Page

Author admin

Bitz dará R$ 15 reais de bônus aos novos clientes

 De hoje até o dia 18 de julho, o Bitz, a fintech de carteira digital do Bradesco, está com uma nova ação, que dará R$ 15 de bônus para todos os novos clientes que baixarem e se cadastrarem no aplicativo. O valor vira saldo em conta e poderá ser usado como o usuário quiser. O bônus diferenciado (normalmente são de R$ 10) será creditado na conta Bitz em até 5 dias úteis.

Lançado oficialmente ao mercado em setembro de 2020, o Bitz é uma conta pagamento e carteira digital do Bradesco, é grátis e o saldo rende 100% do CDI. O aplicativo conta com funcionalidades como pagamento e recebimento diretamente do celular, TEDs gratuitas, Pix, pagamento de contas, boletos e recargas pelo celular, cartão de débito grátis e um cartão virtual para realizar compras na internet e apps de comida, delivery, séries, filmes e música que dependem de um número de cartão para funcionar.

O Bitz está disponível em lojas iOS e Android.

Capital Lab Ventures co-investe com fundos globais Accion Venture Lab e K50 Ventures em fintech de crédito pioneira em embedded lending em rodada de R$20 milhões

Capital Lab Ventures, plataforma de Venture Capital baseada em Londres e em Latam focada em investimento cross-border em startups de deep-tech globais, concluiu a rodada de R$ 20 milhões de investimento na Dinie. A Dinie é uma fintech pioneira em embedded lending via API no Brasil cuja captação foi liderada por Accion Venture Lab e K50 Ventures, em co-investimento com a Capital Lab Ventures, Flourish Ventures e Domo Invest, entre outros. Além do investimento seed, a empresa também informa que concluiu sua própria estrutura de securitização garantindo mais US$ 20 milhões em capacidade de financiamento de dívida em parceria com a Empírica Investimentos, uma investidora local de crédito estruturado, com uma carteira sob gestão de c. US$ 1 bilhão. O investimento será usado para acelerar a infraestrutura de crédito, expor suas APIs junto às maiores plataformas de comércio eletrônico do Brasil e atender mais de 15.000 PMEs com produtos”embutidos” como Conta de Crédito (limite rotativo em conta) e Dinie Pay (Buy Now Pay Later para pagamento parcelado entre empresas).

Ao incorporar sua infraestrutura e serviços em plataformas existentes que as PMEs já usam, Dinie é capaz de alcançar grandes grupos de clientes potenciais de PMEs. Dinie, então, aproveita os dados das plataformas para aprovar e subscrever rapidamente o crédito rotativo e monitorar o fluxo de caixa e os comportamentos de reembolso para ajustar as linhas de crédito e aprovar novos saques sem papelada adicional. O Limite em Conta digital da Dinie permite ainda que as MPMEs financiem seu capital de giro e paguem suas despesas diárias de negócios.

Nascida em Berlim e lançada em São Paulo em 2019, Dinie já fez parceria com as maiores plataformas digitais do Brasil, como iFood by MovilePay, Elo7 e uruguaio unicórnio de pagamentos dLocal. Em menos de 18 meses de atividade, a Dinie concedeu mais de 1.500 empréstimos, tendo crescido 20 vezes em 2020, o que a levou a ser selecionada pelo programa de aceleração Scale Up Fintech da Endeavor no Brasil. Com a rodada atual, a Endeavor também se torna uma investidora da Companhia pelo fundo Scale up Venture.

“Acreditamos que a Dinie está perfeitamente posicionada para executar localmente o modelo de negócios de embedded finance que já vemos bastante consolidado na Europa. Players como o gigante sueca Klarna vem revolucionando o mercado de credito para o varejo ao se utilizar de dados para concessão de crédito atrelado ao ciclo de compra do consumidor final de maneira assertiva e mais barata. Com um modelo de negócio baseado em APIs, a Dinie tem um grande potencial para se destacar nos próximos meses de recuperação da pandemia do coronavírus”, afirma Vanessa Viana, managing partner na Capital Lab Ventures.

“Além do negócio em si, estamos contentes por investir em female founders como Suzy e Andrea. Acreditamos que conduzir um processo de análise de investimentos livre de vieses nos permite contribuir para um ecossistema empreendedor baseado em valores como diversidade e equidade de gênero”, complementa Victoria Scotoni, associate na Capital Lab Ventures.

O investimento na Dinie corrobora com a nova fase de expansão da Capital Lab Ventures e nosso foco em investimentos em ativos globalmente competitivos a partir de Londres, sejam eles empresas latino-americanas, do Reino Unido, Europa e Israel. Além de capital, a Capital Lab Ventures adiciona importante valor a Dinie com sua comprovada experiência no setor de fintechs de crédito e avaliação de negócios baseados em plataformas digitais e análises de dados e a metodologia Venture Lab, que traz capacidades de construção da empresa para impulsionar o crescimento das startups. Com escritório em Londres desde 2019, a Capital Lab Ventures lançou recentemente a captação de seu primeiro fundo de venture capital, aberto a investidores institucionais e profissionais e family offices, e que tem como foco investimentos em empresas de deep tech.

Contratações em tecnologia já representam 95,6% do patamar pré-pandemia, indica Revelo

O segmento de tecnologia é o que mais cresce no Brasil, tanto no quesito desenvolvimento quanto na oferta de oportunidades. Conforme levantamento da Revelo, plataforma líder de recrutamento em tecnologia da América Latina, a contratação em carreiras digitais nos primeiros sete meses de 2021 já representa 95,6% do total de admissões no ano anterior à pandemia. 

De acordo com a Head de Marketing e Experiência do Candidato, Juliana Carneiro, o momento é favorável para acelerar a capacitação de profissionais, pois a pandemia causou uma aceleração digital e transformou o segmento de uma forma permanente. “Embora disponha de muitas vagas, a área de tecnologia ainda sofre com a falta de pessoas qualificadas. Por isso, quem tem o desejo de crescer precisa buscar cada vez mais conhecimento e atualização. Por outro lado, as empresas que demandam profissionais de alta performance, podem investir em seus colaboradores a fim de fomentar o crescimento do setor”, declara a executiva.

Dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) indicam que a expectativa é que sejam criados 70 mil postos de trabalho por ano para que o segmento dobre de tamanho até 2024.

Os profissionais que mais cresceram foram os programadores, desenvolvedores, engenheiro de dados e designers UX, ainda segundo a Revelo. Em relação à média salarial, o aumento foi de 20% a 30% no ano de 2020 comparado a 2019. E a formação superior está diretamente ligada aos melhores salários, pois quem tem uma certificação chega a ganhar três vezes mais. 

Por meio do Revelo Up, programa de aceleração de carreira da Revelo, pessoas interessadas em se capacitar em tecnologia podem escolher entre os cursos das maiores escolas como Iron Hack, Tera, Mergo e Impacta, e pagam só após a formação.

Lojas Renner adquire 100% da startup Repassa

Aquisição da plataforma online de revenda está alinhada à estratégia ESG da Companhia ao estimular o aumento da vida útil de peças de vestuário, calçados e acessórios

A Lojas Renner S.A., maior varejista de moda omni do Brasil, assinou contrato para aquisição de 100% das quotas de emissão do Repassa, plataforma online de revenda de vestuário, calçados e acessórios que atua em todo o Brasil. A conclusão da operação está condicionada a determinadas questões negociais acordadas entre as partes. O fundador e os principais executivos do Repassa permanecerão na empresa.

“Esta aquisição é o primeiro movimento inorgânico para a consolidação do nosso ecossistema de moda e lifestyle. Representa mais um passo desta jornada de evolução, dentre outras relevantes etapas que ainda temos pela frente. Além disso, tem grande aderência aos nossos pilares de atuação, focados na digitalização, na inovação e na sustentabilidade”, comenta o diretor presidente da Lojas Renner, Fabio Faccio.

O Repassa é uma startup nativa digital fundada em 2015 com base nas premissas ESG, e que conta atualmente com 300 colaboradores. A plataforma online, com foco exclusivo em moda, estimula o consumo consciente e prolonga a vida útil de roupas, calçados e acessórios em bom estado de conservação, gerando impacto ambiental e social positivo nesse processo.

Em 2020, a Renner iniciou uma parceria com o Repassa, quando algumas lojas da varejista passaram a fornecer as “Sacolas do Bem” utilizadas pelos usuários para colocar e enviar ao Repassa as peças a serem revendidas. A receptividade dos clientes foi decisiva para a evolução do processo de aquisição.

“A união do Repassa com a Lojas Renner foi algo natural. Desde o início de nossa parceria, no ano passado, fomos percebendo grande sinergia nos negócios, na criação de valor para os clientes e, principalmente, no alinhamento dos propósitos e valores das companhias. Esperamos que essa união traga muito crescimento para o Repassa e que nós possamos encantar os clientes da Lojas Renner de todo o Brasil com uma moda mais consciente e circular”, diz o fundador do Repassa, Tadeu Almeida.

Ao contrário das plataformas de revenda peer to peer, que promovem a negociação direta entre os participantes, o Repassa opera no modelo gerenciado, com curadoria e controle de qualidade das peças e de toda a jornada do consumidor durante as transações – o que permite uma prestação de serviço mais completa e maior conveniência ao usuário, proporcionando encantamento.

Nesse sentido, todo o processo de avaliação física, precificação, fotos, manipulação, anúncio e entrega é feito pelo Repassa, o que gera menos trabalho ao vendedor. Os vendedores recebem um percentual sobre as receitas, que pode ser sacado mediante transferência bancária, usado para compras no site ou doado para ONGs parceiras. As peças reprovadas na etapa de curadoria também podem ser doadas. “O Repassa tem aderência ao nosso ecossistema em termos de posicionamento, experiência do consumidor, assim como valores e propósito”, acrescenta Fabio.

Renner promove circularidade desde 2011

A Renner é pioneira em serviços relacionados à circularidade de produtos. Em 2011, a varejista lançou o EcoEstilo, um programa próprio de logística reversa para coletar e dar destino ambientalmente correto para embalagens e frascos de itens de perfumaria e beleza. Em 2017, ele passou a receber também roupas usadas para reciclagem, upcycling ou doação. Até agora, o programa já coletou mais de 155 de toneladas de itens descartados pelos clientes nas lojas

Todas as iniciativas e projetos da Lojas Renner na área da sustentabilidade têm como diretriz principal os compromissos públicos assumidos para 2021: ter 80% dos produtos menos impactantes, sendo 100% do algodão certificado; suprir 75% do consumo corporativo de energia com fontes renováveis de baixo impacto; reduzir em 20% as emissões de CO2 em relação aos níveis de 2017; e ter toda cadeia nacional e internacional de fornecedores com certificação socioambiental.

Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Ignição tem inscrições abertas para universitários de todo o país

Com bolsa-auxílio mensal, programa em parceria com a PUC-Rio tem metodologia exclusiva baseada em desafios

Estão abertas as inscrições para universitários de todo Brasil participarem do Petrobras Conexões para Inovação, Módulo Ignição, em sua 2ª edição. Petrobras Conexões para Inovação é uma iniciativa da Petrobras, em parceria com a PUC-RIO e o apoio da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis. Desde sua primeira edição, em 2019, constitui uma oportunidade para alunos de graduação que queiram aprender na prática sobre inovação e tecnologia.

O objetivo é gerar inovação. Para isso, 24 estudantes serão selecionados e desafiados a transformar o mercado de Óleo e Gás por meio do desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços baseados em tecnologia, usufruindo do know-how da Universidade e do conhecimento de mercado da Petrobras. Eles aprendem a utilizar tecnologias emergentes como Blockchain, Inteligência Artificial, Internet das Coisas etc.

Podem se candidatar universitários sem experiência anterior, de qualquer instituição superior e área de formação, com 18 anos ou mais. Todos recebem bolsa-auxílio mensal. A duração do programa é de 15 meses e sua metodologia exclusiva é baseada em desafios, na multidisciplinaridade e no desenvolvimento de comportamentos do profissional do século XXI.  

As inscrições vão até o dia 30/07/2021. As atividades se iniciarãoem setembro de 2021 na modalidade remota (home office). 

Alunos de quais cursos podem participar?

multidisciplinaridade é um ponto central do programa. São esperadas as participações de alunos(as) de diversas universidades e cursos, como Informática, Comunicação, Engenharias, Letras, Administração, Direito, Artes e Design, Biblioteconomia, dentre outros. 

E não precisa ter conhecimento na área: O(a) participante desenvolverá soluções inovadoras ao mesmo tempo em que aprende a utilizar novas tecnologias durante o programa.

Acesse mais informações e o EDITAL em www.puc-rio.br/ignicao

IBM irá adquirir Bluetab para expandir nuvem híbrida e serviços de consultoria de dados na Europa e América Latina

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje um acordo para adquirir o Bluetab Solutions Group , S.L. com o objetivo de expandir seu portfólio de nuvem híbrida e serviços de consultoria de dados. A Bluetab se tornará uma parte estratégica dos serviços de consultoria de dados da IBM e acelerará a estratégia de nuvem híbrida e IA da IBM.

“A transformação digital ‘de fora para dentro’ está dando lugar a um novo modelo para o uso ‘de dentro para fora’ de dados de propriedade da empresa com tecnologias emergentes como IA e automação para gerar mais valor comercial e criar novos fluxos de trabalho inteligente”, comenta Mark Foster, vice-presidente de IBM Services e Global Business Services. “Essa aquisição impulsionará a migração para a nuvem e ajudará nossos clientes a obter ainda mais de seus principais dados.”

A Bluetab, fundada em 2005 e com sede em Madrid, mantém relacionamentos consolidados com algumas das empresas líderes nos setores bancário, de telecomunicações, energia e serviços públicos na Espanha, México, Peru e Colômbia. A Bluetab permite que empresas líderes gerem mais valor a partir de seus dados, transformando dados locais e propriedades analíticas em plataformas de dados multicloud usando uma combinação de tecnologias e provedores de nuvem pública, incluindo Red Hat OpenShift.

“A chave para resolver os desafios de dados que nossos clientes enfrentam tem sido a equipe altamente talentosa e experiente que construímos, bem como os aceleradores de valor agregado que desenvolvemos”, disse José Luis López, cofundador da Bluetab. “Estamos muito entusiasmados com a oportunidade que a IBM nos oferece de continuar a aumentar nossa equipe, construir nossos aceleradores e ajudar mais clientes a alcançar posições de liderança usando seus dados.”

As organizações estão implementando soluções de dados e análises para oferecer suporte à aceleração e transformação digital em toda a empresa. Com a IBM Garage, uma abordagem única para co-criar, co-executar e escalar a transformação de negócios, a IBM ajuda os clientes a desbloquear e explorar o valor de seus dados, obter insights, monetizá-los e usar esses insights para reinventar seus fluxos de trabalho. A experiência da Bluetab em migração para nuvem e serviços de dados inclui serviços especializados de estratégia de dados, construção de plataforma de dados e serviços analíticos avançados. Os especialistas em dados altamente qualificados da Bluetab se juntarão à IBM Global Business Services para capitalizar a oportunidade crescente no mercado de serviços de dados.

“Temos a sorte de estar envolvidos e desenvolver relacionamentos duradouros com grandes empresas que valorizam a inovação e compartilham nossa visão baseada em dados para o futuro”, disse Tom Uhart, cofundador da Bluetab. “Ao longo dos anos, temos feito parceria com nossos clientes para ajudá-los a se transformar em modelos híbridos e multicloud, permitindo-lhes obter mais de seus dados.”

Os dados financeiros não foram divulgados. O fechamento da transação está sujeito às condições habituais, incluindo liberações regulatórias e deverá ocorrer no terceiro trimestre de 2021.

1. Magic Quadrant for Data and Analytics Service Providers, Worldwide, 15 de fevereiro de 2021, Jorgen Heizenberg, Twiggy Lo, Gareth Herschel, Divya Radhakrishnan, Shubhangi Vashisth

Original acelera estratégia de Banking as a Service e anuncia CEO para liderar a operação

Como parte da estratégia para acelerar a oferta de Banking as a Service (BaaS), o Banco Original – primeiro banco digital completo – anuncia a contratação de Alexandre Conceição para o recém-criado cargo de CEO da Original Hub. Esta última, braço de tecnologia dedicada a negócios B2B com foco no conceito de banco como serviço e que roda soluções financeiras para mais de 40 fintechs e instituições parceiras, entre clientes e prospects.

A partir do Original Hub, instituições financeiras em geral podem usar a prateleira de APIs do Banco Original para oferecer serviços aos clientes, utilizando a infraestrutura do banco. Só no primeiro semestre de 2021, a empresa processou mais de 73 milhões de transações para fintechs e parceiros, incluindo serviços de pagamento pelo PIX, liquidação de boletos bancários, agendamento de débito automático, saque na rede Banco 24 Horas, entre outros.

Vale destacar que desde sua fundação, o Banco Original atua com uma arquitetura aberta, baseada no conceito de Open Banking e visando as possibilidades do Banking as a Service. Neste modelo, a oferta de soluções bancárias é oferecida como serviço, ou seja, com produtos financeiros oferecidos a outras instituições e fintechs por meio de APIs.

“O BaaS é o caminho para acelerar a oferta de serviços financeiros em qualquer ecossistema digital e assumir essa posição em uma instituição financeira tão inovadora como o Banco Original é um grande desafio. Estou empolgado em poder contribuir com ainda mais avanços no mercado”, pontua Conceição, que complementa: “de todos os pagamentos de conta processados pela Original Hub, 93% deles são para empresas parceiras que oferecem o serviço a seus clientes”, afirma.

Sobre a estratégia de crescimento acelerado da Original Hub, o executivo informa que mira instituições financeiras de perfis variados, mas que queiram utilizar a infraestrutura do banco para criar ofertas inovadoras para os consumidores.

Time Original Hub

Alexandre Conceição junta-se ao time do conglomerado Banco Original, como CEO da Original Hub. O executivo possui extensa carreira acadêmica e profissional. É formado em Processamento de Dados pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Distribuição de Sistemas com Objetos Orientados pela Universidade de Brasília, Liderança e Gestão pelo MIT Sloan School of Management e possui MBA pela NYU Stern School of Business. Conceição também atuou como Conselheiro nas empresas Ativos Securitizadora e Ativos Gestão, fez parte do Comitê de Auditoria da Cielo e trabalhou no Banco do Brasil de 1985 até 2020 – trilhando toda a carreira técnica e gerencial, passando por Nova Iorque por seis anos, até se tornar CIO da subsidiária BB Tecnologia e Serviços.

Compõem o time do Original Hub, ainda, Wagner Mardegan, que atuará como COO (Chief Operating Officer). Bacharel em Ciências Contábeis, com Aperfeiçoamento em Finanças, Especialização em Comércio Exterior e Negócios Internacionais e MBA em Formação Geral para Altos Executivos, atuou como Diretor Presidente da BB Previdência e Diretor de Atendimento Canais do Banco do Brasil, foi Conselheiro de Administração da Cateno Gestão de Contas de Pagamentos S.A e da BBTS – BB Tecnologia e Serviços e atualmente é membro do COAUD da Hapvida.

A frente da área comercial e de produtos, Eduardo Reimann atuará como CBO (Chief Business Officer) – Responsável pela gestão da equipe comercial e dos produtos de integração para clientes, relacionamento, pré, pós e venda, ciclo de vida dos contratos com parceiros/clientes além de prospecção econômica de mercado fintech/bancos. O Executivo é Bacharel em Turismo com ênfase em eventos coorporativos. Possui 20 anos de experiencia na área comercial passando por diversos ramos de atividade em empresas como Fischer Do Brasil, Vidalink, Smiles S/A, CSU MarketSystem, Gazeta do Povo, Live On BaaS, até assumir em abril/21 a cadeira na Original Hub.

E à frente da área de TI, como CIO, assume Pablo Giordano Oliveira, que será responsável pela gestão do time de tecnologia e pelo relacionamento técnico com parceiros e fornecedores. O Executivo é bacharel em Processamento de Dados pela Universidade Católica de Brasília e MBA em gestão empresarial pela FGV. Com mais de 26 anos de experiência em tecnologia, Pablo atuou em empresas privadas e órgãos públicos em grandes projetos de infraestrutura e de desenvolvimento de sistemas, sendo os últimos 3 anos em instituições financeiras.

Ingram Micro Brasil lança unidade de negócios focada em serviços gerenciados

A Ingram Micro Brasil acaba de inaugurar a Ingram Micro Services, unidade de negócios dedicada a serviços gerenciados que oferece uma ampla gama de soluções em logística reversa, descarte sustentável, reciclagem, recompra e remarketing para ativos de TI, instalação de data centers, call center de suporte, apagamento seguro de dados, hardware como serviço (aluguel de máquinas) e serviços de IoT.

Estruturada para oferecer serviços personalizados a diferentes setores do mercado como varejo, saúde, hotelaria, mercado financeiro, a Ingram Micro Services está apta a atender também outros distribuidores fora da área de TI. “Temos experiência e infraestrutura para atender a todos os tipos de empresas que precisam desses serviços, com agilidade, qualidade e eficiência”, disse Paulo Batista, gerente sênior da Ingram Micro Services. Batista lembra que a nova área é mais uma oportunidade para as revendas credenciadas, que serão comissionadas ao captarem clientes para a unidade.

Os oito pilares de negócios da Ingram Micro Services são:

• Gerenciamento de ativos + Logística – gestão de descarte de ativos de TI (ITAD – IT Asset Disposition), serviços de suporte ao ciclo de vida, destruição de dados e trade-in para equipamentos eletrônicos.

• Serviços de redes e infraestrutura – data center, projetos de TI, instalação, expansão e migração.

• Suporte – cumprimento de garantia, central de atendimento e resolução de problemas do hub, serviço de migração de soluções ou aplicações em sistemas legados para infraestrutura de nuvem.

• Infraestrutura de nuvem – consultoria, avaliação, implementação e migração.

• Transformação digital – consultoria, avaliação e implementação.

• Hardware as a service – consultoria, avaliação e implementação.

• Software as a service – consultoria, avaliação e implementação.

• IoT – equipamentos, serviços 4.0, RPA e Inteligência Artificial.

Magalu anuncia follow-on e aquisição do KaBuM!, maior e-commerce de tecnologia e games do país

O Magalu, maior plataforma digital de compra e venda do país, anuncia hoje a realização de um follow-on, que deve emitir 150 milhões de novas ações. O sindicato de bancos responsável pela operação é liderado por Itaú e BTG Pactual e conta ainda com J.P. Morgan, Merril Lynch, Banco do Brasil, Bradesco, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Santander e XP.

Os recursos captados terão como destino a expansão do Magalu em novos mercados, investimentos em logística, com abertura de novos centros e hubs de distribuição, e o pagamento de aquisições estratégicas. Uma delas é a da Hub Fintech, realizada em dezembro de 2020, cuja compra — de 290 milhões de reais — foi concluída recentemente, após aprovações pelo Cade e Banco Central. 

A outra, anunciada hoje, é a aquisição de 100% do KaBuM!, maior plataforma de e-commerce de tecnologia e games do país. “Com a compra do KaBuM!, nos consolidamos como um dos líderes do e-commerce formal brasileiro e reforçamos nossa atuação em um dos mercados que mais crescem no mundo — o de produtos para geeks e gamers”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu.

Um dos mercados que mais cresce no mundo

Em um ano e meio, o Magalu adquiriu 21 empresas. A operação de compra do KaBuM! é a maior delas. A empresa, criada em 2003, em Limeira, no interior de São Paulo, tem um modelo de negócio que combina crescimento acelerado e alta rentabilidade. Nos últimos 12 meses, teve receita bruta de 3,4 bilhões de reais e um lucro de 312 milhões de reais. “Esse nível de rentabilidade apresentado pelo Kabum não é comum em players de e-commerce, o que mostra a eficiência da gestão da companhia”, afirma Trajano. “Isso mostra que a empresa é muito alinhada com a filosofia do Magalu, que também apresenta crescimento acelerado com resultados sustentáveis.” 

Com a compra do KaBuM!, o Magalu reforça o pilar estratégico de novas categorias, com um sortimento complementar ao atual e com enorme potencial de crescimento. A companhia também aprofunda a posição no mercado gamer, que cresce exponencialmente no mundo e no Brasil — segundo a consultoria de e-sports BBL, são 95 milhões de gamers no país. Dados da consultoria Accenture mostram que a indústria mundial de games atingirá 300 bilhões de dólares ao final de 2021, receita maior que a dos setores de música e filmes somados. 

O KaBuM! é um dos precursores em esportes eletrônicos no Brasil. Criou uma das maiores equipes de League of Legends do país, a KaBuM! Esportes, tetracampeã nacional e a primeira representante brasileira no campeonato mundial. A KaBuM! Esportes apoia também outras modalidades de e-sports, como Counter Strike, FIFA e Free Fire. 

Em 2020, com novos hábitos de consumo estimulados pela pandemia, suas vendas cresceram 128% em relação ao ano anterior. Com 2 milhões de clientes ativos, o KaBuM! oferece mais de 20 000 itens de tecnologia de ponta para profissionais e para o universo gamer. A partir de agora, essa plataforma passa a ser incorporada ao ecossistema do Magalu e operar em cooperação com o Jovem Nerd e o Canaltech, negócios recentemente adquiridos e que dialogam com o mesmo universo de clientes. 

Junto com as recentes aquisições, o KaBuM! e o Magalu poderão oferecer uma experiência de compra, conteúdo e entretenimento completa para os amantes de tecnologia e do mundo gamer. O KaBuM! também passa a usufruir de uma série de benefícios oferecidos pela plataforma do Magalu: oferta de produtos no SuperApp, uso da multicanalidade e do sistema de entregas mais rápido do Brasil e produtos financeiros, como cartões de crédito e seguros.

O valor total da aquisição será pago em três etapas. A primeira parcela, à vista, é de 1 bilhão de reais. A segunda etapa envolve a transferência de 75 milhões de ações ordinárias do Magalu, ao longo de um ano e meio. A terceira etapa de pagamento — de até 50 milhões de ações — ocorrerá em janeiro de 2024 e será condicionada ao cumprimento de metas do KaBuM!.

Sistema B anuncia empresas brasileiras que constam no Best for the World

O Best For The World, ranking global do movimento B (capitaneado pelo B Lab e representado no país pelo Sistema B Brasil) anuncia sua edição 2021 e reconhece empresas que possuem boas práticas em comunidade, clientes, meio ambiente, governança e trabalhadores. Neste ano, o Brasil tem 39 representantes na iniciativa que leva em conta a pontuação das empresas nas áreas citadas ao responderem a Avaliação de Impacto B (BIA), sistema disponível para empresas gratuitamente e que também é a base para a certificação B.

Cada categoria avalia a conduta de empresas em determinadas áreas e garante que as mesmas estão comprometidas com o impacto de suas decisões, além de processos claros e éticos de governança. As categorias são ainda subdivididas para agrupar empresas por faixas de tamanho, para que a comparação também leve em conta o porte das empresas e seja mais justa. As empresas listadas estão entre as notas 5% mais altas em cada faixa de porte das cinco categorias. Os negócios que alcançam altas pontuações, são destacadas e reconhecidas nas listas do Best For The World e poderão compartilhar suas boas práticas para inspirar outras empresas. A edição de 2021 conta com mais de 750 empresas reconhecidas no mundo e 39 empresas brasileiras.

Uma das representantes brasileiras se destaca em duas categorias: a YouGreen, que teve ótima pontuação na categoria que avalia as práticas para funcionários e meio ambiente. A YouGreen é uma cooperativa de catadores, e pela estrutura organizacional de uma cooperativa, possui uma gestão democrática em que todos os cooperados são donos do negócio. “Sendo assim, todos não só podem, como devem participar de reuniões e da tomada de decisões importantes da empresa. Em nosso processo seletivo para novos cooperados, damos a preferência de trabalho para aquelas pessoas que teriam menos chance de conseguir emprego no mercado, como egressos do sistema penitenciário, refugiados, mulheres. Quando realizamos a entrevista, participam do processo cooperados que poderão trabalhar com aquele candidato na função pretendida para que também possam avaliar e dar a sua opinião junto a diretoria social. O nosso modelo de negócio é voltado tanto para as pessoas, como para o meio ambiente. Acreditamos e baseamos o nosso negócio na tríade da sustentabilidade (econômico, ambiental e social). Através da nossa prestação de serviço, buscamos colocar nossos clientes em conformidade com a lei. Com a gestão de resíduos oferecemos as melhores opções no viés ambiental e econômico para o descarte de resíduos, colocando por exemplo, de volta na cadeia de suprimentos, materiais recicláveis que antes seriam destinados para aterro, gerando renda e trabalho seguro e digno para os catadores”, é o que conta Érika Raísa Duarte, especialista em documentação técnica da YouGreen.

A categoria meio ambiente ainda traz outros brasileiros: a Natura Cosméticos, Okena, Moovin, Combio, Recicladora Urbana, NewInc Construtora, Retalhar, Fazenda da Toca Orgânicos, Bresco, Boomera, Sunew Filmes Fotovoltaicos, Arueira Ambiental e Selletiva.

A Natura busca impactos positivos através das causas “Amazônia Viva”, “Mais Beleza, Menos Lixo” e “Cada Pessoa Importa”. Pela causa “Amazônia Viva”, a Natura contribui para a conservação de 2 milhões de hectares da Amazônia por meio de seu modelo de negócios que alia comércio justo, manejo sustentável assim como a repartição de benefícios. Por meio de “Mais Beleza, Menos Lixo”, a marca apoia o desenvolvimento de iniciativas sustentáveis para gestão de resíduos. A empresa foi a primeira marca brasileira de cosméticos a adotar refis em seus produtos, ainda em 1983, evitando o descarte diário de lixo equivalente a quantidade produzida por 5.5 milhões de pessoas. Por fim, com a causa “Cada Pessoa Importa”, a Natura busca promover a diversidade e inclusão, além de garantir o acesso à sua rede de relações renda justa para assegurar que necessidades primordiais sejam atendidas, como alimentação, moradia, educação, assistência médica e transporte.

Já na categoria comunidade, estão o Grupo Gaia, Papel Semente, Tobasa Bioindustrial, Movimento #euvistoobem e Editora Mol, reconhecidas por contribuir para o bem-estar econômico e social das comunidades onde atua. Na categoria governança estão a Din4mo, Avante, Pragma e a Wright Capital.

Entre as melhores práticas com os trabalhadores, as representantes brasileiras são: Blockforce, Carambola Tecnologia, Fama Investimentos, Plongé, Tawil Comunicação e Wongtschowski & Zanotta Advogados.

“Em 2018, quando nascemos, já tínhamos plena consciência de que se quiséssemos ser uma empresa de impacto, teríamos que, antes de tudo, ter um ambiente interno de satisfação. Mesmo no modelo remoto, acompanhamos nossos colaboradores constantemente para saber como anda a percepção deles com a empresa, além de mantermos uma relação plena de transparência, que contribui bastante para a retenção de talentos num mercado tão competitivo como o de desenvolvedores de sistemas. Além disso, nossa remuneração é bem competitiva quando comparada ao mercado de startups e temos um plano de carreira com possibilidades de partnership”, explica Elisa Cardamone, Head de Impacto na Blockforce.

As brasileiras que melhor pontuam na categorias clientes são: 4YOU2 Idiomas, Raízes Desenvolvimento Sustentável, Criando Consultoria, MOV Investimentos, MGov, Yunus Negócios Sociais Brasil, Magik JC Empreendimentos Imobiliários, Suindara Radar e Rede, The Key e Welight

O Best For The World busca incentivar melhores práticas e explorar potenciais colaborações para que empresas continuem progredindo coletivamente em suas jornadas de impacto positivo. Como conta Francine Lemos, Diretora Executiva do Sistema B: “O movimento B não é um destino, mas sim um norte para boas práticas. Um dos maiores benefícios ao se tornar B é entrar para uma rede de trocas e aprendizados. Essa iniciativa é mais que um reconhecimento às empresas que são destaques nas áreas que avaliamos ao certificar um negócio; é uma maneira de inspirar que elas sejam replicadas. A lista traz empresas de diversos segmentos e portes para mostrar que é possível lucrar e entregar para a sociedade uma série de benefícios nas mais diversas áreas de influência de uma empresa”.

Personalização da experiência: Como o mercado de luxo tem se reinventado durante a pandemia

Mais do que nunca, o mercado de luxo online passa por adaptações enquanto shoppings e galerias de compra estão fechados ou com restrições à circulação de pessoas. A Synapcom , empresa líder em full commerce – modelo de negócio que viabiliza operações de e-commerce de ponta a ponta no Brasil e na América Latina -, sabe bem que a experiência exclusiva e sensorial tem grande relevância na conversão de leads desse segmento. A começar pelo armazenamento dos produtos em cofres nos centros de distribuição, até a expedição, embalagem e entrega na casa dos consumidores, a startup foca na personalização e na individualidade da experiência como estratégia principal para encantar este público.

Com um amplo portfólio de marcas premium, como L’Oréal, Tommy Hilfiger e Calvin Klein, para atender com a exclusividade que os clientes desses players exigem, a Synapcom treina equipes para manusear cuidadosamente os produtos e garantir que cada ítem chegue aos consumidores em perfeito estado, com a mesma embalagem e até com o cheirinho do estabelecimento que já conhecem.

De acordo com a Consultoria Euromonitor Digital, o mercado de luxo no Brasil deve faturar cerca de R﹩ 29 bilhões até 2023 e as vendas online serão responsáveis por 30% das previsões até 2025. Nesse cenário se destaca a solução de full commerce da Synapcom que, além de cuidar das operações das marcas, garante, por meio de sua expertise, uma estrutura interna adequada às necessidades de cada um de seus clientes. Para isso, a startup capacita os times para que eles executem todos os processos de personalização pensados pela empresa para seus consumidores.

Uma das clientes da Synapcom é a Swarovski, que não apenas se reinventou durante a pandemia, como conquistou em 2020 um aumento de 30% nas vendas de seu e-commerce em relação ao ano anterior. A parceria entre as duas empresas começou em 2017, quando a joalheria confiou à Synapcom a implementação do projeto de lançamento de seu novo canal online. Atualmente, a Swarovski utiliza os serviços de personalização da Synapcom para se aproximar de seus clientes finais e conta com um time de profissionais treinados para reproduzir suas embalagens e até o laço característico da marca para que a apresentação final seja idêntica à da loja física. No caso de pedidos para presente, o pacote pode ser selecionado pelo site e não há cobrança extra para esse serviço. Esse cuidado é fundamental para atingir as expectativas altas dos consumidores da marca, mesmo nas compras à distância.

Diante do alto valor dos itens, eles ficam armazenados em uma área separada no centro de distribuição da Synapcom em Itapevi (SP), em salas com acesso restrito atendendo aos requisitos de segurança. Os colaboradores abrem as embalagens em que vieram os produtos, fazem um controle por câmera de segurança de cada item e, em seguida, são embalados em caixas personalizadas com logo e perfume da loja.

“O canal de e-commerce de player de luxo vem se desenvolvendo constantemente. Atualmente, todo ano a gente supera as expectativas em relação às vendas e ações comerciais e o objetivo é, cada vez mais, valorizar o lifestyle e a experiência do consumidor. Para isso, tem muito trabalho e cuidado por trás”, comenta Eduardo Fregonesi, CEO da Synapcom.

Além do mercado de luxo, as estações de personalização individualizadas da Synapcom viabilizam que clientes de diversos segmentos entreguem experiências únicas aos seus clientes finais. Enquanto a Philips oferece aos seus clientes online a possibilidade de gravar o nome do bebê nas mamadeiras da linha Avent, o Palmeiras customiza as camisetas oficiais com os números e nomes solicitados pelos seus torcedores.

A líder no full commerce tem expertise em diversos setores da indústria e do varejo, além de colecionar cases de sucesso em negócios digitais para grandes marcas como Samsung, Hershey’s, Levi’s entre outras.

JA Brasil abre 590 vagas gratuitas para o programa Tech.já, realizado com apoio do Google e BID Lab

A carreira na área de tecnologia é uma das mais promissoras no país, com a expectativa de uma demanda de 420 mil novas vagas até 2024, segundo a Brasscom, associação do setor. No entanto, a formação de novos profissionais não acompanha essa evolução, formando 46 mil novas pessoas com perfil tecnológico por ano. De olho neste descasamento entre oferta e procura, a JA Brasil (Junior Achievement), uma das maiores organizações mundiais de preparação de jovens para o mercado de trabalho, com o apoio do Google.org e do BID Lab (Laboratório de Inovação do Grupo BID), está lançando novas turmas do programa TECH.JÁ, que capacita jovens na área de Suporte em Tecnologia da Informação (TI). O curso é gratuito e oferece 590 vagas.

“Nosso objetivo é impulsionar o futuro de jovens em vulnerabilidade social, despertando neles o interesse pela tecnologia, uma das áreas com mais ofertas de emprego atualmente. Isso se dá pelo momento atual do País, com as empresas acelerando a digitalização dos seus negócios e buscando uma maior eficiência tecnológica”, afirma Evandro Badin, superintendente da JA Brasil.

O programa Tech.JÁ oferece capacitação técnica em TI, desenvolve habilidades comportamentais e oferece oportunidades de mentoria com profissionais do mercado de tecnologia, aulas de criação de currículo e sobre como agir em entrevistas de emprego, além de apoiar os alunos a conseguirem boas colocações no mercado de trabalho ao final do curso. As inscrições vão até 23 de julho e as aulas se iniciam em 16 de agosto. A iniciativa é destinada a jovens de 18 a 29 anos, de baixa renda, que se formaram em escolas da rede pública de ensino. Ao final do programa, os estudantes receberão um certificado profissional de suporte em TI do Google e, ainda, uma certificação da JA Brasil.

A partir disso, os estudantes passam a integrar bancos de talentos de empresas parceiras, como Magalu, Rappi, Connect e ABVCAP, podendo ser chamados para entrevistas caso haja disponibilidade de vagas.

Foi o que ocorreu com Magda, 29, aluna da turma de 2020, que trabalhava há dois anos como diarista em Florianópolis (SC). Casada e mãe de uma menina, ela desejava novas oportunidades profissionais. O Tech.já tornou possível a sua qualificação e ingresso no mercado de trabalho.

Magda conseguiu um emprego na empresa Connect ainda nos últimos dias do curso. “Conseguir essa colocação e mudar o rumo da minha carreira foi uma grande conquista para mim. A área de tecnologia possui poucas mulheres, menos ainda negras como eu. Entendo como é importante a participação feminina neste segmento. Quero continuar a me capacitar para conquistar novas oportunidades no futuro, seja na área de redes ou segurança”, diz Magda.

Para fazer o curso não é necessário conhecimento ou experiência anterior, apenas o Ensino Médio completo e ter interesse em atuar na área de TI. O curso é gratuito e online com dedicação de 4 horas por dia, 4 vezes por semana, durante 20 semanas.

Critérios para o processo de seleção

Para participar, é necessário atender alguns requisitos básicos:

• Renda per capita de até 2 salários mínimos;

• Ensino Médio completo;

• Ter feito o ensino médio em escola pública ou ter ganhado bolsa de 100% em escola particular;

• Não estar trabalhando (em emprego formal) e nem estudando (em cursos do ensino superior ou tecnólogos);

• Ter entre 18 e 29 anos;

• Morar em uma das cidades onde o curso será ofertado (apesar de online, é necessário que as pessoas residam nas cidades indicadas abaixo para receber possíveis benefícios ofertados e acesso às vagas – quando houver disponibilidade)

O TechJá 2021 terá 20 turmas com 590 alunos. As cidades que irão sediar o curso são: Manaus (AM), Fortaleza(CE), Distrito Federal, Vitória(ES), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro(RJ), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP).

Em Fortaleza, Vitória, Curitiba e Porto Alegre as vagas são preferenciais para pessoas que frequentam Centros da Juventude. Em São Paulo, as inscrições não estão abertas, pois as turmas já foram preenchidas com pessoas que estavam na fila de espera desde a primeira edição do programa, realizada no primeiro semestre de 2021.

Programa Tech.Já

Inscrições até 23 de julho

Mais informações: https://www.jabrasil.org.br/ti

Inscrições: https://bit.ly/techja2021_2

Nubank é eleito o melhor banco da América Latina em 2021

O Nubank, maior banco digital do mundo, foi eleito o melhor banco da América Latina em 2021, segundo o prêmio Euromoney’s Awards for Excellence, divulgado nesta quarta-feira (14) pela revista britânica Euromoney.

Além do prêmio principal, o Nubank também conquistou a categoria de “Melhor banco digital da América Latina” neste ano. Os prêmios reforçam a relevância da missão de empoderar clientes a cuidar de sua vida financeira e como esse desafio é reconhecido no mundo todo, não só nos países onde o Nubank está presente hoje.

O Euromoney’s Awards for Excellence é um prêmio oferecido pela publicação britânica desde 1992, sendo considerado a principal premiação para a indústria bancária global. Neste ano, o número de inscritos para as categorias regionais e de países foi recorde.

O Nubank também foi apontado em 2021 pela revista TIME como uma das 100 empresas mais influentes do mundo e pela CNBC como uma das mais disruptivas em seu negócio. O banco digital também foi apontado pela revista Forbes como o melhor banco do Brasil – e um dos melhores do mundo – por três anos seguidos, em 2019, 2020 e 2021. Também foi reconhecido pela revista Fast Company como a empresa mais inovadora da América Latina e o “challenger bank” mais valioso pela CB Insights.

Estudo da Anfavea e Webmotors revela perspectiva positiva para compra / troca de carros no semestre

A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e a Webmotors realizaram um estudo sobre intenção de compra de veículos para o segundo semestre de 2021. Realizado em junho com 4.240 usuários do aplicativo da Webmotors de todas as regiões do país, o estudo aponta perspectiva positiva, pois, de modo geral, 75% dos entrevistados declararam ter intenção de compra ou troca do veículo ainda esse ano e apenas 7% informaram desistência de compra, e 18% prorrogaram a compra para 2022.

“Os indicadores de intenção de compra ou troca de veículos são bastante positivos quando avaliamos o cenário atual, em que é possível perceber que já houve uma retomada do mercado após os impactos das medidas para conter os avanços da Covid-19. O próprio estudo indicou um equilíbrio maior à medida que grande parte dos entrevistados confirmou que a flexibilização da pandemia não interferiu na decisão de compra”, comenta Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors. Em sua visão, o otimismo nesse setor também pode ser atribuído aos carros ganharem papel diferenciado na pandemia ao trazerem mais conforto e segurança para o transporte das pessoas.

Os preferidos para quem quer comprar / trocar o carro ainda esse ano

A pesquisa separou os entrevistados em dois perfis: aqueles que já têm um carro (74%) e os que ainda não possuem (26%). Entre os que já têm um carro, a intenção de compra / troca ainda esse é de 73%, mas saltou para 80% no outro perfil (que não possui carro e pretende comprar).

Outros destaques da pesquisa dão alguns indicadores de preferência dos consumidores e mostram que os modelos hatchs, apesar de ainda serem os mais considerados pelos entrevistados, estão dando espaço para outras carrocerias, como sedans, SUVs e picapes. Outra questão trazida pela amostra é a percepção de preços mais altos como um impeditivo à compra do carro no momento e o financiamento ainda como principal forma de pagamento, apesar da opção à vista mostrar crescimento, sobretudo entre os que já têm carro. Com relação a ações que motivariam a compra a curto prazo, a jornada de aquisição 100% online, não teve muita consideração. Apesar, do interesse dos que não possuem carro, ser 2 vezes maior (16%).

Entre quem já possui um carro, a opção por um modelo usado foi citada por 86% e por um “zero Km” por 14%. Com relação às carrocerias que pretendem comprar, há movimentações entre as preferências, pois, na comparação entre as pesquisas, essa distribuição foi: hatchs passaram de 18% para 16%; sedans de 34% para 29%; SUVs de 38% para 39%; picapes de 7% para 13% (quase dobrou); e as outras carrocerias permaneceram em 3%.

Entre aqueles que ainda não têm carro, a opção pelos usados foi citada por 94% e pelos novos por 6%. Com relação às carrocerias, as preferências para a intenção de compra esse ano ficaram distribuídas da seguinte forma, considerando a comparação com a última pesquisa: hatchs passaram de 41% para 36%; sedans de 32% para 34%; SUVs de 18% para 20%; picapes de 7% para 6%; e as outras passaram de 2% para 4%.

A preferência em termos de financiamento da mobilidade e locomoção

A pesquisa levou em consideração o financiamento da aquisição do veículo. Entre aqueles que já têm um carro, apenas 5% declararam ter opção de financiamento total, o mesmo identificado no estudo anterior, realizado em novembro de 2020 considerando a intenção de compra ao longo de 2021. Nesse perfil, a opção pelo financiamento parcial caiu de 64% para 55%, enquanto o pagamento à vista saltou de 27% para 37% e a opção pelo leasing ou consórcio teve uma leve movimentação de 4% para 3%. Entre os que ainda não têm um carro, as opções de pagamento permaneceram estáveis, sendo que o financiamento total passou de 23% para 21%; o financiamento parcial se manteve em 44%; o pagamento à vista teve leve alta de 26% para 27% e o leasing / consórcio uma leve alta de 7% para 8%.

“Apesar de uma queda pequena ao comparar as duas edições da pesquisa, o perfil de quem ainda não tem um carro e pretende financiar 100% da aquisição representa um volume significativo, quase 5 vezes maior do que entre os que já possuem o bem. Nesse contexto, um ponto positivo é o fato de o mercado ser bastante desenvolvido e contar com instituições financeiras com muita experiência para oferecer opções interessantes para os seus clientes, o que facilita a aquisição do veículo”, comenta Jurcevic.

PwC inaugura Centro de Excelência para cooperativas de crédito

Em franca expansão, as cooperativas têm aumentado substancialmente sua importância no mercado de crédito brasileiro. Nos últimos cinco anos, o Sistema Nacional de Cooperativismo de Crédito (SNCC) tem chamado atenção pelo crescimento sustentado, acima do restante do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O total dos ativos das cooperativas aumentou em 21,5% ao ano, frente a um crescimento médio do SFN de 6,7%, segundo o Banco Central.

Para atender às necessidades específicas desse setor e contribuir com a competitividade do crédito cooperativo no país, diante de um cenário econômico em constante transformação, a PwC Brasil apresenta ao mercado neste mês de junho o seu Centro de Excelência para Cooperativas de Crédito. Concentrada nas regiões Sul e Sudeste, mas com abrangência nacional, o Centro possui uma equipe de especialistas nesse segmento dedicada a atender cooperativas de todo o país, com foco em soluções de auditoria cooperativa, auditoria interna, compliance, gestão de riscos e controles internos. 

Segundo Maurício Colombari, sócio da PwC Brasil, o segmento de cooperativas de crédito deve seguir crescendo, desempenhando um papel importante na recuperação econômica do país no pós-pandemia. “As cooperativas serão um motor para esse movimento de recuperação, uma vez que direcionam proporcionalmente mais crédito para micro e pequenas empresas”, explica Colombari. Segundo o Banco Central, em dezembro de 2020, o crédito concedido às micro e pequenas empresas pelas cooperativas correspondia a 60% da sua carteira na modalidade pessoas jurídicas – um valor bem superior ao concedido pelo restante do sistema financeiro, de 15%. Para o especialista, “o crescimento do segmento traz também desafios específicos que vão exigir planejamento estratégico e eficiência para tornar o setor mais competitivo.”

Para Elisa Simão, diretora da PwC Brasil e responsável pelo Centro de Excelência dedicado a Cooperativas de Crédito, a modernização e a atualização do marco regulatório do setor devem trazer ainda mais oportunidades para o crescimento das cooperativas de crédito no Brasil. “Temos hoje um sistema financeiro competitivo, inovador e tecnológico, no qual cooperativas que se dediquem às melhores práticas de governança terão grandes chances de se desenvolver de forma sustentável e conquistar um espaço ainda maior no mercado”, destaca Simão. “Com o Centro de Excelência, a PwC tem como propósito atender e orientar as cooperativas nessa jornada, aplicando toda a tecnologia e expertise para entrega de soluções inovadoras nesse segmento.”

Cooperativas se destacam na região Sul

Em estudo sobre a participação das cooperativas de crédito no sistema financeiro brasileiro, o Banco Central registrou o crescimento significativo desse segmento. A porção do mercado de crédito para pessoa jurídica ocupada pelas cooperativas no Brasil passou de menos de 1% em 2005 para mais de 8% em 2017. Nesse contexto, a região Sul do país tem se destacado, com a participação das cooperativas saltando de 2,1% para 16,7% em 2017. No que se refere ao crédito a pessoas físicas, a parcela do mercado ocupada pelo crédito cooperativo também tem crescido no Sul do país, já respondendo por mais de 15% do segmento. 

Para Rodrigo Provazzi, sócio da PwC Brasil, a liderança da região se explica pela presença de um agronegócio forte e estruturado e pelas condições especiais oferecidas pelas cooperativas. “As cooperativas desempenham um papel fundamental de transformação socioeconômica, pois conseguem ofertar produtos e serviços financeiros em localidades onde a disponibilidade de atendimento pelo sistema financeiro tradicional é baixa”, lembra. “Além disso, seu modelo de gestão, onde os associados têm participação nas assembleias e decisões, ajuda as cooperativas a aprimorarem seus serviços para conseguirem atender de forma mais específica às necessidades de crédito dos seus cooperados”, conclui Provazzi.

Com uso de Inteligência Artificial, Infracommerce expande Same Day Delivery para outras capitais do Brasil

A Infracommerce CXaaS S.A. (B3:IFCM3), empresa de soluções digitais para e-commerce e líder no conceito de Customer Experience as a Service (CXaaS) no Brasil, começa a expandir o serviço de Same Day Delivery (Entrega no Mesmo Dia) para outras capitais do país, após sucesso na cidade de São Paulo.

O uso de inteligência artificial, aliado à análise de dados, contribui, e muito, para que as entregas sejam rápidas e assertivas, uma vez que o trabalho em todos os pontos da jornada do consumidor está sendo realizado de forma estratégica e eficiente. “Nossa prioridade é fazer com que o consumidor tenha sempre uma experiência de qualidade durante toda sua jornada de compra.


Garantir que o produto dele chegue no mesmo dia, e em excelente estado, para nós é primordial. Além disso, levar essa experiência a mais clientes de outras partes do país incrementa nossas vantagens competitivas e nos deixa extremamente felizes”, afirma Glória Porteiro, head de transportes da Infracommerce.

A agilidade do processo precisa começar já no Centro de Distribuição, com a roteirização dos pedidos, picking e packing automatizado, digitalização da logística, otimização de ocupação dos caminhões e uso de própria frota, tudo funcionando de forma conjunta. “A implementação do Same Day Delivery veio para completar o trabalho estratégico que temos feito em nossa logística.


Trabalhar com tecnologia de ponta em todas as partes dos processos nos ajuda a ser mais eficientes em custo e rapidez na entrega para que mais consumidores sejam surpreendidos de forma positiva”, aponta Glória.


Além do uso de tecnologia, manter Centros de Distribuição (CD) e Dark Stores (pequenos espaços localizados nos centros urbanos, geralmente com grande concentração de pessoas e pedidos online) em lugares estratégicos espalhados pelo Brasil ajuda muito a agilizar as entregas, porque a Infracommerce tem uma alta concentração de pedidos por origem e isso torna mais fácil a otimização de rotas. Diante deste cenário, o algoritmo de projeção de demanda determina os locais onde as vendas estarão concentradas, de modo que a estratégia de middle mile seja otimizada via Dark Stores, o que possibilita fazer avanços de estoque e atender o consumidor em horas, ou
até em minutos.


“Hoje, nós conseguimos entregar em até quatro horas para um cliente do segmento de luxo, em endereços de São Paulo capital, e proporcionar para esses consumidores uma experiência diferenciada que, na maior parte das vezes, é mais rápida do que o deslocamento para a compra em uma loja física”, garante Glória Porteiro. Atualmente, a Infracommerce já conta com 10 CDs em capitais como Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, além do interior de São Paulo, em Ribeirão Preto, e tem planos para expansão.

Análise Preditiva


Por meio da análise preditiva, as empresas conseguem analisar dados sobre o comportamento dos consumidores, como quais produtos ele mais compra e onde, além de fazer uma projeção de quais outros produtos ele também poderia comprar, baseado no seu histórico, a chamada venda cruzada. E antecipar situações, ou vendas, permite às empresas adotarem um comportamento mais proativo e, por que não, mais certeiro também.


“Temos uma base com todo o histórico de compras dos nossos clientes e análises que nos mostram onde eles mais consumiram e o quê e, a partir daí, conseguimos otimizar melhor os estoques de cada Dark Store uma vez que o bastecimento com novos produtos será mais certeiro”, diz Glória.


A partir desse histórico, uma predição do que pode realmente vender no futuro é criada, além de um estudo de probabilidades sobre a venda de um item em conjunto com outro, tudo para compor melhor a cesta que o consumidor pode querer.

“Nosso objetivo é que o cliente faça suas compras e tenha uma experiência unificada, recebendo os produtos de uma só vez. Diferente de outros marketplaces, que enviam itens de um pedido separadamente, a Infracommerce se preocupa em montar seus fluxos e processos para que isso não ocorra. Receber tudo de uma vez faz parte da experiência única que queremos proporcionar aos nossos consumidores”, conclui.

Impressão 3D é aplicada para auxiliar na inclusão de pessoas com deficiência

A Pixed, nova residente no Biopark, além de produzir próteses com baixo custo, destaca-se por um trabalho integral de acompanhamento aos usuários

O uso de equipamentos externos que ajudam pessoas a superarem alguma dificuldade ou deficiência, também conhecidas como próteses, são de extrema importância para que seus usuários possam se sentir, de fato, inseridos na sociedade. Foi para auxiliar essa inclusão principalmente em escolas e no trabalho, que a Pixed surgiu. Fundada em 2015 na cidade de Lima, no Peru, a empresa é especialista no desenvolvimento de próteses, órteses ou exoesqueletos feitos com impressão 3D. 

As próteses da empresa destacam-se pelo baixo custo – 80% mais baratas do que as encontradas no mercado tradicional – e por um programa de integração que auxilia o usuário, com apoio psicológico e médico. Desde sua fundação, a empresa já produziu mais de 80 próteses e agora estuda iniciar operações no Brasil, com o apoio do Biopark.  

“Embora o preço seja um diferencial, consideramos que todo o nosso programa integrador é o que realmente nos destaca. Somos a primeira empresa que incorporou um acompanhamento integral, psicológico e médico para que o usuário não só receba a prótese e a deixe de lado, mas sinta-se bem com ela”, explica Ricardo Rodríguez, engenheiro mecânico elétrico e CEO da Pixed.  

Tudo isso é fruto de um propósito social que nasceu junto com a empresa. “Todos nós, fundadores, tivemos, de alguma forma, contato com deficiência em algum membro da família, por isso, sabíamos que as pessoas com deficiência podiam fazer as coisas de maneiras diferentes, mas acima de tudo, podiam fazer, apesar das barreiras que a sociedade coloca”, ressalta Rodríguez. Hoje a empresa produz próteses superiores, como mãos e braços, mas já trabalha no desenvolvimento de membros inferiores. 

O projeto integrador criado pela Pixed já tem dado resultados importantes. Segundo uma pesquisa feita entre seus usuários, 98,3% deles melhoram seu nível de otimismo e 95% aumentam sua autoestima após se adaptarem ao uso da prótese. “O nosso principal pilar é a inclusão, e a forma que fazemos isso é com a tecnologia. A nossa métrica mais importante é que os trabalhadores possam regressar ao trabalho e as crianças regressar à escola”, completa o CEO. A empresa possui um programa próprio dentro de instituições privadas e escolas que contribui para isso. Outro apelo social é que, em casos em que a pessoa não tem condições de adquirir a prótese, a Pixed possui parceiros e investidores que viabilizam a doação  através de patrocínio.  

A produção das próteses é feita integralmente pela empresa, desde as medições, feitas com scanner 3D, passando pela criação do desenho, que pode ser totalmente personalizado, até a impressão. “Todas as próteses que fazemos são desenhos 100% nossos e cada uma é produzida analisando o caso. Por exemplo, alguns querem andar de bicicleta, outros querem escrever, outros querem dirigir, outros querem usar ferramentas, etc. É um mundo diferente que nos desafia a criar coisas diferentes e orientadas a cada um deles”. Para crianças, por exemplo, a prótese pode ganhar temas comuns ao cotidiano infantil, com personagens de desenhos animados.  

Do Peru, a empresa já enviou próteses para outros países, como Chile, Honduras e Estados Unidos, mas no Brasil a ideia é criar conexões com outras empresas e poder atender as demandas já existentes. “Com a impressão 3D podemos dizer que o mundo é o nosso laboratório. Estamos estudando a necessidade no Brasil para ver para onde podemos direcionar nossos dispositivos. O Biopark vai auxiliar a fazer conexões com outras empresas, para que possamos usar nossa tecnologia não apenas na área médica, mas também para outros setores”, acrescenta Rodrígues. 

Carreira de programadora: como se destacar em um ambiente ainda predominantemente ocupado por homens?

A área tecnológica vem ganhando espaço nos últimos anos. Apenas em 2020, o setor teve um crescimento de 310% no número de vagas, de acordo com a GeekHunter. Por ser um mercado conhecido como “masculino”, a presença das mulheres é essencial para quebrar esse paradigma e diminuir a lacuna de gênero, trazendo mais diversidade e inclusão no setor. 

Carla Marangoni De Bona, especialista em UX/UI e co-fundadora da {reprograma} – startup social que ensina programação para mulheres em situações de vulnerabilidade, explica que conhecer as comunidades de tecnologia, especialmente as que são dedicadas ao empoderamento das mulheres é o primeiro passo para que o público feminino comece a entender que o lugar também é delas dentro da área tecnológica. “Há diversas comunidades, algumas focadas mais na parte técnica e outras em empoderamento. O interessante de se aproximar desses grupos é que as mulheres vão encontrar diversas outras mulheres na mesma situação que ela, assim uma pode ajudar a outra nessa jornada”, comenta. 

O setor de tecnologia oferece várias oportunidades para quem quer atuar no mercado, na parte de programação, por exemplo, pode-se destacar duas frentes: front e back-end, a primeira é dedicada a interface do usuário, já a segunda está relacionada ao core da aplicação, realizando uma programação que somente o servidor irá entender. 

Para ajudar na formação das mulheres na área de T.I, o programa Todas em Tech, que vai impactar mais de 2 mil mulheres na área de programação até o final de 2022,  está com vagas abertas para suas duas próximas turmas. São 480 vagas para oficinas que vão apresentar o universo de programação e desenvolvimento, desse número total, 80 mulheres serão selecionadas para as segundas turmas, 40 para a turma de back-end e 40 para a turma de front-end. O projeto é desenvolvido pela {reprograma} em parceria com o BID Lab – Laboratório de Inovação do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento – e as interessadas podem se inscrever pelo link: https://reprograma.com.br/todas-tech/ até dia 16 de julho.  

O projeto irá destinar no mínimo 55% das vagas para mulheres negras e 5% para mulheres trans e travestis, e conta com o apoio das empresas Accenture, Creditas, Easynvest, Facebook, iFood e Nubank.

Como se destacar na área de programação

Uma programadora pode atuar em qualquer empresa que use tecnologia em seus processos, com soluções para a própria empresa, por exemplo. Abaixo, Carla destaca as principais áreas de atuação que uma mulher pode trabalhar:

  • Empresas de tecnologia que oferecer serviço sob demanda para clientes externos;
  • Startups, agência de publicidade e /ou marketing;
  • Áreas mais tradicionais, como programação web ou desenvolvimento mobile;
  • Ciência de dados, segurança de dados e inteligência artificial;
  • Desenvolvedoras freelancer: assumir projetos específicos ou entregar soluções de sites ou aplicativos para pequenos empresários.

Para ter destaque na área da tecnologia é necessário buscar conhecimento sólido em uma frente específica. Caso a mulher decida focar sua carreira em front-end, por exemplo, o ideal é que ela se aprofunde em uma linguagem específica e fundamentos de programação. Ao mesmo tempo, vale levar em consideração a habilidade em compreender várias disciplinas, como marketing, UX e vendas e de que modo elas se relacionam com a especialidade da profissional. 

“A dinâmica da especialista com habilidade de compreender outras áreas faz com que a profissional tenha maior capacidade de colaboração, já que a mesma terá mais insumos para acrescentar aos outros. Além disso, a maior capacidade de resolução de problemas também é vista como um diferencial”, explica a co-fundadora da {reprograma}. 

Migração de carreira

Pode acontecer no meio do caminho que a profissional queira mudar de área. Segundo Marangoni, a primeira coisa a se fazer é buscar entender melhor como funciona o dia a dia da nova área, o que esperar, expectativa salarial, entre outras informações relevantes. Depois, entender o momento profissional, uma vez que para adquirir bases da programação é necessário dedicar bastante tempo, desta forma a programadora conseguirá adquirir conhecimento para iniciar sua transição de carreira. 

“Investir no autoconhecimento para entender os pontos fracos e fortes também é importante para iniciar essa nova jornada”, completa Carla.