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Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

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Inscrições do Prêmio Relatório Bancário vão até o dia 12 de outubro

As inscrições da 14ª edição do Prêmio Relatório Bancário, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro, vão até o dia 12 de outubro.

Reconhecida como principal premiação da área financeira, o Relatório Bancário destaca a intensa transformação dos bancos para os novos modelos digitais. O objetivo da competição é promover as principais iniciativas e práticas e, desta forma, contribuir para o aprimoramento do setor financeiro. Nesta edição que homenageia bancos, personalidades financeiras, tecnologia e sustentabilidade, as empresas poderão inscrever cases em 21 categorias:

Internet
Meios de Pagamento
Processos
Projeto em Inteligência Artificial
Soluções em IoT
Soluções para Mobile Banking
Solução para Nuvem
Solução para Big Data
User experience
Aplicativos
Autoatendimento
Cartões
CRM
Cyber Security
Disrupção
Eficiência Operacional
Infraestrutura em TI
Iniciativa em BlockChain
Inovação em Agência
Inclusão Financeira
Inovação em Crédito

A avaliação dos cases será realizada por especialistas e formadores de opinião ligados ao mercado financeiro, que irão eleger os vencedores em cada categoria. Também são premiados os principais bancos e personalidades financeiras indicadas pelo mercado. Os vencedores serão comunicados até o dia 6 de novembro para que possam confirmar a presença na solenidade de premiação, que acontecerá no dia 3 de dezembro.

Para concorrer, as empresas deverão inscrever projetos já implementados ou em fase de implantação ao longo de 2018. Serão aceitos projetos para Adquirentes, Bancos, Bandeiras, Bolsas de Valores, Bureaux de Crédito, Caixas Econômicas, Cooperativas de Crédito, Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários,

Emissores de cartões, Financeiras, Fornecedores de Soluções em Meios de Pagamento, Fundos e Bancos de Investimentos e Seguradoras. Os projetos para as Operadoras de CRM/Contact Center serão aceitos desde que o beneficiário final da solução seja uma instituição financeira.

Os cases deverão ser escritos de maneira clara e objetiva, apresentando os principais diferenciais e relatando os resultados com números comparativos, sempre que possível. Não existe limite de inscrições de cases por empresa. O custo para a inscrição de cada case será de R$ 650,00, até o prazo final das inscrições. Este valor pode ser pago via Paypal ou cartão de crédito.

Maior evento nacional de cibersegurança chega a São Paulo

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança amplas, integradas e automatizadas, realiza a edição 2018 do Fortinet Cybersecurity Summit (FCS), o maior evento da área de segurança da informação no país, no próximo dia 09, na capital paulista.

O Fortinet Cybersecurity Summit (FCS18) tem o objetivo de orientar executivos ao oferecer a informação necessária para que as companhias enfrentem os desafios atuais da cibersegurança com uma perspectiva integrada e positiva, com informações sobre inteligência de proteção contra ameaças e as previsões do mercado, além oferecer a oportunidade de conhecer cases de grandes empresas do setor.

Para isso, o evento oferece uma agenda completa com a presença de executivos da Fortinet, como Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet no Brasil, Martin Pueblas, Diretor de Engenharia de Segurança para América Latina e Caribe e Douglas Santos, brasileiro que trabalha como Estrategista de Segurança no FortiGuard, laboratório de ameaças da Fortinet no Canadá. Além do board da companhia, o FCS18 convoca jornalistas especializados em tecnologia para moderação de painéis e apresenta como convidado especial, o economista e apresentador Ricardo Amorim, considerado uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil.

Para Frederico Tostes, o FCS traz importantes discussões para o setor “A cibersegurança é cada vez mais um fator decisivo nos negócios, ainda mais quando levamos em conta as novas leis de dados que afetam as companhias no mundo inteiro. Com a implantação do GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) e da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), as empresas precisarão armazenar e assegurar a proteção dos dados coletados de seus clientes. O executivo afirma ainda que se as companhias não buscarem prever a cibersegurança de dados em seus orçamentos de 2019, não estarão prontas quando prazo final acabar, em janeiro de 2020.

Fortinet Cybersecurity Summit 218

Data: 09 de outubro

FCS18 Agenda
Local: Villa Blue Tree

Rua: Castro Verde, 266 Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP

Marcos Oliveira assume o comando da Palo Alto Networks no Brasil

Marcos Oliveira foi nomeado como country manager da Palo Alto Networks Brasil. Oliveira substitui Arthur Capella, que comandou as operações desde 2012 quando a empresa iniciou suas operações no Brasil. Ele é o segundo country manager no país e possui mais de 20 anos de experiência em cibersegurança. Antes de assumir o cargo atual, Oliveira atuou como country manager da Symantec. Ele já ocupou cargos na Blue Coat, adquirida pela Symantec em 2016 e na Nortel Networks.

Oracle renova operação do Sul com mudança para o Tecnopuc

A Oracle do Brasil anuncia que, a partir de 1º de outubro, o escritório local da empresa passa a operar em uma nova estrutura localizada dentro do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) no Rio Grande do Sul.

A Oracle estará no segundo andar do Condomínio de Empresas Inovapucrs, espaço sem paredes e próximo a estudantes e pesquisadores ligados à tecnologia e inovação. A intenção é aproximar a Oracle de outras empresas do setor, principalmente startups, estimulando o intercâmbio constante de conhecimento e interação no maior polo de criação tecnológica do Sul do País.

A criação do espaço, além de modernizar o ambiente de trabalho dos colaboradores e aprimorar o atendimento aos clientes da empresa, incentiva a inovação com a aproximação da Oracle com estudantes, pesquisadores e especialistas por meio da troca experiências e conhecimento.

Participaram da inauguração do escritório Rodrigo Galvão, presidente da empresa, o reitor da PUCRS, Ir. Evilázio Teixeira, o Superintendente de Inovação e Desenvolvimento da Universidade, Jorge Audy, o diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki, e autoridades locais.

“Temos como missão habilitar a transformação do mundo por meio da nossa tecnologia e dos nossos clientes. Hoje isso é possível com o investimento e a participação ativa da empresa nos ecossistemas de educação, empreendedorismo e inovação. O Tecnopuc representa tudo isso em um só lugar e, por esse motivo, estamos aqui. Essa é a cara da Oracle”, destaca Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Para Jorge Audy, a presença da Oracle no Tecnopuc qualifica ainda mais o ecossistema de inovação do Parque, ampliando as possibilidades de sinergia com os demais parceiros instalados no local e os parceiros no âmbito da Aliança da Inovação de Porto Alegre.

Rafael Prikladnicki acrescenta que a Oracle representa o trabalho contínuo de desenvolvimento do ambiente, com empresas de todos os tamanhos. “É uma multinacional que chega para valorizar ainda mais nossos 15 anos de atuação em prol do empreendedorismo e da inovação, e que vai gerar inúmeras oportunidades para nossos alunos e para todo o nosso ecossistema de forma ampla”, projeta o diretor do Parque.

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Revista Direito GV abre chamada de artigos sobre direito e tecnologia

A Revista Direito GV, publicação acadêmica da FGV Direito SP, terá um dossiê especial em 2019 sobre direito e tecnologia. O objetivo da publicação é reunir artigos com diferentes abordagens multidisciplinares sobre os impactos da tecnologia no mundo jurídico.

Assim como em outros setores da economia, o setor jurídico não se manteve alheio às mudanças na sociedade trazidas pela incorporação gradual de soluções tecnológicas e os impactos no mercado de trabalho podem ser enormes – no limite, podem substituir a própria figura do advogado e da advogada. Neste cenário de incertezas e transformações significativas, há a necessária de realização de estudos aprofundados para mapear os contornos do futuro das profissões jurídicas, com o intuito de investigar estratégias nos setores privado e público para melhor lidar com o potencial disruptivo da utilização das novas tecnologias.

Da mesma forma, a alteração do papel dos profissionais do direito também exige uma reflexão urgente sobre o modo como os estudantes e futuros profissionais da área são preparados para tais desafios. Além disso, a integração entre direito e tecnologia não pode prescindir da perspectiva dos direitos fundamentais dos indivíduos e de questões como garantias processuais, privacidade, segurança e proteção dos direitos de personalidade, para se limitar a algumas.

Diante deste cenário, a Revista Direito GV abriu chamada para artigos sobre os seguintes temas: impacto da tecnologia na prática jurídica; automação nas profissões jurídicas públicas e/ou privadas; uso de ciência de dados e business intelligence nas atividades jurídicas; uso de blockchain na atividade jurídica; plataformas de mediação, conciliação e arbitragem e demais meios de resolução extrajudicial de conflitos; e impactos de novas tecnologias no ensino jurídico.

Serão privilegiados artigos que inovem em relação à literatura já existente nesse campo, que apresentem pesquisas empíricas com dados atuais sobre a inserção de tecnologia no mundo jurídico, que descrevam e analisem casos de soluções tecnológicas que estejam impactando a atuação dos profissionais da área e/ou façam revisões de literatura com método e objetivo de mostrar as obras sobre o tema sob perspectiva inovadora.

Os editores convidados para a edição especial são Alexandre Pacheco da Silva e Marina Feferbaum, professores da FGV Direito SP e coordenadores do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) e Emerson Ribeiro Fabiani, coordenador do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV Direito SP (FGVlaw).

O prazo para a submissão de artigos é 31 de janeiro de 2019.

Acesse o edital nos links abaixo.

EDITAL – Versão Português

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/chamada-de-artigos_direito-e-tecnologia.pdf
EDITAL – Versão Inglês

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/call-for-articles_law-and-technology.pdf
EDITAL – Versão Espanhol

http://direitosp.fgv.br/sites/direitosp.fgv.br/files/arquivos/RDGV/convocatoria-de-articulos_derecho-y-tecnologia.pdf

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Atos reúne mais de 300 especialistas e parceiros para discutir computação quântica, segurança cibernética e Blockchain

A Comunidade de Especialistas da Atos se reuniu em Madri para sua Convenção Anual, juntamente com alguns parceiros mundiais, como Google Cloud, Intel, Cisco, Hitachi Vantara, Oracle, DellEMC, VMWare, RedHat e Gigamon. A Atos recebeu três novos parceiros este ano, as startups Blueprism, IDQuantique e RegData. O evento é uma oportunidade para a comunidade mapear o roteiro para futuras atividades, compartilhar progressos e melhores práticas, aumentar o conhecimento sobre tecnologias futuras – como aquelas compartilhadas por parceiros – e refortalecer suas redes.

A Comunidade de Especialistas da Atos, lançada em 2017, é uma rede de mais de 2.100 líderes de opinião que atuam em todos os setores do grupo, desde infraestrutura e quântica até ambientes de trabalho digital. Os especialistas ajudam a orientar a estratégia de negócios da Atos e a construir seu roteiro tecnológico, além de contribuir para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, como computação quântica, segurança cibernética e Blockchain.

Em apenas dois anos, a Comunidade de Especialistas expandiu-se consideravelmente. “A especialização é um fator chave para o sucesso, desempenho e diferenciação em nosso mercado. Ao fornecer aos nossos especialistas um ambiente favorável e estimulante, incentivamos a inovação, aprimoramos a capacidade de P&D e disseminamos o conhecimento especializado”, explica Philippe Vannier, Consultor de Tecnologia do Grupo Atos.

Com a ajuda de um investimento de mais de 250 milhões de euros em Pesquisa & Desenvolvimento no ano passado, a Atos planeja desenvolver ainda mais sua experiência científica e técnica, além de enriquecer sua cultura técnica por meio do compartilhamento e disseminação de conhecimentos em toda a organização

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Inteligência artificial impulsionará carreira dos estudantes de negócios, aponta KPMG

A inteligência artificial aumentará as oportunidades de trabalho de universitários e recém-formados em cursos de negócios nos próximos anos. Esta é uma das principais conclusões da edição mais recente da Pesquisa Estudantes 2018 (do original, em inglês, Student Survey 2018), produzida pela KPMG.

Os resultados foram consolidados após entrevistas realizadas com 88 estudantes das principais universidades de 22 países, finalistas da competição KICC (KPMG International Case Competition), realizada em Kuala Lumpur, na Malásia.

Quando questionados sobre quais são as três tecnologias que terão maior influência sobre as carreiras nos próximos dez anos, a grande maioria dos estudantes, 81%, identificou inteligência artificial, seguida por blockchain e robótica, cada uma apontada por 59% dos entrevistados. Mais da metade disse que a inteligência artificial aumentará o nível de responsabilidade para os recém-formados e quase 25% acreditam que ela aumentará o número de oportunidades de trabalho.

Todos os estudantes consultados no levantamento preveem que a tecnologia terá impacto significativo e positivo ao longo da carreira e mais da metade afirmou que ela mudará radicalmente o trabalho que eles executam. Nenhum deles apontou impactos negativos.

“No caso do Brasil, o mercado tem demonstrado que jovens conectados têm mais oportunidades para desenvolverem a carreira, contribuindo para o reconhecimento daqueles que apresentam alta performance e evolução do aprendizado. Esse perfil, de profissionais atentos às tendências e com vontade de fazer a diferença, está alinhado com as empresas do futuro”, afirma o sócio de Gestão de Pessoas, Performance e Cultura da KPMG no Brasil, Marcelo de Lucca.

Quando questionados sobre qual é o maior impacto que as novas tecnologias terão sobre a experiência profissional, mais de 35% dos entrevistados disseram esperar que a tecnologia permita que eles façam um trabalho que agregue valor. Além disso, 21% preveem que ela proporcionará oportunidades de priorizar trabalhos mais interessantes e quase 20% disseram que ela permitirá que desenvolvam habilidades e competências de forma contínua.

“Diante do receio de que a tecnologia possa reduzir ou eliminar oportunidades de trabalho, os estudantes estão altamente confiantes de que ela, na verdade, trará novas possibilidades para a carreira”, completa Marcelo de Lucca.

Os estudantes e recém-formados também reconheceram que existem habilidades e valores não técnicos de grande importância que serão fundamentais no local de trabalho do futuro. Entre os entrevistados, 61% indicaram a resolução de problemas como a habilidade mais importante, seguida de capacidade de aprender (49%) e criatividade (39%). Os valores que eles classificam como mais importantes são ética (58%), responsabilidade (52%) e integridade (41%).

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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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Centro Universitário FEI abre nova graduação em Engenharia de Robôs

Atenta às novas tendências do mercado e preocupada em capacitar seus alunos para atuarem como protagonistas das futuras transformações sociais, o Centro Universitário FEI contará a partir de 2019 com o novo curso de graduação em Engenharia de Robôs. Os interessados podem se inscrever até 21 de novembro no vestibular da Instituição, que acontece em 1º de dezembro de 2018, às 8h30.

O curso, inédito no país, tem como objetivo capacitar profissionais para planejar, construir, controlar e manter robôs de diversos tipos. A grade é planejada para que exista um equilíbrio entre quatro áreas de conhecimento: Mecânica, Eletrônica, Programação e Automação. Além disso, durante a graduação o aluno é preparado para integrar tecnologia e robótica em diferentes campos de atuação.

Por se tratar de uma grande tendência, a FEI vem estimulando, há anos, seus alunos (independentemente da graduação escolhida) a interagirem com a área da robótica por meio de projetos interdisciplinares e extracurriculares. O “RoboFEI”, por exemplo, estimula os estudantes a criarem robôs autônomos e a participarem de grandes competições, como a RoboCup, um dos maiores torneios de robótica do mundo.

“A robótica será a tecnologia dominante do futuro; e o Centro Universitário FEI é uma Instituição vista como um centro de excelência e referência na área, seja pelo investimento em robôs inteligentes ou pelo esforço em incentivar a robótica em todo o País. Portanto, quando novos cursos focados no desenvolvimento de robôs surgirem no país nos próximos anos, será pela nossa iniciativa”, afirma Flavio Tonidandel, autor do curso de graduação em Engenharia de Robôs do Centro Universitário FEI.

Vestibular 2019

Inscrições: Até 21/11

Taxa: R$ 90 pela internet e R$ 110 presencial

Cursos: Administração, Ciência da Computação, Engenharia Civil, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia Têxtil e Engenharia de Robôs

Data da prova: 1º/12

Endereços:

– Campus São Bernardo do Campo -Av. Humberto de Alencar Castelo Branco, 3.972-B – Assunção, São Bernardo do Campo – SP.

– Campus São Paulo – Rua Tamandaré, 688 – Liberdade, São Paulo – SP

Site: www.fei.edu.br

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Brasil é o país da América Latina que mais utiliza e investe em cloud, mas ainda precisa avançar na maturidade digital

O estudo Como vamos na América Latina, encomendado pela Citrix, empresa norte-americana de tecnologia, mostrou que dentre os países da região, o Brasil está à frente dos demais quando o assunto é nuvem, com 57% de empresas adeptas desta tecnologia. No entanto, algumas contradições nos resultados mostram que existe um longo caminho para aumentar a maturidade digital das empresas.

Embora 73% das entrevistadas manifestem desejo em investir em nuvem, 43% afirmaram não fazer uso da tecnologia. E os motivos são: infraestrutura suficiente (38%), não enxergam valor (19%), questões de segurança (14%), falta de orçamento (14%) e não sabem como fazê-lo (12%).

Outro fator interessante registrado na pesquisa foi em relação a falta de estratégia no uso desta tecnologia. As empresas que usam a nuvem estão mantendo o foco no armazenamento de informações: 24% responderam que armazenam informações gerais, 18% registram e-mail, 11% guardam informações sensíveis do negócio, 11% registram dados do fornecedor, 7% aplicativos não tão sensíveis e 12% todas as anteriores.

“A computação em nuvem significa mais do que apenas armazenar documentos. Ela permite a empresas de todos os tamanhos ações mais rápidas, ágeis e flexíveis, redução nos custos de investimento em hardware e acesso igualitário à tecnologia de ponta, só para citar alguns. Em regiões com mais maturidade digital, empresas focam em ativos mais estratégicos (aplicações críticas para o negócio e aplicações legadas) se beneficiando assim da elasticidade e alta disponibilidade de cloud”, explica Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

Produtividade

Outro aspecto sobre a adoção dos serviços em nuvem é implementação de formas de trabalho flexível, por exemplo o home office e o teletrabal­ho. A partir das informações coletadas, constatou-se que 62% das empresas brasileiras com tipos de trabalho flexíveis os implementaram a pedido dos funcionários, principalmente por motivos de gestão do tempo (13%), maior produtividade (8%), conforto (6%) e qualidade de vida (6%).

Os resultados, de acordo com os gestores em TI do país, foram positivos considerando que acessar dados e aplicações de qualquer lugar ou dispositivo torna a equipe mais produ­tiva (88%). Outro fato notável é que 65% das empresas disseram que redesenharam o ambiente para se adaptar às novas formas de trabalho flexíveis, especificamente para buscar maior produtividade e melhor gestão do tempo pelo funcionário.

Paradoxalmente, 73% dos entrevistados acham que os funcionários são mais produtivos trabalhando no escritório do que de onde se sentem mais confortáveis e inspirados. E isso se deve, principalmente, à falta de confiança por parte dos diretores (80%).

“Com o avanço da tecnologia, hoje podemos contar com ferramentas que estão mudando a forma que trabalhamos, possibilitando o trabalho flexível, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo. A valorização precisa estar focada na entrega e não no tempo que o funcionário passa no escritório”, destaca o diretor geral.

Segurança

A segurança é um fator de grande preocupação para as empresas e 58% das entrevistadas declaram desejo de investir mais em proteção dos dados até o final deste ano. Porém, alguns comportamentos destacam brechas que podem comprometer seriamente os dados das companhias. Dos executivos consultados, 49% afirmaram que permitem que funcionários salvem informações em pen-drive e encaminhem informações para o e-mail pessoal (52%).

Reflexo disso é que 35% das vulnerabilidades sofridas pelas empresas foram vazamento de dados e 32% ataques externos direcionados às informações da empresa.

“Temendo a segurança de seus dados, muitas empresas acabam blindando os funcionários de maneira imobilizadora. Estão seguros, mas extremamente restritos. E não precisa ser assim. É possível trabalhar de forma protegida sem limitar ações”, conclui Banhara.

A pesquisa teve como objetivos principais avaliar a percepção e o conhecimento que os gestores de TI têm sobre dinâmica, benefícios e desvantagens, ou seja, o panorama de serviços na nuvem, segurança de dados e novos estilos de trabalho. E ainda identificar as atitudes, percepções e a impor­tância que os especialistas em TI atribuem às novas tecnologias em suas empresas. Fez parte do estudo entrevistas com 550 gestores de TI, durante os meses de abril a maio, na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.

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WeWork inaugura segunda unidade na Avenida Paulista

Na próxima segunda-feira (1 de outubro), a WeWork, maior rede de espaços de trabalho do mundo, inaugura mais um prédio no Brasil. Já são nove em São Paulo e 11 em todo o país. A unidade, localizada na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, marca um capítulo importante da WeWork na cidade. Além de já contar com os escritórios das startups Amaro e QuintoAndar, o edifício será a sede da WeWork em São Paulo.

A empresa inaugura nesta fase os últimos dos seus 10 andares no prédio e contará, em sua capacidade total, com 1,5 mil posições de trabalho. Para marcar a inauguração, a WeWork recebe o público a partir das 18h, com uma programação que inclui coquetel e um bate-papo sobre inovação na forma de fazer negócios, com Andre Penha, CTO do QuintoAndar, Lodovico Brioschi, COO e CFO da Amaro, e Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork.

“A Avenida Paulista, além de um dos principais marcos geográficos e turísticos da cidade, é muito simbólica para a WeWork, já que foi onde onde instalamos nossa primeira unidade quando chegamos ao Brasil e agora passa a ser também o endereço da nossa sede no país. Já há algum tempo vínhamos buscando oportunidades de expandir nossa presença nessa região tão estratégica para a cidade, por onde circulam mais de 1,5 milhão de pessoas diariamente e que, além disso, tão bem representa a diversidade cultural de São Paulo”, explica Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

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