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Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”. Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

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97% das empresas que contratam freelas são MEIs e PMEs

O mercado atual de trabalho está mudando, conforme aponta o Relatório de Trabalho Independente e Empreendimento 2018 desenvolvido pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, em que afirma o crescimento da atividade freelance em 80% só em 2017. Com isso, as empresas têm aderido mais às práticas freelancers e passam a confiar mais em profissionais pontuais.

Atualmente, as empresas que mais contratam freelancers são das áreas de tecnologia, marketing e design. Segundo a pesquisa, 45% das 500 empresas entrevistadas afirmam que a busca se dá para realizar algumas tarefas específicas no trabalho; 23% para contar com alguém que ajude, já que o empreendedor trabalha sozinho; 5% para complementar a equipe de trabalho, pois houve o crescimento na demanda e 27% ainda não tiveram a oportunidade de contratar.

Os microempreendedores e as pequenas e médias empresas já entraram na mudança de paradigma, isso exemplifica o número expressivo de empresas que admitem freelancers: 70% são MEIs, 27% PMEs e apenas 3% são de grande porte.

Dessas corporações que já contrataram, 72% pretendem contratar mais freelancers nos próximos meses. “A maioria dos freelancers está sempre disposta a trabalhar novamente com um mesmo cliente. Então se a parceria der certo e a empresa quiser contratá-lo mais uma vez, a probabilidade de isso acontecer e alcançar ótimos resultados é enorme”, afirma Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana.

As empresas também afirmam que na modalidade freelance fica bem mais fácil encontrar a pessoa ideal que faça um trabalho mais específico, como alguém que seja expert em design ou um outro que saiba muito bem lidar com mídias sociais, por exemplo. Esse é um ponto importante para as empresas que precisam de mão de obra bem qualificada para se alavancar no mercado.

A pesquisa ainda revela as categorias mais contratadas: TI e Programação 30%; Design e Multimídia 28%; Tradução e Conteúdos 10%; Marketing e Vendas 33%; Suporte Administrativo 3%; Jurídico 2%; Finanças e Administração 5% e Engenharia e Manufatura 2%.

“Outra grande vantagem de se contratar um profissional freelancer é a autonomia que ele desenvolve para trabalhar em sua ideia. Além disso, com sua capacidade de visão e adaptação, fica ainda mais fácil que ele traga novas e boas sugestões para tornar os resultados finais da empresa ainda melhores.”, finaliza Bracciaforte.

SulAmérica Saúde redefine a experiência dos clientes de seguros com inteligência artificial

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, passou a utilizar a inteligência artificial para tornar o atendimento aos clientes de Saúde mais dinâmico, reduzindo o tempo de espera nas ligações, de resolução das solicitações e o volume de chamados na Central de Atendimento. Com o apoio de um assistente virtual disponível no site da companhia e no aplicativo SulAmérica Saúde, os segurados podem resolver questões de menor complexidade de forma ágil e autônoma.

A implementação do assistente virtual com Watson, plataforma de inteligência artificial da IBM na nuvem para os negócios, no atendimento, tem como objetivo oferecer maior precisão e velocidade para responder às solicitações recorrentes. O assistente virtual tem a capacidade de realizar, de forma rápida, consultas que costumam ser solicitadas frequentemente como dúvidas sobre filiais, cobertura de planos, reembolsos e rede referenciada. Em um piloto de dois meses, a solução já atendeu a 88 mil chamadas, com índice de retenção de 45%, ou seja, resolução das demandas em um primeiro contato, sem a necessidade de transferência para a Central de Atendimento, permitindo que os agentes de atendimento ao cliente se concentrem em consultas mais desafiadoras e demoradas.

O aplicativo SulAmérica Saúde já representa 86% dos atendimentos aos clientes realizados via assistentes virtuais e 14% das interações com os segurados são realizadas pelo website da seguradora. O assistente virtual com Watson está ajudando a transformar o atendimento ao cliente da empresa e já reduziu em 90% o tempo médio de espera para resolução das solicitações.

“Temos investindo fortemente em inovação para transformar a experiência do cliente e a tecnologia é uma ferramenta viabilizadora de nossas estratégias nesse sentido. A utilização dos assistentes virtuais no atendimento aos clientes SulAmérica Saúde traz ganhos relevantes, especialmente em agilidade e assertividade na resolução de questões simples, algo que sem dúvidas agrega ainda mais valor ao relacionamento do segurado com a companhia”, explica o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Desde 2017, os chatbots inteligentes têm sido utilizados pela seguradora no atendimento a solicitações dos corretores de seguros que trabalham com produtos SulAmérica Auto. Além de esclarecer dúvidas, a solução permite realizar procedimentos operacionais de menor complexidade, como propostas, pagamentos, atualização cadastral e emissão de segunda via de boletos, sem a necessidade de passar por um profissional de SAC.

O sistema foi treinado para que pudesse identificar uma ampla variedade de problemas relatados pelo cliente. Atualmente ele pode reconhecer e abordar mais de 80% de assuntos da Central.

Entre outras iniciativas da SulAmérica para facilitar o cotidiano dos segurados estão o serviço pioneiro de solicitação de reembolso digital de consultas de até R$ 1000,00 no aplicativo SulAmérica Saúde, realizado com envio de imagem do recibo médico feita pela câmera do smartphone do cliente, e a possibilidade de agendamento médico domiciliar para crianças de até 12 anos e segurados acima de 65 anos, em casos de baixa complexidade.

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3 pilares para a transformação bancária: economia, experiência do cliente e conveniência

O mercado de serviços financeiros passa por grandes mudanças por conta do avanço da transformação digital. De acordo com a pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2018, os investimentos em tecnologia tiveram um crescimento de R$19,5 bilhões em 2017 – comparados com R$18,6 bilhões em 2016. Em um momento em que o Brasil está recuperando sua economia, esse valor é representativo e mostra que a atenção do setor está direcionada às mudanças.

Atualmente, poucas são as inovações que surgem sem a participação ativa do consumidor, já que elas são criadas a partir de uma necessidade ou de uma demanda do cliente. Processos internos, metodologias, princípios e estruturas organizacionais têm sido alteradas para comportar as novas incumbências das instituições e atender a expectativa dos correntistas.

Como parte do planejamento para alcançar o patamar de banco digital, as instituições devem se embasar em três pilares: economia, experiência do cliente e conveniência. Elias Rogério da Silva, presidente da Diebold Nixdorf no Brasil – empresa líder global em soluções de automação bancária e comercial – fala um pouco mais sobre eles:

01.Economia tangível

Se por um lado os bancos impulsionam o investimento em tecnologia no país, por outro é constante a busca por soluções que simplifiquem a operação e tragam economia e retorno efetivo. Neste contexto, algumas instituições já investem em caixas eletrônicos recicladores. Essa é uma saída para minimizar o custo na gestão de numerários e dar mais agilidade no atendimento ao usuário, já que o mesmo dinheiro utilizado para depósito pode ser aproveitado para saques de outros clientes. Como resultado, são registradas menos visitas de carros fortes às agências, gerando economia.

02.O cliente no centro da experiência de atendimento

O centro das atenções está em apenas um lugar: o cliente. Como o único tomador de decisão, ele é o responsável por guiar as modificações nos negócios que vemos hoje. Como consequência, a experiência personalizada é a oferta das empresas que querem conquistar e fidelizar seus consumidores. Por isso, além de ter um atendimento multicanal, é preciso criar uma jornada integrada e distinta para cada público. Atualmente, já vemos redes sociais e aplicativos de mensagens sendo utilizados para traçar essa nova rota de conexão. É possível iniciar as transações em um equipamento e concluí-la em outro, de modo que nossa experiência com o banco vá além de um único canal. Isso é resultado de um mindset inovador que, juntamente com a tecnologia, permite a transformação dos negócios, processos e relações entre pessoas e serviços; gerando uma experiência de valor agregado ao cliente.

03. Mais conveniência para o usuário

Criar uma verdadeira plataforma digital e omnichannel é também fundamental para estar na linha de frente da inovação. Sabemos que as instituições financeiras estão, cada vez mais, focando seus investimentos em tecnologia e mudanças de comportamento, principalmente para garantir a disponibilidade e a agilidade nos negócios de forma mais intimista. Como o relacionamento banco x cliente mudou, é possível oferecer soluções ao consumidor, dando a ele o poder de decisão. Com isso em mente, já existem equipamentos no mercado, como um smartPOS, por exemplo; com aplicativos para diversas finalidades que são personalizados de acordo com as necessidades de cada linha de negócio, como agilidade em filas, abertura de contas ou outras funções que melhoram tanto a gestão da instituição, quanto o atendimento.

A pesquisa FEBRABAN mostra que em 2017 cerca de 1,6 milhão de contas foram abertas por meio do mobile banking – número 3 vezes maior do que em 2016. Sendo assim, a conveniência permite que novos padrões sejam traçados para que os correntistas sejam fidelizados à instituição que está disponibilizando serviços diferenciados e personalizados.

Já trilhamos um longo caminho para a transformação digital dos bancos e o Brasil é uma referência para o mercado mundial. Entretanto, ainda temos grandes desafios a serem superados. Sabemos que mais que mudar a infraestrutura de tecnologia da informação e processos, as empresas do setor devem passar por uma transição cultural. Passamos da barreira dos mundos físico e digital. O ponto focal agora é investir nos três pilares e continuar promovendo a mudança de mindset, pois a digitalização dos negócios não é feita apenas uma vez. Ela é constante, mutável e inovadora para aqueles que querem protagonizar esta tendência.

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Hitachi Vantara anuncia Claudio Tancredi como country manager para o Brasil

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSW:6501), anuncia novo country manager para o Brasil, Claudio Tancredi, que assume a função a partir de hoje. Tancredi terá a missão de impulsionar um crescimento significativo, concentrando-se nas necessidades dos clientes e promovendo a colaboração dentro das equipes internas.

Com mais de 20 anos de experiência em vendas e gerenciamento, Tancredi foi líder de operações regionais e globais para as maiores empresas de software e tecnologia do mundo. Ele junta-se à Hitachi Vantara vindo da Oracle, onde gerenciou com sucesso o departamento comercial, primeiro como diretor de vendas para os setores de utilities, bens de consumo e finanças.

Posteriormente, foi vice-presidente regional para o setor de varejo. Enquanto desempenhava essa função, ele desenvolveu e implementou a estratégia de inserção dos produtos da empresa no mercado e foi fundamental para fechar contratos importantes nos últimos cinco anos. Antes da Oracle, o executivo atuou por mais de 5 anos na SAP, liderando equipes de vendas no Brasil e conduzindo as estratégias para as principais contas da empresa.

“Estou feliz em anunciar a chegada do Claudio ao nosso time. Sua reputação no mercado nos dá a confiança de que ele vai desempenhar um papel fundamental para os nossos clientes e para novos negócios na região”, diz Sergio Severo, vice-presidente e gerente geral LATAM da Hitachi Vantara.

Claudio Tancredi é brasileiro e mora com sua família em São Paulo. Possui graduação em engenharia mecânica, um MBA pela FIA-USP e extensões em Vanderbilt e Cambridge. Ele substitui Cristina Brizola.

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O que é e como construir um pipeline de talentos?

Por Mariana Dias

Achar o candidato certo – aquele que mescla competências requeridas pela empresa, para determinada vaga, com as habilidades individuais relevantes do profissional – é um dos maiores obstáculos para os profissionais de RH. Em uma época com tanta competitividade em mercados tão saturados, selecionar o candidato mais adequado é um desafio.

Em muitos casos, contudo, esse processo é feito às pressas, prejudicando a qualidade da contratação e impactando negativamente a retenção de profissionais e os índices de produtividade. Para evitar essa “correria de última hora”, a empresa pode optar pela construção de um pipeline de talentos. Mas o que de fato é isso?

O pipeline é um banco de talentos formado por pessoas realmente aptas a ocupar uma vaga na sua empresa. Para construí-lo, o recrutamento pode ser feito pelas redes sociais, softwares especializados, formulários no site da empresa ou até com a ajuda de headhunters. A dinâmica de seleção depende de cada empresa, mas cada uma possui suas particularidades. Já com a lista de contatos em mãos, a organização prioriza tais candidatos quando há o surgimento de uma nova oportunidade.

Além disso, o pipeline também pode ser formado por profissionais que participaram de processos seletivos anteriores e apresentaram habilidades importantes para a organização, mas que, por algum motivo, não foram contratadas naquele primeiro momento. Seja como for, o pipeline de talentos forma uma rede de contatos de pessoas qualificadas para trabalhar na empresa. Assim, elas podem ser procuradas na abertura de uma nova vaga, resultando em economia de tempo e dinheiro para a corporação, além de facilitar o trabalho do RH.

Para a criação e gestão de um pipeline de talentos é preciso de quatro dicas essenciais. A primeira é a identificação de suas metas, ou seja, entender os índices de turnover da empresa e os treinamentos internos oferecidos. Se possível, use o People Analytics para entender os perfis dos funcionários com melhor desempenho. Depois, monte uma persona do seu funcionário — basicamente, uma representação do profissional ideal para a empresa —, levando em consideração habilidades técnicas e tendências comportamentais.

A segunda dica é simples: preencher o pipeline. Depois de identificar o tipo de profissional procurado, é hora de fazer uma busca ativa dessas pessoas. Esse trabalho pode ser feito por pessoas que já demonstraram interesse em trabalhar na empresa e participaram de seleções anteriores; campanhas de atração de talentos, para chamar a atenção de possíveis candidatos por meio de páginas de “trabalhe conosco” e networking; e busca direta, com a ajuda de softwares, mídias sociais e headhunters. Para essa etapa é importante ter cuidado com a abordagem e a comunicação, que vão impactar diretamente na imagem que o candidato terá da empresa.

A terceira dica é engajar o pipeline. O foco do processo está no engajamento dessas pessoas, que depende da nutrição de um relacionamento entre empresa e profissional. Quanto a isso, o segredo está em construir essa ligação sem desagradar com excesso de mensagens e spam. Esse é um trabalho de longo prazo, que exige paciência e dedicação.

E, por último, mas não menos importante, é fundamental contar com um software para a gestão do pipeline, centralizando, assim, todas as etapas do processo seletivo em uma única ferramenta exclusiva, possibilitando a personalização para atender às demandas da empresa. Com a tecnologia, a funcionalidade define critérios para o cargo e automatiza as próximas pré-seleções.

Enfim, como vimos até aqui, a construção de um pipeline de talentos é um trabalho que traz diversas vantagens, justificando o investimento de dinheiro e tempo aplicados nessa estruturação. Ao contar com uma lista de contatos qualificados e interessados em fazer parte do seu quadro de funcionários, a empresa ganha em qualidade de contratação, fluidez na seleção e maior índice de retenção, diminuindo o turnover e aumentando o engajamento.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, que conta com clientes como Ambev, Embraer e Quinto Andar.

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Sebrae firma convênio com Bradesco para melhorar o acesso das MPE ao crédito

O Sebrae e o Bradesco firmaram um convênio de cooperação técnica para promover a melhoria das condições de acesso ao crédito por parte das Micro e Pequenas Empresas. O acordo também prevê que o Sebrae ocupará um espaço no inovaBra habitat, do Bradesco, em São Paulo. Além disso, o convênio inclui ainda suporte e mentoria da instituição às startups instaladas no inovaBra, que reúne mais de 170 startups e outras 60 empresas corporates.

A cerimônia reuniu toda a diretoria do Sebrae, o presidente Guilherme Afif Domingos, os executivos do Banco e Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração. “A presença maciça da diretoria se justifica pela importância desse momento. Em vez de dispersar esforços, estamos unindo”, afirmou Afif. “O Sebrae é uma das instituições mais admiradas do país. Estamos felizes por estar a serviço da comunidade e de uma causa”, discursou Trabuco.

O objetivo do convênio é atender empresas com orientações sobre crédito e microcrédito, inclusive para modalidade com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Segundo informações da instituição bancária, estima-se que cerca de 1,4 milhão dos 8 milhões de MEIs do país sejam correntistas do Bradesco, mas apenas aproximadamente 200 mil têm conta pessoa jurídica. Trabuco disse que o banco atua na formalização desses empreendedores. “Vislumbramos chegar a 20 milhões de MEIs, a exemplo dos Estados Unidos, que têm cerca de 30 milhões.”

O inovaBra habitat faz parte do ecossistema de inovação Bradesco e foi criado para promover a inovação na instituição. Segundo Mariana Grapeggia, gerente de empreendedorismo e inovação do Sebrae em Santa Catarina, a sala do Sebrae nesse espaço é composta de quatro posições, que serão ocupadas por dois técnicos do Nacional, um de São Paulo e outro de Santa Catarina. Eles estarão disponíveis para dialogar com as startups instaladas, promover a conexão com empresas atendidas pela entidade em outros estados e inseri-las nos desafios tecnológicos. “O objetivo é entender as necessidades desses empreendedores e procurar formas de supri-las”, explicou Mariana.

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Ranking Connected Smart Cities 2018 aponta Curitiba como a cidade mais inteligente do País

Durante a Cerimônia de Abertura do Connected Smart Cities, que ocorreu hoje (04/09), em São Paulo, foi divulgado o resultado do Ranking Connected Smart Cities 2018, principal estudo sobre cidades inteligentes do Brasil e realizado pela Urban Systems, em parceria com a Sator. O Ranking, que conta com a participação de cerca de 700 cidades, analisadas a partir de 70 indicadores, apontou Curitiba como a cidade mais inteligente e conectada do País, seguida por São Paulo (SP), Vitória (ES), Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ) na 10ª colocação. A capital paranaense conquistou, ainda, o 1º lugar nas categorias: por Faixa Populacional com mais de 500 mil habitantes, Região Sul e Governança. Curitiba se classificou em 2° lugar em Empreendedorismo e Urbanismo e em 3º na categoria Tecnologia e Inovação.

Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: Geral, por Eixo Temático, Região e por Faixa Populacional. O Ranking é composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities.

O Prefeito de Curitiba, Rafael Greca, enfatiza que as ações desenvolvidas pelo Connected Smart Cities têm contribuído para a cidade se tornar uma cidade mais inteligente. “Desde o início da minha gestão, em 2017, a capital paranaense vem recuperando sua capacidade de inovar e ser novamente referência nacional também na gestão pública. O município tem o compromisso de melhorar a qualidade de vida dos curitibanos com uma gestão moderna e inteligente. Dessa forma, a Prefeitura vem incentivando e fomentando esse ambiente de inovação da cidade com o Vale do Pinhão, o movimento de todas as áreas da Prefeitura e do próprio ecossistema da capital para tornar a cidade a mais inteligente do País. O Vale do Pinhão é focado em cinco pilares: educação e empreendedorismo, ações integradas de incentivo à tecnologia, revitalização de regiões com emprego e renda, fomento (incentivos) e integração e articulação”, disse.

Greca cita que a Prefeitura relançou, este ano, o Curitiba Tecnoparque, programa de atração de empresas de base tecnológica para a capital, que oferece desconto de 5% para 2% no Imposto Sobre Serviços (ISS) às empresas que investem em tecnologia e inovação. “O Tecnoparque é um dos pilares do Vale do Pinhão, sendo um programa estratégico para Curitiba. Em 2017, o Engenho da Inovação, sede do Vale do Pinhão, recebeu mais de 50 eventos voltados à inovação. Já o Paiol Digital, evento gratuito, acontece mensalmente. E, como resultado destes esforços, a capital vem subindo ano a ano no Ranking Connected Smart Cities e, em 2018, atingiu o primeiro lugar no Ranking Geral e em todas as categorias. Este reconhecimento mostra que a cidade está no caminho certo”, comenta o Prefeito de Curitiba.

Segundo dia do evento

A 4ª Edição do Connected Smart Cities acontece até amanhã (05/09), no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista e, no primeiro dia, reuniu os diversos agentes relacionados aos governos, empresas e entidades nacionais e internacionais. Com uma programação com foco em debater e apresentar soluções para o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil, o evento deve reunir mais de 2 mil pessoas.

“Essa edição é especial e conta com muitas novidades. São cerca de 300 palestrantes e 90 painéis, com apresentações simultâneas em 9 palcos, além da presença de cerca de 150 prefeituras e 60 entidades nacionais e internacionais. Hoje conhecemos as cidades mais inteligentes, conectadas e humanas do Brasil, por meio da divulgação do mais importante Ranking de cidades inteligentes e que contempla os eixos temáticos: Economia, Educação, Empreendedorismo, Energia, Governança, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Segurança, Tecnologia e Inovação e Urbanismo. Já no segundo dia do evento, teremos o anúncio dos vencedores do Prêmio Connected Smart Cities, com foco em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para o desenvolvimento de uma cidade inteligente”, comenta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities.

Ranking Connected Smart Cities 2018

Após a realização dos Encontros Regionais (2017-2018) em Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, foram realizadas adaptações e atualizações nos indicadores do Ranking Connected Smart Cities, resultando em algumas mudanças no resultado do estudo, principalmente nos eixos de Energia, Educação, Mobilidade, Tecnologia e Inovação e Meio Ambiente.

Destaques

Além dos destaques no Ranking, como o 1° lugar na classificação geral, Curitiba se destaca ainda por possuir 4 Parques Tecnológicos (Polos), 7 incubadoras de empresa e apresentou crescimento de 20% das micro empresas individuais. A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo sete municípios entre os 10 mais bem colocados. Três municípios são da região Sul, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Região Centro-Oeste não têm representante entre os 10 melhores. Campo Grande (MS) está na 12ª colocação no Ranking Geral Recife (PE) na 13ª e Palmas (TO) em 18ª colocação. Com o 2º lugar no Ranking Geral, São Paulo conquistou o 1º lugar em três categorias: Ranking Região Sudeste, Mobilidade e Urbanismo.

Para o Presidente da Urban Systems e sócio da Plataforma Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção, o Ranking Connected Smart Cities novamente mostra a importância de um planejamento estratégico das cidades considerando a conexão entre os 11 eixos temáticos analisados e a sinergia existente entre o resultado de investimentos. “A educação, por exemplo, que muitas vezes é visto como um eixo básico, tem uma grande importância no desenvolvimento do empreendedorismo e na busca da sustentabilidade econômica das cidades, permitindo que mais atores sejam responsáveis pelo desenvolvimento da cidade.”

E complementa: “Curitiba este ano assume a liderança no Ranking. E esse resultado demonstra a importância das ações de curto e médio prazo realizadas em anos anteriores e dos planos estratégicos das cidades, que devem ser mais do que planos de governo que não necessariamente sigam apenas o ciclo político de 4 anos, mas que prevejam estratégias e ações em diferentes tempos: curto, médio e longo prazo”, finaliza Assumpção.

Vitória (ES) ficou com o 3º lugar no Ranking Geral Connected Smart Cities, 1º lugar em três categorias: Faixa Populacional de 100 mil a 500 mil habitantes, Saúde e Educação. Já Campinas (SP) se destaca com a 4ª posição no Ranking Geral. Na classificação por região, destacam-se, no Centro-Oeste, Campo Grande (MS) com a 1ª colocação no Ranking Connected Smart Cities; no Nordeste, Recife (PE); e, no Norte, Palmas (TO). Viçosa (MG) é a 1ª colocada no Ranking Connected Smart Cities: Cidades de 50 a 100 mil habitantes.

Os vencedores por Eixo Temático

O primeiro lugar para Urbanismo e Mobilidade e Acessibilidade foi para São Paulo; Meio Ambiente: Santos (SP); Energia: Pirassununga (SP); Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação: Rio de Janeiro (RJ); Saúde e Educação: Vitória (ES); Segurança para Ipojuca (PE); Governança: Curitiba (PR); e Economia para Barueri.

Histórico

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Affero Lab anuncia novo CEO

Após adquirir o controle Affero Lab, a Bertelsmann, multinacional alemã de mídia, serviços e educação, anuncia Rodrigo Pimentel como novo CEO da companhia. O executivo deixa o cargo de Head do Google for Education na América Latina. Com vasta experiência no setor de educação, Pimentel também trabalhou em empresas como GE Healthcare e Microsoft.

A Affero Lab é líder no setor de educação corporativa no Brasil e oferece soluções digitais para aprendizagem, bem como de treinamento presencial e blended para empresas. Mais de 800 mil pessoas já foram impactadas pelos serviços da Affero Lab apenas este ano. A companhia emprega aproximadamente 450 pessoas, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Marc PuškariÄ?, Head do Centro Corporativo da Bertelsmann Brasil e presidente do Conselho Administrativo da Affero Lab disse: “Estou contente que, com o Rodrigo, encontramos um grande líder, que combina profunda experiência e paixão pela educação e pela tecnologia digital. Tenho certeza que, juntos, a Affero Lab entrará em uma nova fase de expansão e inovação que beneficiará nossos clientes e todas as pessoas impactadas por nossas soluções”.

Rodrigo Pimentel adicionou que “a educação corporativa eficaz tem o poder de realmente impulsionar a competitividade de um país, melhorando a qualidade de sua força de trabalho e, assim, construindo empresas cada vez mais fortes. Estou realmente muito feliz em me juntar ao time da Affero Lab, que tem uma posição ímpar para liderar este movimento, maximizando a produtividade de nossos clientes por meio de soluções inovadoras de treinamento”.

Além da Affero Lab, a Bertelsmann tem investido em diversas atividades educacionais desde a abertura de seu Centro Corporativo no Brasil em 2012. Junto à empresa Bozano Investimentos, o Grupo está se concentrando no desenvolvimento de uma rede de ensino superior no setor de saúde do Brasil por meio do fundo “Bozano Educacional 2” e nas empresas Ed-Tech através do fundo “BR Education Ventures”. A plataforma de treinamento de Tecnologia, Udacity, na qual a Bertelsmann possui uma participação estratégica, também atua no Brasil.

Diversas outras divisões da Bertelsmann também têm operações no Brasil: a Fremantle Media (RTL Group) tem crescido sua presença local e suas atividades incluem a produção de edições brasileiras de Ídolos” (“Idols”) e “Mega Senha” (“Password”). A editora brasileira Companhia das Letras é parte da Penguin Random House. A empresa de música BMG atua no Brasil desde 2016. A Arvato oferece um amplo portfólio de serviços e possui uma participação majoritária na provedora de serviços financeiros brasileira Intervalor. Além disso, a Bertelsmann atua no Brasil por meio de vários fundos de capital de risco e investimentos diretos.

Fusões e aquisições em TI tiveram aumento de 17% no 1º semestre, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições realizadas por empresas de tecnologia da informação apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano, totalizando 55 operações concretizadas. Com um aumento de oito transações em relação ao mesmo período no ano anterior (47), o setor vem mantendo a média dos últimos três anos. Os dados são da pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Das 55 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre deste ano, 33 foram domésticas, enquanto 19 foram de categoria CB1, em que empresas estrangeiras adquirem empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil, e três CB4.

F&A em TI no 1º semestre

2018

55

2017

47

2016

52

Legendas

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

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PTC apresenta solução de inovação para a indústria farmacêutica

Atualmente, a indústria farmacêutica e as empresas fabricantes de dispositivos médicos enfrentam oportunidades e desafios transformadores. A cadeia de valor dos serviços de saúde está sendo interrompida e substituída por abordagens mais colaborativas, baseadas em resultados e conduzidas por métricas para a saúde dos pacientes. Com a impressão 3D e aplicativos de assistência médica conectados, a promessa de dispositivos médicos personalizados já é uma realidade.

Segundo Sylvio De Vincenzo, Head de IoT e IIoT da PTC, as ondas de inovação vem chegando e as empresas que não as adotarem, correm o risco de desaparecerem, como são os casos de grandes líderes do passado que não existem mais. Por isso, olhar para estas ondas e saber como adotá-las, pode significar seu sucesso ou não. “O futuro da inovação está aqui – agora”.

Porém, a indústria farmacêutica deve equilibrar a inovação em equipe com os rigores de um ambiente de engenharia de produto regulado e crítico para a segurança. Para alcançar a lucratividade, o objetivo é fornecer produtos médicos inovadores usando processos de engenharia e qualidade, controlados por etapas. Ao mesmo tempo, um foco na qualidade e conformidade é fundamental. O investimento na tecnologia certa torna possível o equilíbrio entre qualidade, conformidade e lucratividade.

Soluções IoT, IIoT e RA para a indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica sempre foi um mundo complexo de tomada de decisões em alta velocidade, mudanças constantes e grande quantidade de dados – e não diminuirá a velocidade nem se tornará mais simples tão cedo. Pensando nisso a PTC criou uma plataforma que contempla soluções de IoT, IIoT e realidade aumentada que exploram os desafios enfrentados e a abordagem necessária para aproveitar esse ambiente em evolução e a criar a fábrica conectada inteligente do futuro.

Vincenzo define a indústria 4.0 como um processo que ‘dá inteligência para algo que já existe’, com o objetivo de melhorar resultados. E fornece uma estratégia de implementação: “Pense grande, comece pequeno e cresça rápido”.

A plataforma de soluções de IoT, IIot e RA da PTC foi apresentada em evento realizado pela Sindusfarma, na semana passada, em São Paulo, que contou com a participação de especialistas apresentando soluções e estudos de caso.

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Vantagens de ter uma loja virtual em marketplaces e e-commerces com estoque e vendas integrados

Por Robinson Idalgo

Se dentro de uma loja de shopping os consumidores passam os olhos rapidamente pelas prateleiras e já identificam as peças de sua marca preferida, imagine qual é a velocidade do pensamento daqueles que decidem comprar uma mercadoria pela internet e pesquisam no Google precisamente o nome do produto e o preço que estão dispostos a pagar.

Cada vez mais conectado e confiante no e-commerce, o cliente sabe exatamente o que quer e avalia que tempo, custo e comodidade são os critérios da equação perfeita para encher o carrinho virtual.

De fato, estamos diante de uma realidade em que o número de quem compra pela internet só cresce: segundo relatório Webshoppers, da empresa Ebit, mais de 60 milhões de brasileiros farão compras on-line até o final de 2018. O mercado de e-commerce no País e deve faturar R$ 53,5 bi neste período. O desafio é gerir um negócio nesta seara.

Isso porque do outro lado do balcão, o comerciante (que tem uma vivência semelhante dentro de uma loja física) trabalha sob o questionamento: como oferecer ao cliente exatamente o que ele quer, na hora exata, otimizando as vendas e a experiência do consumidor?

Para pequenos e médios varejistas, penso que o equilíbrio no estoque está entre um dos fatores inerentes a essa resposta. Essa nem sempre é uma tarefa fácil, mas há sistemas de gestão completos que integram e regulam as vendas com o que se tem de itens disponíveis e, ainda, criam uma vitrine de produtos integrada a marketplaces e e-commerces.

Vale lembrar que e-commerces, por sua vez, devem estar de olho na variedade de produtos e na quantidade de itens ofertados de cada um. O cuidado é redobrado se a empresa opera com o mesmo estoque na loja física e na virtual, seja qual forem o setor e o porte da companhia.

Isso se resolve muito bem com um sistema de gerenciamento integrado à vendas e evita uma série de problemas, como frustração do consumidor por não ter a mercadoria no exato momento da compra (o que leva à demora na entrega), publicidade negativa e despesa desnecessária na propaganda de um produto que tem poucas unidades no estoque.

Com essa ferramenta, o dono do negócio tem em mãos o controle de entrega dos fornecedores, da demanda de vendas e opera, com tranquilidade, seu nível de abastecimento (seja apenas em loja virtual ou de forma compartilhada, entre as vendas digitais e físicas).

Só assim é viável manter a eficiência e o lucro do negócio aliados à satisfação do cliente que está, a todo instante, a um clique da concorrência na hora de finalizar sua compra.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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