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SONDA entra no Índice de Sustentabilidade Dow Jones 2017

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, foi incluída pela primeira vez no Dow Jones Sustainability Index (DJSI) Chile, um índice que inclui empresas com os mais altos padrões de responsabilidade social, ambiental e governança corporativa para a comunidade financeira.

Globalmente, apenas 20 empresas do setor de Tecnologia da Informação, incluindo serviços e software de internet, conseguiram fazer parte de um dos Índices de Sustentabilidade Dow Jones. Entre as empresas listadas estão IBM, Accenture, Fujitsu, Capgemini, Atos, TCS, Visa e Teradata. A SONDA é a única empresa chilena no setor e a segunda na América Latina que se tornou parte desses índices reconhecidos.

As pontuações obtidas pela SONDA nas categorias Customer Relationship Management, IT Security & System Availability e Codes of Business Conduct tiveram destaque e estão bem acima da média e perto dos líderes da indústria nesses aspectos.

As boas práticas sustentáveis em governança corporativa, aspectos sociais e cuidados ambientais estão se tornando cada vez mais populares entre investidores que buscam segmentar empresas realmente preocupadas com o desenvolvimento sustentável de seus negócios e atividades.

A este respeito, o presidente da SONDA, Mario Pavón, declarou a satisfação de ter a companhia reconhecida no Índice de Sustentabilidade Dow Jones como uma empresa líder em sustentabilidade. “Na SONDA acreditamos que a empresa não só deve buscar rentabilidade, mas também contribuir com a sociedade, gerar riqueza e agregar valor para todos, oferecendo um serviço útil e significativo”, finaliza Pavón.

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Conferência Web.br 2017 discutirá os impactos das tecnologias disruptivas no ambiente digital

Inteligência artificial, realidade virtual, tele-existência e blockchain são tecnologias disruptivas que estão criando um novo ambiente digital. Para explicar o impacto dessas mudanças – e como se preparar para o mercado de trabalho – estudiosos, profissionais brasileiros e de outros países estarão na Conferência Web.br 2017, nos dias 24 e 25 de outubro, em São Paulo. Com o tema “Imersão e Transcendência”, o evento é realizado pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), com o apoio do Escritório Brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil).

Entre os keynotes speakers já confirmados estão Onome Ofoman, engenheira de software do Google, que vai discutir como a inteligência artificial e a realidade virtual podem ser aplicadas juntas para produzir uma tecnologia capaz de detectar as identidades das pessoas em tempo real – além de casos de discriminação de indivíduos por máquinas automatizadas. Outro tópico correlato, a tele-existência, será abordado na Conferência por Charith Fernando, professor da Universidade de Keio, em Tóquio (Japão), especialista em robótica, realidade virtual e sistemas embarcados. Fernando irá apresentar aplicações atuais de tele-existência, como, construções remotas, resgates e vigilância, comentar suas aplicações, os desafios e o futuro da pesquisa na área.

Com a abertura do secretário executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Hartmut Glaser, o evento terá uma palestra de Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br. Ainda entre os keynotes, Reinaldo Ferraz, especialista em Desenvolvimento Web do Ceweb.br e W3C Brasil, ministrará a palestra “Imersão, Interação e Inclusão” para promover uma reflexão sobre o potencial de interação e inclusão de interfaces digitais como dispositivos sem telas, assistentes controlados por voz e interfaces em 360 graus sem janelas.

Com os temas fake news, algoritmos e blockchain, também ministrarão atividades no evento, respectivamente: Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa; Wagner Meira Jr, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e Gustavo Paro, da Microsoft no Brasil e América Latina.

Os interessados em realizar palestras na Conferência podem enviar propostas até 18 de setembro, com temas que contemplem tecnologias da Web aberta como aplicações de segurança, IoT, protocolos, acessibilidade, design, boas práticas, dados na Web, dados abertos, realidade virtual, entre outras temáticas relacionadas ao universo Web. Os critérios de seleção e formulário de inscrições estão disponíveis no sítio: http://conferenciaweb.w3c.br/regulamento-chamada-de-atividades-web-br-2017/.

“A Web.br deste ano vai proporcionar aos participantes uma experiência com mais imersão, interatividade e navegação além da tela. Sob essa perspectiva, questionamentos sobre usabilidade, design e desafios técnicos também serão levados em consideração. Essas são algumas das razões que tornam a Web.br uma referência para quem ama a Web livre, aberta e para todos”, enfatiza Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br.

Para informações adicionais e inscrições acesse: http://conferenciaweb.w3c.br/.

Conferência Web.br 2017
Data: 24 e 25 de outubro
Endereço: Maksoud Plaza (Pavilhão de Eventos – Nível A)
Rua São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo
Ingressos: http://conferenciaweb.w3c.br/#inscricoes

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BroadSoft é considerada “visionária” pelo Gartner

A BroadSoft, Inc. (NASDAQ: BSFT), líder global de soluções de Comunicação Unificada em Nuvem (UCaaS), anunciou que foi posicionada pelo Gartner, Inc. como Visionária no Quadrante Mágico de 2017 com suas soluções UCaaS desenvolvidas para clientes corporativos. O relatório avaliou 15 fornecedores de softwares como um serviço (SaaS) em diferentes quesitos como a capacidade de implementar soluções inovadoras e visão de futuro.

O Quadrante Mágico do Gartner define como visionários os “fornecedores com grandes capacidades de produtos e serviços multicanais, além de uma estratégia clara para vendas, marketing e desenvolvimento de negócios. Eles se diferenciam adicionando recursos exclusivos de funcionalidade e/ou entrega”.

Durante a seleção das empresas para o quadrante de 2017, o Gartner constatou a capacidade da tecnologia UCaaS em oferecer serviços superiores em relação às versões de PABX tradicionais. “Estamos satisfeitos com o reconhecimento da BroadSoft pelo Gartner, empresa que sempre busca as soluções mais completas do mercado. O nosso grande diferencial fica por conta da escalabilidade da plataforma, sem que para isso haja perda de qualidade do serviço. Este é um novo degrau da nossa busca incessante pela inovação e oferta do que há de melhor em comunicação corporativa para os nossos clientes.” salienta Hector Sanchez, Vice Presidente da BroadSoft para CALA (América Latina e Caribe).

Dentre os produtos avaliados, o aplicativo UC-One – que faz parte da plataforma BroadSoft Business, oferece controle de chamadas de voz e vídeo em alta definição, mensagens instantâneas, troca de arquivos e muito mais; disponível para PC, notebook, navegador, tablets e smartphones.

“Acreditamos que esse reconhecimento ressalta a robustez da solução BroadSoft UC-One, que proporciona rentabilidade e adequação para empresas de todos os tamanhos, incluindo referências com mais de 10.000 assinantes” disse Taher Behbehani, CDMO da BroadSoft. “Além disso, a solução está disponível em todo o mundo com ampla capacidade de suporte e implantação. A oferta baseada em BroadCloud complementa nossa implantação global do BroadSoft Business através de parceiros que suportam mais de 16 milhões de usuários finais”.

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Participantes do Seminário LIDE Tecnologia enfatizam que evolução tecnológica é inevitável para desenvolvimento de negócios

“Em todas as recentes discussões promovidas pelo LIDE tivemos a tecnologia como um dos principais focos, independentemente do segmento. Hoje não há mais qualquer negócio sem esse recurso”, afirmou Celia Pompéia, vice-presidente Executiva do Grupo Doria, durante abertura do Seminário LIDE Tecnologia, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais na noite de quarta-feira (13), no Auditório Gocil, em São Paulo. Comandado por Silvio Genesini, presidente do LIDE Tecnologia, o tema central do encontro foi “O Impacto da tecnologia nos negócios”. O evento contou com apresentações de Alberto Leite, CEO da holding FS; Gustavo Souza, head professional services da Amazon Web Services – Latam; Augusto Lins, diretor da Stone; e Cassio Pantaleoni, presidente da SAS Brasil.

As discussões convergiram na ideia da aplicação irrevogável de novas ferramentas tecnológicas no desenvolvimento dos negócios. Genesini destacou que o impacto das tecnologias mais recentes, hoje já aplicadas, como IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês), impressão 3D, reconhecimento facial e outras, permite que transformações antes restritas agora influenciem a todos. “Essa evolução atinge todos os setores e o efeito nas pessoas e nos negócios é maior hoje do que já foi em todos os tempos”, concluiu.

Alberto Leite, da FS, ressaltou que já vivemos a “quarta revolução industrial”, um tema discutido em 2016 durante o Fórum Econômico Global, em Davos. “Quando a ideia foi apresentada, ainda parecia ficção. Hoje podemos ver o quanto essas tecnologias já se concretizaram”, afirmou. “É difícil prever ou antecipar movimentos futuros, sobretudo na tecnologia. Temos de nos acostumar com essa velocidade nas mudanças. Aproximadamente 7 milhões de empregos devem ser substituídos até 2020 no mundo todo, com uma troca enorme na cadeia da indústria, principalmente”, completou Leite. O executivo lembrou que já existem casos na China de edifícios construídos com peças elaboradas via impressão em 3D, com queda significativa no custo e ganho impressionante de velocidade nos sistemas construtivos. Genesini ampliou a discussão ao lembrar que o Brasil deve priorizar seu desenvolvimento com base em novos recursos para efetivamente se reinventar e seguir como player importante no mercado internacional.

A importância das startups neste processo foi destacada por Gustavo Souza, da Amazon Web Services, ao lembrar que muitos gestores de empresas hoje sequer conhecem sistemas de processamento baseados em datacenters, com o advento do cloud computing. “Alguns setores estão avançando muito rápido. As principais apostas estão na inteligência artificial e em IoT, além de recursos como identificação facial baseada em dados como idade, emoções, gênero e padrões faciais. A atuação de robôs na medicina avançada é um exemplo da aplicação do uso de dados, um volume descomunal de dados, para revolucionar novos negócios”, afirmou. Cassio Pantaleoni, presidente da SAS Brasil, concorda que há uma mudança de paradigma em relação à gest&atild e;o de negócios. “A nova geração já vem com uma mentalidade de que a matemática é um recurso computacional”, concluiu.

Ainda nesse contexto, Augusto Lins, da Stone, destacou uma mudança no comportamento de consumo dos millennials. “Estamos mais conectados e passamos a comprar de forma diferente, com experiências de pagamentos digitais e uma demanda por escolha, usabilidade e prazer no consumo”, afirmou. Adicionalmente, os palestrantes debateram a importância do ajuste regulatório diante da evolução tecnológica. Lins alertou que o cenário regulatório ainda não está preparado para essa mudança. “É imprescindível uma discussão sobre a legislação que está sendo criada, um marco regulatório importante para manter esse crescimento tecnológico na velocidade que tem de acontecer”, concluiu.

Esta edição do Seminário LIDE TECNOLOGIA contou com o patrocínio de grandes empresas: AMAZON WEB SERVICES, FS, SAS e STONE e apoio da GOCIL. Como fornecedores oficiais, a CDN, ECCAPLAN e MULT ART EVENTOS. ANTENA 1, RÁDIO BANDEIRANTES, BAND NEWS FM, DCI, NOVA BRASIL FM, PR Newswire e revista LIDE foram mídia partners do evento.

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Clientes Banco do Brasil navegam pelo app sem consumir pacote de dados

A partir desta sexta, 15, os clientes do Banco do Brasil usuários das operadoras Vivo e TIM vão navegar pelo aplicativo BB sem consumir o pacote de dados. Com isso, o Banco reforça o seu posicionamento de empresa inovadora, oferecendo uma experiência completa de atendimento, com facilidade, comodidade e segurança. Este benefício abrange a maioria dos clientes BB e em breve será estendido para usuários da Oi e da Claro, atendendo assim a todos os clientes do BB.

Pelo mobile é possível realizar praticamente todas as operações bancárias, desde simples consulta de saldo e extrato, até abertura de conta corrente, transferências, pagamentos, recarga de celular, contratação de seguros e consórcios e financiamento de veículos.

A ação faz parte da campanha “Vai no App” que convida os clientes a baixar e utilizar o aplicativo.

Mais de 1 milhão de contas abertas pelo mobile

Em agosto, o Banco do Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de contas abertas totalmente pelo aplicativo. Por dia, são abertas 4 mil contas, em média. Este número cresceu desde que o BB disponibilizou a abertura de conta corrente pelo app. A expectativa é chegar a 1,5 milhão de contas abertas pelo mobile até 31 de dezembro deste ano.

O principal diferencial da conta aberta no app é o acesso imediato a uma conta com limite de movimentação (Conta Fácil) no ato da abertura. Toda a validação de documentos é remota e realizada em até 72 horas após o cadastramento dos dados pelos no app. Esta conta dá acesso a toda linha de produtos e serviços ofertados pelo BB, como linhas de crédito, investimentos, previdência, seguros. A disponibilização de abertura de conta 100% pelo mobile privilegia a experiência do cliente, pela comodidade e praticidade e reduz o fluxo na rede de atendimento físico, com menor custo de estrutura.

A conta corrente aberta pelo aplicativo BB é a mesma modalidade da conta disponível nas agências da instituição, sem a necessidade de deslocamento às unidades. Desde o upload de documentos ao cadastramento de senhas, tudo é feito pelos clientes no mobile e os cartões serão enviados diretamente para o endereço indicado por eles.

Números

Os canais digitais são responsáveis por 72% das transações realizadas pelos clientes do BB (51% pelo mobile e 21% pela internet). Hoje, são 12,2 milhões usuários ativos no app. Há dois anos, esse número era de 5,5 milhões. A meta é chegar a 15 milhões de usuários ao final de 2017.

O app Banco do Brasil é o quinto aplicativo preferido pelos brasileiros, de acordo com resultado da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, divulgado nesta quinta, 22. O BB ficou atrás apenas de grandes empresas de tecnologia ou redes sociais. A pesquisa é feita semestralmente e se encontra no seu terceiro ano de realização.

Febraban

Pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), sobre Tecnologia Bancária, divulgada em maio, também coloca o mobile como o canal preferido dos clientes pela primeira vez. Uma em cada três operações são feitas por smartphones ou tablets no sistema bancário brasileiro.

O estudo aponta que no ano de 2016, o número de transações no mobile saiu de 11,2 bilhões para 21,9 bilhões, ou seja, quase o dobro se comparado com 2015, um crescimento de 95% considerando todos os bancos. O estudo também indica que pela primeira vez as transações em mobile ultrapassam as transações em internet banking. Já no BB, essa realidade foi alcançada muito antes: desde agosto de 2014.

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Startup Focus: a meta é acelerar a inovação no Brasil

Criado em 2012, o SAP Startup Focus é um programa global criado para impulsionar o desenvolvimento de empresas iniciantes e inovadoras. Funciona como um ecossistema de inovação que hoje engloba 5.579 startups (1931 na América Latina) de 25 diferentes segmentos de mercado, em 58 países. A iniciativa chegou ao Brasil em 2015.

As soluções desenvolvidas pelas startups são baseadas na plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA para diversos fins, como soluções analíticas para Big Data, IoT (Internet das Coisas), Análise Preditiva, entre outras. Até o momento, 271 soluções foram validadas pelo programa Startup Focus. Os empreendedores têm a oportunidade de fazer umpitch para os clientes SAP em todo o mundo.

Entre os grandes diferenciais do Startup Focus, além do acesso às tecnologias SAP, entre elas às licenças de desenvolvedor HANA, estão a conexão gratuita com especialistas SAP para construção da solução; orientação sobre negócios e apresentação para potenciais clientes e investidores, sem nenhum custo. “A SAP não cobra taxas e nem adquire participação nas startups”, destaca Franklin Bruno, gerente de soluções e líder de startups na SAP Brasil.

Outros benefícios, como conta o executivo, incluem assessoria de marketing e vendas, com acesso ao SAP App Center, o marketplace digital para comercialização de aplicações de parceiros SAP e Startups; oportunidades para apresentações de vendas para a comunidade SAP e livre acesso a empreendedores, parceiros, investidores e líderes de mercado.

Em todo o mundo, 271 soluções já “se graduaram” no programa Startup Focus. Esses aplicativos, que podem ser comercializados livremente pelas startups, também recebem um selo de validação da SAP. “Ele assegura que as soluções são compatíveis com as plataformas da SAP”, conta Franklin Bruno. “É um verdadeiro passaporte para um mercado de mais de 340 mil clientes corporativos da SAP em todod o mundo”, destaca. Segundo o executivo, hoje, já são 200 negócios fechados por startups aceleradas pelo Programa.

No Brasil, o Startup Focus já teve resultados expressivos. Entre as 22 startups que contaram com o suporte do Programa e hoje se destacam no mercado estão a Brabov, que colocou no mercado uma solução de inteligência para controle agropecuário, permitindo ao pecuarista acessibilidade e segurança no gerenciamento do rebanho; a Menvia, de experiência de usuário para varejo; a Antecipa – um marketplace de antecipação de recebíveis, onde compradores disponibilizam capital para fornecedores que precisam de capital e a Looqbox, que simplifica a busca de informações dentro das empresas utilizando linguagem natural.

“O Programa Startup Focus é uma via de mão dupla, uma colaboração que beneficia tanto a inovação no País e a aceleração do sucesso para as startups junto ao ecossistema dos parceiros e clientes da SAP como também permite a agregação de capacidades disruptivas às nossas soluções”, avalia Franklin Bruno.

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Pesquisa inédita revela perfil do consumidor fintech e suas preferências

A Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro, divulgou, hoje, uma pesquisa inédita sobre a percepção que os consumidores de serviços financeiros têm sobre o mercado de fintechs, termo que define o segmento de startups que criam inovações na área de serviços financeiros. Para este estudo, divulgado durante o SAP Forum, a Cantarino Brasileiro realizou 392 entrevistas na cidade de São Paulo (SP), entre os dias 28 de agosto e 4 de setembro de 2017. Desse total, 52% são mulheres e 48% homens, sendo 6% da classe A, 31% da B e 63% da classe C.

O objetivo da pesquisa era verificar como os paulistas enxergam as fintechs e a utilização de seus serviços entre os entrevistados. De acordo com o levantamento, 10% dos entrevistados sabiam o que é uma fintech; 11% usam os serviços das startups financeiras, mas só 4% desse total sabiam o que é uma fintech.

“A pesquisa mostra que existe uma grande oportunidade para o crescimento deste mercado. Para isto, é preciso educar o consumidor sobre o que são as fintechs, já que muitos utilizam sem conhecer as vantagens, regulamentação e garantias. São Paulo concentra o maior número de fintechs da América Latina e as sedes dos principais bancos privados; por isso, atrai o maior volume de investimentos. Queremos com este trabalho consolidar São Paulo como hub de fintechs da região”, afirma João Pedro Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro e responsável pela pesquisa.

De acordo com o estudo, os jovens são os que mais utilizam os serviços das fintechs: 21% entre 16 e 24 anos e 17% entre 25 e 34 anos. As startups mais requisitadas pelo consumidor são as de investimentos e cartões de crédito. Também são os jovens os principais usuários de cartões de créditos das fintechs: 17% entre 16 e 24 anos e 13% entre 25 e 34 anos.

“As melhores taxas e a economia são os principais critérios para a escolha de uma instituição financeira pelo público jovem – 52% entre 16 e 24 anos e 54% entre 25 e 34 anos. Na era digital e da mobilidade, o acesso mais barato a novas tecnologias, aliado à redução de burocracia e à oferta de um serviço mais personalizado e dinâmico, acabam impulsionando o segmento das fintechs”, enfatiza Cantarino.

Cenário

Um mapeamento do mercado de fintechs no Brasil, realizado pelo Finnovation, em conjunto com o Finnovista e o BID, mostra que o Brasil é o maior mercado de fintechs da América Latina com 219 startups divididas em 16 segmentos, na frente do México (158 startups), Colômbia (77 startups), Argentina (60 startups) e Chile (56 startups). A maioria está na área de pagamentos (31%).

Das fintechs mapeadas, 54% estão em São Paulo, 10% no Rio de Janeiro, 8% em Belo Horizonte e 6% em Porto Alegre. O levantamento também apurou o estágio de maturidade das startups: 16% em estágio inicial, 23% já tiveram um produto lançado, 26% estão prontas para escalar e 35% já encontram-se em pleno crescimento.

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Como reduzir custos da conformidade fiscal?

Por Jair Araújo, Product Owner da Synchro

A carga tributária no Brasil deve passar de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) nesse ano, o maior percentual da América Latina. Estamos à frente de países como Coreia do Sul (24%), EUA (26%), Suíça (27%) e Reino Unido (32%). Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), entre os países com maior carga tributária do mundo, o Brasil a apresenta uma das menores relações retorno ao contribuinte/carga tributária. Não é um campeão de carga tributária – países com França, Itália e Alemanha apresentam um percentual de carga tributária sobre o PIB superior ao do Brasil – mas esbanjam “competência” em retornar à sociedade serviços e benefícios compatíveis com a arrecadação exigida dos cidadãos e empresas. Além da carga tributária elevada, as empresas brasileiras carregam um dos maiores custos de conformidade legal do mundo, o chamado cost to comply.

Fazem parte desse custo todos os recursos e processos utilizados pelos contribuintes para atender à complexa legislação tributária, muitos dos quais de baixo ou nenhum valor agregado, frutos da burocracia e formalidades injustificadas.

Um estudo feito pela FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP) revela que uma empresa com receita bruta de até R$ 100 milhões/ano, gasta 1,66% de sua receita para assegurar conformidade. Segundo a instituição, as empresas no Brasil desembolsam mais de R$ 30 bilhões por ano para atender às exigências do Fisco. Dados da consultoria PricewaterhouseCoopers, em parceria como o Banco Mundial, revelam que as empresas de médio porte do país, na média, gastam 2,6 mil horas para atender o Fisco, número muito superior à grande maioria dos países avaliados pela pesquisa.

Mas se ficando o bicho come, se correr o bicho pega. A empresa que tentar reduzir o custo de conformidade sem inteligência incorrerá em outro custo, em algumas situações até maior: o custo da não conformidade. A Receita Federal arrecadou, em 2015, 4,2 bilhões de reais com base em não conformidades identificadas nas declarações entregues. Esta quantia inclui multas e juros por tributos pagos irregularmente e por declarações entregues com erros ou inconsistências.

Reduzir o custo de conformidade sem comprometer a conformidade em si requer o uso intensivo de tecnologia da informação, mesmo recurso usado pelo Fisco na era da economia digital, com inteligência tributária. Qualquer iniciativa neste sentido deve considerar que: (a) a conformidade em toda cadeia de valor fiscal só será assegurada quando houver conformidade em cada elo da cadeia. Basta uma classificação de produto ou serviço errada para comprometer, via efeito dominó, a conformidade no cálculo, na apuração, na declaração e no recolhimento do tributo; (b) fazem parte do custo de conformidade processos internos de baixo valor agregado e/ou processos desempenhados com pouco ou nenhum grau de automação. Podem-se citar como exemplos destes processos a instalação de PVAs (programas validadores do Fisco), a correção de erros recorrentes e processos de integração entre sistemas.

Nesta semana, acontece em São Paulo a 21ª edição do SAP Forum com o tema ” Reimagine seu negócio na Economia Digital”, em que poderão ser vistas propostas de solução visando, em última análise, reduzir os custos de conformidade e de não conformidade legal, enquanto se aguarda a tão sonhada reforma tributária. Vale a pena conferir.

A SYNCHRO vai discutir esse tema durante o evento, que acontece nos dias 12 e 13 de setembro das 9h às 20h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Durante a palestra ‘Sua área fiscal pode enxergar mais longe’, Eric Carvalho e Ricardo Funari irão falar sobre a importância de uma solução end to end para a redução do custo de conformidade, e da não conformidade, das empresas brasileiras.

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Telit fecha parceria com líder global em segurança digital

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), juntamente com a OT-Morpho, líder mundial em segurança digital e identificação de tecnologias, anunciam que trabalharão em parceria para solucionar os desafios enfrentados pela adoção em massa da IoT.

Juntas, as duas empresas vão combinar suas experiências técnicas, bem como promover a integração de seus ecossistemas mundiais de clientes e operadoras, para impulsionar a economia celular de banda estreita do IoT. O foco será a racionalização do processo de gerenciamento de suprimentos e subscrição para a próxima geração de tecnologias para conectividade Cat-M e NB-IoT.

A união de forças entre Telit e OT-Morpho tem ainda por objetivo trazer ao mercado uma abordagem que permitirá a distribuição digital de inscrições móveis sob demanda para módulos de conectividade IoT. A solução conjunta permitirá a interoperabilidade global, reduzirá o custo total de propriedade dos clientes finais e melhorará o tempo de colocação no mercado de soluções desenvolvidos por empresas e fabricantes de dispositivos que buscam implantar projetos de IoT em larga escala.

“Estamos entusiasmados com a parceria com a OT-Morpho, que nos possibilita colaborar de formas inovadoras para atender às necessidades do mercado IoT. Acreditamos que nossa nova abordagem também oferecerá benefícios significativos aos parceiros da MNO (sigla do inglês, referente as operações móveis) – incluindo, entre outras, novas vantagens no mercado de serviços, impacto mínimo nos processos de negócios existentes e economia de custos na logística de SIMs, mantendo o mais alto nível de segurança”, afirma Oozi Cats, CEO da Telit. “Na sequência da oferta recentemente anunciada Telit simWISE, esta nova solução visará ainda mais a próxima onda de dispositivos NB-IoT e Low Cat que permitem um serviço global de gerenciamento de assinaturas centradas no IoT, reduzindo o custo total de propriedade dos clientes finais e melhorando o time-to-Market para desenvolvedores de IoT”.

“OT-Morpho e Telit veem a grande oportunidade representada pelo mercado de IoT e acreditam que, como principais intervenientes no ecossistema, eles têm um papel vital a desempenhar para ajudar os operadores de redes e as empresas a implementar suas estratégias de IoT. Ao simplificar o gerenciamento de assinaturas e trazer soluções que podem melhorar a segurança e a integridade dos dispositivos conectados, estamos cumprindo as necessidades críticas da indústria para que o IoT atinja todo o seu potencial “, disse Didier Lamouche, CEO da OT-Morpho.

Conforme a Telit e OT-Morpho avançam em sua parceria, as empresas planejam anunciar os detalhes de sua solução no futuro próximo, o que permitirá uma adoção em larga escala da tecnologia celular em bilhões de dispositivos em todo o mundo.

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ClickSoftware e SAP firmam parceria para fornecer solução de gerenciamento de serviço em campo baseado na nuvem

A ClickSoftware acaba de anunciar a assinatura de um acordo de revendedor global com a SAP. Como parte do acordo, a gigante alemã passa a revender a plataforma ClickSoftware Field Service Edge como SAP® Scheduling e Resource Management da ClickSoftware. A solução, que já está disponível no mercado, permite recomendações automatizadas, baseadas em contexto e em tempo real, para o planejamento, programação, execução e análise de serviços para suportar uma tomada de decisão inteligente.

O SAP Scheduling and Resource Management oferece aos clientes uma capacidade aprimorada para reduzir os custos de entrega de serviços, melhorar a eficiência continuamente e otimizar a experiência do cliente – hoje um diferencial competitivo chave.

“Esta parceria com a SAP trata de priorizar o cliente do cliente, otimizando cada etapa da entrega de serviços”, ressalta Jim McGonagle, vice-presidente de alianças da ClickSoftware. “Agora, os clientes que utilizam o software da SAP conseguirão apresentar mais rapidamente o valor da otimização da força de trabalho. Com o poder da computação em nuvem e a tomada automática de decisões impulsionadas pela inteligência artificial, as empresas ficam preparadas para elevar as experiências de seus clientes enquanto aumentam suas receitas”, completa o executivo.

Otimizar todos os aspectos do serviço, agendamento, rota e desempenho de recursos individuais, gera economias significativas ao mesmo tempo em que aumenta a satisfação do cliente. Previsões de tempo de viagem mais precisas proporcionam um cronograma de compromissos mais ajustado, além de mais tarefas finalizadas por dia. Isso pode não só aumentar a eficiência e a rentabilidade, como reduzir o tempo de espera dos clientes para a realização do serviço.

“Temos o prazer de oferecer aos nossos clientes o SAP Scheduling and Resource Management da ClickSoftware para gerar eficiência por meio da otimização da força de trabalho”, disse Rodolpho Cardenuto, presidente da área de Operações Globais de Parceiros da SAP. “Os clientes SAP, em todo o mundo e em todas as indústrias, querem responder à crescente demanda por melhores experiências de serviços para seus clientes, enquanto reduzem os custos do serviço. Esta solução os ajuda a simular rapidamente uma variedade de estratégias de otimização de serviços, aprimorando a capacidade de testar o impacto de várias abordagens e calibrá-las para uma melhoria contínua”, finaliza Cardenuto.

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Fintech brasileira é destaque em evento internacional

Com o objetivo de apresentar a empreendedores mineiros as oportunidades de negócios no Reino Unido, será realizado nesta sexta-feira, dia 15, em Belo Horizonte, o ‘Tech Business Breakfast’, evento produzido pelo Consulado Geral Britânico. Um dos destaques na programação, a fintech Zetra levará aos empresários o case de internacionalização da plataforma eConsig, desenvolvida no Brasil e que hoje já opera em seis países na Europa e Ásia, por meio da spin off SalaryFits.

O eConsig é a plataforma brasileira capaz de promover a inclusão financeira e sustentabilidade para a economia global, por meio da oferta de crédito e outros produtos financeiros com desconto em folha de pagamento, que reduz a taxa de juros e o risco de inadimplência. “Vamos mostrar que soluções inovadoras têm um grande potencial no mercado externo. No nosso caso, somos capazes de levarmos, por meio da SalaryFits, a estrutura tecnológica da plataforma eConsig, líder no Brasil na gestão de consignados, a outros países”, comentou Álvaro Amorim, CEO da SalaryFits na Espanha, que vai exibir os maiores desafios da internacionalização da ferramenta.

O evento, que acontece a partir das 8h30, também terá apresentação de Chris Moore, especialista em tecnologia do Department for International Trade (DIT), responsável por auxiliar e aconselhar empresas de tecnologia a estabelecerem presença no Reino Unido. Possui grande conhecimento nos setores de software, mídia digital, impressão e segurança, com interesses específicos em inteligência artificial, análise de dados, computação em nuvem, centros de dados e segurança cibernética.

Sobre a Zetra – Fintech líder brasileira no segmento de gestão de benefícios consignados com a plataforma eConsig, a Zetra soma mais de 300 clientes de empresas privadas e órgãos públicos, relacionados aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Possui as certificações internacionais ISO 27001, que garante a segurança da informação, e a ISO 9001, de gestão da qualidade. Criada em 2002 no Brasil pelo empresário Renato Araujo, a plataforma eConsig instituiu um novo paradigma na relação entre instituições financeiras e os clientes desta modalidade de crédito, como empresas públicas e privadas. Na prática, o empregado de empresa ou órgão público – associada ao eConsig – usa a plataforma e passa a ter à disposição as ofertas oferecidas por instituições financeiras parceiras. Para o mercado internacional, a Zetra lançou a spin off SalaryFits, que já tem presença no Reino Unido, Portugal, Itália, Espanha, Índia e México.

Tech Business Breakfast – Consulado Geral Britânico em Belo Horizonte
Data: Sexta-Feira 15 de Setembro
Horário: 8h30 às 11h
Local: iOasys
Rua dos Guajajaras, 715 – 10º andar
Lourdes, Belo Horizonte – MG
Mais informações: (81) 2127-0203

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Rio Info traz o futuro da sociedade sob domínio da TI

A presença da tecnologia em todas as atividades, da saúde à economia, ao lazer, educação, comunicação e seu papel no futuro da sociedade é o mote do Rio Info 2017. “Nosso evento se reinventa a cada ano e nesta 15ª edição destaca a transversalidade da tecnologia e como ela está presente de todas as formas na vida das pessoas”, afirma Alberto Blois, diretor executivo da Riosoft e coordenador geral do evento.

O Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios acontece entre os dias 25 e 27 de setembro, no Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova, no Rio de Janeiro.

Se no passado sonhava-se com o dia em que o robô substituiria o homem, hoje aquela imagem clássica das ficções já não é o símbolo do predomínio tecnológico, que dispensa esta representação. A internet das coisas, em destaque na programação, está em todas as partes, conectando dispositivos do dia a dia de forma inteligente e sensorial.

Um pouco deste futuro, que já está presente, compõe a programação. Em sua 15ª edição consecutiva, o Rio Info abre espaço para debater inovações e tecnologias disruptivas, tecnologia e políticas setoriais, inclusive com encontros das entidades representativas do setor. A ciência de dados e a inteligência artificial ocupam lugar de destaque com um seminário, assim como o uso das modernas tecnologias no agronegócio; no futuro das profissões, no novo jornalismo e na atuação dos influenciadores digitais, por exemplo.

O público esperado se divide entre empresários, acadêmicos e profissionais que buscam oportunidades de mercado e negócios, nos três dias do evento, que é a principal referência no setor de tecnologia no país. O Rio Info, afirma Blois, é um espaço para apresentação de novas ideias e troca de experiências que projeta o Rio de Janeiro como polo irradiador de projetos e soluções tecnológicas de ponta.

Inteligência artificial – A ciência de dados e a inteligência artificial ocupam lugar de destaque em um seminário com grandes referências e pesquisadores do setor. Hoje os sistemas usam cem vezes mais dados para alimentar modelos de cinco a dez vezes mais complexos, que são executados em microprocessadores mil vezes mais rápidos, se comparados com o que era feito na década anterior.

Agrodigital – O evento também vai falar do agrodigital, que é a internet aplicada ao dia a dia do agronegócio, o setor mais aquecido atualmente na nossa economia. O seminário vai reunir oportunidades na área de automação industrial, segurança da informação no campo e TI na gestão de recursos energéticos e hídricos.

Futuro das Profissões – Na educação, a tecnologia também modifica profundamente as profissões, a partir de novos conceitos, big data e ciência de dados. “Mostramos que a tecnologia também impacta em carreiras tradicionais, como Engenharia, Medicina e Direito. A Engenharia de hoje, por exemplo, não é a mesma de três anos atrás”, destaca o diretor executivo da Riosoft.
A velocidade acentuada com que a tecnologia avança em todos os setores da economia vai ditar, por exemplo, a rotina em um tradicional escritório de advocacia. “A inteligência artificial já é usada para fundamentar pesquisas de jurisprudência nos Estados Unidos”, exemplifica Blois. Por conta disso, é necessário investir cada vez mais em requalificação profissional. A própria TI também mudou. “Hoje você não pode ser apenas um programador”, afirma.

EdTechs – Diante deste cenário, as instituições de ensino tradicionais também enfrentam enormes desafios. Uma oportunidade e tanto para as EdTech’s, as startups que estão explorando o uso da nuvem, da realidade virtual, games, mídias sociais, inteligência artificial e de outras tecnologias disruptivas para revolucionar a educação. O tema ganha um seminário inteiro no Rio Info.

Novo Jornalismo e Influenciadores – A força com que a tecnologia da informação entrou na área de Jornalismo não é diferente. Atinge a vida das pessoas físicas ou jurídicas e muda a forma de trabalhar e empreender. É preciso se reinventar a cada dia, com as redes sociais e gadgets modernos. O Novo Jornalismo é um dos temas da programação, que traz ainda em outro painel a força dos influenciadores digitais e como estão alterando a forma de como se consome conteúdo informativo e de entretenimento no país.

Salão da Inovação – A Mocatto, uma start up que desafia gigantes do setor ao vender cápsulas de café online, fazendo o grão torrado e moído chegar à mesa do cliente em poucos dias, é um dos casos de sucesso apresentados no Salão da Inovação. Durante a mostra, em sua nona edição, vários estados apresentarão suas inovações. O projeto mais inovador será premiado ao final do evento. “Em ambiente de crise, inovar está na ordem do dia. E é possível empreender tendo cinco caras trabalhando a distância, alinhando objetivos”, afirma o diretor da Riosoft, ao lembrar que as pequenas empresas têm espaço neste vasto universo do novo mercado que a tecnologia descortina.

Copa de Algoritmo – A Copa Rio Info de Algoritmo (Cria) é outro destaque no evento. Reúne estudantes de instituições de Ensino Médio e Técnico de todo o país em uma competição promovida pelo Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (TI Rio) e pela Federação das Empresas de Informática (Fenainfo). Em 2017, foram mais de 800 inscritos, e a fase final será no Rio Info.

Rodada de Negócios – A já tradicional rodada de negócios, capaz de forjar encontros tão improváveis quanto um empreendedor do Amapá conversando com outro de Nova York é outra atração. “A tecnologia tem o poder de aproximar as pessoas, eliminar barreiras e compor cenários muito diferentes”, diz Blois. O evento traz participantes do Brasil inteiro e promove esse networking. Blois lembra que a informática tem capacidade e competências em todo o país. Para isso, é preciso fazer as parcerias certas e é isso que o Rio Info proporciona.

BeerTech – Como tudo pode terminar em samba e cerveja, esses ‘quesitos’ também estão presentes no Rio Info 2017. Durante a BeerTech, as cervejarias artesanais vão mostrar como são feitos os processos de produção, controle, logística, estoque, comercialização e marketing, com uso intenso de novas tecnologias. ‘É a TI embalada para presente”, comenta o diretor da Riosoft. O seminário é coordenado pela Ferdinander, marca de destaque neste novo mercado.


Carnaval
– A escola de samba Unidos de Vila Isabel, de Paulo Barros, vai desfilar no Rio Info o seu enredo ‘Corra que a tecnologia vem aí’ para o Carnaval 2018. Um pequeno grupo da agremiação vai se apresentar no último dia da programação, encerrando-a com chave de ouro, na cerimônia de entrega de Prêmios Rio Info.

Rio Info 2017 – 15º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios

Data: 25 a 27 de setembro
Local: Centro de Convenções Sul América – Cidade Nova -RJ
Informações e inscrições: www.rioinfo.com.br

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Inseed Investimentos realiza aporte na Devicelab

A carioca DeviceLab receberá aporte de R$2.3 milhões do Fundo Criatec3 maior fundo de apoio ao empreendedorismo e inovação para o desenvolvimento de empresas early stage no Brasil, gerido pela Inseed Investimentos. A startup tem como missão melhorar a experiência das pessoas com seus smartphones e tablets por meio de avaliações realizadas de forma automatizada com software proprietário.

Alexandre Alves, diretor de prospecção da Inseed Investimentos, explica que a DeviceLab foi escolhida por ser pioneira na avaliação de aplicações e interfaces digitais em diferentes devices e ambientes online. “Avaliamos mais de 900 empresas nos últimos meses e agora estamos com 8 empresas em fase final de efetivação de investimento. A DeviceLab é a primeira startup da região sudeste que anunciamos investimento do Criatec 3”. O principal produto da Companhia é o Blink, plataforma na nuvem que acessa e executa scripts de testes em celulares reais de forma automatizada. “Ele integra tecnologias simplificando e reduzindo custos e tempo de execução de testes de aplicativos. Controlado remotamente, ele usa centenas de aparelhos reais e pode ser operado por funcionários sem conhecimento em programação”, explica Alexandre. Entre os clientes daDeviceLab destaque para Globosat, M4U(do Grupo Cielo) e UBook

Para Leandro Ginane, CEO da DeviceLab, o aporte será direcionado ao P&D, marketing e vendas, além de lançamento de uma nova plataforma que irá auxiliar empresas menores a testar seus aplicativos. “Com o investimento do Criatec 3, conseguiremos ampliar nossa oferta para novos segmentos de mercado, que atualmente necessitam avaliar seus aplicativos em diferentes aparelhos reais e não conseguem. Um dos objetivos da DeviceLab é democratizar o acesso aos smartphones mais usados pelos usuários, para que possam ser utilizados em cloud para realização de testes antes mesmo do lançamento de um aplicativo, contribuindo assim com a nossa missão de melhorar a experiência das pessoas ao usar seus aparelhos no dia a dia, independente de classe social, modelo do celular, sistema operacional e qualidade de conexão à internet.”

DEVICELAB

A Companhia nasceu em 2012 no Rio de Janeiro, RJ, quando Leandro Ginane percebeu uma oportunidade de melhorar a qualidade da experiência das pessoas ao usar aparelhos móveis. Com o advento dos smartphones e tablets a diversidade de dispositivos, sistemas operacionais, versões e situações de uso tornaram complexo o desenvolvimento de aplicações que sejam compatíveis e funcionais com essa variedade de situações de uso. Nesse contexto diverso grande parte das empresas já apontavam a necessidade de garantir excelência de exposição de seus produtos e marcas nesses novos canais, porém esse objetivo não estava sendo satisfeito devido a dificuldade em reproduzir o contexto de uso das pessoas para que os aplicativos fossem avaliados no mesmo cenário de uso real antes mesmo de serem lançados.

“Os smartphones e seus aplicativos estão apenas há 10 anos no mercado: o primeiro iPhone e o primeiro smartphone com o sistema operacional Android foram lançados em 2007 e o WhatsApp, aplicativo mais utilizado no Brasil, foi lançado em 2009. No entanto, com o crescimento exponencial do uso desses novos dispositivos, muitas empresas passaram a considerar os aplicativos como um dos principais canais de venda e exposição de seus produtos. Diante desse contexto, as empresas têm hoje necessidade de garantir excelência na exposição de seus produtos e marcas nesses novos canais digitais”. explica Leandro Ginane.

“Quando realizam testes limitados a alguns aparelhos e de forma manual, as empresas não conseguem obter de forma efetiva informações sobre a qualidade da interface de seus aplicativos com usuários, pois esses testes são feitos em ambientes controlados que não consideram a diversidade que o ambiente real apresenta. Esse cenário é crítico principalmente para empresas que possuem maior engajamento mobile como: bancos, seguradoras, empresas de e-commerce e meios de pagamento e companhias aéreas. Em aplicativos de bancos, por exemplo, acontecem situações de erros em que o usuário não consegue pagar uma conta (pelo fato de o botão de pagar não ser exibido em tela), atrasa o pagamento e é cobrado por multa e juros. Nesse e em outros casos similares existe um grande risco para o banco tanto em termos de imagem quanto financeiramente. Já no caso de uma empresa aérea há situações em que o passageiro está atrasado, não consegue realizar o check-in pelo aplicativo e acabar por perder seu voo, o que implica num risco de imagem e prováveis perdas financeiras e de confiança na empresa. E como ultimo exemplo, um cliente de um pequeno e-commerce pode não conseguir visualizar o carrinho de compras em sua tela, não concluir o pedido e buscar um concorrente. Nesse caso o site pode perder clientes importantes, ter recomendações negativas e outras consequências que prejudiquem sua imagem. Em muitas como essas citadas não é exatamente um erro de programação que ocorre, mas de adequação ao dispositivo do usuário, por isso a importância de que sejam feitos testes em diversos aparelhos contemplando situações de uso real”, defende Leandro.

O CEO reforça ainda que a multiplicidade de ambientes para realização de testes torna complexa a tarefa para as empresas de garantir que os aplicativos sejam disponibilizados sem falhas para o cliente.

EMPREENDEDORES

Outro sócio da empresa é o João Souza, especialista em inovação com longa experiência em integração de soluções de software-hardware e automação de grandes bancos. Ele começou sua jornada empreendedora com a empresa Sisnav, que atuava no desenvolvimento de software para imagens e atendia clientes públicos de grande porte como Ministério da Aeronáutica, Marinha e Universidades Federais. Em 1993 fundou a Volans, focada em projetos de automação e integração hardware-software em grandes empresas e bancos como Santander, Bradesco, Caixa, Intel, TecBan, C&A, Toyota, dentre outras.

O conhecimento adquirido por João e sua equipe ao longo de mais de 20 anos no desenvolvimento de ferramentas de integração com tecnologias que abordam questões críticas para um banco como segurança e anti-fraude, chamou a atenção do Leandro quando este estava iniciando o projeto da DeviceLab. Enquanto Leandro tinha grande conhecimento em produtos e experiência do usuário, João é o sócio responsável pela criação de ferramentas e tecnologias, e o profundo conhecimento de programação e integração de equipamentos bancários (hardware).

Para o diretor da Inseed Investimentos, Alexandre Araújo, as duas competências unidas possibilitaram o desenvolvimento de um produto simples, porém com tecnologias relevantes, não triviais e de alto valor para empresas que buscam a excelência na interação entre as aplicações móveis e seus usuários.

SELECIONADA PELO BR STARTUPS

Em 2015 a DeviceLab foi escolhida para participar do programa de aceleração do MSW BR Startups – Fundo de Multi-Corporate Venture que congrega grandes corporações como a Microsoft, Qualcomm, Grupo Algar entre outras. “Nos tempos de hoje onde cada vez mais as grandes empresas buscam proporcionar a seus clientes uma experiência de usuário digital no mínimo igual ou melhor do que no mundo físico, a solução da DeviceLab passa a ser indispensável no desenvolvimento e teste de aplicativos para grandes massas de clientes. Por essa razão, e também por ser uma solução 100% brasileira que pode conquistar o mundo, em 2015 selecionamos a DeviceLab, através do Investimento da Acelera Partners na Startup”, mencionou Richard Zeiger, sócio da MSW Capital.

OUTRAS INVESTIDAS

O Fundo Criatec 3 anunciou em maio a startup Chip Inside como a primeira empresa a receber aporte do fundo. O Criatec 3 foi lançado no ano passado e tem R$230 milhões sob gestão. Com atuação nacional, ele conta com 13 cotistas composto por bancos de desenvolvimento, agências de fomento estaduais, corporações e investidores privados de todo o país. Durante o primeiro ano, realizou sua estruturação e apresentação pelo país, avaliou 936 oportunidades, e agora conta com 8 empresas em fase final de efetivação de investimento. Localizada em Santa Maria, Rio Grande do Sul, a Chip Inside nasceu em 2010 dentro da Universidade Federal da cidade, a UFSM, e é especializada no monitoramento em tempo real e com alta precisão do comportamento e do ciclo reprodutivo do gado de leite. Seu principal diferencial está na solução do seu produto voltado para a coleta de dados que permite a detecção dos níveis de ruminação, atividade e ociosidade do animal.

PROCURA-SE EMPRESA INOVADORA

Você tem uma empresa inovadora, em estágio inicial, e elevado potencial de crescimento? Estaria disposto a ter um sócio investidor com quem possa compartilhar decisões e que agregue não apenas capital, mas também estratégia, governança e gestão? Se sua resposta é sim, então o Fundo Criatec3 é uma ótima opção para você e seu negócio crescerem e se fortalecerem.

Podem participar do Criatec 3 empresas estabelecidas no Brasil que desenvolvam tecnologias inovadoras e que tenham alto potencial de crescimento. Segundo ele, essas tecnologias devem oferecer forte barreira que impeça ou dificulte sua reprodução por outros players. Devem ser ainda escaláveis e a solução ou produto apresentados deve resolver um problema de mercado muito relevante. “O Criatec 3 é uma oportunidade real em meio à crise econômica que o país está enfrentando. Por isso, é uma excelente opção não só para quem está disposto a ter um sócio investidor que agregue capital, mas também que some em termos de estratégia, governança e gestão”. O diretor ressalta ainda que são procuradas micro e pequenas empresas com faturamento líquido de até R$ 12 milhões, no ano anterior ao investimento. “O Criatec 3 tem como diretriz investir nos seguintes setores: Tecnologia da Informação e da Comunicação, Biotecnologia, Agronegócio, Novos Materiais e Nanotecnologia”, destaca Alexandre, lembrando que são setores prioritários, mas sem excluir outras áreas.

Mais informações e inscrições pelo site: http://www.inseedinvestimentos.com.br/criatec3

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Stefanini estará presente na 8ª edição da CONSEGURO

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, está patrocinando a oitava edição da CONSEGURO (Conferência Brasileira de Seguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização). O evento ocorre no Rio de Janeiro, entre 19 e 21 de setembro, e trará palestras que abordarão o momento atual do Brasil, o consumidor do futuro, os paradigmas do mercado, entre outros assuntos do ramo segurador.

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) compilados pela Confederação Nacional das Seguradoras (Cnseg), em 2016, o setor de seguros teve crescimento 9,2%, acumulando uma receita de R$ 239,3 bilhões.

Conforme explica Eliezer Silveira Filho, diretor de Marketing da Stefanini para a América Latina, a empresa investe em soluções inovadoras para atender a demanda do mercado de seguros.”Temos grandes expectativas com a CONSEGURO, principalmente porque o evento é o mais importantes do setor. Por meio das nossas ações, esperamos impactar positivamente todos os participantes da Conferência, para que eles possam conhecer ainda mais as nossas ofertas voltadas para o mercado segurador”, comenta.

Um exemplo de solução desenvolvida para o setor é a corretora de seguros virtual MAIA (Multipurpose Artificial Intelligence Assistant), desenvolvida pela Stefanini Scala, coligada do Grupo Stefanini, que é baseada no Watson da IBM e permite responder como um humano, graças a algoritmos complexos de inteligência artificial. A plataforma tem como objetivo auxiliar corretores de seguros a esclarecer dúvidas sobre produtos, de forma mais clara e objetiva.

Outro exemplo é a plataforma de manutenção preventiva, que reduz as perdas das seguradoras – cerca de R$ 14 bilhões ao ano – e ajuda a fidelizar um mercado em potencial, que ainda não se beneficiou dos produtos de seguros e representa um total de 16 milhões de veículos. O projeto utiliza sensores, do tipo OBD – On Board Diagnostics, em veículos de passeio, para monitoramento do comportamento dos condutores, tendo em vista a diminuição da sinistralidade em troca de descontos progressivos, baseados no scoring de direção e parâmetros de utilização do veículo.

CONSEGURO (Conferência Brasileira de Seguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização)
Data: 19 a 21 de setembro de 2017
Local: Hotel Windsor Convention & Expo Center – Barra da Tijuca
Endereço: R. Martinho de Mesquita, 129 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ.
Mais informações: https://eventos.cnseg.org.br/eventos/evento/8-conseguro/

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Seguros em transformação: as insurtechs que estão quebrando paradigmas

Por Caroline Capitani

O início da atividade seguradora no Brasil se deu em 1808 com a abertura dos portos ao comércio internacional. A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a “Companhia de Seguros BOA-FÉ”, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo. De lá para cá, passados dois séculos, o que se percebe é um mercado ainda pouco pulverizado, dominado por grandes players e com um sistema regulatório muito tradicional.

O segmento de seguros no país, mesmo durante o período de instabilidade econômica, segue crescendo (9,2% segundo o CNseg em 2016). Apesar do crescimento no Brasil, o mercado possui uma necessidade muito forte para inovação. Especialistas ressaltam também a importância da adaptação do setor ao consumidor 2.0, cada vez mais conectado à internet.

O mercado está em transformação, processos burocráticos estão sendo repensados, a linguagem técnica substituída por uma abordagem mais humanizada e compreensível aos leigos. “One click” e “on-demand” são alguns dos termos que estão norteando a reescrita de modelos de negócios na área de seguros que está sendo tomada pelo digital. Acredito que as inovações que serão incorporadas pelo setor nos próximos 20 anos vão mudar o mercado segurador muito mais do que os 200 anos de existência no país.

Será que a visão darwiniana da evolução das espécies se aplica ao setor de seguros? Só o tempo nos dirá se as empresas tradicionais sobreviverão nesse novo contexto ou terão que necessariamente evoluírem rapidamente para não serem engolidas pela seleção natural. Esse mercado tão tradicional no país já tem dado pistas que está sendo repensado haja vista a quantidade de eventos que estão surgindo para discutir o tema, além de já termos casos de empresas com modelos de negócios diferentes sendo criadas a exemplo da Minuto Seguros e a Youse, essa última uma plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora.

A fim de trazer a tona as startups dessa área no mundo, mais conhecidas pela terminologia em inglês “insurtechs”, mapeei as empresas nascentes em ascensão elencadas no report da CB Insights que trouxe as 250 fintechs que estão transformando os serviços bancários em todo o mundo, incluindo insurtechs. Também analisei um estudo da Swiss Re Institute denominado “Tecnologia e seguros: Temas e desafios” (tradução livre). Ambos os estudos foram mundialmente divulgados em junho de 2017.

O que se vê ao analisar essas empresas nascentes é a tecnologia e a disponibilidade de novas fontes de dados, somada à inteligência artificial, cada vez mais afetando a área de seguros. Caminha a passos largos o processo de digitalização das informações, impactando toda a cadeia de valor do seguro. A rápida disseminação de tecnologias e conceitos como internet of things (ioT), blockchain, roboadvisors, machine learning, big data, sharing economy, open APIs (Application Programming Interface) estão impactando na forma como é distribuído, monetizado, comunicado e consumido o serviço de seguros em todo o mundo.

De acordo com o report divulgado pela Swiss Re, em 2016, o número de investimentos em insurtechs cresceu 40%, e cerca de dois terços dos negócios foram financiados por seguradoras, entre elas estão: Allianz, AXA, Aegon, Liberty, American Family, Assurant, AIG e New York Life. Na maioria dos casos, essas empresas iniciantes possuem uma seguradora como investidora, parceira, cliente ou fundadora.

Além das seguradoras, gigantes de tecnologia como Google, Facebook, Alibaba e Amazon também estão de olho em oportunidades neste mercado.

Existem cinco insurtechs que aparecem em ambas as listas do estudo, da CB Insights e também da Swiss Re, são elas:

Cyence

Plataforma para modelo de economia de risco cibernético

www.cyence.net/

Embroker

Plataforma de tecnologia online, com dados e expertise de corretores experientes

embroker.com/

Next Insurance

Seguro personalizado para profissionais de nicho ex: personal trainers, profissionais que recebem por trabalho

www.next-insurance.com/

Trov

App de seguros para itens pessoais sob demanda

www.trov.com/

Simplesurance Munich Re

Software que facilita a aquisição de seguro para compras no varejo no momento do checkout online

http://www.simplesurance-group.com/

O diagrama a seguir foi montado baseado no report da Swiss Re. As startups foram categorizadas pela área primária de inovação, mas também podem ser relevantes em outras áreas da cadeia de valor. Na maioria dos casos, essas empresas iniciantes possuem uma seguradora como investidora, parceira, cliente ou fundadora.

Com o intuito de ampliar o acesso e o estudo das insurtechs que estão reescrevendo o setor criamos uma lista com informações abertas dessas iniciativas que pode ser acessada neste link aqui. Se você conhece alguma insurtech interessante e que não consta na lista mande um e-mail para pesquisa@ilegra.com e nos ajude a aumentar esse roll.

Caroline Capitani, VP of Business Innovation da ilegra, empresa global de solução de tecnologia e negócios.

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App Instabridge cresce entre usuários brasileiros: downloads somam 7,9 milhões no País

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões Wi-Fi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, não pára de crescer.

No Brasil, o aumento no número de downloads foi de 427%, na comparação entre o segundo trimestre de 2016 com o mesmo período de 2017. Até agora, Instabridge, que tinha 1,5 milhão de usuários no país, já soma mais de 7,9 milhões de downloads do aplicativo – disponível para iOS e Android –somente no Brasil.

Hoje já são 550 mil pontos de Wi-Fi cadastrados no Brasil: aproximadamente metade de todos os pontos compartilhados (1,3 milhão de hotspots) por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (146 mil), Rio de Janeiro (61 mil), Minas Gerais (50 mil), Bahia (38 mil), Paraná (32 mil), Rio Grande do Sul (22 mil), Distrito Federal (11 mil) e Paraíba (10 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados.

“As pessoas estão compreendendo a importância do Wi-Fi cada vez mais. Por isso, também observamos este crescimento. O Instabridge é um produto diferente: não mostra apenas os locais com WiFi disponível, como conecta automaticamente os usuários aos pontos de internet móvel. Além disso, graças à comunidade, nosso bando de dados de hotspots é muito preciso”, comenta Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

O crescimento também se reflete globalmente. Ainda entre junho de 2016 e junho de 2017, o aplicativo quase dobrou o número de pontos de Wi-Fi cadastrados, de 700 mil para 1,3 milhão; e quadriplicou o número de downloads, ultrapassando a marca de 10,5 milhões de downloads em todo o mundo.

Expansão e diversificação

Desde o início do projeto, foram investidos 5 milhões de dólares em Instabridge. O investimento inicial na startup foi feito pelo mesmo grupo que está por trás do primeiro investimento no Spotify. “No que diz respeito ao modelo de negócios, não estamos ganhando dinheiro ainda. A versão atual do Instabridge permanecerá gratuita, mas planejamos introduzir novos serviços premium no futuro”, afirma o executivo. Agevik reforça que o serviço básico oferecido pelo aplicativo Instabridge sempre será gratuito, mas que a empresa planeja adicionar recursos, como navegação mais rápida, tecnologia mais segura (como a VPN) e opções semelhantes pelas quais os usuários poderão pagar no futuro. Além disso, a startup sueca pretende utilizar anúncios para monetizar o negócio.

Como conectar a uma rede Wi-Fi no Instabridge

Instabridge tem jeitos diferentes de conexão para Android e iOS. Veja como proceder após o download do aplicativo no seu aparelho:
Android: Quando você está ao alcance de um WiFi adicionado ao Instabridge, você irá se conectar automaticamente com o aplicativo.
iOS: vá em “Configurações” > “Wi-Fi” > Escolha a rede indicada “Conectar com Instabridge

Acesse para download:
Instabridge no Google Play
Instabridge na Apple App Store

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Embratel Star One conquista prêmio mundial de excelência em comunicação por satélite

A Embratel Star One, a maior operadora regional de satélites do Brasil e da América Latina, anuncia a conquista do 14º Prêmio de Excelência em Comunicação por Satélite, na categoria “Best Development of a Regional Operator”. A cerimônia de premiação acontecerá esta semana em Paris durante a World Satellite Business Week, um dos dois mais importantes eventos de satélites do mundo.

“Estamos muito felizes com esse reconhecimento global que reforça a qualidade, os diferenciais e a liderança da Embratel Star One no Brasil e na América Latina”, comemora Gustavo Silbert, Presidente da Embratel Star One.

O 14º Prêmio de Excelência em Comunicações por Satélite é resultado de um estudo de desempenho que envolve as principais empresas do setor. Foram analisados importantes indicadores e iniciativas estratégicas de crescimento das empresas, a partir de um estudo conduzido por especialistas mundiais da indústria satelital como SatelliteFinance, Space News e a consultoria global Euroconsult.

Líder e precursora de soluções via satélite na América Latina, a Embratel Star One possui o maior e mais moderno centro de operações de satélites do Brasil e da América Latina, localizado em Guaratiba (Rio de Janeiro) e operado por uma equipe altamente especializada. A frota satelital da empresa atende a clientes como as maiores empresas do Brasil, as principais emissoras de TV, canais independentes, bancos e governo, recebendo e transmitindo sinais de televisão, rádio, telefonia, Internet e dados para atividades empresariais e aplicações de entretenimento, telemedicina e tele-educação.

A Embratel Star One foi a primeira empresa no mundo a receber o certificado ISO 9001:2000 pelo serviço de controle de satélite a partir de seu centro. A Embratel Star One também é credenciada de acordo com as normas do Inmetro (Brasil), da Ansi-Rab (Estados Unidos) e RVA (Holanda), além de participar ativamente na SDA (Space Data Association), principal instituição que presta serviços de vigilância espacial a Operadores de Satélites.

A Embratel Star One é a maior operadora regional de satélites do Brasil e da América Latina. Criada em dezembro de 2000 como uma subsidiária da Embratel, possui uma frota com nove satélites e acaba de anunciar o Star One D2, que será o seu maior satélite e estará equipado com as bandas Ka, C e Ku, já tendo seu lançamento previsto para o final de 2019. A Embratel Star One disponibiliza ofertas de transmissão de dados, telefonia, TV, rádio e Internet para empresas brasileiras e latino-americanas.

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Mulheres discutem liderança feminina no mercado de TI no IT Forum Expo 2017

A diminuta presença de mulheres em cargos de liderança e em TI pauta a discussão na plenária Liderança feminina: rompendo as barreiras culturais, que acontece no segundo dia do 5º IT Forum Expo, em 8 de novembro, das 10h30 às 11h30.

Segundo estudo da Korn Ferry, apenas 14,6% dos 980 diretores corporativos de empresas da Tech 100 são mulheres. Já outro levantamento feito pela Microsoft e pela Sociedade Brasileira da Computação (SBC) revelou que desde os anos 1980 o número de mulheres interessadas em seguir carreira em informática caiu. Os motivos pelos quais esses fatores se tornaram realidade, os meios de vencer as barreiras de gênero e o porquê de as mulheres serem franca minoria nas chefias de TI serão tratados pelas líderes que participam do painel.

A diretora de comunicação da Sage, Adriana Maia, especializada em construir e proteger a credibilidade a reputação de multinacionais inglesas de informação e software, participa da conversa ao lado de Lucia Bulhões, presidente da Veritas, onde é responsável pela condução de vendas e rentabilidade para a América Latina e por definir as estratégias de mercado da empresa.

A IT leader do Serasa Experian, Cristiane Vargas junta-se a elas. A profissional costuma participar de fóruns sobre mulheres na área e atua como voluntária para inspirar jovens carentes a seguir carreira em TI. Simone Okudi, diretora de TI da Avon, também confirmou sua presença. Com ampla experiência nas áreas de projetos, suporte e infraestrutura, integra o WCIO (Womem CIOs), que promove trocas de experiência entre as principais executivas do setor.

Também participa da mesa Cintia Barcelos, CTO da IBM na área de finanças. Primeira mulher a ocupar o cargo na empresa na América Latina, recebeu o título de Distinguished Engineer, um dos mais altos reconhecimentos da IBM. A sócia do Mulheres Corporativas, Paula Araújo, fecha o grupo. Ela teve seu primeiro contato com a área de TI em 1993 e tem ampla experiência na área de projetos do setor.

5º IT Forum Expo

Datas: 7 e 8 de novembro de 2017, das 8h às 19h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro, São Paulo
http://www.itforumexpo.com.br