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2018: é hora de mudar e consumir infraestrutura de TI como serviço – Por Silnei Kravaski

A forma de consumir TI está mudando e isso é fato. Flexibilidade é a palavra da vez e na medida em que as áreas de tecnologia ganham espaço e importância dentro das organizações, surge também uma série de questionamentos a respeito da melhor forma de maximizar os recursos, não só financeiros como também humanos, investidos na gestão da infraestrutura de TI. Com um novo ano começando, talvez seja o momento de refletir se não é a hora também ser disruptivo e mudar a formar como sua empresa tem consumido TI.

Segundo o IDC, 80% do tempo das equipes de TI é despendido erroneamente com atividades operacionais e rotineiras, como, por exemplo, reuniões e na gestão da infraestrutura propriamente dita (provisionamento de armazenamento, servidor e rede, monitoramento e soluções de problemas, entre outros). Por outro lado, apenas 14,5% do tempo disponível relacionam-se à inovação e aos novos projetos. Essa conta é no mínimo contraditória e é nesse sentido que emergem os conceitos de TI Flexível e de utilização de infraestrutura de TI como serviço, que se configuram como protagonistas nessa mudança de como se consome TI. Mas, o que é isso? Quais as vantagens?

Vamos às respostas: TI Flexível é um serviço de infraestrutura escalável no qual o cliente paga apenas pelo o que usar (Opex). O modelo oferece uma plataforma expansível de TI e instalações para dimensionamento eficiente, de forma modular, o que deixa o cliente pronto para crescer conforme as necessidades de seu negócio. O ponto chave é que a empresa já consegue obter um ganho tecnológico e financeiro logo de cara, afinal não é preciso esperar meses para a expansão da infraestrutura de TI, uma vez que, o pagamento baseia-se no consumo e alinha o fluxo de caixa ao uso da capacidade real.

Enquanto a aquisição no modelo tradicional proporciona uma capacidade de provisionamento incerta (muito alta ou muito baixa para as necessidades daquela organização), a TI Flexível atende à demanda real utilizada. Além disso, o tempo de resposta e integridade dos dados são maiores, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme.

Em suma, essa flexibilidade da infraestrutura de TI como serviço permite manter as operações impecáveis e liberar recursos e tempo para inovações. Isso faz total diferença em um cenário no qual as empresas mais bem sucedidas serão aquelas que aderirem à transformação digital e usarem todo o potencial de TI em conjunto com as inovações organizacionais, já que velocidade tornou-se uma das palavras-chaves nessa economia digital. É preciso agir e inovar com rapidez para manter-se à frente da concorrência e destacar-se em seu mercado.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, a unidade especializada em serviços e soluções da Planus Tecnologia

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Florianópolis lança Programa de Incentivo Fiscal à Inovação

Os empreendedores residentes de Florianópolis já podem inscrever seus projetos no Programa de Incentivo Fiscal à Inovação da Prefeitura de Florianópolis, que é similar à Lei Municipal de Incentivo à Cultura, mas voltado exclusivamente para inovação. São aceitos projetos que proponham empreendimentos inovadores na capital catarinense, vinculados a um Arranjo Promotor de Inovação (API); e também projetos que desenvolvam ou aprimorem um serviço, sistema, ou produto inovador, propostos por MEI ou MPE com sede em Florianópolis, também vinculados a um API.

“Essa é a nossa Rouanet manezinha de inovação. Foi um dos principais pedidos do setor que conseguimos atender e agora aguardamos a participação dos empreendedores. Temos certeza que esses projetos farão a diferença para a nossa cidade”, afirma o prefeito Gean Loureiro.

Os APIs reúnem empresas e instituições com o objetivo de desenvolver os segmentos. São oito APIs em Florianópolis: Turismo, Economia Criativa, Cultura e Entretenimento; Saúde, Equipamentos médicos e Insumos; Educação; Comércio e Serviços; Pesca, Maricultura e Agronegócios; Transportes e Mobilidade; Tecnologias de Informação, Comunicação, Microeletrônica e Nanotecnologia e em Energia.

O valor máximo por projeto é até 50% do limite de faturamento anual de microempresa. O prazo máximo de execução é de dois anos. Os projetos aprovados recebem uma “Carta de Autorização” e assinam contrato com a Prefeitura. Com isso, podem obter até 20% do ISS devido e até 20% do IPTU devido de contribuintes incentivadores estabelecidos no município em uma conta bancária aberta especificamente para receber os recursos do projeto. Os contribuintes incentivadores recebem um ”Certificado de Incentivo Fiscal” para obterem o respectivo desconto do valor junto à Prefeitura quando for pagar o ISS ou o IPTU. Para participar, basta acessar: http://spii.pmf.sc.gov.br/.

Fonte: Prefeitura de Florianópolis

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Física quântica x coaching de vida – Por Marco Tulio da Costa

A física quântica é uma ciência de possibilidades, maior estudiosa das relações entre partículas atômicas, demonstra que cada estado dos corpos se dá de acordo com a velocidade da agitação dessas partes. Entendemos como formas de energia, além dos corpos, o som, a luz, o pensamento e a energia espiritual. Todos esses em uma crescente de velocidade energética, respectivamente. Tudo é energia.

Sabendo que tudo é energia, inclusive nosso corpo, delimitamos então que somos manifestação dela. Nós vibramos em certa velocidade: o corpo em uma, o pensamento em outra… E é nessa vibração do pensamento em alta velocidade que podemos influenciar pessoas e o mundo, atraindo exatamente o que estamos conectados, gerando realizações condizentes com tal emissão.

Essa ciência estuda e comprova fenômenos que oferecem caminhos e soluções para que o indivíduo viva em equilíbrio, com saúde física e mental, em várias dimensões. Ela interage com o mundo e, apesar de pouco compreendida, revoluciona conceitos e traz recursos para que tenhamos mais qualidade de vida.

Com caminhos nada óbvios ou de difícil percepção, a física quântica trata do poder energético que emitimos ao universo e como o universo nos devolve essa comunicação. Para os estudiosos dessa área, nós influenciamos o mundo através do que emitimos, seja através de palavras, atitudes ou até mesmo pensamentos. Eis que as respostas são estimuladas por nós mesmos.

Ou seja, de uma forma mais sucinta e objetiva, somos fruto do que pensamos. Quando temos pensamentos e atitudes negativas, nossa vida será cercada de reflexos desse padrão vital emitido. Em contrapartida, se emanamos positividade, vitalidade, alegria, prazer e bem-estar, grandes realizações serão alcançadas, reflexo da energia que emitimos. É assim com fatos e pessoas: atraímos o que propagamos.

O coaching, conforme seu posicionamento, quer tornar o coachee leve, feliz e realizado. Para isso pode-se utilizar dos conhecimentos da física quântica no intuito de energizar e potencializar as atitudes e pensamentos do cliente, em busca da excelência de seus resultados, conforme a meta estabelecida.

No processo de coaching, sabemos da grande responsabilidade que temos de construir nosso próprio resultado. Temos a consciência de que nossos comportamentos refletem no alcance das metas. A questão do empenho, da disciplina, de querer superar obstáculos, crenças limitantes… aqui não seria diferente. Positividade e boas energias concorrem para o nosso sucesso. E é nesse ponto que a física quântica entra com força total.

Se pensamento se transforma em resultado, se somos ímãs do que emitimos, o coaching vai auxiliar nesse fluxo energético do pensamento. É importante demonstrar ao cliente a importância do seu posicionamento de vida. Dessa vez com o apoio de uma ciência tão minuciosa e respeitada: a física quântica, que trata das frequências constatáveis no encefalograma, a partir de sinais magnéticos.

Pensamento poderoso: Você é o arquiteto da sua vida. Você é seu próprio escultor.

Vale ressaltar que ser omisso, ficar “em cima do muro”, também te trará respostas no automático. Está tudo interligado. Eis a hora de praticá-la! A mente não distingue o que é imaginação ou realidade. Visualizar é um forte caminho para materializar, então pense positivo, pense na abundância.

Além desses argumentos sobre a física quântica, vale trazer exemplos de algumas leis que têm total compatibilidade e usabilidade no coaching:

A lei da causação dependente nos diz que muitas coisas são apenas sintomas, como visto anteriormente. Observar superficialmente não é tratar. Os problemas normalmente não são tratados ou resolvidos nos níveis em que foram criados. Já a lei da descontinuidade trata da movimentação dos elétrons, que nem sempre se dá de forma contínua. Eles podem desaparecer de uma órbita, surgindo em outra diversa. Na rotina prática podemos observar curas que não se dão por tratamentos convencionais, ou mudanças inesperadas de algumas situações de nossas vidas. A lei da não-localidade, introduzida por Einstein, demonstra que podem acontecer coisas entre dois seres, ou duas coisas, em locais diversos. Percebe isso quando pensa em alguém que não vê há tempos e essa pessoa te liga? Ou quando alguém sente uma dor e descobre que um ente querido teve um problema naquela região dolorida?

O que queremos dizer, por fim, é que todos nós devemos considerar a importância do conhecimento dos diferentes níveis da consciência do ser humano, promovendo a compreensão e a aplicação dessas possibilidades tão ricas de pensar e viver a vida de maneira saudável, positiva e realizadora. Vamos utilizar nossos recursos internos em busca do sucesso de nossos objetivos. Somos sim, responsáveis por nossos resultados.

Marco Tulio é professor da Fundação Getúlio Vargas nas áreas de Empreendedorismo, Programação Neurolinguística, Gestão de pessoas, Liderança, Comunicação, Negociação e Estratégia de Empresas. Atualmente, também é coach, professor e palestrante, prestando serviços de consultoria e treinamentos em todo o território nacional nas áreas de liderança, comunicação, negociação, gestão e vendas.

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Resource lança solução de IoT com foco no agronegócio

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, lança esta semana a oferta de Internet das Coisas (IoT) para business com foco em agronegócios. Elaborado em parceria com a Tago, empresa provedora de soluções Cloud para o mercado IOT, o objetivo é utilizar a plataforma integrada a sensores e soluções de automação para prevenção de pragas, indicando com antecedência os defensivos necessários para proteção, podendo, inclusive, programar automaticamente até pedidos de novas remessas de mercadorias.

A adoção da nova oferta de IoT deve ser representativa, uma vez que o agronegócio é um dos segmentos mais tecnológicos do Brasil, além de representar 23% do PIB – Produto Interno Bruto – e ser um dos responsáveis pela queda da inflação no País, gerando de janeiro a outubro de 2017 mais de 19 mil postos de trabalho, 84% a mais que o mesmo período de 2016.

“Estamos utilizando tecnologia de ponta para automatizar um dos principais setores da economia brasileira. Controlando a compra de defensivos agrícolas, os dispositivos liberam os produtores para se preocuparem com outros temas mais importantes para suas atividades, uma vez que o sistema pode automatizar o processo de compra do produto correto de forma planejada, sem comprometer a entrega e sem desperdiçar dinheiro”, informa Roberto Aran, Diretor de Digital Solutions da Resource.

“Com a nova oferta de IoT, utilizamos dados de sensores nas propriedades rurais e, por meio deles, identificamos de maneira rápida e proativa as condições ambientais e a possibilidade de possíveis pragas. Com esse monitoramento é possível chegar a um denominador sobre os fungos que podem surgir”, explica Fábio Rosa, CEO e Co-fundador da Tago.

O objetivo da solução é monitorar e alertar sobre as condições para surgimento de pragas na cultura de acordo com um banco de dados alimentado com informações coletadas com especialistas e variáveis climáticas, como períodos de chuva, de seca e incidência de pragas sobre cada lavoura.

A Resource entrega a solução de ponta a ponta, implementando a plataforma e mantendo o sistema funcionando corretamente durante todo o processo, No mercado brasileiro, as soluções de IoT para agronegócios ainda estão em fase embrionária. A Resource está lançando no mercado uma oferta que irá facilitar o dia a dia dos produtores e gerar mais eficiência e produtividade para os negócios. A solução de IoT com foco em agronegócios vai integrar todos os serviços com as necessidades do campo.

“A nossa plataforma tem implementação simplificada e sua utilização pode ir além deste segmento, se aplicando a outros setores como o de seguros”, diz Aran.

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CEOs devem impulsionar suas equipes de trabalho a aproveitar o crescimento baseado em Inteligência Artificial, indica estudo da Accenture

As empresas correm o risco de perder importantes oportunidades de crescimento a não ser que os CEOs tomem medidas imediatas para conduzir suas forças de trabalho e capacitar seus colaboradores a trabalharem com tecnologias inteligentes, mostra novo estudo da Accenture (NYSE: ACN).

O estudo da Accenture Strategy, entitulado Reworking the Revolution: Are you ready to compete as intelligent technology meets human ingenuity to create the future workforce?, prevê que se as empresas investirem em Inteligência Artificial (IA) e na colaboração entre homens e máquinas no mesmo ritmo das empresas de alto desempenho, seus lucros poderão crescer 38% até 2022 e os níveis de emprego, 10%. Coletivamente, isso poderia impulsionar os lucros em US$ 4,8 trilhões globalmente, no mesmo período. Para as empresas médias listadas pelo S&P500, isso seria equivalente a US$ 7,5 bilhões em faturamento e um aumento de US$ 880 milhões em lucratividade.

De acordo com o estudo, tanto líderes quanto funcionários estão otimistas em relação ao potencial da inteligência artificial nos resultados de negócios e experiências de trabalho. Dos 1.200 executivos entrevistados, 72% afirmam que tecnologias inteligentes serão um ponto crítico para a diferenciação de suas empresas no mercado e 61% acredita que o número de cargos exigindo colaboração com IA irá aumentar significativamente ao longo dos próximos três anos. Mais de dois terços (69%) dos 14 mil trabalhadores entrevistados afirmam que é importante desenvolver habilidades para trabalhar com máquinas inteligentes.

Ainda assim, a lacuna entre a adesão dos trabalhadores à IA e os esforços de seus empregadores para prepará-los coloca o crescimento potencial em risco. Enquanto a maioria (54%) dos líderes de negócios acredita que a colaboração entre humanos e máquinas é importante para suas prioridades estratégicas, apenas 3% afirmam que suas empresas planejam aumentar significativamente os investimentos na recapacitação de seus funcionários ao longo dos próximos três anos.

“Para atingir altas taxas de crescimento na era da IA, as empresas precisam investir mais na capacitação de pessoas para que possam trabalhar com máquinas de novas maneiras”, afirma Mark Knickrehm, Group Chief Executive da Accenture Strategy. “Cada vez mais as empresas serão julgadas por seu comprometimento com o que chamamos de Inteligência Aplicada – a habilidade de implantar rapidamente a tecnologia inteligente e a ingenuidade humana em todas as frentes de seu negócio principal e assegurar esse crescimento”.

A pesquisa sugere ainda que existe uma forte base para suportar o aumento dos investimentos em habilidades de IA. Entre os executivos de alto escalão, 63% acreditam que suas empresas irão criar mais empregos ao longo dos próximos três anos por meio de IA. Enquanto isso, a maioria dos trabalhadores (62%) acredita que a IA terá um impacto positivo sobre seus trabalhos.

O relatório mostra como os pioneiros no uso da colaboração entre humanos e máquinas não só aumentaram sua eficiência, como impulsionaram o crescimento por meio de novas experiências de clientes. O uso de inteligência artificial em um varejista de vestuário online ajuda seus estilistas a conhecer melhor as preferências de seus clientes para que possam oferecer um serviço único e altamente personalizado. E uma marca de calçados esportivos estabeleceu um novo padrão de customização e lançamentos depois de alinhar seus designers de calçados e engenheiros de processos altamente capacitados com robôs inteligentes, capazes de desenhar e produzir esses calçados nos mercados locais.

“Os líderes de negócios precisam tomar medidas imediatas para conduzirem suas forças de trabalho em direção a um mundo totalmente novo, onde a ingenuidade humana se une à tecnologia inteligente para revelar novas formas de crescimento”, acredita Ellyn Shook, Diretora Global para Liderança e Recursos Humanos da Accenture. “Os trabalhadores não veem a hora de colaborar com inteligência artificial, dando aos líderes a oportunidade de apresentar Inteligência Aplicada de verdade dentro de suas organizações.”

Para ajudar líderes a capacitarem a futura força de trabalho para a era da IA, a Accenture faz as seguintes recomendações:

1. Repense o Trabalho por meio da reconfiguração do trabalho, a partir da base. Avalie tarefas, não empregos; em seguida, distribua tarefas para máquinas e pessoas, equilibrando a necessidade de automação e aumentando as capacidades das pessoas. Quase metade (46%) dos líderes de negócios concorda que as descrições de cargos já são obsoletas, enquanto 29% afirmam que já fizeram um trabalho intensivo de reformulação de cargos.

2. Conduza a força de trabalho para áreas que possam revelar novas formas de valor. Vá além das eficiências de processos e prepare a força de trabalho para criar novas experiências de clientes. Alimente novos modelos de crescimento por meio do investimento das economias derivadas da automação na força de trabalho futura. Fomente um novo DNA de liderança que valorize a mentalidade, perspicácia e agilidade necessárias para tirar proveito de oportunidades transformacionais de longo prazo.

3. Melhore a “Nova Qualificação” Avalie o nível de qualificação da força de trabalho e sua disponibilidade em aprender a colaborar com a IA. Por meio de plataformas digitais, foque os programas nesses segmentos da força de trabalho e personalize-os a fim de aumentar a adoção de novas habilidades. A Accenture desenvolveu um modelo de trabalho de “nova qualificação” com base na progressão do nível de habilidades e usando um conjunto de métodos inovadores de aprendizado digital que maximizam a velocidade e escala dos investimentos em treinamento.

Metodologia

A Accenture combinou técnicas de pesquisa quantitativa e qualitativa a fim de analisar os comportamentos e prontidão de funcionários e líderes de negócios em relação à colaboração com tecnologias inteligentes. O processo de pesquisa incluiu entrevistas com 14.078 trabalhadores de diversos níveis de capacitação e gerações e 1.201 executivos do alto escalão. As entrevistas ocorreram entre setembro e novembro de 2017 em 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, China, EUA, Espanha, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido) dos seguintes setores: Automotivo, Bens de Consumo & Serviços; Saúde & Ciências da Vida; Infraestrutura & Transporte; Energia; Mídia & Entretenimento; Software & Plataformas; Bancário (Varejo & Investimentos); Seguros; Varejo; Telecomunicações e Serviços Públicos.

O estudo também incluiu modelagem econômica para determinar a correlação entre investimentos em IA e desempenho financeiro, entrevistas aprofundadas com 30 executivos C-suite e entrevistas etnográficas com 30 pessoas que já trabalharam com IA.

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Empresas que traçam planos de crescimento devem se preparar para gerenciar riscos


Uma pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham-Curitiba) com 114 executivos do Paraná revela que 62% das empresas deve aumentar o nível de investimento em 2018. Num momento em que uma organização pretende crescer, calcular as implicações de novas medidas (novas áreas de atuação, outros ambientes regulatórios e outras) é importante para o sucesso.

Para isso existem ferramentas específicas, como o COSO ERM, um dos sistemas de gerenciamento de riscos mais aplicados no mundo, e que será o tema na palestra promovida pela Amcham – Curitiba, no dia 30 de janeiro. A metodologia permite que as empresas de todos os portes percebam riscos e tomem atitudes antecipadas para se preparar para o que possa acontecer.

“As atualizações implementadas no COSO ERM deste ano avançam em relação à versão de 2004 e tornam o Gerenciamento de Riscos Corporativos (ERM) mais efetivo ao integrá-lo com estratégia e performance das organizações”, comenta Jerri Ribeiro, sócio da PwC Brasil e líder e especialista em riscos, que dará a palestra.

Avanços

Entre as mudanças do COSO ERM em 2017 estão nova estrutura de conteúdo, se dividindo em cinco componentes e vinte princípios alinhados ao ciclo de vida dos negócios; alinhamento com a definição estratégica e as atividades do dia a dia nas empresas; exploração do gerenciamento de riscos em todos os níveis da organização; maior ênfase na cultura; introdução do novo conceito de “curvas de risco”; discussões sobre temas como apetite a riscos e portfólio, além de uma reflexão do papel evolutivo da tecnologia.

“Práticas do compliance asseguram a conformidade dos negócios, seguindo uma série de regras que comprovadamente ajudam na solidez e no desenvolvimento de um negócio de sucesso”, finaliza Ribeiro.

Palestra “Novo COSO ERM Framework: Integrado com Estratégia e Performance”

Data: 30 de janeiro de 2018

Horário: 8h30 às 10h30

Local: Amcham Curitiba – Rua João Marchesini, 139 – Prado Velho – Curitiba PR

Informações: eventos.curitiba@amchambrasil.com.br ou (41) 2104-9350

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Siemens PLM anuncia novo diretor para América do Sul

A Siemens PLM, fornecedora de serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto e de software de gerenciamento de operações de manufatura, anuncia a nomeação de Daniel Scuzzarello como novo diretor de Portfólio para a América do Sul. O executivo será responsável pela liderança de toda a carteira de soluções Siemens na região e terá como principais desafios desenvolver o mercado sul-americano e potencializar a presença das soluções CAD, CAE e CAM da Siemens, que suportam todo o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), onde ainda há muito espaço para ampliação de mercado.

“O que fazemos na engenharia e na digitalização é o verdadeiro negócio da Siemens: desencadear o progresso, romper barreiras e desafios. Guiamos nossos clientes para um patamar da indústria em que somos os pioneiros de mercado. Em relação ao cenário brasileiro, percebo que está cada vez mais ágil e buscando novas tecnologias que possam levar à Indústria 4.0”, aponta Scuzzarello.Segundo o porta-voz, este ano, com a retomada de crescimento, há uma grande oportunidade para o desenvolvimento de novos negócios. “Indústrias como a automobilística, aeroespacial, de consumo e do setor agrícola, buscarão cada vez mais propostas na área da IoT industrial”, aponta.

Anteriormente, trabalhou como diretor regional de vendas na CD-Adapco, empresa adquirida pela Siemens em 2016, sendo responsável pela prospecção e pelo desenvolvimento de novas relações com clientes em território brasileiro. Desde a aquisição, Scuzzarello desempenhava o cargo de diretor de vendas para soluções de simulação e testes na Siemens.

Formado em Ciências da Computação e com Mestrado em Engenharia Mecânica pela Lund University, na Suécia, Scuzzarello se mudou para o Brasil há cerca de sete anos. “Trabalhar na Siemens nos permite ajudar clientes e empresas a realizarem seus sonhos, desenvolver e estimular o progresso para que possam ter mais sucesso em um cenário cada vez mais competitivo e cheio de desafios”, ressalta.

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Atos lança novos serviços para aprimorar seu Programa de Parcerias com Fintechs

A Atos, líder mundial em transformação digital, anunciou três novas iniciativas para fortalecer seu programa global de Parcerias com Fintechs. O objetivo é aproximar Fintechs, InsurTechs e RegTechs consolidadas e confiáveis a importantes empresas de Serviços Financeiros para co-criarem e levarem ao mercado novos serviços. As três novas iniciativas da Atos são: FinLab, plataforma baseada na nuvem para facilitar a criação de novos serviços conjuntos; o FinHub, um programa de integração de Fintechs; e o FinNet, um portal de conhecimento com tendências e insights.

FinLab: Um Motor de Crescimento para a Criação Conjunta de Valor para bancos e seguradoras

O FinLab da Atos é uma plataforma híbrida baseada na nuvem, combinada com a expertise comercial, técnica e de integração de APIs da Atos, que permite que bancos, seguradoras e suas parceiras de Fintech selecionadas desenvolvam novos serviços. Um recurso que diferencia o FinLab da Atos é a capacidade de criar jornadas de fim-a-fim específicas do cliente, as quais reúnem serviços combinados e APIs de diversas soluções de Fintech, para demonstrar funcionalidade e benefícios a possíveis clientes.

FinHub: Integração Rápida em apenas 2 a 4 semanas para FinTechs

Com o FinHub, as Fintechs têm acesso a uma ampla rede de importantes empresas de Serviços Financeiros com total apoio jurídico e mercadológico da Atos para desenvolverem uma oferta colaborativa que impulsionará o crescimento conjunto dos negócios num programa de integração de 2 a 4 semanas. As empresas de Serviços Financeiros se beneficiam do acesso rápido a uma grande comunidade de Fintechs preparadas, pré-avaliadas e com qualidade garantida, combinadas aos ativos da Worldline e apoiadas pela gestão completa de integração da Atos com proteção de riscos.

FinNet: portal sobre o cenário global das FinTechs

Este portal de conhecimento oferece uma visão das constantes mudanças do cenário de Fintech no mundo todo, visão esta que é alimentada por pesquisas de equipes especializadas em inteligência do cliente e de mercado, bem como pela expertise dos 135 especialistas globais da Comunidade Científica da Atos. Ela é reforçada, ainda, pelo envolvimento de uma rede internacional de Comunidades de Fintech para oferecer uma perspectiva pan-europeia.

Dan Cohen, Vice-Presidente Sênior de Grupo da Atos para Serviços Financeiros Globais, afirma: “No atual cenário concorrencial, as Instituições Financeiras precisam oferecer novas maneiras de criar valor para sobreviverem e prosperarem. As Fintechs também enfrentam desafios em conformidade, crédito e distribuição. Nosso investimento em Serviços de Fintech mostra nosso compromisso de apoiar as Instituições Financeiras ao facilitar essas parcerias, promovendo a inovação conjunta e levando ao mercado novos serviços que diferenciam os negócios delas e permitem o crescimento”.

Através de sua subsidiária Worldline, líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, a Atos leva expertise em pagamentos eletrônicos, serviços transacionais e serviços bancários digitais a empresas de Serviços Financeiros. Atualmente, a Atos e a Worldline estão trabalhando em estreita colaboração com cerca de 20 parceiras de Fintech pré-avaliadas para desenvolver uma série de propostas de valor para alguns dos maiores bancos e seguradoras do mundo. Essas propostas incluem:

– Experiência do Cliente aprimorada e ininterrupta, assegurando conformidade com PSD2 – Diretiva de Serviços de Pagamento em vigor na Europa desde 2016 -, ao mesmo tempo em que as soluções das Fintechs são conectadas à plataforma (API) aberta de serviços bancários digitais da Worldline e ao FinLab da Atos;

– Modelos de negócios de empréstimos de varejo ágeis e eficientes;

– Soluções para desenvolver o DNA individual dos clientes (envolvendo processamento analítico, Big Data, Internet das Coisas, Computação Cognitiva e Processamento de Linguagem Natural), de modo a permitir que bancos e seguradoras criem experiências de cliente personalizadas e gerem novos fluxos de receitas;

– Soluções de pagamento eletrônico (com foco em carteiras e pagamentos móveis, Blockchain, pagamentos instantâneos e fraudes em pagamentos).

As parceiras de Fintech da Atos incluem, entre outras, a Backbase, Moven, NGdata, Customer Matrix, Friss, e-BankIT e AcceptEasy, as quais levam, à comunidade de Fintech da Atos, expertise em experiência do cliente, análises e DNA do cliente, gestão de sinistros e fraudes em seguros, verificação da identidade de clientes e faturamento eletrônico.

Reforçando sua posição de líder do segmento, a Atos foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 25 Enterprise[i], como Líder na lista NelsonHall 2017 FinTech Services in Banking e nos relatórios Next-generation Mortgage & Loan BPS da NelsonHall, e como Competidora Importante em Serviços Digitais para Serviços Bancários ao Consumidor pelo Everest Group. A Worldline, subsidiária do Atos Group e líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 100.

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Fintechs podem gerar mais de US$ 24 bi em negócios nos próximos anos

No Brasil, existem atualmente 193 startups com soluções tecnológicas emergentes – capazes de desenvolver tecnologias que irão impactar e revolucionar os modelos de negócios e sociedade no prazo de 5 a 10 anos. Desse total, 6% investem em Inteligência Artificial, tecnologia muito usada em startups que oferecem inovações para o segmento de Finanças e Seguros, como as insurtechs e fintechs – que segundo o estudo, devem gerar US$ 24 bilhões em negócios nos próximos anos.

O Liga Insights Emerging Technologies – estudo desenvolvido pela Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – mostra ainda que o Brasil foi o 8º país com o maior volume de investimentos em fintechs no ano passado (foram mais de 160 milhões de dólares movimentados).

Uma startup que está inovando no setor é a Nexoos www.nexoos.com.br) – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – que consegue oferecer financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com muito menos burocracia que os bancos tradicionais. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a startup desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Tecnologias emergentes para o setor de Finanças e Seguros

No segmento de Finanças e Seguros as inovações que mais surgem estão ligadas a Big Data, Analytics, Inteligência Artificial, Blockchain e Criptomoedas – categoria que se destacou em 2017 com o maior número de startups criadas.

Blockchain é fator de revolução para transações financeiras e certificação de informações

Inovações como blockchain vão revolucionar todos os processos que envolvem trânsito de informações e certificações de dados. “O blockchain poderá ser usado para tornar os processos transacionais ainda mais seguros, tendo sua aplicação indo além do mercado financeiro, atuando também nas áreas de supply-chain, documentos, seguros e até em processos eleitorais com votos”, analisa Rogério Tamassia, co-fouder da Liga Ventures.

Liga Insights Emerging Technologies

Confira o levantamento completo aqui: liga.ventures/insights-etx

O Liga Insights Emerging Technologies é o primeiro estudo já realizado no Brasil sobre startups desta natureza (tecnologias emergentes), desenvolvido pela Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas. A pesquisa foi feita em parceria com a TIVIT – líder em serviços de tecnologias integradas na América Latina – e a Intel. A pesquisa analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups no país e separou as que se enquadram nessa segmentação.

Fonte:

Banco de dados com mais de 8 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

Número de startups no segmento:193

Principais áreas de aplicações das startups aprofundadas no estudo

Indústria 4.0

Construção e Arquitetura

Finanças e Seguros

Agricultura e Pecuária

Saúde e Bem-estar

Liga Emerging Tech

Complementar ao relatório, a Liga Ventures lançou o programa Liga Emerging Technologies (liga.ventures/emerging-tech/), programa que prospecta, seleciona e acelera startups dos setores de tecnologias emergentes como, â?¯Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Realidade Aumentada, Blockchain, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial aplicados a diversos mercados.

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Banco Agiplan agora é Agibank 100% digital

Em um mundo em constante evolução, o Banco Agiplan também se renova. O Banco anuncia o reposicionamento da marca no intuito de tornar-se uma instituição 100% digital e, a partir de segunda quinzena de janeiro, o Banco Agiplan adota o nome Agibank, definição mais aderente à sua proposta atual de inovação, agilidade e tecnologia. O posicionamento e todo trabalho de comunicação darão suporte para a estratégia da instituição no sentido de tornar a marca uma referência de banco digital completo.

“O rebranding foi um processo natural, uma vez que buscamos uma marca forte e atual, que reforce aos clientes e ao mercado a proposta de valor que estamos oferecendo. Estamos construindo um banco do futuro com um grande propósito: fazer o dia a dia das pessoas melhor. Essa mudança está sendo feita de dentro para fora, com o envolvimento de todos os colaboradores,” afirma Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank.

O plano de investimentos da empresa que, anunciado no final do ano passado, previa investimentos de R$ 750 milhões em tecnologia até 2022 faz parte deste novo posicionamento. Testa explica que o aporte tem foco em inovação, prototipação, design e no desenvolvimento de novas tecnologias. “Fomos a primeira instituição bancária do mundo a usar o número de celular como conta corrente, criando um ambiente no qual, de forma disruptiva, transacionamos dinheiro da mesma forma que trocamos mensagens no dia a dia. Já desenvolvemos nossa plataforma de maneira a estabelecer uma interconexão P2P com todos smartphones em âmbito global. Além disso, daremos início ao processo de internacionalização pelos EUA, em São Francisco, Califórnia, ainda no primeiro trimestre deste ano. Crescer para fora do país é uma aspiração do Banco”, afirma o CEO.

“O objetivo é transformar o Agibank em uma fintech global. Estar presente no Vale do Silício reforça a criatividade, inovação, o desenvolvimento de tecnologia de ponta e estimula espírito de startup presente no Agibank”, reforça Testa. A abertura de novos mercados faz parte da estratégia de expansão da instituição, que já desenvolveu sua plataforma visando uma operacionalização em âmbito global. Após se estabelecer nos Estados Unidos, o Agibank planeja alçar voos ainda maiores com foco em outros continentes.

“A tecnologia está no DNA da instituição, que investe obsessiva e continuamente na excelência operacional e tecnológica. Neste novo momento, a área de Tecnologia da Informação tem papel fundamental, uma vez que está criando novos canais digitais de relacionamento a partir de uma nova arquitetura corporativa, com base em conceitos modernos de bank as platform, cloud computing e open API. A ideia é garantir escalabilidade, time to market, segurança e experiência única ao usuário”, ressalta Marciano Testa, ressaltando ainda que a estrutura de desenvolvimento de soluções do Agibank está organizada em tribos e esquadras, nos quais times de técnicos e de negócio têm autonomia para propor novas experiências aos clientes. O Agibank quer tornar o correntista protagonista de seus processos financeiros”, conclui o CEO.

O Agibank irá atuar com base em dois pilares: tornar-se referência de banco 100% digital, nacional e internacional, e com foco na contínua expansão da sua rede física para facilitar a inclusão financeira a mais de 100 milhões de brasileiros que, atualmente à margem do modelo bancário tradicional, compõem o atual mercado potencial da rede bancária no País. A instituição irá oferecer novas funcionalidades para os clientes pessoa física e jurídica, como a possibilidade de abrir uma conta bancária diretamente pelo smartphone, com direito a um cartão múltiplo e internacional da bandeira Mastercard, linhas de crédito com condições especiais, pagamento em estabelecimentos comerciais pelo próprio app, entre outros benefícios. O aplicativo do Agibank pode ser baixado gratuitamente nas principais lojas de aplicativos para iOS e Android.

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Finep e EMBRAPII se unem para financiar projetos de inovação em acordo cooperativo

Para fortalecer o apoio à inovação brasileira e agilizar a oferta de financiamentos facilitados, a Finep e a EMBRAPII – Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, ambas ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, assinaram acordo de cooperação no dia 18 de janeiro, na sede da Finep no Rio de Janeiro. A ideia é criar um fast track para otimizar a atuação das duas instituições por meio da troca de informações sobre suas carteiras de clientes, facilitando o acesso aos recursos técnicos e financeiros oferecidos.

O presidente da Finep, Marcos Cintra, destaca a importância da complementariedade de ações: “A EMBRAPII é como um selo de qualidade que vai permitir mais rapidez na concessão dos financiamentos, porque as empresas indicadas por eles já terão passado por um crivo rigoroso”.

Jorge Guimarães, presidente da EMBRAPII, explicou que a Associação atua de forma tríplice, unindo empresas, governo e centros de pesquisa organizados como Unidades EMBRAPII, sendo 42 as existentes atualmente. “De todas as nossas parcerias, a Finep é a única que apoia os dois lados – as unidades EMBRAPII e as empresas”, destaca.

A EMBRAPII financia 1/3 dos valores de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) realizados em parcerias com suas Unidades, de forma não-reembolsável, ou seja, o dinheiro não precisa ser devolvido no fim do projeto. A responsabilidade pelo restante do valor (2/3) é dividida entre a empresa parceira e a Unidade. A Finep entra aí, concedendo financiamentos de longo prazo, com juros baixos e de forma rápida às instituições beneficiárias da cooperação. “Pretendemos ainda no primeiro semestre de 2018 começar os desembolsos ligados a esse acordo”, disse Wanderley de Souza, diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep.

O acordo terá vigência de dois anos. Para a concessão do financiamento, os projetos deverão estar em fase avançada de negociação, condicionado à efetiva contratação, ou contratados pela Unidade EMBRAPII ou Polo EMBRAPII IF, já contando, dessa forma, com os respectivos recursos financeiros disponibilizados pela EMBRAPII.

A cooperação prevê que empresas de todos os setores possam solicitar financiamento à Finep, desde que apresentem um projeto de inovação de produtos, processos ou serviços nas áreas de atuação da EMBRAPII, como: biotecnologia, agronegócio, engenharia, eletrônicos, Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC, entre outros.

“Precisamos aumentar a competitividade da indústria nacional, o que depende em grande parte da sua capacidade inovadora. No entanto, inovar tem um custo. Com os recursos que serão garantidos pela Finep, oferecemos uma oportunidade para viabilizar a execução da ideia”, disse Jorge Guimarães. A expectativa é que sejam disponibilizados este ano cerca de R$ 3 bilhões para financiamentos a empresas por parte da Finep.

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Cabify e Easy anunciam recebimento de aporte de US$ 160 milhões

A Maxi Mobility Inc, holding da Cabify e da Easy, anuncia aporte de mais de meio bilhão de Reais (US$ 160 milhões) para expandir as operações em seus atuais mercados. O grupo opera plataformas de mobilidade como serviço (MaaS) de alta qualidade para empresas e usuários particulares em mais de 130 cidades e 14 países na América Latina e Península Ibérica.

Nesta nova rodada de investimento, os investidores da Maxi Mobility incluem a Rakuten Capital, TheVentureCity, Endeavor Catalyst, GAT Investments, Liil Ventures, WTI, além de investidores locais da Espanha e da América Latina.

“Estamos entusiasmados com o novo grupo de investidores e por continuar a fortalecer nosso relacionamento com a Rakuten Capital. Nós temos uma visão compartilhada de transformar a mobilidade nas cidades e melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos”, diz Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility.

“O rápido crescimento e consolidação da Maxi Mobility demonstra o enorme potencial do grupo. Estamos muito satisfeitos em continuar a apoiar a visão, inovação e liderança na disrupção da mobilidade”, comenta Oskar Mielczarek de la Miel, Managing Partner da Rakuten Capital. “A equipe da Maxi Mobility, sob a liderança de Juan Antonio, não só se destaca por sua força e tenacidade, mas também pelos fortes valores éticos que demonstram no trabalho diário.”

“A Maxi Mobility fez um excelente trabalho para equilibrar o grande crescimento com uma disciplina financeira incomparável neste setor, conforme demonstrado pelos resultados alcançados em 2017”, explica Laura González-Estérani, CEO e fundadora da TheVentureCity.

“Este é o resultado do foco em fazer melhorias operacionais, fortalecer suas marcas focando no clientes e construir uma equipe muito sólida”.

O aporte de mais de R$ 500 milhões (US$ 160 milhões) nas marcas da Max Mobility será utilizado para acelerar o crescimento e consolidar sua posição de liderança na indústria de mobilidade como serviço (MaaS) no mercado latino-americano e ibérico. O montante também impulsionará o desenvolvimento tecnológico, incluindo soluções inovadoras de mobilidade, bem como o serviço para clientes e motoristas parceiros.

As empresas da Maxi Mobility estão presentes em 14 países da América Central, do Sul e da Península Ibérica. Elas geram cerca de 2 mil empregos diretos e possibilitam que centenas de milhares de motoristas parceiros tenham oportunidades de renda como profissionais autônomos.

“A Maxi Mobility nasceu com o objetivo de transformar a mobilidade ao melhorar a qualidade de vida e promover o crescimento econômico nos países em que atuamos. Estamos orgulhosos do progresso alcançado ao apostar em equipes locais, pagando os tributos públicos devidos em cada país e trabalhando lado a lado com os governos para a criação de regulamentações inclusivas e justas para todos os envolvidos no setor da mobilidade como serviço. Por meio da Cabify, Easy e outras marcas, continuaremos trabalhando rumo à nossa visão, que logo se tornará realidade”, conclui Juan de Antonio.

A Cabify encerrou 2017 com um crescimento global superior a 500% em receita bruta e solicitações de corridas, triplicou sua base instalada e aumentou o número de viagens em seis vezes em comparação a 2016. Já a Easy, desde que se juntou ao Grupo Maxi Mobility, em abril de 2017, viu sua demanda crescer mais de 60%.

Novo Country Manager no Brasil e vagas abertas

A Cabify anuncia Fernando Matias como novo Country Manager Brasil. Anteriormente, o executivo era CEO da Easy no Brasil. Já Daniel Bedoya, que ocupou o cargo desde o início da operação brasileira, assume como novo COO (Chief Operating Officer) Global da Cabify.

A Cabify também está com dezenas vagas abertas no Brasil para áreas como operações, marketing e vendas. Recentemente a empresa reestruturou e realocou diversos profissionais no Brasil para suportar o crescimento planejado, e está ativamente buscando talento para preencher as dezenas de vagas abertas no Brasil. “À medida que o negócio se expande, os nossos profissionais e o perfil das vagas evoluem. Estamos buscando aqueles que compartilhem de nossa visão e comprometimento com a transformação da mobilidade urbana, com alta capacidade de realização e experiência relevante nas funções que temos em aberto.” reforça Fernando Matias, novo Country Manager Brasil da Cabify.

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Indústria de pagamentos mundial instala conselho consultivo no Brasil

Com o objetivo de estudar maneiras de aumentar a segurança de pagamentos no comércio online e fornecer padrões e programas de segurança de dados, prevenindo ataques cibernéticos, o PCI Security Standards Council inaugura o Conselho Consultivo Regional do Brasil. O grupo conta com algumas das principais empresas da indústria de pagamentos do mundo.

A sucursal no Brasil será a primeira regional do conselho, que antes operava apenas em caráter global, fato que demonstra aumento da importância do país em uma lógica globalizada de negócios. A VTEX, empresa brasileira de digital commerce com presença mundial foi selecionada para integrar o grupo, representada pelo seu diretor de pesquisa e inovação, André Uchôa.

Com essa nomeação, a VTEX irá participar na vanguarda do esforço do PCI para aumentar a segurança de pagamento, fornecendo para a indústria padrões e programas de segurança de dados flexíveis e efetivos que ajudam as empresas a detectar, mitigar e prevenir ataques cibernéticos.

“Estou orgulhoso de fazer parte dessa iniciativa. Como membro do conselho, compartilharei as visões e expectativas das Organizações Participantes do PCI SSC no Brasil e na América Latina” diz André Uchôa, diretor de pesquisa e inovação da VTEX.

“As empresas brasileiras têm muito a contribuir para a segurança global de pagamentos. Estou ansioso para trabalhar com a VTEX e outros membros do Conselho Consultivo Regional do Brasil para ajudar o PCI SSC a tornar os pagamentos mais seguros em todo o mundo”, disse Carlos Caetano, Diretor Regional Associado do PCI SSC.

O PCI Security Standards Council foi fundado em 2006 pelas principais empresas de cartões, como American Express, Discover Financial Services, JCB International, MasterCard, e Visa, com a missão de aprimorar a segurança de dados. Com 750 organizações entre bancos, comerciantes, fornecedores e processadores, atua em países como França, Itália, Turquia e agora no Brasil. Os padrões de segurança PCI exigem comerciantes e provedores de serviços que armazenem, processam ou transmitem os dados do cartão de pagamento do cliente para aderir a controles de segurança de informações e processos que assegurem a proteção de dados.

Com presença em 25 países e em expansão para os mercados dos Estados Unidos e Europa, a VTEX foi listada recentemente como uma das 20 tecnologias de varejo mais promissoras para 2018 pela revista especializada CIO Review. No ano passado, se tornou a primeira empresa da América Latina a entrar no Quadrante Mágico da Gartner, competindo com outras gigantes digitais como Oracle, IBM, SAP, Salesforce e Magento.

Atualmente, possui mais de 2,3 mil lojas virtuais e processa mais de 18 milhões de pedidos, movimentando mais de US$ 2 bilhões por ano. Investe em segurança e na experiência do usuário, oferecendo a dupla autenticação, e tecnologia de compra sem senha, o SmartCheckoutTM, que permite uma verificação intuitiva, segura e muito rápida.

“Compreender os principais problemas e desafios enfrentados em um determinado país ou região é crítico, especialmente em uma região onde ainda estamos crescendo e desenvolvendo nossos níveis de suporte e adoção”, disse Jeremy King, Diretor Internacional do PCI SSC. “Como membro do Conselho Consultivo Regional do Brasil, a VTEX nos ajudará a garantir que os Padrões de Segurança PCI sejam o que sempre dissemos – verdadeiramente globais, apropriados e aplicáveis”.

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Engajamento no trabalho cresce no Brasil e América Latina, mas cai em todo mundo

Ao contrário do que está sendo observado no mundo, o índice de engajamento dos trabalhadores no Brasil registrou um crescimento de 8% e fechou 2016 com 77%. Os números são da consultoria em benefícios e capital humano Aon, que realizou uma pesquisa com cinco milhões de funcionários em 1 mil empresas de todo o mundo.

No Brasil, a maior diferença está no número de colaboradores considerados altamente engajados. Em 2016, 38% entraram nessa categoria, ante 30% em 2015. Além disso, o número de trabalhadores desengajados também diminuiu. Em 2015, eles correspondiam a 11% do total, enquanto que em 2016 foram apenas 8%. Da mesma forma, o índice de colaboradores com engajamento neutro caiu de 20%, em 2015, para 15%, em 2016.

Dessa forma, o País impulsionou uma melhora no engajamento médio da América Latina, que era de 72% em 2015 e chegou a 75% em 2016.

Apesar de nem todos os países da região apresentarem aumento nos níveis de engajamento, todos permaneceram acima da média global. O México teve queda de engajamento de 4% em 2016 (passando de 79% para 75%). O pior resultado foi registrado na Venezuela. Com a volatilidade da economia e as incertezas políticas, o engajamento caiu 11% no país e chegou a 69%.

Os resultados do Brasil e na América Latina, no entanto, não refletem o que está acontecendo no resto do planeta. Na média global, o engajamento de colaboradores está em queda. O índice era de 65% em 2015 e passou para 63% em 2016.

Além disso, apenas 24% dos trabalhadores no mundo apresentam um alto nível de engajamento. Outros 39% estão com engajamento moderado. Os demais 37% estão com engajamento neutro ou desengajados.

Na América do Norte, o engajamento caiu 1%, chegando a 64%. Na Europa, a queda foi de 2%, passando a 58%. Na região Ásia-Pacífico, a redução foi de 3%, chegando a 62%.

Para o líder global de Prática em Cultura e Engajamento da Aon, Ken Oehler, a ascensão de movimentos populistas nos Estados Unidos, Reino Unido e outras regiões está criando angústia nas empresas, que já antecipam barreiras para contratar trabalhadores imigrantes.

Na União Europeia, o fluxo livre de trabalho é um princípio fundamental. Qualquer cidadão de um país do bloco pode procurar emprego em outro país sem a necessidade de nenhum visto especial. Além disso, suas qualificações são universalmente aceitas na região.

Com as principais economias do mundo se fechando para o intercâmbio de trabalho, a segurança do emprego está ameaçada em todo o mundo. “Menos funcionários estão engajados e a tendência é que essa situação continue nos próximos anos”, acredita Oehler.

Segundo a Aon, o aumento do engajamento traz benefícios. A pesquisa feita pela companhia revela que o aumento de 5% no engajamento está diretamente relacionado ao crescimento de 3% do faturamento no ano seguinte.

“Conforme cai o engajamento, as empresas devem esperar maior rotatividade, absenteísmo e queda na satisfação de clientes. Todos estes fatores poderão contribuir fortemente para o baixo desempenho financeiro”, alerta Ken Oehler.

Em 2016, os fatores que mais impactaram no engajamento dos trabalhadores foram: recompensas e reconhecimento. “Os líderes devem levar em consideração que esses fatores refletem a percepção dos colaboradores. Mesmo que as empresas não consigam realizar mudanças profundas na remuneração, precisam pensar em ações que abordem esses sentimentos”, orienta o executivo.

Além disso, uma liderança consistente continua a ser um dos principais diferenciais para o engajamento dos colaboradores. “Nesse ambiente de mudanças intensas, a sensibilidade dos gestores faz toda a diferença. São eles que vão liderar as pessoas e as organizações para o crescimento”, afirma o líder global de Prática em Cultura e Engajamento da Aon.

Para mais informações sobre as Tendências Globais de Engajamento de Colaboradores da Aon, acesse: www.aon.com/engagement17

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Evite perdas financeiras com a retenção de tributos

Por Leonel Siqueira, Gerente Tributário da SYNCHRO

Enquanto a reforma tributária não vem, os contribuintes brasileiros se desdobram para cumprir com suas obrigações fiscais dentro de um complexo sistema tributário. O anseio geral de um sistema mais eficiente e justo de contribuição depende de como conciliar os mais variados interesses. À medida que o cenário não melhora, cada vez mais, impostos, contribuições sociais, taxas e outros tributos, bem como aspectos relacionados às penalidades continuam impactando a administração de uma empresa.

De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é o país onde mais se gasta tempo calculando e pagando tributos no mundo. Segundo a instituição, as empresas brasileiras gastam em média 2.600 horas por ano para cumprir as exigências do Fisco. Além disso, toda a estrutura criada pelas companhias para atender a burocracia, consome 1,5% do faturamento anual, que representa um gasto de cerca de R$ 60 bilhões, somente para calcular e pagar tributos, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Nós temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, com mais de 60 tributos e 97 obrigações acessórias, que formam o conjunto de documentos, registros e declarações utilizados para o cálculo tributário que precisam ser enviados ao Fisco. Mas o volume de tributos está longe de ser o único problema.

Um grande desafio enfrentado pelas empresas é a retenção de tributos. O Instituto da Retenção na fonte é uma forma de responsabilidade tributária que obriga a fonte pagadora a recolher determinados tributos de forma antecipada de seu prestador de serviço ou fornecedor de mercadorias, nos casos especificados em lei. E qual o objetivo? É uma forma que o Governo encontrou para coibir a sonegação fiscal, concentrando a responsabilidade do recolhimento do tributo nos tomadores de serviços, facilitando a fiscalização e garantindo que os recursos sejam destinados com maior viabilidade aos cofres públicos.

Vamos para um exemplo prático. Uma grande indústria do setor automotivo, ao adquirir peças a serem incorporadas ao processo produtivo de seus automóveis, fica responsável pela retenção dos tributos. Da mesma forma, se uma indústria contrata serviços de uma empresa de jardinagem, deverá recolher o INSS incidente sobre esse serviço. Para o Fisco, concentrar a fiscalização na origem do fator gerador é uma forma de assegurar que os tributos sejam recolhidos corretamente, ainda que de maneira antecipada e parcial. Mas se facilita para a Receita, para os empresários não. Além de impactar na produtividade, o cálculo manual dos tributos tem um elevado ponto de risco, devido aos erros e inconsistências que podem ocorrer durante todo o processo, deixando as companhias vulneráveis a multas e autuações fiscais.

Diante desse cenário caótico, as companhias precisam contar com um sistema de governança fiscal, que permita o controle das informações, o monitoramento dos prazos de vencimentos e a verificação do enquadramento de cada tributo, pois o cálculo da retenção deve estar de acordo com a característica de cada tributo. Os tributos que são passíveis de retenção são: PIS, IR, CSLL, Contribuição Previdenciária sobre a receita bruta – CPRB, no âmbito federal e ISS, no âmbito municipal.

Ao aderir uma solução de gestão de tributos, as empresas terão maior visibilidade do processo, ganho significativo na dinâmica do cálculo e os analistas poderão cumprir seu papel de forma mais assertiva e eficiente. Por isso, o uso de um software facilita a vida de quem trabalha no departamento fiscal, pois é uma ferramenta automatizada capaz de realizar todos os cálculos de maneira sistêmica, garantindo a conformidade fiscal e tributária.

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Drones: entregando o futuro na porta da sua casa

Por Kai Schoppen, fundador e CEO da Infracommerce

Inteligência artificial, carros autônomos e drones fazendo entregas. Poderia ser o cenário de mais uma ficção científica hollywoodiana, mas são tecnologias que já se encontram à nossa disposição em pleno 2017 e, no caso dos drones, mais acessíveis do que podia se esperar. Desenvolvidos na década de 1960, somente nos últimos anos os drones se popularizaram. Inicialmente usados para atividades de entretenimento, hoje são ferramentas essenciais em diversas atividades comerciais e ganham mais espaço a cada dia.

As possibilidades de uso dos drones foram ampliadas quando, em 2013, a Amazon deu início ao projeto Prime Air, que utiliza drones para entrega. Os testes realizados são tão promissores, que a empresa já patenteou parte desse sistema e também o de abastecimento, popularmente chamado de colmeias, e que consistem em uma torre cilíndrica onde os dispositivos voadores são abastecidos e saem para realizar o transporte dos pacotes. Para Jeff Bezos, CEO da gigante norte-americana, em um futuro próximo, será “tão comum ver drones do Prime Air no céu como ver caminhões dos correios nas ruas”.

Esse sucesso é seguido de perto por outras líderes do mercado de logística como UPS e DHL. O que se tem observado até o momento é que as entregas por drones são mais viáveis do que muitos possam imaginar.

Vantagens e limitações

No Brasil, umas das principais barreiras para o setor é a relação de população x área habitada, uma vez que temos um país de extensões continentais, mas cuja densidade demográfica ainda é muito concentrada. Se em São Paulo, por exemplo, é possível encher um caminhão com pedidos e entregar praticamente de porta em porta, no interior o mesmo caminhão dirige 25 km para fazer uma única entrega.

Os drones chegam para atender a demanda dessas regiões em menor tempo e com um custo mais baixo. Nos testes já realizados, os consumidores receberam seus pedidos em até 30 minutos. Além disso, cada drone é capaz de realizar 30 entregas por dia a um custo de US$ 1 a US$ 3 dólares, enquanto as entregas para regiões suburbanas, via FEDEX, por exemplo, variam de US$ 10 a US$ 15.

Para o e-commerce, isso abre a possibilidade de reduzir e até eliminar um de seus maiores fatores de desistência de compra: o valor do frete de regiões suburbanas.

Compras de ticket médio baixo, acabam tendo um frete quase igual – quando não superior – ao dos produtos, o que muitas vezes faz com que o cliente deixe de comprar. Com a possibilidade de atender as entregas nessas regiões a um custo mais baixo, as lojas ganham mais força para suas vendas. Outra novidade para o setor seria a entrega para pessoas, não apenas endereços. O DelivAir, desenvolvido pela Cambridge Consultants, utiliza a localização via GPS dos celulares para entregar onde o cliente estiver.

No entanto, ainda existem limitações. A regulamentação do uso desses equipamentos somente foi registrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio deste ano. Essa demora resulta, entre outras coisas, no atraso da definição de rotas de voos. Cidades como São Paulo, que contam com uma excelente infraestrutura para receber os drones devido ao grande número de helipontos, ainda não podem operar com esse sistema por não terem suas rotas oficializadas. Por outro lado, no interior não existe limitação. Os drones já possuem inúmeras tecnologias para evitar obstáculos e desenvolver suas rotas com autonomia.

Se pensarmos que o melhor lugar para operar com esse sistema de entrega é dessas regiões de subúrbio e cinturões próximos às cidades, ao instalar um galpão em uma área estratégica, com múltiplas cidades ao redor, é atender um raio de aproximadamente 12 km, que é a autonomia atual dos drones. Essa distância ainda pode ser estendida em breve, já que existem testes, com um híbrido de drone com dirigível que aumentaria a distância significativamente.

Outra preocupação é quanto ao peso das entregas, já que cada equipamento pode levar cerca de 2,5 kg apenas. Porém, vale lembrar que na Amazon, 8 em cada 10 pedidos da empresa são exatamente dentro desse peso. Esse sistema não atenderia somente pedidos maiores e de grande volume, como atacadistas, por exemplo.

Qual o impacto disso para o setor? Crescimento.

Assim como e-commerce nunca vai substituir a loja física, nem todos os pedidos serão entregues por drones. Eles serão mais uma opção, que as empresas precisarão adotar para complementar seus serviços e aproveitar essa nova fatia do mercado – especialmente no Brasil, onde o transporte tem alto custo.

Na prática

Não é apenas o setor de entregas e, consequentemente o de e-commerce, que se beneficiam com implementação do uso dos drones. Órgãos como o Unicef têm realizado a entrega de bolsas de sangue, amostras, medicamentos e até vacinas em áreas de difícil acesso na África, como Ruanda, por meio de drones.

Na Suíça, hospitais também já desenvolvem o mesmo sistema para transporte de materiais urgentes, como bolsas de sangue. E se você pensa que os drones são uma realidade apenas fora do Brasil, está enganado. Uma rede de padarias expressas já está realizando testes com a entrega de pães no estado de São Paulo.

Os drones chegaram para ficar e da próxima vez que você ouvir de uma tecnologia nova, fique atento, ela pode estar em suas mãos mais cedo do que você espera.

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Infraestrutura: conheça as tendências do setor wireless para 2018

Por Rogerio Ferro

Os leitores familiarizados com o chamado ciclo de hype sabem que novas tecnologias passam por um conhecido processo assim que elas surgem. A animação do começo leva a expectativas excessivas, que, em alguns casos, levam `a frustração geral antes mesmo que ocorra o difícil trabalho de implementação geral (se é que ele vá mesmo acontecer). Quando pensamos na tecnologia 5G, certamente existe a euforia inicial de todas as vantagens que ela trará. Também passamos pela frustração que ocorre quando pensamos “isso vai ser difícil de popularizar”. Estamos em um momento de ascensão, e acreditamos que 2018 seja um ano produtivo quando realmente começarmos a entender o que é possível fazer após o período de hype. Será ainda melhor com a aprovação pelo 3GPP do novo padrão de rádio 5G não autônomo, permitindo novos desenvolvimentos.

O ano de 2018 será de pragmatismo, um momento para entender o que é realmente possível. É por isso que a densificação, a virtualização, a otimização e a simplificação das redes continuarão em primeiro plano entre os objetivos dos fornecedores de infraestrutura de telecomunicações neste novo ano. Embora não sejam exatamente novas, essas iniciativas são importantes, pois as operadoras maximizam seus investimentos na rede e criam uma ponte para as tecnologias de próxima geração.

A medida em que se inicia 2018, a Commscope já nota o espírito de experimentação entre os clientes, com trials e provas de campo em desenvolvimento. Todos esses testes deixam claro que a tecnologia 5G traz novas dinâmicas e oportunidades de mercado, mas há desafios importantes que precisam ser superados. Em nossa perspectiva, as três áreas abaixo serão essenciais em 2018:

Convergência para novos modelos de negócio e novos usos

A convergência das redes com e sem fio é real. Muitos de nossos clientes estão se reorganizando em torno desse conceito, acabando com segmentações de negócio dentro da empresa, pois os negócios, antes separados, agora se uniram. Profissionais que tradicionalmente usavam rede fixa estão migrando para as redes sem fio, trazendo também seu conhecimento sobre conectividade de fibra óptica. Muitas operadoras direcionam a fibra para pontos mais sensíveis de suas redes para permitir arquiteturas RAN (C-RAN) centralizadas ou na nuvem e implementações de small cells em grande escala que colocam o ponto de mudança de rede de fibra mais próximo dos assinantes.

MSOs e empresas neutral host com redes de fibra estão lucrando com elas, vendendo acesso para backhaul de small cells. Algumas estão até construindo e alugando suas próprias redes de small cells para operadoras sem fio. Parcerias improváveis estão se formando entre empresas de cabo, provedores de rede sem fio e neutral hosts. O mercado está dinâmico, e isso pode criar ansiedade, mas também abre novas oportunidades.

Há também convergência de espectro licenciado e não licenciado com a abertura de novas frequências, como 3,5 GHz, uma das bandas globais da tecnologia 5G. O Citizen Broadband Radio Service (CBRS) nos Estados Unidos, fornecerá o serviço a usuários licenciados e não licenciados e permitirá novos casos de uso, como redes LTE privadas e SWN/WOAN. Um fabricante pode implementar uma rede LTE privada na frequência de 3,5 GHz para controlar via rede sem fio robôs em uma fábrica. Ou um neutral host pode usar uma rede LTE em um estádio ou centro comercial e vender capacidade para provedores de serviços. Muitos negócios e usos novos envolvem a frequência de 3,5 GHz.

A estrada para a tecnologia 5G é formada por redes LTE

Para o mercado celular tradicional, o objetivo da banda larga móvel aprimorada ainda está relacionado à evolução da LTE. Com agregação de operadoras e implementação em campo comprovadas, a rede LTE está alcançando velocidades muito altas com downloads e uploads acima de 100 Mbps. Na verdade, já surgem sites LTE em “Gigabit”. A latência da rede LTE geralmente fica abaixo de 20 milissegundos em muitas partes da rede. Nos próximos anos, ela continuará a ter um papel fundamental na estrutura de apoio da “rede das redes”. Um dia, a rede 5G se tornará a principal tecnologia macro, mas provavelmente começará como um aprimoramento da capacidade para áreas exigentes, com altas concentrações de usuários, além de gerar novos usos de aplicações verticais.

A tecnologia 5G definitivamente será usada para equipamentos de Internet das Coisas (IoT) e em aplicações de baixa latência. Estas aplicações surgirão primeiro na manufatura industrial, que faz uso de robôs coordenados via rede sem fio com latência ultrabaixa. A verdadeira promessa dessa tecnologia é uma combinação de alta velocidade, baixa latência e dispositivos de baixa potência. Mudanças na arquitetura permitirão que as operadoras selecionem opções de fronthaul que otimizem e forneçam o melhor desempenho de latência ou throughput da rede. Veremos isso acontecer em etapas, com usos específicos em mercados verticais. Mobilidade celular, logística, manufatura e saúde terão seus requisitos específicos.

O desafio das small cells…

O setor inteiro tem falado sobre esse desafio há um certo tempo, mas as small cells ainda são muito difíceis de serem implementadas. A aquisição do site é um grande desafio. Estamos começando a ver um volume maior de projetos, mas que ainda demoram mais do que o desejado. Processos de zoneamento que levam 12 meses ou mais são muito longos. Nossa esperança para 2018 é um movimento real, com esforços em todo o mundo, para padronizar e acelerar implementações de small cells.

Todos também sabem dos desafios das bandas de ondas milimétricas. A propagação do sinal diminui consideravelmente nas frequências mais altas. O acesso fixo sem fio em mmWave é um bom exemplo de uso de Massive MIMO e antenas ativas. Antecipamos o surgimento de antenas ativas em 2018 para bandas acima de 6 GHz para aplicações fixas sem fio e de baixa mobilidade. Desta forma, as antenas tradicionais com capacidades de bandas múltiplas e beamforming ainda são fundamentais para as redes sem fio. Isso também é uma questão de aquisição de sites, mais especificamente uma questão de aquisição de espaço na torre. As torres estão lotadas. Se as operadoras quiserem adicionar novos espectros ou tecnologias, elas precisam encontrar espaço. Normalmente, isso significa substituir antenas de bandas de frequência atuais, além de adicionar outras novas. Qualquer dispositivo que for instalado na torre hoje deve ser adequado para atender a múltiplos propósitos e estar pronto para futuros requisitos.

É claro que muitas outras discussões tecnológicas estão em andamento no universo sem fio. Em 2018, veremos progressos significativos na definição da tecnologia 5G, tanto como um padrão quanto para implementações do mundo real. O ciclo de hype inicial se acalmou, o que é um passo necessário para o discernimento prático de como todos nós vamos tornar a rede 5G uma realidade.

Rogerio Ferro é diretor de vendas wireless da Commscope para a América do Sul

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BNDES abre consulta pública para fazer parcerias com fintechs

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança, nesta quarta-feira, 17, consulta pública para conhecer soluções tecnológicas de fintechs que possam se integrar ao Canal do Desenvolvedor MPME. O objetivo é investigar soluções tecnológicas existentes no mercado para quatro tipos de serviços que o Banco deseja futuramente oferecer às empresas de menor porte: Educação Financeira, Análise de Crédito, Matching de Soluções Financeiras e Leilões Reversos de crédito para financiamento.

A integração com as novas ferramentas visa ampliar o acesso dos pequenos empreendedores a financiamentos do Banco, ao melhorar o perfil de crédito das MPMEs, e auxiliá-los na profissionalização de sua gestão financeira.

Por meio da consulta, o BNDES põe à disposição dos fornecedores interessados as especificações para realização de prova de conceito da sua solução e apresentação de questionamentos, comentários e sugestões. Para participar, exige-se que a ferramenta atenda a pelo menos 50% dos requisitos listados para cada assunto pretendido e que a solução esteja disponível operacionalmente no mercado há pelo menos um ano.

O edital da consulta pública estará disponível no site do BNDES no endereço www.bndes.gov.br/consultafintechs. O prazo final de recebimento das respostas é dia 15 de março.

Acesso – O Canal do Desenvolvedor MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme) é um ambiente digital no qual as empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões podem manifestar interesse por financiamento, sem precisar visitar um agente repassador de recursos para iniciar a busca de apoio financeiro do BNDES para seus projetos. A ferramenta está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, no site do BNDES.

No canal, o empresário identifica as linhas de crédito mais adequadas para o seu empreendimento, simula financiamentos, aponta os agentes financeiros de sua preferência, e encaminha com agilidade a manifestação de interesse de financiamento diretamente para os especialistas responsáveis pela carteira do BNDES nas instituições repassadoras.

► Acesse o edital em www.bndes.gov.br/consultafintechs.

Fonte: BNDES

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