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Encontro Nacional ABRINT 2021 debate questões regulatórias e transformação digital

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT) promove a 12ª edição do seu Encontro Nacional de Provedores, considerado o principal e maior evento do setor na América Latina, nos dias 8 a 10 de dezembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Após o período de isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, que impossibilitou a realização presencial em 2020, o evento seguirá a tradição dos últimos anos e, em três dias, debaterá o futuro das telecomunicações pós-Leilão 5G; o futuro do compartilhamento de postes; os desafios e oportunidades das redes neutras; tendências de fusões e aquisições de ISP; gestão 4.0 e diferenciação de marcas; e o futuro das fusões e aquisições. A programação e inscrições estão disponíveis no site oficial do evento .

Como de costume, o Encontro Nacional de Provedores traz as principais autoridades do segmento de Telecom, entre elas representantes do governo, associações, empresas e especialistas, para dialogar e debater sobre os rumos, desafios e oportunidades para o setor. Esse ano, foram convidados nomes como o Presidente da República Jair Bolsonaro; Fábio Faria, ministro das Comunicações; Carlos Baigorri, Moisés Moreira e Vicente Aquino, Conselheiros da Anatel; Efrain Pereira da Cruz, Diretor da Aneel; Sandro Furlanetto, Presidente da Asociación ISP del Paraguay (ASISPY) e Marcelo de Ambrosio, presidente da Cámara Argentina de Pequeños Proveedores de Internet (CAPPI), entre mais de 60 palestrantes. O evento terá mais de 180 expositores e vai respeitar todos os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

“2020 foi um ano de crescimento para o mercado brasileiro de telecomunicações, com as mudanças de hábitos geradas pelo isolamento social que demandaram maior capacidade de atendimento e eficiência das empresas do setor. E 2021 foi marcado pelo Leilão do 5G, cujo edital a ABRINT participou ativamente de todas as etapas da discussão com a Anatel, o TCU e o Congresso Nacional. Agora, precisamos discutir o que está por vir e, por isso, seguimos firmes em nosso compromisso de levar cada vez mais conhecimento e networking para todos os provedores de internet. Para compensar todo esse tempo em que ficamos longe, ampliamos nosso espaço de evento, oferecendo mais comodidade para o credenciamento, um terraço que servirá como área de convivência e algumas novidades”, adianta Alessandra Lugato, Diretora-Executiva da ABRINT.

Diretrizes de acesso ao evento

Atendendo ao decreto do estado de São Paulo, haverá no evento a disponibilização de álcool gel, o uso de máscara será obrigatório, bem como a apresentação, na entrada do evento, do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, identificando as duas doses ou a dose única. O certificado pode ser gerado pelo site ou aplicativo Conecte SUS .

Em caso de uma ou nenhuma dose da vacina, deve ser apresentado o teste negativo para Covid-19 do tipo PCR, realizado com até 48 horas de antecedência, ou o teste do tipo antígeno, realizado com até 24 horas de antecedência. Caso o congressista esteja positivo para Covid-19, poderá solicitar o reembolso do ingresso pelo e-mail ingressoseventonacional@abrint.com.br, mediante envio dos dados e do teste de Covid-19.

Programação do evento

Durante os três dias de evento, serão abordados os temas mais relevantes para o atual momento das telecomunicações. No dia 8 de dezembro, primeiro dia do encontro, pela manhã, acontecerá o painel “O que vivemos, como estamos e para onde vamos?” e a palestra “Gestão 4.0” com Bruno Nardon. Às 14h ocorrerá a abertura oficial do evento, seguida da palestra “A nova realidade das fusões e aquisições” e do painel “Experiência do Cliente” .

O segundo dia do evento, 9 de dezembro, será aberto com o painel “O futuro do compartilhamento de postes”, seguido pelo debate “Redes Neutras – Desafios e Oportunidades”. Após a pausa para o almoço, será realizado o painel “América Latina Conectada”, a palestra “Diferenciação das Marcas” com Pedro Superti e o painel “Reforma Tributária”.

E na sexta-feira 10 de dezembro, último dia do encontro, a ABRINT trará os painéis “O futuro das telecomunicações: o pós-Leilão 5G” (com presença confirmada de Fábio faria, ministro das Comunicações), o painel da Câmara ABRINT Mulher, intitulado “Substantivos Femininos”, e “Acesso ao Crédito: Convênio BRDE”, além da palestra “Mega Tendências 2022: Tecnologias & Negócios com foco na Hiper Conveniência” com Arthur Igreja. A programação completa, com os nomes dos palestrantes e mediadores para cada tema, e informações sobre inscrições podem ser acessadas aqui .

Abstartups lança estudo sobre cleantechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que, promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a EDP , empresa que distribui energia elétrica nos estados de São Paulo e Espírito Santo, lançou o Mapeamento Cleantech 2021 – Estudo das cleantechs no Brasil.

O recente estudo veio para atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as cleantechs do país enfrentam neste momento. Com todo o contexto social da importância de maiores cuidados com o meio ambiente, é um momento de destaque para as startups de tecnologia limpa – isso é o que aponta Felipe Matos, Presidente da Abstartups. “Com uma maior conscientização sobre temas voltados para a preservação do meio ambiente, é um momento crucial para que as cleantechs possam crescer e colaborar com um desenvolvimento da sociedade voltada para a sustentabilidade”, aponta Felipe.

O mapeamento classifica as cleantechs em oito categorias: Transporte, Indústria Limpa, Energia Limpa, Eficiência, Água, Ar e Meio Ambiente, Agricultura, e Armazenamento de Energia. Sendo que apenas as categorias Ar e Meio Ambiente e Energia Limpa são responsáveis por mais de 65% das cleantechs do país.

Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo, ressalta a necessidade de investimentos nos segmentos, já que apenas 33% das startups receberam investimentos: “As cleantechs são bastante promissoras e o mercado sabe disso, mas ainda não há investimentos significativos. É preciso entender que o cuidado com o meio ambiente é um pacto global e investir em cleantechs é uma das maneiras de participar desse pacto” finaliza.

Principais insights do Mapeamento de Cleantechs 2021:

– Foram mapeadas pela Abstartups, 102 cleantechs ativas em todo Brasil

– 44% das cleantechs mapeadas estão em fase de tração e escala

– 39% das cleantechs atuam no segmento de ar e meio ambiente, ou seja, tecnologias que mitigam o impacto de substâncias poluentes ao meio ambiente.

– 33% das cleantechs mapeadas já receberam investimentos

– 54% atuam no mercado B2B, ou seja, vendem produtos ou prestam serviços para outras empresas

– 72% do setor é majoritariamente composto por empreendedores homens

Para ter acesso ao estudo completo, clique aqui

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Locaweb lança primeiro programa de estágio

Ingressar no mercado de trabalho muitas vezes é um desafio, principalmente para quem está iniciando na carreira. Pensando em contribuir nesse momento difícil para os estudantes, durante o mês de novembro, a Locaweb lança o primeiro programa de estágio, voltado para universitários que estejam cursando o 5º semestre a partir de janeiro de 2022.

Simony Morais, diretora de Gente & Gestão da Locaweb fala sobre a primeira edição do programa ‘’Aqui no Grupo Locaweb desenvolver vai muito além da tecnologia. A primeira edição do Programa de Estágio vem para reforçar isso, assim como para ampliar nossos horizontes. Temos muitas vagas, para que o estudante possa atuar com uma equipe experiente, ágil, acolhedora e apaixonada por desenvolver carreiras. Tudo isso em um ambiente onde ele é livre para ser quem é’’.

Contemplando diversas áreas, as vagas são destinadas a qualquer curso de graduação no formato bacharel e para quem tem disponibilidade para uma jornada de 30h semanais. Além da própria Locaweb teremos oportunidades para as unidades de negócio: Bling, Etus, Octadesk, Ideris e Credisfera

As vagas são para os modelos presenciais, híbridos e 100% remotos, ou seja, não é preciso necessariamente residir em São Paulo para participar do processo seletivo, que será 100% online. Além disso, o programa oferece um contrato de 12 meses, sendo possível estender para mais um ano, e conta com alguns benefícios oferecidos especialmente para os estagiários:

• Plano de saúde e odontológico;

• Vale-Transporte ou Estacionamento gratuito;

• Serviço gratuito de vans do terminal João Dias para a Locaweb;

• Vale Refeição:

• Seguro de Vida;

• Máquinas de café a vontade;

• Gympass;

• Programa de Qualidade de Vida e bem-estar;

• Oferta de cortesias dos produtos LOCAWEB.

O pacote de benefícios será detalhado durante as etapas seletivas. As inscrições acontecem de 08 a 30 de novembro de 2021, e podem ser feitas através deste link .

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Carteira de crédito das instituições financeiras de desenvolvimento para inovação totaliza R$ 24 bilhões

Valor foi citado pelo presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski, durante o webinar “Desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade”

As Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) contam com uma carteira de crédito de R$ 24 bilhões para financiamento à inovação. Foi o que revelou o presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), Sergio Gusmão Suchodolski, durante o webinar “Desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade”, realizado nesta quarta-feira. O evento contou com a parceria entre a ABDE, Pacto Global, Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Há um papel muito relevante para as instituições financeiras de desenvolvimento brasileiras. Nós temos hoje uma carteira de crédito de R$ 24 bilhões para o financiamento à inovação. O Brasil possui uma das redes mais robustas de financiamento ao desenvolvimento do mundo. Estamos falando de inovação relacionada à sustentabilidade nos campos da engenharia, arquitetura e ciências em geral”, afirmou Suchodolski.

Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, os instrumentos de financiamento à inovação são necessários para o Brasil seguir como um dos países com a matriz mais renovável do mundo e dar conta do aumento da demanda por energia dos próximos anos.

“Até 2050, o Brasil pode ter que duplicar a oferta de energia como um todo. Mais de R$ 90 bilhões em investimentos estimados nos próximos 10 anos em energia distribuída e mais de R$ 100 bilhões de investimentos em transmissão. Precisamos acelerar os investimentos em fontes renováveis e limpas e preparar os terrenos para continuar nessa trajetória. E isso significa a necessidade de investimentos em inovação”.

Segundo o empresário-líder da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) da CNI, Pedro Wongtschowski, estimular o financiamento à inovação, tanto público, quanto privado, é fundamental para impulsionar o desenvolvimento sustentável no país.

“Essa demanda representa o desafio grande para as empresas brasileiras, que vão precisar sim de soluções financeiras inovadoras, como foi a criação da Embrapii, que permitiu a criação de uma rede muito qualificada de instituições de ciência e tecnologia, que passaram a ter melhores soluções com foco muito grande na sustentabilidade”.

Nesse cenário de crescente interesse e necessidade por inovação e sustentabilidade, a diretora do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da UnB, Marileusa Chiarello destaca que a ciência é peça-chave para colocar esses projetos em prática. “O papel da universidade é preponderante, porque são os locais onde mais se produz conhecimento científico e tecnológico. A universidade também tem a responsabilidade pela formação dos recursos humanos qualificados que vão ter que comparecer na hora que conseguirmos financiamento para essas obras de infraestrutura”.

Plano ABDE 2030

O webinar fez parte da série de debates realizados pela ABDE desde o fim de outubro visando a construção do Plano ABDE 2030 de Desenvolvimento Sustentável. Durante o ciclo de debates foram discutidos temas como financiamento à biodiversidade, cidades sustentáveis, o papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento na mobilização de recursos para meta de Carbono Zero e desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O Plano ABDE 2030 será lançado em março de 2022, durante o Fórum do Desenvolvimento. O documento terá ações e propostas concretas para contribuir com o país no cumprimento das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), e será entregue às principais lideranças políticas do país, incluindo presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de órgãos de controle, governadores e também aos presidenciáveis.

ABRH Brasil promove encontro “Desafios da gestão de pessoas pelo mundo”

Evento online e gratuito acontece amanhã e contará com a participação de convidados renomados

Amanhã, 25 de novembro, das 9h às 17h30, acontece a segunda edição do “Desafios da gestão de pessoas pelo mundo”, evento online realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH Brasil e que visa o compartilhamento de experiências significativas entre líderes de RH e C-Levels brasileiros localizados ao redor do mundo.

Em sua primeira edição, a iniciativa contemplou a agilidade na transformação digital e cultural que as organizações estão enfrentando e o papel da liderança para apresentar soluções assertivas e manter o engajamento. Neste ano, o evento busca trazer a discussão acerca de mudanças eficientes que podem ocorrer de maneira rápida, com exemplos práticos de soluções ágeis, criativas e, acima de tudo, humanas.

Para isso, contará com uma plataforma interativa onde os participantes terão espaço para exporem suas práticas no enfrentamento do atual cenário desafiador de pandemia em grandes empresas e suas estratégias de RH para vencer os obstáculos impostos. “A iniciativa é uma oportunidade de antecipar questões cruciais sobre a prática dos novos modelos de trabalhos, além de discutir aprendizados, tendências e inquietações da maioria dos líderes”, afirma Marcelo Pirani, diretor da ABRH Brasil e coordenador do evento.

O encontro está segmentado em cinco pilares de conteúdos distribuídos em seis painéis: ESG, saúde, workplace, inteligência artificial e talentos, que discutirá a escassez de mão de obra e desafios sob a ótica dos CEOs. A plataforma contará ainda com acesso gratuito por 30 dias após o evento, com diversos conteúdos, como o hall de convivência para networking, feira virtual, balcão de informações, totem de programação, totem para emissão de certificado, exposição de marcas, chat interativo, entre outras opções.

“No mundo pós-pandemia, entendeu-se que houve uma aceleração de mudanças. As pessoas entenderam que não havia uma fórmula pronta e foram em busca de alguma solução que pudessem servir suas companhias. O evento surge para que possamos compartilhar as melhores práticas, dentro de erros e acertos vivenciadas por suas companhias num momento de muita incerteza. Apesar das realidades no mundo serem diferentes, o vírus que enfrentamos é o mesmo e, por isso, queremos saber e dividir como as pessoas estão lidando com as relações humanas, com as tecnologias, da aceleração do mundo digital no mundo todo”, destaca Marcelo.

O evento é totalmente gratuito e para se inscrever basta acessar o site.

Com olhar mais plural, 60% das pessoas da Gen Z creem que o mundo seria melhor se as mulheres estivessem no comando

Segundo as pessoas da Geração Z que usam o Twitter, a maioria das mulheres deveriam estar em posições de liderança ao redor do mundo. Estudo realizado pelo Twitter no Brasil em 2021 utilizando diversos tipos de dados encontrados nas conversas e também questionários direcionados aos jovens que fazem parte da Geração Z constatou que 60% dos nascidos entre a segunda metade dos anos 1990 e o início dos anos 2010 acreditam que o mundo seria melhor se as mulheres estivessem no comando – número 25% maior se comparado aos Millennials.

Com um olhar muito mais plural do que as gerações anteriores, os chamados Gen Z afirmaram se importar com a diversidade: 67% das pessoas que responderam à pesquisa concordam que deveria haver uma maior aceitação de gênero que vá além de “homem” e “mulher”. Esse número é, por exemplo, quase 20% maior do que o da geração anterior, evidenciando a mudança no pensamento.

A busca por referências diversas, o abraço às diferenças e o valor visto na autenticidade são definitivos para essa geração. Foi registrado, no ano passado, um aumento de 165%, em comparação com o ano anterior, nas menções a termos de gênero neutro e similares entre pessoas da Geração Z; além de um crescimento de 134% nas menções à negritude e palavras correlatas.

Além disso, o levantamento mostra que essa geração é muito mais aberta que as anteriores quando o assunto é saúde mental, já que metade dos Gen Z no Twitter se identificou como propensa a ter ansiedade. As conversas mais abertas sobre saúde mental já eram tendências antes da pandemia. Com o isolamento, isso se acelerou: no ano passado, foram registrados mais de dois milhões de Tweets de pessoas da geração Z sobre saúde mental no Brasil.

Estas descobertas fazem parte de um estudo preparado pelo time de Marketing Insights & Analytics do Twitter no Brasil em 2021 para entender os comportamentos da Geração Z, a partir de dados de conversas, questionários e relatórios.

ABBC divulga os 10 finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) acaba de divulgar os dez finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC. São eles: ACERTPIX; BITSHOPP; FIRGUN; LINA INFRATECH; NETLEX; OPENB; QUANTO; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES; ROIT BANK e WEVO. A seleção foi feita pelo Núcleo de Inovação ABBC e pela Curadoria ACE – tricampeã como melhor aceleradora na América Latina.

Participaram do prêmio as startups e fintechs com cases de soluções voltadas para: Automação Financeira, Cibersegurança, Open Banking e PIX. As três vencedoras ganharão troféu, mentorias e encontros para apresentarem as suas soluções ao Conselho de Administração e à Diretoria da Associação Brasileira de Bancos. Elas serão anunciadas em transmissão no dia 2 de dezembro, no canal da ABBC no Youtube. Os interessados em assistir devem fazer a inscrição neste link.

Conheça um pouco mais sobre cada finalista: ACERTPIX − análise de documentos de identificação (RG e CNH), de forma automática através de visão computacional; BITSHOPP − fintech focada em infraestrutura tecnológica e blockchain; FIRGUN − desenvolvimento de tecnologias e serviços de microcrédito para organizações terceiras; LINA INFRATECH − implementar soluções brasileiras de conformidade regulatória e gestão de consentimento para o compartilhamento e consumo seguros de dados e transações no Open Finance Brasil; NETLEX − automatiza a elaboração de documentos e cria workflows inteligentes que aceleram todo o ciclo de vida dos documentos, desde a elaboração até a gestão, passando por revisão, negociação, aprovação, assinatura e inteligência; OPENB − plataforma que explora os dados abertos, opendata, do Open Finance; QUANTO – é a plataforma que facilita a conexão de pessoas e empresas com o Open Banking; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES − soluções integradas de controle de acesso por meio de reconhecimento facial; ROIT BANK − desenvolve soluções para contabilidade, gestão fiscal e financeira de médias e grandes empresas, oferecendo contabilização, auditoria fiscal de entradas em tempo real e pagamentos na própria plataforma; e WEVO − plataforma em nuvem para integração de dados entre APIs e sistemas como ERP, CRM, BI, Chat, E-commerce etc.

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inovabra e 100 Open Startups reconhecem as 10 startups que se destacaram por suas práticas ESG em 2021

O inovabra e a 100 Open Startups reconhecem 10 startups brasileiras que se destacaram quanto às suas contribuições em iniciativas e soluções focadas no meio ambiente, em responsabilidade social e boas práticas de governança corporativa. O Reconhecimento inovabra ESG foi divulgado na Open Innovation Week | Oiweek ESG inovabra, principal encontro de inovação aberta do Brasil, promovido pela plataforma 100 Open Startups para a troca de conhecimento, cocriação de soluções e geração de negócios em inovação.

Foram reconhecidas as empresas Cerensa, CUBi Energia, GreenPlat, Horus, Kidopi, Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação, Um Grau e Meio, Prosas | Grantmaking Platform, Trashin e VGR Gestão de Resíduos Online. Essas startups receberão o convite para se tornarem membros do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, e ter acesso aos desafios de negócios lançados pelas corporações, além de participar dos eventos de conexão físicos ou remotos.

Entre os critérios do Reconhecimento inovabra ESG, estão a elegibilidade para o Ranking 100 Open Startups (quantidade e intensidade de relações de inovação aberta desenvolvidas com corporações) e a elegibilidade inovabra habitat (maturidade da solução e aplicação ao mundo B2B e B2C com foco em digital). Além disso, foi realizada uma análise com critérios de sustentabilidade, levando em consideração o alinhamento da missão e o potencial de produtos ou soluções na geração de impacto positivo direto na agenda ESG, análise do produto ou solução considerando seu potencial no atingimento de metas dos ODS e análise de cases de sucesso como evidência do impacto ESG e ODS.

“Essa é uma oportunidade para unirmos inovação e sustentabilidade, fomentarmos boas práticas ESG, que, mesmo alcançando visibilidade nos últimos tempos, ainda requerem investimentos e um olhar cuidadoso na quantificação dos resultados”, pontua Fernando Freitas, superintendente executivo do Departamento de Pesquisa e Inovação do Bradesco.

De acordo com o executivo, o inovabra, em seu propósito de promover a inovação e gerar novos negócios, em parceria com a área de Sustentabilidade do Bradesco, estão atuando estrategicamente para o engajamento e atuação das startups em prol dessa agenda de impacto positivo. Hoje, 42 habitantes oferecem serviços e produtos focados em ESG e outras 148 contam com soluções com potencial de aplicação nesse sentido. “As startups, com a sua visão inovadora e tecnológica, são muito importantes para desenvolver soluções para os dilemas que a sociedade e o mercado enfrentam dentro dos pilares de ESG e, por isso, reconhecer esses 10 nomes é tão importante para estimular esse movimento. Essa é uma posição em linha com o que o Bradesco vem fazendo, potencializando o seu propósito e protagonismo em prol do Desenvolvimento Sustentável”.

Para Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, os modelos atuais de desenvolvimento colocam o país em risco, e as empresas já percebem o impacto no dia a dia dos seus negócios. Contudo, as corporações também reconhecem o seu poder de transformação da sociedade. “A prática de open innovation com startups vem auxiliando as corporações para se tornarem mais competitivas e, somada à pauta do ESG, a prática da inovação em colaboração com startups – como essas que estão sendo reconhecidas nessa premiação – eleva o impacto a uma dimensão acima, de não apenas transformar as corporações, mas de transformar a própria sociedade”, destaca.

Além do Reconhecimento e da Oiweek, o inovabra e a 100 Open Startups firmaram parceria com o propósito de escalar o número de conexões entre empresas e startups, fomentar e estimular o acesso de novos players à inovação aberta e potencializar a geração de negócios sustentáveis no ecossistema. Por meio do acordo, o ecossistema de inovação do Bradesco se tornou o patrocinador oficial e parceiro estratégico da principal categoria do Ranking 100 Open Startups, a TOP 100 Open Startups.

Sobre as startups reconhecidas:

Cerensa
Plataforma Integrada de Governança em Sustentabilidade. Automatiza as demandas ESG, centralizando a gestão e integrando com outros sistemas.

• CUBi Energia
A CUBi torna a energia elétrica visível ao gestor da indústria ao oferecer uma solução completa de gestão e otimização do consumo de energia.

GreenPlat
A startup desenvolveu uma arquitetura SaaS ESG baseada em Blockchain, que gerencia KPIs ambientais, faz a completa gestão de resíduos, incluindo controle de licenças ambientais e outros documentos, trazendo benefícios financeiros, eficiência, aterro zero, e aumento da reciclagem.

• Horus
Desenvolve soluções inovadoras para acelerar e empoderar a tomada de decisão das empresas, utilizando drones, softwares, robôs, imagens de satélite e inteligência artificial.

• Kidopi
Jornadas centradas no paciente exige personalização e estratégias omni-channel. O CleverCare, ferramenta da Kidopi, permite essa ação de maneira fácil e direta.

• Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação
Sistemas inteligentes de gestão pública que auxiliam no processo de transformação digital das cidades brasileiras.

• Prosas | Grantmaking Platform
Prosas é uma plataforma para seleção e monitoramento de projetos utilizada por grandes investidores sociais privados e organizações públicas.

• Um Grau e Meio
Inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais.

• Trashin
A startup simplifica o processo de gestão de resíduos e logística reversa, da coleta à destinação adequada, realizando a logística, valorizando o resíduo e gerando renda através da economia circular.

• VGR Gestão de Resíduos Online
Oferece soluções para otimizar o processo de gestão das empresas que geram resíduos, promovendo a destinação correta, facilitando o entendimento da legislação ambiental e acelerando o desenvolvimento sustentável.

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KPMG lista as startups Emerging Giants no Brasil

A KPMG anuncia o lançamento das primeiras turmas do Programa Emerging Giants no Brasil, iniciativa criada com o objetivo de apoiar empreendedores de startups com destaque em suas jornadas de crescimento. O Programa é destinado a startups convidadas e contemplará as seguintes frentes de atuação: mentoria com profissionais da KPMG de diferentes especialidades e setores com uma trilha de conteúdos exclusivos; conexão com outras Emerging Giants e com a KPMG para fomentar parcerias e negócios; participação em eventos exclusivos; prestação de serviços customizados sob demanda.

“Emerging Giant é o nome dado a uma startup que possui destaque não apenas no setor em que atua, como também participaram de rodadas relevantes de investimento e têm se consolidado no mercado. As que estão nesse nível geram receitas mais robustas e com elevado potencial de crescimento. Além disso, entendemos que as startups são muito mais que boas oportunidades de investimento, são empresas com o propósito de resolver problemas reais e o sucesso não depende somente do capital”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor e líder do Programa Emerging Giants da KPMG no Brasil.

Ao todo, foram mapeadas 105 startups brasileiras, em relatório produzido pelo Distrito, plataforma de inovação aberta, e já foram convidadas as seguintes para as primeiras turmas do Programa, indicadas por ordem alfabética:

99jobs
Agendor
Agrosmart
Amaro
Ambar
Apptite
Arquivei
Asaas
Auvo
Bcredi (Creditas)
Biz Capital
BomPraCrédito
bxblue
Cargobr
Clicksign
Enotas
Escale
Exact Sales
FinanZero
Getninjas
HeroSpark
idwall
Incognia
Intelipost
Involves
JetBov
Kenoby
Kovi
Linker
LogComex
market4u
MOL – Mediação On Line
Movidesk
Nexoos
Niduu (Gupy)
Open & Co
Propz
Quero Quitar
Ramper
Recargapay
RunRun .it
Sanar
Solinftec
Squid (Locaweb)
Truckpad
Unico IDTech
Warren
Wellbe
Zenvia

Entre o total das 105 Emerging Giants no Brasil mapeadas pela KPMG, as FinTechs são a maioria, representando 27,6% do total de empresas com esse perfil. A vice-liderança é das AdTechs (12,4%), seguida por RetailTechs (10,5%), HealthTechs (5,7%), EdTechs (5,7%) e HRTechs (4,8%). No final da lista, estão AgTechs (2,9%), InsurTechs (1%), GovTechs (1%), ConstruTechs (1%) e AutoTechs (1%). A região Sudeste do Brasil concentra 78,1% das Emerging Giants, seguida das regiões Sul (18,1%), Nordeste (1,9%) e Centro-Oeste (1,9%).

“Vemos o ecossistema de startups como um excelente motor de desenvolvimento da cultura de inovação e empreendedorismo no Brasil. As Emerging Giants, em geral, são empresas jovens, que utilizam muita tecnologia e estão em crescimento acelerado. Entre as principais características delas, há fundadores que criam negócios inovadores e disruptivos, produtos adequados às necessidades do mercado, tração e atração de investimentos de risco”, afirma Jubran Coelho, líder da prática de Private Enterprise na KPMG do Brasil e na América do Sul.

De acordo com a apuração, o boom dessas 105 startups é visível de 2012 a 2016, sendo que, em média, elas operam há 7 anos. O período de fundação das Emerging Giants mapeadas é o seguinte: 2000 a 2010 (16,2%), 2011 a 2015 (62,9%), e 2016 a 2018 (21%).

“O Distrito desenvolveu uma metodologia inédita baseada em dados para gerar indicadores que possibilitaram ao corpo executivo da KPMG tomar as melhores decisões para o Programa Emerging Giants no Brasil. Utilizamos algoritmos de inteligência artificial a partir de nossa base de dados proprietária, com mais de 10 milhões de data points. Além disso, integramos aproximadamente 180 variáveis ao longo dos últimos 24 meses, de cada uma das mais de 15 mil startups nacionais monitoradas em tempo real. Sabemos a importância da inteligência de dados para decisões estratégicas, como essa da KPMG”, afirma Gustavo Araujo, CEO do Distrito.

Juntas, elas já empregam mais de 15 mil pessoas. Mais de 40% têm entre 100 e 200 funcionários. Quase metade dos fundadores têm pós-graduação e/ou tiveram experiência acadêmica fora do Brasil e 47% têm ao menos um fundador que já empreendeu antes. Em média, cada startup com esse perfil recebeu 2,4 investimentos e, desde 2011, mais de US$ 1,3 bilhão já foi investido nas Emerging Giants com operação no Brasil.

A iniciativa não vai parar nesta turma em si. O ecossistema pós-covid provavelmente será muito diferente e as próximas turmas devem sofrer influências neste sentido. Além disso, há muitas startups com altíssima qualidade, mas que, por um motivo ou outro, não foram contempladas nesta edição.

Mais informações sobre as iniciativas da KPMG direcionadas para as Emerging Giants e Startups estão disponíveis neste link .

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Confira os cargos e os profissionais mais demandados no final de ano

Oportunidades de emprego no comércio eletrônico seguem liderando a demanda de contratações, com vagas 100% home office

A proximidade da Black Friday e das festas de final de ano está refletindo na alta procura por profissionais que atuem na cadeia varejista. Segundo levantamento da Page Interim, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento, seleção e administração de profissionais terceirizados e temporários, a demanda por profissionais temporários e terceiros para atuar tanto no varejo físico como digital aumentou 16% na comparação com 2020.

Entre as posições mais procuradas para atuação no comércio eletrônico estão a de Assistente de Catálogos e Suporte de Operações. Já no varejo físico, os cargos mais demandados são de Operador de Estoque, Apoio de Loja e Caixa.

“A expectativa de aumento no faturamento em 2021 fez com que as companhias acelerassem a estruturação de suas equipes para atender as demandas de fim de ano, especialmente aquelas ligadas ao comércio eletrônico. A tendência é que a procura por profissionais terceiros e temporários continue em alta mesmo após a Black Friday e o Natal”, analisa Victoria Quintella, diretora da Page Interim.

Ainda de acordo com o levantamento, cerca de 80% das posições abertas para o varejo digital são para atuação 100% home office.

Confira abaixo o perfil dos cargos em alta no varejo:

Varejo digital

Cargo: Assistente de Catálogos
O que faz: Cria e finaliza peças publicitárias, como catálogos, folhetos, logotipos, entre outros, de acordo com briefing, auxilia na concepção de ideias e desenvolvimento de identidade visual, adequando às necessidades dos clientes e do mercado.
Perfil da vaga: Responsável pela organização do site como um todo: verificação e revisão de SKUs; análise e revisão dos produtos cadastrados; análise e revisão de conteúdos publicados pelos vendedores; análise e revisão de conteúdo em comentários; análise e revisão dos anúncios.
Motivo para a alta: Melhorar cada vez mais seu site e imagem, garantindo a melhor qualidade nas informações fornecidas aos seus usuários.
Média salarial: de R$ 1,8 mil a R$ 3,5 mil

Cargo: Suporte de Operações
O que faz: Monitora os indicadores de desempenho operacionais em toda a região e conduz a análise da causa raiz.
Perfil da vaga: Cobre todo o processo operacional de ponta a ponta, desde o momento em que o comprador procura um produto listado na plataforma, até o momento em que o comprador recebe os produtos. Analisa e monitora os indicadores operacionais em toda a região e conduz a análise da causa raiz quando o desempenho da operação flutua.
Motivo para a alta: melhorar o desempenho da logística dos vendedores.
Média salarial: de R$ 2 mil a R$ 3,5 mil

Varejo físico

Cargo: Operador de Estoque, Apoio de Loja e Caixa
O que faz: Atendimento e apoio a loja
Perfil da vaga: Auxiliar em todas as atividades referentes às vendas do departamento; auxílio no fechamento das vendas, apoiando os vendedores em suas tarefas; organização da loja; abertura e fechamento de caixa.
Motivo para a alta: Aumento das vendas fim de ano
Média salarial: de R$ 1,8 mil a R$ 2,5 mil

Page Interim lista 57 vagas de trabalho temporário com salário de até R$ 3,5 mil

A Page Interim está com algumas posições abertas para candidatos interessados em vagas de final de ano. São 57 oportunidades de emprego para os cargos de Assistente de Catálogos, Suporte de Operações, Operador de Estoque, Apoio de Loja e Caixa. As vagas são para todo o País e as candidaturas estão abertas.

Entre os benefícios oferecidos, estão vale-refeição, vale-alimentação, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida e notebook (para vagas home office). Os salários variam de R$ 1,8 mil a R$ 3,5 mil.

Veja abaixo as posições abertas e links para candidatura:

Cargo: Assistente de Catálogos – 20 VAGAS – 100% REMOTO

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Cargo: Suporte Operações – 27 VAGAS – 100% REMOTO ESTE ANO, PRÓXIMO ANO HÍBRIDO

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Cargo: Operador de Estoque, Apoio de Loja e Caixa (Varejo de Luxo) – 10 VAGAS – PRESENCIAL

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Brasil ocupa a posição 109 entre 165 jurisdições em Liberdade Econômica, segundo relatório do Fraser Institute

O Brasil atingiu a posição 109 entre 162 países e territórios incluídos no Economic Freedom of the World: 2021 Annual Report disponibilizado por meio do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica em conjunto com o Fraser Institute do Canadá. No ano passado, o Brasil ficou em posição 105.

Hong Kong e Cingapura estão novamente no topo do índice, continuando trajetória como 1º e 2º, respectivamente. Nova Zelândia, Suíça, Geórgia, Estados Unidos, Irlanda, Lituânia, Austrália e Dinamarca completam o top 10.

O relatório, baseado em dados de 2019 (os dados comparáveis mais recentes), adverte que os eventos recentes em Hong Kong provavelmente farão com que sua pontuação caia à medida que os dados se tornarem disponíveis para 2020 e 2021.

“A intromissão no Estado de Direito, a fundação da liberdade econômica, pelo Partido Comunista Chinês está afetando negativamente a liberdade econômica em Hong Kong”, afirmou Fred McMahon, da cátedra Dr. Michael A. Walker e Diretor de Pesquisa em Liberdade Econômica do Fraser Institute. “Pelo bem do povo de Hong Kong, continuaremos monitorando a situação e reportaremos qualquer declínio na liberdade”.

O relatório foi preparado por James Gwartney, da Florida State University; Robert A. Lawson e Ryan Murphy, da Southern Methodist University; e Joshua Hall, West Virginia University. O índice mede a liberdade econômica (níveis de escolha pessoal, capacidade de competir nos mercados, segurança da propriedade privada, Estado de Direito, etc.) analisando as políticas e instituições de 162 países e territórios.

Os 10 países de menor desempenho são República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Síria, República do Congo, Irã, Zimbábue, Argélia, Líbia, Sudão e Venezuela. Ditaduras como a Coreia do Norte e Cuba, não podem ser classificados por falta de dados.

No ranking constam Japão (18º), Alemanha (22º), Itália (47º), França (53º), México (75º), Rússia (100º), Índia (108º), Brasil (109º) e China (116º).

De acordo com pesquisas das principais revistas acadêmicas, as pessoas que vivem em países com altos níveis de liberdade econômica desfrutam de maior prosperidade, maiores liberdades políticas e civis e maiores expectativas de vidas. Por exemplo, os países do quartil superior da liberdade econômica tiveram um PIB per capita médio de US$ 50.619 em 2019, contra US$ 5.911 para os países no quartil inferior. Além disso, as taxas de pobreza são mais baixas. No quartil superior, 0,9% da população experimentou pobreza extrema (US$ 1,90 por dia) contra 34,1% no quartil inferior. Finalmente, a expectativa de vida é de 81,1 anos no quartil superior dos países, em comparação com 65,9 anos no quartil inferior.

“Onde as pessoas são livres para buscar suas próprias oportunidades e fazer suas próprias escolhas, elas levam vidas mais prósperas, felizes e saudáveis”, conclui McMahon.

O Fraser Institute produz o relatório anual Liberdade Econômica do Mundo em cooperação com a Economic Freedom Network, um grupo de institutos independentes de pesquisa e educação em quase 100 países e territórios, do qual o Centro Mackenzie de Liberdade Econômica faz parte. É a principal medida mundial de liberdade econômica, medindo e classificando países em cinco áreas: tamanho do governo, estrutura legal e segurança dos direitos de propriedade, acesso a moeda estável, liberdade de comércio internacional e regulamentação de crédito, trabalho e negócios.

A pontuação do Brasil (de 0 a 10, onde 10 é o valor mais alto e indica maior nível de liberdade econômica) nos componentes do índice foi:


• Tamanho do governo: subiu para 6,83 ante 6,74 no ano passado;
• Sistema jurídico e direitos de propriedade: caiu para 5,16 ante 5,19;
• Credibilidade monetária: subiu para 9,34 ante 9,31;
• Liberdade para negociar internacionalmente: subiu para 6,99 ante 6,96
• Regulação de crédito, trabalho e negócios: subiu para 4,81 ante 4,76.

Segundo Vladimir Fernandes Maciel, coordenador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica “O Brasil manteve recuperação lenta. Embora nossa nota aumentou de 6,59 para 6,63, perdemos quatro posições em relação ao ano anterior e não conseguimos ainda retomar as posições que tínhamos antes de 2013. Em outras palavras: a liberdade econômica tem se recuperado muito lentamente no país. Havia uma expectativa muito grande para o ano de 2019, início de mandato do presidente que havia montado equipe econômica liberal e alguns novos governadores que traziam o discurso liberal. Na realidade foi aquém do esperado e há muito por fazer para que o nosso ambiente de negócios floresça e a população seja próspera, como as reformas econômicas tão comentadas”.

Indigo nomeia CEO Latam, Dario Maffei, como Chief Business Officer

A Indigo, startup de tecnologia que desenvolve soluções baseadas em inovação e sustentabilidade para o agro, anuncia nova posição global de Chief Business Officer (CBO), que será assumida por Dario Maffei, atual CEO Latam. Entre os desafios do executivo na nova posição estão liderar as equipes de campo em diversos países e desenvolver parcerias estratégicas com foco nas soluções Marketplace, Carbono e Biológicos. 

Maffei se reportará diretamente a Ronald Hovsepian, presidente e CEO global da Indigo, que durante o anúncio da movimentação na empresa destacou o trabalho realizado pelo CEO Latam. “Um veterano da indústria de comércio de grãos, Dario é reconhecido como um líder respeitado no agronegócio global. Ele traz um histórico impressionante como inovador em nosso setor”, disse Hovsepian no anúncio. 

Maffei ingressou na Indigo em 2019 como vice-presidente de hedge global e, em menos de um ano, foi promovido ao cargo de CEO Latam. Nessas funções, instituiu e otimizou estratégias que permitiram que os produtores no Brasil e na Argentina melhorassem a rentabilidade e produtividade de suas lavouras, levando a América Latina a representar 50% da receita total da Indigo com produtos biológicos. Além disso, Maffei estruturou o Indigo Ag Finance, fundo de operações de crédito por barter econseguiu aportes superiores a R$ 400 milhões que foram direcionados para o financiamento de produtores rurais. 

“Ao longo da minha carreira, trabalhei para priorizar as necessidades do produtor e implementar mudanças significativas em todo o sistema. Na Indigo consegui me tornar um agente da transformação no agro, auxiliando na consolidação da empresa na América Latina, alcançando resultados consistentes que agora me levam a um novo desafio de ajudar a expandir a transformação do agro a nível global”, diz Maffei. 

Carreira dedicada ao agro 

Antes de ingressar na Indigo, Maffei passou 16 anos na Cargill na América Latina e nos Estados Unidos. Como gerente comercial da América do Sul, foi encarregado de integrar diferentes aspectos do negócio na cadeia de abastecimento agrícola para agregar valor às operações dos produtores. Vários outros cargos de liderança nos departamentos de vendas e desenvolvimento de negócios da empresa deram a Maffei a experiência em diferentes regiões geográficas, incluindo Estados Unidos, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Sua experiência nesta função e como CEO Latam da Indigo prova a capacidade de Maffei de identificar, desenvolver e executar oportunidades para melhorar a competitividade, aumentar as receitas e melhorar as ofertas de serviço ao cliente em todo o mundo. 

Maffei é formado pela Universidade La Plata, na Argentina, em administração de empresas e pela Carlson School of Management em Minneapolis, Minnesota (EUA), onde concluiu um programa acelerador de estratégia e desenvolvimento de negócios. 

O anúncio sobre quem substituirá Maffei como CEO Latam será realizado em breve. 

Whatslly recebe aporte de US$ 11 milhões e expande negócio com foco no Brasil e Latam

Deborah Wanzo e Yanir Calisar – Créditos: Cristiano Pinheiro Soares

A Whatslly, startup israelense pioneira na integração com foco em relacionamento entre WhatsApp e CRM, recebe aporte seed de 11 milhões de dólares – mais de 50 milhões de reais – em rodada inicial de investimentos com a liderança do fundo de venture capital Zeev Ventures, que levou quase uma dúzia de empresas ao status de unicórnio e com a participação de nomes de influência, como Sérgio Fogel, co-fundador do unicórnio dLocal, GTMfunds e Base Partners. Esta última, uma gestora brasileira que investe globalmente em empresas de tecnologia como Zoom, Stripe e Nubank.

Diante do crescimento e popularidade das mensagens instantâneas, impulsionados pelo distanciamento social, a startup identifica no segmento a falta de visibilidade e distanciamento das interações entre empresas e seus clientes. Sendo assim, de maneira visionária, a tecnologia da Whatslly incorpora ao WhatsApp o serviço de CRM da Salesforce de forma a diminuir esta brecha entre as ferramentas principais do dia a dia dos times.

“Nossa solução permite acessar e gerir as informações de seus clientes em tempo real, pelo WhatsApp, permitindo com isso beneficiar os três principais públicos: o usuário com ganhos de produtividade, relacionamento e efetividade; o cliente na personalização das tratativas e da melhoria da experiência como um todo e o gestor, possibilitando visualizar, entender e atuar com mais transparência e com recursos de inteligência artificial as etapas do seu ciclo de vendas”, comenta Deborah Wanzo, brasileira co-fundadora da Whatslly.

Curiosamente, a startup nasce em um ambiente digital a distância, uma vez que Deborah, residindo no Brasil, e Yanir Calisar, de Israel, sedimentaram o negócio por mensagem de texto, sem antes terem se conhecido presencialmente. Hoje, o principal foco da Whatslly é resolver o ponto crítico para diversas empresas em todo o mundo, principalmente no Brasil, onde 80% dos usuários utilizam o serviço do WhatsApp para se comunicar com as companhias e 57% já utilizam a plataforma para compra de produtos e serviços.

“Mesmo com ambições globais, o Brasil tem se destacado como a principal oportunidade para a Whatslly no mundo – uma vez que o País é o segundo maior mercado para o WhatsApp e este tem se consolidado como o canal de comunicação e vendas preferido entre consumidores e empresas. O crescimento expressivo da Whatslly é uma comprovação de que a solução que criaram com a startup deixa esta relação ainda mais forte e eficiente”, afirma Eduardo Latache, general partner de Base Partners.

De olho no mercado nacional e latino-americano, a startup pensa em expandir o negócio em todas as frentes e em outros canais, além de criar centenas de empregos até o próximo ano. Desde a implementação de sua tecnologia, a empresa já detém mais de 70 clientes, como XP Investimentos, Telefônica (Vivo), Hotmart, Edenred (dona da Ticket), Volkswagen, Empiricus (do Grupo BTG), além de milhares de usuários em 35 países.

Simplicidade por meio da junção de serviços

A Whatslly é uma parceira oficial do AppExchange da Salesforce que conecta o WhatsApp (tanto comum quanto o Business) no Salesforce. A falta dessa integração proposta pela Whatslly, até então, exigia que representantes comerciais inserissem (no melhor dos casos) manualmente as informações importantes no CRM – plataforma de gerenciamento do relacionamento com clientes – ocasionando a perda de um tempo precioso na hora de fechar negócios. “A solução se diferencia das populares plataformas de chatbots e de envios massivos, já que é focada no relacionamento. A junção da plataforma da Salesforce com o WhatsApp otimiza o futuro da gestão das companhias do País, ressignificando a maneira de interagir e engajar com os clientes, de forma simples, rápida e confiável”, comenta Calisar, CEO e co-fundador da Whatslly.

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Anatel homologa resultado do leilão do 5G

Empresas são convocadas a assinar termos de autorização até 3 de dezembro

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou nesta terça-feira (23/11), por meio do Acórdão nº 381/2021, o resultado da licitação das radiofrequências nas faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, o Leilão do 5G. A homologação do resultado pelo Conselho Diretor da Agência é o último ato a ser realizado no processo licitatório e ocorre quando não há mais recursos pendentes de análise.

Também nesta terça-feira, a Agência convocou as empresas vencedoras da licitação para a assinatura do Termo de Autorização para Uso de Radiofrequências e/ou do Termo para Exploração do Serviço de Telecomunicações associado à outorga de Autorização para Uso de Radiofrequências. A assinatura dos documentos deverá ocorrer em até dez dias contados a partir da publicação do Edital de Convocação nº 68/2021.

Pelo mesmo Edital, as empresas foram intimadas a pagar – à vista ou em parcelas anuais – o preço público devido pela Autorização de Uso de Radiofrequências. O prazo para quitação da parcela única ou da primeira parcela anual será de 30 dias. A não assinatura do Termo de Autorização será considerada desistência e sujeita a proponente às penalidades estabelecidas no Edital.

O valor a ser pago pelas empresas pode ser parcelado em até 20 anos, a depender do prazo da outorga, conforme estabelecido no Edital de Licitação nº 1/2021.

Na próxima segunda-feira, 29 de novembro, as empresas deverão apresentar as garantias de execução de compromissos – nas modalidades caução em dinheiro, seguro-garantia ou carta de fiança bancária –, com prazo de validade mínimo de 24 meses.

Maior oferta de espectro da história da Anatel, o Leilão de 5G proporcionará recursos de espectro para que as prestadoras possam expandir suas redes. Os lotes arrecadados nas sessões públicas realizadas nos dias 4 e 5 de novembro somam R$ 47,2 bilhões, com ágio médio de 211,7% em relação ao preço mínimo estabelecido pela Agência.

O processo de conversão do ágio de R$ 2,6 bilhões foi realizado no dia 9 de novembro. Nessa etapa, os diversos compromissos previstos no edital foram atribuídos às proponentes vencedoras dos lotes e as empresas substituíram valores a serem pagos por novas obrigações. Assim, o valor da outorga – que será destinado aos cofres públicos – ficou em R$ 4,8 bilhões.

84% dos brasileiros declaram que irão gastar mais esse ano na Black Friday, afirma estudo da SBVC

74% dos consumidores pretendem aproveitar alguma oferta, antes da data oficial da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “Black Friday no varejo brasileiro” – 4ª edição, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Offerwise, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

Devido aos altos preços que o país vem enfrentando por conta da pandemia, a Black Friday é vista como oportunidade de comprar, deixando o consumidor mais otimista e animado. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$2.310,40. Em 2020 a intenção de gasto médio (compras on e off-line) dos consumidores na data foi de R$1.728,12. A maioria das compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por: Eletrônicos (68%), Vestuário (61%) e Eletrodomésticos (47%).

O estudo mostra que 59% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 60% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de

comprar (92%) na Black Friday, e acreditam (86%) nas promoções da data. Para todos os atributos pesquisados foram considerados uma escala de 1 a 4, sendo 1 concordo totalmente e 4 discordo totalmente, e analisados conforme a soma de “Top2Box” (1+2).

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 96% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de busca (80%), sites de lojas próprias (66%), e redes sociais (47%). Assim como a busca por informações é online, o e-Commerce (34%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (10%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (57%).

Para Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), “Teremos uma Black Friday diferente. Um consumidor com uma intenção maior de compra e um novo varejo que utiliza de diversas ferramentas digitais para atrair o seu público, além da complexidade que a crise da pandemia trouxe para os dias atuais. ”

Método da pesquisa:

O estudo entrevistou 600 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

A íntegra do estudo está disponível no site da SBVC.

ABII e Gonew promovem evento sobre governança de dados

A ABII – Associação Brasileira de Internet Industrial em parceria com a Gonew realiza um evento neste dia 26 de novembro para mostrar a iniciativa europeia sobre governança de dados por meio da Gaia-X – European Association for Data and Cloud (AISBL). O evento ocorre entre 11 e 12 horas, é gratuito e aberto ao público.

Gaia-X é um projeto conduzido por representantes do governo, empresas e universidades da França e Alemanha, juntamente com mais de 300 parceiros em todo o mundo. O objetivo é impulsionar a soberania digital por meio de uma infraestrutura de nuvem federada (autodeterminada e independente), que reduz a dependência de provedores individuais.

O evento desta sexta-feira será em inglês, mas haverá tradução simultânea. Participam Claudio Goldbach, diretor da ABII; Anderson Godz, fundador da Gonew; Nabi Siefken, do Ministério Federal da Economia e Energia da Alemanha; Andreas Weiss e Emman Wehrwein, da Eco – Associação Alemã da Indústria da Internet; e Danilo Angelo, do Instituto de Pesquisas Eldorado.

“Existe uma grande discussão no mundo sobre propriedade de dados. Afinal de contas é um direito humano fundamental. Meus dados são meu direito, minha propriedade. Tem a ver com soberania e temos muito a conversar sobre isso”, destaca o diretor da ABII. Ele lembra que na Europa a questão já foi muito discutida e existe uma política mais avançada de como tratar os dados.

O Gaia-X, segundo ele, definiu regras que conseguem indicar quais as melhores práticas para este mundo de computação em nuvem. “Muitos podem pensar que já temos a LGPD no Brasil. Mas esta discussão vai muito além. A LGPD é apenas um primeiro passo. E neste evento será possível entender a iniciativa europeia e discutir o tema de forma bastante qualificada”, diz.

Gaia-X busca definir padrão global de governança de dados

O Gaia-X busca definir um padrão global em infraestrutura para data spaces que assegure os direitos dos titulares dos dados (pessoais e não-pessoais) e garanta a seus usuários não apenas a soberania e interoperabilidade de dados, mas também a liberdade de escolha entre provedores.

A interoperabilidade do Gaia-X permitirá que indústrias e empresas orientadas por novos modelos de negócio baseados em dados troquem facilmente seus dados produtivos em ecossistemas seguros com base nos padrões de proteção de dados e privacidade da União Europeia. A confiança dos titulares dos dados nesta robustez do sistema permite não apenas o surgimento e o avanço de inovações nos mercados de serviços inteligentes, mas também o aumento de oportunidades de mercado para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) e startups.

O conceito de um ecossistema digital autorregulado foi lançado em 2019, tomando forma em janeiro de 2021, a partir da fundação da Associação Gaia-X, uma organização internacional sem fins lucrativos. O objetivo do Gaia-X é conciliar o aumento da disponibilidade de dados enquanto insumo para uma economia baseada em dados com um ambiente de transparência, confiabilidade e segurança com a conformidade aos mais altos requisitos de proteção de dados (pessoais e não pessoais).

“Entender as fronteiras desta relação entre quem tem a posse e quem tem a propriedade do dados e o seu uso e quais são as melhores práticas é fundamental para todos nós pessoalmente e para os negócios, especialmente em tempos de indústria 4.0, inteligência artificial e outras tecnologias que geram uma quantidade gigante de dados”, finaliza Claudio.

Faça a inscrições e participe neste endereço

https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZcvfuGtrjgsGNNRSLQc611MfiZ9nm_RIQNw

Agilidade se consolida como uma competência essencial das empresas latino-americanas, revela estudo da NTT DATA

A agilidade deixou de ser vista como uma metodologia para desenvolver produtos tecnológicos e se tornou uma competência essencial das empresas que buscam se adaptar às mudanças do mercado. Esta é a principal conclusão da edição de 2021 do estudo ” Agilidade na América Latina, uma competência ‘essencial’ das empresas que buscam se adaptar “.

Desenvolvido pela NTT DATA, em conjunto com o ‘MIT Tech Review en español’, o relatório teve a participação de 198 entrevistados do México, Colômbia, Peru, Brasil, Chile e Argentina. Nesta nova edição, optou-se por coletar informações acerca do ponto de vista não apenas dos líderes de transformação ágil dentro das empresas, mas também de especialistas em agilidade, que têm uma visão de execução ágil no dia a dia da empresa e observam a evolução das empresas a partir do momento em que adotam essa filosofia corporativa.

A agilidade já era uma tendência crescente na última década, mas a informatização forçada causada pelo coronavírus (COVID-19) fez com que muitas empresas focassem em seu potencial para desenvolver processos mais eficientes, considerando as pessoas trabalhando remotamente. “A promessa de que a agilidade é a melhor forma de se adaptar a um mundo em constante mudança foi colocada à prova pela crise e ficou comprovada”, afirma Victor León, Head do Centro de Excelência Ágil da NTT DATA Latam.

De fato, 90% das empresas entrevistadas afirmam que seus departamentos de TI e/ou Desenvolvimento de Software já incorporaram essa nova forma de trabalhar. Essas áreas, geralmente, são as primeiras a adotar a filosofia.

No entanto, elas não são mais as únicas. Na verdade, mais de um em cada três departamentos de RH, quase um em cada quatro departamentos de Marketing, e aproximadamente uma em cada dez áreas, como Finanças, Auditoria, Vendas e Cadeia de Suprimentos, implementaram práticas ágeis.

“Em tempos de nova economia e mudanças constantes, as organizações precisam compreender as competências críticas necessárias para destravar de fato a agilidade em toda organização, a ponto de impactar no resultado de seus negócios”, diz Ewerton Rodrigues Santos, diretor do Centro excelência em agilidade da NTT DATA. “O protagonismo da liderança na jornada de transformação, a preparação dos talentos e aplicação de práticas que se adaptam ao contexto de cada empresa, farão toda a diferença, entre as empresas que buscam por relevância.”

A gestão de talentos, a consolidação do modelo de escalonamento e a transformação da cultura são os maiores desafios das empresas no momento de implantar a filosofia ágil.

O escalonamento, a adoção ágil e o alinhamento estratégico irão direcionar as próximas etapas das empresas.

Além disso, o estudo revela que 51% das empresas adotaram a agilidade em até um quarto de suas áreas, e uma em cada quatro afirma que entre 26% e 50% da empresa trabalha com práticas ágeis. Três em cada quatro empresas já possuem um departamento de transformação dedicado a promover uma mudança organizada, profunda e focada em atingir os objetivos traçados. Estes dados indicam um amadurecimento em termos de agilidade, se comparado à edição anterior.

Cinco tendências para um futuro ágil

Para garantir que a agilidade continue avançando na América Latina, é importante que as organizações enfrentem os desafios mencionados e tenham em mente as tendências que irão definir os rumos da agilidade nos próximos meses:


1. Escala


Implantar a filosofia ágil em uma empresa por completo facilita o processo para que as equipes gerenciem melhor suas prioridades, trabalhem de forma incremental e iterativa, e promovam uma mentalidade de melhoria contínua. Graças a esses benefícios, a agilidade continuará em ascensão nas empresas.

2. Adoção


Três em cada cinco empresas têm mais de 75% de suas equipes trabalhando remotamente e, dentro desse percentual, mais da metade planeja estender essa modalidade de trabalho. Considerando que a agilidade ajuda a melhorar a organização das equipes remotas para atingir os objetivos do negócio, a expectativa é que as empresas que ainda não aderiram a essa filosofia aproveitem a mudança nos modelos de trabalho para adotá-la.

3. Alinhamento estratégico


A pandemia obrigou as empresas a simplificarem seus processos e operações. Portanto, desenvolver as habilidades de uma empresa disposta a se adaptar será muito útil.

4. Mudança cultural


Evitar que os líderes sejam um freio e aumentar sua confiança nos colaboradores, que são mais independentes e possuem uma capacidade maior para se auto-organizar em uma empresa ágil, é uma obrigação para as empresas. Além disso, as empresas terão que adaptar seus valores culturais e as práticas ágeis ao trabalho remoto.

5. Gestão de talentos


Atrair profissionais com conhecimento de agilidade, equilibrar a contratação desses talentos com a qualificação e requalificação da equipe atual, e fornecer ferramentas ágeis especificamente adaptadas ao trabalho híbrido são três mudanças que as empresas irão promover nesta área.

Em última análise, as empresas latino-americanas que implantaram efetivamente as técnicas ágeis terão a vantagem de se adaptar a um mundo VICA (volátil, incerto, complexo e ambíguo) e liderar o mercado. Como León prevê: “A agilidade se tornou uma das principais competências que as empresas modernas devem utilizar para progredir neste novo contexto”. Ao trilhar o caminho ágil, as empresas têm mais facilidade para enfrentar tanto os desafios atuais como os futuros.

Solução digital de monitoramento de cultivos e aplicação de fertilizantes nitrogenados em taxa variável aumenta a produtividade dos agricultores

Desenvolvido pela Yara, líder mundial em nutrição de plantas, a solução digital de monitoramento Atfarm foi lançada no Brasil em 2019 e já possui mais de 20,69 mil usuários no país. Utilizando imagens de satélite, a ferramenta ajuda no monitoramento dos cultivos, podendo identificar anomalias no campo e acompanhar o desenvolvimento vegetativo, auxiliando o produtor e consultores na tomada de decisões. Além disso, através da ferramenta, é possível elaborar mapas de aplicação em taxa variável com adubação nitrogenada.

Em Passo Fundo (RS), a solução foi utilizada em uma fazenda por um agricultor para monitorar e aplicar, de forma personalizada, fertilizantes em taxa variável em um dos seus talhões de trigo. Após a experiência, o produtor afirmou que na área onde essa estratégia foi aplicada apresentou um rendimento adicional de 7 sacas por hectare.

O monitoramento através do Atfarm também foi muito positivo na lavoura de outro agricultor que trabalha com a cultura de cebola, em Divinolândia (MG). Neste caso, a ferramenta foi utilizada para monitorar a eficácia do tratamento YaraVita comparando com o manejo atual utilizado pelo produtor. Ao visualizar a área em pós-aplicação com a ferramenta, foi possível identificar visualmente que houve um aumento significativo de biomassa na área do tratamento. E ao fazer as avaliações de campo, foi identificado um aumento de produtividade de 20% em comparação ao tratamento padrão utilizado.

De acordo com Rafael Carballo, Coordenador de Comunicação e Marketing da Yara Brasil, a eficiência da tecnologia se deve à sua praticidade, facilidade de uso e diversos outros fatores, entre eles o índice de biomassa N-Sensor. “Um dos diferenciais da nossa ferramenta é o índice N-Sensor, um algoritmo desenvolvido pela Yara através de todo seu conhecimento agronômico, que interpreta e calcula a demanda de nitrogênio das plantas através do reflexo de luz captada pelo satélite, de forma mais eficiente até as últimas fases de crescimento dos cultivos, mesmo quando a vegetação é muito densa. O monitoramento via imagens de satélite combinado com o índice N-sensor, ajuda muito na identificação rápida de anomalias de crescimento nas lavouras, que podem ser ocasionadas por pragas, doenças ou deficiências nutricionais, e na criação de mapas de aplicação em taxa variável”, esclarece.

Além dessas funcionalidades, o Atfarm também traz dados e informações sobre o clima que ajudam na escolha da melhor data para aplicação de fertilizantes e é capaz de identificar anomalias de crescimento. Esta função, por sua vez, auxilia agricultores na tomada de decisões de forma ágil, evitando perdas, como ocorreu em uma lavoura canavieira de Santo Antônio do Acaranguá (SP). Nesta ocasião, o produtor identificou por meio do Atfarm, anomalias causadas por pragas em seus talhões e conseguiu tomar as medidas necessárias para solucionar o problema rapidamente.

“A tecnologia tem transformado o campo, assim como ocorre em outros setores. Estes são alguns exemplos de produtores brasileiros que perceberam que investir em soluções digitais de agricultura de precisão, como o Atfarm, está associado diretamente ao aumento da produtividade e da qualidade da produção”, disse Carballo. “A digitalização da agricultura é fundamental para ajudar os agricultores a obter cada vez mais produtividade em suas lavouras e para produzir alimentos de maior qualidade, ajudando a alimentar o mundo, por isso, a Yara moldou nas últimas duas décadas, um modelo de negócios voltado à oferta de produtos diferenciados ao agricultor”, finaliza.