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Microsoft usa bikes elétricas para atingir pegada de carbono negativa

Em parceria com a startup de mobilidade urbana, E-Moving, a Microsoft aderiu à micromobilidade utilizando bicicletas elétricas compartilhadas entre seus colaboradores. A iniciativa ajuda a reduzir custos, melhora o employer branding e proporciona mais agilidade nos deslocamentos.

Oferecendo planos de assinatura mensal de bicicletas elétricas para pessoas e empresas, a E-Moving está alinhada com práticas sustentáveis e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Contribuindo com uma mobilidade limpa, saudável e com qualidade de vida.

A solução oferecida pela E-Moving para a Microsoft é o modelo Private Sharing, compartilhamento privado, ficando a disposição da empresa bicicletas elétricas para uso interno e coletivo entre os funcionários e clientes.

As e-bikes ficam disponíveis na empresa para os colaboradores fazerem seus trajetos diários sem precisar ficar com a bicicleta o tempo todo e já recebem também trava e luzes de segurança, carregador e bateria. Segundo a Coordenadora de Facilities, a adesão entre a equipe foi alta e está contribuindo para as práticas ESG da empresa.

Inclusive, umas das metas globais da Microsoft até 2030 é se tornar uma empresa com pegada de carbono negativa e o uso de e-bikes evita a emissão de mais de 1,3kg de CO² por ano. Além disso, as e-bikes modelo Comfort, que são as utilizadas na parceria, são compostas por materiais 63% recicláveis e utilizam energia elétrica com bateria de lítio.

Segunda edição do CONARH Digital reúne mais de 2.550 pessoas em dois dias de evento

Especialistas nacionais e internacionais da área de gestão de pessoas estiveram reunidos nos dias 18 e 19/8, durante o maior evento da área de Recursos Humanos, para apresentar temas que têm desafiado o setor de Recursos Humanos.

Com o tema “Transcendendo o RH: Repense, Reestruture, Realize, Repasse e Reconstrua”, a segunda edição do CONARH Digital, promovido pela ABRH Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos), reuniu nos dois últimos dias (18 e 19/8) um público de mais de 2.550 participantes em 21 horas de conteúdo e mais de 30 palestrantes nacionais e internacionais.

Entre os palestrantes internacionais estavam: Armin Trost (Alemanha), professor palestrante e consultor, Carla Piloto (EUA) Diretora de Educação profissional do MIT e Gary A. Bolles (EUA), Chair for the Future of Work, Singularity University.

Além deles, o evento também contou com renomados especialistas brasileiros como: Margareth Goldenberg CEO Goldenberg Diversidade e Gestora Executiva Movimento Mulher 360; Danielle Torres, sócia-diretora de práticas profissionais da KPMG Brasil; José Salibi Neto, cofundador da HSM; Sônia Consiglio Favaretto, especialista em Sustentabilidade e SDG Pioneer pelo Pacto Global das Nações Unidas; Renata Faber, Head de ESG da Exame; Vanessa Sandrini, cofundadora do Instituto Mulheres do Varejo; Marcela Rocha, diretora executiva de Assuntos Corporativos da JBS; Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), entre outros.

Com temas atuais, o evento trouxe discussões e tendências sobre o RH cada vez mais humanizado, Educação Corporativa, Inclusão e Diversidade, ESG, o futuro do trabalho, novas tecnologias de gestão de pessoas entre outros, com o objetivo de oferecer o melhor e mais atual conteúdo sobre os conceitos e as tendências para a gestão de pessoas.

Os participantes também puderam visitar a feira virtual, com a exposição interativa dos mais atuais produtos, serviços e informações para a área de RH com grandes marcas como: Alelo, TOTVS, BRF S.A, Creditas, Bradesco Seguros, Mercado Livre, LG., Infojobs, Oracle, Ciee, Dasa, Sodexo entre outros.

Programa Empresa Saudável (PES)

A saúde do trabalhador também mereceu destaque, além dos temas sobre bem-estar e qualidade de vida no universo corporativo. Em razão disso, a ABRH Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) reafirmou seu compromisso com a melhoria da saúde corporativa com o lançamento do Programa Empresa Saudável (PES), durante o 1º Fórum CONARH SAÚDE.

A iniciativa tem o apoio da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, além da adesão de várias instituições. O objetivo é mobilizar as empresas para melhorar a saúde corporativa e compartilhar conhecimentos e boas práticas em suas redes de influência, a partir da visão de que a saúde é um bem essencial para as pessoas, para as empresas e para a sociedade.

Qualquer empresa, de todos os portes pode aderir ao PES. Basta preencher o cadastro no site da ABRH: https://abrhbrasil.org.br/pes sem qualquer custo de filiação ou participação, no período de 17 de agosto a 30 de setembro. A empresa precisará preencher e enviar o termo de adesão ao PES, com a assinatura do líder principal da empresa (presidente, CEO, gerente geral ou outra denominação) e do responsável por Recursos Humanos (quando houver).

“As discussões sobre o futuro do trabalho diante de um cenário jamais imaginado de pandemia estão se atualizando dia a dia e isso tem causado impactos sobre o setor de RH que agora, mais que nunca, precisará olhar para o ser humano. O mundo não é mais o mesmo e o CONARH tem uma missão importante de trazer tendências, dividir experiências e somar esforços para buscar as melhores estratégias para acolher pessoas no ambiente de trabalho e encontrar o equilíbrio perante os desafios e transformações que essa crise sanitária trouxe ao mundo”, destaca Marcelo Pirani, Líder do Comitê CONARH e diretor da ABRH Brasil.

Sicredi lança Programa de Estágio para estudantes de Tecnologia da Informação em parceria com a PUC-RS

O Sicredi, instituição financeira cooperativa pioneira do segmento no Brasil e com mais de 5 milhões de associados, abriu inscrições para o seu Programa de Estágio em Tecnologia da Informação com aceleração de carreira, realizado em parceria com o Centro de Inovação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). São 10 vagas abertas, até o final do mês de agosto, para a formação com foco em desenvolvimento de tecnologia. Ainda se somam a estes estagiários atuais do Sicredi e egressos de outras iniciativas de aceleração Ágil e Inclusiva, que fazem parte do Ecossistema de Aprendizagem parceiro da instituição.  Ao todo, serão 32 jovens talentos na área de TI que terão suas carreiras impulsionadas e atuarão, de forma remota, no Centro Administrativo Sicredi (CAS), onde são desenvolvidas soluções que impactam a vida dos associados em todas as regiões do País. Os interessados podem se inscrever pelo site até dia 31/08.

A iniciativa está alinhada com a estratégia do Sicredi de incentivar a criação de um ambiente inovador e tecnológico que, por meio do programa de aprendizado e aceleração de carreira, busca encontrar perfis engajados com a área, além de projetar a entrada de profissionais qualificados no mercado de trabalho.

“No Sicredi temos um ambiente naturalmente inovador, onde a cultura do nosso modelo de negócio é colaborativa, aberta a novas ideias e processos. Nosso programa de estágio visa não apenas fornecer e apresentar novas ferramentas aos profissionais do futuro, mas também contemplar uma oportunidade de crescimento através de um desempenho com alto potencial de engajamento que possa contribuir para a inserção no mercado de TI”, afirma Volmar Machado, diretor executivo de Tecnologia da Informação do Sicredi.

A aceleração dos estagiários do programa acontecerá por meio de uma jornada híbrida com sete semanas de imersão teórica, com foco na formação Full-Stack, ministrada por professores da PUC-RS, e cinco semanas de desenvolvimento prático de projetos do Sicredi, com a mentoria e contato com profissionais da instituição, além de toda a jornada de desenvolvimento comportamental que o Programa de Estágio no Sicredi contempla.

Com aporte do Banco Mundial, programa de TeleUTI para Covid-19 do HC será ampliado e chegará a outros estados

O programa de TeleUTI para Covid-19 liderado pelo InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) acaba de receber aporte para ampliar seu alcance. O investimento de R$ 1,35 milhão do Banco Mundial, em ação conjunta com o Ministério da Saúde, destinará o montante à expansão do projeto para cinco hospitais nos Estados de Rondônia, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Espírito Santo.

Inicialmente com duração de seis meses, o programa funciona a partir de um posto de telemedicina instalado no InCor para apoiar, capacitar e treinar profissionais de saúde que trabalham em UTIs, como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas.

A ampliação prevê atendimento remoto para a equipe assistencial, com recursos que permitem discussões clínicas de casos graves de pacientes com Covid-19, incluindo gestantes e puérperas, com necessidade de ventilação artificial. Além disso, será possível capacitar multiprofissionais para o manejo, com treinamento e suporte remoto por telemedicina.

Segundo Carlos Carvalho, diretor da divisão de Pneumologia do InCor, responsável pela UTI Respiratória do hospital e autor do programa, a TeleUTI tem resultados positivos. “Nos hospitais que atendemos desde o início da pandemia, a taxa de mortalidade nas UTIs foi reduzida em 15% e o tempo de permanência diminuiu em um dia. Assim, o Hospital das Clínicas pode contribuir em diferentes casos em hospitais de todo Brasil”. Este modelo de discussões clínicas à distância, capacitação e treinamento de equipes multidisciplinares de saúde, está sendo replicado para outros institutos do HC, como o ICESP.

O projeto TeleUTI faz parte do Plano de Saúde Digital, uma parceria do HC com o governo britânico por meio do programa de cooperação Better Health Programme. Ao todo, são 20 iniciativas com soluções de saúde digital para aumentar a eficiência e a qualidade no atendimento e acompanhamento dos pacientes do Hospital das Clínicas e que possa ser implantado em toda a rede do SUS (Sistema Único de Saúde) no país.

Para Giovanni Guido Cerri, presidente da Comissão de Inovação (InovaHC) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e presidente do Conselho Diretor do Instituto de Radiologia (InRad) -, o projeto TeleUTI “é o marco inicial do Plano de Saúde Digital, que tem como objetivo escalonar iniciativas de sucesso do HC”.

“A pandemia trouxe um legado muito importante e uma das áreas que mais se desenvolveram foi a da telemedicina. Levar para outros estados deixa as iniciativas de Saúde Digital mais acessíveis aos brasileiros e corrobora para levarmos os projetos do Hospital das Clínicas para outros lugares do país.”

Alper Digital seleciona 5 startups para a 3ª rodada do único programa de aceleração promovido por uma consultoria em seguros

Sempre na vanguarda de investimentos em tecnologia e inovação, a Alper Consultoria em Seguros, por meio do seu braço digital, acaba de selecionar cinco startups para a 3ª rodada do seu programa de aceleração, o Alper Digital.

O processo recebeu a inscrição de startups de todo o país e dos mais diversos segmentos e, após avaliação inicial, 12 foram selecionadas para o “Pich Day”, e cinco classificadas para participar do programa que tem duração de 12 meses e, como principal objetivo, gerar valor por meio de negócios, relacionamento e infraestrutura.

As escolhidas deste ano apresentaram diversificação nos segmentos, reafirmando o compromisso da Alper com a antecipação de serviços e tendências, assim como foi com o Dr. Alper, plataforma healthtech que foi lançada antes da pandemia, provendo acesso à telemedicina de forma rápida e eficiente, direto do app.

As startups aceleradas esse ano serão: Digifarm, Healward, Dr. Ocupacional, Linha Direta e a Docato.

Todo o processo demorou dois meses e contou com uma banca avaliadora composta por executivos da G2Capital, Base27, Invisto, Bossanova, Fischer, Zmatch, além de profissionais da Alper.

A Alper é referência em soluções de seguros, e está sempre buscando maneiras de inovar e trazer novas tecnologias com ganho de eficiência e escalabilidade no mercado. “Estamos em nossa 3ª edição do Alper Digital e essa é a primeira vez que conseguimos preencher todas as cinco vagas disponíveis para o programa de aceleração. Queremos ampliar as soluções digitais aos nossos clientes, além de incentivar a inovação no mercado. A tecnologia é um importante segmento da companhia, que vem investindo fortemente em serviços e soluções, para transformar o mercado de seguros”, explica o CEO da Alper, Marcos Couto.

Entre as selecionadas, a Digifarm é uma plataforma voltada para recomendações personalizadas para a melhor tomada de decisão no manejo agrícola. A Healward desenvolveu uma plataforma para melhorar o uso de medicações, que utiliza gamificação e cashback, premiando quem usa corretamente os remédios. A Dr. Ocupacional tem uma solução proprietária que permite a gestão integrada e, em tempo real, de toda a área de saúde e segurança do trabalho nas empresas. A Linha Direta é um aplicativo que permite que uma mensagem de socorro seja enviada e apagada na sequência, evitando que o autor da violência veja a mensagem. A Docato é uma plataforma de apoio jurídico que atende todo o fluxo de entrada e monitoramento de processos judiciais.

Desde que foi criado, em 2019, o Alper Digital já acelerou sete startups entre healthtechs, HR Techs e outros. “O nível de conhecimento e profissionalização das startups selecionadas surpreendeu nossa banca avaliadora que foi composta por grandes nomes do mercado. Essas empresas estão trazendo uma tecnologia disruptiva que vai provocar uma forte ruptura nos modelos usados até hoje. Queremos fazer parte desse processo e contribuir para que essas tecnologias cheguem rapidamente aos nossos clientes”,  avalia a superintendente de digital da Alper, Gabriela Rosati.

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CapTable abre inscrições para startups captarem R$70mi até dezembro

Plataforma de investimentos em inovação da StartSe, que é conhecida pelo processo qualificado de seleção de startups e pelos recordes de velocidade nas captações, visa superar valor total captado em 2020

Após registrar o primeiro exit, onde a startup Alter foi adquirida pelo Méliuz por R$ 25,9 milhões e os investidores obtiveram um retorno de 73% em apenas 10 meses, a CapTable, maior plataforma de investimentos em startups no Brasil, está com inscrições abertas para startups nacionais que desejam buscar investidores ainda neste ano. A meta com essa chamada especial é selecionar empreendimentos digitais focados em inovação para captarem até R$70mi entre agosto e dezembro deste ano em rodadas de investimentos na plataforma que tem a StartSe como uma das sócias. As startups interessadas podem captar investimentos de até R$5 milhões, teto estabelecido pela atual regulação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

Ao acessar o site da CapTable e clicar em “Quero receber investimentos”, há um passo a passo detalhado para ser seguido e efetuar a candidatura. As informações fornecidas serão analisadas por um time de especialistas da CapTable que prosseguirão com a checagem e análise de todos os dados. Após esse processo, chega-se à conclusão se a startup cumpre os requisitos necessários para a abertura de captação. 

Após a aprovação da candidatura, a equipe da CapTable entrará em contato para realizar os acertos finais para lançar e divulgar na sua base de investidores que há uma nova rodada disponível para recebimento de aportes. 

Para o cofundador da plataforma, Paulo Deitos, a CapTable realiza um trabalho fundamental para o mercado de inovação no Brasil. “Queremos auxiliar startups inovadoras a terem recursos para realizarem suas operações e criar ambiente para que elas cresçam exponencialmente. Ao mesmo tempo, queremos oferecer aos nossos investidores as melhores ofertas de startups no mercado brasileiro, com alta probabilidade de trazer ganhos reais aos investidores”, destaca Deitos.

Investimentos em startups

Com o propósito de apoiar empreendedores que estejam construindo empresas inovadoras e relevantes para o mercado, a CapTable cria conexões entre investidores e todos os envolvidos no ecossistema de investimentos em tecnologia. Além de ofertas públicas de investimentos, há também a possibilidade de realização de captações privadas com o mesmo time de especialistas que tocam a operação do investimento coletivo .

Em atividade desde julho de 2019, a CapTable já conquistou a confiança de mais de 4.300 investidores ativos e é responsável por aportar mais de R$36 milhões para 31 startups, sendo 16 somente neste ano, se estabelecendo como um dos maiores hub de investimentos em startups no país.

Guilherme Enck, cofundador da CapTable junto com Paulo Deitos, explica que esse movimento acontece em decorrência da credibilidade que a plataforma conquistou em  dois anos de operação.

“O mercado de investimentos em startups continua crescendo de forma exponencial e estamos vivendo o seu auge. Desde que criamos a CapTable, nos preocupamos em desenvolver um trabalho que transmita credibilidade e confiança ao investidor”, explica Enck.

Para Diana Finkler, CEO da Serall, captar com a CapTable foi uma das decisões mais acertadas que ela tomou à frente da startup que oferece tecnologia proprietária para fabricação de polímeros que atendam às demandas de indústrias 4.0. A startup liderada pela empreendedora conseguiu captar R$1,32 mi de 227 investidores em apenas 11 horas. Esta rodada realizada em novembro de 2020 ficou marcada por ser a primeira captação de investimentos coletivos superior a R$1mi que foi encerrada em menos de um dia de campanha. 

“A minha impressão sobre fazer a nossa captação na plataforma foi muito positiva. Além de ser muito rápido, também foi muito preciso em todos os âmbitos, seja jurídico, comercial ou realização do marketing. Só posso deixar minhas recomendações e tenho certeza que esse programa é transformador para o Brasil e para o mundo, pois o empreendedorismo é a base para a transformação de uma sociedade”, destaca Finkler. 

Democratização dos investimentos

Em curva ascendente desde o início das operações, há dois anos, a CapTable busca a consolidação do seu ambicioso plano para 2021 de aportar R$100 milhões para 40 startups até o último dia de dezembro e, com isso, superar os R$84 mi, o valor total movimentado em todo o ano de 2020, de acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

“Nossa meta é ambiciosa, viável e fundamentada. Prova disso é que desde o início deste ano nós registramos mais de 3.500 aportes. Este número já é superior ao total de aportes que realizamos em todo o ano de 2020 e tradicionalmente o segundo semestre é onde esse ritmo cresce de forma acelerada em relação aos seis primeiros meses do ano”, finaliza Guilherme.

Segundo o membro do conselho da CapTable Gustavo Piccinini, essa meta de captação se deve à confiança dos investidores na plataforma, e a democratização dos investimentos. 

“Os investidores estão cada vez mais adquirindo confiança para aportar seu dinheiro em startups. A democratização dos investimentos é extremamente importante para o sucesso de captações. Hoje a CapTable conta com uma base de investidores que estão localizados em todo o país, de diversas faixas etárias e que aportam valores muito variados, podendo ser de R$1 mil ou de R$400 mil”, explica Piccinini.

Rodadas relâmpago

Além do rígido processo de seleção de startups participantes das rodadas, o trabalho da CapTable se destaca de maneira única no ecossistema de investimentos em inovação pela velocidade em que suas captações são concluídas. Se em julho de 2019 elas levavam de dois a três meses para serem finalizadas, atualmente vem ocorrendo em horas.

Somente em 2021 a CapTable já encerrou cinco captações de aporte em menos de um dia. São elas: 

1º – Trashin (Cleantech B2B): Captou R$1 milhão em menos de 4h. Rodada encerrada no dia 18 de maio de 2021;

2º – Essent Agro (Fintech B2B): Captou R$700 mil em 7h. Rodada encerrada no dia 23 de junho de 2021;

 – Quadrados Express (Retailtech – B2C): Captou R$1,5 milhão em 11 horas. Rodada encerrada no dia 28 de julho de 2021.

4º – Lovin Wine (DNVB – B2C): Captou R$2 milhões em 19 horas. Rodada encerrada no dia 13 de abril de 2021;

5º – Veriza (Fintech – B2B) – Captou R$1,5 milhão em 19 horas. Rodada encerrada no dia 15 de junho de 2021;

A captação da Trashin, empresa de Porto Alegre (RS) especializada em logística reversa, gestão de resíduos 360° e ESG e que atende clientes como Havaianas e Parque Ibirapuera, não foi apenas a captação mais rápida na CapTable. A rodada, que durou apenas quatro horas ao reunir 206 investidores, foi também o recorde brasileiro de captação de investimentos coletivos por meio de plataforma no Brasil. 

“Essa experiência nos trouxe exposição e divulgação em outras regiões do país e investidores realmente interessados em apoiar o crescimento da empresa com conexões e troca de conhecimento. O mais importante, no entanto, tem sido o pós-captação. Encontramos na CapTable verdadeiros parceiros” comenta Sérgio Finger, CEO da Trashin.

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Wipro e Amazon anunciam espaço de coinovação no Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa líder global em tecnologia da informação, consultoria e serviços de processos de negócios, lança o centro de coinovação Wipro-AWS Launch Pad no Brasil. Projetado para acelerar a inovação, o centro é voltado para empresas que buscam turbinar a sua jornada para a nuvem.  

O centro capacita a Wipro Brasil no desenvolvimento e ofertas personalizadas da Amazon Web Services (AWS) para empresas dos mais diversos segmentos. O espaço, que fica em São Paulo, será inaugurado no dia 20 de agosto e funcionará como um hub de inovação para que as empresas possam idealizar, colaborar, desenvolver e fornecer soluções escaláveis em nuvem. Estes clientes serão habilitados a acelerarem suas jornadas de transformação com soluções AWS nas áreas de migração de aplicativos e bancos de dados, modernização de aplicativos, computação sem servidor (conhecida como serverless), bancos de dados e inteligência artificial (IA).  

A Wipro se dedica a promover crescimento mesmo em tempos desafiadores, e o Wipro-AWS Launch Pad permite uma abordagem integrada e resiliente na entrega, o que facilita a adoção acelerada de Cloud para empresas e oferece suporte na sua jornada para a nuvem. O centro permitirá maior agilidade, segurança e otimização de custos, que se combinarão para impulsionar o crescimento de negócios no Brasil. 

Da criação de soluções de ponta até a obtenção do status de Parceiro Premier no programa AWS Partner Network (APN), a Wipro desenvolveu uma profunda expertise em AWS para fornecer soluções transformadoras em nuvem. Este centro reforça ainda mais o compromisso compartilhado da Wipro e AWS em trazer inovação e atendimento excepcional aos clientes. 

“Estamos executando nossa estratégia de construir vários Wipro-AWS Launch Pad em todo o mundo, e São Paulo foi o local ideal para este lançamento. O centro oferece escala empresarial para adoção de nuvem que é otimizada por meio de integração e melhores práticas para minimizar interrupções e reduzir o risco, acelerando a migração para nuvem mesmo em cargas de trabalho complexas. A tração criada por este lançamento é fantástica, estamos ansiosos para ajudar nossos clientes a vencerem seus desafios de transformação de negócios em um ambiente tecnológico de rápida mudança”, disse Srinivas Pallia,  President & CEO – Americas,  Wipro Limited.  

“Corporações estão buscando aumentar sua velocidade e agilidade de negócios, ao mesmo tempo que reduzem custos em escala e de forma massiva, o que é fundamental para o sucesso contínuo no atual e dinâmico ambiente de negócio brasileiro. A expertise local da Wipro e AWS, combinadas com nossa mentalidade de obsessão pelo cliente, vão ajudar as empresas a utilizar o Wipro-AWS Launch Pad como um motor para impulsionar a transformação cultural e tecnológica que tem sido criada pela AWS por meio da nuvem”, acrescenta Douglas Silva, Country Manager da Wipro no Brasil. 

Cleber Morais, Diretor Geral da AWS no Brasil, disse: “O anúncio feito pela Wipro vai ao encontro das necessidades das companhias locais em aumentar a velocidade e agilidade, ao mesmo tempo em que alcançam a otimização dos custos. No futuro, com as tendências voltadas para um mercado cada vez mais digital, o debate não será uma questão de se, mas sim de quando as empresas vão migrar para a nuvem. Estamos fornecendo soluções inovadoras e de alta qualidade para alavancar a verdadeira eficiência operacional.” 

Seu planejamento não é implementado?

Por Leandro Franz, sócio e consultor da People+Strategy

Confira se você está cometendo um dos 7 erros mais comuns para uma implementação de sucesso.

Planejar sempre parece fácil, pois o papel aceita tudo. O difícil é planejar direito. Um bom planejamento precisa levar em conta a implementação, precisa entender o mundo real que a organização enfrentará para entregar os resultados e objetivos estratégicos.

Você já deve ter passado por diversos exercícios de planejamento. A liderança sai alinhada com objetivos estratégicos engajantes, listas de projetos importantes, mobilizada pelas discussões profundas, sabendo tudo o que precisa fazer no próximo ciclo, certo?

Ao longo dos meses seguintes, os problemas começam a aparecer, os objetivos são esquecidos, novas prioridades surgem, investimentos são cortados, áreas focam em seus feudos, ninguém se ajuda, a implementação se torna mais um problema do que uma solução. No próximo ciclo de planejamento, os mesmos problemas surgem nas discussões. E o grupo fica desmotivado, com a sensação de que o tempo passa e nada muda, as mesmas dificuldades permanecem e os desafios aumentam.

Se esse é seu cenário, é importante voltarmos ao básico, ao propósito de um Mapa de Objetivos Estratégicos. Qualquer que seja a metodologia utilizada para seu desenho, ele deve possuir três camadas essenciais: Objetivos, Metas e Projetos.

Relembrando cada uma das camadas:

1. Como uma ferramenta de comunicação e alinhamento da estratégia, os Objetivos do Mapa devem deixar claro “o que” a organização deseja fazer/focar para implementar sua estratégia.

2. As metas traduzem resultados intermediários e/ou medidas e possibilitam o controle da evolução dessa implementação. Elas devem ser desafiadoras, mas realistas, sendo suportadas por investimentos e projetos.

3. Os projetos inseridos nos objetivos são o “como”. Eles devem viabilizar o alcance dessas metas (seja de modo direto ou indireto), devem ser suficientes e priorizados para que todas as metas sejam atingidas.

Na teoria é tudo muito simples e bonito, certo? Mas então por que a implementação muitas vezes dá errado? O problema pode ter sido em um dos 7 itens abaixo. No seu próximo ciclo de planejamento, fique atento a esses pontos críticos e garanta que eles sejam endereçados pelos líderes!

1. Rituais de Gestão: os fóruns e reports de acompanhamento do andamento dos projetos estão organizados, com cronograma, integrantes, alçadas e agenda definida ao longo de todo o ciclo?

• Sem próximos passos claros, a tendência é cada área ou líder de projeto se fechar em seu “feudo” e a visão integrada se perder, gerando competição por recursos, despriorizações e retrabalhos no caminho.

•Sem esses rituais claros de gestão da implementação, mudanças de contexto de mercado não são enfrentadas. Muitos projetos que poderiam perder prioridade ou serem “paralisados temporariamente”, dando lugar a alguma outra oportunidade, continuam e ocupam a agenda de outros projetos mais importantes. Sem esses rituais claros de gestão da implementação, mudanças de contexto de mercado não são enfrentadas. Muitos projetos que poderiam perder prioridade ou serem “paralisados temporariamente”, dando lugar a alguma outra oportunidade, continuam e ocupam a agenda de outros projetos mais importantes.

2. Cockpit Integrado: todos os projetos estão reunidos em um único plano de ação? Mostram dependências, apoios e detalhamento das etapas necessárias?

• Sem uma ferramenta integrada como guia para a implementação, novamente surge o risco de desalinhamentos e competição por recursos, com cada área olhando apenas sua fatia. Muitas vezes, inclusive, são geradas iniciativas sobrepostas ou conflitantes, não aproveitando sinergias de conhecimentos, pessoas e até recursos terceiros.

3. Conexão com Orçamento: estamos tentando fazer tudo ao mesmo tempo? Nossa priorização está correta e temos recursos suficientes?

• É frequente o exercício do planejamento estar desconectado com o orçamento anual, sendo feito em momentos diferentes. Assim, surgem diversas iniciativas estratégicas importantes e priorizadas que não terão recursos (financeiros e de equipe).

• Deixando o cenário mais crítico ainda, só ao longo da implementação, após diversos esforços serem iniciados, as equipes de projeto acabam descobrindo que não terão orçamento suficiente.

• Aqui, o tema menos lembrado é se o tamanho da equipe está adequado à todas as entregas estratégicas. Se as atividades de rotina já consomem todo seu time, em que momento eles se dedicarão às iniciativas estratégicas? Como equilibrar e deixar clara essa alocação para todos?

4. Clareza de Conquistas: sabemos exatamente o que vamos comemorar na implementação? Quais as metas e indicadores prioritários? Quais grandes entregáveis em projetos estratégicos?
• Não há como medir a implementação de um objetivo estratégico se ele não estiver conectado a metas claras ou, ao menos, a algumas entregas de projetos-chave.

• Ao final do ciclo, todos devem ter clareza se o objetivo foi cumprido ou não. Um caso comum é construir objetivos genéricos, como “digitalizar operação”, e levar cada um a entender diferente o que isso significa. Ao final do ciclo, a operação pode ter sido “digitalizada” em uma área que não era a prioritária quando o planejamento foi construído. E, pior, pode ter sido digitalizada em uma intensidade muito maior que a necessária, consumindo recursos que poderiam ser direcionados a outros projetos essenciais.

• Quando houver dificuldade na definição de uma meta e indicador (ex: aumento de 30% das vendas pelos canais digitais), deve-se ao menos sinalizar grandes entregas de projetos-chave que poderão ser comemoradas (ex: novo fluxo para e-commerce implementado em até 3 meses, ou MVP de novo produto construído e implementado para um cliente-teste em 6 meses).

5. Liderança e colaboração: temos responsáveis definidos para cada projeto? Eles estão cascateados para as equipes? Todos os níveis se sentem parte da implementação do planejamento?

• Nenhuma área consegue implementar objetivos estratégicos sem apoio e mobilização de outras áreas e níveis operacionais. É importante compartilhar as prioridades com toda a organização, tanto para garantir esse apoio quanto para focar nas prioridades.

• Se todos sentem que entregam a estratégia, a implementação é facilitada para os líderes (tanto em termos de agenda quanto em tomadas de decisão ou suporte em análises).

• Essa comunicação ampla também ajuda a evitar o surgimento de novas iniciativas desalinhadas com a estratégia.

6. Pacto de comportamentos: sabemos quais comportamentos são essenciais para a implementação? Estamos dispostos a nos policiar e garantir a mesma disposição e foco em todos os fóruns de trabalho?

• Projetos estratégicos geralmente mexem com a zona de conforto e a rotina das áreas. É preciso um acordo formal para evitar resistências e “polêmicas” desnecessárias durante a implementação.

• Todas as discussões difíceis devem ser feitas no momento do planejamento. Após as prioridades serem definidas, o grupo precisa trabalhar junto, deixando as desavenças ou interesses específicos de lado.

7. Pessoas: por fim, mas nunca menos importante, estamos com a cultura adequada para os novos desafios de mercado? Temos a estrutura e as equipes com competências necessárias para a implementação?

• É comum o foco do planejamento se dar nas dimensões que envolvem impactos financeiros diretos (portfólio de produtos, processos, marketing, clientes, oportunidades de receita, oportunidades de redução de gastos). Mas quem entrega tudo isso, enquanto os robôs ainda não dominarem o mundo, são as pessoas.

• É essencial uma discussão contínua e profunda sobre os projetos de cultura, recrutamento, desenvolvimento, clima e engajamento dos colaboradores para a busca de resultados. Quando o “orçamento aperta”, geralmente são os primeiros projetos a serem cortados.

• Essa descontinuidade na mobilização das equipes e retenção de talentos, porém, gera impactos significativos no crescimento de longo prazo: talentos insatisfeitos podem migrar para a concorrência e criar descontinuidade nas equipes; clima ruim gera entregas inadequadas, retrabalhos e discussões improdutivas; desalinhamentos culturais levam a crises internas, baixa sinergia e colaboração. Tudo isso, se quantificado, colocado na ponta do lápis, pode ter muito mais impacto financeiro que um projeto de redução de despesas ou de um novo produto.

Com a compreensão desses 7 pontos críticos, vemos que um bom planejamento é insuficiente se não estiver preparado para os desafios da implementação. Podemos criar planos e objetivos perfeitos para o negócio, atendendo a todas as ameaças e oportunidades, mas falhar ao não dar atenção a esses detalhes. Em poucos meses, as discussões importantes caem no esquecimento, novas prioridades desalinhadas surgem e, no próximo ciclo, todos os mesmos problemas reaparecem.

Portanto, a cada exercício, garanta que seus líderes tenham clareza da importância dessas definições e evitem erros comuns que, com certeza, todos já vivenciaram em ciclos anteriores.

Uma última recomendação: se todo esse percurso acima parecer complexo demais, foque no checklist abaixo em um encontro da liderança, ele já servirá como um ótimo primeiro passo!

1. Reservamos tempo suficiente para discutir os projetos?
2. Priorizamos olhando para os recursos disponíveis e resultados a serem alcançados?
3. Temos as competências necessárias instaladas, principalmente quando tratamos de novas soluções ou novos mercados?
4. Reservamos tempo e recursos para a inovação, ou citamos a palavra inúmeras vezes como um “aposto ou adjetivo”?
5. Definimos as formas de acompanhamento e controle necessárias para revisar e redirecionar o que for necessário?
6. Levamos em consideração os projetos que já estão em curso, seja para redirecioná-los ou repriorizá-los diante dos novos?
7. Conseguimos engajamento e transformamos as prioridades em uma “agenda única” da organização ou esperamos que aconteça no “paralelo” do nosso dia a dia?

NEC Visionary Week 2021 acontece em setembro

Em sua segunda edição, o evento virtual reúne líderes de organizações que são referências em diferentes segmentos de mercado, destacando as maneiras como a alta tecnologia pode ajudar em questões-chave da sociedade

A NEC acaba de anunciar a realização da próxima edição do NEC Visionary Week 2021, evento anual online promovido pela multinacional japonesa, que acontecerá nos dias 16 e 17 de setembro. Durante a programação, a NEC compartilhará a visão de futuro que destaca suas mais recentes tecnologias, soluções e estudos de caso de clientes de vários segmentos de mercado.

Com o tema “Seize the Future Together”, a iniciativa traz sessões globais exclusivas ao longo de dois dias, prevendo e cocriando um mundo mais brilhante e sustentável com parceiros e clientes. Os painéis vão focar na forma como as tecnologias inovadoras, como Inteligência Artificial e 5G, podem contribuir para enfrentar desafios críticos para a sociedade, como superar o COVID-19 e implementar medidas essenciais de transformação digital em setores-chave. Líderes de várias partes do mundo se reunirão para compartilhar suas percepções sobre o futuro da sociedade e dos negócios.

A palestra de abertura será apresentada por Takayuki Morita, presidente e CEO da NEC Corporation, em 16 de setembro. A programação contará com palestrantes de destaque, como: Jeffrey Goh, CEO da Star Alliance; Anuradha Gupta, vice-presidente executivo da Gavi, The Vaccine Alliance; Mihoko Kashiwakura, chefe de relações com o Leste Asiático da Fundação Bill & Melinda Gates; Naoki Tani, vice-presidente executivo, diretor de tecnologia e gerente geral executivo da Divisão de Inovação de P&D da NTT DOCOMO, INC; Kevin Woodward, gerente sênior de AI/Machine Learning da Lockheed Martin Space, e Hans Jayatissa, diretor de Tecnologia da KMD, entre outros.

“O NEC Visionary Week é o evento mais importante do ano para a companhia, pois se trata da oportunidade de apresentar uma visão compartilhada do futuro e mostrar as principais iniciativas que estamos realizando para atingir esse objetivo. Buscamos, por meio dessa iniciativa, construir ainda mais confiança em nossa marca e abordar as ferramentas com as quais podemos cocriar um amanhã mais brilhante e sustentável”, afirma Makoto Enomoto, diretor de Marketing (CMO) da NEC Corporation.

As sessões estarão disponíveis na plataforma para acesso dos inscritos a partir do dia 16 de outubro.

Para obter mais detalhes sobre a NEC Visionary Week 2021, acesse:

https://event.nec.com/nvw2021en

Em estudo sobre mercado de cibersegurança, ISG posiciona ISH Tecnologia como líder em três categorias

O estudo ISG Provider Lens™ Cyber Security – Solutions & Services – Brazil 2021 avaliou os pontos fortes e diferenciais competitivos de empresas do mercado nacional de cibersegurança. A ISH Tecnologia, empresa 100% nacional foi eleita líder de mercado pelo segundo ano consecutivo, desta vez em 3 categorias, no relatório de soluções e serviços de cibersegurança 2021.

A primeira categoria em que a ISH foi eleita líder é Technical Security Services, que inclui os provedores de serviços de integração, manutenção e suporte para soluções de segurança de TI. Já a segunda é Managed Security Services, que compreende operações e gerenciamento de infraestruturas de segurança de TI para um ou vários clientes por meio de um Security Operations Center – SOC. Os serviços incluem monitoramento de segurança, análise de comportamento, detecção de acesso não autorizado, operações de firewall, entre outros.

A novidade neste ano é que a ISH evoluiu, sendo considerada líder em uma terceira categoria, a Strategic Security Services. Essa categoria se refere a empresas capazes de equilibrar recursos tecnológicos com governança empresarial, riscos e conformidade em serviços como alterações nos processos de negócios, treinamento do usuário, preparação para auditoria e certificação.

A explicação para a avaliação positiva do estudo, na visão do presidente Rodrigo Dessaune, é o olhar inovador que a ISH tem ao investir em pesquisa e novas tecnologias na criação de soluções modernas de segurança de dados. “É o reconhecimento de uma empresa de capital 100% nacional da área de cibersegurança, demonstrado em um estudo internacional, que considerou também empresas como IBM e Microsoft”, diz ele.

Para Dessaune, isso mostra também que o mercado brasileiro está se tornando uma referência global em segurança cibernética. “Os principais executivos de empresas no Brasil estão cada vez mais envolvidos em decisões de segurança cibernética. Cresceu a preocupação sobre violações e outras vulnerabilidades”, analisa o presidente da ISH. Por isso, ele afirma que a ISH está transformando as ofertas e se adaptando para responder ao dinamismo do mercado com as soluções certas, alimentando a inovação em áreas como SOC e segurança em nuvem. “Queremos superar as expectativas do mercado”, diz ele.

Carla Moraes assume diretoria de e-commerce da Avon Brasil

A Avon Brasil acaba de anunciar a chegada de Carla Moraes como sua nova diretora de e-commerce. A executiva se reportará diretamente a Daniel Silveira, presidente da empresa no país, e será responsável por toda a estratégia de vendas via e-commerce e plataformas digitais para as Representantes de Beleza da marca, além de ser uma das líderes do movimento de digitalização da companhia no Brasil, em parceria com o Centro de Excelência (COE) e E-commerce da Natura &Co na América Latina, grupo do qual a Avon faz parte ao lado de Natura, The Body Shop e Aesop.

Carla foi líder técnica da transformação digital de Open Banking do Itaú Unibanco e responsável pela criação de plataformas para aumento de Market Share de ativos. Com mais de 15 anos de experiência em tecnologia e no setor financeiro, a executiva ainda liderou projetos das áreas de inovação e tecnologia em outras companhias e instituições financeiras.

“Me sinto feliz e realizada em fazer parte do time da Avon Brasil, não só pela aceleração de digitalização dos negócios, mas também por chegar em uma companhia tão consciente e atenta a questões importantes, como o combate à violência contra a mulher e o suporte ao empoderamento feminino. Estou na empresa faz poucos dias e o sentimento é de pertencimento. Para mim, é uma enorme satisfação unir minhas duas paixões que são a tecnologia e as pessoas, entregando valor para a companhia, aos clientes e para a sociedade”, comenta a executiva.

Nascida em Santos, litoral de São Paulo, Carla é graduada em Ciências da Computação pela Universidade Católica de Santos e possui Executive MBA pela Fundação Dom Cabral e MBA em Negócios, TI e Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Integrante do Conselheira 101, programa de incentivo à presença de mulheres negras em conselhos de administração, ela acredita no poder da diversidade e da inclusão como vantagens competitivas e forças transformadoras nas empresas. A nova diretora de e-commerce da Avon Brasil, também tem histórico de participação em iniciativas focadas em atração, seleção e desenvolvimento de mulheres e profissionais negros na área de tecnologia, além de ser aliada de pessoas LGBTQIA+ e com deficiência. Além disso, é mentora voluntária de universitários negros e líder coach de diversos profissionais em diferentes momentos de carreira.

União brasileira de educação católica vai acelerar startups inovadoras

A União Brasileira de Educação Católica – UBEC, em parceria com a empresa de gestão da inovação AEVO, está lançando o seu primeiro programa de pré-aceleração de startups. Por meio da Agência de Inovação e Novos Negócios – IDE, a instituição criou o “START Católica”, um projeto com objetivo de selecionar empresas inovadoras, em estágio inicial, para criação e desenvolvimento de novos negócios com impacto positivo na sociedade.

O START Católica foi idealizado com o propósito de auxiliar empreendedores que estão iniciando suas atividades, por meio da realização de um processo de apoio que será constituído de: ciclo de formação, imersões práticas e suporte na idealização de estratégias. As imersões ocorrerão em diversas áreas como Estruturação e Validação do Modelo de Negócios; MVP – Mínimo Produto Viável; Análise de Mercado; Validação de Soluções; Métodos Ágeis (ferramentas); Estratégias de Negócio, entre outras. Todo o processo será realizado de forma online, podendo participar pessoas de todo o país.

Para se inscrever, o interessado deve acessar o portal AEVO Connect (https://www.aevo.com.br/connect) e aplicar o seu negócio/ideia até o dia 12 de setembro. Ao final do período, um comitê especializado fará a seleção de 15 startups, que participarão do processo de pré-aceleração da UBEC. As mentorias serão realizadas por docentes do grupo UBEC e/ou convidados externos, com qualificação e experiência nos processos que fazem parte do programa.

O projeto é voltado para empresas em estágio inicial, e que estão buscando um impulso para seus negócios, com foco em tecnologia e inovação em prol do desenvolvimento social, tecnológico e econômico do país. As startups selecionadas passarão por um processo de imersão e, ao final, todas apresentarão um pitch, com especialistas do mercado, e os melhores negócios/ideias serão convidados para participar do programa de incubação não residente da IDE.

“As instituições de ensino católico possuem um papel primordial na promoção do desenvolvimento socioeconômico das regiões onde estão inseridas. Nós, dentro do programa START Católica, entendemos que podemos contribuir no processo de aprendizado empresarial, auxiliando pessoas que querem tirar ideias do papel e transformá-las em negócio. Com isso, acreditamos que podemos contribuir com a sustentabilidade a longo prazo desses negócios inovadores, que devem estar alinhados ao nosso propósito enquanto instituição de ensino. Queremos, por meio do aprendizado prático, ajudar essas pessoas a alcançarem a maturidade necessária para escalar suas ideias”, conta o Diretor de Inovação da Ubec, Maurício Beccker.

Alguns benefícios para quem participar do projeto de pré-aceleração de startups do STAR Católica são: imersão prática em conceitos de inovação e de empreendedorismo; refinamento e validação do seu modelo de negócios; mentoria remota e suporte para dúvidas; desenvolvimento de uma rede de networking. Além disso, as selecionadas para fazer parte do programa de incubação, após a pré-aceleração e apresentação do pitch, farão parte da base de mais de 14 mil startups da AEVO, acessada por grandes empresas como VALE, ArcelorMittal, 3M, WEG, Nestlé, entre outras.

Mercur abre inscrições para Programa de Conexão com Startup

Iniciativa que integra o Projeto de Inovação da empresa tem inscrições abertas até o dia 3 de setembro

Buscando tornar os processos internos mais ágeis e automatizados, estimular a cultura e contribuir com o desenvolvimento do ecossistema de inovação, a Mercur dá mais um passo no seu Projeto de Inovação.

A partir do mapeamento de dificuldades de backoffice em diversas áreas da empresa, foram selecionados seis desafios para a primeira rodada do Programa de Conexão com Startups da Mercur.

Os desafios contemplam as áreas de Aprendizagem, Contabilidade, Clientes, Logística e Processo Produtivo. São eles:

  • Ferramentas para jornada de desenvolvimento; 
  • Ferramentas para gestão de treinamentos; 
  • Ferramentas para otimização de cobranças via boleto; 
  • Ferramentas para gestão de reembolsos; 
  • Soluções tecnológicas para controle de qualidade na produção; 
  • Soluções tecnológicas para planejamento dinâmico de depósito.

As inscrições poderão ser feitas através do Portal da Inovação da Mercur até o dia 03 de setembro. Acesse e conheça mais detalhes sobre cada um deles: https://bit.ly/3xIuJ8M

Conheça os programas de desenvolvimento de startups do Grupo Safira

Acelera Si9 e Safira Labs têm como objetivo auxiliar startups que querem crescer no mercado

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Brasil tem mais de 12 mil startups cadastradas, um crescimento de 27% em comparação a 2018, quando tinha 10 mil. E não para por aí, uma pesquisa realizada pela Nielsen, mostrou que 54% dos jovens da chamada “Geração Z” (nascidos entre 1995 e 2015) pretendem abrir seu próprio negócio, indicando uma tendência de alta no segmento.

Diante de tanto desenvolvimento no setor, uma dúvida surge: com tanta concorrência, como se destacar e crescer no mercado de startups?

Foi pensando nesse questionamento que o Grupo Safira, empresa referência no ecossistema de energia e inovação, criou dois programas de pré-aceleração e aceleração voltados para esse público, mas, os empreendedores com mais experiência têm sido os demais êxito no contexto geral.

“Nosso grupo nasceu há 13 anos, com foco nas atividades do setor de comercialização de energia e consultoria na área. Contudo em 2018, criamos um plano para desenvolver uma inovação, que apoiasse o empreendedorismo digital com projetos que iam além da nossa área de conforto, pré-acelerando e acelerando startups que tivessem atuações sinérgicas com a Safira”, conta Mikio Kawai Jr., CEO do Grupo.

A partir disso, os programas têm como objetivo enxergar o grande potencial de startups que ainda estão em desenvolvimento e torná-las mais preparadas e com chances reais de escalabilidade.

KPMG é líder mundial de Consultoria em Estratégia Digital, diz IDC

A KPMG foi reconhecida como líder mundial de Consultoria em Estratégia Digital no novo relatório “IDC MarketScape: Worldwide Digital Strategy Consulting Services 2021”. O reconhecimento é resultado da análise sobre as percepções de fornecedores e clientes de 13 serviços globais desse segmento. Além disso, foi considerada a capacidade da empresa gerar valor nos negócios.

“Este reconhecimento reflete o nosso compromisso em efetivamente entregar a transformação digital e propiciar soluções de prioridade coletiva, com foco em resultados, e reforça o nosso compromisso com empresas de todos os setores na transformação digital estratégica. Seguiremos focados em resultados de negócios tangíveis aos clientes para acelerar o impacto da aceleração digital”, afirma Frank Meylan, sócio-líder de Tecnologia, Transformação Digital e Inovação da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Em linhas gerais, o relatório avalia, quantitativa e qualitativamente, as características que explicam o sucesso atual e futuro de um provedor de serviços no mercado de consultoria em estratégia digital. Um componente significativo da análise é a inclusão da percepção dos clientes de consultoria do segmento sobre as principais características e capacidades dos provedores.

A publicação destacou ainda que “as firmas da KPMG foram mais elogiadas pela sua capacidade de gerar valor de negócios mensurável, pela qualidade das pessoas e por impulsionar a transformação cultural”. Também obtiveram destaque os ativos de propriedade intelectual da KPMG, tais como KPMG Connected Enterprise, KPMG Ignite e KPMG Intelligence, que atuam com os clientes no desenvolvimento de estratégias digitais. Ainda de acordo com o relatório, a KPMG é uma boa escolha para organizações que buscam um forte parceiro de consultoria para ajudar a impulsionar mudanças organizacionais.

“Conforme ampliamos nossos conjuntos de habilidades, trabalhamos de maneira mais colaborativa em toda a organização, fortalecemos nossas alianças e nos tornamos consultores de confiança dos nossos clientes”, completa Frank Meylan, da KPMG.

Atlantic Bank investe R﹩3,5 milhões em ecossistema para open finance

Segundo o levantamento da Akamai Technologies com mais de mil correntistas de diversos bancos brasileiros, em média, cada usuário tem conta em mais de duas instituições e 43% dos entrevistados possuem conta em algum banco digital, mais que o dobro dos 18% em 2019. Os bancos digitais são a conta principal de 14% dos entrevistados em 2020. Com o propósito de oferecer um ecossistema financeiro completo para empresas e pessoas físicas, o Atlantic Bank é o primeiro neobank blockchain da América Latina, ágil e disruptivo, que prioriza o atendimento humanizado. “Somos uma Startup 101% digital, baseada em tecnologia, segurança, design e inovação para oferecer um serviço personalizado e humanizado, empoderando pessoas através das suas finanças e transformando vidas”, explica o CEO Nelson Taborda, empreendedor de 44 anos que acumula mais de duas décadas de experiência no setor financeiro.

Com mais de 50 colaboradores diretos, a startup pretende chegar a 100 funcionários até o fim de 2021. “A partir de agosto vamos ativar as nossas funcionalidades com um conjunto de ferramentas: cartão de crédito, conta corrente, previdência, investimentos nacionais e internacional, conta internacional e custódia de ativos digitais. Faremos uma bonificação para os primeiros 10 mil clientes com um cartão de crédito de metal, sem anuidade e acesso ilimitado a nossa conta de entrada”, diz Nelson.

A previsão de crescimento para os próximos 36 meses no Atlantic Bank, é de 250 mil clientes corporativos e 3,5 milhões de clientes pessoa física em nosso ecossistema financeiro. “Nossos planos são de três anos de pleno investimento, sem lucro, para ter uma curva exponencial de crescimento acelerado, mais a aceleração forçada com aquisição de outras empresas com carteira de clientes e tecnologia, para isto vamos entrar em fase de captação de funding. Hoje temos dentro da Atlantic Future, nosso braço de tecnologia, um hub com 48 fintechs em construção, e dessas, temos 19 lançadas integralmente conosco e outras 15 que consomem serviços nossos de “BAAS” Banking As A Service e “FAAS” Fintech As A Service”, conta o CEO.

O público-alvo do ecossistema são empresas que desejam verticalizar suas receitas no setor financeiro e outras instituições privadas que queiram se tornar fintechs usando os serviços do Atlantic Bank. “Estamos construindo o primeiro portal Open Finance totalmente Open Source do Brasil”, afirma. Para isso, o Atlantic Bank segue fielmente o seu propósito que é criar felicidade e satisfação para seus clientes, fazendo com que tenham uma relação saudável e íntima com a sua vida financeira.

TECNOLOGIA NO DNA

O neobank 101% digital é baseado em inteligência artificial, Machine Learning, Blockchain, Big Data, e Data Base Analytics. A Atlantic Bank se caracteriza como um ecossistema de serviços financeiros Omnichannel e Open Finance.

“Somos uma startup disruptiva, inovadora, incansável na busca de soluções criativas e inteligentes que facilitem e tragam agilidade ao dia a dia das pessoas. Oferecemos produtos e serviços assertivos de forma personalizada, que se enquadram nas necessidades dos nossos clientes, dispensando o gasto com serviços que não utilizam e taxas abusivas”, define o CEO.

O Atlantic Bank possui um canal de atendimento ao cliente preditivo e humanizado, que conta com inteligência artificial capaz de reconhecer os clientes pela voz e pela face, além de chamadas via vídeo dando liberdade para que o cliente possa se expressar, tirar suas dúvidas, conhecer serviços, buscar soluções e conhecimento financeiro de forma objetiva e prática.

“Somos omnichannel, o que permite ao cliente ter acesso a uma oferta de serviços mais engajada e dinâmica facilitando a sua decisão de compra. Essas estratégias aliadas aos pilares do Atlantic Bank se conectam formando uma rede de acolhimento digital, aonde o cliente é atendido de ponta a ponta”, exemplifica Taborda

Segundo ele, o Atlantic Bank quer derrubar barreiras financeiras. “Seja aqui ou no exterior o nosso ecossistema permite que o cliente tenha a liberdade de movimentar, investir e gerir suas finanças como e aonde quiser, apenas com alguns clicks, de forma fácil e segura. Nosso desafio diário é tornar o empoderamento um conceito real, porém como todo bom astronauta, não basta estar no comando, tem que saber ajustar os flaps e alinhar o curso do foguete. Por isso, investimos em educação financeira para que nossos clientes tenham um direcionamento e saibam empregar seu dinheiro de forma eficiente e responsável. Queremos nos tornar um forte aliado para o sucesso das pessoas e uma ferramenta transformadora no uso inteligente do seu dinheiro”, conclui.

EMPRESA ADOTA PRÁTICAS ESG

Antes da pandemia da Covid-19 o Atlantic Bank já adotava o formato híbrido de trabalho, com colaboradores no escritório no Centro do Rio e São Paulo, e colaboradores remotos em Los Angeles, Madri, Singapura e Índia. A companhia possui uma reserva particular de preservação ambiental com certificação para emissão de créditos de carbono e apoia a diversidade no seu ambiente corporativo, incentivando a contratação de mulheres para as áreas de tecnologia. (*)”Existe muito preconceito em relação as mulheres na área de tecnologia e queremos contribuir com a mudança deste cenário”, explica Nelson Taborda. O local é adepto a inteligências sustentáveis, como a coleta seletiva de lixo com selo de certificação, recolhimento de baterias, bicas e descargas com regulador para economia de água, e energia verde, uso de papel zero arvores, feito de cana de açúcar. Além disso, quando o cartão do Atlantic Bank vai para o cliente, ele recebe junto sementes para que possam plantar árvores que recuperam a emissão de carbono. Outra prática adotada tem a ver com a redução do plástico no meio ambiente.

“O plástico dos cartões demora 432 anos para se dissolver, por isso fechamos uma parceria com uma grande recicladora de plástico e vamos gamificar os nossos clientes para que devolvam seus cartões de crédito e debito sem uso. O cashback no valor de até R﹩ 150,00 poderá ser investido em um fundo ESG ou pago em dinheiro”, revela Nelson Taborda.

Estimular a educação financeira é outra prática sustentável aplicada à Atlantic Bank. Ensinar ao cliente como gerir suas finanças de maneira consciente contribui para a diminuição das desigualdades socias, reduzem consumos desnecessários e incentivam a reciclagem e reaproveitamento de materiais, impactando no meio ambiente.

Conheça o primeiro navio porta-contêiner neutro em carbono do mundo

A Maersk firmou parceiras para produzir combustível verde para o primeiro navio a operar com metanol neutro em carbono. A REintegrate, subsidiária da empresa dinamarquesa de energia renovável European Energy, junto à Maersk, estabelecerão uma nova instalação para produzir, aproximadamente, 10 mil toneladas de e-metanol que novo navio consumirá anualmente.

A Maersk trabalhará em estreita colaboração com as empresas no desenvolvimento da instalação. Esta parceria pode se tornar um modelo de como dimensionar a produção de combustível verde por meio da colaboração com parceiros em todo o ecossistema da indústria, proporcionando experiências valiosas à medida que progredimos em nossa jornada para descarbonizar as cadeias de abastecimento de nossos clientes”, afirma Henriette Hallberg Thygesen, CEO da Fleet & Strategic Brands, AP Moller – Maersk.

“Suprir os combustíveis do futuro é um desafio significativo e precisamos conseguir dimensionar a produção a tempo. Este acordo com a European Energy e REintegrate nos coloca no caminho certo para cumprir nossa ambição de ter o primeiro navio de contêineres do mundo neutro em carbono até 2023”, declara.

Sobre a produção de e-metanol

A instalação usará energia renovável e CO² biogênico para produzir o e-metanol, cuja produção está prevista para começar em 2023. A energia necessária para a produção será fornecida por uma fazenda solar em Kassø, localizada no sul da Dinamarca.

A REintegrate possui um histórico comprovado de produção de combustível verde com um laboratório de testes em Aalborg. A nova instalação será sua terceira instalação de e-metanol, já que eles também estão construindo uma nova instalação em Skive, com previsão de início em 2022.

“Estamos orgulhosos de fazer parte da primeira produção de e-metanol em grande escala na Dinamarca. Embora a energia renovável esteja se tornando cada vez mais comum na matriz energética do consumo de eletricidade, este é um dos primeiros passos no transporte pesado em direção ao uso de energia 100% renovável. Este acordo é um marco na jornada em direção à transição verde na indústria de navegação”, disse Knud Erik Andersen, CEO da European Energy.

Embora a energia renovável seja produzida no sul da Jutlândia, ainda está para ser decidido onde, na Dinamarca, a instalação de energia para metanol será localizada.

Pioneiro na indústria

A Maersk anunciou o navio bicombustível, o primeiro da indústria, em fevereiro de 2021. Em junho, a Maersk anunciou que os estaleiros da Hyundai Mipo construirão o alimentador de 2100 TEU, equivalente a 6 metros.

O primeiro alimentador de metanol do mundo terá 172 metros de comprimento e deve se juntar à frota da Maersk em meados de 2023. Ele navegará na rede da Sealand Europe, uma subsidiária da Maersk, na rota marítima do Báltico entre o norte da Europa e a Baía de Bótnia, hasteando a bandeira dinamarquesa.

O futuro dos negócios é open e conectável

Por Lucas Tempestini, Global Marketing Manager da Sensedia

Reinventar-se é um trabalho desafiador e diário para as grandes empresas. As mudanças promovidas pelo avanço tecnológico já são bem evidentes na sociedade e na economia, e a prova é o surgimento de um novo perfil de consumidor, cada vez mais ávido por novas experiências digitais. Manter-se competitivo em um mercado que muda a cada dia exige adoção de uma nova mentalidade de fazer negócio. Por isso, as companhias mais bem-sucedidas do mundo são aquelas que reinventaram-se, e muitas delas recorreram a um ecossistema aberto para acelerar a inovação, alcançar novos mercados e impulsionar a geração de receita. 

Diferente dos modelos tradicionais, que os líderes olhavam para os seus processos de forma verticalizada, o conceito de open innovation inverte essa ordem ao incentivar à inovação interna e através de parceiros. Portanto, o grande desafio não é oferecer o melhor produto, mas sim como se posicionar dentro de um ecossistema de inovação. 

Porém, para alcançar esse patamar a organização deverá ser aberta e conectável para se conectar com outras empresas. Esse processo é mandatório para o que chamamos de “futuro open” dos negócios. 

Do open banking ao open everything

Hoje, os clientes bancários esperam ter com o seu banco a mesma experiência digital que possuem com o Uber. A transformação digital no setor financeiro está em curso e obriga as instituições financeiras a se adequar à nova realidade. Do contrário, estarão fora do circuito. Neste contexto, o open banking promete revolucionar o sistema bancário brasileiro, justamente porque o conceito tem um objetivo muito claro: abrir o leque de opções para o consumidor, oferecendo a ele maior autonomia sobre a sua vida financeira.

A liberdade de levar as suas informações para a instituição financeira que quiser, sem precisar começar um relacionamento do zero, é outra vantagem para os clientes ao fazer parte do novo modelo e a expectativa por parte dos usuários é grande. Segundo projeção da FCamara, consultoria especializada em soluções digitais, a perspectiva é de que cerca de 5 milhões de brasileiros devem aderir ao novo sistema. O exemplo mais avançado de open banking no mundo é da Grã-Bretanha, que chegou a 1,1 milhão de usuários dois anos após sua estreia, em 2019.

Esses números ratificam que o Brasil tem um enorme potencial para criar um hub de inovação no setor financeiro. Mas não apenas os bancos se beneficiarão com a abertura dos negócios. Outros segmentos também estão investindo no conceito de co-criação para escalar a sua oferta de produtos e serviços por meio do consumo de APIs abertas.

É o caso das seguradoras, que já miram estratégias de Open Insurance. Trata-se de um modelo que visa promover a criação de um ecossistema de inovação aberta para melhorar a experiência dos usuários com os serviços de seguros. O novo conceito vai trazer maior transparência na relação entre cliente e seguradora, além de aumentar a concorrência do mercado. 

A inovação aberta para as seguradoras já é uma realidade e o Brasil é o pioneiro no mundo na regulamentação do Open Insurance, que acontecerá em três fases, sendo que a primeira está prevista para acontecer em dezembro deste ano, e a segunda e terceira etapas no decorrer de 2022.

No caso da área da saúde, existe uma busca por inovação aberta para impulsionar os negócios do setor, que tem como característica a integração das soluções com plataformas de terceiros. O Open Health é um movimento em ascensão porque é uma alternativa para que as empresas comecem a tratar a abertura dos dados de forma estratégica, além de se posicionarem no mercado como uma plataforma de saúde.

O que está por trás desse movimento disruptivo são as APIs, que atuam como “colas digitais” e habilitam a abertura de dados estratégicos para criação de produtos personalizados em diferentes segmentos. Se o mundo caminha para ser mais aberto e conectado, são as APIs que vão permitir que os negócios sejam realmente conectáveis, ao mesmo tempo em que essas plataformas irão fornecer governança e segurança no compartilhamento desses dados.

Essa tendência de abertura dos modelos de negócios, que já é uma realidade no mercado financeiro, deverá multiplicar-se em outros segmentos, como seguros, saúde e varejo, muito brevemente. A união de inovação, segurança, comodidade e conectividade é um ativo importante para as empresas na hora de ofertar seus produtos.