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Startup da área da saúde cresce mais de 1000% em dois anos

As soluções criadas pelas startups surgem a partir de uma lacuna identificada pelo empreendedor na sociedade.

O empresário Alexandre Calaes, 43 anos, percebeu que boa parcela da população tem restrições em atendimento de saúde em diversas áreas – seja por questões financeiras, localização ou outro motivo – e criou a Equipe Apoio, empresa que integra os pacientes aos profissionais de saúde através do atendimento virtual personalizado.

Criada em 2015, a Equipe Apoio cresceu 1100%, superando todas as expectativas.

Através do endereço www.equipeapoio.com.br, pessoas de todas as partes do Brasil e até de outros países encontram atendimento com médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos, fisiologistas e farmacêuticos para agilizar os tratamentos e a resolução de dificuldades quando procuram tratamento médico.

Com mais de 40 pessoas na equipe, a empresa continua crescendo. “O segredo é o atendimento customizado, eficaz, pela internet. É agilizar o que a pessoa estava postergando, mas sabe que é necessário”, explica Calaes, economista, advogado, pós graduado em administração empresarial que tem passagens por empresas como AMBEV, Grupo RBS, Bolsa de Valores e CNPQ. Alexandre é carioca e mora desde criança na capital catarinense, para onde seu pai foi transferido no final dos anos 1970.

A Equipe Apoio já almeja o mercado internacional, já que conquistou clientes nos Estados Unidos, África, Ásia e Europa.

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Em ação pré-Black Friday, Magazine Luiza vende “produtos secretos” por preço simbólico

O Magazine Luiza faz, ao longo desta terça-feira, uma “brincadeira” com seus clientes. No Facebook da Magalu, a companhia vai colocar produtos premium, com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Contudo, o cliente terá que comprar no escuro, clicando em um black post que terá apenas uma informação: o valor a ser pago. O tema da ação é: “Quem acredita no Magalu, se dá bem”.

Os produtos serão de diferentes categorias e os preços muito abaixo do de costume. Serão apenas 300 unidades vendidas, com valores entre R$ 29 e R$ 999, divididas em 8 ofertas. “É uma espécie de recompensa que queremos dar para aqueles que acreditarem e confiarem no Magalu”, afirma Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Quem participar vai se dar muito bem.”

A maioria dos produtos comprados pelos clientes serão entregues em até um dia. Quem não gostar do produto que comprou, poderá fazer a devolução em até sete dias.

O Magazine Luiza vem promovendo sua Black Friday desde o começo do mês de novembro.

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O que você faz quando a aplicação de negócios para?

Por Diogo Tamura

O novo campo de batalha é o mundo digital. A tecnologia presente na vida das pessoas moldou um consumidor exigente e cada vez mais certo sobre o alto nível de serviço que o satisfaz. Pense bem: é o desempenho e capacidade das aplicações que definem o sucesso de uma empresa em um mundo que tenha se tornado digital. Os resultados de negócio têm relação direta com performance e estabilidade dos sistemas. Não há como lutar contra isso. As empresas, mais cedo ou mais tarde, precisarão se adequar a nova realidade. Afinal, o software está revolucionando o mundo, certo?

Caminhamos para um momento em que toda companhia será uma empresa de TI. E, nesse contexto digital, o sucesso e o fracasso de uma organização estão intimamente ligados à experiência que seu time de tecnologia consegue entregar a partir dos sistemas que chegam para os usuários, sejam clientes ou funcionários.

Pense bem (mas responda rápido): Qual é o canal de maior movimentação de um banco? Das duas uma, ou é o internet banking ou é o aplicativo que roda nos smartphones de milhões de clientes. Quer uma prova disso? Segundo dados divulgados pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), dispositivos móveis foram responsáveis por 34% do volume de transações bancárias em 2016. E esse percentual vai crescer.

E-commerce, companhias de utilities, governos, seguradoras e tantos outros, seguem o mesmo rumo visto em finanças e precisam entregar aplicações eficientes e rápidas para seus consumidores. Web e mobile são operações que precisam funcionar 24 horas por dia durante sete dias por semana. Se o canal digital não estiver operando, os impactos são gigantescos – tanto em termos de negócio quanto de percepção por parte dos usuários.

Aliás, vale reforçar, essa necessidade não se limita ao B2C. Pense nos efeitos de uma instabilidade na aplicação que uma seguradora oferece a seus corretores? Ou que uma grande rede de varejo pode causar sem o acesso ao seu estoque e reposição de mercadorias?

Existe aqui um paradoxo. Se de um lado as empresas necessitam oferecer uma relação simples, rápida e estável por meio das aplicações, do outro, há um desafio enorme para o time da TI trazido pela complexidade gerada por esses ambientes. Isso acontece porque a simplicidade e a funcionalidade na ponta exigem mais interconexões e correlações entre tecnologias que sustentam os sistemas. Quanto mais digital e conectada a sua empresa, mais crítico será o componente de gestão do ambiente.

O segredo para não se perder nos caminhos de sua jornada digital está em uma postura efetiva de olhar para aplicações com uma visão de negócios. As empresas costumam patinar um pouco na análise de dados digitais. As métricas mudam – assim como os perfis e as necessidades – quando você precisa acompanhar toda a jornada do cliente, quantos componentes ou serviços esse app está processando e outras informações para, a partir dessa visão analítica, tomar as melhores decisões.

Olhar o desempenho das aplicações em tempo real sob um viés de negócios ajuda empresas a se movimentarem de forma mais rápida frente a novas expectativas dos clientes e a tecnologia que define a performance dos negócios.

Vamos então mudar a pergunta do título. Sabe por que? Simplesmente porque sua aplicação não pode mais travar, parar ou falhar. Em um mundo totalmente digital, experiência do usuário, aplicativos e negócios são convergentes e inseparáveis. Cabe às empresas focarem neste cruzamento e monitorarem o impacto de cada linha de código nos resultados comerciais. Este é o momento.

Diogo Tamura é líder da operação latino-americana da AppDynamics, fornecedora de soluções APM (Application Performance Managment) adquirida pela Cisco em março de 2017.

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Bossa Nova investe em Startup Fintech que ajuda o mercado de concessionárias a vender mais e melhor

O Credere acaba de receber um aporte da Bossa Nova (maior Micro Venture Capital da América Latina em número de investimentos) no valor de R$ 700 mil e se prepara para ampliar sua presença no Brasil. A startup que nasceu em 2013 auxilia as equipes nas concessionárias a organizar o processo comercial em torno do financiamento bancário, principal modalidade de venda nesse segmento.

Hoje a ferramenta registra aproximadamente 14mil propostas de financiamento/mês em sua plataforma, cadastradas por concessionárias espalhadas por 18 estados brasileiros.

“Surgimos como um formulário online para substituir as famosas fichas de papel, hoje conectamos a concessionária aos bancos, tornando o processo de vendas através de cdc muito mais rápido, moderno e eficiente” comenta Fred Alecrim, sócio investidor da Credere.

A ferramenta traz uma série de benefícios para as concessionárias e seus times, diminuir a perda de negócios por erro humano é uma delas. “Hoje uma parcela importante das propostas de financiamento negadas poderia ter virado venda, não foram aprovadas pelo banco por algum motivo reversível, ou seja, por alguma falha humana no processo. Com o Credere queremos mudar esse cenário, nosso grande objetivo é ajudar os concessionários a melhorar seu aproveitamento de vendas a partir da carteira de clientes que eles já têm”, comenta Orlando Seabra, sócio fundador do negócio.

Além de modernizar o processo o Credere permite que os gestores tenham uma visão global da movimentação em torno das vendas via CDC. Taxa de aprovação, rendimento das equipes, características das propostas cadastradas, performance dos bancos, registro de base de dados de clientes interessados, são alguns dos pontos que ficam à disposição de quem usa.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a solução é forma inteligente de controlar e agilizar os processos de financiamentos internos nas concessionárias, trazendo agilidade, facilidade e opções aos compradores. “O mercado precisava de uma ferramenta ágil e autônoma separada dos sistemas tradicionais das concessionárias”, conclui.

“Com esse investimento conseguiremos acelerar planos que estão no nosso radar há tempos: integração com mais bancos, adição de produtos financeiros, app para celular e tablet, melhoria dos relatórios; aumentaremos a velocidade para tornar nosso produto cada vez mais útil e estratégico no segmento”, finaliza Orlando.

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Netflix acelera transmissão de vídeo global com “Cloud Xpress 2” da Infinera

Infinera, a empresa fornecedora líder de redes de transporte inteligentes, anunciou que a Netflix, a principal rede de televisão por internet do mundo, implantou o Cloud Xpress 2 da Infinera para expandir a sua capacidade de entrega para transmissão de vídeos. Mais de 100 milhões de assinantes da Netflix em mais de 190 países desfrutam de 125 milhões de horas de transmissão de programas de TV e filmes por dia.

A Netflix escolheu o “Cloud Xpress 2” pela sua combinação incomparável de capacidade e simplicidade encontrados em uma plataforma de rede óptica compacta e fácil de se instalar. O “Cloud Xpress 2” oferece suporte a um simples provisionamento do tipo “apontar e clicar” e à maior combinação PnP (plug-and-play) possível de capacidade e alcance disponíveis, fornecendo 1,2 terabits por segundo de capacidade em até 130 quilômetros sem uso de qualquer equipamento externo. A largura de banda instantânea da Infinera permite que a Netflix ative e pague por capacidade adicional em minutos, reduzindo o custo inicial de implantação ao mesmo tempo em que permanece à disposição para atender às demandas de capacidade dinâmica.

“O produto “Cloud Xpress 2” da Infinera facilita a implantação de novas conexões de alta capacidade entre os nossos pontos de presença (PoP) de entrega de conteúdo da “Open Connect” e a capacidade em escala rápida para corresponder à demanda”, disse Dave Temkin, vice-presidente de redes globais da Netflix.

“Estamos orgulhosos de trabalhar com a Netflix e participar da melhoria da entrega de serviços de transmissão de vídeo para seus mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo”, disse Pete Dale, vice-presidente de vendas, cloud e conteúdo da Infinera. “As implantações da Netflix comprovam a simplicidade excepcional e a eficiência operacional do produto “Cloud Xpress 2” em escala de terabit.”

“O produto “Cloud Xpress” da Infinera foi a primeira plataforma modular compacta de interconexão de data centers (DCI) no mercado em 2014 e é um incrível sucesso técnico e comercial”, afirmou Andrew Schmitt, analista líder da Opel em Cignal AI. “A Infinera liderou o mercado de DCI modular compacto de crescimento rápido desde a sua criação – e ainda detém 38% do mercado no primeiro semestre de 2017.”

A família “Cloud Xpress” da Infinera oferece soluções de DCI de alto desempenho para provedores de serviços em nuvem, provedores de conteúdo da internet, provedores de serviços de internet, operadores de redes empresariais e outros operadores de centros de dados em larga escala. O produto “Cloud Xpress 2” apresenta o mecanismo inovador de capacidade infinita (ICE4) da Infinera também disponível em outros produtos da Infinera: XTS-3300 para aplicações submarinas e XT-3300 para aplicações terrestres de longo alcance.

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Siemens faz demonstração com o primeiro sistema eHighway nos Estados Unidos

A Siemens e a “South Coast Air Quality Management District (SCAQMD)” estão fazendo uma demonstração do eHighway em um trecho de uma milha (1,6 km) e emissão zero, na cidade de Carson, na Califórnia, Estados Unidos, perto dos portos de Los Angeles e Long Beach. Três caminhões de carga operam ao longo do trecho da rodovia que usa a tecnologia da Siemens que eletrifica pistas de estradas selecionadas usando um sistema de catenária aérea. Este sistema fornece energia elétrica aos caminhões de forma semelhante aos modernos bondes em muitas ruas da cidade. O sistema também permite operar caminhões fora das seções eletrificadas da infraestrutura.

Os caminhões de carga pesada são a principal fonte de emissões de poluição atmosférica no sul da Califórnia. O desenvolvimento de um sistema de movimentação de carga de emissão zero ou quase zero nos portos reduzirá as emissões de gases de efeito estufa, gases tóxicos e de poluição atmosférica nas comunidades próximas dos portos, que são umas das mais afetadas pela poluição do ar.

“Este projeto nos ajudará a avaliar a viabilidade de um sistema de movimentação de carga de emissão zero usando cabos em catenária”, disse Wayne Nastri, diretor executivo da SCAQMD. “Esta demonstração pode levar à implementação de sistemas de eHighway que reduzirão a poluição, com benefícios para a saúde pública das pessoas que moram perto dos portos”.

“Todos os dias, os americanos dependem dos produtos e serviços transportados por caminhões. Esse meio de transporte deve dobrar as emissões de CO2 no mundo todo até 2050”, disse Roland Edel, Diretor de Tecnologia da Divisão de Mobilidade da Siemens, “a nossa tecnologia eHighway tem a capacidade de dupla eficiência em comparação aos caminhões a diesel convencionais, reduz o consumo de energia pela metade e a poluição atmosférica local nas áreas próximas dos maiores portos da América.

Um caminhão elétrico movido a bateria, um caminhão elétrico a gás natural e um caminhão híbrido a diesel estão operando em um sistema de catenária em um trecho de uma milha (1,6 km) nas pistas norte e sul da South Alameda Street, desde a East Lomita Boulevard até o Canal Dominguez, em Carson. Esse sistema deve reduzir o consumo de combustível fóssil, os custos operacionais do caminhão, as emissões de gases causadores de poluição atmosférica, gases tóxicos e CO2 e ajudará a atender a demanda cada vez maior do transporte rodoviário de mercadorias. O objetivo deste projeto específico é mostrar como funciona o sistema eHighway na operação de caminhões em vias públicas nos Estados Unidos e elaborar mais aplicações para iniciativas de maior escala no futuro.

O sistema de demonstração, semelhante aos sistemas de bondes, possui uma linha de contato aérea que fornece energia elétrica para os caminhões ao longo da via de percurso e um pantógrafo ativo localizado nos caminhões do sistema eHighway que transfere energia das linhas aéreas para os motores elétricos do caminhão. O pantógrafo pode se conectar e se desconectar automaticamente da linha de contato usando um sistema de sensor, enquanto os caminhões estão se movendo, conferindo a mesma flexibilidade que os caminhões a diesel convencionais, permitindo que os caminhões mudem de faixa ou passem outros veículos com facilidade, sem que fiquem fixos permanentemente aos sistemas aéreos, como o bonde. Para garantir a mesma flexibilidade que os caminhões convencionais, os veículos da eHighway usam um sistema de acionamento elétrico híbrido, que pode ser alimentado por diesel, gás natural comprimido (GNC), bateria ou outras fontes de energia integradas, permitindo o deslocamento para fora das linhas de catenárias.

Em junho de 2016, a Siemens lançou o primeiro sistema eHighway do mundo em estradas públicas na Suécia, que opera em um trecho de dois quilômetros da rodovia E16 a norte de Estocolmo até 2018. Dois veículos híbridos de biodiesel são usados neste projeto.

Além disso, estão planejados três testes de campo da tecnologia eHighway em rodovias alemãs para iniciar a operação em 2019. O projeto de US$ 13,5 milhões na Califórnia é financiado por US$ 2,5 milhões da SCAQMD, US$ 4 milhões de um acordo com a China Shipping, US$ 3 milhões da California Energy Commission, US$ 2 milhões do Porto de Long Beach e US$ 2 milhões da LA Metro. A Siemens forneceu US$ 1,3 milhão em espécie. A SCAQMD forneceu outros US$ 2,1 milhões e a US EPA, US$ 500.000 para o contrato da TransPower.

Em um contrato separado com a SCAQMD, os caminhões elétricos e híbridos a gás natural foram desenvolvidos pela TransPower, localizada em Escondido, e o híbrido a diesel foi desenvolvido pela subsidiária da Volvo, Mack Trucks.

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Compras virtuais por meio de dispositivos móveis crescem 75% no último trimestre

A enorme expansão do mercado de dispositivos móveis transformou o Brasil no sexto país do mundo em número de usuários de smartphones, impulsionado cada vez mais o m-commerce. As transações realizadas via dispositivos móveis ganham ainda mais importância para o comércio eletrônico. Cresce o número de transações mobile, assim como o volume de compras, aumentando a participação na receita dos lojistas virtuais.

Para acompanhar o comportamento desse nicho do e-commerce no país, a Nuvem Shop, acaba de realizar um levantamento que aponta o aumento de 75% no número de compras virtuais realizadas por meio de dispositivos móveis no último trimestre (julho a setembro), em comparação com o mesmo período de 2016. A tendência se confirma ao considerar o período entre janeiro e setembro de 2017, onde houve um aumento de 80% comparado ao mesmo período do ano anterior. Os resultados foram extraídos da base de lojistas que utilizam a plataforma de serviços de e-commerce da Nuvem Shop, que possui mais de 15 mil lojas movimentando o mercado online atualmente.

De acordo com Alejandro Vásquez, cofundador e diretor da equipe de atendimento ao cliente da Nuvem Shop, o levantamento ajuda a identificar o perfil dos consumidores e as principais tendências do mercado de e-commerce. “O nosso comportamento como consumidor está mudando junto com os celulares e os empreendedores e varejistas têm excelentes oportunidades de aumentar as vendas. É preciso estar atento ao crescimento das transações via dispositivos móveis”.

Terceiro trimestre de 2017

O recorte do terceiro trimestre revelou ainda que o volume das compras via mobile representou 46% do total de transações, contra 35% no mesmo período do ano passado, um crescimento de 11%.

Também o percentual de receita dos lojistas virtuais decorrente das transações mobile cresceu 9,5%, passando de 26% em 2016 para 35% em 2017. Neste período, o ticket médio de vendas via mobile foi de R$ 210,00.

A origem do tráfego via dispositivos móveis tem grande representatividade e no último trimestre, foi responsável por 71% do total de acessos nas lojas virtuais hospedadas na plataforma da Nuvem Shop, sendo 34% via Facebook; 27% via Google; 15% internautas que digitam o domínio direto da loja; 13% via Instagram; e 11% via outros meios online.

No terceiro trimestre de 2017 o segmento de moda realizou o maior volume de negócios, com 57% das transações, seguido de saúde e beleza, com 13% e casa e jardim, com 6%. O destaque foi o segmento de tecnologia, com ticket médio campeão de R$ 467,00.

Janeiro a setembro de 2017

A Nuvem Shop também levantou os dados do m-commerce referentes a 2017, contemplando os meses de janeiro até setembro. Semelhante aos resultados do último trimestre, durante todo o ano, é possível observar um crescimento do volume das compras via mobile, que passou de 34% em 2016 para 44%, ou seja, um aumento de 10%.

A receita dos lojistas via transações mobile, que em 2016 era de 23%, agora é de 33%, um incremento também na casa dos 10%. Já o ticket médio de vendas via mobile de janeiro a setembro de 2017, foi de R$ 198,00.

O segmento de moda segue na liderança dos negócios virtuais, com 56% das transações, seguido de saúde e beleza, com 15%, e casa e jardim, com 6%.

A origem do tráfego via mobile foi responsável por 69% do total de acessos nas lojas hospedadas na plataforma da Nuvem Shop, sendo 37% via Facebook; 26% via Google; 16% internautas que digitam o domínio direto da loja; 11% via Instagram; e 11% via outros meios online.

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Black Friday – por que apostar na venda de conteúdo por meio de vídeos online pode aumentar sua receita?

Por Gustavo Caetano

Uma das datas mais importantes para o varejo brasileiro se aproxima e para garantir sucesso de vendas, os lojistas devem preparar não só suas mercadorias e seus descontos, mas também ações diferenciadas para atrair mais público. De acordo com o E-Bit, empresa voltada para o comércio eletrônico, a estimativa é que a data sazonal movimente R$2,1 bilhões, o que representa alta de 15% na comparação com o mesmo período em 2016.

Mesmo em um ano com altos e baixos na economia e escândalos políticos a todo momento, a expectativa para o comércio varejista é positiva. Por isso, os lojistas têm buscado alternativas e novas ferramentas para conseguir se destacar diante de milhares de empresas e ofertas. Uma das estratégias é apostar em conteúdo por meio dos vídeos, segmento que vêm ganhando cada vez mais espaço dentro do mundo digital e investir neles pode ser uma ótima forma de ampliar suas vendas, fidelizar seu público, comunicar-se com colaboradores e clientes de uma forma mais clara, rápida, eficaz e ainda continuar faturando.

Por que eu disse apostar em conteúdos por meio dessa ferramenta? Nos dias de hoje, a grande maioria da população está preocupada em assistir ou ler aquilo que realmente interessa. É aí que as empresas podem preencher uma grande lacuna e aproveitar para impactar mais clientes – apostar em conteúdo rico sobre determinado produto ou serviço. Em outras palavras, se você tem um e-commerce de chocolate, por exemplo, porque não apostar em conteúdos sobre harmonização, combinação de diferentes tipos, receitas de doces, entre outros? Dessa forma, amantes do produto irão se sentir privilegiados em ver que uma determinada loja, além de vender os produtos que eles gostam, também se preocupou em oferecer uma experiência diferente proporcionando conteúdo e informação relevante.

Pode parecer besteira, mas na prática faz toda a diferença. Os hábitos dos consumidores estão mais avançados e hoje em dia quando encontram um produto que chame atenção por algum comercial, antes de comprar, eles procuram mais informações sobre o mesmo, como por exemplo, sites, preços, vídeos de demonstração e recomendações. Está aí um gap para você se aprofundar e alavancar seu negócio.

Para se ter uma ideia, recentemente li uma pesquisa que apontava que apenas o uso da palavra “vídeos” no assunto de um e-mail, poderia aumentar em até 19% a taxa de abertura e 65% a taxa de cliques. Além disso, a mesma pesquisa afirmava que 64% dos consumidores está mais propenso a comprar um produto depois de ter visto algum vídeo relacionado a ele, seja de demonstração, de tutorial e análise, ou até mesmo de recomendação de outro usuário.

Para finalizar, podemos dizer que por meio dos vídeos, a probabilidade de engajar o espectador com seu produto ou sua marca é muito maior. Por isso, acredito que apostar nessa estratégia é essencial para quem deseja gerar uma mensagem personalizada, engajadora, capaz de gerar receita e resultados duradouros. Pense nisso!

Gustavo Caetano é CEO da Samba Tech, eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina.

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Em audiência pública, CGI.br recebe contribuições sobre estrutura de governança da Internet no Brasil

Em audiência pública realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), nesta sexta-feira (17), durante o VII Fórum da Internet no Brasil, representantes dos setores governamental, empresarial, comunidade científica e tecnológica e terceiro setor apresentaram as suas contribuições sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil. Na ocasião, o CGI.br recebeu, ao total, mais de 138 manifestações sobre os eixos da consulta pública – competências, composição multissetorial, eleições e mandatos, e transparência do Comitê Gestor.

A manutenção de todas as atribuições do Comitê Gestor da Internet já previstas em lei e decreto foi proposta por diversos participantes da reunião aberta. Houve comentários sobre as diferenças entre serviço de valor adicionado e serviço de telecomunicações, além de manifestações sobre a regulamentação do setor. Ainda durante o momento de apresentação de propostas do eixo competências, participantes da audiência sugeriram que o Governo abra um processo de consulta pública antes de aprovar o texto do decreto sobre o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil.

Em relação à composição multissetorial do CGI.br, também foram registradas diversas manifestações sobre a paridade entre todos os setores, preservando o número de 21 membros, porém com cinco cadeiras para cada um dos quatro setores que compõem o CGI.br. Também foram propostas uma cadeira fixa para o presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e que a designação do cargo de coordenador do CGI.br aconteça por meio de eleição entre os pares e seja rotativa entre os quatro setores.

Houve ainda manifestações sobre a criação de instâncias de participação para que entidades e indivíduos acompanhem e contribuam com a governança da Internet no Brasil. Nesse sentido, registrou-se a proposta de formação de conselhos setoriais dos segmentos governamental, empresarial, acadêmico e terceiro setor, além da formação de comunidades de base para cada um dos setores. As discussões do CGI.br seriam, por sua vez, ampliadas e levadas a estas duas camadas de participação. Outra proposta, diferente deste modelo de ampliação, mantém o CGI.br com 21 membros em sua composição, porém com a ampliação dos representantes do setor empresarial e dando à comunidade acadêmica um caráter consultivo, sem direito a voto. A paridade de gênero e regional na composição do Comitê Gestor também foi pautada na audiência.

Eleições e mandatos

A formação de um colégio eleitoral composto por entidades que participam da base do CGI.br e que estão envolvidas com atividades relacionadas à governança da Internet foi uma das propostas apresentadas dentro do eixo eleições e mandatos. Na mesma linha, outra manifestação exposta na audiência prevê que a base eleitoral seja formada pelo conjunto de filiados em seus âmbitos setoriais, com o objetivo de criar interação e vínculo permanente entre integrantes de cada segmento.

Participantes da audiência também defenderam que cada um dos setores que compõem o CGI.br poderá estabelecer termos diferentes de qualificação e peso de voto dentro do próprio processo eleitoral de cada setor. Outro ponto levantado diz respeito à implementação de reeleição única para membros do Comitê que, segundo justificado, possibilitaria o fortalecimento do processo multissetorial. Os critérios de inserção das entidades interessadas em participar do processo eleitoral do CGI.br também devem ser melhor definidos, ainda de acordo com participantes da audiência.

Transparência e outros temas

A transmissão ao vivo pela Internet de todas as reuniões do pleno do CGI.br, adoção de procedimentos dos princípios e práticas da Lei de Acesso à Informação, com publicação de dados em formato aberto e legível para máquinas, são algumas propostas apresentadas no eixo transparência e outros temas. Esse também foi o momento para manifestações sobre a criação de ouvidoria no CGI.br, além da realização de consultas e audiências públicas antes da definição de resoluções e estudos pelo Comitê Gestor.

A audiência discutiu ainda a representatividade do CGI.br em eventos nacionais e internacionais, a produção de indicadores sobre as reuniões do Comitê, integração das agendas de trabalho de cada departamento do NIC.br com as discussões promovidas pelo CGI.br, entre outras questões.

Próximos passos

Os interessados em participar da consulta pública do CGI.br sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil ainda podem enviar suas contribuições por meio da plataforma on-line. Todas as propostas – tanto da audiência pública como aquelas recebidas pela Web – serão levadas em consideração na elaboração de um documento final pelo CGI.br contendo informações, diretrizes e recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. Esse documento será encaminhado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Os vídeos com todas as contribuições recebidas durante a audiência pública estão no endereço: www.youtube.com/playlist?list=PLQq8-9yVHyOY3WJQ5tB3K84kaf4s3IW2H.

VII Fórum da Internet no Brasil

Sob o tema “Moldando seu futuro digital”, o VII Fórum da Internet no Brasil reuniu, desde a última terça-feira (14), no Rio de Janeiro, mais de 400 participantes. A programação contou com painel de abertura sobre o passado, presente e futuro da Internet, seguido pela realização de sessão plenária em que especialistas analisaram os desafios relacionados à cibersegurança, além de 21 workshops sobre temas cruciais para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil.

Questões como modelos de governança de domínios de países, inteligência artificial e transformação digital, franquia de dados na banda larga fixa, promoção do uso seguro e responsável da Internet na educação básica, privacidade e proteção de dados pessoais, entre tantos outros, foram debatidos por especialistas. O Fórum é uma atividade preparatória para a participação brasileira no IGF, que acontece de 18 a 21 de dezembro em Genebra, na Suíça.

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Verint lança solução mais moderna, flexível e aberta da indústria para otimização da força de trabalho empresarial

A Verint® Systems Inc. (Nasdaq: VRNT), uma das mais importantes empresas de software do mundo, apresenta a solução mais moderna da indústria para capacitar a força de trabalho e aprimorar o desempenho. Com aplicativos móveis contemporâneos que se encaixam na forma como os funcionários de hoje preferem se engajar, a ferramenta abre novos caminhos para as organizações que se esforçam para melhorar o fator mais dominante das experiências positivas dos clientes: o engajamento favorável dos colaboradores.

O novo Verint Workforce Optimization™ (WFO) oferece aprimoramentos de recursos importantes no conjunto de aplicações. Ele integra o acesso móvel seguro às aplicações de WFO, permitindo que funcionários e gerentes realizem o trabalho em qualquer lugar, a qualquer hora. Ele também expande a neutralidade do Distribuidor Automático de Chamadas (ACD – Automatic Call Distributor), apoiando todos os principais fornecedores de ACD on-premises e em Nuvem, com uma biblioteca de Interface de Programação de Aplicativos (API – Application Programming Interface) aberta.

Além disso, a solução agora oferece aprimoramentos abrangentes que permitem às organizações interagir com os clientes em vários canais diferentes – incluindo uma plataforma consolidada para gravação de chamadas e textos, além de áudio, chat e vídeo do Skype –, em que análises em tempo real são incorporadas para encontrar e avaliar rapidamente as interações para melhorar a conformidade e as jornadas dos clientes.

“A nova suíte de otimização da força de trabalho da Verint levará as organizações a um grande passo à frente na busca por modernizar suas abordagens de engajamento do cliente com soluções simples e abertas que compartilham inteligência para melhorar o envolvimento de funcionários e a satisfação do consumidor. Existem novos e interessantes detalhes nessa suíte de WFO aprimorado que mostram nossa paixão pela inovação e pelos nossos clientes, e que fornecem ferramentas abrangentes e fáceis de usar para satisfazer os funcionários e consumidores de hoje”, afirma John Goodson, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral de Produtos da Verint.

As principais características e qualidades incluem:

– Solução líder na indústria de gravação de plataforma única que transforma a facilidade e os custos de propriedade com os quais as organizações podem capturar interações – de telefones, vídeo e unidades de envio de rádio, assim como interações presenciais em um tablet;

– Pesquisa e avaliação em tempo real do omnichannel incorporado, permitindo que as organizações pesquisem perfeitamente e avaliem todos os tipos de interação (voz, texto, rede social e vídeo), reduzindo o tempo para obter a imagem completa;

– Gravar, reproduzir e avaliar interações baseadas em vídeo ao exibir reprodução sincronizada de áudio, vídeo e tela, permitindo que os usuários vejam as interações de vídeo de clientes e funcionários lado a lado;

– Gravação de texto que captura e analisa interações de clientes baseadas em texto para apoiar requisitos regulatórios e o gerenciamento da qualidade com acesso e revisão simplificados;

– Acesso e avaliação da interação por bate-papo, fornecendo visibilidade no diálogo do cliente e do funcionário dentro das interações em chats;

– Programação móvel e troca de turnos, promovendo aos funcionários maior flexibilidade e controle sobre como eles trabalham;

– Maior capacidade de compartilhar inteligência com armazenamento de dados, mesmo sendo fácil extrair transcrições de fala;

Mais APIs abertas que continuem a expandir o acesso aos dados, como a capacidade de reproduzir as interações capturadas diretamente dos sistemas de CRM, acessar facilmente os dados de aderência, estimular eventos em tempo real durante a gravação e importar mídia de interação adicional, incluindo chat e e-mail.
“A inteligência criada com as soluções da Verint é um ótimo recurso para facilitar tomadas de decisão rápidas e bem informadas, impulsionar resultados positivos de clientes e negócios, capacitar e engajar colaboradores”, explica Goodson.

Clique nos hiperlinks para saber mais sobre como a solução de Workforce Optimization da Verint e seu completo portfólio de Customer Engagement™ podem beneficiar as empresas.

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CA Technologies aumenta nível de confiança digital com IA e automação inteligente

A CA Technologies anunciou no primeiro dia do CA World’17 suas novas soluções de mainframe, que ajudam as organizações a obter informações para prever e corrigir automaticamente problemas de desempenho, proteger a privacidade do cliente, aumentar a agilidade e diminuir os custos. Com as soluções CA Mainframe Operational Intelligence, CA Trusted Access Manager for Z e CA Dynamic Capacity Intelligence, as empresas podem aproveitar as técnicas de análise de dados e aprendizagem de máquina para aumentar a confiança digital de seus clientes.

“É fundamental estabelecer bases de confiança digital, uma vez que 80% dos dados corporativos do mundo armazenados em mainframes processam 68% das cargas de trabalho da produção global”, disse Ashok Reddy, gerente geral de Mainframe da CA Technologies. “A confiança digital é essencial para que as empresas comprovem a identidade das pessoas, protejam dados e garantam a integridade e o desempenho de aplicativos. Com I.A. (inteligência artificial) e automação inteligente, baseada em aprendizagem de máquina, as novas soluções de mainframe da CA Technologies permitem informações aprimoradas de conjuntos de dados mais amplos. Isso ajudará as empresas no gerenciamento de dados por meio de automação inteligente, além de aumentar a segurança, a escalabilidade e a flexibilidade de suas plataformas atuais, incluindo a IBM Z, em um ambiente seguro e confiável.”

Quanto antes a prevenção, mais rápida a resolução com aprendizado de máquina

A solução CA Mainframe Operational Intelligence utiliza aprendizado de máquina e automação para captar padrões, ativando resoluções dinâmicas e confiáveis, e tem como base a detecção de anomalias, para que os usuários possam prever problemas mais cedo e automatizar a resolução antes de qualquer impacto nos acordos de nível de serviço (SLAs).

Com o adaptador IBM System Management Facilities (SMF) disponível na solução, os clientes podem absorver dados adicionais diretamente do ambiente IBM Z para produzir inteligência a partir de dados do mainframe fora dos produtos da CA Technologies. Isso é fundamental, pois, quando se trata de aprendizado de máquina e inteligência, quanto mais amplo o conjunto de dados, mais precisa é a previsão.

“Com o apoio a uma série de novas iniciativas da empresa, nosso ambiente de TI está cada vez mais complexo”, disse Seth Miller, diretor de Planejamento e Automação de Recursos de Servidores Corporativos da AIG. “Buscamos incorporar aprendizado de máquina e inteligência para simplificar e melhorar nossas operações de TI e assim reduzir ainda mais os custos, garantindo uma excelente experiência do cliente.”

Confiança reforçada na próxima era de ciberameaças

Quase dois bilhões de registros de dados do mundo inteiro foram perdidos ou roubados em ciberataques no primeiro semestre de 2017, de acordo com as informações mais recentes do provedor de segurança digital Gemalto1 e das 65 empresas avaliadas. Os ataques custaram aos acionistas mais de US$ 52,40 bilhões no total.

Para ajudar a gerenciar riscos e manter a confiança do cliente, a CA está aprimorando a segurança corporativa com a solução CA Trusted Access Manager for Z, a única solução de mainframe no mercado que restringe e monitora todas as atividades de identidades privilegiadas no mainframe. As organizações podem gerenciar melhor seus dados e atender às necessidades de segurança e conformidade com as soluções de segurança de mainframe da CA Technologies, que incluem CA Data Content Discovery e CA Compliance Event Manager, que também protegem novas classes de dados e atendem às novas exigências de regulamentos dos Estados Unidos e da Europa.

“A segurança e o risco associados ao cibercrime são uma preocupação crescente para todas as empresas”, disse Mark Anzani, vice-presidente de estratégia da IBM Z. “Com o mainframe IBM z14 e as soluções da CA, nossos clientes em comum podem enfrentar esses desafios de segurança e complience e inovar rapidamente para melhorar seus negócios.”

Controle de gastos na economia de aplicativos

Com a solução CA Dynamic Capacity Intelligence, as empresas podem evitar picos não planejados no uso da capacidade para gerenciar melhor os custos, atingindo os objetivos de SLA com taxas previsíveis de licença mensal. Os clientes podem analisar continuamente as cargas de trabalho e transferir de forma dinâmica a capacidade para onde e quando for necessário, fornecendo aos profissionais de TI e aos acionistas das empresas uma forma previsível e proativa de garantir que as cargas de trabalho fundamentais sejam realizadas.

“Embora a redução dos custos seja importante, o departamento de TI precisa, sem dúvida alguma, garantir os objetivos de SLA para as cargas de trabalho fundamentais”, disse Manfred Hartmann, diretor-gerente da MHB IT Consulting. “A solução CA Dynamic Capacity Intelligence fornece valor rápido ao cliente, simplificando as operações e garantindo a capacidade necessária às cargas de trabalho fundamentais. Além disso, a solução ajudou a prever os custos de forma mais precisa, o que, para uma empresa, resultou em redução de custo de quase 10%.”

A CA Technologies está apresentando mais de vinte inovações e aprimoramentos em seu portfólio na CA World ’17. Essas soluções oferecem às empresas a capacidade de responder e se adaptar às mudanças e ajudam a desenvolver os investimentos tecnológicos atuais para obter sucesso no futuro. A CA fornece soluções internas, na nuvem, e muito mais, com produtos, soluções e conhecimento líderes da indústria, que eliminam as barreiras para começar a competir e obter sucesso.

Para obter mais informações sobre todas as novidades anunciadas na CA World ’17, visite a sala de imprensa do CA World ’17. Para acessar as apresentações da CA World ’17, clique aqui.

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Como utilizar a Black Friday a favor do seu negócio

Por Gustavo Avelar

O Brasil não está em um de seus melhores momentos e, ultimamente, vive uma insegurança política que vem desaquecendo a economia. No entanto, especialistas estão otimistas com a Black Friday, data em que fabricantes e varejistas oferecem descontos atrativos. Neste ano, será no dia 24 de novembro, última sexta-feira do mês.

A expectativa é que as vendas tenham um crescimento de 15% a 20% em relação ao ano passado segundo estudo do Google Brasil, publicado em agosto deste ano, e que o mercado movimente mais de R$ 2 bilhões em vendas. Para a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), só o e-commerce deve receber cerca de 10 milhões de pedidos. A Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro, estima que o tíquete médio chegará a R$ 695, um aumento de 6,4% em relação à edição anterior. Em 2016, itens como livros e eletrônicos foram os mais desejados entre os consumidores.

Apesar da Black Friday apresentar números melhores ano após ano, ainda há muito espaço para crescimento. Atingir públicos com interesses e necessidades diferentes, garantindo uma boa experiência de compra, é um desafio intrínseco do comércio que fica ainda mais evidente durante a Black Friday. É por isso que saem na frente os lojistas que fazem do omnichannel uma estratégia de negócio. O conceito multicanal reforça a importância de integrar todos os pontos de venda da marca e disponibilizar diferentes opções para o consumidor, como fazer o pedido online e retirar na loja; comprar na loja e pedir para entregar em casa; ou reservar para provar na loja, por exemplo. Proporcionar esse leque de opções amplia as oportunidades de venda e satisfação de clientes.

Confira abaixo algumas dicas podem ajudar o comércio a se beneficiar ainda mais desta data especial:

Potencialize a influência digital

Com o crescimento das redes sociais e do uso de dispositivos móveis, o varejista deve usufruir de diferentes canais para atrair seu consumidor e integrá-los, a fim de proporcionar melhor experiência para os usuários. Segundo o Google, a 40 dias do evento, o número de buscas relacionadas à data já era 14% superior ao mesmo período de 2016.

De 2010 para 2015, o tempo que um consumidor passa caminhando dentro de uma loja física caiu 57% – mais da metade. Ainda assim, o valor de cada visita à loja aumentou em 2,6x. Isso acontece porque 64% das vendas em lojas físicas são influenciadas pelo canal digital. Cada vez mais as pessoas chegam na loja decididas do que querem comprar, porque já pesquisaram no site da loja e dos concorrentes, já conferiram as redes sociais e já têm certeza da melhor escolha. Segundo o estudo americano UPS Pulse of the Online Shopper™, de outubro 2017, 49% dos jovens adultos afirmam que as redes sociais influenciam nas suas decisões de compra. A mesma pesquisa também mostra que 36% dessa geração têm intenção de aumentar o uso da entrega na loja (ship-to-store) no próximo ano; 81% procurou por cupons de desconto nas redes sociais; e 83% pesquisou produtos em dispositivos móveis antes de ir à loja.

No entanto, é crucial lembrar que a importância de canais integrados, e em uma operação consistente, não acaba no momento da compra. O atendimento ao cliente também é decisivo: segundo a UPS, 62% dos consumidores entra em contato com a loja via redes sociais. Estar disponível nos mesmos canais que os consumidoresé essencial.

Conheça seu consumidor

No mundo, 92% das compras que começam no online, terminam no offline. No Brasil, a estimativa gira em torno dos 97%. Isso é um público gigantesco que recebe inputs totalmente diferentes entre canais.

Ao optarem por realizar uma compra na loja física, os consumidores podem se cadastrar nos sistemas da empresa. Aproveite esse momento para integrar seus canais offline e online, promovendo interação com o consumidor pelas suas plataformas, observando o que ele busca, quais e-mails costuma abrir, se ele fez apenas uma compra ou se é algo recorrente, entre outros aspectos. Na hora de comprar, muitos consumidores buscam pela facilidade e rapidez, ou seja, não querem compartilhar a mesma informação que já forneceram em outra transação. Esse entendimento é crucial na construção de um bom relacionamento com seu cliente e também serve para promover experiência personalizada (60% dos jovens adultos estão dispostos a compartilhar informações em troca de melhor experiência de compra).

Em um mundo com cada vez mais informações, personalizar a oferta é essencial para garantir que o seu consumidor vá encontrar o que é mais relevante pra ele, no momento em que ele mais precisa. Use a tecnologia a favor do seu negócio.

Gustavo Avelar é Diretor de E-commerce na Linx

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FGV EESP realiza seminário sobre Bitcoin

A Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), realizará na próxima quarta-feira (22), a partir das 19h, um seminário sobre uma década do Bitcoin. O objetivo é analisar a evolução, a conjuntura atual, e as perspectivas futuras na visão de investidores, legislação e tributação e mercado de negociação, por quem realmente lida com essa criptomoeda.

Participam do evento: Bruno Balduccini, Pinheiro Neto Advogados; Chen Gilad, membro do conselho do Grupo Haganá, palestrante e investidor de Bitcoin e Rodrigo Batista, sócio e CEO do MercadoBitcoin.com.br. A mediação fica por conta do Ricardo Rochman, coordenador do Mestrado Profissional em Economia da FGV EESP.

Será possível acompanhar ao vivo via Facebook. Informações: facebook.com/FGV.EESP

Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento contate a assessoria de imprensa (11) 3284-6147.

SERVIÇO

Seminário: 10 anos de Bitcoin

Data: 21/10

Horário: a partir das 19h

Local: FGV – Rua Itapeva, 474 – 6º andar – auditório

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TSE lança atendimento virtual inédito no Twitter

Solução desenvolvida via Twitter Business Solutions permite que cidadãos tirem dúvidas e acessem serviços no ambiente privado das Mensagens Diretas (DMs)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa nesta segunda-feira (20) o atendimento virtual via Twitter, que permite aos usuários ter acesso a diversos serviços e orientações no ambiente de Mensagens Diretas (DMs). A solução, criada a partir da Twitter Business Solutions – plataforma desenvolvida pelo Twitter para facilitar a comunicação de perfis com seu público – já está disponível no perfil do @TSEjusbr.

“A solução traz uma nova experiência para o eleitor brasileiro. Trata-se de um canal de comunicação do TSE com o cidadão que proporciona um atendimento digitalizado, mais acesso às informações e a possibilidade de resolver questões do dia a dia de forma mais rápida e eficiente”, afirma Daniel Carvalho, diretor de desenvolvimento de negócios do Twitter para a América Latina.

“A tecnologia tem sido uma grande aliada da Justiça Eleitoral, a exemplo do contínuo investimento realizado em sistemas e equipamentos eleitorais. Na mesma linha, a Internet também tem o papel de protagonismo na disseminação de informações e serviços ao eleitor. Ter o Twitter como parceiro é mais uma forma de promover a democracia, ao estarmos próximo do eleitor de forma direta, acessível e informal”, explica a coordenadora de campanhas e redes sociais do Tribunal, Neri Aciolly.

O canal de atendimento por meio das Mensagens Diretas passa a oferecer, de maneira rápida e automatizada, diversas opções de acesso à informações e serviços de acordo com os objetivos de cada cidadão. É possível, por exemplo, verificar a situação eleitoral, fazer o download no formato pdf ou imprimir o documento de quitação eleitoral, consultar o seu local de votação e ter acesso às respostas das perguntas mais frequentes dos eleitores e dúvidas sobre os principais procedimentos do TSE. E, claro, o eleitor pode entrar em contato direto com o TSE via mensagem e tirar suas dúvidas.

O Twitter foi a primeira plataforma escolhida pelo Tribunal Superior Eleitoral para lançar este tipo de serviço, que deve incorporar mais funcionalidades futuramente. No início do ano que vem, novos recursos estarão disponíveis no atendimento digital para eleitores no Twitter, trazendo ainda mais comodidade e praticidade aos cidadãos.

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Dynatrace leva monitoramento full stack para Microsoft Azure Marketplace

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a disponibilidade de suas soluções no Microsoft Azure Marketplace. O anúncio permite levar o monitoramento integrado full stack da Dynatrace para aplicações web, serviços em Cloud e máquinas virtuais do Azure, atendendo, assim, necessidades de computação em Nuvem dos negócios atuais. Os clientes da Microsoft agora poderão implantar a solução da Dynatrace para Azure Marketplace para monitorar todos os ambientes e obter uma visão detalhada sobre a performance de aplicações modernas.

“A disponibilidade de nossa solução no Microsoft Azure Marketplace nos preparou para novos padrões de compra e preços flexíveis, possibilitando que nossos clientes implantem as ferramentas com facilidade. Sem qualquer interferência, a integração traz agora funcionalidades de gerenciamento e monitoramento de aplicações orientadas por Inteligência Artificial (IA) para os ambientes Azure e aplicações .NET Core”, afirma Steve Tack, Vice-Presidente Sênior de Gestão de Produtos da Dynatrace.

“A equipe da Dynatrace trabalha de forma bastante alinhada com os engenheiros do Azure para garantir que a empresa suporte as tecnologias mais recentes do .NET Core e Azure Service Fabric para o Azure App Services. Os clientes que dependem do Microsoft Azure como parte integral de suas iniciativas de transformação digital podem esperar da Dynatrace a segurança de que suas aplicações funcionem como deveriam. Isso é o que as empresas inovadoras estão procurando: a capacidade de usar as tecnologias mais recentes juntamente com a confiança de que elas funcionarão”, diz Tack.

“Temos o prazer de receber a Dynatrace no Microsoft Azure Marketplace. A empresa se baseia na produtividade, inteligência e funcionalidades híbridas, apoiando clientes com monitoramento de performance de aplicações e contêineres aprimorado em toda a organização”, afirma Eduardo Kassner, CTIO (Chief Technology & Innovation Officer), Worldwide Channels & Programs, One Commercial Partner da Microsoft Corp.

A visualização do Smartscape da Dynatrace permite um retrato em tempo real de topologias completas do ambiente, tornando-se uma solução ideal para gerenciar a performance das aplicações em Nuvens Públicas e Privadas.

A First Tech Federal Credit Union, uma empresa de serviços financeiros que é classificada como uma das cooperativas de crédito mais seguras dos Estados Unidos, selecionou a Dynatrace por sua parceria estratégica em Nuvem e funcionalidades de integração.

“A Dynatrace tem as mais fortes capacidades de integração em Nuvem do mercado. Uma das principais razões pelas quais a escolhemos foi porque ela oferece uma integração inédita com o Microsoft Azure. Não encontramos nenhuma outra solução de monitoramento que se compare a essa, ou à sua plataforma de IA, que nos permite ver todas as camadas com tal clareza. Podemos identificar as principais causas de potenciais problemas diretamente nas linhas de código, não importando onde elas estejam”, afirma Sam Poozhikala, Diretor Sênior de TI da First Tech Federal Credit Union.

Embora o crescimento de microsserviços, conteinerização e ambientes em Nuvem tenha permitido que as empresas inovem e respondam às influências dos consumidores e do mercado mais rapidamente, a complexidade do stack de TI aumentou consideravelmente. Como resultado, a necessidade de monitoramento de desempenho de aplicações que utiliza inteligência artificial para entender as complexidades de performance em ambientes de Nuvem hiperdinâmicos é uma exigência absoluta para todos os negócios digitais. A Dynatrace identifica automaticamente os problemas de aplicações e infraestruturas, fornecendo parâmetro automatizado, correlação de problemas e detecção de principais causas, em implantações de Nuvens Públicas ou Híbridas ou durante o processo de migração para a Nuvem.

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Scrum & Gamification – O Poder da Associação

Por Yuri Escariao, Project Manager e Luiz Sérgio Batista Das Neves, Delivery Manager – Cognizant Brasil

Sabemos que nosso cérebro tem uma fantástica habilidade para associar coisas e isso é, de fato, um poderoso processo de aprendizado. Conseguimos aprender e reter informações diariamente, ao associar fatos, conceitos e imagens para criar pensamentos complexos e imagens mentais. Para gerentes de projetos e de programas, esse poder é útil, na medida em que lidam com os chamados três P’s: Pessoas, Processos e Produtos.

Esse poder de associação na gestão de projetos pode ser usado com o framework Scrum e a Gamificação. Mas o que significam estes dois conceitos?

Scrum: no livro “A Arte de Fazer o Dobro de Trabalho na Metade do Tempo”, de Jeff Sutherland, o termo Scrum está associado à forma dinâmica como uma equipe trabalha em conjunto para atingir um objetivo, assim como um jogo de rugby. A partir deste novo modelo de colaboração, a comunidade de gerenciamento de projetos aclamou a obra como um marco definitivo em relação às práticas de gerenciamento de projetos.

Ao reunir a coleção das ideias do livro e associando a estas práticas, o framework Scrum nos leva a lidar com a incerteza e a criatividade de maneira lúdica. Estas duas palavras-chave conduzem a associação do Scrum com Gamificação.

Gamificação: Em 2012, K. Huotari e J. Hamari propuseram, na 16ª Conferência Internacional Mindtrek Acadêmica (Finlândia), uma definição para gamificação: “A aplicação de elementos e princípios de design de games em contextos não relacionados a games”. Isso é exatamente a essência da associação em questão – Scrum tem tudo a ver com dar poder aos times para alcançar um objetivo comum. Portanto, por que não aumentar a colaboração dentro da equipe, introduzindo o conceito de gamificação nas células Scrum?

Todos sabemos que existem jogos sem nenhuma expectativa de ganhos intelectuais ou materiais, onde o foco é apenas se divertir! Porém, estamos procurando associar a diversão com a colaboração no contexto do Scrum e, portanto, reforçar a sensação de ser parte de um time que é motivado a tomar decisões, sempre em busca da melhor solução para o cliente. Assim, surge o pensamento mais complexo envolvendo “Scrum” com “Fun”[1].

Venha e jogue conosco

O framework Scrum fornece ferramentas e procedimentos ao longo dos ciclos de inspeção e adaptação, que chamamos de sprints. No início, temos uma sprint chamada grooming, na qual encontramos todos os envolvidos para começar o projeto. Nesta sprint inicial vamos começar a colaborar no entendimento e refino das necessidades dos usuários, a partir dos épicos e estórias que, em última análise, são os objetivos que a equipe deve alcançar ao longo das sprints. Para cada estoria de usuário, a equipe avalia o esforço de desenvolvimento correspondente, cuja medida é dada em story points. Em nossa experiência implementando células Scrum, também propusemos que os business points (definidos pelo PO) formassem uma pontuação baseada na importância das estórias para o negócio, sendo usados para calibrar as prioridades entre os story points.

Neste momento, podemos naturalmente perceber a possibilidade associar os pontos mencionados com qualquer jogo que você conheça. Essa associação permite o aumento da colaboração no projeto através de jogos, nos quais o time ganha pontos no progresso de seu trabalho.

Em um exemplo prático de um projeto, criamos um ranking baseado na saga STAR WARS. Conforme o time como um todo ia entregando as estórias e, consequentemente, ganhando story points, iam também evoluindo dentro desse universo, começando como YOUNGLING, avançando como PADAWAN e podendo chegar até mesmo a Grão-Mestre JEDI. Os pontos ganhos também puderam ser usados como créditos para ser trocados por armas como sabres de luz, bônus de ataque, defesas e uso da “Força” em um RPG que era jogado pela equipe uma vez por semana, tendo o Scrum Master no papel do Game Master. Por outro lado, estes pontos não poderiam ser ganhos em detrimento da qualidade e, por isso, os pontos correspondentes eram descontados em relação às estórias com erros reportados.

A implementação da gamificação no Scrum foi uma experiência muito gratificante e satisfatória, tanto na dimensão profissional como pessoal. Todo o processo tornou-se mais leve, mais divertido e mantendo a eficiência do time, em linha com os princípios do Scrum. A equipe aumentou sua coesão, trabalhando de forma colaborativa em “missões galácticas” e desafiadoras, ganhando mais pontos para seus membros. Além disso, o Scrum teve plena adesão dos colaboradores, gerou união e aumentou a produtividade, com pessoas comprometidas com os ganhos e a qualidade. Não houve concorrência para ver quem era o melhor mas, sim, para ver como o time faria para vencer o Game Master. A equipe lutou junta para que todos fossem Jedis. Foram adquiridos bottons com as insígnias JEDI para a equipe, e foi ótimo vê-los serem orgulhosamente fixados em suas mochilas.

[1] Mantidas as palavras do texto original para reforçar a associação com a rima das palavras, em linha com a versão em Inglês.

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RoboFEI é campeão latino-americano e brasileiro de robótica

A equipe RoboFEI do Centro Universitário FEI participou da Competição Latino-Americana e Brasileira de Robótica, em Curitiba, no Paraná. O projeto foi campeão em duas categorias: o futebol de robôs humanoides e @Home, com a robô Judith. Com este título, Judith tornou-se bicampeã latino-americana e brasileira de robótica. Atualmente, o RoboFEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País.

RoboFEI

O projeto RoboFEI existe desde 2003, quando começou a projetar, desenvolver e aprimorar projetos de robótica para competir nas categorias de futebol de robôs da IEEE e RoboCup. Desde então, o projeto cresceu e foi muito além de simplesmente criar um time de robôs que disputa uma partida de futebol. Sua intenção é, e sempre foi contribuir para o avanço científico e tecnológico dos alunos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário FEI.

Juntamente com os programas de mestrado e doutorado em Inteligência Artificial Aplicada a Automação (IAAA), o projeto RoboFEI hoje agrupa alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Mecânica, além de alunos de mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica, aproximando-os dos avanços mais modernos e atuais em inteligência artificial e robótica.

O aprendizado de quem participa do RoboFEI é enorme e vai muito além do aprendido em sala de aula. Além disso, o contato dos alunos de graduação com os de mestrado e doutorado, e vice-versa, cria um ambiente favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico que perdura e gera resultados ao longo de anos. Não à toa que hoje a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País, e este avanço é cada vez maior a cada ano que passa.

O RoboFEI participa da Competição Brasileira de Robótica (CBR) desde a sua primeira edição, em 2003. Atualmente, as equipes competem nas categorias que demandam os mais avançados robôs, sendo uma das maiores vencedoras das competições que participam.

Judith @Home

Judith foi desenvolvida em 2015 como uma iniciativa da área de Interação Humano-Robô nos projetos de robótica da FEI. O objetivo do projeto é oferecer suporte às pessoas em residências, como por exemplo, ajudar nas tarefas de pessoas com baixa mobilidade. Sendo assim, Judith possui um conjunto de sensores como laser, ultrassons, infravermelhos e câmeras que permitem identificar em qual ambiente ela se encontra, reconhecer pessoas e objetos. Além disso, também é capaz de abrir portas, pegar utensílios e realizar demais movimentos no processo interativo com o ambiente e com as pessoas. Coordenado pelo Prof. Plínio T. Aquino Jr., o projeto conta com o trabalho e pesquisa de alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, Elétrica, Automação e Controle, alunos e professores do mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica. Ano passado, a Judith ganhou o primeiro lugar na Competição Latino- Americana e Brasileira de Robótica.

Humanoide

Esta linha de pesquisa foca no desenvolvimento de robôs humanoides, com estudo e desenvolvimento de otimização de passos, métodos de estabilização, visão e localização, raciocínio de alto nível, entre outros. Os humanoides também participam da RoboCup e jogam futebol, além de servirem como excelente plataforma de pesquisas avançadas e de ponta em nível mundial. A equipe RoboFEI é bicampeã latino-americana e brasileira nesta categoria, e figurou entre as melhores equipes de robôs humanoides do mundo, em 2016.

Small Size League

O objetivo principal desta categoria é desenvolver a colaboração entre robôs autônomos e inteligentes. O ambiente aplicado é um jogo de futebol entre robôs. Seu foco é fazer com que os robôs joguem em conjunto executando e desenvolvendo passes e dribles, sistemas de ataque e defesa, estratégias de acordo com os movimentos do oponente. A equipe do RoboFEI, nesta categoria, é hexacampeã brasileira, tetracampeã latino-americana e já figurou entre as oito melhores equipes do mundo na RoboCup internacional, junto com equipes do Japão, Alemanha, EUA, entre outros.

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43% dos consumidores pretendem comprar na Black Friday se os preços e descontos valerem a pena, mostra SPC Brasil

Ainda assim, 39% pretendem gastar menos com os produtos em relação ao ano passado. Valor médio das compras deve ter queda de R$ 378 em relação ao ano passado. 63% esperam descontos acima de 40% – smartphones e roupas devem ser os produtos mais comprados

A Black Friday é relativamente nova no Brasil, mas não passa despercebida pelos consumidores brasileiros e ganha cada vez mais força no calendário do varejo. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 39% dos consumidores têm a intenção de fazer compras na Black Friday de 2017, que será no dia 24 de novembro, e 43% também pretendem comprar, dependendo dos preços e descontos ofertados.

Entre os que pretendem comprar este ano, 72% consideram a data um momento oportuno para adquirir algo que estejam precisando com preços baixos. Já entre os que não pretendem comprar no evento, os principais motivos são falta de dinheiro (23%), considerar que o momento econômico não é favorável para compras (18%) e a crença de que a promoção anunciada não seja real (16%).

Em 2016, 39% fizeram compras na Black Friday. Em relação ao ano passado, 31% pretendem comprar mais produtos no evento deste ano e 27% comprar menos. Já 24% pretendem gastar mais e 39% gastar menos.

Entre os que pretendem gastar mais, os principais motivos são ter mais produtos para comprar (37%), acreditar que os produtos estarão com um preço bom e que vale a pena aproveitar a promoção (32%) e ter economizado ao longo do ano para poder gastar (27%). Entre os que pretendem gastar menos, os principais motivos são o orçamento apertado (23%), ter outras prioridades (16%) e a vontade de economizar (16%).

Em média, os consumidores pretendem comprar três produtos e gastar cerca de R$ 1.047,80 – uma queda de R$ 378,32 em relação a 2016, mas 56% ainda não definiram quantos produtos. Seis em cada dez consumidores (63%) esperam descontos acima de 40%, sendo a média geral de 47% de desconto.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, se a compra é necessária e o consumidor tem perspectiva de conseguir um bom desconto, vale a pena esperar. “É bom que os consumidores saibam aproveitar verdadeiras oportunidades e busquem pelo preço mais baixo. O tamanho do desconto, no entanto, depende de que se faça pesquisa desde já, anotando e comparando os resultados da busca. É um exercício que exige paciência e certa disciplina”, afirma.

Smartphones e roupas serão os produtos mais comprados

A pesquisa identificou que as os celulares e smartphones (29%), roupas (28%) e os eletrodomésticos (25%) serão os produtos mais comprados na Black Friday deste ano. Comparando com a intenção de compras de 2016, as roupas perderam espaço (37% no ano passado).

A forma de pagamento mais utilizada será o cartão de crédito parcelado (42%) e o dinheiro (26%). Entre os pagamentos parcelados, a média de parcelas será de seis prestações. A economista, no entanto, faz ressalvas importantes aos compradores. “De parte do consumidor, a oportunidade do desconto deve ser usada com sabedoria, para que não se caia na armadilha das promoções. Caso não haja um bom controle do orçamento, é alto o risco de a pessoa gerar uma bola de neve de dívidas”, afirma.

Prova disso é que 16% dos consumidores que têm a intenção de comprar na Black Friday admitiram gastar mais do que pode nas compras durante as promoções, já que não resistem às oportunidades e 7% pretendem deixar de pagar alguma conta para poder comprar na Black Friday. Cerca de 26% estão atualmente com alguma conta em atraso, sendo que desses, 73% estão com o nome sujo no momento.

Sites lideram entre os locais de compra

A pesquisa também investigou quais são os principais locais que os brasileiros farão as compras e os mais mencionados são os sites de lojas nacionais (56%) e o shopping center (23%) e entre os principais fatores de influência na compra estão os preços (51%), o frete grátis (34%) e a qualidade dos produtos (27%).

De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, promover ofertas reais pode fazer a diferença na hora das vendas nessa época do ano. “As lojas que praticarem descontos verdadeiros acabarão se destacando diante da concorrência”, afirma. “Não apenas nas lojas virtuais, que já estão consolidadas neste evento, mas promoções nos shoppings também ganharam seu espaço e os lojistas que quiserem aumentar o público devem pensar em estratégias de marketing não apenas online.”

Em relação aos que compram na internet, 46% dão preferência a sites de lojas e marcas conhecidas e 31% aos sites que disponibilizam frete grátis. A grande maioria (94%) afirma fazer pesquisa de preço antes das compras e, destes, 41% pretendem utilizar sites e aplicativos de comparação de preço e 41% buscam visitar os sites de lojas que tem o costume de comprar. A maioria dos entrevistados (88%) também afirma ter o costume de buscar informações e dicas de como fazer boas compras para aproveitar as promoções, principalmente pela internet (81%).

Quatro em cada dez consumidores (40%) pretendem fazer suas compras apenas no dia da Black Friday, 26% comprarão ao longo do mês de novembro, 7% planejam madrugar na porta das lojas físicas para garantir as compras, enquanto 33% pretendem passar a madrugada na internet para garantir a compra dos itens desejados. E um alerta às empresas: 61% pretendem ficar conectados no período de trabalho para aproveitar as melhores ofertas.

33% compraram mais do que o previsto em 2016

Perguntados sobre as compras na Black Friday de 2016, apenas 11% tiveram algum tipo de problema com as compras, sendo o mais citado a entrega fora do prazo (5%). Entre estes, a maioria (51%) conseguiu solucionar o problema, principalmente por meio da troca do produto (12%).

Em uma escala de 1 a 10, a nota média de satisfação com a Black Friday do ano passado foi de 7,37 – abaixo do 8,5 de 2015. 85% consideram que valeu a pena a compra na Black Friday de 2016 e 74% consideram que o percentual de desconto anunciado foi real no momento da compra.

Sete em cada dez consumidores (67%) afirmam ter planejado as compras realizadas no ano passado, mas 33% compraram mais do que o previsto e 5% ficaram com o nome sujo por causa de compras feitas.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 1.616 consumidores de ambos os sexos, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 642 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%.

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