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MoneyMan usa tecnologia de big data e amplia oferta de crédito a consumidores inexplorados pelos bancos

FinTech de origem europeia planeja conceder, com segurança, mais de R$ 18 milhões em pequenos empréstimos online até dezembro; o uso de tecnologia intensiva permite traçar o potencial financeiro de nomes negativados em até cinco minutos

Apenas 15 segundos são necessários para o site MoneyMan determinar se uma pessoa do outro lado da internet é quem diz ser. Da mesma forma, em até cinco minutos, é capaz de avaliar seu potencial financeiro, concedendo-lhe crédito de R$ 200 a R$ 3.000, a serem pagos em até doze meses, sem a apresentação de garantias. A facilidade, aliada à agilidade da operação tem levado a empresa a receber, em média, 700 pedidos de crédito todos os dias.

O modelo de negócios por trás desta FinTech europeia, que chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2016, baseia-se em dois pilares. De um lado, a prospecção de um imenso mercado desprezado pelos bancos varejistas tradicionais. Ou seja, os cidadãos brasileiros que possuem uma conta bancária, mas que tiveram o seu nome negativado em um prazo recente, ou cujos rendimentos, em boa parte, provêm na economia informal. De outro, ancora-se em decisões de crédito feitas com base em big data, tecnologia que vasculha oceanos de dados dispersos na internet e em outras bases, cruzando informações das economias formal e informal para compor o perfil financeiro de cada cliente em potencial muito mais rico e detalhado.

A ID Finance, a quem pertence o serviço de empréstimo online pelo site do MoneyMan, chegou ao Brasil com a meta de fechar, até dezembro deste ano, 80 mil operações de crédito online que deverão totalizar R$ 18 milhões. Depois de experiências bem sucedidas na Espanha, Rússia, Cazaquistão, Polônia, Georgia e México, a fintech aposta no mercado local, onde Antonio Brito, country manager do MoneyMan, calcula que o potencial de empréstimos online seja de 90 bilhões anuais.

Risco minimizado
Para o executivo, o segredo de seu negócio está em precificar corretamente o risco. “Queremos democratizar o crédito, mas garantindo a segurança ao negócio”, resume. Na visão de Brito, ao contrário do mercado tradicional, onde os bancos simplesmente não emprestam para segmentos considerados de alto risco, o objetivo do MoneyMan é aprimorar a interpretação do perfil do cliente.

Para o executivo, o seu tipo de produto financeiro envolve sempre algum nível de fraude. No entanto, entre os vários recursos usados para minimizá-lo, Brito conta que, desde o início da operação no País, usa os serviços da BigData Corp, empresa líder em big data na América Latina. “Foi o que nos possibilitou dispormos de fontes alternativas de dados para segmentar os consumidores de forma muito mais eficiente, avaliando o risco no detalhe”, resume o executivo. Além de outras ferramentas, o perfil financeiro do cliente é checado em função de seu comportamento na internet. “A BigData Corp tem uma base de dados que gera grande relevância estatística, permitindo uma análise preditiva muito mais eficiente que outros sistemas e minimizando a incidência de fraudes”, garante.

20 milhões de sites monitorados semanalmente
Essa eficiência só é possível ante o volume de dados coletados periodicamente. A BigData Corp monitora os cerca de 20 milhões de sites disponíveis no Brasil usando para isso um “exército” de 10 mil servidores semanalmente. “Com a base de informação de que dispõem, é possível fazer tanto a validação do internauta que está pedindo crédito, para saber se é efetivamente quem ele diz ser, como também levantar os dados que alimentam minha análise de crédito”, resume.

Apesar de toda a tecnologia envolvida, para o usuário final, o sistema é muito simples. Com o sistema da BigData Corp, todos os que pleiteiam um empréstimo são submetidos a um questionário de múltipla escolha de apenas três perguntas. Além de pedir informações sobre dados cadastrais de praxe, como o nome da mãe ou a data de nascimento, o questionário trata de detalhes do comportamento na internet que só a própria pessoa poderia saber. Entre elas, qual o signo da mãe do usuário e qual é o site entre os apresentados do qual é dono. As informações pessoais dos usuários são colhidas automaticamente em sites públicos e abertos na internet e servem de base para o questionário.

Todo o processo é rápido e online, bem diferente de sistemas tradicionais de validação de clientes, os quais lançam mão de telefonemas dados por call centers, e nos quais o consumidor é instado a dar seus dados pessoais a um desconhecido do outro lado da linha telefônica.

Conversão de clientes
Na validação do usuário, tudo é medido. O tempo de resposta às perguntas, o índice de acerto de quem responde e uma série de outros fatores são avaliados, filtrando de forma automática os perfis válidos, separando-os dos “sob suspeita”. “A intenção, desde o início, era que essa validação fosse automatizada”, conta o executivo. “O cliente já vem por meio da internet e faz sentido que sua validação também se dê na internet”, comenta. “Melhor: a rapidez com que sua identidade é checada – ou seja 15 segundos – ajuda na sua conversão”, explica Brito. Segundo ele, se o MoneyMan não possuísse o sistema, sua equipe de validação obrigatoriamente seria, no mínimo, o dobro da atual.

Brito conta que a integração da BigData Corp com os sistemas corporativos do MoneyMan deu-se em apenas 15 dias. Já a configuração dos processos de validação é feita via painel de controle ou online. Para o executivo, o sucesso do seu negócio vai muito além das ferramentas de big data. No entanto, admite, hoje elas são parte essencial da sua eficiência.

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Live pelo Facebook atrai quase meio milhão de estudantes

Foto: Rodrigo Pinto / VDO

Com mais de 6 milhões de candidatos inscritos para participar do Enem 2017, a Editora Positivo, uma das principais produtoras de material didático e sistemas de ensino para escolas públicas e privadas no país, decidiu conversar com os estudantes que realizaram as provas, utilizando, para isso, as redes sociais. Nos dois domingos de prova do Enem (5 e 12 de novembro), mais de 40 especialistas da Editora, responsáveis por produzir os materiais didáticos do Sistema Positivo de Ensino, participaram de transmissões ao vivo, analisando as provas e comentando as questões. As lives foram realizadas na página da Editora Positivo no Facebook.

A estratégia chamou a atenção de estudantes de todo o país. Os candidatos interagiram enviando perguntas e comentários durante as duas horas de transmissão iniciadas sempre depois do término das provas. No último domingo, a transmissão alcançou quase 2 milhões e meio de pessoas e registrou 416 mil visualizações – número superior a todas as mídias oferecidas à Editora com o mesmo objetivo. Mais de 60% do público atingido foram mulheres, entre 18 e 24 anos. O maior público foi proveniente de São Paulo e Minas Gerais. O gerente de marketing da Editora Positivo, Fabricio Almada, avalia a ação como uma excelente estratégia de comunicação. “Como o gabarito oficial leva alguns dias para ser divulgado, o objetivo era ajudar esses estudantes a aliviar um pouco a ansiedade sobre o desempenho individual e também fortalecer a nossa marca como produtora de conteúdo de qualidade”, destaca.

Para garantir que a estratégia fosse bem sucedida, sem correr o risco de expor a marca nas redes sociais, a Editora Positivo contratou um parceiro com expertise em transmissões ao vivo pela internet, que garantiu a estrutura necessária. O diretor da VDO Live Broadcast, Jean Kuss, explica que, em situações assim, é muito importante planejar a ação com antecedência para evitar que a estratégia acabe se transformando num tiro no pé. “Pensamos em cada detalhe, do microfone e ponto eletrônico nos apresentadores até o product placement dos livros da Editora no cenário. Trabalhamos muitos formatos de interatividade – e acreditamos ser o motor principal de um engajamento ao vivo. Tudo para empoderar o espectador, fazê-lo se sentir parte do evento que estamos comunicando, e estabelecer uma relação autêntica com o nosso público”, afirma Jean. A expertise com transmissões ao vivo permitiu à VDO adaptar-se à demanda dos internautas no decorrer da transmissão, sem deixar cair a qualidade. “Com o tema da redação voltado à inclusão dos deficientes auditivos, muitos internautas nos pediram tradução em Libras – o que foi rapidamente solucionado, por exemplo”, finaliza Kuss.

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Você sabe o que é CCaaS? – Por Alexandre Dias

Contact center as a service é muito mais que baixo custo. Chamado de operações ágeis, traz flexibilidade e escalabilidade para as centrais de atendimento.

Recente pesquisa da Forrester mostra o crescimento da adoção da nuvem pelos contact centers e como essas empresas estão se beneficiando da mudança para esta plataforma. O relatório prevê que o mercado mundial de nuvem atingirá US $ 236 bilhões em 2020. As vantagens dos contact centers em nuvem são mais do que apenas o custo. Muitos dos inúmeros benefícios se enquadram no que a Forrester chama de operações ágeis: flexibilidade, escalabilidade, facilidade de uso e implantação, confiabilidade e muito mais.

Assim, as soluções em nuvem passam a ser a escolha ideal para empresas que procuram otimizar suas práticas de atendimento ao cliente com a máxima eficiência. Selecionei aqui oito principais benefícios de um contact center na nuvem:

1- Econômico
Com a computação em nuvem, o mercado não está mais ligado ao hardware do mundo real. No contact center, essa infraestrutura local pode ser esmagadora: servidores (múltiplos, redundantes para confiabilidade e backup), switches, telefones e muito mais. Com a central de atendimento na nuvem, a empresa fica liberada das despesas em hardware em favor de um modelo baseado em assinatura, que é mais fácil e acessível.

2- Ágil
As organizações são atraídas pela agilidade oferecidas pelos modelos na nuvem e pela capacidade de obter acesso às últimas inovações sem grandes gastos de capital inicial como no software on-premise. O acesso à inovação contínua permite que as organizações se mantenham melhor alinhadas com a mudança das expectativas dos clientes.

3- Escalável
A nuvem é ideal para empresas em crescimento ou com crescimento sazonal. Isto é especialmente verdadeiro nas centrais de atendimento, onde o tráfego tem fluxo constante. Não há necessidade de planejar infraestrutura para lidar com as demandas sazonais, nem hardware ocioso em torno da espera desse estouro de tráfego de entrada. A empresa pode fazer a escala para cima ou para baixo conforme necessário e pagará apenas pelo que usar.

4- Enxuto
As soluções em nuvem são altamente econômicas, como o hardware é off-site e gerenciado pelo fornecedor de computação em nuvem, a estrutura de TI é drasticamente reduzida. Agora, os executivos de TI podem ficar ocupados com a atividade-fim do contact center, em vez de escopo, aquisição e planejamento de manutenção para infraestrutura.

5- Versátil
As soluções em nuvem são fáceis de configurar e usar. Uma vez que tudo o que você precisa é um computador com acesso à internet e um navegador da Web para acessar e operar o software na nuvem, sua força de trabalho pode ser distribuída entre vários locais, incluindo diferentes países, além de home office e coworking e, portanto, conseguirão oferecer atendimento ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana.

6- Seguro
As soluções em nuvem oferecem o tremendo benefício da segurança aprimorada. Além disso, normalmente oferecem funções de recuperação de desastres mais fortes do que as soluções baseadas no local. Quando as interrupções ocorrem devido a desastres naturais ou a qualquer outro evento disruptivo, as soluções no local geralmente não estão bem equipadas e o fluxo de trabalho comercial é afetado.

7- Centralizado
Uma das grandes vantagens da plataforma cloud computing para centrais de atendimento com múltiplos sites é a centralização e integração do gerenciamento da operação como um todo. As maiores operações de atendimento a clientes abrangem diferentes regiões geográficas e a gestão de sistemas locais individuais apresenta grande complexidade do balanceamento entre esses sites, além de relatórios parciais. Mover para um único sistema baseado na nuvem não só simplifica a tecnologia, mas também fornece um impulso de eficiência adicional combinando melhor o volume de trabalho em um grupo virtual de agentes.

8- Ecológico
Os motivos para ir para a nuvem vão além de financeiros e tecnológicos, o meio ambiente também é favorecido. Uma vez que seus recursos de computação estão compartilhados, e apenas o que você precisa é provisionado, isso significa que nenhum recurso está ocioso, o que não gera perda de energia.

Alexandre Dias é CEO da Talktelecom, multinacional brasileira e uma das mais importantes fornecedoras de soluções ao mercado de Contact Center.

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Ingresso Rápido fecha parceria com o WhatsApp e inova sua comunicação com os clientes

A Ingresso Rápido, maior marketplace de ingressos em entretenimento ao vivo no Brasil, inova na forma de se comunicar com os clientes, adicionando o WhatsApp como meio de notificação de compra. Em parceria com a Movile, a Ingresso Rápido tornou-se o primeiro marketplace de ingressos da América Latina a testar a solução empresarial do WhatsApp como plataforma de comunicação com seus consumidores. Esta possibilidade resulta de uma integração com o ChatClub, plataforma de mensagens do grupo Movile que está diretamente integrada com o WhatsApp, atualmente em fase experimental. Agora, toda a compra efetuada pelos canais de venda da Ingresso Rápido tem sua notificação, que originalmente era feita por e-mail, também realizada por WhatsApp.

“É de conhecimento geral que o WhatsApp é um dos aplicativos mais populares do Brasil e tem tido seu uso reinventado por empresas de vários setores de mercado. Os aplicativos de mensagens estão sendo preferíveis a outros meios de comunicação, principalmente pela agilidade, por estarem sempre à mão do consumidor, o que torna tudo mais fácil. Dentro deste contexto, as empresas precisam reavaliar suas estratégias de comunicação e tirar proveito do poderoso fenômeno de troca de mensagens por celulares”, afirma Luiz Tordin, CTO da Ingresso Rápido.

Tendo a inovação como um dos pilares de desenvolvimento de negócios, a Ingresso Rápido investe constantemente em serviços que proporcionam diferenciais no atendimento de seu público. “Nossa moderna e recém adotada plataforma de vendas nos permitiu incluir rapidamente essa nova dinâmica de comunicação com o cliente”, explica o executivo, que acrescenta: “Este é apenas o começo. Queremos melhorar o nosso sistema de comunicação por meio do WhatsApp, com operações tais como enviar um ingresso, fazer alterações em agendas e alavancar a inteligência artificial de respostas automatizadas em questões do serviço ao cliente”, finaliza.

“Considerando o sucesso do aplicativo WhatsApp, ao integrá-lo à nossa plataforma de comunicação omnichannel abrimos mais uma possibilidade de otimizar o diálogo entre as empresas e seus consumidores. Fizemos a implementação não apenas na nossa parceira Ingresso Rápido, mas também em outras empresas do grupo Movile. Como temos nossa plataforma de comunicação integrada e desenvolvida para diversos canais, aprender com o WhatsApp neste processo foi importantíssimo”, explica Marcelo Gobbi, Diretor de Negócios da Movile.

Abaixo, um exemplo das notificações de compra da Ingresso Rápido usando o WhatsApp:

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Symantec é reconhecida como Líder no IDC MarketScape for Mobile Threat Management

A Symantec Corp. (NASDAQ: SYMC), companhia líder no mundo em segurança cibernética anunciou hoje que o Symantec Endpoint Protection Mobile (antigo Skycure) foi reconhecido como “´Líder” no “IDC MarketScape: Worldwide Mobile Threat Management Security Software 2017 Vendor Assessment.” Abordando o momento atual do mercado de proteção contra ameaças mobile, o relatório avaliou nove diferentes fornecedores em nove critérios e colocou a Symatenc na Categoria de Líderes.

De acordo com o relatório, o Symantec Endpoint Protection Mobile aproveita os serviços de nuvem e a inteligência contra ameaças da Symantec, assim como a base já existente de consumidores e estrutura de vendas. Clientes que procurem por uma solução completa que lhes permita integrar os seus sistemas já existentes se beneficiarão ao adicionar o produto SEP Mobile’s MTM.

Dispositivos gerenciados ou não gerenciados, como tablets ou smartphones, estão crescendo em preferência e ganhando os espaços de trabalho, trazendo novos riscos e vulnerabilidades, o que aumenta os desafios à segurança que as empresas enfrentam. No último ano, os pesquisadores da Symantec descobriram mais de 600 novas vulnerabilidades no iOS e no Android e as detecções de malware dobraram para um total de 18,4 milhões.

“Estamos comprometidos em ajudar os nossos clientes a se protegerem das ameaças avançadas, conforme sua força de trabalho da ‘Geração em Nuvem’ se torna mais mobile,” disse Mike Fey, presidente e diretor operacional da Symantec. “Nossa aquisição do Skycure permite à Symantec oferecer uma solução integrada de defesa cibernética mobile que protegerá os dispositivos mobile e redes dos clientes no iOS, Android e no Windows. Nós reconhecemos a importância de oferecer essa proteção dentro das diretrizes públicas de aplicativos estabelecidas pelo Google e pela Apple para garantir atualizações futuras e a adoção pelos colaboradores. A Symantec se orgulha de ser uma das únicas companhias a oferecer essa solução usando nosso método patenteados”, finaliza o executivo.

“Estamos satisfeitos por sermos reconhecidos pela IDC MarketScape como uma Liderança no mercado de Mobile Threat Management. É muito gratificante receber esse prêmio e esse reconhecimento, mas é ainda mais gratificante podermos resolver os problemas reais que nossos clientes enfrentam hoje”, disse Adi Sharabani, vice-presidente sênior da área de Modern OS Security na Symantec e antigo CEO da Skycure. “Estamos ansiosos para desenvolver inovações mobile na Plataforma Integrada de Defesa Cibernética da Symantec e trazer os sistemas operacionais de seguranças modernos a um novo mercado”, completa Sharabani.

Para mais informações sobre Symantec Endpoint Protection Mobile, visite o site: www.symantec.com/products/endpoint-protection-mobile

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Montblanc lança e-commerce desenvolvido pela Infracommerce

A Infracommerce, empresa líder na prestação de serviços digitais na América Latina, acaba de lançar o e-commerce da Montblanc, uma das maiores marcas de luxo do mundo. A empresa será responsável pelas áreas de TI, operações e gestão da loja virtual da Maison que passa a ofertar mais de 2.000 produtos por meio de um canal próprio para Brasil.

Para Alain dos Santos, managing director da Montblanc no Brasil, mais que um e-commerce, era preciso oferecer aos consumidores a mesma excelência que eles encontram em suas lojas mundo afora. “A Montblanc é uma marca consolidada no mercado de luxo em todo mundo e nós não poderíamos colocar em risco a nossa reputação no e-commerce. Por isso, contar com uma empresa como a Infracommerce, que tem experiência nesse segmento para gerenciar essa operação, é essencial”, explica.

O processo será customizado e contará com máquinas para gravação metálica e em couro para personalização de instrumentos de escrita e carteiras. O transporte e armazenamento também foram adaptados para receber a Maison, e a operação conta com transportadoras especializadas em produtos de alto valor agregado, além de cofres, câmeras e armazenamento de embalagens especiais.

Para Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, fazer parte desse novo momento da marca e proporcionar a experiência que o cliente Montblanc exige, é um passo importante para a consolidação da qualidade Infracommerce. “Estamos há cinco anos no mercado e desde então temos conquistado empresas dos mais diversos segmentos que confiam a nós toda a operação de suas lojas online. A qualidade dos nossos processos, que vão desde a criação da loja até a entrega do produto e atendimento ao consumidor, é o que facilita o dia a dia do nosso cliente e estamos felizes em fazer parte dessa história com a Montblanc”, explica Schoppen.

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O mundo virtual é tão perigoso quanto o real – os brasileiros precisam se conscientizar sobre segurança digital

Por Francisco Camargo, presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Brasileiro adora novidade, estamos entre os países que adotam mais rapidamente novas tendências, principalmente tecnológicas. Se por algum tempo houve temor e resistência em aderir a novos dispositivos ou aplicativos, a realidade hoje é muito diferente – estamos abertos a mudar nossos hábitos com a utilização de tecnologias inovadoras, principalmente na Internet.

Essa postura moderna, no entanto, camufla a deficiência da população em entender os perigos e os riscos do mundo virtual. Estamos mais do que nunca expostos a ataques cibernéticos, já que o nosso interesse por novidades tecnológicas não é acompanhado pela preocupação com os riscos e a segurança digital.

A falta de conscientização no país para compreender as ameaças presentes no mundo virtual (web, redes sociais) faz-nos expormos nossas vidas, dados pessoais e privacidade, pois avaliamos muito superficialmente as informações que recebemos e não nos preocupamos em clicar sem saber a procedência de um link.

Preferimos gastar na compra de um novo smartphone a investir em antivírus e quando lemos notícias sobre um ciberataque global – como o Bad Rabbit, sobre Sequestro de Dados (Ransomware), responsável por invadir milhares de computadores nas últimas semanas – achamos que é algo muito distante da nossa realidade.

Infelizmente, qualquer um de nós pode ser vítima de criminosos virtuais, mesmo que não tenhamos bitcoins em nosso nome ou acesso a redes visadas (como o sistema de grandes empresas). Afinal, quem nunca recebeu um SMS ou e-mail com uma mensagem do tipo: “parabéns! Você foi premiado com um iPhone”, “atualize sua senha ou seu internet banking será bloqueado”, “veja fotos do vencedor do Big Brother Brasil com a nova namorada”, entre tantas outras. Parece óbvio que esses comunicados são maliciosos e não devem ser clicados, mas esteja certo de que muitas pessoas desatentas irão faze-los e tornar a internet ainda mais perigosa.

Uma maneira eficaz de alertar sobre esses golpes é explicar a sua finalidade. Por que um vírus é criado? Também chamados de malwares, eles têm o objetivo de tomar o controle de uma rede, invadindo um computador conectado nela, com o intuito de se instalar nos servidores e executar uma missão – que pode ser, por exemplo, criptografar todos os arquivos e depois exigir um resgate para recuperá-los (crime conhecido como Ramsonware ou sequestro de dados), transferir dados para fora da organização (como números de cartão de crédito, que podem ser vendidos no mercado negro) ou infectar máquinas com um arquivo malicioso que vai hibernar até ser acordado por um comando externo. Outro ataque muito comum é aquele que passa a enviar e-mails Spams maciçamente a partir de um endereço de IP fora da lista negra dos sistemas AntiSpam.

Para ser bem-sucedida, a invasão precisa de uma cooperação involuntária da vítima. O vetor mais utilizado hoje em dia ainda é o e-mail, com um arquivo executável anexo, ou um link que leva a um site no qual o vírus espera pacientemente até ser clicado.

Essa prática é conhecida como “Phishing” – do verbo inglês “to fish” (pescar) -, metaforicamente um anzol com uma isca atirado para fisgar um “peixe” descuidado. É relativamente simples produzir um arquivo malicioso, dispará-lo para muitas pessoas e depois colher resultados. Para atrair os alvos, são utilizadas técnicas de engenharia social com estímulo para sentimentos e emoções básicas, curiosidade, ambição ou medo. Um outro exemplo clássico: “se você não se cadastrar nesse link, seu Facebook passará a ser pago”.

Longe do acesso da grande maioria de usuários de tecnologia, existe o “mercado negro virtual”, como a Dark Web – uma parte da Deep Web, invisível para os browsers comuns e para o Google, cuidadosamente protegida por diversas camadas (por exemplo, o prosaico internet banking ou o webmail). Nesses ambientes, quase secretos, é possível comprar e vender produtos e serviços ilegais, como vírus, malwares, ataques específicos, vulnerabilidades recentemente descobertas até cartões de crédito, CPFs, Endereços, entre outras informações.

Segundo Roberto Gallo, PhD, coordenador do Comitê de Risco e Segurança Cibernéticos da ABES, bastam duas informações pessoais, o CPF e o e-Mail de uma pessoa para se conseguir muita informação “útil” sobre ela. A melhor forma de se proteger é procurar se informar, buscar por bons antivírus e ser muito seletivo no comportamento on-line, principalmente em Redes Sociais.

O Brasil tem avançado muito nas discussões sobre o Mundo Virtual, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a Estratégia de Transformação Digital e o Plano Nacional para Internet das Coisas, mas nenhuma dessas ações será plenamente aproveitada se não conscientizarmos a população sobre os cuidados essenciais.

A Segurança no mundo Virtual é como vacina, quanto mais pessoas forem vacinadas, isto é conscientizada, educadas, menor a probabilidade de que uma epidemia virtual faça vítimas no Brasil.Iniciativas como o projeto “Brasil, País Digital”, desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e parceiros para que a sociedade civil se engaje na discussão de segurança digital são um passo importante para mudar essa realidade, mas só haverá sucesso caso tenhamos ações constantes, em frequência e sequência.

Fique alerta! Desconfiar sempre é uma boa regra.

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SAP inicia operação de um novo datacenter no Brasil

A SAP anuncia a abertura de seu primeiro Datacenter na América Latina para a plataforma de serviços SAP Cloud Platform. A iniciativa atende à demanda do mercado por serviços inovadores, seguros e ágeis para as aplicações SAP na nuvem, que desde o ano passado têm registrado crescimento expressivo de três dígitos no Brasil.

“Nosso País se consolidou entre os mais importantes mercados da SAP Cloud Platform em todo o mundo. O data center responde ao grande interesse das empresas pelas soluções na nuvem e mostra o comprometimento da SAP com o suporte aos nossos clientes da região, comprovando o interesse da empresa em ser a parceira de negócios e suportar suas jornadas de transformação digital”, destaca Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

A executiva destaca que além de impulsionar a utilização de todas as possibilidades inovadoras do portfólio Leonardo, a inauguração do Datacenter abre um grande leque de oportunidades para diversos segmentos, como governo, bancos, seguradoras, e empresas de economia mista, que podem sofrer restrições na colocação de seus dados fora do País.

A solução SAP Cloud Platform é importante para a estratégia da SAP, que trabalha para impulsionar a necessária transformação digital das empresas. Ela é a base para a adoção de inovações, como as que podem ser proporcionadas pelo portfólio SAP Leonardo, que reúne tecnologias como Internet das Coisas, Blockchain, Aprendizado de Máquina (Machine Learning) e Inteligência Artificial, entre outras.

O novo Datacenter está operando desde o final de outubro e funciona em alocado no espaço do parceiro global Equinix, em São Paulo. Além do novo Datacenter em São Paulo, a SAP mantém Cloud Data Centers nos EUA, Alemanha, Austrália, Japão, Rússia e Canadá.

A SAP possui no Brasil outras duas operações de processamento de dados operando em data centers de parceiros. Um deles atende os clientes da solução SuccessFactors de Gestão de Capital Humano, e o outro dá suporte aos clientes que utilizam a plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA em ambiente de nuvem.

Família de soluções fiscais ganha versão cloud

A SAP também anuncia que já está disponível no mercado o seu primeiro produto de uma nova Família Fiscal na Nuvem, a NFE Cloud. A solução foi especialmente desenvolvida pela SAP Labs Latin America para facilitar, com agilidade, segurança e conformidade com as legislações fiscais, a emissão de notas fiscais e materiais para todo o País.

A NFE cloud também já pode ser utilizada para emissão de notas de serviços para a cidade do Rio de Janeiro e em breve para São Paulo. A nova Família Fiscal Cloud atende ao grande número de empresas que estão migrando seus processos para a nuvem, proporcionando economia de gastos com infraestrutura, manutenção e suporte 24X7, além de escalabilidade e atualizações permanentes. As soluções fiscais da SAP já existentes no modelo on premise continuarão disponíveis no mercado.

Concur amplia portfólio no Brasil

A Concur, também empresa SAP, e líder mundial em soluções de controle de viagens, despesas e faturas, que iniciou suas operações no Brasil em março deste ano, disponibilizou mais uma solução para o mercado de viagens corporativas – o Concur Expense.

A solução permite solicitações automatizadas de reembolso, rápidas e precisas, bastando fotografá-las e enviá-las digitalmente para que sejam provisionadas e lançadas nos arquivos. Um dos primeiros clientes a aprovar e adotar a nova solução Concur Expense foi a companhia Votorantim.

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Startups selecionadas para segunda fase do Programa Varejo Inteligente iniciam processo de incubação na CDL/BH

Durante evento realizado ontem, 13/11, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), foram divulgadas as cinco startups selecionadas para a segunda fase do Programa Varejo Inteligente. Além, da premiação de R$ 10 mil que cada uma recebeu, a partir de agora elas serão incubadas diretamente pela CDL/BH, onde receberão acompanhamento de uma equipe de profissionais multidisciplinar da Entidade e da Wyllinka com foco no desenvolvimento do negócio de cada uma. A Wyllinka é uma organização sem fins lucrativos que tem como propósito mobilizar e desenvolver instituições e ecossistemas para a inovação e o empreendedorismo, a partir da promoção e transformação do conhecimento.

As cinco startups (Bagy, HiPosition, Price Survey, Exato e MoneyObra), foram selecionadas de acordo com os resultados apresentados na fase de pré-aceleração do Varejo Inteligente, seguindo critérios como comprometimento com o Programa, engajamento, assiduidade, perfil do empreendedor, capacidade da equipe, cumprimento das tarefas, evolução do nível de maturidade, validações com o mercado, aderência do negócio proposto ao mercado, entre outros pontos.

A princípio, as cinco startups permanecerão incubadas na CDL/BH por oito semanas. Nesse período será realizado o amadurecimento do negócio de cada startup, que envolve o aprimoramento do produto, da solução de cada uma e da forma como ela se relaciona com o mercado. As startups receberão consultoria individualizada, na qual terão apoio intensivo dedicado à interação com a equipe de Novos Produtos da CDL/BH, com o objetivo de potencializar sua inserção no mercado.

Durante a fase de pré-aceleração, as 20 startups que participaram do Programa foram colocadas em contato com diversos empresários e empreendedores para que as suas soluções fossem validadas pelo mercado. No início do Programa, das 20 startups, oito entraram apenas com ideias, oito estavam testando suas soluções e quatro já comercializavam sua solução. Com o fim da primeira fase do Varejo Inteligente, as oito startups que entraram somente com a ideia, terminam esta etapa com o problema validado e iniciando os testes da solução com potenciais clientes. Das outras oito que entraram testando a solução, duas terminam a primeira fase com clientes pagantes e refinando a estratégia de vendas. E, entre as quatro startups que entraram com clientes, duas terminam a fase de pré-aceleração com aumento no faturamento. As outras duas tiveram o processo de vendas refinado.

Conheça as cinco startups selecionadas

Bagy
Marketplace integrado com o Instagram, permite que o lojista crie seus produtos a partir de fotos do seu feed, inserindo detalhes e preço. Ao curtir uma foto no Instagram que seja um produto Bagy, o usuário passa a acessar o item também na aba Favoritos do app. Também é possível navegar diretamente no Bagy, rolando o “feed” ou usando filtros de busca.

HiPosition
Desenvolveu uma plataforma que permite ao lojista enviar informações, promoções e anúncios via bluetooth para clientes em potencial. O aplicativo envia notificações aos usuários cada vez que estiverem perto de um ponto comercial equipado com um iBeacon.

Price Survey
Oferece uma ferramenta de gestão nas Pesquisas de preços internas ou em concorrentes. Através da leitura do código GS1(antigo EAN) e utilizando as câmeras de celulares, a ferramenta identifica automaticamente o produto, permitindo o registro do valor de venda e transmissão.

Exato
A Exato Soluções é uma empresa jovem com foco em fornecer soluções simples para controles gerenciais, fiscais e financeiros, atendendo a demandas de gestão e conciliação de vendas, além do controle do faturamento de loja pelo acompanhamento automático de notas e cupons fiscais, com várias aplicações para varejistas, franqueadores, shopping centers, clubes, etc. A Exato busca agregar valor às informações gerenciais, com base em dados confiáveis e rápidos.

MoneyObra
Uma plataforma inovadora para transformar a cadeia da construção civil, conectando clientes, profissionais, varejo e distribuidores. Por meio do Money Obra o cliente pode realizar orçamentos e estabelecer todo o cronograma de sua obra.

Números Varejo Inteligente 2017
Com o objetivo de fomentar a economia e a inovação, a CDL/BH, em parceria com o Sebrae criou, no ano passado, o Varejo Inteligente. O Programa busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio da aceleração e desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.
Este ano, 65 startups se inscreveram para participar do programa e 20 foram selecionadas para a fase de pré-aceleração, que as preparou para atuarem junto ao comércio varejista. Durante três meses, as 20 startups tiveram seus modelos de negócios desenvolvidos. Foram dez semanas de intenso trabalho, com 400 horas de reuniões individuais, 20 horas de reuniões coletivas, quatro meetups (encontros de negócios com empresários), quatro sessões de feedbacks. As startups fizeram contato com 620 empresários, que geraram 56 conexões. Além disso, elas receberam mentorias, treinamentos e participaram de momentos de troca de experiência com os demais participantes, especialistas do varejo e empreendedores.

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LinkedIn premia profissional da Thomson Reuters como melhor recrutadora social do Brasil em 2017

Patrícia Alves, Senior Talent Acquisition and Employer Branding da companhia recebeu a premiação Rockstar LinkedIn Recruiter pela eficiência na construção da marca profissional, engajamento nas mensagens corporativas e gerenciamento qualificado

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia que Patrícia Alves, Senior Talent Acquisition and Employer Branding da Thomson Reuters Brasil, foi nomeada, em primeiro lugar, como Rockstar LinkedIn Recruiter 2017 pelo LinkedIn. O prêmio foi entregue por Milton Beck, Presidente do LinkedIn no Brasil. Os critérios utilizados para a avaliação dos 50 executivos participantes foram extraídos do relatório do LinkedIn, Recruiter Index (LRI), que mede a eficiência dos recrutadores na construção da marca profissional, identificação dos melhores candidatos, engajamento nas mensagens e gerenciamento qualificado. A premiação ocorreu pela primeira vez no Brasil.

Para Patrícia, o reconhecimento é uma constatação da importância em acompanhar as inovações tecnológicas, como a migração dos currículos para o ambiente digital que trouxe melhorias para o processo seletivo. “Entre os principais desafios de se fazer uma gestão diferenciada está na busca ativa do recrutador para selecionar perfis que se destacam, além de um minucioso mapeamento para a descoberta de potenciais candidatos que se adequam às expectativas da empresa. Nós priorizamos, em todas as etapas do processo seletivo, entrevistas interativas que auxiliem a avaliação do recrutador, através de uma experiência única para que os candidatos se sintam à vontade durante a entrevista. Além disso, destacamos a relevância da atuação da empresa no mercado global, e damos um retorno efetivo aos candidatos participantes após a entrevista”.

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Grupo SONDA abre 500 vagas de emprego em todo o Brasil

Companhia contrata profissionais de TI para atuarem nas operações SONDA, CTIS e Sonda Ativas. As oportunidades estão localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília, dentre outras regiões. A organização também disponibiliza vagas para outros países da América Latina.

O Grupo SONDA, maior companhia latino-americana de serviços e soluções de tecnologia, está com 500 vagas abertas para profissionais de TI em diversas regiões do Brasil. As oportunidades estão dividas entre três operações do Grupo: SONDA, CTIS e Sonda Ativas.

A demanda surge com o reaquecimento do mercado, que trouxe a ampliação e a chegada de grandes contratos com os órgãos públicos e com a iniciativa privada, fomentando de maneira orgânica a criação de novos cargos para atuação em projetos, bem como em alocações dentro de clientes.

As oportunidades disponíveis são para estagiários, analistas, técnicos e desenvolvedores de programa com especializações como Java, .NET, PHP e Cobol, além de outros cargos mais estratégicos que englobam posições comerciais, como consultor e gerente.

O Grupo SONDA proporcionará ao profissional selecionado a viabilidade de crescimento e experiência dentro de um dos maiores conglomerados de TI do Brasil. Além disso, é possível se candidatar a vagas em outros países onde a SONDA atua, tais como Chile, Argentina, México, Uruguai e Colômbia, entre outros. Ao todo há oportunidades para dez países, que disponibilizam atualmente 140 vagas de trabalho.

Para acessar as vagas, tanto no Brasil quanto na América Latina, os candidatos interessados devem cadastrar o currículo no site da companhia (www.sonda.com/br/carreiras/).

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Linx e Microsoft aceleram soluções digitais em nuvem

A gigante de tecnologia, Microsoft, e a líder brasileira em fornecimento de software para varejo, Linx, apresentam ao mercado uma nova parceria, em que a Linx passa a contar com Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, como base para computação em nuvem e evolução tecnológica de seus produtos.

Um dos objetivos desta parceria é alavancar a oferta de soluções Linx em nuvem, agregando tecnologia, performance e escalabilidade, para facilitar a adoção de processos Omni Channel no varejo. “Com os softwares Linx na nuvem pública Microsoft Azure, o empreendedor do varejo, além de acessar suas informações quando e onde quiser, pode implementar soluções digitais como Analytics, Mobile, eCommerce, OMS de maneira muito mais fácil transformando a experiência de seus consumidores com a sua marca”, comenta Gilsinei Hansen, vice-presidente de P&D da Linx.

“Com este movimento com a Microsoft, a Linx pode agregar com maior facilidade novas tecnologias como Inteligência Artificial e Cognitiva, Big Data e Internet das Coisas, por exemplo, às suas soluções em Cloud. O que significa mais inovação digital embarcada no software Linx para seus clientes”, explica Gilsinei.

Por fim, as ofertas em Cloud da Linx, contarão com a performance, estabilidade e segurança do Microsoft Azure, o que resultará ainda em mais valor para seus clientes finais. As duas empresas trabalharão lado a lado para desenvolver e inovar cada vez mais os negócios de seus clientes. “Estamos bastante entusiasmados com as possibilidades com Microsoft Azure e os benefícios que traremos aos nossos clientes”, completa Hansen.

“O varejo é um terreno fértil para a criação de inovações. Com essa parceria com a Linx, vamos poder levar o potencial da computação em nuvem para mais empreendedores desenvolverem seus negócios no país”, afirma Roberto Prado, diretor de nuvem da Microsoft Brasil.

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Os cuidados das empresas B2B com a cibersegurança na Black Friday – Por Leonardo Barros

Às vésperas da Black Friday, ação promocional que tomou conta do varejo brasileiro, muito se fala dos cuidados que os consumidores devem ter ao realizarem suas compras por meio do comércio eletrônico. A maior preocupação é alertar sobre sites que não são seguros, assim como o roubo de dados do cartão de crédito e as ofertas que são aparentemente vantajosas demais.

Mas a segurança digital voltada às empresas de modelo B2B (Business to Business) não ganha o mesmo protagonismo necessário na seara de informações que antecede a Black Friday. De acordo o levantamento feito pela consultoria E-Consulting, o segmento de B2B online deverá movimentar R$ 1, 81 trilhão no Brasil em 2017. O montante é 4,68% maior que o movimentado no ano passado e equivale, aproximadamente, ao PIB (Produto Interno Bruto) da Itália. Tais números reforçam não só a importância deste segmento, como também, a relevância de falar das boas práticas neste movimentado evento.

Por um lado, as varejistas focadas em vender para o consumidor final precisarão cuidar da segurança de seus acessos para garantir a disponibilidade de seus sistemas e não perderem a oportunidade da sexta-feira mais rentável do ano. Para isso, há investimentos pesados na infraestrutura tecnológica, como servidores, hospedagem, links e aceleradores de sites. Do outro lado, não podemos esquecer da ponta, de quem abastece essas redes varejistas, que é o mercado atacado distribuidor, também considerados um grande alvo para a ciberataque.

Em tempos que ransowares e malwares maliciosos surgem a cada dia que passa, é preciso olhar para o desempenho da TI com foco na segurança das companhias do setor B2B. Nesse tipo de ataque, o ciber criminoso criptografa os dados de um computador ou mesmo de um servidor. O hacker pede que a vítima pague um resgate para que o acesso à máquina seja liberado novamente.

No caso de um atacadista distribuidor, por exemplo, o negócio pode ser prejudicado com a perda temporária ou permanente de informações, interrupção de serviços de rotina, perdas financeiras associadas à recuperação do sistema, custos legais e de TI. O cenário se agrava ainda mais se o ambiente de TI da empresa B2B for dentro de casa. Pronto: o caos está instaurado.

Nestas horas, a primeira medida é contar com o apoio terceirizado de um parceiro especializado, no qual cuidará dos sistemas que suportam as rotinas do negócio, principalmente no período da Black Friday. Isso envolve desde a infraestrutura até às ferramentas móveis e de segurança para que a equipe foque somente os seus esforços em atividades mais estratégicas – aqui leia-se os lucros provenientes da Black Friday.

Os serviços prestados por uma provedora de TI deixam seu ambiente muito mais seguro, dificultando a ameaças desconhecidas, aquelas que os sistemas tradicionais de defesa não conseguem impedir. A regra prática é ir além da simples varredura de primeiro nível.

Quando fala-se de internet, sobretudo em grande volume de acessos, a segurança precisa andar lado a lado com a empresa. O papel do fornecedor neste caso é implementar uma plataforma de segurança capaz de bloquear os novos malwares e ransomwares, que estão se popularizando no Brasil e que significam uma oportunidade valiosa para os agentes maliciosos se aproveitarem deste momento de fluxo intenso de compras para realizar os ataques. Já imaginou não ter a visão de um especialista dedicado para barrar esta atuação maléfica?

Por isso, é extremamente importante o acompanhamento da saúde do ambiente de TI e da aderência às melhores práticas de mercado para antecipar incidentes que atrapalharão o bom andamento dos negócios durante a Black Friday. Não há limites para a gestão de políticas e configurações assertivas do ambiente e estações de trabalho, e também para a avaliação contínua de vulnerabilidades. A sua empresa agradece. Boas vendas.

Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit Tecnologia, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Desafios de cibersegurança são analisados por especialistas no VII Fórum da Internet no Brasil

Com workshops sobre temas diversos – modelos de governança de domínios de países, inteligência artificial e transformação digital, franquia de dados na banda larga fixa, entre tantos outros –, a programação do VII Fórum da Internet no Brasil avançou nesta quarta-feira (15) também com a realização de uma sessão plenária em que especialistas analisaram os desafios relacionados à cibersegurança.

Realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o evento teve início nessa terça-feira (14), no Rio de Janeiro, com painel de abertura sobre o passado, presente e futuro da Internet, e segue até sexta-feira (17) promovendo debates cruciais para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil – entre eles, a audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no País.

Como fazemos para ter segurança, estabilidade e resiliência na Internet? Com esse questionamento, Cristine Hoepers (CERT.br) iniciou sua apresentação na plenária, explicando o cenário nacional de ataques a partir das notificações de incidentes de segurança reportadas ao CERT.br. “Duas categorias se destacam, o scan, ou seja, as varreduras, pessoas buscando serviços como e-mail ou acesso remoto a câmeras para adivinhar login e senha. E também os ataques de negação de serviço (DoS) a partir de botnets IoT e amplificação”, comentou Hoepers. Em 2016, o CERT.br recebeu 60.432 notificações sobre computadores que participaram de ataques DoS, número 138% maior que em 2015.

Ela lembrou que o Brasil possui mais de cinco mil sistemas autônomos, porém 1/3 deles possuem problemas de configurações que permitem o abuso de serviços. Ataques envolvendo câmeras de segurança, dispositivos médicos, roteadores e infraestruturas críticas, como gasodutos, oleodutos, semáforos, iluminação pública, entre outros, também foram abordados pela gerente do CERT.br.

“Velhos problemas persistem. Temos muitas vulnerabilidades, preocupação zero com segurança, falta de autenticação, autenticação fraca e ‘backdoors’ do fabricante. Ainda com o agravante: empresas de diversos setores agora desenvolvem software, mas não agem como tal. Pensam o desenvolvimento de software sem levar a segurança em consideração”, alertou.

“Precisamos ampliar a formação em cibersegurança”, sentenciou Adriano Cansian (Unesp). Durante a apresentação no evento, Cansian afirmou que há um descompasso entre a academia e o mercado, uma vez que as universidades não formam profissionais com habilidades e atitudes para trabalhar na área. “Analistas de segurança precisam ter curiosidade, persistência e comprometimento. Eles devem estudar programação, sistemas operacionais, redes de computadores, para então decidir atuar com segurança”, aconselhou.

Moderado por Tanara Lauschner (CGI.br), a plenária teve também a participação do General Jayme Queiroz (CDCiber), que enfatizou a importância do trabalho colaborativo e multissetorial. “Na área de segurança, não há como trabalhar isoladamente. A todo momento, estamos colaborando uns com os outros, sejam organizações ou países, para atingir um objetivo comum”, destacou. Henrique Faulhaber (CGI.br), por sua vez, chamou atenção para a importância do trabalho de conscientização dos usuários. “Precisamos de materiais, como a cartilha do CERT.br, que expliquem de forma didática como se proteger dos riscos na Internet”.

A Internet dos Brinquedos, especificamente, as ameaças de segurança decorrentes de dispositivos IoT (Internet das Coisas), foi pautada na plenária por Thiago Tavares (CGI.br), que detalhou casos de bonecas que se conectam em tempo real com servidores dos fabricantes.

“Esses brinquedos podem aprender sobre o comportamento das crianças, trocar dados com estranhos, ser customizados, obter dados e áudios do ambiente funcionando como instrumento de vigilância, além de serem usado para fraudes e golpes”, alertou. “Que tipo de rede e de produto teremos na Internet das Coisas? E que tipo de regulação podemos produzir para encara um cenário tão complexo como esse?”, conclui.

Agenda

Sob o tema “Moldando seu futuro digital”, o VII Fórum da Internet no Brasil tem uma programação extensa com diversos workshops. Nesta quinta-feira (16), temas como promoção do uso seguro e responsável da Internet na educação básica, privacidade e proteção de dados pessoais, controle social e Internet no Congresso Nacional, usos e desafios das tecnologias blockchain, entre outros, serão debatidos por especialistas. O Fórum é uma atividade preparatória para a participação brasileira no IGF, que acontece de 18 a 21 de dezembro em Genebra, na Suíça.

Consulta pública CGI.br

O CGI.br também realiza nesta sexta-feira (17) a Audiência Pública sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil. As contribuições recebidas nesta ocasião e por meio da plataforma on-line serão levadas em consideração na elaboração de um documento final pelo CGI.br contendo informações, diretrizes e recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. Esse documento será encaminhado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no dia 3 de dezembro de 2017.

Veja a programação completa do Fórum: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao. Para assistir a transmissão ao vivo dos workshops e da audiência pública, acesse: www.youtube.com/user/NICbrvideos/featured.

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Brandili melhora a segurança e o controle do negócio com ERP da Infor

A Infor, líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que a Brandili, empresa do setor têxtil, conseguiu ótimos resultados na segurança e melhor controle do negócio com o ERP da Infor.

Novidades

A Brandili enfrentava alguns desafios e precisava melhorar os seus processos de operação. Tais como:

– Controle de todas as etapas do processo produtivo;
– Otimização e integração de processos de negócio;
– Redução de custos;
– Redução de lead time;
– Redução dos níveis de estoques;
– Consistência na base de informações;
– Informações uniformes em toda a empresa;
– Granularidade de informações;
– Redução de erros manuais;
– Pessoas mais direcionadas à análise do que input de informações;
– Implementação do custo real.

O processo de escolha do ERP para a Brandili começou com a definição de uma série de requisitos para atendimento às necessidades atuais e futuras da empresa. Foram convidadas para participar da cotação de preços apenas empresas com renome de mercado e com implantações de sistemas realizadas com sucesso. A Infor foi escolhida em função do atendimento ao maior número de requisitos e, desta forma, foi necessário um menor número de customizações.

Após a implementação, foram anunciados os seguintes resultados:

– Antes do ERP uma nota fiscal era lançada em 5 telas diferentes e havia grande dificuldade de ter a mesma informação em diversos setores da empresa. Após a implementação do ERP a nota fiscal é lançada apenas uma vez e é toda integrada: a mesma informação alimenta todos os setores;
-As compras já são totalmente definidas na requisição de compra: preço, quantidade, prazo, fornecedor, tributos, etc, reduzindo a possibilidade de erros no lançamento da nota;
– Os colaboradores passaram a dedicar mais tempo para análise de informações ao invés de trabalhos operacionais para uma melhor tomada de decisões;
– Automatização de processos manuais;
– Obtenção do custo real detalhado a nível de SKU;
– Fornecimento detalhado de informações para alimentar o planejamento estratégico da empresa;
– Redução de lead time;
– Redução de números de colaboradores em áreas administrativas.
– Acuracidade dos estoques;
– Melhoria na avaliação por parte da auditoria externa;
– Segurança nos controles operacionais;
– A implementação do ERP possibilitou a implementação de solução de business intelligence para controle e acompanhamento diário das principais variáveis do nosso negócio;
– Redução do lead time de fechamento contábil.

“Estamos muito satisfeitos com a implementação do Infor ERP LN. O ERP é muito estável, confiável e possui uma gama ampla de funcionalidades, com a qual conseguimos controlar todos os nossos processos de negócios. Agora, após a implementação do LN a empresa pode se focar em atividades estratégicas que trarão melhores resultados sem se descuidar de seus controles, afirmou Flávia Brandes, Diretora Administrativa Financeira, Brandili.

As organizações já sabem que um mesmo software para todas as empresas não é o melhor, que as funcionalidades específicas são um grande benefício. Infor LN. fornece recursos para apoiar processos, para setores específicos, como a indústria têxtil, e as organizações podem melhorar suas ofertas substancialmente, além de obter mais eficiências. Brandili está assumindo a liderança na forma como atende o seu cliente e estamos orgulhosos de desempenhar um papel integral no apoio à sua transformação empresarial”, diz Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Brasil e Sul da América do Sul.

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Operação Backbone: PF desarticula grupo criminoso que desviava recursos da CEF

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13/11) a Operação Backbone, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos da Caixa Econômica Federal – CEF por meio de irregularidades em contratos da área de Tecnologia da Informação – TI. Aproximadamente 50 Policiais Federais cumprem 10 mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de Brasília-DF.

As empresas de TI repassavam os valores indevidos para a empresa de consultoria por meio de contratos de prestação de serviços, em princípio, inexistentes. Além disso, parte dos valores recebidos era distribuída pela empresa de consultoria para os demais membros da organização criminosa. Para justificar o acréscimo patrimonial, os empregados da CEF e o sócio administrador da empresa de consultoria celebravam contratos de compra e venda de imóveis, viabilizando assim o branqueamento de capitais.

O grupo é formado por empregados da CEF, empresários da área de TI e uma empresa de consultoria pertencente a um ex-empregado da CEF. As investigações apontam que empregados da CEF, juntamente com o sócio administrador da empresa de consultoria, receberam vantagens indevidas repassadas por empresas de TI, com a finalidade de cometer irregularidades na formalização e fiscalização dos contratos dessas empresas com a CEF. Os contratos sob investigação totalizam um valor aproximado de R$ 385 milhões.

Os envolvidos responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e organização criminosa.

Na área da informática, Backbone faz referência à espinha dorsal de um sistema de rede de computadores.

Fonte: Polícia Federal

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Como preparar a logística da loja virtual para a Black Friday

O analista de comércio eletrônico dos Correios Anderson Martins costuma dizer aos seus clientes que o visual de uma loja virtual e a rapidez da compra não são garantia de sucesso nos negócios nem fidelizam o consumidor. “Se no momento da expedição do produto houver algum problema, toda a imagem positiva que ficou da loja no processo de compra vai por água abaixo”, observa ele.

Essa é apenas uma das várias dicas aos lojistas virtuais que fazem parte série de vídeos preparada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela Braspag para auxiliar quem vai participar da Black Friday e de outras campanhas promocionais. “Gestão de estoque deve ser encarada de maneira profissional. Nada de planilhas, de controle manual. O lojista precisa de uma ferramenta que indique, em tempo real, como está o seu estoque, para que o comprador não tenha sua experiência frustrada”, ensina Martins.

Ele também fala sobre a lucratividade dos produtos, os produtos que vendem mais, dois itens fundamentais na composição do estoque, para que não haja encalhe ou falta de produtos. Martins cita para isso a ferramenta Curva ABC.

Além desses tópicos, o analista dos Correios fala sobre a estimativa de preço do frete e prazos de entrega tanto em períodos promocionais quanto em datas de grande movimento do comércio eletrônico, como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal; margem de lucro do produto para oferta de frete grátis; política de trocas e devoluções; e logística reversa. “O custo deve levar em consideração não apenas o transporte, mas também os insumos necessários para embalar e entregar o produto”.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Organize e conheça o seu estoque para entender quais são os produtos que são mais vendidos e quais dão maior lucratividade;

Conheça os custos de envio para não ter surpresa com preços subestimados;

Profissionalize a preparação do envio do produto. Uma boa embalagem garante a integridade do produto até o destinatário;

Conheça os direitos e deveres do e-consumidor, definindo, a partir daí, sua política de trocas e devoluções para não ter problemas no pós-venda.

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Tecnologia possibilita diagnosticar e monitorar o diabetes no momento da consulta

A doença atinge atualmente mais de 16 milhões de brasileiros, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)¹. O distúrbio, causado pelo mau funcionamento do pâncreas que não produz a insulina, hormônio que controla a glicose no sangue, mata cerca de 72 mil pessoas por ano no País. “O diabetes é uma doença de início e desenvolvimento silencioso, por isso cerca de 40% a 50% dos pacientes ignoram sua condição. Como consequência da falta de tratamento e monitoramento, a doença pode evoluir e causar complicações, como perda de visão, insuficiência renal, infarto do miocárdio e AVC”, lembra Dr. Fadlo Fraige Filho, médico endocrinologista e presidente da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD).

O especialista, que também é professor titular da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), ressalta que o diagnóstico precisa ser feito o mais breve possível. “Os testes de point of care utilizam tecnologias que fornecem resultados rápidos e precisos como, por exemplo, a glicemia capilar e a hemoglobina glicada a1 c, que determina a média das glicemias dos últimos 90 dias, recursos importantes inclusive para pacientes de risco para a doença. Além disso, é essencial que se realize o diagnóstico das complicações para o diabetes, como o teste de proteinúria relação albumina /creatinina – que mede se a urina tem quantidades elevadas de proteína – auxiliando no diagnóstico de hipertensão e doença renal”, afirma o Dr. Fraige Filho, que lembra que os testes rápidos são importantes principalmente em clínicas e ambulatórios da rede pública, onde o prazo para a realização de um exame, interpretação e prescrição médica pode levar até seis meses.

Para atender a esta demanda, a Siemens Healthineers possui em seu portfólio o analisador DCA Vantage, uma solução inovadora de Point of Care que realiza testes de hemoglobina glicada, fundamentais para o diagnóstico e acompanhamento do paciente diabético, proporcionando visão ampla da concentração de glicose no sangue, com rapidez e máxima exatidão. “O resultado do teste de hemoglobina glicada é realizado em amostra capilar e fica pronto em 7 minutos, podendo ser realizado no momento da consulta. Desta forma, o profissional de saúde poderá adequar a prescrição de medicamentos e orientações ao paciente imediatamente”, explica Débora Cabrini, Head de Point of Care da Siemens Healthineers no Brasil.

Outra preocupação dos profissionais de saúde é detectar doenças associadas ao diabetes. Entre elas, uma das mais alarmantes é a doença renal crônica. A chance de um portador de diabetes desenvolver a doença renal é de cerca de 30%, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes4. O teste da relação albumina/creatina (ACR) é indispensável para a determinação de doenças renais em pacientes de alto risco e também pode ser realizado no DCA Vantage, ajudando os médicos no diagnóstico precoce e na escolha pela terapia mais adequada. “O teste para ACR poupa o paciente de realizar o exame de coleta de diversas amostras de urina durante 24 horas, procedimento ainda adotado por muitos centros de saúde para verificar a função dos rins. Com uma única amostra, o resultado do teste de ACR é liberado quase instantaneamente”, comenta Debora.

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