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Connected Smart Cities apresentará melhores práticas para uma cidade inteligente

Em sua quarta edição, o Connected Smart Cities vem desde 2015 reunindo diferentes segmentos da sociedade para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. Os setores participantes do evento se dividem em tecnologia, mobilidade, energia, urbanismo, meio ambiente e segurança. Já estão confirmados como patrocinadores da edição 2018: Aceco TI, Atech, BMPI, Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), Deloitte, Engie, Egis, Fundação Ezute, Fala Cidadão, Geoambiente, Itron, Kido Dynamics, Midiacode, Philips, Prefeitura de Barueri, Ubicquia, Via, além do apoio de mais de 40 entidades.

O Connected Smart Cities será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, apoiador estratégico e que garante ao evento uma infraestrutura diferenciada. No primeiro dia do Fórum, será apresentado o Ranking Connected Smart Cities 2018, desenvolvido em parceria com a Urban Systems e que apresenta os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras participantes do levantamento. Com expectativa de reunir mais de duas mil pessoas, o Connected Smart Cities abordará os temas Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Prósperas; Cidades Conectadas; Mobilidade e Acessibilidade nas Cidades; Cidades Empreendedoras; Cidades Resilientes; e Cidades Participativas e Engajadas.

“Essa edição do evento contará com cerca de 90 painéis e 300 palestrantes que se apresentarão simultaneamente em 9 palcos, superando os números das edições anteriores. Também teremos a Expo, onde as empresas que apoiam o evento apresentam as suas soluções para uma cidade inteligente, além do Prêmio voltado para empresas que estão oferecendo soluções inovadoras para as cidades; as Rodadas de Negócios, reuniões entre organizações que oferecem soluções e cidades que têm interesse em implementar novos modelos, sendo que a nossa expectativa é de organizar mais de 600 reuniões durante o evento; e o lançamento do nosso Manifesto”, cita a idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

A executiva enfatiza, ainda, que o evento está sendo oficialmente lançado e muitas novidades serão apresentadas durante o Connected Smart Cities 2018 e que as ações do evento, com foco em uma cidade inteligente, apresentam resultados positivos em várias cidades brasileiras, como em Belo Horizonte, capital que implementou soluções do Connected Smart Cities, por meio do Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, e São João da Boa Vista/SP, por meio do Plano Estratégico “São João 2050”. “O trabalho desenvolvido por nós já reflete e resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta.

Manifesto Connected Smart Cities

Durante o evento será lançado o Manifesto do Connected Smart Cities, com o objetivo de destacar o propósito da iniciativa. “A missão do Connected Smart Cities é desenvolver e participar de ações que tenham como principal objetivo tornar as cidades brasileiras mais desenvolvidas e sustentáveis, onde os projetos implantados reflitam na qualidade de vida dos seus habitantes. A nossa missão é unir forças, por meio da sinergia entre todos os envolvidos, pois acreditamos e trabalhamos para que cada vez mais as nossas ações resultem em resultados efetivos. E o Manifesto do Connected Smart Cities reforça, ainda mais, o nosso objetivo”, Conclui Paula Faria.

Acesse o Manifesto Connected Smart Cities: www.connectedsmartcities.com.br/manifesto/

A edição desse ano também conta com o lançamento do Connected Smart Cities Mapping, ferramenta online de dados abertos que disponibiliza soluções por meio de um software livre para a coleta de informações, visualização e mapeamento interativo de recursos, ou seja, um mapa georreferenciado colaborativo para a inclusão gratuita de soluções. A INCLUSÃO DE SOLUÇÕES está disponível por meio do link: www.connectedsmartcities.com.br/2018/07/31/ferramenta-oferece-mapeamento-gratuito-de-solucoes-para-cidades-inteligentes/

Para mais informações sobre o Programa Estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, acesse o Case de Belo Horizonte: www.connectedsmartcities.com.br/2018/05/25/belo-horizonte-implementa-solucoes-do-connected-smart-cities/

Para mais informações sobre o Plano Estratégico “São João 2050”, acesse o case de São João da Boa Vista/SP: www.connectedsmartcities.com.br/2018/08/08/desenvolvimento-de-sao-joao-da-boa-vista-conta-com-acoes-do-connected-smart-cities/

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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Os consumidores querem Inteligência Artificial e personalização nas lojas físicas

Por Alan Prando

A última edição do relatório anual Connected Shoppers, elaborado pela Salesforce, em oito países – incluindo o Brasil, para investigar os hábitos de consumo e como as pessoas usam a tecnologia como parte do processo de compra trouxe índices interessantes para o varejo. Dos entrevistados brasileiros, 75% disseram que aceitariam compartilhar suas preferências e outros dados pessoais em troca de uma personalização que oferecesse um serviço mais rápido e conveniente nas lojas físicas, enquanto que 80% afirmaram que gostam de receber recomendações de produtos com base em seu histórico de compra.

O que já é comum no mundo digital, traz à tona uma carência no varejo físico: a necessidade de personalização e recomendação de produtos. Com o empoderamento do consumidor, independente do seu canal de compra, ele quer se sentir único, e não apenas mais um. Ele não quer ser encarado como uma cifra, mas como um cliente exclusivo. Os varejistas, por sua vez, precisam satisfazer os desejos desses compradores, com experiências mais inteligentes e cada vez mais personalizadas e, assim, manter sua competitividade.

Embora os e-commerces ofereçam muitas praticidades, as lojas físicas ainda têm um papel importante no varejo. Nele, o consumidor tem a possibilidade de comprar e levar o produto na hora, além de negociar descontos; pode tocar e testar o produto. Brasileiro tem essa mania de “ver com as mãos”, é cultural. Também é possível evitar taxas de entrega, uma vez que o frete é um dos entraves do e-commerce.

A tecnologia, associada ao uso de Inteligência Artificial, pode ser uma forte aliada para dar suporte às vendas do varejo tradicional. Da mesma maneira que o e-commerce tem acesso direto aos dados de consumo dos clientes, a tendência é que as lojas físicas comecem a fazer isso também, com o uso de dispositivos já disponíveis no mercado, como o foot tracking, que permite entender e analisar o caminho que os consumidores fazem dentro de uma loja.

Outro ponto importante para considerar é que todos os canais de venda precisam estar conectados e se complementar, com a possibilidade de trocas nas unidades físicas de compras feitas no e-commerce, por exemplo, ou a implementação de conceitos como “click and collect” e “pick-up in store”, que permitem recolher na loja uma mercadoria adquirida na internet.

Em um futuro próximo, as lojas farão sugestões de produtos para seus clientes de maneira semelhante ao que é feito nos e-commerces, por meio de vitrines personalizadas e e-mail comportamental, por exemplo. Para isso, também serão utilizadas tecnologias diversas, como espelhos inteligentes, aplicativos sincronizados e cadastro universal.

Toda experiência positiva cativa e fideliza clientes, além de atrair novos consumidores, por meio do famoso “boca a boca” – que nunca sai da moda e funciona como uma eficaz ferramenta de propagação (gratuita) da marca. No mundo “real”, essa experiência tem a vantagem do “tête-à-tête”, pois todo mundo gosta de um cumprimento, de um sorriso, de receber uma atenção especial. E se a tecnologia pode melhorar essa relação, então o objetivo de proporcionar uma experiência completa será concluída com sucesso.

Alan Prando é CTO e cofundador da Biggy, plataforma especializada em Big Data e Inteligência Artificial, com foco em personalização e recomendação de e-commerce.

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5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras

Conhecido por abrigar gigantes da tecnologia, o Vale do Silício, na Califórnia, é também berço de muitas empresas inovadoras, como as startups. Não à toa, a região tornou-se destino desejado por empreendedores de todo o mundo, inclusive os brasileiros.

O objetivo, no entanto, não é tão fácil quanto parece. Para o curitibano Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, há uma ideia deturpada em relação à instalação de empresas no local.

“O Vale não torna a caminhada mais fácil, mas oferece mão de obra qualificada e em quantidade que não encontramos no Brasil – lá, cerca de 35% da população trabalha na indústria de software. A taxa de mortalidade das empresas que crescem na região, porém, não está tão longe da nossa, a diferença é que no local existem 10 vezes mais pessoas executando uma determinada função com mais experiência”, analisa Alionço, idealizador empresa global de SaaS (Software as a Service), que hoje está presente em 15.000 empresas e atende clientes em mais de 150 países.

Na visão do empreendedor, os americanos estão inseridos em uma cultura em que erros, além de totalmente aceitáveis, são necessários para formação de qualquer profissional. No Vale do Silício, essa cultura é intensificada principalmente pela maneira como as empresas estão alocadas na região, permitindo um largo fluxo de pessoas com os mesmos objetivos.

Para isso, essas mesmas pessoas têm como meta, desde o início de sua inserção no mercado de trabalho, uma consciência da existência de etapas fundamentais para alcançar resultados precisos.

O Vale pode, sim, impulsionar muitos negócios por combinar conhecimento, mão de obra e capital em um mesmo lugar, mas antes de pensar em transferir sua empresa para lá, confira as 5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras, segundo Alessio Alionço.

1. Pense globalmente desde o primeiro dia

No Brasil, somos instruídos a crescer primeiro no mercado nacional e depois de algum tempo e com bastante solidez, a buscar ares internacionais. Diferentemente do Vale, em que o pensamento quase que obrigatório é pensar na expansão global do negócio no primeiro dia.

2. Errar não é o fim do mundo

Estamos inseridos em uma cultura em que errar é motivo de vergonha e um fator que impede tentativas de colocar uma ideia em ação. Os americanos valorizam a experimentação e, para eles, o erro significa um clico realizado. Independentemente da ideia der certo ou errado, a tentativa sempre resultará em oportunidade e chance de desenvolvimento.

3. Comunicar, comunicar e comunicar

Que a comunicação é um fator imprescindível dentro das empresas todo mundo sabe, mas os americanos, novamente, reforçam a ideia. É preferível pecar pelo excesso de diálogo e ser honesto com aquilo que não anda como deveria, o chamado radical candor, ou franqueza radical, adotado pelos líderes no Vale do Silício.

4. Zona de conforto nunca mais, arrisque

O risco sempre vale a pena na cultura dos americanos. As tentativas nunca são em vão e permitem que um leque de oportunidades seja aberto todas as vezes. Nós pensamos os motivos que podem levar uma ideia a fracassar, enquanto eles enumeram as possibilidades de dar certo.

5. Direto ao ponto

No ambiente do trabalho, os americanos prezam pela objetividade por diferentes razões, mas que sempre convertem para um mesmo ponto: a entrega de atividades de maneira rápida e eficaz. Ao contrário dos brasileiros, eles acreditam que construir laços no ambiente de trabalho é um fator que cria barreiras entre gestores e funcionários, por isso o evitam.

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DB1 Global Software está entre as 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil

Entre as 2.288 empresas que participaram do ranking “Melhores empresas para trabalhar – GPTW Brasil”, realizada pela Great Place to Work, a DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá – PR, está entre 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil. A empresa entrou pela segunda vez no ranking nacional das 150 organizações brasileiras selecionadas na lista que avalia as organizações com as melhores práticas relacionadas a gestão de pessoas. O estudo leva em conta a avaliação do índice de confiança dos funcionários com o ambiente de trabalho e análise das melhores práticas de gestão de pessoas, entre outros quesitos.

Em 2017, a DB1 também recebeu as melhores avaliações do Instituto Great Place to Work: ficou entre as melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, foi classificada como a 11ª melhor média empresa de TI para se trabalhar e eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná e com a melhor colocação no setor de TI do estado. Já a revista Você S/A classificou a empresa entre as 45 melhores para se começar carreira no país e entre as 150 melhores empresas para se trabalhar.

“Sair de uma lista das melhores empresas de TI, passar para um ranking geral pelo segundo ano consecutivo e estar entre as 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, mostra nosso foco na valorização das pessoas com prosperidade para todos e nossos esforços para nos tornarmos um competidor global. A visão da DB1 é estar entre os 10 maiores grupos de TI do Brasil até 2032 – temos metas muito fortes – e esse prêmio vem reconhecer que estamos na direção correta e que estamos cumprindo nosso propósito”, conta Ilson Rezende, presidente da DB1 Global Software.

A DB1 vem liderando o movimento empresarial do setor de tecnologia em Maringá e se tornou referência para muitas outras empresas, que começaram a participar da premiação “Melhores empresas para trabalhar – GPTW Brasil”. Atualmente outras cinco empresas da cidade figuram na lista e a DB1 pretende trazer outros empresários para a certificação GPTW.

“Alguns clientes nos perguntam como conseguimos contratar, ter e manter nosso alto nível de entrega. Eu costumo dizer que investimos muito em pessoas, em processos e em como trabalhar com essas novas gerações. Isso reflete em uma entrega de primeira, com alta qualidade, baixo índice de retrabalho e prazos mais curtos, além do reconhecimento como uma das melhores empresas para se trabalhar”, finaliza Rezende.

Atualmente, Maringá vem sendo considerada como um dos melhores lugares do Brasil para se trabalhar. Maringá já se transformou na segunda cidade com mais expressão no setor de desenvolvimento de software do Paraná, atrás apenas de Curitiba, segundo o panorama realizado pelo Sebrae. Para se ter uma ideia, Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil – que reconhece a Melhoria de Processo do Software Brasileiro – só perdendo para São Paulo.

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Belo Horizonte sediará evento da CI&T para pessoas com deficiência.

A CI&T, multinacional brasileira especialista em transformação digital de grandes empresas com presença global, realizará em 25 de agosto a 8a edição do Include Day — evento de tecnologia exclusivo para pessoas com deficiência. Desta vez, o Include Day da CI&T terá o formato de um boot camp, que abordará o aprendizado de tecnologias avançadas combinado com exercícios práticos. O conteúdo contempla desenvolvimento, processos, qualidade e automação de testes de softwares. Os interessados podem obter mais informações e se inscrever até o dia 14 de agosto em: http://includeday.ciandt.com.

O objetivo do evento da CI&T é engajar os participantes em um dia de interação, aprendizado e compartilhamento de conhecimentos. Além disso, as pessoas que mais se destacarem no evento terão a chance de ingressar na CI&T e ocupar algumas das mais de 100 vagas abertas na multinacional brasileira.

“Nossa proposta é reunir pessoas com deficiência que tenham interesse na área de tecnologia para um evento onde poderão compartilhar conhecimento e terão a oportunidade de construir soluções criativas de acessibilidade, unindo tecnologia e diversidade em um ambiente descontraído e amigável”, disse Patricia Delsoto, Gerente de Recursos Humanos da CI&T. “Também estamos em busca de talentos para as diversas vagas abertas de trabalho na CI&T, que podem ser ocupadas por todas as pessoas, inclusive as que têm deficiência. Oferecemos um ambiente de trabalho multicultural, que respeita a diversidade seja de gênero, orientação sexual, idade, deficiência, raça ou religião”, completou.

A seriedade, comprometimento e boas práticas da CI&T para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho foram reconhecidas na premiação das Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência da Secretaria de Estado dos Direitos da PCD de São Paulo.

O que é boot camp?

O boot camp é uma modalidade de treinamento intensivo, que pode ser aplicado em um dia. Na área de tecnologia, a expressão é usada para programas de imersão com ênfase na prática, ou seja, aprender fazendo. Este formato proporciona ao participante um pacote básico de conhecimentos, contribuindo para um novo mindset, de forma que aprende-se muito em um curto espaço de tempo. Quem participar do treinamento pode aproveitar a oportunidade para adquirir habilidades de gestão de tempo e de suas emoções pessoais diante de desafios de trabalho em equipe, com prazos curtos e conhecimentos recém obtidos.

8o Include Day da CI&T

Data: 25 de agosto

Horário: 8h30 às 16h
Local: Escritório da CI&T em Belo Horizonte – Av. dos Andradas, 3000 – Santa Efigênia – Boulevard Corporate Tower – Telefone: (31) 3029-2600

Quem pode participar: Pessoas com deficiência, maiores de 18 anos, ensino médio completo, formação técnica ou superior (completa ou em andamento) na área de tecnologia e que tenham interesse em testes ou programação de software – é importante ter noções de lógica de programação e vontade de aprender.

Inscrições até 14 de agosto pelo http://includeday.ciandt.com

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Cuponeria recebe aporte do inovaBra ventures

A Cuponeria, plataforma com versão web e mobile para Android e iOS que oferece cupons de descontos de diversos estabelecimentos comerciais do Brasil, acaba de anunciar o aporte do FIP InovaBra, fundo de investimento do inovaBra ventures, parte do ecossistema de co-inovação do Grupo Bradesco.

Com mais de 22 milhões de cupons distribuídos nas capitais brasileiras em diversos segmentos, a empresa pretende aumentar em 40% a emissão de cupons em um ano e investir no aperfeiçoamento de sua tecnologia de geolocalização, proporcionando mais benefícios aos usuários e clientes.

Segundo Nara Iachan, CMO e sócia-fundadora da Cuponeria, o objetivo é reforçar a presença da empresa no Brasil. “Ao longo da nossa trajetória, percebemos o quanto o brasileiro gosta de descontos. Por isso, nossa meta é oferecer o melhor serviço dentro da plataforma, ampliando a atuação da empresa em todo o território nacional. Esse aporte vem para reforçar esse propósito”, explica.

Desde sua fundação em 2011, a Cuponeria recebeu aportes do Buscapé, ACE, Verus Group e Google, que colaboraram com o crescimento exponencial da empresa. Essa transação marca o início de uma nova fase e a saída do Verus Group. “Nosso papel como investidores early stage foi cumprido com êxito e temos orgulho de ter feito parte da história da Cuponeria”, conta Fernanda Gottardi, membro do Verus Group.

A Cuponeria foi selecionada pelo programa inovaBra startups, que estabelece parcerias entre startups e o Grupo Bradesco, para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente. Após se destacar nesse programa, foi contratada pelo Bradesco para desenvolver ações promocionais de descontos exclusivos aos clientes do banco. “A sinergia entre as empresas é muito clara: enquanto uma utiliza tecnologia e distribui cupons de desconto de forma segmentada, a outra foca em trazer vantagens e diferenciais a seus clientes. Isso faz com que os laços sejam cada vez mais estreitos e as possibilidades de negócios sejam inúmeras”, explica Nara.

Com o sucesso da parceria comercial com o Bradesco e as perspectivas de crescimento do segmento de cupons de descontos no Brasil, o inovaBra ventures se interessou pela oportunidade de investir na companhia. “A capacidade criativa e empreendedora dos fundadores da Cuponeria, aliada a um sólido plano de negócios, fortaleceram nossa convicção sobre o potencial de retorno para o investimento do FIP InovaBra”, comenta Maurício Machado de Minas, vice-presidente do Bradesco.

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CEO da People+Strategy participa de debate sobre a Indústria 4.0

Acontece no dia 17 de agosto, das 09 às 17h, o Fórum Líder RH 2018, na Vila Olímpia (SP). O evento organizado pelo Grupo Gestão e RH tem como tema, “Inovação em tempos de mudança: Gestão de pessoas versus os novos processos e as novas gerações nas organizações”. O CEO da People+Strategy, João Roncati, participará do debate no painel “A indústria 4.0: do trabalho ao novo – a inteligência artificial e o impacto da digitalização de processos”, às 09h30.

Além do diretor geral da People Strategy, o debate conta com a participação de dois outros consultores organizacionais, Márcia Lourenço e Júlio Fernandes. Nessa conversa, João irá mostrar como a transformação digital vem provocando mudanças importantes que contribuem para a evolução dos processos e o aprimoramento dos serviços.

“O Fórum é uma ótima oportunidade para debatermos e pensarmos no papel do RH com as mudanças ocasionadas pela transformação digital. Hoje os departamentos de RH estão se deparando com essa questão e precisam saber como devem agir”, explica João Roncati.

Serviço:
Fórum Líder RH 2018- “Inovação em tempos de mudanças: Gestão de Pessoas versus os novos processos e as novas gerações nas organizações”
Data: 17 de agosto
Horário: 9h às 17h
Local: Digital House
Endereço: Av Dr Cardoso de Melo, 90 – Vila Olímpia
Inscrições: eventos@grupogrh.com.br
Informações:http://www.gestaoerh.com.br/pt_br/eventos-e-treinamentos/7035-forum-lider-rh

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Grupo Movile promove Hackathon com proposta diferenciada

Um Hackathon diferenciado, como tudo que o grupo Movile faz. Assim será o Movile Hack, evento que líderes globais em marketplaces móveis organizam no próximo mês em Campinas, no novo escritório do iFood. Durante 24h, entre os dias 18 e 19 de agosto, os participantes serão imersos em um ambiente tecnológico e rodeados de mentes inspiradoras da área! Eles deverão usar seus conhecimentos em tecnologia para oferecer soluções aos desafios propostos pela empresa, mas com uma diferença importante em relação aos demais Hackathons normalmente apresentados por companhias de diversos segmentos.

“As empresas ou instituições organizadoras têm geralmente como foco principal encontrar uma solução para um problema interno e acabam apropriando-se das ideias geradas no evento. No Mobile Hack, teremos problemas reais que já foram solucionados pelos nossos times, para que assim possamos mostrar aos participantes como encontramos a resposta para determinado desafio e também entender as novas e diferentes soluções encontradas no desenvolvimento geral”, explica Barbara Camargo, Gerente de Gente da Movile.

Outro grande diferencial do Mobile Hack, que está em sua primeira edição, é a proposta de oferecer treinamentos técnicos prévios, via plataforma online, para garantir uma base de competição justa entre os participantes. “Nosso intuito é estimular a troca de conhecimento e o trabalho em equipe. Então preparar previamente os participantes faz muito sentido para nós, afinal todas as ideias e descobertas são válidas, mesmo se a princípio não derem certo. O mais importante é estimular a ousadia e o pensamento realmente original, assim como fazemos com nossos funcionários. Às vezes, um mesmo problema tem várias soluções, desde as mais simples, que podem ser as mais efetivas, até às mais complexas.”, acrescenta Barbara.

O Hackathon terá premiação para os grupos que ficarem em primeiro, segundo e terceiro lugares, sendo que o vencedor ganhará prêmio em dinheiro, cursos de capacitação e almoço com os CTOs. Ao longo do desafio, os participantes serão auxiliados por mentores do grupo Movile e professores da Unicamp. À noite, o evento terá ares de baladas ao som de Superplayer e com a presença de dois DJs, além de surpresas envolvendo as empresas do grupo.

“Dentro do grupo Movile, estimulamos o ecossistema de troca de conhecimentos entre as empresas e é por isso que nosso foco é incentivar o trabalho colaborativo e nos aproximar das comunidades tecnológicas para compartilhar um pouco do conhecimento que temos adquirido e com qual esperamos melhorar vida de 1 bilhão de pessoas”, finaliza Barbara.

Para saber mais sobre o MovileHack, acesse: http://movile.com/hack/

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Stefanini recebe o Women Techmakers – Devs JavaGirl para disseminar o trabalho das mulheres na área da tecnologia

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, recebe no dia 22 de agosto, em seu escritório em Brasília, o Women Techmakers, programa do Google para incentivar as mulheres na área de tecnologia. Realizado pelo Devs JavaGirls, com apoio do Google Developers Group (GDG) e a Stefanini, o encontro tem como objetivo disseminar o trabalho das mulheres Devs e promover uma troca de ideias e de experiências, além de contribuir com dicas e novas aprendizagens.

O Women Techmakers – Devs JavaGirls vai abrir o projeto Women Techmakers em Brasília, que realizará eventos mensais para aproximar a comunidade de mulheres na capital do País. O Devs JavaGirls é um grupo que possui o intuito de unir a comunidade em torno do fortalecimento dos skills técnicos de mulheres que trabalham ou pretendem trabalhar com programação especificamente em Java.

A programação do evento contará com duas palestras. A + Design Pattern será conduzida por Rita Pissarra, profissional experiente que atua com as tecnologias VueJS, Angular 5 e Groovy. Rita é sócia na Facilite Contabilidade e dev sênior na Cast, e estuda desenvolvimento de software desde 2009, já tendo trabalhado com tecnologias como Java com JSF, JPA e EJB, Spring e AngularJS, MEAN – MongoDB, ExpressJS, AngularJS e NodeJS.

Angélica Leite, que debaterá + Mistérios do Spring Framework, trabalha atualmente na ONU Meio Ambiente, no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Sistema de Informação sobre Biodiversidade (SiBBr). Também atua com desenvolvimento de software desde 2010 passando pelo back e pelo front com tecnologias como Java 8, Java EE, JAX-RS, Wildfly, Primefaces, MySQL, Spring Boot, Spring Security, Spring View, JavaScript, entre outras.

A Stefanini apoia iniciativas que ampliam a participação feminina em suas várias frentes. A companhia enxerga o evento como uma oportunidade de disseminação de conhecimento e troca de experiência entre os profissionais de TI, independentemente de gênero. Com um portfólio robusto, que inclui soluções de cloud, analytics, plataformas de inteligência cognitiva e fidelização, segurança cibernética, Internet das Coisas e Indústria 4.0, a Stefanini conta com ofertas inovadoras e resultados mais ágeis e eficientes para todas as áreas de negócios.

O GDG é uma comunidade de desenvolvedores com o objetivo de compartilhar conhecimentos, ideias e promover a integração social com outros profissionais, com foco em conteúdo técnico-educacional, além de criar projetos no conceito de fonte aberta e APIs públicas como Android, Firebase, Cloud platform e TensorFlow. Presente em 119 países, o GDG integra mais de 750 grupos e conta com mais de 425 mil membros. O Grupo realiza atividades como reuniões frequentes, palestras, grupos de debates, apresentação de projetos e ideias. Também promove a discussão de temas como Guidelines, uso de Biblioteca Google, Desenvolvimento e Design patterns.

O evento é gratuito e podem participar profissionais, empreendedores e estudantes. Para comparecer a esse encontro, basta clicar aqui, preencher o formulário de inscrição e aguardar o e-mail de confirmação.

Women Techmakers

Dia: 22 de agosto, quarta-feira

Horário: às 19h

Local: Stefanini – Escritório Brasília

Endereço: Setor Comercial Norte Q1 | Bloco A | Edifício Number One Sala 201 | Asa Norte | Brasília (DF)

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Compliance: as consequências do uso irregular de software

Por Thomaz Côrte Real

Segundo dados da Pesquisa Global de Software da BSA | The Software Alliance, 46% dos softwares instalados em computadores brasileiros não estão devidamente licenciados, o que equivaleria a um valor comercial de 1,7 bilhões de dólares. Nos últimos anos, este percentual vem caindo lentamente, mas ainda é extremamente preocupante – seja para as empresas fornecedoras dos programas de computador ou para os usuários destes softwares, principalmente as pessoas jurídicas.

Conhecida popularmente como “pirataria” de software, a modalidade mais comum é a venda dos CDs ou pen drives com cópias dos programas ou a disponibilização irregular via download, práticas que vem sendo combatidas por campanhas promovidas no Brasil pela BSA em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) ou ações do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP). Entretanto, existentes outros tipos de uso irregular, que a maioria das pessoas e empresários desconhece.

Entre as irregularidades encontradas no licenciamento de uso de software está a instalação do software em sistemas do tipo multiusuários (redes de computador), com a permissão de acesso à unidade central de processamento – e, portanto, utilização do software licenciado – em quantidade muito superior ao número de licenças de uso oficialmente adquiridas.

Outra prática bastante usual diz respeito à questão territorial, quando o contrato de licenciamento de uso prevê a utilização dos softwares em um determinado estabelecimento da empresa, mas o software acaba rodando em localidades diferentes às previstas no referido contrato.

Existem ainda empresas que utilizam o programa de computador após o término da vigência do contrato de licença de uso e esquecem de renovar ou passam meses negociando a renovação do contrato, não firmam um novo aditivo e continuam utilizando o sistema por tempo indeterminado.

Por isso, deveria existir nas organizações um controle mais rígido dessas licenças, uma tarefa que pode ser atribuída à área de TI (Tecnologia da Informação) ou alguma outra, mas que não pode ser protelada.

Enormes são os prejuízos causados aos detentores dos legítimos direitos autorais sobre os softwares copiados, utilizados e/ou comercializados irregularmente, vale lembrar o montante divulgado pela BSA. Já quanto ao usuário, a prática ilícita pode acarretar problemas de ordem técnica (falta de atualização e suporte técnico do software; vulnerabilidade para ciberataques; exposição de dados de terceiros etc.) e jurídica, com sanções na esfera criminal e cível, gerando vultosas indenizações.

No Brasil, os direitos patrimoniais e morais do autor, são tutelados pela Constituição Federal – art. 5º, XXVII -, sendo o direito de propriedade intelectual dos programas de computador definido pela Lei de Software nº 9.609/98, em conjunto com a Lei de Direito Autoral nº 9.610/98.

Cabe esclarecer que a regularidade da utilização de programa de computador somente pode ser identificada por meio do contrato de licença de uso ou o documento fiscal, conforme dispõe o artigo 9º da Lei nº 9.609/98 (Lei de Software).

Ademais, os artigos da Lei de Software, asseguram integral proteção aos titulares dos direitos de autor sobre programas de computador de origem estrangeira ou nacional, independentemente de registro ou cadastramento, pelo prazo de 50 anos contados de seu lançamento.

Existem meios jurídicos ágeis e eficientes para que as empresas titulares dos direitos autorais de programa de computador, que estejam sofrendo com o uso irregular do software, possam fazer cessar tal prática ilícita e obtenham as reparações pelos danos sofridos.

Resumindo, o uso ilegal de programas para computador fere a legislação, viola o contrato (que é lei entre as partes) e infringe a propriedade intelectual dos titulares das obras, sujeitando o infrator às penalidades que as leis civil e penal estipulam, abrangendo inclusive as indenizações previstas nos artigos 102 e 103 da Lei 9.610/98, que podem atingir até 3.000 vezes o valor do software usado ilegalmente.

Ressaltamos ainda que, com a promulgação de leis que tratam de questões relativas ao combate à corrupção, lavagem de dinheiro e ao conflito de interesses, muito tem se tratado da implementação de programas de compliance nas corporações. Várias empresas têm se dedicado na implantação de processos que visam alinhar todos os departamentos em conformidade com as normas legais e regulamentares relacionadas com às atividades desenvolvidas, bem como os regramentos internos das empresas. Só com a eliminação do uso irregular de software em uma empresa, esta organização estará efetivamente alinhada com um programa de compliance.

Thomaz Côrte Real, sócio do escritório M.A.Santos, Côrte Real e Associados – Advogados e
Consultor Jurídico da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software

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Meli Exp 2018: grandes nomes do setor de Tecnologia e Inovação estão confirmados

A agenda da terceira edição do Mercado Livre Experience, que será realizada no próximo dia 1° de setembro, em São Paulo, está cada vez mais completa. Entre os especialistas que estarão nas palestras e debates sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios estão confirmados: Josh Silverman, CEO da Etsy; Stelleo Tolda, co-fundador e COO do Mercado Livre; James McQuivey, VP da Forrester Research; Justin Ferrell, professor da d.school de Stanford; Patrick Hruby, VP Latam do Facebook; Fabio Coelho, VP Global do Google e presidente da operação brasileira da empresa; José Salibi Neto, cofundador da HSM; Jim Ray, evangelista de tecnologia da Slack americana; Rafael Grostein e Fred, fundador e apresentador, respectivamente, do canal Desimpedidos, o maior do mundo no gênero de esportes e humor dentro do YouTube.

A programação do evento está dividida em três salas, que vão levar tendências para profissionais de diferentes partes do ecossistema de e-commerce. Na sala “Inovação & Negócios” nomes como Camila Achutti, empreendedora em tecnologia, e Fabio Hashimoto, da Logicalis, falam sobre educação digital e uso do blockchain além do Bitcoin. No palco “Universidade Mercado Livre”, profissionais da companhia interagem com usuários sobre como modernizar a operação, além de contar com palestras de profissionais como Edney Souza, o “Interney”, diretor da Digital House, falando sobre como trabalhar com influenciadores digitais para vender mais. Já nas salas “Desenvolvedores”, profissionais de várias empresas, como Bruno D’Angelo, sócio do Grupo Ideal/WPP, e Daniel Rabinovich, CTO do Mercado Livre, debatem sobre inteligência artificial, gamification, uso de bots no comércio eletrônico e a importância do storytelling em IT, entre outros temas.

A expectativa é que o evento receba cerca de 10 mil participantes neste ano – público 70% maior que o da edição 2017 – com audiência composta por empreendedores, startups, lojistas online, profissionais de tecnologia, gestores de grandes empresas e demais atuantes no setor de comércio eletrônico. O evento contará com mais de 60 palestras ao longo do dia. Para quem ainda não comprou ingresso, o segundo lote está à venda no site do evento, por R$ 199,90 .

Mercado Livre Experience 2018

Data: 1° de setembro

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo

Site: www.mercadolivre.com/experience

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100 startups brasileiras se reúnem em São Paulo em evento para investidores

Nos dias 18, 19 e 20 de agosto, o InovAtiva Brasil realiza a 8° edição dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, iniciativas que têm como objetivo capacitar as empresas aceleradas no programa para apresentarem seus negócios para uma banca de investidores e executivos de grandes empresas. Os eventos são desenhados para ajudar as startups a fazerem negócios e captarem investimentos privados.

As 100 startups escolhidas para se apresentarem no Demoday fazem parte do ciclo 2018 do InovAtiva Brasil e desde março participam de uma série de capacitações e mentorias para ajudar no aprimoramento de seus negócios. No primeiro dia do Bootcamp, as startups passam por uma dinâmica de atendimento especializado, com mentorias em pequenos grupos e temas pré-definidos. Os profissionais especializados irão prestar atendimento focado em alguns tópicos específicos para até três startups simultaneamente e em rodadas de atendimento de até uma hora. Os empreendedores também realizam mentorias e treinamentos.

No domingo, elas passarão pelo Demolation, uma oportunidade de simular um Pitch para que os empreendedores recebam feedback e melhorem suas apresentações para o Demoday. Para isso, a InovAtiva conta com o suporte e experiência dos seus mentores. As startups cadastradas serão divididas em até seis bancas setoriais e terão cinco minutos de apresentação e 10 minutos de feedbacks.

Por fim, o Demoday InovAtiva é o momento em que as startups são apresentadas em bancas temáticas aos investidores, representantes de grandes empresas e potenciais parceiros convidados. O evento será realizado na segunda-feira, das 8h30 às 12h30, seguido de uma cerimônia de premiação das startups mais bem avaliadas pela banca, com encerramento previsto para 13h.

Bootcamp Nacional InovAtiva 2018

Data: 18 a 20 de agosto

Local: Amcham – Rua da Paz, nº 1431, Chácara Santo Antônio – São Paulo -SP.

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