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M. Dias Branco investe na Indústria 4.0 e anuncia as startups que seguem para o projeto-piloto

A inovação tem sido um grande diferencial para a competitividade das indústrias. E um meio de acelerar o processo é a parceria com startups. Consciente disso, a M. Dias Branco, maior empresa de massas e biscoitos do Brasil, anuncia que a IndustryCare, a ST-One e a MInT Consultoria são as três startups selecionadas para a entrega do projeto-piloto, a última fase do Germinar Tecnologia. A iniciativa contou com investimento total de R$1 milhão em conjunto com o Senai Ceará.

No total, foram 151 startups inscritas no Programa Germinar Tecnologia, sendo que 11 foram selecionadas para o pitch de apresentação e três empresas seguem para a etapa do projeto-piloto, todas com o objetivo comum de oferecer ganhos de eficiência operacional e redução de custos em alinhamento com a Indústria 4.0. As startups que tiverem a proposta de conceito para o piloto validado receberão apoio para o desenvolvimento de uma prova de conceito, passando por processos de validação, prototipação e teste. Cada projeto terá a duração máxima de 12 meses.

“Estamos satisfeitos com o resultado do Germinar Tecnologia e otimistas com os programas-piloto das startups que, em geral, buscam criar soluções que ofereçam mais produtividade, eficiência e redução de consumo, seja de gás ou de energia elétrica”, afirma Fernando Bocchi, Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da M. Dias Branco.

Conheça as startups parceiras da M. Dias Branco em 2021.  A IndustryCare foi escolhida por ter solução que apoia na geração e gestão dos dados do chão de fábrica, monitorando em tempo real o comportamento e desempenho de máquinas e processos, detectando oportunidades de melhoria em eficiência energética com engenharia de valor comprovada.

A solução ST-One tem a missão de integrar todos os equipamentos, fornos, balanças e demais máquinas de, pelo menos, um processo produtivo da M. Dias Branco, criando bases de conhecimento on-line, a partir de valores históricos de variáveis de processo, produtividade e qualidade.

MInT Consultoria, por sua vez, é uma startup fundada em 2019, que oferece soluções tecnológicas no setor de inovação em materiais, aplicáveis em diversas áreas, com condições de elevar a produtividade a partir da estabilização de processos.

O Programa Germinar possui arquitetura com três frentes de Inovação Aberta. Além do Germinar Tecnologia, que no programa iniciado em setembro de 2020 teve o Senai CE como parceiro e selecionou startups alinhadas com a Indústria 4.0, há o Germinar Conecta, um programa focado no curto prazo, com pilotos de até três meses e condições de levar soluções rápidas ao negócio, e o Germinar Ventures, focado em foodtechs. A M. Dias Branco dará andamento às duas últimas versões ao longo deste ano.

A parceria entre grandes empresas e startups tem se tornado cada vez mais frequente, uma vez que representa oportunidades para todos os envolvidos. “O Germinar tem sido um sucesso na M. Dias Branco devido aos ganhos proporcionados para toda a cadeia da inovação. A companhia tem condições de testar e validar rapidamente o projeto-piloto, com condições de levar inovação ao negócio de forma rápida, o que inclui eficiência operacional, novas tecnologias digitalização de processos, IOT, machine learning e até mesmo redução de custos. Já para a startup se trata da oportunidade de viabilizar rapidamente a sua solução em uma empresa de grande porte, com a possibilidade de se tornar parceira futuramente”, ressalta Bocchi.

Histórico do Programa Germinar. A ideia nasceu em um processo iniciado no fim de 2017, com uma viagem de executivos da companhia a polos de inovação globais, incluindo o Vale do Silício, na Califórnia (EUA), que abriga as maiores empresas de tecnologia do mundo. Inspirada pelos ganhos mútuos, a M. Dias Branco assumiu a responsabilidade de incentivar o fomento do foodtech a partir da conexão com startups.

A iniciativa começou em 2018, com o objetivo de encontrar novas formas de inovar e aumentar a rentabilidade do negócio, ao mesmo tempo em que impulsiona o crescimento das startups. Na 1ª edição do Germinar, oito startups foram aprovadas para a continuidade do relacionamento, aptas a se manterem como fornecedoras e parceiras de negócios. Dentre as empresas, o destaque, do ponto de vista de inovação em marketing, foi a WinWin. A startup desenvolveu um projeto de game em realidade aumentada para Treloso, uma das 19 marcas da M. Dias Branco.

O game proporcionou uma experiência de caçada às moedas Treloso durante um mês em quatro varejos parceiros, que foram selecionados para a execução em Recife. A ação foi aberta para todos os consumidores, sendo necessário apenas o download do aplicativo Clube Treloso e a presença física em uma das lojas selecionadas para iniciar o jogo. A cada cinco moedas caçadas, o consumidor estava apto a resgatar um brinde. O resultado foi o fortalecimento da relação comercial e o estímulo de compra dos produtos, ao mesmo tempo em que o consumidor foi cativado, fortalecendo a relação com a marca

Em 2019, na 2º edição, seis startups apresentaram projetos viáveis e com condições de manter a parceria comercial com a companhia. Como referência, a Desenvolve dedicou-se a projetos nos segmentos de treinamento digital rápido, criando uma plataforma online, capaz de ser atualizada em tempo real.

Os aprendizados e dicas de profissionais em ambiente fabril, seja no formato de texto ou de vídeo, têm condições para serem visualizados pelos funcionários nas demais plantas industriais da M. Dias Branco, distribuídas em todo o Brasil.

O resultado foi o aumento de performance para a companhia e o engajamento do time no aperfeiçoamento de técnicas e na troca de conhecimento com pessoas fora do seu convívio diário. Outra solução de destaque foi na gestão inteligente de almoxarifado feita pela Ledcorp, que ofereceu solução para o inventário e rastreamento de peças a partir de etiquetas que usam o sistema de RFID (Radio-Frequency IDentification ou, em português, Identificação por Rádio Frequência).

BMW Group do Brasil aumenta produção de sua fábrica em Araquari (SC) em 2021

Como parte de sua estratégia para suprir um crescimento representativo de demanda do mercado doméstico ao longo do ano, O BMW Group do Brasil anuncia um aumento de aproximadamente 10% no volume de produção de sua fábrica em Araquari (SC). Ou seja, aproximadamente 10.000 unidades serão produzidas no país durante 2021.

“O aumento de produção vem como forma de suprir o aumento de demanda do mercado brasileiro e apoiar nossa liderança no mercado premium nacional”, comenta Mathias Hofmann, Diretor Geral da fábrica de Araquari. “Importante começar a retomar nossos volumes e otimizar nossas instalações em tempos tão desafiadores”, reforça o executivo.

A BMW é líder em vendas no segmento premium nacional. O BMW Série 3 e o BMW X1 são os modelos premium mais vendidos no Brasil, e o aumento de demanda vem também para fortalecer a presença da marca no país. Atualmente, cerca de 80% das vendas da marca bávara no Brasil são de modelos fabricados em Araquari, que hoje produz BMW X1, X3 e X4, além do Série 3, em sete cores: Branco Alpino, Preto Safira, Cinza Mineral, Sunset Orange, Portimao Blue, Phytonic Blue e Prata Glacial.

Sustentabilidade

A fábrica em Araquari é exemplo da sustentabilidade tão incentivada pelo BMW Group. Além de manter um constante monitoramento da flora e fauna que rodeiam o terreno onde a fábrica se localiza, há diversos projetos de redução de energia, água e de emissão de resíduos para descarte. Desde o início da produção, em 2016, já foi reduzido em 33% o consumo de energia, 41% o consumo de água e em 87% os resíduos para descarte.

A fábrica também conta com a utilização de energia proveniente de fontes renováveis, promovendo a redução das emissões de CO2 em suas atividades – o que rendeu a certificação I-REC, um instrumento de compensação do consumo de energia elétrica proveniente de fontes que emitem CO₂ na atmosfera.

TCS registra o maior crescimento de valor de marca em serviços de TI em 2020

A Tata Consultancy Services (TCS), (BSE: 532540, NSE: TCS), líder global em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, consolidou ainda mais sua posição entre as 3 marcas mais valiosas no setor de serviços de TI de acordo com a Brand Finance, empresa líder mundial em avaliação de marcas. De acordo com o relatório Brand Finance IT Services 25 2021, a TCS aumentou o valor de sua marca em US$ 1,425 bilhão – o maior crescimento absoluto entre as 25 empresas avaliadas, em um ano desafiador, quando o valor da marca das empresas de serviços de TI coletivamente caiu 3%. Além disso, com um crescimento de 10% em relação ao ano anterior, a TCS superou seus pares na categoria Top 3.

Este forte crescimento é atribuído, principalmente, à superioridade no desempenho financeiro, de cliente e de mercado, da empresa. A TCS navegou com sucesso este período de disrupção com o lançamento de seu modelo operacional Secure Borderless Workspaces™ (SBWS™), que ajudou os clientes a realizarem suas atividades críticas, além de lançar novas iniciativas de transformação lideradas pela tecnologia para melhorar sua própria resiliência operacional e entregar experiências superiores aos clientes em novos compromissos virtuais e à distância. A adaptação perfeita às novas formas de trabalho e a maior agilidade gerada por modelos de trabalho remoto independentes de localização levaram a uma execução mais rápida e aumentaram a satisfação do cliente, ajudando a TCS a ganhar mais negócios e participação de mercado.

Com um 2020 muito difícil, liderado com tanta habilidade por seu CEO, Rajesh Gopinathan, a TCS se destacou mais uma vez. Junto com o crescimento de 10% em sua marca, sua capitalização de mercado também atingiu a ‘pole position’ em seu setor e está cada vez mais se consolidando entre os dois primeiros lugares no setor de serviços de TI”, pontua David Haigh, CEO da Brand Finance. “Atribuo este sucesso contínuo ao incrível compromisso da TCS em servir a todos os seus diferentes públicos, sejam funcionários, clientes, seu público e o mundo, em geral. Essa dedicação, a longo prazo, se traduz em um valor de marca consistente e com desempenho superior. 2021 será, sem dúvida, outro grande ano para TCS e sua marca.”

“Esse reconhecimento da força de nossa marca é uma reafirmação importantíssima da confiança contínua que nossos clientes depositaram em nós ao longo dos anos. Ao ajudá-los a lidar com a pandemia e prosperar na recuperação, demonstramos nosso poder indiscutível de resiliência, conhecimento coletivo e inovação”, comenta Rajashree R, CMO da TCS. “Estamos orgulhosos e animados para embarcar na próxima fase de nosso crescimento, construída em nossas convicções e aproveitando a paixão, dedicação e força de nossos 469.000 associados, que são os verdadeiros guardiães da Marca TCS”.

A TCS tem parceria com algumas das maiores corporações do mundo em suas iniciativas de inovação, crescimento e transformação. No ano passado, expandiu e aprofundou relacionamentos, implantando soluções eficazes e conquistando alguns de seus maiores negócios até hoje. A empresa tem investido sistematicamente em pesquisa e inovação, abordando temas promissores em cada indústria e alavancando seu conhecimento de domínio para construir soluções inovadoras que são apresentadas de forma proativa aos clientes. Além disso, também se une aos seus clientes nas fases de descoberta, definição, refinamento e entrega nos TCS PacePorts™, seus centros de co-inovação localizados em todo o mundo.

Como marca, a TCS expandiu seu compromisso de longo prazo com a maratona global e plataformas de corridas, com o lançamento de sua inovadora comunidade global #ThisRun para corredores de todos os níveis. Durante o ano, a TCS ganhou o Prêmio Gartner de Comunicações 2020 na categoria ‘Excelência na construção de uma marca corporativa’ por sua estratégia de comunicação multifásica, centrada em sua estrutura de liderança de pensamento Business 4.0 ™. A TCS foi reconhecida como uma super marca nos Estados Unidos e no Reino Unido com base na força da reputação de sua marca nos diversos canais, desempenho de negócios, liderança da indústria na criação de empregos, escala de treinamento e desenvolvimento de funcionários e dedicação a iniciativas de responsabilidade social corporativa em todo o país.

KPMG: aceleração da transformação digital é a principal mudança no setor financeiro após um ano de lockdown

Aceleração da transformação digital, privilegiando a experiência do cliente em novos ambientes como open banking, foi a principal mudança no setor financeiro em um ano de lockdown implantado pelo governo como medida de combate ao coronavírus, segundo avaliação do sócio-líder de serviços financeiros da KPMG, Cláudio Sertório. Segundo ele, questões como a distribuição em canais digitais, a implantação do sistema de pagamento PIX e a realização de sistema de registro de apólices também fazem parte das alterações mais importantes no ramo financeiro neste período.

O sócio da KPMG também elenca importantes avanços no setor durante a pandemia como os seguintes: foco em eficiência operacional, principalmente, com a automação, robotização e uso da inteligência artificial; a adaptação ao novo ambiente competitivo redirecionado pela entrada de fintechs (startups de finanças); e a restruturação de capital das empresas, por meio de fusões e aquisições e abertura de capital (IPO) na bolsa de valores.

“Após demonstrar muita resiliência durante o ano passado em razão da crise sanitária, o setor de serviços financeiros também demonstrou uma forte adaptação à nova realidade em direção à aceleração da transformação digital, procurando foco em eficiência, e alinhamento ao novo ambiente competitivo ao oferecer melhor experiência ao cliente com ofertas inovadoras. Esse novo contexto tem sido planejado em um ambiente regulatório dinâmico que deve gerar mais preparação da estrutura para atender as novas demandas à medida que reduz as assimetrias entre os competidores. Quem se adaptar melhor aos modelos de negócios terá mais sucesso e manterá a sustentabilidade das atividades”, analisa.

CTG Brasil investe R$ 8 milhões em inovação de geração solar

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, iniciou um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para aumentar a confiabilidade e eficiência de usinas de geração solar no Brasil. Com aporte de R$ 8 milhões e duração prevista de dois anos, a iniciativa representa o maior investimento individual de P&D da empresa aprovado em 2020.

O objetivo da pesquisa é melhorar a previsibilidade de desempenho de usinas fotovoltaicas, aumentar a produtividade e estender a vida útil dos equipamentos, com potencial de reduzir 5% a 10 % o custo de geração da fonte. Um dos principais desafios da fonte fotovoltaica é o estabelecimento de referências de desempenho nas condições de clima e uso do Brasil, pois há troca constante de tecnologia e os padrões são definidos em laboratórios, sem consideraras condições reais de uso. “A melhora da previsibilidade de desempenho reduz o risco dos investimentos, e, portanto, possibilitará a redução do custo da energia e maior confiabilidade da geração fotovoltaica no Brasil”, informa Sérgio Fonseca, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da CTG Brasil.

O projeto consiste na pesquisa dos fatores que afetam o desempenho, disponibilidade e a confiabilidade das mais modernas tecnologias fotovoltaicas de módulos bifaciais e de inversores e, em paralelo, na caracterização das condições de operação em cinco locais, principalmente no Nordeste brasileiro. A análise em condições controladas de uma “usina laboratório” (“Test Bed”), em conjunto com a caracterização das condições de operação, permitirá a extrapolação dos achados da pesquisa para aplicação em projetos de grande escala. De acordo com Carlos Nascimento, Gerente de P&D da CTG Brasil, “o projeto contribui para a expansão da energia solar fotovoltaica no Brasil, o que deverá atrair novos investimentos de indústrias que buscam energia limpa, confiável e de baixo custo”.

A condução da pesquisa será realizada por três instituições, que se complementam em capacitações. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é responsável pela avaliação de diferentes tecnologias de painéis bifaciais e na implantação de uma nova usina laboratório de 50kW. Com mais de 20 anos de experiência no estudo da fonte, a UFSC conta com o maior laboratório de energia solar da América Latina.

A avaliação dos inversores fica a cargo da Universidade Estadual Paulista (UNESP), no Laboratório de Eletrônica de Potência, localizado em Ilha Solteira (SP), considerada uma das melhores instalações de pesquisa, desenvolvimento e ensaios de inversores fotovoltaicos do País. Paralelamente, o Instituto de Inovação em Energias Renováveis do SENAI, no Rio Grande do Norte, avaliará as condições climáticas e de desempenho em cinco estações climáticas e solarimétricas no Nordeste.

O projeto também contempla parcerias com fabricantes de painéis solares, inversores e outros equipamentos. De acordo com Fonseca, “a CTG Brasil acredita na colaboração e na publicação científica aberta para aumentar o impacto do projeto e encoraja instituições interessadas a procurar informações de como contribuir”.

Recorde em inovação

Em 2020, a CTG Brasil direcionou R$ 24,5 milhões a projetos de inovação, um crescimento de 107% em relação a 2019 e um recorde na história da companhia. Os investimentos fazem parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além do setor de energia solar, os esforços foram concentrados, principalmente, em mobilidade elétrica, segurança regulatória para comercialização de energia elétrica e projetos focados em auxiliar o País no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Startup de hortas compactas vence prêmio GSEA 2021 para jovens estudantes empreendedores

Rodrigo Farina, estudante de engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e sócio-fundador da startup Brota Company, venceu a etapa Brasil do Global Student Entrepreneur Awards (GSEA) 2021, que a Entrepreneurs Organization (EO) realizou na sexta-feira (26). Ele, que agora vai participar da grande final mundial, apresentou aos jurados a Brota, um modelo de mini horta caseira que utiliza pequenas cápsulas de solo autoirrigáveis.

As cápsulas da Brota já vêm com a quantidade certa de terra, nutrientes e oxigenação e podem ser repostas de acordo com a vontade ou necessidade do usuário. A startup já superou seu primeiro milhão de faturamento

Farina concorreu com mais 23 jovens inscritos no evento transmitido online. Além do prêmio de R$ 10 mil e da matrícula em um workshop de empreendedorismo, ele conquistou o direito de participar da grande final global do GSEA, principal competição internacional para jovens estudantes empreendedores, que acontecerá em maio, também de forma virtual.

A competição dá aos jovens uma oportunidade única de apresentar seus projetos inovadores e acelerar negócios com empresários consagrados e investidores. “O empreendedorismo é uma das forças-motrizes que fazem o mundo girar. Temos ótimos estudantes empreendedores aqui no Brasil e nosso papel é apoiá-los e impulsionar seus negócios”, diz Daniel Miglorancia, responsável pela EO no Brasil.

Na final brasileira, Farina venceu a alagoana Liliane Vicente, que apresentou a Amatis, empresa de empreendedorismo social que auxilia pessoas carentes a gerarem renda produzindo alimentos por meio de hortas hidropônicas e a comercializarem a produção via delivery. O terceiro colocado foi o estudante de engenharia Caio Rodrigues, diretor-executivo da Toti, plataforma de ensino que forma refugiados e imigrantes através de um curso de formação profissional voltado à tecnologia.

Além de prêmios em dinheiro, os finalistas ganharam sessões de mentoria de assuntos jurídicos.

Aceleração de empresas

Durante a final, a EO lançou oficialmente no Brasil o Accelerator BR, um instrumento catalisador de recursos financeiros que permite a empresas iniciantes acelerarem seus planos de negócios. Michael Fukuda, membro da EO em Curitiba (PR), será o responsável pela implantação do Accelerator no país. A meta é auxiliar empresas de até R$ 1 milhão de faturamento a ganharem escala.

Troca de experiências

Além dos pitchs de cada concorrente, o evento contou com palestras de empreendedores experientes, que falaram sobre suas trajetórias. Entre elas, Sergio Saraiva, CEO da Rappi, falou sobre sua caminhada desde os 19 anos de idade, quando entregava pizza para pagar a faculdade. Ele reforçou suas crenças nas pessoas, na perseverança e na capacidade de aprender com a concorrência. “Todo dia é preciso subir a barra do seu próprio desempenho”, disse.

Pedro Conrade, fundador do Banco Neon, também revelou detalhes de sua vivência, dividindo com os estudantes a importância de não abrir mão de “escolher as pessoas certas para as posições certas”.

Conheça a nova geração de investidores digitais

Potencializado pelo cenário de pandemia e digitalização, jovens acessam ainda mais o mercado de investimentos americano

Uma recente pesquisa da consultoria financeira internacional global deVere Group indicou que o Covid-19 levou a um aumento de 72% no uso de aplicativos de fintech. Esse processo de transformação impactou diretamente no surgimento de novos perfis de investidores em todo o mundo, um público que demanda muito mais das empresas e  rejeitam barreiras antiquadas do mercado.

Para Matt Leibowitz, co-fundador e CEO da Stake – startup que viabiliza que pessoas de todo o mundo invistam na bolsa de valores americana – “assim como a revolução do home office, a Covid-19 simplesmente acelerou o que já era uma demanda crescente, de um investidor mais jovem e moderno que quer ter o controle do próprio dinheiro por meio do acesso direto ao mercado de ações”, ressalta o executivo.

Para Leibowitz, ainda que alguns profissionais mais tradicionais reforcem que esse cenário não será duradouro, a realidade tem apontado para outro caminho. Conheça abaixo algumas características apontadas pelo CEO na nova geração de investidores digitais: 

Sangue novo

O mercado americano representa aspiração, inspiração e ruptura de empresas listadas como Tesla, Amazon e Apple, Facebook sendo que o valor de mercado desta última é maior que a B3 inteira.

Desde o isolamento devido a Covid-19, o engajamento com os mercados de ações em todo o mundo via plataformas digitais têm atingido níveis recordes. “A evidência disso é o rápido crescimento da comunidade Stake, que agora conta com mais de 300 mil clientes espalhados pelo mundo. A plataforma online dá acesso direto e sem corretagem ao mercado americano, facilitando o acompanhamento, compra e venda de ações e ETFs listados em Wall Street. As barreiras que costumavam existir entre o mercado americano e o resto do mundo não existem mais.”, explica Leibowitz.

Boom da tecnologia

Segundo Matt, esse ano está sendo marcado por grandes investimentos em tecnologia: “Vimos este enorme movimento de pessoas investindo em empresas mais inovadoras e disruptivas. De acordo com os nossos dados, até o momento vimos um interesse enorme em ações de tecnologia, mais de $ 130 milhões movimentados por empresas de tecnologia como Tesla, Apple, Amazon, Microsoft e Facebook. Isso destaca a aspiração e sede dos investidores de olhar bem além do mercado local, focando em Wall Street e no Vale do Silício”.

Mudança de comportamento

“A era do investimento passivo, fundos de investimento em larga escala e gerentes de investimento tomando decisões pelas pessoas está gradualmente chegando ao fim. 

É uma mudança de comportamento, mas como uma nova indústria, precisamos ficar atentos de que isso não deveria ser uma corrida para o fundo com taxas mais baixas, ofertas mais baratas ou maquiando um serviço já existente. Nós precisamos ir mais longe que isso se quisermos acompanhar o movimento e entregar uma verdadeira inovação para fornecer à nova geração de investidores o acesso ao mundo de oportunidades que eles tanto desejam”, completa Matt. 

Burger King do Brasil anuncia 40 vagas em Tecnologia

A BK BRASIL, operadora das marcas BURGER KING® e POPEYES® no País, anuncia a abertura de 40 vagas para sua área de Tecnologia & Inovação, que, hoje, já conta com mais de 100 profissionais em atuação. As contratações fazem parte do processo de aceleração digital da companhia e reforçam o foco da rede em sua jornada de digitalização no Brasil. Dentre as oportunidades abertas estão: Product Owner, Scrum Master, Engenheiro(a) de Dados, Analista de BI (business intelligence), Arquiteto(a) de Soluções, Cientista de Dados e Analista de Infra DevOps. Os interessados devem se candidatar via WhatsApp, com envio de currículo para o número (11) 94317 6360 ou ficar atento(a) as publicações no LinkedIn da companhia.

“A abertura dessas vagas vem ao encontro do nosso propósito de nos tornarmos a marca de fast-food mais conectada com os consumidores no Brasil. Sabemos que uma transformação tecnológica está diretamente ligada a uma mudança cultural e de mindset, e esse processo é – além de uma transformação do negócio – sobre pessoas. Acreditamos que a diversidade de perfis profissionais será um diferencial estratégico, por isso, estamos buscando compor um time, plural e diverso, para tornar todo esse processo interno ainda mais enriquecedor”, reforça Ariel Grunkraut, CMTO da BK Brasil.

Para os interessados em se candidatar, o currículo deve ser enviado via WhatsApp através do número (11) 94317 6360 ou ficar atento(a) as publicações no LinkedIn. Vale lembrar que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento e não possuem um período específico.

O papel da tecnologia para produtividade e retomada dos negócios

Por Dennis Herszkowicz, presidente da TOTVS

A tecnologia foi e segue sendo um dos principais pilares de sustentação do Brasil e do mundo, evitando um colapso econômico e social ainda maior durante a pandemia. Em suas muitas facetas, foi responsável por garantir que empresas pudessem seguir suas atividades remotamente, assim como também permitiu que serviços essenciais de saúde, educação, entre outros, continuassem a ser fornecidos mesmo em um cenário de distanciamento social. Agora, porém, a tecnologia assume um novo papel: o de protagonista da retomada econômica e de uma nova era de ganho de produtividade, que é o principal fator de enriquecimento sustentável da sociedade.

Hoje está claro a todos que os caminhos que nos trouxeram até aqui não serão os mesmos que nos levarão adiante. O grande segredo será se adaptar a essa nova realidade e garantir que as constantes transformações sejam uma oportunidade de evolução e não a ameaça de um retrocesso. Não vejo outra saída além do investimento em tecnologia, para que as empresas possam ter mais visibilidade e planejamento operacional, simular cenários, se antecipar às mudanças e responder rapidamente, garantindo mais produtividade e rentabilidade.

Ao longo da história, tecnologia e produtividade são praticamente sinônimos. Entramos em novas revoluções; Industrial e do Varejo. O uso em larga escala da digitalização, da nuvem, da inteligência artificial, entre outras inovações já está trazendo enormes ganhos aos pioneiros. Com o aumento das relações e transações virtuais, as empresas precisam estar presentes, de maneira integrada, em diferentes canais para se comunicar com clientes e atendê-los de forma simples, personalizada e efetiva. Se essa estratégia estiver bem definida, com boas soluções e tecnologias integradas, a empresa certamente terá mais produtividade e maior número de vendas no final do mês, evitando desperdícios, quebras de estoques, melhorando fluxos de caixa e, inclusive, os indicadores de satisfação dos clientes.

O combustível para essas revoluções é a inteligência de dados. A companhia precisa estar ciente de que sistemas que permitam extrair informações precisas, relevantes, em tempo real e com custo acessível, para a tomada de decisões assertivas passa a ser essencial para que elas garantam um negócio mais competitivo.

Ainda no cenário de tomada de decisão, outra tecnologia que também ganha um espaço importante é a inteligência artificial. Ela é cada vez mais democrática, disseminando-se dentro das organizações com rapidez, em especial em atividades voltadas a transformar a avalanche de dados em informações relevantes para o negócio, assim como para atuar em processos repetitivos e manuais, permitindo que os profissionais priorizem tempo e esforços para tarefas estratégicas. Mais uma prova de que tecnologia e produtividade caminham juntas.

Ou seja, produzir mais, melhor e em menos tempo é o que deve nortear a boa aplicação da tecnologia nesses novos tempos. A antiga solidão da área de TI começa a ser substituída pela parceria com as áreas de Negócios. Portanto, Tecnologia passa a ocupar um papel estratégico dentro das organizações, sendo peça chave para garantir a automatização e simplificação de processos, acesso a serviços financeiros mais baratos e de melhor qualidade, além de soluções que ajudem a entender e atender com mais assertividade as necessidades dos clientes.

Os novos tempos exigem que os ambientes corporativos promovam mudanças significativas de estratégias e processos. Rapidez passa a ser a palavra chave. A pandemia mostrou que a tecnologia amplia os limites do que achamos possível. É tempo de finalmente usar todo o potencial da tecnologia para garantir maior produtividade das empresas. E seguiremos assim, nos atualizando, aperfeiçoando e tomando novos rumos conforme surjam os desafios. Afinal de contas, como brasileiros, somos especialistas em nos adaptar.

Loggi capta US$212 milhões para acelerar expansão nacional e incrementar investimentos em capacidade e tecnologia

A Loggi, empresa que está transformando a logística brasileira por meio da tecnologia, anunciou hoje a captação de US$212 milhões (R﹩1,15 bi) em sua sétima rodada de investimentos (Series F), a maior da história da empresa. A nova rodada foi liderada pela CapSur Capital, fundo especializado em empresas de tecnologia, com a participação do Fundo Verde e de vários investidores atuais, tais como monashees, Softbank Vision, Softbank Latam, GGV, Microsoft e Sunley House. A Loggi vai usar os recursos para acelerar sua expansão nacional, ampliar ainda mais sua capacidade de entrega e seguir incrementando investimentos em tecnologia.

“Nós construímos uma malha logística robusta e rápida, que usa a tecnologia para entregar com excelência”, diz Fabien Mendez, co-fundador e CEO da Loggi. “Com a nossa tecnologia, qualquer pessoa ou empresa vai poder mandar seus pacotes para todo o Brasil com baixo custo”, explica.

“A Loggi tem um dos melhores times de tecnologia do Brasil, o que leva a uma redução constante no tempo de entrega e melhoria na qualidade percebida pelo consumidor. A tecnologia permite ainda que o crescimento da empresa seja superior ao do e-commerce, democratizando o acesso à logística”, diz Marcel Arins, sócio da CapSur Capital.

“Somos parceiros desde 2014 e estamos muito felizes com o desempenho da Loggi, por isso decidimos aumentar nosso investimento”, diz Carlo Dapuzzo, sócio da monashees. “A empresa trilha um caminho de sucesso e tem muito espaço para crescer. Queremos continuar fazendo parte dessa história”, completa.

Crescimento acelerado

Fundada em 2013, a Loggi criou uma complexa malha logística que atende desde entregas locais até entregas por todo o território nacional, com coleta de pequenos e grandes e-commerces, transferência para as cidades de destino e entregas ao consumidor final.

Desde a sua fundação, a Loggi dobrava de volume ano após ano, mas em 2020 o crescimento foi ainda maior: +360% vs 2019, ano em que o mundo começou a enfrentar a pandemia da Covid-19 e as compras online ganharam força entre os consumidores.

Ainda nesse período, a empresa inaugurou dezenas de agências próprias, seis novos centros de distribuição e ampliou sua atuação direta para aproximadamente 500 municípios, atendendo cerca de 50% da população.

Loggi como plataforma para o mercado de e-commerce

O e-commerce cresceu significativamente em 2020, impulsionado também por conta da pandemia da Covid-19, consolidando-se como um serviço essencial para que brasileiros e brasileiras pudessem praticar o distanciamento social e para que muitos estabelecimentos continuassem operando.

Com uma malha logística bem estruturada e seus investimentos constantes em tecnologia e expansão regional, a empresa se tornou uma importante aliada para o segmento.

Para 2021, o objetivo é continuar conectando o Brasil. A Loggi viabiliza entregas de grandes negócios, de pequenos comerciantes e também de pessoas físicas de maneira simples e eficiente. Com o novo investimento, a empresa vai melhorar ainda mais seu nível e alcance de serviço.

Atração de talentos

A Loggi continua a reforçar seu time para conduzir a nova fase de crescimento e está buscando ativamente colaboradores para ajudar a encarar os desafios de conectar o Brasil. A empresa anunciou recentemente a ampliação de seu home office até o final de 2021 e a criação de um escritório 100% remoto para parte do time de tecnologia. Todas as vagas estão disponíveis na Página de Carreiras .

Service IT anuncia VP de Novos Negócios e Alianças para acelerar expansão

A Service IT, empresa especializada em outsourcing e consultoria nas áreas de TI e segurança cibernética, anuncia a contratação de Jorge Toda como VP de Novos Negócios e Alianças da companhia no Brasil. O anúncio visa fortalecer ainda mais o ambiente de negócios da empresa, que registrou em 2020, aumento de 40% sobre 2019. 

De acordo com Eduardo Gallo, presidente da Service IT, a chegada de Toda deverá gerar grandes oportunidades de negócio. “Mesmo com o cenário desafiador, tivemos um crescimento muito positivo no ano passado: quase 50% em contratos de outsourcing e mais de 100% na Service IT Security. E agora, com a expertise e a experiência do Toda, poderemos potencializar os resultados junto aos nossos parceiros de negócio, agregando valor a soluções do portfólio e ampliando as oportunidades em clientes da base com Cross e Up Selling e ainda crescer em News Logos”.

Jorge Toda possui forte atuação em empresas de tecnologia, tendo ocupado posições relevantes por mais de 30 anos nas principais empresas nacionais e internacionais. Foi gerente de Vendas da IBM, diretor Comercial da Oracle, diretor Geral da Lexmark, vice-presidente da Certisign, da Aliz e da Stefanini, e vice-presidente de Vendas da Sonda.

“Terei como foco fortalecer as parcerias que existem na Service IT, de modo a promover novas oportunidades e ampliando a atuação da empresa no mercado, sempre com estratégias e metas dirigidas”, afirma Jorge. “O objetivo é potencializar o que a companhia já tem de melhor em termos de soluções, musculatura financeira e expertise, usando essas qualidades para promover mais negócios”.

A contratação faz parte da estratégia da Service IT de crescer de modo transversal. “A meta para 2021 é manter o crescimento acima de 50% em Security e Managed Services, e com esta estratégia, buscar crescimento parecido como integrador, que inclui Cloud, IT Services e as soluções de nossos fabricantes parceiros”, afirma Eduardo Gallo. “Enxergamos possibilidades reais de conquistar esse objetivo, e pretendemos avançar nesse sentido com a chegada do VP de Novos Negócios, além do reforço de novos colaboradores também em áreas estratégicas da companhia”.

O futuro do processo de aprendizagem corporativa

Por Luis Novo, CEO e cofundador da Skore

Nos últimos meses, o vírus que nos convidou de forma abrupta ao isolamento e à reflexão também desafiou o modo como vivemos, trabalhamos e, em especial, como aprendemos. A pandemia, causada em decorrência da Covid-19, não é algo inédito. A história nos mostra que somos o resultado de eventos que levaram a humanidade muitas vezes ao caos, mas que esse efeito também contribuiu para nossa evolução ao longo dos anos.

O período pandêmico mostrou, ainda, a necessidade de nos adaptarmos às mudanças rápidas e, com isso, trouxe para as organizações a importância em implementar um processo de aprendizagem digital, em um momento que se faz necessário para o fortalecimento dos negócios, a formação e a capacitação de sua liderança.

Prova disso, a última edição da pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), feita em 2019, apontou que 42% das verbas das empresas destinam-se à formação de líderes. Ainda segundo a ABTD, 62% das empresas utilizam Ensino a Distância (EAD) e o e-learning, que já é responsável por quase 25% de todos os treinamentos realizados por empresas no Brasil.

Os dados demonstram a relevância em investir em Treinamento e Desenvolvimento (T&D) das equipes, uma vez que, por meio do processo de aprendizagem, as equipes são estimuladas a desenvolver a auto liderança, bem como, habilidades emocionais, as quais em tempos de pandemia, tornam-se ainda mais relevantes dentro das companhias, além de estarem municiadas com as habilidades profissionais técnicas necessárias para enfrentar momentos de crise como o que estamos vivenciando.

O mercado também se mostra favorável ao segmento de T&D, é o que aponta estudo mais recente realizado pelo LinkedIn, no qual indica que 57% dos profissionais de T&D terão aumento de orçamento, ou seja, as empresas estão planejando investir mais em treinamento.

Outro estudo ainda, da consultoria Bersin & Associates, mostra que 77% das empresas brasileiras já utilizam o e-learning como metodologia de ensino. A tendência dos treinamentos on-line se intensificou em 2020, alcançando a marca de 94% dos treinamentos executados, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, 15% em 2018 e 23% em 2019.

Esses indicadores demonstram uma forte tendência na adoção de tecnologias no processo de aprendizagem, em especial, no formato dos treinamentos administrados de forma on-line, que deixam de ser uma estratégia alternativa, para se tornarem os reais protagonistas da capacitação das empresas. Isso faz com que a gente precise trazer um novo olhar para o assunto.

O treinamento virtual não se resume a publicar conteúdos em uma plataforma. O sucesso no processo de aprendizagem está na combinação de três fatores, igualmente importantes:

Conteúdo de qualidade: nenhuma iniciativa de educação digital consegue ter sucesso se não for capaz de oferecer conteúdo de qualidade. As estratégias para isso podem variar de uma empresa para outra, mas geralmente são estruturadas por meio de uma combinação de dados internos, conteúdos curados da internet e licenciados. Independente da fonte, é extremamente importante que eles tenham a qualidade necessária para competir pelo tempo e pela atenção das pessoas. Neste quesito, menos é mais. É preferível uma quantidade menor de informação, mas de qualidade.

Relevância na apresentação do conteúdo: as pessoas não têm tempo para navegar em centenas de dados irrelevantes para elas. Todos os profissionais hoje em dia sentem dificuldade em dedicar tempo para sua capacitação. Portanto, é importante que o programa de educação on-line da empresa tenha a capacidade de filtrar os conteúdos corretos para cada indivíduo, de acordo com o que vai proporcionar um maior impacto em seu dia-a-dia.

Experiência de aprendizado adequada para cada situação: não aprendemos tudo da mesma maneira. Alguns assuntos requerem um estudo mais aprofundado, e direcionado. Outros temas são melhor aprendidos de forma exploratória e livre. Plataformas modernas de aprendizado precisam ser capazes de oferecer uma gama diversa de experiências educacionais para que cada tópico possa ser oferecido da maneira correta.

Diante do cenário atual, observamos que o movimento do mercado de educação on-line se intensificou no período de pandemia, gerando um alerta nas empresas sobre a necessária transformação digital do T&D. Esse modelo deve se manter como uma forte tendência no período pós-Covid-19.

As empresas que quiserem tirar os melhores resultados desta mudança precisarão estruturar seus programas de capacitação para aproveitar todos os benefícios do digital. Não basta só digitalizar o que a gente faz no mundo presencial, temos que pensar o on-line como uma forma completamente diferente de capacitar.

Nos últimos meses, o vírus que nos convidou de forma abrupta ao isolamento e à reflexão também desafiou o modo como vivemos, trabalhamos e, em especial, como aprendemos. A pandemia, causada em decorrência da Covid-19, não é algo inédito. A história nos mostra que somos o resultado de eventos que levaram a humanidade muitas vezes ao caos, mas que esse efeito também contribuiu para nossa evolução ao longo dos anos.

O período pandêmico mostrou, ainda, a necessidade de nos adaptarmos às mudanças rápidas e, com isso, trouxe para as organizações a importância em implementar um processo de aprendizagem digital, em um momento que se faz necessário para o fortalecimento dos negócios, a formação e a capacitação de sua liderança.

Prova disso, a última edição da pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), feita em 2019, apontou que 42% das verbas das empresas destinam-se à formação de líderes. Ainda segundo a ABTD, 62% das empresas utilizam Ensino a Distância (EAD) e o e-learning, que já é responsável por quase 25% de todos os treinamentos realizados por empresas no Brasil.

Os dados demonstram a relevância em investir em Treinamento e Desenvolvimento (T&D) das equipes, uma vez que, por meio do processo de aprendizagem, as equipes são estimuladas a desenvolver a auto liderança, bem como, habilidades emocionais, as quais em tempos de pandemia, tornam-se ainda mais relevantes dentro das companhias, além de estarem municiadas com as habilidades profissionais técnicas necessárias para enfrentar momentos de crise como o que estamos vivenciando.

O mercado também se mostra favorável ao segmento de T&D, é o que aponta estudo mais recente realizado pelo LinkedIn, no qual indica que 57% dos profissionais de T&D terão aumento de orçamento, ou seja, as empresas estão planejando investir mais em treinamento.

Outro estudo ainda, da consultoria Bersin & Associates, mostra que 77% das empresas brasileiras já utilizam o e-learning como metodologia de ensino. A tendência dos treinamentos on-line se intensificou em 2020, alcançando a marca de 94% dos treinamentos executados, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, 15% em 2018 e 23% em 2019.

Esses indicadores demonstram uma forte tendência na adoção de tecnologias no processo de aprendizagem, em especial, no formato dos treinamentos administrados de forma on-line, que deixam de ser uma estratégia alternativa, para se tornarem os reais protagonistas da capacitação das empresas. Isso faz com que a gente precise trazer um novo olhar para o assunto.

O treinamento virtual não se resume a publicar conteúdos em uma plataforma. O sucesso no processo de aprendizagem está na combinação de três fatores, igualmente importantes:

Conteúdo de qualidade: nenhuma iniciativa de educação digital consegue ter sucesso se não for capaz de oferecer conteúdo de qualidade. As estratégias para isso podem variar de uma empresa para outra, mas geralmente são estruturadas por meio de uma combinação de dados internos, conteúdos curados da internet e licenciados. Independente da fonte, é extremamente importante que eles tenham a qualidade necessária para competir pelo tempo e pela atenção das pessoas. Neste quesito, menos é mais. É preferível uma quantidade menor de informação, mas de qualidade.

Relevância na apresentação do conteúdo: as pessoas não têm tempo para navegar em centenas de dados irrelevantes para elas. Todos os profissionais hoje em dia sentem dificuldade em dedicar tempo para sua capacitação. Portanto, é importante que o programa de educação on-line da empresa tenha a capacidade de filtrar os conteúdos corretos para cada indivíduo, de acordo com o que vai proporcionar um maior impacto em seu dia-a-dia.

Experiência de aprendizado adequada para cada situação: não aprendemos tudo da mesma maneira. Alguns assuntos requerem um estudo mais aprofundado, e direcionado. Outros temas são melhor aprendidos de forma exploratória e livre. Plataformas modernas de aprendizado precisam ser capazes de oferecer uma gama diversa de experiências educacionais para que cada tópico possa ser oferecido da maneira correta.

Diante do cenário atual, observamos que o movimento do mercado de educação on-line se intensificou no período de pandemia, gerando um alerta nas empresas sobre a necessária transformação digital do T&D. Esse modelo deve se manter como uma forte tendência no período pós-Covid-19.

As empresas que quiserem tirar os melhores resultados desta mudança precisarão estruturar seus programas de capacitação para aproveitar todos os benefícios do digital. Não basta só digitalizar o que a gente faz no mundo presencial, temos que pensar o on-line como uma forma completamente diferente de capacitar.