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SITA apresenta eVISA e ETA para transformar fronteiras e impulsionar o crescimento econômico

A SITA anunciou hoje o lançamento das soluções eVisa e ETA para atender à crescente demanda dos governos por sistemas de vistos digitais. O objetivo é estimular as economias dos países após a pandemia de COVID-19, fortalecendo a segurança e melhorando a experiência de viagem.

Os governos, em todo o mundo, estão migrando para alternativas mais modernas referentes aos requisitos de viagem, como vistos eletrônicos e Autorizações Eletrônicas de Viagem (ETAs). De acordo com o World Travel & Tourism Council (Conselho Mundial de Viagens e Turismo), os vistos tradicionais – os quais são solicitados em consulados ou embaixadas – diminuíram de 77% em 2008 para 53% em 2018. Com isso, é notável que existe uma demanda crescente por soluções digitais de viagem.

As vantagens das iniciativas de autorização digital incluem maior segurança, redução da sobrecarga administrativa, viagens simplificadas e aumento do fluxo de visitantes, trazendo benefícios às economias locais e gerando empregos. Sua eficácia pode ser comprovada pelo exemplo de um governo que optou pelas soluções de eVisa em 2014/15, contemplando mais de 40 países. A ação resultou em um aumento de 21% na entrada de turistas internacionais, o que gerou 800 mil empregos. Isso representou, neste período, cerca de 20% do crescimento de viagens e turismo no país em questão.

A SITA vem implantando soluções de gestão de fronteiras por mais de 25 anos, apoiando a mobilidade entre países e, ao mesmo tempo, garantindo a segurança entre os territórios, atendendo, hoje em dia, mais de 70 países. Em 1996, a empresa foi pioneira ao implementar o primeiro sistema ETA para os Jogos Olímpicos de Sydney de 2000. O objetivo foi dar às autoridades visibilidade antecipada para o enorme fluxo de turistas que cruzavam a fronteira, ajudando a reduzir os gargalos de imigração.

Atualmente, para um grande cliente governamental na região Ásia-Pacífico, o sistema ETA da SITA permite que mais de 3 milhões de autorizações eletrônicas de viagens sejam emitidas a cada ano: 96% das aplicações resultam na emissão automática de uma autorização e 99% de todas elas são processadas com sucesso em menos de 12 horas.

A capacidade móvel do novo eVisa e ETA da SITA permite que os viajantes façam a requisição de vistos e forneçam suas informações biométricas usando seus dispositivos pessoais antes de viajar. Para o público essa solução é mais simples, conveniente e rápida do que solicitar vistos tradicionais ou ao chegar em um país.

Já para os governos, a tecnologia possibilita a verificação biométrica da identidade do solicitante. O aplicativo móvel também cria as chamadas Digital Travel Credentials (Credenciais Digitais de Viagem, em tradução livre) – identidades digitais para viagens, que podem substituir os passaportes físicos no futuro – compatíveis com a ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional).

Além disso, as soluções eVISA e ETA da SITA fornecem vistos contendo o Visible Digital Seal (Selo Digital Visível, em tradução livre) da ICAO, um código de barras criptografado que permite que vistos e ETAs, em papel ou eletrônicos, sejam verificados digitalmente para garantir sua autenticidade. Com isso, é possível proporcionar uma maior segurança e também prevenir contra fraudes.

“A adoção do eVisa e do ETA apoia o desenvolvimento econômico dos países. Nós produzimos sistemas robustos de autorização de viagem com a proposta de beneficiar mais nações ao redor do mundo, as quais se atualizam para digitalizar e preparar suas fronteiras para o futuro. Esses recursos auxiliam os países a lidar com o crescente volume de passageiros e melhorar a segurança e a eficiência das operações, além de proporcionar uma experiência de viagem facilitada, eliminando as complexidades de se obter os vistos tradicionais”, ressalta Jeremy Springall, Head da SITA para Fronteiras.

O executivo ainda destaca que “a adaptabilidade dessas duas soluções significa que elas são totalmente compatíveis com os sistemas existentes de controle de fronteiras e de linhas aéreas, atendendo às normas internacionais e de melhores práticas”.