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Escolha o ponto de partida para a Transformação Digital

Você sabia que suas chances de sobreviver a um ataque cardíaco são maiores em Copenhagen? Isso porque o serviço de emergência na capital dinamarquesa utiliza um agente virtual para ajudar a identificar ocorrências como infartos. Embora humanos sejam capazes de reconhecer um ataque cardíaco em 73% das vezes, dados inicias mostram que agentes virtuais aliados à competência humana são capazes de distinguir situações de mal súbito em 95% dos casos. Para analistas do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, esse é um exemplo de como a Inteligência Artificial (IA) pode ser o ponto de partida para uma Transformação Digital que capacita máquinas para entregarem valor para organizações.

“Histórias como essas podem ajudar executivos de TI (CIOs – Chief Information Officers) a mudarem o que pessoas pensam sobre como serão os negócios no futuro”, explica Kristin Moyer, Vice-Presidente e analista do Gartner. “Nossas pesquisas mostram que 66% dos líderes desejam transformar, mas apenas 11% dos executivos estão realmente entregando negócios digitais”. Segundo o Gartner, para determinar se sua organização já está preparada para a transformação digital, pergunte: ‘Estamos mudando a maneira de ganhar dinheiro?’ ou ‘Mudamos a forma como entregamos valor aos nossos clientes?’. Se a resposta for ‘não’, ainda há muito trabalho a fazer.

Muitas organizações estão, no entanto, presas no impasse sobre onde começar seus esforços de mudança rumo ao modelo digital. De acordo com pesquisa do Gartner, cerca de 57% das empresas ainda não encontram um ponto de partida para realizar a Transformação Digital de seus negócios. Essas e outras análises serão apresentadas durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, de 22 a 25 de outubro, em São Paulo.

O Gartner recomenda quatro possibilidades para expandir a jornada de transformação:

Número 1 – Conectado: Estar conectado geralmente não é um aspecto da transformação, mas uma iniciativa de otimização. As organizações buscam reduzir os tempos de entrega, melhorar a utilização de dispositivos ou aumentar a sua produtividade ao implementar tecnologias como Internet das Coisas (IoT) ou plataformas digitais dedicadas. A transformação começa quando organizações aproveitam o aspecto da conexão para lucrar mais por meio de novas maneiras, por exemplo, quando companhias usam dados gerados para criar novos serviços e fontes receita ou tornar dados mais disponíveis e transparentes em toda a cadeia de valor.

Número 2 – Autonomia: Como uma tecnologia autônoma, máquinas podem tornar humanos melhores e humanos podem, por sua vez, melhorar máquinas. “O agente virtual utilizado em Copenhagen para identificar ataques cardíacos é um perfeito exemplo de abordagem autônoma. É baseado em IA e usa análise de discurso em tempo real e Aprendizado de Máquina (ML) avançado para reconhecer chamadas de emergência. Para criar um novo modelo de negócios, fornecedores de tecnologia deveriam disponibilizar dados com patente autônoma para serviços de emergência terem condições de alocarem recursos com mais eficiência no futuro”, diz Moyer.

Número 3 – Empoderamento: O método de empoderamento permite consumidores e o ecossistema de parceiros de negócios criarem valor para eles e suas organizações ao mesmo tempo. Isso pode multiplicar o potencial para criação de valor. São exemplos dispositivos de IoT no setor de saúde, os quais permitem a realização de exames básicos em casa, sem a presença de um médico. “Com um kit de exames, a organização cria uma nova fonte de receita ao mesmo tempo que empodera seus parceiros e os consumidores”, explica Moyer. “Usuários de serviços de saúde não precisam cobrir despesas com médicos para a realização de exames básicos, e pacientes não precisam ir até uma clínica e gastar tempo com o trajeto e com a espera pelo atendimento”.

Número 4 – Programável: Um ponto de partida programável é focado na mudança dos modelos de negócios e de operação. O objetivo é permitir que outras partes criem e entreguem valor nas organizações. Isso pode ser alcançado via Interface de Programação de Aplicações (APIs), tecnologias open source (código aberto) ou por Blockchain. “No setor bancário, por exemplo, algumas instituições tornaram seus serviços acessíveis para todos por meio de APIs. Isso pode permitir novos fluxos de receitas ao mudar para API e vender novos produtos, como identidade digital”, afirma Moyer.

Análises adicionais sobre temas que conduzem a Transformação Digital dos negócios serão apresentadas durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018. Trata-se do mais importante encontro de CIOs e executivos seniores de TI do mundo. Líderes da área confiam em eventos como esses para obter insights sobre como suas organizações podem usar TI para superar desafios de negócios e melhorar a eficiência operacional de suas empresas.

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Cielo lança QR Code Pay

A partir de hoje, milhões de brasileiros que possuem celular com câmera poderão pagar suas compras nas máquinas da Cielo por meio da leitura de um QR Code direto na tela do terminal. Com o QR Code ™ Pay, fazer um pagamento passa a ser tão simples quanto tirar uma foto, tornando fluída e digital a experiência dos lojistas e dos consumidores, preservando o nível de excelência em segurança na transação, marca registrada da companhia.

“O pagamento por meio do QR Code ™ Pay é prático tanto para o varejista quanto para o consumidor. Não será mais preciso levar a carteira para almoçar, ir à academia, ou à balada, basta estar com o celular”, explica Danilo Caffaro, vice-presidente de Produtos, Novos Negócios, Marketing e Inovação da Cielo. “Estudamos profundamente e o potencial dessas transações, que são feitas hoje por meio tradicional, que poderiam ser feitas por meio desta solução, é 10 vezes maior do que as demais soluções”, complementa.

As premissas adotadas para viabilizar esse modelo de pagamento no Brasil foram: a inclusão digital, a escalabilidade e o acesso democrático à solução. A solução é amplamente inclusiva, pois não está limitada ao modelo de celular nem à opção de serviço que o consumidor utiliza. A nova modalidade de pagamento funciona em qualquer celular com câmera. Para se ter uma ideia desse potencial, são 220 milhões de unidades ativas de smartphones no país*.

“No Brasil temos mais smartphones do que pessoas. Por isso, na nossa indústria, muito se discute sobre a utilização de celulares como meio de pagamento e a adoção de novas tecnologias como QR Code, realidade massiva na China, por exemplo”, afirma Caffaro. “Desde o começo pensamos em fazer algo simples para o lojista e acessível para todo o ecossistema. Isso significa que qualquer parceiro que queira usufruir dos benefícios da solução e do seu potencial de escalabilidade pode ter a Cielo como viabilizadora dessa integração, uma vez que a nossa plataforma é aberta”, conclui”.

O QR Code ™ Pay, pagamento com celular por meio do QR Code, estará disponível em todo o parque de máquinas da Cielo até o fim do ano. Em breve, a solução será implantada também nas soluções de e-commerce, Pagamento in-App, TEF, Cielo Mobile, app Cielo, Cielo LIO, entre outros.

A solução agnóstica, desenvolvida com base em API, já nasce apta para uso por clientes do Bradesco e Banco do Brasil, além de parceiros como Agibank, a empresa de benefícios Alelo, o app de pagamentos PicPay e o programa de recompensas Livelo. A solução admite pagamentos feitos com cartões emitidos nas bandeiras Elo, Visa, Mastercard e American Express. Esse ecossistema é responsável por um público potencial de mais de 40 milhões de usuários para a solução.

Livelo

Para a Livelo, que é uma das principais empresas de recompensas do Brasil, a solução traz grande inovação, uma vez que os clientes terão a opção de usar seus pontos em estabelecimentos físicos. “Trabalhamos constantemente para diferenciar a Livelo e gerar valor para nossos clientes e parceiros. Fazemos isso garantindo liberdade de escolha ao dia a dia de nossos mais de 19 milhões de clientes, tanto para juntar como para trocar seus pontos. Com essa parceria junto a Cielo, estamos levando a recompensa com pontos Livelo a um novo patamar, ainda mais democrático, seguro, moderno e inovador”, destaca Marcelino Cruz, diretor de Relacionamento Comercial da Livelo.

Alelo

“Ao adotar o pagamento via QR Code, democratizamos o pagamento pelo celular. Com o Meu Alelo, que já está nas mãos de mais de 5,5 milhões de usuários dos nossos cartões, será possível fazer a compra rapidamente de forma simples e intuitiva. Significa mais uma solução que atende a necessidade dos nossos clientes e está acessível a qualquer modelo de celular que tenha câmera”, diz André Turquetto, diretor de Marketing & Produtos Alelo.

Agibank

“O Agibank é o único banco digital a oferecer uma solução inédita e disruptiva, com imediata abrangência nacional para nossos clientes ativos – que chegaram à marca de 1 milhão neste mês. Essa é apenas uma demonstração do que estamos desenvolvendo no nosso laboratório de inovações. Sempre alinhados ao nosso propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, promovendo a inclusão financeira, podemos garantir que vem muito mais por aí”, Marciano Testa, Founder e CEO Agibank.

PicPay

“O PicPay é a maior carteira digital do Brasil e essa parceria permitirá que nossos mais de 9 milhões de usuários possam contar com novas oportunidades de pagamento e uso do aplicativo. Com uma maior presença nos estabelecimentos, projetamos transacionar R$ 10 bilhões nos próximos doze meses”, aponta o co-founder e CEO do PicPay, Anderson Chamon.

QR Code ™ Pay – Prático e Digital

A tecnologia traz benefícios para o varejo como um todo. Para o consumidor, por exemplo, não será mais necessário ter um cartão de plástico físico ou smartphone habilitado para efetuar uma transação. Basta abrir o app do parceiro ou a carteira digital no telefone, mirar a câmera no QR Code na máquina da Cielo, selecionar o cartão entre os cadastrados que quer pagar e pronto.

Do ponto de vista do lojista, nada muda no fluxo da transação. A Cielo realizará ações de treinamento e sinalização para a adoção da leitura do QR Code em suas máquinas, tornando o ato do pagamento ainda mais fluído. Todo o processo transacional similar a um pagamento usando o cartão físico, porém, ligeiramente mais ágil, sem necessidade de inseri-lo na máquina. Os serviços nos canais digitais de gestão da Cielo, utilizados para controle das vendas por meio da leitura do extrato, por exemplo, não mudam para o lojista.

Segurança – Toda a transação é autenticada. Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha direto no aplicativo do parceiro. “Brevemente, esse será mais um diferencial das nossas soluções de e-commerce, já que um dos grandes problemas do lojista online hoje é o chargeback. Nessa solução, a transação é garantida e o lojista não é onerado”, confirma Caffaro.

App – Para quem não for usuário dos serviços dos parceiros e estiver interessado em utilizar, a Cielo também disponibiliza o aplicativo Cielo ID. Basta instalar o app no celular e cadastrar os cartões de crédito que quiser utilizar. O app Cielo ID está disponível nas lojas de apps Google Play e Apple Store.

* 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

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Tudo como Serviço: 5 vantagens de optar por essa nova forma de consumir tecnologia

Por Silnei Kravaski

É fato que a computação na nuvem vem mudando a forma como consumimos soluções. O que era produto, hoje é consumido como serviço. O termo originado do inglês Everything as a Service (XaaS) tem provocado mudanças substanciais não só nas relações comerciais como tem também quebrado paradigmas e até mudado a cultura das organizações. Segundo pesquisa da Cisco, 95% das empresas já utilizam algum tipo de serviço na nuvem e até 2020, 92% de todo o trabalho realizado pelas empresas será processado na nuvem.

Porém, embora a ideia de substituir os altos investimentos em software, hardware, infraestrutura e até em telefonia pela contratação de serviços baseados na nuvem esteja cada vez mais atraindo empresas de todos os portes e tamanhos, algumas dúvidas ainda permeiam esse caminho. A pergunta principal é: essa mudança na forma de consumirmos TI é só mais uma tendência ou realmente traz vantagens?

Gostaria de elencar alguns pontos que enxergo como fundamentais e que devem ser colocados na balança para se optar pela estratégia Everything as a Service.

#1 Opex ao invés de Capex

Reduzir as despesas de capital ao eliminar a necessidade de criar e manter a infraestrutura de TI talvez seja uma das principais vantagens. Fora que, a possibilidade de se ter acesso a software e produtos tecnológicos por meio de pagamento de assinaturas periódicas e de escolher os mais diferentes tipos de recursos e condições sem precisar de especialistas para resolver os problemas, também elimina uma série de etapas e, o que é mais importante, de despesas.

#2 Adquirir somente o que preciso na hora que preciso

A praticidade e efetividade estão em consumir o serviço de acordo com a necessidade da organização, sem gastos que não sejam necessários. Com a adoção dos serviços na nuvem, o processo de combinar recursos de TI com as necessidades de negócios fica mais fácil e eficiente. Acessar tudo como serviço traz para as equipes de TI, por exemplo, a capacidade de provisionar servidores, armazenamento, memória e largura de banda e de trazer escalabilidade.

#3 Respostas e soluções mais rápidas

A mesma pesquisa da Cisco relata que 62% das empresas que já entraram na onda do tudo como serviço perceberam melhorias na velocidade de resposta com suas infraestruturas gerenciadas dessa forma. A integridade dos dados também é garantida, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme. E com a segurança de que tudo estará disponível quando eu precisar.

#4 Tecnologia sempre em dia

Tudo como serviço é sinônimo de tudo sempre atualizado. Fazer um upgrade sem precisar dedicar um orçamento maior a isso.

# 5 O problema deixa de ser meu

Por último, mas não menos importante, está o fato de acabar com as tarefas rotineiras de monitoramento, manutenção e atualização de recursos de TI. E vamos convir que já que tecnologia não é seu core business, transferir essa responsabilidade para uma equipe de especialistas terceirizados é extremamente vantajoso, não só por eliminar investimentos em mão de obra, mas principalmente por reduzir as dores de cabeça. E, claro, contar com uma empresa especializada, agnóstica e com uma visão 360º vai sempre fazer a diferença.

Silnei Kravaski, Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

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Sidia se consolida como principal centro de desenvolvimento de alta tecnologia do País

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia é um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação, responsável por implementar soluções digitais inovadoras para o mercado local e global. Fundado em 2004 na capital do Amazonas, atua no desenvolvimento de software embarcado para celulares, tablets, novas tecnologias vestíveis (wearables) e smart TVs, plataforma e aplicação para óculos de realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e criação de games de classe mundial.

Em 2012, iniciou-se um processo de transferência tecnológica da Samsung na Coréia do Sul para o Sidia. Nesta época, o Sidia começou com o desenvolvimento de camadas de aplicação e requisitos do mercado da América Latina bem como aplicativos embarcados, com cerca de 100 funcionários. Desde então, o Sidia vem aumentando sua competência e atuando nas camadas da plataforma mais profundas do sistema operacional dos celulares e tablets da Samsung.

Da mesma forma, o Sidia adquiriu competência para o desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade virtual que hoje está embarcada no produto globalmente. Como resultado do sucesso deste projeto, o Sidia tornou-se também parceiro para desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade aumentada, produto ainda em desenvolvimento. Este nível de desenvolvimento e transferência tecnológica é pioneira no Brasil, trazendo para o país um grande diferencial competitivo.

Atualmente, o instituto conta com um time formado por mais de 850 profissionais das mais variadas formações intelectuais, culturais e engajados em inovação, que são treinados e capacitados nas atividades de desenvolvimento de projetos tecnológicos, seguindo padrões internacionais de qualidade. Dessa forma, é possível manter o desenvolvimento tecnológico atual, suportar a evolução do celular e das soluções tecnológicas mais avançadas, como inteligência artificial, internet das coisas, entre outras.

A região do Amazonas possui uma população de 4 milhões de pessoas e conta com quatro universidades principais que, juntas, entregam aproximadamente 309 novos graduados por ano na área de tecnologia. Uma dessas instituições, a UFAM (Universidade Federal do Amazonas) conta com a maior graduação em Informática do Brasil, de acordo com o MEC (Ministério da Cultura e Educação). Esse fator mostra a sinergia do Sidia com a região, que se consolida como um dos polos digitais do país.

Na América Latina, o Sidia é referência no desenvolvimento de software embarcado, em qualidade de software e soluções móveis. Um dos seus principais objetivos é conduzir pesquisa e desenvolvimento tecnológicos com parceiros industriais, governamentais e acadêmicos, fomentando inovações tecnológicas. O Instituto também visa ampliar os conhecimentos e aplicações de avanços tecnológicos, pela efetiva colaboração com entidades de ensino e de pesquisa em projetos.

“Nós produzimos as principais tecnologias presentes em smartphones, Smart TVs, óculos de realidade virtual e games, por exemplo. Boa parte dos produtos que, hoje estão sendo utilizados pelos brasileiros, contam com uma solução desenvolvida pelo Sidia”, afirma Vânia Thaumaturgo, diretora do Sidia.

“Investimos constantemente na capacitação dos profissionais de diferentes áreas, valorizando os estudantes da região, mas também captando talentos de diferentes regiões do Brasil. Dessa forma, a região é beneficiada com a geração de novos empregos diretos e indiretos e com capacitação da mão de obra local”, reforça Vânia.

Inversão de papéis: Agora são as empresas que disputam os melhores profissionais

Por Andrea Tedesco

O crescimento exponencial da tecnologia promove mudanças drásticas em muitas formas de relacionamento, uma delas, na relação empresa x profissional. Em um mundo onde não só consultorias e empresas de software contratam pessoas de tecnologia, agora todos, literalmente, buscam esse perfil para que seus negócios façam parte da chamada transformação digital.

Há muitos anos se fala da carência de profissionais com experiências específicas em TI e, hoje, busca-se aqueles que tenham fit cultural com as corporações em um grande potencial de desenvolvimento. É por isso que empresas como a Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, surgem para oferecer oportunidades para quem deseja uma mudança ou uma nova habilidade dentro dessa necessidade do mercado (ser e pensar digital). É preciso se atualizar para um universo que se transforma em alta velocidade e intensidade muitas vezes não percebidas no momento certo.

Quando os impactos dessa transformação passam a ser uma necessidade importante dentro do mercado, quem não está acompanhando a mudança, sai em busca do “tempo perdido”. Os impactos dessas mudanças causadas pela velocidade exponencial são um dos importantes pilares dessa inversão de papéis.

O processo de transformação digital, também composto pela criação de uma cultura corporativa e a habilidade de saber lidar com as diferentes gerações e grupos sociais atuais são passos importantes e necessários para que as empresas recebam profissionais de tecnologia, normalmente mais conectados com essas transformações e, também, mais exigentes.

Em busca de se tornar verdadeiramente atraentes para esses profissionais, as empresas devem iniciar com uma transformação cultural. Trabalhar dentro de casa é a tarefa mais importante e mais desafiadora antes de modernizar processos para atrair candidatos e clientes. Tudo tem que fazer sentido. O ciclo de experiência do colaborador começa na incrível experiência dentro de casa. Assim, todo esforço realizado para atrair excelentes profissionais não se tornam em vão.

Com essas mudanças, novas formas de recrutamento surgem para ajudar, como o exemplo dos hackathons e eventos de recrutamento, como o recruiting day da Digital House, que oferecem grandes possibilidades aos dois lados. Demonstrar abertura para novas formas de utilização de potenciais talentos para as áreas de tecnologia é uma maneira de sobreviver a uma necessidade gritante do mercado por pessoas qualificadas.

Após “arrumar a casa”, formar uma equipe de Employer Branding é um passo fundamental para concorrer por talentos da área digital. As empresas precisam disputar esses talentos e portanto, trabalhar a sua marca empregadora passa ser um diferencial muito importante. Uma equipe composta por diferentes visões também é importante para compor uma forte marca empregadora. Preparar as pessoas para esse mercado é uma jornada cheia de desafios, mas que a Digital House e toda a sua equipe estão empenhados para oferecer esses potenciais talentos para as empresas que querem fazer parte dessa transformação, e pelo lado dos profissionais, que buscam conhecimento e ferramentas que apoiem o seu desenvolvimento nesse mercado, estão engajados também em reformular seu mindset de gerenciamento de carreira, contribuindo para o sucesso sustentável das suas vidas profissionais. No dias de hoje, pensar e ser digital é vital.

Andrea Tedesco, Mentora de Carreiras da Digital House, hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital.

MicroStrategy desenvolve metodologia para ajudar as empresas a tornarem-se mais inteligentes

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, dando continuidade à sua missão de levar inteligência para toda a organização, desenvolveu uma nova estratégia. Intitulada Intelligent Enterprise, reúne metodologia e tecnologia visando apoiar as empresas em sua jornada rumo à transformação digital. Agrega ainda as principais inovações digitais, como IA, machine learning, IOT, mobilidade, para antecipar oportunidades de negócios e incrementar o processo de tomada de decisão.

“Atualmente, devemos pensar em alcançar a sabedoria e não nos contentarmos somente com o conhecimento. Ou seja, usar todo o conhecimento obtido com a análise de dados e transformá-lo em ações sábias. A tecnologia é o principal apoio para atingirmos este objetivo, mas, sozinha, ela não faz muita coisa. Daí a importância de agregarmos metodologia e processos. Uma empresa inteligente é aquela que faz uso do big data, é orientada a dados e é capaz de antecipar-se a desafios e oportunidades, transformando-os em lucro e crescimento. E as inovações digitais devem ser aplicadas para fazer essas coisas acontecerem “ ressalta Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

Intelligent Enterprise

O conceito de Intelligent Enterprise foi criado pela MicroStrategy para ajudar as empresas a encurtarem os caminhos que devem ser percorridos para que se atinja o status de empresa inteligente. Para apoiar essa iniciativa, foi desenvolvida uma metodologia que ajuda a avaliar, implementar, construir e operacionalizar todo esse processo. Inicialmente, foram identificados 7 estágios que classificam o quão madura a empresa encontra-se no que diz respeito a tornar-se uma empresa inteligente. Eles incluem desde as organizações com implementações fragmentadas de analyitcs, passando pelas empresas com implementações departamentais, até o nível máximo, aquelas corporações que já adquiriram uma visão 360º e ambientes únicos, usando ferramentas como IoT (Internet das Coisas), AI (Inteligência Artificial), Telemetria, Big Data, Voice Bots, Realidade Aumentada e Virtual, etc. O time de consultoria da MicroStrategy realiza esta avaliação, que resulta em um ranking que posiciona como está o projeto do cliente em relação às melhores práticas do mercado. O que traz uma visão clara de como direcionar os investimentos para uma Intelligent Enterprise.

Além disso, foi também criado o mapa da empresa inteligente, que pode ser baixado no site, e que enumera todas as necessidades de tecnologia e estrutura que são demandadas para chegar ao nível máximo de maturidade. “Às vezes o problema é só o dispositivo pelo qual o usuário acessa as informações. Ou então, a empresa está muito preocupada com segurança, que é algo que pode ser resolvido com governança. O importante é começar pequeno e envolver o usuário para que ele saiba o que está acontecendo”, finaliza o executivo.

Associação Brasileira de Bancos abre inscrições para o Prêmio Idei@ABBC

A ABBC – Associação Brasileira dos Bancos abre as inscrições para o Prêmio Idei@ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as fintechs e as mais de 80 instituições financeiras associadas à ABBC com soluções dedicados a otimizar modelos de negócios, reduzir custos, ao mesmo tempo que colaboram para o desenvolvimento de tecnologias para o fomento da inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do País, uma das missões da instituição.

As fintechs podem submeter seus projetos, gratuitamente, em três categorias:

· User Experience: para projetos que ofereçam melhorias na experiência do cliente.

· Competitividade: destinado aos projetos que contemplem soluções inovadoras em meio digital, para acesso a produtos e serviços financeiros.

· Analytics: projetos que otimizem a extração de valor dos dados e resultem em melhor eficiência de venda ou operacional.

As inscrições estão abertas até 1º de outubro, segunda-feira, exclusivamente pelo site http://www.abbc.org.br/ideiabbc/. Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela Comissão Organizadora que, dentre outros critérios, avalia a correspondência do projeto em relação a aplicabilidade, originalidade e adequação às categorias.
Na etapa seguinte acontece a avaliação dos projetos pela Comissão Julgadora composta por representantes do Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Insper, FGV e Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Os três grandes finalistas de cada categoria serão conhecidos no dia 21/11/2018 em um evento no Museu da Casa Brasileira e as nove fintechs finalistas, além da grande visibilidade que a premiação proporcionará, terão a oportunidade de forte aproximação nos pitchs exclusivos para os associados da ABBC, com o objetivo de gerar negócio entre os envolvidos.

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Esqueça os Millenials. A geração Z já está no mercado de trabalho

Por Mônica Hauck

Pare por alguns minutos e me responda: uma pessoa nascida em 1998 já poderia estar no mercado de trabalho? Por mais estranho que isso possa soar aos ouvidos de profissionais mais velhos, a resposta é sim. Essa parcela da população é a representante mais velha da Geração Z, ou também chamada de “pós-millennials”.

O ponto crucial deste artigo é destacar a importância de entender esse público e como extrair o melhor dele dentro das empresas. Em termos de representatividade, a Geração Z já compõe mais de 70 milhões de pessoas apenas nos Estados Unidos, ou seja, 22% da população. Além disso, eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compras, segundo estudo do banco Goldman Sachs, em 2017.

Diante desse potencial de público, em termos de tamanho e poder financeiro, muitas empresas têm se preocupado em como atrair e reter os talentos da Geração Z. Para isso, é preciso levar em consideração que eles já nascem sob a forte influência da internet e não sabem muito bem como viver sem ela. Além disso, por terem sido criados pela geração X, que passou por forte stress econômico, tensões socioeconômicas e guerras internacionais, esses recém-chegados ao mercado de trabalho possuem uma visão menos idealista e mais pragmática de mundo.

Segundo dados levantados pela EN Garde, agência digital, até 2020 essa geração irá compor o maior grupo de consumidores em todo o mundo. Além disso, são pessoas que acreditam muito na diversidade, igualdade e não discriminação em todos os âmbitos sociais. Em relação ao trabalho, eles desejam empresas onde possam alcançar a auto-realização e ter um bom clima organizacional.

Outros pontos que recrutadores devem levar em conta quando abordam a geração Z é que a qualidade de vida é um dos itens que esses jovens não abrem mão ao escolher uma carreira. Segundo o estudo “Carreiras em transformação”, realizado pela Page Talent e Inova Business School, 68% dessas pessoas acreditam que as empresas mais atrativas são as que vão além de um plano de carreira e possuem em sua essência ações que preservem a vida pessoal de seus funcionários. Em seguida, como favoritas, estão as companhias que estão atentas a responsabilidades sociais (48%), cuidados ambientais (29%) e inovação e tecnologia (28%).

Estou citando todos esses dados para mostrar que recrutadores e empresas que desejam atrair, reter e desenvolver talentos que fazem parte da geração Z precisam entender a fundo seus comportamentos e preferências, não só profissionais, mas também em suas vidas pessoais. Afinal, eles estão chegando ao mercado de trabalho e procuram por oportunidades que proporcionem, não só um bom salário, mas também um propósito alinhado com seus valores.

Por isso, tem aumentado a quantidade de ferramentas e soluções disponíveis no mercado que ajudam os recrutadores e gestores de RH no diálogo com esse público. Uma delas é o Mapeamento Comportamental, que possibilita ir além das informações contidas no currículo e analisa tendências de comportamento e competências, permitindo inclusive que gestores investiguem como cada candidato reagiria a determinadas situações.

Portanto, podemos concluir que, com a chegada da geração Z ao mercado, as empresas e departamentos de RH precisam acompanhar a velocidade e demanda dessa parcela da população. Por isso, nada melhor do que ter a tecnologia e a inovação como aliadas no processo de desvendar o comportamento desses jovens trabalhadores.

Mônica Hauck, fundadora da Solides.

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HP anuncia tecnologia de impressão 3D em metal para produção em massa e aceleração da 4ª Revolução Industrial

a HP Inc. anunciou a HP Metal Jet, a tecnologia de impressão 3D mais avançada do mundo de fabricação em massa de peças metálicas de nível industrial. Assegura até 50 vezes mais produtividade1 a um custo significativamente menor2 do que outros métodos de impressão 3D. A HP Metal Jet será implementada pelos líderes de produção GKN Powder Metallurgy e Parmatech para a produção de peças finais. Os clientes que já fizeram encomendas incluem a Volkswagen, a Wilo, a Primo Medical Group e a OKAY Industries.
Como parte da sua missão de transformar a forma como o mundo cria e produz, a HP também lançou o Metal Jet Production Service1, permitindo que os clientes em todo o mundo repliquem rapidamente novos designs de peças 3D, para que produzam grandes volumes de peças finais e integrem a HP Metal Jet nos seus roadmaps de produção a longo prazo.

“Estamos diante de uma revolução industrial digital que irá transformar a indústria de produção que representa US$ 12 trilhões. A HP contribuiu para liderar essa transformação ao ser pioneira na produção em massa de peças plásticas em 3D e agora iremos subir de nível com a HP Metal Jet, uma tecnologia revolucionária de impressão de metais em 3D”, afirma Dion Weisler, CEO e presidente da HP Inc.” As implicações são enormes – os setores automotivo, industrial e da saúde produzem centenas de milhões de peças de metal todos os anos. A nova plataforma de impressão Metal Jet 3D da HP e o Production Service disponibilizam a velocidade, a qualidade e a economia que vão permitir que os nossos clientes repensem completamente a maneira como criam, fabricam e fornecem novas soluções na era digital”, conclui Weisler.

A HP Metal Jet é uma tecnologia inovadora de impressão de jato ao nível do voxel que tira partido de mais de 30 anos de inovação de cabeças de impressão e de químicos avançados da HP. Com uma dimensão de 430 x 320 x 200mm, com 4 vezes a redundância dos bocais, duas vezes das cabeças de impressão, e menos peso, a HP Metal Jet oferece maior produtividade a um custo operacional e de aquisição reduzidos comparado com outras soluções de impressão 3D. A HP Metal Jet irá começar com peças de aço inoxidável, assegurando propriedades mecânicas isotrópicas que excedem os padrões da indústria

Transformar as indústrias com a tecnologia HP Metal Jet

A HP tem uma parceria com a GKN Powder Metallurgy para implementar a solução HP Metal Jet nas suas fábricas e com isso produzir peças de metal funcionais para os líderes do setor automotivo e industrial, como a Volkswagen e a Wilo. A GKN Powder Metallurgy é líder mundial na produção de materiais e produtos utilizando tecnologias de metalurgia e inclui as marcas GKN Sinter Metals, GKN Hoeganaes e GKN Additive Manufacturing. A empresa produz mais de três mil milhões de componentes por ano e espera imprimir milhões de peças com a HP Metal Jet para os seus clientes em vários setores já no próximo ano.

“Estamos numa altura significativa de uma nova e emocionante era da qual não haverá retorno: o futuro da produção em massa com impressão 3D. A nova tecnologia da Metal Jet da HP nos permite expandir os nossos negócios, tirando partido de novas oportunidades até agora proibitivas em termos de custos”, afirma Peter Oberparleiter, CEO da GKN Powder Metallurgy. “O nosso DNA e a nossa experiência em produção e processamento de peças metálicas utilizando sistemas ligados em rede digital vão nos permitir impulsionar a industrialização em toda a cadeia de valor da produção aditiva. Combinando as competências da HP e da GKN Powder Metallurgy, iremos impulsionar a produtividade e a capacidade dos nossos clientes a níveis sem precedentes, com base nas vantagens econômicas e técnicas da tecnologia HP Metal Jet”, conclui Oberparleiter.

A Volkswagen, um dos maiores e mais inovadores fabricantes de automóveis do mundo, já está integrando a HP Metal Jet no seu design e roadmap de produção. A colaboração entre a Volkswagen, a GKN Powder Metallurgy e a HP resultou na capacidade de atuar rapidamente na fabricação de peças personalizáveis em massa, como chaveiros individuais e placas de identificação de exterior. O plano da VW para usar a HP Metal Jet também inclui a produção de peças funcionais de alto desempenho com requisitos estruturais significativos, como botões de mudanças e ajustamento de espelhos. À medida que novas plataformas, como os veículos elétricos, entram em produção em massa, espera-se que a tecnologia HP Metal Jet seja utilizada para aplicações adicionais, como a redução de peso de peças metálicas com certificação de segurança.

“A indústria automotiva está sofrendo uma revolução – os clientes não só esperam personalização, como até 2025 as marcas do Grupo Volkswagen irão lançar 80 novos modelos elétricos”, afirma o Dr. Martin Goede, Chefe de Planeamento e Desenvolvimento Tecnológico da Volkswagen. “Um único modelo tem entre seis mil a oito mil peças diferentes. Uma grande vantagem de uma tecnologia aditiva como a HP Metal Jet é que nos permite produzir muitas dessas peças sem necessitar de construir ferramentas de produção. Ao reduzir o tempo de produção de peças, podemos produzir um volume maior em massa muito rapidamente. É por isso que a nova plataforma Metal Jet da HP é um grande passo para o setor, e esperamos subir de nível e oferecer mais valor e inovação aos nossos clientes”, completa Goede.

A GKN Powder Metallurgy também utiliza a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças industriais de custo reduzido e com uma maior eficiência hidráulica para a Wilo, líder global em soluções de bombas e sistemas de bombas hidráulicas. A Wilo está utilizando a tecnologia HP Metal Jet para produzir peças hidráulicas iniciais, como impulsores, difusores e revestimentos de bombas com dimensões variáveis que devem suportar flutuações de sucção, pressão e temperatura intensas.

Reinventar a saúde com a HP Metal Jet

Na indústria dos cuidados de saúde, a HP criou uma parceria com a Parmatech, uma empresa do grupo ATW, para expandir a produção em massa de peças da Metal Jet para clientes, incluindo a OKAY Industries, a Primo Medical Group e outras. A Parmatech é líder mundial em moldagem por injeção em metal e é pioneira na fabricação de metais há mais de 40 anos, especializada na produção de peças metálicas de baixo custo e alto volume para os setores da saúde e industrial.

“A HP Metal Jet representa a primeira tecnologia 3D verdadeiramente viável para a produção industrial e em escala de peças metálicas. Os nossos clientes exigem desempenho, qualidade e fiabilidade extremos, e a tecnologia avançada e a herança de disrupção do mercado da HP nos dão a confiança necessária para superar as expectativas “, afirma Rob Hall, presidente da Parmatech. “Estamos entusiasmados em implementar a HP Metal Jet nas nossas fábricas e começar a produzir peças complexas, como tesouras cirúrgicas, mandíbulas cirúrgicas endoscópicas, novas aplicações e geometrias não possíveis com as tecnologias convencionais de fabricação de metal. A tecnologia HP Metal Jet desempenhará um papel fundamental na nossa missão de desenvolver soluções inovadoras para os desafios únicos de nossos clientes”, completa Hall.

Projetado para produção em massa: Preços e disponibilidades da HP Metal Jet

No primeiro semestre de 2019, os clientes poderão fazer upload de ficheiros de projeto 3D e receber peças de classe industrial em grandes quantidades através do Metal Jet Production Service. As peças são produzidas em colaboração com os parceiros da HP, GKN Powder Metallurgy e Parmatech, para garantir os mais altos padrões de engenharia e qualidade de produção. Para obter mais informações e se inscrever para ter acesso ao HP Metal Jet Production Service, os interessados devem acessar a HP.com/go/3Dmetalparts.

Informações sobre a tecnologia da HP podem ser encontradas em HP.com/go/3Dmetals.

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Laboratória abre inscrições para formação de mulheres programadoras

Presente no Chile, México e Peru, a Laboratória, startup sem fins lucrativos que busca a inclusão de mulheres de baixa renda por meio da formação em programação front-end, abre inscrições para a segunda turma do curso. As interessadas não precisam ter experiência em tecnologia e precisam atender a requisitos básicos como: ser mulher, maior de 18 anos e ter estudado o ensino médio em instituições públicas ou privadas com bolsa por critério de renda.

São 60 vagas e as inscrições para o processo seletivo são realizadas online (selecao.laboratoria.la) até 30 de novembro. As fases de entrevistas e pré-admissão acontecerão entre os dias 05/11 e 05/12, e as aulas começarão em janeiro de 2019, em São Paulo. O programa de formação, ou Bootcamp, dura 6 meses, e prepara as 60 alunas para se tornarem programadoras Front-End, com aulas sobre JavaScript, HTML, CSS e UX, entre outras especializações. O programa é encerrado com o evento “Talent Fest”, quando as empresas parceiras dispostas a recrutar talentos propõem desafios reais para que as alunas resolvam.

De acordo com Regina Acher, sócia e diretora responsável pela Laboratória Brasil, o Brasil é um mercado importante para a startup, tanto pela alta demanda por profissionais de tecnologia, quanto pela necessidade de equilíbrio de gêneros. “Estamos muito satisfeitos com o trabalho que estamos realizando com a Laboratória por aqui. O Brasil é o maior mercado de tecnologia da América Latina, pois existe uma grande demanda por mão-de-obra capacitada e, ao mesmo tempo, uma profunda desigualdade de gênero nesse setor. As inscrições para a primeira turma nos mostraram o quanto estamos no caminho certo ao oferecer esse tipo de qualificação às mulheres”, explica Regina.

Fundada no Peru, a organização já formou mais de 850 programadoras, das quais 80% conseguiram trabalho na área de tecnologia, um segmento majoritariamente masculino. As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de conseguirem um emprego, elas pagam uma contribuição para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.

Para saber mais sobre a Laboratória: www.laboratoria.la/br

Inscrições: selecao.laboratoria.la

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Smartphone será meio mais utilizado para compras do fim de ano, aponta pesquisa Salesforce

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas CRM, realizou uma extensa pesquisa para prever como será o comportamento dos consumidores no período entre a Black Friday e o Réveillon. De acordo com o levantamento, os smartphones vão dominar o comércio eletrônico no período, sendo utilizados mais do que qualquer outro dispositivo para realizar pedidos em lojas virtuais. Além disso, a receita proveniente das compras de fim de ano deve crescer 13% em relação a 2017, sendo que 35% desse faturamento deve ser gerado por recomendações via inteligência artificial (IA) – um aumento de 25% em relação à mesma época do ano passado.

Para chegar aos resultados, a Salesforce combinou 6.000 entrevistas em seis países (relatório Shopper-First Retailing) com os insights gerados pelas atividades de 500 milhões de consumidores em 53 países, além de bilhões de transações realizadas via Commerce Cloud.

As principais previsões da Salesforce para o comércio eletrônico no fim de ano:

– Pela primeira vez no período, as compras realizadas por smartphones (46%) devem ultrapassar as feitas por computadores (44%) e tablets (9%).

– As plataformas móveis serão responsáveis pelo número recorde de 68% do tráfego de comércio eletrônico neste período, crescimento de 19% ano a ano.

– O tráfego em plataformas móveis vai atingir seu pico na véspera do Natal, com 72% dos acessos e 54% dos pedidos feitos pelo smartphone.

– A entrega grátis é a grande tendência da temporada: 72% de todos os pedidos vão ser entregues sem custo, número pouco maior do que o observado em 2017.

“As tecnologias móveis são, sem dúvida, a principal força inovadora no varejo desde o surgimento do comércio eletrônico”, diz Rick Kenney, líder de Insights de Consumidores da Salesforce. “Este é o ano do smartphone: a maioria dos pedidos e acessos será feito dessa plataforma. Nesta temporada, o número de acessos via telefone vai ser maior do que o total de acessos a lojas virtuais, de todas as plataformas juntas, ao longo de toda a temporada de festas de fim de ano de 2015. Até mesmo aqueles que preferem as lojas físicas usam tecnologias móveis: 83% dos consumidores entre 18 e 44 anos usam seus telefones enquanto estão nas lojas”, complementa.

– O Instagram vai gerar 51% mais tráfego para sites de comércio do que em 2017, enquanto o Facebook vai observar uma redução de 7%. O tráfego via mídias sociais vai ultrapassar 5% durante as festas de fim de ano, um aumento de 17% em relação aos números do ano passado.

– Sites de saúde e beleza são os principais destinos dos consumidores impulsionados pelo Instagram.

– As recomendações feitas por Inteligência Artificial responderão por 35% de toda a receita do e-commerce no período, um crescimento de 25% em relação à temporada de 2017.

“Quase dois terços dos consumidores acreditam que as lojas não os conhecem de verdade. Incorporando IA às experiências de compra, as lojas conseguem entender melhor o que as pessoas precisam, personalizam as recomendações e aumentam a receita”, diz Kenney.

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Manserv amplia uso de drones nos serviços de facilities

A Manserv, líder em serviços Facilities, Industriais, Logística, expandiu o uso de drones nas operações dos serviços de facilities. A empresa passou também a utilizar drones para inspeção de fachadas, estrutura industrial, áreas verdes e monitoramento de gramados. Com a expansão dos serviços com drones, agora são 8 equipamentos em operação e 20 profissionais capacitados para usar a tecnologia nos serviços de facilities.

Todos colaboradores foram capacitados para deixar de serem inspetores e se tornaram operadores de drones. “Estamos utilizando a tecnologia em inspeção de fachadas de prédios comerciais, inspeção de check-list de demarcações de limites de áreas, inspeção de segurança do trabalho e inspeção de áreas verdes e monitoramento de jardinagens”, afirma Ricardo Moreira Diretor Presidente da Manserv Facilities.

Os drones possuem câmeras de altíssima resolução (4K) que gravam e emitem a análise dos locais de difícil acesso através do zoom. Além disso, com a tecnologia embarcada chamada VANT, em caso de perda de sinal, chuva forte ou tempestade, o equipamento automaticamente volta ao seu ponto inicial de decolagem.

Ele explica que a primeira experiência com drone colocada em prática pela Manserv Facilities foi no ano de 2016 para inspeção de telhados. Antes dos drones, os funcionários percorriam o telhado antes de iniciar os reparos. “Aumentou a eficiência e a segurança durante a inspeção de telhados de instalações fabris e empresariais depois que passamos a usar os equipamentos”, diz.

O executivo acredita que os drones estarão cada vez mais presentes nos serviços das empresas no futuro, por se tratar de uma ferramenta inovadora que promove diversas aplicabilidades de inspeção que direcionam a execução de trabalhos preventivos, seguros e produtivos.

Case de uso de Drone em inspeção de telhados:

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