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55% das pessoas estão dispostas a serem atendidas por robôs no lugar de médicos, aponta estudo da PwC

O uso crescente de inteligência artificial e da robótica na medicina está mudando o panorama global dos serviços de saúde e o papel dos médicos. Um estudo da PwC lançado mundialmente nesta terça-feira mostrou que a maior parte dos entrevistados está disposta a receber cuidados de robôs na área da saúde, que podem ir de diagnósticos de doenças até cirurgias de pequeno porte.

O estudo “What doctor? Why AI and robotics Will define New Health” foi baseado em entrevistas com cerca de 11 mil pessoas de 12 países da Europa, África e Oriente Médio. Mais da metade dos participantes (55%) declararam estar dispostos a serem atendidas por robôs com inteligência artificial, capazes de responder dúvidas sobre saúde, realizar testes, diagnosticar doenças e recomendar tratamentos.

A pesquisa concluiu que as pessoas se mostraram mais propensas a experimentar os cuidados de robôs se isso significa que terão acesso a diagnósticos mais rápidos e precisos e a melhores tratamentos de saúde. O “toque humano” continua sendo um componente crucial para os cuidados de saúde, mas a maior aceitação do uso de robôs indica um crescimento de confiança na tecnologia.

Países emergentes mostraram-se mais abertos à substituição de cuidados humanos por robôs do que aqueles com economia desenvolvida. Enquanto 94% dos entrevistados na Nigéria e 85% na Turquia declararam estar propensos ao uso de robôs e inteligência artificial nos cuidados com a saúde, no Reino Unido somente 39% dos entrevistados mostraram a mesma inclinação e na Alemanha, apenas 41%.

De acordo com a pesquisa, cerca de 50% dos entrevistados em todo o mundo se mostraram inclinados a se submeter a uma cirurgia realizada por um robô em vez de um médico. Essa inclinação mostrou-se mais forte na Nigéria, Turquia e África do Sul, onde 73%, 66% e 62% dos entrevistados, respectivamente, se disseram mais propensos a realizar uma cirurgia de pequeno porte feita por robôs, enquanto no Reino Unido somente 36% das pessoas declararam que fariam esta cirurgia, o menor percentual entre os 12 países pesquisados.

Mesmo no caso de cirurgias mais complexas, verificou-se que boa parte dos participantes do estudo estariam dispostos a se submeter a procedimentos comandados por robôs: 69% dos entrevistados na Nigéria, 40% na Holanda e 27% no Reino Unido.

Entre as motivações que levariam as pessoas a confiar os cuidados com a saúde à inteligência artificial, foram citadas principalmente a chance de obter um acesso mais rápido e fácil a serviços de saúde (36%) e a velocidade e exatidão de diagnósticos (33%). Falta de confiança na capacidade de tomar decisão dos robôs (47%) e falta de contato humano (41%) foram as principais razões citadas por quem não está disposto a se submeter a tratamentos comandados por robôs.

“Assim como acontece em outras áreas, as pessoas estão cada vez mais abertas ao uso da tecnologia, e não será diferente no setor de saúde. O emprego de robôs e inteligência artificial pode ajudar a tornar tratamentos e diagnósticos mais acessíveis e eficazes, sobretudo em países ainda carentes de um sistema de saúde bem estruturado”, avalia Eliane Kihara, sócia da PwC Brasil e líder de Health Services.

O estudo completo pode ser acessado pelo link http://pwc.to/2ncSFRZ

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Creditas procura talentos de TI para triplicar a operação no Brasil

A Creditas, plataforma digital de empréstimos, está à caça de talentos na área de TI. Após receber um aporte de R$ 60 milhões em fevereiro para expandir a operação no Brasil, a startup financeira aposta em investimentos em tecnologia desenvolvida dentro de casa para escalonar a plataforma e atingir a meta de triplicar seus resultados por ano. Para isso, a Creditas estima a contratação de cerca de 40 novos profissionais da área até o final de 2017.

“Nosso foco nessa etapa é atrair talentos de tecnologia para acelerarmos o ritmo de crescimento da plataforma, com ganho de eficiência e maior automatização”, explica Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas.

As vagas são para diversos níveis e posições como desenvolvedores, engenheiros de dados, cientistas de dados, gerentes de produto, etc., com salários que variam de R$ 3,5 mil a R$ 11 mil e podem ser acessadas no site: http://jobs.kenoby.com/creditas/ . Entre os benefícios, ainda estão gym pass e curso de inglês in company.

Times integrados

Recentemente, a empresa reestruturou a área integrando os times de TI aos demais departamentos operacionais da empresa, criando grupos multidisciplinares mais próximos da experiência do cliente final. Há desenvolvedores presentes em cada etapa, desde a mesa de crédito, formalização até o fechamento da operação financeira.

Além disso, os novos funcionários participam de uma dinâmica de onboarding que inclui o atendimento direto ao cliente, gerando empatia e mostrando o valor de ter tecnologia no núcleo.

“Acreditamos que ao unir negócio e tecnologia, além de investir no conhecimento específico, conseguimos dar autonomia e uma resposta rápida eliminando canais de comunicação que podem só não trazer problemas, mas tornar o dia a dia burocrático”, conta Ronaldo Marciano, agile coach da Creditas.

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EY recomenda seis passos para empresas se protegerem de ataques virtuais

Diante dos recentes ataques cibernéticos por meio de sequestro de dados (ransomware) sofridos por grandes organizações em diferentes países, a EY (Ernst & Young) orienta as empresas em todo o mundo a tomarem medidas imediatas para prevenção e mitigação do efeito desses crimes.

“A recente onda de ataques cibernéticos é uma prova de que os cibercriminosos estão se tornando mais agressivos e sofisticados visando simultaneamente o maior número de organizações. O principal aliado de um criminoso cibernético é a complacência. Seja uma grande multinacional ou uma empresa familiar, o sucesso de um ataque está associado às pessoas, tecnologias e procedimentos preventivos que são adotados e seguidos para reduzir o risco de sucesso dos invasores nestes cenários” afirma Demétrio Carrión, sócio de cibersegurança da EY.

Há seis medidas que as organizações podem tomar imediatamente para ajudar a proteger seus dados e sistemas – os ativos mais valiosos e de seus clientes – ao mesmo tempo em que minimizam os possíveis danos causados por outras ameaças:

1 – Desconecte as máquinas infectadas da rede e segregue as máquinas de backup porque também podem ficar criptografados se forem conectados à rede.

2 – Ative seu plano de resposta a incidentes e não trate a investigação como um mero problema ou exercício de TI. Reúna um time multifuncional na equipe de investigação, incluindo jurídico, compliance, segurança da informação, administrativo, relações públicas, recursos humanos e outros departamentos relevantes.

3 – Identifique as vulnerabilidades em seu sistema. Instale atualizações de segurança, detecção de malwares e detecção de vírus para dificultar recorrências e melhorar as ferramentas de detecção e resposta para futuros ataques.

4 – Certifique-se de que seus sistemas estejam corrigidos antes de reconectar os computadores. Mantenha os sistemas atualizados com um programa de gerenciamento de vulnerabilidades de alto nível. Isso deve incluir um ciclo de repetições para gerenciar vulnerabilidades com base em riscos à medida que eles evoluem e um modelo de amplo e atualizado de inventario, pontuando o nível de risco de aposição de cada item e sua conectividade com outros dispositivos.

5 – Ative o plano de continuidade do negócio. Utilize como base os requisitos necessários para relatórios regulatórios, reivindicação de seguros e disputas, litígios, inteligência de ameaças e/ou notificação de clientes.

6 – Colete e preserve as evidências, seguindo o rigor forense necessário, de maneira possam ser usadas em uma investigação.

“O sequestro de dados – como o WannaCry – exige um plano de contingência e de resposta rápido. Mesmo depois que os dados são restaurados, as empresas às vezes enfrentam problemas na recuperação de informações sensíveis que foram comprometidas no ataque. Clientes, fornecedores e demais stakeholders podem exigir que a empresa demonstre de forma forense que, mesmo que os dados tenham sido acessados, nada foi perdido por completo”, alerta Carrión.

Observar a cibersegurança como prioridade do negócio, auxilia na mitigação dos riscos das empresas no ambiente digital, permitindo conhecer o nível de exposição e riscos associados e facilitar a tomada de decisão dos executivos.

“Para prevenção e segurança dos dados é recomendável que as empresas redobrem a atenção para a criação de processos maduros, principalmente para gestão de vulnerabilidade, gestão de mudança e gestão de patches, incluindo uma revisão de processos e políticas de backup, resposta a incidentes, e continuidade de negócio, além de identificar os ativos mais importantes da empresa e monitorar de forma proativa com a realização de testes do programa de segurança com exercícios de Red Team e/ou testes de invasão. Realize um monitoramento tempestivo de infraestrutura crítica ao negócio e planos de conscientização junto aos colaboradores e faça uma gestão estratégica de cibersegurança, com processos, pessoas e tecnologias”, conclui Carrión.

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Antecipar-se a fraudes é possível? Com analytics sim – Por Celso Poderoso

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Se buscarmos o significado da palavra fraude, descobriremos que em um sentido amplo, remete a um esquema ilícito, de má-fé, realizado com o intuito de lesar alguém ou obter ganhos. Trazendo para o nosso dia a dia, a fraude pode acontecer de diversas maneiras, por inúmeros motivos e em esferas variadas. É um problema recorrente e enfrentado por empresas dos mais diversos segmentos de atuação. Onde houver vulnerabilidades, riscos operacionais, ausência de processos estruturados, de melhores práticas, de segurança da informação, de controles e auditoria interna, lá estarão os fraudadores.

Mas como é possível prever que uma fraude vai ocorrer? Como antecipar-se e evitar o prejuízo antes que o dano ocorra? Isso parece algo meio visionário e meio distante da realidade. Será que métodos e modelos matemáticos são capazes de prever situações futuras? Sim, com certeza. Os esclarecimentos a essas dúvidas podem vir através do analytics, que é uma tendência cada vez mais em uso e que tem trazido resultados extremamente positivos.

Estudos apontam que, no Brasil, empresas perdem cerca de 5% do seu lucro com fraudes. Além disso, 77% das empresas brasileiras foram afetadas por esses golpes entre 2015 e 2016. Perde-se no varejo, perde-se no comércio eletrônico, perde-se na indústria, na construção civil, no segmento de energia e em inúmeras outras áreas. Fraudes que vão desde o CPF falso; um boleto que é emitido, bloqueia a venda do bem que não é pago; mercadorias que são desviadas; até golpes na área de saúde, quando exames médicos que só podem ser prescritos para mulheres – são, por exemplo, equivocadamente solicitados para um homem de 40 anos.

Antes de detalhar como essa tecnologia pode minimizar os prejuízos, é preciso contextualizar: normalmente o fraudador, independente da natureza do ato ilícito que pretende cometer, segue um padrão. Exemplificando com o caso do comércio eletrônico, cujos índices de fraude ficam em torno de 1,4% do valor total das receitas do setor, os consumidores normalmente apresentam um determinado padrão de navegação, como por exemplo, fazem pesquisas em vários sites ou então usam os websites de comparação de preço; pagam sempre com cartão e realizam compras pequenas. Já quem pretende cometer um crime tende a ter outro tipo de comportamento: entra direto no site que foi eleito como a vítima da vez, pois preço não é a questão; vai pagar com boleto e ainda comprar em grande quantidade. Analisando esse cenário é possível identificar padrões comuns de fraude antes mesmo desta efetivamente virar um pedido.

É neste cenário que entra o analytics, que permite a criação de um modelo matemático, que tem a vantagem de poder ser atualizado automaticamente quando se utiliza uma ferramenta. Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse modelo permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. Isso é na verdade o que o mercado chama de inteligência artificial e/ou aprendizagem de máquina (machine lerarning). A grande vantagem desses sistemas é que eles têm a capacidade de aprender sozinhos: coletam o histórico e modificam-se conforme novos padrões são identificados. Ou seja, a inteligência permite adquirir um conhecimento em cima da base de dados. É com essa lógica que se consegue obter análises de fraude muito fortes, efetivas e preditivas.

E para tudo funcionar bem, é crucial contar com um histórico do que já aconteceu, bem formatado, alimentado com todos os padrões que foram detectados em situações em que as fraudes foram comprovadas. É o Big Data, que dá condições de ampliar ainda mais esse universo de informação, integrando-se a fontes externas de dados, como por exemplo, o Serasa ou outras intuições de proteção ao crédito, Receita Federal, boletins de ocorrências, etc. Onde houver dado disponível, seja ele estruturado ou não estruturado, ele puder ser captado, com certeza ele será agregado e muito útil.

Na prática, o Grupo Energisa, um dos principais conglomerados privados do setor elétrico do país, é um exemplo real de que o apoio da tecnologia analítica pode ser extremamente positivo e rentável para a detecção de fraudes e prevenção de perdas. O projeto DW ENERGISA, que visou a implementação de um ambiente analítico corporativo, fundamentado na arquitetura de Data Warehouse e apoiado no analytics, contribuiu para uma redução de 3,2% nas perdas não técnicas (popularmente conhecidas como gatos), o que equivale a cerca de 365 GWh, montante suficiente para atender 2,4 milhões de consumidores residenciais durante um mês. Isso é possível pois os desvios, graças à análise e cruzamento de informações históricas, são identificados antecipadamente, de maneira rápida, precisa e consistente.

Enfim, é impressionante, mas é difícil imaginar um setor que não apresente fraudes e, ao mesmo tempo, tenha condições de construir um histórico de dados que torne as empresas menos vulneráveis. O maior problema hoje é que ainda associa-se o analytics a algo extremamente complexo, difícil de ser feito e que demanda conhecimentos muito avançados. Não é bem assim e isso precisa ser desmistificado. O importante é começar, por menor que seja o histórico, ele já pode ajudar a alimentar uma base de dados e criar condições para ter respostas, mesmo que o resultado surja um pouco mais adiante.

É preciso enxergar que prever fraudes e evitar prejuízos é um fator de sobrevivência: a empresa que lidar muito bem com essa questão sairá na frente e obterá uma lucratividade bem maior de que seus concorrentes, ainda às voltas com perdas associadas a esses crimes. Acreditar que previsões é uma realidade do mundo corporativo apoiar-se em tecnologias relacionadas ao analytics é sem dúvida um grande passo para incrementar os negócios.

Celso Poderoso, Diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy empresa líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade

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1 em cada 3 multinacionais americanas procuram os mercados emergentes e em desenvolvimento da América do Sul como base para seus planos de crescimento

De acordo com a nova pesquisa da TMF Group, em associação com a Forbes Insights, mais de um terço (36,4%) das multinacionais com sede nos Estados Unidos ainda veem os mercados em desenvolvimento da América do Sul como o centro para os seus planos de investimentos corporativos e de crescimento. O estudo Mais investimento: o que impulsiona a expansão e o investimento internacional por parte das empresas norte-americanas? analisou a opinião de 250 executivos da C-suite com sede naquele país para explorar as motivações e desafios das multinacionais em levar sua empresa para um novo mercado internacional.

Os entrevistados foram selecionados a partir de uma ampla variedade de setores e de empresas com faturamento anual variando de US$ 250 milhões a mais de US$ 5 bilhões. Os executivos consultados foram questionados sobre em quais regiões suas empresas haviam investido nos últimos dois anos, bem como onde planejavam investir em 2017/18.

As principais descobertas incluíram:

– Apesar da desaceleração global do investimento estrangeiro direto, mais de um terço (36,4%) das multinacionais norte-americanas planejam investir nos mercados emergentes da América do Sul nos próximos dois anos;

– 1 em cada 4 investidores estão à procura de novos talentos ou fontes de capital;

– 1 em cada 3 enfatiza a importância da pesquisa e do conhecimento profundo do mercado local.

“É agradável ver que, apesar das recessões globais no investimento, as empresas norte-americanas ainda reconhecem o potencial e a oportunidade oferecidos pelos principais mercados da América do Sul”, comenta Raimundo Diaz, diretor regional das Américas da TMF Group, sobre os resultados. Para ele, “o interesse renovado nos metais básicos e outros produtos tem atuado como um catalisador para o crescimento em países como Peru, Brasil e Chile, mas fortes avanços tecnológicos e de produção em toda a região também ajudaram a manter os níveis de investimento”.

De acordo com o executivo, “o Chile, por exemplo, é o maior produtor mundial de cobre e, dadas as negociações de aumento dos gastos com infraestrutura nos EUA, os ativos relacionados ao cobre estão em alta. O Peru também tem extensas reservas de cobre e ouro. O Brasil também consolidou sua posição nos últimos anos. Atualmente, o país é a nona maior economia do mundo e oferece oportunidades de investimento em uma variedade de setores, incluindo mineração, energia, imóveis e agronegócio”.

Sobre a Colômbia, o executivo comenta que o país também tem planos ambiciosos. “O programa de investimento em infraestrutura de grande escala ‘Post-4G’, por exemplo, oferece aos investidores a oportunidade de se envolverem em projetos significativos como aeroportos e estradas nos próximos 10 anos”, afirma.

A pesquisa também quis saber o que motivou as empresas norte-americanas a explorarem novos mercados estrangeiros e que desafios enfrentaram. Considerando-se a expansão internacional, o estudo sondou os entrevistados sobre que conselho dariam a um colega que estivesse pensando em investir internacionalmente. Paralelamente às operações em expansão e ao aumento da participação no mercado, os resultados mostraram que os entrevistados procuravam também encontrar novos talentos, qualificações e fontes de capital. Eles também enfrentaram desafios similares ao selecionar e estabelecer uma nova entidade, incluindo o estabelecimento de processos financeiros e o cumprimento das leis locais.

“A importância do conhecimento do local ao entrar em um novo mercado não pode ser subestimada”, aconselha Diaz. Segundo ele, “se você está pretendendo estender ou melhorar as operações existentes ou buscando novas oportunidades, é importante compreender plenamente as complexidades locais de um determinado mercado para se certificar de que suas operações são – e permanecem – totalmente compatíveis com o que poderia ser um cenário regulador em rápida mutação”.

Para saber mais sobre a TMF Group e fazer o download do relatório completo, acesse: tmf-group.com/venturefurther.

Veja abaixo tabelas com alguns resultados da pesquisa Mais investimento: o que impulsiona a expansão e o investimento internacional por parte das empresas norte-americanas?:

– 10 maiores destinos globais de investimento e expansão para multinacionais norte-americanas em 2017/18

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Internet das Coisas no foco do III Congresso de Direito Digital

O que representa a Internet das Coisas (IoT, Internet of Things, em inglês)? Qual a sua importância para a indústria e o cidadão comum? O III Congresso de Direito Digital, que se realizará dia 17/5, irá debater seu aspecto institucional, regulatório, social e tecnológico, bem como os desafios e as oportunidades dessa plataforma para o ambiente de negócios e a indústria.

Hoje há mais dispositivos móveis – 6,4 bilhões de aparelhos conectados em 2016 – do que pessoas em todo o mundo e a projeção é que haverá crescimento exponencial de “coisas” conectadas nos próximos anos, o que leva a perguntas cruciais: a infraestrutura da banda larga suportará essa alta demanda? Haverá impactos e custos para a indústria? Com certeza essa tendência terá implicações em dois eixos de grande interesse da indústria: competitividade e transformação digital. Todas as empresas estão atentas a isto?

A previsão é que o número de dispositivos, nos próximos cinco anos, será sete vezes maior do que o número de pessoas no planeta: 50 bilhões de dispositivos, incluindo sensores, smartphones, drones, microprocessadores, utilidades domésticas em rede e até robôs industriais.

Nessa nova economia digital, podem-se citar exemplos altamente tecnológicos, como a coleira inteligente para pets, que monitora seus sinais vitais, além de contar com uma câmera para que o dono acompanhe seu movimento à distância e saiba exatamente sua localização via GPS (Motorola Scout 5000). Também estão sendo disponibilizadas pulseiras para humanos a fim de reunir dados vitais do organismo. E, ainda, a bagagem smart, tecnológica e conectada, que pode ser rastreada via GPS em diversos países, com um cadeado que se abre e se fecha por meio do smartphone de seu proprietário: quando ele se aproxima, ela destrava sozinha; quando ele se afasta, a mala trava. No Brasil, há fabricantes e distribuidores de chuveiros, fechaduras, olho mágico e lâmpadas, dispositivos para automação predial e industrial igualmente inteligentes.

Compreende-se que a IoT é disruptiva uma vez que transforma profundamente os hábitos da sociedade e, ainda, as novas plataformas de negócios. Portanto, há pontos que precisam ser avaliados com atenção, como questões regulatórias, tecnológicas e relativas a padrões, novos modelos de contrato, regras de conformidade e governança para a indústria.

Acompanhe a programação dos sete paineis:

Painel 1 – Aspectos jurídicos relacionados ao crescente uso de dispositivos conectados IoT

Painel 2 – Aspectos técnicos relacionados à segurança dos dispositivos conectados IoT

Painel 3 – IoT como alavanca de inovação

Painel 4 – IoT – compliance e segurança – como fica a proteção de dados pessoais?

Painel 5 – Experiências do mercado relacionadas à utilização de dispositivos IoT conectados

Painel 6 – Casos de sucesso com dispositivos e soluções IoT

Painel 7 – Investigação forense e IoT

SERVIÇO

Dia e horário: 17 de maio, quarta-feira, das 9h30 às 18h30

Local: avenida Paulista, 1313, auditório do 15º andar

Saiba mais: http://www.fiesp.com.br/agenda/seminario-a-internet-das-coisas-e-a-industria/

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Aplicativo traduz mensagens e ligações para 10 idiomas

Já pensou em conversar por telefone com alguém que não fala a sua língua? Agora isso é possível com o novo aplicativo Greengow. A tecnologia, desenvolvida pela startup Greengow Tecnology Inc, possibilita a comunicação entre pessoas de idiomas diferentes estando em qualquer lugar do mundo. O app já conta com tradução para 10 idiomas.

“Além do Brasil ter uma posição de destaque em número de usuários nas principais redes sociais mundiais, foi um país hospitaleiro e recebeu muito bem os estrangeiros na Copa e nos Jogos Olímpicos. Mesmo com a barreira do idioma, foi elogiado pelos turistas do mundo inteiro em função da cordialidade e do esforço em se comunicar, e isso chamou a atenção da equipe da Greengow Technology”, diz Carlos Tanaka, sócio-diretor e responsável pelas operações no Brasil.

A partir da tecnologia americana de rádio comunicação ‘Push-to-talk’, é possível traduzir tudo o que você está dizendo para a língua de seu receptor e vice-versa. No aplicativo, o usuário poderá se comunicar em inglês, português, francês, espanhol, alemão, italiano, japonês, coreano, chinês (mandarim) e russo.

“Dois amigos, um francês e um chinês, por exemplo, podem falar direto de seus países com um amigo brasileiro, cada um no seu idioma nativo, mantendo a originalidade da conversa, já que o Greengow faz a tradução simultânea para todos numa mesma chamada e em tempo real.”

“O aplicativo revoluciona o mercado de telecomunicações no mundo pessoal e corporativo, pois consegue eliminar as barreiras de idioma e geográfica, bastando para isso que cada interlocutor tenha um smartphone com acesso à internet”, acrescenta.

O download do aplicativo está disponível gratuitamente para usuários de sistema Android pelo Google Play (goo.gl/rBKtxY) e IOS pela Apple Store (goo.gl/epWNc9). O comunicador push-to-talk Greengow é gratuito quando falado em mesmo idioma, para ligações domésticas ou internacionais. Além disso, cada usuário recebe 100 “greens” de crédito, moeda própria do aplicativo, para fazer ligações em idiomas diferentes. Também oferece serviço gratuito de tradutor, quando o usuário necessita traduzir uma mensagem para si mesmo ou para um interlocutor próximo, sem necessidade de ligação para outro smartphone.

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E se São Paulo fosse uma Smart City?

Por Carlos Bokor e Mauricio de Paula

Em uma cidade de milhões de pessoas, analisar cada indivíduo é a chave para o sucesso! Destaque no mundo corporativo, a tecnologia de análise de dados está transformando as relações Empresas x Consumidores e começa a dar suas primeiras colaborações aos serviços públicos. Por meio da captação de informações, empresas públicas e órgãos federais começam a conhecer melhor os cidadãos atendidos, além de ter maior controle sobre seus processos internos, melhorando o atendimento à população e melhorando o aproveitamento da “máquina pública”. O Big Data, tecnologia responsável por esse tipo de processo, armazena, separa e analisa as informações disponíveis nos mais diversos canais, transformando hábitos, preferências e gostos em “respostas”. Essas respostas guiam os gestores para melhor atender o cliente, oferecer produtos certos ou até mesmo mudar sua operação interna. Considerando que os serviços públicos também devem estar voltados a seus clientes, no caso nós, contribuintes, como o Estado pode construir uma Smart City?

O que é uma Smart City?

Smartphones, Smartcars, seja o “Smart” que você quiser, todos esses dispositivos tem uma característica em comum: usar a tecnologia e inteligência artificial para analisar informações de forma sistêmica, traçando padrões e “respostas” que ajudem suas tarefas diárias. Em uma “Cidade Inteligente” não é diferente, por isso temos que ficar atentos a essa classificação: pontos de Wifi, iluminação com lâmpadas de LED e outras medidas tecnológicas que não tenham impacto direto na vida da população não podem ser consideradas “Smart”, mas sim modernas. A Smart City real usa os mais diversos tipos de tecnologia para melhorar as condições de vida da população, muitas vezes impactando setores que não dependem ou não aparentam usar tantos dispositivos assim, como o transporte público ou a gestão de recursos naturais, por exemplo.

Utilidades:

O setor de utilities, ou utilidades, é aquele que cuida da parte de infraestrutura dentro de uma cidade. Serviços de água e esgoto, iluminação e distribuição de energia são exemplos de “utilities” que compõem a grande São Paulo e podem ser impactadas diretamente pelo uso desse tipo a tecnologia: O conhecimento do histórico de consumo, por exemplo, permite que empresas de água e esgoto tenham visibilidade da operação total, identificando possíveis fraudes e vazamentos. O controle do fluxo de água poderia ajudar na distribuição, permitindo que os órgãos responsáveis manejassem fontes de agua por exemplo, escolhendo o manancial que gere menos custos com tratamento como fonte em períodos de menor consumo e estratégias complementares em picos de demanda.

Atualmente, a SABESP já tem um projeto de análise de dados em andamento, investindo em um “container de dados” que agrupa todas as informações disponíveis na rede de agua e esgoto. O principal resultado do investimento foi o dobro de retorno na área de auditoria, o que gerou lucro real além de economia de água.

Mobilidade:

Só o paulistano sabe como é difícil se locomover na maior cidade do país. Seja por meio do transporte público, carro particular ou até mesmo o famoso Uber, a maioria da população de São Paulo estão insatisfeitos com o seu ir e vir. As opções tecnológicas para esse setor são um pouco mais avançadas e exigem investimento em infraestrutura, conhecimento e equipamento: um dos melhores exemplos de evolução na mobilidade individual atual é o Waze, aplicativo popular que, além de servir como GPS, leva o motorista pelo caminho mais rápido.

Se o Waze facilita tanto a vida das pessoas ao pensar no “individual”, imagine um software desenvolvido pensando no coletivo, analisando os roteiros diários de cada morador de São Paulo, podendo fazer assim melhores trajetos e gestão de sinaleiros por exemplo. Com um pensamento mais futurista, esse tipo de informação pode dar ínicio a uma nova forma de gestão de ruas, em que o fluxo da cidade seria controlado de forma inteligente, adaptando diariamente os sentidos do trânsito por exemplo. No transporte público, o monitoramento do Bilhete Único, principal meio de pagamento de passagens, poderia gerar uma série de informações diárias, possibilitando, por exemplo, uma melhor gestão de frotas, oferecendo mais transporte em horários de pico. Tudo isso de forma certeira e integrada entre todos os meios públicos de locomoção. Hoje já percebemos que a CPTM e o Metrô começam a tentar tomar atitudes “smart”, adotando linhas expressas e controle de tráfego inteligentes, mas que ainda podem melhorar com o uso do Big Data.

No final do dia, o que percebemos é que as informações necessárias para transformar São Paulo em uma cidade inteligente já estão na “mesa”, sendo uma possível mina de ouro para os serviços públicos. Modernizar a máquina estatal abre possibilidades para um melhor aproveitamento dos servidores públicos, melhorando a qualidade de vida dos próprios servidores e da população que depende dos seus serviços, trazendo ganhos reais para a sociedade.

Carlos Bokor é diretor da Teradata Brasil. Mauricio de Paula é Senior Business Consultant da Teradata Brasil.

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Re) Start Me Up traz reflexões sobre propósitos de vida e carreira

Quantas vezes você ouviu alguém dizer que quer largar tudo e mudar de vida? Se reinventar! Em uma sociedade que passa por uma fase de transição comportamental, esse tipo reclamação é cada vez mais frequente e comum entre pessoas das mais diversas faixas etárias. Foi com base nessa realidade que os autores Alexandre Campos – Executivo, André Chaves – Publicitário e Marcio Ogliara – Administrador, se uniram em um projeto iniciado com o livro Re) Start Me Up – Dê uma nova chance para sua carreira. O evento de lançamento acontece no próximo dia 01 de junho, das 19h às 22h na livraria Saraiva Mega Store do Shopping Vila Olímpia.

Com trajetórias profissionais distintas o trio reúne, no livro, ideias para ajudar o leitor a repensar sobre a própria vida, pessoal e profissional. O objetivo é gerar uma profunda reflexão sobre vida, propósito, carreira, trabalho e ambições, com o apoio de insights e referências de grandes pensadores. Longe de ser considerado “um guia de autoajuda”, o conteúdo segue a premissa de ser uma fonte inspiradora para que o leitor possa, enfim, promover um start de si mesmo. A proposta é provocar o público a uma reflexão sobre seu momento de vida e profissional, dando estímulos para que ele seja protagonista de suas decisões, ao avaliar o momento em que está hoje e para onde quer ir.

Para André Chaves, o projeto já nasce moderno na concepção. “Cada vez mais vemos guias com fórmulas ou cases de sucesso, sempre tive uma visão muito crítica quanto a isso, pois todo case é uma história que você conta como lhe convém. O mais legal é você poder ler um livro que não é tendencioso. Teoricamente você tem algo pragmático e as pessoas podem pegar somente o que faz sentido para vida de cada uma delas”, diz.

Com quatro temáticas centrais, Trabalho, Autoconhecimento, O que é Sucesso e Futuro, Re) Start Me Up aborda questionamentos importantes sobre como o indivíduo pode se tornar o protagonista da sua própria história, ao ter a liberdade de fazer inúmeras escolhas que lhe tragam felicidade e realização. “O leitor consegue usar esses quatro espaços como base para refletir e tomar decisões melhores independente da idade. Esse leitor pode ser um jovem no início de carreira, ou estar aos 30 querendo saber se tomou o caminho certo. Pode ter 40 buscando como crescer a partir dali, ou seja, em qualquer etapa que você esteja em sua vida”, diz Marcio Ogliara.

O projeto também fala da capacidade do ser humano de se reinventar diante das adversidades, inspira o leitor a autoanálise de sua vida pessoal e escolhas profissionais. “O livro propõe ação, que você possa experimentar, se lançar no mercado e assim ver se as coisas funcionam ou não em seus projetos. Uma parte importante tratada no livro fala sobre o autoconhecimento, quer dizer, quanto mais a gente experimenta, mais se conhece em situações boas ou em tempos de crise”, destaca Alexandre Campos.

Re) Start Me UP traz a tona o debate sobre o sentido de realização profissional para cada indivíduo e questões como o que realmente traz a felicidade, ao propor que o público encontre a sintonia entre os momentos em família, de lazer e cultura, com a rotina do trabalho. Siga as páginas oficiais do projeto, fique por dentro das novidades e dicas: Facebbok www.fb.com/Restartmeup Instagram @restartmeup, Canal no Youtube e LinkedIn – ReStart Me Up.

Lançamento do livro Re) Start Me Up

Quando: 01/06/2017

Local: Livraria Saraiva Mega Store – Shopping Vila Olímpia

Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia – São Paulo – SP

Horário: das 19h às 22h

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Volvo Cars firma parceria com Google para desenvolver plataforma de aplicativos

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A Volvo Cars acaba de anunciar uma estreita parceria com o Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, para desenvolver a próxima geração de sua premiada interface de infotainment e conectividade baseada no sistema operacional Android, que oferecerá acesso a uma variedade de aplicativos e serviços e deverá estar disponível nos novos modelos Volvo dentro de dois anos.

A parceria promete revolucionar o modo como os clientes da fabricante sueca interagem com os veículos. O grande catálogo de aplicativos populares do Android – desenvolvidos por Google, Volvo ou terceirizados – oferecerá serviços conectados dentro e também ao redor do carro.

“Este é um importante passo estratégico com o Google, que dispõe de plataforma e serviços que vão melhorar a experiência do usuário, permitindo mais possibilidades de personalização. O Android oferecerá maior flexibilidade do ponto de vista do desenvolvimento”, afirma o vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento, Henrik Green.

A parceria entre as empresas reflete a convergência contínua das indústrias automotiva e de tecnologia, à medida em que os carros se tornam cada vez mais conectados. A Volvo acredita que acordos inteligentes desse tipo são o futuro para o setor automobilístico. O Android como o sistema operacional aumentará a velocidade e a flexibilidade no desenvolvimento da plataforma, e oferecerá aos clientes a capacidade de personalizar a experiência de conectividade no veículo.

“Estamos animados com a parceria com a Volvo, pois traremos o Android à próxima geração de carros conectados”, conta o vice-presidente de Engenharia do Android, Patrick Brady. “Essa ação nos dá a oportunidade de oferecer uma experiência ainda melhor aos motoristas Volvo por meio de uma plataforma de infotainment com uma rica variedade de aplicativos e serviços do Google para o Android”.

“Com o advento do Android, vamos abraçar um rico ecossistema, mantendo a nossa icônica interface do usuário Volvo. Ofereceremos centenas de aplicativos populares e a melhor experiência integrada nesse amplo ambiente conectado”, conclui Henrik Green.

A Volvo também está colaborando com o Google em outra iniciativa para adicionar o Google Local Search, um aplicativo de serviço baseado em localização, à linha de produtos atuais. A iniciativa será disponibilizada por meio da atualização dos equipamentos com Sensus Navigation.

Mais detalhes da parceria e do sistema operacional Android serão anunciados em 17 de maio, na apresentação anual de tecnologia do Google, o Google I/O.

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Ataque cibernético coloca o mundo em estado de atenção

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Nos últimos dias testemunhamos um dos maiores ataques cibernéticos da história, com roubo de informações sigilosas de governo e pessoas comuns, que se viram obrigadas a pagar para obter os seus próprios dados de volta. Este é apenas um dos muitos exemplos sobre como o mundo ainda é frágil na segurança da informação. Renato Moreira, Executivo Comercial da DBACorp, explica o que pode ser feito para impedir este tipo de situação, as novas tecnologias disponíveis, e dicas de como se prevenir. Confira a entrevista abaixo:

Como se proteger adequadamente de ataque de hackers em uma empresa?

Este é um assunto muito abrangente, porém, existem ações básicas que podem minimizar o risco de um ataque cibernético nas empresas, como:

1. Instruir os usuários a nunca anotarem suas senhas em algum tipo de rascunho e deixá-los acessíveis a terceiros. Esta seria uma proteção a um ataque hacker social. É muito importante que todos conheçam a política de segurança da empresa e de sua importância, a não adoção destas regras podem comprometer a disponibilidade e dados sensíveis do negócio e dos clientes.

2. Mesmo com todas as proteções, filtros e regras contra as violações de segurança, alguma ameaça pode passar para a camada dos usuários, como e-mails com algum tipo de Malware, Spyware ou outro tipo de código malicioso. Neste caso o usuário deve estar instruído a não abrir qualquer mensagem suspeita, que não tenha confiança da origem. Igualmente o sistema de proteção local deve estar ativo e atualizado para poder identificar e eliminar o risco, sendo assim uma segunda linha de defesa tecnológica.

3. Manter todos os dispositivos conectados à rede que possam ser alvo de algum ataque cibernético protegidos e atualizados. Esta é uma tarefa da equipe de infraestrutura de TI ou de uma área mais especializada em segurança da informação.

4. Com o advento dos smartphones, tablets e melhora dos meios de comunicação, a forma de se trabalhar mudou, ficando descentralizada. Não só as pessoas estão trabalhando remotamente, mas os sistemas estão na Web, disponíveis. Por isso a importância de se projetar estes sistemas garantindo maior segurança possível no acesso a estes dados, monitorando em tempo real e provendo a sua manutenção preventiva.

5. Periodicamente rever toda a política de segurança da empresa e estar sempre atento as tendências de mercado, tanto para os novos tipos de ameaças quanto para as novidades em relação à segurança.

Inúmeros casos já foram contados sobre ataques cibernéticos e no fim, as empresas acabam por contratar profissionais de segurança. Isso revela que as empresas não estão bem preparadas no quesito de segurança?

Infelizmente é uma cultura, pelo menos de grande parte dos gestores de TI, não trabalharem de forma pró ativa na prevenção e adequação de seus ambientes. Aliado a procrastinação existem outros desafios muito difíceis de contornar como a evolução constante das ameaças impedindo que as equipes, em tempo, contra-ataquem de forma eficiente. As técnicas de ataque estão cada vez mais sofisticadas e é um grande desafio manter as atividades de defesa em igualdade de resposta.

A questão da segurança é sempre uma das mais visadas dentro do mundo corporativo quando se fala em redes e internet. O que existe hoje de mais moderno no Brasil para amenizar problemas neste sentido?

Em um mundo cada vez mais conectado, descentralizado e com ameaças cada vez mais sofisticadas, a preocupação com segurança da informação é algo crescente e por isso as empresas e equipes estão enxergando tecnologia e requisitos de negócios como uma simbiose, não podem ser tratadas separadamente. Algumas novas tecnologias, por exemplo:

1. Agentes de Segurança de Acesso à Nuvem: ajudam os profissionais de segurança da informação a fazerem um controle crítico do uso seguro em conformidade com os serviços em nuvem de seus diversos provedores.

2. Detecção e Respostas de Endpoints (EDR): Ajuda a detectar e reagir a uma falha de segurança. A solução tem a capacidade de análise de comportamento e aprendizado com o objetivo de identificar de forma antecipada violações e contra atacar.

3. Aprendizado de Máquina: Técnicas que melhoram as abordagens tradicionais como proteção de memória e prevenção contra Exploit que impedem a entrada das formais mais comuns de ameaças nos sistemas. Outra técnica eficaz é a prevenção automatizada contra Malwares baseados em aprendizado de máquina, que utiliza modelos matemáticos como assinaturas para a identificação e bloqueio de ameaças.

4. Análise de Comportamento de Usuários e da Empresa: esta técnica permite a realização de uma análise de segurança mais ampla, muito parecida com SIEM (Secutiry Information Management), que possibilita um amplo monitoramento da segurança. Elas fornecem análises centradas no comportamento do usuário e outros fatores como Endpoints, redes e aplicativos. A correlação das análises do contexto torna os resultados mais precisos e detecção de ameaças mais eficaz.

5. Microssegmentação e Visibilidade de Fluxo: Quando uma rede já foi invadida a ameaça pode se proliferar para vários sistemas, se movendo livremente na rede. Para contornar a falhas algumas soluções permitem segmentação, monitoração e visualização granular do tráfego da rede invadida. É possível identificar padrões de fluxos de informações anormais e a partir da identificação os especialistas ficam aptos a agir da melhor forma possível.

6. Testes de segurança para DevOps (DevSecOps) – Técnicas que visam o desenvolvimento de aplicações seguras realizando testes de vulnerabilidades e de conectividades utilizando certificados, modelos e padrões que levem as boas práticas resultando em um produto final transparente e seguro.

7. Navegador Remoto: Basicamente seria um browser sendo acessado remotamente em um servidor de navegação. Geralmente as ameaças são apresentadas aos usuários por e-mail, páginas maliciosas ou por URLs, e o acesso sendo realizado fora da rede da empresa reduz muito os riscos de ataque, transferindo os riscos para a rede deste servidor de navegação, que por sua vez terá muito mais meios de proteção.

8. Tecnologia Deception: Tecnologia que utiliza artifícios ou truques para impedir ou eliminar processos cognitivos do invasor. Interrompe sua ferramenta de automação, atrasa suas atividades ou evita o progresso da falha.

Até que ponto um ataque desses pode comprometer uma empresa e colocar usuários em risco?

Em 2015 ataques cibernéticos causaram prejuízos por volta de US$ 315 bilhões em todo o mundo de acordo com a consultoria Grant Thornton. Em um cenário mais extremo um ataque hacker pode acarretar em grandes prejuízos operacionais e não só financeiro. Imagine um ataque ao sistema de tráfego de uma grande cidade, um ataque aos sistemas de navegação dos aviões militares ou não, acessos indevidos as contas pessoais em bancos, manipulação dos sistemas das bolsas de valores, invalidação e vazamento de informações estratégicas, sistemas de comunicação podem ser invadidos e ficar à disposição de grupos extremistas, impossibilitando a comunicação e a organização de uma possível coalização entre governos além de espionagem industrial. Resumidamente o risco não é só empresarial mas sim de todas as áreas de atuação da humanidade.

Após o ataque sofrido, qual é o primeiro passo a ser dado?

Identificar e neutralizar a ameaça, tentando identificar possíveis prejuízos que possam ter ocorrido e que podem colocar em risco a imagem e até mesmo a existência da empresa. A segunda ação deve ser uma revisão imediata da política de segurança e análise da confiabilidade da infraestrutura da empresa com o objetivo de encontrar o ponto de falha que possibilitou a invasão e corrigi-lo.

Como uma empresa de TI deve garantir a segurança de seu cliente?

Proteger as informações de uma empresa requer muitas práticas e rotinas obrigando as empresas especializadas em segurança a investirem em treinamentos, processos e equipamentos que possam minimizar os riscos e também auxiliar empresas e colaboradores a utilizarem os recursos computacionais com responsabilidade respeitando sempre as regras de segurança e compliance. Muitas companhias estão optando pela terceirização de recursos e serviços visando aproveitar todo o diferencial técnico e de conhecimento destes profissionais, o que pode ser um diferencial para a estratégia de segurança da empresa.

Existe, de fato, alguma rede 100% segura? É possível garantir isso?

De fato, não é possível afirmar que exista hoje uma rede 100% segura, diante de tantos fatos e números. De acordo com a PWC houve um aumento de 274% em números de ataques cibernéticos no Brasil em 2015. As empresas devem investir mais em segurança e as pessoas devem redobrar a atenção e o comprometimento com as regras de segurança definidas pelas equipes especialistas. Estes números servem par alertar a todos de que precisamos realmente levar a sério os riscos cibernéticos e todas as suas causas. Somente com o avanço tecnológico e comportamental conseguiremos mitigar cada vez mais estes riscos.

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NIC.br recebe sugestões de nomes para novos domínios de cidades

A comunidade de usuários de Internet no Brasil pode, a partir de hoje (15/05), ajudar a escolher os nomes dos novos Domínios de Primeiro Nível (DPNs) sob o “.br”, a nova categoria de “cidades”. É uma oportunidade, por exemplo, para que expressem apoio por “sampa.br” para São Paulo, “poa.br” para Porto Alegre, “rio.br” para o Rio de Janeiro, entre outras opções de nomes. Para enviar a sua sugestão, basta preencher o formulário disponível no sítio da iniciativa do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade responsável pelo registro de domínios sob o .br.

A proposta é criar uma nova categoria de DPN, que englobe inicialmente todas as capitais das Unidades Federativas do Brasil, mais municípios com mais de 500 mil habitantes segundo o IBGE/2016. Nesta leva o total será de 46 localidades (veja a relação das cidades e o regulamento). Ao enviar as sugestões, os usuários informarão sua preferência de “nome popular” ou apelido pelo qual a cidade é tratada e reconhecida.

“A nossa finalidade com esta chamada de sugestões é proporcionar um número maior de opções para o registro do ‘.br’, levando em conta a vontade de identificação do usuário com a sua cidade natal ou adotiva”, ressalta Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br. Hoje, são 3,9 milhões de domínios “.br” registrados e, por enquanto, quase 60 DNPs disponíveis para registro, sendo o “com.br” o mais popular.

A chamada de sugestões segue no ar por tempo indeterminado. Brasileiros com mais de 12 anos de idade poderão enviar quantas sugestões desejarem. Não há premiação, remuneração ou reconhecimento por parte do NIC.br – o objetivo é receber contribuições espontâneas de nomes para novos DPNs de cidades. Os resultados e os novos DPNs de cidades que forem sendo criados serão divulgados ao longo de 2017 no sítio do NIC.br.

Acesse o regulamento na íntegra e participe enviando sugestões de nomes: http://cidades.registro.nic.br/.

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Solução avalia a probabilidade de uma empresa sofrer ataques cibernéticos

A FICO (NYSE:FICO), empresa provedora de soluções analíticas para a tomada de decisões, anuncia sua solução FICO® Enterprise Security Score (ESS), que quantifica e avalia, de forma preditiva, a vulnerabilidade das empresas aos ataques cibernéticos nos próximos 12 meses. Levando em consideração os ativos de rede e dados de diversas fontes externas, aos quais são aplicados algoritmos preditivos avançados para, em seguida, condensar os resultados obtidos em uma métrica de fácil interpretação, a solução quantifica a exposição ao risco de ciberataques de uma forma direta e eficaz.

“A quantificação da vulnerabilidade é o primeiro passo na luta eficaz contra crimes cibernéticos. Com análises quantitativas e empiricamente derivadas, o ESS conduz à mensuração do risco digital de forma objetiva e transparente. Este score de risco corporativo dá às empresas a condição de avaliar sua postura em relação aos seus riscos cibernéticos, para que possa suprir as lacunas de suas defesas. Conseguimos avaliar, com precisão, o risco de um ciberataque à própria organização, bem como a qualquer empresa com a qual o cliente já faça ou deseje fazer negócios“, explica Fábio Cegali, especialista em prevenção a fraudes da FICO para América Latina e Caribe.

A solução, oferecida como um serviço na nuvem, é apoiada por uma plataforma altamente escalável que avalia a segurança de qualquer rede, representada por um score preditivo que dimensiona o risco de futuros ataques, sem a necessidade de instalação de nenhum software ou hardware. O FICO Enterprise Security Score pode ser usado por uma organização para medir seu grau de segurança cibernética e os riscos oferecidos por canais estabelecidos com seus parceiros. A pontuação é gerada empiricamente, com base em técnicas analíticas patenteadas, que trazem consigo mais de 60 anos de experiência da FICO.

As análises são baseadas em informações de instituições que foram vítimas de ataques cibernéticos, combinadas com dezenas de fontes internas ou externas de dados, (públicas e privadas, como por exemplo, listas de ameaças geradas por empresas especializadas em segurança cibernética), para entregar com precisão uma visão de longo prazo em relação à exposição a uma eventual violação de dados.

O produto está disponível em duas modalidades: o FICO® ESS Portrait, projetado para ajudar executivos e gestores de Segurança da Informação a entender em detalhe a exposição da organização aos riscos cibernéticos e avaliar as práticas de gestão de redes para uma rápida tomada de decisão, e o FICO® ESS Profile, que permite monitorar a segurança de dados da empresa junto a parceiros em toda a cadeia de valor, de modo a avaliar os riscos externos que estão além do controle direto da organização.

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7 lições do WannaCry – Por Leonardo Carissimi

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Nestes últimos dias, uma nova ameaça cibernética ganhou notoriedade, o WannaCry. Trata-se de um tipo de código malicioso classificado como ransomware, daqueles que “sequestram” dados de computadores para exigir um dinheiro em troca de devolver o acesso ao seu dono. Ou seja, uma vez infectada a máquina, ele encripta os arquivos e mostra uma tela na qual exige um resgate em dinheiro, tipicamente na moeda eletrônica bitcoins que, assim como o dinheiro vivo, não deixa rastros quando se movimenta e permite circulação de valores entre criminosos.

Interessante é que o WannaCry explora uma vulnerabilidade do sistema operacional Windows conhecida há pelo menos dois meses e que permite execução remota de um código através de uma vulnerabilidade no serviço SMB (Service Message Block).

O que o episódio nos traz de lições?

Crescimento das ameaças cibernéticas: as ameaças crescem em termos de magnitude e agressividade. Com a crescente conectividade, cada nova ameaça tem o potencial de infectar mais equipamentos.

O cibercrime está crescendo: essa nova ameaça também nos recorda que o cibercrime está crescendo, pois cada vez mais as ameaças tem motivação financeira. Elas se tornam mais perigosas, porque as organizações criminosas que as orquestram têm cada vez mais recursos. Podem desenvolver “armas” sofisticadas e agir globalmente com elas.

Impacto real nos negócios: tornaram-se comuns nos últimos dias notícias de empresas que foram contaminadas e tiveram que sujeitar-se a pagar pelo resgate. Outras decidiram por desligar computadores. Nos dois casos, torna-se claro o impacto em termos de custo (seja pelo pagamento pelo resgate ou, pior, pela perda de produtividade).

Prevenção é fundamental e começa com pequenas coisas: a vulnerabilidade é conhecida há pelo menos dois meses, quando a Microsoft publicou um boletim recomendando atualização dos sistemas Windows para corrigi-las. Um trabalho de Gerenciamento de Patchs, complementado de Gerenciamento de Vulnerabilidades, teria evitado a dor de cabeça. Realizar cópias de segurança frequentemente é outra prática bastante corriqueira que ajuda em situações de ransomware. São conceitos simples, mas que precisam ser realizados de forma consistente, com processo, ferramentas e pessoal treinado.

Microssegmentar a rede: a utilização de ferramentas para microssegmentação reduz o estrago. Ao isolar sistemas por microssegmentos, a movimentação lateral realizada pelo malware é contida e ele não contamina uma grande quantidade de equipamentos na rede. Opte pela microssegmentação por software, focando inicialmente em sistemas mais críticos. Isso vai permitir adoção rápida, sem impacto na arquitetura da rede e com custo reduzido. Em médio e longo prazo a técnica vai aumentar a segurança e permitir a simplificação da rede ao reduzir complexidade de firewalls internos e segmentação via VLANs.

Monitoração de Comportamento de Malware: a cada momento surgirão novas ameaças, as quais serão desconhecidas por ferramentas tradicionais de segurança que trabalham com assinaturas e padrões de malware conhecidos. A utilização de ferramentas de correção de eventos é controle necessário, mas não suficiente. Preparar-se para o malware novo requer um SOC (Centro de Operações de Segurança) mais inteligente, que identifique comportamentos anômalos mesmo quando for um ataque novo com assinatura desconhecida. No caso do WannaCry, a comunicação pela porta do SMB, o comportamento de movimentar-se lateralmente dentro da rede, e o endereço de seu “mestre” que tenta contatar, são indícios típicos de algo estranho está acontecendo e que permitiram um SOC inteligente detectar a nova ameaça a tempo.

Resposta a incidentes: Uma vez detectada a nova ameaça, requer-se pronta resposta. Respostas automáticas ou manuais poderiam bloquear tráfego suspeito e eliminar da rede equipamentos contaminados. A utilização de uma Arquitetura de Segurança Adaptativa é recomendada para responder de modo dinâmico, mudando a arquitetura de subredes à medida que contaminações são identificadas. Um exemplo é colocar em quarentena os equipamentos contaminados e evitar que os mesmos contaminem outros.

Leonardo Carissimi, Diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina.

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Transformação digital deve começar pelo básico – Por Edivaldo Rocha

Nasci em Japurá, no noroeste do Paraná, uma cidade que tem 9 mil habitantes e foi ali, no meio de uma fazenda de gado, e um ambiente simples, que comecei a compreender sobre o que realmente faz diferença no sucesso de qualquer empreendimento: o gerenciamento do capital humano. Desde cedo notei que todos gostam de ser bem tratado e ter o seu trabalho reconhecido e é essa a política que busco implementar. Sabemos que as pessoas são o nosso ativo mais importante.

Uma boa gestão de pessoas entende a necessidade do outro, sabe atrair, conquistar, reter, sabe o que cada um precisa para viver bem. Eu tenho prazer em poder contribuir com a evolução dos empregados da empresa, tenho conversas diárias, com muitos colaboradores para ensinar coisas simples como, por exemplo, a fazer um fluxo de caixa, sobre os objetivos de sua vida pessoal e profissional, como estão se preparando e o que os motiva a evoluir.

Como líder e gestor eu sei que é preciso que meus colaboradores tenham a vida pessoal e financeira bem resolvida, uma pessoa cheia de dívidas não vai conseguir produzir de forma adequada, vai estar sempre com a cabeça em outro lugar, e quero ajuda-los para não ter este tipo de preocupação, pois preciso deles 101% focados em nossos clientes. Decidi ajudar estas pessoas a olhar para o básico, fazer o simples, de maneira eficiente, que gere resultados reais para suas vidas e para a empresa, sendo assim, busco o melhor que cada colaborador pode entregar.

Cada gestor sabe que precisa manter os colaboradores engajados, fazer com que todas as tarefas e metas sejam cumpridas de acordo com o planejado. E cabe aos líderes encontrar formas de adaptar a empresa e todos que dela fazem parte às mudanças do mercado.

Sei que os funcionários também podem ter este crescimento como meta. Eu incentivo para que cada líder pense como dono e encontrem os caminhos da mudança, temos sempre que nos reinventar, criar coisas novas. Toda empresa de tecnologia precisa respirar a mudança.

Além de identificarmos os líderes, programamos investir na formação da equipe. Isso garante com que os funcionários reciclem seus conhecimentos e consequentemente, passem a oferecer um melhor serviço e um melhor atendimento aos nossos clientes porque somos preocupados com a qualidade da prestação de nossos serviços.

E não há nada de espetacular nisso, é algo bem simples, mas que muitas vezes é esquecido pelas grandes corporações, pelos CEOs das maiores empresas. E voltando ao básico da boa administração estamos transformando a empresa, sendo mais produtivos e com uma equipe mais feliz.

Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex.

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HID Global apresenta novidades na Cards Payment

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Com foco na experiência do usuário, a 22º edição da Cards Payment & Identification 2017, que acontece de 23 a 25 de maio, em São Paulo, trará as mais recentes inovações para meios de pagamentos, cartões, e-commerce, identificação e certificação digital. Com o objetivo de oferecer uma solução eficiente e segura para os setores bancário e Governo, a HID Global, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, apresenta soluções de emissão instantânea de cartões e credenciais mais duráveis.

A entrega imediata de cartões de crédito é uma solução completa para as instituições financeiras, pois além de atrair mais clientes, reduzem custos operacionais, evitam extravios e fraudes, além de proporcionar uma nova experiência para o consumidor, que poderá usufruir de um serviço personalizado.

Essa experiência de emissão instantânea será apresentada no estande da HID, que levará para a feira as impressoras da linha FARGO®. Entre elas a DTC5500LMX, que recebeu recentemente a certificação ambiental Green Circle. O selo internacional garante as atuais reinvindicações por uma produção sustentável de cartões e coloca a empresa na posição de líder em serviços de credenciais mais duráveis.

A solução de emissão segura da HID Global traz um projeto de laminado inovador que visa redução de custos, de energia e desperdício. A nova versão da FARGO® DTC5500LMX permite uma redução de 92% nos resíduos, após o consumo dos usuários e 66% de consumo de energia. Além disso, a capacidade de duração do produto é 4 vezes maior que a geração anterior.

“Com esse novo projeto, a estimativa de uso das impressoras é de mais 5 anos. E quando pensamos em descarte de dispositivos de impressão em aterros, com esse novo produto a evasão seria de 50 toneladas”, afirma o Diretor de Secure Issuance da HID Global no Brasil e Cone Sul, Fernando Giroto. O executivo ressalta ainda que essa solução representa uma redução significativa em custos operacionais para a empresa e permite avançar em competitividade no mercado.

Mercado de Adquirências de cartões

A inclusão do brasileiro no mundo das finanças está ligada diretamente ao crescimento do mercado de cartões. As modalidades de débito e crédito representam 30% dos gastos dos consumidores. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o volume de transação efetiva com cartões deve movimentar R$ 1,22 trilhão até o final do ano. Em dez anos, a entidade aponta que esse montante cresceu 265% e o resultado são as mudanças significativas no cenário de pagamentos eletrônicos.

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Como aplicar a Lei da Terceirização: aspectos trabalhista, econômico e jurídico

A nova Lei de Terceirização (Lei nº 13.429/2017), sancionada pelo presidente Miguel Temer, no dia 31 de março, trouxe uma nova realidade para as relações de trabalho no País, o que está mexendo com a vida de empresários, trabalhadores, contadores, equipes de Recursos Humanos e de todos aqueles que estão envolvidos com a contratação de mão de obra.

Assim é preciso entender os impactos imediatos da nova lei; os riscos da terceirização da atividade fim; a possibilidade de perda de direitos trabalhistas e outros aspectos como as características do contrato terceirizado e do contrato com a pessoa jurídica, entre outros aspectos.

Para estabelecer essa relação com maior segurança econômica e jurídica, os especialistas em Direito Empresarial, Direito Tributário e do Trabalho, Alessandra Farias que é professora e mestre no assunto e Ricardo Glasenapp professor e doutor, diretores da Digitalis Direito e Tecnologia, realizarão o curso A Lei da Terceirização e seus reflexos trabalhistas e econômicos, no qual, além de alertar para os principais riscos aos quais todos estão sujeitos, farão uma análise da legislação trabalhista vigente apontando a tendência dos juízes e Tribunais do Trabalho ao analisar as novas relações.

Outro aspecto importante da nova lei é o reconhecimento da “pejotização”, ou seja, nesta relação a empresa contrata o trabalhador como pessoa jurídica, sem quaisquer direitos trabalhistas já que o contrato é regulado pelo Código Civil. “Cumpre lembrar que ainda que haja uma relação jurídica entre pessoas jurídicas, caso a Justiça do Trabalho venha a reconhecer no futuro vínculo de emprego entre as partes, diante das características de empregado, estará presente o vinculo trabalhista”, assegura Alessandra Farias .

O curso, com sete horas de duração, será ministrado no dia 17 de maio, das 9 às 16:30, na Avenida Paulista, 1776, 1.andar – próximo ao Metrô Trianon Masp. O investimento é de R$ 240,00, e as inscrições podem ser feitas no site: www.digitalis.net.br

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BC Partners e Medina Capital concluem aquisição da Easy Solutions

As empresas de private equity BC Partners e Medina Capital anunciaram hoje a conclusão da aquisição da Easy Solutions, bem como do portfólio de centros de dados da Centurylink e de centros de dados e análises de dados da Medina Capital. As transações avaliadas em aproximadamente 2,8 bilhões de dólares culminaram na formação de uma empresa chamada Cyxtera Technologies, que iniciou suas operações imediatamente. Fundada originalmente na Colômbia, a Easy Solutions tem sua sede em Miami – Flórida, com escritórios em Atlanta, São Paulo, Londres, Dubai e Tóquio.

A Cyxtera reúne um centro de dados global e um portfólio de segurança diversificado, moderno e baseado na nuvem, composto por quatro empresas inovadoras: Cryptzone, Catbird, Easy Solutions e Brainspace. O portfólio do grupo oferece uma plataforma de infraestrutura poderosa, segura e resistente, desenvolvida para as complexas e híbridas arquiteturas de TI de hoje, e capaz de proteger e suportar infraestruturas dedicadas e provedores de serviços na nuvem públicos e privados, com recursos de software e serviços que estendem a proteção a ambientes locais. A Cyxtera atende a mais de 3.500 clientes em todo o mundo.

“A Easy Solutions está bem posicionada para atender à crescente demanda por proteção antifraude decorrente da transformação digital experimentada pelas empresas. Ao nos tornarmos uma empresa Cyxtera, nós teremos mais recursos, maior capacidade e um alcance global que nos possibilitarão inovar mais rápido, expandir as nossas soluções e atender melhor aos nossos clientes e parceiros em todo mundo”, afirmou Ricardo Villadiego, CEO da Easy Solutions. “A possibilidade de trabalhar com um portfólio completo de recursos de segurança complementares, que inclui detecção e prevenção de fraude, machine learning e perímetro definido por software, nos permitirá desenvolver e oferecer as mais avançadas soluções de proteção contra fraude que o mundo já viu.”

Manuel D. Medina, fundador e sócio-gerente da Medina Capital e fundador e ex-CEO da Terremark Worldwide, comanda a Cyxtera. A equipe executiva da Cyxtera também conta com líderes das cinco empresas adquiridas, como o próprio Villadiego, representando a Easy Solutions, e uma lista de veteranos dos setores de infraestrutura empresarial e segurança cibernética.

“As últimas duas décadas trouxeram mudanças significativas na disponibilidade, agilidade e escalabilidade das empresas de TI, e a próxima era deve ser marcada por uma revolução semelhante na infraestrutura de segurança”, afirmou Medina. “Estou orgulhoso e empolgado por ter a oportunidade de trabalhar com uma equipe de profissionais experientes, com excelência comprovada nas áreas de infraestrutura de TI e segurança cibernética, no lançamento de uma nova plataforma global para ajudar os nossos clientes a operar e proteger seus sistemas empresariais e aplicações críticas. Estou muito feliz por dar as boas-vindas para a nossa equipe, nossos clientes e nossos parceiros à Cyxtera.”

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