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Duratex anuncia investimento na plataforma Viva Decora

A Duratex anuncia hoje assinatura de contrato de investimento de R$ 6,2 milhões na Viva Decora, principal plataforma de conteúdo, inspiração, produtos e serviços relacionada a arquitetura, design e decoração do Brasil. O portal também oferece interação entre os públicos, permitindo que potenciais clientes possam buscar profissionais de arquitetura, decoração e reforma para seus projetos.

“A evolução das relações humanas e o uso da tecnologia em todas as frentes é uma realidade. Atenta ao cenário e alinhada ao propósito de oferecer ‘Soluções para Melhor Viver’, a Duratex viu na Viva Decora uma oportunidade de diversificar sua atuação e, também, suas formas de comunicar e estar ainda mais próxima de seus públicos de interesse”, afirma o Presidente da Duratex, Antonio Joaquim de Oliveira.

O executivo também pontua que a transação está em linha com uma das quatro avenidas de crescimento da companhia, que prevê a transformação digital, em formatos ainda mais intensos e inovadores, para atender ao novo perfil de profissionais e consumidores
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Com o anúncio de hoje, a Duratex terá 28,57% das ações da empresa, e o investimento realizado será utilizado para crescimento da equipe, para entrada como marketplace de venda de produtos e para melhorar cada vez mais a experiência dos consumidores e dos profissionais no uso do site, que é líder no mercado brasileiro. A Viva Decora, mesmo após o investimento realizado, seguirá com gestão totalmente independente.

Fundada em 2014, a Viva Decora já possui mais de 37 mil profissionais cadastrados, mais de 132.000 fotos categorizadas em 40 ambientes e mais de 2 milhões de visitas orgânicas por mês, tendo se estabelecido nos últimos anos como o maior portal de conteúdo para decoração, arquitetura e reforma do Brasil. O portal tem como fundador e CEO Diego Simon (co-fundador da Viva Real) e como co-fundadores Lucas Aragão (ex-McKinsey e Peixe Urbano), Michel Wajs (fundador do ClickArq) e Pedro Renan (fundador da Logovia).

O marketplace recém-lançado já possui mais de 570 mil produtos cadastrados em centenas de categorias. Com isso, o portal fornece ao consumidor uma solução completa para inspirar a casa dos sonhos, contratar o profissional adequado e também comprar os produtos necessários pelo melhor preço do mercado. Todo o conteúdo publicado tem como objetivo ajudar o consumidor em sua jornada, começando com fotos para inspiração, uma revista para informação e produtos para pesquisa e compra. Além de apontar tendências e fornecer informações do mercado, o portal também é vitrine para os mais diversos especialistas do setor de construção que desejam ampliar sua rede de relacionamento e estabelecer novas oportunidades de negócios.

“A Viva Decora foi criada com o propósito de ajudar as pessoas a criarem a casa dos sonhos, por meio de uma plataforma que conecta consumidores, profissionais e empresas. Enxergamos na Duratex uma parceira estratégica com grande potencial de sinergia com a Viva Decora: aportamos nossos conhecimentos de tecnologia e marketing digital, além da cultura de startup, e nos beneficiamos da estrutura e expertise de mercado do grupo”, afirma Diego Simon.

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7 orientações para se tornar um líder em 2018 – Por Celso Bazzola

O líder dentro de uma organização torna-se o ponto de equilíbrio e peça-chave para fazer a diferença e buscar resultados. Esse deve, mais que todos, acreditar no potencial da empresa e de sua equipe. Contudo, infelizmente podemos notar nas empresas muito bons profissionais que são alçados ao papel de líderes, mas, por inabilidade ou despreparo não conseguem desenvolver esse papel adequadamente, o que causa muitos problemas em relação a clima e resultados.

Mas, nem toda pessoa nasce um líder e existem características de lideranças que devem ser identificadas e potencializadas. Desenvolver essas competências torna-se fundamental para o sucesso de um líder, resultado da empresa e aumento de sua capacidade de empregabilidade. Podemos destacar alguns pontos fundamentais para atingir este objetivo:

1• O primeiro diferencial é que o líder deve ser um apaixonado pelo que faz, se isso não ocorre não haverá inspiração e entusiasmo, assim se quer se tornar um líder, tenha em mente que fazer o que ama e amar o que faz;

2• Um líder deve ser um profissional em que as pessoas confiem, por isso deve ser sincero e ter engajamento. Também é importante que demonstre maturidade com base em experiências passadas e teóricas, pois tem que estar em busca pela melhoria contínua a reciclagem;

3• O conhecimento do que faz e a curiosidade de estar buscando coisas novas é fundamental, assim, o líder deve ser a base de informações e alternativas, ele deve estar sempre se aprimorando, senão pode virar a liderança que não é muito respeitas;

4• Saber arriscar é imprescindível, por isso é fundamental que se tenha audácia quando necessário e posicionar sua opinião, também é necessário que se assuma as responsabilidade e culpas;

5• Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais, pois só olhando para dentro de si, que o líder saberá como agir com os parceiros e os seus limites.

6• Ter resiliência é fundamental, pois é necessário estar pronto para mudar de rota sem perder a serenidade e foco, conduzindo sua equipe nas mudanças que o mercado impõe.

7• Comunicar bem é fundamental, hoje um dos grandes erros de uma líder é não saber deixar claro para equipe os caminhos tomados e os motivos, é preciso saber falar, fazer reuniões e convencer.

Enfim, muito se confunde o líder com o “chefe”, mas ser líder não é apenas coordenam os trabalhos, é preciso aprofundamento sobre o tema, onde o líder é inspirador, motivador de equipes, demonstrando o caminho a ser seguido. Com isto, tendem à serem mais respeitados, atingindo a eficiência e resultados necessários para a produtividade e lucratividade da empresa.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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Android é foco dos ataques a dispositivos móveis no Brasil

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de segurança cibernética de alta performance, apresenta um levantamento sobre as principais ameaças no Brasil em parceria com o FortiGuard Labs. De acordo com a pesquisa, o Android é o sistema operacional mais atacado por malwares destinados a dispositivos móveis no Brasil. O estudo foi realizado no período de janeiro a agosto de 2017 e confirma uma tendência do cenário de ameaças à cibersegurança.

Em junho, o Brasil já era recordista em números totais de malware para plataforma móvel, aparecendo em 5º lugar, atrás de países como Japão e Estados Unidos e com o equivalente a 10% de tentativas de infecções a dispositivos móveis em relação ao total de ameaças detectadas. Já no último relatório (janeiro a agosto), a Fortinet identificou que 18% das mais de 72 mil ameaças identificadas foram direcionadas para este tipo de dispositivo.

O Android é o sistema para dispositivos mobile mais utilizado no país e o mais vulnerável a ciberameaças, com 99,9% das tentativas de ataque, número muito superior ao observado em outras regiões. Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles eram malwares para dispositivos Android.

Botnet aumenta no Brasil

O tráfico de Botnet vem aumentando no Brasil, sendo 50% maior que no começo do ano. O botnet Andromeda é a principal ameaça do tipo, com cerca de 255 mil hosts infectados, 27% do total detectado no Brasil, um crescimento de 300% desde o início do ano. Porém, pelas projeções, pode não repetir o feito do passado, quando foi responsável por 1,1 milhão de ameaças.

Os dispositivos de Internet das Coisas (IoT) estão se tornando grandes oportunidades para hackers, já que sua grande maioria não foi desenvolvida com grande foco em cibersegurança. Em 2017, os botnets de IoT Miraj e Hajime foram responsáveis por 20% de todo o tráfego de Botnet no Brasil. Até agosto do ano passado, este tráfego era praticamente inexistente. Especialistas estimam que 25% os ciberataques serão direcionados à IoT em 2020.

Ransomware cresce no Brasil

O malware do tipo ransom, responsável pelos últimos grandes ataques de alcance global, continuam a crescer no Brasil e no mundo. De um ano para cá, 50% de todos os malwares no Top 20 são do tipo ransomware.

Quando olhamos pelo viés da propagação, o JS/KYptik ainda segue como campeão, sendo identificado por mais de 10% de todos os sensores no Brasil. O malware baixa e executa a família Cerber, vírus que criptografa arquivos de usuários.

Sistema de Prevenção de intrusão

De janeiro a agosto, foram mais de 113 milhões de tentativas de exploração de vulnerabilidades detectadas. A Fortinet identificou em seu relatório que 50% dos ataques do tipo IPS tentaram explorar vulnerabilidades web.

A ameaça TCP.Out.Of.Range.Timestamp é responsável por 30% do tráfego total dentro das TOP 20 ameaças do tipo. Sua abrangência aumentou de 1 milhão em janeiro para seis milhões em abril.

O relatório também destaca a presença de malwares derivados do Apache Struts, software de código aberto utilizado por diversas empresas e que se tornou tema de uma investigação este ano, após um dos três maiores de serviço de proteção ao crédito dos EUA, a Equifax, ter sido invadida por não ter atualizado uma vulnerabilidade do mesmo, o que causou o vazamento de dados pessoais de mais de 143 milhões de usuários no mundo. Malwares ligados ao software aparecem em cinco posições do Top 20 de ameaças.

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Grupo Panalpina investe em startup para a cadeia de suprimentos

Em um mundo cada vez mais digital e automatizado, o Grupo Panalpina, uma das principais operadoras logísticas globais, inova e investe na criação de uma startup dedicada exclusivamente à cadeia de suprimentos. Trata-se da Validaide, uma plataforma online, da qual é co-desenvolvedora, que tem como objetivo principal proporcionar a qualificação de seus principais fornecedores. A ferramenta, lançada recentemente, já está disponível em alguns dos países em que a companhia atua e a previsão é que todas as suas outras filiais recebam a novidade até o final de 2018, inclusive a Panalpina Brasil.

“Nossos clientes, especialmente os da área da saúde, confiam em nós para trabalhar com fornecedores qualificados. É por isso que mantemos um dos mais sofisticados programas de gerenciamento de subcontratados e de avaliação de riscos do mercado”, diz o chefe global de aquisições de frete aéreo e de gerenciamento de produtos do Grupo Panalpina, Markus Muecke. “A Validaide torna o processo de qualificação dos fornecedores e a identificação dos riscos ao longo das rotas de transporte mais eficiente, dinâmico e transparente”, acrescenta.

A coleta, manutenção e compartilhamento das informações sobre os parceiros de logística é um tópico que ganhou interesse significativo nos últimos anos, especialmente no setor de saúde, uma vez que as diretrizes de boas práticas de distribuição da União Europeia foram atualizadas em 2013. De acordo com esses regulamentos, os produtores de medicamentos devem sempre avaliar as capacidades de seus fornecedores da cadeia de distribuição.

Ao usar a Validaide, a Panalpina pode qualificar seus fornecedores e avaliar as rotas de transporte de forma mais rápida e fácil, podendo compartilhar os resultados com os próprios clientes. “A Validaide é uma plataforma aberta com uma abordagem comunitária única”, explica o co-fundador e diretor-gerente da startup, Eelco de Jong. “Os integrantes da comunidade criada no sistema, por exemplo, companhias aéreas, agentes de trânsito e empresas de transporte rodoviário, podem mostrar suas competências tanto para clientes existentes quanto para parceiros em potencial, ou seja, provedores de logística terceirizados como a Panalpina. Os fornecedores são responsáveis por seus dados e decidem com quem eles querem compartilhar”, complementa.

Transparência – Com a Validaide, todos os dados ficam disponíveis online, em um único lugar e a qualquer momento, além de estarem sempre atualizados. “Por meio desse sistema, podemos oferecer aos clientes maior visibilidade aos seus negócios globais. Com o programa, eles conseguem ter acesso a toda a cadeia de transportes de onde estiverem e podem mitigar os riscos potenciais. Graças às informações e relatórios fornecidos em tempo real, podem tomar decisões rápidas com base em fatos e agilizar seus respectivos processos de auditoria”, afirma o supervisor de qualidade e de operações aéreas do Grupo Panalpina, Daniel Lutz.

O Grupo Panalpina é parceiro da Validaide, empresa co-fundadora da startup que leva o mesmo nome, desde que a plataforma foi criada, em 2016. As duas empresas trabalharam em estreita colaboração para construir uma ferramenta segura, alinhada com listas de verificação padronizadas e com um fluxo eletrônico sutil, que torna a qualificação do provedor mais eficiente e confiável. Em conjunto com os dados dos próprios fornecedores e centenas de rotas de transporte avaliadas pelos especialistas da companhia, a nova tecnologia oferece a mais completa transparência em informações para a cadeia de suprimentos mundial.

Brasil– O Grupo Panalpina segue em processo de implementação da start-up em todos os outros países em que atua diretamente, inclusive o Brasil, um dos mais importantes mercados para os negócios da companhia em todo o mundo. O país é o quarto mais relevante para as operações da corporação atualmente e deve receber o sistema até o final de 2018.

“Temos certeza que a nova tecnologia agregará ainda mais valor às nossas operações no país e que também será um diferencial na cadeia de distribuição nacional, reforçando nossa característica mais conhecida por nossos clientes e pelo mercado, de especialistas em soluções integradas e altamente customizadas”, finaliza o presidente da Panalpina Brasil, Marcelo Caio D’Arco.

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CommScope abre centro de tecnologia avançada, com recursos de realidade aumentada e robótica

As demandas tecnológicas têm aumentado em velocidade acelerada na indústria. Para enfrentar este desafio, a CommScope, líder mundial em soluções de infraestrutura para redes de comunicações, inaugurou um novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada em suas instalações de Kessel Lo, na Bélgica. O centro é fruto de uma aliança recente com a Yaskawa, maior provedor de robôs do mundo, e tem como objetivo impulsionar a adoção de tecnologia robótica e de maior automatização aos processos de manufatura.

A criação deste novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada permite à CommScope desenvolver competências e tecnologia automatizadas de produção, em um ambiente de laboratório, por meio da colaboração com universidades, parceiros de conhecimento e provedores. O objetivo é colocar em prática o desenho de novos equipamentos e ferramentas de automação para implementar mundialmente em locais de manufatura.

“À medida que olhamos para o futuro, a natureza da manufatura evolui de forma rápida e nossos clientes esperam personalização e entrega quase imediata de produtos de qualidade”, destaca Chris Story, Senior VP de Abastecimento Global da CommScope. “A fábrica digital transformou a manufatura novamente em um tema de grande apelo. A CommScope vê a crescente proliferação da automatização flexível como uma parte chave da inovação para nossos clientes.”

Este centro inclui um laboratório de mecatrônica de apoio à robótica para desenvolver ferramentas automatizadas de inspeção de qualidade e de suporte para realidade aumentada, e também permitirá o design de ferramentas para facilitar operações delicadas e de alta precisão. A aliança com a Yaskawa e sua tecnologia, que inclui o robô colaborativo Motoman HC10 e o sistema Industry 4 utilizado para gerenciar seus equipamentos de robótica, são peças fundamentais para que este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada consiga alcançar seus objetivos.

“A manufatura contribui com mais de seis trilhões de euros* para a economia mundial, enquanto a demanda de mão de obra altamente qualificada, tecnológica e inovadora continua crescendo”, ressalta Eddie Mennen, diretor geral de Yaskawa Benelux. “A Yaskawa está colaborando com a CommScope para modernizar as tecnologias de produção necessárias para responder de forma eficiente em mercados que mudam rapidamente, como a eletrônica e a alta tecnologia”.

Os robôs de alta precisão facilitam a consistência e a exatidão de processos que não podem ser alcançadas pelo trabalho humano, especialmente para tecnologias como a conectividade de fibra óptica e circuitos.

O novo espaço será apresentado durante as visitas pelas instalações para mostrar aos clientes como a CommScope está trabalhando para inovar as operações de manufatura e será uma parte chave da aquisição de talento.

“Contar com lugares como este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada é uma parte chave para desenvolver e testar tecnologia, enquanto inovamos em robótica, o que será um grande apoio no esforço em acrescentar maior automatização à nossa rede global de manufatura, bem como apoiar nossas operações em busca de melhorar a qualidade, eficiência e velocidade”, concluiu o Senior VP de Abastecimento Global da CommScope.

*Hennik Research, Annual Manufacturing Report 2017. The Manufacturer.

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SAP Hybris apresenta solução para acelerar negócios de companhias aéreas

A forma como os consumidores pesquisam e fazem reservas para suas viagens está experimentando uma importante mudança, impulsionada em grande parte pela revolução digital. A SAP anunciou uma nova versão do SAP Hybris Commerce Travel Accelerator, solução de comércio específica para o setor de viagens.

A novidade permite às companhias aéreas manter preços e promoções consistentes em vários canais – Web, dispositivos móveis, quiosque, balcões de venda, sistemas a bordo/em vôo, centros de atendimento e distribuição –, atendendo às demandas e expectativas do número crescente de passageiros digitais.

O SAP Hybris Commerce Travel Accelerator é compatível com o padrão New Distribution Capability (NDC), padrão da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) e garante aos provedores de serviços de viagem as modernas práticas já utilizadas na área de Varejo. A solução inclui recursos importantes como ofertas personalizadas, acessíveis tanto a clientes digitais como àqueles que se dirigem a pontos de atendimento físicos.

“O processo de reservas já não é linear, então as companhias aéreas que dependem da distribuição indireta para vendas enfrentarão grandes desafios ao competir em um mundo digital que exige uma abordagem ‘centrada no varejo'”, diz Rodrigo Marcondes, vice-presidente de Vendas para SAP Hybris no Brasil.

Com o SAP Hybris Commerce Travel Accelerator, as companhias aéreas podem determinar quais produtos serão oferecidos, a quem serão oferecidos e por qual preço, a partir de dados como a atividade do usuário, seu histórico de reservas, status de fidelidade e canal de vendas. Informações sobre tarifas e complementos de vôo, como espaço extra para pernas e produtos de parceiros, são armazenados individualmente em um catálogo central, o que permite que as empresas aéreas criem várias opções de venda e preços.

Entre outras vantagens, os novos recursos da solução possibilitam que as companhias aéreas contem com recursos de comércio de varejo líderes de mercado em sistemas de reservas comuns da indústria; elevem as taxas de conversão dos visitantes dos sites na Web em clientes que finalizem a compra, proporcionando uma vitrine ágil e gestão de conteúdo baseada em contexto e criem pacotes e ofertas promocionais para segmentos de clientes e canais.

Além disso, a ferramenta também permite a combinação dinâmica do conteúdo de vôo com acomodações para criar pacotes e ofertas com preço único; a implementação de iniciativas de conexão direta com agências e parceiros Business-to-Business, usando o padrão NDC da IATA, e a combinação de tarifas ATPCO com tarifas dinâmicas e complementos de voos gerenciados diretamente na solução SAP Hybris Commerce.

A solução, que já está disponível no Brasil, tanto na modalidade on premise (venda de licenças) quanto em nuvem, é utilizada internacionalmente por companhias do setor de viagens como a Easyjet, TUI Poland, China Express Airlines e P&O Ferries.

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Ebit: Da véspera da Black Friday à Cyber Monday, faturamento do e-commerce atinge R$3,2 bilhões

De 23 a 27 de novembro, o faturamento no e-commerce atingiram a marca de R$3,2 bilhões, alta de 8,7% ante o mesmo período de 2016, quando o montante foi de R$2,9 bilhões. De acordo com a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, o número de pedidos aumentou 16,1%, de 5,2 milhões para 6,1 milhões, enquanto o tíquete médio retraiu 6,4%, de R$555 para R$ 520.

O período abrange desde a véspera da Black Friday (23) até a Cyber Monday (27). Considerando os resultados apenas da segunda-feira, houve uma alta de faturamento de 6%, de R$291 milhões para R$308,5 milhões, com alta de 22% no número de pedidos, de 591 mil paea 721 mil e queda ainda maior no tíquete médio, de 13,2%, de R$492 para R$428. “A Cyber Monday está ganhando força como data tradicional de descontos. O recuo no tíquete médio mostrou que os varejistas ampliaram suas ofertas e aumentaram os descontos do produto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Neste ano, além da segunda-feira, outro destaque foi a quinta-feira (23), véspera da Black Friday (24), que também concentrou muito mais vendas na comparação com 2016. “O conjunto de fatores que incluem a antecipação das ofertas, sites com poucas falhas e consumidor já realizando compras no final da tarde de quinta-feira, resultaram num pico de vendas das 18h às 23h59 na véspera da Black Friday (24), horário no qual a Ebit registrou o maior crescimento em comparação ao ano anterior”, explica André Dias, COO da Ebit.

A Black Friday (24), principal dia de ofertas, gerou faturamento de R$2,1 bilhões para o e-commerce em 2017, alta de 10,3% ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

Confira o resultado consolidado do período (23 a 27/11):

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Ataques cibernéticos poderão causar interrupção no fornecimento de energia elétrica nos próximos cinco anos, diz Accenture

Quase dois terços (63%) dos executivos de concessionárias entrevistados pela Accenture em todo o mundo acreditam que seus países enfrentarão ao menos um risco moderado de interrupção no fornecimento de energia elétrica por ataque cibernético em suas redes de distribuição, ao longo dos próximos cinco anos. O número é um dos achados do novo relatório da Accenture (NYSE:ACN), Outsmarting Grid Security Threats, parte do programa de pesquisa Digitally Enabled Grid, e chega a 76% entre executivos de concessionárias norte-americanas.

A pesquisa realizada com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países mostra que interrupções no fornecimento de energia elétrica por conta de ataques cibernéticos são a principal preocupação, citada por 57% dos entrevistados. Ameaças físicas à rede de distribuição são igualmente um problema. Para 53% dos executivos, o principal receio é a segurança de funcionários e/ou clientes e, para 43%, a destruição de bens físicos.

Interrupções no fornecimento de energia são principal preocupação em relação à segurança cibernética, para executivos e distribuidoras

“Os negócios de distribuição estão cada vez mais expostos a crimes cibernéticos por conta do desenvolvimento de malwares altamente sofisticados e letais, que podem ser usados por criminosos virtuais”, diz Stephanie Jamison, diretora executiva de Transmissão e Distribuição da Accenture.
“Ataques a sistemas de controle poderiam prejudicar a confiabilidade da rede e a segurança e o bem-estar de funcionários e do público em geral. Não conseguir endereçar esse tipo de ameaça a tempo pode prejudicar a marca, bem como ser uma ameaça real a um país ou comunidade”.

Embora a maior conectividade dos sistemas de controle habilitados nas redes inteligentes possa gerar benefícios significativos sob a forma de segurança, produtividade, qualidade de serviço aprimorada, e eficiência operacional, 88% concordam que a segurança cibernética é uma grande preocupação na implantação destas redes inteligentes. Concessionárias de distribuição também estão cada vez mais expostas por conta do aumento de aparelhos domésticos conectados via Internet das Coisas (IoT), como plataformas domésticas e eletrodomésticos inteligentes. Isso traz um novo risco às empresas de distribuição, ainda difícil de quantificar, com 77% dos executivos de concessionárias indicando IoT como risco potencial à cibersegurança.

Nas regiões da Ásia-Pacífico e da Europa, criminosos cibernéticos são vistos como o maior risco para os negócios de distribuição por quase um terço dos respondentes. Contudo, na América do Norte, ataques por governos são considerados um risco maior do que em outras regiões (32%).

“A implantação das redes inteligentes poderia abrir novos vetores de ataque se a segurança cibernética não for uma preocupação central do projeto”, completa Jamison. “Contudo, as redes inteligentes também podem trazer proteção sofisticada para ativos que antes eram vulneráveis por meio de uma melhor conscientização da situação e controle da rede.”

As concessionárias precisam aumentar suas capacidades de cibersegurança e desenvolver um sistema de entrega resiliente

Um número significativo de concessionárias de distribuição ainda tem muito a fazer para desenvolver capacidades de resposta cibernética robusta. Mais de 4 em 10 respondentes afirmam que os riscos de cibersegurança ainda não estavam, ou estavam apenas parcialmente, integrados a seus processos de gestão de riscos mais amplos.

Além disso, a crescente convergência de ameaças físicas e cibernéticas exige o desenvolvimento de capacidades que vão muito além dos requisitos simples de conformidade com normas nacionais ou internacionais de segurança. As concessionárias devem investir na resiliência de suas redes inteligentes, bem como em recursos eficazes de resposta e recuperação.

A proteção adequada representa um desafio por conta da complexidade das redes de distribuição elétrica e de agressores cada vez mais sofisticados e bem-financiados, e muitas concessionárias de distribuição ainda não estão protegidas ou preparadas adequadamente. Quando o assunto é restaurar a operação da rede ao estado normal após um ataque cibernético, apenas 6% dos entrevistados acreditam estar extremamente bem preparados e 48% afirmam estarem preparados.

No Brasil ainda não há registros públicos precisos de invasões ou tentativas de invasões a sistemas de controle das redes elétricas. Entretanto, o aumento dos dispositivos inteligentes implantados pelas diferentes concessionárias visando a migração para redes mais inteligentes traz a preocupação com o aumento da probabilidade de acontecimentos tais como observados recentemente em outros países.

Apenas 48% dos executivos de concessionárias acreditam estar bem preparados para os desafios de uma interrupção por ataque cibernético

“A cibersegurança precisa se tornar uma competência central do setor, protegendo toda a cadeia de valor e seu ecossistema, de ponta a ponta. As concessionárias, experientes na entrega confiável e na restauração de energia, precisam ser ágeis e rápidas para criar e alavancar a consciência situacional para que possam reagir rapidamente e intervir a tempo para proteger a rede”, diz Jim Guinn, diretor geral que lidera a prática de segurança para indústrias de recursos naturais na Accenture. “O desenvolvimento dessa nova capacidade exigirá inovação contínua, uma abordagem prática para dimensionamento e colaboração com parceiros para gerar o máximo de valor.”

Ações para construir e escalonar a defesa cibernética

Embora não haja um caminho único a seguir, existem alguns movimentos que qualquer negócio de distribuição deve considerar para fortalecer a resiliência e a resposta a ataques cibernéticos, tais como:

• Integrar a resiliência no desenvolvimento de ativos e processos, incluindo segurança cibernética e física;

• Compartilhar inteligência e informações como uma atividade crítica que poderia ajudar a criar consciência situacional sobre o cenário de ameaças mais recente e como se preparar de acordo;

• Desenvolver modelos de governança para gerenciamento de segurança e emergência.

Para mais informações sobre como as concessionárias de distribuição podem gerenciar efetivamente a cibersegurança, acesse o novo relatório da Accenture – Outsmarting Grid Security Threats.

Metodologia

O estudo anual da Accenture – Digitally Enabled Grid – avalia as implicações e oportunidades de redes cada vez mais digitais. O estudo 2017 inclui entrevistas com mais de 100 executivos de concessionárias de mais de 20 países. Todos os executivos entrevistados estavam envolvidos no processo de tomada de decisão para questões relacionadas a redes inteligentes. Os países representados incluem África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, Filipinas, Holanda, Itália, Japão, Malásia, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suíça e Tailândia.

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Finep seleciona 25 startups para investir e abre para novas propostas

A Finep divulga em novembro as 25 empresas selecionadas na primeira chamada do edital do seu programa voltado para startups. As escolhidas irão receber investimento da financiadora de até R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios apresentado. Em paralelo, a agência também dá início a segunda rodada do Finep Startup, que visa selecionar mais 25 empresas.

A região Sudeste foi a que mais teve startups contempladas – 15 no total –, seguida por Sul (7), Nordeste (2) e Centro-Oeste (1). São Paulo foi o estado com mais empresas selecionadas (7), seguido por Rio de Janeiro (6) e Rio Grande do Sul (4). Paraná e Pernambuco estão representados por 2 startups cada, enquanto Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul têm 1 empresa cada. Todas as selecionadas ainda passarão pela visita técnica, última etapa do processo.

Segunda rodada
As startups que não conseguiram submeter proposta na primeira etapa do edital terão nova chance. Novas inscrições estão disponíveis até 26 de dezembro, no processo que selecionará mais 25 empresas para receber investimento da Finep. Devido a alta demanda (mais de 503 startups inscritas) na primeira rodada, a Finep ampliou os temas presentes no programa (inclusão de Healthtech) e incluiu a categoria tecnologias habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista.

O principal objetivo com a mudança é atender empresas nascentes de base tecnológica que tenham como elemento central de sua estratégia competitiva o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços baseados nas tecnologias habilitadoras listadas, cobrindo, dessa maneira, empresas que não foram atendidas pela primeira rodada do edital.

Sobre o Finep Startup
O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a Finep vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital dessas startups. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações.

Para estimular o empreendedor a buscar recursos privados, a Finep vai dar até 5 pontos às empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento privado, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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Gartner revela quais serão os dispositivos mais cobiçados para as festas de fim de ano

Headphones, tablets, pulseiras fitness, smartphones e TVs devem ser os produtos mais procurados pelos consumidores

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que os descontos nos produtos de TI devem se estender até o final do ano. As ofertas, que eram exclusivas nos Estados Unidos, são agora amplamente oferecidas no Brasil e em vários países europeus, com os varejistas apresentando preços cada vez mais competitivos. A indústria de bens de consumo, incluindo fabricantes de aparelhos eletrônicos, esperam que o espirito ‘Black Friday’ seja ampliado até o Natal.

“Marcas e varejistas oferecerão uma gama de ótimos negócios em dispositivos eletrônicos. Aqueles que mais devem atrair os consumidores são headphones, tablets, pulseiras fitness, smartphones e TVs. Espera-se que Smartwatches, caixas de som com Assistentes Pessoais Virtuais (VPA – Virtual Personal Assistant) e Smart Headphones também gerem demanda”, afirma Annette Zimmermann, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Alguns usuários estavam esperando até agora para comprar um Apple Watch, já que sua utilidade ainda não era motivo tão convincente para a aquisição. Contudo, com sua conectividade celular, o Apple Watch Series 3 oferece novas formas de uso, como streaming de música durante os exercícios na academia ou deixar seu iPhone em casa, o que inevitavelmente gerará demanda e aumentará as vendas na Black Friday e nas festas de fim de ano.

O Gartner estima que 41,5 milhões de Smartwatches serão vendidos em 2017. Outras marcas de eletrônicos como a Huawei, LG, Samsung e Lenovo também contribuirão para isso, mas até agora o Apple Watch se mantém como o relógio inteligente de maior sucesso no mercado.

Outros dispositivos vestíveis que podem se destacar no fim de ano são as pulseiras eletrônicas. Estima-se que as vendas desses itens somem um total de 44 milhões de unidades em 2017, embora em 2019 a comercialização de Smartwatches supere a de pulseiras eletrônicas. Em geral, o Gartner prevê que 310,4 milhões de dispositivos vestíveis sejam vendidos no mundo em 2017, um aumento de 16,7% em relação a 2016.

“Se olharmos para os mercados de caixas de som com VPA e Smart Headphones, os fabricantes têm feito importantes adições aos seus portfólios. O Google, por exemplo, recentemente aumentou sua linha de produtos com os Pixel Buds e o mais barato Google Home Mini, concorrente do Echo Dot, da Amazon. Esperamos que esses dois mercados se desenvolvam rapidamente nos próximos dois a três anos em termos de volume e avanços tecnológicos”, diz Annette.

De acordo com a última previsão do Gartner, o mercado global de headsets por Bluetooth deve chegar a 150 milhões de unidades neste ano. As vendas de caixas de som com VPA crescerão para 11,8 milhões de unidades em 2017.

“A Black Friday se tornou um estimulador de vendas também no Brasil e na Europa há anos, tanto no comércio on-line quanto off-line. Vemos essa tendência em diversos países europeus, incluindo o Reino Unido, Alemanha, França e Itália, onde a Black Friday e a Cyber Week se tornaram termos conhecidos dos consumidores. Ainda assim, vemos algumas diferenças regionais entre os Estados Unidos e os outros países. Na maior parte dos casos, isso se deve à disponibilidade de produtos e não às preferências do público”, afirma Annette.

Similar ao que acontece nos Estados Unidos, o Gartner espera que a adição de conectividade celular ao Apple Watch Series 3 gere interesse nesse item por parte do consumidor. A Apple estabeleceu seu produto eSIM com alguns dos maiores provedores de serviços de comunicação, incluindo inicialmente as empresas europeias Deutsche Telekom, Orange e EE. Contudo, mais parcerias serão necessárias para impulsionar uma adoção maior do consumidor.

O aparelho principal da Fitbit, o Ionic, anunciado na feira alemã IFA em setembro, também pode estar nas listas de presentes de Natal. No entanto, o Reino Unido é o único país em que uma de suas novas funcionalidades, o Fitbit Pay, funciona. Serviços de pagamento confiáveis e eficientes para dispositivos vestíveis devem ser uma prioridade para a maior parte dos fabricantes, pois melhorarão a experiência de consumo e, consequentemente, promoverão lealdade às marcas.

Os smartphones se manterão como um presente de fim de ano altamente cobiçado. O Gartner espera que as vendas de celulares totalizem 1,57 bilhão de unidades em 2017, um crescimento de 4,9% em relação a 2016. A Huawei continua a aumentar sua presença na Europa, com 11,9% do mercado no terceiro trimestre de 2017, uma elevação em relação aos 10,2% anuais, um sólido terceiro lugar atrás da Samsung e da Apple. A Huawei se mantém na terceira posição por se destacar dos outros fabricantes que usam sistema Android, se beneficiando de empresas com problemas como a HTC e a Sony.

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Aruba anuncia novo country manager para o Brasil

Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, nomeou Eduardo Gonçalves para liderar a operação brasileira da companhia. Responsável por conduzir os negócios da empresa no País em vários segmentos incluindo Operadoras, Enterprise e SMB, ele continuará ampliando a relevância de Aruba na América Latina e consolidando-a como referência para o mercado corporativo em soluções de mobilidade, conectividade e segurança.

No início de dezembro Eduardo Gonçalves será o anfitrião do Aruba Atmosphere Regional Sao Paulo, a primeira edição do encontro promovido pela companhia globalmente para antecipar tendências tecnológicas. Este evento inédito reunirá mais de 600 especialistas em redes para conhecer a visão da Aruba sobre “digital spaces”, bem como inovações tecnológicas em acesso inteligente. A Aruba também mostrará como potencializar redes e tornar os ambientes corporativos em espaços seguros, flexíveis e colaborativos, que estão rapidamente impulsionando as empresas para a inovação.

Eduardo apresentará o portfólio da Aruba, ilustrando os benefícios a parceiros e clientes a partir da adoção dessas soluções de negócios. O Atmosphere Regional será realizado no dia 6 de dezembro na sede da Fecomércio, em São Paulo.

Ao longo de sua trajetória profissional, Eduardo trabalhou em diversas empresas do setor de TI/Telecom, como Cisco Systems, 3COM e Telefónica. Ingressou na Hewlett Packard Enterprise há seis anos e desde então atuava como gerente de vendas. É graduado em Engenharia Elétrica na FEI, pós-graduado em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e tem MBA em Gestão Empresarial na Fundação Instituto de Administração (FIA).

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T-Systems anuncia serviço para gerenciamento de sistema operacional multi-nuvem

A T-Systems acaba de anunciar o primeiro serviço para gerenciamento de diferentes sistemas operacionais em nuvem: o MCOS (Managed Cloud Operating System) gerencia diferentes sistemas operacionais nas múltiplas plataformas utilizadas pelos clientes simultaneamente, sejam operações internas convencionais, nuvens privadas, híbridas ou públicas. O suporte atende à plataforma da companhia, a Open Telekom Cloud, assim como outras, como a Microsoft Azure e a Amazon Elastic Compute Cloud (EC2).

As estruturas em nuvem vêm se tornando entidades cada vez mais complexas e, ao mesmo tempo, muitas empresas estão colocando suas aplicações e dados em diferentes nuvens. Isso faz sentido do ponto de vista de segurança, mas também traz algumas desvantagens, como o crescimento da complexidade e dos esforços de manutenção necessários à esta infraestrutura.

Como resposta, os especialistas da T-Systems desenvolveram o MCOS para gerenciar servidores virtuais, como Microsoft Windows e SUSE Linux Enterprise, com diferentes sistemas operacionais, incluindo suas atualizações e patches regulares. Com isso, os clientes podem utilizar a solução em todas as suas estruturas em nuvem.

“Como integradores de nuvem, nós temos a experiência necessária para gerenciar diferentes plataformas em nuvem. Com o MCOS, nós oferecemos aos nossos clientes uma solução automatizada que vai cuidar do gerenciamento diário, liberando recursos para tarefas mais estratégicas”, afirma François Fleutiaux, diretor de divisão de TI da T-Systems.

O MCOS padroniza o gerenciamento de ambientes em nuvem, independentemente da tecnologia empregada pelo provedor. Como resultado, os usuários precisam de menos tempo e recursos para manter seus vários sistemas atualizados. Livres desta rotina, os recursos podem ser utilizados para reforçar aplicações de negócios ou outras tarefas mais úteis.

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Black Friday movimenta R$ 2,48 bi no comércio eletrônico, aponta ABComm; Varejo físico vê alta no fluxo

A Black Friday, realizada na última sexta-feira, 24, movimentou R$ 2,48 bilhões nas lojas virtuais do País. É o que avalia a Associaçao Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 16% quando comparado com a mesma data do ano passado.

A ABComm considerou as lojas virtuais e também os marketplaces dentro do período de 20 a 24 de novembro. No total foram realizados 10 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 246. Dentre os produtos mais buscados na data estiveram Informática, Celulares, Eletrônicos, além de Moda e Casa e Decoração.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, esse resultado demonstra que a Black Friday está cada vez mais consolidada no Brasil. “Como esperado, muitos consumidores se prepararam para aproveitar as promoções do período, bem como os lojistas virtuais”, afirma.

Outros players do comércio eletrônico também sentiram os impactos positivos na data. A Tatix, empresa especializada em gestão completa (full service) de comércio eletrônico, observou um crescimento médio de 20% dentro da sua carteira de clientes. A companhia opera as lojas virtuais de grandes marcas do varejo, como Pernambucanas, Som Livre, Glamour, Giga Barato, entre outras.

De acordo com Luis Fernando Miller, sócio-diretor da Tatix, o Volume Bruto de Vendas (Gross Merchandise Volume, na sigla em inglês), indicador que mede vendas próprias de mercadorias e vendas de terceiros, foi de cerca de R$ 10 milhões no fim de semana da Black Friday. De acordo com ele, o destaque foi a categoria Moda. “Assim como esperado pelo mercado, os números registrados foram bastante expressivos”, afirma o executivo.

Varejo físico apresenta alta no fluxo

O varejo tradicional, que vem aderindo com mais intensidade às promoções da Black Friday, também observou crescimento na movimentação de consumidores. O fluxo nos shopping centers do País cresceu 8,13% no dia do evento em relação ao ano anterior, segundo o Índice de Visitantes em Shopping Centers (IVSC), realizado pela ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) em parceria com a FX Retail Analytics, empresa especializada no monitoramento de fluxo de visitantes para o varejo.

“Realidade no e-commerce, os números mostram que a Black Friday está se consolidando no mundo físico, com um aumento proporcionado não só pelas ofertas dos varejistas, mas também por lanchonetes, restaurantes e boutiques de doces, que também aderiram ao movimento”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Recuperação de compras

Os lojistas virtuais também recuperaram uma grande quantia de compras que então seriam alvo de desistência pelos consumidores. De acordo com dados da Linx+ShopBack, empresa especializada na recuperação de clientes por meio de abordagens inteligentes baseadas em Big Data, 806 lojas virtuais recuperaram R$ 121 milhões entre a noite de quinta-feira (23) até o final da sexta (24) com ações direcionadas.

Ainda de acordo com informações da empresa, esse valor representa mais de 283 mil novos pedidos realizados após uma primeira desistência, com tíquete médio de R$ 427. As ações que mais resultaram em recuperação de clientes foram por e-mail, com 29%, seguidas por notificações push, com 26% e por overlays inteligentes (mensagens que aparecem na própria página antes do abandono), com 19% de recuperação. Os segmentos que mais resgataram vendas por esse modelo foram: Eletrodomésticos, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Viagens.

“Ferramentas inteligentes, capazes de abordar os consumidores de forma assertiva, se tornam ainda mais importantes durante a Black Friday, diante da enorme concorrência e da necessidade de um rápido tempo de resposta”, afirma Isaac Ezra, CEO da ShopBack. “O desafio é engajar o consumidor por meio de ofertas relevantes em tempo real, e isso só é possível com o uso da inteligência dos dados”, ressalta.

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5 atitudes de sucesso do profissional moderno

Saiba quais são as características mais procuradas pelo RH das Empresas

O Mercado de Trabalho vem sendo muito cruel e exigente com os profissionais. Ser graduadoestá longe de ser uma vantagem. As empresas pedem especializações, Pós Graduação, MBA, Idiomas, etc. Segundo explica Samuel Lopes, consultor e sócio da TIEX, empresa de gestão e consultoria corporativa, as empresas buscam cada vez mais o perfil do profissional moderno. “são aqueles funcionários que vestem a camisa da empresa com atitudes primordiais especialmente em situação economia desfavorável”diz. Confira abaixo quais as 5 características mais apreciadas pelas empresas:

1 – PROATIVO

“já fiz o suficiente pelo que me pagam” ficou no passado

Busque sempre ir além, aquele pensamento “já fiz o suficiente pelo que me pagam” ficou no passado. Os profissionais precisam querer entender mais sobre a sua área de atuação, sobre a área dos seus colegas, sobre a empresa em que trabalham e também sobre o mercado! Você pode não estar sendo pago para ajudar seu colega de setor, ou para participar de projetos além de suas atividades diárias,mas desta maneira você estará colaborando para o crescimento da companhia.Lembre-se: empresas que não crescem dificilmente geram oportunidades, pessoas que não se destacam têm menor chance de promoção. Além disso, como já dizia o ditado: “conhecimento não ocupa espaço”, ou seja, o aprendizado que terá sendo proativo, ninguém vai tirar de você.

2 – APRENDA A DIZER NÃO E OFEREÇA NOVAS PERSPECTIVAS

Não aceite de prontidão uma ideia do seu líder que você não se sinta confortável em executar ou que não acredite que seja a melhor solução

Você precisa ter personalidade, se posicionar. Não aceite de prontidão uma ideia do seu líder que você não se sinta confortável em executar ou que acredite não ser a melhor solução. Converse, exponha seu ponto de vista, tente fazer com que tudo seja repensado. Os líderes precisam de pessoas que pensem que questionem que não tenham medo de falar quando não concordam com alguma coisa! Se sua perspectiva for sugerida de maneira construtiva e respeitosa, mesmo sendo contraria a ideia inicial do seu líder, ao final ele te agradecerá pelo input.

3 –SAIA DA SUA ZONA DE CONFORTO

Olhar o todo da empresa e tentar de alguma forma ajudar outras áreas

Hoje, o profissional precisa ter uma visão sistêmica, analisar onde sua área impacta na do outro e tentar de alguma forma ajudar outras áreas a serem mais eficientes. Deve-se sempre pensar no futuro, verificando onde todos podem ter problemas, e assim promover discussões no sentido de se antecipar a esses problemas tomando medidas para evitá-los! Isso émais um motivo para entendermos da nossa área, da dos pares, da empresa como um todo e do mercado.

4 –ESPÍRITO DE EQUIPE

Heterogeneidade e diversidade trazem maior performance

Trabalhar com pessoas que pensam como nós, que tem nosso ritmo, cultura parecida é fácil. Mas como pensar diferente, “sair da caixinha”? Tenha uma equipe que possua diferentes pontos de vista, mas que se respeitem e que trabalhem por um objetivo único. Desta forma, com certeza obterá resultados muito mais eficientes, além deconquistar um mar de possibilidades e aprendizados. Ou seja, heterogeneidade e diversidade trazem maior performance.

5– INOVAÇÃO

Coragem para abandonar práticas que um dia já tiveram sucesso!

Fale o que pensa, compartilhe suas ideias criativas earrisque-se! Faça acontecer, proponha mudanças, assuma a responsabilidade de colocá-las em prática, não tenha medo de ser diferente.Tenha coragem para abandonar práticas que um dia já tiveram sucesso e fuja do pensamento “concordar para evitar conflitos”. As empresas modernas e principalmente hoje, em tempos de crise,procuram profissionais com este perfil. Aplicando essas atitudes em seu dia a dia, você terá um enorme diferencial para oferecer àempresa que trabalha e certamente alavancará sua carreira.

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Como o mercado de seguros ganha com a robotização do atendimento?

Por Daniel Moretto

As seguradoras e a indústria de serviços financeiros estão inseridas em um ambiente complexo de sistemas legados, que além de poderem se tornar um grande risco para as empresas, também são um tópico cada vez mais presente na agenda dos CIO’s: como navegar ou substituir sistemas que carregam consigo uma diversidade enorme de informações sobre clientes, mercados, perfis de consumo e informações históricas?

Quando este cenário é projetado em um ambiente onde as pessoas – que utilizam e manipulam dados dentro destes sistemas – se encontram preenchendo lacunas entre sistemas legados, processos de negócios e legislação, a complexidade e a percepção de que o serviço pode ter falhas, é ainda maior. Por isso, é muito comum hoje perceber que dentro da indústria de seguros, muitas vezes, os serviços possuem um prazo muito longo, justamente pela amplitude de sistemas, telas, comandos e consultas, que devem ser decifrados pelos analistas. E ainda quando novas versões de sistemas são colocadas no ar, acontece toda uma movimentação das áreas de TI e gestão de mudança, e uma exposição à riscos financeiros não controlados.

Desta forma, a velocidade com que os executivos de seguradoras desejam que os processos de negócio atendam às necessidades do mundo de seguros nem sempre é acompanhada na prática, dada à complexidade deste emaranhado de sistemas, processos de negócio, e pessoas.

Então, como encontrar o equilíbrio em uma equação difícil como esta, e adaptar os elementos de negócio, considerando a sensibilidade, o risco financeiro e diversidade das informações dentro destes sistemas? A resposta é que uma nova abordagem – conceitual e prática – precisa ser adotada.

É o que acontece com o uso da solução de Automação Robótica de Processo (RPA), que troca os esforços manuais por um atendimento robotizado. O conceito é utilizar a programação para serviços básicos, e, para os mais complexos, continuar com o atendimento efetuado por pessoas. Isso ajuda a substituir áreas e departamentos de esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos, deixando de agregar valor ao negócio.

No universo das seguradoras, por exemplo, existe uma grande demanda de atendimento em casos de segunda via de boletos, carnês e extratos, assim como, em períodos sazonais de declaração de imposto de renda, picos de chamadas para resolução de casos de informe de rendimentos. O atendimento de todos estes setores envolve a manipulação de diversos sistemas e muitas etapas manuais, que podem alcançar patamares equivalentes a 30% ou 40% do volume total de acionamentos. Desta forma, o processo acaba requerendo muitos agentes tratando um volume alto de casos, que ocupam tempo e impactam a capacidade do agente em dar uma melhor experiência ao cliente do outro lado da linha, afetando a percepção dos consumidores sobre a qualidade do serviço prestado.

Diante desse cenário, a robotização do atendimento é uma saída para as empresas do mercado de seguros que buscam melhorar seus processos. Na Concentrix, por exemplo, realizamos um papel consultivo, mapeando os principais gargalos nesses processos com o propósito de desenvolver um serviço de automação “end to end”, no qual robôs executam todo o processo, tal qual um humano faria. Assim, é possível eliminar o esforço humano desnecessário em tarefas repetitivas, empregando a robotização e o conceito da força de trabalho virtual para atingir altos níveis de produtividade e escala.

Desenvolvemos esse trabalho em uma das maiores companhias de seguros privados do País e, como resultado, tivemos, em um período de um mês, uma melhoria de aproximadamente 40% de eficiência no TMA (Tempo Médio de Atendimento), comparado aos períodos anteriores, e a força de trabalho total conseguiu ser economizada em cerca de 20%. A capacidade desta operação em absorver futuras demandas e picos sazonais também aumentou consideravelmente sem a necessidade de grandes contratações, proporcionando mais tempo disponível para novos atendimentos que demandavam mais complexidade dos atendentes. De modo geral, a implantação desta nova ferramenta de atendimento reduz de 70% a 80% o custo fixo desta unidade de negócio, assegurando um retorno sobre o investimento perene em aproximadamente 4 meses.

Já sendo uma realidade, a automação robótica promete grandes mudanças para o setor de contact center, que está se adaptando e readequando seu formato, sem perder a essência. É fato que muitas pessoas ainda preferem o contato humano na hora do atendimento, mas otimizar processos que demandam menos complexidade é um ganho para ambos os lados. Além disso, com estas inovações, teremos uma nova demanda de profissionais – aqueles responsáveis pela programação dos robôs. O importante é lembrar que, com estes novos processos robotizados, o ideal é sempre atingir o equilíbrio entre humanos e máquinas, tornando o negócio robusto, eficaz e adequado aos dias de hoje.

Daniel Moretto é presidente da Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing.

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FGV EAESP faz debate sobre perspectivas e desafios do Brasil

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará na quinta-feira (30), a partir das 8h30, uma palestra gratuita sobre os desafios e perspectivas para o país. O evento celebra os 15 anos de sucesso do programa OneMBA, classificado pelo Financial Times como o melhor Executive MBA da América Latina.

Entre os palestrantes: Ben Schneider, Diretor do programa MIT-Brazil (Massachusetts Institute of Technology); Gesner Oliveira, professor de Economia da FGV; Li Yinsheng, CEO da CTG Brasil (China Three Gorges); José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA; Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda; Marcelo Silva, vice-presidente do conselho do Magazine Luiza; Marco Stefanini, CEO Global e Fundador, Stefanini IT Solutions; Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e Fernando Carneiro, membro do Board internacional da Spencer Stuart e Líder da prática de CEOs e Boards da América Latina. A coordenação do debate fica por conta do professor e coordenador do OneMba, Jorge Carneiro.

Inscrições: http://www.fgv.br/mailing/2017/eaesp/onemba/15_anos/convite.html

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Dell EMC apresenta Programa de Fidelidade para soluções de Storage

A Dell EMC – fornecedora que reúne a oferta mais abrangente e inovadora de soluções corporativas de TI da indústria – apresenta o programa de fidelidade para soluções de armazenamento mais robusto da indústria, que contempla garantia de satisfação de três anos, proteção de investimento de hardware, software completo, garantias de eficiência de armazenamento e suporte para migração de dados. Clientes novos da plataforma Unity contam com Virtustream Storage Cloud gratuito, por um ano. O programa já está disponível a partir da compra dos novos arrays de armazenamento da Série SC Dell EMC SC5020F e Dell EMC SC7020F ou do Dell EMC Unity, diretamente pela Dell EMC ou com um dos parceiros de canal certificados.

A empresa também anuncia a expansão do seu portfólio de armazenamento midrange, líder do setor1, com dois novos arrays de armazenamento de dados All Flash da série SC e com uma importante atualização de software para o Dell EMC Unity, que amplia a eficiência e a economia de cargas de trabalho mistas e de arquivos em blocos.

“A Dell EMC está redefinindo a forma como parceiros e clientes programam a oferta e aquisição de soluções de armazenamento, ao proporcionar um programa de fidelidade que oferece, entre seus benefícios: software completo, proteção de investimento de hardware e uma garantia de satisfação de três anos, que é a mais longa e completa da indústria”, reforça Luis Gonçalves, Vice-Presidente Sênior de Vendas da Dell EMC Brasil Commercial.

O novo programa de fidelidade oferece aos clientes de soluções de armazenamento da Dell EMC garantias e valor em toda a vida útil dos seus arrays e inclui:

· Garantia de satisfação de três anos – os produtos Dell EMC funcionarão como anunciados para clientes, com satisfação garantida.

· Garantia de eficiência de armazenamento All-Flash 4:1 – oferecido sem pré-avaliações e restrições complexas.

· Migrações de dados sem preocupações – os clientes podem fazer upgrade facilmente para o novo armazenamento Dell EMC com migrações de dados integradas que estão sempre on-line e não causam interrupções.

· Proteção de investimento de hardware – os clientes obtêm crédito flexível para upgrades de controladora de armazenamento ou crédito de troca para compra de qualquer produto novo do portfólio da Dell EMC.

· Software completo – os produtos de armazenamento midrange da Dell EMC são enviados com todo o necessário para armazenar, gerenciar e proteger os dados, sem licenças adicionais para compra ou manutenção. Essa oferta contempla novos arrays Dell EMC SC5020F e Dell EMC SC7020F e Dell EMC Unity.

· Virtustream Storage Cloud integrado (somente para Dell EMC Unity) – os clientes podem classificar arquivos automaticamente e armazenar snapshots na nuvem, sem custos, por um ano.

Atualizações facilitam modernização do data center

Os novos arrays All Flash SC, disponíveis em dezembro de 2017, são projetados para ajudar os clientes a modernizarem seus datacenters. Dessa forma, é possível ganhar mais velocidade, eficiência e economia, a partir de aplicativos existentes, ao mesmo tempo que abrem novas possibilidades para a empresa dar suporte a novos casos de uso e cargas de trabalho habilitados para flash.

O Dell EMC SC5020F e o Dell EMC SC7020F são oferecidos como aplicações de 3U que apresentam controladoras duplas ativo/ativo, com processadores Intel Xeon® de 8 núcleos com até 256 GB de memória e suporte multiprotocolo para 10GB iSCSI e conexões de rede 16/32GB FC. Os produtos também apresentam:

· Desempenho All Flash – até 399.000 IOPS por array e 3,9 milhões de IOPS agregados por cluster de vários arrays.

· Mobilidade de dados agregados, escala e proteção – envia clusters de vários arrays agregados para balanceamento, migração fácil e sem interrupções de cargas de trabalho, incluindo o recurso de failover automático para continuidade integrada dos negócios.

· Eficiência auto-otimizadora – desduplicação e compactação inteligente de dados, classificação por níveis RAID e provisionamento abrangente ajudam a automatizar a economia de custos

· Software completo – todos os recursos avançados da Série SC estão incluídos sem licenças adicionais de software para compra ou manutenção

Já o Dell EMC Unity, projetado para simplificar, com desempenho totalmente flash e ambientes SAS-NAS unificados, ajuda as organizações a acelerar a implantação, simplificar o gerenciamento e facilitar a classificação de armazenamento na nuvem. O novo Unity v4.3 OS fornece várias atualizações-chave, incluindo desduplicação para ajudar a reduzir custos, juntamente com novas tecnologias para facilitar upgrades do sistema, sem interrupções e habilitar a sincronização de arquivos. O Unity OS v4.3 estará disponível em janeiro de 2018 para os clientes do Dell EMC Unity com um contrato de suporte válido.
“Para ajudar nossos clientes com a modernização do data center, oferecemos recursos e desempenho inovadores no novo array totalmente flash da linha SC e também impulsionamos ainda mais eficiência na linha Dell EMC Unity a partir da atualização mais recente do Unity OS”, completa Luiz Schmitt, líder de vendas da área de Storage da Dell EMC Brasil.

1 Fonte: IDC Enterprise Storage Systems Quarterly Tracker, setembro de 2017. Midrange é definido como sistemas de armazenamento externo com preços entre US$ 25 mil e 250 mil

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TI Híbrida e a ascensão dos negócios digitais

Por Fabiano Ribeiro, Gerente de Produtos da Sonda Ativas

As infraestruturas de TI já são reconhecidas como um dos principais pilares de qualquer empresa que queira crescer no mercado. As transformações ao longo dos anos mostram a influência que esse segmento tem de alavancar completamente os negócios de uma organização, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos da companhia. Além disso, em diversos e recorrentes casos, as soluções e plataformas digitais relacionadas à infraestrutura de TI promovem a descoberta de novos nichos e viabilizam modelos de operação mais modernos nas empresas.

Entre os principais avanços recentes em infraestrutura de tecnologia, está a TI Híbrida e, em especial a Cloud Híbrida. As organizações estão sendo obrigadas a adotar novas estruturas e abordagens de TI a fim de operarem e gerenciarem seus sistemas legados junto a todos os demais sistemas associados.

A TI Híbrida inicialmente concentrava-se em sistemas operacionais e linguagens de desenvolvimento de aplicações. O próprio termo há alguns anos não era quase difundido e estava relacionado à uma combinação de interoperabilidade (comunicação entre sistemas de forma transparente) e integração, exatamente o oposto do que é considerado hoje. Todo sistema diferente exercia uma função exclusiva no ambiente de computação e a integração era apenas uma necessidade para a troca de dados.

Hoje, a TI Híbrida atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos. O objetivo de seu uso está relacionado à otimização para obter o máximo de benefícios de cada elemento de infraestruturas altamente digitalizadas.

Em relação a Data Centers, por exemplo, a abordagem híbrida traz a capacidade de consolidar e correlacionar dados em Nuvem e proporcionar mais amplitude, profundidade e visibilidade. Ela faz com que os profissionais de TI tenham mais segurança e rapidez na gestão de suas informações, aplicações e dados. O conceito híbrido vai também além da Nuvem Híbrida e integra itens como experiência do usuário, aplicações, dispositivos, estrutura de dados, modelos de segurança, entre outros. Ela oferece uma variedade de opções de tecnologia para otimizar a forma como o trabalho é executado.

Estudos apontam que empresas que adotam modelos híbridos de infraestrutura têm três vezes mais chances de alcançar seus objetivos de negócios, revelando que a transformação digital e o uso da TI Híbrida são essenciais para o sucesso competitivo das organizações.

Combinar eficiência, automação, economia de tempo e de custo, simplicidade, conveniência e a melhor experiência para usuários finais são alguns dos objetivos comuns de empresas brasileiras. Com a transformação digital, elas conseguem aplicar esses itens, seja na maneira como os colaboradores trabalham, seja como são executados os processos e a gestão de dados e aplicativos da empresa.

As empresas dos mais variados setores vivem hoje uma grande pressão do mercado, que exige mudança e atualização como uma questão de sobrevivência. A TI híbrida é mais uma frente importante nesse processo de evolução para um modelo de negócios verdadeiramente digital.

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