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SulAmérica é eleita a seguradora mais inovadora do Brasil

A SulAmérica foi reconhecida como a seguradora mais inovadora do Brasil na edição 2017 do prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI. A companhia ainda conquistou a 10º colocação no ranking geral com as 100 empresas reconhecidas nos mais diversos setores. A premiação, promovida pelo grupo IT Mídia em parceria com a consultoria PwC, visa reconhecer as empresas brasileiras que melhor utilizam a tecnologia em benefício de clientes e parceiros. Nesta edição, 185 cases foram inscritos e avaliados pela comissão julgadora.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (7), durante o IT Forum Expo, evento que inaugura a Semana da Tecnologia em São Paulo (SP Tech Week). O diretor de Tecnologia e Atendimento da SulAmérica, Cristiano Barbieri, e o gerente de Mobile e Inovação, Ricardo Prates, receberam o prêmio em nome da companhia. Barbieri também foi um dos palestrantes do fórum, compondo o painel “Transformando negócios a partir da liderança de TI”, nesta quarta-feira (8).

“É motivo de grande orgulho receber, em nome da SulAmérica, este importante reconhecimento do trabalho consistente que temos realizado para aprimorar a experiência do cliente com a seguradora por meio da inovação tecnológica. Estamos avançando na transformação digital da nossa operação e, ao mesmo tempo, na criação de serviços pioneiros em canais digitais para facilitar o cotidiano do segurado. Essa premiação mostra que estamos no caminho certo”, afirma o diretor..

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Salesforce lança ferramenta para criação de apps com Inteligência Artificial

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de anunciar o myEinstein, conjunto de plataforma de serviços avançados para aprendizagem automática que permite aos administradores e desenvolvedores de todos os níveis criarem aplicativos de IA (inteligência artificial) apenas com cliques, sem usar códigos. Agora, todos os Trailblazers (centenas de milhões de pessoas que usam Salesforce para inovar, transformar suas empresas e progredir em suas carreiras) têm as ferramentas ideais para oferecer experiências mais inteligentes e personalizadas aos usuários.

Todo processo e fluxo de trabalho corporativo em uma empresa tem o objetivo de ser mais inteligente e eficiente. Os funcionários precisam de mais insights do futuro e menos tarefas repetitivas. Contudo, os custos de infraestrutura, a falta de experiência e os recursos necessários para otimizar fluxos de trabalho com a inteligência artificial podem ser impeditivos. Com o myEinstein, os funcionários que estão de fato gerenciando e conduzindo processos corporativos criam e personalizam aplicativos de IA que respondem às suas necessidades específicas.

“A Salesforce reinventou a IA; com o Salesforce Einstein, ela deixou os laboratórios e chegou às mãos de usuários corporativos, que usam a solução para gerar mais de 475 milhões de previsões por dia”, diz John Ball, diretor geral e vice-presidente sênior do Salesforce Einstein. “Hoje, estamos democratizando ainda mais a IA ao possibilitar que administradores e desenvolvedores adicionem mais inteligência a cada processo e interação com clientes com o myEinstein. Nenhuma outra empresa oferece aos clientes os aplicativos para CRM e a capacidade de criar e personalizar seus próprios aplicativos com simples cliques.”

O myEinstein automatiza o processo de criação do modelo e de pontuação dos dados e personaliza modelos preditivos. Além disso, bots podem ser incorporados diretamente e com facilidade aos fluxos de trabalho. Os modelos e bots aprendem automaticamente e se aprimoram à medida que são usados, entregando recomendações e previsões precisas, personalizadas e pertinentes para o negócio.

Fazem parte do myEinstein os serviços Einstein Prediction Builder, que possibilita a criação automática de modelos de IA personalizados capazes de prever resultados de qualquer área ou objeto da Salesforce; e os Einstein Bots, que podem ser treinados para melhorar os fluxos de trabalho do atendimento ao cliente por meio da automação de tarefas, como responder a perguntas e obter informações.

Com o myEinstein, todos os desenvolvedores têm acesso à IA

O aumento da demanda por aplicativos inteligentes faz com que os desenvolvedores tenham que criá-los em uma velocidade cada vez maior. Estão integrados ao myEinstein o Einstein Language e o Einstein Vision, um conjunto poderoso de APIs lançado em junho de 2017 para capacitar desenvolvedores de todos os níveis a criarem aplicativos de CRM potencializados por IA. Com o Einstein Language for Intent, os desenvolvedores treinam um modelo que classifica a intenção oculta das consultas de um cliente a fim de encaminhar tarefas, escalar casos e personalizar campanhas de marketing de forma automática. Com o Einstein Language for Sentiment, os desenvolvedores classificam o tom de qualquer texto como positivo, negativo ou neutro, para que as empresas compreendam rapidamente a atitude dos clientes e, então, ajam de acordo. Os desenvolvedores também podem usar a visão de computação do Einstein Vision for Image Classification, que traz os recursos de pesquisa visual, detecção de marca e identificação de produtos aos aplicativos de CRM; e o Einstein Vision for Object Detection, que permite aos desenvolvedores treinar modelos para reconhecer vários objetos individuais dentro de uma única imagem, bem como a localização, tamanho e quantidade desses objetos.

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Competição universitária sobre Inteligência Artificial tem prêmio de 10 mil euros

A Atos, líder internacional em serviços digitais, está com inscrições abertas para a 7ª edição do IT Challenge, competição universitária voltada para tecnologia e inovação. Este ano, o tema da disputa é a criação um aplicativo baseado em Inteligência Artificial (AI em inglês) para Chatbots.

A Inteligência Artificial é uma tecnologia presente em muitas áreas, incluindo atendimento ao consumidor, vídeos e games, diagnóstico médico, detecção de fraudes, nos veículos autónomos, em dispositivos de segurança, entre outros. Já as interfaces de conversação inteligente (bots) surgiram por meio de soluções já disponíveis em dispositivos móveis que proporcionam formas mais convenientes de interagir com sistemas de Inteligência Artificial.

O desafio do IT Challenge é desenvolver uma solução inovadora e criar um protótipo aproveitando a Inteligência Artificial e as interfaces de conversação (bots). Os projetos desenvolvidos devem demonstrar como estas tecnologias podem ajudar as pessoas ou transformar negócios, como estas soluções podem ser reais e como é possível levá-las ao mercado.

Podem inscrever-se grupos de 2 a 4 estudantes matriculados em uma instituição de Ensino Superior entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018. Na última edição, foram inscritos 77 projetos de estudantes de 19 países diferentes. Os 17 melhores conceitos inscritos serão anunciados em dezembro.

Os grupos selecionados terão a oportunidade de desenvolver a sua ideia com a ajuda de um coach da Atos para a apresentação em uma nova etapa quando serão escolhidos os três finalistas. Os três grupos viajarão a Paris, com todas as despesas pagas pela Atos, para a cerimônia de premiação, em junho de 2018. A equipe vencedora receberá um prêmio de 10 mil euros.

Na edição de 2015, um grupo de universitários brasileiros do Rio Grande do Sul chegou até a fase final da competição, que teve naquela época mais de 300 alunos de 34 universidades em 10 países participantes. Dentro do tema “Vidas Conectadas”, o grupo desenvolveu um aplicativo para relatar problemas na cidade, como sinais de trânsito quebrados, esgotos entupidos, árvores caídas e acidentes.

“A Atos acredita que jovens talentos podem impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras. Sabemos da enorme capacidade da nossa região e incentivamos fortemente a participação dos estudantes de toda a América do Sul para demonstrarmos esse potencial ao mundo inteiro”, diz Francisco Fay, diretor de Recursos Humanos e Comunicação da Atos América do Sul.

As inscrições do Atos IT Challenge podem ser feitas até o dia 30 de novembro por meio do link www.atositchallenge.net.

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NCR mantém 1º lugar como fornecedor de software global para PDV no relatório de mercado da RBR

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, permanece como o principal fornecedor de software para ponto de venda (PDV) para o mercado de varejo e hospitality, conforme estudo publicado pela RBR, empresa de consultoria e pesquisas estratégicas.

A pesquisa “Global POS Software 2017” da RBR, é um estudo internacional que analisa mais de 1.400 projetos desenvolvidos por mais de 60 fornecedores. O relatório mostra que os principais varejistas e estabelecimentos de food service (hospitality) respondem por 7 milhões de instalações de PDV no mundo todo, e a NCR mantém a liderança neste mercado pelo segundo ano consecutivo.

Entre junho de 2016 e junho de 2017, foram cerca de 300 mil novas instalações de PDV, e a NCR liderou esse crescimento com 14% de participação do mercado total.

“As empresas de varejo e hospitality estão recorrendo cada vez mais às nossas soluções e recursos omnichannel para o suporte na tomada de decisões, uma vez que a NCR oferece valor comprovado aos nossos clientes, sendo um parceiro indispensável na criação da experiência do cliente”, afirma Dirk Izzo, vice-presidente sênior e gerente geral do Grupo de Soluções para a Indústria da NCR Corporation. “Nosso software para ponto de venda proporciona uma experiência consistente ao consumidor em todos os pontos de contato disponíveis”.

O portfólio de software da NCR é a principal fonte para a transformação em todo o ecossistema de varejo e hospitality, uma vez que esses mercados vão depender cada vez mais de plataformas omnichannel capazes de capturar e fornecer insights práticos aos clientes. A infraestrutura e as APIs baseadas na nuvem da NCR, combinadas com o software para ponto de venda, permitem a integração de aplicativos de terceiros e vários tipos de análise de dados para decisões empresariais mais rápidas e inteligentes. Isso permite às empresas selecionar e integrar com facilidade diferentes tipos de tecnologia com seus sistemas atuais, ajudando-as a economizar dinheiro, acelerar o time to market e a preparar seus negócios para o futuro, transformando suas operações em seu próprio ritmo.

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Uptime Institute e DatacenterDynamics assinam acordo global

O líder em design, operações e eficiência assinou um acordo de parceria com a líder em organização de eventos da indústria. A intenção é colaborar com o programa de eventos da DCD em 2018

O Uptime Institute e a DatacenterDynamics (DCD) anunciaram um acordo mundial definitivo para colaborar com conteúdo e produção para uma série de eventos de infraestrutura de data center em 2018. O acordo reúne as duas principais potências da indústria, emparelhando o conhecimento do Uptime Institute e a experiência da DCD no mercado de data center, como produtora global de eventos e empresa de mídia. A parceria se traduzirá na realização de mais de 20 eventos pelo mundo.
Com este acordo, o Uptime Institute assumirá o papel de Global Content Provider para eventos realizados pela DCD ao longo de 2018. O Uptime Institute e o recém-anunciado Uptime Institute Research Group fornecerão conteúdos para especialistas do setor, que serão palestrantes nos eventos da DCD que começam em meados de fevereiro de 2018, em Bangkok – Tailândia; com o último sendo realizado no final do ano, em Istambul – Turquia.

“Estamos satisfeitos em poder contar com a DCD como nosso Global Event Partner”, disse Lee Kirby, presidente do Uptime Institute. “A combinação DatacenterDynamics e Uptime Institute reúne imensos recursos intelectuais e capacidades de produção. É uma relação complementar perfeita entre os dois provedores mais fortes do setor. Mas o verdadeiro beneficiário desta parceria é o dono do data center e a comunidade de operadores, que verá imediatamente, em uma única fonte, profundo conhecimento, agora disponível nos principais mercados”.

O acordo abrange todos os eventos da DCD no mundo em 2018. O Uptime Institute trabalhará com a DCD em conteúdos que serão usados em congressos, painéis, sessões de conferência e workshops. Proprietários e operadores não terão mais que escolher entre eventos da indústria para ter acesso ao conhecimento necessário para administrar seus negócios de forma eficiente. Em vez disso, os eventos unificados fornecerão o mais alto nível de conhecimento da indústria em um só lugar, o que, por sua vez, reduzirá o tempo que os profissionais do setor precisam para se manterem atualizados sobre tendências e observações necessárias para executar suas próprias infraestruturas digitais.

“Por mais de 10 anos, temos desfrutado de uma relação informal produtiva com o Uptime Institute”, disse George Rockett, CEO e fundador da DatacenterDynamics. “Juntando forças de forma mais estratégica, iremos beneficiar os operadores de data centers e os fornecedores de tecnologia, produzindo eventos ainda mais técnicos, com melhores oportunidades de conteúdo e redes. Esta estreita colaboração produzirá os eventos mais imperdíveis da indústria, em todos os principais mercados do mundo”, conclui.

Para obter mais informações sobre os próximos eventos do Uptime Institute em parceria com a DCD, clique:
https://uptimeinstitute.com/events/uptime-institute-datacenterdynamics-global-partnership-2018

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Bayer vence prêmio de inovação com aplicativo de combate a plantas daninhas

Camila Navarro, gerente de inovação corporativa do Brasil; André Cavalli, Diretor de Vendas e Marketing da IT Mídia; Emilio Burlamaqui, diretor de TI da Bayer e Pedro Tosta, consultor sênior de Sistemas da Bayer

A Bayer está entre as cem empresas mais inovadoras do mercado apresentadas no IT Fórum Expo 2017. A empresa ficou em primeiro lugar na categoria Indústria Química, Petroquímica, Óleo e Gás, e foi a segunda colocada no ranking geral do prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI, um estudo promovido pela IT Mídia em parceria com a PricewaterhouseCoopers. O case apresentado foi o WeedScout, aplicativo que reconhece plantas daninhas, desenvolvido pela equipe de Digital Farming da divisão agrícola da empresa alemã.

Promovido pela IT Mídia, “As 100+ Inovadoras no Uso de TI” é o mais importante balizador da aplicabilidade da tecnologia em prol da inovação empresarial. A premiação leva em consideração a visão e a capacidade das organizações de criar, investir e aplicar projetos de tecnologia da informação. Para isso, foi feita uma pesquisa que avaliou o quanto as empresas estão experimentando novas tecnologias, criando áreas e programas de fomento à inovação tecnológica. E nesses quesitos a Bayer liderou nos rankings de 2017 apresentados terça-feira, dia 7, durante o fórum.

“Pesquisa e inovação correm nas veias da nossa empresa. Este ano promovemos diversas iniciativas de intraempreendedorismo e estamos aplicando e experimentando tecnologias como realidade virtual, drones, IoT, dentre outras, para apoiar os desafios das áreas. Apresentamos também a nossa iniciativa de Digital Farming, área dedicada ao desenvolvimento de novos produtos digitais a fim de ajudar nossos clientes do agronegócio no dia a dia na lida com a lavoura”, diz Emilio Burlamaqui, diretor de TI da Bayer.

Para Hiran Zani, gerente de Inovação em Digital Farming da Bayer, o compromisso da empresa com a agricultura sustentável e a cultura de inovação da organização não se limita apenas a desenvolver sementes inovadoras e a proteger as culturas. “Os avanços tecnológicos também oferecem aos agricultores métodos mais eficientes de monitoramento de suas plantações para a tomada de decisões. Com soluções digitais, eles podem entender melhor os processos do campo e lhes permitem tomar decisões mais rápidas e assertivas”, afirma o executivo.

Sobre o WeedScout

Nas últimas décadas, o desenvolvimento de plantas resistentes e de difícil controle tem tirado o sono dos agricultores, elas crescem de forma involuntária no meio da lavoura, competindo pelos nutrientes do solo, atrapalham o desenvolvimento das plantações e diminuem a produtividade da lavoura. A fim de tornar o combate desse tipo de problema mais assertivo, a Bayer desenvolveu o WeedScout, que faz o reconhecimento da espécie de planta daninha com uso da câmera do celular, e com isso mune o produtor de informações necessárias para que ele tomes as decisões mais adequadas para o seu negócio.

Disponível nas plataformas Android e IOS, o aplicativo já foi baixado por mais de 15 mil pessoas no Brasil e já conta com um banco de 150 mil imagens registradas. O aplicativo possui um sistema de atualização colaborativa, ou seja, utiliza as fotos tiradas pelos usuários para aprimorar os seus algoritmos e se tornar cada vez mais preciso. “Com isso atingimos uma precisão global de 86% de assertividade”, afirma Hiran.

Segundo Hiran, a planta daninha é uma ameaça que pode prejudicar qualquer lavoura. Por isso, é imprescindível que a base de dados do aplicativo seja ampla, quanto mais imagens, mais plantas serão identificadas e com maior precisão. “É isso que aumentará a assertividade de identificação das espécies que já estão no WeedScout e a capacidade de reconhecer novas espécies. E queremos que isso seja feito de forma colaborativa”, comenta.

Fruto de um projeto global, este aplicativo possui algoritmos de reconhecimento para as principais espécies de plantas daninhas do mundo. O WeedScout funciona sob o conceito de MVP, sigla em inglês para Minimum Viable Product, ou seja, mesmo depois de disponibilizado, o app continua a ser aprimorado de acordo com a experiência dos usuários. “Temos um time de pesquisadores especializados no tema que fazem a validação e aprimoramento dos algoritmos baseados no banco de dados conforme novas imagens são submetidas”, completa o executivo.

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Conheça quatro tecnologias essenciais para empresas de serviços públicos

Por Alexsandro Labbate

Conhecer as principais tendências tecnológicas é crucial para que as empresas consigam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Embora as empresas de serviços públicos não enfrentem pressões competitivas semelhantes a outros segmentos, elas também precisam focar na satisfação do cliente e entregar serviços com qualidade cada vez melhor. Essas organizações enfrentam problemas e necessitam de soluções capazes de lidar com os desafios de uma infraestrutura antiga, de conformidade regulatória, de diminuição de custos operacionais e de otimização de recursos.

Em 2017 o país voltou a receber investimentos no setor elétrico. Nos primeiros três meses do ano, o ingresso de capital estrangeiro atingiu US$ 5,560 bilhões, quase o dobro do total registrado em todo o ano de 2016. Além disso, o governo federal anunciou que pretende concluir a reforma proposta para a regulamentação do setor elétrico até o início de 2018, o que deve impulsionar ainda mais o mercado.

De um modo geral, as empresas do setor público, historicamente, são avessas ao risco e, portanto, mais lentas na adoção de novas tecnologias. Porém, algumas destas tendências tecnológicas incorporam comportamentos e mudanças importantes que impactam diretamente o segmento.

Internet das Coisas (IoT)

Os consumidores estão cada vez mais familiarizados ​​com luzes conectadas, termostatos e outros dispositivos inteligentes em suas casas. Além disso, com a ajuda de aplicativos e dispositivos como o Amazon Echo, há uma crescente expectativa de conectividade entre todas as coisas. Em algumas partes da Europa e do Reino Unido, por exemplo, existe a possibilidade de instalação de medidores inteligentes em cada casa para captar com maior precisão os dados de uso de energia em tempo real, auxiliando os fornecedores a atender melhor a demanda e ajudando os consumidores a economizarem.

O setor de serviços públicos poderá em breve contar com uma infraestrutura mais conectada e inteligente para ajudar a antecipar ou aprimorar o diagnóstico de problemas, fornecendo assim ao técnico uma avaliação mais adequada.

Inteligência Artificial

A conectividade constante e os equipamentos cada vez mais inteligentes reúnem uma infinidade de dados que precisam ser processados. À medida que as empresas do setor de Utilities incorporam equipamentos e recursos sofisticados em suas carteiras e acumulam mais informações de usuários (por meio de medidores inteligentes, por exemplo), esses dados podem se traduzir em visão real de negócios com impacto mensurável.

O potencial de todos esses dados só é percebido de fato quando a organização possui as ferramentas adequadas para analisá-los e compreendê-los. O grande volume e a variedade de dados tornam impossível que os humanos atentem-se a tudo sem o auxílio de soluções inteligentes. Por meio do Machine Learning as empresas têm acesso a dados históricos e em tempo real que possibilitam melhores decisões, desde a previsão de demanda até o gerenciamento da força de trabalho, contemplando planos de emergência, manutenção preditiva, agendamento otimizado, tempos de viagem mais precisos, padrões de serviços sazonais, entre outras.

Fontes de energia renováveis

Não é surpreendente que fontes de energia renováveis estejam afetando os serviços públicos. Algumas organizações são obrigadas a incluir fontes mais ecológicas como parte de seus portfólios de energia e os subsídios governamentais para fontes de energia sustentáveis estão tornando as fontes tradicionais menos atraentes para investimento.

Nos próximos anos, o desenvolvimento de modelos de preços mais flexíveis, a gestão do armazenamento excedente de energia e o equilíbrio entre manter e reparar infraestruturas antigas ou investir e construir opções mais ecológicas, serão os grandes desafios para o setor.

Realidade Aumentada

Quando as organizações do segmento de serviços públicos atendem uma grande região ou iniciam projetos com mão de obra fixa ou menos experiente, ser capaz de estabelecer uma comunicação via vídeo entre esta equipe em campo e técnicos mais experientes parece ser a melhor solução. Porém, as ferramentas de realidade aumentada (RA) suprem esta necessidade de forma muito mais eficaz.

Por meio de dispositivos móveis habilitados com RA, fones de ouvido, óculos de proteção ou outros acessórios wearable, um técnico pode ter acesso a informações adicionais sobre um equipamento ou receber instruções remotamente de outro profissional. Ao manter as duas mãos livres para realizar seu trabalho, o técnico pode checar o histórico de serviço de uma máquina, ver a localização de uma peça que precisa ser trocada ou seguir orientações visuais fornecidas por um segundo profissional. Isso permite que a empresa envie sempre os técnicos que estejam mais próximos ao local de visita e otimize melhor a jornada de trabalho dos técnicos mais antigos.

À medida que as empresas de serviços públicos enfrentam uma grande demanda, um envelhecimento de sua força de trabalho e a inevitável perda de conhecimento, a realidade aumentada pode reduzir os custos e aliviar o impacto da mudança de dados demográficos dos funcionários.

Repensar a melhor maneira de fornecer serviços é um desafio constante. Conhecer as tendências tecnológicas mais relevantes e investir em ferramentas que melhorem a experiência com o consumidor por meio de respostas rápidas e maiores realizações de nível de serviço podem ser o grande diferencial para que as empresas de serviços públicos destaquem-se e tornem-se cada vez mais competitivas.

Alexsandro Labbate é Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Wipro é a nova parceira oficial de tecnologia do McLaren Technology Group

O McLaren Technology Group e a Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anunciam que a Wipro se tornou a provedora oficial de tecnologia para o grupo britânico. A meta dessa combinação é impulsionar o processo de digitalização em todos os negócios da empresa.

A Wipro vai ajudar a McLaren a alcançar os objetivos de uma estratégia de TI recentemente definida, fornecendo serviços de tecnologia da informação diferenciados e de última geração para as divisões de negócios, com ênfase na agilidade e confiabilidade.

Como parte de uma parceria plurianual, a Wipro vai incrementar a plataforma de inteligência artificial Wipro HOLMES e sua estrutura de serviços gerenciados de próxima geração, oferecendo flexibilidade e o aumento da produtividade dos negócios automotivos de alta tecnologia da McLaren.

Para Craig Charlton, CIO do McLaren Technology Group, “somos apaixonados por oferecer soluções digitais e de alto desempenho, sustentadas por SLAs robustos na McLaren. A Wipro, com sua experiência e domínio, além de um vasto portfólio de serviços de aplicativos, vai nos ajudar a alcançar a excelência e impulsionar a inovação na Inteligência Artificial”.

Segundo N S Bala, Presidente para Manufatura e Tecnologia da Wipro, “a digitalização é uma ótima oportunidade para que marcas renomadas como a McLaren, reimaginem e redesenhem seus produtos e serviços de acordo com a perspectiva dos clientes. Estamos muito satisfeitos em concretizar a parceria com o McLaren Technology Group, daremos vida a esta iniciativa estratégica, permitindo a inovação disruptiva em toda a organização”.

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Investimento em TI define o sucesso do e-commerce na Black Friday

Por Alexis Rockenbach, Head de Inovação do UOLDIVEO

A Black Friday de 2017 está marcada para o próximo dia 24 de novembro. Durante eventos como esse, o e-commerce tem um volume brutal de acessos, chegando a aumentar de 10 a 20 vezes o número de visitantes em comparação com dias normais. Obviamente, os investimentos em infraestrutura e aplicações em TI dos anos anteriores sempre deixam um legado estrutural – que é um bom ponto de partida. Mas, como o comércio online é muito dinâmico, provavelmente as páginas e suas funcionalidades já não são mais as mesmas.

Entre as principais recomendações para um bom desempenho do e-commerce na Black Friday podemos destacar:

• Planejamento e antecedência são primordiais quando se fala sobre preparação para eventos como a Black Friday;

• Faça um plano estruturado de melhoria contínua de seu ambiente de e-commerce, envolvendo equipes multidisciplinares como a sua TI, a área de negócios da empresa e seus fornecedores tanto para aplicação quanto para infraestrutura;

• Porque, à medida que você não faz este trabalho preventivo, corre o risco de decidir fazer implementações de última hora e não ter tempo de forma apropriada para operar uma campanha;

• Independentemente de sua plataforma, inclua testes de stress, simulando o tráfego extra. Esta pode ser a grande vulnerabilidade dos portais, porque sem teste, não conseguem ter uma visibilidade de suas métricas e indicadores que dão uma noção da capacidade do ambiente.

Torne isso uma prática recorrente. Logo depois da Black Friday, o natural é começar a se preparar para campanhas do próximo ano.

No e-commerce não é possível ter exatidão sobre qual volume de tráfego será registrado ou que tipo de comportamento diferente das edições anteriores ocorrerá. Observando este contexto e todas suas variáveis, para garantir a melhor experiência dos consumidores, o ideal é se planejar com antecedência e se preparar com todas as ferramentas possíveis, ter um alinhamento constante entre as áreas de negócios e da TI, minimizando assim a chance de ser surpreendido com algo que fuja do controle. A cada evento como este é necessário validar e testar todas as páginas e recursos novamente.

Outro ponto que reforça este cuidado é o crescimento ano após ano. Empresas da área têm apresentado grande crescimento ano a ano e preveem para 2017 o dobro de tráfego em relação a 2016 na semana Black Friday (segunda a domingo, com pico na sexta). O crescimento do número de page views no grupo dos maiores clientes atendidos pela Compasso, organização de serviços profissionais na área de TI, foi de 24,3%, em 2016, em comparação ao ano anterior. Em função disso, é necessário um processo contínuo de preparação antes do evento.

A preparação prematura elimina por completo as maiores queixas e problemas comumente atrelados ao evento, como a indisponibilidade ou lentidão causada tanto pela falta de capacidade de processamento de tráfego simultâneo ou pela rajada de acessos vinda de sites externos ou afiliados. É necessário prever até movimentos mais simples, como atualizações do sistema que, em meio à grande movimentação do evento, podem também congelar o sistema por longos períodos.

A TI das empresas de e-commerce usa um conjunto diverso e abrangente de diferentes soluções, desde a camada de infraestrutura, de hardware, sistema operacional, banco de dados, servidores de aplicação e ferramentas que rodam nesta base. Cada uma dessas ferramentas tem um nível de complexidade e demanda recursos especializados para fazer as configurações, acompanhamento e monitoração. Nenhuma empresa consegue passar de forma tranquila pela Black Friday sem incrementar essas equipes porque realmente o trabalho aumenta.

É importante salientar, no entanto, que a Black Friday não é o único evento sazonal que tem aumento de tráfego. Ele é o pico na maioria dos portais de e-commerce, mas existem outras empresas que no Dia das Mães, Dia dos Pais, das crianças e Natal registram grande aumento no tráfego, não necessariamente na mesma volumetria, mas que se aproximam muito da Black Friday. Além disso, existem eventos fora do calendário, como campanhas e promoções específicas que geram o mesmo efeito multiplicador do tráfego.

O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano. É um processo contínuo, não somente um mês antes do evento. À medida que se aproxima a data, você intensifica essas ações, mas deve ser algo constante. A melhor solução sempre vai ser buscar a elasticidade necessária para que este aumento de tráfego não gere nenhum tipo de lentidão ou indisponibilidade para nenhum consumidor.

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Great Place to Work 2017: conheça as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil

O Great Place to Work divulgou, durante o IT EXPO FORUM 2017, a lista com as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil. O Paraná alcança posição de destaque ao figurar com cerca de 10% das empresas premiadas. A 12ª edição do ranking de TI conta com 15 grandes, 75 médias e 20 pequenas empresas do setor. Dell EMC liderou entre as grandes, SAP Labas América Latina, entre as médias e Sydle entre as pequenas.

Veja a lista completa:

Grandes
1. Dell EMC
2. CI&T
3. Algar Telecom
4. SAP Brasil
5. Mercado Livre
6. Teleperformance
7. Intelbras
8. Atento Brasil
9. IBM Brasil
10. Oracle Brasil
11. Getnet
12. Algar Tech
13. Cognizant Brasil
14. Alterdata Software
15. Accenture do Brasil

Médias

1. SAP Labs Latin America
2. VMware Brasil
3. Microsoft Informática Ltda
4. Radix
5. Dextra
6. Cisco
7. Visagio
8. ClearSale
9. Microcity
10. Tecnicon
11. DB1 Global Software
12. CA
13. KingHost
14. GolSat Tecnologia
15. Visa do Brasil
16. ThoughtWorks
17. Logicalis
18. Resultados Digitais
19. Grupo BExpert
20. EloGroup
21. Reachlocal Brasil
22. Casa Magalhães
23. Cigam
24. Locaweb
25. DaitanGroup
26. Digix
27. Conquest One
28. Movile
29. Matera Systems
30. Symantec Brasil
31. Bemobi
32. Grupo Dislub Equador
33. Nasajon Sistemas
34. SG Sistemas
35. Equinix Brasil
36. e-Core
37. Ivia
38. DBC Company
39. Hotmart
40. AGPR5
41. ilegra
42. Sankhya Gestão de Negócios
43. Icaro Tech
44. Teltec Solutions
45. iFactory
46. Red Hat
47. Viasoft Softwares Empresariais
48. Dimension Data
49. HBSIS
50. Take
51. Elotech Gestão Pública
52. Geofusion
53. CINQ Technologies
54. Focco Sistemas de Gestão
55. Datacoper Software
56. BHS
57. Buscapé
58. Neoway
59. Avenue Code
60. Zetra
61. Kurier
62. Touch Health
63. Metadados
64. Gartner
65. Ibyte
66. CallDesk Contact Center
67. Sensedia
68. Rech informática Ltda
69. PSafe
70. Ifood.COM
71. M4U
72. Máxima Sistemas
73. Infracommerce
74. 7COMm
75. Advise Brasil

Pequenas

1. Sydle
2. TecnoSpeed S/A
3. Involves
4. DP6
5. Lambda3
6. Cadence Design Systems do Brasil
7. Direct Talk
8. Liferay Latin America Ltda
9. Sabre
10. Comunique-se S/A
11. Samba Tech
12. Way2 Tecnologia
13. SetaDigital
14. SMN Tecnologia da Informação
15. VoxAge Serviços Interativos
16. Cheesecake Labs
17. Passei Direto
18. Cloud2b
19. Wappa
20. Aurum Software

Fonte: GPTW/IT Mídia

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Nenhuma plataforma é imune ao Ransomware, de acordo com previsão do SophosLabs 2018

A Sophos (LSE: SOPH), empresa global de segurança de rede e endpoint, anunciou hoje o SophosLabs 2018 Malware Forecast, relatório que recapitula ransomwares e outras tendências de segurança cibernética, com base em dados coletados dos clientes Sophos em todo o mundo ao longo de 2017. Uma das principais descobertas mostra que, embora o Ransomware atacasse predominantemente os sistemas Windows nos últimos seis meses, as plataformas Android, Linux e MacOS não estão imunes à ameaça.

“O Ransomware tornou-se multiplataforma. Em um primeiro momento, ele tem como foco principal computadores com Windows, mas neste ano, a SophosLabs descobriu uma quantidade crescente de criptográficos em diferentes dispositivos e sistemas operacionais usados por nossos clientes em todo o mundo “, disse Dorka Palotay, pesquisadora de segurança da SophosLabs e uma das colaboradoras do SophosLabs 2018 Malware Forecast.

O relatório também rastreia os padrões de crescimento dos ransomwares, indicando que o WannaCry, desencadeado em maio de 2017, foi o ransomware número 1 interceptado pelos computadores dos clientes, destronando o líder ransomware Cerber, que apareceu pela primeira vez no início de 2016. WannaCry representou 45,3% de todos os ransomware rastreados enquanto o Cerber representa 44,2%.

“Pela primeira vez, vimos um ransomware com características semelhantes a worms, o que contribuiu para a rápida expansão do WannaCry. Este ransomware aproveitou uma vulnerabilidade conhecida do Windows para infectar e se espalhar nos computadores, dificultando o controle “, disse Palotay. “Mesmo que nossos clientes estejam protegidos contra ele e o WannaCry tenha diminuído, ainda vemos a ameaça por sua natureza inerente para continuar digitalizando e atacando computadores. Acreditamos que os cibercriminosos desenvolvam essa habilidade para replicar o que foi visto em WannaCry e NotPetya, e isso já é evidente com o Ransomware Bad Rabbit, que mostra muitas semelhanças com NotPetya “.

O SophosLabs 2018 Malware Forecast relata aumento agudo e a queda do NotPetya, ransomware que causou estragos em junho de 2017. NotPetya foi inicialmente distribuído em um pacote de software de contabilidade da Ucrânia, limitando seu impacto geográfico. Ele se espalhou com o recurso EternalBlue, como WannaCry. O motivo por atrás de NotPetya ainda não está claro, uma vez que houve muitos erros, rachaduras e falhas com este ataque. Por exemplo, a conta de e-mail que as vítimas precisavam para contatar os atacantes não funcionou, e as vítimas não conseguiram descriptografar e recuperar seus dados, de acordo com Palotay.

“NotPetya agiu rápido e furiosamente e causou prejuízo para as empresas porque destruiu permanentemente dados nos computadores que atingiu. Por sorte, NotPetya parou quase tão rápido quanto começou “, disse Palotay. “Suspeitamos que os criminosos cibernéticos estavam experimentando ou seu objetivo não era ransomware, era algo mais destrutivo como um limpador de dados. Independentemente da intenção, a Sophos recomenda fortemente o pagamento de resgate e recomenda melhores práticas, incluindo o backup de dados e a manutenção de patches atualizados ”

O Cerber, vendido como um kit de resgate na Dark Web, continua sendo uma ameaça perigosa. Os criadores do Cerber atualizam continuamente o código e cobram uma porcentagem do resgate que os atacantes recebem das vítimas. Novas características regulares tornam Cerber não apenas uma ferramenta de ataque eficaz continuamente disponível para cibercriminosos. “Este modelo de negócios da Dark Web infelizmente está funcionando e, de forma semelhante a uma empresa legítima, é possível financiar o desenvolvimento contínuo do Cerber. Podemos assumir que os lucros estão motivando os autores a manter o código “, disse Palotay.

O ransomware Android também está atraindo criminosos cibernéticos. De acordo com a análise da SophosLabs, o número de ataques aos clientes da Sophos usando dispositivos Android aumentou quase todos os meses em 2017.

“Somente em setembro, 30% do malware malicioso do Android processado pela SophosLabs era ransomware. Esperamos que isso vá para cerca de 45% em outubro “, disse Rowland Yu, pesquisador de segurança da SophosLabs e colaborador da SophosLabs 2018 Malware Forecast. “Uma das razões pelas quais acreditamos que o Ransomware no Android está decolando é porque é uma maneira fácil para os criminosos cibernéticos ganharem dinheiro em vez de roubar contatos e SMS, exibir anúncios ou phishing do banco, o que exige técnicas sofisticadas de hacking. É importante notar que o ransomware Android é principalmente descoberto em mercados que não são do Google Play – outro motivo para que os usuários sejam muito cautelosos sobre onde e quais tipos de aplicativos eles baixam “.

O relatório SophosLabs indica ainda que surgiram dois tipos de métodos de ataque do Android: bloquear o telefone sem criptografar dados e bloquear o telefone enquanto criptografa os dados. A maioria dos ransomware no Android não criptografa os dados dos usuários, mas o simples ato de bloquear uma tela em troca de dinheiro é suficiente para causar prejuízos, especialmente considerando quantas vezes em uma única informação é acessada em um dispositivo pessoal. “A Sophos recomenda fazer backup de telefones em uma programação regular, semelhante a um computador, para preservar dados e evitar pagar resgate apenas para recuperar o acesso. Esperamos que o Ransomware para Android continue aumentando e dominando como o principal tipo de malware nesta plataforma móvel no próximo ano “, disse Yu.

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Ferramenta de Business Intelligence lidera 22 categorias em pesquisa da BARC

A BARC, um dos principais institutos de pesquisa para análise, gerenciamento de dados, conteúdo empresarial e Business Intelligence (BI), lançou oficialmente os resultados do levantamento das ferramentas de BI deste ano. O relatório conhecido como BI Survey 17 da BARC baseia-se nos resultados do estudo mais amplo e abrangente do mundo sobre usuários finais de inteligência de negócios.

A pesquisa BI Survey 17 entrevistou 3 mil empresas usuárias de 92 países, nos quais foram avaliados 42 produtos diferentes. A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em Business Intelligence (BI), foi um dos principais fornecedores em 22 categorias e ficou em 2° lugar no quesito satisfação de produto. “Esses resultados consolidam nosso objetivo de apoiar as empresas em sua jornada para tornarem-se verdadeiramente excelentes em decisões direcionadas por dados em toda a organização”, aponta Allan Pires, CEO da TARGIT Brasil.

“A TARGIT é um fornecedor sólido que, de acordo com os clientes, sabe como entregar projetos bem sucedidos no prazo e no orçamento”, informa o relatório BI Survey 17. Além disso, o relatório aponta que a solução não só fornece informações aos usuários, mas também contribui para o bem-estar das organizações, tendo em vista que os clientes relatam altos níveis de benefícios e valor comercial para o negócio com o uso do software.

A multinacional também recebeu altas notas no quesito de sucesso em projetos, valor para o negócio, satisfação de produto e atendimento, experiêcia de usuário e facilidade de uso onde lidera áreas como análise visual, BI móvel e BI incorporado. Recentemente, a empresa investiu consideravelmente em arquitetura, interfaces de usuário aprimoradas orientadas e avanços no processamento de dados em memória e recursos de mashup de dados.

Ainda de acordo com Allan, o aumento da satisfação é devido ao contínuo investimento em novas tecnologias, na modernização da plataforma como colaboração e descoberta de dados e em novas ofertas de consultoria. “Investimos para termos inovação que gera valor tanto na ferramenta quanto nos serviços. Ver a TARGIT tão bem classificada na pesquisa fortacele e impulsiona a nossa empresa.”, finaliza o executivo.

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Fortinet treina profissionais de segurança cibernética na NSE Xperts Academy, em São Paulo

Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança de alto desempenho, realiza esta semana o evento de treinamento 2017 LATAM NSE Xperts Academy, em São Paulo. A NSE Xperts Academy é uma iniciativa global da empresa que oferece três dias completos de treinamento técnico em profundidade orientados pelos próprios especialistas da Fortinet.

Esses treinamentos práticos também fornecem o ambiente ideal para que os participantes se conectem com outros profissionais da área da segurança cibernética e façam parte da visão da Fortinet de transferir conhecimento avançado para seus parceiros, ajudando assim a reduzir a lacuna de habilidades necessárias aos profissionais que precisam trazer soluções reais aos problemas urgentes enfrentados pelo governo, empresas e organizações na América Latina, que usam a tecnologia como uma espinha dorsal para suas operações.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de trazer este programa de treinamento com renome mundial para o Brasil este ano e proporcionar aos nossos parceiros o treinamento necessário para agregar valor aos seus clientes. A economia digital representa uma oportunidade de crescer empresarialmente, desde que a segurança cibernética continue a ser uma prioridade em qualquer organização. A NSE Xperts Academy nos fornece uma plataforma para aumentar a conscientização e os conhecimentos necessários para que nossos parceiros de canais brasileiros se mantenham atualizados com as mais modernas arquiteturas de cibersegurança”, disse Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil.

30 profissionais estão tendo a oportunidade de aprender novas habilidades técnicas, melhorar seus conhecimentos em tecnologias avançadas da Fortinet e interagir pessoalmente com líderes técnicos locais e regionais da empresa.

O treinamento foi aberto no primeiro dia por Martin Hoz, vice-presidente de Engenharia da Fortinet para América Latina e Caribe, que deu seus comentários de boas-vindas sobre a relevância da transferência de conhecimento e treinamento para os canais da região.

“A visão da Fortinet baseia-se no apoio total dos canais, nossa principal força de vendas, e para isso desenvolvemos esse programa onde a transferência de conhecimento é fundamental. Em um momento em que a superfície de ataque se expande num mundo muito mais conectado e em que o ambiente do cibercrime torna-se mais complexo, esse treinamento fornece ferramentas e conhecimentos para responder de forma mais satisfatória às demandas de soluções e serviços de cibersegurança dos clientes no marco da transformação digital de seus negócios “, disse Hoz.

O evento de treinamento foi projetado com o objetivo de fornecer instruções intensivas em uma ampla gama de produtos e soluções de segurança da Fortinet. Os profissionais participam de workshops sobre FortiOS, FortiPoC, Advanced Threat Protection Solutions, Secure Access e FortiSIEM, entre outras tecnologias de cibersegurança.

“É um privilégio fazer parte deste evento NSE Xperts Academy onde podemos, por alguns dias, mergulhar em conteúdos práticos e laboratórios técnicos que só enriquecem nossos conhecimentos. É muito importante esta imersão tecnológica para estarmos atualizados, oferecendo sempre as melhores e mais eficientes soluções aos nossos clientes”, disse Luiz Alberto Camilo, Segurança da Informação da Logicalis.

“O NSE Xperts Academy é muito importante para nós profissionais especializados em cibersegurança que precisamos nos manter atualizados com as tecnologias que permitem apoiar nossos clientes e parceiros na proteção de suas organizações. A Danresa é focada em soluções de segurança e redes, e baseia suas soluções no ecossistema Fortinet Security Fabric, que permite integrar diversas camadas de proteção, em diversos pontos de explorações das redes modernas. Poder participar de treinamentos como estes da NSE Xperts Academy eleva o conhecimento do nosso time, bem como aumenta nossa capacidade de reação junto aos nossos clientes contra as ameaças avançadas modernas,” comentou Renato F. Porta, Diretor de Engenharia de Pré-Vendas da Danresa.

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Mobile ID: chegou a era do marketing 1 a 1

Por Francesco Simeone

Pouco depois de o iPhone ser anunciado, em 2007, muitos concorrentes da Apple se apressaram para lançar seus próprios smartphones. Em poucos anos, o mundo havia mudado. De repente, tínhamos um assistente pessoal em mãos para fazer, comprar ou pesquisar qualquer coisa, onde e quando precisarmos.

Em 2010, três anos mais tarde, a publicidade em dispositivos móveis começava a ganhar terreno, mesmo que representasse apenas 3,2% dos investimentos em meios digitais. Para este ano de 2017, a Emarketer prevê que o investimento em tecnologias mobile chegue a 62,5% do total da renda das plataformas digitais em todo o mundo.

Mas isso não é tudo. Os smartphones tiveram outro grande impacto na indústria da publicidade, destronando os famosos “cookies”, que, durante muito tempo, dominaram a World Wide Web.

Os cookies foram desenvolvidos para registrar a atividade de um usuário no browser de um computador, incluindo logins em sites da web. Como sabemos, a indústria publicitária viu uma grande oportunidade em usar os cookies para coletar, armazenar e utilizar os dados de perfil dos usuários a fim de alcançar suas audiências e executar suas iniciativas de marketing online de uma maneira mais eficiente.

A indústria dependia muito dos cookies até o surgimento dos smartphones. Com o aumento do uso de aplicativos onde não existem cookies e browsers que possam apagá-los cada vez que são fechados, os cookies se converteram em um método relativamente secundário para compilar dados.

Qual é o “cookie” do mobile?

A identificação do dispositivo móvel, conhecida como ID do dispositivo, é uma das soluções para o entrave. O ID de um aparelho é um código único, quase como um número de série, dado aos dispositivos pelos fabricantes dos sistemas operacionais. Podemos usar este identificador único para chegar ao dispositivo com precisão exata, sendo essa a maneira mais eficaz de segmentação.

Os IDs (IDFAs & GAIDs), além de permitirem o rastreamento das ações publicitárias em seus dispositivos móveis, como um clique ou um download, também permitem clusterizar o dispositivo na base dos aplicativos instalados, sua frequência de uso e a geolocalização em tempo real, contribuindo assim para a construção de um customer graph bem preciso do proprietário do dispositivo.

O mercado realmente está indo em direção à identificação única do dispositivo para a publicidade (Mobile ID), num mundo onde o usuário passa 86% do tempo consumindo conteúdos em aplicativos móveis.

Como o Mobile ID pode ajudar as marcas?

Por meio do uso do Mobile ID, nós, como profissionais do marketing, podemos tirar proveito de uma maior quantidade e qualidade de dados, em comparação com os dados coletados por cookies em desktops.

Conheça três vantagens que o Mobile ID proporciona às marcas:

a) Impacto mais personalizado: várias pessoas podem ter o mesmo cookie, pois utilizam o mesmo browser ou um indivíduo pode ter vários cookies caso use vários dispositivos ou navegadores. No caso do Mobile ID, a diferença é que, geralmente, dispositivos móveis não são compartilhados por mais de uma pessoa e segmentam exatamente o comportamento de cada usuário.

b) Redução e eliminação de fraudes publicitárias: há maior garantia de que as pessoas que estão sendo impactadas por cada campanha são reais. Ao vincular de forma pré-determinada às pessoas com IDs de dispositivos móveis únicos, é possível ter certeza de que a mensagem foi direcionada a usuários reais e verificados.

c) Melhora no Retargeting: como o uso do Mobile ID encontramos a forma perfeita de retargetizar na base de ações muito específicas, proporcionando um diálogo 1 a 1 usuário-marca ao longo do tempo.

Num mundo tecnológico em constante evolução, é de suma importância adaptarmos nossas práticas de marketing para conhecermos mais a fundo nossos usuários. A utilização de conceitos e tecnologias capazes de identificar os usuários móveis no contexto de sua localização geográfica e no momento certo da sua jornada dá às marcas a chance de se comunicarem de forma personalizada e direta.

Francesco Simeone é Diretor de Negócios da Logan Media Brasil, empresa de mídia, marketing e desenvolvimento de soluções para mobile.

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Flex lança solução de gestão de relacionamento na nuvem

Kleber Bonadia, diretor de TI e Inovação da Flex

A Flex Relacionamentos Inteligentes, uma das maiores empresas de gestão de relacionamentos, que oferece soluções completas para atender as necessidades de interação empresa – cliente, com plataformas multicanais e alta tecnologia, está lançando um novo produto de gestão de relacionamento na nuvem, o Zaas, uma solução que integra software, telecomunicações, serviço e todos os requisitos de tecnologia de contact center para consumo na nuvem.

“O produto inovador disponibiliza diversos canais de interação de forma integrada, o que facilita o serviço para as empresas, trazendo aumento de produtividade, redução de custos e qualidade superior”, Kleber Bonadia, diretor de TI e Inovação da Flex.

O Zaas foi desenvolvido no laboratório de Inovação da Flex, o xLab, dedicado a criação de soluções inovadoras para o segmento de Gestão de Relacionamentos. Com a solução em nuvem, é possível atualizar a tecnologia do contact center sem realizar novos investimentos. A solução é entregue em um cabo de rede, não importa onde a empresa esteja localizada. Ou seja, gerencia de forma eficiente todos os canais de relacionamento com clientes e prospects sem que a empresa se preocupe com infraestrutura e telefonia.

Os softwares disponibilizam interações por voz, chat, e-mail, SMS, Facebook Messenger e WhatsApp, e incluem funcionalidades de PABX, discadores, URA, distribuição automática de interações, entre outras. Viabilizam integração com inbound marketing, pré-vendas, inside sales, assistência técnica, suporte e customer success, sendo uma solução eficiente para vendas, atendimento, back office, fidelização, crédito e cobrança e reconquista.

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E-wallets: fique preparado para uma nova forma de comprar

Por Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

À medida que os smartphones se tornam mais equipados com as tecnologias mais recentes, como near field communication (NFC), mais oportunidades aparecem para as mobile wallets, usadas diariamente. De acordo com uma pesquisa da Worldpay¹, os pagamentos utilizando “carteiras digitais” representam atualmente 12% do mercado, fazendo com que seja um dos meios de pagamento de maior crescimento e adoção por parte dos consumidores. Enquanto isso, os cartões de crédito, que são o método de pagamento online mais comum (63%), deverão registrar queda no uso até 2020 (alcançando 56%).

As mobile wallets podem ser aplicadas de várias formas e há muitas soluções já disponíveis no mercado (por exemplo, Apple Pay e Samsung Pay). O número de smartphones aumentou, assim como, a utilização deles em transações, possibilitando o processamento de pagamentos com a tecnologia NFC.

Para ter uma noção de como os smartphones têm contribuído com a revolução das mobile wallets, o Brasil possui atualmente 198 milhões de celulares² e, até o final deste ano, a estimativa é que haverá um smartphone por habitante, segundo o levantamento anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo³.

Analisando esse cenário, a segurança é uma grande preocupação de comerciantes e consumidores. As pessoas temem pela privacidade de seus dados pessoais e proteção ao dinheiro, levando em conta a enorme quantidade de cartões clonados e fraudados no Brasil. Por outro lado, os comerciantes podem escolher opções mais seguras para seus clientes. Um cartão de crédito roubado pode ser recuperado, já as impressões digitais não. No entanto, à medida que a autenticação biométrica se torna comum com as mobile wallets, elas naturalmente começarão a oferecer um nível de segurança maior e atender às demandas dos consumidores a fim de conquistar sua confiança.

Todo o registro de dados e transações via eWallets é feito de forma criptografada, o que é mais uma maneira de oferecer ainda mais confiança para o consumidor, que não precisa ficar expondo seus dados pessoais a cada nova compra, além de deixar o processo de pagamento mais fluído.

Também é importante destacar a experiência única que as mobile wallets podem oferecer. Possibilitar que os consumidores não usem a fricção durante a compra tem sido cada vez mais demandado pelos comerciantes e é por isso que as e-wallets vieram para ficar. Os varejistas procuram pelo processo “zero clique”, com sistemas de pagamento que armazenam dados dos clientes e processam transações a partir de diferentes aplicações. As e-wallets tornam mais fácil a aceitação de pagamentos recorrentes, o que explica a popularidade de clubes de assinatura online e serviços de aplicativos que, por exemplo, fazem uso deste tipo de meio de pagamento e atualmente representam um dos maiores mercados do segmento de comércio eletrônico.

Além de todas essas características a favor dos pagamentos, as carteiras digitais oferecem ainda uma série de oportunidades a fim de que os comerciantes alavanquem seus negócios, possibilitando uma boa alternativa para a compra de ingressos para concertos, ônibus e metrô, assim como, vouchers de presentes. Os varejistas também podem usar as carteiras digitais como recompensa pela fidelidade de consumidores oferecendo presentes instantâneos, descontos e vouchers; mantendo os clientes atualizados sobre novas ofertas e produtos.

As projeções indicam que seguimos um caminho irreversível no comércio eletrônico. Isso não significa o desaparecimento imediato do dinheiro, mas sim o começo de uma grande transformação e o surgimento de novos meios de pagamento que complementam os tradicionais. No ano passado, a Worldpay processou globalmente mais de US$ 580 bilhões, em mais de 15 bilhões de transações, sem o uso do dinheiro. Fique preparado para essa nova era de pagamentos!

Fonte:

[1] Worldpay Global Payments Report 2016

² Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

³ Pesquisa Anual sobre o Uso da Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV – SP)

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IDC MarketScape nomeia PTC como líder global de plataformas IoT

A PTC (NASDAQ: PTC) anuncia que foi nomeada líder no mercado de plataformas IoT de acordo com relatório de pesquisa da IDC, intitulado “IDC MarketScape: Worldwide IoT Platforms (Software Vendors) 2017 Vendor Assessment”. O IDC MarketScape reconheceu a plataforma ThingWorx® Industrial IoT da PTC como uma das mais robustas plataformas de habilitação de aplicativos disponíveis hoje. A ThingWorx também oferece flexibilidade de implantação por meio da integração nativa com inúmeras plataformas de nuvem.

O relatório IDC MarketScape examinou os recursos e as estratégias da PTC e de 11 outros fornecedores de plataformas IoT. Cada empresa foi avaliada de acordo com um conjunto abrangente de critérios, incluindo os elementos principais de uma plataforma IoT: gerenciamento de conectividade, gerenciamento de dispositivos, captura de dados, processamento, gerenciamento, ferramentas de visualização, ferramentas de habilitação de aplicativos e análises.

A PTC tem liderado o mercado de plataformas IoT, com sua solução ThingWorx® já na oitava versão, sendo utilizada por mais de 1.200 empresas. Também são mais de 250 parceiros e muitos integradores de sistemas que criaram centros de competências IoT em torno da tecnologia PTC.

O ThingWorx é o núcleo do portfólio de tecnologia IoT da PTC, composto por uma plataforma de desenvolvimento rápido de aplicativos, conectividade, capacidades de aprendizagem em máquina, realidade aumentada e integração com os líderes de dispositivos em nuvem. Essas capacidades combinadas oferecem uma plataforma robusta de tecnologia IoT permitindo que os clientes usuários conectem recursos com segurança, criem aplicativos rapidamente e criem novas maneiras de capturar e manipular dados para gerar valor.

O relatório destacou vários pontos fortes, observando “o patrimônio da PTC em CAD e software de engenharia, além de seus recursos de realidade aumentada, que tornam a PTC adequada para desenvolver a tecnologia digital twin, como a encontrada em seu ThingModel dentro da ThingWorx – uma característica que será cada vez demandada pelos clientes industriais”. O relatório continua a reconhecer a PTC por seus “muitos investimentos na tecnologia Industrial IoT que demonstram seu compromisso com o mercado. Os clientes observam que a PTC oferece uma plataforma rica em recursos”.

“A PTC estabeleceu-se como líder no mercado de plataforma IoT, pois oferece uma das mais robustas plataformas de habilitação de aplicativos disponíveis hoje com a ThingWorx”, disse Stacy Crook, diretora de pesquisa do relatório Internet of Things Ecosystem and Trends da IDC. “A PTC tem sido bem sucedida no estabelecimento de relacionamentos de parceiros com significativos players no ecossistema IoT e não tem compromisso com uma única plataforma de nuvem, oferecendo aos clientes opções de implantação flexíveis”.

“Estamos satisfeitos pelo IDC MarketScape ter reconhecido os pontos fortes da PTC e nos posicionar como líder entre as plataformas IoT”, disse Jim Heppelmann, presidente e CEO da PTC. “A PTC está empenhada em liderar a convergência dos mundos físico e digital, tornando acessível, intuitiva e robusta a IoT e a realidade aumentada (AR). Com a ThingWorx, as empresas podem transformar seus negócios e capitalizar o poder do IoT e AR mais rápido do que nunca “.

Além do reconhecimento da IDC a PTC recebeu, em junho passado, os Compass Intelligence Awards, como a Industrial Internet of Things Company of the Year (IIoT) e Innovative Product of the Year Vendor for the Consumer pela solução de realidade aumentada ThingWorx® Studio (AR).

Os cinco vencedores anuais do Prêmio de Inteligência da Compass foram selecionados por mais de 40 jornalistas, editores e analistas que cobrem tecnologia. O programa inclui três categorias primárias de premiação: Mobile & Wireless, A-List in IoT e Bamboo Mobile (Green Tech). Os 68 prêmios identificam o melhor em dispositivos móveis e software, tecnologia sem fio, plataformas, Internet de Coisas, wearables, reutilização / reciclagem de dispositivos, produtos conectados, robótica, realidade aumentada, inteligência artificial e soluções emergentes.

Este foi o terceiro ano consecutivo que a PTC viu sua liderança em IoT reconhecida pelos Compass Intelligence Awards. Em 2016, a PTC foi nomeada Internet of Things Enablement Company of the Year and Leading Augmented Reality Vendor, e em 2015 a PTC foi reconhecida como IoT Innovation Vendor of the Year for its ThingWorx® IoT technology.

Já em novembro de 2016 a PTC também foi nomeada líder pelo relatório Forrester Wave™ que avalia as plataformas de software de Internet de Coisas (IoT). A Forrester classificou a plataforma ThingWorx® da PTC com os maiores índices disponíveis de acordo com quinze critérios, incluindo “funções de conexão” e “análise avançada”. No relatório “The Forrester Wave™: IoT Software Platforms, Q4 2016,”, a Forrester avaliou a PTC e 10 outros fornecedores em uma ampla gama de critérios para plataformas de software IoT, que, de acordo com a Forrester, “ajudam a simplificar a implantação, gerenciamento, operação e captura de informações dos dispositivos conectados habilitados para IoT “.

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DATEN anuncia aquisição de participação na MTM Tecnologia

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de computadores, anuncia a aquisição majoritária da MTM Tecnologia, uma das principais empresas de soluções mobile para o mercado nacional. A empresa adquiriu a participação de antigos investidores através do seu fundo Lighthouse Investimentos, representando uma nova etapa que tem como objetivo a diversificação da oferta de produtos e o crescimento do mercado de software.

“A nossa relação com a DATEN se iniciou como fornecedor de soluções. Com o tempo entendemos que essa parceria faria muito sentido para ambas as empresas. A DATEN possui uma estrutura sólida, uma extensa rede de parceiros tecnológicos e de negócio e um histórico de investimento em inovação. Com a DATEN como sócia teremos condições de expandir nossa presença e intensificar a nossa oferta principalmente de produto”, diz Gustavo Perez, Sócio-Fundador da MTM Tecnologia.

Todos os sócios fundadores permanecem no quadro societário da empresa mantendo as suas participações. A direção da empresa continuará sob a responsabilidade de Gustavo Perez. Com o anúncio, o objetivo é ampliar o investimento em áreas como Pesquisa e Desenvolvimento de soluções mobile, Comercial, Comunicação e Marketing.

“A MTM passará a adotar uma estratégia de negócios mais agressiva focando principalmente na oferta de produtos baseados na nossa plataforma de soluções mobile. O objetivo é expandir a nossa carteira de ofertas consolidando a MTM como principal fornecedor de soluções mobile do país. As novas ofertas serão criadas com foco em nichos de mercado carentes de soluções como o de saúde, com a otimização no processo de relacionamento de grandes organizações com os seus clientes”, diz Perez.

Com a aquisição, a DATEN também anuncia a expansão de sua atuação, deixando de ser uma empresa predominantemente de hardware para atender também o mercado de software. “Nossa estratégia é investir nas linhas de produto da MTM dentro dos segmentos nos quais eles já atuam e também em projetos customizados para importantes setores da indústria nacional. Um de nossos focos é sem dúvida o segmento de saúde no qual a MTM é uma referência”, afirma Christian Dunce, Sócio-Diretor da DATEN. “Atuaremos para sermos reconhecidos como uma das principais empresas brasileiras de TI”, diz o executivo

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