segundo as respostas de 60% dos participantes. Em seguida, vem o aumento de receitas a partir de novos serviços ou produtos (51%) e a redução de custos operacionais (47%).

Um número considerável de bancos já tem uma estratégia definida de transformação digital sendo implementada ou desenvolvida. Cerca de 34% dos entrevistados afirmam ter uma estratégia de transformação digital definida, já 53% possuem uma estratégia em fase de desenvolvimento. O Reino Unido e a Suíça estão na vanguarda desta área: 100% das instituições de todos os tamanhos afirmam que já definiram ou estão desenvolvendo sua estratégia de transformação digital.

A abordagem Bank as a Platform como um passo importante na agenda da transformação digital

Bank as a Platform é uma abordagem de negócios na qual o banco e seus parceiros disponibilizam serviços de qualquer tipo aos clientes, e onde os clientes vem para obtê-los e consumi-los. Essa abordagem tem várias implicações na arquitetura de negócios e tecnologias das instituições, como por exemplo o uso de APIs para expor serviços, a necessidade de garantir simetria de informação entre os vários players da plataforma e o desenho de novos produtos a partir de componentes de vários participantes da plataforma.

Cerca de 69% de todos os bancos participantes já consideraram o BaaP como estratégia de negócios e acreditam que o BaaP terá um impacto de grande a moderado em seu modelo de negócios. Os principais benefícios do BaaP são aumento do engajamento do cliente com 62%, seguido da capacidade de desenvolver novas aplicações com 55% e menores custos operacionais (51%). O Reino Unido e a Espanha lideram a adoção do BaaP, enquanto o México, o Brasil e a Itália continuam cautelosos, sendo que muitos bancos ainda não consideram implementar uma estratégia.

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Soros, Goldman Sachs e Qualcomm investem R$ 66 milhões na startup brasileira CargoX

A CargoX, empresa de tecnologia que oferece serviços de carga para empresas, anunciou hoje uma rodada de investimento Série C para acelerar o seu desenvolvimento de tecnologia. Goldman Sachs é o investidor líder dessa rodada, que tem a participação de Soros Fund Management, Qualcomm Ventures, braço de investimento da Qualcomm Incorporated, e novos investimentos da Agility Logistics, Valor Capital Group e Oscar Salazar (co-fundador da Uber). Esse investimento Série C segue as rodadas de Série A e B onde a empresa levantou um valor total de R$ 46 milhões, levando o total de investimentos a R$ 112 milhões.

A CargoX (http://www.cargox.com.br) foi lançada em março de 2016, durante a principal crise econômica e política da história do Brasil. Em pouco mais de um ano, por meio de uma combinação de tecnologia de ponta e excelência em Data Science, a CargoX diminuiu a ociosidade dos caminhões para diminuir os custos de transporte e melhorar os fretes. A empresa se tornou um dos maiores prestadores de serviço de transporte rodoviário (em faturamento) em um mercado de mais de US$ 100 bilhões e está crescendo mais de 500% ao ano nesse segundo ano de operação.

“O frete é um dos maiores motores em qualquer economia e isso é especialmente evidente no Brasil, que conta com o terceiro maior mercado de transporte rodoviário do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A CargoX teve um crescimento expressivo e estamos animados em aumentar nosso investimento para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento”, explica Hillel Moerman, co-Head do Goldman Sachs Private Capital.

“A CargoX alcançou um nível de tecnologia que nos permitiu operar como uma empresa de transporte sem precedentes. Nós desenvolvemos uma plataforma com uma rede de milhares de motoristas autônomos, o que nos permite coletar dados em tempo real, gerando mais eficiência, diminuindo a ociosidade dos caminhões e criando uma reputação positiva no mercado nacional”, conta Federico Vega, CEO da CargoX. “A nova rodada de investimentos vai nos permitir escalar o nosso negócio no Brasil e globalmente para revolucionar o transporte de cargas. Ela também mostra confiança no nosso modelo de inovação, que nos permite ser um agente de disrupção em um dos maiores e mais tradicionais setores da nossa economia”.

“Nós ficamos impressionados com o time da CargoX e a plataforma de logística que eles criaram e que está mudando a forma como as pessoas enxergam a indústria de transportes. A solução da empresa ajuda a melhorar a eficiência dos negócios e reduzir o custo de transportes para toda a economia”, diz Carlos Kokron, Vice Presidente da Qualcomm Ventures na América Latina.”Temos orgulho de investir na CargoX e esperamos ajudá-los a acelerar a transição para caminhões conectados, o que vai trazer ainda mais eficiência para a sua plataforma e seus parceiros”.

Devido à significante limitação de rotas e a reduzida oferta de transporte aéreo e marítimo, a economia brasileira é fortemente dependente de caminhões, fazendo com que 75% de todo o frete brasileiro seja transportado por caminhões que operam com ociosidade em 40% do tempo. Com a CargoX sendo capaz de reduzir os custos de transporte eliminando pontos como a ociosidade, o impacto total na economia será significante.

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BH recebe a 5ª edição do maior evento de empreendedorismo tecnológico para jovens

No próximo dia 12 de novembro, acontecerá o Programadores do Futuro, maior movimento de empreendedorismo tecnológico voltado para adolescentes. O evento será organizado pela escola de inovação Buddys e pela Jchebly e acontecerá na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Contará com apresentação de projetos de alunos da instituição e oferecerá oficinas, palestras e exposições para quem comparecer.

“Já estamos em nossa quinta edição. Este ano esperamos receber mais de 5000 convidados, que poderão ver as habilidades dos jovens que utilizam a tecnologia de maneira produtiva”, conta Marlon Wanderlich, um dos fundadores da Buddys. “O objetivo é fomentar a cultura do empreendedorismo tecnológico no país”, completa.

Os participantes poderão fazer parte de competições ao estilo do famoso reality Master Chef. No caso, os jovens poderão competir na chamada “Code League”, em que ganha o participante que criar programas do zero em menos tempo. Haverá também a Smart House, que premiará a equipe que montar a casa mais inteligente. Além dos desafios, serão ministradas palestras sobre problemas de criatividade e o futuro das startups.

Durante o Programadores do Futuro, os presentes terão a oportunidade de participar de sorteios e ganhar eletrônicos como headsets e óculos de realidade virtual. Para poder participar das oficias ne palestras ministradas durante o Programadores do Futuro. A Orquestra Multiplayer tocará clássicos do cinema e do mundo dos games como Star Wars, Mário Bross e Dragon Ball Z. Já a Arena Cotemig contará com oficina de robótica, de Google CardBoard, drones, realidade virtual e Xbox.

A Buddys é uma iniciativa de quatro jovens empreendedores. Hoje, já são três escolas próprias e dez franquias em Minas Gerais. O objetivo é alcançar as 50 unidades pelo Brasil até 2018. “Nosso plano é abrir unidades nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Por isso, buscamos empreendedores que acreditam que podem transformar a educação no país com tecnologia”, conta Breno Leles, co-fundador e diretor de expansão.

Evento: Programadores do Futuro

Data: 12 de novembro

Horário: Das 10h às 16h

Local: Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

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Embratel anuncia fornecimento de soluções para o GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será o fornecedor oficial de infraestrutura de Telecomunicações e TI para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontecerá de 10 a 12 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Esse é o décimo segundo ano consecutivo que a Embratel é a responsável pelo fornecimento de soluções para a etapa brasileira do maior evento de automobilismo do mundo.

“O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 exige a mais moderna tecnologia para transmissão de sinais de áudio e vídeo e acesso à Internet para profissionais do mundo inteiro que atuam no evento. A escolha da Embratel como fornecedor oficial de serviços de Telecomunicações e TI para uma competição desse porte reforça a excelência do nosso portfólio.Estamos muito orgulhosos de sermos novamente fornecedor desse grande evento”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

Para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a Embratel ampliará o fornecimento de Wi-Fi, disponível na Sala de Imprensa, na Sala de Fotos e também no Paddock Club, local que aguarda a presença de mais de 2 mil pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a interligação dos 10 painéis de vídeo e o centro de geração de imagem será feita por meio da fibra óptica da Embratel.

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 contará ainda com serviços de telefonia fixa da Embratel para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e televisão para a transmissão do evento. Uma equipe técnica especializada será destacada para suporte exclusivo ao evento.

Entre os serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano estão:

– Business Link: serviço de conectividade IP para acesso permanente à Internet que oferece acesso dedicado, com conexão de alta capacidade de tráfego, disponibilidade e flexibilidade por meio de conexões diretas, com velocidades a partir de 2 Mbps.

– Vip Line: solução de voz para telefonia local de alta qualidade para ligações locais e internacionais por ramais analógicos.

– SmartVideo (EVSOL): serviço para transporte de sinais de vídeo e áudio em MPEG-2/DVB, com qualidade de transmissão digital, flexibilidade, segurança e economia na velocidade de 1 Gbps.

– Voz ponto a ponto: serviço especial para a organização do GP do Brasil, interligando pontos importantes do evento.

– ISDN: serviço de voz e dados para rede de telefonia, que garantirá dois canais de 64 Kbps, utilizado por emissoras de rádio e televisão para a locução do evento.

– Wi-Fi: solução especial para atender o acesso à Internet da Sala de Imprensa, da Sala de Fotos e do Paddock Club.

A parceria entre a Embratel e o GP Brasil de Fórmula 1 é de longa data e vem acompanhando o desenvolvimento de tecnologias de ponta, inclusive para carros conectados. A Embratel atua fortemente com soluções para automóveis conectados, com tecnologias semelhantes às usadas em carros de grandes corridas automobilísticas, e que já estão disponíveis no mercado, em modelos de diversas montadoras. A tecnologia de carros conectados garante mais bem-estar e segurança aos usuários. Entre os benefícios de destaque estão o monitoramento 24 horas do veículo para proteção do motorista, com rastreamento por satélite, travamento e destravamento remoto de portas, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo. A Embratel já fornece essa tecnologia para mais de 500 mil automóveis conectados no Brasil.

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App de delivery que recebeu investimentos no Vale do Silício chega ao Brasil

A startup Rappi, acelerada no Vale do Silício, garante a compra e entrega de qualquer produto em menos de 1 hora

Chega ao Brasil a startup Rappi, um aplicativo que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade e tem como missão facilitar a vida do brasileiro, fazendo as compras do dia a dia. Em apenas alguns cliques os usuários podem solicitar serviços de delivery 24 horas por dia em cinco categorias diferentes: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas e “O que você deseja?” – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, camisinha e piscinas de plástico.

“Sabemos que hoje em dia o bem mais precioso é o tempo e a Rappi nasceu para facilitar o dia a dia de qualquer pessoa, disponibilizando um assistente pessoal que pode comprar ou retirar encomendas em locais desejados, de uma forma prática, segura e cômoda”, explica Bruno Nardon, Sócio Presidente da empresa. “Além disso, a Rappi tem como objetivo ser parceiro dos estabelecimentos e dos nossos assistentes – os entregadores das mercadorias – auxiliando na demanda de compra e flexibilidade de agenda, respectivamente”, completa Ricardo Bechara, Diretor de Operações.

Todos os pedidos realizados são acompanhados em tempo real pelo cliente, que pode interagir via chat com o assistente que aceitou o pedido e o time de suporte da Rappi. O pagamento é feito via cartão de crédito ou débito, após o serviço ser finalizado.

Todos os profissionais parceiros que utilizam o aplicativo passam por uma triagem rígida, onde devem participar de uma palestra informativa, além de apresentar antecedentes criminais e capacidade de uma entrega de qualidade, a fim de garantir a segurança e satisfação de seus clientes. A Rappi garante os mesmos preços das lojas físicas e ainda conta com personal shoppers especializados em escolher os melhores produtos do supermercado para os usuários.

Lançada em 2015, é investida pelos principais fundos do vale do silício, começou suas operações na Colômbia, e recém chegou ao Brasil em Julho de 2017. A empresa foi fundada pelos colombianos Símon Borrero, Sebastian Mejía e Felipe Villamarin e acelerada em 2016 no Y Combinator, a mais importante incubadora de start-ups do mundo, levantando uma rodada recorde de investimentos com Andreessen Horowitz, em seu primeiro investimento na América Latina, +monashees, ONEVC,Sequoia Capital entre outros.

A Rappi funciona em São Paulo, e pretende expandir seus serviços para as principais capitais do Brasil nos próximos meses. Além disso, está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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E-commerce da Petz cresce 252% e já representa mais de 3% do faturamento

Rede de pet shops é a segunda empresa com maior expansão de vendas online do país, com serviços que integram loja virtual e lojas físicas, assinaturas e descontos permanentes.

A Petz, a maior rede de pet shops em número de lojas, está entre as empresas que mais cresceram no comércio online no país em 2016. Segundo o ranking divulgado em outubro pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), a rede registrou o segundo melhor desempenho, com 252,47% de aumento nas vendas pela internet em um ano.

“A loja virtual já representa mais de 3% do nosso faturamento, sendo que há dois anos não chegava a 1%. A estratégia é focar cada vez mais na integração dos mundos físico e virtual para oferecer serviços que tragam praticidade à vida do cliente, e assim chegar a mais de 10% de representação do e-commerce na rede em até cinco anos”, afirma o diretor de supply chain e e-commerce da Petz, Marcelo Maia.

Preços competitivos, entregas no mesmo dia para compras em São Paulo, assinatura de produtos para recebimento recorrente em todo o Brasil, retirada de pedidos em loja física e descontos permanentes para clientes do clube de assinatura são alguns dos diferenciais disponíveis aos clientes da Petz, que deverá fechar o ano com 64 lojas e faturamento de R$ 750 milhões.

Integração

No ar desde 2008, o e-commerce passou por reformulação em 2015, com a integração logística da operação das lojas físicas com a loja virtual, o que aumentou a eficiência das entregas. “A operação do e-commerce está completamente integrada na cadeia de suprimentos que serve as lojas físicas da Petz. Essa integração é um grande diferencial, que possibilita uma operação de baixo custo e baixo nível de estoque, garantindo maior competitividade”, explica Maia.

Além do e-commerce atender consumidores onde a empresa não tem unidade física, a operação integrada permite várias opções de serviços ao cliente, que pode comprar no site e receber em casa ou retirar as mercadorias em lojas. Atualmente são mais de cinco mil itens à venda na loja virtual com algumas lojas já servindo também como ponto de retirada de mercadorias.

Serviços

O prazo de entrega padrão para receber o produto em casa gira em torno de 3 dias úteis em São Paulo, sendo que o cliente já tem opção de receber no mesmo dia, dependendo da região e disponibilidade de estoque. O consumidor pode também comprar pelo site e retirar o produto na loja, com desconto de 5%. “Por enquanto, a opção de retirada está disponível nas unidades da Marginal Tietê, Center Norte, Itaim e Bandeirantes. O serviço será expandido para outras unidades até o fim do ano”, afirma o diretor de e-commerce da Petz.

A venda programada, através do clube de assinatura, é uma das modalidades que mais crescem. O cliente entra no site, faz uma assinatura, como a de jornais e revistas, e passa a receber periodicamente o produto em casa, com 10% de desconto. Outro benefício é o frete grátis a partir de um determinado valor de compra. O benefício varia de acordo com o Estado e já está disponível em todos os Estados onde a Petz possui lojas físicas.

Para lojas menores, como a do shopping Center Norte, estão sendo instalados totens para compra online. Caso o cliente não encontre algum produto, ele pode encomendar o produto e buscar no dia seguinte, com 5% de desconto, ou receber no mesmo dia em casa, sem custo de frete. Ainda no Shopping Center Norte, existe um quiosque para o cliente fazer assinatura. “Mesmo que não tenha internet em casa ou não queira utilizar seu pacote de dados, a pessoa consegue obter o serviço de omnichanel oferecido pela Petz, que integra o virtual com o mundo físico”, explica Maia.

Outra novidade para este ano é um aplicativo que, além de vendas, possibilitará interações com o consumidor. Por exemplo, o usuário poderá postar um passeio com o seu pet para as pessoas acompanharem através das redes sociais.

Mercado pet

O mercado pet é um dos segmentos do varejo que mesmo com a crise se manteve em alta. No Brasil, o setor faturou R$ 18,9 bilhões, com crescimento de 4,9%, em 2016. Na Petz, esse crescimento foi muito maior. A rede teve aumento de 31%, com faturamento de R$ 500 milhões. Neste ano, com investimento de R$ 80 milhões, a empresa deverá crescer 50% e chegar a R$ 750 milhões de faturamento, com um total de 64 lojas, criando 500 vagas de empregos diretos.

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Daurio Speranzini Jr. é o novo CEO da GE para América Latina

A GE anuncia hoje Daurio Speranzini Jr. como seu novo CEO para América Latina, O executivo, que anteriormente ocupava o cargo Líder Global de Vendas de Serviços da GE Healthcare, sucede Rafael Santana, novo CEO Global da GE Transportation. Daurio é brasileiro e estará baseado em São Paulo, sede da empresa na América Latina.

Manter a região, da qual o Brasil faz parte, em lugar de destaque no mapa prioritário da GE continuará sendo uma das principais metas. “É um grande privilégio poder liderar as operações na América Latina, uma das que mais crescem no mundo dentro da companhia”, afirma Speranzini. Como empresa líder na transformação digital da indústria, trazer mais eficiência e produtividade aos clientes faz parte da estratégia para manter os resultados e visibilidade dos países latinos.

O executivo ainda faz um balanço da sua percepção e perspectiva para o futuro próximo. “Ao longo dos últimos anos, tive o privilégio de acompanhar não somente a evolução do mercado latino americano nos diferentes setores em que a GE está presente, como também a transformação da própria empresa dentro do contexto digital. Acredito que temos uma enorme oportunidade de fortalecer ainda mais nossa parceria com os clientes para ajudá-los a obter maior produtividade e custos reduzidos, ao mesmo tempo em que proporcionem soluções de melhor qualidade aos seus consumidores. É pensando nos ecossistemas como um todo que seguiremos contribuindo para o crescimento da nossa região”, acrescenta o executivo.

Com mais de 20 anos de experiência no setor de saúde, chegou à GE em 2011 como Gerente Geral de Healthcare Systems para a América Latina. Em 2013, foi promovido a Vice-Presidente Comercial e, em 2014, nomeado CEO Latam do negócio. Durante esse período, consolidou o foco regional em educação e foi responsável por impulsionar a implementação das melhorias necessárias em torno da Excelência Comercial – um pilar chave da estratégia de crescimento sustentável da região, ao mesmo tempo em que se concentrou na redefinição da estratégia do go-to-market LATAM.

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Pesquisa: 80% das empresas que investem em IA enxergam desafios pela frente

Um grande número de empresas (80%) está investindo em Inteligência Artificial, e uma a cada três empresas líderes de mercado acreditam que suas organizações precisarão investir mais nos próximos 36 meses para se manter no ritmo dos concorrentes. Ao mesmo tempo, o mercado está antecipando os desafios que enfrentará na adoção de IA, e buscando a criação de novas posições de liderança, como a do Chefe de Inteligência Artificial (CAIO, em inglês), como parte da estratégia para superar as barreiras iniciais. Esse tipo de executivo será responsável por alinhar e coordenar a adoção de IA nas empresas. Os resultados foram levantados na pesquisa realizada com 260 grandes empresas de operações globais, conduzida pela Vanson Bourne, empresa de pesquisas para a indústria de tecnologia, a pedido da Teradata (NYSE:TDC), líder em dados e analytics.

“Há uma tendência importante surgindo, e isso fica claro na pesquisa. As empresas já olham para a IA como a prioridade estratégica que ajudará as empresas a se destacarem dos seus concorrentes diretos”, afirma Atif Kureishy, vice-presidente de práticas emergentes da Think Big Analytics, uma empresa da Teradata. “No entanto, para alavancar todo o potencial no uso da tecnologia e ganhar o máximo de ROI, os executivos precisarão renovar suas principais estratégias para que a IA tenha um papel amplo – do datacenter à sala de reunião”.

As companhias estão duplicando os investimentos em IA

A pesquisa mostrou que as empresas estão otimistas, e esperam que seus investimentos em IA ultrapassem o custo inicial de adoção.

As indústrias que esperam ver um grande impacto do IA são as de TI, tecnologia e telecomunicações (59%); negócios e serviços profissionais (43%); e atendimento ao cliente e serviços financeiros (32%).

Os executivos que esperam ver a IA alavancar a receita nas suas empresas, destacam três áreas desafiadoras: inovações de produtos, pesquisa e desenvolvimento (50%); serviços de atendimento ao cliente (46%); supply chain e operações (42%). Isso se reflete em algumas áreas de mais investimento em IA, como a experiência do cliente (62%), inovação em produtos (59%), e excelência operacional (55%).

Com as taxas de adoção elevadas, as companhias esperam que o investimento seja válido. A pesquisa também destaca oportunidades para implementações futuras:

– 80% dos respondentes afirmaram que, de alguma forma, têm IA em produção nas suas empresas, enquanto 42% afirmam que há espaço para futuras implementações nos negócios;

– 30% acreditam que suas empresas não estão investindo o suficiente, e precisarão investir em mais tecnologias de IA nos próximos 36 meses, para acompanhar seus concorrentes.

Desafios do AI

Quase todos os respondentes falaram sobre os desafios da adoção do IA, e do ROI – como fizeram com outras tecnologias emergentes. Os executivos estão prontos para continuar investindo em Inteligência Artificial, principalmente pelos ganhos positivos que líderes e decisores de TI têm com economia de custos e tempo. No entanto, a falta de infraestrutura de TI e de profissionais capacitados são algumas das grandes barreiras destacadas pelos executivos. Os líderes de negócios não estão muito preocupados com o impacto que a IA e automação terão na motivação dos funcionários – apenas 20% enxergam isso como um problema; 19% estão preocupados em ter um case de negócio em IA.

– 91% esperam ver barreiras ao colocar a IA em prática, com falta de infraestrutura (40%), de acesso a profissionais capacitados para (34%), seguido pela falta de orçamento para implementação (30%), complicações com as políticas, regulações e direitos (28%), e impacto nas expectativas dos clientes (23%). Por outro lado, apenas 19% se preocupam em ter um case de negócio fraco, por meio das tecnologias de IA, e 20% estão preocupados com o impacto do IA e a automação na motivação dos empregados;

– Os resultados mostram que os executivos se dividem entre aumento de receita (53%) e eficiência de custos (47%) com os investimentos em IA;

– Apenas 28% afirmam há profissionais bem treinadas internamente, para comprar e desenvolver IA.
Como os executivos são estratégicos ao extrair ROI do IA

Atualmente, os executivos se prendem aos CIOs, CTOs para orientar na adoção e estratégia de IA, mas no futuro, o IA será tão relevante que será preciso criar estratégias de práticas de negócios e um novo papel: o de CAIO (Chief IA Officer), para coordendar e direcionar a implementação em todas as áreas de uma organização.

– Os CIOs (47%) e CTOs (43%) estão liderando os esforços de hoje, mas 62% dos respondentes dizem estar planejando contratar uma pessoa dedicada ao papel de CAIO, para liderar esses esforços no futuro.

– As empresas esperam um ROI de 99% nos próximos cinco anos, em relação ao dólar investido hoje; e um ROI de 187% nos próximos 10 anos;

– As indústrias que mais esperam impactos positivos são a de TI, tecnologia e Telecom (59%); negócios e serviços profissionais (43%); atendimento ao cliente (32%); serviços financeiros (32%); manufatura e produção (31%).

O que isso significa?

Nos últimos anos, as empresas de tecnologia têm posicionado o IA como uma tecnologia robusta e estratégica para os negócios, e a pesquisa mostra que os executivos já perceberam os benefícios da adoção do IA.

“Conforme adotamos soluções de IA nos negócios, vemos na tecnologia um diferencial para criar oportunidades de alinhar nossas operações e aumentar receita”, afirma Nadeem Gulzar, líder de Global Analytics, do Danske Bank. “Encontrar o profissional certo é sempre um desafio em áreas tecnológicas emergentes. Ter opções baseadas em serviços, e também opções prontas, será ideal para melhorar nossas operações e continuar investindo em tecnologias”. As empresas esperam que a Inteligência Artificial seja uma tecnologia com vida longa, capaz de dobrar os investimentos feitos em cinco anos, e triplicar, em até dez. Mas, para maximizar o ROI, as empresas notaram que precisam reimaginar como a IA será disruptiva em todos os aspectos dos seus negócios, para criar uma estratégia ágil e resiliente para obter retorno.

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Fintech conecta PMEs a investidores e facilita a maneira de conseguir empréstimos

No Brasil, os empréstimos para pequenas e médias empresas sempre foi um processo difícil e burocrático. Por outro lado, para quem busca investir, existem poucas opções e a maioria é pouco rentável a curto e médio prazo, como CDB ou Tesouro Direto. Como alternativa aos bancos convencionais, surgiram as fintechs, que inovaram o jeito de oferecer empréstimos.

Um exemplo é Nexoos – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – e que consegue oferecer os financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com menos burocracia que os bancos tradicionais. Com dois anos de operação, a startup já financiou mais de R$ 22 milhões em operações de crédito, no modelo peer-to-peer lending (P2P) – empréstimo coletivo –, no qual é pioneira no país.

“Neste modelo, pessoas comuns podem emprestar dinheiro a empresas, na forma de investimentos. Para as empresas, o processo tem menos burocracia e as taxas de juros são bem menores que as vigentes nos bancos tradicionais, podendo ser até 70% menor”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Como funciona para a empresa

Empresas com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

Quando aprovada, a empresa é apresentada aos investidores cadastrados na plataforma, durante a Rodada de Investimentos que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias.

Como funciona para o investidor

O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil na primeira Rodada – que pode ser aplicado em até 3 empresas de sua escolha. O investidor na Nexoos tem total liberdade de escolha, desde decidir quando irá entrar na Rodada de Investimentos até optar por qual ou quais PMEs quer investir. Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela empresa. É uma aposta na empresa, ainda que ele não adquira parte da companhia ou tenha participação nos lucros.

Ainda de acordo com Gomes, o diferencial da plataforma se deve à qualidade das empresas, criteriosamente selecionadas e à transparência nas informações apresentadas aos investidores. “Nossa taxa de inadimplência é relativamente baixa, cerca de 3,5%. Neste modelo o investidor tem liberdade e sabe exatamente aonde está investindo”, finaliza.

A expectativa da startup é fechar o ano de 2017 com mais de R$ 30 milhões financiados para mais de 300 empresas.

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Bango impulsiona operações na América Latina

A Bango (AIM: BGO), empresa líder em pagamentos móveis, anuncia novos investimentos em toda a América Latina com contratações-chaves para o escritório de São Paulo e abertura de escritório em Bogotá, na Colômbia. A expansão de presença na região apoiará os parceiros da loja Bango, incluindo Amazon, Google e Microsoft.

A região da América Latina, ávida por conteúdo, é o foco das principais app stores, em um dos mercados de smartphone com crescimento mais rápido em todo o mundo. A tecnologia Bango é usada por estes players para permitir que cada vez mais consumidores tenham acesso total a conteúdos e serviços digitais, incluindo vídeos, música, jogos, produtividade, softwares, entre outros.

O pagamento em um clique fornecido pela Bango permite que qualquer pessoa com uma conta móvel compre conteúdo e fature direto na conta do telefone. Nenhum cartão de crédito ou detalhes bancários são necessários, abrindo o vasto ecossistema de conteúdo digital para milhares de latino-americanos não bancarizados. A tecnologia Bango é capaz de cobrar contas pré-pagas assim como as pós-pagas, o que é vital para abrir a base de clientes na América Latina.

“O primeiro lançamento de carrier billing na América Latina foi pela Google Play Store usando a plataforma Bango, já habilitado em 2015”, disse Anil Malhotra – Diretor de Marketing da Bango. “Como parte do compromisso de longo prazo da empresa com as lojas parceiras e operadores, a Bango cresceu a sua presença na região com contratações estratégicas técnicas e de desenvolvimento de negócios”.

Márcio Mattos é uma das várias nomeações recentemente indicadas para expandir a capacidade de integração na Bango, atuando como arquiteto de Soluções Sênior. Com base em São Paulo e on-site com clientes, Mattos fornece capacitação técnica e de integração para operadores móveis, usando a tecnologia inovadora da Bango para integrações rápidas.

Maria José Vargas é a nova integrante da equipe de Desenvolvimento de Negócios do escritório de Bogotá, na Colômbia. Ela vem da Telefonica e está perfeitamente posicionada para entender os desafios das operadoras de telefonia móvel que querem crescer com novas receitas com o sucesso das lojas de aplicativos globais através da plataforma Bango.

Partilhando com mais principais lojas de aplicativos do que qualquer outra, a plataforma Bango é o padrão da indústria para operadores possibilitarem carrier billing para seus clientes. Com a diminuição do uso de recursos pessoais e as receitas tradicionais de Serviços de Valor Agregado (SVA) para tipos de conteúdo antigos, como toques e papéis de parede, as operadoras móveis da região estão se voltando cada vez mais para que a Bango as ajude a inovar e capturar novos negócios com os principais players.

A penetração de dispositivos móveis é alta na América Latina, com 690 milhões de conexões móveis no Q32017, os smartphones representaram 60% desses (GSMA, 2017). As assinaturas de internet móvel continuam a crescer fortemente, dado que o acesso e o envolvimento digital se tornam cada vez mais importantes em toda a região. Os recursos e capacidade dos smartphones tornaram-se cada vez mais sofisticados, resultando em um ecossistema de conteúdo rico e imersivo. Títulos, incluindo o Google Play Music, Pokémon GO, Clash Royale e Netflix, estão regularmente na lista de best sellers em conteúdo carrier billing na região.

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ClickBus anuncia contratação de COO

A ClickBus, plataforma líder em vendas online de passagens rodoviárias, anuncia Marina Proença como sua nova COO. Baseada na nova sede da startup na Vila Olímpia, em São Paulo, a profissional será responsável por alinhar as áreas de produto, tecnologia, atendimento e marketing. Sua missão será profissionalizar cada vez mais as operações e alinhar os interesses de todos os públicos da ClickBus, principalmente o cliente final.

Formada em marketing e com especialização em e-commerce, Marina acumula dez anos de experiência no mercado, atuando no marketing de empresas como PlayKids, eduK e na revista Pais & Filhos. Esta é a primeira vez que a profissional atua no setor rodoviário e enxerga grandes oportunidades para o desenvolvimento do segmento no País. “O grande desafio é alinhar e amarrar a operação para atender, antes de tudo, as necessidades do consumidor, o viajante de ônibus. O meu objetivo é aplicar a minha experiência de outros segmentos para impulsionar cada vez mais esse mercado promissor”, ressalta a executiva.

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Começa o Dreamforce, maior evento de software do mundo

Os mais de 171 mil participantes assistirão apresentações de influenciadores de peso como Michelle Obama, Ashton Kutcher e Natalie Portman, além de CEOs de gigantes como IBM, YouTube e Adidas

Começou hoje a edição 2017 do Dreamforce, conferência anual da Salesforce – e maior evento de software do mundo – que aborda temas como Tecnologia, Negócios, Marketing, Networking e Inovação. O evento acontece até quinta-feira, 9 de novembro, em São Francisco, na Califórnia (EUA), com participação de mais de 171.000 pessoas, além de outras 10 milhões que acompanharão as atividades online.

Entre as mais de 2.700 programações do evento, o DF terá apresentações de executivos e influenciadores de peso como Michelle Obama (ex-primeira dama americana), Ashton Kutcher (ator e empreendedor), Ginni Rometty (CEO da IBM), Kasper Rorsted (CEO da Adidas), Susan Wojcicki (CEO do YouTube), Bozoma Saint John (Chief Brand Officer do Uber), Natalie Portman (atriz e ativista dos Direitos Humanos), Nicholas Davis (Líder de Sociedade e Inovação do Fórum Econômico Mundial) e Sylvia Acevedo (primeira latina a trabalhar na NASA), entre muitos outros.

Paralelo ao evento, acontece o Dreamfest, festival de música exclusivo para participantes do Dreamforce, onde já passaram grandes nomes como U2, Foo Fighters, Bruno Mars, Metallica, Stevie Wonder, entre outros renomados artistas. Este ano, o festival conta com shows de Alicia Keys e Lenny Kravitz.

No campo social, o tema escolhido nesta edição é a igualdade de acesso à educação e de oportunidades para todos.

Confira as apresentações online: https://www.salesforce.com/dreamforce/

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O que muda na comunicação do RH com as novas gerações

Por André Vieira

Um dos maiores desafios que as áreas de RH vem enfrentando de alguns anos para cá diz respeito às formas de comunicação com seus funcionários e sua eficácia. Isso torna-se ainda mais crítico quando se fala do setor de Tecnologia da Informação, onde há a necessidade de se comunicar com públicos cuja média de idade, em grande parte das vezes, gira em torno dos 25 anos.

Mas não se trata apenas da idade. De fato, há uma nova geração ocupando o mercado de trabalho, mas isso sempre ocorreu sem que meios tradicionais de comunicação interna, com newsletters, comunicados e jornais murais, perdessem sua utilidade. O ponto é que esta nova geração chega ao mercado acompanhada de uma série de novas tecnologias, e hábitos criados por elas, que têm levado a uma forte mudança na forma como nos relacionamos.

O advento das redes sociais e da internet na palma da mão tem obrigado os profissionais de RH a desenvolver novos mecanismos que permitam tratar de assuntos corporativos com uma audiência que é bombardeada com informações a todo momento, o tempo todo. Não se pode mais apostar em longos comunicados, newsletters de várias páginas ou mesmo e-mails com mais do que alguns parágrafos.

Para este novo público, o ideal é produção de comunicados mais visuais e mais diretos, como malas diretas. Outra possibilidade é o uso de materiais impressos, o que às vezes pode gerar mais resultados.

Uma outra opção é dividir o público, personalizando a comunicação, o que deve ser feito com o envolvimento dos gerentes. Dependendo da importância do comunicado, ele deve ser feito primeiramente pelos gerentes, em reuniões realizadas com suas equipes, e depois formalizadas pela comunicação interna. A estratégia multiplica as chances de que a mensagem chegue ao seu destino.

A personalização da comunicação, aliás, tem se mostrado das formas mais eficientes de se atingir profissionais mais jovens. Usando nossa experiência como exemplo, na T-Systems, 30 dias após a admissão, todo profissional recebe uma ligação de um profissional da área de Recursos Humanos. É o momento em que checamos se ele tem qualquer dúvida sobre a empresa, benefícios etc.

Este tipo de ação reduz bastante a procura do setor para esclarecimentos e mostra a efetividade de um trabalho proativo e individualizado. Este é, na verdade, apenas um exemplo, mas o fato é que, cada vez mais, devemos deixar de lado as comunicações genéricas em favor de ações mais localizadas.

Uma pesquisa recente realizada pela MindMiners com jovens entre 18 e 36 anos apontou, por exemplo, que o WhatsApp é o veículo de comunicação mais utilizado por estes jovens. O Facebook, por seu lado, é a fonte de informação e veículo de conhecimento utilizado por 55% deles, e ao menos três horas por dia. Quando questionados sobre o uso diário das plataformas, 88% afirmaram usar o Facebook todos os dias, enquanto 80% utilizam o Google para pesquisas, 77% o Instagram, 61% o Youtube, 51,8% o Snapchat e 47,9% jornais online.

Ainda sobre a necessidade de materiais mais visuais e curtos, a mesma pesquisa apontou que 38% dos jovens desta faixa etária, ao clicar no link de uma matéria, fazem questão de ler o texto inteiro; e 5,7% confessam que só leem o título e o primeiro parágrafo. Outros 56% dizem que o nível de leitura depende da matéria. Os temas campeões de leitura do título e do primeiro parágrafo são: política, com 39,5%; economia, 38,4%; saúde, 29,7%; variedades/entretenimento, 29,2%; e ciência, 28,6%.

Estes números mostram porque temos que mudar e porque estamos aperfeiçoando o modo como nos comunicamos. É apernas o começo, mas estamos no caminho certo.

André Vieira é vice-presidente de Recursos Humanos da T-Systems Brasil

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Brasil é o quarto país em ataques baseados em Internet das Coisas (IoT)

A F5, líder em soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – anuncia os resultados do Hunt for IoT report, terceira edição de levantamento realizado pelos cinco SOCs (Security Operation Center) da F5. O relatório mostra que, hoje, o Brasil é o quarto país a partir do qual são disparados mais ataques massivos baseados em infraestrutura IoT (Internet das Coisas). “São Paulo e Rio de Janeiro, em especial, são pontos de grande atividade de hackers; essas cidades colocam o Brasil atrás apenas da UK, Itália e Turquia no mapa do crime digital baseado em IoT”, destaca Michel Araújo, gerente da vertical Telecom e Service Providers da F5 Brasil.

O levantamento da F5 mapeia tanto a infraestrutura IoT transformada em ThingBots pelos hackers como, também, a presença de servidores C&C (Command & Control) no Brasil. Esses servidores ativamente identificam e subjugam dispositivos IoT, transformando câmeras de vídeo, roteadores Wi-Fi, dispositivos de acesso à TV a cabo, Smart TVs, etc. em zumbis a serviço do crime. Os servidores C&C podem ser desde sistemas residentes em clouds até máquinas de empresas PME, com menor cultura de segurança, sequestradas pelos hackers e transformadas em rede a serviço do crime.

“O crescimento de servidores C&C em operação no Brasil mostra que hackers locais estão mais capacitados, passando a emitir comandos para criação de botnets baseados na infraestrutura IoT local ou global”, ressalta Araújo. Essa profissionalização dos hackers locais faz com que os ataques digitais sejam, acima de tudo, um negócio, e um negócio com custos, lucros, serviços, etc. “Quanto maior o número de servidores C&C de uma gangue digital, mais impactante será a botnet criada e a possibilidade de pedir todos os tipos de vantagens (inclusive políticas) em razão do poder dos hackers de imobilizar negócios, governos, etc.”

Pesquisas mostram que o crescimento da “infraestrutura hacker” aumenta a eficácia dos criminosos digitais. Essa complexidade torna mais difícil tirar o servidor do ar e, mesmo se uma máquina cair, outras entrarão em seu lugar, dando seguimento a ação criminosa. Recentemente descobriu-se, por exemplo, que o Trojan Zeus era controlado por cerca de 12 gangues globais, que operavam mais de 160 C&C servers.

A pesquisa Hunt for IoT report foi realizada em junho deste ano, quando os SOC da F5 estavam rastreando a ação da ThingBot Persirai – o mapa da pesquisa indica os pontos onde há servidores C&C/Persirai. A ThingBot Persirai, originada principalmente de uma nova e potente câmera de vídeo chinesa do mesmo nome, infectou, em 30 de junho de 2017, 600 mil dispositivos digitais IoT. “O levantamento feito por nossos SOC mostra que São Paulo e Rio de Janeiro se destacaram no mapa, o que indica atividades criminosas ligadas à Persirai acontecendo nessas cidades”, explica Araújo.

A pesquisa “Hunt for IoT” é baseada na análise de dados produzidos pelos SOCs da F5 ao redor do mundo. Hoje são cinco SOCs, trabalhando 24x7x365 para proteger as redes de centenas das maiores empresas globais. No Brasil, grandes bancos, grandes provedores de serviços digitais e gigantes do e-Commerce são usuários dos SOCs da F5. Ferramentas de BigData/Analytics foram usados para analisar o quadro de ameaças baseados em ThingBots. “A sofisticação dos nossos SOC é tal que identificamos instantaneamente a origem geográfica dos ataques, os protocolos usados nos ataques, etc.; essa clareza aumenta, também, a eficácia dos nossos serviços de segurança digital”, ressalta Araújo.

Esta é a terceira edição desta pesquisa. Em 2016, a mesma pesquisa mostrou que a infraestrutura IoT presente no Brasil era a quarta mais usada por hackers para montar botnets para ataques DDoS. A grande novidade da pesquisa deste ano é o uso crescente de servidores C&C no Brasil, mais especificamente, em São Paulo e Rio de Janeiro. “Isso comprova que hackers estão comandando mais ataques a partir do nosso país; a ação desses hackers por meio de seus servidores C&C tanto pode ser sobre dispositivos IoT instalados no Brasil como em qualquer lugar do mundo”, resume Araújo.

Acima de tudo, a edição 2017 da pesquisa “The Hunt for IoT” mostra que a vulnerabilidade das redes IoT continua a mesma – segundo o Gartner, 63% de todos os dispositivos IoT do mundo são consumer, com poucos recursos de proteção. Esse universo continua sendo escravizado por hackers, formando ThingBots para suportar massivos ataques DDoS, entre outros.

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BMW Serviços Financeiros lança site para simular financiamento para seminovos no Brasil

O BMW Group Serviços Financeiros acaba de disponibilizar na internet um website exclusivo para o Easy Plan, o plano de financiamento para veículos seminovos das marcas BMW, MINI e BMW Motorrad ou de outras fabricantes, com até três anos de uso comercializados nas concessionárias autorizadas do BMW Group. As simulações poderão ser feitas no http://www.easyplanseminovos.com.br/

Além de trazer informações sobre o Easy Plan e um buscador online de concessionárias que oferecem o plano em todo território nacional, a página eletrônica conta com um vídeo ilustrativo sobre o plano e um simulador de financiamento. Por meio dele, o usuário fica sabendo quanto terá de investir mês a mês, bastando informar o valor do bem (carro ou motocicleta), o valor da entrada pretendido e o prazo do financiamento escolhido (24 ou 36 meses).

Nesta modalidade de financiamento, a entrada é flexível, podendo variar de 0% (zero) a 60% do valor do veículo, sendo que a parcela final deve ser o equivalente a 40% do valor do bem. Graças à esta possibilidade, o custo das parcelas pode ser até 45% menor quando comparado a outros planos de financiamento.

“O Easy Plan é uma ferramenta que vai ao encontro das necessidades do consumidor brasileiro, cada vez mais ávido por novidades e facilidades. E o padrão de atendimento do BMW Serviços Financeiros agrega a confiabilidade e a qualidade já presentes em outros serviços do BMW Group”, ressalta o CEO do BMW Group Serviços Financeiros, Eduardo Varella. “Com a simulação on-line, o cliente poderá explorar mais suas necessidades antes de contar com nosso apoio”, reforça.

Para mais informações sobre a BMW Group Serviços Financeiros acesse:
www.bmwsf.com.br

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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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OLX anuncia Phillip Klien como diretor de crescimento

A OLX, líder no mercado de compra e venda online no Brasil, anuncia o novo diretor de crescimento (CGO), Phillip Klien. O executivo, ex-Uber, Predicta e Twitter, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento estratégico da OLX no Brasil.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui grande experiência em empresas internacionais. Antes da OLX, o executivo foi gerente geral da Uber São Paulo, diretor de crescimento do Twitter Brasil e co-fundador da Predicta. Na OLX, seu objetivo é propagar a cultura do “desapega” no País. “A OLX já é a referência de economia compartilhada no Brasil. Agora o desafio é fomentar essa realidade para os 84% da população que ainda não usaram a OLX para vender algo online. Também existe grande oportunidade de aproximação por meio de relacionamentos com outras marcas”, afirma o CGO.

A OLX estimula uma cultura de consumo consciente, conectando pessoas para que possam comprar e vender de forma fácil e rápida. Maior marketplace do Brasil, a empresa é uma das que mais se desenvolve tecnologicamente no País, e a contratação colabora com esse crescimento. “Klien teve a oportunidade de trabalhar com as gigantes do Vale do Silício e, quando chegou na OLX, logo identificou a tecnologia empregada e visualizou a oportunidade de ajudar a colocar o País no mapa como um grande desenvolvedor de ponta”, reforça Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

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