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Grupo Fleury abre inscrições para IV Prêmio de Inovação

quarta edição do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) abre inscrições até 20 de outubro para pesquisadores da área de medicina e saúde. Neste ano, o PIF destaca artigos científicos e patentes depositadas com uso das plataformas de Bioinformática e/ou Inteligência Artificial em genômica, proteômica, metabolômica e radiômica. Os trabalhos vencedores receberão o prêmio de R$ 5 mil.

Com o objetivo de reconhecer trabalhos científicos inovadores, o PIF incentiva a pesquisa estreitando o relacionamento com a comunidade científica e instituições acadêmicas. Esta quarta edição do PIF conta com o apoio da ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras).

O objetivo é fomentar a pesquisa translacional – que começa na ciência básica e resulta na aplicação prática do conhecimento. Serão premiados dois trabalhos, sendo um por categoria (artigo e patente), que receberão o prêmio de R$ 5.000 em vale-presente, como incentivo ao desenvolvimento educacional. Haverá, ainda, o reconhecimento de um trabalho escolhido por votação popular, a ser realizada durante o evento, que será premiado com um troféu.

A divulgação dos vencedores acontecerá em 21 de novembro. Os interessados podem se inscrever e consultar o edital completo em http://www.grupofleury.com.br/SitePages/inovacao/premio-inovacao-grupo-fleury.aspx.

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Saiba quais são as qualidades fundamentais do novo líder no mercado de trabalho atual

Muito tem sido dito sobre a importância de desenvolver a liderança, tanto num ambiente corporativo quanto em seu próprio empreendimento. E fica a dúvida: “é possível se tornar um líder ou se nasce um?”. Para Marcelo Policarpo, master coach da SBCoaching, “a essência do líder é intrínseca, mas ele tem de trabalhar no desenvolvimento de novas competências e no aprimoramento das já existentes, afinal, todo comportamento pode ser lapidado”.

E para moldar esse comportamento no ambiente profissional nada melhor do que conhecer suas potencialidades e a melhor maneira de despertá-las. “Pesquisas demonstram que os profissionais que alcançam sucesso mais rapidamente em suas carreiras dominam suas soft skills”, diz. Portanto, confira abaixo quais são e como usá-las:

  • Administrar o tempo com eficácia

Ter domínio sobre o tempo significa mais do que trabalhar 8, 10, 12 horas por dia; é utilizar essas horas a seu favor e a favor da empresa. Além da produtividade, o profissional que está na posição de liderança deve entender que um líder que nunca tem tempo para ouvir, auxiliar e desenvolver é falho na administração deste recurso.

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  • Delegar tarefas

Delegar eficientemente tarefas garante a fluidez e agilidade nos processos, estimula o aprendizado e o desempenho de sua equipe e ainda evita que o líder se sobrecarregue. De acordo com Policarpo, há líderes que tem de se livrar de crenças limitantes como: “é mais rápido fazer do que explicar“, “os funcionários não sabem fazer sozinhos” ou “um bom líder tem que dar conta de tudo“.

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  • Tomar decisões rápidas e assertivas

No trabalho, em diversas situações, é necessário trocar o perfeito pelo eficaz. “Um bom líder mantém a mente aberta, faz simulações mentais e se mantém flexível para tomar a melhor decisão”, afirma o especialista.

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  • Resolver problemas independentemente de sua complexidade

O bom líder é aquele que está preparado para resolver problemas com rapidez, sem expor a equipe a um alto grau de stress. Para tanto, ele tem uma atitude positiva e que encara o problema como o processo de usar habilidades e recursos para reduzir ou eliminar a diferença entre a situação desejada e o cenário atual. Aqui é importante avaliar a gravidade para entender a urgência ou não da situação.

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  • Administrar as diferentes etapas do conflito

Prevenir e administrar conflitos com mais rapidez e eficácia e transformá-los em uma forma criativa a serviço do crescimento, da inovação dos resultados organizacionais, passou a ser um dos grandes desafios dos líderes de hoje e uma das características mais admiradas, segundo o master coach.

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  • Produzir resultados através de reuniões eficazes

De acordo com a pesquisa da Meetings in America: A Study os Trends, Costs and Attitudes Toward Business Travel, Teleconferencing and Their Impact on Productivit, detectou os sintomas da “Síndrome das Reuniões Entediantes”:

  • 91% das pessoas que participaram de reuniões admitiram que costumam devanear;
  • 96% disseram que fazem o possível para evitá-las;
  • 34% confessaram que não conseguem evitar o sono.

Portanto, lembre-se, se a reunião não conseguir ser uma ferramenta eficaz para brainstorming, análise de resultados e implementação de melhoria, melhor não fazê-la.

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  • Comunicar-se

A comunicação é um dos bens mais preciosos entre líder e equipe. Para saber se ela é eficiente, basta checar se os funcionários cumprem o que foi pedido na íntegra.

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  • Desenvolver o capital humano

Isso significa fortalecer a motivação e a satisfação dos funcionários. Para Marcelo Policarpo, um bom líder deve sempre estar acima de 7, numa escala de 0 a 10.

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  • Dar feedback e fazer follow-up de forma eficaz

Bons líderes comunicam com clareza – e de forma detalhada – o que deve ser feito, checando o entendimento da ideia inicial, validando os recursos necessários, gerando comprometimento e, o mais importante, determinando o prazo de entrega ou finalização. “A falha de uma entrega malfeita ou fora do prazo pode estar no líder que passou um bom briefing, mas falhou no follow-up”.

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Smart cities começam pelas redes convergentes

Por Eduardo Jedruch

As chamadas smart cities (cidades inteligentes, que adotam inovações tecnológicas) irão melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, além de tornar os governos locais mais eficientes quanto ao atendimento das necessidades de seus moradores. Smart city é o novo “termo da moda”, assim como IoT (a Internet das Coisas) foi nos últimos 5 anos. Da segurança ao conforto e mesmo à geração de renda, as aplicações para smart cities mudarão a forma como as cidades funcionam e como vivemos e trabalhamos. No entanto toda essa mudança está diretamente ligada com aos sistemas de comunicação.

Para que isso se torne realidade, moradores, veículos, sistemas e aplicativos precisam estar conectados por meio de redes cabeadas e também redes sem fio. Sensores e dispositivos conectados à Internet estarão em todos os lugares, assim como aplicativos de compartilhamento de dados, como por exemplo aqueles que gerenciam o trânsito, estacionamento dinâmico, Wi-Fi público, medidores inteligentes e segurança pública com prédios inteligentes, estádios e centrais de trânsito.

Contudo, nada disso será possível sem redes que conectem os dispositivos e aplicativos de IoT. Sistemas de redes de telecomunicações disseminados por toda a região são um pré-requisito para a existência de uma smart city. Redes de comunicação fornecem as conexões essenciais entre os serviços e dispositivos que processam e agem de acordo com as informações coletadas.

Os service providers (provedores de serviços) são geralmente as empresas responsáveis por implementar as redes que conectam usuários e a IoT. Redes com fio utilizam cabeamentos novos e atuais de fibra e de cobre (par trançado ou coaxial) para conectar prédios e também outros terminais, como pontos de acesso Wi-Fi, câmeras de monitoramento, small cells e sistemas de antenas distribuídas (DAS, da sigla em inglês). Já os protocolos de redes sem fio incluem Wi-Fi, LTE, 5G, Bluetooth e Zigbee, entre outros.

E como construir uma cidade com conexão em todos os lugares? Aqui estão quatro estratégias essenciais:

Visão de longo prazo

Muitas cidades procuram soluções a curto prazo com resultados menos expressivos, como a troca da iluminação pública por lâmpadas de LED. No entanto, especialistas em planejamento urbano devem se atualizar sobre tecnologias emergentes e se prepararem para o seu uso. Por exemplo, uma cidade que instalou um sistema básico de câmeras de segurança em postes de luz, mas ao mesmo tempo não instalou um sistema de conexão com fibra óptica que resultasse na possibilidade de instalação de small cells nesses postes ou até na implementação de um sistema de reconhecimento facial instantâneo nas câmeras. Com a adição dessa conectividade no mesmo momento da instalação da câmera de segurança, o custo seria um pouco maior. No entanto, o custo será ainda mais alto para posteriormente atualizar a estrutura para a conectividade mais moderna.

Com o intuito de evitar a necessidade de um grande upgrade futuro dessas redes, os especialistas em planejamento urbano devem se adequar às tecnologias emergentes. Por isso é importante o contato constante com fabricantes e provedores de redes de conexão para o desenvolvimento de um plano de soluções para um longo prazo. Por exemplo, algumas cidades na Suécia e nos Estados já implementaram redes de fibra de alta velocidade ao redor da cidade com largura de banda suficiente para suportar dispositivos IoT e serviços futuros.

Plano para a convergência entre redes com e sem fio

A convergência para uma única estrutura de rede (com e sem fio) para maximizar sua utilização faz todo sentido. O custo para manter redes separadas é substancial. Exemplos reais incluem a implementação de redes fiber-to-the-home (FTTH). Meses depois de adotadas, a mesma equipe de construção desenterrou a rede na mesma rua, para acrescentar fibra a uma célula, o que é um desperdício. Convergência de redes significa o desenvolvimento para plataformas diferentes. É necessário lembrar da abordagem da flexibilidade e escalabilidade dessas redes para atender às necessidades de hoje e do futuro, com a expansão da perspectiva da eficiência econômica.

As cidades estão ainda mais complexas, e é provável que diferentes tipos de redes, construídas por operadoras de telecomunicações tradicionais, operadoras de cabo, empresas como o Google, serviços públicos e pelos próprios municípios tenham que coexistir. O surgimento da quinta geração do serviço de redes sem fio (5G) traz a possibilidade de mais uma rede fixa de suporte, se sua implementação não for planejada de forma adequada.

Os profissionais do planejamento urbano necessitam pensar sobre a convergência dessas novas redes para evitar custos e aumentar a eficiência. Já existem redes convergentes dentro de prédios (um backbone Ethernet trafega voz, dados, vídeo e dados móveis); essa tendência deve ser estendida para as cidades, com redes de fibra convergentes. Algumas cidades inovadoras estudam a possibilidade de instalação da chamada Universal Telecommunications Connectivity Grid (UCTG), uma rede universal de comunicação que pode conectar dispositivos com fio e sem fio.

Planos para a onipresença

Com o intuito de realizar a convergência de redes em toda a cidade, um dos maiores desafios é levar a conectividade tanto àqueles que têm acesso como os que ainda não têm. Operadores de redes sempre trabalharam para atender os que têm acesso, ou seja, os clientes que podem pagar, enquanto os menos privilegiados não se conectam. As cidades precisam acabar com essa separação digital ao garantir que tanto o comércio, indústria e moradores tenham acesso adequado a serviços de banda larga, com ou sem fio.

Financiamento para a inovação

Poucas cidades ao redor do mundo podem arcar com o custo de implementação da próxima geração de redes, portanto, para fazer essa obra é necessário criar parcerias tanto com provedores de serviços, operadoras de utilities e outras organizações que podem financiar esses grandes projetos. Obtenção simplificada de licenças, acordos de infraestrutura e parcerias público-privadas são alguns modelos que podem ser seguidos.

As ofertas de serviços de cidades inteligentes ainda estão em fase inicial, mas conexão de alta velocidade confiável por todos esses municípios é uma necessidade essencial que os gestores podem começar a resolver hoje. Ao planejar agora, criando a base para as redes convergentes de fibra, as cidades estarão preparadas para serem realmente inteligentes no futuro.

Eduardo Jedruch, gerente regional da área de vendas da CommScope e presidente na América Latina da Fiber Broadband Association

Dicas essenciais para carreira promissora na área de TI

Quando o assunto é carreira em TI, a CINQ Technologies acredita ser importante aliar desenvolvimento de carreira por meio de aquisição de conhecimento, bem como soft skills; que é possível empreender dentro das organizações (intraempreendedorismo), bem como criando o seu próprio negócio; e que a área de Tecnologia perpassa o presente e futuro das empresas, sendo que a transformação digital e adoção de tecnologias disruptivas como IoT (Internet of Things), Big Data, Inteligência Artificial etc. tornam-se cada vez mais importantes para aumento da performance das empresas.

Com base nos três temas (carreira, empreendedorismo e tecnologia), verificamos os tópicos que mais foram enfatizados em cada uma das trilhas e, assim, chegamos a 3 dicas essenciais para carreira promissora na área de TI:

1. No âmbito de carreira, a dica é ter um propósito que te faça acordar cedo todos os dias com energia para fazer acontecer e, tendo isso claro (qual é sua missão de vida e como isso está linkado com sua trajetória na área de TI), será mais fácil buscar evolução de conhecimentos técnicos e ter inteligência emocional para saber lidar com os desafios cotidianos;

2. Na área de empreendedorismo, a chave é desafiar-se e esses desafios podem acontecer por meio do aprendizado de novas tecnologias e linguagens de programação; tirando certificações de TI; buscando novos aprendizados comportamentais como comunicação efetiva (cursos de oratória com o intuito de falar melhor em público e fazer-se entender); liderança (cursos de Scrum Master, de coaching), dentre outros;

3. No campo da tecnologia, a sugestão é utilizar métodos ágeis de desenvolvimento, pois os mesmos garantem entregas contínuas ao cliente, além de trazer engajamento de time.

De acordo com Nôga Simões, Coordenadora de Marketing e Inovação da CINQ, “os profissionais de TI precisam cada vez mais aliar competências técnicas a comportamentais, afinal, segundo Daniel Goleman – para o bem ou para o mal, quando são as emoções que dominam, o intelecto não pode nos conduzir a lugar nenhum”.

Neste sentido, demanda-se cada vez mais profissionais que sejam bons aprendizes; captem conceitos rapidamente; se ajustem aos diferentes contextos e situações; pensadores independentes; capazes de tomar decisões; apaixonados por tecnologia e que sejam bastantes comprometidos com resultados. Se você se encaixa nesse perfil, a CINQ possui mais de 40 oportunidades para atuação na área de TI: https://www.cinq.com.br/vagas/

A CINQ Technologies é uma empresa global de Tecnologia da Informação presente em Curitiba, Ponta Grossa, São Paulo e Miami, com atuação em projetos inovadores e de missão crítica no Brasil, na América do Norte e na Europa. A CINQ também possui 10 anos de cultura ágil, é eleita há 7 anos consecutivos como uma das melhores empresas para trabalhar pelo GPTW e está entre as TOP 200 PME’s que mais crescem no Brasil (Pesquisa Deloitte e Revista Exame – 2008, 2009, 2010, 2014, 2018).

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6 lições do CEO da Easy para se trabalhar em uma startup

A Easy foi o primeiro app de táxi do Brasil e é um dos exemplos brasileiros da cultura de startups ao longo dos últimos seis anos. O tamanho reduzido é um dos estereótipos mais propagados sobre startups, mas é na agilidade e na adaptabilidade que reside o verdadeiro trunfo de empresas inovadoras e pioneiras como a Easy, que manteve um ambiente centrado em iniciativa nas ações, criatividade nas soluções e paixão pela inovação enquanto cresceu para atuar em nove países e 400 cidades.

“Competência técnica e gestão devem andar alinhados”, disse Bruno Mantecón, CEO Brasil da Easy. “Hoje, temos que buscar e adicionar às pessoas novas capacidades: engajamento do time, confiança, valores, propósito, pertencimento, etc. Para isso, devemos atrair, desenvolver, otimizar e reter talentos”. O executivo elencou seis importantes lições de negócios para fomentar a cultura de startups em suas empresas.

Tecnologia é meio, inovação é solução

A aplicação de tecnologia da informação, como o uso de dados, para aprimorar a experiência é certamente importante, mas há mais do que isso. A inovação deve estar presente em todas as áreas e pode ser um processo que é imperceptível para os consumidores. Mudar um botão de lugar no app, por exemplo, pode facilitar a vida dos usuários, multiplicar os resultados e ser uma sugestão recebida pela central de atendimento. “A tecnologia é um meio para inovarmos, ainda que ela nos permeie sempre pelo nosso modelo de negócios. A inovação está na nossa busca por facilitar a vida do passageiro e do motorista”, revela Mantecón. “A escolha da solução pode ser a última palavra em tecnologia ou uma abordagem diferente do processo”. Ainda assim, é importante aliar a equipe de tecnologia e também de UX para trazer os melhores resultados.

Atitude vale mais que o diploma do MIT

As startups buscam pessoas que são criativas e que gostem de inovar na busca por soluções e não estão preocupados com hierarquia. Um projeto pode ser liderado por um analista e ter um diretor compondo a equipe, porque o que conta é o comportamento do membros do grupo. “A atitude de identificar, buscar soluções e conectar a todos não está relacionado a diplomas. Saber lidar com uma equipe multidisciplinar e com pessoas tão diferentes é um desafio e que resulta em diferentes soluções para todas as áreas da empresa.”, diz o CEO da Easy.

Não é necessário saber todas as respostas

Esse é outro desafio das startups e dos colaboradores: é possível que ninguém tenha uma resposta efetiva e a equipe tem que lidar com o problema de forma criativa. “Podemos ter uma oportunidade de criar algo conjunto por não haver precedentes no mercado. A liderança ou um especialista podem não ter a resposta, mas deve encarar o problema de frente e ajudar a construir a resposta com todos. Tentar rápido, errar rápido e aprender rápido.”, diz o CEO. “A geração millennial vê hoje em um emprego a capacidade de aprender e dar um sentido para tudo. As startups buscam resolver um problema cotidiano com uma nova abordagem”. Um dos exemplos da empresa foi o Easy Connect, que permite conectar o usuário com o taxista que está na sua frente. “Havia muitas reclamações de passageiros que queriam usar um táxi já estacionado na saída de eventos corporativos, de bares, aeroportos e casas noturnas. Eles não queriam esperar um outro veículo. A solução veio no meio de uma reunião com várias equipes e ninguém sabia se era possível tecnologicamente”, afirma o executivo.

Testar, errar, aprender e corrigir faz parte do negócio

Sem respostas prontas, não há um parâmetro das melhores práticas para muitas iniciativas e testar é o caminho para atingir os objetivos. Isso significa que haverá erros, refações e aprendizados. Por isso é importante ter um pensamento crítico focado na solução de problemas. “Assumir o erro rapidamente e aprender para atingir os resultados são atitudes mais nobres que achamos. Há dias ruins, seja profissional ou pessoal, e não podemos insistir no erro ou culpar-nos. Nesse momento, olhe para o lado e relembre como a equipe está junto”, aconselha o CEO da Easy.

Senso de Dono

Os times de startups começam pequenos, com troca de ideias frequente e fluxo de informação intenso entre todas as áreas de atuação. Essa força de vontade, colaboração e compartilhamento de diferentes experiências e mind set de aprender com o próximo não devem ser perdidos por processos ou com o crescimento da empresa. “Um analista pode trazer uma solução ou visão inovadora para mim, para um diretor, um desenvolvedor ou um colaborador de outro país. Ele será ouvido e considerado” afirma Mantecón. As equipes precisam estar abertas e interagindo para se beneficiarem da sua diversidade, compreenderem os problemas da empresa e fomentarem a criação de novas soluções. “Diversas empresas estão buscando estruturas com squads, design thinking, agile scrum, action learning e outras metodologias que trazem agilidade, aprendizados e engajamento dos colaboradores. O senso de dono é uma parte de todos nós aqui e alguém com perfil menos colaborativo pode sentir-se deslocado. Isso não é bom para a pessoa e não é bom para a empresa. Pessoas erradas sobrecarregam as certas.”, diz o CEO da Easy. Mas para aprender em conjunto…

A inteligência emocional tem que ser parte do skill set

O novo colaborador precisa ter habilidades de autopercepção e de gerenciar emoções. Uma pesquisa da McKinsey apontou que a inteligência emocional será o fator essencial de gestão até 2030. “Autoconsciência, autodomínio e propósito são competências que permitem usar as emoções para facilitar o entendimento e criar resiliência na equipe”, conclui Bruno.

Para o executivo, a empresa pode ajudar a aflorar essas competências no indivíduo, ainda mais em uma estrutura horizontalizada e com fácil comunicação com a alta gestão. “A Gestão também deve fazer sua parte e ter o propósito claro e comunicado de maneira transparente. Com isso, todos podem tomar as melhores decisões para a companhia em vez de fazer projetos erráticos Pensar antes de agir, explicar e não justificar e acima de tudo, empatia é chave para o sucesso. As pessoas sentem empatia quando são ouvidas, passam a ter paixão e assim, a criatividade e inovação florescem.”, aconselha Bruno.

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4º Hackathon da Algar Tech tem R$ 8 mil em prêmios e pré-selecionados para vagas abertas na empresa

Depois de 16 horas de maratona, foi concluído com sucesso o 4º Hackathon da Algar Tech – multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom. Além da construção de um bot com cognição, quase metade dos participantes foram pré-selecionados para vagas na área de tecnologia abertas na empresa.

Embora o hackathon, por definição, seja uma competição que visa a resolução de desafios técnicos, por meio do desenvolvimento de um protótipo ou um novo modelo de negócio viável para a companhia, a identificação de talentos foi o grande foco dessa quarta edição, conforme explicou Júlio Emmert, diretor de Talentos Humanos da Algar Tech.

“Durante toda a competição, ficamos de olho no desempenho das pessoas que participaram. Quase metade mostrou bastante potencial e perfil para trabalhar conosco e vão ser abordados para seguir com processo de entrevista”, afirmou o executivo. Dos 29 participantes, 13 foram pré-selecionados para concorrerem às vagas.

O desafio foi a construção de um bot de cognição para realizar a negociação de dívidas de clientes, com acionamento e acesso por canais digitais. A equipe que conquistou o 1º lugar recebeu R$ 5 mil em dinheiro. Os 2º colocados levaram R$ 2 mil e a equipe que ficou em 3º embolsou R$ 1 mil.

As premissas utilizadas para o desenvolvimento da solução foram arquitetura de microserviços, padrão RESTful, utilização de ferramentas e plataformas open source, estímulo para cobrança por SMS e E-MAIL e negociação via bot por canais digitais públicos. O evento foi realizado no Innovation Lab da Algar Tech em Uberlândia (MG).

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Profissionais de TI são os freelancers mais procurados pelas empresas

Um estudo realizado pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, revela que as categorias mais contratadas para trabalhos freelancers estão relacionadas com o mercado digital, como é o caso de TI e Programação (30%) e Design e Multimídia (28%). De acordo com a consultoria americana IDC, existem cerca de 250 mil postos de trabalho para profissionais de tecnologia no Brasil, um setor que movimentou US$ 38 bilhões só em 2017.

Segundo Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, os profissionais freelancers são uma alternativa para cobrir essa demanda, já que podem prestar seus serviços para empresas de todo o mundo. “Como não há a preocupação de ser alocado, o mesmo profissional pode trabalhar para mais de uma organização e não necessariamente estar próximo à ela”.

A lista continua com Marketing e Vendas 33%, Tradução e Conteúdos 10%, Finanças e Administração 5%, Suporte Administrativo 3%, Jurídico 2% e Engenharia e Manufatura 2%. A pesquisa ainda mostra o ticket médio de cada categoria, o que representa em sua maioria projetos de curto prazo (68% do total de projetos publicados na Workana). Veja a lista abaixo:

  1. Tradução e conteúdos – R$ 175

  2. Design & Multimídia – R$ 390

  3. TI e Programação – R$ 950

  4. Marketing e Vendas – R$ 460

  5. Suporte Administrativo – R$ 370

  6. Finanças e Administração – R$ 660

  7. Engenharia e manufatura – R$ 980

  8. Jurídico – R$ 720

De acordo com o cofundador da plataforma, a tendência é que a modalidade siga crescendo, já que em 2017 a atividade apresentou um aumento de 80% em comparação com o ano anterior e 2018 deve manter a mesma porcentagem. “Os profissionais vêm encontrando no trabalho freelance uma oportunidade de ampliar sua atuação profissional, além de obter uma renda extra”, explica.

Já para as empresas, Bracciaforte destaca a vantagem de ter à disposição profissionais qualificados e experientes, que podem desempenhar um papel importante para as empresas em necessidades pontuais. “A contratação freelance atua como mais uma ferramenta para os micro e pequenos empreendedores que buscam crescer e se tornar mais competitivos, pois alia excelentes profissionais de diversas áreas ao mesmo tempo que otimiza os custos”, finaliza.

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Sua venda não está perdida

Por Heverson do Valle

Não é novidade dizer que o consumidor deve ser o centro da negociação e que o relacionamento é decisivo para fechar uma venda. Mas, com tanta concorrência no mercado, até chegar ao fechamento dessa venda, muitas estratégias são adotadas a fim de conquistá-lo. E se relacionamento é conquista, como transformar a experiência do cliente, esclarecer suas dúvidas e convencê-lo que o seu produto é de fato o que ele procura?

Conhecer o perfil e se comunicar com o potencial cliente por meio de diferentes canais são os primeiros passos. Outro ponto fundamental é a empatia, conforme afirma o trainer Heverson do Valle. “Não basta argumentar durante uma negociação, é preciso entender o comprador e as objeções que ele tem”, afirma.

Falando em objeções, se o seu cliente está levantando questionamentos sobre o produto ou serviço oferecido, fique satisfeito, significa que ele está interessado. “Se não estivesse, teria descartado de ‘cara’. Nos degraus da venda, a objeção é o degrau mais importante”, explica Do Valle.

O trainer ainda acrescenta que não se deve passar ao próximo passo de negociação e fechamento sem, antes, esgotar todas as objeções. “Liste as argumentações que os seus clientes sempre fazem. ‘Está caro!’, ‘vou conversar com o meu marido ou esposa’, ‘vou pensar’, estão entre elas. Não existe venda sem o ‘está caro!’, o cliente nunca vai dizer: só isso?”.

Sendo assim, para cada objeção vem a contraargumentação do vendedor – isso faz parte do processo de negociação. De acordo com Do Valle, o ato de objetar é uma defesa mental do ser humano, faz parte da programação mental humana ‘protegê-lo’, então, o cérebro manda mensagens o tempo todo.

E aí, como não perder a venda? Um bom negociador desvia esse questionamento para os benefícios do produto, por exemplo. No entanto, Do Valle faz um alerta para a segunda vez que o cliente reclamar: “essa sim é a principal objeção, pois o cérebro já passou pelo processo de proteção. Está aí o fator que impede a venda. Agora, se a oposição persistir quanto ao valor do produto, talvez você não soube explicar exatamente os benefícios durante a apresentação. Volte e repita esses benefícios. O cliente precisa ter ciência e confiança em relação ao que você está falando”, esclarece.

Heverson do Valle: Com apenas 38 anos, o executivo passou por empresas como Unimed Curitiba, TIM e Instituto dos Notários e Registradores do Paraná, ocupando cargos como a gerência de marketing e relacionamentos internacionais. No mercado desde 1997, o escritor já fundou quatro empresas, entre elas um site de concursos, o www.concursodecartorio.com.br. No ramo de palestras, já ministrou treinamentos em empresas como UNICESUMAR, Faculdade OPET, Rotary Club International, Google Business Group, entre outras.

Quais os tipos de fraudes mais frequentes contra lojas on-line?

Não é de hoje que ouvimos falar que as fraudes têm se tornado cada vez mais frequentes no comércio eletrônico, e, infelizmente, o Brasil é figura recorrente nas primeiras colocações em rankings mundiais de crimes cibernéticos. Um levantamento feito pela Konduto, empresa de antifraude que analisa o risco de transações on-line, aponta que a cada 5 segundos um e-commerce sofre uma tentativa de golpe com cartão de crédito clonado. O estudo usou como base mais de 40 milhões de pedidos processados pela empresa em 2017.

Pensando em minimizar o problema, as operadoras de cartões criaram uma ferramenta chamada chargeback (cancelamento de uma compra realizada por meio do cartão de crédito ou débito), que dá mais segurança ao consumidor nas transações on-line. Quando um consumidor não reconhece determinado lançamento em sua fatura, tem por contrato o direito solicitar o estorno daquele valor. Caberá ao lojista, por sua vez, arcar com este prejuízo.

Além da fraude dos cartões clonados, há outros tipos de golpes que ameaçam o setor – práticas como phishing e ataques DDoS. Com o intuito de ajudar os empreendedores no e-commerce nacional, que deve crescer até 15% em 2018 segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a Konduto listou os seis tipos de golpes mais comuns. Confira:

1. Fraude deliberada: Acontece quando o cliente tem seus dados roubados, e as compras são feitas em seu nome. Neste caso, o pedido é entregue a um criminoso e a loja tem prejuízo financeiro.

2. Autofraude: Ela é feita pelo próprio titular do cartão, de forma proposital. O fraudador age após o recebimento do produto, afirma não reconhecer o valor cobrado e solicita o chargeback.

3. Sequestro de estoque: Ocorre no momento que um e-commerce concorrente adquire uma quantidade significativa de produtos em promoção na loja, utilizando como meio de pagamento o boleto bancário. Dessa forma, os produtos ficam reservados para este suposto “cliente”, que não faz o pagamento do título e impossibilita que consumidores legítimos adquiram o produto.

4. Phishing corporativo: O criminoso, neste caso, precisa fazer com que um colaborador da empresa caia no golpe, para que ele possa ter acesso a diversas informações sigilosas da companhia. Essa fraude ocorre da seguinte forma: o hacker envia um e-mail de phishing para um funcionário, que cai no golpe e clica em algum link malicioso. Assim, o fraudador consegue acesso à máquina deste funcionário, inclusive à conta de e-mails, e a partir de então envia e-mails maliciosos para outros colaboradores, com outros níveis de acesso a informações sigilosas, até que algum integrante do alto escalão da empresa “morda a isca”.

5. Ataque DDoS: O objetivo deste golpe é tirar um e-commerce ou site do ar. Um ataque como esse pode simplesmente reiniciar os servidores ou travar totalmente o sistema do site. Para evitar que isso ocorra é preciso definir alguns filtros que possam determinar os IPs que podem acessar o site ou quais deles são maliciosos.

6. Vazamento de dados: Essa é uma das fraudes mais comuns que acontecem, principalmente porque causam não só um prejuízo financeiro, como também operacional no e-commerce. Isso ocorre porque muitas empresas não têm preocupação com segurança da informação, armazenamento de dados e utilização de servidores externos. Para evitar que isso ocorra, as lojas virtuais precisam armazenar apenas o essencial para as suas operações e investir em práticas fundamentais de segurança da informação.

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Como a melhora dos processos logísticos beneficia o e-commerce

Por Fernando Alex

O e-commerce cresce a passos largos no Brasil. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que identificou que esse modelo de negócio saiu de um faturamento de R$ 11,5 bilhões em 2011 para R$ 60 bilhões em 2017, o que representa 12% de crescimento. A expectativa é um aumento de 15% no e-commerce nacional com mais de 220 milhões de pedidos. Com o crescente uso dos smartphones, ficou cada vez mais fácil para o consumidor fazer suas compras online, principalmente quando se trata de adultos jovens. A pesquisa TIC Domicílios 2015 identificou que 43% dos homens entrevistados fizeram uma aquisição online, contra 34% das mulheres e registrou que a faixa etária que mais adquire produtos na web é a das pessoas entre 25 e 59 anos.
Mas, é claro, o sucesso de um e-commerce depende da logística. Tanto que entre os argumentos dos consumidores que não realizam compras online com frequência estão o longo prazo de entrega dos produtos e a dificuldade de fazer reclamações ou devoluções. Por isso, é cada vez mais importante que as empresas estejam preparadas para atender as exigências do consumidor multicanal e entenda a real importância da melhora desses processos.

A logística é a peça-chave em um e-commerce, permitindo que as organizações consigam atender pedidos, fazer a correta distribuição das mercadorias e a entrega dentro do prazo. O resultado de um e-commerce com logística eficiente é a satisfação dos clientes e o aumento das vendas. Afinal, a divulgação “boca a boca” ainda é muito importante para os negócios e cliente feliz comenta com seus amigos e parentes sobre as empresas que mais confia para adquirir produtos.

Antes da implementação dos processos, é importante considerar algumas particularidades referentes à logística dessa atividade: A loja virtual funciona 24 horas por dia, sete dias por semana; o ambiente precisa oferecer informações completas sobre os produtos, comentários de consumidores, valores da mercadoria, do frete e tempo de entrega; para a compra ser interessante para o consumidor o produto precisa apresentar um valor atrativo e com entrega em curto prazo; é necessário investir em estratégias de marketing e ferramentas tecnológicas que permitam o acompanhamento da logística do início ao fim.

O e-commerce e a logística dependem um do outro. Sem um fluxo positivo no estoque, fica impossível realizar uma venda de sucesso em uma loja online. É preciso identificar a saída de mercadorias e o número de itens que precisam ser repostos para continuar a produção. Sem um controle total sobre o fluxo de caixa, a armazenagem de produtos e o abastecimento da cadeia fica impossível ser eficiente no e-commerce e a logística. Para conseguir monitorar todas as etapas da cadeia produtiva e os indicadores do comércio eletrônico, será preciso utilizar uma ferramenta para gestão de estoque e supply chain. Com ela, é possível evitar prejuízos para a empresa vindos de grandes estoques (que poderiam ficar encalhados), erros em entregas e falhas nos processos como um todo.

Fernando Alex, executivo de contas da Benner

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Eleições 2018: entenda como funciona o aplicativo e-título, lançado pelo TSE

Há pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições no país, que será no dia 07 de outubro, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o aplicativo e-título, lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro do ano passado. A iniciativa que será adotada em todo o país, permitirá aos eleitores acessarem uma via digital do título eleitoral por meio do seu smartphone ou tablet.

Todos os cidadãos podem utilizar o aplicativo, desde que não haja nenhuma pendência com a Justiça Eleitoral. Segundo o advogado Luis Roberto Alcoforado, da Alcoforado Advogados Associados, a principal função e vantagem do aplicativo é a dispensabilidade de portar o título de eleitor (documento físico) ao exercer o papel principal como cidadão do Estado Democrático de Direito.

“Além do mais, o software permite que os dados eleitorais do eleitor permaneçam, em tese, sempre seguros e disponíveis, em razão do aparelho celular ter alcançado o status de extensão do corpo humano”, comenta o especialista.

No caso da utilização da tecnologia por quem já fez a biometria, o advogado esclarece que, para quem já fez o cadastro biométrico, basta se cadastrar no aplicativo e estar portando o smartphone no dia do pleito. “Já para quem não fez, é necessário que, no dia da eleição, esteja portando um documento oficial com foto”, explica.

O e-título também permite ao cidadão acessar outras funções relevantes como: o local de votação, além do sistema operacional oferecer a opção ao usuário de como chegar até o seu domicílio eleitoral da melhor forma; dados de cadastro biométrico; certidão de quitação eleitoral e certidão criminal.

O especialista faz ressalvas sobre o uso desse tipo de iniciativa. “O aplicativo responde de forma vagarosa. Diversas vezes, não é possível acessá-lo. Portanto, acredito que na hora da votação, se as falhas não forem reparadas, enfrentaremos, possivelmente, grandes filas, devido à falta de capacidade da rede do aplicativo gerenciar diversos aparelhos móveis simultaneamente”, conclui o advogado Luis Roberto Alcoforado.

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500 Startups tem nova diretora de operações no Brasil

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, anuncia Itali Pedroni Collini como nova Diretora de Operações no Brasil. A economista e empreendedora chega à organização com a missão de fortalecer a presença da 500 Startups no País e dar suporte não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional, conectando fundadores, investidores e corporações ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais.

“A Itali tem um perfil muito completo. Ela tem habilidades analíticas para apoiar as atividades de investimento no Brasil; uma mente estratégica para o desenvolvimento de negócios e busca de novas oportunidades para que a 500 Startups colabore com outros atores do ecossistema; e uma experiência na construção de comunidades”, destaca a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang.

Já Ana Paula González, Head da 500 Startups Miami, a quem Itali responderá diretamente, lembra que em Miami está sendo construído o novo hub de aceleração e inovação da 500 Startups para aproximar o Vale do Silício da América Latina e um dos objetivos da executiva será identificar negócios atrativos para o fundo global de venture capital de early stage no País.

“Nós esperamos que a Itali ajude o portfólio atual com oportunidades de crescimento, que ela continue a identificar grandes founders para 500 Startups investir, que ela encontre novas oportunidades para apoiarmos investidores em treinamentos com nível Vale do Silício e empresas em suas transformações digitais e estratégias de inovação”, afirma Ana.

Empolgada com o novo desafio, Itali garante estar motivada por, ao menos, dois motivos: “Primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação. Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global”.

Economista por formação, Itali Pedroni Collini já atuou no mercado financeiro, em consultorias e negócios de impacto. “Ao longo da minha carreira também empreendi projetos próprios, como o GENERA – Núcleo FEA USP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade e a Incluser, uma startup de diversidade e inclusão. Essa experiência híbrida entre finanças, empreendedorismo e impacto social me permitiu entender o grande potencial da 500 Startups no Brasil”, analisa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

Segundo a economista, como fundo de venture capital e aceleradora, a organização se destaca entre as tradicionais, já que 67% da gerência da 500 Startups é composta por mulheres. “Dos últimos 5 batches de aceleração 27% das startups tinham mulheres como fundadoras e 44% dos founders de todo portfólio são de minorias raciais, consequência da presença global da 500”, lembra.

Além disso, ressalta Itali, os escritórios da organização têm sala de amamentação e há programas de bolsas para investidores subrepresentados no VC Unlocked, o curso para investidores da 500 em parceria com Stanford e Berkeley. “Essas características da 500 Startups tem um encaixe ótimo com meus valores e acredito que minha experiência pode contribuir para intensificar o trabalho de diversidade e inclusão no ecossistema empreendedor brasileiro”, conclui.

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