Page

Author admin

CFO da Ingresso Rápido assume com a missão de preparar a empresa para se tornar líder global do setor

unnamed (72)

Diego Barreto assume a área Financeira da Ingresso Rápido, sendo responsável por toda a cadeia financeira, supply chain, gestão de ativos e aspectos legais da ticketeria, que opera mais de 1.000 eventos por mês, como shows, concertos, teatros, festas festivais, entre outros. Investindo constantemente em inovação, tecnologia e em parcerias com grandes produtores, casas e eventos importantes, a Ingresso Rápido é hoje líder do setor de entretenimento ao vivo no Brasil. Resultado da adoção de novas tecnologias, as vendas da empresa cresceram 40% até março de 2017, sendo que as compras feitas pelos canais digitais dobraram e as transações mobiles já são responsáveis por mais de 25% do total de vendas.

Este é o cenário atual que o executivo, vindo de empresas da economia tradicional, tem como missão administrar, para preparar a Ingresso Rápido em sua expansão internacional. “Estamos trabalhando com a meta de nos tornar, até 2018, a empresa líder em vendas de ingressos na América Latina para, então, nos posicionar globalmente. Temos muito trabalho pela frente, pois não acredito em providência divina ou sorte, mas em criar uma sequência de oportunidades com o investimento em tecnologia e experiência ao usuário”, considera o CFO da Ingresso Rápido.

Diego Barreto construiu sua trajetória profissional em empresas dos setores de papel e celulose, infraestrutura, energia e imobiliário. Mesmo graduado em Direito, Barreto decidiu ingressar no mundo das finanças. Com 23 anos de idade, liderou operações de IPOs e M&As, aos 24, assumiu seu primeiro cargo de gestão e, aos 26, já ministrava aulas na FIA e na FGV. Aos 27, tornou-se diretor financeiro de uma multinacional brasileira. E, hoje, aos 34 anos, o executivo troca o perfil das organizações tradicionais por uma empresa com alta capacidade de inovação, baseada em tecnologia e serviços.

Tags, , , ,

Empresa aperfeiçoa gestão com experiência do usuário

Atender às demandas dentro do prazo é apenas um de muitos desafios de empresas com lojas virtuais que começam a crescer rapidamente. Além de adequar a operação – para manter estoque, financeiro e demais processos em dia –, cada vez mais, há um esforço por orquestrar a rotina de modo a surpreender positivamente o cliente.

Foi em busca de agilidade e eficiência para o gerenciamento da Casa das Capotas – loja especializada em acessórios para pick ups e utilitários –, que a Tiny, criadora do sistema de gestão online para micro e pequenas empresas, implementou um modelo de atendimento customizado.

“Ao acompanhar a rotina dos colaboradores in loco, foi como ‘calçar os sapatos do cliente’ e compreender seus problemas. Esse processo motivou nossa equipe e a colocou em outro patamar, exercitando a empatia e o foco em busca de soluções mais efetivas”, afirma Rogério Tessari, CEO da Tiny.

O desafio da Casa das Capotas envolvia o processamento de pedidos, que era manual e, portanto, moroso e sujeito a falhas, além da necessidade de despachar produtos rapidamente, principalmente os prioritários, isto é, quando o cliente paga mais para receber em menor prazo.

Cenário

Antes do projeto, a empresa despachava de 20% a 30% dos pedidos com pagamentos aprovados no mesmo dia. Com as melhorias, os pedidos passaram a ser processados em lotes e a otimização da operação logística elevou o despacho para 60%.

“Em pouco mais de três meses melhoramos o fluxo de operações, reduzimos em mais de 50% o tempo necessário para processar pedidos – o que gerou economia de mão de obra e praticamente eliminou erros decorrentes de intervenção dos operadores. Além disso, estabelecemos um sistema de reserva, reduzindo drasticamente as rupturas de estoque”, afirma Michel Carra, sócio da empresa e responsável pela operação do e-commerce.

Experiência do usuário

Ao contrário da maioria dos projetos de experiência do usuário, que focam no consumidor, o enfoque desse foi na rotina de pessoas da empresa orientado pelo modelo “In-process research” e de técnicas de usabilidade. O uso, comportamentos e problemas enfrentados pelos usuários internos da empresa foram observados e o método contemplou entrevistas qualitativas, definição de estereótipos de usuários (personas), tarefas, criação de cenário de uso da plataforma de ERP nas situações observadas (storyboard), rascunho das interfaces (wireframe) e fase de teste antes da liberação final para uso (beta launch).

Como resultado desse estudo, a equipe da Tiny projetou soluções, como adequação de processos, novas funcionalidades e mudanças de interface, não só atendendo às demandas da Casa das Capotas, mas também de forma a replicar essas melhorias para todos os usuários do Tiny ERP.

“Criamos estereótipos dos usuários, com base nos usuários reais observados e outros, fora do contexto inicial, para desenhar uma solução mais genérica, que pudesse, além de resolver o problema específico do cliente, ser boa para os demais clientes”, conta Tessari.

Tags, , , , ,

O Estado, as startups e a tecnologia: um incentivo fornecido por contratos públicos – Por Ulrich Dietz

Não é apenas a tão aclamada combinação de empreendedorismo e venture capital que tem transformado muitas jovens empresas de tecnologia em grandes players e líderes de tecnologia nos Estados Unidos. O Estado também desempenha um papel decisivo como um cliente público que confere um selo de qualidade, ou seja, um cliente que transforma um investimento em uma aposta segura e contratos lucrativos, tendo em conta seus próprios interesses.

A Palantir, por exemplo, é uma startup de tecnologia com base no Vale do Silício que ficou conhecida por produzir software de análise de Big Data para o serviço secreto e as forças armadas. E tornou-se tão grande que agora é uma das mais valiosas startups do mundo.

De acordo com o Wall Street Journal, a Palantir foi classificada na categoria Unicórnio, pertencente às startups privadas de tecnologia que valem US$ 1 bilhão ou mais e é a quarta na lista das maiores empresas financiadas por capital de risco (Venture Capital), à frente de empresas como Snapchat e SpaceX, estando atrás apenas da Uber, Xiaomi e AirBnB.

Apesar de seu tamanho, a Palantir é relativamente desconhecida pelo grande público. Foi fundada em 2004 como uma empresa de inteligência cibernética e mantém um perfil discreto. Ser muito conhecida pode ser prejudicial quando se está na linha de negócios que começou com a CIA.

O serviço de inteligência dos EUA criou sua própria empresa de capital de risco chamada In-Q-Tel, antes dos atentados de 9/11. A In-Q-Tel gerou cerca de 100 startups de TI com o objetivo de rapidamente ter acesso a novas tecnologias que poderiam ser úteis para a segurança nacional e à defesa. Com mais de três mil funcionários, a Palantir é uma das empresas mais bem sucedidas neste grupo. Há algum tempo, o software da Palantir tem sido usado por quase todas as autoridades envolvidas na segurança nacional dos Estados Unidos. Isto se tornou de conhecimento público depois de um vazamento de informações em 2015 para o blog TechCrunch. Assim como a CIA, o software é usado pela NSA, o FBI, o Department of Homeland Security, a Força Aérea dos EUA e o Corpo de Fuzileiros Navais.

A Palantir, criada por meio de capital de risco por seu co-fundador Peter Thiel, não é um é um caso isolado. As empresas de alta tecnologia têm sido ajudadas por contratos públicos nos Estados Unidos e de Israel há anos. Isto tem acontecido principalmente nos setores altamente sensíveis de segurança e analytics. Da mesma forma, os fundos públicos são muitas vezes canalizados em projetos nas áreas de biotecnologia, enterprise computing, robótica e programas de formação digital.

De acordo com a Crunchbase, em 2013, dos 1,1 bilhão de dólares em contratos públicos com startups de tecnologia, 56% dos recursos foram destinados a novas empresas de transporte, especialmente na indústria aeroespacial. O principal beneficiário desses contratos é a SpaceX.

A startup do arrojado fundador da Tesla Inc., Elon Musk, aparentemente recebeu mais de 1,3 bilhão de dólares de fundos públicos dos EUA desde 2008. Além de transportar regularmente cargas comerciais para o espaço, sua empresa também alavancou outros contratos com a NASA e conseguiu posicionar-se como um importante parceiro para o transporte de mercadorias para a estação espacial internacional (ISS).

A SpaceX também tem trabalhado com a agência espacial americana no campo de viagens espaciais tripuladas. Este ano, a startup sediada na Califórnia recebeu sua primeira encomenda das forças armadas dos Estados Unidos para o lançamento de um foguete. Em 2018, a companhia irá colocar em órbita um satélite GPS para a força aérea dos EUA. Durante o processo de licitação do projeto, a SpaceX venceu com certa facilidade o único concorrente – a aliança United Launch, formada pelos veteranos Boeing e Lockheed Martin.

A tendência crescente de contratar empresas privadas para projetos aeroespaciais teve início com a NASA, com a chamada ‘NASA Authorization Act of 2010’. A lei visa apoiar viagens tripuladas espaciais, especialmente o desenvolvimento de novos sistemas e serviços para fornecimento e assistência da Estação Espacial Internacional.

Na realidade, os recém-chegados à corrida espacial são uma perspectiva altamente interessante para todos os tipos de investidores privados nos dias de hoje: de acordo com dados divulgados pela consultoria norte-americana Tauri Group, 1,8 bilhão de dólares de capital de risco foram investidos em 22 startups espaciais somente em 2015.

É fundamental que as autoridades não apenas apoiem o desenvolvimento diretamente por meio de investimentos maciços, mas também viabilizem projetos com clientes sólidos para novas tecnologias e produtos.

Normalmente, são assinados contratos de longo prazo, que garantem a segurança do investimento. Isso, por sua vez, atrai potenciais investidores de capital de risco do setor privado – fechando o círculo. Além disso, um contrato com o governo funciona como um selo de aprovação. Afinal, com os rigorosos controles e verificações de segurança para contratos públicos, que melhores referências é preciso para conseguir clientes no setor privado? Um exemplo disto é a Palantir, que agora gera cerca de metade do seu volume de negócios por meio de contratos com o setor privado.

Os EUA são um bom exemplo de como os cofres públicos podem ser usados como um instrumento eficaz para apoiar jovens empresas de tecnologia e promover o desenvolvimento de soluções ultra inovadoras. Esse financiamento coloca as agências de segurança do Estado em uma vantagem significativa, especialmente em campos que giram em torno da segurança.. Tratam-se de soluções com abordagem orientada para o futuro que proporcionam benefícios econômicos a longo prazo e energia ecológica, que asseguram cuidados de saúde eficientes, sistemas de transporte inteligentes e comunicação segura, dentro das estratégias de alta tecnologia do Governo Federal. O setor público deve analisar e levar em consideração as novas empresas tecnológicas na concessão de contratos públicos. É uma maneira rápida e pragmática de liberar potencial inovador.

Ulrich Dietz, CEO do Grupo GFT, provedor global de soluções de Tecnologia da Informação para o setor financeiro

Tags, , , ,

Things Mobile: nasce a primeira operadora móvel global dedicada à Internet das coisas

A Things Mobile, a operadora móvel global especializada na Internet das coisas, é o golpe de mestre de Manuel Zanella, que tem dez anos de experiência em roaming internacional e no mercado de TLC, com suas empresas Zeromobile e ChatSim, o chip criado para conversas gratuitas e ilimitadas pelo WhatsApp e outros aplicativos de mensagens instantâneas. É neste projeto que a Zeromobile é a maior acionista, enquanto Angelsim Sarl e Juan de la Coba – o primeiro já é investidor da ChatSim, e o segundo é seu cofundador – são os outros principais parceiros.

Things Mobile é a evolução no campo do intercâmbio de dados: “A Things Mobile foi criada com um importante objetivo: atualizar a tecnologia dos objetos conectados à internet, tornando-os mais fáceis de usar, mais rápidos e mais convenientes. Uma vez que a maioria dos aparelhos troca bem poucos quilobytes, a nossa taxa garante custos de conexão muito baixos e nenhuma taxa de gerenciamento dos aparelhos”, enfatiza Manuel Zanella.

A taxa mais as características técnicas únicas do chip faz com que a Things Mobile seja a operadora de IoT mais acessível, competitiva e confiável nos mercados globais. Ela permite conectar e gerenciar produtos da IoT em todo o mundo, com uma taxa muito competitiva, a partir de ? 0,10/MB nos países mais importantes. A conexão sem fio da Things Mobile funciona em qualquer lugar, mesmo sem Wi-Fi.

O chip da Things Mobile garante uma conexão de dados com mais de 50% de economia em relação às operadoras móveis convencionais, graças a acordos com 250 parceiros credenciados em mais de 165 países, fornecendo a melhor conexão, cobertura e qualidade.

É a nova solução global da IoT que garante conexão sem fio em todo o mundo sem custos iniciais nem fixos. Funciona com conectividade de múltiplas redes. Este chip inovador para os aparelhos da IoT é compatível com clientes de todas as redes: 2G, 3G e 4G LTE.

Tags,

Liga IoT: Conheça as 5 startups escolhidas pela Liga Ventures

Com parceria da Tivit e Intel, startups selecionadas trarão soluções de negócio para a indústria e a automação de casas e edifícios

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – apresenta as 5 escolhidas que participarão do primeiro ciclo de aceleração da Liga IoT, focado em soluções para Internet das Coisas.

Com o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios entre os participantes, a Liga IoT proporcionará também um amplo networking com potenciais parceiros e investidores, além de testar novos modelos de mercado.?

O programa recebeu cerca de 200 empresas inscritas, que passaram por três etapas de seleção: triagem, entrevista e apresentação de negócios para uma plateia repleta de profissionais conceituados. As startups trouxeram propostas de diversos temas de interesse, como soluções para aumentar a produtividade nas indústrias, automação residencial, rastreamento, segurança, identificação de pessoas e ativos, entre outros.

De acordo com Rogério Tamassia – diretor da Liga Ventures – um dos grandes objetivos do Liga IoT é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que a Internet das Coisas está trazendo para diversos setores. “As grandes empresas já descobriram que é possível usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo. Isso deixa de ser power-point sobre tendências e passa a ser inovação real e concreta”, afirma.
Para Norberto Tomasini, Diretor de Digital & Business Solutions Sales da TIVIT, participar de parcerias como a Liga IoT é importante e faz parte do movimento de incentivo ao digital. Segundo o diretor, “ao nos aproximarmos de startups, temos a oportunidade de trocar cultura e aprendizado com essas empresas, e com isso fomentar a inovação e novas soluções para nossos clientes”, comenta.

Programa de aceleração

As startups escolhidas serão aceleradas durante quatro meses e terão mentorias com executivos do setor e com a rede dada Liga Ventures, além de terem a oportunidade de gerar novos negócios com as empresas parceiras e acesso a investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Conheça as startups que farão parte da Liga IoT:

Audio Alerta: Solução de audio analytics aplicada a segurança pública e privada, que utiliza sensores de áudio e inteligência artificial para monitorar ambientes e detectar eventos como tiros, batidas, explosões e quedas.
Site: www.audioalerta.com.br

DEV Tecnologia: A DEV desenvolve soluções especializadas em Internet das Coisas sob demanda para grandes empresas e produtos próprios, como o conjunto de soluções DEV Beacon, DEV SmartTag e DEV SmartScanner, aplicado para monitoramento e localização de pessoas e ativos em ambientes indoor.

Site: www.devtecnologia.com.br

LoopKey: Sistema de controle de acessos para espaços inteligentes.

Site: www.loopkey.com.br

Nexxto: Através de solução IoT composta de sensores que se comunicam diretamente com a nuvem, a NEXXTO oferece redução de perdas, melhoras no controle, na eficiência operacional, na qualidade dos produtos e na visibilidade da operação para o varejo.
Site: www.nexxto.com

Ubivis: A Ubivis oferece um sistema end-to-end, não intrusivo, que utiliza Internet das Coisas para aumentar a produtividade da manufatura e moderniza o processo fabril.

Site: www.ubivis.io

Tags, , , , , , , , , ,

Farmacêuticas rumo à fabricação inteligente?

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia os resultados do seu relatório sobre Fábricas Inteligentes. O estudo, conduzido pelo Instituto de Transformação Digital da Capgemini, prevê que metade das fábricas poderia ser inteligente até o final de 2022. No entanto, pouco mais de um terço (37%) das empresas de ciências da vida e farmacêuticas estão alavancando a tecnologia digital em busca de um modelo de negócio disruptivo.

Geralmente descrita como a pedra estrutural da “Revolução Digital Industrial”, uma fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais, como IoT (Internet das Coisas), big data analytics (análise inteligente de dados), inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs colaborativos, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

A pesquisa, que foi realizada de fevereiro a março de 2017, entrevistou mil executivos que ocupam o cargo de diretoria para cima em empresas de manufatura com uma receita de mais de US$1 bilhão ao ano. A pesquisa foi conduzida em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos e bens de consumo. Diretores da Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia responderam entrevistas qualitativas e quantitativas.

Tags, , ,

Vale do Silício da Índia pode ficar sem água a partir de 2020

84edec85-b215-44d9-91c4-a0b97c1eff08

A cidade de Bangalore não é chamada de “Vale do Silício da Índia” à toa. É lá que fica o distrito de Whitefield, onde estão instaladas as sedes de gigantes do mundo da tecnologia como Dell, IBM, Oracle e Huawei, além de potências locais do setor, como a Infosys e a Wipro. Ficam em Bangalore, ainda, os centros de pesquisa e desenvolvimento de grupos como Airbus, Google, Mercedes-Benz e Shell, e os laboratórios responsáveis pelo programa espacial indiano. A cidade é a quarta região metropolitana mais produtiva do país, está entre as 300 mais ricas do mundo, e cresce a taxas que superam os 10% anuais. Bangalore, porém, pode se tornar inabitável a partir de 2020. E o problema da cidade tem um nome: água.

Historicamente, Bangalore sofre para garantir o acesso de seus habitantes ao recurso. Desde o século 16, por exemplo, autoridades têm construído lagos artificiais na região para acumular o líquido e abastecer os lençóis freáticos sempre que chove – coisa que não tem acontecido com grande frequência. Nos últimos 15 anos os problemas que sempre existiram, pioraram. Não só as chuvas passaram a cair com ainda menos frequência, mas a população cresceu em ritmo acelerado. Entre 2001 e 2017, por exemplo, o número de habitantes da cidade saltou de 5,7 milhões para 10,5 milhões.

A infraestrutura de distribuição de água tratada da cidade, que nunca foi das melhores, não acompanhou o crescimento. Com a explosão de novas demandas – por moradia, escolas e transporte, entre outros – a água e as boas práticas de gestão de recursos hídricos foram praticamente esquecidas. Faixas longas e largas de terra foram impermeabilizadas para construir estradas e estacionamentos e antigos lagos artificiais foram aterrados para dar lugar a condomínios de prédios comerciais e residenciais. Um levantamento da revista Wired mostrou que, em 1986, eram 389 lagos, hoje, são 81, dos quais mais da metade está tão poluída que chega a se incendiar, tamanha a concentração de substâncias impróprias no líquido.

A máfia da água

Sem água, os moradores da cidade passaram a furar poços em ritmo insustentável. Foi a partir de um levantamento que mostrou o ritmo de exploração da água armazenada em lençóis freáticos da região que se fez a previsão de que a cidade seria inabitável pela falta do recurso a partir de 2020. Antigamente, quem furava um poço em Bangalore encontrava água a, no máximo, 60 metros de profundidade. Hoje, a menos de 300 metros, ninguém mais acha um fio de água sequer.

Para dar conta da demanda dos ricos moradores, uma rede de mais de três mil caminhões pipa se organizou para distribuir dezenas de milhões de litros de água. Não tardou para que a cartelização, o loteamento de bairros e até o lobby contra medidas de gestão hídrica mais eficientes surgissem para proteger o lucrativo mercado que surgiu.

Existe uma saída

Em entrevista à revista Wired, o urbanista S. Vishwanath, descrito como “o principal evangelista pelo consumo sustentável de água” da cidade arrolou as medidas que, segundo ele, não apenas mitigariam, como resolveriam o problema. Se os prédios comerciais e residenciais instalassem sistemas de coleta de água de chuva, se a cidade recorresse ao reúso de suas águas, se ritmo de construção de empreendimentos infraestruturais e comerciais que impermeabilizam o solo diminuísse e se os lagos da cidade fossem reativados – o problemas desapareceriam por completo. Os lençóis freáticos seriam recarregados e todos teriam água sem precisar recorrer à chamada “máfia da água”.

Até 2020, saberemos se Bangalore correu atrás do prejuízo e se conseguiu reverter a sua situação. Às outras capitais mundiais fica o alerta: não tratar a água com a atenção que ela merece pode ter consequências gravíssimas, mesmo em cidades ricas e com populações esclarecidas.

Tags,

Empresa de TI dribla falta de mão de obra do setor com criatividade

ff951e1a-ef15-4386-b7da-c19c4eb9a7e3

Conhecida no passado como a cidade do café, Londrina, no interior do Paraná se destaca nos dias de hoje como um importante polo de tecnologia da região sul do país. Grandes empresas do setor e também uma gama de startups concentram suas atividades na cidade. De acordo com o Sebrae Londrina, existem atualmente cerca de 1500 empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) instaladas na cidade, que concentra também a maior parte das startups do Estado, são 244, ou cerca de 30% do total do Paraná (792).

Com o mercado aquecido na área, uma das dificuldades enfrentadas pelas empresas do segmento é encontrar mão de obra qualificada e, mais que isso, desenvolver programas para reter talentos, como destaca a executiva de gestão de pessoas da Advise Brasil, Bruna Canali. “O melhor a ser feito é reter os talentos, pois com a alta procura por profissionais de tecnologia, sabemos que uma perda pode levar um bom tempo para ser recuperada. Já tivemos cargo vago de analista desenvolvedor aqui na Advise por até 60 dias e isso impacta muito nas atividades do setor, gerando atraso em entregas importantes”, revela.

A empresa que desenvolve software para advogados e opera suas atividades há 15 anos em Londrina estruturou uma série de ações para evitar a evasão dos funcionários. “Nossa preocupação é constante com o bem-estar dos colaboradores. As ações passam tanto pelos cuidados com a saúde deles na empresa e, para isso, disponibilizamos frutas durante o expediente, intervalos no decorrer da jornada de trabalho, sala de descanso e ginástica laboral, como também com a vida social e fora do trabalho. Neste caso, desenvolvemos programas como home office de 5 meses após a licença-maternidade, folga no dia do aniversário, momentos de gincana e confraternização, comemoração de datas importantes como dia das mães, dia do homem, Páscoa, Natal, entre outras ”, destaca.

Com as ações, a rotatividade na empresa diminuiu consideravelmente. No último ano, a média do tempo de serviço de um funcionário foi de 3 anos, enquanto que em 2015 a permanência na empresa era de 2 anos e 5 meses, o que comprova que os investimentos no colaborador são essenciais para mantê-lo feliz e satisfeito no trabalho. “Os ganhos com a retenção são imensuráveis. Uma equipe fortalecida e que conhece bem o funcionamento da empresa produz mais e consequentemente impacta positivamente no crescimento da instituição como um todo. Enquanto muitas empresas fecharam as portas em 2016, nosso faturamento cresceu 16%”, finaliza.

Tags,

Brasil é maior alvo de ataques visando bloqueio a serviços digitais na América Latina

Na América Latina, o Brasil é o país que sofre o maior número de ataques DDoS (54%). Dirigem-se também ao Brasil os ataques de negação de serviço mais intensos, seguindo-se Argentina, Chile, Equador, Colômbia e México. Esses dados foram recolhidos pela Arbor Networks na pesquisa para seu 12º Relatório Anual sobre Segurança da Infraestrutura Global de Redes, o WISR (sigla em inglês de Worldwide Infrastructure Security Report).

A Arbor Networks é uma das patrocinadoras do LACNIC 27, organizado pelo Registro de Endereçamento da Internet da América Latina e o Caribe (LACNIC), em conjunto com o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) e com o CGI.br (Comitê Gestor de Internet no Brasil). O evento reunirá a comunidade latino-americana de Internet no Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort, em Foz do Iguaçu de hoje até o dia 26. A palestra de Julio Arruda, Solution Architect da Arbor Networks, com o título “Arbor WISR XII: The Stakes Have Changed” (12º Relatório WISR da Arbor: o jogo mudou), se realizará no dia 24, das 16:30 às17h no salão Bourbom.

Ataques mais frequentes, de maior volume e de maior complexidade

De acordo com o relatório da Arbor, os ataques DDoS se tornam em todo o mundo – e a América Latina não é exceção – mais frequentes, e, também, mais intensos, utilizando-se de maciços volumes de solicitações de acesso para bloquear, como em uma via de trânsito engarrafada, as solicitações legítimas.

Julio Arruda comenta que, em 2016, os ataques volumétricos mais expressivos se realizaram tendo como “armas” as redes zumbi, ou botnets, formadas por dispositivos IoT, como, por exemplo, câmeras de vigilância: “embora o primeiro grande ataque utilizando dispositivos IoT tenha sido identificado em 2013, em 2016 assistimos à sua disseminação, devido principalmente a dois fatores: em primeiro lugar, a utilização cada vez mais ampla desses dispositivos por empresas em residências; depois, por características inerentes a esses aparelhos que facilitam seu ‘recrutamento’ para as redes zumbi”.

A complexidade dos ataques também vem aumentando, com a utilização simultânea de diversos vetores para atacar diferentes pontos da infraestrutura da organização visada, o que torna mais difícil a defesa contra eles.

Baixe o resumo do 12º Relatório WISR em: http://br.arbornetworks.com/visibilidad-de-redes/

Tags, , ,

Valid Certificadora marca presença no Cards Payment & Id 2017

A Valid Certificadora, empresa totalmente dedicada à Certificação Digital, participará, em conjunto com Associação Nacional de Certificação Digital – ANCD –, da Cards Payment & Identification, e divulgará aos principais players do mercado o VALID Credentials, aplicativo mobile para emissão, gerenciamento e uso de credenciais baseadas em certificados digitais de identidade e de atributos, permitindo realizar operações de criptografia, autenticação e assinatura digital qualificada, à partir do dispositivo móvel com qualquer sistema Windows, Android e iOS.

Promovida pela Informa Exhibitions, o evento acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo/SP e terá um foco especial na experiência do usuário, demonstrando os benefícios das novas tecnologias na perspectiva do consumidor digital.

Em sua 22ª edição, a feira reunirá profissionais da cadeia produtiva do setor e um público geral interessado, promovendo o compartilhamento de tecnologia e experiências, além de ampliar a rede de relacionamentos e gerar negócios. Entre as novidades que serão apresentadas destacam-se produtos, tendências e tecnologias de cartões para pagamentos, gift cards, identificação digital e biométrica, certificação digital, entre outros serviços.

Paralelamente à exposição, a CARDS promoverá o Congresso – V Seminário Nacional de Certificação Digital, o Fórum e-Commerce e o Fórum Varejo, que contará com palco central em 360º, no meio da feira, onde os palestrantes renomados explanarão sobre como as novas tecnologias podem agregar valor ao relacionamento com clientes, cada vez mais conectados e exigentes.

Segundo Márcio Nunes, diretor geral da Valid Certificadora, a Cards Payment & Identification é o principal evento em meios de pagamentos e identificação. “Não poderíamos deixar de participar desta feira que oferece a oportunidade para o network entre os profissionais das instituições financeiras, varejistas (físico e e-commerce) e governo, possibilitando a divulgação e a disseminação da Certificação Digital, soluções eletrônicas e benefícios de migrar o mundo físico para o digital”, destaca Nunes.

Cards Payment & Identification

Data: 23 a 25 de maio de 2017

Local: Transamérica Expo Center, São Paulo/SP

Informações: https://www.cards-expo.com.br

Tags, , , , ,

SAP Ariba e IBM unem forças para transformar processos de compra usando SAP Leonardo e Watson

A SAP e a IBM anunciam uma aliança global para fornecer soluções para a área de compras baseadas em computação cognitiva que vão redefinir os processos de ponta a ponta, incluindo análise dos custos e sincronização de pagamentos de forma automática e integrada.

Explorando as tecnologias SAP Leonardo, IBM Watson e SAP Ariba, as soluções reunirão inteligência de dados e insights preditivos provenientes de informações não estruturadas para permitir melhor tomada de decisão na gestão de fornecedores, contratos e atividades de provisionamento.

O grupo IBM Global Business Services oferecerá consultoria e serviços para desenvolver, implementar e operar as novas soluções por meio de planejamento sob medida, que ajudarão empresas de todos os tamanhos a reduzir custos e obter melhorias de forma mais rápida. A IBM também vai trabalhar com a SAP Ariba para conquistar novos clientes e levar os usuários da IBM, incluindo os das soluções IBM Emptoris, para a plataforma SAP Ariba, onde poderão contar com os benefícios das atuais versões e da próxima geração de soluções integradas e automatizadas para processos de compra, entre eles análise de custos e sincronização de pagamentos.

Além disso, as empresas vão lançar um novo Centro de Compras baseado em computação cognitiva destinado a promover o desenvolvimento de soluções e serviços inteligentes de aquisição, trabalhando juntas para explorar aplicações de tecnologias emergentes, como a blockchain.

Combinando o melhor do melhor para transformar processos de compra

“Desenvolvemos uma plataforma de compras baseada em computação cognitiva para compreender transações e dados não estruturados. Ao combinar o poder do IBM Watson na nuvem com a solução SAP Ariba, superamos as ofertas existentes no mercado oferecendo aos nossos clientes em comum esse tipo de solução valiosa e sem precedentes”, afirma Jesús Mantas, gerente geral da área de Transformação de Processos Cognitivos do IBM Global Business Services.

“O dia de hoje marca um fato importante na história dos processos de compra”, ressalta Alex Atzberger, presidente da SAP Ariba. “Com recursos da plataforma da SAP Ariba e as capacidades inovadoras do SAP Leonardo e do IBM Watson, as empresas poderão contar com processos ainda mais inteligentes de análise, seleção, compra e pagamento para lidar com todas as categorias de despesas e gerar valor em todos os negócios”, explica Atzberger.

Abordagem inteligente

Ao unir forças, SAP Ariba e IBM usarão insights para capacitar os profissionais da área de compras a tomar decisões mais inteligentes e mais rápidas envolvendo suas cadeias de suprimentos. Novas aplicações poderão dar uma grande contribuição a todo o processo de compras, melhorando a visibilidade sobre os gastos e aprimorando a gestão de conteúdo.

Por exemplo, um assistente digital combinado com os serviços do IBM Watson transformará os eventos de provisionamento, ajudando em tarefas como a definição do tipo correto de solicitação de propostas, a identificação de fornecedores apropriados para participar do processo com base na categoria de produtos, região ou indústria, e o uso de inteligência sobre sinais de mercado e preços para obter melhores resultados.

Com o SAP Leonardo e o IBM Watson, as contratações de fornecedores serão mais inteligentes e mais completas, pois as aplicações identificarão automaticamente termos e condições relevantes alinhados com bibliotecas jurídicas e taxonômicas, descobrirão termos de contrato semelhantes para um produto específico por setor ou região com base em dados de benchmarking e sugerirão preços otimizados baseados no volume esperado e descontos contratuais. A SAP Ariba e a IBM também vão explorar a automação da extração de termos e resumos de contratos para ajudar os clientes a garantir conformidade nos processos de aquisição da nova geração.

Para mais informações sobre a associação entre SAP Ariba e IBM para transformar os processos de compra, clique aqui.

Tags, , , ,

Clientes digitais versus empresas analógicas – Por Gabriel Lobitsky

A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.

O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura

A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?

É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.

Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?

Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:

– Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente

– Preocupação com a experiência do consumidor

– Foco no efeito final e não apenas no produto

Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.

As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer.

Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor

Tags, , ,

Presidentes de bancos, prefeito de São Paulo e youtuber Zach King serão alguns dos destaques do Ciab FEBRABAN 2017

Mais de 280 palestrantes do Brasil e do mundo já estão confirmados para a 27ª edição do Ciab FEBRABAN, principal congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro da América Latina. Com o tema central “Ser Digital”, os participantes poderão acompanhar 73 painéis, divididos em três trilhas técnicas: Produtos, Transformação Digital e Experiência do Cliente. O evento ocorrerá entre 06 e 08 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Em sua abertura, o Ciab FEBRABAN receberá Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN; Gustavo de Souza Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN; João Doria, prefeito de São Paulo; Maurício Machado de Minas, presidente do Conselho do Ciab e vice-presidente do Bradesco; e Adalberto Felinto da Cruz Júnior, secretário-executivo do Banco Central do Brasil.

Destaques

No primeiro dia do evento, logo após a abertura, o auditório FEBRABRAN receberá como keynote speaker, João Doria, que ministrará palestra sobre o tema “Cidades Inteligentes”, a partir das 10h30. Em seguida, às 11h45, Sérgio Rial, presidente executivo do Santander Brasil, abordará o Mundo pós-digital. Outro destaque será Dag Detter, autor e consultor de Investimentos da Detter & CO. Ele estará em um painel, no auditório A, partir das 14h00, junto com Sérgio Cutolo, vice-presidente do BTG Pactual, e o moderador Renato Villela, diretor de Participações Societárias e Imobiliárias da Funcef. Eles falarão sobre o tema “A Riqueza Pública das Cidades”.

Já no segundo dia, a palestra de destaque será do Paulo Rogério Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, que abordará A conveniência de ser mais que digital. Quem encerra as atividades no auditório principal é Oscar Salazar, cofundador do Uber.

O keynote speaker, que finalizará a programação do Ciab FEBRABAN, será o norte-americano Zach King. O ilusionista faz sucesso no Youtube e ficou mais conhecido ainda depois de levar seu conteúdo para outras plataformas como Vine e Instagram. Zach fará a palestra “O Contador de Histórias que há em nós”.

Trilhas Técnicas

A trilha de Produtos inclui a parte de seguros e de Meios de Pagamento, que foram desenvolvidas em parceria com a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços), respectivamente. Dentro desta trilha, será realizado um painel de discussão sobre a Nova Plataforma de Cobrança, que contará com a participação do João Carlos Pinto de Mello, gerente executivo da Diretoria de Soluções Empresariais do Banco do Brasil; Joaquim Kavakama, superintendente geral da CIP, e terá como moderador Leandro Vilain, diretor de Políticas de Negócios e Operações da FEBRABAN. Esse painel ocorrerá no primeiro dia, no auditório G3, às 14h.

Um dos temas que serão mais debatidos durante a trilha de Transformação Digital de todo o evento será o blockchain. Os visitantes poderão acompanhar discussões que mostram desde as aplicações dessa tecnologia, cases de grandes players da indústria bancária, até tendências que estão sendo implantadas em outros países. Além disso, a trilha também abordará temas como tecnologias disruptivas, inteligência artificial, APIs, analytics, computação cognitiva, moedas virtuais, cloud, segurança da informação e infraestrutura.

Já na trilha de Experiência do Cliente, o auditório G3 será palco de um interessante debate que abordará o Futuro das Agências e Agências do Futuro, a partir das 15h30. O painel terá a participação de Sérgio Biagini, sócio da Deloitte, consultoria que realiza a Pesquisa de Tecnologia Bancária da FEBRABAN; Maritza Guaderrama, CEO da Designit Spanhã & LATAM e Neudson Peres de Freitas, do Banco do Brasil. Outros temas que serão abordados pelos painéis serão fintechs, canais de atendimento, pessoas e user experience.

Para conferir a programação completa do congresso de tecnologia, acesse: www.ciab.org.br

Ciab FEBRABAN

Data: 06 a 08 de junho de 2017

Local: Transamerica Expo Center (avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)

Site:http://www.ciab.org.br

Tags, , , ,

T-Systems Brasil muda quadro executivo

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, concluiu duas importantes mudanças em seu quadro executivo. Luis Fernando Tadei acaba de assumir o cargo de head de Digital Transformation e Guilherme Barreiro, a função de head de Delivery de Serviços de ITO da companhia.

73f0610d7eaa575ea9409662bf01dcda

Formado em Análise de Sistemas pela USF (Universidade São Francisco) e com MBA em gerenciamento de projetos pela Babson University (EUA), Luis Fernando Tadei está na T-Systems desde 2012. O executivo tem passagens por empresas como IBM, SAP e Continental.

“A área de transformação digital da T-Systems Brasil, além de olhar para novos modelos de negócios, vai utilizar toda a tecnologia disponível para levar o mais alto nível de inovação, com valor agregado, aos clientes”, explica Tadei, lembrando que, para isso, centros de inovação da companhia em todo o mundo, inclusive no Brasil, estão à disposição da equipe como fonte de informação, sinergia, produtos e tecnologias.

00176e83074f0ef3a901920e5d030f3d

Formado em Engenharia da Computação (Universidade São Judas) e Análise de Sistemas (IBTA), Guilherme Barreiro está na T-Systems desde 2009.O executivo já passou pelas áreas de serviços SAP, gerenciamento de operações e contas globais. Na nova função, Barreiro será o responsável por todas as iniciativas em nuvem da T-Systems.

“A T-Systems é uma das empresas pioneiras em ofertas em nuvem. Há mais de dez anos estamos consolidando nossas ofertas que hoje compõem um dos mais completos portfólios do mercado brasileiro”, afirma.

Tags, ,

Startups industriais movimentam Expomafe

84ef5361-3a4e-4f80-a9fa-89ebab52f8dc

As startups AutomatSmart, Birmind Automação Industrial, ForSee, IndWise, Peerdustry, VirtualCAE e Virturian tiveram impacto expressivo na EXPOMAFE 2017 – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial. O evento foi uma iniciativa da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), com organização e promoção da Informa Exhibitions. As startups realizaram cerca de 600 contatos com tomadores de decisão representativos de grande parte do parque industrial brasileiro, criando as bases para escalar suas soluções de Manufatura Avançada.

No terceiro dia de feira, 11 de maio, elas atraíram a atenção do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que dedicou uma hora de sua agenda para conhecer os projetos que estavam em exposição. Também esteve presente o economista Ricardo Amorim, que apresentou uma palestra sobre o cenário econômico brasileiro na cerimônia de lançamento da Feimec 2018 (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos). Em sua palestra, Ricardo Amorim afirmou que acredita que a recuperação da economia em 2017 e 2018 será ainda mais robusta do que indicam as previsões. Para ele, não será surpresa se o Produto Interno Bruto brasileiro registrar alta de 5% a 6% no próximo ano, muito acima dos 2,5% previstos. “Houve uma virada na confiança. Confiança gera expectativa, que historicamente é sempre superada pelos resultados reais”, afirmou.

As startups fizeram parte da linha conceito da Demonstração da Manufatura Avançada, uma iniciativa em parceria com Abimaq, SENAI São Paulo, ABDI, empresas, instituições de ensino e agências de fomento. O objetivo foi mostrar na prática como transformar uma fábrica tradicional em fábrica inteligente, capaz de utilizar a tecnologia para aumentar a produtividade, a eficiência, o poder de customização e gerar retornos crescentes em escala e melhoria de processos em diversos setores do segmento industrial, além de reduzir o prazo para lançamento de novos produtos no mercado.

Veja abaixo como cada startup transforma a manufatura que conhecemos em algo completamente novo:

AUTOMATSMART TECH: sua Plataforma MTQuest monitora produtividade industrial com Mobilidade, Cloud e Inteligência Artificial, fornece índices de manutenção e integra os dados com fornecedores de solução;

BirminD Otimização Industrial: empresa de otimização industrial, utiliza soluções integradas para mapear processos, adequá-los a padrões e normas internacionais, melhorar performance e elevar a cybersegurança da operação;

ForSee: completa plataforma que transforma qualquer empresa numa indústria 4.0, usando dispositivos IoT e inteligência artificial que operam como um consultor em tempo real, analisando os dados da empresa e sugerindo ações de melhoria que já aumentaram a produtividade em até 900% e cortaram custos em até 88%.

IndWise: plataforma de gestão da produtividade de linhas produtivas, que coleta dados diretamente de máquinas e gera análises em tempo real para minimizar paradas e desperdícios produtivos;

Peerdustry: primeira plataforma de economia compartilhada para máquinas industriais do mundo;

VirtualCAE: Sistemas de engenharia de produto em ambiente virtual que analisam componentes e proporcionam otimização de material e design, objetivando a redução de custo e a melhoria do desempenho estrutural;

Virturian: solução digital de monitoramento e análise preditiva da condição de equipamentos industriais a partir da análise dos dados de operação dos motores elétricos, reduzindo número de paradas de produção e o custo de manutenção em até 30%.

Tags, , , , , , , , , ,

OLX fala sobre Big Data e atração de talentos no evento rio.Futuro

A OLX participará da primeira edição do rio.Futuro, conferência sobre transformação digital que acontece nos dias 25 e 26 de maio, no Rio de Janeiro. Voltado para as mudanças que o digital traz para os negócios, para a educação e para a sociedade, o evento reunirá mais de 40 palestrantes de diversos países e áreas de atuação para discutir e propor soluções sobre mobile, tecnologia, dados e pessoas.

Marcos Leite, CCO da OLX, será um dos convidados de uma mesa redonda sobre os variados usos práticos de Big Data, no segundo dia do evento, trocando informações e experiências com Luiza Boller, diretora de Marca da Booking.com, Isabella Botelho, fundadora da Pinpeople, e Cassia Messias, country manager da Socialbakers.

No mesmo dia, Simone Grossmann, CHRO da OLX, participa de uma mesa redonda com moderação de André Miceli, professor e coordenador acadêmico na FGV, e participação de Lia Vicente, Head de Marketing para Soluções de Talentos na América Latina do Linkedin, e Caio Chedid, IT Sales e Digital Manager da Robert Walters, debatendo sobre como as empresas estão trabalhando para atrair, formar e reter talentos dentro de novos perfis.

A conferência rio.Futuro é a primeira de uma série de eventos criados pela MOX Digital, empresa voltada para a organização de eventos sobre inovação e tecnologia.

rio.Futuro

Quando: 25 e 26 de maio de 2017

Onde: Hotel Prodigy Santos Dumont – Rio de Janeiro (RJ)

www.riofuturo.com

Tags, , ,

Bancos e clientes estão seguros?

Tudo e todos conectados o tempo todo; mas, estamos seguros? Desde o surgimento do serviço de internet banking até agora, com os recursos móveis, as instituições financeiras foram obrigadas a intensificar investimentos nos sistemas de segurança. Afinal, as perdas mundiais por ataques cibernéticos de várias naturezas somaram US$ 315 bilhões em 2015, de acordo com o último levantamento da consultoria Grant Thornton.

Não são raros os casos de invasão em contas dos clientes, que resultaram em prejuízo aos bancos, quando se fala em e-banking. O assunto está mais evidente do que nunca neste momento em que surgem novas tecnologias de pagamento eletrônico, Near Field Communication (NFC) ou contactless e Internet das Coisas (IoT). Na semana passada, então, aproximadamente 150 países experimentaram a fúria do ransomware denominado ‘WannaCry’. Considerado o maior ciberataque de que se tem notícia, tirou do ar os computadores baseados no sistema Windows de empresas e serviços públicos. Ainda não há notícias precisas se ele afetou algum sistema financeiro e que tenha causado prejuízos nesse segmento. A finalidade dos criminosos é o pedido de resgate pelas informações gravadas e não diretamente operações financeiras. O acontecimento, porém, demonstrou o quanto estamos vulneráveis.

“As instituições financeiras estão entre os maiores investidores em segurança, já que divulgaram recentemente investimento de R$ 18,6 bilhões em tecnologia no ano passado”, afirma Luis Veiga, diretor da CARDS. “Todos os grandes bancos estão atentos à tecnologia blockchain, uma estrutura de dados para dar confiabilidade às transações feitas com as moedas virtuais como o Bitcoin, por exemplo.” Durante o congresso da CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017, de 23 a 25 de maio no Transamérica Expo Center (São Paulo, SP), essa discussão sobre sistemas antifraude estarão em ebulição.

Os participantes podem conferir os temas Cybersecurity / Fraude, no dia 25/05, às 9h30; ou Tecnologias e Experiências de Pagamento on-line – como Criar Experiências de Compras mais Seguras e Inovadoras, no dia 23/05, às 11h. No debate entre representantes das principais instituições estarão em pauta temas como garantir segurança nas transações de pagamento, redução de riscos, biometria, machine learning como auxílio na detecção das fraudes e o que está pensando o cliente lá na ponta.

A NCR – tradicional desenvolvedora de soluções omnichannel – traz à CARDS seu consultor sênior de Soluções de Fraude Simon Breeden. O especialista estará na palestra do dia 25/05, quando discorrerá sobre “Prevenção e Detecção de Fraudes: Como Garantir Segurança nas Transações de Pagamentos”. Breeden apresentará o software Fractals e vai focar em pontos como identificação de riscos e perdas, as novas tecnologias para gerar maior segurança dos dados e a visão do consumidor, como aprimorar a comunicação entre todos os envolvidos em uma compra, biometria e outras soluções para controle e prevenção.

Criatividade – Ataques cibernéticos que afetam o sistema financeiro podem não ser somente aqueles que invadem as contas dos clientes. Indiretamente, por exemplo, os criminosos influenciam funcionários de grandes empresas a movimentarem contas. No ano passado, a polícia federal dos Estados Unidos, o FBI, divulgou o resultado de investigações que revelaram um esquema contra 17.642 corporações, de todos os tamanhos, localizadas em 79 países. Hackers estudaram o organograma das empresas para identificar os responsáveis pela área financeira e seus hábitos. Os criminosos causaram o desvio de US$ 2,3 bilhões entre outubro de 2013 e fevereiro de 2016. O meio usado foi um simples e-mail aos responsáveis pela área financeira das empresas ordenando transferência de dinheiro para supostos pagamentos. O destino do dinheiro era uma conta bancária.

Há dois casos emblemáticos no Brasil. Em 2016, a página web de uma empresa financeira redirecionava os clientes para um site falso, que desativava o antivírus instalado na máquina do usuário e instalava um vírus coletor de dados. Já em 2013, foram roubadas informações de mais de 29 mil clientes de uma financeira, crime que só foi descoberto quase quatro anos depois, quando pessoas ligadas a empresas clientes sofreram chantagem.

Eventos que chamam muito a atenção do grande público são um chamariz para os criminosos virtuais. O chamado da Caixa Econômica Federal para o saque das contas inativas do FGTS, no início do ano, despertou os criminosos para criação de sites falsos, e-mails maliciosos e posts em redes sociais com o objetivo de distribuir trojans bancários, alterar o roteador da vítima e roubar dados pessoais. Para minimizar esse impacto, os bancos têm criado campanhas para alertar seus clientes sobre os perigos de fornecer informações para fontes que não confiam.

Tags, ,

Samsung e Anprotec anunciam nova rodada de investimentos e aceleração para startups do Brasil

A Samsung e a Anprotec anunciam neste sábado, durante o Sebrae Startup Day, a chamada pública para selecionar novos empreendedores e projetos para a terceira rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa, resultado da colaboração entre a empresa, a Associação e o Centro Sul-Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI), com o apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

“Nesta rodada, o número de vagas foi ampliado para até 20 startups e o investimento pode chegar a R$ 250 mil por empreendimento”, destaca Antonio Marcon, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Samsung e coordenador nacional do programa. “Outra grande novidade é a expansão institucional do programa, que agora conta com a parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estimulando projetos inovadores também em Agricultura Digital, além de preservar outras áreas tecnológicas já fomentadas pelo programa, como Mobilidade, Realidade Virtual, Saúde Digital e Educação Digital. Estamos muito otimistas com possibilidades tecnológicas e potenciais negócios que podem surgir a partir desta nova aliança.”

“A agricultura digital visa empregar tecnologias da informação e da comunicação, além de métodos computacionais de alto desempenho, rede de sensores, comunicação e conectividade entre máquinas e dispositivos móveis, computação em nuvem e soluções analíticas para processar grandes volumes de dados, construir sistemas de suporte à tomada de decisões de planejamento e manejo em toda cadeia de valor da agricultura”, afirma Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária. “Nossa expectativa é estimular a inovação, com a introdução de novas soluções tecnológicas para apoiar a produção e o consumo sustentável, de forma a garantir a segurança alimentar para as futuras gerações”, complementa.

Ao ingressarem no programa, as empresas selecionadas recebem apoio financeiro e um amplo pacote de conveniências que visam o aprimoramento tecnológico e mercadológico de seus produtos e serviços. Entre as atividades destacam-se o acesso a tecnologias e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, treinamentos, assessorias, mentorias, networking e redes de investidores.

“Os participantes desta etapa também irão se beneficiar de uma rede ampliada de incubadoras de empresas distribuídas em todo o território nacional. Outro fator a destacar é que, nesta edição, as aceleradoras de empresas também podem se integrar ao programa, ou seja, as startups contarão simultaneamente com o apoio integrado de incubadoras e aceleradoras de negócios”, afirma Sheila Oliveira Pires, diretora Executiva da Anprotec.

Os candidatos de todo o Brasil interessados em participar do programa podem realizar suas inscrições até 20 de agosto no portal http://anprotec.org.br/samsung. Para se cadastrarem, as startups devem apresentar seus projetos de produtos ou serviços em umas ou mais áreas de interesse. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada, formada por comitês de executivos da Samsung, Anprotec, Embrapa e da rede de incubadoras credenciadas.

Incubadoras e Aceleradoras integradas

As empresas selecionadas nesta rodada serão convidadas a incubar seus projetos durante a vigência do programa em uma das incubadoras e aceleradoras credenciadas em todo o território nacional. Os empreendimentos oriundos de regiões e municípios diferentes das regiões das incubadoras e aceleradoras também podem concorrer e, caso sejam selecionados, serão transferidos para uma unidade recomendada pelo comitê gestor do programa durante o período de incubação.

Tags, , , , ,