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SAP Brasil anuncia Jaime Muller como novo COO

A SAP Brasil anuncia que, a partir deste mês, Jaime Müller assume a função de Chief Operating Officer – COO. O executivo responderá diretamente à presidente da empresa, Cristina Palmaka, e será um dos principais porta vozes de Customer for Life, posicionamento estratégico da SAP com foco em uma consistente e ampla aproximação com o cliente. Ele substitui Theo Pappas, que vai ocupar nova função na SAP Latin America.

“Jaime Muller tem grande experiência em diversas áreas da indústria de TI e, em todas elas, privilegiou não só a conquista de novos clientes como a atenção especial às suas necessidades, ao desenvolvimento de soluções inovadoras e ao comprometimento com a sustentabilidade e perenidade dos negócios”, destaca Cristina Palmaka. “Como COO, ele poderá colaborar ainda mais com nosso objetivo de consolidar um relacionamento cada vez mais duradouro com nossos clientes”, afirma.

Segundo o novo COO, um de seus principais compromissos será o de “ficar cada vez mais atento e próximo dos clientes para ajudá-los no design de soluções e na conquista de um desempenho operacional mais eficaz, melhorando processos e otimizando o uso das soluções da SAP”.

Jaime Muller entrou na SAP em 2015 e ocupava, até o momento, o cargo de Vice-Presidente Sênior de Vendas para Indústrias Estratégicas. Com 25 anos de experiência profissional no mercado de TI, ele atuou em algumas das mais importantes empresas do segmento de tecnologia. Em suas atividades, privilegiou o foco no entendimento e obtenção de resultados para os clientes e liderou ondas de transformações relevantes como downsizing, outsourcing/insourcing, cloud computing, mobilidade, internet das coisas e transformação digital. Antes de sua chegada à SAP, trabalhou por 16 anos como Líder Executivo de Vendas em outra grande empresa do segmento de TI, respondendo por resultados significativos e crescimento de várias áreas como Soluções de Tecnologia, Aplicações e Soluções para Indústrias.

Graduado em Administração pela PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (SP), com Mestrado em Marketing pela Universidade de São Paulo (SP) e pós-graduação na Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP), Muller também fez curso de Gestão de Negócios no INSEAD (França).

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Cards Future Payment 2018 debate a disrupção e as oportunidades na Cadeia de Pagamentos

Principal evento de meios de pagamento e identificação do Brasil reúne os principais players e profissionais do mercado financeiro, meios de pagamento, tecnologia, identificação e varejo em maio

O sistema financeiro e empresas de todos os segmentos passam por momentos de adaptação a novas formas de fechar negócios devido aos movimentos de disrupção. Nesse contexto da transformação digital pela qual passamos, a Cards Future Payment, que acontecerá entre os dias 15 e 16 de maio, reunirá os principais players da cadeia de meios de pagamentos e de identificação.

Serão demonstradas na área de exposição as novas tecnologias, soluções, serviços, além do lançamento de produtos. No tradicional congresso serão realizados debates com profissionais expoentes dos setores de finanças, meios de pagamento, tecnologia, identificação e do varejo.

No formato de feira e congresso, o evento tem no networking e no conteúdo inédito e isento o objetivo de apontar as tendências tecnológicas e de gestão à toda a cadeia do sistema de pagamentos. Segundo Maria Juliana do Prado Barbosa, diretora de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pela Cards Future Payments, “a revolução digital significa novas oportunidades e novos desafios para bancos, fintechs, redes de cartões e processadores”. “Já para varejo e e-commerce, é uma oportunidade de oferecer uma melhor experiência ao usuário, fidelizar clientes, reduzir custos e maximizar ganhos. E para os consumidores, o movimento oferece mais opções, segurança e praticidade.”

São esperados mais de 3.000 visitantes, 60 empresas expositoras, 400 congressistas e mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais durante os dois dias do evento.

Empresas como Clearsale, Perto, NewPos, NexGo, Soluti, Skytef, Grand-Tag, startups e outras empresas demonstrarão tudo o que podem oferecer a seus clientes, e de que forma vêm contribuindo para o desenvolvimento desse mercado, que é de extrema importância e representatividade para a economia nacional e mundial.

Os visitantes do evento também terão a oportunidade de conhecer e interagir com as Fintechs, startups financeiras que estão revolucionando o setor financeiro e de meios de pagamento em um espaço dentro da área de exposição da Cards Future Payment.

A Arena do Conhecimento será dividida em três pontas. Uma ponta terá o Congresso Future Payment, que debaterá as inovações para adquirentes; bandeiras; administradoras; bancos tradicionais e digitais; questões regulatórias, políticas e econômicas; estratégias para o varejo e e-commerce; moedas virtuais; fintechs; e segurança da informação; certificação e autenticação digital e outros temas.

Em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o Fórum de Varejo e Consumo ocupará uma ponta e discutirá a perspectiva do varejo, suas práticas, cases de sucesso e experiências. Na última ponta será realizado o Fintech Show, congresso para fintechs realizado pela Cantarino Brasileiro, e o Seminário Nacional de Certificação Digital realizado pela ABRID-Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação.

Estarão em pauta na agenda do congresso Internet das Coisas (IoT), tecnologia blockchain e moedas digitais, sistema financeiro global e descentralizado, regulamentação de marketplaces, abertura de API´s, entre outros assuntos.

Cards Future Payment 2018

Quando: 15 e 16 de maio de 2018, das 9h às 19h
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: https://www.cards-expo.com.br/pt/home.html

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TOTVS fecha 2017 com crescimento de 34% em subscrição

A TOTVS S.A. (B3: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio no Brasil e na América Latina, anuncia hoje seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2017 (4T17) e os números consolidados do ano. Em 2017, a companhia se manteve focada em alavancar o modelo de subscrição e registrou um crescimento de 34,3% em relação a 2016, atingindo a soma de R$ 307,9 milhões no ano. Comparando trimestre (4T17) contra trimestre (4T16), o crescimento em subscrição foi de 9,5%.

0 modelo de subscrição, lançado há dois anos, já superou 20% da receita de software da companhia e foi o responsável pelo crescimento orgânico de 6,2% da receita total de software. Durante o ano, foram adicionados mais de 6 mil novos clientes de subscrição, 53,5% a mais do que em 2016.

Em 2017, a receita líquida da companhia cresceu 2%, somando R$ 2,2 bilhões. No 4T17, o total foi de R$ 554,4 milhões. Dados que demonstram um avanço de 8,7% das receitas recorrentes, que atingiram 67,5% da receita líquida do trimestre e 65,8% do ano, respectivamente.

“A transição para subscrição trouxe desafios associados à redução de receita com licenciamento e os seus reflexos na receita de manutenção, acentuados pela recessão econômica brasileira. Em contrapartida, tivemos aceleração de vendas de subscrição. Quando olhamos o crescimento orgânico, podemos afirmar que o ano de 2017 marcou a retomada do crescimento da TOTVS”, destaca Gilsomar Maia, CFO da TOTVS.

Atuar por meio de soluções especializadas de negócios é outra estratégia da companhia para se manter competitiva no mercado. Ao todo são 11 segmentos de mercado atendidos. Entre eles, Manufatura e Varejo, continuam a ter alta representatividade na companhia e, juntos, somaram 47% da receita total.

No 4T17, o EBITDA ajustado totalizou R$ 69,1 milhões, aumento de 13,8%, trimestre contra trimestre, com margem de 12,5%. Na somatória do ano, o valor atingiu R$ 303,5 milhões, 15,4% abaixo de 2016, refletindo essa etapa da transição para o modelo de subscrição e também a conjuntura econômica do período.

A TOTVS encerrou o ano de 2017 com a geração operacional líquida de caixa positiva, 26,6% maior do que o registrado no ano anterior, totalizando R$ 329,8 milhões. No 4T17 o aumento foi de 33,9% frente ao 4T16.

“Em 2018, seguiremos focados no sucesso dos nossos clientes, com o propósito de simplificar o mundo dos negócios e apoiar cada um na sua jornada digital. Para isso, investimos sempre em inovação, ofertando as melhores soluções de negócio para empresas de todos os portes e segmentos”, finaliza Laércio Cosentino, presidente da TOTVS.

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‘Blockchain e Criptomoedas: o Futuro das Transações Digitais’ é tema de Seminário LIDE Next Solutions

Executivos de empresas proeminentes do segmento debaterão, na capital paulista, as tendências dessas tecnologias, em 21 de fevereiro

“Blockchain e Criptomoedas: o Futuro das Transações Digitais” é o tema do Seminário LIDE Next Solutions, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. Alan Chusid, sócio-fundador do Banco Neon; Fabio Silva, CEO da Latoex; Fernando Ulrich, economista-chefe de Criptomoedas da XP Investimentos; Joel de Souza, fundador e CEO da BRE Coins; Thiago Augusto, CEO da Transfero Swiss/Bit.One; Ricardo Guimarães, sócio-fundador da BIT Capital e Hélio Moraes, sócio da Pinhão e Koiffman Advogados, irão debater o assunto sob a liderança de Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE. O evento será realizado na quarta-feira, 21 de fevereiro, das 19h às 21h30, no Auditório da Sociedade Brasileira de Coaching (SB Coaching), Vila Olímpia, na capital paulista.

O evento reunirá altos executivos das principais empresas do segmento. A XP Investimentos é considerada a maior corretora independente do Brasil, com mais de 15 anos de experiência no mercado, 450 mil clientes ativos e R$ 90 bilhões sob custódia. Dentro do mercado de moedas digitais, a Bit Capital foi formada pela união de quatro alunos das melhores faculdades de administração do país, FGV e INSPER, e encontrou a oportunidade em atuar no mercado em ampla expansão de moedas digitais alinhando a formação acadêmica junto ao aprendizado dentro de renomadas instituições do mercado financeiro nacional e internacional. O crescimento se tornou exponencial e hoje a Bit Capital se tornou incubada do maior escritório de advocacia da América Latina, Pinheiro Neto Advogados.

Outra empresa presente no debate, com seu principal executivo, é a BRE Coins, que atua no mercado de moedas digitais, com o objetivo de se tornar a principal referência na comercialização e produção de conteúdo no seguimento de criptomoedas da América Latina. Fintech com sede em Belo Horizonte, o Banco Neon é totalmente on-line, com foco no público jovem. Além dessas, a Latoex é a primeira plataforma de tokenização e negociação de ativos da América Latina usando blockchain.

Ainda dentro do segmento de bitcoins, a Transfero Swiss AG é especializada em produtos de investimento em criptografia e ativos digitais, incluindo a guarda de tokens digitais. A Bit.One, subsidiária brasileira da Transfero Swiss AG, é responsável pelo desenvolvimento e venda do gateway de pagamento bitcoin. Com mais de 90 mil clientes diretos e indiretos, a Bit.One é o principal processador de pagamento de bitcoin no Brasil.

No segmento de assessoria às empresas interessadas nesse mercado, o escritório Pinhão & Koiffman Advogados, fundado há 16 anos em São Paulo, atua na consultoria em legislação de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Anfitrião do encontro – ao lado de Silvio Genesini, presidente do LIDE Tecnologia -, Luiz Fernando Furlan destaca o quanto é imprescindível atualizar-se sobre as novas tecnologias, que desempenham um grande papel na mudança dos negócios. “Estamos passando por uma revolução nesse campo, com impactos importantíssimos para a economia brasileira e mundial. Neste momento sensível que enfrentamos no País, é fundamental conhecer o potencial das novas tecnologias como aliadas para o desenvolvimento dos negócios”, afirma o chairman do LIDE.

Esta edição do Seminário LIDE NEXT SOLUTIONS contará com o patrocínio de grandes empresas: BIT CAPITAL, BIT.ONE, BRE COINS, LATOEX, LTX CAPITAL e WALLTIME. O apoio é da PINHÃO E KOIFFMAN ADVOGADOS, SOCIEDADE BRASILEIRA DE COACHING e WEWORK. Como fornecedores oficiais estão CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE e ECCAPLAN. REVISTA LIDE, LIDE PLAY e PR NEWSWIRE são mídia partners do evento.

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Estudo da Aruba mostra um grande abismo entre gerações no uso de aplicativos de lojas

Todos sabemos que os aplicativos móveis estão em alta, principalmente no varejo, em que lojas físicas tradicionais estão buscando novas maneiras de competir com as lojas online ou também unificar a experiência do cliente com o seu ambiente online. O setor de comércio eletrônico foi responsável por cerca de 44% de todas as vendas online nos Estados Unidos em 2017 e US$ 200 bilhões de todas as vendas do setor de varejo dos Estados Unidos.

A adoção de aplicativos móveis para criar uma experiência de compra híbrida online/na loja física pode atrair os clientes de volta às lojas e, ao mesmo tempo, aumentar a fidelidade à marca. E como certas faixas etárias são mais receptivas ao uso de aplicativos de lojas, aumentar seu uso é fundamental para as vendas.

Para entender melhor os hábitos de compras digitais e na loja física dos Millennials (geração na faixa de 18 a 24 anos de idade) e dos Baby Boomers (entre 55 e 64 anos), a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, realizou um estudo global com mais de 350 compradores de18 de dezembro de 2017 a 2 de janeiro de 2018. Com base nas respostas obtidas, os Millennials usam aplicativos móveis de lojas com frequência muito maior, gostam de marcas com aplicativos de fidelidade e prestam menos atenção ao preço do que a geração de Baby Boomers.

Veja abaixo cinco fatos que os lojistas precisam saber sobre as gerações de Millennials e Baby Boomers que podem ajudar a trazer esses clientes de volta às lojas físicas.

1. Todos são fiéis, mas alguns são mais fiéis do que os outros.

Os programas de fidelidade ganharam fama com a ascensão dos smartphones, pois a capacidade de armazenar uma série de apps de programas de fidelidade em apenas um dispositivo facilita o acesso quando os compradores visitam as lojas físicas.

Os Millennials adoram seus aplicativos de fidelidade; 66,3% deles tendem a fazer compras nas lojas dos programas de fidelidade dos quais eles participam versus apenas 33,3% dos Baby Boomers. Para os Baby Boomers, o preço é o principal determinante da sua decisão de compra, com 40,7% indicando que o preço é mais importante do que o programa de fidelidade, versus apenas 22,5% dos Millennials relatando o preço como o principal fator a hora da compra.

2. Recursos de cada aplicativo.

Quais benefícios atraem os consumidores para instalar e usar aplicativos de programas de fidelidade? Na pergunta sobre quais motivações levariam a baixar um aplicativo móvel de loja, as respostas dos Millennials foram mais uma vez diferentes daquelas dos Baby Boomers.

Millennials

Nº 1 Localizador de vaga no estacionamento

Nº 2 Disponibilidade e comparação entre produtos.

Nº 3 Pagamento digital por meio de aplicativo móvel da loja.

Baby Boomers

Nº 1 Disponibilidade e comparação entre produtos

Nº 2 Localizador de atendente da loja.

Nº 3 Obter promoções ou cupons de desconto

Existe uma distinção clara entre as gerações. Os Baby Boomers usam os aplicativos móveis de lojas como uma ferramenta para seus hábitos de compras mais tradicionais: eles ainda querem encontrar um atendente da loja e interagir com as pessoas cara a cara, estão mais preocupados com os preços e valorizam mais os descontos e promoções do que Millennials. Por outro lado, os Millennials querem maior praticidade e velocidade; eles querem encontrar uma vaga no estacionamento e fazer pagamentos usando seus smartphones de forma rápida e fácil.

3. O problema não é ter, mas usar o aplicativo da loja.

Oferecer um incentivo especial para fazer com que os compradores baixem um aplicativo móvel pode resultar em um alto volume de usuários cadastrados, mas o mais importante é a frequência de uso do aplicativo. Aumentar essa frequência é fundamental para as vendas online cada vez maiores.

O estudo realizado pela Aruba descobriu que os Millennials usam aplicativos de lojas com mais frequência que os Baby Boomers, com 61,8% indicando uso de 1 a 5 vezes por semana versus 48,2% dos Boomers. Esta popularização se tornou mais evidente quando a frequência de uso atingiu dois dígitos; 13,5% dos Millennials responderam que usam aplicativos móveis de lojas mais de 10 vezes por semana, enquanto nenhum dos Baby Boomers relatou essa frequência.

4. Aplicativo para encontrar produtos.

As gerações mais jovens cresceram com os equipamentos eletrônicos portáteis incorporados à sua rotina. Eles estão acostumados a interagir com quiosques eletrônicos no lugar de atendentes físicos e, na verdade, eles preferem o serviço eletrônico. Para a pergunta sobre como os entrevistados preferem procurar produtos nas lojas físicas, mais da metade dos Millennials (53,9%) preferem usar o aplicativo móvel no lugar do atendente físico. Por outro lado, os Baby Boomers preferem a interação humana; menos de metade (44,4%) usa o aplicativo para encontrar produtos.

5. Comer fora ou comer em casa, eis a questão.

As gerações mais jovens estão acostumadas a comer fora com maior frequência e cozinham menos. A variedade de alimentos e as opções atuais de custos mais acessíveis facilitam as refeições fora de casa para os Millennials. Para a pergunta sobre quais tipos de aplicativos móveis de lojas que eles usam com mais frequência, a resposta mais comum dos Millennials foi o pedido de refeições pelo smartphone (55,1% versus 33,3% dos Baby Boomers). Por outro lado, o principal aplicativo dos Baby Boomers foi de supermercado e loja de conveniência (40,7% versus 18% de jovens Millennials), pois eles tendem a comer em casa com maior frequência.

Para competir com o comércio eletrônico, as lojas físicas precisam adotar novas tecnologias, como os aplicativos móveis, para se manterem competitivas e atrair compradores. Ao compreenderem os hábitos e as necessidades dos seus clientes, sejam eles Millennials ou Baby Boomers, os lojistas podem criar uma experiência de compra personalizada e eficiente que atrairá clientes fiéis

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75% dos CIOs de finanças dizem que pode ser impossível gerenciar a performance digital, à medida que a complexidade de TI aumenta

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente, realizada com 249 executivos de tecnologia (CIOs- Chief Information Officers) do setor de serviços financeiros. O levantamento revela que 75% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento da performance digital de maneira eficiente. O estudo também destaca que hoje essa complexidade está crescendo exponencialmente e que uma única transação pela Web ou por dispositivos móveis passa por uma média de 38 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 26 sistemas que eram utilizados cinco anos atrás.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 54% dos CIOs de finanças planejando implementar um número ainda maior de tecnologias no próximo ano. A pesquisa revela que entre as principais tecnologias a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (97%), Microsserviços (90%) e Contêineres (88%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI das empresas de serviços financeiros agora gastam uma média de 30% do seu tempo, lidando com problemas de performance digital, gerando um custo de US$ 3,8 milhões por ano para cada empresa. À medida que buscam soluções para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs de finanças (84%) avaliam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 92% já possuem ou planejam implementar a Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

“As organizações de serviços financeiros estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre ligada e conectada, e constantemente com uma demanda por inovação”, afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace. “A experiência do cliente é o novo campo de batalha para as organizações de serviços financeiros, com reguladores e consumidores impulsionando essa inovação. Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs têm percebido que seus legados de aplicativos não foram desenvolvidos para os ecossistemas digitais atuais e, por isso, estão sendo alterado para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar a performance digital e gerenciar efetivamente a experiência do usuário”.

A pesquisa também aponta os desafios que as organizações de serviços financeiros acham mais difíceis para superar a migração para os ecossistemas de Multi-Cloud e de arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

– 76% dos CIOs das organizações de serviços financeiros dizem que a Multi-Cloud torna especialmente difícil e demorado o monitoramento e entendimento do impacto que os serviços em Cloud têm na experiência do usuário;

– 75% estão frustrados com tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementar novos serviços;

– 75% dos CIOs de finanças dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

– 80% dos CIOs de organizações de serviços financeiros dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil entender o seu impacto na performance dos aplicativos;

– A manutenção e configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação de dependências e interações de serviços (52%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

“Para que o ambiente de Cloud ofereça os benefícios esperados, as organizações financeiras devem ter visibilidade de ponta a ponta (end-to-end) de todas as transações”, explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. “No entanto, isso tornou muito difícil, porque eles estão desenvolvendo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação do aplicativo”.

“Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação nos serviços financeiros, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar dados. É preciso ser capaz de detectar e manipular os ambientes de TI dos serviços financeiros em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista do cliente”, diz Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI das organizações financeiras estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 76% dos CIOs de finanças dizem que a área de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais dos negócios e dos usuários finais. 79% dos gestores ressaltam que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder a quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 219 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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Como está mudando o consumidor de e-commerce no Brasil e no mundo

A Nuvem Shop, plataforma de e-commerce com mais de 18.000 lojas online ativas, responsáveis por mais de $120M USD em vendas por ano, fez um estudo baseado no comportamento de mais de 1 milhão de consumidores. Estes clientes das lojas da plataforma realizaram mais de 120 milhões de visitas nestes e-commerces, e o resultado desta análise diz bastante sobre os caminhos do mercado.

Tendências

Nos últimos anos, tem-se observado um crescimento significativo da utilização de dispositivos móveis, como reflexo do aumento da demanda por praticidade, mobilidade e agilidade nas atividades do dia a dia.

Segundo recente pesquisa do Google, considerando pessoas com capacidade de compra, acima de 16 anos, Coreia e China apresentam os números mais altos no cenário de 2017, com as impressionantes marcas de 92% e 83% dos habitantes, respectivamente, fazendo uso de dispositivos móveis. No mesmo relatório, Brasil e Argentina, países de grande expressão no Mercosul e territórios de forte atuação da Nuvem Shop, apresentaram notável evolução nos índices, fechando o ano passado com um crescimento acima de 150%, em relação ao ano de 2013.

País 2013 2017

Argentina 31% 73%

Brasil 26% 67%

China 47% 83%

Corea 73% 92%

Estados Unidos 56% 78%

Essa tendência afeta diretamente os e-commerces, que precisam adaptar-se aos novos hábitos de consumo. Na Nuvem Shop, por exemplo, não há mais lojas que realizam vendas exclusivamente via desktop. Já o oposto tem acontecido: 14% das lojas da plataforma concretizam mais de 80% das suas vendas através de um dispositivo móvel.

Vistas e vendas por dispositivo móvel

Em um comparativo da evolução das visitas, em relação às vendas via dispositivos móveis, feito entre as lojas hospedadas na plataforma, observa-se que em 2015, 50% das visitas eram provenientes de mobile e 50% chegavam via desktop. Em 2016, os dispositivos móveis ultrapassaram os acessos por desktop, chegando a 58%, frente a 42% do dispositivo fixo. Em 2017, os números deram um salto ainda mais significativo, onde as visitas recebidas de smartphones e tablets chegaram a 69%, deixando o desktop completamente para trás, com apenas 31% dos acessos.

A mudança no comportamento dos usuários em relação ao dispositivo preferido de acesso às lojas online refletiram-se diretamente nas vendas, passando de apenas 30% das vendas efetivadas via mobile em 2016, para 45% em 2017: um salto de 50% em apenas um ano. Por conta de questões ligadas a confiabilidade e navegabilidade, o desktop ainda permanece com maior taxa de conversão de vendas, cerca de 55%, mas a tendência dentro dos próximos um ou dois anos, é que ocorra a mesma virada observada nos percentuais de visitação, com os dispositivos móveis assumindo a liderança na preferência dos consumidores para compra.

Os consumidores estão comprando por dispositivos móveis?

Um outro forte sinal da tendência mobile que o mercado vem experimentando é a aproximação dos valores de ticket médio das compras via dispositivos móveis, em relação ao desktop. Em 2017, o ticket médio de compras feitas por smartphones e tablets foi de R$ 200,19, enquanto a média de valores das compras feitas no desktop chegaram a R$ 258,77.

Uma das razões para o ticket médio ser menor via dispositivos móveis, logicamente, é a questão da confiança do consumidor em fazer compras de maior porte através esse tipo de dispositivo. Um consumidor com hábitos mais conservadores ainda tende a querer ver fotos e conferir detalhes do pedido em uma tela maior, antes de concretizar as transações. Porém, com as mudanças observadas no perfil do cliente online e a tendência à fabricação de dispositivos móveis cada vez mais sofisticados e repletos de novos recursos, esta realidade está prestes a se transformar.

Soma-se a isso o fato de que o cliente ainda está começando a experimentar e se sentir à vontade com esse tipo de transação. Nas primeiras experiências, o consumidor compra volumes menores, o que somado ao baixo valor de risco de investimento adotado por ele, resulta em um ticket médio inferior ao alcançado no desktop. A reversão desse quadro seguirá com o aumento da confiança em suas experiências positivas em transações online.

“As compras em mobile costumam ter menos quantidade de produtos e por isso a diferença em ticket médio. Mais um motivo para seguirmos trabalhando para oferecer uma experiência de compra ainda mais positiva nestes aparelhos.”, relata Santiago Sosa, CEO da Nuvem Shop.

Canais utilizados para atendimento

Um outro ponto que chama atenção, a partir dessa nova tendência móvel e digital do e-commerce, é a diversificação dos canais de atendimento e os percentuais significativos do uso de e-mail e das redes sociais para esse fim, ambos com 84,8% de utilização, segundo dados das lojas hospedadas na plataforma Nuvem Shop. Com uma característica ainda mais mobile, o terceiro canal mais utilizado pelas lojas para contato é o Whats App, com 83% de preferência, quase ultrapassando as duas primeiras opções. Em seguida, o telefone ainda é um forte aliado no atendimento das empresas, com 62,1%, seguido do chat, e do skype, com 39,4% e 4,2% respectivamente.

– Telefone – 62,1%

– E-mail – 84,8%

– Chat na loja – 39,4%

– Redes Sociais – 84,8%

– Skype – 4,2%

– Whatsapp – 83%

Observa-se a rapidez dessa evolução de acessos via dispositivos móveis, atestando a importância de layouts responsivos, de alinhamento com novas formas de atendimento, e até práticas de publicidade que respeitem esse novo meio de navegar. A importância de ter uma loja responsiva, pois mesmo quando não se trata de fechar a venda pelo celular, normalmente é neste dispositivo que a visita inicial é feita e a decisão de compra é tomada.

Redes Sociais

A posição de destaque das redes sociais como canal de atendimento preferido pelos consumidores não é obra do acaso. Diante de tantas alterações relativamente recentes nos hábitos de consumo, certamente, uma das que mais se mostram evidentes e bem sucedidas é a utilização destes meios, não só como canais de divulgação, e de atendimento, mas também para efetivação de vendas.

“Com a mudança de desktop pro mobile, as redes sociais ganham mais relevância. Uma vez que os consumidores navegam muito por elas através de seus dispositivos móveis, rapidamente se tornaram uma fonte de contato e de venda para lojistas.”, continua Sosa. Dentro das redes sociais que mais levam vendas para as lojas, o Instagram representava 17% no quarto trimestre de 2016. No mesmo período de 2017, subiu para 36%.

Entre as redes sociais, os meios mais direcionados para a exposição de imagens, como Pinterest e Instagram, ganharam bastante espaço na estratégias de exposição das marcas e vendas de produtos.

“Com a falta de tempo e a disseminação da internet rápida, é cada vez maior o número de pessoas que prefere fazer compras por dispositivos móveis, que são acessíveis de qualquer lugar. Aí entra o papel fundamental das redes sociais, principalmente o Instagram. Ele serve como ponte entre empresa e cliente, para apresentar os produtos, mostrar as combinações possíveis e despertar desejo”, afirma Bruna Ohana, Analista de Marketing da loja Stravaganza, especializada em moda feminina.

Diante disso, plataformas de e-commerce, lojistas e demais serviços online devem ficar atentos às tendências e fazer rápidas adaptações para possibilitar, cada vez mais, a conversão de acessos em vendas.

Datas comemorativas

A nova dinâmica do mercado e a ascensão do e-commerce nos últimos anos trouxe um outro aspecto interessante, relativo ao comportamento de compra do consumidor em datas comemorativas.

Datas expressivas do comércio varejista, como dias das Crianças ou Natal, perderam posição no ranking de vendas para a tão esperada Black Friday, enquanto que o dia das mães foi parar em último lugar, considerando as vendas de clientes da Nuvem Shop.

De fato, a Black Friday tem se tornado um fenômeno, dentro e fora da internet nos últimos anos, ao anunciar promoções impactantes e fazer divulgações massivas em todo tipo de mídia. O consumo no BF 2017 esteve acima de todas as principais datas comemorativas. As vendas desse verdadeiro fenômeno ficaram 100% acima de outras datas famosas, como dia dos pais, dia das mães, e dia dos namorados, e 75% acima do Natal e do dia das crianças.

Seguindo uma tendência forte do e-commerce, no que se diz respeito à venda de produtos (desconsiderando os serviços), o segmento de moda representou 60% das vendas da Black Friday 2017, mais que os 55% de 2016.

Ainda seguindo a tendência ao crescimento das compras via mobile, em 2017, as vendas via smartphones e tablet chegaram aos 44%, superando com folga os 33% de 2016.

A BF é uma data nova, com pouco mais de 5 anos, e já ganha espaço com os consumidores, se tornando a mais importante do e-commerce. Diante desse cenário, é preciso estar atento e ser ágil na percepção da necessidade e implementação das mudanças, quando menos se espera, os ventos sopram e a próxima onda de inovação no comportamento do consumidor chegar, ditar novas tendências. É preciso surfar as novas ondas, para não ficar pra trás.

Este artigo foi escrito com base nos estudos realizados pela plataforma Nuvem Shop, que deram origem a um material completo sobre os resultados e tendências do e-commerce. Baixe o estudo completo aqui.

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O ônus da ignorância – Por José Pio Martins

Uma tribo indígena, sem contato com a civilização, tem um padrão de consumo – logo, de bem-estar – exatamente igual ao padrão proporcionado pela quantidade de frutas, animais e peixes que seus membros conseguem coletar, caçar e pescar. Se essa tribo tiver conhecimento de agricultura, ela poderá obter também milho e mandioca e melhorar seu padrão de vida conforme o produto de seu próprio trabalho e de sua eficiência produtiva.

O padrão de vida da tribo será igual à produção feita por metade de seus membros, pois em geral nos agrupamentos humanos – uma tribo, uma comunidade, uma nação –, metade dos membros não são aptos a produzir, embora sejam consumidores; são as crianças, os doentes, os idosos, os aposentados, etc. Com um país não é diferente, ressalvadas algumas complicações decorrentes da complexidade de sua economia em razão da tecnologia e do imenso número de itens de bens e serviços.

Como o país é mais complexo que uma tribo, existem as leis de convivência social, o Estado e seu braço executivo, o governo, as estruturas burocráticas, os palácios, as mordomias, as sinecuras e todo aparato estatal dos três poderes.

Para sustentar tudo isso, o governo é autorizado a “tomar” uma parte do que é produzido pelos habitantes e, no Brasil, essa fatia já passa dos 35%, que é carga tributária para pagar os serviços coletivos (justiça, segurança, saúde, educação, defesa nacional etc.), os investimentos públicos e distribuir um pouco aos pobres em forma de programas sociais. Mas os homens da máquina governamental são espertos e primeiro pagam a si mesmos, geralmente com salários, vantagens e aposentadorias a valores médios maiores do que os valores médios da população.

Pelas razões acima, o Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea), órgão do governo federal, já publicou estudos mostrando que o setor público piora a distribuição de renda. Outro ponto é o seguinte: imagine que os membros da tribo possam se aposentar com idade de 53 anos e vivam 75 anos na média; logo, recebendo durante 22 anos a mesma cota de comida que tinham quando trabalhavam. Se a produtividade (produção por hora de trabalho) for sempre a mesma, o padrão de vida cairá. Assim é a previdência social.

Essas lições simples de economia – que, para conhecer, é necessário estudar – estão na base das políticas e ações para superar a ineficiência produtiva, consertar os dois sistemas de previdência e vencer a pobreza. Infelizmente, os membros do parlamento, com as exceções de praxe, não revelam conhecimentos dessas questões, e a maioria parece nem se interessar muito em estudar, pesquisar e aprender.

Certa vez disseram a Derek Bok, professor de Harvard, que a educação estava cara, ao que ele respondeu: “Se você acha que a educação é cara, experimente a ignorância”. Pois o Brasil vem fazendo isso há muito, e o ônus da ignorância aí está. Um país rico de recursos (naturais) e pobre de riquezas (recursos transformados em artigos consumíveis).

José Pio Martins é economista, reitor da Universidade Positivo.

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ClickSoftware nomeia Mark Cattini novo CEO

A ClickSoftware, líder em fornecimento de software de gerenciamento de serviços em campo, anuncia a nomeação por seu Conselho Administrativo de Mark Cattini como novo CEO – Chief Executive Officer, com efetividade a partir de 1º de Fevereiro de 2018.

Cattini traz para a ClickSoftware décadas de experiência comprovada em liderar e fazer crescer companhias de software e Saas. Mais recentemente, foi CEO da Autotask Corporation, que se fundiu com a Datto, empresa global líder em soluções baseadas em nuvem pura para provedores de serviços tecnológicos. Na Autotask, Cattini foi responsável por liderar o forte crescimento da empresa e a expansão de suas soluções globais de gerenciamento de TI. Anteriormente em sua carreira, Cattini foi presidente e CEO da MapInfo Corporation, uma empresa de capital aberto e fornecedora de soluções de inteligência baseada em localização, integrando software, dados e serviços mundialmente. Cattini transformou a estratégia da empresa de uma provedora de tecnologia para uma fornecedora de soluções com foco vertical, resultando em uma venda bem sucedida para Pitney Bowes em 2007. Antes da MapInfo, ele passou 8 anos na Lotus Development, principal organização de vendas no Reino Unido, Europa, Oriente Médio e África.

“Com mais de três décadas de experiência, Mark desenvolveu uma carreira excepcional na liderança e aceleramento de diferentes negócios de software e nos consideramos muito privilegiados por adicioná-lo à equipe de liderança da ClickSoftware”, diz Matt Spetzler, sócio da Francisco Partners. “Hoje, quase todas as empresas de considerável tamanho estão enfrentando uma grande transformação no gerenciamento de serviços em campo e força de trabalho, em função principalmente de mudanças nas expectativas dos clientes. Eu acredito que Mark possui a experiência e o conhecimento da indústria necessários para aumentar a segurança, a confiança e a adoção das soluções da ClickSoftware”, finaliza.

“Nunca houve um momento melhor para se estar no centro da indústria e auxiliar as organizações de serviços a aproveitarem a próxima grande onda de automação inteligente baseada na nuvem”, diz Cattini. Ele acrescenta: “Estou confiante que minha experiência anterior liderando outras empresas bem sucedidas me permitirá alavancar essa oportunidade única. Eu não poderia estar mais empolgado e feliz em me juntar à ClickSoftware e ter a oportunidade de me associar à empresa líder do mercado de serviços em campo.”

A nomeação de Cattini ocorre em um momento em que a ClickSoftware vivencia uma enorme aceitação no mercado do Field Service Edge, sua solução abrangente de gerenciamento de serviços baseada na nuvem

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Brasil tem novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia

O Governo Federal publicou hoje o decreto 9.283/18 que regulamentou o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, previsto na Lei 13.243/2016 e na Lei 10.973/2004 e em outros normativos. A medida contou com forte apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, principalmente no que se refere aos trechos relacionados ao setor privado.

Segundo o ministro Marcos Jorge, o texto reforça o normativo brasileiro principalmente no que se refere aos incentivos à inovação, pesquisa e desenvolvimento no setor privado, com destaque para o setor produtivo. “Este é um resultado de um trabalho construído em conjunto. Além do governo federal e da iniciativa privada, também houve o trabalho da academia e dos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social”, afirma.

Para o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, “o novo marco legal vai tornar menos burocrática a relação de empresas com instituições públicas de pesquisa, criar instrumentos novos de apoio à inovação como o bônus tecnológico, além de permitir a participação acionária de instituições científicas, tecnológicas e empresas públicas em empresas inovadoras. O marco também vai regulamentar a encomenda tecnológica com empresas, para destacar as principais”, explica.

Fonte: MDIC

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Twitter contrata diretor de parcerias de notícias para a América Latina

O Twitter anuncia a chegada de Gustavo Poloni como diretor de parceiras de notícias para a América Latina. Por ser público, aberto e conversacional, o Twitter é o lugar onde as pessoas vão para ver e falar sobre o que está acontecendo no mundo e buscar assuntos de seu interesse. Essa vocação tão particular da plataforma dá a produtores de conteúdo como os veículos de comunicação a oportunidade de alcançar, em tempo real, uma audiência engajada e aberta a receber informações e participar de conversas sobre as últimas notícias e os fatos mais recentes.

Poloni será responsável por liderar as parcerias de conteúdo com redes de rádio e televisão, mídia impressa e digital e formadores de opinião em geral, além de buscar novas oportunidades para meios de comunicação não tradicionais. “Minha principal missão será estreitar o relacionamento com veículos de comunicação a fim de entender suas necessidades e ajudar a amplificar o acesso a seus conteúdos para uma audiência cada vez maior”, diz o novo diretor de parceiras de notícias para a América Latina. “A ideia é oferecer soluções em conjunto com as diversas áreas do Twitter para que os parceiros da mídia aprimorem seu uso da plataforma e, com isso, tragam mais conteúdo de qualidade aos usuários”, afirma.

Formado em jornalismo, Gustavo Poloni desenvolveu sua carreira em grandes grupos de comunicação, como Editora Abril, onde foi repórter da Veja e liderou o editorial da revista Info, e Editora Globo, como editor-chefe da revista Galileu. Foi também um dos apresentadores do programa Morning Show, da rádio Jovem Pan. No último ano, viveu na Cidade do México, onde também produzia conteúdo para diferentes mídias e publicações da América Latina.

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Lições que as empresas tradicionais podem aprender com as startups

A Nova Economia, mudança criada pela tecnologia, está revolucionando a cultura de gestão corporativa e desafiando os modelos de empreendimentos tradicionais. As startups, empresas inovadoras e disruptivas, estão influenciando as companhias maiores e já consolidadas, que buscam remodelar o negócio para alcançar essa inovação. Um exemplo é a Coca-Cola, que firmou algumas parcerias com startups, que renderam, apenas em 2016, 20% de todo o crescimento da multinacional. São diversas as lições que os empresários podem aprender com os novos CEOs. Para isso, Renato Mendes, sócio da Organica, empresa focada na aceleração de negócios e pessoas dentro da lógica da Nova Economia, e Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha, incubadora de negócios de impacto, separaram algumas dicas. Confira:

Criar uma cultura de negócios orientada ao cliente

A principal medida a ser adotada é conversar com os clientes para entender qual deve ser o caminho do negócio a ser seguido. “A partir de uma lógica de manter um diálogo permanente e de absorção das reclamações, é preciso entender as críticas como uma oportunidade de oferecer ao cliente um melhor serviço”, explica Renato.

Buscar inovação a partir dos feedbacks dos clientes

Após as conversas com o cliente, a crítica recebida deve se tornar uma hipótese de melhoria a ser testada de forma rápida e com o menor custo possível. Sempre buscar a inovação aproveitando os feedbacks dos clientes. “Se ela funcionar, o ideal é que a empresa aplique e busque a escala. Caso contrário, deve ser descartada. É preciso trabalhar em uma dinâmica de melhoria contínua”, diz o sócio da Organica.

Executar mais

As startups planejam menos e executam mais. A partir do momento que a empresa foi orientada pelo cliente, não é preciso planejar por dois anos para só depois colocar em prática. “O conceito de MVP (Minimum Viable Produc), usado pelas startups, é lançar a novidade quando já tiver uma proposta mínima de valor, de forma rápida. Com o resultado, ir melhorando e evoluindo o produto”, completa Renato Mendes.

Troca de experiências

Enquanto as startups podem ensinar essa nova forma de produto e inovação, as empresas tradicionais auxiliam os novos CEOs na escala e na estabilidade. “É importante que as empresas mais estruturadas troquem ensinamentos e auxiliem as startups com o que as fizeram estar tanto tempo ativas no mercado”, diz Ana Julia Ghirello, CEO da AbeLLha.

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76% dos CIOs acreditam ser impossível gerenciar a performance digital, à medida que a complexidade de TI aumenta

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente feita com 800 executivos de tecnologia (CIOs- Chief Information Officers). O levantamento revela que 76% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento de performance digital de uma maneira eficiente. O estudo destaca que essa complexidade está crescendo exponencialmente, de forma que uma única transação feita pela Web ou por dispositivos móveis passa hoje por uma média de 35 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 22 sistemas que eram usados há apenas cinco anos.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 53% dos CIOs planejando a implementação de um número ainda maior de tecnologias nos próximos 12 meses. A pesquisa revela que entre as tecnologias-chave a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (95%), Microsserviços (88%) e contêineres (86%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI agora gastam uma média de 29% do seu tempo lidando com problemas de performance digital, o que resulta em um custo de US$ 2,5 milhões por ano por empresa. À medida que procuram uma solução para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs (81%) dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 83% já possuem ou planejam implementar soluções de Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

“As organizações de hoje estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre conectada e que busca constantemente inovação”, afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace. “Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs perceberam que suas aplicações de retaguarda (Back-End) não foram construídas para os ecossistemas digitais de hoje e, por isso, estão alterando para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar e resolver problemas com rapidez”.

A pesquisa também identificou os desafios que as organizações acham mais difíceis de superar na migração para os ecossistemas Multi-Cloud e arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

-76% dos CIOs dizem que a Multi-Cloud tornam especialmente difícil e demorado o monitoramento e o entendimento do impacto que os serviços de Nuvem têm na experiência dos usuários;

– 72% estão frustrados com o tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementarem novos serviços;

– 72% dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

– 84% dos CIOs dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil o entendimento de seu impacto na performance de aplicações;

– A manutenção e a configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação das dependências e interações de serviços (54%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

“Para que o ambiente Cloud ofereça os benefícios esperados, as empresas devem ter visibilidade de fim a fim de todas as transações”, explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. “No entanto, isso tornou muito difícil porque eles estão construindo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação das aplicações.”

“Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar todos os seus dados. É preciso ser preciso ser capaz de detectar e acionar os ambientes em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista dos clientes”, diz Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 74% dos CIOs dizem que o departamento de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais da área de negócios e dos usuários finais. 78% ressaltaram também que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder a quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 800 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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Cognizant apresenta solução que integra benefícios da conveniência on-line e da experiência na loja física

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolveu a solução Adaptive SpacesTM, que transforma a maneira pela qual os consumidores interagem com os espaços comerciais, como lojas, hotéis ou restaurantes, e geram valor para o investimento imobiliário. Até 2025, qualquer negócio que necessitar de um espaço físico para vender produtos e serviços terá seu modelo transformado e deverá ser um diferencial para a melhoria da experiência dos clientes.

A solução Adaptive Spaces busca transformar o negócio em quatro camadas principais: Experiência – fornece uma visão 360° do cliente em todos os canais e pontos de contatos; Operação – melhora a produtividade e a eficiência por meio de robotização e inteligência artificial; Tecnologia – utiliza soluções de IoT e realidade aumentada; e Integração – integra as atividades do cliente aos sistemas da empresa e gera insights por meio do uso de analytics.

A solução traz como benefícios o aumento de tráfego e a conversão de negócios, reduções de falta de estoque e de custos logísticos, melhoria na exatidão dos estoques e na qualidade das informações para tomadas de decisão.

“Hoje, olhando-se o modelo de demanda e consumo dos millennials, o cliente não abre mão da pesquisa digital antes da compra e, ao mesmo tempo, quer ser atendido de forma personalizada. A solução Adaptive SpacesTM faz com que o ambiente da loja seja um reflexo das necessidades emocionais e físicas do cliente, e foi desenhada para facilitar e motivar emoções e comportamentos desejados”, afirma Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil.

Na prática

Durante a NRF Retail’s Big Show 2018, maior feira de tecnologia para varejo do mundo, a Cognizant fez uma demonstração do uso da solução. O cliente podia entrar na loja do futuro e ter à sua disposição informações digitais de um tênis, como cores e tamanhos disponíveis, em que região era mais vendido, celebridades que usavam o modelo e o publicavam nas mídias sociais, entre outros pontos relevantes. Caso gostasse do produto, uma atendente trazia o modelo escolhido para o cliente experimentar.

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Integração de ofertas e fortalecimento da marca são os alvos da SONDA em 2018

Plano de investimento anunciado pelo novo CEO do Grupo SONDA no Brasil, Affonso Nina, durante o Kick-Off Meeting 2018 prevê a ampliação da oferta por meio das operações presentes no País, além de um conjunto de ações que repaginam a companhia a partir da nova liderança

O anúncio da estratégia para os próximos três anos, que envolve a maior integração das operações presentes no País e no fortalecimento de sua marca, bem como a apresentação do plano de investimentos para 2018, foram os temas apresentados pela SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, durante seu Kick-Off Meeting Brasil 2018, o primeiro que reuniu os times de gestão e de vendas de todas as empresas do grupo presentes no País: Sonda IT, CTIS, Sonda Ativas e PARS.

O evento, sob o comando do novo CEO da SONDA no Brasil, Affonso Nina, foi palco para a apresentação de uma série de medidas que estão repaginando a companhia e sua atuação em território nacional. A nova estrutura organizacional traz uma maior integração comercial e operacional das quatro empresas do Grupo no Brasil, visando o total compartilhamento do amplo portfólio de produtos e serviços e da grande base de clientes. O novo modelo busca também levar aos clientes soluções de TI alinhadas às suas demandas de negócio, com maior conteúdo consultivo, transformacional e inovador.

A criação de áreas que intensificam os conceitos de integração de soluções, segmentação por indústrias, inovação e full outsourcing, assim como a reorganização de algumas posições para aproveitar o know-how do time executivo, também são ações previstas que objetivam desenvolver novos negócios e ampliar a atuação na base de clientes, que conta com aproximadamente cinco mil empresas na América Latina.

Para selar todas as estratégias apresentadas, o evento contou com a participação de executivos vindos da matriz chilena da SONDA, como Raúl Véjar, CEO global do Grupo SONDA, Alberto Merino, Diretor de Desenvolvimento Comercial para a América Latina, e Roberto Jana, Diretor Corporativo de Recursos Humanos, corroborando a confiança da corporação nas iniciativas planejadas para o Brasil.

Para Affonso Nina, a nova fase da SONDA Brasil somada à retomada da economia são fatores que irão alavancar o desenvolvimento de novos negócios, que serão pautados por projetos de inovação e de transformação das empresas. “As oportunidades presentes no mercado, que envolvem a ampliação dos investimentos pelas empresas privadas, o incremento da demanda do setor público, assim como os movimentos internos das companhias para buscar parceiros de negócios para suas demandas contribuirão para o alcance de nossa meta em 2018”, finaliza Nina.

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Três motivos para que os CIOs considerem o GDPR enquanto o prazo se aproxima

Por Aruna Ravichandran, VP de Product Marketing da CA Technologies

Com o prazo de adaptação ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation) da União Europeia chegando ao fim, os CIOs estão correndo para mitigar riscos de multa por não cumprirem com as exigências. GDPR é uma regulamentação que exige que as empresas protegam os dados pessoais e a privacidade dos cidadão europeus para todas as transações realizadas entre membros da União Europeia.

Este é um exercício tático necessário, mas os CIOs não devem pensar sobre o GDPR apenas por este viés. Na verdade, existem três razões importantes para que todos os CIOs vejam o GDPR também de forma estratégica.

Razão nº 1: A responsabilidade futura pelo uso de dados pessoais irá além do GDPR

O prazo final para adaptação ao GDPR (25 de maio de 2018) é uma data importante. Porém, não será a última.

À medida que as organizações acumulam mais dados do cliente, exploram e monetizam esses dados das mais diversas formas, e considerando possíveis usos inadequados dessas informações que expõe os clientes a maiores riscos, é importante que as agências reguladoras e os formuladores de políticas tomem medidas apropriadas.

O GDPR pode ser a resposta atual de maior destaque às preocupações relacionadas aos dados dos clientes, mas é apenas um indicativo das mudanças que estão por vir. Uma nova evolução da economia digital global inevitavelmente levará a outras regulamentações relacionadas à gestão de dados, e não apenas na União Europeia e nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Na verdade, o GDPR foi amplamente discutido em vários fóruns legislativos e regulatórios em Washington DC, inclusive quando Julie Brill, da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, escreveu: “O GDPR terá efeitos abrangentes sobre todos nós… [e] parte do seu objetivo foi definir um padrão global.”

Esta é uma mudança estratégica, não apenas tática. Historicamente, os CIOs consideravam os dados armazenados na infraestrutura corporativa como propriedade corporativa. O modelo tradicional considera os dados como uma propriedade de quem os coleta.

O GDPR sinaliza uma mudança radical neste modelo. No futuro, as empresas apenas pegarão “emprestado” os dados dos seus proprietários (leia-se, dos cidadãos), que terão os direitos específicos relacionados ao ciclo de vida dos mesmos. Os CIOs devem repensar todos os aspectos da empresa digital neste contexto.

Razão nº 2: A conformidade com o GDPR é mais do que apenas a governança de dados

A visão simplista do GDPR é a de que você estará em conformidade se gastar dinheiro com ferramentas de governança de dados e encontrar um agente de dados suficientemente engajado para impor as políticas internas de governança de dados de uma organização.

Mas isso é apenas parcialmente correto. Para cumprir com o GDPR e outros regulamentos relacionados, você precisa da tecnologia certa e das pessoas certas para ficarem de olho nos dados em toda a empresa.

Mas existem muitas outras fontes de dados na empresa digital atual além dos aplicativos e bancos de dados em produção. A pressão para colocar rapidamente novos recursos digitais inovadores no mercado, por exemplo, está fazendo com que muitas equipes de DevOps acelerem e não analisem bem os dados de teste que elas usam para realizar o trabalho. Às vezes, esses dados são enviados para fora da empresa para contratar desenvolvedores e QA shops sem qualquer mascaramento.

Por outro lado, muitas empresas recebem dados de terceiros sem investigar suficientemente as práticas de limpeza dessas informações. Essas ações podem expor uma companhia a responsabilidades graves relacionadas a dados, independente de se achar segura ou em conformidade.

Os CIOs devem considerar a conformidade como uma regra empresarial estratégica. São necessárias políticas fortes, transparentes e eficazes de descoberta, de coleta, de teste, de gerenciamento e remoção de dados, não apenas para garantir o cumprimento, mas também como parte integral da construção de relações digitais confiáveis e duradouras com os clientes.

Razão nº 3: O GDPR é uma oportunidade para a marca, não apenas uma carga imposta externamente.

Quando surge um regulamento complexo e de alto impacto, como o GDPR, é comum vê-lo um fardo. Afinal, para se adaptar ao GDPR, as organizações geralmente usam recursos de outras iniciativas e a atenção do CIO é desviada de outros assuntos urgentes.

Então, por que não considerar transformar os custos que você não pode evitar em investimentos que compensam no longo prazo? Uma boa administração de dados não deve ser apenas algo que fazemos porque somos obrigados. Deve ser algo que fazemos porque é ético e de valor para nossos clientes. Além disso, o GDPR oferece um campo de atuação igual entre as empresas internacionais, incentivando o desenvolvimento de tecnologias inovadoras que podem beneficiar a todos.

Muitas empresas usam a responsabilidade corporativa a seu favor. A rede varejista Whole Foods e a fabricante de roupas e acessórios esportivos Patagonia são exemplos clássicos de empresas que elevam suas marcas e o envolvimento de clientes ao contextualizar as compras como mais do que meras transações financeiras. Quem pode dizer que a administração de dados não pode se tornar um equivalente digital da proteção ambiental ou impacto social do tipo “na compra de um produto, doamos outro para caridade”?

Além disso, a administração insuficiente pode trazer consequências estratégicas além das multas por descumprimento. Se os clientes não acham que podem confiar em você com seus dados, eles provavelmente não confiarão em você com seu dinheiro.

Mas isso sugere que os CIOs que consideram a administração de dados de forma estratégica serão superiores aos que não colocam isso em prática. Então, por que não se juntar a eles?

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Programa Oracle Startup Cloud Accelerator abre inscrições para segunda turma em São Paulo

A Oracle Startup Cloud Accelerator São Paulo está com inscrições abertas para a segunda turma. Lançado globalmente no início de 2016, o programa recebeu milhares de participações nas oito cidades em todo o mundo- – Bangalore, Bristol (UK), Delhi-NCR, Mumbai, Paris, São Paulo, Singapura e Tel Aviv – aprovando mais de 40 startups globalmente, incluindo 6 empresas de São Paulo.

A Oracle Startup Cloud Accelerator está aberta à startups de base tecnológica em fase de expansão e com potencial para impactar grandes mercados. Dirigido por membros da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Oracle, na segunda turma serão selecionadas seis startups, que receberão orientação de especialistas técnicos e empresariais da Oracle e do mercado, espaço de colaboração, acesso a investidores, clientes e parceiros da Oracle, além de livre acesso às soluções Oracle Cloud.

Durante o programa de seis meses, iniciado em julho de 2017 as seis startups escolhidas aprimoraram suas ofertas de produtos, conquistaram novos clientes e parceiros e desenvolveram integrações com produtos da Oracle.

“Para a Oracle é gratificante ver os benefícios gerados a partir do programa. Muitas das startups que participaram da iniciativa tiveram a oportunidade de vender suas soluções para clientes da Oracle, além de engajar com nossos produtos. A ampliação do networking, a troca de experiências e o compartilhamento de ideias, contudo, são legados relevantes que ficam tanto para as empresas, quanto para nós”, afirma Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Fizeram parte da primeira turma as empresas:

• In Loco: plataforma líder mundial em inteligência de localização, com uma compreensão profunda do comportamento do consumidor que permite engajamento do cliente em tempo real.

• Intelipost: startup de SaaS que aborda o gerenciamento de frete e transporte, oferecendo às empresas on-line e off-line (carregadores) uma plataforma que compara opções de transporte em tempo real, despacha e acompanha as entregas em centenas de empresas de transporte a um custo menor.

• Netshow.me: O Netshow.me é especialista em streaming e oferece soluções profissionais de transmissão ao vivo para empresas, entregando infraestrutura de vídeo, software completo de transmissões ao vivo.

• Nexus Edge: A Nexus Edge criou a ALANA, a primeira inteligência artificial proprietária feita exclusivamente para publicidade. Seu foco é gerar ideias e ações criativas para a tomada de decisão em grandes anunciantes, automatizando em um nível super humano o trabalho de ferramentas e operações manuais nas áreas de comportamento do consumidor, análise competitiva, mídia e conteúdo.

• NMIND: empresa de inteligência de mercado que mapeia os hábitos dos consumidores e desempenho de marca em pontos de venda em vários setores de varejo. A empresa possui duas soluções principais: o MeNI – Meu Negócio Inteligente, uma plataforma de inteligência de negócios focada em ajudar as pequenas e médias empresas.

• Runrun.it: solução de gerenciamento de trabalho para equipes de alto desempenho, permitindo que os gerentes aumentem a produtividade de suas organizações lidando com o gerenciamento de tarefas, tempo e desempenho.

Os resultados dessa etapa foram apresentados em um evento de celebração realizado no CO.W., espaço de coworking no qual as empresas estiveram durante o período do programa, e reuniu executivos da Oracle e representantes das startups, que contaram um pouco sobre como foi participar da Oracle Startup Cloud Accelerator, para uma platéia formada por clientes e parceiros da Oracle, investidores, mentores e advisors do programa e membros do ecossistema brasileiro de startups.

Na próxima semana, 5 startups da primeira turma participarão do CloudWorld, realizado em Nova Iorque, EUA, evento que reunirá profissionais da indústria de todo o mundo. Três delas participarão do painel “Defying Boundaries – Meet the Newest Disrupters” que será moderado por Doug Henschen, Vice Presidente e Principal Analyst, Constellation Research.

Mais informações e inscrições pelo site:https://www.oracle.com/br/startup/index.html

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Banco Central acerta em reduzir a Selic para 6,75%, avalia a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) considerou positiva a redução da Selic de 7% para 6,75% ao ano. Segundo a Entidade, apesar do ritmo de queda ter sido um pouco menor do que os anteriores, a taxa de juros chegou ao seu menor patamar histórico. Além disso, o corte de 0,25 ponto porcentual (p.p.) é compreensível, dado que o Banco Central (BC) vem reduzindo a taxa desde 2016, quando seu patamar era superior a 14% e a inflação estava muito mais alta do que a do atual momento.

Para a assessoria econômica da Federação, o desemprego ainda elevado – mesmo com indício de recuperação dos postos de trabalho – e a liquidez internacional elevada, com taxas de juros na Europa e nos Estados Unidos abaixo do que se previa, ainda que com tendência de alta, também influenciaram a decisão do BC. Além disso, o IPCA acumula em 12 meses menos de 3% e não há indícios de fortes pressões no curto prazo, apesar da expectativa do mercado ser de uma inflação um pouco maior este ano (cerca de 3,5% a 4%).

A Entidade destaca ainda que desde o começo do ano o dólar também caiu, o que abre mais espaço para essa nova redução. Com a inflação baixa, câmbio valorizado e com a redução das projeções do IPCA para 2018, provavelmente o Banco Central deve encerrar o ciclo de quedas com a Selic em 6,5% sem grandes riscos momentâneos. Ao que tudo indica, o Copom mira uma inflação de 4% neste ano, acima da atual. Há ainda fatores importantes que sustentam as condições para a manutenção dos juros relativamente baixos (para os padrões do País) por um período mais longo, mesmo este sendo um ano de fortes movimentações políticas, incluindo ainda um processo eleitoral.

A FecomercioSP, que sempre apoiou todo o processo de redução de juros, começa a identificar que, agora ou em breve, esse ciclo vai se encerrar, pelo menos por enquanto. Infelizmente, o Brasil ainda não apresenta as condições de estabilidades fiscal, política e econômica em geral que permitiriam ao País taxas de juros em padrões invejáveis como nos Estados Unidos ou na Europa, abaixo de 2% ao ano. Agora, o ideal é acompanhar e pressionar o ambiente político para que as reformas sejam aprovadas e que, assim, o Brasil atinja nos médio e longo prazos essas condições.

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