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GFT abre mais de 100 vagas para profissionais de TI

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, conta com mais de 100 vagas em aberto para profissionais de TI. Distribuídas entre as duas unidades da companhia em São Paulo, Alphaville e Sorocaba, as oportunidades são para atuação nas áreas de desenvolvimento em iOS; .NET; Hadoop; IBM/BPM; Salesforce e Python, além de 70 vagas para profissionais JAVA júnior, pleno ou sênior.

As novas contratações buscam atender à demanda crescente da companhia em novos projetos e serviços para as instituições financeiras do país, como bancos, seguradoras e empresas de cartões, além de projetos para grandes corporações internacionais. “A GFT tem crescido muito ao longo dos últimos anos, sempre criando soluções com tecnologias exponenciais para enfrentar os desafios constantes das transformações digitais dos nossos clientes e parceiros. Com os profissionais e talentos que chegarão, iremos, certamente, acelerar o nosso próximo de expansão e reforçar a nossa posição no mercado”, afirma Marco Santos, managing director da GFT Latam.

Entre os benefícios aos novos profissionais, a companhia alemã oferece um modelo de carreira que incentiva tanto o intercâmbio profissional quanto o cultural, salários e benefícios competitivos, ambiente que inspira a inovação, horários flexíveis, programas de incentivo (certificações, treinamentos, indicações, etc.) e espaços de trabalho diferenciados, com games e área de descompressão.

Desde 2005 no país, a GFT está posicionada entre os principais soluções para o momento de transformação no mercado financeiro e conta com mais de 700 colaboradores. Os detalhes podem ser acompanhados no site da GFT.

Salesforce firma parceria para desenvolver novos talentos

A Salesforce, líder global em CRM, junto com a Everymind, parceira da empresa no Brasil, anunciam uma colaboração com a Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), para incentivar e disseminar o uso e o conhecimento da tecnologia Salesforce entre os alunos da instituição de ensino.

A parceria inclui a participação da Salesforce em um dos desafios anuais da faculdade, o Innovation Challenge, que nesta edição provocou os alunos do terceiro ano do curso de Sistemas de Informação a desenvolverem soluções inovadoras em software para as indústrias de entretenimento e esporte, utilizando a plataforma da Salesforce como base para seus projetos.

Trata-se de uma grande oportunidade para todos os envolvidos, já que, segundo uma previsão do IDC, o ecossistema formado por clientes e parceiros da Salesforce irá gerar cerca de US$ 27 bilhões em receitas e 195 mil empregos no Brasil até 2022.

Para aprofundar seus conhecimentos sobre a tecnologia e assim extrair o melhor dela, os alunos participaram de diversas palestras, mentorias e workshops com especialistas da Salesforce e da Everymind. “Todos os alunos das quatro turmas do curso de Sistemas de Informação participam do desafio. Muitos nunca tinham tido contato com a plataforma da Salesforce e se surpreenderam com a facilidade de desenvolvimento e as possibilidades oferecidas por ela”, diz Gustavo Rodrigues, diretor executivo da Everymind e professor da FIAP.

Lançado em março, o desafio chega agora à reta final. No dia 20 de outubro, durante o NEXT FIAP Festival, os mais de 200 estudantes participantes irão apresentar seus projetos para uma banca composta por representantes de empresas e professores da FIAP. O projeto faz parte da grade da faculdade e, por isso, as notas da avaliação irão contar para a graduação dos alunos.

“É importante que os estudantes de computação ganhem familiaridade com vários tipos de plataformas de desenvolvimento. Ficamos felizes de ver projetos inovadores construídos sobre a plataforma da Salesforce”, destaca Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para América Latina. “Iniciativas como a da FIAP estão totalmente alinhadas com o que a Salesforce busca para a educação, por isso é um enorme prazer para nós participar pela primeira vez do NEXT FIAP Festival”, completa o executivo.

Investindo no futuro

Outra importante iniciativa da Salesforce no campo educacional é o Trailhead, plataforma de ensino totalmente online e gratuita criada pela empresa para desenvolver os colaboradores de seus clientes e profissionais em geral interessados em ampliar seus conhecimentos em tecnologias atuais como Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Marketing Digital e muitas outras.

NEXT FIAP Festival

O NEXT FIAP Festival acontecerá no dia 20 de outubro na Casa das Caldeiras, em São Paulo. Na ocasião, mais de 2 mil alunos da universidade participarão de diversas atividades voltadas para o desenvolvimento profissional em tecnologia e inovação, além de apresentarem seus projetos como drones, robôs, conteúdos para VR devices, aplicativos mobiles etc.

Bradesco é o banco mais inovador do mundo pelo Efma-Accenture DMI Award 2018

O Bradesco recebeu três troféus do Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, que reconhece projetos inovadores em marketing de bancos de varejo. O prêmio avaliou mais de 400 cases de inovações de 180 corporações financeiras de 59 países, sendo o Bradesco o único banco brasileiro mencionado.

Entre os troféus, está o primeiro lugar na principal categoria do prêmio, a de Global Innovator, que reconheceu o Bradesco como o banco mais inovador do mundo por conta de cases como o da criação da atendente virtual BIA, do projeto inovaBra (habitat e lab) e da Plataforma MEI.

A partir do case do Lollapalooza, em que o Banco firmou parceria com o festival para se conectar a clientes mais jovens, foi premiado com o primeiro lugar na categoria Digital Marketing & Communication. Além disso, ainda recebeu o terceiro lugar da categoria Workforce Experience pelo case de gerenciamento de prestadores de serviços externos em parceria com a startup Fieldcontrol.

De acordo com Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco, a instituição tem investido continuamente na capacidade de inovação. “Este ano foi um marco para o banco com o lançamento do inovaBra habitat, que faz parte da plataforma criada para promover a inovação a partir de um ecossistema de programas baseados em coinovação”, comenta. “O Bradesco tem um histórico de pioneirismo e vanguarda e esse reconhecimento é a coroação de um trabalho que vem sendo feito há anos para contribuir com a inovação no Brasil e no mundo”, completa o executivo.

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Como garantir a competitividade e a longevidade das empresas

Por Wagner Kojo, Head Digital & Innovation da Stefanini

Com o intenso surgimento e crescimento de canais, plataformas, tecnologias e a acelerada transformação nos hábitos de consumo, os líderes de marketing enxergam uma necessidade de reciclagem, tendo como base todas as experiências que viveram nos mais variados casos. Novos conhecimentos, outras formas de encantar, novos stakeholders, clientes mais rigorosos, conectados e ágeis demandando alta performance em tempo reduzido, vêm quebrando todos os padrões de planejamento tradicionais.

Todos esses aspectos devem ter como objetivo o equilíbrio entre resultados e posicionamento de marca. Diante dessa constatação, há que se considerar um fator primordial que é a Atribuição. Ou seja, os resultados que cada ação de marketing provoca é de grande importância para justificar estratégias mais robustas e assertivas. Também é inegável a necessidade de pensar em marcas como personas que têm atitude, opinião e defendem bandeiras como a diversidade e a sustentabilidade, trazendo competitividade e corroborando para a construção das chamadas ‘Love Brands”. Relevante incluir nesse contexto também os desafios diários do CMO em sua busca incessante pelo ‘Wow Factor’, que implica no entendimento do ciclo do seu consumidor, na análise de dados e na devolutiva com as também discutidas Customer e User Experience.

Foram esses desafios que estiveram na pauta do CMO SAB 2018, entre os dias 17 e 19 de outubro, no interior de São Paulo, onde um grupo de profissionais da área participou de uma imersão nesse amplo debate. O CMO SAB 2018 – Equilibrando Bytes, Likes, Resultados e Experiências, discutiu temas como Costumer & User Experience, Digital, Atribuição e Papel do CMO na Construção de uma Love Brand.

No contexto atual dos negócios ter uma oferta ou um produto digital não é suficiente para garantir a competitividade e a longevidade das empresas. É preciso ir além e ter uma cultura digital. O perfil do consumidor em constantes mudanças cria novos cenários onde as empresas precisam de adaptações rápidas e flexíveis. Diante dessa nova dinâmica, as práticas de Design, Lean e Agile têm remodelado a forma como fazemos, pensamos e agimos frente aos desafios e oportunidades de marketing, negócios e inovação tendo o consumidor e suas experiências como o centro das estratégias empresariais.
Um bom exemplo do que estamos falando, é o bem-sucedido caso em parceria da Stefanini com a Saint Paul Escola de Negócios, mostrando como uma tradicional escola de negócios inovou por meio das práticas de Computação Cognitiva e aplicação de Inteligência Artificial.

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Qual a próxima onda?

Por André Frederico, Diretor Executivo e Head de Cloud da TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais

Estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª Revolução Industrial ou a Revolução da Indústria 4.0. E depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. E não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando.

Essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. Mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. E o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade.

E quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. No ranking mundial de inovação elaborado pela Universidade de Cornell, pela escola de negócios Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), deste ano, o Brasil aparece na 64ª posição. E apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior PIB – Produto Interno Bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da América Latina e Caribe, ainda está atrás dos vizinhos Chile (47ª posição), Costa Rica (54ª) e México (56ª).

Mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. Até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a TI finalmente deixou de ser uma preocupação somente do CIO e passou a ser parte estratégica das corporações. Além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em TIC. Segundo estimativa do Gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. O montante deve chegar em US$ 3,7 trilhões. A dúvida que fica é no que investir? Qual é a próxima onda?

A aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Analytics impulsionem esse crescimento. O estudo do Gartner, mostra que somente IA deve gerar US$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. O segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. Isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de SaaS (Software as a Service), que deve receber o montante de US$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos.

E a razão dessa tendência é simples. As tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. Além disso, o IoT aliado ao Analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. E para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo!

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Smartphones seguem como o dispositivo mais utilizado pelos brasileiros, conforme estudo da Deloitte

Não há exagero em dizer que o brasileiro adora celular. Ele é, de longe, o dispositivo móvel ao qual o brasileiro tem mais acesso. É o que aponta a edição deste ano da pesquisa Global Mobile Consumer Survey, da Deloitte, ao consultar 2 mil pessoas no país. O levantamento mapeia anualmente os hábitos, as expectativas e as oportunidades para o setor de telefonia móvel em diversos países, como Alemanha, Bélgica, Argentina, Estados Unidos e Japão, além, é claro, do Brasil.

“De acordo com dados do IBGE-PNAD, no país, o celular já é o equipamento mais utilizado para acesso à internet (95%), tomando a frente do computador (64%). Portanto, falar de telefonia móvel no Brasil é falar de um país continental e regulamentado repleto de oportunidades e com um povo apaixonado pela conectividade, como poderá ser visto nos expressivos – e por vezes curiosos – dados que trazemos neste relatório”, ressalta Marcia Ogawa, sócia-líder da indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte.

Por mais um ano, o acesso ao smartphone segue crescendo no Brasil. O dispositivo é o que mais os brasileiros entrevistados tiveram acesso (92%), com larga distância do notebook (70%), que ficou em segundo lugar. Outro dado interessante é que, no ano anterior, o índice de pessoas com acesso ao smartphone era de 87% – um aumento de 5% em apenas um ano. Por sua vez, o desktop surpreende e é o equipamento que apresenta maior crescimento.

Para cada gênero e idade

Outros resultados da pesquisa mostram algumas diferenças de comportamento entre homens, mulheres e jovens. Por exemplo: em geral, a aderência de homens e mulheres aos equipamentos é igual – o destaque é um ligeiro aumento na utilização frequente de fitness band por homens (61%) em relação às mulheres (51%). Entre os jovens de 18 a 24 anos, a aderência ao e-reader é maior (45%) do que entre a faixa etária de 45 a 55 anos (26%).

As mulheres (83%) são um pouco mais engajadas no uso do WhatsApp do que os homens (76%). E os aplicativos de namoro, por sua vez, são usados com mais frequência pelos homens (10%) do que pelas mulheres (5%).

Ainda, quanto menor a faixa etária, maior será a propensão a usar um smartphone para assistir a vídeos de posts ou de histórias em tempo real. Quando perguntados se assistiram vídeos de posts/histórias em tempo real pelo smartphone nas últimas 24 horas, entre aqueles que se encontram na faixa etária de 18 a 24 anos o índice chegou a 67%, enquanto que, para o mesmo período, o índice entre os respondentes de 45 a 55 anos, ficou em 46%.

A cada nova compra, uma doação

A maior parcela dos entrevistados (28%) doou seu celular antigo para um amigo ou familiar quando adquiriu um aparelho novo. As outras atitudes foram guardar (18%) e vender para um familiar ou amigo (12%).

Biometria ganha espaço para acesso ao celular

Embora a utilização de PIN e senha ainda sejam o modelo de autenticação mais utilizado (61%), o reconhecimento por impressão digital cresceu fortemente, de 15% na amostra de 2017 para 35% entre os respondentes de 2018. Outras formas de biometria – como reconhecimento de voz, facial e ocular – também registraram aumento no período. E os jovens tendem utilizar mais a biometria por impressão digital – uma combinação de busca por praticidade ao maior acesso a smartphones com esta tecnologia.

Região Norte se destaca em preferência por 5G

Em relação à quinta geração da internet móvel – a rede 5G – praticamente metade dos consumidores (46%) declarou o interesse em migrar para esta tecnologia tão logo ela esteja disponível. Em uma análise geográfica, a região Norte do País é que mais tem interesse em migrar para o 5G assim que a tecnologia estiver disponível (58%).

Smartphone como ferramenta de trabalho…

Mais de 60% dos entrevistados do Brasil já utilizam o smartphone para fins profissionais fora do horário normal de trabalho com alguma ou muita frequência. É possível identificar um crescimento da utilização muito frequente do smartphone – tanto no ambiente de trabalho como fora dele – em relação à pesquisa de 2016. Como resultado, a distração com o smartphone durante o horário de trabalho ocorre com alguma ou muita frequência para 43% dos respondentes. Como ferramenta de trabalho, o smartphone é mais utilizado para o envio e o recebimento de e-mails (62%) e mensagens instantâneas para colegas ou clientes (60%).

…e seu uso pessoal no ambiente de trabalho

O inverso também ocorre: 76% indicaram usar muito frequentemente ou frequentemente o smartphone para fins pessoais durante o horário de trabalho, o que também corrobora o dado de que mais de um terço dos entrevistados sente a necessidade de conferir constantemente o telefone, enquanto 30% responderam que não conseguem dormir no horário pretendido ou se distraem com o smartphone ao concluir uma tarefa.

Metodologia da pesquisa

Além do Brasil, a Global Mobile Consumer Survey 2018 foi realizada concomitantemente em outros 21 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia.

Para apurar os resultados sobre hábitos de consumo de tecnologias móveis, a Deloitte consultou, por meio de questionários eletrônicos, mais de 40 mil pessoas, de 18 a 55 anos, das quais 2 mil do Brasil.

Indústrias de TI e telecomunicações se reinventam

A hiperconectividade e a transformação digital vão exigir muito esforço dos prestadores de serviços e dos desenvolvedores para atender a demanda por acesso, tráfego de dados e aplicações. No principal painel de hoje no Futurecom 2018 – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina – intitulado “A incontornável mudança na busca por fazer melhor”, os presidentes da TIM, Nokia, Ericsson, Claro, Dell, Oi, NEC, Huawei, Vivo e diretores da Accenture discutiram como as empresas reagem à velocidade da evolução tecnológica.

Soluções para tornar as empresas eficientes e competitivas já são apresentadas no Futurecom 2018 como, por exemplo, a chegada da quinta geração da telefonia móvel, que será fundamental para impulsionar ainda mais tecnologias inovadoras como blockchain, inteligência artificial, machine learning, IoT e realidade aumentada. A NEC apresenta o NeoFace Express. Trata-se da tecnologia de identificação facial que possui a mesma eficiência do já conhecido localmente NeoFace Watch, com a vantagem de ter o formato compacto. Por ser portátil, pode ser utilizado em uma infinidade de situações, sendo ideal para aplicação em infraestruturas críticas e em áreas de embarque de aeroportos, por exemplo. Outro lançamento relacionado à Segurança Pública que a NEC traz ao Brasil é o sistema Super Resolution. Totalmente adaptada aos padrões brasileiros, a tecnologia japonesa consegue, por meio do emprego de Analytics, identificar as letras e números de placas de carros que, muitas vezes, aparecem ilegíveis nas imagens captadas nas ruas pelas câmeras de CFTV, que são de baixa resolução.

As operadoras de telecomunicações confirmam sua presença no segmento de prestação de serviços corporativos. A Embratel traz sua solução SD-WAN Embratel (Rede Definida por Software), nova tecnologia para formação de rede privada, que permite também composição híbrida por meio da integração de acessos à Internet com redes MPLS tradicionais. A nova solução permite que empresas de todos os tamanhos e segmentos de atuação usem uma rede corporativa baseada na nuvem para troca de informações entre os escritórios localizados em diferentes regiões do País.

Esse movimento aponta como a tecnologia nos aproxima de uma forte interação entre os mundos real e virtual. Por isso, relatórios da Digi-Capital, da ABI Research e da Markets and Markets projetam um volume que pode chegar a US$ 83 bilhões em negócios globalmente até 2021.

A transformação digital mudou as relações de compra e venda

Por Diogo Lupinari

É fato que a revolução tecnológica favoreceu vários setores da economia que investiram pesado para melhoria de seus produtos e serviços. O comércio é um grande exemplo disso: basta olharmos para a Amazon, segunda empresa mais valiosa do mundo, que recentemente atingiu o incrível valor de mercado de U$ 1 trilhão.

Não é por acaso que cada vez mais as marcas do varejo físico tradicional se convencem de que é preciso investir em tecnologia para proporcionar uma experiência digital para seus clientes. De acordo com a última pesquisa anual da JDA/PwC, com mais de 350 varejistas globais, a transformação digital é prioridade nos investimentos do setor.

Em paralelo, uma nova geração de micro e pequenos empreendedores aproveita as facilidades que a tecnologia oferece para lançar o seu próprio negócio virtual ou conectar a sua loja física à internet, aproximando-se de um público que se espalha do norte ao sul do país.

Todo esse movimento de mercado se explica pelas inúmeras vantagens que a tecnologia proporciona para o comércio de bens e mercadorias.

Com a possibilidade de migrar sua loja para o ambiente digital e ainda colocar seus produtos nas vitrines dos marketplaces, o varejista ganhou novos canais de venda para atender o consumidor, entregando praticidade e preços atrativos.

Para vendedores que atuam num segmento de vendas muito específico, a inovação tecnológica fez nascer os chamados marketplaces de nicho, shoppings virtuais que atraem uma audiência qualificada e engajada na compra de produtos de uma mesma categoria.

A tecnologia no e-commerce ainda permitiu que a própria indústria se aproximasse do cliente final sem intermediários, ao possibilitar a venda direta para o consumidor. Dessa forma, as marcas se aproximam das pessoas e entendem quais são suas preferências e hábitos de consumo, o que impacta diretamente na confecção de novos produtos que circulam no mercado.

Mas talvez o maior impacto da transformação digital no setor se traduza na integração entre o mundo digital e o mundo físico, expressa no conceito de venda “omnichannel”. Por ele, o cliente compra pela internet e retira seu pedido numa loja física, que funciona como um centro de coleta e distribuição, com benefícios de frete grátis e menores prazos para recebimento do produto, por exemplo.

O omnichannel também permite que o cliente experimente o produto dentro da loja física e efetue a compra à distância para recebê-lo na sua própria casa. Nessa situação, a loja física funciona como um centro de experiências e demonstração de produtos, dispensando custos com estocagem na loja.

E não para por aí: a tecnologia segue impulsionando novas formas de interação entre marcas, varejistas e consumidores, que passam pela evolução de processos de distribuição e logística (com operações de cross-docking e drop shipping, por exemplo), lojas disponíveis dentro das redes sociais, chatbots que permitem que clientes interajam com atendentes virtuais inteligentes e ferramentas de recomendações automáticas de produtos, a partir da análise de perfil de compra e navegação nas lojas virtuais e nas mídias sociais.

Como se observa, as relações de comércio nunca mais serão como antes. Nesse contexto, vale a pena o varejista investir parte do seu orçamento em diferentes soluções e ficar de olho nas novidades que o mundo da tecnologia tem para oferecer. Quem permanecer apenas na loja física estará perdendo grandes oportunidades.

Diogo Lupinari, CEO e cofundador da Wevo

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Métricas de resultados, atualização autônoma e certificados on-line: conheça o currículo de 2030

Informações excessivas, nomenclaturas confusas e comprovantes desnecessários. Esqueça tudo isso. O currículo do futuro será um espaço interativo e personalizado, impulsionado especialmente pela inteligência artificial. Até 2030 teremos à disposição uma espécie de plataforma de conhecimento, similar a um portal particular, seguro e capaz de se atualizar automaticamente, contando com comando de voz e recursos de vídeo para que o candidato seja acionado com facilidade e conforto.

“Nas próximas décadas o currículo não será apenas uma extensão de carreira. É provável que se transforme num programa de absorção de sentimentos, aprendizados e até de itens favoritos. O currículo do futuro vai atualizar os seus certificados de modo on-line, ou seja, na medida que você progride em cursos e atividades pessoais, mais fácil será para as companhias entenderem os seus talentos e níveis de desenvolvimento. Competências sociais serão mais valorizadas e a gestão de carreira vai demandar maior conexão com os temas que movem o mundo, sem abrir mão de profundidade nos negócios”, afirma Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, consultoria global de recrutamento para posições de alta e média gerência.

Confira o estudo sobre o currículo do futuro, que coletou projeções de gestores de alguns centros onde a Michael Page atua: EUA, Reino Unido, França, Suíça, Alemanha, Espanha e outros mercados da Europa e Ásia. Esse trabalho é uma parceria com a Foresight Factory, empresa global de análise de mercados e predição de tendências de tecnologia e comportamento. As projeções foram registradas entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018 por tomadores de decisão de vários setores da economia.

O CV do futuro poderá incluir (ponto de vista dos candidatos)

– Assistente pessoal (similar aos smartphones) para tratar de seus dados pessoais, estabelecendo interface tanto com humanos quanto com a IA de outros programas.

– Opção de fácil anonimato do CV. O acesso a determinados dados poderá ser regulado.

– Ambiente integrado para documentos e certificados pessoais/profissionais para favorecer a verificação imediata da sua formação acadêmica e de suas competências técnicas.

– Proteção de informações baseada na nuvem com blockchain. Portanto, será uma prova inalterável de experiências anteriores. Na prática, será quase impossível mentir sobre conhecimentos ainda não aprendidos ou experiências não concluídas. Ao contrário do que pode parecer, essa medida protege o candidato de concorrência desleal, nepotismo e viés inconsciente de recrutadores, gestores e até de futuros colegas.

O CV do futuro deverá exigir (ponto de vista das empresas)

– Comprovação de horas de experiência e aprendizado (tecnologia será aliada nesse processo) a exemplo do que já existe hoje em e-games, por exemplo.

– Um resumo de temas e preocupações sociais, humanitárias, culturais e pessoais de cada pessoa. O CV do futuro vai privilegiar as habilidades subjetivas e fluídas – as soft e liquido skills. Saiba mais clicando aqui.

– Acesso fácil e amigável (desde que autorizado pelo candidato) ao feedback de colegas de trabalho sobre os talentos e virtudes do profissional que se candidata a uma determinada vaga. Vídeos, posts e declarações serão facilmente compartilhadas.

– Registros em tempo real de habilidades exigidas para o cargo: como numa rede social, o candidato poderá registrar de maneira informal seus conhecimentos.

– Métricas de conquistas mais bem explicadas (infográficos e apresentações), que favorecerão a visão da companhia sobre o potencial do candidato e os seus resultados. OBS: esse recurso estará alinhado com o padrão de compliance do momento.

Design baseado em dados de hoje: o CV de 2018 pede experiências, competências realizações

Design baseado em projeções reais: alta tecnologia, interação em tempo real, atualização “automática”, dados na nuvem, espaço privilegiado para visão pessoal do mundo, virtudes sócias e network

ClickSoftware anuncia novo Vice Presidente de Vendas para América Latina

Como consequência direta do crescimento em importância da América Latina para a ClickSoftware, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços em campo, a companhia anuncia Morris Menasche como seu novo Vice Presidente de Vendas para a região. O executivo possui sólida experiência na liderança de grandes empresas, acumulando mais de duas décadas de atuação no mercado de tecnologia em companhias como Blackberry, Oracle e Verint.

Morris Menasche assume a posição com o objetivo de impulsionar o crescimento sustentável da ClickSoftware, focando na expansão e no fortalecimento do relacionamento com os clientes distribuídos por toda a América Latina. O executivo será responsável por liderar os negócios com envolvimento direto e com o apoio de um ecossistema de canais, principalmente no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile.

Região Estratégica

A América Latina é um mercado estratégico para a ClickSoftware. A companhia está investindo em novos recursos e contratações para melhor atender a região. De acordo com Menasche, a ClickSoftware enxerga grande potencial neste mercado, que apresenta de um modo geral uma necessidade real de otimização dos serviços realizados em campo. “Temos constatado um crescimento expressivo nos segmentos de seguros e serviços públicos, em mercados importantes como Colômbia, Chile e Argentina, além do Brasil. Para contemplar esta demanda, queremos investir em nossa equipe de venda direta e em nosso ecossistema de parceiros, garantindo que nossa cobertura seja a mais ampla e mais próxima do cliente possível”, ressalta.

A ClickSoftware é reconhecida como a empresa detentora da melhor solução de gerenciamento de serviços em campo graças à sua grande flexibilidade e capacidade de suportar toda a gama de tipos de trabalho e recursos que as organizações de serviços em campo necessitam, bem como a capacidade de otimizar agendas em tempo real conforme as alterações ocorridas no próprio dia do serviço. Neste sentido, as organizações de serviços em campo da região já conseguem perceber o valor do planejamento de demanda de recursos e da responsabilidade e programação inteligentes.

“Como um mercado ainda não totalmente maduro, há claro alguns pré-requisitos de educação e conscientização do impacto positivo que o gerenciamento dos serviços em campo pode trazer à operação de uma companhia do setor. Nosso desafio será provar este valor e o rico impacto que pode ter no crescimento dos negócios e na satisfação geral do cliente, sem a necessidade de investimento adicional de recursos”, reforça Menasche.

Morris Menasche tem um histórico de êxito atuando diretamente na maioria dos países da região e na liderança comercial de grandes empresas pertencentes à Global Fortune 500. As últimas posições ocupadas pelo executivo foram na vice presidência de vendas da Blackberry, Oracle e Verint, respectivamente.

Sidia desenvolve plataforma que otimiza tempo de testes em software

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia, um dos maiores centros de pesquisa, inovação e desenvolvimento do Brasil, localizado em Manaus, foi responsável pela criação de uma plataforma que multiplica a capacidade de realização de testes de software, o que otimizou o trabalho do instituto, além de proporcionar aos colaboradores a possibilidade de dedicação a tarefas mais complexas.

Com os bons resultados obtidos ao longo de 3 anos de uso, a FDM (Full Download Manager) foi adotada globalmente, e hoje já é responsável pela otimização de testes em países como Chile, Argentina, Peru, México, Panamá, Estados Unidos, China, índia, Vietnã, Polônia, Coreia, Itália, Inglaterra, Alemanha.

A automatização do processo de testes possibilita, por exemplo, a instalação de uma série de automações nos aparelhos celulares como apps, memória de dados, definição de qual buyer o operador fará, entre outros. Esses dados podem ser instalados durante a noite para possibilitar que os profissionais responsáveis pela realização de testes já encontrem as amostras preparadas durante o expediente. Desde a sua criação em 2015, a plataforma já realizou mais de 500 mil testes.

“Antes gastávamos de uma a duas horas para uma amostra só, e hoje fazemos tudo de forma automática, basta apenas agendar a formatação. E também ganhamos otimização do uso de internet, já que os downloads podem ser realizados em um momento de pouca troca de dados. É possível afirmar que houve ganho de tempo entre preparação e execução de testes da aproximadamente 20%”, reforça o Gerente Sênior da Área de Qualidade de Software do Sidia, Marcel Gonçalves.

Marcel também acrescenta que alguns testes simples, que não precisam de interação humana, podem ser feitos diretamente pela ferramenta que depois compartilhará os resultados. Além disso, com o uso da FDM, o Sidia criou softwares customizados que podem ser utilizados por robôs que performam testes sem a necessidade de interação humana. “Temos um robô com um braço e outro com dois braços que interagem com os softwares testados de forma mais complexa, assim como um operador faria. É uma forma de automatizar ainda mais a parte de testes e otimizar o tempo de nossos profissionais para outros projetos”, ressalta o executivo.

Como inovar driblando as barreiras criadas pelas políticas engessadas

Por Carlos Eduardo Alves, Marketing Manager da Claranet Brasil

Inovar é preciso, mas nem sempre é fácil. Líderes Digitais e de TI de todo o Brasil reconhecem a urgência de embarcarem na jornada da Transformação Digital, mas ao evoluírem neste caminho, eles se depararam com grandes desafios. Os stakeholders das corporações têm grandes preocupações quando se trata de segurança, disponibilidade, experiência do cliente e rentabilidade do negócio, mas as soluções de cloud estão cada vez mais preparadas para driblar esses obstáculos.

Estamos em um momento crítico da evolução tecnológica. Os próximos dois anos serão cruciais para definir quais companhias irão sobreviver a esta revolução nos negócios que o avanço tecnológico está promovendo, principalmente para lidar com clientes cada vez mais exigentes, conscientes e que esperam serviços disponíveis 24x7x365.

As barreiras enfrentadas pelas áreas de TI ficam claras na pesquisa realizada pela Claranet sobre a realidade da área no Brasil, que também mostra como os Líderes estão se preparando para esta batalha. De acordo com o levantamento, 92% dos times de TI irão implementar a cultura DevOps em até 2 anos para melhor aproveitar seus recursos, tornando-se assim capazes de enfrentar os desafios que venham a encontrar na jornada da Transformação Digital como:

1. Segurança

Novas regras e regulamentações dos países quanto à segurança da informação trazem um senso de urgência maior quanto à segurança dos dados.

2. Disponibilidade

Serviços disponíveis 24x7x365 para atender um cliente cada vez mais exigente que deseja fazer negócios onde, quando e como escolha.

3. Vantagem Competitiva

Uso de aplicações de alto desempenho e confiáveis que automatizam o processo comercial tornando-o um facilitador de novos negócios.

4. Complexidade dos Sistemas

Sistemas muito complexos acabam sendo mais difíceis de serem administrados e controlados.

5. Mobilidade

Aplicações devem atender à demanda do Mobile First para poderem ser acessadas de qualquer lugar, a qualquer momento.

6. Relacionamento

Melhorar a experiência do cliente é uma prioridade estratégica que faz reavaliar a forma como se relacionam com sua massa crítica.

Os Líderes Digitais e de TI têm consciência da importância de acompanhar estes movimentos de mercado principalmente agora que suas áreas deixaram os porões das empresas e assumiram uma posição estratégica no planejamento dos negócios. Esta nova forma de trabalhar com a tecnologia e conduzir as mudanças que ela proporciona na cultura das empresas é decisiva para driblar as barreiras criadas pelas políticas engessadas das organizações.

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