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Solução avalia a probabilidade de uma empresa sofrer ataques cibernéticos

A FICO (NYSE:FICO), empresa provedora de soluções analíticas para a tomada de decisões, anuncia sua solução FICO® Enterprise Security Score (ESS), que quantifica e avalia, de forma preditiva, a vulnerabilidade das empresas aos ataques cibernéticos nos próximos 12 meses. Levando em consideração os ativos de rede e dados de diversas fontes externas, aos quais são aplicados algoritmos preditivos avançados para, em seguida, condensar os resultados obtidos em uma métrica de fácil interpretação, a solução quantifica a exposição ao risco de ciberataques de uma forma direta e eficaz.

“A quantificação da vulnerabilidade é o primeiro passo na luta eficaz contra crimes cibernéticos. Com análises quantitativas e empiricamente derivadas, o ESS conduz à mensuração do risco digital de forma objetiva e transparente. Este score de risco corporativo dá às empresas a condição de avaliar sua postura em relação aos seus riscos cibernéticos, para que possa suprir as lacunas de suas defesas. Conseguimos avaliar, com precisão, o risco de um ciberataque à própria organização, bem como a qualquer empresa com a qual o cliente já faça ou deseje fazer negócios“, explica Fábio Cegali, especialista em prevenção a fraudes da FICO para América Latina e Caribe.

A solução, oferecida como um serviço na nuvem, é apoiada por uma plataforma altamente escalável que avalia a segurança de qualquer rede, representada por um score preditivo que dimensiona o risco de futuros ataques, sem a necessidade de instalação de nenhum software ou hardware. O FICO Enterprise Security Score pode ser usado por uma organização para medir seu grau de segurança cibernética e os riscos oferecidos por canais estabelecidos com seus parceiros. A pontuação é gerada empiricamente, com base em técnicas analíticas patenteadas, que trazem consigo mais de 60 anos de experiência da FICO.

As análises são baseadas em informações de instituições que foram vítimas de ataques cibernéticos, combinadas com dezenas de fontes internas ou externas de dados, (públicas e privadas, como por exemplo, listas de ameaças geradas por empresas especializadas em segurança cibernética), para entregar com precisão uma visão de longo prazo em relação à exposição a uma eventual violação de dados.

O produto está disponível em duas modalidades: o FICO® ESS Portrait, projetado para ajudar executivos e gestores de Segurança da Informação a entender em detalhe a exposição da organização aos riscos cibernéticos e avaliar as práticas de gestão de redes para uma rápida tomada de decisão, e o FICO® ESS Profile, que permite monitorar a segurança de dados da empresa junto a parceiros em toda a cadeia de valor, de modo a avaliar os riscos externos que estão além do controle direto da organização.

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7 lições do WannaCry – Por Leonardo Carissimi

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Nestes últimos dias, uma nova ameaça cibernética ganhou notoriedade, o WannaCry. Trata-se de um tipo de código malicioso classificado como ransomware, daqueles que “sequestram” dados de computadores para exigir um dinheiro em troca de devolver o acesso ao seu dono. Ou seja, uma vez infectada a máquina, ele encripta os arquivos e mostra uma tela na qual exige um resgate em dinheiro, tipicamente na moeda eletrônica bitcoins que, assim como o dinheiro vivo, não deixa rastros quando se movimenta e permite circulação de valores entre criminosos.

Interessante é que o WannaCry explora uma vulnerabilidade do sistema operacional Windows conhecida há pelo menos dois meses e que permite execução remota de um código através de uma vulnerabilidade no serviço SMB (Service Message Block).

O que o episódio nos traz de lições?

Crescimento das ameaças cibernéticas: as ameaças crescem em termos de magnitude e agressividade. Com a crescente conectividade, cada nova ameaça tem o potencial de infectar mais equipamentos.

O cibercrime está crescendo: essa nova ameaça também nos recorda que o cibercrime está crescendo, pois cada vez mais as ameaças tem motivação financeira. Elas se tornam mais perigosas, porque as organizações criminosas que as orquestram têm cada vez mais recursos. Podem desenvolver “armas” sofisticadas e agir globalmente com elas.

Impacto real nos negócios: tornaram-se comuns nos últimos dias notícias de empresas que foram contaminadas e tiveram que sujeitar-se a pagar pelo resgate. Outras decidiram por desligar computadores. Nos dois casos, torna-se claro o impacto em termos de custo (seja pelo pagamento pelo resgate ou, pior, pela perda de produtividade).

Prevenção é fundamental e começa com pequenas coisas: a vulnerabilidade é conhecida há pelo menos dois meses, quando a Microsoft publicou um boletim recomendando atualização dos sistemas Windows para corrigi-las. Um trabalho de Gerenciamento de Patchs, complementado de Gerenciamento de Vulnerabilidades, teria evitado a dor de cabeça. Realizar cópias de segurança frequentemente é outra prática bastante corriqueira que ajuda em situações de ransomware. São conceitos simples, mas que precisam ser realizados de forma consistente, com processo, ferramentas e pessoal treinado.

Microssegmentar a rede: a utilização de ferramentas para microssegmentação reduz o estrago. Ao isolar sistemas por microssegmentos, a movimentação lateral realizada pelo malware é contida e ele não contamina uma grande quantidade de equipamentos na rede. Opte pela microssegmentação por software, focando inicialmente em sistemas mais críticos. Isso vai permitir adoção rápida, sem impacto na arquitetura da rede e com custo reduzido. Em médio e longo prazo a técnica vai aumentar a segurança e permitir a simplificação da rede ao reduzir complexidade de firewalls internos e segmentação via VLANs.

Monitoração de Comportamento de Malware: a cada momento surgirão novas ameaças, as quais serão desconhecidas por ferramentas tradicionais de segurança que trabalham com assinaturas e padrões de malware conhecidos. A utilização de ferramentas de correção de eventos é controle necessário, mas não suficiente. Preparar-se para o malware novo requer um SOC (Centro de Operações de Segurança) mais inteligente, que identifique comportamentos anômalos mesmo quando for um ataque novo com assinatura desconhecida. No caso do WannaCry, a comunicação pela porta do SMB, o comportamento de movimentar-se lateralmente dentro da rede, e o endereço de seu “mestre” que tenta contatar, são indícios típicos de algo estranho está acontecendo e que permitiram um SOC inteligente detectar a nova ameaça a tempo.

Resposta a incidentes: Uma vez detectada a nova ameaça, requer-se pronta resposta. Respostas automáticas ou manuais poderiam bloquear tráfego suspeito e eliminar da rede equipamentos contaminados. A utilização de uma Arquitetura de Segurança Adaptativa é recomendada para responder de modo dinâmico, mudando a arquitetura de subredes à medida que contaminações são identificadas. Um exemplo é colocar em quarentena os equipamentos contaminados e evitar que os mesmos contaminem outros.

Leonardo Carissimi, Diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina.

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Transformação digital deve começar pelo básico – Por Edivaldo Rocha

Nasci em Japurá, no noroeste do Paraná, uma cidade que tem 9 mil habitantes e foi ali, no meio de uma fazenda de gado, e um ambiente simples, que comecei a compreender sobre o que realmente faz diferença no sucesso de qualquer empreendimento: o gerenciamento do capital humano. Desde cedo notei que todos gostam de ser bem tratado e ter o seu trabalho reconhecido e é essa a política que busco implementar. Sabemos que as pessoas são o nosso ativo mais importante.

Uma boa gestão de pessoas entende a necessidade do outro, sabe atrair, conquistar, reter, sabe o que cada um precisa para viver bem. Eu tenho prazer em poder contribuir com a evolução dos empregados da empresa, tenho conversas diárias, com muitos colaboradores para ensinar coisas simples como, por exemplo, a fazer um fluxo de caixa, sobre os objetivos de sua vida pessoal e profissional, como estão se preparando e o que os motiva a evoluir.

Como líder e gestor eu sei que é preciso que meus colaboradores tenham a vida pessoal e financeira bem resolvida, uma pessoa cheia de dívidas não vai conseguir produzir de forma adequada, vai estar sempre com a cabeça em outro lugar, e quero ajuda-los para não ter este tipo de preocupação, pois preciso deles 101% focados em nossos clientes. Decidi ajudar estas pessoas a olhar para o básico, fazer o simples, de maneira eficiente, que gere resultados reais para suas vidas e para a empresa, sendo assim, busco o melhor que cada colaborador pode entregar.

Cada gestor sabe que precisa manter os colaboradores engajados, fazer com que todas as tarefas e metas sejam cumpridas de acordo com o planejado. E cabe aos líderes encontrar formas de adaptar a empresa e todos que dela fazem parte às mudanças do mercado.

Sei que os funcionários também podem ter este crescimento como meta. Eu incentivo para que cada líder pense como dono e encontrem os caminhos da mudança, temos sempre que nos reinventar, criar coisas novas. Toda empresa de tecnologia precisa respirar a mudança.

Além de identificarmos os líderes, programamos investir na formação da equipe. Isso garante com que os funcionários reciclem seus conhecimentos e consequentemente, passem a oferecer um melhor serviço e um melhor atendimento aos nossos clientes porque somos preocupados com a qualidade da prestação de nossos serviços.

E não há nada de espetacular nisso, é algo bem simples, mas que muitas vezes é esquecido pelas grandes corporações, pelos CEOs das maiores empresas. E voltando ao básico da boa administração estamos transformando a empresa, sendo mais produtivos e com uma equipe mais feliz.

Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex.

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HID Global apresenta novidades na Cards Payment

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Com foco na experiência do usuário, a 22º edição da Cards Payment & Identification 2017, que acontece de 23 a 25 de maio, em São Paulo, trará as mais recentes inovações para meios de pagamentos, cartões, e-commerce, identificação e certificação digital. Com o objetivo de oferecer uma solução eficiente e segura para os setores bancário e Governo, a HID Global, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, apresenta soluções de emissão instantânea de cartões e credenciais mais duráveis.

A entrega imediata de cartões de crédito é uma solução completa para as instituições financeiras, pois além de atrair mais clientes, reduzem custos operacionais, evitam extravios e fraudes, além de proporcionar uma nova experiência para o consumidor, que poderá usufruir de um serviço personalizado.

Essa experiência de emissão instantânea será apresentada no estande da HID, que levará para a feira as impressoras da linha FARGO®. Entre elas a DTC5500LMX, que recebeu recentemente a certificação ambiental Green Circle. O selo internacional garante as atuais reinvindicações por uma produção sustentável de cartões e coloca a empresa na posição de líder em serviços de credenciais mais duráveis.

A solução de emissão segura da HID Global traz um projeto de laminado inovador que visa redução de custos, de energia e desperdício. A nova versão da FARGO® DTC5500LMX permite uma redução de 92% nos resíduos, após o consumo dos usuários e 66% de consumo de energia. Além disso, a capacidade de duração do produto é 4 vezes maior que a geração anterior.

“Com esse novo projeto, a estimativa de uso das impressoras é de mais 5 anos. E quando pensamos em descarte de dispositivos de impressão em aterros, com esse novo produto a evasão seria de 50 toneladas”, afirma o Diretor de Secure Issuance da HID Global no Brasil e Cone Sul, Fernando Giroto. O executivo ressalta ainda que essa solução representa uma redução significativa em custos operacionais para a empresa e permite avançar em competitividade no mercado.

Mercado de Adquirências de cartões

A inclusão do brasileiro no mundo das finanças está ligada diretamente ao crescimento do mercado de cartões. As modalidades de débito e crédito representam 30% dos gastos dos consumidores. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o volume de transação efetiva com cartões deve movimentar R$ 1,22 trilhão até o final do ano. Em dez anos, a entidade aponta que esse montante cresceu 265% e o resultado são as mudanças significativas no cenário de pagamentos eletrônicos.

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Como aplicar a Lei da Terceirização: aspectos trabalhista, econômico e jurídico

A nova Lei de Terceirização (Lei nº 13.429/2017), sancionada pelo presidente Miguel Temer, no dia 31 de março, trouxe uma nova realidade para as relações de trabalho no País, o que está mexendo com a vida de empresários, trabalhadores, contadores, equipes de Recursos Humanos e de todos aqueles que estão envolvidos com a contratação de mão de obra.

Assim é preciso entender os impactos imediatos da nova lei; os riscos da terceirização da atividade fim; a possibilidade de perda de direitos trabalhistas e outros aspectos como as características do contrato terceirizado e do contrato com a pessoa jurídica, entre outros aspectos.

Para estabelecer essa relação com maior segurança econômica e jurídica, os especialistas em Direito Empresarial, Direito Tributário e do Trabalho, Alessandra Farias que é professora e mestre no assunto e Ricardo Glasenapp professor e doutor, diretores da Digitalis Direito e Tecnologia, realizarão o curso A Lei da Terceirização e seus reflexos trabalhistas e econômicos, no qual, além de alertar para os principais riscos aos quais todos estão sujeitos, farão uma análise da legislação trabalhista vigente apontando a tendência dos juízes e Tribunais do Trabalho ao analisar as novas relações.

Outro aspecto importante da nova lei é o reconhecimento da “pejotização”, ou seja, nesta relação a empresa contrata o trabalhador como pessoa jurídica, sem quaisquer direitos trabalhistas já que o contrato é regulado pelo Código Civil. “Cumpre lembrar que ainda que haja uma relação jurídica entre pessoas jurídicas, caso a Justiça do Trabalho venha a reconhecer no futuro vínculo de emprego entre as partes, diante das características de empregado, estará presente o vinculo trabalhista”, assegura Alessandra Farias .

O curso, com sete horas de duração, será ministrado no dia 17 de maio, das 9 às 16:30, na Avenida Paulista, 1776, 1.andar – próximo ao Metrô Trianon Masp. O investimento é de R$ 240,00, e as inscrições podem ser feitas no site: www.digitalis.net.br

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BC Partners e Medina Capital concluem aquisição da Easy Solutions

As empresas de private equity BC Partners e Medina Capital anunciaram hoje a conclusão da aquisição da Easy Solutions, bem como do portfólio de centros de dados da Centurylink e de centros de dados e análises de dados da Medina Capital. As transações avaliadas em aproximadamente 2,8 bilhões de dólares culminaram na formação de uma empresa chamada Cyxtera Technologies, que iniciou suas operações imediatamente. Fundada originalmente na Colômbia, a Easy Solutions tem sua sede em Miami – Flórida, com escritórios em Atlanta, São Paulo, Londres, Dubai e Tóquio.

A Cyxtera reúne um centro de dados global e um portfólio de segurança diversificado, moderno e baseado na nuvem, composto por quatro empresas inovadoras: Cryptzone, Catbird, Easy Solutions e Brainspace. O portfólio do grupo oferece uma plataforma de infraestrutura poderosa, segura e resistente, desenvolvida para as complexas e híbridas arquiteturas de TI de hoje, e capaz de proteger e suportar infraestruturas dedicadas e provedores de serviços na nuvem públicos e privados, com recursos de software e serviços que estendem a proteção a ambientes locais. A Cyxtera atende a mais de 3.500 clientes em todo o mundo.

“A Easy Solutions está bem posicionada para atender à crescente demanda por proteção antifraude decorrente da transformação digital experimentada pelas empresas. Ao nos tornarmos uma empresa Cyxtera, nós teremos mais recursos, maior capacidade e um alcance global que nos possibilitarão inovar mais rápido, expandir as nossas soluções e atender melhor aos nossos clientes e parceiros em todo mundo”, afirmou Ricardo Villadiego, CEO da Easy Solutions. “A possibilidade de trabalhar com um portfólio completo de recursos de segurança complementares, que inclui detecção e prevenção de fraude, machine learning e perímetro definido por software, nos permitirá desenvolver e oferecer as mais avançadas soluções de proteção contra fraude que o mundo já viu.”

Manuel D. Medina, fundador e sócio-gerente da Medina Capital e fundador e ex-CEO da Terremark Worldwide, comanda a Cyxtera. A equipe executiva da Cyxtera também conta com líderes das cinco empresas adquiridas, como o próprio Villadiego, representando a Easy Solutions, e uma lista de veteranos dos setores de infraestrutura empresarial e segurança cibernética.

“As últimas duas décadas trouxeram mudanças significativas na disponibilidade, agilidade e escalabilidade das empresas de TI, e a próxima era deve ser marcada por uma revolução semelhante na infraestrutura de segurança”, afirmou Medina. “Estou orgulhoso e empolgado por ter a oportunidade de trabalhar com uma equipe de profissionais experientes, com excelência comprovada nas áreas de infraestrutura de TI e segurança cibernética, no lançamento de uma nova plataforma global para ajudar os nossos clientes a operar e proteger seus sistemas empresariais e aplicações críticas. Estou muito feliz por dar as boas-vindas para a nossa equipe, nossos clientes e nossos parceiros à Cyxtera.”

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Startup mobLee recebe investimento da Bzplan

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A gestora de fundos de investimento Bzplan anuncia aporte de R$ 3 milhões na mobLee, desenvolvedora de uma plataforma de software as a service (software como serviço) que tem como objetivo diminuir a lacuna existente entre o marketing digital e o mercado de eventos corporativos.

A plataforma da mobLee permite que organizadores de eventos se comuniquem com os participantes, entreguem mais valor aos patrocinadores e potencializem as oportunidades de networking. A empresa, fundada em 2011 e com sede em Florianópolis (SC), tem como premissa centralizar todas as informações de eventos que antes eram distribuídas de maneira manual, como por meio de flyers e catálogos, em aplicativos para dispositivos móveis. A startup tem na carteira clientes como a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Endeavor Brasil, BM&FBovespa e Sebrae.

Com 16 funcionários, a mobLee registrou um crescimento de 121% no número de eventos que utilizou sua plataforma em 2016. Para o CEO, André Rodrigues, o aporte permitirá que a empresa invista no crescimento do time, na área de Customer Success e em processos de marketing e vendas. “O aporte vem no momento ideal de maturidade da empresa e do produto, já estávamos sentindo há algum tempo que estava na hora de acelerar. Só chegamos até aqui graças ao foco em produto, pesquisa e desenvolvimento. Então, não poderíamos deixar de fortalecer também as áreas de design e engenharia, para agregar mais valor aos clientes atuais e potenciais negócios”, explica Rodrigues.

De acordo com Marcelo Wolowski, sócio da Bzplan, um dos motivos que levou a gestora a investir na mobLee é o fato de a startup estar caminhando para tornar-se também uma geradora de oportunidades no marketing offline. “Nós enxergamos que o mercado dos investimentos no marketing offline vem decrescendo porque não é possível saber qual é o seu retorno real. A mobLee pretende mensurar esses investimentos e o retorno de cada um deles”.

Ser uma gestora de empreendedores para empreendedores é um dos grandes diferenciais da Bzplan em relação aos demais fundos de venture capital do Brasil. Sua equipe de sócios e profissionais conta experiência comprovada em criar, crescer e vender negócios de tecnologia. Para ela, além do potencial do negócio, o que garantiu o aporte na mobLee foi a sinergia entre os empreendedores e os investidores.

A Bzplan tem sede em Florianópolis (SC) e foi criada em 2002 a partir da experiência de seus sócios na gestão de pequenos empreendimentos inovadores e na captação de recursos financeiros – ao todo, já avaliou mais de mil projetos. No ano passado, ganhou destaque com a operação de saída de uma das empresas em que investiu: a Axado, startup líder nacional em gestão de fretes, foi vendida ao Mercado Livre por R$ 26 milhões, o que rendeu um retorno de 426% ao fundo.

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Hospitalar 2017: 2iM S/A apresenta tecnologia inovadora para gestão da performance na área da saúde

A 2iM Inteligência Médica disponibilizou ao mercado uma inovadora solução de Business Analytics em Saúde, capaz de gerar níveis diferenciados de avaliação de desempenho a partir da consolidação de dados gerados pelos sistemas de gestão dos hospitais, operadoras de planos de saúde e SUS. Os recursos do software GPS.2iM© serão apresentados durante a Hospitalar 2017, evento que acontece de 16 a 19 de maio, em São Paulo (Expo Center Norte).

Além disso, a empresa realiza pela primeira vez o FÓRUM 2iM EXPERIENCE, no qual instituições renomadas como os Hospitais Sírio Libanês, Samaritano e Marcelino Champagnat apresentarão casos de sucesso relevantes onde foi utilizada a solução na área hospitalar. Com foco em hospitais, o fórum contará com o apoio da Organização Nacional de Acreditação – ONA e terá a participação no temário da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

De acordo com Dr. César Abicalaffe, CEO da 2iM Inteligência Médica, a companhia tem boas expectativas em torno desta edição da Hospitalar. “Nossa participação está alinhada à estratégia de fortalecimento da marca 2iM como referência em avaliação de desempenho de corpo clínico no mercado hospitalar. Atualmente cerca de 25% dos hospitais filiados à ANAHP empregam nossa tecnologia e estamos trabalhando fortemente para aumentar este market share”, ressalta o executivo.

O portfólio da 2iM Inteligência Médica abrange toda a cadeia do mercado de saúde, uma vez que suas soluções foram desenvolvidas para avaliar o desempenho e a qualidade dos prestadores de serviços de saúde, desta forma contempla desde o profissional até os hospitais.

Gestão da Performance da Saúde

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Com foco em inovação, a solução GPS.2iM© emprega avançados sistemas para avaliar o desempenho de profissionais e serviços de saúde, como hospitais, unidades hospitalares, médicos, entre outros. A ferramenta integra diferentes sistemas e planilhas para geração e composição de indicadores que são agrupados nas principais dimensões da qualidade: estrutura, eficiência, efetividade e experiência do paciente.

Cada indicador é ponderado dentro destas dimensões e quando comparado a um parâmetro específico permite calcular um escore. A soma das pontuações de cada indicador aponta um índice de performance de quem está sendo avaliado. A partir deste monitoramento mensal, cada profissional avaliado tem acesso, via internet, ao seu desempenho possibilitando comparações com seus pares, assim como os gestores do programa podem realizar análises e comparações entre indicadores, profissionais, especialidades, entre outros.

A medição e divulgação dos indicadores, por si só, já traz uma melhoria na qualidade da prestação dos serviços e no controle de custos, no entanto, outras estratégias podem ser adotadas a partir do conhecimento destes dados e de seus respectivos agrupamentos.

O GPS.2iM© atende às exigências das acreditadoras para os hospitais no que tange ao monitoramento e avaliação de desempenho de corpo clínico e possibilita a revisão do modelo de remuneração em saúde, saindo de modelos simples para pagamentos por performance ou pagamentos baseados em valor. Além disso, o software favorece os programas de relacionamento com a rede credenciada ou médicos do corpo clínico e apoia a auditoria médica na avaliação e no controle de custos e utilização do sistema.

I Fórum 2iM Experience

Além de conhecer os mais recentes incrementos da ferramenta da 2iM, os visitantes da Hospitalar terão a oportunidade de inteirar-se a respeito das inovadoras experiências que estão em curso hoje na gestão da de hospitais, narradas diretamente pelos clientes da 2iM.

O CEO da companhia, Dr. César Abicalaffe abrirá o evento explicando a importância do uso de tecnologias avançadas para que as instituições de saúde enfrentem com sucesso os enormes desafios de produtividade, desperdício e qualidade. O consultor do Hospital Sírio Libanês para o DRG, Dr. André Osmo, apresentará um caso prático da integração do DRG da 3M com o GPS.2iM© na instituição. Na sequência, Dr. Fernando Leal, Gerente de Relacionamento com o Corpo Clínico do Hospital Samaritano falará sobre Programa de Relacionamento com o corpo clínico, abordando o uso do GPS.2iM© como ferramenta de fidelização. Já o Dr. José Octávio Leme, Superintendente do Hospital Marcelino Champagnat, ministrará palestra sobre a utilização da metodologia GPS.2iM© em conformidade com a Acreditação pela JCI. Para encerrar o evento, a Diretora da ANS, Dra. Martha Regina de Oliveira dará a visão da instituição sobre a avaliação de qualidade em saúde e o impacto em modelos de remuneração. Por fim, o Diretor de Operações da 2iM, Jovaldo Savian, abordará as evoluções dos projetos da companhia e as inovações para 2017/18.
As vagas serão limitadas a 150 pessoas, por isso, o visitante interessado deve realizar sua inscrição com antecedência aqui: http://www.2im.com.br/hospitalar/.

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Facilitadora de negócios movimenta mais de R$2 milhões trabalhando o networking coorporativo

Nascida da percepção de que o networking no Brasil ainda é bastante deficiente, a República de Negócios se posiciona no mercado como uma empresa que se propõe a fazer a ponte entre quem tem o problema e quem tem a solução.

A ideia é ir além do que os clubes de networking geralmente fazem quando apenas apresentam empresários uns aos outros. A facilitadora de negócios idealizada por Glauco Vega e Guilherme Galletti, se propõe antes de tudo, entender as necessidades dos empresários, “as suas dores”, como costumam dizer os sócios.

A República de Negócios foi criada como um ecossistema fechado de empresas que tem um alto nível de relacionamento no mercado e estão desenvolvendo projetos de grande impacto e muito consistentes. “Unimos todas estas empresas para poder gerar o maior valor possível para o mercado e assim dispondo de uma vasta proposta de valor para seus parceiros e clientes”, explica Vega.

A metodologia da empresa está baseada em quarto pilares básicos que são a proximidade (trata da relação de confiança), a intenção (onde são expostos os porquês de aproximar aquelas duas empresas), a intensidade (fazer a comunicação entre as empresas frequentemente, mas sem pressão desnecessária) e o acompanhamento (onde se monitora o andamento do negócio com objetivo de ganho de eficiência).

Há cerca de dois anos no mercado, a facilitadora já colaborou com a geração de negócios e oportunidades na faixa dos R$ 300 milhões de reais (pipeline e negócios fechados). Já geraram valor para empresas como Sky, Magazine Luiza, Gocil, Lojas Marisa, Banco Carrefour, Intelserv, Tivit, Via Varejo, KPMG, entre outras.

“Queremos mudar essa visão extrativa do mercado e apresentá-los a nova era de negócios, o modelo colaborativo de fazer negócios, com real interesse em ajudar e assim, estamos desenvolvendo diversas formas de abordar o tema do crossnetwork. Nossa crença é que podemos de fato ajudar e gerar valor e riqueza para o mercado”, encerra Vega.

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Riachuelo coloca e-commerce no ar e aposta em modelo integrado para expandir

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A Riachuelo, maior empresa de moda do país, acaba de estrear sua plataforma de e-commerce (www.riachuelo.com.br) que já nasce com 15 mil itens à venda, o mesmo volume disponibilizado nas lojas físicas da companhia. A nova operação demandou investimento de R$ 28 milhões e marca os 70 anos da Riachuelo no varejo brasileiro.

O projeto foi planejado em linha com o conceito da omnicanalidade, o que significa que os universos on e off-line estarão totalmente integrados. “É uma tarefa complexa, que exige mudanças culturais, processuais, além de impactar diretamente a rotina dos colaboradores”, explica Jonas Ferreira, head do e-commerce da Riachuelo. Segundo o executivo, o maior desafio foi implantar toda a plataforma em sinergia com a operação física e com o Centro de Distribuição da companhia, que atenderá às demandas das duas operações.

Em 2015, a Riachuelo investiu R$ R$ 250 milhões na modernização de um novo CD, localizado em Guarulhos, para ampliar a capacidade de expedição da companhia e apoiar a nova plataforma de vendas pela internet.

Na prática, o maior beneficiado com a integração dos canais é o consumidor, que poderá realizar trocas e cancelamentos, além de tirar dúvidas sobre compras realizadas no e-commerce no ambiente físico, tudo isso com o auxílio dos colaboradores das lojas. Futuramente, também será possível realizar compras pelo site nos próprios pontos de venda da Riachuelo. “Chegamos nesse mercado depois dos maiores players, o que nos permitiu analisar o que deu certo ou não. Percebemos que a maioria das companhias tratava o e-commerce como outra empresa, sem nenhuma sinergia com a operação física, o que gera diversos problemas”, avalia.

Além da integração on e off-line, a interface do e-commerce da Riachuelo traz diversas funcionalidades, como propostas de soluções para combinar looks, sistema de busca personalizada, possibilidade de verificar medidas do corpo e navegação dividida por categoria, produto e estilo. O site também disponibilizará informações e referências de moda para auxiliar os consumidores no momento da compra.

Apesar do impacto da nova operação em toda a companhia, somente duas novas áreas foram criadas na Riachuelo: a do e-commerce, que fará toda a gestão do negócio e a interface com as demais áreas, e um estúdio próprio de fotografia implantado na sede da companhia, que facilitará o processo de fotografar os produtos em linha com o conceito da companhia. “Isso significa que todas as demais áreas foram sinergizadas à realidade do e-commerce, justamente para que a proposta da de omnicalidade e de integração de processos acontecesse de forma orgânica”, diz Jonas.

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Mobile Banking é o preferido dos brasileiros para transações bancárias, revela pesquisa da Febraban

Canal ultrapassa internet banking e representa 34% do total das operações em 2016; movimentações financeiras pelo canal aumentam 140%

O mobile banking é o canal preferido dos brasileiros para operações bancárias e já representa um terço das transações feitas no país, de acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2017, divulgada hoje pela Federação, com dados de 2016. Segundo o estudo realizado pela Deloitte, com 17 bancos que resentam 91% dos ativos da indústria bancária brasileira, o canal superou, pela primeira vez, o internet banking na preferência do cliente e respondeu por 34% do total das transações realizadas no país no ano passado, um aumento de 14 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

O levantamento revelou que o uso do mobile banking quase dobrou em 2016, passando de 11,2 bilhões de transações para 21,9 bilhões. Considerando-se apenas as transações com movimentação financeira, o crescimento foi ainda maior: saltou de 500 milhões para 1,2 bilhão, alta de 140%. No ano passado, foram feitas pelo canal 505 milhões de transferências por TED/DOC ante 60 milhões em 2015, um incremento significativo de 741%. Além disso, os brasileiros pagaram 468 milhões de contas pelo mobile banking, 37% a mais do que o registrado no levantamento anterior.

O número de contas que usam o recurso também apresentou alta: saltou de 33 milhões para 42 milhões. A pesquisa identificou também que 9,5 milhões de clientes do mobile banking são heavy users – utilizam mais de 80% de suas transações bancárias neste canal.

“A possibilidade de fazer transações bancárias usando apenas um dispositivo à mão, o smartphone, trouxe comodidade, funcionalidade, rapidez e a presença do banco na vida do cliente em qualquer lugar, 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirma Gustavo Fosse. O diretor da FEBRABAN também destaca que o consumidor demonstra mais confiança nos canais digitais, e o setor vem investindo para oferecer cada vez mais funcionalidades e segurança para as transações bancárias.

Segundo o executivo, a pesquisa revelou que o crescimento do mobile também se deve, em boa parte, à migração de operações feitas pelo internet banking e ATMs. O levantamento mostrou que o internet banking é o responsável por 23% do total das transações ante 32% registrados no levantamento anterior. Em 2016, o número de operações bancárias feitas por este canal totalizou 14,8 bilhões, queda de 16% em relação à pesquisa de 2015.

Na análise do diretor da FEBRABAN, o uso do mobile banking deve crescer ainda mais com o avanço das contas totalmente digitais no País, abertas por meio totalmente eletrônico, sem contato presencial entre clientes e instituições bancárias, e viabilizadas a partir de regras estabelecidas na resolução 4.480 do Banco Central. Atualmente há quase um milhão de contas totalmente digitais no país e a expectativa é que esse número chegue a 3,3 milhões até o final do ano.

Para Paschoal Pipolo Baptista, sócio da Deloitte e especialista na indústria de serviços financeiros, a opção dos brasileiros pelo mobile banking reforça a necessidade de investimentos para ampliar e facilitar o uso deste canal e permitir a personalização de serviços pelo próprio cliente. “Os resultados da pesquisa da Deloitte evidenciam que os bancos brasileiros estão respondendo a esse movimento, mantendo-se na vanguarda tecnológica global.”

Antes do lançamento das principais plataformas de internet banking na segunda metade da década de 1990, os principais canais de relacionamento entre bancos e clientes eram as agências, caixas eletrônicos (ATMs) e telefone. Nos últimos cinco anos, o uso crescente dos canais digitais mostrou um sólido crescimento: a pesquisa mostra que agora internet e mobile banking, juntos, respondem por 57% das transações, ante 52% em 2015. Em 2011, os canais digitais eram responsáveis por 38% das operações bancárias. Ao todo, o sistema bancário registrou no ano passado 65 bilhões de operações, alta de 17% ante 2015.

Os pontos físicos e outros canais de atendimento ainda desempenham um papel relevante no atendimento aos clientes. Segundo o estudo divulgado hoje, o total de transações realizadas em agências bancárias, ATMs, correspondentes e contact centers foi de 33% do total. Transações pelo POS (pontos de venda no comércio) totalizaram 10%.

De acordo com o levantamento, no final de 2016, havia em todo o país 23,4 mil agências físicas, praticamente o mesmo nível do ano anterior – os dados foram obtidos no Banco Central e ainda não refletem reduções do número de agências anunciadas por grandes bancos no ano passado.

Fosse explica que o canal passa por um momento importante de readequação e redefinição de papel, adotando cada vez mais um modelo consultivo. “Essa mudança exige, também, um novo perfil e habilidades de seus funcionários, que precisam estar preparados para atender as novas necessidades e questionamentos trazidos pelos clientes”, diz.
Outros pontos físicos, como PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registraram alta de 6% e atingiram um total de 48,5 mil.

Investimentos

Mesmo em um cenário econômico desafiador, os bancos brasileiros preservaram os investimentos em tecnologia. A pesquisa revelou que as despesas e investimentos somaram R$ 18,6 bilhões em 2016, no mesmo patamar dos últimos anos. Desse total, 45% foram destinados a software, 35% a hardware, e 19% a telecom, mesma tendência apontada nos estudos anteriores.

No Brasil, o setor bancário é responsável por 14% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo porcentual gasto pelo governo, e um ponto percentual acima da estatística mundial.

A pesquisa avaliou, pela primeira vez, o nível de desenvolvimento e implantação de tecnologias disruptivas feitos pelas instituições financeiras. Segundo o estudo, 47% dos bancos investem em analytics, 24% em computação cognitiva, e 65% estudam a implantação do blockchain em suas transações.

Segundo Fosse, os resultados demonstram o comprometimento dos bancos para oferecer uma experiência diferenciada para os clientes, processo que demanda novas tecnologias, soluções e produtos inovadores, e equipes especializadas, capazes de entender as necessidades de uma nova geração que pensa e age digitalmente. “Os investimentos feitos pelos bancos na adoção de novas tecnologias reafirmam a posição de vanguarda da indústria bancária nacional em relação ao cenário mundial”, conclui.

A apresentação da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária está disponível neste link.

Fonte: Febraban

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Delivery de comida: Pesquisa aponta que 42% dos pedidos são realizados de forma on-line

Pesquisa inédita de comportamento encomendada pela PedidosJá, junto ao instituto de pesquisas Ipsos, revela que 42% das solicitações de entrega de comida no país já são efetuadas em plataformas digitais, seja por aplicativos agregadores ou sites próprios dos restaurantes. Avaliado com base nos hábitos de consumo de 1.005 pessoas residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília e Curitiba, o estudo também mostra que 57% dos entrevistados já pediram refeições em casa pelo menos uma vez na vida.

Entre os consumidores de delivery, 68% deles são considerados ‘heavy users’, ou seja, utilizam o serviço pelo menos uma vez por mês. A capital paulista possui o maior percentual deste público, com 75% de participação, seguido por Belo Horizonte (70%), Rio de Janeiro (68%), Porto Alegre (66%), Brasília (61%) e Curitiba (60%). Ainda entre os clientes, 51% pedem ao menos uma entrega por semana e 21% informam que solicitam de duas a três vezes por semana.

De acordo com Bruna Rebello, gerente comercial da PedidosJá no Brasil, o levantamento mostra que cada vez mais as pessoas preferem contar com a tecnologia para efetuar os pedidos no conforto de casa ou até mesmo no escritório. “Sem dúvida, a escolha dos usuários pelos meios digitais é reflexo da facilidade de consultar o cardápio e realizar a solicitação, além do fato de não precisar falar com atendentes”, avalia.

O estudo encomendado pela PedidosJá informa também que as mulheres são as maiores responsáveis pelos pedidos de comida no país, com 53% de participação no total de solicitações. A ocasião em que elas mais preferem pedir – 44% – são nos momentos de reunião com toda a família. “Esse dado serve para desmistificar de vez o fato de que o delivery é utilizado em sua maioria por homens solteiros e que vivem sozinhos”, argumenta Rebello.

A pesquisa também apresenta os principais motivos na tomada de decisão dos consumidores. Para 32% dos respondentes, a ocasião perfeita para realizar o pedido é quando não querem ser obrigados ou não estão dispostos a cozinhar, 11% revelaram que usam o serviço em encontros com amigos e, por último, 9% justificaram que pedem quando desejam comer algo especial e que não sabem fazer.

Por fim, o levantamento também coletou os tipos de comida mais solicitados pelos brasileiros. As pizzas lideram este quesito com ampla folga (57%). Em seguida, aparecem massas em geral (9%), sushi (8%) e comida chinesa (5%).

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Microsoft announces new tools and services to help developers

Satya Nadella, Scott Guthrie and Harry Shum welcomed thousands of developers to Seattle for Build 2017 — Microsoft’s annual developer conference. During his opening keynote Nadella announced that Windows had reached 500 million Windows 10 monthly active devices and noted how — together — Windows, Microsoft Office and Microsoft Azure offer developers more than a billion opportunities to connect their innovations with Microsoft customers. Microsoft also announced new Azure data and cloud services to help developers quickly modernize their existing apps, new AI and Azure services that allow any developer to more easily build intelligent apps, with understanding and natural user interaction capabilities, and showcased new data, IoT edge and A I services built for a future with an intelligent cloud and intelligent edge.

“In a world of near infinite compute power and an exponential growth in data, we are focused on empowering every developer to build applications for this new era of intelligent cloud and intelligent edge,” said Satya Nadella, CEO, Microsoft.

A vision for more intelligence — from the cloud to the edge

Our world is overloaded with information, every minute, and yet it is in this very information — data — that opportunities and insights abound. To help customers realize these opportunities, Microsoft shared an early peek into innovations it is bringing to bear to help every person and organization achieve more. In support of this vision Microsoft announced the following:

– A preview of Azure IoT Edge, technology that extends the intelligence — and other benefits — of cloud computing to edge devices.

– Extensions to the Microsoft Graph to combine insights from the world of work with device insights and contextual awareness of the physical world.

– Technology that will allow you to search the real world in the same way you search the digital world, helping to keep your data safe and secure while making you more productive.

The cloud for every developer, and tooling to target any platform and device

– Microsoft showcased how it is meeting developers where they are, and helping them be more successful, with new Microsoft Azure and Visual Studio services and tools to help modernize existing applications and quickly build intelligent apps for all major platforms:

– Introducing Azure Cosmos DB, built from the ground up to power planet-scale cloud services and data-intensive applications — from IoT to AI to mobile — with incredible performance, fault tolerance and support for every type of data, including graph. It is the industry’s first globally distributed, multimodel database service to deliver horizontal scale with guaranteed uptime, throughput, consistency and single-digit millisecond latency at the 99th percentile. Developers get incredible flexibility with the only schema-free database service, with support for popular NoSQL APIs, that also offers five well-defined consistency choices while auto-indexing all your data.

– New MySQL- and PostgreSQL-managed services that join Azure SQL Database to give developers expanded choice and flexibility on a service platform that delivers high availability and scalability, with minimal downtime, and data retention and recovery.

– An early preview of Microsoft’s new database migration services, which will allow Oracle and SQL Server customers to more easily move their data and quickly modernize their apps.

– Azure SQL Database improvements:

A new Managed Instance private preview, which offers customers SQL Server instance-level compatibility and makes it even easier for organizations to migrate existing SQL Server apps to Azure SQL Database.

General availability of Threat Detection and preview of Graph support.

– General availability of Visual Studio 2017 for Mac, which enables developers to work seamlessly across Windows and Mac environments with full support for mobile, web and cloud workloads, and previews of Docker tools, Azure Functions and Xamarin.IoT support.

– Support for containers of nearly every type, on every platform, with the general availability of Windows Server Containers support in Azure Service Fabric, with Visual Studio tooling, and a preview of the ability to use Docker Compose support for Service Fabric to deploy containerized apps to Service Fabric — enabling developers to deliver mission-critical, scalable apps and services.

– DocuSign supports a rapidly growing customer base of 300,000 companies and more than 200 million users across 188 countries. The company today announced Microsoft Azure is its preferred cloud for global expansion, starting in Canada. DocuSign uses Azure SQL Database to process enormous volumes of digital transactions.
For more information on these announcements, visit: https://azure.microsoft.com/en-us/blog/new-innovations-at-microsoft-build-2017-helping-developers-achieve-more/

New developer on-ramps to the world’s largest productivity platform

With more than 100 million monthly commercial active users, Office 365 is where the world works. Today Microsoft announced plans to better connect developers with Office 365 customers around the globe:

– Any developer can now publish for Microsoft Teams, the new chat-based workspace in Office 365. Coming soon, apps in Teams will be more discoverable for end users through a new app experience. Developers can also add new capabilities to Teams apps, including third-party notifications in the activity feed, Compose Extensions and Actionable Messages.

– Microsoft also made new Microsoft Graph APIs available to developers, including APIs from SharePoint and Planner. The Microsoft Graph gives developers access to Office 365 data and intelligence and helps connect the dots between people, conversations, projects, schedules, processes and content. These insights help developers build smarter apps, enabling smarter ways to work.

– Developers and ISVs who host their production SaaS applications on Microsoft Azure and sign up through the Azure website can now have their apps’ data and workflow automatically extended to authorized Office 365 customers through standard connectors for PowerApps and Microsoft Flow. To help ISVs expand their business even further, Microsoft is also providing additional incentives to its sales force when they jointly co-sell eligible SaaS apps and services to enterprise customers.

AI to augment the capabilities of every developer, organization, platform and person

Microsoft also highlighted its vision to amplify human ingenuity with intelligent technology, bringing AI to every developer through the unique combination of the Microsoft cloud and AI. New cognitive services, platform innovations in the Microsoft Bot Framework, advances in deep learning tools, continued infusion of AI into the company’s products and services, and intelligent insights offered through the Microsoft Graph unlock this opportunity for developers and new growth scenarios for businesses. New announcements included the following:

– The company added new services to the industry’s broadest offering of cognitive services and now 29 services for developers, with unique customization options. That enables developers to infuse off-the-shelf or custom intelligence capabilities such as vision, speech, language, knowledge and search into their app and bot experiences in any scenario. New services include Bing Custom Search, Custom Vision Service, Custom Decision Service and Video Indexer. A new PowerPoint add-in called Presentation Translator, which leverages Microsoft’s Translation APIs, was featured, allowing real-time translation to multiple languages during any presentation. The new Cognitive Services Labs were also launched, enabling developers to experiment with new services, such as a Gesture API, still in the early stages of development.

– Using the new adaptive cards supported by the Microsoft Bot Framework, developers can write cards once that look great across multiple apps and platforms. Using the Bot Framework, developers can also now publish to new channels including Bing, Cortana and Skype for Business, and implement Microsoft’s payment request API for fast and easy checkout in their bots.

– Azure Batch AI Training is a new Azure offering, available in private preview only, that will allow developers and data scientists to configure an environment with parameters and run their models against multiple CPUs, multiple GPUs and eventually field-programmable gate arrays.

– In addition to Harman Kardon’s Invoke intelligent speaker with Cortana, partnerships were also signed with HP on devices and Intel on reference platforms to deliver Cortana-enabled devices.

– The Cortana Skills Kit is now in public preview. Developers can build skills for Cortana by creating a bot and publishing it to the new Cortana channel of the Bot Framework. This is available across Windows 10, Android, iOS and the new Cortana-powered Harman Kardon Invoke speaker. The Cortana Skills kit is currently available in the U.S. only.

– A demonstration was provided on how multiple Microsoft products and services, including Dynamics 365, Office 365, Microsoft Teams, Cortana Skills, Microsoft Graph and Sentiment Analysis, will be integrated into Tact, the sales experience platform that turns any connected device into a AI-powered virtual sales assistant, later this year.
For more information on these announcements, visit: https://blogs.microsoft.com/?p=52541284

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Internet das Coisas nas empresas: onde está o ROI? – Por Paulo Henrique Pichini

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Se fizermos um momento de reflexão sobre um passado não muito distante, relembraremos que o mercado teve dificuldades para entender como as empresas inovadoras que vieram para alavancar ou desbravar o processo de transformação digital – caso do Facebook, Google, etc. – ganhavam dinheiro. De onde vinham os lucros que as faziam crescer de forma tão avassaladora e com perspectivas de eternidade?

De forma semelhante, talvez menos perceptível, o mercado também demorou a entender e adotar o uso de recursos “de” e “em” cloud computing.

Hoje em dia, testemunhamos o crescimento dos investimentos e a criação de sensores IoT (Internet of Things, Internet das Coisas) de baixíssimo custo. São dispositivos com capacidade de transmitir em bandas de baixa velocidade para plataformas em nuvem. Essas plataformas recebem informações, geram BigData e devolvem dashboards online que suportam decisões de negócios altamente precisas. Dados da CompTIA indicam que, até 2020, 50 bilhões de dispositivos IoT estarão conectados e operando. Hoje, nos EUA, 6 em cada 10 empresas dizem já utilizar IoT. Fica claro, portanto, a pujança do mercado IoT.

Ainda assim, o mercado se pergunta: Onde se ganha dinheiro com IoT? Qual o ROI (Return on Investiment) das empresas usuárias que implementam IoT dentro de casa?

A resposta a essa indagação deve vir de dois ambientes (tipos de empresas) claramente definidos e com expectativas e interesses diferentes entre si.

Em primeiro lugar, encontramos as empresas usuárias que estão de alguma maneira incluindo IoT em seus processos. Identificamos o uso de sensores nas mais diversas áreas de produção, venda, marketing, etc. Na verdade, os processos que incluem o uso de sensores permitem um aumento agressivo da eficiência operacional. Os resultados aparecem nas novas formas de fidelização de clientes e nas novas logísticas de distribuição, que fazem com que as empresas aumentem os volumes de vendas e reduzam os custos operacionais, tudo ao mesmo tempo.

Pense em fabricantes de sorvetes que colocam suas geladeiras em diversos pontos comerciais de um país como o Brasil. Essas empresas enfrentam o desafio de garantir que as geladeiras – que pertencem ao fabricante de sorvete – estão realmente armazenando só sorvetes. O abastecimento dessas geladeiras especiais é feito por caminhões de entrega que devem passar de tempos em tempos pelo ponto comercial, muitas vezes sem ter certeza se o estoque está realmente baixo. Não é possível saber, ainda, se acontece do dono do comércio onde está instalada a geladeira preferir deixar o equipamento desligado para economizar na conta de energia. Isso é um fato que acontece com frequência, especialmente porque o sorvete derretido é substituído sem custo para o ponto de vendas.

A implementação, na geladeira, de um sensor mínimo, que tenha controle de temperatura, de abertura de portas e uma mini câmera que envie imagens internas de tempos em tempos muda todo esse quadro. Trata-se de um caso de uso de IoT em que a entrada em cena desses sensores propicia ganhos operacionais, nova logística de distribuição, otimização do uso das geladeiras, etc. Com a IoT, os processos do fabricante de sorvete passam a utilizar informações que, antes, simplesmente não estavam disponíveis de forma massiva e automatizada.

Este é um projeto IoT típico, em que o ROI é sempre menor do que 12 meses.

Fica claro, portanto, que a empresa usuária que investe em IoT ganha deixando de gastar e aumentando suas vendas e sua eficiência. Esse avanço propicia, também, a melhor compreensão do comportamento do cliente e sua fidelização. Em suma, conquista-se uma tangível melhoria em processos e operações.

O segundo ambiente de inserção dos dispositivos IoT é representado pelos provedores de serviços e soluções. Este grupo inclui grandes operadoras de Telecom que estão reinventando seus negócios e desenvolvendo ofertas sob medida para verticais de mercado como Agronegócios, Retail, Transporte, Manufatura, etc. Alguns ambientes desses provedores de serviços podem ser customizados de modo a atender a mais de um mercado vertical. Mas, em geral, a especificidade dos negócios de cada vertical da economia tem levado os provedores de serviços a respeitar essas peculiaridades, algo que se reflete em sua oferta de serviços baseados em IoT.

Esses provedores de serviços sabem que o processo de implementação de sensores vem caindo de preços e valores de forma muito acentuada. A evolução e o uso de arduinos na composição dos sensores e a presença de servidores baseados em Raspberry mostra que não é vendendo estes dispositivos por 10 dólares ou menos que as empresas sobrevivem. Além disto, as redes de comunicação também passam por transformações para transmitir este novo volume de dados. Neste ponto, entram em cena soluções de baixo custo e principalmente baixo consumo de energia como LoRa – Long Range Radio. LoRa é a tecnologia wireless desenvolvida sob medida para redes M2M e IoT.

Os ganhos de empresas como operadoras de Telecom não virão nem de dispositivos nem da rede. O dinheiro está nas plataformas e nos motores capazes de transformar os dados gerados pelo IoT – o BigData – em insumo para dashboards de apoio à decisão – o Analytics. Isto é o que transformará este mercado em uma oportunidade de 470 bilhões de dólares até 2020 (dados da Bain).

É hora de acordar!

A transformação digital está aí, pronta e disponível, a baixos custos e sem espaço para os que ficarem esperando o mercado amadurecer. É ela que vai definir o perfil dos negócios nos próximos anos.

Este mundo novo é baseado em dinheiro novo, proveniente de diversas fontes.

Quem daria valor a um blogueiro semianalfabeto, mas que tem milhões de seguidores fiéis? O que será que vale dinheiro: a informação postada pelo blogueiro ou a base de dados de seus seguidores?

Quando se imaginou uma moeda digital capaz de pagar pela exposição (clic) de um vídeo não só pelo primeiro usuário a ver o vídeo, mas também pelos terceiros, quartos e quintos usuários a clicar sobre esse vídeo? Na Internet, a visualização viral de um vídeo vale dinheiro. O Bitcoin é a moeda que extrai valor financeiro dessa transação digital.

Com o IoT e seus constantes companheiros – BigData e Analytics – ganha-se de todos os lados. Acima de tudo, conquista mercado a empresa que conhece seus custos, sofre menos perdas e aumenta sua eficiência!

Paulo Henrique Pichini, CEO & President da Go2neXt – Cloud Computing Builder & Integrator

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Um novo job description para o CFO – Por Athos Dourado

Embora a percepção do mercado em relação ao risco Brasil venha apresentando melhora em relação ao cenário no ano passado, a grande pergunta do dia no meio empresarial é quando e em que velocidade poderá ocorrer a retomada do crescimento. Após uma revisão necessária de foco, redirecionamento de prioridades e ajustes na alocação de recursos impostos pela crise em empresas de praticamente todos os setores, o executivo financeiro das organizações no Brasil ganha atribuições muito mais relevantes e estratégicas.

Há tempos estamos vivenciando uma era de constantes e rápidas mudanças. O mundo está muito mais integrado e dinâmico do que antes, a informação é transmitida em tempo real e o comportamento das pessoas é influenciado em um ritmo muito mais intenso. Esse dinamismo traz novos desafios e oportunidades à liderança e os CFOs precisam estar bem posicionados para capitalizar as oportunidades e contribuir no direcionamento e execução da estratégia da empresa, com uma visão de mercado muito clara e embasada.

Além de fornecer informações e perspectivas estratégicas para a tomada de decisões cruciais nas organizações, o novo CFO deve ser um líder. Ele precisa ter bom relacionamento e conquistar a confiança de seus pares, de parceiros e do mercado. Por representar a organização e ter um posicionamento estratégico, deve ser capaz de ouvir e influenciar a tomada de decisões que terão impacto direto no futuro do negócio.

Ao mesmo tempo, o CFO precisa estar próximo dos aspectos operacionais da empresa, atuando em iniciativas para a otimização de receitas e a redução de despesas. É necessário que de tempos em tempos, sobretudo na atual conjuntura econômica, o CFO reveja e reavalie os procedimentos adotados pela empresa, visando aumentar a produtividade e a assertividade dos processos de gestão e a minimização de riscos.

A redução de desperdícios passa também por uma blindagem nos processos de compliance que podem resultar em perdas e penalidades para a empresa, como falhas nos controles sobre apuração e pagamento de impostos e contribuições previdenciárias ou quebras nos controles sobre riscos de fraude.

De acordo com o Índice Global de Complexidade 2015 da TMF Group, lançado em 2016, o Brasil é um dos dez países mais complexos do mundo para as multinacionais ficarem em conformidade com a regulamentação e a legislação corporativa. Um estudo do Banco Mundial revela ainda que as companhias brasileiras gastam cerca de 2,6 mil horas por ano com o Fisco contra uma média mundial de 264 horas.

Esses fatores resultam em novas demandas e oportunidades para o CFO. A revisão da estrutura da área financeira e de seus processos é o pilar fundamental para dar sustentação aos desafios do diretor financeiro. Nesse contexto, a terceirização de atividades transacionais pode auxiliar os executivos na padronização, aumento de eficiência e confiabilidade dos processos, permitindo maior concentração nas atividades estratégicas e de apoio ao negócio requeridas no novo contexto.

Estando as finanças intrinsicamente ligadas à cada aspecto dos negócios de uma companhia, o CFO adquire tons mais estratégicos e fundamentais para toda e qualquer tomada de decisão. É ele o responsável por suprir os tomadores de decisões com informações de altíssima qualidade e precisão que as justifiquem. Agora e no futuro, pesam sobre os ombros dos executivos financeiros grandes responsabilidades.

Athos Dourado, diretor financeiro da TMF Group Brasil

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Tecnologia Cognitiva não é mais ficção científica – Por Acácio Alves

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Em janeiro deste ano a imprensa noticiou o uso de inteligência artificial (IA) a partir da plataforma cognitiva IBM Watson, pela seguradora japonesa Fukoku Mutual Life. Ainda que reforce a nossa percepção de que o Japão produz inovações comparáveis ao mundo da ficção científica, a notícia demonstrou o fato de que as empresas de seguros já estão à frente, inovando e ditando tendências ao aplicarem em seus processos de negócios plataformas sofisticadas como o IBM Watson.

Na Fukoku o novo sistema fará cálculos de pagamentos devidos ao segurados, com base em análises de informações não estruturadas de texto, vídeo e imagens. Serão analisados sem intervenção humana milhares de dados, com informações médicas como tempo de internação, procedimentos realizados, histórico dos pacientes, entre muitas outras. Claro que os valores apontados pelo sistema de IA terão que passar pela aprovação dos profissionais da companhia que finalizarão o processo para efetuar os pagamentos.

A Fukoku investiu o valor correspondente a R$ 5,5 milhões e espera economizar, por ano, quase R$ 4 milhões neste processo em que está substituindo a mão de obra humana por algoritmos. Em menos de dois anos, a empresa pretende alcançar o almejado ROI e, segundo o jornal britânico The Guardian, esta mudança resultou em um aumento de produtividade de 30%.

Enfim, o processo de inclusão de tecnologias avançadas é irreversível e sistemas como este da Fukoku podem tornar-se assistentes poderosos dentro das organizações, elevando a eficiência a níveis difíceis de serem atingidos apenas com equipes humanas. As capacidades gigantescas dos sistemas cognitivos e seus constantes aprendizados produzem resultados humanamente impossíveis de serem alcançados. Por isso, as empresas em países como o Japão intensificam os processos de automação para somar tecnologias à experiência das equipes em muitos processos e indústrias. A mesma reportagem do The Guardian menciona um relatório do Instituto de Pesquisas Nomura que prevê que, até 2035, 50% dos trabalhos feitos no país serão executados por robôs. As empresas e desenvolvedoras de soluções estão diante de um cenário de grandes oportunidades, uma vez que existe uma infinidade de possibilidades que se abrem com o mundo cognitivo e com o processamento de dados não estruturados, as quais podem ser desenvolvidas e aplicadas em diferentes indústrias, a exemplo do que a seguradora Fukoku Mutual Life faz hoje, pioneiramente.

Acácio Alves, Diretor Executivo da Provider IT.

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Startup Superlist anuncia parceria com a Sodexo para compras de mercado online

A Superlist, startup que permite ao usuário realizar compras de mercado programadas e com desconto, anunciou parceria, pioneira no mercado de benefícios, com a Sodexo Benefícios e Incentivos para oferecer mais uma opção de pagamento à sua base de clientes. Com isso, quem realizar compras de mercado online pela Superlist usando o Sodexo Alimentação Pass, o vale-alimentação da Sodexo, terá frete grátis até o fim do mês de junho.

Além do Vale Alimentação, a startup, que iniciou operação em novembro de 2016, já oferece as opções de pagamento via cartão de crédito (Visa, Mastercard, ELO e Dinner Express).

“A parceria entre a Sodexo Benefícios e Incentivos e a Superlist é um grande ganho para todos os clientes Sodexo que agora, pela primeira vez no Brasil, passam a contar com a comodidade de fazer suas compras online em nosso supermercado, evitando trânsito, filas e contando com os melhores preços do mercado. É comodidade e economia juntos em um só lugar”, diz Alceu Passos, diretor de Marketing e Vendas da Superlist.

“Hoje em dia, quem quer organizar seu orçamento e não tem tempo a perder, vê no site Superlist um aliado em seu projeto de economia familiar”, afirma Alberto Parra, CEO da empresa.

“Fomos a primeira empresa do segmento a habilitar o vale-refeição para compras online, e agora iniciamos mais uma parceria inédita no mercado com a Superlist, que proporciona uma nova jornada de consumo, economia de tempo e dinheiro aos usuários do Sodexo Alimentação Pass através das compras programadas. Essas inovações são pautadas por nosso Espírito de Progresso, que estimula diariamente a melhoria dos processos a fim de construir uma relação eficiente e sólida com nossos consumidores”, afirma o diretor de Estabelecimentos e Consumidores da Sodexo Benefícios e Incentivos, Alberto Weisser.

A Superlist compra diretamente com a indústria, repassa os ganhos para o consumidor e oferece mais de 1.700 itens da chamada cesta de itens essenciais de abastecimento de uma casa e de um escritório. A entrega acontece em até quatro dias úteis.

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Contax recebe certificação de segurança dos dados em transações bancárias

A Contax, umas das maiores empresas de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios que conta hoje com mais de 60 mil colaboradores e atende mais de 70 milhões de interações por mês, opera com a certificação PCI DSS versão 3.2 (Padrão de Segurança de Dados para a Indústria de Cartões de Pagamento), emitida pelo PCI Security Standard Council.

No processo de certificação, a empresa contou com a CIPHER, empresa brasileira com atuação global, especializada em serviços gerenciados, serviços profissionais, consultoria e soluções de cibersegurança, que executou todo o processo de análise de gaps, relatórios e atendimento de requisitos para certificar a Contax no padrão de segurança.

A CIPHER é o maior ASV (Approved Scanning Vendor) do país, com uma equipe de QSAs (Qualified Security Assessores) especializada em determinar rapidamente os requisitos necessários para certificação, além de reduzir o escopo necessário para estar em conformidade com o padrão de segurança.

Foram cinco meses de auditoria e todos os pré-requisitos do padrão de segurança foram atendidos sem que a Contax precisasse realizar grandes mudanças em seus ambientes, processos e políticas. A certificação PCI DSS é renovada anualmente e garante a conformidade da segurança dos dados de transações feitas por meio de cartões que trafegam dentro dos data centers, a fim de prevenir fraudes. Ele se aplica a todas as organizações que mantêm, processam ou trocam informações de cartões e pagamentos eletrônicos.

“Constatamos a necessidade de evoluir nossos processos e políticas de segurança da informação, principalmente voltados para dados de cartão de crédito e, então, foi estipulado pelo comitê executivo a certificação do PCI DSS. Atualmente, no segmento de mercado em que atuamos a certificação é muito exigida, principalmente por armazenarmos em nosso ambiente alguns servidores e equipamentos dos nossos clientes. Isso nos trará ganhos profundos principalmente em negócios e rentabilidade”, explica Roberto Toscani, gerente de segurança da informação e prevenção à fraude da Contax.

Agora, a empresa passa a seguir procedimentos rigorosos e processos automáticos para detecção de vulnerabilidades para garantir a segurança no manuseio dos dados de cartões, com evidências sendo coletadas frequentemente. Anualmente, haverá o processo de recertificação da PCI DSS.

Vale destacar que a Contax já é uma parceira da CIPHER há cerca de oito anos e analisam a expansão do trabalho com outros serviços relacionados à segurança do ambiente de TI.

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