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Bcredi expande serviços em plataforma de open banking

Em um cenário no qual o open banking – a abertura pelos bancos de seus sistemas para conexão direta por terceiros – é tratado como uma das principais tendências de impacto no mercado bancário, as fintechs Bcredi e Quanto se unem para disponibilizar um novo canal de análise de dados para que pequenos e médios empresários acessem crédito com melhores condições do que as tradicionalmente oferecidas no mercado.

Com a revolução das fintechs à pleno vapor no Brasil, o movimento do open banking chega para acelerar ainda mais o potencial para cooperação entre fintechs e bancos. Trazendo uma solução plug-and-play de open banking para bancos e fintechs, a Quanto torna concreta a promessa de um setor mais competitivo e com produtos customizados para o usuário final por meio de uma plataforma segura para conexão, gestão e contratação de serviços financeiros, com a qual é possível, por exemplo, movimentar contas em vários bancos por meio de um único Internet Banking.

Já no âmbito do crédito, o usuário pode contratar um crédito imobiliário em poucos cliques. Através da parceria entre a Quanto e a Bcredi, fintech de crédito com garantia de imóvel e financiamento imobiliário online do Grupo Barigui, o open banking permite a desburocratização e análise de dados, com a Quanto funcionando como canal de onboarding do cliente.

“Quem nunca fez um cadastro na Quanto pode usar o app para preencher os seus dados em um ambiente seguro. Para quem já fez o cadastro, basta ler um QR Code no site para nos dar acesso temporário a seus dados, tornando possível a análise de crédito na Bcredi em minutos. Essa parceria vai permitir oferecer aos pequenos e médios empresários uma opção de crédito com garantia de imóvel com juros menores e prazos mais longos, e que ainda é pouco conhecida e explorada no Brasil” explica Maria Teresa Fornea, cofundadora da Bcredi.

“A Quanto reúne de forma segura dados dos vários bancos fornecidos pelo cliente, além de informações como as NF-es de uma empresa. Nosso impacto na hora da concessão de crédito é claro: informações melhores significam menos incerteza para o credor e juros mais justos para o tomador” finaliza Ricardo Taveira, CEO da Quanto.

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Twitter amplia formatos de publicidade em vídeo no Brasil

O Twitter passa a disponibilizar no mercado brasileiro o anúncio em Vídeo In-Stream, novo formato de publicidade em vídeo que permite que os anunciantes associem suas marcas a um conteúdo premium de maneira segura e em escala. Considerando o público-alvo da campanha e os assuntos de interesse do consumidor a ser impactado, os anúncios da marca são veiculados em vídeos criados por parceiros produtores de conteúdo nos segmentos de entretenimento, esportes e notícia, divididos em 15 categorias. Os anúncios são exibidos antes do início dos vídeos dos parceiros (pre-roll), que são selecionados de acordo com o perfil indicado pelo anunciante.

Com o anúncio em Vídeo In-Stream, as marcas têm a oportunidade de participar das conversas que estão acontecendo em tempo real na plataforma a partir dos diferentes conteúdos em vídeo que estão sendo assistidos pela sua audiência. Além disso, o fato de os vídeos disponíveis para receber anúncios serem produzidos por parceiros do Twitter garante que a marca esteja atrelada a um conteúdo de qualidade e seguro (brand-safe).

“O anúncio em Vídeo In-Stream é a única solução disponível do mercado no formato pre-roll no feed de notícias do usuário. Ele alia conteúdo premium a um ambiente em tempo real permitindo que as marcas alcancem uma audiência altamente qualificada e segmentada. Dessa forma, os anunciantes têm a segurança de que os vídeos aos quais estarão associados são relevantes para o seu público-alvo e sem riscos”, afirma Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina. “Além disso, o investimento do anunciante é dividido entre Twitter e o parceiro, que tem uma nova maneira de monetizar o seu conteúdo.”

O produto, lançado nos Estados Unidos em 2017 e já disponível em alguns mercados, passou por uma fase de testes no Brasil, com anúncios de P&G (@PG_Brasil) e Mastercard (@MastercardBR) — com as agências iProspect e WMcCann, respectivamente.

“Ter mais uma possibilidade de fazer campanhas para uma audiência influente, receptiva e atenta como a do Twitter, atrelando nossas marcas a conteúdos de qualidade e brand-safe com anúncios em escala, é um ganho para nós e para o mercado. A campanha criada por Old Spice (@Lobo_OldSpice) com o anúncio em Vídeo In-Stream teve métricas positivas, alcançando 3,2 milhões de visualizações com 100% viewability aferido por parceiro de mensuração”, diz Bárbara Régis, gerente de mídia da P&G.

O Twitter já conta com parceiros no país cujos vídeos podem vir acompanhados dos anúncios e trabalha constantemente para atrair mais produtores de conteúdo premium a este seleto grupo. Entre os publishers que já fazem parte do rol de parceiros selecionados está, por exemplo, o Corinthians.

“O Twitter é um dos nossos grandes parceiros de conteúdo. A relação entre o clube e a plataforma é duradoura e positiva. Com este novo passo, além da entrega gigantesca que o Twitter nos oferece, criamos uma nova fonte de receita para o Corinthians. Tivemos o privilégio de participar da fase de testes e o resultado foi extremamente satisfatório”, diz André Stepan, gerente de conteúdo do Corinthians.

Para oferecer dados precisos sobre os resultados dos anúncios de vídeo, o Twitter mantém parcerias globais com provedores de métricas terceirizados líderes do setor. Os anunciantes podem ter acesso a estudos e informações qualificadas sobre o impacto que as campanhas têm na plataforma em relação a viewability e brand-effect, entendendo a influência da publicidade no público-alvo, o resultado da mídia e o alcance das mensagens na audiência certa.

Em estudos realizados pelo Twitter com a Nielsen, notou-se que os consumidores que viram anúncios em vídeo no Twitter eram 50% mais propensos a conhecer uma marca, 14% mais favoráveis a essa marca e com uma intenção de compra 18% maior do que aqueles que não estavam expostos a esse tipo de anúncio.

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Conscientização é estratégica para habilitação de uso mais seguro da internet

Diante de diversos eventos graves de segurança em 2017, este Dia da internet segura marca a crescente necessidade das empresas em aprimorarem suas estratégias de proteção de seus ecossistemas e dados. E o trabalho constante com a educação de colaboradores tem um papel fundamental neste cenário. Segundo uma pesquisa recente[1], 44% das companhias em todo o mundo não têm informações sobre estratégias de segurança digital. E a ausência de iniciativas para promover a conscientização é um dos maiores fatores de risco em ambientes corporativos.

Por isso, a BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, reuniu algumas recomendações para as empresas que buscam proteger seus ativos estratégicos, com um foco especial na proteção de seus dados e usuários:

Conheça suas informações: O primeiro passo para uma segurança eficiente, é entender o que está em jogo. Isto significa que toda empresa deve realizar um estudo detalhado do que é informação estratégica e quais são as prioridades em termos de eventos de segurança: de onde vem as informações, seu tipo e classificação, quais têm valor diferenciado, quem pode ter acesso, quais são os meios de compartilhamento, quais são os controles necessários para prevenir perdas e vazamentos etc. Este estudo é fundamental para criar toda a política e estratégia de segurança.

Priorize as barreiras de segurança em seus ecossistemas: Em acordo com as análises das informações que são estratégicas, elevar o nível de segurança de seus usuários, dispositivos e dados envolve construir um ecossistema resiliente, ou seja, preparado para enfrentar as ameaças mais relevantes dentro do contexto de cada empresa. A despeito da presença massiva de seus usuários na web, 59% das empresas registram impactos de transformação digital nos gastos com cibersegurança em 2017[2].

Embora algumas empresas considerem a restrição de acesso a certas aplicações web como alternativa para a proteção de seus dados, esta prática é cada vez menos usual. É importante dar acesso aos recursos digitais, porém habilitando-os com segurança. Do ponto de vista tecnológico, algumas boas práticas são: a administração do tráfego de dados, sistemas de prevenção contra intrusos e ameaças avançadas, implementação de conexões privadas e criptografadas, além de aplicações anti-malware e anti-phishing em seus servidores de e-mail.

No caso do uso da web, em especial, é importante que toda empresa gerencie o comportamento de seus usuários por meio de filtros de conteúdo. Com o apoio de bibliotecas de inteligência atualizadas, estes recursos protegem o acesso dos usuários na Internet, não apenas evitando a navegação por páginas e conteúdos potencialmente perigosos (com a avaliação em profundidade da reputação de URLs, navegadores, arquivos e aplicações), como também controlando o acesso a certos serviços, prevenindo comportamentos improdutivos ou de risco.

Eduque seus usuários: Uma vez aplicados os controles de segurança em seu ecossistema, é importante focar no trabalho com colaboradores. Esse vem se provando um dos grandes desafios das empresas, independente de seu porte ou indústria. É importante definir regras objetivas para usuários, assegurando que estas regras sejam cumpridas. No entanto, a adesão à política de segurança depende de muito treinamento e informação.

É importante que seus usuários entendam o que é um comportamento de risco na web, quais são as modalidades usadas pelos cibercriminosos para invadir os sistemas (técnicas de engenharia social por e-mail, SMS ou app, como links e arquivos maliciosos, fake news etc.), quais são as funções das políticas de segurança estabelecidas para proteger o negócio e, mais importante, todo usuário deve entender que é parte de um conjunto e que a sua ação colabora para criar um ambiente mais seguro.

A última recomendação estratégica é envolver seus círculos de alta hierarquia no esforço de conscientização da equipe. Quando os líderes em diferentes departamentos conhecem os impactos financeiros e de produtividade relativos aos eventos de segurança, eles passam a importantes aliados para a construção de uma cultura organizacional mais responsável em termos de cibersegurança. Além disso, quando os níveis hierárquicos gerenciais apoiam as políticas de segurança, é mais fácil envolver as outras equipes imediatamente vinculadas.

Este conjunto de recomendações são basilares para habilitar o uso da internet e dos serviços e aplicações web com mais segurança.

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Pesquisa da SAP Hybris revela as preferências do consumidor brasileiro

Os consumidores brasileiros estão dispostos a compartilhar informações pessoais com marcas nacionais, desde que, em retorno, sejam bem atendidos pelas empresas. A conclusão é do SAP Hybris Consumer Insights Survey, pesquisa realizada pela SAP Hybris, que indica também o que os consumidores do Brasil aprovam e reprovam no comportamento das companhias.

A pesquisa teve como objetivo facilitar o entendimento das organizações sobre a manutenção dos compradores, mapeando os sentimentos dos fregueses em relação a diversos fatores, como coleta de dados, privacidade e atendimento ao cliente. “Com o desenvolvimento de novas formas de compra e venda, os clientes tornaram-se mais exigentes e passaram a ter acesso a produtos e preços de forma mais simples, fazendo com que as marcas tenham mais dificuldade em fidelizar o público e pouca margem para erros”, explica Jorge Toledo, Jorge Toledo, VP de Desenvolvimento de Negócios e COO da SAP Hybris SAP Latin America.

As 1.000 pessoas entrevistadas elegeram como fatores principais para uma experiência satisfatória de consumo um atendimento personalizado, resposta rápida e consistência entre as lojas física e online. Essas condições são positivas para as marcas, já que, quando confiam, 91% dos consumidores estão dispostos a compartilhar algum tipo de informação pessoal com as marcas nacionais, como e-mail, histórico de compra, rendimento mensal, número de telefone e até localização em tempo real. Com marcas internacionais, o número é quase o mesmo: 89%. Ainda assim, aproximadamente 20% dos entrevistados não confiam o bastante para compartilhar números de RG e CPF ou detalhes financeiros pessoais, e 9% prefere não compartilhar nada.

“A confiança exerce um papel fundamental”, afirma Jorge Toledo. O executivo destaca que, para 67% dos entrevistados, se a marca souber proteger seus dados pessoais, não ficarão preocupados em fornecê-las mesmo em caso de uma eventual investigação criminal, e 56% deles exigem que a marca seja, inclusive, transparente quanto aos processos utilizados para essa segurança. No entanto, 82% dos entrevistados ficariam furiosos se suas informações fossem compartilhadas sem conhecimento e autorização.

Outra constatação importante é a de que quanto mais personalizado o atendimento, melhor a impressão para o consumidor: 57% afirmaram que se sentem valorizados quando recebem “mimos” com suas compras, como brindes, descontos e amostras grátis, enquanto 32% ressaltaram que gostam de empresas que entram em contato após o final da transação para saber a opinião do cliente. A consistência também é importante: uma organização vai agradar 43% dos consumidores se oferecer as mesmas promoções nas lojas online e física.

Dar atenção é essencial. 94% dos consumidores esperam que as companhias respondam em até 24 horas, sendo que 60% desse total gostaria que o tempo de retorno fosse de até três horas e 37% de até uma hora. Quanto mais longo o processo de atendimento, maior o número de pessoas incomodadas (56%) e a chance de perder um cliente (65%). A pesquisa mostra ainda que errar pode até ser humano, mas os consumidores não lidam bem com isso: dois erros e 69% dos clientes não voltariam a fazer negócio. Mas atenção demais também pode ser um problema: 58% se incomodam com excesso de ligações e 42% com e-mails de marketing e vendas.

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E-mail vai se juntar ao fax – Por Mateus Azevedo

Sabe quando você acessa um site e vê lá “número do fax”? Pois esta vai ser a mesma sensação ao visualizarmos um endereço de e-mail!

O WhatsApp Business chegou para melhorar a comunicação entre as pequenas e médias empresas e logo vem a versão para grandes empresas, a Enterprise. A proposta das duas versões do app é uma comunicação mais rápida, segura e em uma única plataforma, sacramentando que não dá mais para ficar esperando pelo e-mail pra fechar negócio.

A “formalização” do app no mundo corporativo (pois sabemos que há tempos empreendedores usam o WhatsApp para falar com clientes, vender produtos e serviços) é reflexo da entrada no mercado de trabalho das novas gerações (Millennials e geração Z). Nós não nos comunicamos ou consumimos mídia mais da forma tradicional. Os vídeos no YouTube ganham da televisão aberta, os filmes e séries no Netflix, a locomoção via bike ou aplicativos como Uber e Cabify, as listas de música no Spotify. É uma mudança natural, de comportamento, que veio para “ficar” – e cabem as aspas aqui porque nada em comportamento, geração, ou tecnologia é estático. As coisas permanecem enquanto fazem sentido. A mudança é inevitável e nos cabe extrair o melhor dela, usando as novidades ao nosso favor.

As novas gerações já vinham matando os e-mails no universo corporativo com uso de outras soluções de mensageria. Empresas como a Slack e a Wrike oferecem plataformas internas, blogs e interação entre os funcionários de uma companhia por meio de canais, grupos, chat e vídeo chamada em contexto empresarial. Criam-se canais sobre temas específicos, documentação centralizada, sem aquela longa troca de e-mails.

Agora, as novas versões do WhatsApp combinadas aos Bots vêm para efetivar uma mudança já anunciada, da Era App para a Era Bot. Segundo o estudo Digital in 2017, feito pelo instituto We are Social, são 139 milhões de usuários da Internet no Brasil e pelos dados do app de chat,120 milhões deles usam o Whatsapp. Por ser um canal livre de spam (uma das maiores preocupações da empresa foi crescer sem nunca deixar isso mudar), já estar nos nossos celulares e não demandar aprendizado de uso. A dupla deve sacramentar a morte do e-mail mais rápido que esperamos.

O motivo para tal mudança é bem claro, o consumidor/cliente quer ser atendido a qualquer momento e espera conseguir as informações que deseja (principalmente o preço) no momento em que saca seu smartphone do bolso. Em vários casos no Google Trends a busca por “preço de produto” está acima de “onde comprar o produto”: pense em você buscando um produto na internet, quer saber o preço e quanto tempo demora para chegar. As pessoas desejam pronto atendimento, informações claras, objetivas, rápidas.

Os bots integrados ao WhatsApp desempenharão esse papel muito bem. Neste sentido, também se espera, evidentemente, uma mudança no mercado de trabalho. O vendedor que só sabe tirar pedido também irá para o mesmo caminho fatal dos e-mails. Vai morrer. Perder seu lugar para o vendedor consultivo.

Em resumo, as novas versões de WhatsApp integradas aos Bots – a API ainda não foi liberada, mas olhando para o histórico da empresa, é mais provável que após o lançamento do Entreprise, ela seja liberada para alguns clientes de alto volume de interações escolhidos a dedo no início – vem sacramentar uma nova Era. Uma Era em que uma nova geração, com comportamentos nitidamente distintos da geração anterior, vem mudar as relações de trabalho, a forma como negociamos e nos comunicamos.

Estamos saindo da “Era dos Apps” para a “Era dos Bots” para manter um diálogo mais dinâmico com o cliente e também e possibilitando o acesso dele aos serviços de forma muito mais ágil. A tecnologia muda em uma velocidade cada vez maior e nós não conseguimos prever o que virá, mas me arrisco a fazer uma previsão de curto a médio prazo: o e-mail vai morrer e o “Botzapp” será, ao que tudo indica, o seu substituto.

Mateus Azevedo, Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

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Banco Rendimento e Quanto lançam conta corrente online para PMEs

Diante do novo cenário do mercado que tem dado sinais de abertura para o open banking no Brasil, o Banco Rendimento e a Quanto, fintech que tem revolucionado o segmento no País, firmaram, pioneiramente, uma parceria com o objetivo de fornecer uma conta corrente 100% digital, customizada para as pequenas e médias empresas que hoje têm dificuldade de realizar a abertura de conta corrente e realizar a gestão de fluxo de caixa.

“Enquanto em boa parte dos bancos o processo de abertura de contas PJ é demorado, hoje, com a Quanto integrada ao Banco Rendimento, ele poderá ser feito em pouco tempo e de forma totalmente digital”, afirma Roger Ades, líder de Líder do Desenvolvimento de Produtos, Parcerias e Inovação do Banco Rendimento.

A parceria da Quanto com o Banco Rendimento integra todos os sistemas do Banco com a Quanto, fazendo com que o usuário final tenha a experiência de utilizar um internet banking especializado para o segmento PME. “O Banco Rendimento é um dos pioneiros a operar como open bank no Brasil, o que nos possibilitou acelerar o desenvolvimento dos negócios com as PMEs—um dos setores que mais crescem no Brasil. A qualidade e profundidade das APIs disponibilizadas pelo Rendimento foram fatores chave, sendo hoje uma das principais parcerias da Quanto”, finaliza Ricardo Taveira, CEO da Quanto.

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro

Por Cesar Gaitán

A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga implementar esse novo conceito tecnológico, mas acreditamos que a formação profissional irá sustentar essa transformação.

As empresas precisarão incorporar o desenvolvimento dessas tecnologias, e fazê-las com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores aumente. É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil.

César Gaitan é Diretor Geral do Cluster América do Sul da Festo

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Workana alcança mais de um milhão de freelancers cadastrados

Que a atividade freelance vem crescendo exponencialmente, isso não é novidade: em 2017 a modalidade cresceu 70% na América Latina. Com isso, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, também cresceu, e atingiu no último ano a marca de mais de um milhão de freelancers cadastrados.

O número de projetos solicitados no site também aumentou. Desde a criação da Workana, já foram publicados mais de 230 mil projetos, desses, 120 mil apenas em 2017, um crescimento de 80% em relação ao ano anterior. Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, aponta que a tendência é que o número cresça ainda mais em 2018. “O perfil do profissional vem mudando, os trabalhadores vêm buscando novas formas de trabalhar que se adaptem melhor à sua rotina. Na atividade freelance é o profissional que define como quer trabalhar e o quanto quer ganhar, o que acaba conquistando aqueles que prezam por uma rotina flexível”, explica Bracciaforte.

Dentre os projetos publicados na plataforma, 36% são voltados para a área de TI, 28% de design, 20% conteúdos e 10% marketing e vendas. Bracciaforte analisa que as empresas estão se posicionando cada vez mais no meio digital, e que o crescimento de profissões nessas áreas é decorrente da necessidade do mercado. “Na Workana já foram realizados mais de 20 mil projetos de aplicativos e mais de 65 mil sites. As empresas procuram o trabalho freelance pois é possível contratar um profissional para realizar uma atividade específica e negociar o prazo ideal de maneira simples e rápida, o que ajuda principalmente pequenas e médias empresas”, explica.

Na Workana é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site www.workana.com.

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HID Global e ThreatMark oferecem novas soluções para detecção de fraudes bancárias

A HID Global®, líder mundial em soluções de identidade confiável, anuncia um acordo de colaboração com a ThreatMark, uma empresa de tecnologia de detecção de fraudes e ameaças, para desenvolver novas soluções que irão aumentar a capacidade das instituições financeiras de detectar ameaças cibernéticas, como malware, ransomware, hacking de aplicativos, phishing e transações fraudulentas.

A experiência da HID em gerenciamento de identidade e acesso inclui autenticação multifator, software de sistema de gerenciamento de credenciais e capacidades de verificação de identidade em ambientes complexos. As capacidades da HID complementam a experiência da ThreatMark na detecção de cibercriminosos e prevenção de fraudes. As duas empresas vão trabalhar em conjunto para estender a detecção de ameaças e fraudes para enfrentar os riscos cada vez maiores de ataques cibernéticos.

“Com as ameaças cibernéticas em constante evolução, a HID Global está empenhada em avançar e ampliar nossas capacidades de detecção de ameaças”, afirmou Martin Ladstaetter, vice-presidente de produtos da IAM Solutions da HID Global. “Trabalhar com o ThreatMark não só fornece uma parceria com uma empresa muito bem sucedida e com conhecimento de domínio, mas também nos dá visibilidade em uma superfície de ataque ainda mais ampla que precisa ser abordada, garantindo ficar à frente das ameaças cibernéticas hoje e no futuro.”

“Colaborar com o HID oferece à ThreatMark a oportunidade de combinar nossos conhecimentos para melhorar o ecossistema de segurança geral através da detecção de ameaças e fraudes”, disse Michal Tresner, CEO ThreatMark. “A ThreatMark se diferenciou, fornecendo tecnologia inovadora, análises avançadas e uma compreensão profunda de como funciona a detecção de cibercrimes. A colaboração com empresas como a HID Global nos permite ampliar nosso alcance e desenvolver melhores soluções integradas.”

A HID Global, que oferece a mais ampla gama de soluções IAM, é uma das líderes do mercado e a única empresa que pode realmente oferecer uma solução de gerenciamento de identidade física e lógica convergente para alta segurança e autenticação multifator. A solução da ThreatMark, integrada com o portfólio da HID Global para proteger as transações dos consumidores e dos funcionários no setor bancário e financeiro, aumentará a segurança, mantendo uma experiência de usuário sem atrito que é importante para o setor bancário.

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BB disponibiliza venda de dólar pelo app

Os clientes do Banco do Brasil podem comprar dólares americanos de uma forma diferente. Agora, é possível adquirir a moeda estrangeira pelo aplicativo. Além disso, o cliente também poderá definir a cotação que está disposto a pagar e o período de espera. Tão logo o dólar chegue ao patamar pretendido, o Banco avisa, enviando uma mensagem para confirmar a transação.

Após a realização da compra, o cliente tem até dois dias úteis para retirar os dólares em um dos caixas eletrônicos para saque de dólares no BB, com a taxa garantida do dia de realização da transação no app.

O mobile do BB também ajuda a localizar uma agência com terminal de câmbio mais próximo. Com o GPS do smartphone ligado, o app mostrará as dependências num raio de 5 km. Também é possível fazer a busca por estado e cidade. São 96 terminais de câmbio espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.

A transação é válida para dólar americano, até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês. Para aquelas agências que não possuem terminal de câmbio, em breve o app também será interligado ao terminal de caixa dentro da agência, permitindo ao cliente retirar os dólares diretamente no guichê, sem a necessidade de passar pelo atendimento.

Como funciona

Para comprar dólar pelo celular, após acessar a área logada no app, basta acessar a opção Viagens/Moeda Estrangeira no menu.

Na opção Monitorar Taxa de Câmbio, o cliente define a taxa de câmbio que gostaria de pagar e o prazo de espera. O Banco envia mensagem quando a cotação chega ao valor informado, para confirmar a transação.

Com a compra realizada, basta ao cliente se dirigir a uma das agências com terminais de câmbio em até dois dias úteis. O BB garante a cotação do dia da contratação.

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Aplicativo Fly Delta apresenta mapa do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo

A Delta continua atualizando seu aplicativo Fly Delta para oferecer aos clientes mais recursos e controle de sua experiência de viagem. A atualização mais recente inclui um mapa interativo do aeroporto internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, São Paulo, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com empresas parceiras como a GOL Linhas Aéreas Inteligentes e a Air France-KLM.

O aplicativo Fly Delta ajuda os clientes a navegar pelos terminais 1, 2 e 3 do aeroporto de Guarulhos, e em seus três pavimentos, permitindo que eles obtenham orientações ponto a ponto, seja para encontrar o balcão de check-in da Delta, uma lanchonete a caminho do portão de embarque ou ainda como encontrar o GOL Premium Lounge no terminal 2.

“O aplicativo Fly Delta ajuda a guiar a experiência de viagem dos clientes em Guarulhos, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com a GOL, próxima dos parceiros Aerolineas Argentinas e Aeromexico”, disse Fabio Camargo, diretor da companhia aérea para o Brasil. “A tecnologia nos ajuda a antecipar as necessidades dos nossos clientes, proporcionando a eles uma maneira fácil e intuitiva de facilitar a viagem.”

O aplicativo apresenta mapas dos aeroportos ATL, BOS, CVG, DCA, DTW, JFK, LAX, LGA, LHR, MCO, MSP, NRT, SEA, SFO e SLC. As atualizações recentes aumentaram a lista de mapas, incluindo os aeroportos AMS e MEX. As atualizações futuras incluirão mapas de CDG e PVG.

A Delta fornece serviços em 31 países, com 52 destinos na região, oferecendo mais de 1.700 voos semanais entre os Estados Unidos e a América Latina e Caribe.

Em 2017, a Delta Air Lines e a GOL Linhas Aéreas Inteligentes comemoraram o sexto aniversário de sua parceria comercial, que permitiu a conexão de mais de 1 milhão de clientes entre os Estados Unidos e o Brasil.

Desde que a aliança foi anunciada, a Delta e a GOL cresceram e atendem agora 99% dos destinos entre os Estados Unidos e o Brasil.

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Inovação no setor de energia e seu impacto no serviço

Por Alexsandro Labbate

À medida que inovadores tecnológicos como a Amazon e Netflix redefinem constantemente a experiência do consumidor, a expectativa de hoje em relação ao nível de serviço prestado tornou-se sem precedentes em todas as indústrias, inclusive no setor de energia e utilities. Tecnologias novas e emergentes, como assistentes virtuais, redefiniram o serviço “sob demanda” e todos os segmentos precisam se adaptar para manterem-se competitivos.

Em 2017 o Brasil voltou a receber investimentos no setor de energia. Nos primeiros três meses do ano, o ingresso de capital estrangeiro atingiu US$ 5,560 bilhões, quase o dobro do total registrado em todo o ano de 2016. Além disso, o governo federal anunciou que pretende concluir a reforma proposta para a regulamentação do setor já no início de 2018, o que deve impulsionar ainda mais o mercado.

Os serviços públicos são tradicionalmente uma indústria altamente regulamentada e, muitas vezes, avessos ao risco como resultado. Isso pode tornar mais lenta a adoção de novas tecnologias, mesmo que a mudança apoie uma abordagem centrada no cliente. No entanto, para que as empresas do mercado de Utilities consigam prosperar, devem incorporar tecnologias inovadoras que proporcionem respostas mais rápidas, incluindo uma estratégia preventiva.

Aliada a essa necessidade imediata de disrupção das empresas, a questão é: como os serviços públicos podem manter o ritmo? A inovação provou impulsionar melhorias no atendimento ao cliente, e o setor de Utilities deve estar preparado para tirar proveito da tecnologia e incorporá-la em sua estratégia global de negócios.

Internet das Coisas no setor de energia

Estima-se que 20,8 bilhões de “coisas” conectadas serão utilizadas mundialmente em 2020, gerando novas oportunidades para os serviços no setor de energia. Os sinais enviados de e para dispositivos conectados estão crescendo exponencialmente à medida que mais dispositivos conectados emergem. O uso de Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial (IA) e armazenamento em nuvem juntos fornecem informações valiosas de uma abundância de dados. A comunicação proveniente da Internet das Coisas (IoT) e do Machine-to-Machine (M2M) permite um nível de decisões e ações automatizadas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Os benefícios para as organizações são grandiosos. Aplicações de monitoramento remoto podem economizar bilhões em custos com transporte e gerenciamento de força de trabalho para as empresas de energia. Com os potenciais efeitos positivos sobre a experiência do cliente e seu valor comercial associado, fica evidente a necessidade de acompanhar a inovação.

Usinas elétricas, por exemplo, podem utilizar equipamentos habilitados para IoT para suportar um grid, enviando detalhes de desempenho para grandes instalações de Big Data que podem então sinalizar problemas ao centro de controle. Aliando esse tipo de tecnologia às ferramentas de gerenciamento de serviços em campo, os problemas tornam-se menos prejudiciais: quando um problema é sinalizado, o técnico mais adequado pode ser enviado com as ferramentas e conhecimentos necessários, promovendo uma solução rápida e estratégica em apenas uma visita. As interrupções e outros problemas que causam maiores dores de cabeça para os clientes podem ser resolvidos com mais rapidez por meio de sensores incorporados, que fazem a manutenção online de todos os equipamentos e oferecem visibilidade de sua saúde. Em vez de o cliente detectar um grande problema, o sensor pode fornecer atualizações em tempo real capazes de prever quando o equipamento pode falhar. Isso economiza o tempo e a dor do cliente, melhorando sua experiência.

Inteligência artificial no setor de energia

A Inteligência Artificial (IA) é definida como “simulação da inteligência humana processado por máquinas, especialmente sistemas de computador”. O termo também inclui tecnologias como robótica e processos como a automação. De acordo com Andy Peart, da Artificial Solutions, “até 2020, a inteligência artificial será tão crítica para os negócios e para o atendimento ao cliente como o website foi há 20 anos, ou o aplicativo móvel foi cinco anos atrás”. A IA é capaz de processar grandes quantidades de dados de maneira muito mais rápida do que os humanos. Para o setor de energia, isso significa que os processos automatizados podem lidar com as tarefas repetitivas e demoradas, aumentando a eficiência, enquanto os funcionários se concentram no trabalho e no atendimento ao cliente, que requer um elemento humano.

As empresas de energia devem adotar a inteligência artificial para aprimorar o agendamento, ajustando o envio dos colaboradores automaticamente de acordo com as mudanças no ambiente, incluindo clima e condições do trânsito. Com base em fatores como demografia do cliente, histórico do consumidor e tipo de tarefa, a tecnologia consegue antecipar a probabilidade de cancelamento de compromissos e automatizar lembretes para chamadas de maior risco e, com isso, preparar o técnico para essa possibilidade.

Inovação e Elemento Humano no setor de energia

É importante ter em mente que o setor de energia é inerentemente um provedor de serviços. Apesar das significantes oportunidades disponíveis para os serviços de energia atenderem aos padrões de serviço esperados pelos clientes, o verdadeiro segredo é combinar estrategicamente as capacidades tecnológicas com as habilidades do técnico. O que garante a excelência do serviço não é tecnologia em si, mas sim as tarefas que ela consegue realizar para liberar um técnico ou engenheiro humano – ou para aumentar as capacidades humanas. Falar sobre automação, inteligência artificial e internet das coisas pode gerar certo receio nos trabalhadores que temem serem substituídos por máquinas, mas a realidade é que a inovação funciona melhor como um híbrido de tecnologia e trabalho humano. As empresas que, estrategicamente combinarem funcionários qualificados com tecnologias inovadoras, não só conseguirão produzir um serviço diferenciado como aprimorarão sua imagem e vantagem competitiva no mercado.

Alexsandro Labbate, Diretor Global de Marketing da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Nove em cada dez brasileiras buscam informações sobre saúde na internet, aponta pesquisa

A internet é considerada a principal fonte de informações dos brasileiros. Nela, são publicadas notícias com rapidez e dinamicidade, aumentando o poder de pesquisa dos usuários. Na área de saúde, não poderia ser diferente – a rede mundial é mais consultada do que os próprios médicos. É o que indicam os resultados da pesquisa Health Report, realizada pelo portal Minha Vida, maior site sobre saúde e bem-estar do país. O estudo aponta que nove em cada dez mulheres de classe C, com idade entre 25 e 59 anos, buscam informações de saúde na internet antes ou após a consulta médica. Esse dado é extremamente relevante, já que essas mulheres são as responsáveis pelas decisões de compra nos lares brasileiros.

Uma das tendências apresentadas pela pesquisa é a preocupação com o envelhecimento mais saudável e a mudança de hábitos para manter o corpo em forma e mais disposto. Durante as buscas pelo tema na internet, as mulheres costumam navegar por sites especializados (67,1%), blogs sobre saúde (53,6%), Facebook (46,0%) e buscadores on-line (43,9%). O coordenador das pesquisas Life Insights do Minha Vida, Rafael Duarte, ressalta o crescimento do uso das redes sociais: “O Facebook é a preferência das mulheres de todas as idades e, em segundo lugar, o YouTube. A diferença entre as duas redes sociais é bem pequena entre os mais jovens. Elas são fontes de informações sobre todos os temas, inclusive saúde e bem-estar. A pesquisa aponta que elas estão sendo mais utilizadas do que os buscadores”.

O Brasil está no quarto lugar do ranking mundial de número de usuários por país, com cerca de 120 milhões de pessoas conectadas, segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)1. Na área de saúde, os itens mais pesquisados são alimentação (69,3%), sintomas (68,2%) e doenças (64,9%). Os dados do Minha Vida mostram que 82,8% das entrevistadas buscam informações no momento da consulta médica, sendo que 59,6% delas pesquisam antes e depois de conversar com o especialista. “A jornada digital do paciente é uma etapa importante do processo de conscientização sobre uma condição de saúde e é essencial que os profissionais da área levem isso em consideração, principalmente atuando para reforçar os perigos do autodiagnóstico, caso a pessoa dispense a ajuda médica”, pontua Rafael Duarte.

Apesar de recorrerem aos sites, as mulheres não colocam as informações da internet acima da opinião médica. Os resultados apontam que 86% das mulheres não confiam em qualquer notícia encontrada na rede e dão preferência aos sites especializados em bem-estar e saúde. O coordenador do Minha Vida explica que “a partir do estudo, podemos interpretar que a busca nas redes é uma forma de trazer dúvidas ao consultório e, também, entender melhor o diagnóstico após a visita ao médico”. Outro insight apresentado pelo coordenador é a diferença entre as mulheres e os homens entrevistados: elas costumam pesquisar os sintomas, tendo um perfil preventivo; e eles buscam as doenças, provavelmente após ter o diagnóstico.

A jornada digital do paciente não se limita aos sites especializados e buscadores on-line. A internet pode ser facilitadora durante o diagnóstico e o tratamento de doenças. Ela já é utilizada para agendar consultas com especialistas e pode auxiliar os pacientes a tirarem dúvidas com seus médicos pelos aplicativos de mensagens instantâneas. “A saúde online é um mercado bastante promissor. Segundo o estudo, a inovação mais desejada na área é o acesso ao histórico médico em plataformas online (55,9%). Além disso, observamos um aumento nas compras de medicamentos pela internet, o que é mais rápido e cômodo para os pacientes”, finaliza Rafael.

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Crescimento exponencial é foco de empresa especializada na aceleração de negócios e pessoas

Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, tem o objetivo de auxiliar companhias em busca de avanço exponencial e sustentável, em um ambiente cada vez mais desafiador. Fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno, a empresa, que cresceu três vezes no último ano, conta com os sócios Renato Mendes, Priscilla Erthal e Pedro Paulo Moraes, além de 13 outros associados. Já passaram pelo seu portfólio mais de 40 empresas, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017), Méliuz (Melhor startup 2016), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017), GetNinjas (eleita pela Forbes uma das empresas mais promissoras do país) e Mercado Bitcoin.

Os sócios da Organica perceberam que o mundo está passando por uma mudança estrutural e que novos modelos de negócio estão transformando para a sempre a chamda a Velha Economia. Diversas grandes companhias que não acompanharam essas mudanças fecharam as portas nos últimos anos como a BlockBuster, Kodak e o My Space. Outras, entenderam que na Nova Economia, as regras do jogo são diferentes. A Organica nasceu para ajudar a ambas: fazer com que as antigas empresas encontrem oportunidades no mundo digital e ajudar as novas empresas a crescer de forma exponencial e sustentável dentro da Nova Economia.

“Estamos vivendo um período único em termos de oportunidade de expansão de negócios por meio do digital. Juntamos na Organica pessoas que passaram por grandes experiências e hoje o propósito é encontrar, juntos, os novos caminhos do crescimento”, explica Roni Cunha Bueno, CEO.

Entre as empresas aceleradas pela Organica estão: Nestshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Objetct Edge, Me Salva!, ProntMed, entre outras.

Para quem precisa pensar como uma organização exponencial, a Organica mergulha rapidamente no negócio e busca novas visões, ações e alternativas para dinamizar e atingir o máximo potencial de crescimento. Para aquelas que já fazem parte da Nova Economia, especialistas auxiliam a empresa a repensar seu modelo de negócio para crescer de forma sustentável. “Nosso mercado é altamente complexo e competitivo e a Organica conseguiu construir alicerces importantes para dar suporte e acelerar o crescimento da Modal Mais”, diz Rodrigo Puga, CEO do Modal Mais. Veja mais depoimentos aqui.

“Nosso time reúne expertises complementares [que vão de pessoas, TI, Finanças, Marketing a Operação e Gestão], o que torna nossa atuação dinâmica na identificação de oportunidades, execução de planos de ação e alcance de resultados acima da média”, explica Priscilla, sócia diretora.

O trio de sócios se conheceu na Netshoes, onde Roni Bueno foi VP, Renato, Head de Marketing & Communications da Latin America e Priscila, Head de Marketing & Performance. Além deles, a Organica conta com grandes nomes em seu time como Luciane Aquino, ex-VP Global de Mídia do Terra; Flavia Russa, que liderou por 7 anos toda a compra de mídia e a estratégia promocional da Cnova Casasbahia.com.br, Extra.com.br e Pontofrio.com.br; Maurício Alexandre, ex-CMO da Bidu Corretora; Vinicius Picollo, que passou pela Leroy Merlin, Netshoes e Toyota; Wagner Tebaldi, que participou da expansão da B2W, na Americanas.com; Kat Wendelstadt, que construiu a área de Marketin no Dr. Consulta; e Bruno Tataren, premiado Empreendedor Social de Futuro pela Folha.

“O grande diferencial da Organica é que nós vivemos o crescimento exponencial na prática. Toda nossa metodologia é empírica. Nós conhecemos as dores dos empreendedores porque já as sentimos – e soubemos como superá-las”, completa Renato.

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Symantec esta entre os líderes do Quadrante Mágico do Gartner pela 14º vez consecutiva

A Symantec Corp. (NASDAQ: SYMC), líder em segurança cibernética, anuncia que está posicionada no quadrante de Líderes pelo Gartner,Inc., em seu “Quadrante Mágico para Plataformas de Proteção de Endpoints de 2018.

Divulgado na última semana pelo Gartner, o relatório de 2018 avaliou 21 fornecedores em 15 critérios, baseados na integralidade da visão e capacidade de execução, e classificou cada fornecedor em seu Quadrante Mágico. Em 2018, a Symantec foi nomeada pela 14 vez entre os líderes do relatório e mantem seu histórico de posicionamentos reforçando sua atuação no mercado mundial de tecnologia e segurança.

Symantec Endpoint Protection

Endpoints são um alvo atrativo para criminosos cibernéticos, devido à diversidade de redes, dispositivos e sistemas operacionais que os funcionários usam para acessar informações corporativas todos os dias. O Symantec Endpoint Protection (SEP), um componente fundamental da Symantec Integrated Cyber Defense Platform, protege 175 milhões de endpoints pelo mundo todo, encontrando as ameaças que as ferramentas de antivírus muitas vezes não conseguem e fornecendo informações forenses caso um invasor apareça.

Os recursos abrangentes de endpoints da Symantec são desenvolvidos para atender os desafios da geração da nuvem, permitindo que CISOs e equipes de TI monitorem, gerenciem e contenham ameaças, reduzindo a complexidade operacional. Funções exclusivas do SEP 14.1 incluem: tecnologia contra fraudes, defesa contra ameaças móveis para dispositivos de propriedade corporativa e BYOD, funções integradas de detecção e resposta para endpoints, proteção sem necessidade de assinaturas, com uso de técnicas de machine learning, além do isolamento de aplicações com o SEP Hardening.

“O Symantec Endpoint Protection é a única solução que oferece proteção avançada contra malwares, Detecção e Resposta de Endpoints (EDR), isolamento de aplicações e recursos contra fraudes, tudo isso em um único agente” disse Mike Fey, presidente e diretor de operações da Symantec. “No ano passado, fizemos um investimento considerável para trazer esses recursos avançados em uma única plataforma de endpoints para a geração da nuvem. Nós vemos a posição Líder da Symantec como uma validação de que a nossa estratégia está dando certo, conforme continuamos a investir em pesquisa e desenvolvimento.”

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CGI.br publica diretrizes e recomendações para aplicação de leis sobre Internet no Brasil

Responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no País, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou um documento com recomendações e especificações técnicas para a aplicação de leis sobre Internet no Brasil. Resultado dos esforços do Grupo de Trabalho (GT) Marco Civil e Responsabilidades do CGI.br, o documento apresenta conceitos e definições para uma compreensão adequada do ecossistema de governança da Internet, bem como requisitos e diretrizes técnicas relativas à discriminação e a degradação de tráfego, ao gerenciamento de rede, à segurança, sigilo e acesso a registros.

“O texto trata de inúmeros pontos do ordenamento jurídico vigente e busca guiar tanto as práticas judiciárias, quanto o processo legislativo e a ação da administração pública, além de embasar decisões ulteriores do próprio CGI.br”, explica Luiz Fernando Martins Castro, conselheiro do Comitê Gestor responsável por coordenar o Grupo de Trabalho. “Apesar de ter sido concebido no GT Marco Civil e Responsabilidades do CGI.br, o documento tem escopo que pode ser estendido a outras leis relativas à Internet, que necessitem de parâmetros técnicos”, complementa Demi Getschko, conselheiro do CGI.br, integrante do GT e diretor presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade que forneceu subsídios técnicos para a elaboração do texto.

O documento reúne conceitos e definições sobre Internet, sobre o que são Sistemas Autônomos, quais são os padrões universalmente aceitos para a rede, entre outros. “São definições robustas que preenchem lacunas até então existentes, necessárias não apenas para compreender o funcionamento da Internet em si, mas para orientar e embasar a interpretação e aplicação correta da lei”, avalia Flávia Lefèvre, conselheira do CGI.br que integra o Grupo de Trabalho.

Neutralidade da rede

Os requisitos técnicos para discriminação e degradação de tráfego também são analisados pelo CGI.br, considerando que o tratamento isonômico dos pacotes de dados disposto no art. 9º da Lei 12.965, de 23 de abril de 2014, deve garantir a preservação do caráter público e irrestrito do acesso à Internet. “Além de especificar o escopo de aplicação do dispositivo do Marco Civil sobre a neutralidade da rede, o documento traz importantes definições sobre discriminação e degradação do tráfego, termos citados na lei e no decreto que a regulamenta”, considera Eduardo Parajo, conselheiro do CGI.br que também faz parte do GT.

O texto explicita que a discriminação – ação que implique tratamento diferenciado de determinado tipo de tráfego de dados na Internet, por meio de bloqueio, redirecionamento e/ou filtragem do tráfego – será admissível em situações como as de mitigação de DoS (Negação de serviço, ou Denial of Service) e Gerência da porta 25 para combate ao spam.

Guarda de registros de conexão

No que toca à segurança, sigilo e acesso a registros, o documento do CGI.br esclarece que a guarda de registros de conexão deverá ser realizada pelo administrador de Sistema Autônomo que detém blocos de endereços IP para prover conexão à Internet, e também pelas entidades que utilizam sub-blocos específicos de endereços IP desde que delegados pelo administrador de Sistema Autônomo para prover conexão de usuários finais à Internet.

O documento soma-se à Contribuição do Comitê Gestor da Internet no Brasil à Regulamentação da Lei 12.965/2014 – o Marco Civil da Internet, publicado em 10 de novembro de 2015, e está disponível para consulta no endereço: http://cgi.br/publicacao/diretrizes-recomendacoes-e-especificacoes-tecnicas-para-a-aplicacao-da-lei-sobre-internet-no-Brasil/.

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Fintechs criam manifesto de apoio ao Projeto de Lei sobre Cadastro Positivo

A Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores, está entre as empresas da Associação Brasileira de Crédito Dgital (ABCD) que manifesta seu apoio ao Projeto de Lei Complementar sobre Cadastro Positivo.

O Cadastro Positivo é uma alternativa aos problemas enfrentados pelo setor de crédito e às altas taxas de juros praticadas na concessão de crédito, com base no Cadastro Negativo – que considera apenas as informações de inadimplência ou atrasos de pagamentos e não as informações positivas, mesmo quando o cliente possui um bom histórico de pagamentos – e aplica taxas de juros mais altas, de acordo com o teor negativo do histórico. Por ser a única fonte de informações utilizada pelas empresas e instituições financeiras, o Cadastro Negativo é uma das razões que contribuem para que o spread bancário seja alto.

De acordo com a Nexoos, o compartilhamento de informações positivas pode modificar este cenário e beneficiar todos os envolvidos, como já foi comprovado com base nos 120 países que adotam o cadastro positivo e praticam taxas de juros muito inferiores às praticadas no Brasil, como Estados Unidos, Inglaterra e países da América do Sul. “Apoiamos e acreditamos na importância desse manifesto. Essas mudanças irão ajudar os consumidores a terem muitos ganhos, como juros mais adequados a seu perfil”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Em parceria com a Associação Brasileira de Crédito Dgital (ABCD) e as demais fintechs associadas, a Nexoos declara apoio tanto ao conceito de cadastro positivo quanto ao Projeto de Lei Complementar (PLS 212/2017) atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados e Senado Federal.

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Estudo revela prioridades de digitalização dos negócios no Brasil

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC acabam de divulgar os resultados do iDX Business Digitalization, um Benchmark de Digitalização dos Negócios no Brasil que entrevistou executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários. O intuito do levantamento é medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes. Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

A Mobilidade está entre os elementos mais importantes usados pelas empresas para a transformação da força de trabalho no Brasil. O estudo aponta que o smartphone é o dispositivo preferencial das companhias, ainda que mais de 61% usem tablets. As empresas entrevistadas afirmam custear o plano de dados dos funcionários para celulares (88%) e para aparelhos maiores, como tablets e notebooks (86%). “Estamos na ‘Era do Cliente’, por isso o relacionamento com esse público deve ser mais consultivo e engajador em todos os pontos de contato. Pelo que o estudo constatou, a mobilidade tem trazido ganhos expressivos na agilidade e produtividade dos colaboradores, mas é hora de gerar mais valor ao cliente ao se integrar melhor o CRM a outras aplicações de negócio”, diz Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para a América Latina. Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia se mostrou a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de manufatura e comércio deverão concentrar os esforços no departamento de Vendas neste período. A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e só 15% delas se percebem à frente na transformação. “O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar. Estamos otimistas, porque 47% delas já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada”, afirma Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria da IDC.

Entre os pilares que basearam a pesquisa, Inteligência obteve o terceiro maior índice. O estudo destaca a presença da Inteligência Artificial (IA) nas áreas de Vendas, Atendimento ao Cliente e Marketing. Quando se analisa a performance de cada segmento, o comércio é o que sai na frente. Entretanto, ainda há uma desconexão entre a informação gerada por meio de ferramentas analíticas e o acesso a partir de qualquer dispositivo, já que apenas 58,3% contam com este tipo de solução que traz a informação até o tomador de decisão, esteja ele com um smartphone em campo ou um computador no escritório. A Salesforce está engajada em promover uma conscientização sobre IA, desenvolvendo soluções como Einstein Vision para reconhecimento de imagens em redes sociais, realizando encontros como World Tour e Dreamforce, além de disponibilizar a plataforma gratuita de treinamento online Trailhead para disseminar o assunto.

O pilar com pontuação mais baixa no benchmark realizado pela IDC e a Salesforce foi Conectividade e Integração. “A importância da integração dos processos de marketing, vendas, equipes de atendimento ou de campo, está bastante clara dentro das organizações. Mas a baixa prioridade dada ao tema é responsável pela não implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido”, explica Luciano Ramos, da IDC.

Recurso para aumento de produtividade e alcance, a automação de processos não é usada de maneira integral nas empresas para as áreas de marketing, vendas e equipes de campo. Tal automação viabiliza uma escalabilidade de atendimento que, se contratada adequadamente, permitiria a essas organizações atender de forma ágil e econômica tanto os crescimentos quanto as retrações de mercado. Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e 8% não têm investimentos planejados.

Metodologia – O benchmark se baseia em uma pesquisa inédita com 100 empresas com mais de 500 funcionários, dos mais diversos segmentos de atuação, feita por meio de entrevistas conduzidas pela IDC. Também foram utilizadas informações existentes da IDC Brasil e da IDC global, além de informações de mercado sobre o tema para suportar e construir a base qualitativa do projeto. O estudo considerou ainda organizações com diferentes faturamentos para chegar nos índices apresentados ao final do trabalho. Constatou-se que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

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