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Empresas Humanizadas, de capital aberto, têm rentabilidade superior às demais

A segunda edição da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, conduzida pela startup de impacto Humanizadas, contou com as respostas de 36.868 pessoas e 226 companhias. O mapeamento avalia a qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com os seus múltiplos interlocutores. Em um dos recortes exclusivos – que analisa o impacto de boas práticas de gestão na performance financeira, governança, social e ambiental das organizações -, a conclusão, apoiada em ciência de dados, que as empresas de capital aberto, que são destaques do levantamento e possuem Rating de Consciência elevados, têm rentabilidade superior às demais.

Existe uma mudança de paradigma em curso no mundo dos negócios, sobretudo, na Europa, nos Estados Unidos, na Austrália, no Brasil e na América Latina. No século passado, as organizações eram gerenciadas e lideradas sob a visão de produtividade, tratando as pessoas como meros recursos humanos, ou seja, o objetivo era extrair o máximo possível dos profissionais não importando as consequências. No século XXI – quando vemos que as 10 organizações mais valiosas do mundo possuem modelos de negócio baseados em plataformas de serviços –, o diferencial competitivo passa a estar não nos recursos físicos, mas em questões intangíveis das organizações: capital humano, social, intelectual e cultural. Essa é uma das conclusões, amparadas em ciência de dados, da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, conduzida pela startup de impacto social Humanizadas a partir de 36.868 entrevistas e análises de 226 organizações (empresas de diferentes portes).

Coordenada pelo pesquisador Pedro Paro, a pesquisa Empresas Humanizadas Brasil teve início em 2017, tendo por intuito revelar cases positivos de empresas que existem como um contraponto aos casos de corrupção denunciados pela Operação Lava Jato. “Queríamos ter um contraponto aos exemplos negativos que víamos e oferecer um novo rumo e futuro para os negócios do país, e isso com exemplos reais de empresas mais éticas, humanas, conscientes, sustentáveis e inovadoras. Se as palavras movem e os exemplos arrastam, nosso desejo é iluminar os bons exemplos que podem inspirar uma transformação na forma como fazemos negócios no Brasil”, explica Paro.

Performance financeira

O recorte da pesquisa – focado na análise de desempenho financeiro das empresas que são destaque da pesquisa – comprova a tese que a qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com os seus múltiplos interlocutores tem influência direta na performance financeira, governança, social e ambiental dessas organizações. Com base na ciência de dados, a startup Humanizadas criou uma metodologia inédita que identifica o grau de evolução das companhias no tocante à qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com seus múltiplos interlocutores.

Na prática, o índice desenvolvido mede o Rating de Consciência – que está diretamente relacionado à maior percepção de impacto das empresas nos ecossistemas nos quais atuam, envolvendo a capacidade de nutrir relacionamentos de excelência, gerar valor e impacto duradouros. Esse é o alicerce da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, cujo grande diferencial está no envolvimento de diferentes públicos interessados no sucesso de uma empresa, como conselho, lideranças, colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, investidores e sociedade. O mapeamento segue os princípios do Capitalismo Consciente e tem fundamentação em estudos acadêmicos e modelos de engajamento, desenvolvimento humano, perfis psicológicos, estratégia de valor compartilhado e cultura organizacional. A proposta é democratizar a evolução de consciência de indivíduos, organizações e sociedade, colocando a ciência e a tecnologia a serviço da nova economia.

Norteadores da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, os Ratings de Consciência são uma acreditação que a Humanizadas confere às organizações; revisados e atualizados anualmente, eles demonstram a coerência entre o discurso e a prática, refletem a percepção de múltiplos stakeholders sobre a qualidade de gestão e das relações que uma organização nutre com os diferentes grupos interessados no sucesso da empresa – lideranças, colaboradores, clientes, parceiros e sociedade.  Os ratings contam com 11 níveis (AAA, AA, A, BBB, BB, B, CCC, CC, C, D e E), sendo o primeiro (AAA) o mais desenvolvido e o último (E), o menos desenvolvido. A classificação dos Ratings de Consciência foi inspirada em renomadas agências de crédito como S&P, Moody’s e Fitch, entretanto, em vez de avaliar o risco do crédito para um país ou uma organização (Ratings de Crédito), os Ratings de Consciência Humanizadas analisam o potencial de um país ou uma organização em gerar valor de maneira consistente para todos os stakeholders. O somatório das percepções dos stakeholders permite, também, avaliar como o macroambiente de negócios é favorável e coerente para o florescimento de negócios de impacto.

“Precisamos fortalecer um movimento global em prol de mudanças profundas. Somente com lideranças mais conscientes, poderemos viver em um mundo no qual a prosperidade é um imperativo; as organizações são éticas e transparentes, as pessoas são felizes, os clientes ficam encantados com a experiência que recebem, os problemas sociais e ambientais são resolvidos, e os negócios crescem exponencialmente à medida que resolvem esses problemas”, defende Pedro Paro, CEO e fundador da Humanizadas e pesquisador de doutorado do Grupo de Gestão de Mudanças da Universidade de São Paulo. O pesquisador desenvolveu a metodologia da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil sob mentoria do professor Raj Sisodia (Babson College) e orientação do professor Mateus Gerolamo (EESC/USP).

PRINCIPAIS INSIGHTS DA PESQUISA NO BRASIL

  • A pesquisa Empresas Humanizadas Brasil – que ouviu 36.868 pessoas no país – é o maior estudo já conduzido sob uma perspectiva multi-stakeholders considerando estágios de maturidade baseados em Ratings de Consciência. Participaram 226 instituições do país, desde microempresas (menos de 19 colaboradores) até grandes organizações (mais de mil colaboradores). O mapeamento tem por suporte múltiplas perspectivas, ou seja, conta com a percepção de investidores, conselho, lideranças, colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros de negócios e sociedade em geral. Ao olhar para os problemas da sociedade nacional, as organizações podem encontrar grandes oportunidades de desenvolvimento. Na essência, quanto mais uma empresa resolve os problemas sociais e ambientais, mais ela pode crescer exponencialmente.
  • De acordo com a ONG Transparency International, o Brasil permanece estagnado no indicador de corrupção mais importante do mundo, ocupando apenas a 94ª posição no ranking de transparência. Um estudo da FIESP estima que o custo médio anual da corrupção no Brasil está entre 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) total do país. Mesmo diante da corrupção, da falta de transparência e confiança, dos problemas ambientais, da desigualdade social e de um ambiente não favorável ao florescer dos negócios, a Empresas Humanizadas Brasil – pesquisa desenvolvida pela Humanizadas, uma spin-off do Grupo de Gestão de Mudanças das Universidade de São Paulo (EESC/USP)  comprova que as organizações podem sim ter uma atuação mais ética, consciente e sustentável, e, ao mesmo tempo, ter um desempenho financeiro superior na B3 e ISE B3. Isso porque, as organizações/empresas que operam sob práticas de gestão e liderança modernas, alinhadas com os conceitos do século XXI, tendem a encontrar novas oportunidades de negócio, conquistar a confiança e a admiração dos diferentes públicos, e, com isso, possuir performance e resultados superiores à média das organizações no país, dentro de seu respectivo porte.
  • Na prática, analisando todas as empresas listadas na bolsa de valores do país (B3), durante o período de dezembro de 1998 até dezembro de 2020, a pesquisa identificou que as Empresas Humanizadas Brasil – que operam sob um nível de maturidade de liderança e gestão mais evoluído – tendem a ter performances superiores à média da carteira da B3 (5,5 vezes superior) e ao ISE B3 – Índice de Sustentabilidade Empresarial – (1,5 vez superior).
  • “Nós já sabemos que Ratings de Consciência superiores significam maior valor gerado para os diferentes stakeholders de uma empresa. Mas, será que eles também representam melhor performance financeira? Para responder a essa pergunta, fizemos uma análise comparativa das grandes empresas com os melhores ratings na pesquisa versus toda a carteira da bolsa de valores (B3) e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3). Olhamos a rentabilidade financeira, por meio do indicador de ROE, durante o período de dezembro de 1988 até dezembro de 2020. Em todos esses períodos, mesmo passando por crises políticas, econômicas, sociais e ambientais, até mesmo enfrentando uma pandemia, podemos notar que empresas humanizadas tendem a ter melhor performance financeira, no caso, 5,5 vezes superior à carteira da B3, e 1,5 vez superior à carteira do ISE B3”, afirma Paro, responsável pelo estudo.
Dez|1988 a Dez|2020PERFORMANCE FINANCEIRA (% acumulada)Diferença
Humanizadas (Hu)674%
HU 5,5 vezessuperior à carteira B3,
e 1,5 vez superior
à carteira do ISE B3
ISE B3440%
B3122%
Fonte: Humanizadas (2021), período de análise de dez/1988 até dez/2020.

Michael Kors inaugura loja online oficial no Brasil

Este é o primeiro e-commerce da marca premium lançado no país e na América Latina. O lançamento quebra alguns paradigmas e preconceitos em relação ao mercado digital entre marcas premium e de luxo que antes operavam apenas em canais físicos.

Diante de um futuro cada vez mais incerto com a pandemia da Covid-19 e após o IPO de sucesso da loja online portuguesa Farfetch em 2018, muitas marcas do segmento de luxo começaram a rever seus posicionamentos em relação à presença no canal digital, ainda mais em países em desenvolvimento como na América Latina.

Agora foi a vez da Michael Kors, um dos maiores players globais de marcas premium e luxo do mundo do designer premiado e renomado mundialmente de acessórios e roupas de luxo, lançar sua loja oficial aqui no Brasil.

A loja opera sob gestão do grupo Dorben, que detém os direitos de representação da marca no Brasil, e de outras do segmento de luxo como: Tod’s, Tory Burch e Jimmy Choo e Carolina Herrera.

O lançamento do e-commerce da marca no Brasil era um desejo antigo e um passo estratégico que visa levar os nossos produtos e a experiência de compra a todas as cidades do Brasil”, explica Marco Megiani, presidente do grupo Dorben no Brasil.

A loja desenvolvida pela VTEX, multinacional que oferece plataformas de e-commerce para empresas globais como Carrefour, Sony, Walmart, Samsung, entre outros players, com presença em mais de 40 países, passou por um longo processo de validação junto a matriz da marca para ser a plataforma oficial no Brasil.

É um marco na história do e-commerce premium na América Latina. Ficamos muito honrados em fazer parte deste momento e ser responsáveis por prover a melhor solução em experiência digital para uma das marcas de moda premium internacionais mais desejadas pelos brasileiros e reconhecida no mundo inteiro como símbolo de sofisticação e luxo“, afirma Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da VTEX.

6 motivos para adotar o outsourcing de TI na sua empresa

Cada vez mais a tecnologia vem provando sua importância nos negócios. Antes, era apenas um suporte para a empresa, agora, se tornou um centro de soluções práticas e de oportunidades para as instituições. Mas, uma vez que a relação entre o uso de tecnologia e o sucesso da marca está se tornando direta e proporcional, a pergunta que fica é: como expandir oportunidades de negócio sem ter que aumentar a infraestrutura e a parte interna da empresa?

A resposta está no outsourcing de TI. O termo tem como tradução e definição a “terceirização”, mas, neste caso, não estamos falando da contratação de um(a) profissional ou empresa de prestação de serviço. O outsourcing de TI é uma visão completa de entrega externa de recursos, serviços, ferramentas e talentos especializados.

André Abreu, CEO da BossaBox, primeira empresa a operar por squad-as-a-service no Brasil, listou 6 motivos para adotar a solução na sua empresa:

• Redução e controle de custos
A razão principal pela qual empresas do mundo migram para o Outsourcing é a diferença que ela faz na forma como lida com custos de gestão e operação de ativos tecnológicos. Manter uma estrutura própria de TI envolve investimentos grandes, como em hardwares e softwares, além de equipes maiores. “A troca desse modelo para o modo de serviço, elimina custos de atualização e transforma gastos complexos em assinaturas simplificadas”, explica o CEO da BossaBox.

• Mais disponibilidade e segurança
Quando uma empresa cresce, ela precisa investir mais na equipe de TI para manter o sistema funcionando e para garantir a proteção de um volume maior de dados. Ou seja, o mais comum é que um negócio não tenha a equipe necessária e capacitada o suficiente para lidar com a demanda de segurança e gestão de informação. “Como a TI é o foco do negócio contratado, ele fica responsável por oferecer ferramentas e pessoas especializadas nesse único ponto: em uma infraestrutura com performance e confiabilidade”, afirma André.

• Garantia de qualificação e suporte
A vantagem de fazer o outsourcing de um serviço e contar com apoio externo é que os profissionais que atenderão aos seus chamados são treinados e capacitados especificamente naquele sistema. Além disso, os chamados são respondidos mais rapidamente e problemas são identificados com mais precisão.

• Inclusão de profissionais mais qualificados em processos de tecnologia
Outra vantagem é a inclusão imediata de profissionais qualificados em determinados processos da TI. Isso não vem só da especialização dos profissionais, mas também da experiência e boas práticas no setor que garantem para as empresas. “Um problema que você está enfrentando agora pode já ter acontecido com outra TI, que contava com a mesma parceria que você. Já tendo passado por situações similares e acompanhado sua resolução, ela pode trazer insights mais rápidos e assertivos para resolver os problemas”, ressalta Abreu.

• Implementação mais rápida de novas tecnologias
Para uma TI interna, é difícil encontrar espaço para analisar e buscar oportunidades oferecidas por novas tecnologias. Por isso, o outsourcing é uma forma de trazer essa inovação mais rápido para dentro da empresa. “Esse é o foco dos bons fornecedores; atualizar e inovar em suas estruturas para oferecer o melhor serviço aos seus clientes. A busca deles se transforma em vantagens para você”, destaca André.

• Facilidade no cálculo do ROI
Se o outsourcing de TI é um serviço com previsibilidade de custos, inovações mais rápidas e gestão mais eficiente, pode ser mais fácil para os diretores de uma empresa definirem o que precisam de seus investimentos em tecnologia e prever o retorno que terão.

Nesse cenário apontado pelas vantagens do outsourcing, o negócio como um todo se torna mais inteligente. “O foco do setor será sempre no futuro, com estratégias e ferramentas para ficar um passo à frente dos concorrentes em qualquer situação”, finaliza o CEO.

TVD Advogados chega ao mercado como boutique com foco nos segmentos de tecnologia e de negócios inovadores

Com escritório sediado na Vila Olímpia, São Paulo, Bruno Tanus e Felipe do Val lançam o TDV Advogados, que já conta com uma carteira de clientes renomados nacionais e estrangeiros, fundos de investimento (incluindo de venture capital e private equity), empreendedores, family offices, investidores anjo, aceleradoras, incubadoras e agências de fomento à inovação.

Ainda que recém lançado no mercado, o escritório nasce incorporando a experiência dos seus sócios em grandes escritórios de advocacia especializados na área empresarial, assim como o dinamismo e a criatividade necessários para agregar valor ao negócio dos seus clientes de forma prática e ágil.

“A ideia de fundar o TDV Advogados nasce da vontade de prestar serviços jurídicos no segmento corporate de um jeito diferente. E quando digo diferente, é diferente mesmo, na prática. Acompanhamos a evolução de uma série de produtos e serviços no mercado, mas o business da assessoria jurídica, principalmente na área corporate, parou no tempo”, explica o sócio fundador, Felipe do Val.

O escritório foi montado pensando na experiência do cliente do início ao fim, incluindo infraestrutura, staff, identidade visual, arranjo de honorários, dentre outros. “A ideia sempre foi entregar no mercado o que os nossos clientes estão buscando. Parece simples, mas não é tanto. Estruturamos então um escritório de advocacia arrojado, técnico, desburocratizado e ágil. Claro que nada teria saído do papel se não existisse também uma vontade enorme de empreender. Mas assim como os nossos clientes, inovação e apetite pelo risco são parte do nosso DNA”, encerra o sócio fundador, Bruno Tanus.

Gigante de logística europeia quer crescer nas Américas

Após registrar receita de 203 milhões de euros em ano de pandemia global, a portuguesa Rangel Logística prepara expansão no continente americano priorizando setores e países que a empresa vê demandantes de serviços logísticos especializados.

Partindo da estrutura atual na região, que compreende um escritório em São Paulo desde 2013 e outro no México, aberto em 2020, a meta é chegar a 2025 com bases também na Colômbia, no Peru, totalizando unidades em 9 países da Europa, África e das Américas.

“Chegamos à conclusão de que estávamos focados demais nos negócios gerados em Portugal, que é hora de destacar no mercado latino-americano os diferenciais pelos quais a Rangel é conhecida no mundo, explorar as oportunidades do agronegócio brasileiro e atacar outras geografias”, resume Enrique Garcia, diretor de desenvolvimento de negócios para América Latina da Rangel.

Com a ampliação concluída, a expectativa é que a empresa tenha um crescimento substancial na região já a partir de 2024. A projeção divulgada pela Rangel é operar até lá 20% da movimentação de contêineres de vintes pés de carga seca originados em Portugal e Espanha com destino ao Brasil. Atualmente, a empresa movimenta 2,1% desse volume.

A meta é conservadora e não inclui cargas originadas no Brasil, nem em outros países. Garcia explica que, na Colômbia e no Peru, países-alvo da expansão, a expectativa é ampliar a captação de carregamentos de alimentos e têxteis já exportados regularmente para o mercado brasileiro.

O Brasil também deve se tornar um polo originador de carga de maior importância. O executivo acredita que o país pode bater em 2021 o recorde de superávit de US﹩ 50 bilhões obtido no ano passado, com a demanda global por alimentos intensificada pela pandemia, a desvalorização histórica do real a facilitar exportações e a expectativa de safra recorde para o ciclo 2021/22.

O coração da expansão, no entanto, é o reposicionamento do portfólio no mercado latino-americano, que passa a atender de forma mais incisiva as necessidades de pequenas e médias empresas em processo de internacionalização.

Garcia quer disponibilizar os mesmos serviços que já habilitam os clientes da Rangel em outras regiões a participarem de fluxos internacionais sem ter necessariamente departamento de exportação. A proposta de valor une, portanto, expertise em logística e assessoria efetiva de comércio exterior.

Um passo crucial nesse objetivo é a estruturação até o fim do ano da Rangel 2 Supply, empresa de importação e exportação em Extrema (MG) a serviço dos clientes da Rangel. A Rangel 2 Supply vai prestar serviços de compra e venda de mercadorias, demanda por clientes não presentes no Brasil, mas com parceiros por aqui. Embora esse tipo de serviço raramente seja prestado por operadores logísticos, a expectativa é que se torne um recurso estratégico também dos clientes brasileiros em busca de mercados no exterior.

Em linha com essa iniciativa, a Rangel põe no ar em março um sistema de Big Data para orientar clientes sobre o momento de comprar ou vender produtos considerando sazonalidades de produção e consumo. Além disso, as cargas nas Américas serão monitoradas em tempo real por um sistema conectado à operação global da Rangel, ligada a 220 países e territórios.

“A Rangel cresceu movida por desafios lançados pelos seus clientes. É mais importante que nos vejam como um parceiro de negócios, até mais que um prestador de serviços logísticos”, afirma Garcia. “Esperamos que nossa expertise nos mercados africanos, onde também temos estrutura proprietária, motive o interesse dos brasileiros em desbravá-los”.

Nos planos da Rangel para o Brasil também está a criação de outra empresa de logística voltada aos varejos físico e eletrônico. Segundo Garcia, o foco será atender São Paulo e o interior paulista. Numa segunda etapa, a operação será expandida para as outras capitais, e não estão descartadas aquisições para facilitar a inserção da Rangel no segmento, que recebeu investimento em diversas frentes com o boom do e-commerce na pandemia.

Mesmo com uma operação ainda modesta no Brasil, a Rangel, em apenas quatro décadas de atuação, está entre os maiores operadores logísticos de cargas entre Europa e o país. No segmento de frutas, verduras e legumes (FLV), está entre os três primeiros da lista.

A Rangel também representa a Fedex em Cabo Verde, Moçambique e Angola. Tem ainda operações nos setores de autopeças, farmacêutico, vestuário, eletrônicos, feiras e obras de arte, esta última recém-implantada também no Brasil.

Empiricus e Vitreo lançam superapp para facilitar a jornada de investimentos

Já imaginou ter toda a sua jornada de investimentos unificada num superaplicativo (superapp), incluindo a recomendação de investimentos e execução dessas ideias? É com essas funções que chegou nesta segunda-feira, nas prateleiras das lojas de apps dos smartphones, o Empiricus Investimentos, que oferece num só lugar os relatórios da casa de análises e os serviços da plataforma Vitreo. Em agosto, haverá ainda a consolidação das carteiras oferecida pela Real Valor.

“Começamos esse desenvolvimento no ano passado com uma equipe de 13 pessoas, dos quais oito são desenvolvedores. Tudo o que inserimos nessa plataforma foi demandado pelos nossos clientes, estamos há meses ouvindo o que eles queriam e hoje estamos entregando a solução”, explicou Rodolfo Amstalden, sócio-fundador da Empiricus e responsável pela elaboração do Empiricus Investimentos. Até agora, as empresas aportaram R$ 3,6 milhões no superapp e, a partir da adição de novas funcionalidades já previstas, o desembolso chegará a R$ 10 milhões.

Nesta primeira etapa do superapp, só é possível comprar fundos próprios da Vitreo (e que espelham ideias da Empiricus) além dos fundos de terceiros. Até o fim do ano, estarão também disponíveis opções de renda fixa, produtos bancários (como CDBs) além da compra de ações via home broker. A ideia, segundo contou Amstalden, é oferecer ainda outros serviços ligados à vida financeira, como por exemplo auxílio na declaração de Imposto de Renda.

Okta conclui aquisição de Auth0

O provedor de identidade independente Okta anunciou hoje – 03/05/2021 – a conclusão bem-sucedida de sua aquisição do Auth0, uma plataforma de identidade líder para equipes de aplicativos. Juntos, Okta e Auth0 detém um amplo conjunto de cases de sucesso de uso de identidade digital, fornecendo acesso seguro e permitindo que todos usem qualquer tecnologia com segurança. A transação de ações, avaliada em aproximadamente US﹩ 6,5 bilhões, vai acelerar o crescimento da Okta no mercado de identidade, hoje estimado em US﹩ 80 bilhões.

A Auth0 operará como uma unidade de negócios independente dentro da Okta, liderada pelo CEO e cofundador da Auth0, Eugenio Pace, que se reportará diretamente a Todd McKinnon, CEO e cofundador da Okta. As plataformas da Okta e do Auth0 terão suporte, investimento e integração ao longo do tempo, acelerando a inovação e tornando o Okta Identity Cloud ainda mais atraente para todo o espectro de clientes e usuários.

“Identidade é um dos investimentos mais estratégicos que uma organização pode fazer hoje. Uma plataforma de identidade única e unificada tem o poder de transformar uma organização, fornecendo acesso seguro e contínuo para clientes e funcionários,” afirma McKinnon. “Okta e Auth0 sempre compartilharam uma visão para o mercado de identidades. Também somos empresas que priorizam a nuvem e o cliente. Ao unir forças, daremos aos nossos clientes mais opções e flexibilidade, gerando um enorme valor e permitindo que acelerem a inovação. Juntos, vamos moldar o futuro da identidade na Internet, capacitando os desenvolvedores a construir com identidade na base.”

“Com a Okta e a Auth0 unindo suas forças hoje, reunindo duas empresas excepcionais, estou mais confiante do que nunca de que entregaremos nossa visão compartilhada para garantir o acesso para todos,” complementa Pace. “O foco do Auth0 sempre foi permitir que os criadores de produtos inovassem e, agora, como uma empresa com uma visão compartilhada e recursos combinados, essa inovação só aumentará.”

As plataformas de identidade abrangentes, complementares e flexíveis da Okta e do Auth0 resolvem todos os casos de uso de identidade, independentemente do público ou do usuário. A Okta foi pioneira em identidade baseada em nuvem, oferecendo confiabilidade de nível empresarial e segurança de classe mundial, priorizando o sucesso do cliente para organizações de todos os tamanhos. Auth0 foi construído por desenvolvedores para desenvolvedores. Os criadores de aplicativos em todo o mundo são fiéis ao Auth0 por sua extensibilidade, facilidade de uso, escopo de documentação e experiência amigável ao desenvolvedor. Com experiência combinada entre as comunidades de desenvolvedores e a empresa, Okta e Auth0 poderão oferecer uma maior profundidade e amplitude de soluções de identidade e serão ainda mais adequados para se integrar rapidamente à pilha de tecnologia moderna dos desenvolvedores de hoje.

“Na Kiva temos a missão de expandir o acesso financeiro para ajudar as comunidades carentes em todo o mundo a prosperar. A identidade desempenha um papel essencial para que isso aconteça”, disse Ken Leung, EVP de Engenharia da Kiva. “Hoje, utilizamos o Auth0 para fornecer autenticação segura aos parceiros e credores da Kiva e a Okta para a identidade da força de trabalho, dando à nossa equipe acesso as tecnologias de que precisam para melhor servir aos milhões de empreendedores globais em nossa rede. Confiamos na Okta e no Auth0 para conectar nosso pessoal e tecnologia e estamos animados para ver como eles evoluem e inovam juntos.”

“A credibilidade vai para aqueles que podem nos ajudar a nos identificarmos em um mundo digital”, disse Jay Bretzmann, Diretor de Programa de Produtos de Cibersegurança, IDC. “Okta e Auth0 fornecem ferramentas prontas para a nuvem e amigáveis ​​ao desenvolvedor para ajudar nesse desafio. Eles estão construindo as plataformas e a tecnologia de que precisaremos para dar os próximos passos. Simples, elegante e centrado no cliente.”

Perspectivas Financeiras

Com a conclusão da aquisição do Auth0, a Okta pretende fornecer uma perspectiva financeira combinada para o ano fiscal de 2022 em conjunto com a divulgação de seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2022, na quarta-feira, 26 de maio de 2021. Nesse dia, a Okta realizará um webcast de vídeo às 18h00 (BR), para discutir os resultados e uma perspectiva financeira combinada. O replay do webcast estará acessível no site de relações com investidores da Okta em http://investor.okta.com. O comunicado à imprensa estará acessível no site de relações com investidores da Okta antes do início do evento.

Conselheiros

Morgan Stanley & Co. LLC atuou como consultor financeiro e Latham & Watkins LLP atuou como consultor jurídico da Okta. Qatalyst Partners atuou como consultor financeiro e Perkins Coie LLP atuou como consultor jurídico para Auth0.

Méliuz anuncia a compra de 100% da fintech Acesso Bank

O Méliuz (CASH3), empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para conectar marcas e consumidores por meio do seu marketplace e da oferta de serviços financeiros, acaba de anunciar a aquisição de 100% do Grupo Acesso, fintech especializada em soluções de pagamento e banking as a service, que opera utilizando as marcas Acesso, Acesso Bank, Bankly e Banco Acesso. Na compra, o Méliuz pagou R$ 324,5 milhões pela companhia, em uma transação que envolveu troca de ações – acionistas da Acesso ficaram com cerca de 8% da empresa que, na última sexta-feira, fechou o pregão da B3 valendo R$ 4,1 bilhões.

A aquisição, maior movimento da companhia com foco na vertical de serviços financeiros, aumenta o mercado endereçável do Méliuz, permitindo o desenvolvimento de soluções em contas digitais, pagamentos e outros temas relacionados a serviços e produtos transacionais para seus mais de 16 milhões de usuários, além de servir como mais uma porta de entrada para outros serviços como empréstimos, seguros e investimentos.

“Com a compra da Acesso, nos consolidamos no segmento de serviços financeiros, pois passamos a ter tecnologia e o know how de banking para gerar ainda mais valor para os nossos clientes. Diariamente, atraímos cerca de 27 mil novos usuários que vão ter acesso a uma plataforma mais robusta, com oferta de uma variedade maior de serviços para que eles possam se engajar cada vez mais com o Méliuz. Essa, talvez, seja a nossa maior vantagem competitiva em relação a outros players. Há 10 anos no mercado, sabemos como manter os usuários ativos na plataforma, incentivando o cross selling entre nossas linhas de negócio – marketplace, cartão de crédito e Méliuz Nota Fiscal. O que não será diferente para os novos serviços financeiros que passam a fazer parte do nosso portfólio após a aquisição. Sem contar que saímos na frente de outros wallets porque o dinheiro já está na nossa plataforma (cash-in), que é o cashback que nossos clientes recebem ao comprar no nosso marketplace”, explica Israel Salmen, CEO do Méliuz.

Após a conclusão da operação, a marca Acesso vai deixar de existir, passando a integrar a plataforma Méliuz. O CEO da fintech, Davi Holanda, será o diretor da vertical de Serviços Financeiros da empresa, que inclui também o Cartão de crédito do Méliuz, lançado em 2019 em parceria com o Banco PAN e que já conta com mais de 4,1 milhões de solicitações.

“Com a aquisição e a vinda do Davi para comandar o time de serviços financeiros, passamos a ter total autonomia na definição da estratégia e na construção e lançamento de soluções, uma vez que não dependemos mais de terceiros para definir o roadmap de produtos”, ressalta Salmen.

Criada em 2013 por Sérgio Kulikovsky, a Acesso começou operando um cartão pré-pago, que era vendido em supermercados. Após 5 anos no mercado, com a chegada de Davi Holanda, atual CEO, a companhia ampliou a oferta de serviços criando seu banco digital e o Bankly, um serviço de banking as a service. Somente em Março de 2021, a Acesso movimentou R$ 1,3 bilhão em TPV e a receita bruta da empresa, em 2020, foi de R$ 53,6 milhões.

Nokia é classificada como número um em patentes 5G

A Nokia acaba de anunciar que foi classificada, em estudo independente, como número um em patentes 5G. A força do portfólio de patentes 5G da Nokia foi uma vez mais confirmada por uma instância independente. No estudo Patentes Essenciais Padrão/Standard, publicado em abril de 2021, a PA Consulting concluiu que a Nokia é a número um em propriedade das patentes concedidas e consideradas essenciais para os padrões 5G.

É a segunda vez que a liderança da Nokia em patentes essenciais de padrão 5G é confirmada pela pesquisa da consultoria. A Nokia já havia sido classificada como número um em estudo publicado em 2019. A PA Consulting conduziu análise técnica própria do cenário de patentes 5G, tendo investigado o quão efetivamente essenciais são as patentes, em lugar de se basear nas autodeclarações de seus detentores.

Jenni Lukander, presidente da Nokia Technologies, disse: “Descobertas independentes como essa refletem a contribuição significativa que a Nokia faz ao desenvolvimento de padrões, o investimento contínuo em P&D e a força do nosso portfólio de patentes. O estudo é também um lembrete de, ao se avaliar a força de um portfólio de patentes, não se pode olhar apenas para a quantidade, mas para a qualidade que possuem.”

Por mais de três décadas, a Nokia vem contribuindo significativamente para o desenvolvimento de altos padrões do setor, ocupando uma variedade de posições de liderança nos principais órgãos de padronização. Na padronização 5G, a Nokia está entre as contribuintes mais ativas de recursos essenciais. Diversos estudos independentes já classificaram a Nokia no topo das contribuidoras em patentes declaradas essenciais para os padrões celulares, incluindo o 5G.

O portfólio de patentes da Nokia é fruto de mais de 130 bilhões de euros investidos em P&D desde 2000 e é composto por cerca de 20.000 famílias de patentes, mais de 3.500 das quais foram atestadas como famílias essenciais ao 5G.

A Nokia contribui para abrir padrões em troca do direito de licenciá-los em termos justos, razoáveis e não discriminatórios (FRAND), de modo que empresas possam licenciar e usar as tecnologias sem a necessidade de fazer seus próprios investimentos substanciais em P&D.

Mais novo unicórnio da internet mira o Brasil

O crescimento exponencial do uso de aplicativos de mensagem como o WhatsApp, SMS, Messenger, Signal ou Telegram, no Brasil e no mundo, mudou para sempre a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. E mesmo com o controle da pandemia e a volta à “normalidade”, este novo comportamento dos consumidores deve se acentuar.

Foi com esta perspectiva que a Gupshup, líder indiana de mensageria com mais de 6 bilhões de interações/mês apenas na Índica, se tornou o mais novo unicórnio da internet ao receber um aporte de USD$ 100 milhões da Tiger Global Management, na segunda semana de abril, o que elevou seu valor de mercado a USD$ 1,4 bilhão.

“O Brasil é um dos maiores mercados quando se fala em uso comercial dos aplicativos de mensagem. E este é um segmento que deve aumentar muito mais, pelas facilidades que oferece no relacionamento entre empresas e clientes. A Gupshup vinha atendendo clientes brasileiros em sua plataforma, que é self-service, e por isso decidimos criar uma estrutura local, que também vai atender outros países da América Latina e do Sul.” explica Beerud Shteh, CEO e co-fundador da companhia.

A Guphup é uma empresa de tecnologia que desenvolve soluções para que as empresas se relacionem com seus clientes por meio de aplicativos como WhatsApp e SMS, que são apenas o canal de contato. As caixas de diálogo, links e outras interações, são fornecidas por empresas de mensageria.

Sua plataforma funciona com base em IP, o que lhe permite atuar em qualquer país do mundo sem qualquer necessidade de adaptação ou limitação por conta de diferenças de protocolo.

Brasil

A Gupshup iniciou o atendimento de clientes brasileiros em sua plataforma, que é “self-service”. E começou a trabalhar localmente em meados de 2020, para atender à crescente demanda e aceitação de suas soluções.

Agora, com uma estrutura plena no país, oferece um suporte mais adequado e um atendimento comercial mais identificado com a cultura local.

Líder de mercado na Índia, onde entrega mais de 6 bilhões de mensagens por mês, a Gupshup espera crescer 3 vezes no Brasil em 2021 e já atende clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed, Lojas Torras, governos estaduais e prefeituras, além de, por meio de parceiros, atender empresas que atuam em grandes Marketplaces.

Já com clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed e Lojas Torra, além de outros grandes do varejo, por meio de parceiros, a empresa acaba de se tornar um unicórnio ao receber um aporte financeiro de USD 100 milhões do fundo Tiger Global.

“Clientes locais pedem presença local, tanto para suporte quanto para atendimento comercial, pois conseguimos estreitar o relacionamento com os clientes e desenvolver soluções cada vez mais específicas”, explica Leonardo de Paula, Head de Negócios da GupShup no Brasil.

Mastercard seleciona seis Fintechs inovadoras para seu programa global de engajamento de startups

A Mastercard anuncia hoje a adição de seis novas fintechs ao premiado programa Mastercard Start Path. As empresas selecionadas irão ajudar a impulsionar a inclusão financeira e digital em escala e fornecer soluções focadas no desenvolvimento sustentável. São empresas que criam desde soluções de pagamentos baseadas em blockchain com o objetivo de humanizar as finanças, até startups que projetam plataformas de empréstimos sustentáveis para fechar a lacuna de crédito para pequenas empresas em mercados emergentes.

Entre as novidades do Mastercard Start Path, está a entrada da Moeda Seeds, fintech brasileira que oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain. A cada ano, a empresa facilita transações de mais de US$ 100 milhões em todo o mundo, por meio de seus mais de 50.000 usuários globais, com seus cartões de débito Mastercard co-branded lançados em 2019. Por meio da mentoria e orientação do Start Path, além da rede global de fintechs, startups e bancos parceiros, a Moeda tem o objetivo de expandir seus serviços financeiros baseados em blockchain, acelerar seu desenvolvimento na indústria de meios de pagamento e impactar as plataformas de investimento em todo o mundo.

“À medida que o cenário de fintechs evolui aceleradamente, a Mastercard fornece a infraestrutura e os ativos necessários para ajudar as fintechs inovadoras a crescer e, com isso, trazer mais pessoas para a economia digital”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “As mais novas empresas do Start Path representam o futuro do setor de fintechs, e estão projetando soluções inclusivas que antecipam as necessidades do consumidor. Estamos entusiasmados com a parceria com essas empresas inovadoras em seu caminho de ascensão”, finaliza o executivo.

O Start Path reúne uma rede diversificada de fintechs e startups inovadoras, que buscam acelerar a mudança no mundo. Globalmente, a Mastercard desenvolve um trabalho próximo com essas startups por meio de um programa de seis meses, durante o qual elas podem aproveitar a tecnologia, expertise e os recursos da empresa para acelerar rapidamente seus negócios. As startups têm acesso aos canais, clientes e equipes de produtos da Mastercard, bem como a eventos virtuais imersivos e uma programação voltada para oportunidades de co-inovação.

As fintechs globais selecionadas pela Mastercard para ingressarem no Start Path foram:
• Moeda Seeds (Brasil): oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain, que buscam humanizar as finanças e promover impacto social.
• Asante Financial (Quênia): empresa de serviços financeiros digitais de impacto social, que apoia o crescimento da África, por meio de empréstimos sustentáveis para pequenas empresas e comunidades carentes.
• Cledara (Inglaterra): plataforma de gerenciamento de softwares como serviço (SaaS) all-in-one, que ajuda empresas a gerenciar, controlar e automatizar seus softwares em nuvem, permitindo que dimensionem seus processos operacionais, cumpram regulamentações e economizem dinheiro.
• Jifiti (Estados Unidos): fintech que oferece uma solução de ponta a ponta de financiamento ao consumidor, para que bancos e credores lancem, rapidamente, um mecanismo de “compre agora, pague depois”, que não exige qualquer integração com o ponto de venda.
• SpenDebt (Estados Unidos): a solução de pagamento SaaS da SpenDebt é uma maneira fácil de os consumidores automatizarem o pagamento de suas dívidas, por meio de um micro pagamento predefinido, descontado em cada transação.
• Tippy (Estados Unidos): sistema financeiro e de gorjeta digital, desenvolvido para o setor de beleza, que permite que as gorjetas sejam depositadas, direta e instantaneamente, na conta bancária do profissional do serviço.

O mercado global de fintechs deve crescer a uma taxa anual de, aproximadamente, 20% nos próximos quatro anos. Por isso, a Mastercard continuará a aprofundar o relacionamento com as fintechs e parceiros-chave, abrindo suas APIs para impulsionar uma economia mais inclusiva.

Para se registrar no Start Path, acesse o link:
http://www.f6s.com/mastercardstartpathglobal/apply.

Mindset Ventures capta US$ 52 milhões com seu terceiro fundo e já anuncia primeira saída

Mindset Ventures, gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, captou US$ 52 milhões no Fundo III. “Estamos muito satisfeitos com o resultado que atingimos com esta captação”, afirma Nemer Rahal, CSO da gestora. “Mesmo em meio à pandemia, conseguimos absorver a grande demanda pelo nosso fundo e encerramos a captação com volume um pouco acima do nosso objetivo e dentro do limite máximo estabelecido para o fundo, uma ótima notícia para os nossos investidores, que participam conosco em empresas de dois dos mais relevantes pólos de desenvolvimento tecnológico do mundo”.

A Mindset Ventures investe em startups fundadas por empreendedores experientes, que já tenham clientes, geração de receita e tração comercial comprovada. “E, preferencialmente, com potencial para futura expansão para o mercado brasileiro. Esses indicadores têm nos permitido ser bastante assertivos. Só no ano passado, analisamos mais de 2,7 mil startups para escolher aquelas mais aderentes ao nosso mandato”, aponta.

Já Daniel Ibri, CIO da gestora, comemora um fenômeno positivo um tanto incomum no mundo de investimentos ilíquidos. “Em menos de seis meses após o investimento na Prodigy, já estamos vendendo a empresa. Isso é bastante raro no mercado de venture capital e prova a solidez da startup em que investimos”. A Prodigy Software fornece um software de varejo automotivo baseado em nuvem que faz parte do portfólio deste terceiro fundo.

A startup está sendo vendida com retorno significativo à Upstart Holdings, plataforma de inteligência artificial voltada a empréstimos pessoais. Com a aquisição, as ações da Upstart subiram mais de 30% em poucos dias, reflexo da boa percepção do mercado quanto à transação. Essa venda segue o exemplo da Voicea, startup americana de inteligência artificial baseada em voz que foi vendida à Cisco durante o período de investimento do fundo anterior da gestora com retorno financeiro anual superior a 400%.

Os investidores da Mindset Ventures são majoritariamente executivos, CEOs, corporações e family offices. Praticamente metade do portfólio deste terceiro fundo já está formado, atualmente com 9 startups, todas performando bem no mercado. “Em pouco tempo de operação do fundo, já tivemos excelentes indicações de performance das startups que hoje o compõem para os próximos anos, sendo que várias já captaram rodadas subsequentes”, ressalta Ibri. Desde 2016, a gestora já realizou mais de 45 investimentos nos EUA e em Israel, em modelos de negócio B2B em setores como healthtech, agronegócios, fintechs, cybersecurity e SaaS.