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BNZ advogados investe no segmento de startups e implementa sistema de moeda digital para serviços jurídicos

De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), entidade que representa e mapeia o setor, o Brasil tem entre 10 e 15 mil startups, números que mostram que segmento está em constante crescimento. De olho nesse movimento, o escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados criou o BNZ For Startups, unidade responsável por desburocratizar o ecossistema e auxiliar as startups em estágio inicial em relação aos serviços jurídicos.

Em parceria com aceleradoras, incubadoras e comandada por Arthur Braga Nascimento, o BNZ for Startups desenvolveu uma moeda própria por meio de um sistema pré-pago. Assim, os empreendedores investem nos serviços jurídicos que melhor atendem suas necessidades e efetuam o pagamento com as moedas BNZs, podendo parcelar o pacote em até 10 vezes, considerando, ainda, que os valores de serviços chegam a ser de 10 a 12 vezes mais acessível quando comparado com os concorrentes.

Segundo Arthur Braga Nascimento, CEO e fundador do BNZ for Startups, existe uma dificuldade de inovação no mercado de advocacia e por meio desse modelo de negócio, além receber orientação com os trâmites jurídicos, os clientes conseguem saber quanto custa cada serviço adquirido, diferente dos escritórios tradicionais. “Tudo é feito com muita transparência e o empreendedor é notificado sempre sobre cada solicitação de serviço e, se estiver de acordo, pode aprovar a liberação do valor. Nosso time é totalmente dedicado em atender os players do ecossistema e estão cientes sobre quais são as necessidades dos empreendedores e as exigências dos investidores,” explica.

Com menos de dois anos de operação e com atuação em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Campinas, o BNZ for Startups tem em seu portfólio mais de 70 startups de diferentes segmentos e espera fechar o ano com 100. A empresa também tem parcerias com mais de 7 aceleradoras, onde dão mentoria jurídica gratuita esporadicamente para que os empreendedores possam esclarecer dúvidas e, futuramente, eventualmente se tornarem clientes BNZ.

“O maior objetivo é sermos o escritório jurídico referência em startups. Nosso foco são as startups em estágio inicial, pois entendemos que elas têm muitas demandas jurídicas e não têm tantos recursos para pagar escritórios de grande porte. Encontramos uma oportunidade de mercado para proporcionar a esse público, serviços que se enquadram dentro de seus budgets. Além de auxiliá-los com as demandas, com essa unidade será possível trabalharmos com pequenos empreendedores que, muito provavelmente, se tornarão grandes players e poderão virar nossos cases de sucesso”, finaliza Arthur Braga.

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Engineering do Brasil lança robô fiscal Alfredo

Todos conhecem a complexidade do sistema tributário brasileiro, dois números resumem bem o cenário: no Brasil as empresas gastam 2600 horas/ano no atendimento de obrigações fiscais, quase 10 vezes mais que o segundo colocado e no ranking geral de complexidade tributária, o Brasil ocupa a posição número 137 entre 178 países pesquisados.

Ainda assim, os atuais Sistemas Fiscais possuem funcionalidades limitadas e muito trabalho é feito por pessoas, através de planilhas eletrônicas. Existem riscos inerentes em relação a inconsistências, cálculos personalizados, manipulação de dados e controle de versões. O processo também não é claro, existem entradas e saídas indefinidas e funções e responsabilidades pouco claras. Em resumo, muito tempo acaba sendo gasto em atividades de pouco valor agregado.

Pensando nesse cenário, nasceu o Alfredo. O robô é baseado em dois conceitos fundamentais: a automatização dos processos fiscais e a inteligência artificial. Por um lado, a automatização dos processos fiscais visa eliminar todas as passagens repetitivas e sem valor agregado. Todo o processo é gerenciado pelo “Alfredo” e todos as passagens manuais, que não necessitam da inteligência humana, são executadas automaticamente. Quando o processo requer a intervenção humana, o próprio “Alfredo” pode iniciar um processo colaborativo, garantindo o fluxo das informações e permitindo a tomada de decisão eficaz.

Por outro lado, a rede neural artificial do “Alfredo” permite uma série de análises dos dados fiscais. Aliado a isso, o “Alfredo” possui capacidades de aprendizado, interpretando e classificando as interações humanas. As regras fiscais são aprendidas pelo “Alfredo”, permitindo a análise preditiva (o que deve acontecer?), análise descritiva (o que aconteceu?) e análise diagnóstica (porque aconteceu?).

A parceria entre Engineering, SAP e Google Cloud permitiu a concepção e prototipação do “Alfredo”. Essa aliança entre a SAP e a Google Cloud inclui a certificação do banco de dados SAP HANA no Google Cloud Platform (GCP), no SAP Cloud Platform (SCP) e nas novas integrações do GSuite. O objetivo é desenvolver e integrar as melhores soluções de nuvem e o aprendizado com as novas tecnologias Google Cloud aos aplicativos corporativos da SAP. Os recursos do Google Cloud oferecem a escalabilidade e a oportunidade de criar novos produtos. Em particular, a integração em âmbito Machine Learning, do SAP Leonardo ML Foundation com o Google Cloud ML services, comenta o diretor de Engenharia de Ofertas Digitais, Patrick Baudon.

A Engineering é parceira da SAP em soluções fiscais há 9 anos, e desde 2014 possui o DP-FISC ON HANA, a primeira solução fiscal integrada ao SAP TDF a entrar em produção. O know-how fiscal da Engineering, comprovado por mais de 60 cases de sucesso, o framework Fiscal da SAP (SAP TDF) e as tecnologias do Google Cloud permitem que o Alfredo seja um verdadeiro parceiro para a Jornada da Transformação Digital em âmbito Fiscal.

“A expertise fiscal da Engineering aliada às tecnologias SAP e Google Cloud, viabiliza a implementação de uma estratégia de tecnologia tributária, que garante melhorar a qualidade dos dados, diminuir custos e liberar recursos através da automação maximizada, tudo isso dentro de um framework que garante a integridade dos dados e o compliance fiscal. O foco está em fazer com que as funções tributárias operem em um nível estratégico para fornecer insights de negócios, sem um aumento significativo de recursos possibilitando assim uma verdadeira disrupção na Área Fiscal.”, afirma o diretor de TaxSolutions da Engineering do Brasil, César Kazakevicius.

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Mundipagg amplia pacote de soluções digitais para aumentar conversão de vendas recorrentes e em dispositivos móveis

A plataforma de pagamentos Mundipagg está ampliando seu pacote de soluções para ajudar a aumentar o volume de vendas de seus clientes no ambiente online, principalmente por meio de dispositivos móveis. A empresa agora passa a oferecer os seguintes serviços: Apple Pay, Credit Card Updater e Zero Dollar Auth, sendo os dois últimos soluções de renovação automática de cartões e validação de cartões sem efetuar cobranças, respectivamente. Desta forma, o processo de compra fica mais simples, direto e transparente para o consumidor.

O crescimento de vendas por mobile tem sido expressivo e acelerado, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e, em 2016, de 21,5%. De acordo com o mais recente relatório E-Commerce Radar, 31% das compras no ambiente online são feitas por meio de dispositivos móveis. Por outro lado, a taxa de conversão do mobile ainda é muito baixa, deixando clara a necessidade de novas soluções digitais para aumentar as vendas.

“A Mundipagg é uma empresa que tem a tecnologia como principal vetor de mudança da experiência de compra. A ideia é disponibilizarmos soluções digitais completas para que o consumidor possa usar o meio de pagamento que lhe convém e, com isso, gerar mais vendas para os lojistas via mobile”, diz João Barcellos, CEO da Mundipagg.

O Apple Pay permite, por exemplo, que os consumidores possam fazer compras rápidas sem a presença do cartão físico, adicionando previamente os dados do cartão de crédito no Iphone ou qualquer dispositivo Mac. Segundo levantamento recente da Apple, sua carteira digital tem potencial para atingir 1,2 milhão de pessoas no país, a tornando bastante atrativa para impulsionar negócios mobile.

No ambiente online, quando a data de validade de um cartão expira, compras recorrentes atreladas a ele são bloqueadas até o consumidor inserir os dados do novo cartão. Isso é muito comum, por exemplo, em e-commerces e aplicativos de assinaturas ou com sistema de compras com um clique. Com o Credit Card Updater, o cartão vencido será substituído automaticamente pelo cartão novo. Além da praticidade para o consumidor, que não precisará atualizar os dados manualmente, a Mundipagg prevê maior conversão de vendas para seus clientes.

Já com o Zero Dollar Auth, a Mundipagg deixará de efetuar a transação de validação de cartão com cobrança. Na forma antiga – ainda utilizada por boa parte do mercado – o consumidor recebia, durante a validação, uma notificação de cobrança simbólica, posteriormente estornada. Esse fluxo, algumas vezes, gerava confusão e insegurança com a compra. Com a nova funcionalidade, a validação é feita sem a necessidade de transacionar nenhum valor, trazendo mais confiança ao processo.

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Diebold Nixdorf anuncia parceria com Mastercard e disponibiliza novas transações digitais no canal de caixas eletrônicos

A Diebold Nixdorf, líder mundial que impulsiona o comércio conectado por meio de soluções de automação financeira e de varejo, anuncia sua parceria com a Mastercard para testar dois serviços que fornecem dinheiro a quem precisa. Chamados de Mastercard Cash Pick-UpTM e Cardless ATM, distribuído por Mastercard; as soluções se alinham diretamente com os objetivos da DN de melhorar a experiência do consumidor com caixas eletrônicos, independentemente de terem uma conta bancária; conectando os mundos físico e digital das transações em dinheiro por meio da integração móvel. Ambas soluções são globais e chegarão em breve ao Brasil.

Com o Mastercard Cash Pick-UpTM os bancos terão a possibilidade de disponibilizar dinheiro de forma rápida, segura e fácil para qualquer consumidor autenticado – correntista ou não – por meio de caixas eletrônicos habilitados, sem uso de cartão.

De acordo com Elias Rogério da Silva, presidente da DN Brasil, essa é a oportunidade que traz grandes benefícios para o usuário. “Essa tecnologia permite o acesso da população não bancarizada a serviços de transações financeiras, aumentando a conveniência para usuários de diferentes perfis. Além disso, a parceria permite que instituições financeiras aumentem suas receitas, por meio de novos volumes de transações”, explica.

Já a solução Cardless ATM permite que correntistas saquem dinheiro do caixa eletrônico mais próximo usando a conveniência do aplicativo bancário. Uma vez que os consumidores estão no caixa eletrônico, eles podem passar rapidamente pelo processo de autenticação para receber seu dinheiro. Como grande parte da transação é realizada no app e na nuvem, as informações sensíveis nunca são expostas. Por isso, a solução torna as transações seguras, convenientes e transparentes para os consumidores.

“Como uma empresa de tecnologia, estamos sempre considerando o que o futuro pode trazer e hoje temos uma grande oportunidade com a Diebold Nixdorf para definir a próxima onda de produtos digitais para o canal ATM”, disse Daniel Goodman, vice-presidente sênior e gestão de Produto ATM na Mastercard. “Ao reunir a rede Mastercard e a grande escala global da Diebold Nixdorf, podemos ajudar a levar a indústria de ATMs adiante na direção de um padrão globalmente escalonável para impulsionar a inovação digital no canal ATM”.

A tecnologia móvel continua tendo um impacto significativo na indústria global de ATMs. Ao usar a conveniência das transações digitais para acessar e depositar dinheiro, os consumidores podem facilmente sacar ou enviar dinheiro para outras pessoas quando eles mais precisam e os bancos podem solidificar suas relações com o consumidor.

“Esta parceria com a Mastercard é outra maneira de continuarmos unindo, com segurança, os mundos físico e digital do dinheiro, inovando a experiência de caixa eletrônico para os consumidores por meio do nosso pacote Vynamic™ de soluções de software”, disse Alan Kerr, vice-presidente sênior de Software da DN. “Muitos de nossos clientes estão buscando reter consumidores e impulsionar transações flexíveis para seus canais de autoatendimento. Essa parceria com a MasterCard beneficia essas duas áreas”.

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Agibank PayCar transforma a placa do carro em uma conta bancária e revoluciona a forma de pagar por serviços

O Agibank, banco 100% digital, está lançando o Agibank PayCar – funcionalidade que oferece uma nova experiência em transações financeiras para seus clientes. A solução de pagamento para postos de gasolina, pedágios e estacionamentos conveniados ao Agibank utiliza a leitura da placa do automóvel antes da confirmação da operação – que pode ser realizada tanto por uma notificação de push no celular do cliente, quanto pelo reconhecimento facial, sem necessidade de sair do carro. A tecnologia já foi validada em testes piloto pelos laboratórios do Agibank, e está pronta para ir às ruas.

“Por meio de uma solução de IoT (Internet of Things) conectamos a placa do carro dos nossos usuários às suas contas digitais, utilizando a tecnologia de OCR (Optical Character Recognition). O cadastro da conta digital combinado ao segundo fator de autenticação – pelo app ou pelo reconhecimento facial – garante total segurança aos nossos clientes”, explica Marciano Testa, Fundador e CEO do Agibank.

O Agibank PayCar está integrado ao aplicativo do banco, o que permite o débito em conta do cliente e crédito na conta do posto parceiro de forma rápida e transparente. “A solução utiliza IoT nos estabelecimentos auditados por geolocalização e demais camadas de controles de segurança.As tecnologias de reconhecimento de imagens através de OCR operam em conjunto com Machine Learning, sendo ambos os serviços em nuvem”, detalha o CIO do Agibank, Fernando Castro. “No futuro, qualquer eletrodoméstico poderá ter sua conta própria no Agibank, enquanto o cliente apenas aprova as transações de maneira rápida e simples”, projeta Castro.

100% Digital e crédito imediato

O Agibank é um banco 100% digital fundado e liderado por Marciano Testa. Seu propósito é fazer o dia a dia das pessoas melhor, proporcionando a inclusão financeira para milhões de pessoas que não se sentem representadas pelo modelo bancário atual. Primeira e única instituição financeira do mundo a transformar o número do celular no número da conta corrente do cliente, permite que qualquer pessoa com um smartphone se torne correntista Agibank – uma inovação que facilita a usabilidade e conectividade com milhões de pessoas para pagamentos P2P. A possibilidade de enviar dinheiro com a facilidade de se enviar uma mensagem fez com que fosse considerado o “WhatsApp dos bancos”.

Único banco em que o cliente recebe uma oferta de crédito online já na abertura da conta, o Agibank mostra sede por desafiar o estabelecido e construir o que é visto como impossível. Com seu mindset jovem e cultura de startup, desenvolveu o próprio método de transformação digital, o ASA – Agile Scale Agibank – e utiliza o mais moderno conceito de arquitetura de tecnologia omnichannel and open API, que possibilita escalabilidade com baixos custos de infraestrutura. Além disso, a plataforma permite que o cliente acesse os serviços de maneira completa por diversos pontos de contato – aplicativo, terminais de autoatendimento, internet banking e pontos de experiência.

O aplicativo de conta corrente está disponível gratuitamente no sistema Google Android e Apple iOS. Não há a cobrança da taxa de manutenção de conta, tão comum nos bancos tradicionais. Além da sua plataforma digital, o Agibank tem presença em todo o país. Sua estratégia de atuação é omnichannel, com 575 pontos físicos de atendimento em mais de 440 municípios, em todos estados da Federação. Reportando um lucro líquido de R$ 110 milhões no primeiro semestre de 2018, o banco oferece operações de crédito, serviços de conta corrente, cartões, investimentos, consórcios, seguros e meios de pagamento para mais de 1 milhão de clientes.

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Real Trends renova imagem e tem forte crescimento

A Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre, se renova melhorando sua imagem e plataforma. A companhia anunciou que, nesta data, conta com mais de 8000 clientes e que no decorrer de 2018 obteve um crescimento de 200%.

A premissa que a startup apoia é “facilitar a vida dos vendedores” por meio de uma solução all-in-one que oferece todas as ferramentas necessárias para vender profissionalmente e diferenciar-se da concorrência.

“Um dos principais objetivos da Real Trends implica em melhorar a experiência de nossos usuários e oferecer todas as ferramentas e funcionalidade para que possam vender mais e melhor; e neste sentido, trabalhamos na melhora de nossa plataforma e do nosso site”, destacou Javier Goilenberg – CEO e Cofundador da Real Trends.

Por sua vez, Patrício Molina, CTO e co-fundador da empresa acrescentou: “As tecnologias e formas de navegação evoluíram muito desde que lançamos a primeira versão da Real Trends, há mais de quatro anos, então também precisávamos atualizar e melhorar”.

Desta forma, a Real Trends continua a evoluir para que seus clientes possam vender mais oferecendo excelentes serviços, otimizando sua gestão diária e aproveitando as oportunidades de mercado em tempo real.

Real Trends na Mercado Livre Experience

A Real Trends participou da Mercado Livre Experience 2018 em São Paulo. Nesta terceira edição, o evento reforçou o seu compromisso com o mercado de tecnologia e e-commerce, contribuindo para que desenvolvedores e vendedores se conheçam e gerem oportunidades. Com esse intuito, milhares de pessoas passaram pelo estande da empresa.
¨É muito importante pra gente conhecer os rostos, tirar as dúvidas e interagir ao vivo com nossos clientes, parceiros e o público em geral. Eventos como esses são muito importantes para confraternizar e profissionalizar o trabalho por meio das palestras e workshops que acontecem no evento¨, salientou Goilenberg na hora de analisar o acontecido em São Paulo no primeiro fim de semana de setembro.

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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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Cyberstalking: da curiosidade ao crime

Por Gustavo Alves Parente Barbosa

No último dia 4 de setembro, foi divulgada a notícia de que a atriz Thaís Melchior desativou seus perfis nas redes sociais após receber ameaças e xingamentos de fãs da novela que participará. Thaís não foi a primeira celebridade a se assustar com o assédio vindo da internet. Em caso muito mais emblemático, um fã da apresentadora Ana Hickmann, não satisfeito em monitorar e perseguir sua vida nas redes sociais, invadiu seu quarto de hotel e atirou contra ela, acertando sua assessora. O desfecho da tragédia se deu com a morte do fã obsessivo pelo cunhado da apresentadora.

Embora pessoas públicas sejam alvos mais frequentes de mensagens de ódio e assédios pela internet, podendo chegar a situações extremas como a de Ana, infelizmente, casos como esses não são exclusividade dos famosos.

A evolução da tecnologia e o acesso à internet disseminado e na palma de nossas mãos são fatores preponderantes para o crescimento exponencial do número de usuários das redes sociais. Embora elas tenham surgido, com representatividade global, no início dos anos 2000 com o Orkut, Myspace e Fotolog, seu alcance ainda era incipiente. O Orkut, por exemplo, chegou a ter “apenas” 66 milhões de usuários, nada comparado à rede social de Mark Zuckenberg. De acordo com o site statista.com, o Facebook supera tranquilamente a casa dos dois bilhões de membros, enquanto que o Whatsapp e o Instagram já bateram a marca de um bilhão.

Mas junto com a popularidade das redes vieram também alguns problemas. É crescente, por exemplo, a prática de ilícitos de diversas naturezas cometidos por meio delas e dos aplicativos digitais. É, também, cada vez maior o número de pessoas que sofrem com o chamado cyberstalking, termo em inglês utilizado para descrever conduta de quem ilegalmente persegue ou assedia virtualmente alguém.

O comportamento perseguidor, de acordo com o Centro Nacional de Vítimas de Crime dos Estados Unidos, é caracterizado por “uma linha de conduta dirigida a alguém específico que leva pessoas razoáveis a sentir medo”. Os números dessa prática, seja virtual ou real, chamam a atenção: são 7.5 milhões de pessoas que sofrem algum tipo de perseguição persistente nos Estados Unidos; 11% são perseguidas por 5 anos ou mais; e 1 em cada 5 vítimas são perseguidas por um estranho.

Esses dados, aliados ao aumento de usuários de redes sociais, só tendem a crescer. Cada vez mais a população mundial expõe suas vidas na internet, permitindo que algumas pessoas se sintam “parte dela” e obtenham informações de diversas naturezas, tais como os locais que frequenta, com quem se relaciona, seus hábitos etc.

Essas informações são importantes para nutrir o assédio persistente do stalker, que pode ocorrer com o envio constante de mensagens, especialmente de ódio, por monitoramento incessante das redes sociais, propagação de notícias difamatórias, tentativa de contato com parentes, amigos ou pessoas do convívio do perseguido, podendo, inclusive, extrapolar o ambiente virtual, se desenvolvendo para perseguições nos locais em que sabidamente a vítima frequenta.

O cyberstalking é definido como crime pelo ordenamento jurídico de diversos países. Na Alemanha, país referência em matéria penal, comete o delito quem “perseguir ilegalmente uma pessoa buscando sua proximidade” ou “tentando estabelecer contato” “por meio de telecomunicação ou outros meios de comunicação ou através de terceiros” (seção 238 do código penal alemão).

No Brasil, porém, ainda não há a figura deste crime específico. Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 236/2012 para reforma do Código Penal, em que a “perseguição obsessiva ou insidiosa”, realizada por quem, “de forma reiterada ou continuada, ameaça à integridade física ou psicológica” da vítima, “restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer outra forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”, é punida com prisão de dois a seis anos. No entanto, o projeto em questão ainda se encontra em fase de discussão.

A atual ausência de tipificação da perseguição virtual e do assédio persistente não significa, contudo, que tais condutas possam ficar impunes. Nos casos menos graves, por exemplo, elas podem ser caracterizadas como perturbação à tranquilidade, prevista no art. 65 da lei de contravenções penais, cuja competência para julgamento é do Juizado Especial Criminal.

Já nos mais graves, em que constatada efetivamente uma ameaça “por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar” à vítima “mal injusto e grave”, o autor poderá responder ao delito previsto pelo artigo 147 do Código Penal.

Em situações ainda mais complexas, esse comportamento pode resultar na prática de lesão corporal, prevista no art. 129 do Código Penal, pois comete este delito não só aquele que atinge a vítima com um soco, por exemplo, mas também quem, de qualquer forma, atente contra a sua integridade física, aí incluída a saúde mental.

Por fim, a lei Maria da Penha (11.340/06) estabelece que a violência doméstica e familiar contra a mulher consiste em qualquer ação fundada no gênero que cause lesão psicológica. Como não há dúvidas de que o stalking pode ser uma forma de violência psíquica contra a mulher, ao agressor é também passível a aplicação das medidas protetivas de urgência previstas nessa lei.

Como se nota, o tema é bastante delicado, mas é importante que quem sofra uma situação de perseguição não permaneça em silêncio e busque informações sobre como evitar que a conduta de seu agressor se perpetue e quais os mecanismos legais para enfrentar o problema. Por outro lado, é preciso distinguir a perseguição obsessiva virtual do acompanhamento, ainda que contundente, nas redes sociais.

Vale lembrar que as mídias sociais possuem ferramentas para que o usuário limite a sua exposição, com avançadas definições de privacidade, o que pode evitar situações indesejadas e comportamentos obsessivos de potenciais cyberstalkers.

Gustavo Alves Parente Barbosa, sócio do escritório Malheiros Filho, Meggiolaro e Prado Advogados, referência em Direito Penal.

Estudo global da Deloitte mostra aumento da preocupação das empresas em relação ao bem-estar dos funcionários no ambiente de trabalho

Em meio a questões como automação, busca por novas habilidades e força de trabalho com dificuldades de adaptação a um mercado cada vez mais exigente, as empresas também enfrentam atualmente a necessidade de reposicionamento, no sentido de compreender seu papel nas sociedades em que estão inseridas. Em seu relatório “Tendências Globais de Capital Humano de 2018 – A ascensão da empresa social”, a Deloitte examina as crescentes expectativas que este cenário traz e o ritmo acelerado com que a tecnologia está moldando as prioridades de capital humano das organizações.

Ao ouvir mais de 11 mil líderes de RH e de negócios, o relatório Global Human Capital Trends deste ano consolida-se como a maior pesquisa do gênero. Nela, os entrevistados apontam para a necessidade de um C-suite (altos executivos) capaz de desenvolver uma abordagem multidisciplinar para lidar com questões complexas – 85% consideram esse fator importante ou muito importante. Porém, apesar do resultado, 73% dizem que seus executivos ainda precisam aprimorar esta colaboração e sinergia entre eles.

Na amostra nacional da pesquisa, com 337 participantes, o levantamento demonstra que 92% dos executivos apontam a atenção com o bem-estar como uma questão importante para suas atividades profissionais no futuro; 57% dos respondentes também acreditam que seu negócio pode gerar um impacto positivo a coletividade.

“Uma empresa social tem a missão de combinar crescimento de receita com o respeito e apoio a todos os seus públicos de interesse. Trata-se de uma organização que tem a responsabilidade de ser exemplar, tanto dentro quanto fora de seu ambiente, servindo como modelo e promovendo um alto grau de colaboração em todos os níveis da organização. O resultado aferido no Brasil, que destaca a preocupação com o bem-estar como principal ponto ressaltado pelos executivos, indica que estamos nos preparando bem para o futuro”, aponta Roberta Yoshida, sócia-líder da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte Brasil.

Ao mesmo tempo em que impulsionam grandes oportunidades, as mudanças tecnológicas também trazem impactos surpreendentes na sociedade. No Brasil, 87% dos executivos do C-Level dizem que a revolução tecnológica trará mais igualdade, estabilidade e a possibilidade de influenciar o futuro – mais até do que o governo.

“As pessoas esperam que os líderes preencham a lacuna existente entre a expectativa gerada por estas transformações e a realidade em que de fato se encontram as empresas. Contudo, nossa pesquisa mostra que estas lideranças ainda têm um longo caminho a percorrer”, acrescenta Yoshida. “Um alto comando dedicado a construir uma empresa mais social será um diferencial para as companhias atraírem talentos certos, impulsionar a fidelidade do cliente e sustentar o crescimento a longo prazo.”

Ainda nos resultados da amostra do Brasil, 40% dos respondentes classificaram a remuneração como um tema muito importante para suas empresas. Contudo, apenas 6% apontaram estar adequadamente prontos para aplicar mudanças em seus programas de recompensas.

“No Brasil, vimos que 72% dos executivos consideram que os planos de carreira em suas empresas não são pautados pela hierarquia organizacional, enquanto apenas 20% afirmam que suas empresas desenvolvem pessoas por meio de experiências de aprendizado e 18% dizem oferecer aos seus empregados a possibilidade de se desenvolverem e traçarem novos caminhos para suas carreiras”, afirma Roberta Yoshida.

Na amostra global, a pesquisa revela que o aumento da transparência e da conscientização política são vetores importantes no papel das empresas como um fator de mudança. As organizações acreditam que cada vez mais devam desenvolver o bem social, tanto para clientes, comunidades e sociedade, quanto para seus profissionais.

Longevidade e automação da força de trabalho

A maior expectativa de vida do trabalhador também levanta questões como a duração da carreira e impactos econômicos advindos de remuneração e seguridade. Mesmo diante das vantagens competitivas que os talentos mais experientes oferecem, 49% dos respondentes de todo o mundo indicam que suas empresas não fizeram nada para ajudar este público a encontrar novas carreiras. Outros 15% dizem que os trabalhadores mais maduros são vistos como um impedimento ao desenvolvimento de talentos, indicando que o amadurecimento da força de trabalho continua a ser um recurso inexplorado de experiência e conhecimento para o benefício corporativo.

Este cenário faz com que a força de trabalho autônoma ganhe relevância dentro das organizações socialmente conscientes. No ano passado, as empresas atentaram-se para como as mudanças induzidas pela automação afetariam os indivíduos. A pesquisa da Deloitte mostra que 4 entre 10 empresas acreditam que a automação terá um grande impacto nos empregos – 61% estão agora redesenhando os trabalhos em torno da Inteligência Artificial (IA) e da robótica. Além disso, 72% dos líderes de RH e de negócios classificaram o tópico IA como importante ou muito importante.

“Hoje, no mercado brasileiro, 48% dos executivos acreditam que a Inteligência Artificial será amplamente utilizada em suas empresas nos próximos 3 a 5 anos, porém ainda é necessário que estes líderes comecem a se preparar para lidar com esta tendência para poderem continuar competitivos no mercado – apenas 33% dos executivos que conversamos sentem-se preparados para lidar com a Inteligência Artificial”, complementa Roberta Yoshida.

Metodologia e amostra

Para a realização da pesquisa, foram ouvidos mais de 11 mil profissionais de diferentes níveis hierárquicos, (337 no Brasil), contemplando organizações de pequeno, médio e grande portes, em 30 países, distribuídos por Oceania, Oriente Médio, África Central, Europa, Américas e Ásia. No Brasil, a pesquisa ouviu representantes de diferentes setores da indústria, entre eles, os de manufatura (18%), bens de consumo (14%), serviços (13%), energia e recursos naturais (11%) e tecnologia (11%). O levantamento de 2018 obteve um número recorde de respostas, confirmando-se como a mais abrangente pesquisa sobre Capital Humano do Brasil com esse perfil.

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BB lança primeira API de crédito do Brasil

O Banco do Brasil avança na estratégia de Open Banking e lança a primeira API (Interface de Programação de Aplicativos) de crédito do Brasil. Ampliando as parcerias de open banking, oferece agora a contratação de crédito consignado (servidor público e INSS) totalmente digital, com a bxblue, startup que oferece comparativo de taxas de crédito consignado para aposentados, pensionistas e funcionários públicos.

“Em um ambiente de forte competição no crédito, não podemos limitar a oferta de consignado apenas a canais tradicionais. Precisamos disponibilizar o produto onde o cliente estiver, de forma segura e 100% digital. Saímos na frente com esta parceria que aumenta a capilaridade digital do BB em soluções de crédito”, afirma Marcos Renato Coltri, diretor de empréstimos, financiamento e crédito imobiliário do BB.

Por meio da integração, os clientes do BB ganharão agilidade na contratação, uma vez que o crédito consignado contratado via bxblue é creditado rapidamente na conta do cliente, que realiza a simulação e contratação do seu empréstimo por meio de um moderno protocolo de segurança que conecta o BB à bxblue.

“A parceria é um grande marco para a bx, mas também um excelente benchmark para o mercado. Da forma que a API foi construída, o usuário do BB, pode entrar e contratar o seu empréstimo na bxblue em menos de três minutos, e receber o dinheiro em instantes, a qualquer hora do dia ou da noite, de qualquer local do Brasil”, ressalta Gustavo Gorenstein, CEO da bxblue.

“As parcerias que firmamos por meio do open banking vêm para complementar a estratégia do Banco em soluções totalmente digitais, para trazer mais facilidade e agilidade para os nossos clientes, no ambiente que ele estiver, seja no aplicativo da agência de viagens ou no site de uma fintech parceira”, afirma Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB.

Open Banking

O Banco do Brasil lançou a sua plataforma de open banking em junho do ano passado, com o Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br). Em agosto, anunciou a primeira operação estruturada do país, numa parceria com a ContaAzul, que oferece uma plataforma de gestão empresarial para micro e pequenas empresas.

O conceito de open banking compreende a criação de novos negócios e ecossistemas digitais, disponibilizados por instituições bancárias, por meio da integração de seus sistemas. Isso permite que outras empresas e desenvolvedores criem novas soluções, aplicativos e serviços que melhoram a interação entre bancos e clientes.

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6 livros que todo profissional de RH deve ler

Por Mariana Dias

Estar antenado e se atualizar em sua área é imprescindível para o profissional que deseja se destacar no mercado. A necessidade de reciclagem está ainda mais latente no campo de Recursos Humanos que, hoje, passa por um processo de transformação, no qual novas tecnologias, processos e estratégias estão inundando a vida dos RHs de forma cada vez mais presente.

Pensando nisso, listo, abaixo, seis livros sobre gestão de pessoas, comportamento humano e negócios para gerar inspiração e impacto no dia-a-dia dos profissionais que atuam e desejam se especializar na área. Confira:

Gestão de Pessoas

The Power of People (Jonathan Ferrar, Sheri Feinzig, Nigel Guenole)

Se você quer começar a usar dados para melhorar os resultados dos recursos humanos da sua empresa, este é um dos principais livros de RH que você precisa ler. Nesta obra, os três grandes especialistas em análise da força de trabalho trazem estudos de caso que vivenciaram e tudo o que aprenderam em anos de trabalho com People Analytics. Você aprenderá por onde começar, como gerar resultado rapidamente, quais são as melhores práticas e como gerar ainda mais valor, trazendo uma mentalidade analítica para todo o RH. The Power of People é inestimável para os executivos de Recursos Humanos que estabelecem ou lideram funções analíticas.

Scrum: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo (Jeff Sutherland)

Você acredita que o seu trabalho e o dos seus colaboradores não são tão produtivos como poderiam ser? Então leia este livro. Scrum é um método prático e incrível que surgiu no meio de tecnologia, mas que pode muito bem ser transposto para qualquer área de uma empresa. Desde o advento do método, já foram registrados ganhos de produtividade de até 1.200%. Aprenda a organizar melhor seus projetos e equipes, e, a melhorar a produtividade dos projetos da sua companhia, tudo o que precisa para levar a metodologia ágil das startups para a sua área de RH.

Comportamento Humano

Criatividade S/A (Ed Catmull)

Sabe qual é a fórmula de sucesso por trás de filmes que adoramos como Toy Story ou Procurando Nemo? O autor desse livro nos mostra isso, através da trajetória da Pixar, empresa que ele fundou junto com Steve Jobs. Ele conta com detalhes como se pode construir uma cultura de criatividade num ambiente corporativo, que nem sempre dá abertura a isso, e, como essa cultura pode ajudar uma empresa a se tornar bem sucedida.

Reinvente sua Empresa (David Heinemeier Hansson)

Já pensou que fazer menos coisas pode impulsionar um crescimento maior para sua empresa? Parece estranho, não é? Mas é isso que os autores deste livro mostram com suas experiências em negócios bem sucedidos. Eles criticam várias ideias tradicionais, criticam os workaholics e pregam a ideia de que você deve produzir poucas coisas muito boas, ao invés de muitas coisas razoáveis.

Negócios

Empresas Feitas para Vencer (James C. Collins)

Nesta obra incrível, Jim Collins se propõe a responder quais são os fatores que fazem empresas boas, medíocres e até as ruins se transformarem em empresas que têm um sucesso duradouro. A partir de uma pesquisa extensa ele nos traz exemplos, muitas vezes contra intuitivos, que podem ser aplicados na cultura de uma companhia desde sua criação para que ela possa atingir a excelência.

A Startup Enxuta (Eric Ries)

Aposto que se você não trabalha em uma startup deve estar pensando que pode pular esta obra, afinal os ensinamentos aqui não valeriam para empresas grandes e bem estabelecidas, não é? Mas é aí que você se engana. “A Startup Enxuta” mostra uma nova forma de abordar problemas e projetos, que pode ser aplicada tanto em empresas de garagem como por profissionais inovadores em empresas grandes, e que traz muito mais agilidade e menos desperdício de esforço.

Com estas dicas tenho certeza que você expandirá os seus conhecimentos, assim como estará mais preparado para enfrentar os desafios do setor e conseguirá absorver os benefícios que a inovação e a tecnologia podem trazer à sua rotina de trabalho.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

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Combatendo silos de rede, agora na nuvem

Por John Maddison, Vice-Presidente Sênior de Produtos e Soluções da Fortinet

Durante a década de 1990, as organizações dedicaram muito tempo e esforço ao desenvolvimento de um modelo de rede com o datacenter no centro e um perímetro bem definido e seguro próximo à borda. Embora inovadora na época, essa abordagem isolava departamentos, linhas de negócios e escritórios regionais – principalmente quando começaram a adotar suas próprias tecnologias de rede e segurança para atender às suas necessidades e exigências específicas. Com isso, os engenheiros de sistemas e os profissionais de segurança que tinham que gerenciar esses hubs de rede desenvolvidos organicamente ficavam funcionalmente sem visibilidade para rastrear dados e recursos ou descobrir e responder a ameaças.

Por fim, as equipes de TI, ao assumir a tarefa de centralizar o gerenciamento e a segurança da rede nos anos 2000, viram que precisavam integrar sistemas incompatíveis, avaliar e dispensar dezenas de fornecedores concorrentes e lidar com equipes locais resistentes a abandonar suas redes desenvolvidas internamente. Ainda pior, a essa altura, muitos desses silos de conteúdo e tecnologia isolados estavam ligados a processos de negócios fundamentais, tornando a transição para um modelo de TI centralizada não apenas demorada e frustrante, mas também muito dispendiosa.

Estamos prestes a fazer tudo isso novamente, agora na nuvem

Com o desafio de abordar essas redes e dados em silos no passado, você imagina que as organizações possuem hoje um plano bem elaborado para a adoção de redes e serviços na nuvem. Mas não é isso que temos visto. A realidade é que qualquer departamento ou pessoa com um cartão de crédito e uma ideia pode comprar seu próprio serviço de nuvem. Com isso, as empresas que analisam sua presença na nuvem geralmente descobrem dezenas ou até centenas de soluções na nuvem não autorizadas e mal protegidas, incluindo coisas tão simples (e potencialmente perigosas) como armazenar dados corporativos ou de clientes em um aplicativo na nuvem e infraestruturas de rede totalmente na nuvem que gerenciam dados e fluxos de trabalho.

Mas não são apenas pessoas e departamentos desonestos que fazem isso. A TI é responsável por boa parte disso. As organizações estão implementando arquiteturas na nuvem complexas, compostas de vários ambientes de nuvem pública e privada. Em vez de seguir um script de integração, essas implementações estão sendo feitas por projeto, com tentativas de abordar questões como segurança – incluindo visibilidade, gerenciamento e orquestração, e controles como correlação de inteligência e resposta a ameaças – após a ocorrência de um fato. Esse é um dos motivos pelos quais os profissionais de segurança relataram aumento de 300% nos ataques a serviços na nuvem em 2017.

Três coisas que você pode fazer

Você não consegue proteger o que não pode ver ou controlar, e isso é exatamente o problema criado por uma rede em silos. Considerando o crescimento e a gravidade dos ataques aos ambientes na nuvem e o possível impacto de qualquer interrupção no seu modelo de negócios digital, é essencial que você fique à frente desse desafio. Aqui estão três coisas que a Fortinet recomenda ao adotar ou expandir sua arquitetura na nuvem:

Desenvolva um plano e obtenha a adesão dos grupos envolvidos. Cada grupo envolvido da sua organização precisa entender os riscos de uma abordagem não estruturada para a adoção de ambiente na nuvem. Todos os aspectos da transformação digital, principalmente a nuvem, precisam fazer parte de um plano integrado ao qual todos devem contribuir, compreender e apoiar. Isso ajudará bastante a evitar que as pessoas ou os departamentos desenvolvam suas próprias soluções de TI inadequadas, conhecidas como Shadow IT, e introduzam riscos novos e desconhecidos.

Crie um ambiente de resposta positiva. Por baixo de cada adição indesejada e desconhecida na nuvem, está uma necessidade de negócio não atendida. Uma das principais razões pelas quais as equipes adotam suas próprias soluções de rede, armazenamento ou aplicativos é que elas sentem que suas necessidades não são compreendidas pelo departamento de TI. Quanto mais rígida for sua abordagem e quanto mais restritiva for sua resposta às solicitações, maior a probabilidade de ter dados e recursos fundamentais armazenados e processados em locais não aprovados. Ouvir e responder às solicitações ajudará muito a eliminar o problema de Shadow IT.

Use e exija padrões abertos. Os dados fluem entre os ecossistemas da rede. Porém, tentar fazer isso conectando e integrando tecnologias isoladas do sistema legado pode sobrecarregar recursos limitados de TI. Os dispositivos de segurança precisam operar usando padrões abertos e sistemas operacionais comuns para rastrear o tráfego de dados e os recursos em diferentes ecossistemas de rede, orquestrar centralmente e gerenciar políticas de segurança, correlacionar informações coletadas de todos os cantos da rede distribuída e coordenar automaticamente uma abordagem unificada com qualquer ameaça detectada em velocidades digitais, desde o núcleo até a nuvem.

Os silos da rede são inimigos da segurança eficaz. Infelizmente, tendo enfrentado esse problema há quase duas décadas, estamos à beira de ter que lutar essa mesma batalha mais uma vez, agora na nuvem. Ironicamente, a raiz do problema é quase idêntica à primeira vez que tivemos que lidar com isso: o desenvolvimento de rede não estruturado e não planejado e o crescimento lento de uma arquitetura acidental de rede e segurança. Só que desta vez, os cibercriminosos possuem ferramentas mais sofisticadas, projetadas para explorar melhor as lacunas que essa abordagem cria e causar mais danos. Ao mesmo tempo, com o crescimento da nova economia digital, mais coisas estão em jogo. Como profissionais de TI, é fundamental estarmos conscientes sobre esse problema antes que ele sobrecarregue nossos recursos e coloque nossos negócios digitais em risco.

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