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Conheça os principais erros jurídicos que empreendedores cometem nas startups

Algo muito comum no universo de empreendedores ao fundarem uma startup é a falta de atenção e/ou conhecimento relacionados à parte jurídica do negócio. Pensando nisso, especialistas no assunto do escritório de advocacia Schroeder&Valverde, que possui uma área focada no atendimento de startups, selecionaram e explicaram os principais erros. Confira:

1. Não fazem um acordo de sócios

Normalmente, ao ter uma ideia, o empreendedor convida amigos ou conhecidos para começar o negócio e, na maioria dos casos, deixam a parte burocrática em segundo plano. Segundo o advogado Rodrigo Valverde, sócio diretor do Schroeder&Valverde, 60% dos casos de sociedade não passam dos primeiros anos de atividade. Um dos principais motivos está relacionado ao desalinhamento de interesses entre os sócios com o decorrer do tempo, sem que a os deveres de cada sócio, bem como a forma de solução de eventuais conflitos estejam acordados previamente. Nestes casos, as pessoas costumam usar um senso comum de justiça, mas esquecem que o conceito do que é justo pode variar de pessoa para pessoa – prato cheio para uma disputa societária.

2. Não entender a carga tributária do seu modelo de negócio

O Brasil é um País extremamente burocrático e entender o funcionamento das cargas tributárias de cada negócio não é uma tarefa simples, porém extremamente necessária. Entendendo como o seu modelo de negócio está enquadrado evita que pagamentos de tributos não devidos sejam feitos. Deve-se entender se vale a pena segregar várias linhas de negócio por tipo de atividade, se a receita toda alcançada em um Market Place é tributável ou qual melhor planejamento tributário faz sentido para os próximos 5 anos da empresa.

3. Ficar refém de um prestador de serviços

Um dos grandes desafios do empreendedor que está começando um negócio de tecnologia, por exemplo, é contratar programadores e desenvolvedores. Ficar refém de um profissional com este perfil é muito comum, já que ele é o responsável por desenvolver o projeto. Por isso, é necessário que o acordo de partes seja muito bem definido e acordado por ambos os lados. O ideal é que este tipo de profissional seja sócio do negócio.

4. Não ter um alinhamento de expectativas com seus investidores

O assunto investimento é algo sempre muito delicado. Muitos empreendedores não sabem, mas existem formas para adequar o momento de captação de recursos e a relação com investidores. Cláusulas de recomposição de participação societária, earn-out e anti-diluição podem ser formas inteligentes de acomodar interesses, na medida em que os fundadores não precisam ter medo das diluições, basta entregar resultado! Outro ponto comum – e que preocupa bastante – são fundadores convidados a se retirar das próprias empresas. Prevenir este tipo de situação ANTES dela acontecer pode ser decisivo entre o sucesso ou o fracasso de um projeto.

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Digital Transformation stymied by lack of talent and organizational structure, finds Russell Reynolds Associates’ Survey

Russell Reynolds Associates, a leading global executive search and leadership advisory firm, today announced the findings from its Digital Pulse: 2017 Outlook and Perspectives from the Market. The firm surveyed more than 1,500 senior executives at companies with a digital strategy to understand how digital is transforming talent and leadership needs across organizations. Now in its third year, the survey questions covered setting and executing digital strategy, organizational structure and barriers to success. The results of the study provide clients actionable insights so they can maximize the positive impact of d igital on their own organization.

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The good news? Leadership, by and large, recognizes the need for digital transformation and is supportive of it. Ninety-one percent of respondents say their CEO makes a visible effort to support the company’s digital vision and initiatives. Additionally, 60% of respondents say they have the appropriate leadership setting the digital vision. The bad news? Only 47% feel the right team is in place to effectively execute the strategy. The survey finds that digital transformation often is impeded by talent and structural issues, not an absence of executive support or strategic leadership.

Other findings from the study include:

– Organizations across all industries are expecting continued digital disruption over the next 12 months, with financial services, healthcare and industrial companies poised for the most change.

– More than half (57%) of respondents say their organization has sufficient data to recognize the opportunities digital presents, yet only 44% feel the data are effectively leveraged.

– Half of respondents (50%) say that lack of digital expertise and skills is a significant barrier to digital success, followed closely by organizational inertia (49%) and functional silos (47%).

– Nearly half (45%) of respondents surveyed say their company uses a hybrid structure, with both a central digital team and dispersed digital responsibility across business units. Most respondents see these partnerships with other departments, such as marketing and IT, as a critical success factor in digital transformation.
“Leadership support, while crucial, is not enough on its own to drive digital transformation across an organization,” said Tuck Rickards, Co-leader of the global Digital Transformation Practice and member of the CEO/Board Services Practice. “What we’ve seen through the Digital Pulse survey over the years is an increasing need to focus on recruiting the right digital talent and deploying these experts across an organization’s structure. Only then do you see substantive change.”

“Many, if not most, companies have reached the conclusion that they must embrace digital. But after several years of investments in innovation centers, catalyst roles and front-end technologies, leaders are grappling with the challenges of how to successfully scale, embed and operationalize transformation,” explained Rhys Grossman, Co-leader of the global Digital Transformation Practice and member of the Consumer Practice.

Industry-specific findings from the Digital Pulse survey are available upon request. For more information, visit www.russellreynolds.com.

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A importância do Compliance nas empresas – Por Claudia Gomes

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As mudanças regulatórias e a convergência com a legislação global, em um cenário amplamente competitivo, o aumento da pressão de investidores, somados ao ágil desenvolvimento tecnológico acabam por delinear um complexo ambiente para as organizações.

Além deste imenso desafio apresentado, as possíveis falhas de compliance das corporações podem gerar sérios riscos de danos à reputação e sanções financeiras significativas. Neste momento, as empresas brasileiras têm o desafio de enfrentar inúmeras modificações regulatórias e de negócios, o que está conferindo novas e rígidas exigências às áreas de Compliance das empresas.

Enfrentamos ainda uma conscientização da própria sociedade brasileira, que tem demonstrado cada vez mais o alinhamento com a ética e a conformidade com a legislação em âmbito global, algo que está em evidência diante de inúmeras notícias com casos de corrupção envolvendo representantes do espectro público e privado.

No universo corporativo, esta questão é ainda mais essencial para o sucesso das empresas, e pode até mesmo determinar a viabilidade de se operar no País. Muitas companhias tiveram de repensar a maneira pela qual estruturam suas áreas de Compliance e como tais práticas devem ser absorvidas por cada membro da organização como parte do DNA da companhia, e não somente nos Balanços Integrados.

Antecipar riscos e atender às exigências normativas em linha com a legislação local tornam o Compliance cada vez mais integrado aos objetivos estratégicos das empresas e coloca a área nos holofotes das táticas das organizações. Isso significa que os ambientes de negócios passaram a se preocupar mais com o controle interno de processos, regras e condutas com o objetivo de conferir transparência e credibilidade às suas operações. Isso passou a tornar-se um importante diferencial competitivo dado o cenário atual de descrédito de algumas organizações.

A área de Compliance dentro das empresas é responsável por organizar e oferecer diretrizes para processos e condutas. Ela ganhou maior relevância dentro das empresas brasileiras após a aprovação da lei Anticorrupção (12.846/2013), a resolução determina que as companhias de todos os portes tenham processos de ética bem definidos e sejam punidas caso venham a se envolver em atos de corrupção contra a administração pública.

A sanção desta legislação foi o precursor de um movimento que, após inúmeras operações policiais que investigam casos de crime empresarial, trouxeram grandes avanços regulatórios como a lei brasileira que detalha a colaboração premiada no combate às organizações criminosas (Lei 12.850/2013).

Diante deste cenário, é necessário que as companhias estejam preparadas, com processos transparentes e bem definidos, para que não sejam surpreendidas. É essencial ter em mente que os meios são tão importantes quantos os fins, ou seja, os métodos utilizados para alcançar bons resultados de negócios são tão importantes quanto os próprios resultados obtidos.

Mundialmente conhecido como o País do “jeitinho”, o Brasil está nos holofotes da imprensa internacional e é reconhecido por seu potencial para o improviso e para a criatividade. Este traço de personalidade pode, ao mesmo tempo, nos fazer sentir orgulho graças ao aspecto de resiliência que esta característica nos confere, como também nos traz vergonha, pois ao mesmo tempo que o jeitinho se refere a uma habilidade de resolução criativa de problemas, também carrega a conotação de obtenção de benefícios pessoais em detrimento da ética. Uma linha tênue que separa atitudes inovadoras de ilegais ou imorais.

Porém, um dos principais desafios apontados por líderes e executivos, de maneira geral, é demonstrar a efetividade da aplicação de um Programa de Compliance na cadeia de valor da empresa e o benefício que esta iniciativa traz para a corporação.

A Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil divulgada pela KPMG (assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/br/pdf/2017/01/br-kpmg-pesquisa-maturidade-2a-edicao.pdf), realizada com 250 empresas de todo o Brasil no segundo semestre de 2016, aponta que apesar de ser fundamental identificar e monitorar os riscos de compliance para estabelecer um programa eficiente, apenas 58% das organizações afirmaram possuir mecanismos de gestão de riscos de compliance, enquanto que 42% informaram desconhecê-los. Além disso, 37% dos participantes afirmaram não possuírem mecanismos de gestão de deficiências e investigação.

Em uma conjuntura digital há ainda outro desafio: os membros da área de Compliance precisam estar aptos a auditar os ambientes virtuais e serem observadores mais aguçados de todas as mudanças tecnológicas que possam, de alguma maneira, afetar a empresa e com isso, traçar um perfil de risco envolvido.

Neste aspecto, a Internet das Coisas (IoT) representa um desafio novo às companhias e também uma oportunidade para que auditores e profissionais de Compliance auxiliem as organizações a terem acesso às informações chaves para o ajuste de processos e, com isso, acompanhem a disrupção tecnológica de maneira transparente, segura e tranquila. A consultoria IDC prevê que haverá 30 bilhões de coisas conectadas até 2020. Um desafio enorme para todos.

Inúmeras companhias têm apostado em tecnologias que facilitem o cumprimento de certas exigências e a tomada de decisão de líderes. Soluções que visem automatizar processos e oferecer ferramentas para tomada de decisões quase em tempo real, tais como novos canais online de Compliance gerenciados por empresas isentas, ajudam a melhorar a consistência dos controles de relatórios e oferecem ganhos em eficiência e resolutividade dos casos reportados.

Podemos ver que o Compliance não é mais uma opção e os benefícios de sua adoção são muitos, indo além das demandas da sociedade por mais transparência, reforçando o compromisso das empresas com a ética e transformando a forma de fazer negócios, ao fomentar um movimento responsável e contribuir para uma sociedade melhor.

As mudanças regulatórias e a convergência com a legislação global, em um cenário amplamente competitivo, o aumento da pressão de investidores, somados ao ágil desenvolvimento tecnológico acabam por delinear um complexo ambiente para as organizações.

Além deste imenso desafio apresentado, as possíveis falhas de compliance das corporações podem gerar sérios riscos de danos à reputação e sanções financeiras significativas. Neste momento, as empresas brasileiras têm o desafio de enfrentar inúmeras modificações regulatórias e de negócios, o que está conferindo novas e rígidas exigências às áreas de Compliance das empresas.

Enfrentamos ainda uma conscientização da própria sociedade brasileira, que tem demonstrado cada vez mais o alinhamento com a ética e a conformidade com a legislação em âmbito global, algo que está em evidência diante de inúmeras notícias com casos de corrupção envolvendo representantes do espectro público e privado.

No universo corporativo, esta questão é ainda mais essencial para o sucesso das empresas, e pode até mesmo determinar a viabilidade de se operar no País. Muitas companhias tiveram de repensar a maneira pela qual estruturam suas áreas de Compliance e como tais práticas devem ser absorvidas por cada membro da organização como parte do DNA da companhia, e não somente nos Balanços Integrados.

Antecipar riscos e atender às exigências normativas em linha com a legislação local tornam o Compliance cada vez mais integrado aos objetivos estratégicos das empresas e coloca a área nos holofotes das táticas das organizações. Isso significa que os ambientes de negócios passaram a se preocupar mais com o controle interno de processos, regras e condutas com o objetivo de conferir transparência e credibilidade às suas operações. Isso passou a tornar-se um importante diferencial competitivo dado o cenário atual de descrédito de algumas organizações.

A área de Compliance dentro das empresas é responsável por organizar e oferecer diretrizes para processos e condutas. Ela ganhou maior relevância dentro das empresas brasileiras após a aprovação da lei Anticorrupção (12.846/2013), a resolução determina que as companhias de todos os portes tenham processos de ética bem definidos e sejam punidas caso venham a se envolver em atos de corrupção contra a administração pública.

A sanção desta legislação foi o precursor de um movimento que, após inúmeras operações policiais que investigam casos de crime empresarial, trouxeram grandes avanços regulatórios como a lei brasileira que detalha a colaboração premiada no combate às organizações criminosas (Lei 12.850/2013).

Diante deste cenário, é necessário que as companhias estejam preparadas, com processos transparentes e bem definidos, para que não sejam surpreendidas. É essencial ter em mente que os meios são tão importantes quantos os fins, ou seja, os métodos utilizados para alcançar bons resultados de negócios são tão importantes quanto os próprios resultados obtidos.

Mundialmente conhecido como o País do “jeitinho”, o Brasil está nos holofotes da imprensa internacional e é reconhecido por seu potencial para o improviso e para a criatividade. Este traço de personalidade pode, ao mesmo tempo, nos fazer sentir orgulho graças ao aspecto de resiliência que esta característica nos confere, como também nos traz vergonha, pois ao mesmo tempo que o jeitinho se refere a uma habilidade de resolução criativa de problemas, também carrega a conotação de obtenção de benefícios pessoais em detrimento da ética. Uma linha tênue que separa atitudes inovadoras de ilegais ou imorais.

Porém, um dos principais desafios apontados por líderes e executivos, de maneira geral, é demonstrar a efetividade da aplicação de um Programa de Compliance na cadeia de valor da empresa e o benefício que esta iniciativa traz para a corporação.

A Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil divulgada pela KPMG (assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/br/pdf/2017/01/br-kpmg-pesquisa-maturidade-2a-edicao.pdf), realizada com 250 empresas de todo o Brasil no segundo semestre de 2016, aponta que apesar de ser fundamental identificar e monitorar os riscos de compliance para estabelecer um programa eficiente, apenas 58% das organizações afirmaram possuir mecanismos de gestão de riscos de compliance, enquanto que 42% informaram desconhecê-los. Além disso, 37% dos participantes afirmaram não possuírem mecanismos de gestão de deficiências e investigação.

Em uma conjuntura digital há ainda outro desafio: os membros da área de Compliance precisam estar aptos a auditar os ambientes virtuais e serem observadores mais aguçados de todas as mudanças tecnológicas que possam, de alguma maneira, afetar a empresa e com isso, traçar um perfil de risco envolvido.

Neste aspecto, a Internet das Coisas (IoT) representa um desafio novo às companhias e também uma oportunidade para que auditores e profissionais de Compliance auxiliem as organizações a terem acesso às informações chaves para o ajuste de processos e, com isso, acompanhem a disrupção tecnológica de maneira transparente, segura e tranquila. A consultoria IDC prevê que haverá 30 bilhões de coisas conectadas até 2020. Um desafio enorme para todos.

Inúmeras companhias têm apostado em tecnologias que facilitem o cumprimento de certas exigências e a tomada de decisão de líderes. Soluções que visem automatizar processos e oferecer ferramentas para tomada de decisões quase em tempo real, tais como novos canais online de Compliance gerenciados por empresas isentas, ajudam a melhorar a consistência dos controles de relatórios e oferecem ganhos em eficiência e resolutividade dos casos reportados.

Podemos ver que o Compliance não é mais uma opção e os benefícios de sua adoção são muitos, indo além das demandas da sociedade por mais transparência, reforçando o compromisso das empresas com a ética e transformando a forma de fazer negócios, ao fomentar um movimento responsável e contribuir para uma sociedade melhor.

Claudia Gomes, Diretora Jurídica da Unisys para América Latina.

Fonte: assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/br/pdf/2016/12/br-compliance-assessment.pdf

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TruckPad promove evento Frotas Conectadas

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O TruckPad, primeira e maior plataforma que conecta caminhoneiros a cargas, promove o Frotas Conectadas, um dos maiores eventos da indústria automobilística, logística e mobilidade. Produzido pela Revista Transporte Moderno, a edição do ano passado reuniu mais de 250 participantes, promovendo diálogo e networking entre profissionais do setor e empresas de tecnologia.

Os participantes serão recebidos na Oxigênio Aceleradora, aceleradora de startups criada pela Porto Seguro, e terá como tema central “Colocando tecnologias nas rodas ou rodas na tecnologia?”. Com a curadoria técnica da Lunica Consultoria e Netz Engenharia, os palestrantes discutirão a evolução de plataformas e serviços de inteligência do segmento logístico do Brasil.

“A maior proposta do evento é mostrar que antes a tecnologia era um item considerado apenas como suporte para os negócios. Mas agora, ela se tornou essencial para promover transformações em diferentes setores em todo o mundo, como é o caso da logística”, comenta Carlos Mira, CEO do Truckpad.

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Dinâmica do conselho de administração é tema de encontro do IBGC em São Paulo

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promoveu, em São Paulo, a quinta edição do seu encontro anual de conselheiros. Com ênfase na dinâmica do conselho de administração, o evento contou com a presença de mais de 200 participantes de todo o país. O objetivo era apresentar diversos temas de interesse da comunidade, ligados aos desafios e às tendências da governança corporativa, além de contribuir para o aprimoramento das boas práticas.

Dividido em quatro sessões, nas quais os especialistas convidados trocaram ideias e compartilharam suas experiências, foram discutidos assuntos relacionados à seleção de conselheiros, perfil, comportamento, desempenho e dinâmica dos conselhos de empresas familiares. O IBGC também levou ao público presente algumas enquetes, cujas respostas serviram para a elaboração das discussões e debates e promover maior interação entre os participantes.

Para a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o evento serviu como um diferencial no que diz respeito aos temas apresentados. “Todo ano, buscamos trazer assuntos de maior interesse do público, o que é sempre um desafio para nós, pois queremos mostrar aspectos que nem sempre são discutidos no dia a dia dos conselhos”, explica.

Também foi possível perceber uma evolução na quinta edição do encontro. “O público vem aumentando desde o primeiro ano, o que comprova o interesse pelos temas que vêm sendo abordados até agora e ajuda o IBGC a atingir o objetivo de manter sua relevância junto aos conselheiros”, conclui a superintendente do Instituto.

Para o presidente do conselho de administração do IBGC, Emilio Carazzai, o encontro representou uma oportunidade única para a comunidade de conselheiros. “Este encontro foi a maneira que encontramos de juntar a reflexão do pensamento acadêmico com a experiência prática da governança, adicionando os aspectos comportamentais que impactam a postura dos conselheiros”, diz.

Para Carazzai, a lição que ficou deste encontro refere-se aos avanços conquistados ao longo dos anos quanto à governança corporativa. “Creio que temos avançado em cada aspecto desse tema. O que vimos no encontro este ano foi uma consagração da governança. Como resultado, temos hoje bons exemplos de empresas que praticam sua relação com os stakeholders de acordo com os ensinamentos do IBGC.”

Estiveram presentes, entre outros palestrantes e debatedores, o executivo David Feffer, presidente da Suzano Holding e do conselho de administração da Suzano Papel e Celulose; Osvaldo Schirmer, presidente do conselho de administração das Lojas Renner; Eliane Garcia Melgaço, conselheira de administração da Algar Telecom; e Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

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BD lança e-commerce de produtos para diabetes no Brasil

A empresa de tecnologia médica BD anuncia nesta segunda-feira (8) o lançamento de uma plataforma de e-commerce para venda online de agulhas e seringas para tratamento com insulina. Líder de mercado no segmento, a companhia inova ao oferecer a pacientes de todo o território brasileiro a conveniência da compra pela internet, trazendo mais comodidade e facilitando o acesso aos produtos, que são uma necessidade diária de quem convive com a doença.

A BD vem ampliando a sua presença digital desde o ano passado, quando inaugurou a página no Facebook Vivendo Bem com Diabetes, com o objetivo de trazer informações úteis sobre doença e abrir o diálogo para a troca de experiências entre pacientes, familiares e amigos. Com o e-commerce, a companhia soma mais um canal de comunicação direta com consumidores e sociedade para entender melhor a realidade do diabetes, um problema de saúde que afeta milhões de brasileiros.

“Ao disponibilizar de maneira mais fácil o material necessário para o tratamento correto, via internet e com entrega a domicílio, a BD ajuda o paciente a se preocupar menos com a rotina do diabetes, e contribui, no fim, para que as pessoas tenham vidas mais saudáveis”, disse Wellington Nazareth, Gerente de Produto de Diabetes Care na BD Brasil. “Também, ter um canal próprio de vendas permite intensificar o relacionamento da BD com os consumidores. Assim, podemos estar ainda mais próximos do dia a dia dos pacientes e conhecer suas necessidades mais a fundo, para atendê-los cada vez melhor”.

O serviço de e-commerce é resultado de um investimento realizado pela BD, que firmou parceria inédita com a Drogaria Nova Esperança para hospedar o portal e coordenar a parte logística da distribuição. Com oito anos de experiência em vendas online, a rede de farmácias conta com excelente reputação, em linha com a qualidade superior e confiabilidade características dos produtos da BD. A Drogaria Nova Esperança tem avaliação positiva dos consumidores no Reclame Aqui e é reconhecida com o selo Diamante da consultoria especializada e-bit, o maior nível de excelência em venda online, cedido para lojas com entregas dentro do prazo, alto índice de resolução de problemas, facilidade de comprar, entre outros requisitos de qualidade.

Segundo a e-bit, o setor de cosméticos e perfumaria, cuidados pessoais e saúde é o quarto maior em volume de pedidos no comércio eletrônico brasileiro, e o sétimo em volume financeiro. Em 2017, de acordo com a consultoria, o e-commerce deve crescer 12% no país.

Importância para a saúde do paciente

Além de conveniência e praticidade, o acesso fácil e rápido aos produtos da BD a um clique permite que o paciente com diabetes tenha disponíveis suprimentos suficientes para o tratamento insulínico, que consiste em uma rotina diária e regrada de injeções para manter o controle da glicemia, evitando complicações. Ter material suficiente à disposição para o tratamento também elimina um dos motivos para a reutilização da agulha e da seringa, um hábito comum, mas que traz riscos à saúde.

Embora a recomendação da Anvisa e dos fabricantes seja o uso único, o mesmo insumo chega a ser usado pelos pacientes em três a cinco aplicações, por conveniência, economia, falta de outra seringa ou agulha e falta de orientação apropriada por parte dos profissionais de saúde. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) concluiu recentemente, após estudo, em posicionamento oficial inédito, que a reutilização de agulhas e seringas para insulina é prejudicial ao paciente e não é uma prática recomendada.

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Segundo IDC, Simpress lidera mercado de outsourcing de impressão com 24,3%

A Simpress foi apontada pelo IDC (International Data Corporation), como líder no mercado brasileiro de outsourcing de impressão e gestão de documentos no primeiro semestre de 2016, mantendo a liderança do ano de 2015. De acordo com a empresa de pesquisas, a companhia é líder tanto em faturamento total dos serviços com 22,2%, quanto em volume de páginas gerenciadas com 24,3% de participação.

Serviços de outsourcing de impressão gerenciados (MPS), envolvem uma extensa lista de processos que vão desde capacidade logística, gerenciamento da base instalada de hardware, mão de obra residente, entrega de peças e material de consumo em todo o território brasileiro, sistemas de gerenciamento de documentos (Workflow), customização de soluções para cada perfil de cliente, gerenciamento da produção de páginas e capacidade operacional para manutenção dos serviços em contratos de longo prazo. Tipicamente estes serviços utilizam equipamentos com velocidades e características variadas e softwares para soluções e gerenciamento de serviços.

Para a Simpress, é imprescindível acompanhar todas as mudanças tecnológicas presentes no mercado e segundo Vittorio Danesi, Diretor-presidente, a tecnologia Samsung de hardware e software estão aderentes com o cenário de transformação digital por meio de plataformas customizáveis e integradas ao processo de mobilidade e workflow de documentos. Além disso, para cumprir a missão da Simpress de tornar a vida do cliente mais fácil, a organização possui diferenciais estratégicos e operacionais que fazem a diferença para ao mercado há anos.

De acordo com a estratégia da companhia, o ano de 2017 será muito bom para expandir a atuação e levar os serviços da Simpress para novos clientes de médio e grande porte por meio de atendimento direto e sua rede de revendedores. “Os dados divulgados pelo IDC apenas reafirmam nossa liderança no mercado de outsourcing de impressão, mesmo este sendo considerado um setor já maduro, mas que ainda tem potencial para inovações tecnológicas e investimentos”, finaliza Danesi.

Com mais de 17 anos de experiência no setor, a Simpress possui mais de mil técnicos especializados que promovem atendimento a nível nacional. Atualmente, a companhia administra mais de 1,5 mil contratos diretos em todo o Brasil.

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Truckvan lança primeira sala-cofre do Brasil com certificado de segurança emitido pela UL

Especializada na fabricação de implementos rodoviários e unidades móveis, a Truckvan amplia a atuação para um novo mercado, agora de instalações fixas. Aproveitando sua expertise em segurança (carros-fortes e semirreboques blindados para transporte de valores), a empresa investiu cerca de R$ 3 milhões para desenvolver salas-cofre para as áreas de Tecnologia da Informação e Telecomunicações e todos os segmentos que necessitem de proteção passiva contra fogo, inundação, vandalismo e roubo. O produto é o primeiro do País com selo de conformidade emitido pela UL do Brasil, líder mundial em segurança de produtos, que avaliou que a sala-cofre da Truckvan segue as normas ABNT NBR 15.247:2004 e EN 1.047-2:2013 e atende todos os requisitos que garantem confiabilidade na proteção contra incêndio e penetração de água.

“A sala-cofre possui todas as faces com características mecânicas iguais e se diferencia por ter porta com sistema de travamento, pintura especial e a possibilidadede fixar acessórios nas paredes internas sem comprometimento do grau de proteção”,destaca João Bosco Reis, engenheiro de implementação da Truckvan. O produto é 100% nacional e pode ser financiado por bancos de fomento como o BNDES e FINAME.

Além disso, a sala-cofre foi submetida a ensaios realizados no Laboratório daTruckvan, construído conforme NBR ISO/IEC 17.025, onde foram testados a resistência ao fogo, impacto e estanqueidade à água, entre outros fatores.

“Uma das características de nosso programa é que ele não se limita à análise antes da concessão do selo de conformidade, mas conta com ensaios periódicos posteriores, além da análise de possíveis reclamações de consumidores, para avaliar se as condições descritas no projeto certificado seguem sendo executadas”, explica Vladson Athayde, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios de Building & Life Safety Technologies – B&LST da UL do Brasil. “A área de proteção contra incêndio é uma das mais avançadas dentro da UL. Temos mais de 120 anos de experiência em desenvolvimento de normas para essa indústria e trazer uma certificação voluntária para o mercado brasileiro é uma maneira de oferecermos mais segurança para esse mercado enquanto não existem normas locais compulsórias”, completa Athayde.

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DroneShow apresenta Desafio de Drones com uso de inteligência artificial

A 3ª edição da DroneShow, que acontece de 09 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, traz o “Desafio de Drones”, uma demonstração organizada pela equipe Black Bee que permite, à partir de uma programação, que o drone realize atividades e ações sem interferência do piloto. O desafio é uma prévia do que acontecerá na IMAV (International Micro Air Vehicles) Competion, competição internacional que acontecerá em setembro, na França.

“A proposta do desafio é destacar o desenvolvimento intelectual e tecnológico no segmento de drones que será utilizada no futuro para serviços de delivery. Nas demonstrações os drones decolarão e farão operações a partir de uma programação utilizando inteligência artificial para desviar de obstáculos, transportar cargas, tomar decisões e realizar missões específicas”, ressalta Emerson Granemann, idealizador do evento.

A gaiola de 150m² será palco deste desafio proposto à equipe Black Bee para realizar atividades como: pouso e decolagem de plataforma em movimento, voo com desvio de obstáculos, carregamento de carga por distância determinada e uma exibição de dança sincronizada de drones com pout-pourri musical.

À frente das demonstrações está a equipe Black Bee, da Universidade de Itajubá, que participa pelo terceiro ano consecutivo da IMAV Competition. Em 2015, na primeira participação na competição, a equipe conquistou o 3º lugar. Em 2016, a equipe viajou a Pequim e, este ano, em setembro, embarcam para França. Durante a DroneShow, será apresentada uma prévia do que foi desenvolvido para participar da IMAV este ano.

“Os drones autônomos recebem um computador de bolso, software com inteligência e câmera que auxilia na identificação do cenário ou do obstáculo e permite que a decisão seja tomada para realizar a atividade com segurança. O piloto mantém, por segurança, um controle em mãos para qualquer emergência, mas o desafio consiste em o drone desenvolver todas as atividades propostas demonstrando a habilidade programada e as diversas funções que podem ser realizadas com a inteligência embarcada no equipamento”, explica João Pedro Rufino Alves, capitão da equipe Black Bee.

Muito utilizados em missões militares, os drones hoje assumem papel estratégico para aumentar a produtividade e diminuir custos em diversos segmentos. O agronegócio é um dos setores que mais se beneficia desta tecnologia. Contudo, o segmento de obras e inspeções, segurança privada e telecomunicações vem ano a ano aderindo ao uso do equipamento. “O drone é capaz de se deslocar para lugares de difícil acesso em que o homem não consegue chegar, ou ainda, corre riscos para executar o serviço. Os drones autônomos trazem segurança e confiabilidade para alguns tipos de inspeções e em segurança privada para monitoramento permanente de grandes por exemplo. Vale destacar que as demonstrações a serem realizadas na feira, utilizam o conceito semi-autônomo. O uso de drone 100% autônomo é proibido no Brasil e no mundo,” finaliza Granemann.

Ainda durante a DroneShow, acontecerá um debate com empresários do segmento sobre expectativas futuras com os drones para fins comerciais usando soluções apresentadas por tecnologia autônoma e serviços que podem ser expandidos e explorados a partir desta realidade de inteligência artificial.

DroneShow Latin America

Data: 09 a 11 de maio
Horário: Das 10h às 20h
Local:Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Valor: R$ 110*
*Ingresso válido para os três dias de evento
Mais informações: www.droneshowla.com.br

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OLX cria iniciativa de mentoria e estímulo para startups brasileiras

Com o objetivo de estimular o ecossistema brasileiro de startups e trocar experiências e conhecimentos, a OLX lança o OLX Start, uma iniciativa de consultoria e apoio voltada a jovens empresas de todo o país. A empresa vai selecionar startups que tenham sinergia com os negócios da OLX para compartilhar ideias e orientá-las a superar desafios e evoluir, oferecendo mentoria em áreas como tecnologia, produto, marketing digital e operações, de acordo com o escopo e a necessidade de cada participante.

“Essa iniciativa é uma forma da OLX retribuir ao mercado um pouco do sucesso que a marca vem obtendo ao longo dos anos como líder no segmento de compra e venda online no Brasil”, afirma Bernardo de Barros Franco, líder desta iniciativa na OLX. “A OLX iniciou no Brasil em 2010 com um time de 10 pessoas e cerca de 5 mil anúncios por dia. Foi um grande desafio, pois ninguém acreditava que esse mercado de venda online de produtos usados daria certo. Hoje, com 500 funcionários e quase meio milhão de anúncios por dia, vemos como foi importante ter persistência e resiliência”, completa.

A iniciativa é aberta a startups de qualquer região do país, podendo ser realizada de forma presencial ou remota. Algumas empresas poderão, inclusive, visitar a sede da OLX, que fica no Rio de Janeiro – um escritório de 2.600m2 que foi desenvolvido exatamente para motivar a inovação e criatividade.

As startups interessadas podem entrar em contato pelo e-mail start@olxbr.com. Nesse primeiro momento, a seleção será feita pelo time OLX levando em consideração a sinergia com os negócios da empresa. “Nossa intenção é contribuir para que elas ganhem conhecimento e experiência”, finaliza Barros Franco.

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Reforma trabalhista deve ser analisada de “cabeça fria”

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A proposta de reforma trabalhista do governo está causando o maior alvoroço entre empresários e colaboradores – isso porque existem muitas ideias pouco discutidas com a “cabeça fria”. Muitas são as dúvidas se este cenário é algo positivo ou negativo e até onde pode influenciar no dia a dia do brasileiro e no mercado. Afinal, esta é ou não é uma medida? Conversamos com a advogada Dr.ª Beatriz Dainese, da Giugliani Advogados, para comentar sobre algumas das principais dúvidas e pontos da nova medida. Confira:

Férias três vezes ao ano

Esta alteração veio para viabilizar que funcionários e empregadores possam melhor negociar períodos de férias. Isso porque, muitas vezes, os funcionários preferiam “vender suas férias”, o que dificultava muito a negociação dos períodos com os empregadores. No mais, em muitos casos, afastar um funcionário por mais de cinco dias pode ser muito prejudicial para a atividade da empresa, dada a importância que alguns funcionários refletem para elas. Com essa possibilidade de dividir as férias em três períodos, ambos podem ser beneficiados, sem, contudo, tirar o principal objetivo das férias, que é permitir que o funcionário descanse para voltar a sua rotina normal de trabalho.

Negociações e acordos

A flexibilização das negociações entre funcionários e empregadores vem para adequar a necessidade de ambas as partes à atualidade que estamos vivendo. Muitas vezes, a inflexibilidade na negociação prejudica ambas as partes, mormente os funcionários. Com este aumento da possibilidade de negociação, ambas as partes poderão verificar o que melhor se adequa a cada categoria, sem restringir nenhum direito fundamental. A preocupação se dá com a previsão de que o “Acordo” se sobreporá à legislação. Infelizmente não é em todas as categorias profissionais que temos uma efetiva representação sindical e, desta forma, poderá haver grandes insurgências entre os acordos e a legislação vigente. Nas situações abaixo a negociação entre funcionário e empregador poderá prevalecer sobre a lei trabalhista, segundo a proposta do governo:

– Parcelamento das férias anuais em até 3 vezes.

– Cumprimento da jornada limitada a 220 horas mensais (44 semanais).

– Participação nos lucros e resultados da empresa.

– Horas no trajeto entre trabalho e moradia.

– Intervalo intrajornada respeitando o limite mínimo de 30 minutos.

– Ingresso no Programa do Seguro Emprego.

– Plano de cargos e salários.

– Banco de horas, garantida a hora adicional com acréscimo de no mínimo 50%.

– Trabalho remoto.

– Remuneração por produtividade.

-Registro da jornada de trabalho (ponto).

Terceirização

A terceirização ocorre quando uma empresa ou pessoa física contrata outra empresa para realizar determinados serviços. A principal mudança foi a possibilidade de contratar prestadores de serviços para a atividade fim das empresas. Isso significa, por exemplo, que em uma empresa de software que antes somente poderia terceirizar uma atividade meio, como a limpeza e a contabilidade, agora poderá terceirizar a própria produção do software. Não podemos perder de vista que a lei vem regularizar algumas relações já existentes, na qual o empreendedor assumia o risco. Agora com a possibilidade de contratar prestadores de serviço para atividades fim, as empresas terão regularidade nessa prática.

Antes de “terceirizar” toda a sua força de trabalho, é importante se atentar a algumas questões. Embora agora seja possível contratar prestadores para uma atividade fim, se houver subordinação, habitualidade e pessoalidade do trabalhador, o tipo de contrato ainda deverá ser o CLT. Este ponto não foi alterado e representa um grande risco de uma terceirização “desenfreada”.

O texto prevê a responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação às obrigações da prestadora de serviços. Assim, em um processo trabalhista, a empresa contratante poderá ser obrigada a indenizar o profissional em dinheiro ou penhorar bens somente se a prestadora dos serviços não tiver outros itens para o pagamento da condenação por conta de direitos não pagos.

As regras anteriores, previstas pela Lei 6.019/74, previam a responsabilidade solidária; ou seja, a penhora de bens da empresa contratante e da prestadora de serviços poderia ser feita simultaneamente e as duas respondiam com seus bens para o pagamento da causa movida pelo funcionário.

Contribuição sindical

A sindicalização deve ser opcional. Prever esta condição de ser opcional é garantir o princípio constitucional da livre associação.

Multa

Esta previsão de multa vem de encontro a todos os preceitos previstos na Legislação Trabalhista, mormente os que determinam que os funcionários devem ser devidamente registrados em CTPS para iniciarem as atividades em uma nova fonte empregadora. Desta forma, todos os direitos trabalhistas são resguardados. A previsão das multas e sua majoração vêm para reafirmar e forçar as empresas a agirem nos exatos termos da Lei.

Banco de horas

Esta previsão veio para beneficiar a negociação da implementação do Banco de Horas para as empresas. Isso porque, atualmente, para instituir o Banco de Horas é necessário acordo coletivo ou previsão na Convenção Coletiva de Trabalho. Desta forma, por ser necessária a participação do sindicato, muitas vezes as negociações tornam-se infrutíferas. Podendo o acordo de compensação de horas ser firmado por acordo individual funcionário e empregador poderão verificar se é a melhor alternativa para cada caso e, desta forma, pactuarem.

Jornada de trabalho de 12×36 horas

Esta previsão veio beneficiar funcionários que precisam trabalhar nesta escala, pois incluiu o DSR (Descanso Semanal Remunerado) em feriados e também veio beneficiar as empresas ao prever, de forma expressa na legislação, a possibilidade de aplicar a jornada 12 x 36.

Trabalho remoto ou home office

Veio para formalizar uma situação que já vem existindo há anos nas empresas, por ser uma tendência mundial. O trabalho Home Office traz inúmeros benefícios para o funcionário e para a empresa empregadora, mormente em relação à contenção de gastos, mas até o momento não existia uma norma regulamentadora desta forma de trabalho. Com a previsão expressa e sua regulamentação, as condições de trabalho ficam mais claras entre as partes, afastando, da mesma forma, riscos para ambas.

Trabalho insalubre para mulheres gestantes

No tocante a este ponto, as opiniões se divergem. De um lado, há quem entenda que é uma forma de aumentar os acidentes de trabalho e a aquisição de doenças ocupacionais, haja vista expor uma gestante a trabalhos que pode não suportar dado ao estado gravídico. De outro lado, há quem entenda que esta previsão se coaduna com a realidade que cada gestante se encontra. As empresas devem ter a cautela de ter em mãos o atestado que permite que elas continuem trabalhando para que a saúde da mulher e do bebê sejam mantidas. Por tratar-se de uma situação nova, este ponto ainda deverá ser bastante discutido.

Dano extrapatrimonial

Esta previsão vem de encontro com o que vemos na prática perante o Poder Judiciário. Realmente evitará decisões judiciais em que às vezes o dano é concedido e às vezes o dano não é concedido, pois até o momento dependemos de uma análise apenas subjetiva por parte do juiz.

Trabalhador autônomo

Esta previsão veio para afastar o risco que as empresas sofrem ao contratarem autônomos e estes, posteriormente, ingressarem com processo trabalhista sob a alegação de configuração de vínculo empregatício. É muito comum termos inúmeros processos trabalhistas de autônomos que ingressam com pedido de reconhecimento de vínculo e, em muitos casos, os pedidos são julgados procedentes. Com esta previsão, ambas as partes terão expressa ciência que a contratação de autônomo não gera o vínculo empregatício.

Justiça do Trabalho

Esta previsão trata maior segurança jurídica para todos que ingressam no poder judiciário, pois evitara decisões dispares para causas idênticas.

Agir com má-fé

Esta previsão também beneficia todas as partes bem como o próprio poder judiciário. Inibirá que uma parte entre despropositadamente com um processo, sob pena de ser considerado litigante de má-fé.

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Dia das mães pode dobrar o movimento de vendas online

E-commerces de diversos segmentos do mercado já se preparam para um aumento no volume de negócios a partir da semana que antecede o Dia das Mães. O número de transações costuma ser cerca de 10% maior que em semanas típicas. Mas é a partir da sexta-feira que o movimento cresce significativamente.

Em 2016, o Pagar.me, primeiro provedor de serviços de pagamento do Brasil, registrou 17% de alta nas transações na sexta-feira que antecede a comemoração. O crescimento passou a 34% no sábado e atingiu pico de 55% de aumento no domingo, Dia das Mães. “Temos um cuidado especial neste período, para que as transações sejam rápidas e seguras”, comenta Alessandra Giner, Diretora de Operações do Pagar.me “Nosso objetivo é que a experiência de compra seja muito positiva, e claro que as mães em geral recebam os presentes no tempo previsto!”.

Presentes muito lembrados no Dia das Mães são arranjos de flores, cestas de café da manhã, orquídeas e rosas. A Uniflores, que recebe pedidos online e atende a mais de 1400 cidades no país já se preparou para a ocasião. Douglas Pedrosa, cofundador da empresa espera um aumento de 30% nos pedidos “de última hora” para entrega no próximo final de semana.

Ele comenta que há um equilíbrio entre os consumidores, mas ainda são os homens os maiores usuários do serviço. “É comum serem múltiplas entregas na mesma compra, com presentes para mães, sogras e também esposas, que muitas vezes são mães”. Vale lembrar que as cestas e arranjos de flores também são presentes procurados nas novas famílias, em que há mais de uma mãe, pais, tios e avós que também são mães.

Com a ferramenta de cobrança do Pagar.me utilizada há cerca de um ano e meio, a Uniflores conseguiu otimizar os processos de compras envolvendo múltiplos fornecedores e tem mais tranquilidade, principalmente em períodos de pico como este.

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Atos lança aplicativo para o varejo do futuro

A Atos, líder internacional em serviços digitais, acaba de lançar um aplicativo voltado para a transformação digital do varejo. O aplicativo, chamado Atos Connected Shopping, foi desenvolvido na Fábrica de Software da Atos, em Londrina (PR), e promete mudar a experiência de compra em estabelecimentos como supermercados, atacadistas, lojas de materiais de construção e móveis, entre outros.

Com o Atos Connected Shopping, não será mais preciso, por exemplo, se locomover dentro de um supermercado carregando todos os produtos dentro do carrinho. Basta baixar o app, escanear o código de barras ou QR code do produto com o smartphone, selecionar quantas unidades pretende comprar e realizar o pagamento no caixa. A ideia é garantir mais praticidade, agilidade e conforto ao consumidor.

Após a compra, o cliente poderá retirar os produtos diretamente na saída da loja, recebê-los onde estacionou seu veículo ou até mesmo por delivery, de acordo com a política de cada estabelecimento. O aplicativo vai facilitar também a comercialização dos chamados produtos de alto risco – bebidas alcoólicas, cigarros, perfumes etc. – que ficam armazenados fora das prateleiras dos supermercados e são retirados após a compra.

Integração

O aplicativo pode ser totalmente integrado com os softwares já existentes no varejo, diminuindo o custo de implementação pelas empresas. Ele pode ser utilizado com ou sem conexão de internet. Porém, a presença de Wi-Fi na loja melhora a experiência do usuário, já que é possível ter acesso a informações do produto (foto, descrição, preço), além de ter acesso a produtos semelhantes ou relacionados, o chamado cross-selling.

“A ferramenta foi criada utilizando os dispositivos mais modernos para aprimorar a experiência do consumidor”, diz Alexandre Morais, head de Transformação Digital da Atos América do Sul. “O Atos Connected Shopping é uma ferramenta que além de fidelizar os clientes, é capaz de aumentar o ticket médio das lojas”, adiciona.

O executivo exemplifica que um carrinho de compras mais vazio abre espaço para outros produtos. O cliente, por sua vez, sente-se mais confortável com um carrinho mais leve e tem menos pressa de ir embora da loja.

Prateleiras inteligentes

Além do aplicativo, a Atos possui know how global para oferecer tecnologias de identificação de consumidores na loja, como um mapa de calor, que auxilia as empresas a gerenciar ou remanejar produtos para locais onde há maior circulação ou visualização por parte dos clientes, garantindo melhores ofertas e aumento exponencial de vendas, seguindo seu perfil de consumo.

“Para a Atos, os processos de transformação digital devem abranger não apenas tecnologia, mas também processos, gestão de mudança, integração e principalmente a experiência do cliente”, afirma Alexandre Morais.

“É importante que todas as soluções entreguem valor agregado para o cliente. A Transformação Digital não está na adoção da tecnologia por si só, mas na mudança introduzida no processo de negócio, que cria uma nova alternativa para o consumidor se relacionar com a empresa. Este é o segredo do sucesso”, acrescenta Sergio Saad, gerente de consultoria em Transformação Digital e Negócios da Atos.

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Satélite Geoestacionário abre possibilidade do Brasil participar do desenvolvimento de outros satélites no país

Os benefícios para o Brasil com o Satélite Geoestacionário Brasileiro de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que ganhou os céus da Guiana Francesa nesta quinta-feira, 4/5, vão além de ampliar o acesso à banda larga e garantir a segurança das comunicações militares. Por trás do histórico lançamento desse gigante de mais de cinco toneladas, cinco metros de altura e 37 metros de envergadura, há iniciativas que abrem a possibilidade de transferência de tecnologia para que empresas nacionais participem cada vez mais do desenvolvimento de satélites no País.

O programa do SGDC, instituído pelo Decreto n° 7.769/12, contempla um Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Thales Alenia Space (TAS), empresa franco-italiana responsável pela construção do satélite em Cannes, na França. Em setembro de 2015, a Finep e a AEB lançaram uma chamada pública para capacitar empresas brasileiras no desenvolvimento de satélites no País. A Finep já liberou R$ 14,5 milhões para cinco empresas com o objetivo de custear a absorção da tecnologia comprada pela AEB junto à TAS. O investimento, realizado com recursos de subvenção econômica (sem devolução de capital), deve chegar a R$ 22,5 milhões até o fim de 2018.

Fibraforte, Orbital Engenharia, Equatorial Sistemas, Cenic e AEL Sistemas foram selecionadas para absorver tecnologia nos seguintes subsistemas de satélite: subsistema propulsão monopropelente para pequenos satélites ( Fibraforte); subsistema de potência e geradores solares para satélites (Orbital Engenharia); transferência de tecnologia em controle térmico para satélites (Equatorial Sistemas); desenvolvimento de estruturas mecânicas para cargas úteis de observação da Terra a base de fibra de carbono (Cenic); e transferência de tecnologias espaciais em FPGA e ASIC (AEL Sistemas).

O SGDC, que contou com financiamento de R$ 240 milhões da Finep, é fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa. De acordo com o presidente da Finep, Marcos Cintra, esta é uma iniciativa de alcance estratégico para o País. “Além de conquistar sua soberania nas telecomunicações via satélite, o Brasil vai acumular conhecimento em um setor sensível da tecnologia”, destaca Cintra.

Além do Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial, outra iniciativa integrou o projeto do SGDC: o Programa de Absorção de Tecnologia da AEB, coordenado pela integradora do satélite, a empresa Visiona (joint-venture entre a Embraer e a Telebras). Cerca de 40 brasileiros do Inpe, AEB, Visiona, Telebras e Forças Armadas acompanharam e participaram do processo de construção do satélite na França. “Esses foram os maiores ganhos em termos de tecnologia para o Brasil. Com os dois programas, começamos a ter condições de ingressar em uma cadeia de fornecimento para satélites geoestacionários”, afirma Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

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Alunos da UFSC conquistam terceiro lugar na 11ª edição da Shell Eco-marathon Americas

Estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistaram a terceira colocação geral no ranking da 11ª edição da Shell Eco-marathon Americas, competição que estimula estudantes universitários das Américas a desenvolver protótipos de veículos ultra eficientes, em Detroit, nos Estados Unidos. A equipe EFICEM conseguiu percorrer 283km, o equivalente à distância aproximada entre o campus da UFSC em Joinville e a cidade de São Paulo, com apenas 1kWh de energia elétrica, que atualmente tem o custo aproximado de R$1,00.

A EFICEM se destacou entre as equipes brasileiras, atingindo o terceiro lugar na categoria Bateria Elétrica a bordo do protótipo Setta Energy. Este ano, o veículo, que já chegou a pesar 24kg em 2016 e 22kg em 2015, surpreendeu pela terceira vez consecutiva ao bater a marca de mais leve da competição, com 21,5kg.

“Participar da Shell Eco-Marathon em Detroit é uma experiência incrível. Você aprende a trabalhar em equipe e pode contar com toda uma estrutura organizacional por trás. A Shell Eco-Marathon vem para coroar o esforço dos alunos durante boa parte do ano. É uma via de mão dupla, a gente aprende, a gente ensina. A experiência é fantástica e, se eu pudesse, participaria todos os anos. Recomendo a todos os alunos que cursam engenharia a se engajar nesse projeto”, comenta Gustavo Marchiori, da equipe EFICEM.

A equipe da Universidade Presbiteriana Mackenzie ficou em sexto lugar também na categoria Bateria Elétrica. Alunos da Universidade Federal de Itajubá, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e da PUC- RS também participaram da competição. A disputa deste ano teve a participação de mais de 1.200 estudantes de oito países: Brasil, Canadá, Colômbia, Guatemala, México, Peru, Porto Rico e Estados Unidos.

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A expansão da Computação em Nuvem no mundo corporativo – Por Mário Rachid

Alguém duvida que vivemos hoje um dos momentos mais disruptivos da história, e os grandes avanços só são possíveis graças à tecnologia? Sem dúvida, a estrutura do setor de TI está totalmente diferente para acompanhar as novas demandas do mercado, que vive seus dias mais digitais. Pequenas e médias empresas, antes com limitação de orçamentos, não tinham estruturas para competir com as grandes corporações. Em contrapartida, os conglomerados empresariais eram lentos, não conseguiam adotar novas tecnologias e muito menos se reinventarem. Agora, com a disseminação da Computação em Nuvem, ou Cloud Computing, as regras mudaram e o mercado iniciou uma nova dinâmica de trabalho totalmente diferente do que tínhamos há poucos anos.

De forma tímida, as aplicações em Nuvem começaram a ganhar força com os sistemas de e-mail. Em busca de disponibilidade a qualquer hora do dia e da noite, hoje a maioria das empresas do mundo utilizam Cloud para e-mail. A Computação em Nuvem começou como um experimento, percorreu um longo caminho e já está começando a ser considerada crítica para as empresas. Em sua primeira década, Cloud não foi rapidamente aceito pela área de TI, que ainda trabalhava apenas com soluções e equipamentos próprios. Mas, olhando para seu estágio atual, temos a garantia que as oferta em Nuvem se tornaram maduras e muito mais seguras do que nos primórdios. Com isso, ganhou a atenção da área de TI e de outros departamentos, dominando todas as áreas das empresas.
Por isso, é possível afirmar que a transformação digital das empresas será feita por meio de ambientes Cloud. Companhias que buscam agilidade estão procurando oportunidades nas soluções em Nuvem para criar novos serviços e modelos de negócios inovadores que as ajudem a reduzir custos e tempo, aumentando a produtividade e criando eficiências operacionais para seus negócios. Os serviços estão crescendo para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS). Os paradigmas de propriedade estão sendo definitivamente esquecidos ao serem substituídos por novos modelos. Novas formas de medição e de cobrança vão ganhar novos adeptos a cada dia. O modelo que conhecíamos de compra de equipamento deixará de existir para ceder espaço a um outro, mais moderno, de uso conforme a necessidade do momento e com pagamento flexível.

Com Cloud Computing, as empresas promoverão novos níveis de experiência e de relacionamento entre funcionários, fornecedores, parceiros e clientes. Toda a estratégia empresarial corporativa será revista e TI estará mais presente nas organizações, com um papel mais estratégico. A infraestrutura deixará de ser coadjuvante para estar no centro das decisões e os CIOs terão novas possibilidades para atuarem como orquestradores dos serviços empresariais, uma vez que tudo estará conectado.

Essa mentalidade direcionada para novos serviços e a promoção da experiência dos clientes irá requerer uma mudança cultural, bem como uma transição para um modelo operacional orientado conforme o uso e a necessidade de recursos. Essa transição também aumentará a flexibilidade das empresas e permitirá que a área de TI auxilie, de forma ainda mais eficaz, o crescimento do negócio.

Durante a última década, a Computação em Nuvem amadureceu em várias frentes, inclusive em segurança. Pesquisas apontam que ambientes e aplicações armazenados em Data Centers externos de qualidade são duas vezes mais seguros que as estruturas de TI locais, além de serem mais modernos, baratos e flexíveis. Por isso, não considero prematuro afirmar que esse novo mundo Cloud será predominante nas organizações e teremos uma reversão de cenário, com quase todas as aplicações e sistemas em Nuvem.

À medida que aumenta a pressão para mover para os serviços, aplicações e infraestruturas para Cloud Computing, mais organizações estão agilizando seus projetos para potencializar os ganhos desse novo ambiente. Até 2021, mais da metade das empresas globais terão estruturas totalmente armazenadas na Nuvem (Cloud-all-in).

Esse novo ciclo demandará um novo planejamento das empresas e uma capacidade ainda maior dos Data Centers externos, que deverão ter um volume cada vez maior de clientes. No Brasil, o movimento ganhou força por conta da pressão enfrentada pelas companhias para reduzirem custos ao longo do ano passado, e, sem dúvida, terá maior volume nos próximos anos. Ao mudar a lógica do budget das empresas, do modelo de compra para o de pagamento conforme a utilização, teremos um novo cenário disruptivo. As empresas que não aderirem ao Cloud ficarão de fora desse capítulo da história!

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

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Reputação e confiança em um mundo digital – Por César Cernuda

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Agora mais do que nunca, reputação e confiança são muito importantes em um mundo digital. Mas, primeiro, quero comentar algo sobre duas fotografias.

Trata-se do icônico edifício Flatiron em Nova York. Na primeira, de 1905, os cavalos são o principal meio de transporte. Por outro lado, na segunda, de 1925, apenas duas décadas depois, os carros enchem as ruas. Em um quarto de século, as indústrias construídas sobre cavalos desapareceram e foi necessário criar novas leis e infraestrutura, com uma onda de inovação que lançou uma nova economia. Uma economia mais produtiva, mais dinâmica e que criou milhões de novos empregos com bons rendimentos.

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Hoje acontece o mesmo com outra transformação igualmente impactante: a Quarta Revolução Industrial na qual a Nuvem e a mobilidade estão por trás dessa transformação. Hoje estamos mais conectados; temos telefones inteligentes; procuramos informação de forma diferente e rápida; colaboramos de maneira mais fácil e falamos com máquinas graças à inteligência artificial.

A transformação digital traz muitas melhorias, do aumento da produtividade, maior inclusão no acesso à informação e novos modelos de negócios, até novas formas de nos comunicar e trabalhar uns com os outros. Mas isso só é possível se as empresas confiarem na tecnologia que usam. Sem confiança, não existe transformação digital.

Na Microsoft, a confiança, privacidade e segurança estão no coração de nossa missão. Só assim podemos habilitar a transformação digital mantendo uma sólida reputação de cumpri com o prometido com nossos clientes. E a base de tudo isso é a transparência: é preciso ser claro com o mundo quais tipos de dados estão sendo coletados e como são usados.

Para este fim, a Microsoft investiu na América Latina, abrindo o primeiro Centro de Transparência para a região com sede em Brasília, onde é promovida a computação confiável e a segurança. Além disso, em fevereiro deste ano abrimos o primeiro Centro de Cibersegurança servindo toda a América Latina com base no México, para reforçar nosso compromisso de ajudar indivíduos, empresas e países da região a continuar seu caminho para a transformação digital.

Na parte da reputação para Microsoft, a integridade nos negócios e o cumprimento das regras e políticas correspondentes é algo muito sério. Estamos comprometidos a ajudar nossos sócios a construir suas próprias capacidades de realização.

Somos a primeira empresa norte-americana a se ajustar ao padrão internacional ISO contra o suborno. A revista ‘Ethisphere’ nomeou a Microsoft como uma das empresas mais éticas do mundo pelo sétimo ano consecutivo. Também é uma honra que nossa subsidiária da Microsoft Brasil tenha sido recentemente reconhecida pela organização Pró-Ética no Brasil por suas práticas locais de integridade, e o escritório no México foi reconhecido com o Prêmio Ética e Valores da CONCAMIN (Confederação de Câmaras Industriais).

Como se fosse pouco, fomos reconhecidos no Top 100 de empresas no primeiro Índice de Sustentabilidade Corporativa na América Latina, apresentado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. O índice reconhece empresas em áreas como integridade corporativa, transparência, redução de CO2, práticas que promovem uma melhor utilização dos recursos naturais, inovação, diversidade, geração de emprego e impacto positivo nas comunidades vulneráveis, entre outros.

Para conseguir que a tecnologia nos permita aumentar nossa produtividade, desenvolver novos modelos de negócios, trabalho e comunicação, é necessário que as empresas confiem plenamente na tecnologia e na Microsoft. Por isso temos uma clara visão de motivar a confiança a partir da reputação.

César Cernuda, presidente da Microsoft América Latina

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People+Strategy anuncia nova Líder do Núcleo de Coaching

Com a proposta de fortalecer sua atuação em Coaching, a People+Strategy – consultoria brasileira reconhecida por seu trabalho estratégico em grandes companhias – convidou Yukiko Takaishi para juntar-se ao seu time. Ela será responsável pelo Núcleo de Coaching, atuará como consultora do Núcleo de Pessoas e representará comercialmente a P+S.

Yukiko tem vasta experiência em coaching e na área Comercial em consultoria. É formada em História e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, possui MBA em Gestão Empresarial pelo Insper e Certificação em Brain-based Coaching pelo Neuro Leadership Institute. Yukiko atuou em várias empresas em nível executivo, sempre em projetos estratégicos de capital humano, gerenciando mudanças e fortalecendo resultados.

“Estamos felizes com a entrada da Yukiko e acreditamos que será uma importante profissional na nossa empresa. Ela tem experiência,muito conhecimento e contriburá muito em nosso propósito de contribuir na TRANSFORMAÇÃO da vida de organizações e pessoas“ disse João Roncati.

“O meu desafio na P+S é motivador. Quero ajudar a empresa nesse crescimento e vamos estruturar para isso acontecer o mais rápido possível”, conta Yukiko.

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