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Tudo como Serviço: 5 vantagens de optar por essa nova forma de consumir tecnologia

Por Silnei Kravaski

É fato que a computação na nuvem vem mudando a forma como consumimos soluções. O que era produto, hoje é consumido como serviço. O termo originado do inglês Everything as a Service (XaaS) tem provocado mudanças substanciais não só nas relações comerciais como tem também quebrado paradigmas e até mudado a cultura das organizações. Segundo pesquisa da Cisco, 95% das empresas já utilizam algum tipo de serviço na nuvem e até 2020, 92% de todo o trabalho realizado pelas empresas será processado na nuvem.

Porém, embora a ideia de substituir os altos investimentos em software, hardware, infraestrutura e até em telefonia pela contratação de serviços baseados na nuvem esteja cada vez mais atraindo empresas de todos os portes e tamanhos, algumas dúvidas ainda permeiam esse caminho. A pergunta principal é: essa mudança na forma de consumirmos TI é só mais uma tendência ou realmente traz vantagens?

Gostaria de elencar alguns pontos que enxergo como fundamentais e que devem ser colocados na balança para se optar pela estratégia Everything as a Service.

#1 Opex ao invés de Capex

Reduzir as despesas de capital ao eliminar a necessidade de criar e manter a infraestrutura de TI talvez seja uma das principais vantagens. Fora que, a possibilidade de se ter acesso a software e produtos tecnológicos por meio de pagamento de assinaturas periódicas e de escolher os mais diferentes tipos de recursos e condições sem precisar de especialistas para resolver os problemas, também elimina uma série de etapas e, o que é mais importante, de despesas.

#2 Adquirir somente o que preciso na hora que preciso

A praticidade e efetividade estão em consumir o serviço de acordo com a necessidade da organização, sem gastos que não sejam necessários. Com a adoção dos serviços na nuvem, o processo de combinar recursos de TI com as necessidades de negócios fica mais fácil e eficiente. Acessar tudo como serviço traz para as equipes de TI, por exemplo, a capacidade de provisionar servidores, armazenamento, memória e largura de banda e de trazer escalabilidade.

#3 Respostas e soluções mais rápidas

A mesma pesquisa da Cisco relata que 62% das empresas que já entraram na onda do tudo como serviço perceberam melhorias na velocidade de resposta com suas infraestruturas gerenciadas dessa forma. A integridade dos dados também é garantida, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme. E com a segurança de que tudo estará disponível quando eu precisar.

#4 Tecnologia sempre em dia

Tudo como serviço é sinônimo de tudo sempre atualizado. Fazer um upgrade sem precisar dedicar um orçamento maior a isso.

# 5 O problema deixa de ser meu

Por último, mas não menos importante, está o fato de acabar com as tarefas rotineiras de monitoramento, manutenção e atualização de recursos de TI. E vamos convir que já que tecnologia não é seu core business, transferir essa responsabilidade para uma equipe de especialistas terceirizados é extremamente vantajoso, não só por eliminar investimentos em mão de obra, mas principalmente por reduzir as dores de cabeça. E, claro, contar com uma empresa especializada, agnóstica e com uma visão 360º vai sempre fazer a diferença.

Silnei Kravaski, Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

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Sidia se consolida como principal centro de desenvolvimento de alta tecnologia do País

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia é um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação, responsável por implementar soluções digitais inovadoras para o mercado local e global. Fundado em 2004 na capital do Amazonas, atua no desenvolvimento de software embarcado para celulares, tablets, novas tecnologias vestíveis (wearables) e smart TVs, plataforma e aplicação para óculos de realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e criação de games de classe mundial.

Em 2012, iniciou-se um processo de transferência tecnológica da Samsung na Coréia do Sul para o Sidia. Nesta época, o Sidia começou com o desenvolvimento de camadas de aplicação e requisitos do mercado da América Latina bem como aplicativos embarcados, com cerca de 100 funcionários. Desde então, o Sidia vem aumentando sua competência e atuando nas camadas da plataforma mais profundas do sistema operacional dos celulares e tablets da Samsung.

Da mesma forma, o Sidia adquiriu competência para o desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade virtual que hoje está embarcada no produto globalmente. Como resultado do sucesso deste projeto, o Sidia tornou-se também parceiro para desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade aumentada, produto ainda em desenvolvimento. Este nível de desenvolvimento e transferência tecnológica é pioneira no Brasil, trazendo para o país um grande diferencial competitivo.

Atualmente, o instituto conta com um time formado por mais de 850 profissionais das mais variadas formações intelectuais, culturais e engajados em inovação, que são treinados e capacitados nas atividades de desenvolvimento de projetos tecnológicos, seguindo padrões internacionais de qualidade. Dessa forma, é possível manter o desenvolvimento tecnológico atual, suportar a evolução do celular e das soluções tecnológicas mais avançadas, como inteligência artificial, internet das coisas, entre outras.

A região do Amazonas possui uma população de 4 milhões de pessoas e conta com quatro universidades principais que, juntas, entregam aproximadamente 309 novos graduados por ano na área de tecnologia. Uma dessas instituições, a UFAM (Universidade Federal do Amazonas) conta com a maior graduação em Informática do Brasil, de acordo com o MEC (Ministério da Cultura e Educação). Esse fator mostra a sinergia do Sidia com a região, que se consolida como um dos polos digitais do país.

Na América Latina, o Sidia é referência no desenvolvimento de software embarcado, em qualidade de software e soluções móveis. Um dos seus principais objetivos é conduzir pesquisa e desenvolvimento tecnológicos com parceiros industriais, governamentais e acadêmicos, fomentando inovações tecnológicas. O Instituto também visa ampliar os conhecimentos e aplicações de avanços tecnológicos, pela efetiva colaboração com entidades de ensino e de pesquisa em projetos.

“Nós produzimos as principais tecnologias presentes em smartphones, Smart TVs, óculos de realidade virtual e games, por exemplo. Boa parte dos produtos que, hoje estão sendo utilizados pelos brasileiros, contam com uma solução desenvolvida pelo Sidia”, afirma Vânia Thaumaturgo, diretora do Sidia.

“Investimos constantemente na capacitação dos profissionais de diferentes áreas, valorizando os estudantes da região, mas também captando talentos de diferentes regiões do Brasil. Dessa forma, a região é beneficiada com a geração de novos empregos diretos e indiretos e com capacitação da mão de obra local”, reforça Vânia.

Inversão de papéis: Agora são as empresas que disputam os melhores profissionais

Por Andrea Tedesco

O crescimento exponencial da tecnologia promove mudanças drásticas em muitas formas de relacionamento, uma delas, na relação empresa x profissional. Em um mundo onde não só consultorias e empresas de software contratam pessoas de tecnologia, agora todos, literalmente, buscam esse perfil para que seus negócios façam parte da chamada transformação digital.

Há muitos anos se fala da carência de profissionais com experiências específicas em TI e, hoje, busca-se aqueles que tenham fit cultural com as corporações em um grande potencial de desenvolvimento. É por isso que empresas como a Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, surgem para oferecer oportunidades para quem deseja uma mudança ou uma nova habilidade dentro dessa necessidade do mercado (ser e pensar digital). É preciso se atualizar para um universo que se transforma em alta velocidade e intensidade muitas vezes não percebidas no momento certo.

Quando os impactos dessa transformação passam a ser uma necessidade importante dentro do mercado, quem não está acompanhando a mudança, sai em busca do “tempo perdido”. Os impactos dessas mudanças causadas pela velocidade exponencial são um dos importantes pilares dessa inversão de papéis.

O processo de transformação digital, também composto pela criação de uma cultura corporativa e a habilidade de saber lidar com as diferentes gerações e grupos sociais atuais são passos importantes e necessários para que as empresas recebam profissionais de tecnologia, normalmente mais conectados com essas transformações e, também, mais exigentes.

Em busca de se tornar verdadeiramente atraentes para esses profissionais, as empresas devem iniciar com uma transformação cultural. Trabalhar dentro de casa é a tarefa mais importante e mais desafiadora antes de modernizar processos para atrair candidatos e clientes. Tudo tem que fazer sentido. O ciclo de experiência do colaborador começa na incrível experiência dentro de casa. Assim, todo esforço realizado para atrair excelentes profissionais não se tornam em vão.

Com essas mudanças, novas formas de recrutamento surgem para ajudar, como o exemplo dos hackathons e eventos de recrutamento, como o recruiting day da Digital House, que oferecem grandes possibilidades aos dois lados. Demonstrar abertura para novas formas de utilização de potenciais talentos para as áreas de tecnologia é uma maneira de sobreviver a uma necessidade gritante do mercado por pessoas qualificadas.

Após “arrumar a casa”, formar uma equipe de Employer Branding é um passo fundamental para concorrer por talentos da área digital. As empresas precisam disputar esses talentos e portanto, trabalhar a sua marca empregadora passa ser um diferencial muito importante. Uma equipe composta por diferentes visões também é importante para compor uma forte marca empregadora. Preparar as pessoas para esse mercado é uma jornada cheia de desafios, mas que a Digital House e toda a sua equipe estão empenhados para oferecer esses potenciais talentos para as empresas que querem fazer parte dessa transformação, e pelo lado dos profissionais, que buscam conhecimento e ferramentas que apoiem o seu desenvolvimento nesse mercado, estão engajados também em reformular seu mindset de gerenciamento de carreira, contribuindo para o sucesso sustentável das suas vidas profissionais. No dias de hoje, pensar e ser digital é vital.

Andrea Tedesco, Mentora de Carreiras da Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital.

MicroStrategy desenvolve metodologia para ajudar as empresas a tornarem-se mais inteligentes

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, dando continuidade à sua missão de levar inteligência para toda a organização, desenvolveu uma nova estratégia. Intitulada Intelligent Enterprise, reúne metodologia e tecnologia visando apoiar as empresas em sua jornada rumo à transformação digital. Agrega ainda as principais inovações digitais, como IA, machine learning, IOT, mobilidade, para antecipar oportunidades de negócios e incrementar o processo de tomada de decisão.

“Atualmente, devemos pensar em alcançar a sabedoria e não nos contentarmos somente com o conhecimento. Ou seja, usar todo o conhecimento obtido com a análise de dados e transformá-lo em ações sábias. A tecnologia é o principal apoio para atingirmos este objetivo, mas, sozinha, ela não faz muita coisa. Daí a importância de agregarmos metodologia e processos. Uma empresa inteligente é aquela que faz uso do big data, é orientada a dados e é capaz de antecipar-se a desafios e oportunidades, transformando-os em lucro e crescimento. E as inovações digitais devem ser aplicadas para fazer essas coisas acontecerem “ ressalta Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

Intelligent Enterprise

O conceito de Intelligent Enterprise foi criado pela MicroStrategy para ajudar as empresas a encurtarem os caminhos que devem ser percorridos para que se atinja o status de empresa inteligente. Para apoiar essa iniciativa, foi desenvolvida uma metodologia que ajuda a avaliar, implementar, construir e operacionalizar todo esse processo. Inicialmente, foram identificados 7 estágios que classificam o quão madura a empresa encontra-se no que diz respeito a tornar-se uma empresa inteligente. Eles incluem desde as organizações com implementações fragmentadas de analyitcs, passando pelas empresas com implementações departamentais, até o nível máximo, aquelas corporações que já adquiriram uma visão 360º e ambientes únicos, usando ferramentas como IoT (Internet das Coisas), AI (Inteligência Artificial), Telemetria, Big Data, Voice Bots, Realidade Aumentada e Virtual, etc. O time de consultoria da MicroStrategy realiza esta avaliação, que resulta em um ranking que posiciona como está o projeto do cliente em relação às melhores práticas do mercado. O que traz uma visão clara de como direcionar os investimentos para uma Intelligent Enterprise.

Além disso, foi também criado o mapa da empresa inteligente, que pode ser baixado no site, e que enumera todas as necessidades de tecnologia e estrutura que são demandadas para chegar ao nível máximo de maturidade. “Às vezes o problema é só o dispositivo pelo qual o usuário acessa as informações. Ou então, a empresa está muito preocupada com segurança, que é algo que pode ser resolvido com governança. O importante é começar pequeno e envolver o usuário para que ele saiba o que está acontecendo”, finaliza o executivo.

Associação Brasileira de Bancos abre inscrições para o Prêmio Idei@ABBC

A ABBC – Associação Brasileira dos Bancos abre as inscrições para o Prêmio Idei@ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as fintechs e as mais de 80 instituições financeiras associadas à ABBC com soluções dedicados a otimizar modelos de negócios, reduzir custos, ao mesmo tempo que colaboram para o desenvolvimento de tecnologias para o fomento da inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do País, uma das missões da instituição.

As fintechs podem submeter seus projetos, gratuitamente, em três categorias:

· User Experience: para projetos que ofereçam melhorias na experiência do cliente.

· Competitividade: destinado aos projetos que contemplem soluções inovadoras em meio digital, para acesso a produtos e serviços financeiros.

· Analytics: projetos que otimizem a extração de valor dos dados e resultem em melhor eficiência de venda ou operacional.

As inscrições estão abertas até 1º de outubro, segunda-feira, exclusivamente pelo site http://www.abbc.org.br/ideiabbc/. Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela Comissão Organizadora que, dentre outros critérios, avalia a correspondência do projeto em relação a aplicabilidade, originalidade e adequação às categorias.
Na etapa seguinte acontece a avaliação dos projetos pela Comissão Julgadora composta por representantes do Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Insper, FGV e Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Os três grandes finalistas de cada categoria serão conhecidos no dia 21/11/2018 em um evento no Museu da Casa Brasileira e as nove fintechs finalistas, além da grande visibilidade que a premiação proporcionará, terão a oportunidade de forte aproximação nos pitchs exclusivos para os associados da ABBC, com o objetivo de gerar negócio entre os envolvidos.

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Esqueça os Millenials. A geração Z já está no mercado de trabalho

Por Mônica Hauck

Pare por alguns minutos e me responda: uma pessoa nascida em 1998 já poderia estar no mercado de trabalho? Por mais estranho que isso possa soar aos ouvidos de profissionais mais velhos, a resposta é sim. Essa parcela da população é a representante mais velha da Geração Z, ou também chamada de “pós-millennials”.

O ponto crucial deste artigo é destacar a importância de entender esse público e como extrair o melhor dele dentro das empresas. Em termos de representatividade, a Geração Z já compõe mais de 70 milhões de pessoas apenas nos Estados Unidos, ou seja, 22% da população. Além disso, eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compras, segundo estudo do banco Goldman Sachs, em 2017.

Diante desse potencial de público, em termos de tamanho e poder financeiro, muitas empresas têm se preocupado em como atrair e reter os talentos da Geração Z. Para isso, é preciso levar em consideração que eles já nascem sob a forte influência da internet e não sabem muito bem como viver sem ela. Além disso, por terem sido criados pela geração X, que passou por forte stress econômico, tensões socioeconômicas e guerras internacionais, esses recém-chegados ao mercado de trabalho possuem uma visão menos idealista e mais pragmática de mundo.

Segundo dados levantados pela EN Garde, agência digital, até 2020 essa geração irá compor o maior grupo de consumidores em todo o mundo. Além disso, são pessoas que acreditam muito na diversidade, igualdade e não discriminação em todos os âmbitos sociais. Em relação ao trabalho, eles desejam empresas onde possam alcançar a auto-realização e ter um bom clima organizacional.

Outros pontos que recrutadores devem levar em conta quando abordam a geração Z é que a qualidade de vida é um dos itens que esses jovens não abrem mão ao escolher uma carreira. Segundo o estudo “Carreiras em transformação”, realizado pela Page Talent e Inova Business School, 68% dessas pessoas acreditam que as empresas mais atrativas são as que vão além de um plano de carreira e possuem em sua essência ações que preservem a vida pessoal de seus funcionários. Em seguida, como favoritas, estão as companhias que estão atentas a responsabilidades sociais (48%), cuidados ambientais (29%) e inovação e tecnologia (28%).

Estou citando todos esses dados para mostrar que recrutadores e empresas que desejam atrair, reter e desenvolver talentos que fazem parte da geração Z precisam entender a fundo seus comportamentos e preferências, não só profissionais, mas também em suas vidas pessoais. Afinal, eles estão chegando ao mercado de trabalho e procuram por oportunidades que proporcionem, não só um bom salário, mas também um propósito alinhado com seus valores.

Por isso, tem aumentado a quantidade de ferramentas e soluções disponíveis no mercado que ajudam os recrutadores e gestores de RH no diálogo com esse público. Uma delas é o Mapeamento Comportamental, que possibilita ir além das informações contidas no currículo e analisa tendências de comportamento e competências, permitindo inclusive que gestores investiguem como cada candidato reagiria a determinadas situações.

Portanto, podemos concluir que, com a chegada da geração Z ao mercado, as empresas e departamentos de RH precisam acompanhar a velocidade e demanda dessa parcela da população. Por isso, nada melhor do que ter a tecnologia e a inovação como aliadas no processo de desvendar o comportamento desses jovens trabalhadores.

Mônica Hauck, fundadora da Solides.

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HP anuncia tecnologia de impressão 3D em metal para produção em massa e aceleração da 4ª Revolução Industrial

a HP Inc. anunciou a HP Metal Jet, a tecnologia de impressão 3D mais avançada do mundo de fabricação em massa de peças metálicas de nível industrial. Assegura até 50 vezes mais produtividade1 a um custo significativamente menor2 do que outros métodos de impressão 3D. A HP Metal Jet será implementada pelos líderes de produção GKN Powder Metallurgy e Parmatech para a produção de peças finais. Os clientes que já fizeram encomendas incluem a Volkswagen, a Wilo, a Primo Medical Group e a OKAY Industries.
Como parte da sua missão de transformar a forma como o mundo cria e produz, a HP também lançou o Metal Jet Production Service1, permitindo que os clientes em todo o mundo repliquem rapidamente novos designs de peças 3D, para que produzam grandes volumes de peças finais e integrem a HP Metal Jet nos seus roadmaps de produção a longo prazo.

“Estamos diante de uma revolução industrial digital que irá transformar a indústria de produção que representa US$ 12 trilhões. A HP contribuiu para liderar essa transformação ao ser pioneira na produção em massa de peças plásticas em 3D e agora iremos subir de nível com a HP Metal Jet, uma tecnologia revolucionária de impressão de metais em 3D”, afirma Dion Weisler, CEO e presidente da HP Inc.” As implicações são enormes – os setores automotivo, industrial e da saúde produzem centenas de milhões de peças de metal todos os anos. A nova plataforma de impressão Metal Jet 3D da HP e o Production Service disponibilizam a velocidade, a qualidade e a economia que vão permitir que os nossos clientes repensem completamente a maneira como criam, fabricam e fornecem novas soluções na era digital”, conclui Weisler.

A HP Metal Jet é uma tecnologia inovadora de impressão de jato ao nível do voxel que tira partido de mais de 30 anos de inovação de cabeças de impressão e de químicos avançados da HP. Com uma dimensão de 430 x 320 x 200mm, com 4 vezes a redundância dos bocais, duas vezes das cabeças de impressão, e menos peso, a HP Metal Jet oferece maior produtividade a um custo operacional e de aquisição reduzidos comparado com outras soluções de impressão 3D. A HP Metal Jet irá começar com peças de aço inoxidável, assegurando propriedades mecânicas isotrópicas que excedem os padrões da indústria

Transformar as indústrias com a tecnologia HP Metal Jet

A HP tem uma parceria com a GKN Powder Metallurgy para implementar a solução HP Metal Jet nas suas fábricas e com isso produzir peças de metal funcionais para os líderes do setor automotivo e industrial, como a Volkswagen e a Wilo. A GKN Powder Metallurgy é líder mundial na produção de materiais e produtos utilizando tecnologias de metalurgia e inclui as marcas GKN Sinter Metals, GKN Hoeganaes e GKN Additive Manufacturing. A empresa produz mais de três mil milhões de componentes por ano e espera imprimir milhões de peças com a HP Metal Jet para os seus clientes em vários setores já no próximo ano.

“Estamos numa altura significativa de uma nova e emocionante era da qual não haverá retorno: o futuro da produção em massa com impressão 3D. A nova tecnologia da Metal Jet da HP nos permite expandir os nossos negócios, tirando partido de novas oportunidades até agora proibitivas em termos de custos”, afirma Peter Oberparleiter, CEO da GKN Powder Metallurgy. “O nosso DNA e a nossa experiência em produção e processamento de peças metálicas utilizando sistemas ligados em rede digital vão nos permitir impulsionar a industrialização em toda a cadeia de valor da produção aditiva. Combinando as competências da HP e da GKN Powder Metallurgy, iremos impulsionar a produtividade e a capacidade dos nossos clientes a níveis sem precedentes, com base nas vantagens econômicas e técnicas da tecnologia HP Metal Jet”, conclui Oberparleiter.

A Volkswagen, um dos maiores e mais inovadores fabricantes de automóveis do mundo, já está integrando a HP Metal Jet no seu design e roadmap de produção. A colaboração entre a Volkswagen, a GKN Powder Metallurgy e a HP resultou na capacidade de atuar rapidamente na fabricação de peças personalizáveis em massa, como chaveiros individuais e placas de identificação de exterior. O plano da VW para usar a HP Metal Jet também inclui a produção de peças funcionais de alto desempenho com requisitos estruturais significativos, como botões de mudanças e ajustamento de espelhos. À medida que novas plataformas, como os veículos elétricos, entram em produção em massa, espera-se que a tecnologia HP Metal Jet seja utilizada para aplicações adicionais, como a redução de peso de peças metálicas com certificação de segurança.

“A indústria automotiva está sofrendo uma revolução – os clientes não só esperam personalização, como até 2025 as marcas do Grupo Volkswagen irão lançar 80 novos modelos elétricos”, afirma o Dr. Martin Goede, Chefe de Planeamento e Desenvolvimento Tecnológico da Volkswagen. “Um único modelo tem entre seis mil a oito mil peças diferentes. Uma grande vantagem de uma tecnologia aditiva como a HP Metal Jet é que nos permite produzir muitas dessas peças sem necessitar de construir ferramentas de produção. Ao reduzir o tempo de produção de peças, podemos produzir um volume maior em massa muito rapidamente. É por isso que a nova plataforma Metal Jet da HP é um grande passo para o setor, e esperamos subir de nível e oferecer mais valor e inovação aos nossos clientes”, completa Goede.

A GKN Powder Metallurgy também utiliza a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças industriais de custo reduzido e com uma maior eficiência hidráulica para a Wilo, líder global em soluções de bombas e sistemas de bombas hidráulicas. A Wilo está utilizando a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças hidráulicas iniciais, como impulsores, difusores e revestimentos de bombas com dimensões variáveis que devem suportar flutuações de sucção, pressão e temperatura intensas.

Reinventar a saúde com a HP Metal Jet

Na indústria dos cuidados de saúde, a HP criou uma parceria com a Parmatech, uma empresa do grupo ATW, para expandir a produção em massa de peças da Metal Jet para clientes, incluindo a OKAY Industries, a Primo Medical Group e outras. A Parmatech é líder mundial em moldagem por injeção em metal e é pioneira na fabricação de metais há mais de 40 anos, especializada na produção de peças metálicas de baixo custo e alto volume para os setores da saúde e industrial.

“A HP Metal Jet representa a primeira tecnologia 3D verdadeiramente viável para a produção industrial e em escala de peças metálicas. Os nossos clientes exigem desempenho, qualidade e fiabilidade extremos, e a tecnologia avançada e a herança de disrupção do mercado da HP nos dão a confiança necessária para superar as expectativas “, afirma Rob Hall, presidente da Parmatech. “Estamos entusiasmados em implementar a HP Metal Jet nas nossas fábricas e começar a produzir peças complexas, como tesouras cirúrgicas, mandíbulas cirúrgicas endoscópicas, novas aplicações e geometrias não possíveis com as tecnologias convencionais de fabricação de metal. A tecnologia HP Metal Jet desempenhará um papel fundamental na nossa missão de desenvolver soluções inovadoras para os desafios únicos de nossos clientes”, completa Hall.

Projetado para produção em massa: Preços e disponibilidades da HP Metal Jet

No primeiro semestre de 2019, os clientes poderão fazer upload de ficheiros de projeto 3D e receber peças de classe industrial em grandes quantidades através do Metal Jet Production Service. As peças são produzidas em colaboração com os parceiros da HP, GKN Powder Metallurgy e Parmatech, para garantir os mais altos padrões de engenharia e qualidade de produção. Para obter mais informações e se inscrever para ter acesso ao HP Metal Jet Production Service, os interessados devem acessar a HP.com/go/3Dmetalparts.

Informações sobre a tecnologia da HP podem ser encontradas em HP.com/go/3Dmetals.

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Laboratória abre inscrições para formação de mulheres programadoras

Presente no Chile, México e Peru, a Laboratória, startup sem fins lucrativos que busca a inclusão de mulheres de baixa renda por meio da formação em programação front-end, abre inscrições para a segunda turma do curso. As interessadas não precisam ter experiência em tecnologia e precisam atender a requisitos básicos como: ser mulher, maior de 18 anos e ter estudado o ensino médio em instituições públicas ou privadas com bolsa por critério de renda.

São 60 vagas e as inscrições para o processo seletivo são realizadas online (selecao.laboratoria.la) até 30 de novembro. As fases de entrevistas e pré-admissão acontecerão entre os dias 05/11 e 05/12, e as aulas começarão em janeiro de 2019, em São Paulo. O programa de formação, ou Bootcamp, dura 6 meses, e prepara as 60 alunas para se tornarem programadoras Front-End, com aulas sobre JavaScript, HTML, CSS e UX, entre outras especializações. O programa é encerrado com o evento “Talent Fest”, quando as empresas parceiras dispostas a recrutar talentos propõem desafios reais para que as alunas resolvam.

De acordo com Regina Acher, sócia e diretora responsável pela Laboratória Brasil, o Brasil é um mercado importante para a startup, tanto pela alta demanda por profissionais de tecnologia, quanto pela necessidade de equilíbrio de gêneros. “Estamos muito satisfeitos com o trabalho que estamos realizando com a Laboratória por aqui. O Brasil é o maior mercado de tecnologia da América Latina, pois existe uma grande demanda por mão-de-obra capacitada e, ao mesmo tempo, uma profunda desigualdade de gênero nesse setor. As inscrições para a primeira turma nos mostraram o quanto estamos no caminho certo ao oferecer esse tipo de qualificação às mulheres”, explica Regina.

Fundada no Peru, a organização já formou mais de 850 programadoras, das quais 80% conseguiram trabalho na área de tecnologia, um segmento majoritariamente masculino. As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de conseguirem um emprego, elas pagam uma contribuição para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.

Para saber mais sobre a Laboratória: www.laboratoria.la/br

Inscrições: selecao.laboratoria.la

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Smartphone será meio mais utilizado para compras do fim de ano, aponta pesquisa Salesforce

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas CRM, realizou uma extensa pesquisa para prever como será o comportamento dos consumidores no período entre a Black Friday e o Réveillon. De acordo com o levantamento, os smartphones vão dominar o comércio eletrônico no período, sendo utilizados mais do que qualquer outro dispositivo para realizar pedidos em lojas virtuais. Além disso, a receita proveniente das compras de fim de ano deve crescer 13% em relação a 2017, sendo que 35% desse faturamento deve ser gerado por recomendações via inteligência artificial (IA) – um aumento de 25% em relação à mesma época do ano passado.

Para chegar aos resultados, a Salesforce combinou 6.000 entrevistas em seis países (relatório Shopper-First Retailing) com os insights gerados pelas atividades de 500 milhões de consumidores em 53 países, além de bilhões de transações realizadas via Commerce Cloud.

As principais previsões da Salesforce para o comércio eletrônico no fim de ano:

– Pela primeira vez no período, as compras realizadas por smartphones (46%) devem ultrapassar as feitas por computadores (44%) e tablets (9%).

– As plataformas móveis serão responsáveis pelo número recorde de 68% do tráfego de comércio eletrônico neste período, crescimento de 19% ano a ano.

– O tráfego em plataformas móveis vai atingir seu pico na véspera do Natal, com 72% dos acessos e 54% dos pedidos feitos pelo smartphone.

– A entrega grátis é a grande tendência da temporada: 72% de todos os pedidos vão ser entregues sem custo, número pouco maior do que o observado em 2017.

“As tecnologias móveis são, sem dúvida, a principal força inovadora no varejo desde o surgimento do comércio eletrônico”, diz Rick Kenney, líder de Insights de Consumidores da Salesforce. “Este é o ano do smartphone: a maioria dos pedidos e acessos será feito dessa plataforma. Nesta temporada, o número de acessos via telefone vai ser maior do que o total de acessos a lojas virtuais, de todas as plataformas juntas, ao longo de toda a temporada de festas de fim de ano de 2015. Até mesmo aqueles que preferem as lojas físicas usam tecnologias móveis: 83% dos consumidores entre 18 e 44 anos usam seus telefones enquanto estão nas lojas”, complementa.

– O Instagram vai gerar 51% mais tráfego para sites de comércio do que em 2017, enquanto o Facebook vai observar uma redução de 7%. O tráfego via mídias sociais vai ultrapassar 5% durante as festas de fim de ano, um aumento de 17% em relação aos números do ano passado.

– Sites de saúde e beleza são os principais destinos dos consumidores impulsionados pelo Instagram.

– As recomendações feitas por Inteligência Artificial responderão por 35% de toda a receita do e-commerce no período, um crescimento de 25% em relação à temporada de 2017.

“Quase dois terços dos consumidores acreditam que as lojas não os conhecem de verdade. Incorporando IA às experiências de compra, as lojas conseguem entender melhor o que as pessoas precisam, personalizam as recomendações e aumentam a receita”, diz Kenney.

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Manserv amplia uso de drones nos serviços de facilities

A Manserv, líder em serviços Facilities, Industriais, Logística, expandiu o uso de drones nas operações dos serviços de facilities. A empresa passou também a utilizar drones para inspeção de fachadas, estrutura industrial, áreas verdes e monitoramento de gramados. Com a expansão dos serviços com drones, agora são 8 equipamentos em operação e 20 profissionais capacitados para usar a tecnologia nos serviços de facilities.

Todos colaboradores foram capacitados para deixar de serem inspetores e se tornaram operadores de drones. “Estamos utilizando a tecnologia em inspeção de fachadas de prédios comerciais, inspeção de check-list de demarcações de limites de áreas, inspeção de segurança do trabalho e inspeção de áreas verdes e monitoramento de jardinagens”, afirma Ricardo Moreira Diretor Presidente da Manserv Facilities.

Os drones possuem câmeras de altíssima resolução (4K) que gravam e emitem a análise dos locais de difícil acesso através do zoom. Além disso, com a tecnologia embarcada chamada VANT, em caso de perda de sinal, chuva forte ou tempestade, o equipamento automaticamente volta ao seu ponto inicial de decolagem.

Ele explica que a primeira experiência com drone colocada em prática pela Manserv Facilities foi no ano de 2016 para inspeção de telhados. Antes dos drones, os funcionários percorriam o telhado antes de iniciar os reparos. “Aumentou a eficiência e a segurança durante a inspeção de telhados de instalações fabris e empresariais depois que passamos a usar os equipamentos”, diz.

O executivo acredita que os drones estarão cada vez mais presentes nos serviços das empresas no futuro, por se tratar de uma ferramenta inovadora que promove diversas aplicabilidades de inspeção que direcionam a execução de trabalhos preventivos, seguros e produtivos.

Case de uso de Drone em inspeção de telhados:

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BNZ advogados investe no segmento de startups e implementa sistema de moeda digital para serviços jurídicos

De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), entidade que representa e mapeia o setor, o Brasil tem entre 10 e 15 mil startups, números que mostram que segmento está em constante crescimento. De olho nesse movimento, o escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados criou o BNZ For Startups, unidade responsável por desburocratizar o ecossistema e auxiliar as startups em estágio inicial em relação aos serviços jurídicos.

Em parceria com aceleradoras, incubadoras e comandada por Arthur Braga Nascimento, o BNZ for Startups desenvolveu uma moeda própria por meio de um sistema pré-pago. Assim, os empreendedores investem nos serviços jurídicos que melhor atendem suas necessidades e efetuam o pagamento com as moedas BNZs, podendo parcelar o pacote em até 10 vezes, considerando, ainda, que os valores de serviços chegam a ser de 10 a 12 vezes mais acessível quando comparado com os concorrentes.

Segundo Arthur Braga Nascimento, CEO e fundador do BNZ for Startups, existe uma dificuldade de inovação no mercado de advocacia e por meio desse modelo de negócio, além receber orientação com os trâmites jurídicos, os clientes conseguem saber quanto custa cada serviço adquirido, diferente dos escritórios tradicionais. “Tudo é feito com muita transparência e o empreendedor é notificado sempre sobre cada solicitação de serviço e, se estiver de acordo, pode aprovar a liberação do valor. Nosso time é totalmente dedicado em atender os players do ecossistema e estão cientes sobre quais são as necessidades dos empreendedores e as exigências dos investidores,” explica.

Com menos de dois anos de operação e com atuação em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Campinas, o BNZ for Startups tem em seu portfólio mais de 70 startups de diferentes segmentos e espera fechar o ano com 100. A empresa também tem parcerias com mais de 7 aceleradoras, onde dão mentoria jurídica gratuita esporadicamente para que os empreendedores possam esclarecer dúvidas e, futuramente, eventualmente se tornarem clientes BNZ.

“O maior objetivo é sermos o escritório jurídico referência em startups. Nosso foco são as startups em estágio inicial, pois entendemos que elas têm muitas demandas jurídicas e não têm tantos recursos para pagar escritórios de grande porte. Encontramos uma oportunidade de mercado para proporcionar a esse público, serviços que se enquadram dentro de seus budgets. Além de auxiliá-los com as demandas, com essa unidade será possível trabalharmos com pequenos empreendedores que, muito provavelmente, se tornarão grandes players e poderão virar nossos cases de sucesso”, finaliza Arthur Braga.

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Engineering do Brasil lança robô fiscal Alfredo

Todos conhecem a complexidade do sistema tributário brasileiro, dois números resumem bem o cenário: no Brasil as empresas gastam 2600 horas/ano no atendimento de obrigações fiscais, quase 10 vezes mais que o segundo colocado e no ranking geral de complexidade tributária, o Brasil ocupa a posição número 137 entre 178 países pesquisados.

Ainda assim, os atuais Sistemas Fiscais possuem funcionalidades limitadas e muito trabalho é feito por pessoas, através de planilhas eletrônicas. Existem riscos inerentes em relação a inconsistências, cálculos personalizados, manipulação de dados e controle de versões. O processo também não é claro, existem entradas e saídas indefinidas e funções e responsabilidades pouco claras. Em resumo, muito tempo acaba sendo gasto em atividades de pouco valor agregado.

Pensando nesse cenário, nasceu o Alfredo. O robô é baseado em dois conceitos fundamentais: a automatização dos processos fiscais e a inteligência artificial. Por um lado, a automatização dos processos fiscais visa eliminar todas as passagens repetitivas e sem valor agregado. Todo o processo é gerenciado pelo “Alfredo” e todos as passagens manuais, que não necessitam da inteligência humana, são executadas automaticamente. Quando o processo requer a intervenção humana, o próprio “Alfredo” pode iniciar um processo colaborativo, garantindo o fluxo das informações e permitindo a tomada de decisão eficaz.

Por outro lado, a rede neural artificial do “Alfredo” permite uma série de análises dos dados fiscais. Aliado a isso, o “Alfredo” possui capacidades de aprendizado, interpretando e classificando as interações humanas. As regras fiscais são aprendidas pelo “Alfredo”, permitindo a análise preditiva (o que deve acontecer?), análise descritiva (o que aconteceu?) e análise diagnóstica (porque aconteceu?).

A parceria entre Engineering, SAP e Google Cloud permitiu a concepção e prototipação do “Alfredo”. Essa aliança entre a SAP e a Google Cloud inclui a certificação do banco de dados SAP HANA no Google Cloud Platform (GCP), no SAP Cloud Platform (SCP) e nas novas integrações do GSuite. O objetivo é desenvolver e integrar as melhores soluções de nuvem e o aprendizado com as novas tecnologias Google Cloud aos aplicativos corporativos da SAP. Os recursos do Google Cloud oferecem a escalabilidade e a oportunidade de criar novos produtos. Em particular, a integração em âmbito Machine Learning, do SAP Leonardo ML Foundation com o Google Cloud ML services, comenta o diretor de Engenharia de Ofertas Digitais, Patrick Baudon.

A Engineering é parceira da SAP em soluções fiscais há 9 anos, e desde 2014 possui o DP-FISC ON HANA, a primeira solução fiscal integrada ao SAP TDF a entrar em produção. O know-how fiscal da Engineering, comprovado por mais de 60 cases de sucesso, o framework Fiscal da SAP (SAP TDF) e as tecnologias do Google Cloud permitem que o Alfredo seja um verdadeiro parceiro para a Jornada da Transformação Digital em âmbito Fiscal.

“A expertise fiscal da Engineering aliada às tecnologias SAP e Google Cloud, viabiliza a implementação de uma estratégia de tecnologia tributária, que garante melhorar a qualidade dos dados, diminuir custos e liberar recursos através da automação maximizada, tudo isso dentro de um framework que garante a integridade dos dados e o compliance fiscal. O foco está em fazer com que as funções tributárias operem em um nível estratégico para fornecer insights de negócios, sem um aumento significativo de recursos possibilitando assim uma verdadeira disrupção na Área Fiscal.”, afirma o diretor de TaxSolutions da Engineering do Brasil, César Kazakevicius.

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