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PRTech Knewin abre mais de 20 vagas em tecnologia

A Knewin, maior PRTech da América latina, anuncia mais de 20 vagas nas áreas de tecnologia. As oportunidades são para desenvolvedores Java, C# e PHP com conhecimento em inteligência artificial, especificamente em machine learning e P.O.s (Product Owner). Para realizar a inscrição o candidato precisa entrar no link: https://knewin.gupy.io/

Com sede em Florianópolis, a Knewin adaptou o processo seletivo e a imersão dos recém-contratados e todo o período de trabalho para o modelo remoto, por conta da pandemia. Os colaboradores poderão atuar em home-office e qualquer pessoa do Brasil poderá se candidatar às vagas.

A Knewin, que completa dez anos de atuação em 2021, é responsável por desenvolver soluções de monitoramento de notícias e de redes sociais para cerca de mil clientes de vários segmentos, incluindo comunicação e marketing, em quatro países. A solução é utilizada por assessorias de imprensa, agências de relações públicas e áreas de comunicação estratégicas de empresas e governos para monitorar suas marcas, produtos e análise de inteligência competitiva. A empresa é uma das que mais cresce no Brasil no setor e recentemente recebeu um investimento de 40 milhões pela ÓRIA Capital.

Confira as vagas disponíveis:

Desenvolvedor PHP Fullstack
Para saber mais sobre a vaga acesse:
https://knewin.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6ODE3MjI3LCJzb3VyY2UiOiJndXB5X3B1YmxpY19wYWdlIn0=?jobBoardSource=gupy_public_page
Desenvolvedor Java Fullstack
Para saber mais sobre a vaga acesse:
https://knewin.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6ODE3MDIyLCJzb3VyY2UiOiJndXB5X3B1YmxpY19wYWdlIn0=?jobBoardSource=gupy_public_page
Desenvolvedor .NET Sênior
Para saber mais sobre a vaga acesse:
https://knewin.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6ODE2OTAzLCJzb3VyY2UiOiJndXB5X3B1YmxpY19wYWdlIn0=?jobBoardSource=gupy_public_page
Desenvolvedor Java Backend
Para saber mais sobre a vaga acesse:
https://knewin.gupy.io/job/eyJqb2JJZCI6ODE1ODk4LCJzb3VyY2UiOiJndXB5X3B1YmxpY19wYWdlIn0=?jobBoardSource=gupy_public_page

Impulsionada por crescimento no Brasil, plataforma de agricultura digital da Bayer chega a 60 milhões de hectares mapeados

A maior demanda por soluções digitais no agronegócio, a busca por ganhos de produtividade e por cultivos mais sustentáveis alavancaram o crescimento da Climate FieldView™, plataforma de agricultura digital da Bayer, líder de mercado. No total, mais de 60 milhões de hectares já são monitorados pelo FieldView nos Estados Unidos, Canadá, Europa e América Latina, e o Brasil é o país em que a adoção da ferramenta cresce de forma mais acelerada.

“Temos registrado uma expansão consistente. Depois de quase praticamente dobramos de tamanho em 2019, tivemos um crescimento anual de 63% em 2020 no uso da plataforma no Brasil, contribuindo fortemente para que globalmente chegássemos a 60 milhões de hectares ao redor do mundo”, afirma Abdalah Novaes, líder de negócios da Climate para a América Latina. “Isso demonstra o interesse do produtor rural por soluções mais tecnológicas e eficientes, assim como a força do mercado brasileiro, o segundo mais relevante para nós globalmente.”

No mundo todo, mais de 50 mil máquinas como pulverizadores e plantadeiras estão conectadas ao FieldView, possibilitando que produtores de todos os portes obtenham, do plantio à colheita, um diagnóstico completo de sua lavoura, com uma visão do cultivo por metro quadrado, ajudando a otimizar o uso de recursos, insumos e produtos.

A incorporação de novas funcionalidades à plataforma e a maior digitalização do agronegócio no ano em que se iniciou a pandemia ajudaram a impulsionar a demanda, segundo Abdalah. Desde o ano passado, a solução também pode ser resgatada gratuitamente por clientes inscritos no Impulso Bayer, programa de relacionamento e fidelidade da multinacional.

“Além da presença em grandes cultivos como soja e milho, trabalhadas desde a chegada de Climate FieldView™ ao país, temos observado uma aplicabilidade cada vez maior em outras culturas, como cana-de-açúcar, citrus, algodão e até mesmo em culturas mais conectados ao consumo in natura, como em frutas e vegetais. A expectativa é que em 2021 esse movimento ganhe ainda mais força e que sigamos ao lado dos produtores para aumentar a produtividade e a eficiência nas lavouras”, diz o executivo de Climate.

A expansão de Climate FieldView está diretamente associada a outras soluções da Bayer para agricultores. O uso combinado de soluções digitais como o FieldView, que tornam a tomada de decisão dos agricultores ainda mais assertiva, com tecnologia de ponta em proteção de cultivos e sementes faz parte do processo de transformação que a Bayer atravessa, com foco em inovação, digitalização, sustentabilidade e colaboração com produtores e demais parceiros.

Segurança em TI é prioridade para 59,7% das empresas na América Latina, aponta relatório

Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com segurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética. 

Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.

Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.

Segurança e Nuvem

De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.

O estudo Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos está disponível para download no link: https://go.tivit.com/cybersecurity-e-governanca-em-ambientes-hibridos-idc-vendor-spotlight 

O que o lojista precisa saber sobre o Registro de Recebíveis

O Registro de Recebíveis ou “Balcão de Recebíveis” é esperado pelos lojistas desde a Resolução nº 4.734 publicada pelo Banco Central em 2019 e promete entrar em vigor em 7 de junho.

A normativa estabelece que toda compra, seja ela no débito ou no crédito, por meio das maquininhas ou de forma online, as adquirentes e as subadquirentes deverão registrar essa transação nas registradoras, que são entidades autorizadas a operar pelo Banco Central e atuam de forma independente dos demais participantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN). A novidade é bem vista pelo mercado já que as compras com cartões de crédito somaram R﹩ 2 trilhões em 2020 e para este ano, a previsão é que o setor movimente R﹩ 2,38 trilhões, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões (Abecs).

Segundo Fabio Gerber Khatcherian, Head Comercial da Braspag, empresa do grupo Cielo, líder em soluções de pagamentos para e-commerce na América Latina, a medida promete trazer liberdade aos lojistas de todos os tamanhos, que poderão ter soluções mais flexíveis de acordo com as suas agendas de recebimentos, e claro, possibilidades de impulsionar seus negócios.

O executivo listou alguns benefícios que “balcão” traz:

Liberdade: os empreendedores podem antecipar os valores de suas vendas realizadas no cartão de crédito ou débito com qualquer credenciadora, banco OU FIDIC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) por exemplo, independentemente de qual adquirente foi utilizada no momento da transação.

Juros mais baixos: os lojistas poderão pleitear antecipação de seus créditos com juros menores, trazendo para o mercado incremento na competição, transparência e segurança nas operações.

Acesso ao crédito: as empresas poderão também utilizar seus recebíveis como garantia para conseguir empréstimo, mantendo capital de giro ou equilibrando o fluxo de caixa. Isso trará mais poder de negociação, já que poderão transacionar esses ativos com outros bancos, abrir seus recebíveis para outras empresas e negociá-los da maneira que achar mais vantajoso.

Liquidez: a antecipação pode transformar as contas a receber em capital de giro imediato com o recebimento em média de 3 dias.

Apesar de tantos benefícios o lojista precisa se planejar ao utilizar sua agenda de recebíveis, pois a antecipação consome parte dos lucros com taxas aplicadas a cada pedido. Para não prejudicar a saúde financeira do negócio, é necessário realizar uma análise profunda e garantir também que a gestão não esteja mascarando algum problema financeiro da empresa com o uso contínuo desse tipo de crédito.

Uma das soluções de pagamento ofertadas pela Braspag, que também atua como subaquirente (100% Cielo) e está apta para o registro das transações no Balcão de recebíveis, é o Split de Pagamentos, disponível tanto para o mundo físico como para o online. A solução é utilizada principalmente por lojistas que trabalham com modelo Marketplace.

Green Fintechs demonstram potencial de desenvolvimento no Brasil

Com a demanda crescente por soluções sustentáveis ​​e ecológicas, muitas organizações no Brasil buscam estabelecer uma política de ESG – Governança Ambiental, Social e Corporativa. Dessa forma, para este ano, observa-se uma tendência com o surgimento de startups financeiras “verdes”, conhecidas como Green Fintechs.

“As Green Fintechs adotam a sustentabilidade como o novo padrão aos negócios. O movimento, que cresce no país, tem conquistado investidores e criado novas oportunidades”, comenta o especialista Bruno Diniz, líder na América Latina da FDATA – Financial Data & Technology Association e autor do livro O Fenômeno Fintech.

No Brasil, Diniz cita dois exemplos de Green Fintech: a startup Moss.earth , que atua com foco na redução de emissão de carbono por meio da venda de créditos de carbono; e a (bvm:12) , plataforma em blockchain focada no ecossistema de impacto positivo, que conecta empresas e investidores com foco nas premissas ESG.

“Com as mudanças para hábitos de consumo mais conscientes, as pessoas também buscam investir de forma sustentável, logo observam-se oportunidades para a criação de novas soluções financeiras que priorizem ações em prol do meio ambiente. O sistema financeiro é fundamental para o progresso da sociedade em direção a um futuro mais sustentável”, ressalta.

Bruno Diniz é fundador da Spiralem Innovation Consulting e professor de fintech na Fundação Getúlio Vargas, na Fundação Dom Cabral e no MBA da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2016, ele foi nomeado a pessoa mais influente do Brasil no segmento Fintech pelo portal europeu INVYO Insights. Em 2018, foi nomeado a 9ª pessoa mais influente de Fintech na Iberoamérica pela consultoria internacional Finnovating, sendo o 1º dentre os brasileiros. É colunista da plataforma noomis da Febraban e do portal internacional Cointelegraph.

Canal de venda direta da POLISHOP completa 10 anos com crescimento expressivo durante a pandemia

Graças ao portfólio de produtos mais procurados, o canal de venda direta dobrou o faturamento nos 3 primeiros meses de pandemia

Neste mês de abril, o Polishop Com.Vc, canal de venda direta da Polishop, comemora 10 anos de atuação. Fundado em 2011, o canal nasceu com o objetivo de oferecer uma oportunidade de empreender em todo o Brasil, por meio do marketing de relacionamento.

Durante essa década, a companhia apresentou um crescimento sólido. Em 2021, por exemplo, o canal já representa 10% do faturamento da empresa, que emprega cerca de 4 mil colaboradores, por meio das mais de 260 lojas físicas instaladas nos principais shoppings centers do país, centros de distribuição, fábrica em Manaus (AM), contact center 24/7 e da Rede de canais Polishop TV.

“A missão da Polishop sempre foi atender o consumidor onde ele estiver, sempre oferecendo soluções inovadoras. Nascemos em 1999 já com atuação omnichannel, com diversos canais de venda integrados, mas faltava um canal de vendas, na época chamado “porta a porta”, por isso fundamos o canal”, explica João Appolinário, presidente e fundador da Polishop.

“Com a criação do canal, nós conseguimos fazer com que a Polishop ganhasse presença física em todos os estados do Brasil, por meio da atuação dos nossos empreendedores que oferecem aos clientes a experimentação dos produtos, enquanto geram oportunidade de negócio”, complementa Appolinário.

Além da oportunidade de empreender com uma marca segura, sólida e confiável, os empreendedores do canal têm acesso direto a uma série de treinamentos especiais, desenvolvidos para a capacitação dos empreendedores iniciantes, por meio da Universidade POLISHOP, que oferece um completo programa de reconhecimento dentro do canal, que já levou milhares de empreendedores a viagens internacionais.

Dobro de crescimento em meio a pandemia

Com os impactos da pandemia, os resultados do canal de vendas seguem em crescimento. Isso porque o efeito da crise fez com que mais pessoas buscassem outras possibilidades de renda por meio do empreendedorismo. “Muitos produtos da Polishop passaram a ser de grande necessidade para as pessoas durante o isolamento social, por esse motivo o canal Polishop Com.Vc dobrou o seu faturamento nos três primeiros meses de pandemia”, finaliza Appolinário.

Quality Nextech anuncia parceria no Brasil com a OutSystems – líder global no mercado de plataforma de desenvolvimento de aplicativos

A Quality Nextech, uma das principais empresas de serviços de TI no Brasil, firmou parceria estratégica com a OutSystems, líder global no mercado de plataformas para o desenvolvimento rápido de aplicações como estratégia para agilizar a transformação digital de seus clientes.

O cenário de hiperconectividade pós pandemia acelerou a necessidade e a urgência das empresas para sobreviver em torno de um consumidor mais exigente quanto à experiência digital proporcionada pelas organizações das quais compra produtos e serviços.

Uma verdadeira explosão de demanda por desenvolvimento de portais, apps, softwares e integração de sistemas exigindo mais qualidade e facilidades nas interações com o cliente, com foco em aumentar as vendas e fidelizar, promovendo a recompra e a possibilidade de captar novas fontes de receita com a integração dos sistemas da cadeia de valor.

Para inovar, as empresas têm o desafio de modernizar os sistemas antigos que as trouxeram até aqui com a nova economia da Internet, empoderada por Inteligência Artificial, data analytics e Automação Robótica de Processos (RPA).

Tudo isso demanda muita mão de obra especializada em desenvolvimento de software, em diferentes linguagens de programação antigas (C#, PHP, C++,…) e modernas (Java/ .NET/ Python, Ruby e por aí vai…), gerando custos crescentes com contratações de desenvolvedores de diferentes linguagens, além de desafios para viabilizar a integração entre legados e novas aplicações modernas.“Agora com a OutSystems, podemos entregar aplicativos vezes mais rápido do que a programação tradicional porque temos templates semi prontos que podem ser customizados com mais facilidade, numa linguagem padrão” – explica Jorge Luiz Biesczad Junior, diretor da Quality Nextech.

A plataforma OutSystems já traz consigo também, uma camada de integração que viabiliza “conversar” com os sistemas desenvolvidos internamente em linguagens mais antigas. “Isso é fundamental na estratégia de transformação digital porque viabiliza interações com a Cadeia de Valor, porque são nestas “fricções” e pedágios é onde estão as grandes oportunidades para se conectar mais com o cliente, fidelizar e gerar novas receitas.”

A parceria com a Quality possibilita a construção sólida para a entrega de projetos de forma rápida e eficiente para o mercado brasileiro.  “A OutSystems tem diversos clientes e casos de uso no Brasil e milhares no mundo em todos os segmentos, que podem ser replicados no Brasil com um parceiro forte como a Quality.”, explica Javier Carrion, Vice Presidente Regional para América Latina da OutSystems.

Mas afinal, como funciona uma plataforma para o desenvolvimento rápido de aplicações?

No dia a dia do desenvolvimento, as ferramentas de desenvolvimento visual automatizam processos manuais, repetitivos e muito técnicos da esteira de produção de software. Segundo Jorge, com a OutSystems, o desenvolvedor é EMPODERADO, pois tem a sua disposição um editor visual para definir funcionalidades e as telas do APP, usando lógica, elementos gráficos para desenvolver a estrutura de dados e as telas do sistema. “É de fato muito mais fácil de aprender, especialmente para quem já é do mundo de programação, sem falar que os produtos criados na plataforma já nascem rodando na nuvem, com capacidade ilimitada de processamento” – conclui Jorge.

A Quality auxilia seus clientes no desenvolvimento de soluções digitais, integrações de serviços, automação de processos com RPA, outsourcing de TI e GRC. Normalmente, iniciamos nossa transformação com o Outsourcing de TI, Data Center e Sistemas total do cliente, aplicando automação robótica de processos, aumentando a produtividade das Operações de TI, agregando com chatbots, BI, Machine Learning e desenvolvimento de canais digitais integrados e plataformas de negócios, concluindo com plataformas de GRC para melhor controle, governança e controles internos de regras e regulamentações do segmento do cliente.

A empresa tem cases de sucesso em indústria, aeroportos, varejo, comércio, telecom, saúde, agrobusiness, hospitais, geradoras e distribuidoras de energia, óleo e gás, construção civil, seguros, transportes, prestadora de serviços, clínicas, financeiras, bancos grandes e médios, além de instituições do governo federal e estadual, sendo uma das maiores empresas de TI do Brasil, com mais de 1500 colaboradores, matriz no RJ, filiais em SP, PR e México.

QuintoAndar deve contratar mais de 200 profissionais de tecnologia em todo o Brasil

O QuintoAndar, plataforma digital de moradia que mais cresce no Brasil, deve contratar mais de 200 profissionais de tecnologia de todo o país. Oportunidades são para diversas senioridades e estão distribuídas em várias áreas da companhia, como Engenharia de Software, Engenharia de Dados, Ciência de Dados, Infraestrutura, Site Reliability Engineering (SRE), Segurança da Informação, Análise de Dados, Gestão de Produto e Design de Produto. Até o final do ano, o QuintoAndar pretende contratar mais de 200 profissionais de tecnologia para dar continuidade à revolução do mercado imobiliário.

Com o objetivo reforçar o time de tecnologia, que já conta com mais de 400 profissionais 100% dedicados, a busca concentra-se especialmente em profissionais sêniores e lideranças da área. Como diferenciais, a empresa investe em programas de desenvolvimento profissional, trilha de carreira, um pacote de remuneração competitivo, com salário acima da média de mercado e remuneração variável, além de amplo pacote de benefícios e trabalho remoto, mesmo pós pandemia.

O QuintoAndar é a maior plataforma digital imobiliária do Brasil e não para de crescer. Além de alcançar a marca de mais de R$ 50 bilhões em ativos sob gestão, recentemente a empresa anunciou aquisição da Imobiliária Casa Mineira e do Sindiconet, companhia especializada em conteúdo e marketplace de serviços para condomínios. Outro dado que mostra o crescimento da startup é o número de contratados. Somente em 2021, a empresa deu as boas-vindas para mais de 400 novos profissionais.

“O QuintoAndar é uma empresa de tecnologia que não para de inovar para oferecer a melhor experiência de moradia para os clientes”, conta Erica Jannini, VP de People do QuintoAndar. “Esse ambiente altamente dinâmico traz uma série de desafios que podem ser enriquecedores para o desenvolvimento dos profissionais que escolherem trabalhar com a gente”.

O processo seletivo é 100% remoto e os candidatos passam por avaliação do seu seu perfil técnico, experiência e alinhamento com os valores e cultura da empresa. A maioria das vagas não exige graduação como pré-requisito, enquanto ter vivências nas áreas de interesse é um grande diferencial. As vagas são abertas para profissionais de todo o Brasil.

Vagas em destaque

Software Engineering Manager (Squad Manager)
Senior Software Engineer
Site Reliability Engineer (SRE)
Data Engineering Manager
Group Product Manager
Senior Product Designer

Para consultar todas as oportunidades e se candidatar, acesse: http://carreiras.quintoandar.com.br/

Unimed do Brasil e Central Nacional Unimed elegem novos presidentes

Os médicos Omar Abujamra Junior e Luiz Paulo Tostes Coimbra estarão no comando das instituições de 2021 a 2025

A Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed, acaba de eleger Omar Abujamra Junior como novo presidente. O médico vai liderar a instituição de 2021 a 2025. A Central Nacional Unimed (CNU), por sua vez, que é a operadora nacional de planos de saúde Unimed, elegeu Luiz Paulo Tostes Coimbra para a presidência.

Omar Abujamra Junior tem uma trajetória de 40 anos dedicados ao Sistema Unimed. Presidiu a Unimed Botucatu (SP) e a Intrafederativa Centro-Oeste Paulista e, desde 2018, esteve à frente da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Fesp). Além da experiência, acumula sólida formação em gestão de saúde, com pós-graduação em Gestão Empresarial pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), MBA em Gestão de Serviços de Saúde também pela FAAP e Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. Participou de programas executivos na Harvard Medical School e na Philadelphia International Medicine, nos Estados Unidos, e no Sistema de Administração Privada de Saúde do Chile. Nos estudos sobre cooperativismo, atuou em programa sobre economia, direito e gestão da empresa cooperativa pela Università degli Studi Roma Tre. Atualmente, é delegado regional da Associação Paulista de Medicina para a região de Botucatu e integra o Conselho de Administração do Sescoop/SP.

“A Unimed do Brasil tem um papel institucional fundamental para as 345 cooperativas distribuídas em todo o País. Agora, com uma proposta mais estratégica e integrada às Unimeds de atuação nacional, teremos oportunidade de agregar uma mesma visão de futuro, criar as melhores condições de trabalho ao médico cooperado e evidenciar, na jornada do beneficiário, a vocação de um sistema cooperativista formado por médicos: cuidar das pessoas”, diz Abujamra. “Compreendemos e assumimos tal responsabilidade neste momento delicado em todo o mundo. Estamos preparados para implementar iniciativas renovadas, buscando novos modelos assistenciais, operacionais e tecnológicos, e revigorar a marca cada vez mais como uma referência em saúde”, afirma o novo presidente da Unimed do Brasil.

Luiz Paulo Tostes Coimbra já havia ocupado a posição de diretor de Mercado, Marketing e Comunicação da CNU de 2013 a 2016, além de ter integrado o Conselho Fiscal. “É com imensa honra e alegria que retorno à Central Nacional Unimed, agora como presidente. Seguiremos em uma atuação que visa a integração e o equilíbrio do Sistema Unimed, além de beneficiar e priorizar o cuidado de todos os nossos clientes. Espero escrever, junto aos meus pares e aos mais de 1.700 colaboradores, uma nova página de sucesso. Agradeço aos meus companheiros pela confiança nesse novo desafio. Com uma base forte e robusta, e, sobretudo, foco em pessoas, seremos ainda maiores no papel de socializar a medicina e na missão de tornar mais consistentes os nossos investimentos na experiência do cliente, tudo a partir de uma parceria ainda mais forte com todo o Sistema Unimed. Simplicidade, agilidade e eficiência: essas são as palavras que vão guiar nossas estratégias daqui para frente”, afirma Coimbra.

Os novos dirigentes da Unimed do Brasil:

Omar Abujamra Junior – Presidente

Emilson Ferreira Lorca – Vice-Presidente

Dilson Lamaita Miranda – Diretor de Administração e Finanças

Rubens Carlos de Oliveira Junior – Diretor de Desenvolvimento de Mercado

Marcos de Almeida Cunha – Diretor de Gestão de Saúde

Silvio Porto de Oliveira – Diretor de Intercâmbio

Claudio Laudares Moreira – Diretor de Regulação, Monitoramento e Serviços

Os novos dirigentes da Central Nacional Unimed (CNU):

Luiz Paulo Tostes Coimbra – Presidente

Reinaldo Antônio Monteiro Barbosa – Diretor Financeiro

Sarita Garcia Rocha – Diretora Administrativa

José Augusto Ferreira – Diretor de Atenção à Saúde

Walter Cherubim Bueno – Diretor Comercial e Marketing

Testes de integridade: você conhece quem está contratando?

Por Cláudia Avilar


Em um contexto de contratação, nos deparamos com os mais diversos perfis de profissionais. E realmente não poderia ser diferente, já que enquanto seres humanos somos tão únicos e diversificados. Pensando por este lado, a importância de um processo de recrutamento e seleção robusta e completa torna-se ainda mais evidente. Não apenas pelo viés de admissão ou exclusividade, mas porque, levando em consideração a diversidade de perfis, é possível entender a melhor forma de integrar cada profissional e, consequentemente, minimizar riscos para o negócio.

Sabe-se que as empresas investem em diferentes processos e testes direcionados para conhecer melhor os profissionais que estão contratando, sendo que boa parte referem-se aos testes de competência e comportamentais. Mas, e do ponto de vista da integridade, isso também está sendo considerado com a devida importância?

O objetivo dos testes de integridade é analisar e identificar a percepção e o posicionamento de cada profissional diante da exposição a dilemas éticos corporativos, que podem variar desde a forma como ele lida com seus erros no ambiente de trabalho, até mesmo como se posiciona diante de oportunidades em vislumbrem benefícios financeiros próprios em alguma negociação ilícita.

Esse tipo de teste representa uma ferramenta relevante para o negócio, pois oferece ao contratante um norte maior sobre qual a percepção moral do candidato diante de diferentes dilemas éticos corporativos com os que ele pode se deparar em sua rotina profissional, além de evidenciar ao candidato a importância que a organização atribui às questões éticas.

Pesquisas apontam que cerca de 25% dos profissionais podem representar um risco significativo para a empresa, tanto por possuírem um alto nível de apetite ao risco e de desconsideração do cunho ético, quanto por agirem sob influência de uma análise individualista de custo versus benefício. Este risco pode ou não se concretizar, mas, é certo que identificar previamente qual a flexibilidade moral de seus profissionais pode oferecer à companhia o suporte devido para entender como prevenir possíveis riscos.

Investir no processo seletivo que possa demonstrar o nível de alinhamento entre os valores pessoais e os valores organizacionais se mostra ainda mais relevante em um momento como esse de pandemia. A maioria dos processos seletivos passou a ser conduzida totalmente de forma remota, e ter uma perspectiva mais abrangente do perfil do candidato pode representar uma segurança e um cuidado maior por parte da empresa no momento de contratação à distância, já que muitas vezes é um profissional com quem não teve alguma interação presencial.

Chamado de Compliance Individual, esses testes de integridade são processos que analisam e anteveem pontos de atenção apresentados na percepção moral de um indivíduo, possibilitando à empresa conhecer melhor seus profissionais do ponto de vista ético, além de trabalhar antecipadamente na prevenção de ameaças à ética corporativa.

Sem esquecer a enorme diversidade de perfis, entendemos que tanto uma ação ética quanto uma antiética pode ser influenciada por uma série de elementos, que vai desde a forma como o próprio indivíduo categoriza cada vivência como certa ou como errada, como também pela forma como ele experiencia as diversas pressões com que se depara.

Neste sentido, o teste de integridade pode representar um suporte relevante para a empresa, pois, conhecendo as nuances existentes na percepção moral e no posicionamento do candidato, é possível tomar uma decisão mais assertiva e consciente sobre a contratação ou mesmo sobre movimentações internas. Conhecendo de forma aprofundada sua tomada de decisão, a empresa pode individualizar a integração de cada candidato contratado, investindo em ações de treinamentos, coachings éticos individuais, demonstrações particularizadas de seus códigos de condutas e termos. Trabalhar estes pontos preventivamente com o profissional pode minimizar riscos posteriores ao negócio. Fica a pergunta, então: você sabe quem está contratando?

Cláudia Avilar, consultora sênior de Compliance da ICTS Protiviti

Metade dos brasileiros evitaria contratar um serviço online que sofreu violação de dados

Metade dos consumidores (50%) brasileiros abandonaria um provedor de serviços online se ele sofresse qualquer forma de violação de dados, de acordo com um estudo conduzido pela empresa de segurança Kaspersky com 15.000 consumidores em todo o mundo. Para os brasileiros, o uso indevido de dados pessoais dos clientes é o que mais irrita – 68% afirmam que não usariam mais o provedor por medo de que suas informações fossem vendidas a terceiros. As conclusões do estudo mostram que à medida que os consumidores entendem mais sobre as responsabilidades de privacidade de dados das empresas, aumenta a demanda por transparência no modo que as empresas lidam com os dados dos consumidores.

O recente contexto da pandemia que forçou os brasileiros a comprar, se entreter, interagir com outras pessoas e fazer negócios apenas pela internet parece ter despertado também maior consciência sobre a quantidade de dados que está sendo compartilhado e quais as consequências dessa proliferação. Tanto que a tendência de maior transparência, responsabilidade e maior proteção dos dados pessoais não se reflete apenas nos 50% dos consumidores que parariam de usar um provedor online caso este sofresse uma violação: 76% dos brasileiros preocupam-se com o monitoramento constante de suas atividades online em sites e serviços online.

Além disso, no Brasil, 60% dos consumidores querem que as empresas sejam transparentes no processamento de dados, 58% acreditam que elas deveriam ser mais claras sobre como sua tecnologia funciona e 53% apelam aos governos para que sejam transparentes sobre seus respectivos processos de coleta e gestão de dados.

A boa notícia é que a maior preocupação com os dados não impede os consumidores de adotarem novos serviços: 75% dos brasileiros afirmam que os aplicativos e serviços digitais que usam tornam suas vidas mais fáceis. As diretrizes mostradas pelo estudo deixam claro que o consumidor quer ter mais consciência de como seus dados são usados, e que conquistar sua confiança só depende da empresa e de como ela comunica isso para seu cliente.

Claudio Martinelli, diretor-geral da Kaspersky na América Latina, se espanta que os outros 50% dos brasileiros não se importam caso seus dados sejam expostos online, mesmo assim ele celebra a mudança de comportamento dos consumidores e espera que esta tendência force cada vez mais empresas a adotarem boas práticas de processamento de dados. “Não apenas apoiamos, mas também defendemos e promovemos este debate na Kaspersky desde 2017. Neste período, redesenhamos nosso processo de coleta, processo e armazenamento de dados e transferíamos nosso centro para a Suíça. Abrimos ainda cinco Centros de Transparências onde clientes, empresas e órgãos governamentais podem acessar detalhes de nossas tecnologias e procedimentos, além de revisar nosso código-fonte se assim o desejar – inclusive, um deles está em São Paulo“, afirma o executivo.

Há algumas medidas de segurança que os consumires podem adotar para proteger seus dados. As recomendações da Kaspersky incluem:

• Manter os programas e sistemas operacionais sempre atualizados, pois isso corrige vulnerabilidades que possam existir.

• Quando precisar conectar em uma Wi-Fi pública, use uma VPN para proteger os dados de olhos indiscretos.

• Vale também ter uma solução de segurança no dispositivo, como o Kaspersky Security Cloud, que oferece ainda uma ampla gama de ferramentas de proteção, como verificador de conta, modos de bloqueio, anti-ransomware, segurança para dispositivos móveis e gerenciamento de senha.

• Sempre que ficar sabendo sobre um vazamento de dados, alterar as senhas de suas contas online. Mantenha o hábito de trocá-las a cada três ou seis meses. Desta forma, caso haja uma exposição indesejada, a senha pode ser uma antiga. Também tenha uma senha para cada serviço.

• Por fim, fique atento a e-mails suspeitos e tenha atenção quanto as políticas de privacidade dos apps e serviços instalados no dispositivo.

Para mais informações, acesse o relatório completo.

Do currículo à entrevista, como atrair a atenção do recrutador tech?

Talent Acquisition conta o que favorece ou prejudica os candidatos nos processos seletivos

A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que 420 mil novas vagas serão abertas no setor de tecnologia até 2024. No entanto, a alta demanda não significa que os processos seletivos serão mais simples — ainda mais com a grande adesão ao trabalho remoto, que permite às empresas terem acesso a profissionais de todos os cantos do país e até do mundo. Diante de uma infinidade de possíveis candidatos, como atrair a atenção dos recrutadores?

A Luana Camilo, Talent Acquisition na startup Kyte, lista as principais dicas e cuidados que os profissionais do setor devem seguir na hora de elaborar seu currículo, atualizar seu LinkedIn e se preparar para a entrevista. Confira!

Adapte seu currículo para a vaga

Ao formular seu  currículo, reúna as informações mais úteis para a vaga em questão, e não todas as suas experiências profissionais. “É muito comum que os recrutadores tenham grande demanda de triagem de currículos, fazendo com que  o tempo dedicado para olhar cada um deles seja curto. Por isso, ele tem que ser atrativo”, explica Luana, que defende um design com toque pessoal, mas sem exageros e sempre com uma visão “limpa”. Textos misturados e informações bagunçadas são pontos negativos, assim como erros de português. “Além disso, o perfil não pode estar desalinhado com a senioridade e os conhecimentos exigidos na vaga. E, o mais importante de tudo: não minta”, reforça.

A recrutadora também explica que não existe uma estrutura única para o documento, mas que alguns itens não podem faltar, como o nome do candidato, seus dados de contato, sua formação acadêmica e suas experiências profissionais. “Coloque somente as suas últimas formações. Se for um Jovem Aprendiz, por exemplo, inclua apenas o Ensino Médio. Se for um Sênior, coloque suas últimas três formações”. Outra dica é inserir os principais conhecimentos técnicos, ferramentas e idiomas que você domina, em vez de apontar uma lista de cursos. “O que interessa é o que você realmente sabe”, aponta a Talent Acquisition da Kyte.

O candidato também pode colocar no currículo uma breve apresentação sobre si, sua trajetória profissional e suas principais habilidades e competências. “Uma dica valiosa é saber escolher o tom de voz adequado, de acordo com a empresa para a qual vai se candidatar. Se for para uma startup, como a Kyte, seu tom pode ser mais informal, por exemplo”.

Mantenha o LinkedIn completo e atualizado

O LinkedIn é uma ferramenta cada vez mais utilizada pelas empresas para o recrutamento de profissionais. Segundo pesquisa da Opinion Box, 82% dos usuários da rede já a utilizaram para procurar emprego — e 29% conseguiram. 

Luana Camilo explica que, assim como acontece com o currículo, também é importante utilizar o espaço do LinkedIn para fazer uma breve descrição sobre você e elencar suas experiências profissionais. “O que difere é que este perfil é aberto, então o candidato pode abusar das informações. Quanto mais, melhor. E, nesse caso, o tom de voz tem que ser voltado para um público heterogêneo”, reforça. 

Incluir informações adicionais como Competências e Certificações, entre outras, também é uma atitude indicada para deixar o perfil mais completo, assim como uma foto de boa qualidade.  “Isso reforça a ideia de que você se preocupa com o seu perfil profissional que fica exposto na rede”, diz Luana.

Outra dica valiosa para o LinkedIn é otimizar o seu perfil para favorecer o mecanismo de buscas. Um candidato que está procurando um trabalho como Customer Success, por exemplo, deve ter o cuidado de inserir essa descrição no “título” — espaço que vai logo abaixo do seu nome —, bem como de colocar palavras relacionadas à vaga ou à posição desejada no resumo profissional.

Como a plataforma funciona como uma rede social, uma dúvida muito comum entre os candidatos é em relação às publicações no perfil. Nessa questão, a recrutadora da Kyte  alerta que é preciso ter o cuidado de não confundir o LinkedIn com outras mídias, como o Facebook ou o Instagram, e focar apenas em publicações relacionadas ao mundo corporativo e profissional. “Produzir conteúdos nesses temas é algo interessante, demonstra que o candidato está ativo na sua área de conhecimento”.

Prepare-se antecipadamente para a entrevista

A principal diferença entre entrevistas online e presenciais está nos equipamentos que mediam a conversa. Por isso, uma das primeiras dicas para os candidatos é checar se os aparelhos envolvidos e a conexão com a internet estão funcionando bem. Luana também aponta que o ideal é deixar a câmera ligada, facilitando a interação com o recrutador. 

“Cuide da sua apresentação pessoal como se fosse presencialmente, demonstre que é um momento importante pra você. Esteja em um lugar calmo e silencioso e cuide de tudo que vai aparecer na câmera, tendo atenção ao fundo e evitando uma possível bagunça exposta”, aconselha.

Os outros cuidados são os mesmos da entrevista presencial. Para se preparar, a recomendação é fazer uma pesquisa sobre a empresa, entendendo sua história, produto, cultura e valores. “Revise a descrição da vaga e entenda como tudo isso se encaixa com você, com sua trajetória profissional e com os objetivos futuros de ambos”, enfatiza Luana.

Para chamar a atenção do recrutador e se destacar, vale demonstrar um perfil ativo, com desejo de desenvolvimento e paixão pelo que faz. “A troca de energia também acontece nas entrevistas online. Percebemos quando o candidato está  feliz, quando está mais nervoso, quando está preparado e seguro. Sabemos que é inevitável não ficar minimamente afetado por esse momento, mas respire fundo e se concentre na sua comunicação”, finaliza a recrutadora. 

Com 290 empresas inscritas nas Rodadas de Negócios, BIG Festival estima movimentar US$50 milhões em 2021

O BIG Festival, maior festival e hub de negócios de games da América Latina, apoiado pelo Brazil Games, o programa de exportação criado pela Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais, ABRAGAMES, em parceria com a Apex-Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, anunciou hoje (14) que já tem 290 empresas inscritas para suas rodadas de negócios.

A plataforma, exclusiva do BIG Festival, conecta empresas com perfis complementares para reuniões de negócios. Ao longo de suas oito edições, o BIG Business Meetings já contou com a participação de mais de 2100 empresas e movimentou mais de US$200 milhões.

“O BIG Festival está presente em todas as frentes de negócios em games. Além de promover investimentos, nossos encontros estimulam a compra de jogos da região e até a compra de estúdios”, afirma Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Brazil Games, “Para esse ano, estimamos movimentar em torno de US$50 milhões, um número expressivo para um ano como 2021 e para uma fase como esta que ainda vivemos no Brasil”, continua.

As reuniões de negócios do BIG Business Meetings colocam empresas desenvolvedoras brasileiras à frente de grandes publishers, como Sony, Microsoft, Nintendo e Epic Games, e em 2021 não será diferente. Destas oportunidades, surgiram diversos cases de sucesso ao longo da história do evento.

Um dos exemplos de negócios gerados no BIG é o jogo Kaze and the Wild Masks, finalista na categoria de Melhor Jogo Brasileiro nesta edição. “O BIG Festival é um dos eventos de jogos mais relevantes do Brasil, e, para nós, o mais importante do qual participamos nestes últimos seis anos de desenvolvimento. Em 2019 tivemos a oportunidade de expor o nosso jogo e ver milhares de jogadores testando o Kaze”, afirma Paulo Bohrer, co-fundador da PixelHive, compositor e sound designer no Kaze and the Wild Masks.

“Além disso, a rede de contatos que fizemos no BIG foi importantíssima para o jogo, pois foi naquele mesmo ano que iniciamos as negociações com a nossa publisher internacional, SOEDESCO; um grande passo que estávamos buscando e que possibilitou o lançamento do Kaze para as diversas plataformas nas quais ele está disponível hoje”, continua Paulo.

Com mais de 60 horas de programação online e gratuita, o BIG oferece palestras de diversos temas do universo dos games, mas para quem está buscando fazer negócios no evento, há alguns destaques:

Como preparar seu estúdio para receber investimentos


Cassia Curran, especialista em investimentos e apoio a estúdios indies por meio do WINGS Fund, discute, ao lado de Rebecca Owen, da Digital Development Management, o que um estúdio deve considerar ao se preparar para receber investimento ou para uma fusão.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 12h30 às 13h00.

Humble Bundle: Black Game Developer Fund


Nesse papo, Justin Woodward, Co-fundador do The Mix, falará sobre o Black Game Developer Fund, um programa anual de US﹩ 1 milhão que visa apoiar os desenvolvedores de jogos negros, ajudando-os a publicar jogos com financiamento, produção e suporte de marketing por meio da publisher Humble Games, da Humble Bundle.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 17h30 às 18h00.

Financiamento indie: conheça a Kowloon Nights


Anlu Liu, Content Manager do Kowloon Nights, Mark Venturelli, CEO e Diretor Criativo da Rogue Snail, uma das empresas investidas pelo fundo, e Astrid Refstrup, CEO e Co-founder da Triple Topping Games, vão bater um papo sobre o Kowloon Nights e financiamento indie. Conhecido como um fundo de investimento especializado em games que já adicionou mais de 40 títulos em seu portfólio, o Kowloon Nights tem mais de US﹩100 milhões em custódia para financiar jogos independentes.
Quando: 7 de maio (sexta-feira), das 11h30 às 12h00.A programação completa do BIG Festival, com mais de 60 horas de conteúdo online e gratuito, contará ainda com grandes nomes do mercado de games como Ubisoft, BioWare e NetEase e será divulgada em breve.

O BIG Festival 2021 acontece entre os dias 3 e 9 de maio e todo o conteúdo do festival será disponibilizado de forma virtual e gratuita, com exceção das rodadas de negócios, voltadas a desenvolvedores, compradores, publishers e investidores internacionais e nacionais.

IBM, Red Hat e Cobuilder lideram a criação da OpenBuilt para acelerar a transformação digital no setor de construção com uma abordagem de nuvem híbrida

IBM, Red Hat e Cobuilder anunciaram hoje uma colaboração global para desenvolver a OpenBuilt, uma nova plataforma projetada para ajudar a conectar com segurança cadeias de suprimentos fragmentadas da indústria de construção. Construída em Red Hat OpenShift e rodando em IBM Cloud, a OpenBuilt oferecerá novas soluções digitais para ajudar a inovar e conduzir projetos de construção mais eficientes, sustentáveis ​​e seguros.

Trata-se de um ecossistema multissetor de cinco parceiros, que desempenhará um papel vital no processo de desenvolvimento junto com a IBM, Red Hat e Cobuilder, incluindo Cemex, EDIN Network, Backe, Sol Services e Element .

Há muito tempo, a indústria da construção enfrenta os desafios de atrasos em projetos, custos excessivos e desperdício de materiais, muitas vezes causados ​​por processos desconectados e atividades e recursos mal coordenados. Empresas em todo o ambiente, incluindo arquitetos, fornecedores de materiais de construção, fabricantes, empresas de construção e engenharia agora estão procurando inovar e acelerar a expansão de sua estratégia digital. Ao se afastar de processos amplamente manuais, a indústria será capaz de explorar maneiras mais eficazes de trabalhar.

A OpenBuilt foi projetada para permitir que empresas em todo o ambiente da indústria global de construção conectem com segurança suas plataformas de tecnologia e soluções digitais atuais a parceiros, fornecedores ou subcontratados em sua cadeia de suprimentos por meio de um único hub de integração. Com base no Red Hat OpenShift, em execução em IBM Cloud, a mais segura e aberta do mercado para negócios, a OpenBuilt visa ajudar a melhorar a comunicação e trocar dados com segurança em toda a cadeia de abastecimento. As empresas terão então acesso às aplicações mais recentes e serviços de provedores de tecnologia para expandir suas plataformas digitais, sem a necessidade de desenvolvimento de software complexo e personalizado.

“O cenário global da construção está evoluindo e requer uma nova abordagem para plataformas de tecnologia em todo o setor, com novos níveis de abertura, inovação e colaboração. Junto com nossos parceiros, estamos criando a OpenBuilt para capacitar a indústria da construção a quebrar seus silos com fluxos de trabalho inteligentes e desempenhar um papel ativo no projeto e na condução de sua própria transformação. Empresas de sucesso em toda a cadeia de suprimentos da construção estão se unindo para abraçar um futuro digital, aproveitando o poder de uma abordagem de nuvem híbrida aberta e adotando novas tecnologias para obter uma vantagem competitiva real. Queremos inspirar outras empresas a se juntar a nós e acelerar a marcha em direção a uma indústria de construção verdadeiramente digital”, disse Jon O’Donnell, Managing Partner de IBM Global Business Services EMEA.

O desenvolvimento colaborativo se concentrará inicialmente em três áreas principais:

• Estabelecer a OpenBuilt usando Red Hat OpenShift em execução em IBM Cloud para permitir que as empresas de construção adotem uma abordagem de nuvem híbrida e conectem sua cadeia de suprimentos. Em seguida, obterem acesso a uma ampla biblioteca de aplicativos pré-integrados de empresas confiáveis ​​e provedores de soluções que operam no ambiente de construção. Para manter uma linguagem técnica consistente, a OpenBuilt usará os modelos de dados do Cobuilder para estruturar todos os dados de uma forma que permita a legibilidade por máquina e a interoperabilidade com sistemas existentes e futuros. Os usuários podem criar e implantar fluxos de trabalho inteligentes por meio de uma interface intuitiva de arrastar e soltar, tornando o desenvolvimento de aplicativos muito mais acessível para a indústria.

• Integração de fornecedores independentes de software para tornar uma variedade de softwares e serviços acessível. As soluções IBM, incluindo Watson, Maximo, TRIRIGA, dicionário KITT de última geração e IBM Blockchain, além de APIs abertas da Salesforce, serão integradas à plataforma durante o desenvolvimento para permitir que os usuários criem funcionalidades em seus fluxos de trabalho inteligentes. As integrações da indústria serão desenvolvidas variando de soluções de Modelagem de Informação de Construção e Digital Twins com 3D Repo, soluções de gerenciamento de projeto digital com Asite e pesquisa de produtos de construção para especificação com SpecifiedBy e conselhos de saúde e segurança baseados em inteligência artificial da Intuety.

• Desenvolvimento de novas aplicações, incluindo uma solução que permitirá às organizações pesquisar, filtrar e classificar dados técnicos de produtos de construção. Isso pode permitir que as empresas encontrem rapidamente materiais com as especificações certas para projetar, construir ou manter edifícios que atendam às diretrizes da indústria, como requisitos de desempenho funcional, de segurança e ambiental. A solução de dicionário de dados da Cobuilder, chamada Define, estará entre as tecnologias fundamentais que permitem o uso de uma linguagem comum dentro dos principais aplicativos iniciais da OpenBuilt.

Impulsionado por um ecossistema

Os ecossistemas são cruciais para impulsionar uma transformação digital. Juntamente com IBM Global Business Services (GBS), Red Hat e Cobuilder, o ecossistema de cinco parceiros se uniu para moldar ativamente a direção da OpenBuilt com o objetivo de transformar o setor de construção. Isso inclui todas as formas de edifícios (residenciais, industriais, comerciais, hospitais, escolas), toda a infraestrutura econômica (infraestrutura de engenharia civil, acima e abaixo do solo) e o espaço urbano e a paisagem entre e ao redor de edifícios e infraestrutura.

Representando áreas em toda a indústria de construção global, o ecossistema pode usar sua experiência e visão para desenvolver uma variedade de maneiras pelas quais empresas podem explorar o poder da OpenBuilt:

CEMEX: uma empresa global de materiais de construção que oferece soluções digitais de ponta, produtos de alta qualidade e serviços líderes da indústria para atender às necessidades de construção dos clientes em todo o mundo. A CEMEX tem uma história rica de melhoria do bem-estar por meio de soluções de construção inovadoras, eficientes e esforços para promover um futuro sustentável. A CEMEX está estrategicamente posicionada nas Américas, Caribe, Europa, África, Oriente Médio e Ásia.

“Esta colaboração é uma iniciativa estratégica que permitirá maior produtividade e novas oportunidades para aumentar a satisfação de nossos clientes”, disse Fernando A. Gonzalez, CEO da CEMEX. “Continuamos a liderar a transformação digital na indústria com o apoio dos principais parceiros, aproveitando sua experiência, inovação e serviços de TI avançados para fornecer soluções revolucionárias.”

Samsung, UEA, USP e Unicamp se unem em programa que oferece mentoria e capacitação a startups de todo o Brasil

A Samsung reforça sua parceria com as Universidades de São Paulo (USP), Estadual do Amazonas (UEA) e Estadual de Campinas (Unicamp) para agir diretamente no desenvolvimento do mercado de startups do Brasil. Estão abertas as inscrições para o Ocean Novos Negócios (ou Ocean N2), programa de pré-aceleração com capacitação em tecnologia e empreendedorismo que selecionará até 20 projetos para receberem atividades online e gratuitas ao longo do ano. As inscrições podem ser feitas até 5 de maio pelo site do Ocean Novos Negócios ou via aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

O Ocean Novos Negócios (Ocean N2), que faz parte do Samsung Ocean, iniciativa de inovação e capacitação tecnológica da Samsung, conta com um critério de seleção para cumprir seu objetivo de desenvolver o mercado tecnológico do país. Serão escolhidas até 10 equipes da região da Amazônia Ocidental (composta por Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia) e Amapá e até 10 das demais regiões do Brasil. Em 12 de maio, serão anunciados os selecionados para o Bootcamp, um treinamento imersivo à distância, que ocorrerá entre 18 e 20 de maio.

O programa é voltado para startups com grau de maturidade inicial, que terão o apoio direto de mentores das universidades em seu desenvolvimento. Os professores da UEA atenderão diretamente até 10 equipes da região norte como instrutores e mentores, enquanto especialistas da USP e Unicamp estarão em contato com os selecionados de outras regiões do Brasil, mas em uma ação sempre integrada entre as unidades do Ocean nos três locais, proporcionando troca de conhecimento para geração de possíveis negócios entre os participantes.

O foco estará em projetos inovadores para dispositivos móveis, como smartphones, tablets, wearables, entre outros. O programa dará suporte para que as soluções se transformem em produtos e serviços de relevância no mercado. Para isso, serão oferecidos treinamentos, mentorias, capacitações, conexões e redes com foco no aprimoramento dos projetos, desenvolvendo funcionalidades do Mínimo Produto Viável (MVP), promovendo hipóteses que solucionem demandas dos cotidianos de potenciais usuários e clientes, facilitando a entrada das startups nos eventuais mercados de interesse e contribuindo para a criação e estruturação do Modelo de Negócio. Estão programadas mais de 60 horas de atividades online e gratuitas para cada equipe.

“O propósito da Samsung é empoderar as pessoas por meio da tecnologia e o Ocean Novos Negócios (Ocean N2) reforça nosso objetivo com uma proposta que dá oportunidade para que novos talentos sejam inseridos no mercado de forma mais eficiente. Sem contrapartida financeira pela participação no programa, as startups vão aprimorar seus projetos com treinamentos práticos, mentorias e palestras de professores e alunos da UEA, Unicamp e USP, profissionais da Samsung e parceiros, além de receberem capacitação gratuita em disciplinas tecnológicas e de empreendedorismo e manter contato com equipes de todo o Brasil e ecossistemas empreendedores da Samsung e das universidades”, afirma Eduardo Conejo, Gerente Sênior de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

Os projetos selecionados que concluírem o Ocean Novos Negócios receberão certificado de participação emitido pelo Samsung Ocean e certificado oficial do curso de atualização emitido por UEA e USP.

OCEAN NOVOS NEGÓCIOS (OCEAN N2)

Inscrições: Abertas até 05/05/2021; podem ser feitas pelo site do Ocean Novos Negócios ou via aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store

Quem pode se inscrever: Startups de três a seis participantes com uma proposta de desenvolvimento de produtos ou serviços inovadores, preferencialmente relacionados a tecnologias digitais móveis. É importante que os participantes tenham perfil multidisciplinar e que possuam conhecimento e habilidades em Gestão, Inovação, Negócios, Marketing, Desenvolvimento de software e de sistemas e Design.

Investimento: Gratuito

Vagas: Até 10 equipes da região da Amazônia Ocidental (composta por Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia) e Amapá e até 10 das demais regiões do Brasil

Formato: Online, com certificado de participação emitido pelo Samsung Ocean e certificado oficial de conclusão do curso de atualização emitido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade de São Paulo (USP)

Cronograma:

1ª fase: Inscrições de 14/04/21 a 05/05/21

Anúncio dos projetos escolhidos para o Bootcamp: 12/05/2021

2ª fase: Bootcamp à distância entre 18/05/2021 e 20/05/2021.

Período do programa: 31 de maio a 31 de agosto de 2021.

Atividades online programadas:

– Treinamentos semanais de 1h30 sobre conhecimentos essenciais ao contexto dos novos empreendimentos

– Mentorias especializadas quinzenais, com 2h de duração, para atendimentos individuais para cada equipe, conduzidas por especialistas nas diferentes áreas de atuação, incluindo quatro sessões divididas em Negócios, Tecnologias, Experiência do Usuário e Mercado

– Mentorias coletivas quinzenais, com 2h de duração, realizadas por profissionais do ecossistema empreendedor que apresentarão suas experiências empreendedoras e promoverão debates com participantes do programa.

– Café com Startups, em dinâmicas quinzenais de 2h em que as equipes terão a oportunidade de expandir suas redes de relacionamentos e conexões

Carga Horária prevista: 4h30 semanais, totalizando 63 horas ao longo de 14 semanas.

Em parceria com o Instituto Capitalismo Consciente Brasil, HSM lança o programa Jornada ESG

A pauta ESG está na mesa dos negócios e, por isso, A HSM e o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) apresentam a Jornada ESG, programa inédito que aprofundará os principais elementos do movimento ESG (Environmental, Social and Governance) oferecendo aos participantes conceitos e ferramentas que contribuam para o desenvolvimento estratégico e aplicação no dia a dia. O programa começa dia 19 de abril e a inscrição pode ser feita pelo site: https://www.hsm.com.br/hsm-jornada-esg/.

Voltado para administradores, gerentes, diretores, VPs, CEOs e empresários, a jornada vai proporcionar aos participantes uma imersão completa dos principais elementos do movimento ESG, que influenciam na tomada de decisão e desenvolvimento estratégico dos negócios. Por meio de um time de coordenadores técnicos e experts de mercado, eles ainda terão a oportunidade de entender os conceitos aplicados na prática.

Em pauta nas grandes corporações, os pilares do ESG, são um dos critérios atuais na análise dos investimentos. E vai além das tradicionais métricas econômico-financeiras: permite também uma tomada de decisão mais integral, consciente e sistêmica.

Ao final do programa, os participantes entenderão como provocar transformações na organização alinhadas com os principais tópicos relacionados a ESG e Capitalismo Consciente e quais novas aprendizagens se fazem necessários neste novo contexto de mundo; conhecerão sobre a agenda ESG e 2030 da ONU no Brasil e no mundo; expandirão suas visões em relação aos stakeholders do seu negócio; e desenvolverão uma governança multi stakeholder.

Além de ampliarem o olhar sobre ecossistemas de impacto e suas consciências dentro e fora das organizações; os participantes da jornada reconhecerão o valor da cultura e entenderão como transformá-la conscientemente; aprofundarão a relação entre lucro e propósito nos negócios e aprenderão novas competências e comportamentos de liderança consciente. Ao final da jornada, online e ao vivo, eles ainda vão desenvolver um projeto aplicativo para colocar em prática.

“O mundo está se transformando e não é mais possível falar sobre o desenvolvimento de novas tecnologias e da empresa sem colocar em pauta o ESG. Esse é um tema emergencial e que permeará o mundo dos negócios. Por isso, essa parceria é tão importante. Unimos nossas expertises e entregaremos um conteúdo robusto com trilhas de aprendizado assertivas e ferramentas que contribuirão para que os participantes possam colocar em prática todo o aprendizado”, reforça Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil.

Para Hugo Bethlem, chairman do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, o momento é muito propício para reforçar os pilares do Capitalismo Consciente por meio da liderança consciente no cuidado com as pessoas e com o planeta. “Estamos no momento ideal de entregar ao mercado ferramentas que possam aprofundar os conceitos e instrumentalizar profissionais pois precisamos, mais do que nunca, de líderes conscientes para construir relações mais saudáveis entre todos os stakeholders e diminuir a desigualdade. Por isso, estamos muito felizes com a criação da Jornada ESG, em parceria com a HSM”, conclui.

Consultoria de software tem vagas para desenvolvedores trabalharem home office

A ACCT Consulting & Technology, que atende lojas on-line como Carrefour, Electrolux, Samsung, Motorola, C&A, Ab Inbev e Unilever está com 15 oportunidades de trabalho para desenvolvedores. A empresa tornou-se 100% remota no início da pandemia, o que permite inscrições para as vagas de qualquer lugar. Para se cadastrar e saber mais sobre elas, os interessados devem acessar o site (https://acct.gupy.io/).
Considerada a maior implementadora do mundo da tecnologia VTEX, uma das principais plataformas de e-commerce do mundo, recentemente a consultoria multiplicou sua operação, passando de 74 para 217 colaboradores, com expansão em ritmo acelerado. Em 2020, foi considerada uma das Melhores Empresas para Trabalhar em TI no Brasil, segundo o Great Place To Work. 

Vagas da ACCT 
Na área de desenvolvimento, a ACCT está com 15 vagas abertas para desenvolvedor de software front-end com experiência em JavaScript e em algum framework desta linguagem como React, Angular e Vue. Além destas, existem oportunidades também para arquiteto de soluções, agilista e analista de qualidade de software. 
Todas as oportunidades são para trabalho remoto e os colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar, como é o caso de Davi Paiva, gerente de projetos da ACCT, que se mudou para a praia. “Era um sonho não só de morar, mas de proporcionar qualidade de vida para a minha família. Aqui é possível acordar cedo e caminhar em contato com a natureza” –  pontua Davi que reside desde agosto de 2020 em Guarapari/ES com a esposa e o pequeno Benjamin, de três anos.

Benefícios
Além de um modelo inovador de trabalho, a ACCT oferece também um pacote atrativo de benefícios como convênio médico e odontológico do Bradesco nível Brasil e vale-refeição e/ou vale-alimentação, sem desconto em folha, e auxílio-creche.
Os colaboradores também têm PLR, benefício terapia, auxílio financeiro para montar o espaço de trabalho e plano de desenvolvimento interno semestral, ou seja, possibilidade de mudança de cargo a cada três meses.

Perfil
Para os interessados em conquistar a vaga, Franciele Bueno, coordenadora de atração e retenção, destaca os principais pontos avaliados durante a entrevista. “Perfil proativo, maturidade e perspectiva de desenvolvimento pessoal são as competências do perfil de profissionais que buscamos, independentemente da função para a qual ele está se candidatando”- afirma.
Especificamente para as vagas disponíveis atualmente, ela orienta: “Ter um comportamento de liderança, autonomia e de resolução são características muito fortes. Também é fundamental que o candidato tenha uma relação boa com o colega de trabalho, com o cliente e com a diretoria” – finaliza.

Dicas para a entrevista
Como a empresa é 100% remota, o processo seletivo é feito exclusivamente on-line. Contudo, mesmo que a entrevista não seja presencial, Franciele lista algumas dicas durante a entrevista.

Uso da câmera“Já aconteceu de entrarmos para a entrevista e termos que pedir para o candidato ligar a câmera”.

Naturalidade

“Apesar da entrevista pelo vídeo ser impessoal, é comum o entrevistado ficar engessado ou preocupado com fator externo. Ele deve tentar ser o mais natural possível, pois nós entendemos que isto é parte do processo e que eventualmente alguma interferência como um barulho na rua, por exemplo, pode acontecer e está tudo bem”.

Regra de ouro

“Estudar a empresa continua sendo fundamental. Assim ele pode sanar as suas dúvidas com relação ao local e a vaga. Isso também permite que ele identifique características pessoais que contribuam para o perfil esperado pela empresa, de acordo com a vaga desejada”.

Serviço:

15 vagas para desenvolvedor front-end 
02 vagas para agilista
02 vagas para arquiteto de soluções
01 vaga para analista de qualidade

Tipo de contratação: CLT

Inscrições:
https://acct.gupy.io/ ou pelo LinkedIn https://www.linkedin.com/jobs/search/?f_C=15247603&geoId=92000000

Beep Saúde, startup de saúde domiciliar, anuncia aporte de R$110 milhões em rodada liderada pelo Valor Capital Group

A Beep Saúde, startup que utiliza tecnologia para oferecer serviços de saúde a domicílio com custo acessível, fechou sua rodada series B com aporte de R$110 milhões, liderada pelo fundo norte-americano Valor Capital Group. A rodada contou também com a participação da DNA Capital, Bradesco e Endeavor Catalyst, além de investidores anjo, como David Velez, founder e CEO do Nubank. Os recursos serão investidos pela empresa em duas frentes: na ampliação do portfólio de serviços e na expansão geográfica para atender às principais regiões metropolitanas do Brasil.

O aporte dará o impulso para um novo salto de crescimento da Beep fundada em 2016 pelo médico Vander Corteze. Formado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudou gestão de negócios no Ibmec e foi oficial militar do Corpo de Bombeiros do RJ, além de já ter fundado uma empresa líder no setor de saúde corporativa no Brasil. Corteze enxergou uma nova oportunidade de empreender ao perceber que ainda não existia uma plataforma para a saúde nos celulares dos brasileiros e criou a startup em 2016, hoje a maior empresa de saúde domiciliar do Brasil
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A primeira linha de serviços prestada pela Beep foi a de aplicação de vacinas em domicílio e está presente no Rio de Janeiro, Distrito Federal, São Paulo e Paraná. Em apenas cinco anos, com produtos e atendimento de excelência, a empresa se tornou líder no fornecimento de vacinas no Brasil e vem expandindo sua atuação para realização de exames laboratoriais, também em casa, para beneficiários de planos de saúde privados, como Bradesco, Care Plus e outros. Os usuários da Beep também podem acessar o teste do pezinho (para recém-nascidos), sexagem fetal e até teste de COVID-19.

O momento é bastante positivo para o mercado de saúde, em especial as healtechs, que podem trazer soluções e inovações com agilidade e eficiência, em um cenário em que a pauta da pandemia domina as conversas em todas as esferas da sociedade. O tema é prioritário para a Beep, que reforçou os seus já elevados índices de padronização e qualidade de serviço para garantir o atendimento aos novos protocolos de segurança sanitária.

“A pandemia mudou a forma como as pessoas cuidam da saúde. A prestação de serviços a domicílio, que já era relevante pela comodidade, tornou-se essencial para aqueles que queriam continuar a se cuidar sem se arriscar a uma exposição durante a pandemia”, comenta Vander Corteze, que também é CEO da Beep. “Nós lidamos com a saúde de nossos usuários e, portanto, somos obcecados por qualidade e padronização. Nós entramos na casa das pessoas e precisamos garantir o mais alto nível de segurança em todos os nossos procedimentos”, completa.

Com cenário favorável, a Beep, que já possui cerca de 500 colaboradores, está com mais de 250 vagas abertas, e deverá chegar a 1.000 funcionários até o final de 2021. “Não só iremos crescer o time, como também os serviços prestados. Estamos estudando outras linhas de negócio, como infusão e entrega de medicamentos. Estamos no caminho para nos tornarmos o one stop shop da saúde, concentrando todos os principais serviços em um único lugar e fornecendo-os no conforto do lar de nossos usuários – ou qualquer outro lugar que desejarem”, destaca Corteze.

Na visão de Michael Nicklas, managing partner da Valor Capital Group, a empresa lidera uma mudança estrutural observada nas diferentes vertentes do mercado da saúde em dimensão global. “Antes da pandemia, não se tinha tanta certeza em relação à demanda e perspectiva dos serviços prestados por healthtechs. Durante todo o ano passado, as incertezas foram quebradas, mudando hábitos que certamente nunca voltarão completamente às suas origens. Não à toa, 2020 foi marcado por diversos aportes realizados em startups do setor de saúde”.