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Como a realidade virtual está impactando o mundo fitness

Por Ricardo Vidal

Dezenas de jogos fitness já estão disponíveis nos marketplaces e lojas de aplicativos online. Cada um se esforçando para tornar o ato de sair do sofá e se exercitar um pouco, algo mais divertido do que uma corrida ou ir a academia. Mais diversão significa mais exercícios, o que significa menos resoluções de Ano Novo descumpridas e menos centímetros na cintura. Tem como não gostar?

Isso pode soar bom demais para ser verdade, mas pesquisas dizem que a Realidade Virtual pode desempenhar esse tipo de truque mental saudável. É por isso que pesquisadores sérios da area médica estão recorrendo à RV para uma série de usos terapêuticos, incluindo o tratamento do estresse pós-traumático, a manutenção da acuidade mental para idosos e o controle da dor das vítimas de queimaduras. Foi exatamente por essas razões que os fundadores da Black Box VR fizeram de tudo para desenvolver o que seria o primeiro jogo de condicionamento físico de realidade virtual, focando mais no treinamento de resistência do que em treinamentos aeróbicos.

Os atletas profissionais estão acostumados a resistir à dor e as adversidades para chegar ao próximo nível. Eles têm a força mental necessária. Quando você trabalha com RV, 80% do seu cérebro é dedicado aos estimulos visuais. Se o estímulo for forte o suficiente, é mais fácil anular essa sensação de dor, que tira o ânimo de muita gente para se exercitar.

A natureza ativa da realidade virtual significa que qualquer jogo de RV – não apenas jogos fitness – oferece algum valor de exercício. O Departamento de Cinesiologia da Universidade Estadual de São Francisco lançou o VR Health Institute, que está desenvolvendo métodos para testar e classificar jogos com base em quantas calorias os jogadores queimam em uma sessão.

Aaron Stanton, um investidor anjo do Vale do Silício e conselheiro de startups com foco em realidade virtual e realidade aumentada, está envolvido com o VR Health Institute. Para ele, os jogadores do setor de fitness vão, em breve, ser o centro de uma corrida entre os desenvolvedores pela participação no mercado de fitness em VR. Stanton defende que, em cinco anos, não haverá uma academia nos EUA que não tenha algum componente de realidade virtual ou aumentada.

Dezenas de jogos de fitness com realidade virtual baseados em aeróbica já estão disponíveis em plataformas de realidade virtual, como HTC Vive e Oculus Rift. Os jogadores usam varinhas ou luvas para executar ações que queimam calorias, como dar socos, balançar espadas ou disparar um arco em uma variedade de jogos. Nenhum jogo no mercado replica um treino de levantamento de peso, mas a Black Box VR espera mudar isso.

A empresa planeja abrir suas próprias academias de boutique, começando esse ano com uma academia piloto em San Francisco. Os usuários entrarão em uma sala pessoal – uma caixa preta – onde vão colocar um fone de ouvido HTC Vive VR e calibrar as várias máquinas para sua altura e força. O sistema terá registros do histórico de exercícios de cada usuário e vai montar jogos específicos para fornecer a resistência adequada, que deve aumentar gradualmente, de acordo com o desempenho do usuário. Se um jogador completar apenas, digamos, seis de 12 repetições, a evolução da sua força de ataque no jogo será mais lenta.

A ideia é que os usuários subam de nível em seus treinos à medida que sobem de nível no jogo, criando um feedback gratificante que recompensa o esforço deles. Se aumentar o nível de ataque, o usuário obtém aquele pico de dopamina que o ajuda a voltar para a academia mais motivado. Da próxima vez que ele voltar para a academia, não estará mais no nível 5. O jogador/atleta estará no nível 6 e com mais poder de ataque no jogo, e assim, gradativamente, estará sempre em busca do próximo desafio.

Ricardo Vidal, Diretor de Vendas LATAM e Caribe da Micron Technologies

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Maior evento de empreendedorismo jovem do Brasil celebra 25 anos

Entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, será palco do Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ), o maior evento voltado para empreendedorismo jovem do Brasil. Organizado pela Brasil Júnior, instância que representa o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil, e pela FEJEMG, Federação das Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais, o ENEJ espera receber cerca de 5.000 estudantes universitários de todos os cantos do País.

Desenvolvido em formato de festival, com stands de conteúdos espalhados pela cidade, o tema será “Entre o Legado e o Sonho”. “Essa edição é a maior da história e se torna ainda mais especial porque marcará o aniversário de 25 anos do evento, 30 anos do MEJ no Brasil e 15 anos da Brasil Júnior”, celebra Iago Maciel, Presidente da instituição. “É uma oportunidade de causar um impacto direto nos principais agentes da inovação nacional”, complementa.

Sem fins lucrativos, toda a renda será aplicada no desenvolvimento de projetos que beneficiam os próprios universitários e a comunidade. “O objetivo destes quatro dias é conectar os estudantes e consolidar o movimento de empreendedorismo jovem no Brasil, impactando positivamente a cidade de Ouro Preto e todo o País”, comenta Iago Maciel. Estima-se que o ENEJ movimentará aproximadamente R$ 3 milhões para a região.

Os participantes do evento terão acesso a palestras, workshops, cases, minicursos e rodas de discussão com grandes nomes do mercado. Entre os confirmados estão Rony Meisler, CEO da Reserva; José Finocchio Jr, CEO do PM Canvas; Alessio Alionco, CEO do Pipefy; Joice Toyota, co-fundadora da Vetor Brasil, e Sandro Magaldi, co-fundador do Meusucesso.com.

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Venda de tickets pela internet cresceu 17,7% no segundo trimestre, diz pesquisa

A venda de tickets pela internet cresceu 17,7% no segundo trimestre deste ano, em relação ao 1o trimestre, de acordo com a pesquisa Netrica, feita pela Netquest em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). A pesquisa aponta ainda, que o setor de Farmácias, obteve crescimento de 12,3% e que Lojas de Departamento e Moda tiveram o maior alcance nos sites de comércio eletrônico, com 71,7% e 29,8%, respectivamente, ou seja, 71,7% dos internautas brasileiros visitaram, no período, alguma loja online de departamento.

“O Netrica traz os principais indicadores de desempenho por segmento de negócio do comércio eletrônico no Brasil, e para nós é importante ter um estudo qualificado como esse, com métricas relevantes e inéditas”, diz Leonardo Palhares, presidente da camara-e.net e sócio do escritório Almeida Advogados.

No segundo trimestre deste ano, a pesquisa também mostra que a conversão de vendas (um dos levantamentos inéditos da pesquisa), medida no acesso via desktop, foi de 15% em Food Delivery, 5,3% em Farmácia e 4,6% em Material de Escritório. No entanto, o total de pedidos finalizados via desktop caiu de 29,4 milhões no primeiro trimestre para 28 milhões no segundo. Essa queda de 6% se deve ao crescimento dos pedidos finalizados via dispositivos móveis.

Outro setor que deu um salto significante no último trimestre foi Beleza & Cosméticos, cujas lojas online registraram 108,4 milhões de visitantes únicos, contra os 86,9 milhões do primeiro trimestre.

A pesquisa Netrica abrange os principais países da América Latina, além de Portugal e Espanha. No Brasil, é feita com uma amostragem de 10 mil consumidores, cujos hábitos de navegação são obtidos pela Netquest dentro de uma base de 270 mil panelistas brasileiros. Cada consumidor online é monitorado 24 horas por dia, 7 dias da semana, por meio de um dispositivo instalado no desktop e em seus dispositivos móveis. Esse monitoramento traz dados como visitantes únicos, conversão de vendas, alcance e pedidos finalizados em categorias como Peças & Acessórios automotivos, Bebês & Crianças, Beleza & Cosméticos, Cultura, Moda, Material de Escritório, Farmácia, Supermercados, Viagem e Serviços.

“A Netrica é uma poderosa ferramenta para o entendimento da evolução dos negócios online, e a parceria com a camara-e.net é muito importante para propagar o estudo no Brasil”, conclui Patrícia Beber, gerente geral da Nequest no Brasil.

78% dos candidatos com deficiência não necessitam de acessibilidade para trabalhar

Quando uma empresa busca um candidato com deficiência, uma de suas preocupações é com a acessibilidade, tanto arquitetônica (rampa de acesso, banheiros acessíveis, vagas reservadas, entre outros), quanto comunicacional (intérprete de libras, recursos que facilitem a comunicação etc) e tecnológica (softwares leitores de tela, lupas de aumento, impressora braile e outros). Porém, segundo pesquisa da Catho, em parceria com i.Social, ABRH-SP e ABRH Brasil, 78% dos entrevistados responderam não necessitar de acessibilidade no ambiente de trabalho, diferente do que pensam os recrutadores, que consideram a falta de acessibilidade o segundo item entre as principais dificuldades no recrutamento de pessoas com deficiência (PCD), com 15%.

Principais dificuldades no recrutamento e seleção de pessoas com deficiência :

Baixa qualificação dos profissionais com deficiência

19%

Falta de acessibilidade na empresa

15%

Resistência dos gestores

14%

Falta de banco de currículos confiáveis

14%

Dificuldade em estabelecer vagas exclusivas para pessoas com deficiência

11%

Baixa atratividade em função da qualidade ruim das vagas destinadas aos PCDs

7%

Dificuldade em lidar com pessoas com deficiência

6%

Os profissionais com deficiência faltam muito nas entrevistas

5%

Pouco apoio da liderança

6%

Falta verba para contratar uma consultoria

3%

Você necessita de acessibilidade no ambiente de trabalho?

Não necessito de acessibilidade

78%

Acessibilidade tecnológica

4%

Acessibilidade comunicacional

6%

Acessibilidade arquitetônica

14%

“Algumas vezes, as empresas podem deixar de contratar pessoas com deficiência apenas por desconhecimento. E pensar que é necessário grandes transformações na acessibilidade é uma delas. Na verdade, existem inúmeras classificações de deficiências e muitas delas não requerem adaptações no ambiente de trabalho para poder exercer sua função”, afirma Fernando Morette, diretor de Operações da Catho.

Tipos de deficiência

Física

61%

Auditiva

19%

Visual

15%

Intelectual

3%

Múltipla

2%

O levantamento também apontou que 92% dos entrevistados não precisam de nenhuma ajuda técnica para sua deficiência, chamado de “Tecnologia Assistiva” ou “Tecnologia de Apoio”. O termo é utilizado para identificar os recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com algum tipo de deficiência.

Você precisa de ajudas técnicas para trabalhar?

Sim

8%

Não

92%

Sobre a Pesquisa:

Foram entrevistadas 1.091, entre pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, 117 executivos e 1.240 recrutadores. O levantamento foi realizado entre julho e setembro de 2017.

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Equinix anuncia serviço Google Cloud Interconnect no Brasil

Eduardo Carvalho, da Equinix no Brasil

A Equinix, empresa global de interconexão e data center, anuncia a expansão da sua parceria com o Google Cloud no Brasil, fornecendo acesso direto e privado ao Google Cloud Platform (GCP) por meio do Equinix Cloud Exchange™ Fabric (ECX Fabric). Com o auxílio do ECX Fabric, os clientes podem usar o Google Cloud Interconnection para conectar sua rede local, de forma segura e dinâmica, à nuvem do GCP.

A interconexão privada do Google, chamada Google Cloud Interconnect, permite transferir grandes quantidades de dados entre as redes, o que pode ser mais econômico, seguro e escalável do que o acesso pela Internet pública. O portfólio completo das opções de interconexão do Google Cloud evidencia a relevância do ECX Fabric para os clientes Equinix que estão construindo ambientes híbridos e multicloud, cujas aplicações e cargas de trabalho variadas exigem soluções de conectividade de alta performance entre redes e provedores diferentes.

“Ao fornecer acesso aos serviços de interconexão privada, estamos expandindo as ofertas e ajudando as empresas a aproveitarem melhor os serviços de cloud do Google, acelerando suas estratégias de nuvem híbrida”, afirma Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil. “Com mais opções de conectividade e maior acessibilidade ao Google Cloud, a Equinix está atendendo as necessidades de interconexão dos clientes e permitindo que eles gerenciem facilmente a nuvem de sua escolha”, complementa Eduardo.

“O Partner Interconnect oferece aos clientes do Google Cloud ainda mais opções de conectividade para ambientes híbridos”, disse John Veizades, gerente de produtos do Google Cloud. “Juntamente com a Equinix, estamos tornando mais fácil para os clientes estenderem sua infraestrutura local para o Google Cloud Platform”.

Expertise local em ambientes híbridos

A demanda das empresas por conexões de nível empresarial com o Google Cloud Platform também passa pela necessidade de parceiros com conhecimento de causa em migração e suporte a aplicações e infraestrutura. A Claranet, companhia global com mais de 20 anos de atuação, é um dos parceiros do ecossistema Equinix preparado para atender demandas de implementação e gerenciamento de ambientes híbridos, trabalhando como uma extensão do cliente à fim de otimizar continuamente seu desempenho e garantir vantagem competitiva.

“Sendo um parceiro Premier Google Cloud, estamos bem posicionados para projetar, construir e gerenciar o ambiente, fornecendo a confiabilidade e o desempenho que o cliente necessita”, afirma Daniel Galante, Managing Director da Claranet no Brasil. A empresa é parceira Equinix há 16 anos e atende a mais de 100 clientes em todo Brasil. “Se o cliente já está usando o Google Cloud Platform, está buscando migrar ou ainda, está construindo um ambiente totalmente novo, podemos ajudá-lo a se mover rapidamente de forma automatizada e segura”, completa Fábio Beato, Head de Operações.

Com a disponibilidade do Google Cloud Interconnect no Brasil, agora são 20 as localidades do mundo onde os clientes do Equinix Cloud Exchange™ Fabric contam com interconexão dedicada ao Google Cloud Platform, tornando mais fácil para as companhias consumirem os serviços do Google Cloud em qualquer lugar.

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Gartner mostra como executivos conseguem manter seus empregos após ciberataques

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, divulga os motivos porque muitos CEOs serão demitidos por causa de ciberataques e como eles podem se manter em seus cargos.

“Tendências no âmbito regulatório indicam um aumento da responsabilidade para conselhos de administração e executivos na comunicação e prevenção de ciberataques”, diz Tom Scholtz, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Embora você não possa controlar a ocorrência de ataques, é possível supervisionar o nível de preparo das organizações para responder e enfrentar a tempestade”, afirma o analista. “Fomente o engajamento de seus executivos – o risco é deles.”

Segundo o Gartner, o roubo de dados privados de 143 de milhões de norte-americanos fez do caso envolvendo o ciberataque da Equifax um dos maiores da história. A maneira como a companhia lidou com a situação foi acompanhada de diversas análises, resultando na saída do CEO Richard Smith em meio à crise, em 2017. Trata-se de um sério lembrete para qualquer CEO dos perigos envolvidos na violação de dados, diz o especialista.

Para o Gartner, muitos CEOs serão demitidos por causa de ciberataques. Vejas sete razões das demissões de altos executivos por erros de segurança, e como eles devem fazer para manter seus cargos:

1. Responsabilidade fragmentada – Mais CEOs serão tidos como os “responsáveis”. Sem um bom esforço de engajamento contra os risco não há como responsabilizar – “Eu apenas fiz o que o pessoal da segurança me mandou fazer”. Ofereça aos seus executivos condições para decisões adequadas, não proteção. Modelos fortemente baseados em responsabilidade, nos quais os riscos estão a cargo de quem tem autoridade para cuidar deles, garantem que problemas de segurança não se agravem.

2. Desconexão cultural – Muitos Conselhos de Administração acreditam que cibersegurança é um problema técnico resolvido por pessoas técnicas, escondidas em TI. Ao contratar as pessoas certas com conhecimento técnico, é possível diminuir as chances de ser atacado e manter distância das manchetes.

3. Servidor que nunca sofre correções – Embora haja uma legítima razão corporativa, muitas organizações possuem servidores completos sem nunca terem sido atualizados ou corrigidos. Decisões de negócios conscientes precisam ser tomadas levando em consideração o que será feito, mas, mais importante, o que não será feito para se proteger.

4. Seu executivo de segurança é o defensor da sua organização – Equipes de segurança são contratadas por serem especialistas e seu trabalho é proteger a organização. Esses silos são a questão, colocar pessoas na função de proteger os resultados de negócios que não entendem. Fomente o engajamento de seus executivos – esse é o risco deles.

5. Jogar dinheiro no problema – Você não pode comprar sua saída – você ainda não estará perfeitamente protegido. Evite resultados negativamente impactantes devido a elevação de custos operacionais existentes prejudicar potencialmente a habilidade de a organização funcionar.

6. Tolerância ao risco e apetite brando – Organizações criam declarações genéricas de alto nível sobre seu apetite por risco que não suportam a tomada de boas decisões. Evite prometer para apenas engajar em atividades de baixo risco. Essa prática é contrária aos bons negócios e cria outras boas razões para demissão se você está envolvido em atividades de risco.

7. Pressão social – Culpar uma organização por sofrer um ataque de hacker é como culpar um banco por ser roubado. A diferença é que bancos são defensáveis – a maior parte das organizações não é. O primeiro passo para se recuperar é admitir que você tem um problema. Suas ações reforçam como as pessoas percebem a dificuldade. “CEOs precisam redefinir a maneira como lidam com risco e segurança para evitar serem demitidos”, acrescenta Scholtz. “O propósito do programa de segurança é criar um equilíbrio entre a necessidade de proteger e a exigência de conduzir os negócios”, diz o especialista do Gartner.

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Pesquisa Fiesp aponta que 54,8% dos empreendedores desconhecem as Fintechs

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Fintechs, empresas que empregam intensamente a tecnologia para oferecer serviços financeiros alternativos aos bancos convencionais, ainda são pouco conhecidas no Brasil, mas não param de crescer no país. Segundo pesquisa “Fintechs: alternativas aos bancos tradicionais – Pesquisa Rumos da Indústria”, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a participação de 400 indústrias no estado, 54,8% das empresas nunca tinham ouvido falar do assunto.

“Mas há espaço para crescimento, já que a principal motivação das empresas que nunca buscaram crédito ou utilizaram outros serviços financeiros fora do sistema bancário tradicional é a falta de conhecimento, caso de 42,4% dos entrevistados”, explicou Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria e do Acelera Fiesp, durante “Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio” e uma rodada de atendimento aos empreendedores, nesta terça-feira (21/08), na sede da entidade.

Segundo ele, operando com custos menores, essas instituições conseguem reduzir as taxas cobradas aos empresários. “O índice de satisfação é alto, precisamos apresentar essas possibilidades ao mercado”, explicou. “Acreditamos no empreendedorismo, a Fiesp tem esse DNA, essa é uma casa de negócios”.

Entre os motivos para acreditar na expansão dessas instituições no Brasil está o fato de que 78% das fintechs nacionais têm serviços financeiros para oferecer às empresas. Já a principal área apontada pelas empresas da pesquisa da Fiesp como atendimento deficiente pelos bancos tradicionais é a de crédito para capital de giro (56,1%). Cerca de 28,5% das empresas já buscaram crédito em instituições financeiras outras que não os bancos tradicionais.

A motivação para fugir dos gigantes do mercado financeiro é a facilidade na contratação para 53% dos empreendedores, seguida pela agilidade no retorno da operação (50,4%) e pelas melhores taxas/tarifas (48,7%).

O estudo mostra que 20,5% das empresas já usaram serviços financeiros fora do sistema tradicional. Dessas, 61,1% avaliam a experiência como boa ou excelente. Nessa linha, as melhores tarifas (51,5%) e a facilidade na contratação (41,7%) também motivariam quem nunca procurou uma fintech a dar uma chance a essas instituições.

“É preciso manter o espírito de startup. O crescimento da procura pelas fintechs é exponencial”, finaliza.

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GFT reforça time de negócios com nova diretora

A GFT, referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, ganha mais um reforço na área de negócios. Com mais de 20 anos no mercado, Ana Rosa Madeira é a mais nova diretora da área na GFT, sendo a responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e entrega de soluções com foco em inovação, transformação digital e modernização de core banking.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Ana Rosa fortalece o time de executivos de Financial Services da companhia. “A Ana conta com umasólida experiência em vendas e entregas consultivas, implementações de soluções e programas de modernização de plataformas de negócio e ambiente analítico. Todo esse back-ground e conhecimento em processos do negócio irão agregar experiência e reforçar a nossa atuação estratégica”, analisa o executivo.

A profissional tem uma carreira construída em organizações de tecnologia e serviços nacionais e multinacionais, como Oracle, Capgemini, CTIS e BDO Binder. Nessas companhias, acumulou mais de 20 anos de experiência no atendimento a clientes de grande porte do segmento financeiro tanto nas áreas de TI quanto de negócios.

A diretora é a segunda contratação anunciada para a área de negócios da GFT nos últimos dois meses. Recentemente, chegou ao time Fabricio Vaz, diretor que tem como missão reforçar a atuação da companhia em Financial Services e Retail. “A GFT continua o seu processo de crescimento no país, oferecendo soluções inovadoras e exponenciais para as instituições financeiras. Por isso, reforçamos o nosso time, procurando contar sempre com os melhores profissionais”, complementa Santos.

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Kakau Seguros lança seguro para smartphones

A Kakau Seguros, plataforma de seguros digital por assinatura, traz ao mercado o Kakau Protege, seguro digital para quem busca proteger o seu smartphone de forma rápida e transparente. O novo serviço inclui cobertura para celulares novos ou usados contra roubo, furto qualificado e danos acidentais, além de oferecer segurança para os dados pessoais do assinante. Está disponível para contratação de planos individuais ou coletivos, e o usuário ainda poderá escolher por roubo e furto ou danos, ou o pacote completo.

Para o CEO da Kakau Seguros, Henrique Volpi, o principal diferencial do Kakau Protege é a possibilidade do usuário ter uma experiência inovadora. “A seguradora Generali Brasil nos possibilitou inovar deixando o usuário livre para escolher o plano que ele quer assinar, ou seja, com alguns cliques o assinante pode personalizar suas coberturas, além de contar com benefícios de proteção cibernética da Affinion. Tudo isso através do modelo de assinatura, que garante liberdade e controle ao usuário para fazer mudanças na contratação, sem nenhuma burocracia, em qualquer lugar e a qualquer momento”.

Vantagens ao cliente

Reconhecida no mercado por adotar tecnologias como “machine learning” e ciência de dados para tornar mais ágil a experiência do usuário, a Kakau Seguros permite que o contratante faça todas as interações por meio da sua plataforma digital, que pode ser acessada a qualquer hora do dia, por meio de qualquer dispositivo que tenha acesso à internet.

Além disso, o seguro de dados é um benefício garantido ao contratar o serviço em todos os níveis de personalização. Isso permite o monitoramento de dados do segurado em seu aparelho para proteção contra fraudes. Ou seja, esse recurso avisa quando os dados pessoais já foram fraudados, monitorando a exposição de dados 24 horas por dia.

Os valores do seguro Kakau Protege são muito competitivos e pensados para caber em qualquer bolso. Variam de acordo com o aparelho e a personalização que o assinante escolher.

Mercado promissor

De acordo com o sócio-diretor da Kakau Seguros, Diogo Russo, o lançamento do Kakau Protege é mais uma iniciativa da empresa em prol da expansão da acessibilidade a serviços de seguro, que tendem a crescer no Brasil nos próximos anos. “Acreditamos que essa novidade vai além da ampliação das nossas ofertas. Trata-se de uma revolução do mercado de seguros do país, já que permite, por meio de uma plataforma digital, a contratação rápida e segura de um serviço que protege o smartphone, dispositivo móvel cada vez mais presente na rotina do brasileiro”, finaliza o executivo.
Para mais informações sobre as novidades especiais do Kakau Protege, acesse: www.kakau.co

O produto

De acordo com Marcelo Torres, sócio-diretor da Kakau, inovar em prol do usuário é o principal direcionamento dos produtos co-criados pela Kakau, e por isso, todos os produtos dentro da plataforma tem características e benefícios particulares, pois assim o assinante estará sempre disposto a testar os novos produtos da Kakau Seguros.

Dicas de como escolher o melhor coworking para você e sua empresa

Coworking deixou de ser uma tendência e tornou-se uma realidade no Brasil e no mundo. Um negócio em franca expansão. O Censo Coworking Brasil 2017 revelou que, em apenas cinco anos, estes espaços compartilhados de trabalho movimentaram 82 milhões de reais em 2016, e registraram crescimento acima de 100% no mesmo ano. Já o estudo Global Coworking, da DeskMag, tem uma projeção de que até 2022 o número de coworkings pelo mundo chegue a 30 mil, com milhões de pessoas trabalhando nesses espaços.

Quem decide trabalhar num coworking, faz esta escolha pelos inúmeros benefícios, que vão desde os gastos mensais mais baixos, em comparação a manter escritório próprio e todos os serviços necessários, até a possibilidade de networking e fechamento de negócios, entre outros. No entanto, escolher um espaço compartilhado de trabalho merece atenção, e diversos pontos devem ser observados. Afinal, é importante que o local favoreça o rendimento profissional, a geração de negócios e o crescimento do empreendimento, além de promover uma experiência agradável e positiva.

Sendy Cristani, sócia e COO do COPA Network, dá algumas dicas para quem está em busca de um coworking:

1) O coworking tem de ser condizente com o seu perfil e o da sua empresa

Estes espaços de trabalho compartilhados não são todos iguais, por mais que ofereçam uma estrutura básica parecida. Cada coworking tem sua personalidade. É importante escolher o que tem a ver com o seu perfil e o de sua empresa, justamente para que haja produtividade e crescimento. Por isso, faça visitas aos locais que lhe interessam. Se puder, passe um dia trabalhando no local para sentir o ambiente e a conexão das pessoas a fim de avaliar qual é o mais viável para atender suas expectativas.

2) Saiba quem são os outros profissionais e empresas presentes

Há coworkings que são segmentados, ou seja, todos os empreendedores e empreendimentos atuam no mesmo ramo, e há os que englobam profissionais e empresas das mais diversas áreas. Independente do tipo de espaço de trabalho compartilhado, veja se você e sua empresa vão se beneficiar com estes contatos, e como você, e toda sua experiência, pode contribuir com os outros membros.

3) Como o local favorece o crescimento do profissional e da empresa

Para integrar a comunidade local e promover o networking, é importante que o coworking promova happy hous, palestras, workshops, cursos, eventos e outras atividades. “Além de tudo isso, os funcionários do COPA estão preparados para também promover a integração no dia a dia, mesmo que seja um bate-papo no café, por exemplo”, explica Sendy.

4) Localização

O coworking deve ter uma localização privilegiada na cidade e de fácil acesso, inclusive para quem utiliza transporte público.

5) Estrutura e serviços

Além das posições de trabalho, veja se o coworking tem recepção, auditório, sala de reuniões, espaços de lazer e eventos, copa, cozinha e cabines privativas para ligações telefônicas ou chamadas em vídeo, entre outras áreas. Atente também para a qualidade da Internet e do sinal de telefone, o fácil acesso aos funcionários do espaço, à limpeza e segurança. Sendy revela que “há pessoas que avaliam a iluminação do local, a qualidade dos móveis, se o espaço é silencioso ou muito barulhento e outros detalhes mais”.

5) Acesso 24/7

Poder utilizar o local 24 horas por dia, sete dias por semana faz muita diferença. “Bons negócios, reuniões, oportunidades e pico de criatividade e produtivade podem acontecer a qualquer momento”, ressalta a COO.

6) A possibilidade de usar o endereço do coworking como seu endereço comercial

Possuir um endereço comercial pode ser importante na estratégia de geração de negócios de uma empresa. Ainda mais quando o local está situado num ponto estratégico e valorizado da cidade. Portanto, poder utilizar o endereço do coworking como seu endereço comercial é algo positivo.

7) Mesmo quem viaja muito pode se beneficiar dos coworkings

Coworkings em rede possuem unidades em diversas cidades, e até outros países, ou mesmo parcerias com outros espaços de trabalho compartilhados. Isso beneficia quem viaja com frequência, uma vez que não precisará trabalhar em quarto de hotel, cafés ou procurar espaço adequado onde estiver.

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Presidente do Google Brasil confirma presença na Rakuten EXPO 2018

A Rakuten EXPO 2018, realizada pela Rakuten Digital Commerce, empresa do grupo global de internet e comércio eletrônico Rakuten Inc., contará com mais de 50 palestrantes renomados no mercado brasileiro e internacional para discutir as novas soluções, tecnologias e tendências para o e-commerce. Entre os keynotes confirmados, está o Presidente do Google Brasil e Vice-Presidente do Google Inc., Fábio Coelho. Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, assumiu a posição de liderança dentro do Google em 2011. Antes disso, o executivo passou por empresas como P&G, PepsiCo, Citibank Brasil, AT&T, IG e IAB Brasil.

Também é destaque no evento o empreendedor e jurado do programa Shark Tank, Robinson Shiba, fundador da rede China In Box, que vai contar sobre sua jornada de empreendedorismo e superação e dar lições sobre criatividade, perseverança e trabalho em equipe. Outro keynote de peso será Ricardo Amorim, um dos maiores economistas do país, presidente da Ricam Consultoria e comentarista do Manhattan Connection (Globonews). Ele vai debater sobre o cenário econômico nacional em um ano estratégico para as empresas no mundo físico e online e a apenas dois dias das eleições.

Ao todo, serão 14 horas de conteúdo que incluirão palestras, painéis e apresentações de cases e melhores práticas para o crescimento no setor. Já o encerramento da Rakuten EXPO 2018 será liderado pela cantora Anitta, expoente internacional não só pelos hits musicais, mas também pela sua performance como empresária de sucesso. Para a 7ª edição do evento – que será realizada pela primeira vez no Espaço das Américas, em São Paulo – são esperados mais de 4,5 mil participantes, entre profissionais do setor, empreendedores, influenciadores e tomadores de decisão.

No ano passado, a Rakuten EXPO teve mais de 3,2 mil visitantes, 56 palestrantes e painelistas, além de 38 patrocinadores e apoiadores. Entre os influenciadores e formadores de opinião estavam Manu Berger, CEO do Terapia do Luxo, Vivianne Vilela, Diretora Executiva da E-Commerce Brasil, o ex-jogador e atual embaixador do FC Barcelona, Juliano Belletti, o Co-Fundador do aplicativo Waze, Uri Levine, e o Ex-Capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel.

Rakuten EXPO 2018

Data: 04/10 (quinta-feira)
Horário: Palestras, 8h30 às 19h | Coquetel e Show, até às 22h
Local: Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo)
Ingressos: http://expo.rakuten.com.br

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7 segredos para o sucesso da transformação digital em PMEs

Por Paul Whitelam

A transformação digital é uma iniciativa crucial para muitas PMEs (pequenas e médias empresas) em suas estratégias de negócios. Com as tecnologias emergindo em um ritmo acelerado e os modelos de negócios evoluindo continuamente, novas fontes de receita e oportunidades para empresas anteriormente tecnofóbicas estão se tornando uma realidade.

Segundo um estudo da Oxford Economics, 89% das pequenas e médias empresas consideram que a transformação digital é vital para a sua sobrevivência e 54% acreditam que as mudanças tecnológicas já são uma prioridade em suas agendas.

No Brasil, as organizações brasileiras estão atentas à importância deste movimento. De acordo com uma pesquisa encomendada pela SAP, 56% das empresas pretendem aumentar a sua receita em até 10% como resultado direto da transformação digital. O relatório revelou ainda que as ferramentas que estão sendo mais consideradas no mercado brasileiro são Big data e analytics (63%), plataformas de segurança (59%), mobile (51%), cloud computing (50%), e loT (45%).

Para as PMEs, a transformação digital é vista principalmente como uma transformação na maneira de se fazer negócios, pois não se trata apenas de tecnologia, mas também de pessoas, o que inclui funcionários, clientes e partes interessadas.

Infelizmente, acredita-se que até 70% das iniciativas de transformação digital provavelmente falharão, de acordo com estudo do IDC, em função de erros decorrentes, por exemplo, da falta de uma definição clara da estratégia digital, colaboração insuficiente entre as partes interessadas e recursos limitados de pessoal qualificado.

70% de insucesso é uma taxa espantosamente alta, por isso, para evitar que a transformação digital do seu negócio torne-se mais uma estatística, é importante entender que não se trata apenas de tecnologia – embora essa peça seja uma grande parte. Também é essencial engajar todos os envolvidos e planejar o ritmo das mudanças, incluindo a consideração sobre eventuais interrupções e ajustes futuros.

Existem diversas maneiras de implementar estrategicamente um processo de gerenciamento de mudanças e, também, há muitas formas disto dar errado, portanto, aqui estão alguns passos simples para o sucesso da transformação digital em um negócio:

1. Estabeleça expectativas iniciais claras – Liderar uma grande transformação tecnológica significa cultivar entusiasmo e otimismo entre sua equipe, por isso, esperar que dê tudo certo não é suficiente. Estabeleça metas claras e expectativas realistas. Converse sobre os piores cenários, obstáculos prováveis e improváveis e riscos potenciais, a fim de desenvolver um plano que possa contemplar qualquer interrupção e ajudar a prevenir um desastre.

2. Conecte pessoas e confirme planos por meio de buy-in antecipado – O andamento será diferente para cada nível da organização, por isso estabeleça marcos significativos e tenha um escopo claro de trabalho para ajudar a gerenciar as expectativas de como serão as mudanças em sua empresa. Facilitar o gerenciamento de mudanças requer o desenvolvimento de uma narrativa clara de “por quês”, capaz de explicar os papéis e responsabilidades de todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que se pré-define a propriedade nos vários estágios ao longo do caminho, para garantir que tudo corra bem. Ao comunicar-se proativamente em todas as etapas do processo, você permitirá que a equipe acostume-se à ideia e se sinta à vontade para fornecer informações, tornando o processo de transformação digital inclusivo e aberto.

3. Execute um piloto – Crie um programa piloto no estágio preliminar para resolver qualquer possível problema inicial. Quaisquer dificuldades encontradas serão melhor gerenciadas no início do que quando encontradas em um estágio posterior. Ao garantir que todos os membros de sua equipe saibam o que está acontecendo e trabalhem lado a lado durante o piloto, você pode gerar um plano mais eficiente e abrangente, que fornecerá uma oferta melhor e maiores chances de sucesso.

4. Permaneça ágil – Planeje uma entrega modular e em etapas que acomode o trabalho não planejado. Habilite a flexibilidade em sua agenda para permitir alterações nas prioridades, se necessário, sem precisar reiniciar o processo.

5. Treine para resolver qualquer imprevisto – Treine, desde o início, sua equipe para que esteja ambientada às tecnologias implementadas na transformação digital de sua empresa e planeje mais treinamentos à medida que novas inovações sejam introduzidas. Quando possível, o treinamento em novos sistemas deve começar bem antes de entrar em operação, isso é essencial para garantir que os funcionários sintam-se confortáveis com a tecnologia, tornando a mudança final definitiva o mais simples possível. Realize treinamentos periódicos após o lançamento para garantir que todos estejam utilizando o sistema da maneira pretendida, à medida que novos processos ou políticas sejam adicionados e à medida que novos funcionários ou contratados ingressem na organização. A implementação inicial e os programas de treinamento podem precisar ser revisados e atualizados para incluir melhorias, identificadas por meio de uso em larga escala ou padrões de uso não capturados nos planos originais.

6. Forneça ferramentas de apoio contínuas – Mesmo com todo o tempo e recursos investidos em treinamento, os funcionários provavelmente voltarão aos velhos hábitos e precisarão de apoio contínuo para mudar a maneira como operam. Certifique-se de que todo grupo de usuários tenha suporte regular para manter a nova metodologia de trabalho.

7. Olhe além da linha de chegada – A gestão da mudança é um esforço de longo prazo, que necessita de um acompanhamento regular das principais partes interessadas após a conclusão do projeto, demonstrando assim o compromisso contínuo com a mudança da transformação digital, e a importância de suas opiniões.

A transformação digital em qualquer empresa pode se tornar mais complicada quando há o envolvimento de muitas pessoas – especialmente quando a mudança é de toda a organização. Priorizar e planejar o gerenciamento de mudanças logo no início dará a você as ferramentas para resolver os problemas à medida que forem surgindo, antecipando-os e neutralizando-os antes do prazo.

Paul Whitelam, Vice-presidente sênior de marketing global da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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