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MC1 busca canais para expansão no Brasil e na América Latina

Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

A MC1 – líder em soluções de mobilidade corporativa na América Latina – anuncia o seu programa de canais para expansão no Brasil e na América Latina. A meta é aumentar a capilaridade da companhia e fortalecer a força de venda nesses mercados. Nesse primeiro momento, a empresa está recrutando canais para atuarem como Canais VAR e Canais de Serviço.

Com o programa de canais, a MC1 pretende aumentar em 30% o seu faturamento até 2020. “O objetivo da parceria com os canais está diretamente relacionado ao lançamento da versão 3 da solução de automação e otimização dos processos de vendas: o WinTheMarket For Sales, que facilita a venda em campo e exibe KPIs de performance e execução das vendas em tempo real”, explica Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1.

Vale ressaltar que na América Latina, a MC1 já possui um parceiro VAR no Chile e outro parceiro de serviço na República Dominicana. “A nossa estratégia é continuar com a expansão geográfica e de negócio através da rede de canais, além do fortalecimento de nossa marca, com a mesma qualidade técnica e de atendimento dos nossos clientes”, finaliza Sandra.

Perfil dos canais

O perfil dos canais desejados pela MC1 é: revenda de licença, ou de implementação, que tenham bom conhecimento na área de mobilidade corporativa e façam parte preferencialmente do mundo Totvs, SAP e Oracle. As empresas interessadas devem ser comprometidas com o negócio e com os clientes da MC1, investirem em treinamento dos seus colaboradores e apostarem em novos negócios. Os interessados podem entrar em contato com a MC1 diretamente pelo e-mail: contato@mc1.com.br

Em novembro, a MC1 realiza um evento para apresentação e integração dos novos canais. Na ocasião, será mostrado o WinTheMarket 3 For Sales, WTM V3. Trata-se de uma nova versão da solução para vendas em campo com uma UI e UX aprimoradas, roadmap com foco maior em produtividade, flexibilidade e velocidade no time to Market, além da possibilidade de implementação via parceiros. Vale destacar que a suíte de soluções já é reconhecida no mercado pela facilidade de integração com os principais ERPs e CRMs do mercado, emissão de NF off-line, otimização da rota com Waze, entre outros recursos.

5 dicas para uma entrevista de emprego do ponto de vista de um CEO

Por Braulio Lalau de Carvalho

Você que está procurando uma vaga ou quer mudar de emprego, está realmente preparado para isso? Pergunto, porque, às vezes, as pessoas dizem que querem muito uma oportunidade, mas na realidade não se preparam para ela. Eu costumo perceber que, muitas vezes, pessoas qualificadas para preencher as vagas existentes não estão bem preparadas para mostrarem seu potencial numa entrevista.

Pense comigo: em um começo de namoro, quando você quer conquistar alguém, o que faz? Manda flores, leva para jantar, se arruma para sair, não é assim? Afinal, tudo faz parte do processo de conquista.

E por que na hora de ir para uma entrevista de emprego não seria assim? Você quer conquistar a vaga, ter novos desafios na sua carreira e o prazer de desenvolver novos conhecimentos, vestir a camisa e crescer. Não? Então, se é isso que você quer, se prepare – de verdade.

Vou te falar um pouco do que aprendi e observo ser importante para qualquer profissional, de qualquer cargo, ter em mente para se preparar para uma entrevista:

1. Tenha claro qual é o seu propósito

Por que você quer aquela vaga, naquela empresa? Você já imaginou o que produziria naquela posição? O que tem a oferecer? Se imagina feliz e realizado trabalhando ali? Pergunte a si mesmo se os valores da empresa têm a ver com os seus, caso contrário, em poucos meses você terá dificuldade para levantar da cama e ir ao trabalho.

2. Saiba sobre a empresa

Estude, pesquise, entenda quem é a organização que você pretende passar boa parte dos seus próximos dias, meses ou anos. O primeiro ponto é entender qual é a vaga que você está concorrendo. Sim, tem muitas pessoas que eu entrevisto e que nem sabe ao certo o que esperamos dela naquele cargo. Não dá para continuar uma entrevista com uma pessoa tão desinteressada.

3. Mantenha sua posição

Não há nada mais chato que conversar com uma pessoa que concorde com tudo, ou pior, que chega para uma entrevista de emprego muito ensaiada, com frases prontas e que está, claramente, escondendo sua posição ou opinião apenas para agradar o entrevistador. Não seja rude, mal-humorado ou agressivo mas, por favor, mantenha sua postura, sua posição. Você é único e queremos perceber isso.

4. Diga um ponto que você é bom

Sim, eu disse um. Apenas um. Você pode ter várias qualificações, explicar seu currículo “ipsis litteris” ou seja, ao pé da letra, mas quando te perguntarem qual o seu ponto mais positivo, diga um, o melhor, o que você se orgulha de ser. Simples assim.

5. Saiba o que precisa melhorar

Quando um candidato diz que não sabe o que precisa melhorar em si, isso é muito preocupante. Que ser humano não tem o que melhorar? E não vem com a conversa que o que você precisa melhorar é trabalhar menos, ser menos perfeccionista ou algo neste sentido. Assuma o ponto que precisa evoluir e, melhor ainda, se aproxime de pessoas que sejam muito boas no que você precisa trabalhar. Não se afaste, pelo contrário, tenha humildade de aprender com ela, sente perto, pergunte. Isso fará a diferença.

Então, você está realmente pronto para dar um match com a sua nova oportunidade de trabalho? Reflita sobre esses pontos e na sua próxima entrevista se prepare, pensando o que o CEO da empresa espera de você, no seu novo cargo.

Bráulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall, empresa do grupo Stefanini

Cerca de um terço dos vazamentos de dados corporativos resulta na demissão de funcionários

Quando ocorre um vazamento de dados, os prejuízos podem ir muito além do financeiro e da reputação e privacidade dos clientes. As carreiras dos funcionários envolvidos também podem ser afetadas. Segundo o relatório da Kaspersky Lab e da B2B International quase um terço (31%) destes incidentes, que ocorreram no último ano, resultou na demissão dos profissionais envolvidos. Dentre eles, 29% (em PMEs) e 27% (em grandes corporações) eram funcionários do alto escalão e não relacionados à área de TI.

Uma violação de dados em uma empresa pode ter consequências permanentes para seus clientes e funcionários. O estudo ‘From data boom to data doom: the risks and rewards of protecting personal data’ mostra que 43% as empresas em todo o mundo sofreram pelo menos uma violação de dados no último ano e que, em dois quintos deles, informações pessoais de clientes foram afetadas (41% nas PMEs e 40% em grandes empresas) Depois disso, nem sempre os profissionais envolvidos, mesmo os altos executivos, conseguiram manter seus empregos.

A variedade de funcionários dispensados após uma violação de dados demonstra que um incidente desse tipo pode afetar qualquer pessoa e, em 2017, uma grande diversidades de profissionais foram demitidos por causa destes incidentes: de CEOs a funcionários comuns que de alguma forma expuseram dados de clientes da empresa.

Claro que, para as empresas, isso significa mais do que apenas ‘talento’ perdido: 45% das PMEs e 47% das empresas tiveram de pagar uma indenização aos clientes afetados. Mais de um terço – 35% e 38%, respectivamente – registraram problemas para conquistar novos clientes, e mais de um quatro das PMEs (27%) e grandes corporações (31%) foi obrigada a pagar multas.

Dados fora de controle aumentam os riscos

Nas empresas modernas é praticamente impossível não armazenar dados pessoais sigilosos. Segundo o relatório, 88% das empresas coletam e armazenam informações de identificação pessoal de seus clientes e 86% coletam e armazenam informações de identificação pessoal de funcionários. Além disso, nos ambientes cada vez mais complexos de hoje, com as novas regulamentações, como o GDPR, o armazenamento de informações pessoais também acarreta riscos de conformidade.

Esses riscos tornam-se ainda mais tangíveis por conta da maneira como as empresas armazenam dados. Aproximadamente 20% das informações sigilosas e de clientes são hospedados fora do perímetro corporativo: nuvem pública, dispositivos de funcionários e aplicativos de SaaS. Isto torna o controle do fluxo de dados e a manutenção de sua segurança um desafio para qualquer empresa.

Medidas de proteção de dados além das políticas

O relatório informa ainda que 88% das empresas têm pelo menos alguma forma de política de conformidade e segurança de dados em vigor. Porém, somente uma política de privacidade não é garantia de que os dados serão manuseados corretamente.

São necessárias soluções de segurança capazes de protegê-los em toda a infraestrutura, incluindo nuvem, dispositivos, aplicativos e outros. A conscientização das equipes de TI e dos funcionários sobre cibersegurança também precisa ser reforçada, já que cada vez mais unidades de negócios trabalham com dados e, portanto, precisam saber como cuidar deles.

“Ao mesmo tempo que uma violação de dados pode ser devastadora para a empresa como um todo, também pode haver um impacto muito pessoal sobre as vidas das pessoas, sejam clientes ou funcionários que cometeram erros. Isto é um lembrete de que a cibersegurança tem implicações na vida real e, de fato, deve ser uma preocupação para todos. Hoje em dia, as informações viajam entre dispositivos e nuvem e, com a imposição de regulamentações como o GDPR, é essencial que as empresas prestem ainda mais atenção a suas estratégias de proteção de dados”, diz Dmitry Aleshin, vice-presidente de marketing de produtos da Kaspersky Lab.

A empresa fornece soluções para diversas necessidades em termos de proteção de endpoints, prevenção de ataques DDoS, segurança de nuvens híbridas, defesa contra ameaças avançadas e serviços de cibersegurança. Para saber mais sobre a próxima geração de segurança para pequenas e médias empresas, visite o site da Kaspersky Lab.

ABStartups abre inscrições para as indicações do Startup Awards

Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a Abstartups, entidade que representa o setor, acaba de abrir às inscrições para as indicações da 5° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras.

As indicações serão realizadas até o dia 12/10, e os interessados podem sugerir os nomes dos candidatos para competir nas seguintes categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composta por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As indicações podem ser feitas pelo site: http://startupawards.com.br/

Retração econômica derruba investimentos em inovação no Brasil

Os estados do Brasil abrigaram R$ 7,1 bilhões de recursos em pesquisa e desenvolvimento em 2017, um volume 44% menor do que o realizado em 2012, auge da atividade, quando o montante atingiu R$ 12,6 bilhões. A forte retração econômica, com quedas brutais das atividades econômicas sobretudo em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, é apontada como a principal causa do fenômeno.

A conclusão é do estudo Mapa Estadual dos Investimentos em Inovação, elaborado pela empresa internacional Global Approach Consulting (GAC), com base em dados oficiais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). “Na prática, os estados brasileiros retrocederam quase uma década em termos de investimentos em pesquisa e desenvolvimento”, explica Rodrigo Miranda, diretor da GAC no Brasil e coordenador do levantamento.

São Paulo concentra quase 70% dos investimentos estaduais, com R$ 5,8 bilhões de recursos aplicados por meio de órgãos governamentais, centros de pesquisa, escolas e empresas públicas e privadas. O estudo não considera os volumes aplicados em ciência e tecnologia, ou seja, no território da pesquisa pura não-aplicada.

O estado do Paraná é a maior surpresa do levantamento, ocupando a segunda posição, concentrando investimentos de R$ 499 milhões em inovação. Em terceiro lugar, vem o Rio de Janeiro, com R$ 310 milhões. Em quarto, a Bahia, com R$ 167 milhões. Por fim, Minas Gerais ocupa a quinta posição com R$ 182 milhões (ver ranking completo abaixo).

Para calcular os investimentos, a equipe da GAC utilizou as tabelas do relatório do MCTIC, com o percentual de investimento médio de cada estado em relação a sua receita nos últimos quinze anos. Esses dados foram cruzados com os informes de arrecadações estaduais da Receita Federal e, assim, chegou-se à estimativa de aplicação de recursos em pesquisa e desenvolvimento tanto em 2016 quanto em 2017.

“Os dados revelam que o Brasil precisa voltar a se concentrar na questão da inovação”, informa Miranda. “Temos de ampliar os mecanismos de financiamentos existentes, como a Lei do bem, criar novos instrumentos e desburocratizar todos os processos”, complementa.

Cognizant desenvolve solução de reconhecimento facial

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolve solução de reconhecimento facial que combina cognitive cloud (nuvem) e inteligência artificial para reconhecer pessoas, com base em fotos cadastradas em bases públicas, como Facebook, Google e LinkedIn, ou em bancos de dados corporativos, como os perfis cadastrados em programas de recompensas.

Batizada de Face Recognition, a solução pode ser utilizada em setores como varejo, financeiro e bancos. Possui alta aplicabilidade e pode ser empregada em: programas de recompensa, pois, quando um cliente fiel entra em uma loja física, é possível reconhecê-lo e se relacionar com ele utilizando o mundo virtual; aviso de promoções; e oferta de descontos. A solução funciona em nuvem junto com a plataforma Azure ou AWS e, além do reconhecimento facial, consegue detectar o humor das pessoas e suas emoções; estima a idade; e verifica características como tom da pele, cabelo e olhos.

“A Cognizant tem inovado constantemente, e este é mais um exemplo de que estamos empenhados em gerar valor para os clientes. Apostamos em soluções digitais como essa, cujo maior diferencial, além da versatilidade em poder ser utilizada nos mais variados fins, é se conectar aos sistemas da empresa de forma muito simples, utilizando tecnologias modernas, como application programming interface (API)”, afirma Rodrigo Domingues, head de Digital Business da Cognizant no Brasil.

A Face Recognition também é ideal para o setor de segurança, porque permite a comparação de imagens de bancos de dados de foragidos com as das pessoas que estão transitando em aeroportos e pontos públicos. Outra aplicação da Face Recognition está ligada à rápida detecção de fraudes na abertura de contas digitais (para bancos), pois, ao criar a conta, é possível comparar a imagem com as do banco de dados dos clientes atuais e de tentativas de cadastro com outros nomes.

Empresas nacionais líderes em software contábil anunciam Joint Venture

As empresas de software contábil SCI, Tron, Mastermaq e Fortes, junto com a Omie – empresa de sistemas de gestão ERP na nuvem –, anunciam, nesta quinta-feira (04/10), a formação de uma Joint Venture para desenvolver a mais moderna plataforma de sistemas web voltados a escritórios de contabilidade, com investimento inicial de R$ 40 milhões e uma representatividade de 40% do mercado de software contábil do país.

O anúncio foi feito em conjunto, pelos fundadores das cinco empresas, durante o evento WeAreOmie Business Experience, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Com lançamento previsto para o início de 2019, o novo produto rodará completamente na nuvem e promete entregar mobilidade plena e facilidade de uso, automatização de tarefas e informações em tempo real para contadores e seus clientes, usando os mais modernos recursos de linguagem de programação, Robótica e Inteligência Artificial.

Mais de 30 anos de experiência no mercado

“Nossas empresas, em conjunto, há mais de 30 anos atuam neste segmento, possuindo cerca de 40% do mercado de software contábil no país e uma ampla complementaridade de competências. Todas elas individualmente já atuam em âmbito nacional e, juntas, acumulam conhecimentos das particularidades de todas as nossas regiões e da quase totalidade dos municípios brasileiros”, destaca José Carlos Fortes, sócio fundador da Fortes Tecnologia, de Fortaleza (CE).

As pequenas e médias empresas atendidas pelos escritórios contábeis representam 99% dos CNPJs existentes no Brasil e empregam 52% da força de trabalho. Boa parte desses dados passa atualmente pelos sistemas dessas empresas. “Mais de 10 milhões de trabalhadores no país têm suas folhas de pagamento processadas por um de nossos softwares. Quanto às exigências do fisco, cobrimos juntos a legislação de todos os estados e de mais de 5.000 municípios. Somos brasileiros e conhecemos isso aqui como ninguém”, afirma Beto Tamm, sócio fundador da Mastermaq, de Belo Horizonte (MG).

Lançamento para empresas do Simples Nacional

O plano é começar pelas empresas mais comuns do Simples Nacional, que já representam a maioria dos CNPJ do Brasil, e gradativamente atender a todos os tipos de pequenas e médias empresas e seus regimes de tributação. “Nossa experiência nos possibilita criar um projeto em fases, porém, com a visão do todo. Sabemos onde queremos chegar e como criar uma trilha de adoção que faça sentido para o cliente”, cita Elinton Marçal, sócio fundador da SCI, de Blumenau (SC).

A única empresa entre as cinco participantes da Joint Venture que não produz sistemas para escritórios contábeis é a Omie, que desenvolve um sistema de gestão (ERP) na nuvem para pequenas e médias empresas de todos os ramos. Entretanto, a companhia adotou como estratégia focar suas ações comerciais através do segmento contábil: “Nós nos aliamos desde o início aos contadores, pois percebemos que a dor de cabeça número um deles estava na falta de organização e informatização de seus clientes, problema que resolvemos com o Omie ERP. Agora, com a iniciativa da Joint Venture, nossa parceria com os contadores será ainda mais forte, pois teremos escritórios e seus clientes trabalhando em tempo real”, diz Marcelo Lombardo, sócio fundador da Omie.

Início do projeto

A ideia da Joint Venture surgiu no início de 2018, quando Marçal, da SCI, propôs a ideia a Lombardo, da Omie, que ficou responsável por juntar os demais players. “O fato de a Omie já ser parceiro comercial de todos proporcionou um terreno neutro entre empresas que anteriormente se viam apenas como concorrentes”, lembra Lombardo.

A Joint Venture, que utilizará como base a plataforma em nuvem da Omie, estima investir R$ 40 milhões no desenvolvimento da nova geração de produtos. “Nosso foco é privilegiar a simplicidade de uso, encapsulando e automatizando ao máximo as regras de negócio para o usuário”, destaca Heverton Gentilin, executivo recém contratado para liderar o desenvolvimento, que será sediado na capital de São Paulo.

Os planos do grupo são audaciosos: “Além de concentrar a competência técnica das cinco empresas, o novo sistema contará com a força de mercado de todas as marcas envolvidas. Com essa combinação de conhecimento, tecnologia e presença comercial, o plano é dobrar a nossa participação no mercado nos próximos quatro anos, chegando a mais de 75% do segmento contábil”, diz Reilly Rangel, sócio fundador da Tron de Goiânia (GO).

As empresas não farão mudanças nas suas estruturas atuais de desenvolvimento e distribuição. “Hoje, nossas empresas possuem, juntas, cerca de 2.500 funcionários e vamos aumentar esse quadro em todas as localidades, visando a expansão de mercado que buscamos”, lembra Marçal.

Parque tecnológico sediado na USP cria “clube” de empreendedorismo

Uma espécie de clube de empreendedorismo é a novidade que o Supera Parque de Inovação e Tecnologia criou, com objetivo de unificar e fortalecer o ecossistema empreendedor de Ribeirão Preto. O programa Membership, voltado para empreendedores de startups, grandes empresas, investidores e pessoas físicas, atua por meio de três pilares: suporte, conectividade e capacitação, e é acessível para todos os envolvidos em ecossistemas de inovação.

O programa conta com uma rede de parceiros e mentores que ajudam a acelerar o processo de evolução das startups e do ambiente de inovação como um todo. “Na prática, o Supera Parque vai promover atividades dentro desses três pilares gerando conexões e novos negócios também para as empresas que não estejam instaladas no Parque Tecnológico”, diz Eduardo Cicconi, gerente do Supera Parque.

No primeiro pilar, que é o de suporte, o programa deve promover encontros com mentores, oferecer formas para que os membros do grupo tenham acesso aos laboratórios de pesquisas e aos professores da USP, e auxílio para a escrita de projetos para órgãos de fomento. Além disso, os participantes terão acesso facilitado às ferramentas e aos serviços de parceiros, e acesso à infraestrutura do Supera Parque”, explica.

O gerente explica que a ideia é também envolver os atores do ecossistema, possibilitando um ambiente propício para novos negócios e criação de ideias. “Para isso, vamos promover, por exemplo, o contato entre serviços de startups, com investidores e mentores. Outra iniciativa importante é o incentivo à participação em feiras e eventos internacionais”, diz.

Os participantes também terão acesso a capacitações gerais e específicas, por meio de workshops técnicos para capacitação de profissionais para a nova dinâmica de mercado, cursos específicos com objetivo de especializar profissionais, e cursos sob medida para necessidades internas das empresas associadas.

O time de mentores é composto de profissionais que vivem o dia a dia do empreendedorismo e inovação, em diversas áreas de atuação, incluindo administradores, economistas e psicólogos. “A mensalidade do programa é de R$ 199 por mês e os interessados em fazer parte do programa podem se inscrever pelo site. Os membros do programa têm acesso a diversos benefícios como eventos exclusivos, isenções em cursos pagos, mentorias individuais ou coletivas, entre outros”, enfatiza Cicconi.

Informações sobre como se associar ao programa pelo telefone (16) 3315-0735 ou pela página do programa Membership.

Supera Parque

O Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto é resultado de uma parceria entre a Fipase, a Universidade de São Paulo (USP), Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. Instalado no campus da USP local, o parque abriga a Supera Incubadora de Empresas, o Supera Centro de Tecnologia, a associação do Arranjo Produtivo Local (APL) da Saúde, o Polo Industrial de Software (PISO), além do Supera Centro de Negócios.

Ao todo, são 81 empresas instaladas no parque, sendo: 58 delas na Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica; 16 empreendimentos no Centro de Negócios e sete na aceleradora SEVNA Seed.

Da Assessoria de Comunicação do Supera Parque

Brasileiros são selecionados para programa da 500 Startups

A 500 Startups, um dos fundos de investimento em capital semente mais ativos do mundo, com mais de 2.000 investimentos realizados ao redor do globo, selecionou dez startups americanas e latino-americanas para o Growth Program “Road To Series A” do novo Hub em Miami. Entre os participantes do Batch 1 estão as brasileiras Runrun.it, plataforma de gestão do trabalho, Apptite, aplicativo de delivery de comida caseira e EADBOX, plataforma de criação e venda de cursos online.

O programa da 500 Startups tem duração de dez semanas e traz mentores, especialistas e investidores da rede de contato global do fundo para acelerar a trajetória de crescimento das startups e apoiar a captação de recursos em uma rodada Série A.

O processo de seleção foi altamente competitivo e incluiu a revisão de mais de 200 startups de todo continente americano. Todas as startups selecionadas compartilham características em comum, como equipes experientes com sólido histórico trabalhando juntas, poder de transformação das indústrias nos Estados Unidos e na América Latina através de produtos e serviços altamente escaláveis, além de tração expressiva em termos de receita e aquisição de usuários.

As startups vêm de Miami, Dallas, México, Argentina, Colômbia e, claro, Brasil, representando uma variedade de setores que incluem fintechs, inteligência artificial, tecnologias de moda, de eventos, fitness, de alimentos e de produtividade.

Após mentorias sobre marketing, comportamento, vendas, captação de investimento e pitch, no dia 1º de novembro os times poderão se apresentar a investidores e parceiros no Demo Day.

Dados na nuvem agilizam o controle de equipes externas

Um estudo da Cisco Global Cloud Index aponta que o tráfego de data center em nuvem deve alcançar 19,5 zettabytes (ZB) por ano até 2021. Este volume deve ser impulsionado tanto por aplicativos de consumo quanto pelos diversos tipos de negócio que investem de maneira crescente neste modelo para a gestão de informações, documentos e arquivos. O monitoramento de equipes de campo é uma das áreas onde benefícios como acessibilidade, mobilidade, segurança e informações em tempo real ficam mais evidentes.

Não fosse a nuvem, as empresas de Telecom ainda teriam limitações para qualquer alteração em ordem de serviço. O funcionário programado para dois atendimentos na rua, por exemplo, precisaria voltar à base para novos encaminhamentos. Não seria possível o check-in e check-out automático em visitas para uma equipe de campo ou acompanhar a localização exata do time que está fora prestando serviços de manutenção.

Gabriel Rodrigues, especialista em monitoramento de equipes externas e CEO da Auvo, ferramenta que automatiza as principais atividades deste processo, separa três importantes aspectos da gestão web que garantem maior assertividade, economia de tempo e de custos para empresas de diferentes setores.

1 – Segurança

Com o avanço da tecnologia, as técnicas de roubo de dados estão cada vez mais eficientes. Por isso é muito arriscado deixar informações em computadores e dispositivos físicos. Hoje, existem chaves criptográficas capazes de gerar algoritmos de decodificação. Sistemas de equipes externas como o Auvo utilizam certificados de segurança SSL (Secure Socket Layer), que é um padrão global criado em 1994.

2 – Agilidade

Trabalhar na rua é estar exposto às adversidades como trânsito, problemas mecânicos com o veículo, entre outros imprevistos. Um sistema de gerenciamento de equipe externa na nuvem traz maior agilidade, por exemplo, quando uma alteração de rota do colaborador se faz necessária em razão do tempo de trânsito, prioridade e distância entre tarefas, bem como o reagendamento de visitas a clientes, envio de informações urgentes para a sede da empresa. E com o Auvo, isso tudo é realizado com apenas um clique.

3 – Escalabilidade

Esta é outra grande vantagem para o monitoramento de equipes externas. A capacidade de adequação dos processos de acordo com as demandas dos serviços. Significa, também, a possibilidade de aumento de faturamento sem elevação de custos, já que as soluções adotadas podem ser modificadas a qualquer momento.

“Além destes atributos, a nuvem torna mais factível a superação de desafios de mercado. A tecnologia se revela barata na comparação com outros formatos, além de trazer impactos positivos reais em menor espaço de tempo”, comenta o CEO da Auvo.

Para as empresas que ainda não utilizam sistemas nas nuvens, fica o alerta do especialista da Auvo. “Muitas companhias não têm conhecimento sobre as vantagens e facilidades da nuvem. Em termos de preço, utilizar esses sistemas é mais barato do que adquirir licenças de software, que são caríssimas. O nosso modelo de negócio de software SaaS é um atrativo para a gestão na nuvem de equipes de campo, onde o cliente paga por um plano de assinatura, não tem fidelidade e possui suporte para qualquer eventualidade”, finaliza o executivo.

Passado, presente e futuro

Pouca gente sabe, mas a sofisticação da nuvem conhecida hoje é um conceito que começou a ser discutido em 1961 como “Utility Computing”, apresentado pelo americano John McCarthy, conhecido como “pai da inteligência artificial”. O termo “computação em nuvem” só começou a ser utilizado em 1997 com o aumento do acesso à tecnologia. A inspiração vem do símbolo da internet e representa algo que está no ar.

Dados divulgados no início deste ano pela Brasscom mostram que o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país em 2017, com 51,7% e receita de R$ 4,4 bilhões. Ainda de acordo com o estudo Cisco Global, 94% das cargas de trabalho e instâncias de computação serão processadas pelos data centers em nuvem e apenas 6% pelos tradicionais até 2021. Os sistemas de gestão, colaboração, análise e outras aplicações empresariais representam as principais áreas de crescimento.

SP Negócios lança Boletim de Investimentos para informar sobre oportunidades no município

A SP Negócios, agência de promoção de investimentos e exportações da cidade de São Paulo, passou a publicar em setembro o Boletim de Investimentos, informativo mensal sobre a atividade da SP Negócios no que se refere à promoção de investimentos e negócios em São Paulo e sobre o status dos projetos de concessão, parceria, privatização e PPPs.

O objetivo com o novo informativo é levar informação qualificada e relevante ao mercado e à sociedade sobre os projetos da Prefeitura de São Paulo com potencial de desenvolver o município com a parceria do setor privado.

O informativo poderá ser acessado no site da SP Negócios — www.spnegocios.com — ou enviado por e-mail àqueles que tiverem interesse em recebê-lo. Para solicitar a inclusão no mailing, só é preciso enviar um e-mail para: spnegocios@spnegocios.com.

http://www.spnegocios.com/noticias/sp-negocios-lanca-boletim-informativo-sobre-plano-municipal-de-desestatizacao/

Estudo aponta recorde de processos contra executivos e companhias no Brasil e mundo

O aumento do número de empresas envolvidas em casos de corrupção fragilizou e expôs a imagem de executivos de diferentes segmentos a processos e demandas judiciais. Consequentemente, houve um expressivo aumento de processos administrativos contra empresas e gestores, como mostra o levantamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com o estudo, até junho deste ano, 347 processos administrativos estavam em andamento em seis áreas técnicas no Brasil, enquanto que em todo o ano de 2017 foram registrados 287 processos. Dos julgamentos realizados em 2018, 130 executivos foram multados, 6 advertidos, 5 inabilitados e 33 absolvidos. No ano anterior foram 107 multados, 9 inabilitados, 7 advertidos e 51 absolvidos.

Multas milionárias, custos de defesa, indenizações e penhora: as eventuais consequências para o executivo

Quando um executivo é acusado de alguma irregularidade, o processo leva tempo e gera diversos custos ao profissional, como custos com a defesa, eventuais acordos, indenizações e até penhora. Se multado, o valor pode alcançar exorbitantes milhões de reais.

Por meio da lei 13.506/2017, a CVM aumentou o valor da multa no último ano. Com isso, o teto de R$ 500 mil passou para R$ 50 milhões. Além disso, o BC também elevou o valor para um teto de R$ 2bi. Segundo o estudo, com as autuações da CVM, foram pagas R$ 73,6 milhões em multas como penalização neste primeiro semestre no Brasil.

Segurança permite que executivos desenvolvam gestão autônoma, com foco e eficaz

Para que o executivo trabalhe com tranquilidade e autonomia nas tomadas de decisões, ele precisa estar protegido contra esses eventuais riscos, como explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG Seguros: “uma das opções encontradas pelos profissionais no mercado é o seguro D&O (do inglês Directors and Officers), ou Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores, que é fundamental para o desenvolvimento da gestão. A cobertura pode incluir diferentes proteções, como multas civis e administrativas, inabilitação, termos de compromisso, custos de defesa e reclamações relacionadas aos valores mobiliários da companhia no Brasil e no exterior, por exemplo”.

O D&O, trazido ao Brasil pela AIG Seguros, cobre, basicamente, o patrimônio de empresas e dos próprios executivos contra reclamações relacionadas aos seus atos de gestão nas companhias, sejam judiciais ou extrajudiciais. A cobertura inclui indenização e reembolso dos administradores, desde os custos de defesa, despesas de publicidade, até as despesas dos executivos como consequência de bens bloqueados em processos de ‘Penhora online’. Com a Circular nº553, que entrou em vigor em novembro do último ano, a cobertura passou a incluir multas e penalidades civis e administrativas.

“Sanções regulatórias, custos de defesa, relações trabalhistas e a complexidade tributária expõem cada vez mais os executivos e as empresas. Só nos últimos dois anos, as indenizações nas apólices de D&O aumentaram 62%, segundo dados da SUSEP. Na AIG, por exemplo, os clientes de D&O informaram 4 vezes mais sinistros em 2017 que em 2015”, completa Flavio.

Ainda segundo o especialista, questões tributárias, por exemplo, representam quase 30% dos avisos de sinistros em 2017, contra 8% em 2015.

Casos de fraude de títulos e ações são o dobro da média histórica nos Estados Unidos

Dados divulgados pela SEC (Securities and Exchange Commission) – agência federal dos Estados Unidos que detém a responsabilidade pela aplicação das leis de títulos federais e a regulação do setor de valores mobiliários, ações da nação, opções de câmbio e mercados de valores eletrônicos – mostram que 2018 caminha para ser o 6º ano consecutivo em que a probabilidade de uma empresa ser objeto de uma ação coletiva aumenta.

Segundo a agência, os pedidos de ações coletivas atingiram níveis quase recordes no primeiro semestre de 2018, registrando aumento de 28% (exceto M&A). Foram mais de 750 ações de títulos federais desde meados de 2016, sendo 204 novos casos de fraude de títulos e ações apenas no primeiro semestre deste ano. O número representa o dobro da média histórica semestral de 1997-2017.

Das ações registradas de 1997 a 2017, menos de 1% foram a julgamento, sendo 49% (exceto M&A) resolvidas, 42% rejeitadas, 8% continuam em andamento e 1% encaminhada para tribunais estaduais. Neste ano, 8,5% das principais empresas listadas na bolsa dos EUA estão sujeitas a se tornar alvo dessas ações. A taxa está significativamente acima da média histórica e moderadamente acima da taxa anual de 2017 de 8,4%.

Desde 2013, as reclamações contra empresas não americanas aumentam ano a ano. Porém, no primeiro semestre de 2018 esse número apresentou uma redução, sendo mais comuns reclamações contra empresas de internet, do setor de comunicação e financeiro. Este cenário reforça a importância do seguro D&O. Uma vez que ações coletivas estão em constante crescimento em todo o mundo, cresce também o risco de empresas de diversos setores e tamanhos serem alvos dessas ações e se depararem com perdas significativas e, muitas vezes, irreparáveis, que comprometem a continuidade dos negócios.