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Finep lança edital para startups e programa inédito no setor de telecom

A Finep abriu as comemorações dos seus 50 anos nesta segunda-feira, 19/6, em evento no Museu do Amanhã, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. Na ocasião, a agência apresentou duas novidades: o primeiro edital do Finep Startup e um novo programa no setor de telecom. Juntas, as iniciativas totalizam aproximadamente R$ 700 milhões. A financiadora também anunciou que agora passa a aceitar seguro garantia financeira em operações de crédito.

“Temos feitos grandes esforços que buscam reduzir o custo para grandes e pequenas empresas. Em tempos de contenção fiscal, iniciativas como essas são importantes para superar de forma criativa e propositiva as dificuldades econômicas pelas quais o Brasil vem passando”, ressaltou o presidente da Finep, Marcos Cintra.

O Finep Startup tem como objetivo alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Empresas de base tecnológica nesse estágio possuem grande dificuldade para financiar seu desenvolvimento, principalmente em função das ausências de garantias e de geração de caixa. Hoje existe um espaço a ser ocupado entre o primeiro investimento que uma empresa em uma fase inicial recebe – em torno de R$ 100 mil e realizado, por exemplo, pelos investidores-anjo – e aquele feito por meio de um Fundo de Seed Capital – em torno de R$ 3 milhões –, dependendo do desenvolvimento da empresa.

Com o Finep Startup, a financiadora, que já apoiava empresas desse tipo via fundos de investimento em participações (FIPs) – dos quais participa como cotista –, agora vai investir diretamente nas startups. A ação tem como objetivo aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital de empresas em estágio inicial com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. O edital visa apoiar 50 empresas por ano (25 por rodada de investimento). A empresa que for selecionada poderá receber um novo aporte de até R$ 1 milhão, conforme a avaliação do seu plano de investimentos.

A Finep vai utilizar um instrumento ágil para a contratação dessas propostas: o investimento vai se dar por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão. Esse tipo de contrato transforma a investidora, no caso a Finep, em uma potencial acionista da empresa. A opção de a Finep se tornar ou não sócia da startup terá prazo total de vencimento de até três anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Se a empresa for bem sucedida, a Finep pode exercer essa opção. Se a empresa não for bem-sucedida na execução de seu plano de crescimento e não alcançar o estágio de maturidade esperado, a Finep não exerce sua opção, minimizando potenciais passivos por um lado, e compartilhando o risco inerente ao processo de inovação por outro.

A Finep não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Pelo contrário: um dos objetivos é atrair mais recursos privados para investimento em inovação. O Finep Startup tem um mecanismo inovador para estimular o empreendedor a buscar investimento privado, que priorizará empresas que forem aportadas por investidores-anjo.

Telecom

A nova linha de financiamento da Finep é exclusiva para empresas brasileiras adquirirem equipamentos de telecomunicação 100% nacionais. O objetivo com o programa é auxiliar a retomada do crescimento do setor no País. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

“Os recursos que deveriam ser investidos em Pesquisa & Desenvolvimento pelas empresas estão sendo destinados para capital de giro. Com o programa, a Finep quer contribuir para que o Brasil enfrente crise sem perder capacidade de inovar. A nova linha para o setor representará desenvolvimento de novos produtos”, afirmou Márcio Girão, diretor de Inovação da Finep.

Estratégico para o País, o setor de telecomunicações gera aproximadamente 500 mil empregos diretos e investimento aproximado de R$ 30 bilhões por ano. Mas o mercado brasileiro de fornecedores tem sofrido com a concorrência mundial. Fabricantes internacionais de equipamentos de telecom como China e Estados Unidos, normalmente conseguem oferecer condições de negócio mais vantajosas para os compradores. Com o Programa de Apoio à Aquisição Inovadora em Empresas de Telecomunicações, a Finep pretende reaquecer o mercado e consequentemente estimular o desenvolvimento e a consolidação da cadeia nacional de fornecedores de equipamentos e de serviços de telecomunicações.

As empresas brasileiras interessadas (entre operadoras, provedores de internet e empresas de energia) poderão adquirir equipamentos certificados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conforme exposto na Portaria MCT Nº 950 de 12/12/2006. O valor mínimo para aquisição dos equipamentos é R$ 500 mil. Das 42 empresas brasileiras reconhecidas pela portaria do MCTIC, 62% (26) são clientes da Finep. Com o programa, a Finep pretende atuar na outra ponta da cadeia, gerando demanda para as empresas brasileiras inovadoras que desenvolvem equipamentos de telecomunicações totalmente nacionais.

Seguro garantia

As empresas interessadas em obter financiamentos da Finep vão ganhar uma facilidade: a agência passa a aceitar o seguro garantia financeira nas operações de crédito a partir deste mês. Em comparação à fiança bancária, o seguro tende a ser uma alternativa de menor custo e que não exige reciprocidade bancária. Historicamente, um dos maiores problemas das empresas para conseguir financiamento está nas garantias.

“Queremos facilitar a vida das empresas que obtêm recursos reembolsáveis da Finep. Dos R$ 14 bilhões que atualmente temos emprestados, 87% são assegurados por fiança bancária, já que grande parte dos nossos clientes são pequenas e médias empresas. Com o seguro garantia, esperamos que haja, para as empresas, redução de 60% da obrigação de pagamento em comparação à fiança bancária”, enfatizou Ronaldo Camargo, diretor Financeiro e Controladoria da Finep.

A emissão de uma carta de fiança toma limite operacional do banco e limite de crédito das empresas junto à instituição financeira, impactando diretamente o seu Índice de Basileia. Já o seguro garantia financeira não compromete o limite de crédito das empresas perante os bancos para a obtenção de financiamentos e capital de giro. Ambas são garantias em que um terceiro assume o compromisso de cumprir determinada obrigação caso o devedor não o faça. Espera-se que o seguro tenha liquidez similar à fiança bancária e superior às demais garantias.

As empresa interessadas devem propor a contratação com seguro garantia financeira e indicar a seguradora, que será analisada pela Finep antes da emissão da apólice. A financiadora já possui um modelo padrão de apólice aprovado.

Fonte: Finep

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Evento “A clínica do amanhã” vai ter 5 startups brasileiras que estão inovando na área da saúde

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A Berrini Ventures, aceleradora de startups da área da saúde de alto potencial, trará para São Paulo palestras e apresentações de startups brasileiras que estão inovando no setor. O evento acontecerá dia 23/06/2017 no Cubo – Rua Casa do Ator 919, em São Paulo e tem o objetivo de aproximar empresas com tecnologias inovadoras, profissionais da saúde e investidores. As palestras das startups tratarão de temas como telemedicina, o uso de wearables conectando médicos e pacientes, meios para melhorar o engajamento de pacientes em tratamentos e o uso de Chatbots na saúde.

Mesmo sendo um mercado que estima movimentar R$ 500 bilhões em 2017 no Brasil, segundo a Whizhealth, a área da saúde é conhecida por ser resistente à adoção de novas tecnologias. Apesar das dificuldades, este setor vem atraindo novos empreendedores brasileiros dispostos a inovar.

Dentre as soluções, destacam-se aplicativos, chatbots e wearables que dão poder aos usuários e os ajudam no tratamento de doenças, visando promover o bem-estar dos pacientes e a otimização de recursos dos estabelecimentos de saúde, impactando positivamente na sociedade.

As 5 startups que vêm se destacando com inovações na área de saúde são:

Cloudia – Secretária virtual (Chatbot) que automatiza o atendimento aos pacientes

O que é?

Chatbot que funciona como uma secretária virtual via apps de mensagens instantâneas que automatiza os processos de marcação e confirmação de consultas e esclarecimento de dúvidas dos pacientes.

A Cloudia atua na página do Facebook do profissional ou da clínica e o agendamento é integrado à Google Agenda.
Dentre os diversos processos que a Cloudia automatiza, destacam-se: marcação de consultas, respostas às perguntas frequentes cadastradas, envio de lembretes para confirmação aos pacientes antes das consultas, envio da agenda ao profissional da saúde diariamente, relatórios sobre os atendimentos, coleta de feedback sobre a consulta e respostas automáticas aos comentários em posts do Facebook.

Por que é importante?

“Esta plataforma ajuda na redução de custos com telemarketing em clínicas e hospitais, padroniza o atendimento e faz com que os profissionais da saúde e suas assistentes foquem em atividades humanas mais importantes para a evolução do estabelecimento, eliminando grande parte das interrupções diárias e gerando um imenso ganho em produtividade de toda a equipe”, explica Felipe Miranda, Diretor da Cloudia.

Além disso, gera importantes benefícios para o paciente como a possibilidade de marcar consultas fora do horário comercial de forma rápida e sem a necessidade de baixar aplicativos extras.
Site: cloudia.com.br

Cuco – Enfermeira virtual (chatbot) que ajuda no tratamento de doenças

O que é?

Startup especializada em tecnologias para auxiliar os pacientes em seus tratamentos, incluindo as enfermeiras digitais, aplicativos e plataformas de acompanhamento do tratamento de doenças crônicas.

A Cuco promete oferecer melhores experiências dos tratamentos médicos através do envio automático de mensagens personalizadas para os pacientes, além do uso de inteligência artificial e do conceito de gamificação para aumentar seu engajamento.

Por que é importante?

É uma ferramenta que oferece um auxílio para que os pacientes se mantenham estimulados e engajados no tratamento e possam acompanhar a evolução de seus tratamentos através de painéis de indicadores, reduzindo significativamente a taxa de desistência e reduzindo custos da área da saúde.

Esta plataforma vem se tornando ainda mais importante com o progressivo envelhecimento da população.
Site: cucohealth.com

Lincare – Pulseira de monitoramento de idosos que fornece dados para aplicativo que transforma em relatórios

O que é?

A principal proposta da empresa é viabilizar o cuidado a distância de idosos, oferecendo um serviço inteligente de atendimento personalizado e uma pulseira que exibe lembretes de medicações e monitora diversos indicadores de saúde como marcador de passos, distância percorrida e batimentos cardíacos. A pulseira também é capaz de detectar quedas, alertando a um familiar sobre o ocorrido instantaneamente.

Por que é importante?

Nem sempre você pode estar junto de familiares que precisam de um cuidado especial.
Esta tecnologia é importante porque torna possível o acompanhamento em tempo real de pessoas idosas ou com necessidades especiais pelos familiares. Conta ainda com relatórios completos da saúde do monitorado, botão de ajuda para eventuais emergências e lembretes de medicamentos.
Site: lincare.com.br

Carenet – Integração de dados de wearables de diversos tipos, gerando informações úteis para estabelecimentos de saúde e empresas

O que é?

Empresa especializada na integração de dados de wearables (vestimentas tecnológicas), aplicativos e outros dispositivos criados para monitoramento da saúde.
A plataforma processa e analisa os dados vindos desses diversos dispositivos da população e os transforma em informações relevantes e importantes para o cliente.

Por que é importante?

Possibilita o monitoramento remoto em grande escala de pacientes de risco, de forma ágil e sem grandes investimentos.
Site: carenet.com.br/

Med Room – Simulador que usa a tecnologia de realidade virtual para treinamentos de profissionais da saúde

O que é?

Tem foco em tornar mais real e divertido o aprendizado de estudantes e profissionais da saúde por meio da tecnologia de realidade virtual e estratégias de gamificação, reduzindo significativamente os custos.
Simula um ambiente realista para o aprendizado, fazendo com que o usuário vivencie a situação na prática enquanto aprende e desenvolve suas habilidades.

Por que é importante?

É oferecida uma coletânea de procedimentos clínicos que podem ser treinados pelos alunos de cursos da área de saúde. É capaz de deixar o aprendizado muito mais real e estimulante, preparando melhor os futuros profissionais da área da saúde para realizarem procedimentos médicos.
Site: medroom.com.br

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São Paulo lidera ranking de 2017 das cidades mais inteligentes do Brasil

São Paulo é a cidade mais conectada e inteligente do Brasil, aponta o ranking Connected Smart Cities 2017, que a Urban Systems, especializada em inteligência de mercado, divulgará de maneira completa durante o evento homônimo, realizado em parceria com a Sator, focada em planejamento e desenvolvimento de oportunidades, no Centro de Convenções Frei Caneca, em 21 e 22 de junho.

O Connected Smart Cities é o mais importante levantamento sobre cidades inteligentes e conectadas do País. Está em sua terceira edição, sempre anual. Analisa 11 setores de mais de 700 municípios, a partir de 70 indicadores. Os 11 setores são: Mobilidade, Urbanismo, Tecnologia e Inovação, Empreendedorismo, Governança, Educação, Energia, Meio Ambiente, Saúde, Segurança e Economia.

A capital paulista ficou em primeiro lugar no ranking geral, seguida por Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES). A região Sudeste concentra as cidades mais inteligentes e conectadas, sendo seis municípios entre os 10 mais bem colocados. A região Norte é a única sem representante entre as 10 melhores – Palmas (TO) ocupa o 15º lugar. No Sul, Curitiba é a que detém a melhor posição. Recife (PE) lidera a região Nordeste. Já Brasília (DF) aparece à frente no Centro-Oeste.

“São Paulo lidera essencialmente por se destacar em praticamente todos os 11 setores analisados. É a cidade com mais disponibilidade de modais de transporte coletivo de massa e conta com novas leis de Plano Diretor e Uso e Ocupação do Solo. Ainda é nascedouro de muitas pequenas empresas, além de destino de verbas de pesquisas. Por fim, é sede de empresas de tecnologia de todos os portes, atraindo investimentos e negócios”, afirma Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems.

“Mas é importante ressaltar que as cidades brasileiras ainda estão muito longe de suas ‘concorrentes’ pelo mundo. O espaço que nossas cidades têm para avançar em relação a elas mesmas é de 50%. Em relação ao mundo é muito maior”, completa Assumpção.

Mais sobre o ranking

O ranking também classifica as três melhores cidades por porte. Assim como nos parâmetros nacional e regional, São Paulo é a primeira colocada entre as cidades com mais de 500 mil habitantes. Vitória ficou com a melhor posição entre 100 e 500 mil habitantes (quinto lugar do ranking geral). Já Cajamar, no interior paulista, é a cidade melhor classificada com até 100 mil habitantes (36ª posição no ranking geral).
Ainda foram elaborados rankings a partir de cada setor analisado, com destaque para Belo Horizonte, primeiro lugar em Meio Ambiente, Vitória, como primeira colocada em Saúde, Vinhedo (no interior de São Paulo), no topo em Segurança, e a capital paulista, primeira em Mobilidade.

Evento – Connected Smart Cities 2017

O Connected Smart Cities – http://www.connectedsmartcities.com.br/ – de 2017 reunirá, em 21 e 22 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, especialistas das mais diferentes áreas, além de investidores, representantes de governos e empresas, para a difusão de informações e ideias que contribuirão para a melhoria dos municípios.

Nomes como Márcio Aguiar, gerente Enterprise para América Latina NVDIA; Alfredo Sirks, secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas; Cristiano Lopes Saito, diretor de Desenvolvimento de Negócios para Veículos Leves sobre Trilhos; Kim Machlup, sócia MOV Investimentos; Ricardo Simon, gerente geral de Vendas LATAM, TELIT e Flávio Augusto Amary, presidente da SECOVI-SP falarão sobre arquitetura, urbanismo, tecnologia, mobilidade, políticas sociais e exemplos ao redor do planeta.

“Além de conhecer a situação no Brasil em relação às cidades, o evento é oportunidade única de saber como o mundo – empresas e poder público – lida com a conectividade”, diz a diretora executiva da Sator, Paula Faria. “O Connected Smart Cities envolve empresas, entidades e governos com a missão de encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou mega”, finaliza.

Cidades inteligentes

Existem diversos conceitos de cidades inteligentes, desde os mais apoiados em tecnologia até aqueles que estão mais relacionados ao meio ambiente e sustentabilidade. Pensando nisso, a Urban Systems elaborou o ranking Connected Smart Cities, que considera conectividade como a relação entre os 11 setores analisados. Ou seja, o desenvolvimento só é atingido quando os agentes da cidade compreendem a capacidade de conexão entre todos os eixos.

Exemplo disso é o fato de que investimentos em saneamento estão atrelados não apenas aos ganhos ambientais, como aos ganhos em saúde da população, reduzindo os gastos e a necessidade de atendimentos de saúde básica e, consequentemente, impactarão em questões de governança e economia.

Desta forma, o ranking identifica fatores relevantes para o crescimento sustentável dos municípios e aponta as cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento.

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Deloitte study: consumer businesses operate with a false sense of security about cyber risk

Consumer products companies, retailers and restaurant businesses may be operating with a false sense of security, according to a new Deloitte study, “Cyber Risk in Consumer Business.” The study captures input from more than 400 chief information officers, chief information security officers, chief technology officers and other senior executives about cyber risks and response plans affecting customer trust, payments, executive level engagement, human capital and intellectual property.

According to the study, more than three-quarters (76 percent) of consumer business executives report they are highly confident in their ability to respond to a cyber incident, yet many simultaneously face issues that critically impair their ability to do so. Among the findings:

The majority of executives surveyed (82 percent) indicate their organization has not documented and tested cyber response plans involving business stakeholders within the past year.

Less than half (46 percent) say their organization performs war games and threat simulations on a quarterly or semiannual basis.

One quarter (25 percent) report lack of cyber funding.

Roughly 1 in 5 (21 percent) lack clarity on cyber mandates, roles and responsibilities.

“In the study, we found that just 30 to 40 percent of companies currently investing in platforms such as consumer analytics, cloud integration, connected products and mobile payments have mature programs in place to address related risks,” said Barb Renner, vice chairman, Deloitte LLP and U.S. consumer products leader. “Many of these technologies involve a broad set of data types that could expose consumers to much more than stolen credit cards and identity theft. Beyond customer data, the risks can range from protecting food safety in manufacturing and supply chains to intellectual property of new products and formulas. Allowing cyber response planning to lag can undercut the upside of investments in advanced digital technologies. It can become a one step forward, two steps back proposition to pursue advanced technologies without equal attention to cyber threats.”

The Deloitte study also found companies may underestimate the importance of consumer trust. In fact, when thinking about potential cyber incidents, consumer product companies surveyed seem to be primarily concerned with production disruptions (48 percent) and loss of intellectual property (42 percent), while significantly fewer — 16 percent — are concerned with tarnishing brand perceptions related to trust.

Many U.S. consumers already express heightened security concerns, with a startling number going so far as to delete mobile applications and avoid websites, which can threaten a critical engagement touchpoint for consumer businesses. Consider these findings:

In 2016, roughly 80 percent of U.S. consumers felt they have lost control over how their personal information was being used by companies.
Over the past 12 months, 31 percent of U.S. consumers deleted applications on their smartphone and 27 percent avoided specific websites to mitigate their own cyber risk (Deloitte, SSI and JD Power; consumer privacy study presented at Next2017 Conference, May 9-10, 2017).
“News of breaches cannot only threaten sales of a particular product or brand, but can tarnish broader perceptions consumers have toward connected products in general — jeopardizing billions in future sales growth,” added Renner.

“A brand’s reputation impacts consumer trust, but it also dictates brand swagger,” said Chuck Saia, CEO of Deloitte Risk and Financial Advisory. “Brand trust starts at the top and leaders who continually earn the confidence of consumers can walk with that swagger. Taking brand reputation personally and setting the expectation that everyone in the organization does as well can help ensure potential risks to brand trust and reputation are quickly recognized and addressed.”

Another potential risk and reward scenario accompanies the interactions between customers and consumer businesses: connected products. These devices may increase the points of entry, opening the door to cyber breaches that can arise anywhere across the entire connected ecosystem, including consumers and third-party vendors.

Among executives surveyed, 32 percent are not confident their cyber risk management program is effective in maintaining their strategy to develop and market connected products. Their concerns don’t stop there. Changing regulatory requirements are the top concern of 74 percent of those who deploy connected products, followed by intellectual property theft (71 percent) and theft of consumer information (66 percent).

“People are often allured by the promise of connected products while many consumer products manufacturers, recognizing the potential for additional sources of revenue and market share, speed to bring them to market before competitors,” said Sean Peasley, Deloitte & Touche LLP and cyber risk services consumer and industrial products leader. “With less than one-third of companies believing their cyber risk management is effective when it comes to developing connected products, we believe the principle of ‘security by design’ can be an effective strategy. By embedding security considerations further upstream in the development process, connected products can be more resilient to cyber threats enabling them to not only make it to market, but stay on the market, potentially avoiding costly and time-consuming recalls and regulatory delays.”

Deloitte’s research revealed intellectual property as a top data concern among executives surveyed — second only to financial theft. More than 4 in 10 (42 percent) of food and beverage executives surveyed are concerned with cyber-criminals trying to steal proprietary product formulation information such as food recipes and product codes. This rising concern over IP theft is generally mirrored across consumers businesses — where IP theft has largely remained in the shadows of more familiar cybercrimes such as theft of credit cards and other personally identifiable information.

About the Study

The Cyber Risk in Consumer Business study surveyed 402 CIOs, CISOs, CTOs and other senior executives from organizations operating in the consumer products, retail, restaurant, food and beverage, connected products and agribusiness sectors. The survey was conducted in January and February 2017.

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BlackBerry impulsiona o potencial da Empresa das Coisas com uma plataforma de segurança móvel aprimorada

Com estimativas de que haja 20,8 bilhões de dispositivos conectados até 2020, a Internet das Coisas está transformando as nossas vidas; e a Empresa das Coisas, a forma como trabalhamos. Por isso, a BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB) anunciou hoje aprimoramentos de produtividade e segurança à sua plataforma de software empresarial pensada para aproveitar o potencial da Empresa das Coisas.

Como parte do BlackBerry Secure, a plataforma mais segura e completa para conectar pessoas, dispositivos, processos e sistemas, o BlackBerry® Enterprise Mobility Suite oferece controles e políticas de gerenciamento seguros para as principais plataformas (iOS, Android™, Windows® 10, macOS e Samsung Knox™), além de permitir diferentes modelos de propriedade, como uso tanto de dispositivos pessoais como de propriedade da empresa para fins corporativos. A plataforma pode ser implementada na empresa como um serviço em nuvem e agora inclui os seguintes recursos para melhorar a produtividade e segurança:

• Gerenciamento e proteção para aplicativos móveis do Microsoft Office 365: A equipe de TI pode gerenciar e aplicar políticas de proteção a aplicativos móveis do Microsoft Office 365, como o Word®, Excel® e PowerPoint, a partir da plataforma de gerenciamento unificado da BlackBerry.

• Acesso a dados corporativos em laptops não gerenciados: Os usuários do BlackBerry Access agora poderão trabalhar de forma segura com dados corporativos em seus computadores ou laptops pessoais com Windows 10 ou macOS.

• Comentários em linha, @menções e DocuSign: O BlackBerry Workspaces, a solução segura de sincronização e compartilhamento de arquivos empresariais da BlackBerry, recebeu uma atualização para permitir comentários em linha, @menções e avisos. Também foi incluída integração com o DocuSign, acrescentando um fluxo de trabalho essencial para documentos juridicamente vinculativos, como pedidos de empréstimos e transações financeiras.

• Análises sobre o uso de aplicativos: O BlackBerry Analytics agora monitora o número de usuários ativos por dia e por mês, a quantidade de minutos de atividade por dia, o uso por tipo e versão do sistema operacional, o número de aplicativos acessados por dia e os recursos usados pelos usuários (como chat individual ou em grupo). Essa funcionalidade analítica sobre o uso de aplicativos oferece à equipe de TI e aos desenvolvedores as informações essenciais de que precisam para aumentar a produtividade empresarial; por exemplo, modificando o fluxo da experiência do usuário, adaptando os programas de capacitação ou alterando o cronograma de manutenção.

• Gerenciamento de uma maior diversidade de dispositivos vestíveis: A BlackBerry ampliou as funcionalidades de seu software de gerenciamento de terminais para incluir compatibilidade com dispositivos usados pela força de trabalho moderna, como óculos inteligentes. Também é possível gerenciar aplicativos desenvolvidos especificamente para dispositivos vestíveis, como o Ubimax e o Atheer.

“Devido ao aumento explosivo no número de dispositivos e aplicativos para o consumidor, está cada vez mais difícil encontrar o equilíbrio entre a segurança da informação e o cumprimento de alta produtividade e conectividade”, comenta Billy Ho, Vice-presidente Executivo de Software Empresarial da BlackBerry. “O gerenciamento de dispositivos móveis e da mobilidade empresarial simplesmente não são suficiente. Por isso, oferecemos uma plataforma para o gerenciamento unificado de terminais para que as empresas possam gerenciar e garantir a segurança desses dispositivos e de seus aplicativos associados. Ao facilitar sua utilização, estamos eliminando um dos maiores desafios para as equipes de TI; conseguir que os funcionários usem aplicativos corporativos.”

A segurança líder na indústria da BlackBerry é escolhida por organizações governamentais, de defesa, de inteligência e de outros setores com os requisitos de segurança mais rigorosos. Além de contar com mais de 80 certificações de segurança, a BlackBerry foi reconhecida novamente como uma empresa líder pela Gartner em seu relatório “Magic Quadrant for Enterprise Mobility Management Suites” de junho de 2017. Este ano, a empresa reforçou sua execução e visão de excelência, sendo um dos quatro fornecedores de soluções de gerenciamento de mobilidade empresarial a serem reconhecidos como líderes na área. A BlackBerry também recebeu a mais alta pontuação em todos os seis casos de uso apresentados no relatório “Critical Capabilities for High-Security Mobility Management” da Gartner em agosto de 2016.

Para mais informações sobre a plataforma BlackBerry e os principais recursos disponíveis atualmente, acesse www.blackberry.com/enterpriseupdate.

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Fim de desoneração da folha pode desempregar mais de 83 mil pessoas no setor de TI

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As maiores empresas de TI, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), estão empenhadas em mostrar ao Governo Federal e ao legislativo a importância da manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. Na semana passada, aconteceu a audiência pública de nº 216, requerida pelo deputado Sandro Alex (PSD-PR), para discutir na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática os impactos da reoneração para o setor de tecnologia da informação (TI). Outras audiências sobre o tema também foram realizadas no âmbito da Comissão Mista e da Comissão de Finanças e Tributação.

As associações e empresas do setor estão alertando as autoridades de que o fim da desoneração pode gerar uma série de demissões – 83 mil profissionais de TI nos próximos três anos, segundo estudo da Brasscom, o que representa quase 15% do total da força de trabalho atual. Os reflexos da desoneração não impactam apenas o setor, mas também o governo, já que existe uma previsão de queda de 2% ao ano na arrecadação federal com o segmento, somando-se as receitas agregadas decorrentes do IRPF, FGTS e INSS, além de um aumento nos gastos, uma vez que o governo é o segundo maior contratante de TI, atrás apenas do setor financeiro.

A Medida Provisória 774 determina o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Embora o governo entenda que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia, a Brasscom realizou um estudo que destaca que foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, entre 2010 e 2015, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

De acordo com as empresas, a política de desoneração permitiu que muitos trabalhadores contratados como pessoas jurídicas fossem formalizados com carteira assinada. Para Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o governo”.

A revisão da política de desonerações, no entanto, não é consenso no governo e no Legislativo. Alguns argumentam que o Brasil vai fechar uma janela de oportunidades se não apoiar fortemente o setor de Tecnologia da Informação. De acordo com o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Maximiliano Martinhão, 65% das crianças de hoje exercerão, no futuro, profissões que não existem agora e que estarão ligadas ao desenvolvimento do setor.

Os parlamentares presentes na última audiência pública foram unânimes em criticar a Medida Provisória. O deputado Sandro Alex (PSD-PR), autor do requerimento junto à CCTCI, tem negociado o assunto com o relator da MP, senador Airton Sandoval (PMDB-SP). O parecer do relator deve ser apresentado em reunião agendada para hoje às 15h45.

“O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no País, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Segundo os executivos das empresas de TI, a política de desoneração não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas é que a alíquota seja mantida em 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e obrigatória para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalho.

“Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia”, enfatiza Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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As melhores práticas: como concorrentes podem ser parceiros estratégicos em tempos de crise – Por Agustín Durán

Em meio à instabilidade econômica e crescente inserção de tecnologias em suas atividades, as empresas brasileiras precisam ser ágeis e criativas a fim de manterem a competitividade. Por vezes, as muitas demandas rotineiras e processos internos fazem com que as equipes e gestores fiquem imersos no próprio negócio, deixando em segundo plano o acompanhamento das práticas de outros players de mercado.

O benchmarking, que avalia as companhias de acordo com sua concorrência, é um método que permite enxergar pontos de melhoria e pequenos ajustes que podem ser significativos nos resultados da empresa. Setores em ascensão, como o de seguradoras, que cresceu 13,9% no primeiro trimestre de 2017, segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), apostam na promoção de encontros entre concorrentes para trocar experiências e insights do mercado em que atuam.

No último dia 16 de maio, nós da Nimbi, em parceria com Marcelo Rivas, profissional de suprimentos de uma grande seguradora brasileira, reunirmos organizações líderes do setor de seguros na nossa sede, em São Paulo., O objetivo foi discutir com esses executivos os desafios e as oportunidades em seus departamentos de suprimentos. A interação, que é inevitável ao unir profissionais do mesmo ramo, culmina na transferência de conhecimento e no cruzamento de demandas em comum, revelando que as grandes organizações compartilham dificuldades similares.

Otimizando as negociações

A eficiência da área de compras é essencial para uma atuação estratégica que traga sustentabilidade econômica às companhias. E o momento da negociação de contratos entre fornecedores é crucial para garantir o saving, indicador que mede a economia feita a partir do custo orçado na empresa.

Ao identificar fornecedores iguais para itens semelhantes, como materiais de escritório e limpeza, que são comuns entre os players, é possível fazer um pedido único e de grande volume, ganhando poder de barganha na negociação. Além disso, pode-se também otimizar a entrega dos suprimentos, uma vez que a distribuição passa a ser feita para diferentes empresas com unidades na mesma região, diminuindo o cálculo do frete.

Aprendizado cultural

Outro desafio compartilhado é a mudança cultural entre os colaboradores no que diz respeito ao relacionamento com a área de supply chain. A centralização das compras é uma consequência das companhias que estruturam e organizam os departamentos de suprimentos. Porém, a adaptação pode ser difícil para equipes que costumavam internalizar esse processo em suas áreas.

De forma centralizada, a atividade passa por mais etapas e análises, que alongam sua conclusão, como a homologação de contratos, que pode demorar até 120 dias devido aos critérios e avaliações. Por outro lado, essa exigência traz maior transparência e possibilita a redução de custos à atividade. Além disso, outro desafio é educar as equipes a fazer pedidos de maneira eficiente e adequada, sinalizando corretamente suas necessidades e especificações técnicas que irão embasar a procura pelos melhores fornecedores.

O aprimoramento dentro de uma empresa deve ser contínuo, pois a busca por processos mais eficientes e melhores práticas independem do momento da organização ou do mercado. Uma forma de avaliar sua colocação e atividades é estar atento às companhias com a mesma atuação, afinal os problemas e desafios tendem a ser os mesmos, o que muda são as atitudes tomadas para solucioná-los. Se uma reunião de concorrentes que concordam em falar abertamente de seus problemas processuais pode gerar um estranhamento inicial, as conclusões e recursos encontrados com certeza deixam uma impressão positiva nos participantes.

É preciso ter maturidade e acreditar na transparência para encontrar soluções de forma colaborativa, podendo assim beneficiar mais que uma cadeia isolada, mas todo nicho de mercado.

Agustín Durán é sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos e possui mais de 17 anos de experiência no setor de Supply Chain.

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CIPHER alerta possível nova onda de ataques cibernéticos

Mais de um mês após ao ataque global de ransomware denominado WannaCry, que atingiu mais de 70 países, uma nova onda de malware que se autopropaga pode estar por vir devido à duas novas vulnerabilidades: uma no RDP (serviço de desktop remoto) do Windows e outra falha que atinge máquinas Linux com o serviço SAMBA. O alerta é do Laboratório de Inteligência da CIPHER, empresa global especializada em serviços de cibersegurança.

A vulnerabilidade analisada pela CIPHER afeta máquinas Windows XP e Windows 2003 server, ambos não suportados pela Microsoft, este exploit chamado de EsteemAudit também foi publicado pelo grupo Shadow Brokers, responsável pela divulgação da falha EternalBlue que deu origem ao WannaCry. Cerca de 7% dos computadores pessoais ainda utilizam a versão XP do Windows e estimativas dão conta que 600 mil servidores web ainda estão rodando a versão Server 2003. A Microsoft divulgou atualização para essa falha.

Já o SAMBA é um serviço do Linux utilizado para compartilhamento de arquivos e compatibilidade com sistemas operacionais Windows, permitindo a troca de arquivos e sessões de comunicação entre os dois sistemas operacionais. A falha também permite a execução de código remoto em dispositivos Linux e a criação de um “wormable malware”, ou seja, um software malicioso que pode infectar outros dispositivos conectados em rede automaticamente.

De acordo com o especialista em cibersegurança da CIPHER, Fernando Amatte, é necessário ter cuidado ao conectar um dispositivo à internet. “Valide as regras dos dispositivos que estão expostos e, caso seja necessário o uso do RPD, ele deve ser feito via uma conexão VPN”, alerta.

O grande risco nesse caso está em equipamentos do tipo NAS (Network Attached Storage), que são discos rígidos externos com capacidade de conexão em rede utilizados para armazenar fotos, vídeos e arquivos pessoais. Esses dispositivos utilizam, via de regra, Linux e não possuem processo de atualização automatizada.

“Por enquanto notamos, entre os nossos clientes, que os casos relacionados a possíveis problemas são isolados, mas se não formos cautelosos, uma nova gama de ataques pode acontecer. A recomendação é alertar aos gestores para tomarem cuidado e procurar atualizações nos sites dos fornecedores, além de buscar um especialista em segurança da informação para saber o nível de risco de exposição em que a empresa se encontra”, finaliza Amatte.

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Linha Samsung Galaxy S8 oferece praticidade no dia a dia com o Dual Sim

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Os recém-lançados Galaxy S8 e S8+ chegaram ao mercado para aliar tecnologia e praticidade. Entre as funcionalidades que se destacam está a possibilidade de inserir até dois chips de operadoras (SIM CARDs) que funcionam de forma independente, dentro do mesmo smartphone.

A opção de ter o Galaxy S8 ou S8+ com dual chip é importante para os usuários que trabalham com deslocamentos para diferentes cidades em diversos estados e precisam realizar ligações usando outros DDDs e operadoras de telefonia. Com dois chips em um único aparelho o usuário pode trocar de operadora a qualquer momento, minimizar os custos com chamadas a distância e fazer uso das tarifas promocionais disponíveis no mercado. Outra praticidade é poder conciliar a vida profissional e pessoal em um único smartphone e evitar que tenha que transitar com dois celulares, um da empresa e outro particular.
Com o uso da Pasta Segura, o usuário pode configurar dois aplicativos de mensagens instantâneas – um para cada linha – que vão funcionar simultaneamente.

“Os Galaxy S8 e Galaxy S8+ foram criados para proporcionar comodidade e praticidade com o que há de mais avançado no mercado de smartphones. Os nossos produtos permitem que os consumidores ampliem os limites para o consumo de conteúdo e interatividade”, afirma Renato Citrini, Gerente Sênior de produtos da área de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Os Galaxy S8 e S8+ fabricados no Brasil, possuem entrada híbrida, ou seja, podem receber um cartão microSD para expandir o armazenamento com mais 256GB de memória. Essa opção é uma alternativa para que o usuário escolha o que mais precisa: duas linhas no mesmo aparelho ou mais espaço de memória.

Os Galaxy S8 e Galaxy S8+, com telas de 5,8 polegadas e 6,2 polegadas*, respectivamente, apresentam um novo design em smartphones, quebrando barreiras para proporcionar experiências intuitivas e ainda mais conectadas. Um dos destaques é o Display Infinito, que ocupa quase toda a frente dos dispositivos, eliminando as bordas e permitindo imersão total com imagens em altíssima resolução.

O Galaxy S8 e Galaxy S8+ está disponível em três cores: ametista, preto e prata, com preços sugeridos de R$ 3.999,00 para o Galaxy S8 e R$ 4.399,00 para o Galaxy S8+.

Clique nos links abaixo para saber mais informações sobre os produtos: Galaxy S8 e S8+

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Livro ajuda pessoas a aplicar conceito de marketing pessoal para obter sucesso profissional

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Os últimos acontecimentos na política e na economia têm como principais indicadores de impacto a situação de empresas e trabalhadores. Muitas das corporações que não fecharam tiveram de reconfigurar equipes e repensar operações. Por outro lado, tanto os profissionais que conseguiram manter suas posições quanto os que passaram a engrossar as estatísticas de desemprego sabem que a saída é identificar necessidades, transformá-las em oportunidade e oferecer algo diferente do que o mercado está acostumado. O ponto comum? O marketing.

Em tempos de crise, utilizar a estratégia de marketing pessoal para a promoção do sucesso e da imagem tem se tornado cada vez mais comum para buscar novas oportunidades e mudar a forma como as outras pessoas olham para quem a utiliza.

Acerca desse assunto, existe um grande número de obras que tratam do tema, entretanto, remetem primordialmente à ideia de etiqueta. Na 4.ª edição do livro “Marketing Pessoal no contexto pós-moderno”, lançado pela Trevisan Editora, o autor, especialista no assunto, Claudio Rizzo, traz uma obra voltado ao aspecto motivacional em particular e apresenta um quadro com as pressões que o ser humano se submete em eventos característicos da nossa sociedade capitalista e consumista.

O autor expõe o verdadeiro conceito de marketing pessoal através de elementos básicos como forma de se vestir, apresentação e comportamento em entrevistas. “A venda pessoal não pode ser encarada como uma simples e primária autopromoção; trata-se de algo muito mais importante do que apenas contar vantagens sobre competências ou apresen­tar imagens, de certa forma, atraentes”, comenta Claudio Rizzo.

Com linguagem de fácil entendimento, o livro analisa todas as ações e conceitos de marketing, chamando a atenção para a necessidade de se identificar e diferenciar a composição de marketing de produto e marketing pessoal.

Divido em sete capítulos, a obra aborda os fundamentos, conceitos e ambientes do marketing pessoal e traz uma comparação primordial entre produto e a pessoa, auxiliando na comunicação durante a utilização do marketing pessoal, além de tratar do marketing pessoal no ambiente pós-moderno e do profissional do terceiro milênio.

Rizzo mostra a importância de se entender a força de cada elemento para se conseguir uma carreira de sucesso e obter reconhecimento profissional.

Sobre o autor: Administrador de Empresas, mestre em Administração e Marketing pela Universidade Mackenzie e PhD em Administração pela Flórida Christian University (FCU). Atua como Consultor Empresarial especializado em Reestruturação e Recuperação Empresarial, Desenvolvimento Humano e Coaching há mais de 30 anos.

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Tecnologia mineira está entre as mais interessantes do mercado Fintech na Itália

Renato Araújo, da fintech Zetra

Renato Araujo, da fintech Zetra

A SalaryFits acaba de ser escolhida pelo Centro de Pesquisa em Tecnologias, Inovação e Serviços Financeiros (CeTIF) da Universidade Católica de Milano, entre as fintechs mais interessantes da Itália. Startup de tecnologia presente na Europa e na Ásia, a empresa traz ao mercado internacional o sucesso do sistema eConsig no Brasil, plataforma de inclusão financeira e sustentabilidade para a economia global desenvolvida pela Zetra em Minas Gerais. A SalaryFits já tem atuação em seis países distintos (Reino Unido, Portugal, Itália, México, Espanha e Índia).

O estudo global patrocinado pela IBM Itália, conhecido como Outlook Fintech, analisou mais de 100 empresas fintechs em atividade no mercado italiano, distribuídas em quatro segmentos: Payment, Blockchain & DLT; Marketplace e Finergic; IoT & Connected Device; e Personal Finance, Trading e Credit.

A SalaryFits foi selecionada como a fintech mais interessante para o Crédito Pessoal. O anúncio foi feito durante a Fintech Bootcamp, em Milão, evento que reuniu as principais empresas startups do país.

“Esse prêmio nos dará muita visibilidade, num mercado que já conhece o crédito consignado, mas que carece de inovação e novas tecnologias. Trata-se, portanto, de um ambiente perfeito para atuarmos e mostrarmos o sistema eConsig, que possibilita o acesso a taxas de juros bem abaixo da média, devido a sua função de interligar o banco com a folha de pagamentos do funcionário, com toda a segurança e facilidade, sem burocracias”, afirma Moacir Giansante, Country Manager da SalaryFits na Itália.

Sobre a SalaryFits – Com sede em Londres na “Level 39” – maior aceleradora de empresas de tecnologia da Europa – a SalaryFits chega ao mercado internacional amparada pelo sucesso do sistema eConsig no Brasil. Criada em 2002 no Brasil pelo empresário Renato Araujo (foto), a plataforma para o gerenciamento de margem consignável da fintech Zetra instituiu um novo paradigma na relação entre bancos e os clientes desta modalidade de crédito, como órgãos públicos e empresas privadas. Na prática, o funcionário de empresa ou órgão público – associada ao eConsig – usa esta ferramenta e passa a ter à sua disposição as ofertas oferecidas por bancos parceiros.

Zetra, parceira estratégica – Líder no segmento de gestão de benefícios consignados com a ferramenta eConsig, a Zetra soma mais de 250 clientes entre empresas privadas e órgãos públicos, relacionados aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A empresa administrou em 2016 um estoque de R$ 60 bilhões em consignados, referentes a contratos de 2,5 milhões de servidores públicos e de mais de 100 mil funcionários do setor privado. A Zetra possui as certificações internacionais ISO 27001, que garantem a segurança da informação, e a ISO 9001, de gestão da qualidade.

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Preços do e-commerce registram maior deflação desde agosto de 2013, aponta Índice FIPE Buscapé

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Os preços do comércio eletrônico registraram deflação de 4,48% em maio, na comparação com o mesmo período de 2016, aponta o Índice FIPE Buscapé. Trata-se da maior queda registrada desde agosto de 2013 (-4,24%). Em relação a abril de 2017, os preços registraram queda de 1,16%.

A queda foi impulsionada, principalmente, pela categoria Telefonia, cujos preços recuaram 15,58% em maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. “Além das promoções do Dia das Mães, uma das datas mais importantes do calendário do varejo, também contribuíram para essa queda expressiva nos preços a queda acentuada nos preços gerais, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o dólar sob controle”, afirma o CEO do Buscapé, Sandoval Martins.

No mês passado, cinco dos dez grupos monitorados pelo índice, que totalizam 148 categorias de produtos, registraram deflação na comparação ante o mesmo período do ano anterior. São eles: telefonia (-15,58%), fotografia (-6,22%), eletrônicos (-4,13%), moda e acessórios (-3,34%) e informática (-3,20%). No sentido oposto, registraram inflação os produtos de cosméticos e perfumaria (1,83%), brinquedos e games (1,65%) e casa e decoração (1,14%).

Por conta de sua composição e características, a cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que propendem à desvalorização com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.

Preços gerais

A inflação dos preços gerais, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 3,60% nos últimos 12 meses terminados em maio, o que mostra que os preços do comércio eletrônico tiveram variação de -7,8% em relação aos preços gerais da economia.

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Colaboração e Blockchain no Metrô – Por Marcus Granadeiro

Os primeiros estudos da aplicação de internet e colaboração em obras do Metrô começaram com a discussão sobre quantos impulsos os modems discados de 14 kbps consumiam, pensando em fotos e não filmagens, e utilizando o navegador Netscape, época que remonta o começo dos anos 2000.

Todo este estudo e aprendizado, feito de uma maneira aberta e participativa com os fornecedores, levou a uma utilização muito intensa e pioneira na construção da estação Chácara Klabin e toda a sequência da Linha 2-Verde, bem como a utilização pelo Consórcio Via Amarela na Linha 4-Amarela.

A onda da colaboração e da internet como ferramenta de apoio ao processo de engenharia entrou de forma natural dentro do ecossistema metroviário: projetistas, gerenciadoras, empreiteiras, Metrô e até mesmo os fornecedores aprenderam e desenvolveram aportando conhecimento, descobrindo aplicações, errando e evoluindo. Dos aspectos práticos, passando pelas questões de planejamento, assim como os pensamentos estratégicos e os detalhes legais, tudo foi sendo revisado e, de certa forma, impactado com a chegada da tecnologia.

Como era de se esperar, a Linha 5-Lilás também utilizou colaboração e, embora muito mais recente que as demais Linhas, também foi pioneira e se destacou, pois utilizou a tecnologia de colaboração de maneira inovadora e distinta das demais. O foco foi na supervisão e gerenciamento da obra, com o desenvolvimento de formulários específicos que foram de registro de não conformidades ao controle de correspondências contratuais, todos associados a fluxos de trabalho (workflow) personalizados. Cada “ocorrência” registrada em um formulário tinha seu processo gerido de forma automática e seu histórico registrado em uma espécie de fórum de discussão, sendo tudo base para relatórios e gráficos apresentados de forma online.

Este tipo de utilização de colaboração pela Linha 5-Lilás será influenciada pela próxima grande onda que acontecerá no mundo da tecnologia, o Blockchain, que é uma espécie de livro razão digital, uma maneira de registrar transações de forma que se garanta a sua integridade. É a tecnologia que foi desenvolvida para dar base ao Bitcoin. O que o mundo percebeu é que esta tecnologia tem um potencial de impacto muito maior do que a razão da sua criação. Ela poderá eliminar o elemento que chancela as transações. O mundo está chamando o Blockchain da rede de confiança ou internet de rede de informações.

Diários de obra, medições, contratos, comunicados, inspeções e qualquer outro tipo de registro e transação realizada pelas ferramentas de colaboração deixarão de ser registradas em banco de dados tradicionais e passarão a ser registradas em Blockchains, permitindo uma transparência sem perder a privacidade, uma auditoria e inviolabilidade total. Esta será a próxima onda, e será inevitável.

Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Índia é o País com mais buscas feitas em smartphones. Brasil apresenta forte crescimento no mobile

Os indianos estão à frente de outros países do mundo quando o assunto é acessar sites de busca por smartphones. É o que apontou levantamento realizado pelo SEMrush, líder mundial em marketing digital e fornecedor de ferramentas de monitoramento online. Segundo a empresa, 66% das buscas feitas no País são feitas dessa forma, enquanto o Brasil e Estados Unidos aparecem um pouco abaixo, com 55 e 58%, respectivamente. O estudo mostrou também que 54% das buscas por meio de desktops são feitas pelos franceses, que lideram esse ranking. A pesquisa foi feita com dados do Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Espanha, Índia e Austrália.

Quanto aos tablets, a maior porcentagem é apresentada no Reino Unido: 14% dos britânicos usam o gadget para pesquisar online. O segundo lugar foi dividido por Austrália e Alemanha, ambos com 10% das pesquisas. O Brasil ficou no final da lista, com apenas 2% de todas as consultas feitas a partir de tablets, mostrando que o dispositivo ainda é utilizado aqui para outros fins na maioria das vezes.

Sobre tendências, o SEMrush observou que o crescimento mais impressionante da pesquisa por dispositivos móveis é observado na Índia, que aumentou 10,6% nos últimos três anos. O Brasil apresenta resultados semelhantes, crescendo 9,5%. Em média, o tamanho do público móvel aumenta em 5-7% ao ano para todos os países analisados: um pouco mais para os países do Sul da Europa como Espanha e Itália, e um pouco menos para a França, Alemanha e Reino Unido. EUA e Austrália demonstram a porcentagem mais baixa: 4,8% e 5,5%, respectivamente.

“O aumento do tráfego de dispositivos móveis é impressionante. No Brasil mais de 50% de todo o tráfego vem do celular e isso mostra como a Internet mudou em tão pouco tempo”, diz Olga Andrienko, Head de Global Marketing da SEMrush. Do ponto de vista do marketing digital, a executiva ainda afirma que a pesquisa mobile é crucial para o SEO local. “A intenção dos usuários de encontrar lugares próximos é muito maior em dispositivos móveis e sites que ainda não estão seguindo essa tendência terão dificuldade em alcançar os concorrentes mais presentes nos resultados de pesquisa por dispositivos móveis”, finaliza Andrienko.

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Tracksale lança aplicativo para gestão de satisfação de clientes

Com o objetivo de aumentar a agilidade e a praticidade nas análises de relatórios sobre o comportamento do consumidor, a Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, lança um aplicativo para gerir, em tempo real, a satisfação dos clientes e ajudar na visualização de relatórios e resultados.

Disponível paraAndroid e iOS, o aplicativo mostra os dados gerais da empresa, incluindo seu NPS, porcentagem de clientes detratores, neutros e promotores. Além disso, o gestor consegue visualizar a quantidade total de opiniões, disparos, taxa de resposta e comentários.

“Nós acreditamos na eficiência, consistência e agilidade do Net Promoter Score e queremos provar essa questão para os clientes, simplificando a gestão da experiência dos seus consumidores para que eles consigam alcançar suas metas de NPS”, afirma Tomás Duarte, CEO da Tracksale.

Os usuários do app também poderão selecionar um determinado período em que a pesquisa foi realizada e visualizar os resultados de cada uma de suas campanhas. Além disso, os usuários poderão explorar os dados de quem avaliou sua empresa, como e-mail, perfis em redes sociais, telefone, campanha da qual a pessoa faz parte, tipo de canal de coleta, data, hora e o tempo da resposta.

Atualmente, a Tracksale possui mais de cem clientes ativos e realizou o monitoramento de mais de mil marcas que fizeram parte de seu portfólio. A empresa espera faturar R$ 5,5 milhões em 2017 e pretende atingir mais de 100 milhões de consumidores em toda América Latina.

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6 vantagens para as empresas de uso de documentos digitais

Com o ganho de relevância da tecnologia no mercado, os documentos atualmente são cada vez menos físicos e mais acessados por meio de telas de dispositivos diversos. É graças ao uso de documentos digitais que muitas empresas vêm se revolucionando e que a burocracia vem diminuindo em determinados sentidos.

Além disso, o uso de documentos digitais também é benéfico de diferentes pontos de vista para as empresas que adotam essa escolha. Quer conhecer quais são? Então veja a seguir 6 vantagens de usar esses recursos.

1. Otimização de tempo

Para começo de análise, o uso de documentos digitais em uma empresa é capaz de otimizar o tempo gasto em uma série de tarefas. Quanto à emissão, um documento digital normalmente é mais facilmente emitido porque já tem um modelo predefinido, que precisa apenas ser seguido corretamente. Além disso, é mais fácil garantir que o documento “entre” no sistema, já que com o uso de um software de gestão integrada dá para capturar as informações relativas a cada documento.

Imagine, por exemplo, o caso de uma nota fiscal. Tendo um certificado digital, a empresa pode emitir notas fiscais eletrônicas que são transmitidas e aprovadas pela Secretaria de Fazenda. Se o negócio contar com uma solução que faça o gerenciamento dessas notas fiscais, com a operação concluída o negócio já terá as informações necessárias sobre quantas notas fiscais foram emitidas. Isso melhora a contabilidade e diminui o tempo que seria gasto para fazer a entrada manual.

Há também uma redução no tempo necessário para organizar arquivos e para encontrá-los, tornando tudo mais conveniente. Como resultado, a empresa ganha em produtividade em diferentes níveis, pois tanto a emissão de documentos quanto a administração e contabilidade ficam mais simples e eficientes.

2. Menos custos

Tempo é dinheiro em qualquer negócio. Por isso, quando um negócio se torna mais produtivo e com tempo mais otimizado, ele também diminui os custos envolvidos no processo de maneira geral. Outro ponto a ser considerado é que existe mais segurança e facilidade na administração dos documentos digitais, o que colabora intensamente para que o negócio sofra menos com possíveis multas e sanções.

A emissão de documentos físicos, inclusive, também é mais onerosa devido à quantidade de material necessário. É preciso pensar não apenas no gasto de papel, mas nos custos de impressão e de armazenamento físico de uma maneira geral. Com menos imobilização desses ativos e com a equipe sendo mais eficiente, o negócio gasta menos e tem mais lucratividade. Isso garante a disponibilidade de documentos, evitando perda de tempo e de dinheiro.

3. Diminuição de impactos ambientais

A sustentabilidade é um conceito que tem ganhado bastante força no mercado atual. Mais do que nunca, é preciso compreender e controlar o impacto que um negócio possui em todo o ambiente, e os documentos digitais servem exatamente para isso.

A redução ou mesmo eliminação do uso de papel, por exemplo, faz com que o negócio gere menos impactos ambientais, já que reduz o consumo de recursos naturais. A própria economia de espaço colabora para que a empresa não precise buscar locais cada vez maiores para armazenar todos os documentos importantes, por exemplo.

O resultado é que, com o uso dessa solução, o negócio se torna mais ambientalmente responsável, gerando efeitos positivos em longo prazo.

4. Backup inteligente

Imagine uma empresa que guarda todos os seus documentos, como notas fiscais, em um armazém. Agora pense em todas as possibilidades imprevisíveis e incontroláveis que podem acontecer, como desastres naturais, incêndios ou enchentes. Caso qualquer uma das situações aconteça, os documentos podem ser perdidos definitivamente.

Com os documentos digitais isso não acontece, já que é mais fácil fazer o backup. É possível, por exemplo, garantir que o mesmo documento seja enviado para mais de um servidor. Assim, se um deles falhar, o outro garante a disponibilidade dos arquivos. Além disso, é possível programar a frequência de backups, o que garante ainda mais inteligência e conveniência para todo o processo.

5. Segurança de workflow

O workflow dentro de uma empresa é especialmente importante, porque, sem ele, fica mais difícil fazer um controle eficiente de etapas. Assim sendo, o uso de documentos digitais é útil para aumentar essa segurança pelo fato de permitir que as etapas sejam bem definidas e seguidas de maneira mais simples.

Para entender melhor, considere novamente o processo de emissão de nota fiscal. A aquisição de um certificado digital adequado garante que as informações sejam idôneas, o que dá validade jurídica a toda a operação e evita a necessidade de identificação a cada passo.

Em seguida, há a emissão das notas fiscais de maneira adequada, as quais são enviadas para um software de gerenciamento. Nessa etapa, o software monitora automaticamente se as notas fiscais foram aprovadas ou não, facilitando o trabalho da contabilidade na hora de realizar as declarações devidas.

Outro fator que colabora para o workflow é a mobilidade. Estando digitalizados, os documentos podem ser acessados a qualquer momento e de qualquer lugar, o que favorece o cumprimento de funções.

6. Evolução tecnológica de processos

Naturalmente, o uso de documentos digitais tem tudo a ver com a evolução tecnológica de processos. O motivo é simples: para fazer o uso adequado desses documentos, é necessário criar uma estrutura, que passa desde a aquisição de um software e de um certificado digital até o treinamento e mudança da percepção sobre a realização de processos.

Uma vez que a empresa começa a notar os primeiros benefícios de usar recursos digitais, é bastante comum que ela passe a digitalizar e automatizar outras etapas da empresa, o que permite uma evolução tecnológica consistente e abrangente.

O uso de documentos digitais é muito vantajoso para empresas porque aumenta a produtividade, diminui custos e também melhora a segurança como um todo. Além de tudo, é uma forma de facilitar a evolução tecnológica do negócio, de modo a ser possível conseguir resultados cada vez melhores.

Fonte: Valid Certificadora

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Fhinck é escolhida para programa de intercâmbio de startups do Google no Canadá

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A Fhinck, startup que usa inteligência artificial para elevar a produtividade das empresas, foi selecionada pelo Google para um programa de uma semana em Waterloo, próximo a Toronto, no Canadá. Por meio deste programa, que acontecerá de 19 a 23 de junho, o time da Fhinck terá acesso pleno ao ecossistema da região de Toronto e Waterloo.

Os benefícios incluem mentoria intensiva de líderes seniores dos times de marketing, vendas e engenharia do Google, e conexão a investidores, experts em machine learning, pesquisadores em inteligência artificial e grandes empresas por meio do programa de inovação corporativa do Communitech.

O programa Google For Entrepreneurs Exchange 2017 é oferecido em parceria com a Communitech, um centro de inovação que apoia e fomenta uma comunidade de mais de mil empresas a partir de Waterloo. O seu objetivo é conectar os fundadores de todo o mundo a uma rede de hackers, investidores, executivos e CEOs de empresas de tecnologia.

Por meio dele, a Fhinck poderá avaliar como as soluções de machine learning do Google podem ser incorporada ao Push to Optimization, software que identifica todas as oportunidades de otimização operacional em processos de back office. “Será muito bom rever nossos parceiros e novamente compartilhar boas práticas com quem mais entende de bigdata“, afirma Claudio Ferreira, cofundador da Fhinck.

Do Brasil, além da Fhinck, foram escolhidas as startups Nama e Gupy.

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Diminuiu em 24% o investimento global em fintechs em 2017, aponta KPMG

De acordo com a pesquisa “The Pulse of Fintech”, realizada pela KPMG, o investimento global em fintechs recuou nos primeiros três meses deste ano, passando de U$ 4,2 bilhões para U$ 3,2 bilhões. A redução foi de 24% se comparada com o último trimestre de 2016. Nesse cenário, o financiamento de fintechs nos países das Américas teve início lento, com US$ 1,8 bilhão investidos, bem abaixo do ritmo de investimento do ano passado, quando foram registrados U$ 14,9 bilhões em investimentos.

Ainda segundo o levantamento, apesar da redução, o Brasil continua sendo promissor para o crescimento das empresas de tecnologia. “Devido ao alto investimento na cadeia de valor dos serviços financeiros, o país destaca-se em relação aos outros das Américas. O estudo indicou também que as a fintechs vem ganhando mais espaço nos radares dos investidores. Outro fato importante é o valor do investimento, sendo que aqui é bem mais vantajoso para as empresas do que os Estados Unidos, por exemplo”, compara o sócio da KPMG no Brasil, Oliver Cunningham.

O estudo também aponta que o investimento global em regtechs, empresas de tecnologia focadas nas exigências regulatórias e compliance, está em alta com U$ 219 milhões investidos em 26 negociações em todo o mundo. Já as startups voltadas para seguros permaneceram estáveis em relação ao ano anterior, com U$ 243 milhões em 46 transações.

Para ter acesso completo ao estudo, clique no link:
https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/xx/pdf/2017/04/pulse-of-fintech-q1.pdf

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