Page

Author admin

A expansão da Computação em Nuvem no mundo corporativo – Por Mário Rachid

Alguém duvida que vivemos hoje um dos momentos mais disruptivos da história, e os grandes avanços só são possíveis graças à tecnologia? Sem dúvida, a estrutura do setor de TI está totalmente diferente para acompanhar as novas demandas do mercado, que vive seus dias mais digitais. Pequenas e médias empresas, antes com limitação de orçamentos, não tinham estruturas para competir com as grandes corporações. Em contrapartida, os conglomerados empresariais eram lentos, não conseguiam adotar novas tecnologias e muito menos se reinventarem. Agora, com a disseminação da Computação em Nuvem, ou Cloud Computing, as regras mudaram e o mercado iniciou uma nova dinâmica de trabalho totalmente diferente do que tínhamos há poucos anos.

De forma tímida, as aplicações em Nuvem começaram a ganhar força com os sistemas de e-mail. Em busca de disponibilidade a qualquer hora do dia e da noite, hoje a maioria das empresas do mundo utilizam Cloud para e-mail. A Computação em Nuvem começou como um experimento, percorreu um longo caminho e já está começando a ser considerada crítica para as empresas. Em sua primeira década, Cloud não foi rapidamente aceito pela área de TI, que ainda trabalhava apenas com soluções e equipamentos próprios. Mas, olhando para seu estágio atual, temos a garantia que as oferta em Nuvem se tornaram maduras e muito mais seguras do que nos primórdios. Com isso, ganhou a atenção da área de TI e de outros departamentos, dominando todas as áreas das empresas.
Por isso, é possível afirmar que a transformação digital das empresas será feita por meio de ambientes Cloud. Companhias que buscam agilidade estão procurando oportunidades nas soluções em Nuvem para criar novos serviços e modelos de negócios inovadores que as ajudem a reduzir custos e tempo, aumentando a produtividade e criando eficiências operacionais para seus negócios. Os serviços estão crescendo para Infraestrutura como Serviço (IaaS), Software como Serviço (SasS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Business Proccess como Serviço (BPaaS). Os paradigmas de propriedade estão sendo definitivamente esquecidos ao serem substituídos por novos modelos. Novas formas de medição e de cobrança vão ganhar novos adeptos a cada dia. O modelo que conhecíamos de compra de equipamento deixará de existir para ceder espaço a um outro, mais moderno, de uso conforme a necessidade do momento e com pagamento flexível.

Com Cloud Computing, as empresas promoverão novos níveis de experiência e de relacionamento entre funcionários, fornecedores, parceiros e clientes. Toda a estratégia empresarial corporativa será revista e TI estará mais presente nas organizações, com um papel mais estratégico. A infraestrutura deixará de ser coadjuvante para estar no centro das decisões e os CIOs terão novas possibilidades para atuarem como orquestradores dos serviços empresariais, uma vez que tudo estará conectado.

Essa mentalidade direcionada para novos serviços e a promoção da experiência dos clientes irá requerer uma mudança cultural, bem como uma transição para um modelo operacional orientado conforme o uso e a necessidade de recursos. Essa transição também aumentará a flexibilidade das empresas e permitirá que a área de TI auxilie, de forma ainda mais eficaz, o crescimento do negócio.

Durante a última década, a Computação em Nuvem amadureceu em várias frentes, inclusive em segurança. Pesquisas apontam que ambientes e aplicações armazenados em Data Centers externos de qualidade são duas vezes mais seguros que as estruturas de TI locais, além de serem mais modernos, baratos e flexíveis. Por isso, não considero prematuro afirmar que esse novo mundo Cloud será predominante nas organizações e teremos uma reversão de cenário, com quase todas as aplicações e sistemas em Nuvem.

À medida que aumenta a pressão para mover para os serviços, aplicações e infraestruturas para Cloud Computing, mais organizações estão agilizando seus projetos para potencializar os ganhos desse novo ambiente. Até 2021, mais da metade das empresas globais terão estruturas totalmente armazenadas na Nuvem (Cloud-all-in).

Esse novo ciclo demandará um novo planejamento das empresas e uma capacidade ainda maior dos Data Centers externos, que deverão ter um volume cada vez maior de clientes. No Brasil, o movimento ganhou força por conta da pressão enfrentada pelas companhias para reduzirem custos ao longo do ano passado, e, sem dúvida, terá maior volume nos próximos anos. Ao mudar a lógica do budget das empresas, do modelo de compra para o de pagamento conforme a utilização, teremos um novo cenário disruptivo. As empresas que não aderirem ao Cloud ficarão de fora desse capítulo da história!

Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

Tags,

Reputação e confiança em um mundo digital – Por César Cernuda

unnamed (58)

Agora mais do que nunca, reputação e confiança são muito importantes em um mundo digital. Mas, primeiro, quero comentar algo sobre duas fotografias.

Trata-se do icônico edifício Flatiron em Nova York. Na primeira, de 1905, os cavalos são o principal meio de transporte. Por outro lado, na segunda, de 1925, apenas duas décadas depois, os carros enchem as ruas. Em um quarto de século, as indústrias construídas sobre cavalos desapareceram e foi necessário criar novas leis e infraestrutura, com uma onda de inovação que lançou uma nova economia. Uma economia mais produtiva, mais dinâmica e que criou milhões de novos empregos com bons rendimentos.

unnamed (25)

Hoje acontece o mesmo com outra transformação igualmente impactante: a Quarta Revolução Industrial na qual a Nuvem e a mobilidade estão por trás dessa transformação. Hoje estamos mais conectados; temos telefones inteligentes; procuramos informação de forma diferente e rápida; colaboramos de maneira mais fácil e falamos com máquinas graças à inteligência artificial.

A transformação digital traz muitas melhorias, do aumento da produtividade, maior inclusão no acesso à informação e novos modelos de negócios, até novas formas de nos comunicar e trabalhar uns com os outros. Mas isso só é possível se as empresas confiarem na tecnologia que usam. Sem confiança, não existe transformação digital.

Na Microsoft, a confiança, privacidade e segurança estão no coração de nossa missão. Só assim podemos habilitar a transformação digital mantendo uma sólida reputação de cumpri com o prometido com nossos clientes. E a base de tudo isso é a transparência: é preciso ser claro com o mundo quais tipos de dados estão sendo coletados e como são usados.

Para este fim, a Microsoft investiu na América Latina, abrindo o primeiro Centro de Transparência para a região com sede em Brasília, onde é promovida a computação confiável e a segurança. Além disso, em fevereiro deste ano abrimos o primeiro Centro de Cibersegurança servindo toda a América Latina com base no México, para reforçar nosso compromisso de ajudar indivíduos, empresas e países da região a continuar seu caminho para a transformação digital.

Na parte da reputação para Microsoft, a integridade nos negócios e o cumprimento das regras e políticas correspondentes é algo muito sério. Estamos comprometidos a ajudar nossos sócios a construir suas próprias capacidades de realização.

Somos a primeira empresa norte-americana a se ajustar ao padrão internacional ISO contra o suborno. A revista ‘Ethisphere’ nomeou a Microsoft como uma das empresas mais éticas do mundo pelo sétimo ano consecutivo. Também é uma honra que nossa subsidiária da Microsoft Brasil tenha sido recentemente reconhecida pela organização Pró-Ética no Brasil por suas práticas locais de integridade, e o escritório no México foi reconhecido com o Prêmio Ética e Valores da CONCAMIN (Confederação de Câmaras Industriais).

Como se fosse pouco, fomos reconhecidos no Top 100 de empresas no primeiro Índice de Sustentabilidade Corporativa na América Latina, apresentado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. O índice reconhece empresas em áreas como integridade corporativa, transparência, redução de CO2, práticas que promovem uma melhor utilização dos recursos naturais, inovação, diversidade, geração de emprego e impacto positivo nas comunidades vulneráveis, entre outros.

Para conseguir que a tecnologia nos permita aumentar nossa produtividade, desenvolver novos modelos de negócios, trabalho e comunicação, é necessário que as empresas confiem plenamente na tecnologia e na Microsoft. Por isso temos uma clara visão de motivar a confiança a partir da reputação.

César Cernuda, presidente da Microsoft América Latina

Tags,

People+Strategy anuncia nova Líder do Núcleo de Coaching

Com a proposta de fortalecer sua atuação em Coaching, a People+Strategy – consultoria brasileira reconhecida por seu trabalho estratégico em grandes companhias – convidou Yukiko Takaishi para juntar-se ao seu time. Ela será responsável pelo Núcleo de Coaching, atuará como consultora do Núcleo de Pessoas e representará comercialmente a P+S.

Yukiko tem vasta experiência em coaching e na área Comercial em consultoria. É formada em História e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, possui MBA em Gestão Empresarial pelo Insper e Certificação em Brain-based Coaching pelo Neuro Leadership Institute. Yukiko atuou em várias empresas em nível executivo, sempre em projetos estratégicos de capital humano, gerenciando mudanças e fortalecendo resultados.

“Estamos felizes com a entrada da Yukiko e acreditamos que será uma importante profissional na nossa empresa. Ela tem experiência,muito conhecimento e contriburá muito em nosso propósito de contribuir na TRANSFORMAÇÃO da vida de organizações e pessoas“ disse João Roncati.

“O meu desafio na P+S é motivador. Quero ajudar a empresa nesse crescimento e vamos estruturar para isso acontecer o mais rápido possível”, conta Yukiko.

Tags, , ,

20º Congresso Mega Brasil ultrapassa as fronteiras da comunicação corporativa

No ano em que celebra seu 20º aniversário, o Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas apresenta uma série de novidades em linha com as atuais demandas do mercado. A edição de 2017, que ocorre entre os dias 23 e 25 de maio, em São Paulo, ampliará as discussões com temas de interesse de áreas estratégicas, como Comunicação, Jurídico, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos.

“A transformação deste fórum acompanha as necessidades do mercado, em que transversalidade e integração são palavras de ordem no planejamento e na condução dos negócios”, conta Marco Rossi, diretor da Mega Brasil e idealizador do Congresso. “Durante os três dias do evento, debateremos a realidade diária das organizações, que cada vez mais mobilizam seus colaboradores na busca de soluções integradas que as ajudem nos desafios de seus mercados”, comenta.

A agenda do 20º Congresso Mega Brasil apresenta cerca de 30 atividades, entre palestras, mesas redondas, TEDs motivadores, conferências nacionais e internacionais. Outra novidade deste ano é o Startlab, iniciativa que tem o apoio do Ministério do Comércio de Israel, por meio do Israel Trade & Investiment Brazil, e da Secretaria de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa do Governo do Estado de São Paulo, que levará ao evento startups com foco em soluções corporativas, vinculadas a aceleradoras e incubadoras mantidas por grandes organizações.

“Trata-se de um ambiente B2B, no qual desenvolvedores criativos poderão apresentar suas soluções para potenciais consumidores, sendo eles finais ou intermediários. O importante é que tenham como foco de suas soluções as necessidades corporativas, voltadas não só a comunicação, mas também a outras áreas da empresa, como gestão, compliance, relacionamento e logística. Esta é uma oportunidade de aproximação estratégica das startups com o universo corporativo”, conta Marco Rossi.

O congresso terá, ainda, atividades voltadas ao mercado, como o lançamento do Anuário da Comunicação Corporativa 2017, a Arena da Inovação, o Prêmio Personalidade da Comunicação, o Fórum do Pensamento – que debaterá “A retomada do Brasil competitivo” – e o Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa.

20º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas

Data: 23 a 25 de maio de 2017, das 9 horas às 21 horas
Local: Centro de Convenções Rebouças – Avenida Rebouças, 600 – São Paulo/SP
Valor: R$ 1.700,00 a R$ 3.600,00 (em até 10 vezes no cartão de crédito)
Inscrições: http://megabrasil.com.br/congresso2017/

Tags, ,

Resource cria nova unidade de negócios Infra Technology & Solutions

Andre Scatolini (1)

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, apresenta sua nova Unidade de Negócios denominada Infra Technology & Solutions, que fornecerá soluções de Digital, Cloud & IOT, integradas às atuais ofertas da companhia. Para liderar o novo negócio, a empresa anuncia a chegada de um dos principais profissionais do mercado de TI do Brasil, André Scatolini, que assume a área como Vice-Presidente e irá liderar 400 profissionais e mais de 50 projetos já existentes.

“A infraestrutura convergente ao portfólio de aplicações e associada à estratégia do negócio tem um papel fundamental na digitalização da economia”, afirma Paulo Marcelo, CEO da Resource. “Os objetivos dessa nova unidade contemplam o foco em inovação e na eficiência operacional por meio de soluções digitais e modelos em Nuvem (Cloud Services, Conectividade e Segurança) que proporcionam simplicidade, disponibilidade e velocidade de uso, além de automação de processos com gestão eficiente de dados (IoT, Analytics e BigData)”, comenta Scatolini.

A estimativa é que o negócio seja responsável por 20% da receita da Resource até 2019, subindo para 30% até 2021. A criação da nova unidade faz parte do plano global de crescimento da Resource, anunciado no final de 2016, que contempla o amadurecimento do processo de inovação conectado ao desenvolvimento de soluções feito pela empresa no Vale do Silício, aquisição de novas empresas e a aceleração da internacionalização da companhia. O objetivo é dobrar o faturamento em três anos, realizar a abertura de capital e atingir cerca de R$ 1 bilhão de receita anual até 2021.

Experiência para comandar a nova unidade de negócio

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), André Scatolini é considerado um dos profissionais com mais expertise do setor. “A Resource, certamente, é uma das maiores e mais importantes integradoras de transformação digital do Brasil. Chego com uma expectativa muito positiva por participar deste importante momento da companhia e contribuir com o desenvolvimento de um portfólio mais abrangente”, comenta o executivo.

Formado em Engenharia de Computação pela UFSCAR, Scatolini tem MBA em formação de Diretores e Executivos pela FGV-SP. Antes de ingressar na Resource, o executivo foi Vice-Presidente da Unidade de Negócios de Infra Technologies da Capgemini. Também foi Diretor Sênior de Serviços e Infraestrutura na CPM Braxis e Gerente de Operações de TI na Embratel/Brasilcenter.

Tags, ,

Cisco Jasper lança plataforma para gestão automatizada de mobilidade

A Cisco, líder mundial em tecnologia, anuncia a nova plataforma Control Center for Mobile Enterprise que automatiza a gestão de dispositivos e serviços móveis no ambiente corporativo. A solução, uma extensão da plataforma Cisco Jasper® Control Center de serviços IoT, oferece às empresas uma prestação de serviços mais rápida, custos operacionais mais baixos e contas previsíveis de telecomunicações.

Diretamente integrada a redes e sistemas de provedores de serviços, a Control Center for Mobile Enterprise garante visibilidade em tempo real, controle automatizado de custos, gestão de nível corporativo de ativos e serviços móveis no modelo de autoatendimento. “A gestão de dispositivos conectados envolve altos custos e processos ineficientes. O Cisco Jasper oferece conexão automática e gerenciamento de serviços”, afirma Giuseppe Marrara, Diretor de Relações Governamentais.

Com mais de 50 provedores de serviços em todo o mundo, inclusive no Brasil, a plataforma utiliza a experiência do Cisco Jasper em conexão e gerenciamento de serviços IoT para superar desafios críticos que as empresas móveis enfrentam, como serviços atrasados, surpresas com contas de telecomunicações, custos operacionais e de suporte elevados, além de uma experiência insuficiente para os funcionários.

“Há uma demanda imediata do mercado por soluções que ajudem as empresas a automatizar a conectividade dos dispositivos, o controle do uso e a gestão dos serviços para assim reduzir custos desnecessários com a mobilidade”, completa Marrara.

A integração da plataforma com sistemas e redes de operadores de conexão móvel garante recursos valiosos para as empresas, incluindo:

Visibilidade em tempo real sobre uso e custos – Normalmente, as companhias não sabem que seus funcionários superaram os limites de uso de dados para smartphones ou tablets até 30 ou 60 dias após o ocorrido. Com a Control Center for Mobile Enterprise, é possível acompanhar o volume de dados consumido por cada dispositivo da empresa na plataforma, e qual é o custo associado. Com essa total transparência, é possível agir para que os funcionários não excedam os limites de uso de dados antes que seja tarde demais.

Controle automatizado sobre custos e serviços – As empresas gastam muito tempo verificando faturas passadas para descobrir como evitar surpresas nas contas de telefone do próximo mês, uma abordagem reativa e ineficaz. Com a plataforma do Jasper Cisco, é possível, por exemplo, criar e aplicar uma política de roaming que atualize automaticamente os planos de funcionários que estão prestes a atingir o limite de dados em sua viagem. Outro exemplo é a capacidade de detectar e suspender automaticamente qualquer cartão SIM que seja removido de um dispositivo para evitar uso fraudulento.

Gestão de nível corporativo no modelo de autoatendimento –a gestão de dispositivos e serviços móveis e do suporte para funcionários é repleta de processos manuais e off-line. Tarefas básicas como adicionar recursos, suspender assinaturas, trocar SIMs e atualizar dispositivos são trabalhosas ou não podem ser executadas por mais de um funcionário por vez. Com a Control Center for Mobile Enterprise, as próprias empresas podem gerenciar sua força de trabalho móvel inteira com alguns cliques simples.

Para saber mais e agendar uma demonstração do produto, consulte: http://www.jasper.com/mobile-enterprise.

Tags, , ,

CA Technologies redesenha programa de canais e introduz vantagens para garantir maior rentabilidade a parceiros

A CA Technologies (NASDAQ:CA), empresa de software presente há mais de 35 anos no Brasil, anuncia o lançamento da nova versão do CA Advantage Partner Program, seu programa global de canais. Foram adicionadas duas novas categorias – Focus e Global – às categorias existentes anteriormente: Premier, Advanced e Member.

Criado há 6 anos, o programa foi redesenhado para atender ao desejo dos parceiros por maior simplicidade, lucratividade, proteção e vantagem competitiva, bem como para refletir a estratégia de crescimento acelerado da companhia por meio de táticas de route-to-marketing, apoiado na excelência de seus parceiros. Na América Latina, a CA conta atualmente com 153 parceiros, 54 deles no Brasil.

“Por meio de pesquisa com mais de 20% da nossa comunidade mundial de parceiros, identificamos que a maioria deles buscava um modelo mais intuitivo de parceria, no qual pudessem ver com mais clareza os benefícios e recompensas ligados à busca por novos clientes, principalmente nos quesitos lucratividade e proteção”, afirma Sandro de Camargo, vice-presidente de Canais da CA para a América Latina.

A CA dará maior apoio aos parceiros por meio de treinamentos da companhia e certificações do mercado, convites para participação em eventos, concursos e atividades como Provas de Conceito, além de consultoria na criação e execução de planos de negócio e de marketing, incluindo campanhas conjuntas.

Para parceiros de todos os níveis, o novo CA Advantage Partner Program proporciona:

– Maiores oportunidades de lucro: Com margens convincentes e rentabilidade, o novo programa oferece maior potencial de ganhos devido à simplificação dos pagamentos de recompensas e a uma variedade de iniciativas de geração de demanda. Estas iniciativas são apoiadas por uma nova Plataforma de Experiência de Parceiros, que proporciona um melhor acesso aos ativos necessários para criar programas de marketing integrados alinhados a soluções específicas e uma ferramenta de gestão de campanhas de autosserviço, com campanhas pré-construídas. Os novos parceiros Global e Focus serão recompensados com as maiores margens e os demais parceiros progressivamente recompensados à medida que avançarem para níveis mais elevados.

– Incentivos claros e simples: O programa possui um quadro de programação simplificado, no qual incentivos e descontos são baseados no desempenho – o que torna preços, benefícios e recompensas mais claros. Os parceiros podem prever com mais facilidade a sua posição financeira durante a pré e pós-venda e entender a rentabilidade geral das soluções da CA Technologies.

– Proteção para busca de oportunidades: Os parceiros podem buscar oportunidades com garantia de que seu investimento de tempo e recursos será recompensado.

– Recompensas diferenciadas: Pela primeira vez, a CA fornecerá a alguns parceiros a opção de recompensas de back-end alinhadas com seus modelos de negócios, para que tenham flexibilidade de optar por reinvestir com fundos de desenvolvimento de negócios ou receber um desconto direto.

“Construir parcerias está no DNA da CA, por isso foi crucial para nós engajar parceiros em todo o mundo para entender e lidar com seus desafios de negócios. O programa redesenhado reflete a preocupação da companhia em proporcionar benefícios que garantam o crescimento rentável e sustentável de nossos parceiros”, afirma John Eldh, vice-presidente sênior global de Parcerias e Vendas Digitais da CA.

Os atuais parceiros atuais da CA Technologies serão incorporados ao CA Advantage Partner Program e poderão fazer login à plataforma para acessar as ferramentas mais recentes de vendas e marketing, treinamentos e recursos da CA. Os parceiros Global, Focus e Premier também terão acesso a um suporte de vendas dedicado, habilitação, atribuição de gerenciamento de conta e fundos de desenvolvimento de marketing e negócios. Para saber mais ou participar do CA Advantage Partner Program, visite http://www.ca.com/partner.

Tags, , ,

Os robôs têm inteligência emocional? – Por Fabio Scopeta

Inteligência Artificial é o elemento central em uma nova era de inovação em que os computadores podem ser treinados para executar tarefas automaticamente e a tecnologia é mais intuitiva, conversacional e inteligente. Esta era é liderada pela combinação de um poder de computação quase ilimitado na nuvem, a digitalização de nosso mundo e o progresso na forma como os computadores usam essa informação para aprender e raciocinar como muitas pessoas.

Para a Microsoft, a Inteligência Artificial deve ser acessível a todos – usuários, desenvolvedores, empresas ou qualquer outro grupo – para que possam aproveitar todos os benefícios que ela oferece. Temos a ambição de democratizar a IA, e isso está enraizado na pesquisa e na experiência de entregar aplicações do mundo real a milhões de usuários. Atualmente, nos encontramos no início de uma era em que os computadores podem falar como “seres humanos” e os seres humanos podem falar com computadores, e isso é conhecido como IA conversacional.

Para nós, a IA conversacional tem dois lados: o da conclusão da tarefa ou da produtividade e o lado emocional ou social. E nós precisamos dos dois para realmente realizar a promessa da IA. A Microsoft também tem uma estratégia de longo prazo para o lado social, que trata de agentes como a Cortana não só ter QI, mas também apresentar algum tipo de IE (Inteligência Emocional).

Cortana é a agente principal da Microsoft. Até agora, 12 bilhões de pedidos e perguntas foram feitos à Cortana, e há mais de 133 milhões de usuários ativos. Com o passar do tempo, ela se tornou mais inteligente, conhece seus usuários, o mundo e, além disso, compreende seus usuários e o mundo que os rodeia e é capaz de colocar todas essas informações em contexto em todos os seus dispositivos. “Inteligência Emocional” para ajudá-lo com o seu dia é a Cortana.

Mas a Cortana não está sozinha. A Microsoft já tem uma longa trajetória na criação de IA conversacional, conhecida como chatbots. Essa jornada começou em 2014 na China com a XiaoIce. Ela tem mais de 40 milhões de usuários e uma média de 23 turnos de conversa por sessão com os usuários. Xiaolce é a primeira caixa de chat de IA com um trabalho real de transmissão de TV no canal de TV Dragon, um dos maiores de Xangai. Se você abrir um bate-papo com ela, poderá ter uma longa conversa; Xiaolce é uma conversadora sofisticada, com uma personalidade distinta.

Ela pode se referir a fatos específicos sobre temas como celebridades, esportes ou finanças, mas também tem empatia e senso de humor. Através da análise do sentimento, ela pode adaptar suas frases e respostas com base em pistas positivas ou negativas de seu correspondente humano. Pode contar piadas, recitar poesia, compartilhar histórias, relatar os números vencedores da loteria e muito mais. Para conseguir isso, e fazê-la soar natural e humana, a equipe indexou mais de 7 milhões de conversas públicas que ocorreram na internet, e o resultado foi uma companheira de bate-papo que pode brincar como uma amiga faria.

Graças ao sucesso da XiaoIce, em julho de 2015 a Microsoft lançou a Rinna no Japão, e ela já manteve conversas regulares com 20% da população do país. Além disso, no final de 2016, lançamos a Zo, outro bot social conversacional que construído com a tecnologia que dá vida a XiaoIce e Rinna. Zo falou com mais de 100.000 pessoas nos Estados Unidos, e mais de 5.000 usuários tiveram uma conversa com ela que durou mais de uma hora. Ela detém o interessante recorde da mais longa conversa de chatbot da Microsoft: 1.229 turnos, com duração de 9 horas e 53 minutos. Você pode saber mais sobre a Zo e interagir com ela, clicando neste link.

Para prosseguir com o nosso objetivo de democratizar a IA, queremos reunir os recursos desses bots e torná-los disponíveis para todos os desenvolvedores em formato API e, ao fazê-lo, construir uma plataforma para que outros possam integrar inteligência em seus produtos e serviços. Com o uso do Bot Framework da Microsoft, hoje mais de 77.000 desenvolvedores registraram bots e uma ampla gama de clientes e organizações – como o Bank of Kochi, a Rockwell Automation e o Departamento de Serviços Humanos da Austrália – já começaram a aproveitar essa tecnologia a fim de transformar suas empresas através de canais como Facebook Messenger, Office 365, texto e SMS, Skype e Kik.

Aprendemos como nossos clientes usam os serviços em nuvem para criar bots avançados que lhes permitem aprimorar seus processos e servir melhor seus clientes – como os casos mencionados acima – por meio de bots recepcionistas, robôs que automatizam a linha de produção e bots que melhoram suas relações com o cliente. Nossa visão para o Bot Framework e nossas ofertas de desenvolvimento não existem apenas para facilitar o início da criação de bots, mas também para colocar esses cenários futuristas ao alcance das pessoas.

Na Microsoft, acreditamos que a tecnologia de ponta é criada pela constante experimentação, pela exploração destemida e pelo compromisso com a inovação a longo prazo. Vamos ampliar as fronteiras da IA e aprender mais sobre ela ao longo do caminho, a fim de compartilhar essas lições com a indústria, os usuários e os desenvolvedores para que possamos democratizá-la e acelerar seus benefícios para a sociedade.

Fabio Scopeta, Diretor de Transformação Digital e Inteligência Artificial da Microsoft América Latina.

Tags, ,

Plataforma ajuda a identificar, acompanhar e esclarecer dúvidas sobre processos em poucos cliques

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, o Brasil tem hoje mais de 102 milhões de processos em tramitação. Já o número de advogados chegou a um milhão em 2016 (Conselho Federal da OAB). No meio deste volume, um mar de pessoas ansiosas para o fim de suas questões judiciais, que gostariam de acompanhar tudo de maneira mais próxima, mas que esbarravam na burocracia. Foi em cima deste cenário que a Tikal Tech, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para a área jurídica e problemas de mercado, criou a plataforma SeuProcesso.

O objetivo é tão simples quanto o uso do sistema: ajudar o cidadão e pequenas empresas na identificação, acompanhamento e esclarecimento de dúvidas sobre processos em poucos cliques. Basta entrar no site www.seuprocesso.com, preencher um cadastro que pede apenas o nome, um endereço de e-mail válido e o registro de uma senha. Na sequência, o usuário inclui o número do processo. Caso não tenha o número, é possível seguir apenas com o nome da parte interessada para uma busca automática, diretamente nas fontes oficiais, em segundos.

Processos judiciais ao alcance de todos

O SeuProcesso funciona no tablet, no computador ou no celular. Sua interface foi projetada com enfoque no conceito de usabilidade, tornando-o intuitivo e de fácil compreensão. Tanto que, em pouco tempo de funcionamento, já atingiu a marca de 60 mil usuários. Com planos a partir de R$ 9,90, é possível acompanhar processos de todas as áreas: trabalhista, previdenciário, civil, penal, consumidor, comercial, e de todos os tipos (inventário, aposentadoria, indenizações por danos morais e materiais, acidente de trânsito, entre outros).

E este “acompanhar” é uma experiência realmente diferenciada. A começar pelo chatbot, que acabou de ser lançado pela empresa e que pode “guiar” o usuário nos primeiros passos para encontrar o processo. Depois, destaca-se a organização bem visual de todos os informes, decisões e despachos relacionados. Também há um sistema de notificações por e-mail e um botão chamado “fale com o advogado”, que abre um canal específico para dúvidas. “Usamos a tecnologia para desenhar uma ferramenta que melhora resultados e relações, sempre no sentido de apoiar o profissional e beneficiar o público final”, conta Derek Oedenkoven, CEO da Tikal Tech.

Além de facilitar o acesso e entendimento da pessoa física, o SeuProcesso também é uma forma prática de advogados manterem seus clientes atualizados. Uma ponte entre a ansiedade e o desejo de notícias das partes e o grande volume de informações e retornos que os profissionais precisam administrar. “Nossa intenção é somar, não substituir. Tanto que todo atendimento termina com a frase “consulte o seu advogado”. E sempre tivemos a preocupação de montar a dinâmica da plataforma dentro das normas da OAB”, finaliza o sócio-fundador da Tikal Tech, Dr. Antonio Amaral Maia.

Tags, , , , , ,

ROMI fecha parceria com Siemens PLM para soluções de manufatura avançada

A Indústrias Romi S.A., empresa brasileira, líder nos mercados de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plásticos e importante produtora de fundidos e usinados, está implementando em toda a cadeia de desenvolvimento soluções de PLM da Siemens. Com a proposta de otimização da produtividade, aumento de desempenho na elaboração de novos projetos e redução do tempo de desenvolvimento no processo de fabricação de suas peças, a Romi está investindo em tecnologia PLM alinhada ao conceito de manufatura avançada para ganhar tempo no lançamento de produtos no mercado.

Segundo Douglas Pedro de Alcântara, gerente de desenvolvimento de produtos – máquinas-ferramenta da ROMI, a unificação da plataforma utilizada permite o aumento do desempenho dos colaboradores e o reuso de informações de projetos anteriores, gerando assim a redução do tempo de produção e o lançamento mais rápido de novas máquinas no mercado. “Esse será o principal ganho em termos de tempo para e empresa: ganhar tempo no lançamento de novos produtos”, explica.

Para a fabricação de uma nova linha de máquinas, a Romi estima poder reduzir substancialmente o tempo de desenvolvimento de novos produtos com a implementação das soluções NX CAE, NX CAD e Teamcenter, todas Siemens PLM. “Quanto mais cedo um produto é lançado no mercado, mais cedo ele começa a reverter o investimento da empresa para sua produção”, afirma.

Segundo ele, o cenário anterior ao projeto com tecnologia Siemens era de um ambiente com ferramentas de CAD, PLM, banco de dados (MRP) de múltiplos fornecedores. A comunicação entre os softwares era muito complicada, necessitando de constante intervenção externa para que o ambiente funcionasse, ocasionando alto investimentos e gastos recorrentes. Uma das necessidades da Romi era a de unificação das ferramentas com um fornecedor abrangendo toda a cadeia de desenvolvimento, desde o desenho até a estruturação dentro do banco de dados.

Alcântara explica que o objetivo sempre foi melhorar o desempenho no desenvolvimento de novos produtos com redução de tempo de produção. “O reuso de componentes, a unificação e a padronização dos projetos garantem um processo de desenvolvimento mais otimizado e ágil para a empresa” afirma o executivo. “Temos a convicção de que a integração dos sistemas relacionados com o desenvolvimento do produto, desde o projeto, estruturação e fabricação, permitirá um enorme salto da empresa em termos de otimização no processo de fabricação de máquinas. A busca pela unificação de padronização de componentes foi um dos requisitos desse novo sistema que estávamos buscando e que encontramos na Siemens PLM”, conclui.

Tags, , , , , ,

APIs garantem as melhores experiências para os usuários do Uber

Durante o APIX, Dustin Whittle fala sobre a introdução de APIs para assegurar o sucesso do desenvolvimento da comunidade de usuários do Uber

Quando disponibilizou suas APIs, o objetivo do Uber era aumentar o alcance de sua oferta de serviços de caronas pagas, conectar a plataforma a novos usuários e garantir uma experiência ‘End-to-End’ para os viajantes. Passados alguns anos, Dustin Whittle, Developer Advocate da empresa, vem ao Brasil para contar como suas APIs foram desenvolvidas, implementadas e adaptadas para garantir o sucesso do desenvolvimento da sua comunidade de usuários; além de contar o que deu certo, desafios, obstáculos e aprendizados desse processo.

Dustin participará do API Experience 2017 (APIX), 2° maior evento com foco em APIs do mundo, que acontece dia 30 de Maio, em São Paulo, como o tema “Estratégias de APIs para transformação digital”. A programação inclui debates sobre economia das APIs, inovação aberta, segurança, ecossistemas de parceiros e experiências digitais. São esperadas 650 pessoas, entre executivos de grandes empresas, empreendedores digitais, gestores de tecnologia, arquitetos de TI e desenvolvedores.

O evento vai apresentar cases nacionais e de fora do Brasil sobre estratégias digitais baseadas em APIs, Microservices, Inteligência Artificial e outras tendências num palco 360°, e será dividido em duas trilhas:

Negócios – Uma seleção de conteúdos voltados para negócios digitais, com estratégias de APIs focadas em inovação;

Técnicas – para arquitetos e gerentes de tecnologia que desejam se aprofundar nos aspectos técnicos de APIs e arquiteturas digitais.

Outro destaque do APIX será o Workshop Hands-On, da Sensedia, um intenso treinamento para conhecer o ciclo completo das APIs RESTful, desde a proposta de valor até a operacionalização. O workshop será baseado em conceitos e padrões de mercado e trará informações detalhadas sobre design de APIs, mecanismos de segurança, documentação, comunicação e monitoramento. No final, será aplicado prova da certificação em APIs da Sensedia, a API Foundation.

Dustin Whittle está no Uber desde 2016 e apoia os desenvolvedores a construir melhores experiências para o usuário final. Antes de incorporar o time da Uber, Dustin teve passagem por grandes players de tecnologia do mundo como AppDynamics, Kwarter, SensioLabs e Yahoo.

Palestrantes confirmados até o momento

– Alexandre Putini, Superintendente de TI para Inovação e Canais Digitais da SulAmérica
– Bruno Souza, Consultor na Summa Technologies
– Caio Mesquita, CEO da Caiena
– Cristiano Barbieri, CIO da SulAmérica
– Cristina De Luca, jornalista especializada em tecnologia, editora do IDG Now! e comentarista do programa 2 na Web, da CBN
– Dustin Whittle, Developer Advocate da Uber
– Hudson Mesquita, Coordenador-geral de Padrões de Governo Digital do Ministério do Planejamento
– Kleber Bacili, CEO e fundador da Sensedia
– Marcela Zetina, Head of Innovation & Entrepreneurship no BBVA – México
– Marcelo Toledo, CTO da LTM (Loyalty & Trade Management)
– Marcílio Oliveira, COO da Sensedia
– Mario Mancuso, Sensedia
– Otávio Gonçalves de Santana, Senior Software Enginner da Tomitribe
– Uirá Porã, Consultor no Banco Mundial

APIX 2017

Data: 30/05/2017 – a partir das 08h

Local: WTC – Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo

Inscrições e detalhes sobre a programação: www.apix.com.br

Tags, , , ,

Como o Analytics pode reduzir o custo do Plano de Saúde da sua empresa? – Por Allan Pires

“O reajuste proposto neste ano é novamente acima do planejado? Isto vai estourar nossos orçamentos”. Frase como esta ocorre pelo menos uma vez ao ano em várias empresas. Isto principalmente porque os custos dos serviços de saúde têm crescido bem acima do crescimento econômico. Segundo o Banco Mundial, o custo dos serviços de saúde per capita, que era de menos de US$ 500 em 2010, mais do que dobrou até 2014 quando atingiu US$ 1.060,00. No Brasil ainda temos que adicionar a inflação, impostos locais e má gestão.

Oferecer aos funcionários pacotes com serviços de saúde trazem como benefícios principais a atratividade de talentos e o aumento da produtividade e longevidade dos seus colaboradores e família. Se isto é elemento estratégico de Recursos Humanos, como lidar com o desafio dos custos? É aí que entra o Analytics.

Nos tempos atuais já é sabido que o Analytics é uma ferramenta utilizada para explorar as informações disponíveis e descobrir padrões, pontos cegos, realizar previsões, etc. Ele é responsável pela redução dos custos, aumento da produtividade e receita. Estes benefícios se aplicam diretamente ao cenário acima.

Com a ajuda do Business Intelligence (BI), é possível criar uma gestão que saiba controlar devidamente os custos relacionados ao convênio médico dentro de uma empresa, sem prejudicar nenhum colaborador. Essa é a saída para ajudar também na saúde financeira da sua empresa. Mas como funciona o conceito conhecido como Health Analytics?

Em corporações com mais de 100 funcionários se tem adotado os planos de seguro saúde coletivo onde a gestão de custos está atrelada ano nível de uso (sinistralidade) dos funcionários, beneficiários e para ex-funcionários em um pacote de demissão. Portanto, o custo é estabelecido entre a empresa e a operadora do plano de saúde, estabelecendo um grau de uso esperado. Caso este uso seja acima do previsto, a operadora pode rever o custo mensal.

Quando não se acompanha dia a dia a sinistralidade, não há como prever se os custos vão aumentar, se há colaboradores ou beneficiários em momento crítico (que necessitam do apoio da empresa) ou, ainda, se há ex-colaboradores utilizando o plano acima do previsto. Ainda podemos combinar os dados do uso dos serviços para prever se algum colaborador ou beneficiário pretende realizar uma operação bariátrica, por exemplo.

Com estas informações em mãos a empresa pode decidir por atuar em diversas frentes como patrocinar o tratamento de um beneficiário fora do Plano de Saúde, apoiar o colaborador em qual tratamento realizar e sugerir programação de uso de serviços não emergenciais. Ou seja, proporciona ao Gestor de Recursos Humanos uma ferramenta para descobrir o que está ocorrendo fora do padrão e para a tomada de decisão.

Estas ações fazem com que se possam gerir os gastos de maneira preditiva e evitando a majoração desnecessária do seguro saúde. Nesses casos, organizações que não utilizam o Analytics na saúde geram acúmulo de uso, muitas vezes desnecessários naquele momento, alterando o valor calculado no final do ano, o que pode causar um aumento de até 50% no valor do ano seguinte.

Resumindo, o Health Analytics possibilita às corporações economia e ajuda os funcionários e dependentes em uma melhoria na qualidade de vida, pois além da gestão dos custos, a companhia consegue entender melhor as necessidades de cada indivíduo e ajudá-lo da melhor forma junto à equipe de Recursos Humanos.

Allan Pires, CEO para a América Latina & Texas da PA Glocal, holding de negócios de TI

Tags, , ,

Um em cada quatro bancos tem dificuldades para verificar a identidade de clientes nos bancos on-line

unnamed (57)

De acordo com a recente Pesquisa de riscos à segurança de instituições financeiras, 24% dos bancos de todo o mundo têm dificuldades em identificar seus clientes ao fornecer serviços de bancos on-line e digitais. Mais da metade dos bancos (59%) prevê um aumento dos prejuízos causados por fraudes nos próximos três anos. Por isso, a verificação da identidade dos usuários deve ser prioridade nas estratégias de segurança virtual das instituições financeiras, adverte a Kaspersky Lab.

Com o crescimento dos serviços bancários on-line e em dispositivos móveis, os clientes não apenas se tornam vítimas de fraudes financeiras, como também são um ponto de entrada importante para ataques nos canais digitais dos bancos. De acordo com a pesquisa, em 2016, 30% dos bancos passaram por incidentes de segurança que afetaram os serviços bancários fornecidos pela Internet. Os principais fatores que contribuíram para os ataques foram o phishing direcionado aos clientes e o uso de credenciais de clientes para atividades de fraude.

Os bancos carecem de tecnologias de segurança que não prejudiquem a experiência do cliente: 38% das organizações que participaram da pesquisa confirmaram que se preocupam com o equilíbrio entre as técnicas de prevenção e a conveniência para o usuário.

“Ao considerar as diversas abordagens para fornecer canais digitais e móveis seguros, naturalmente os bancos evitam colocar muita pressão sobre os clientes. Os bancos on-line precisam continuar oferecendo seus principais benefícios: uma forma conveniente de fazer transações financeiras em questão de segundos. Por isso, estamos trabalhando em tecnologias que permitam proteger os bancos e seus clientes sem incluir rotinas de segurança adicionais na experiência do usuário”, declarou Alexander Ermakovich, chefe da equipe de prevenção de fraudes da Kaspersky Lab.

Além da dupla-autenticação e de outros procedimentos de segurança usados pelos bancos, a Kaspersky Lab recomenda implementar soluções exclusivas capazes de identificar se uma pessoa tem a devida autorização sem exigir ações adicionais do usuário. A plataforma Kaspersky Fraud Prevention compila e analisa o comportamento do usuário, informações do dispositivo, do ambiente e da sessão na forma de big data anônimo e despersonalizado na nuvem. A autenticação baseada em riscos (RBA, Risk Based Authentication) avalia os possíveis riscos antes do login do usuário, enquanto a detecção contínua de anomalias na sessão (Continuous Session Anomaly Detection) identifica o controle de contas, lavagem de dinheiro, ferramentas automatizadas ou qualquer processo suspeito executado durante a sessão.

Dessa maneira, a plataforma oferece proteção não apenas na fase de login, mas também durante a própria sessão, e os usuários não precisam passar por mais etapas de autorização.
Para saber mais sobre a plataforma Kaspersky Fraud Prevention, visite: https://www.kaspersky.com.br/enterprise-security/fraud-prevention.

Tags, , ,

Gerenciamento da experiência do cliente precisa evoluir, aponta pesquisa

De acordo com um novo estudo realizado pela Axway (Euronext: AXW.PA), uma catalisadora para a transformação, em parceria com a empresa de análise da indústria IDC, uma fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global, as organizações precisam repensar as abordagens tradicionais de gerenciamento de experiência do cliente. O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” constatou que, apesar da experiência do cliente ser a principal iniciativa digital para as organizações, 69% ainda precisam obter uma visão unificada do cliente e quase metade (46%) não possui iniciativas de jornada do cliente em vigor. Ao avaliar abordagens tradicionais para o gerenciamento da experiência do cliente, o estudo constatou que 40% das organizações acreditam que os sistemas omnichannel não fornecem uma “visão unificada e em tempo real da experiência do cliente”.

Para esse estudo, foram ouvidos mais de 600 executivos sênior em funções de TI, digitais e de experiência do cliente nas maiores empresas globais em todo o mundo. O estudo revelou que a experiência do cliente é atualmente a iniciativa digital mais crítica para mais de 70% das empresas. O estudo indicou também que a experiência do cliente está agora substituindo produto e preço como um meio de criar valor de marca, distinção e diferenciação estratégica.

Apesar das organizações investirem em estratégias de omnichannel, o estudo constatou que uma abordagem de omnichannel não é bem-sucedida em proporcionar um RSI. Apenas 14% consideram o valor da abordagem omnichannel como sendo “um diferenciador chave e fonte de vantagem competitiva” e apenas 22% dizem que é um “custo necessário para fazer negócios”.

“Muitas empresas aplicaram grande investimento e esforço em comunicações omnichannel. No entanto, os sistemas de omnichannel de mais de 4 em 10 de nossos entrevistados da pesquisa ainda falharam em fornecer a visão unificada e em tempo real essencial da experiência do cliente” disse Gerry Brown, diretor de pesquisa e software da IDC. “O gerenciamento de omnichannel e outras tecnologias de mercado precoces estão sendo substituídos por modelos mais holísticos e centrados no cliente – nossa pesquisa revela que “experiência do cliente”, “uma exibição de dados de cliente único” e “percursos de clientes” são todos classificados como sendo significativamente mais importantes como iniciativas digitais do que gerenciamento de omnichannel.”

Com a falha das abordagens tradicionais para a experiência do cliente, a IDC e a Axway identificaram uma nova abordagem para atender às necessidades do cliente – as redes de experiência do cliente. Usar dados de uma vasta gama de fontes de dados internas e externas em um percurso do cliente – incluindo clientes, colaboradores, parceiros corporativos e fornecedores – permite as organizações co-inovar com clientes e envolver as partes interessadas de uma forma mais estratégica e coerente do que omnichannel. O estudo revelou que as abordagens e os métodos tradicionais orientados para o interior estão sendo substituídos por métodos orientados para o exterior, centrados no cliente, com mais da metade (52%) das empresas movendo-se muito fortemente no sentido da “inovação colaborativa”. Além disso, 68% das empresas que operam redes de experiência do cliente relataram fluxos de aumento de rendas.

Dirigindo a colaboração e inovação estão as APIs, das quais 73% consideram ser “importantes” ou “extremamente importantes” para a implementação de redes de experiência do cliente. Especificamente, executivos seniores em serviços financeiros, telecomunicações e mídia, e utilidades verticais consideram APIs como sendo a prioridade principal, com 80% deles indicando que APIs são “importantes” ou “extremamente importantes”.

“As abordagens tradicionais para a experiência do cliente estão quebradas e, como mostra nossa pesquisa, as organizações precisam repensar sua estratégia para alcançar competitivamente a transformação digital” disse Jeanine Banks, vice-presidente executiva de produtos e soluções globais da Axway. “As redes de experiência do cliente são uma fonte de vantagem competitiva sustentável e de valor de negócios, oferecendo um sistema de defesa forte contra disruptores digitais.”

Sobre o estudo

O estudo “O papel de redes de experiência de clientes na entrega de transformação digital com base no valor” examina o estado do gerenciamento da experiência do cliente. O estudo incluiu a participação de 602 executivos seniores em funções de TI, digitais e experiência do cliente de grandes empresas, 62% das quais com mais de 5000 colaboradores. Os entrevistados foram uniformemente distribuídos por uma variedade de setores incluindo serviços corporativos, serviços financeiros, governo, saúde, manufatura, varejo, telecomunicações e mídia, transporte e utilidades.

Para obter uma cópia completa do relatório, clique aqui.

Tags,

Startup brasileira traz inovações para a rede de supermercados online no país

O serviço de compras através de supermercados online vem ganhando cada vez mais força no Brasil. Com as horas dos dias cada vez mais corridas para quem mora em São Paulo, essa ferramenta se torna muito útil ao consumidor paulistano. É por isso que a Superlist chegou ao segmento para oferecer comodidade, melhores preços e o menor prazo de entrega quando o quesito é produtos não perecíveis.

O serviço funciona da seguinte maneira: O consumidor seleciona no site http://www.superlist.com osprodutos que deseja receber, escolhe a frequência de entrega e preenche um cadastro. Com isso, a primeira lista será gerada e servirá de base para o gerenciamento dos produtos pelo próprio usuário que serão entregues nos meses seguintes. Em até quatro dias úteis, as compras são enviadas diretamente para a residência em caixas e embalagens especiais. Caso tenha optado pela recorrência mensal, no mês seguinte, o cliente passará a receber de maneira sistemática os produtos selecionados, sem a necessidade de ir às lojas para reabastecer a sua despensa.

Ao finalizar a lista, o usuário é informado sobre o valor total da seleção de produtos e o valor que economizou na compra, comparado aos supermercados tradicionais.

“A Superlist.com com foi concebida especialmente para atender as necessidades dos consumidores desta nova sociedade digital, pessoas que moram em cidades, trabalham muito e que enxergam valores em serviços que ajudam a economizar tempo e dinheiro”, diz Alberto Parra, CEO da empresa. “Se eu pudesse resumir o propósito para o qual a Superlist foi criada eu diria que a nossa missão é fazer com que as pessoas usufruam mais do seu tempo livre para o lazer e qualidade de vida e deixem outras obrigações para especialistas que ainda as ajudam a economizar dinheiro”, completa.

A Superlist mantém equipes de especialistas em negociação de compras com as grandes indústrias, razão pela qual os produtos podem ser até 20% mais econômicos. Alberto Parra diz que será no “composto dos sortimentos selecionados que o consumidor realmente perceberá o ganho de economia em comparação aos supermercados tradicionais gerando impacto positivo na vida das pessoas, pois muitas vezes o varejo realiza promoções ou queimas de estoques de determinados produtos, mas eleva os preços dos demais itens”.

Além disso, segundo Alberto Parra, “há os ganhos em produtividade e processos, na medida que não somos obrigados a fazer a gestão de grandes lojas físicas, que têm custos altos de operação, aluguel, estocagem e outras despesas. Todos estes ganhos são repassados para o consumidor final. Todos ganham, inclusive a indústria que passou a contar com mais um canal de vendas”.

Para dar suporte a operação logística, a Superlist.com mantém um Centro de Distribuição (CD) em Itapevi, Grande S. Paulo, onde os produtos são armazenados, selecionados e distribuídos. A equipe de desenvolvimento de TI é própria e está baseada em Miami, Estados Unidos.

Outra novidade da Superlist está na forma de pagamento. Além dos já tradicionais cartões de crédito, a empresa acaba de anunciar uma parceria com a Sodexo, onde o cliente poderá utilizar o seu vale-alimentação para o pagamento de suas compras, o que traz mais um benefício importante ao consumidor.

O serviço de entregas da Superlist já está atuando nas seguintes regiões de São Paulo, além da capital: a Grande São Paulo, Alphaville, Granja Viana, região do ABC, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Salto, Itu e Indaiatuba. A expectativa é que nos próximos meses essa área de atuação seja expandida.

Tags,

Vendas no e-commerce registram alta de 36,2% em março, maior crescimento dos últimos cinco anos, revela indicador de varejo da Mastercard

O mercado varejista continua a se recuperar, especialmente nas compras online, de acordo com o relatório SpendingPulse publicado pela Mastercard este mês. Enquanto o volume de vendas totais no varejo caiu 1,6% em relação a março do ano anterior, o e-commerce registrou crescimento de 36,2% no período comparado e representa maior alta desde outubro de 2012.

Setores como supermercados, artigos farmacêuticos, material de construção, e artigos de uso pessoal e doméstico cresceram acima do indicador de vendas. No entanto, setores como móveis, eletrodomésticos, vestuário, e combustíveis apresentaram resultado abaixo do crescimento do indicador de vendas no varejo. O relatório também mostra queda de 2,0% nas vendas totais no primeiro trimestre de 2017 em relação ao último trimestre de 2016, quando registrou baixa de 4,6%.

Segundo o SpendingPulse, no primeiro trimestre de 2017, o e-commerce fechou com alta de 25,9% comparado ao mesmo período de 2016. O desempenho dos setores de eletrônicos e de móveis foi superior à média do e-commerce, ao passo que vestuário, hobby & livrarias, e artigos farmacêuticos ficaram abaixo.

Sobre o desempenho nas regiões brasileiras em março de 2017: Sul e Sudeste apresentaram as menores quedas (-0,9%) e (-0,5%), respectivamente, enquanto Norte (-3,3), Nordeste (-3,0%) e Centro Oeste (-4,1%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

“Embora o ambiente econômico demonstre desafios, especialmente em função da atual taxa de desemprego e deterioração da massa salarial, esperamos uma melhora gradativa no comércio varejista, especialmente no e-commerce”, afirma Kamalesh Rao, Diretor de Pesquisa Econômica da Mastercard Advisors.

Tags, , ,

Ciab FEBRABAN promove, pela primeira vez, um Hackathon

Objetivo da maratona é superar os desafios tecnológicos que permeiam o mercado financeiro; inscrições podem ser feitas até dia 19 de maio

Neste ano, durante o Ciab FEBRABAN, a Federação Brasileira de Bancos promoverá a primeira edição de seu Hackaton. A ação, que irá acontecer entre os dias 3 e 4 de junho, antes da abertura oficial do evento, tem como objetivo incentivar empreendedores a desenvolverem novas soluções para superar os desafios do mercado bancário brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 19 de maio.

Na busca por inovação, disruptividade, agilidade e interatividade são palavras que não podem ficar de fora. Pensando nisso, a competição vai girar em torno de quatro principais temas: onboarding digital, autenticação e experiência do cliente; interface de inteligência artificial e soluções cognitivas para transações financeiras; segurança digital e detecção de fraudes; e insights financeiros através de big data e analytics.

Nos dois dias de desenvolvimento, os participantes colocarão em prática as habilidades de programação, design, negócios e finanças com o suporte de experts do mercado, como consultores da Deloitte, Accenture e Everis, bem como APIs da Cisco Devnet, Mastercard Developers e a plataforma de desenvolvimento IBM Bluemix.

As quatro equipes finalistas serão apresentadas no dia 6, dia da abertura da exposição, quando serão julgadas pelo público. O grande vencedor ganhará duas reuniões com lideranças de Bancos para apresentar o projeto, além de seis meses de residência em um espaço de coworking. Os quatro finalistas poderão utilizar o espaço Fintech durante todo o Ciab para expor seus projetos.

Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: http://www.hackathonciab.com.br/

Ciab FEBRABAN: Hackathon

Data: 03 e 04 de junho de 2017

Local: CO. W. Berrini (R. Jaceru, 225 – Vila Gertrudes, São Paulo)

Site:http://www.hackathonciab.com.br/

Tags, ,

Startup Hometeka participa de nova rodada de investimentos

A Hometeka, startup mineira de decoração e design, acaba de se abrir para uma nova rodada de investimentos. Com captação Série A, a empresa visa focar na aceleração do negócio (pautado pelo lançamento de uma nova linha autoral e pelo fortalecimento do Plugin Hometeka para SketchUp) e pré-internacionalização, o qual será criada uma versão piloto do projeto no mercado americano. Os planos da Hometeka é que em meados de 2019, uma nova rodada de investimentos aconteça nos Estados Unidos.

A empresa, comandada pelos arquitetos Leandro Araújo e Roberto Andrés, já recebeu R$ 3,5 milhões em duas rodadas de investimentos de risco: R$ 1,2 investimento anjo (2012), advindo da Financiadora de Estudos e Projetos Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP), que foi usado de alicerce para o negócio e R$ 2,3 investimento seed (2014), das gestoras Performa Investimentos e Polaris Investimentos, que representam 24,10% e 3,61% do negócio respectivamente, que foi utilizado para a construção de dois produtos inovadores: Marketplace e Plugin Hometeka para SketchUp.

O setor moveleiro voltou a crescer, de acordo com pesquisa levantada pela Abimóvel (Associação Brasileira do Mobiliário) entre 2015 e 2016 o mercado teve um decrescimento da produção, mas para 2017 a projeção é de uma alta de 6,6%. “Momentos de crise tendem a ser positivos para a decoração. Acontece o seguinte fenômeno: quem estava juntando dinheiro para trocar de apartamento acaba revendo planos e opta pela reforma. Da mesma forma, quem mirava na reforma com obra, acaba apostando em mudança da decoração. Acontece um downgrade de planos que beneficia o setor.”, explicam os empresários.

Com uma onda positiva no mercado, a Hometeka espera manter o sucesso e escalar ainda mais o negócio. Em 2015, a marca fechou faturamento em R$ 400 mil, já no ano passado, a marca contabilizou crescimento de 35% mês sobre mês. Para 2017, os planos de Leandro e Roberto é dobrar o faturamento.

Tags, , , , ,