Page

Author admin

Liga Ventures abre inscrições para 2º Ciclo do programa de aceleração Liga Emerging Technologies

Emerging Technologies ou tecnologias emergentes são inovações tecnológicas com potencial para mudar o mundo como conhecemos e devem transformar a sociedade e os negócios em pouco tempo. Segundo especialistas, essas inovações, como a internet das coisas, inteligência artificial e realidade aumentada serão essenciais nos próximos anos, chegando ao nível de importância que a internet tem hoje e, diante disso, devem dominar o mercado em, no máximo, 10 anos.

Para orientar os empreendedores que estão investindo no setor, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – abre, em parceria com a bandeira de cartões Elo, inscrições para mais um ciclo do programa de aceleração voltado para as startups de tecnologias emergentes: a Liga Emerging Technologies, que abordará temas como Inteligência artificial e Machine Learning, Biometria e Identidade Digital, e-Wallets e Meios de Pagamento Inovadores, Interação Geolocalizada e Autenticação de identidade e documentos.

O programa estará com inscrições abertas até o dia 28 de Outubro.

De acordo com Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures, um dos grandes objetivos do programa é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que as Tecnologias Emergentes estão trazendo para diversos setores. “Para as startups, o programa ajuda a dar visibilidade, alavancar o negócio, expandir o networking e facilitar parcerias com grandes corporações. Já as empresas podem usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo”, explica Tamassia.

As startups escolhidas participarão de um programa de 4 meses, onde receberão mentoria da aceleradora, além de networking e contato com profissionais de empresas parceiras, explorando novas sinergias e buscando oportunidades de negócios.

Conforme aponta Daniel Passarelli, superintendente de inovação da Elo, bandeira 100% brasileira que conta com Banco do Brasil, Bradesco e CAIXA como acionistas, projetos como este chegam para agregar ainda mais valor ao desenvolvimento de inovação da empresa.

“Nós acreditamos que a inovação precisa ser criada de forma horizontal, ao lado de empreendedores e startups que nos ajudarão a desenvolver soluções para oferecer melhorias à jornada dos nossos clientes. Por isso, a parceria com a Liga é muito bem-vinda”, explica Passarelli.

As inscrições podem ser feitas pelo site http://liga.ventures/emerging-tech. As startups serão avaliadas durante o último trimestre deste ano e o programa terá início em janeiro de 2019.

Tags, , ,

Desafios da inovação marcam debates do 19º congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) encerrou nesta terça-feira (02/10) o 19º Congresso IBGC, em São Paulo. Com um público de cerca de 700 pessoas, formado por importantes lideranças de empresas e entidades de todo o país, o evento apresentou discussões que pudessem gerar uma reflexão sobre os impactos da cultura de inovação dentro das organizações.

Sob o tema Ecossistema de Governança: Inovação e Legado, a programação trouxe temas relacionados à mudança cultural exigida das empresas, voltada para um ambiente inovador e aberto a desafios e experimentações dentro do universo de governança. O objetivo era gerar reflexões a respeito de como os conselhos podem criar e manter uma cultura de inovação, ajudando a identificar oportunidades de negócios e entregar soluções que gerem valor.

Entre os palestrantes e painelistas do congresso estiveram CEOs de grandes empresas, como Sergio Rial (Santander Brasil), Fabio Schvartsman (Vale), Rodrigo Galindo (Kroton) e Carlos Marinelli (Grupo Fleury). Foram apresentadas também histórias de sucesso de outras personalidades do meio empresarial, como a do presidente do Grupo Reserva, Rony Meisler, e a do cartunista Mauricio de Sousa, que explicou como o apoio da família ajudou no sucesso da Mauricio de Sousa Produções em outras linhas de negócios.

Em seu discurso de abertura, o presidente do Conselho de Administração do IBGC, Ricardo Setubal, destacou a abordagem deste ano: o ecossistema da inovação. “Nesse ambiente colaborativo, o que prevalece são as ideias, e não a hierarquia. Por isso, a mudança de mindset é um desafio para as empresas “, disse Setubal.

Setubal comentou também sobre algumas das atuais preocupações dos conselhos de administração de 17 países, incluindo o Brasil, citadas na pesquisa Global Director Survey Report, realizada este ano pela Global Network of Directors Institutes (GNDI), com apoio do IBGC, e apresentada durante o congresso. Entre elas estão questões sociais, como a pobreza, e o impacto de tecnologias disruptivas nas organizações, como o Big Data. O GDNI congrega institutos de governança ao redor do mundo e tem o IBGC como representante brasileiro.

A inovação pelo mundo

O panorama internacional de inovação foi um dos principais paineis do congresso. O tema foi apresentado pelo fundador da Pacifica Global e codiretor do Stanford/NVCA Venture Capital Sympososium, Evan Espstein, e o mestre e doutor em Engenharia de Produção, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Guilherme Ary Plonski. Juntos, eles comentaram sobre como é possível tirar aprendizado dos ecossistemas da inovação existentes em Israel e nos Estados Unidos.

Durante o painel, Epstein apresentou diversos estudos realizados nas duas últimas décadas, mostrando que boa parte das startups norte-americanas foram fundadas por pessoas nascidas fora dos Estados Unidos. “A chegada dos imigrantes contribuiu bastante para o desenvolvimento da cultura inovadora naquele país”. Já Plonski trouxe um panorama histórico de Israel, explicando as circunstâncias que levaram ao atual cenário de incentivo à inovação, que conta com investimentos correspondentes a 4,5% do PIB. “Nesse sentido, Israel e Brasil são muito diferentes, pois no nosso caso são investidos apenas 1,2%”, observou.

Outros destaques

A programação contou ainda com exemplos de quem vem aplicando a cultura inovadora sem deixar de lado as boas práticas de governança, sob os pontos de vista das empresas familiares e do mercado de capitais. Foram apresentados casos bem-sucedidos de empresas como Toyota, PayPal, Schneider Electric, Sapore e inovaBra (ecossistema de inovação colaborativa do Bradesco), entre outras.

Inovação em gestão pública, governança de startups, transformação digital, novos modelos de negócio, diversidade, ética empresarial, reinvenção em negócios familiares, novo mercado de trabalho e tecnologias emergentes foram alguns dos outros temas discutidos durante o congresso.

Para a superintendente geral do IBGC e vice-presidente do GNDI, Heloisa Bedicks, o 19º Congresso IBGC deixou uma lição importante. “De tudo o que ouvimos, o que ficou marcado foi a necessidade que temos de “desaprender”, que é um conceito muito comum às startups. É estar aberto a inovações e até mesmo ao erro, algo com o qual não estamos acostumados no Brasil”. Ela ressaltou também a diversidade presente no evento. “Foram assuntos totalmente diferentes entre si e muito atuais, com palestrantes muito jovens falando para vários jovens na plateia”, explicou.

A 19ª edição do Congresso IBGC marcou também o lançamento do livro Governança Corporativa e Inovação: Tendências e Reflexões. A publicação, disponível em versão digital no Portal do Conhecimento do IBGC, traz uma série de artigos com análises de temas ligados às novas tendências e à cultura inovadora e seus impactos na governança.

Do papel ao digital: porque agregar inteligência nas receitas de medicamentos pode melhorar a qualidade no atendimento hospitalar

Por Fabio Lia

Os gargalos que o sistema de saúde enfrenta hoje são inúmeros, não podemos negar. Talvez seja até por conta disso que a forma como os profissionais prescrevem ou geram receitas de medicamentos não seja tratada com a importância que deveria. Ou seja, o fato delas serem escritas à mão, digitadas em um bloco de notas, impressas ou emitidas por um sistema eletrônico de prescrição, parece não fazer a mínima diferença. Mas isso em um primeiro momento, porque se começarmos a aprofundar nosso olhar, percebemos o quanto este procedimento executado pelos médicos, um dos mais comuns e quase automáticos, impacta na conta final da saúde: seja na qualidade no atendimento hospitalar, na segurança do paciente, melhor desfecho clínico ou na gestão de recursos financeiros. Sem falar que contribui para uma das principais metas da saúde hoje, que é trazer o paciente para o centro do cuidado.

De acordo com o 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, divulgado recentemente pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, em 2017, os eventos adversos graves foram responsáveis por mais de 54 mil mortes em todo o sistema hospitalar brasileiro, sendo que 36 mil delas poderiam ter sido evitadas. Dentre as principais causas dos eventos adversos estão os erros e falhas ocasionados por medicação. Fora o fato dos óbitos, esses incidentes incorrem em readmissões hospitalares, o que tem uma consequência considerável no aumento dos custos. Segundo o mesmo anuário, os eventos adversos graves consumiram R$ 10,6 bilhões do sistema privado de saúde no passado.

Aprofundando-se nas causas, 39% dessas falhas ocorrem no momento da prescrição. Os motivos são vários, incluindo desde interações medicamentosas, alergias, duplicidades, esquecimentos e chegando até uma questão importante, que tira a receita médica da posição de coadjuvante: os conteúdos muitas vezes ilegíveis ou então digitados incorretamente.

É até estranho pensar que, na era do bring your own device (BYOD), internet das coisas, inteligência artificial e sistemas avançados, os médicos ainda façam receitas de medicamentos à mão. Ou seja, o uso de prescrição digital e inteligente ainda está engatinhando no país. Nas últimas semanas visitei as maiores redes de hospitais do Brasil e os pacientes que chegam à emergência, passam por consultas no ambulatório ou recebem altas, saem dessas instituições, na maioria das vezes, com receitas impressas, seja de medicamentos ou exames, nas quais os médicos digitaram ou escreveram o nome do remédio. Esse processo manual não possui nenhuma inteligência agregada. Além disso, dificulta todo o trabalho do profissional, que muitas vezes tem que recorrer ao Google para verificar a disponibilidade e grafia do medicamento, por exemplo, aumentando a margem de erro. O paciente por sua vez, de posse da receita de medicamento física (que ele pode perder ou danificar) ao ir à farmácia ainda pode ser surpreendido pelo fato do atendente ou farmacêutico não esteja familiarizado com a droga prescrita.

Ou seja, tem muita gente correndo riscos de morte, muito recurso sendo desperdiçado, quando já existem tecnologias, inclusive gratuitas, que ajudam a resolver essa situação. As plataformas de prescrição inteligentes ajudam a engajar os médicos, pois trazem alertas sobre alergia e interação medicamentosa no momento em que está receitando, aumentam segurança e reduzem as chances de erros, e ainda agilizam e facilitam o processo. Já o paciente, que passa a receber uma receita via SMS, por exemplo, ganha com conveniência logística e financeira para a compra do medicamento, afinal esses sistemas trazem informações sobre a medicação prescrita, porque está sendo ministrada, a posologia e ainda orienta sobre onde comprar a custos mais acessíveis. Isso significa que, se ele tem mais facilidade, tem maior aderência à medicação e isso traz um melhor desfecho clínico.

Por todos esses aspectos, é mais do que urgente que as pessoas enxerguem o quão importante é o momento da prescrição e também percebam que a forma como a receita de medicamento é gerada pode impactar, tanto negativa como positivamente. A estratégia a ser adotada para melhorar a qualidade no atendimento colocar o paciente no centro do cuidado e nisso a tecnologia e a inteligência podem ajudar e muito.

Fabio Lia, diretor de alianças estratégicas da Memed, empresa de tecnologia em saúde.

Novo olhar sobre a Transformação Digital e o setor automotivo

Por Anderson Aoca, Arquiteto de Soluções da Engineering do Brasil

Transformação Digital é um tema discutido à exaustão atualmente. São inúmeros os artigos, seminários e workshops sobre esse tema. Cada segmento da indústria brasileira tem tratado essa transformação de modo particular e a indústria automotiva não é diferente. Os ganhos e impactos desta transformação são bem conhecidos também, consultorias renomadas como BCG e McKinsey fazem estudos constantes a respeito do assunto mostrando ganhos de produtividade, flexibilidade, redução de desperdícios e lead times com percentuais respeitáveis em toda a cadeia produtiva.

Por essa razão, gostaria de tratar o tema Transformação Digital de forma mais realista neste artigo.

Todas as empresas, incluindo a automotiva, querem alcançar os ganhos levantados pelas grandes consultorias em relação à adoção da Transformação Digital, porém colocam seu foco mais no resultado final do processo de transformação do que no esforço necessário para percorrer o caminho até atingir esses resultados.

A grande questão é definir qual o caminho a ser percorrido e como percorrê-lo de forma estruturada. As tecnologias deixaram de ser apenas ferramentas para melhorar a eficiência dos processos e passaram a ser habilitadoras da transformação digital, trazendo inovação e a tão falada disrupção.

No cenário atual, uma empresa que queira se destacar e competir no mercado precisa tornar-se digital, repensando sua organização e sua cultura, redefinindo as habilidades necessárias ao seu negócio, mudando a forma como produz, como se relaciona com seus clientes, parceiros e colaboradores, ou seja, mudando sua forma de operação e reinventando seu modelo de negócios.

Para conduzir as empresas no caminho da implementação de um modelo de negócios digital nossa visão é utilizar a grande quantidade de dados disponíveis e gerados todos os dias, através de ferramentas e tecnologias que habilitam operações “data driven” como Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning para repensar os modelos operacionais ao longo de três diretrizes principais.

Customer Experience (Cliente 360), que tem por objetivo a melhor experiência do cliente, ou seja, trazer a melhor experiência para o cliente/usuário, sejam estes internos ou externos. Chamamos de cliente externo aquele que consome os produtos da companhia podendo ser uma pessoa física ou outra empresa. Chamamos de cliente interno todas as áreas internas da companhia que “consomem” algum serviço e/ou produto de outras áreas dentro da cadeia operacional.

Digital Operation, que a base da operação das empresas. Aqui pensamos na digitalização de todas as operações, fabris ou não fabris, do negócio. Digitalizar as operações significa ter as tomadas de decisão baseadas em dados de qualidade, agilidade na criação da informação decisória, flexibilidade e aderência à dinâmica mercadológica para organizar o processo produtivo e garantir que a empresa não tenha nenhum tipo de transtorno durante as variações produtivas e de demanda do mercado.

Business Model, é o modelo de negócio transformado. Trata-se de um modelo de negócio digital e evolutivo sempre orientando à demanda de mercado, é flexível a ponto de poder mudar a abordagem a partir da experiência do cliente, buscando novas formas de monetização do negócio através do relacionamento com todo o ecossistema.
O foco nesse artigo será o pilar de Digital Operation, tratando especificamente das operações fabris através da Indústria 4.0. Para explicar, cito os nove pilares da Indústria 4.0 para executar a transformação digital dentro das fábricas:

– Robótica avançada com aplicação de robôs autônomos e colaborativos;

– Simulação de plantas e processos;

– Integração de sistemas falando de integração vertical e horizontal;

– Internet das coisas, o famoso iOT e, no caso da indústria o iiOT (Industrial Internet of Things);

– Ciber Security, que a é a segurança que delineia tudo isso, que cerca e protege toda essa troca de informações,

– Computação em Nuvem;

– Manufatura aditiva mais conhecida como impressão 3D;

– Realidade aumentada;

– Sistemas baseados em Big Data e Analytics.

Vamos focar em um dos pilares da Indústria 4.0, o pilar Integração de sistemas.

Esse pilar trata da Integração vertical e horizontal do sistema. Quando falamos em integração vertical, devemos ter em mente a disponibilidade da informação desde o chão de fábrica até as camadas mais altas onde são tomadas as decisões de negócio, por exemplo, os ERPs (Enterprise Resource Planning) ou sistemas de BI (Business Inteligence). Já a Integração horizontal trata da integração da cadeia produtiva como um todo, não focando simplesmente na fábrica, mas na cadeia completa. Isso significa informação disponível desde o cliente externo até a sua cadeia de suprimentos, passando pelo processo fabril e sistemas smart grid para balancear o consumo de energia, alinhado à demanda do mercado, que vai ditar o ritmo de adequação da cadeia produtiva. O objetivo final é: a cadeia produtiva ser orientada à demanda de mercado adequando o ritmo trabalho de todos os seus componentes conforme necessário.

Por exemplo, havendo um aumento de demanda do mercado, adequa-se o ritmo da cadeia produtiva para atender a essa demanda. O mesmo ocorre, no sentido inverso, se houver redução da demanda de mercado.

Podemos dizer que o pilar de integração de sistemas é um dos mais importantes dentro do conceito de indústria 4.0, pois é através dele que os dados coletados no chão de fábrica podem ser transformados em informação e trafegados até as camadas mais altas dos sistemas corporativos permitindo que o negócio seja transformado.

Apesar da indústria automotiva ter um nível de automação de sistemas altíssimo, percebemos que um dos maiores gaps está exatamente no pilar de integração. O volume de dados gerados no chão de fábrica é enorme e o volume de informação gerada a partir destes dados é ainda maior. Porém o nível de integração é muitas vezes baixo. Se olharmos para as camadas de controle de processos e monitoramento e supervisão, por exemplo, vemos gaps importantes como falta de gerenciamento de eventos e alarmes, ausência de histórico de falhas, carência de ferramentas robustas para análise de causas raiz de paradas ou eventos indesejáveis como, por exemplo, incongruências físico-lógicas. Uma incongruência físico-lógica acontece quando a informação do sistema lógico não representa a realidade física de uma linha, podendo causar paradas, atrasos, erros de sequenciamento e outros problemas maiores dentro da linha produtiva.

A Transformação Digital através da Indústria 4.0 caminha no sentido da descentralização do controle, exigindo sistemas capazes de tomar decisões ou fornecer informações precisas em camadas cada vez mais próximas do chão de fábrica, por exemplo, na camada de controle de processos ou mesmo na camada de instrumentação e coleta de dados, para que os operadores possam tomar decisões rápidas e assertivas ou, através da aplicação de Machine Learning e Inteligência Artificial, permitir que o próprio sistema tome a decisão.

Nesse conceito de descentralização é essencial o compartilhamento de informações entre os vários sistemas, utilizando o que chamamos de Digital Integration, permitindo também a descentralização das análises de dados, enriquecendo os sistemas de camadas mais baixas, já citados anteriormente, com ferramentas de análises mais apuradas, rápidas e precisas.

Mas antes de aplicarmos tecnologias mais avançadas ou direcionar estudos para outros pilares da indústria 4.0 devemos avaliar os sistemas atuais com foco no tratamento de dados e integração, pois ganhos substanciais virão dessa análise. Uma informação errada ou de má qualidade é muito pior do que a falta de informação. É preciso olhar o chão de fábrica de forma diferente, pois existe muita tecnologia aplicada, mas nem sempre utilizada em toda a sua capacidade. Trocar a tecnologia pode não ser a única solução. O principal gap encontrado nas indústrias, e a indústria automotiva não é exceção, ainda continua sendo a integração dos sistemas e a geração de informação de forma clara e precisa para a tomada de decisões e ações de forma ágil e assertiva. Antes de atacar todos os pilares da indústria 4.0 precisamos pensar primeiramente nesse pilar. Concorda?

Fórum abre diálogo sobre a importância da diversidade nos conselhos de administração

Os conselhos de administração são formados por homens brancos. As mulheres e pessoas negras são minoria tanto em cargos de liderança como nos conselhos das empresas. Os dados que representam esse cenário são desanimadores e mostram que a diversidade ainda não é uma realidade no Brasil. Um estudo realizado pela consultoria Spencer Stuart, que analisou 187 empresas listadas na Bolsa, apontou que os conselhos no país têm apenas 9,4% de participação feminina, menos da metade da média internacional, de 24,1%. Outra pesquisa, feita em 2016 pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), apontou que no Brasil as mulheres ocupam apenas 7,9% dos conselhos e, se excluirmos as herdeiras, esse número cai para 4%.

Pensando justamente em transformar esse panorama, a CKZ Diversidade criou, em parceria com a Saint Paul Escola de Negócios, o primeiro evento do Brasil exclusivamente dedicado a dialogar sobre esse tema: o Fórum Diversidade no Conselho, cuja a primeira edição acontece em 23 de outubro, em São Paulo (SP). “Quando falamos de diversidade no conselho estamos nos referindo a um conjunto amplo, que inclui diferentes competências, habilidades, expertise dentro e fora do setor, vivência internacional, idade, gênero e raça. Grupos mais diversos são mais assertivos em suas decisões, por isso essas experiências tem um impacto positivo no desempenho do conselho e é isso que queremos demonstrar para as empresas a fim de torná-las mais sustentáveis e responsáveis”, comenta Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade e idealizadora do evento.

Esse assunto é tão importante que as maiores gestoras de ativos do mundo, Black Rock, Vanguard Group e State Street, estão pedindo explicações às empresas com poucas ou nenhuma diversidade em seus conselhos, afirmando que grupos mais diversos tomam melhores decisões.

Prova desse retorno que a diversidade entrega é uma pesquisa realizada pelo Peterson Institute com 22 mil empresas em 91 países. O estudo apontou uma rentabilidade de 15% maior nas companhias que possuem pelo menos 30% de mulheres ocupando cargos de CEO, diretoria e posição em conselho. Outro levantamento, do Credit Suisse Research Institute, mostrou que empresas com pelo menos uma mulher no conselho geram 5% a mais no ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido).

O objetivo do Fórum Diversidade no Conselho é justamente apresentar pesquisas e cases que comprovam que a multiplicidade de talentos e de ideias nos conselhos é fundamental para um processo mais assertivo, uma vez que diferentes experiências contribuem para uma análise mais abrangente.

Confira a programação completa:

O Fórum abre suas apresentações com uma palestra de Cris Kerr sobre o valor da diversidade nos conselhos, na qual a especialista vai explicar como a diversidade no conselho melhora a tomada de decisão e a efetividade da governança, e o que fez com que outros países reconhecessem a importância deste tema.

Em seguida, o painel ‘Cases de Sucesso de Diversidade nos Conselhos do Brasil’ apresenta empresas brasileiras que estão trazendo a diversidade para a agenda estratégica de seus negócios. A conversa terá moderação de Maria Fernanda Teixeira, CEO da Integrow, e palestras de Álvaro de Souza, presidente do Conselho de Administração do Banco Santander Brasil; e Osvaldo Schirmer, vice-presidente e CFO da Gerdau e membro do Conselho da Renner.

A importância do diálogo e as tendências para a construção dos conselhos é outro tema de destaque a ser debatido no painel ‘Composição e Sucessão nos Conselhos – Um Olhar Estratégico’. Apresentam-se Ana Paula Chagas, CEO e membro da Diretoria AMROP 2GET; Maria Cecília Rossi, diretora da Interlink Consultoria de Mercados e Capitais e membro dos conselhos das empresas BSM Supervisão de Mercados, ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital) e CCR Companhia de Concessões Rodoviárias; Geovanna Donella, CEO da Donella & Partners e membro dos conselhos da MERHEJE, Verbo Comunicação, One Construction, Ser-tel Security, Grupo QG Design e Suhai Seguradora; com moderação de Christiane Aché, diretora do Programa de Pós-MBA ABP-W da Saint Paul Escola de Negócios, membro do Conselho do Comércio Exterior da França e membro do Conselho de Administração do IBEF.

O evento segue sua programação com o painel ‘O Papel dos Investidores para a Diversidade Acontecer’. A conversa será moderada por Mauro Cunha, presidente da AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), e contará com palestras de Diego Barreto, CFO da Ingresso Rápido e membro do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores); Eliane Lustosa, diretora de Mercado e Capitais do BNDES; Frederico Benite gerente de negócios da IFC (International Finance Corporation); e Ana Paula Pessoa, sócia e presidente do Conselho da Kunumi Inteligência Artificial.

Encerrando suas atividades, o Fórum Diversidade no Conselho apresenta como as cotas podem representar um atalho para alcançar mais diversidade nos conselhos e quais outras ações podem ser adotadas para acelerar esse processo. O painel terá apresentações de Heloisa Bedicks, diretora executiva do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa); Fernando Carneiro, membro do Conselho de Administração da Spencer Stuart; Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza; Nicola Calicchio, presidente da McKinsey; e moderação de Marienne Coutinho, advogada, sócia-líder da área tributária internacional da KPMG e co-presidente da WCD Brasil (Women Corporate Directors).

1ª edição do Fórum Diversidade no Conselho

Data: 23 de outubro de 2018

Horário: Das 9h às 17h

Local: Saint Paul Escola de Negócios – Rua Pamplona, 1616 – Jardim Paulista, São Paulo (SP)

Inscrições: (11) 2387-0111 | contato@ckzdiversidade.com.br

Mais informações:

http://plataformadiversidade.com.br/fdc/

IBM oferece educação gratuita no Brasil para democratizar o acesso à tecnologia

IBM Brasil anuncia o lançamento da plataforma DigitalEdu, iniciativa educacional que tem como objetivo ajudar na capacitação do mercado para a era cognitiva, democratizar o aprendizado sobre tecnologias e levar conhecimento a estudantes, professores e profissionais. Este novo canal apresenta séries de vídeos em português que levam ao público informação e conhecimento dos especialistas da IBM sobre novas tecnologias, seu uso na sociedade e tendências.

Com o apoio e engajamento de profissionais, especialistas e mais de 40 voluntários da IBM, o DigitalEdu contará com seis séries de vídeos sobre Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Blockchain, Ciência de Dados, Cloud e Agile em um portal com conceito de fácil navegação. As séries serão lançadas quinzenalmente e a primeira será sobre Inteligência Artificial. A plataforma também terá vídeos especiais com convidados do mercado e da IBM que falarão sobre temas específicos, como educação, profissões e transformação digital.

O conteúdo do DigitalEdu será produzido em temporadas e dividido em níveis de dificuldade, do básico ao avançado. A primeira temporada oferece educação básica e a terceira terá conteúdo técnico avançado. Desta forma, estudantes, professores e profissionais de qualquer área podem determinar o que querem aprender e quando.

“A partir de um trabalho prévio de estudo de mercado e de conversas com lideranças do ecossistema, percebemos que havia uma necessidade de oferecer acesso a um conteúdo sobre as principais tecnologias que impulsionam a transformação digital de uma maneira simples e didática, e em português”, afirma Alcely Barroso, Executiva de Educação e Universidades da IBM Brasil. “O DigitalEdu foi criado para ajudar a desenvolver a próxima geração de profissionais por meio do aprendizado e adoção dessas tecnologias e é mais uma iniciativa da IBM dedicada à democratização da educação”.

A democratização da educação é um assunto de extrema importância para a IBM, por isso a companhia segue investindo em projetos para fomentar o aprendizado no Brasil. No último ano, os projetos de educação da IBM no Brasil impactaram cerca de 23 mil alunos em 50 universidades e 1.000 professores – entre graduação e pós, além de startups de educação.

A plataforma IBM DigitalEdu está disponível por meio do link http://ibm.biz/digitaledu

Pipefy é selecionada para programa da Endeavor

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de ser selecionada para participar do 82º International Selection Panel (ISP) da Endeavor. O comunicado oficial aconteceu em Buenos Aires e contou com a presença de 27 empresários, líderes de 18 companhias, de 12 países.

As empresas e seus dirigentes foram escolhidos a partir da extensa rede do conselho da Endeavor, com mentores, apoiadores e experientes empreendedores da organização global sem fins lucrativos. O objetivo principal é oferecer um ambiente especializado para tornar o negócio escalável, de alto impacto e crescimento, com serviços personalizados abrangentes, incluindo apresentações a mentores de negócios locais e internacionais e voluntários de consultorias da Fortune 500.

O ISP desenvolveu um rigoroso processo de seleção em várias etapas para identificar empreendedores inovadores e motivados, comprometidos com o avanço de um ecossistema de empreendedorismo, como o é caso da startup liderada pelo paranaense Alessio Alionço. A empresa global de SaaS (Software as a Service) fornece uma plataforma de excelência operacional capaz de empoderar gestores a ministrar e aplicar de maneira rápida e eficaz novos processos sem depender do setor de TI.

“Nós criamos uma ferramenta com interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos específicos para cada departamento da empresa, possibilitando uma implementação ágil, eficiente e econômica”, afirma o fundador e CEO da plataforma. Para Alessio, a parceria com a Endeavor será um diferencial para a Pipefy e possibilitará novas oportunidades de crescimento.

Os empreendedores da Endeavor têm um histórico significativo de criação de centenas de milhares de empregos, gerando bilhões de dólares em receitas e construindo modelos de crescimento sustentável em seus países de origem.

A Endeavor sediará outros ISPs em 2018 em Atenas, entre os dias 22 e 24 de outubro, e na Cidade do Cabo (Stellenbosch), entre 11 e 13 de dezembro.

Tags, , ,

12% das fintechs brasileiras faturam mais de R$10 milhões por ano, segundo pesquisa

As fintechs brasileiras, empresas de tecnologia que atuam no segmento financeiro, estão ganhando mercado. A receita bruta de 12% delas ultrapassou R$ 10 milhões em 2017, segundo a recém-lançada pesquisa FinTech Deep Dive 2018, da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) em parceria com a PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers). A maioria delas, 46%, tem como público-alvo tanto outras empresas quanto pessoas físicas, enquanto 32% atendem apenas outras empresas (no modelo de negócios B2B) e 17% apenas pessoas físicas (B2C).

“As fintechs oferecem segurança e experiências diferenciadas para seus clientes e tecnologia de ponta para instituições financeiras otimizarem sua capacidade operacional. Por atuarem em nichos específicos, de forma segmentada, conseguem oferecer alta performance por custos reduzidos”, ressalta Rodrigo Soeiro, presidente da ABFintechs. A pesquisa constatou que 25% das fintechs brasileiras atuam com meios de pagamento, 21% no segmento de crédito, financiamento e negociação de dívidas e 8% com gestão financeira, entre outras categorias.

“A maioria das fintechs brasileiras, 92%, está nas regiões sul e sudeste do País. São Paulo é o grande celeiro, centralizando 58%. Constatamos que o total acumulado dessas empresas vem crescendo a cada ano desde 2011. Em 2017, haviam 219 fintechs, 24% mais do que as 176 mapeadas em 2016. Para o levantamento, ouvimos 224 fintechs no primeiro semestre de 2018”, ressalta Luís Ruivo, sócio da PwC Brasil. Mais da metade dessas empresas, 51%, estão em fase inicial de operação, 28% em fase de expansão e 13% em fase de consolidação.

Outro destaque constatado pela pesquisa é que incubadoras e aceleradoras atraem pouco os empreendedores de fintechs. Tanto que 39% dos que foram consultados nunca recorreram a essas iniciativas de colaboração e 76% não pretendem recorrer no futuro ou ainda não se decidiram sobre isso.

Geração conectada

As ferramentas digitais passam a fazer parte do cotidiano das novas gerações, que cada vez mais utilizam dispositivos móveis para interagir, fazer compras e efetuar pagamentos. Trata-se de um cenário de disrupção acelerada, em que inovações em produtos e serviços criam novos mercados de consumidores. Por seu modelo digital e acesso simplificado, as fintechs se encontram em posição vantajosa para atrair usuários desbancarizados ou mal atendidos por instituições financeiras tradicionais.

“As fintechs estão reformulando a experiência do usuário, mudando as expectativas dos clientes e acelerando o ritmo da inovação no Brasil. Regulamentações específicas para suas operações estão sendo criadas, visando especialmente a competitividade no mercado, o que gera ainda mais confiança na população. Os desafios atuais são justamente expandir a base de clientes e conseguir maior participação de mercado”, conclui o presidente da ABFintechs.

13 primeiros passos de uma startup em Early Stage

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

Não existe uma fórmula de sucesso infalível para uma startup decolar, porém podemos dizer que existem fórmulas que certamente levam ao fracasso. É muito comum empreendedores iniciantes, que acabaram de tirar sua ideia do papel, serem colocados diante de algumas armadilhas, dificultando ou mesmo paralisando seu crescimento.

Em primeiro lugar, algumas perguntas e premissas precisam ser validadas antes do negócio sair do primeiro estágio. Eric G. Flamholtz, co-fundador e presidente a Management Systems, e Yvonne Randle, vice-presidente executiva da Management Systems, chamam esse processo de Estágio de New Ventures.

Em seu livro “De Zero a Um”, Peter Thiel nos confronta com quatro condicionantes. Elas avaliam se uma startup é, de fato, promissora e se conseguirá exercer um controle de share de mercado, suficiente para que seus lucros sejam maximizados e as ameaças de concorrente sejam mínimas ou inexistentes.

Segundo Thiel, para se ter sucesso, uma startup precisa, antes de tudo, de Tecnologia proprietária, ou seja, possuir um diferencial tecnológico ou de processo que seja único e exclusivo com grande dificuldade de ser copiado. O negócio também deve garantir efeitos de rede, fator que torna a empresa ou produto mais útil à medida que mais pessoas o utilizam (exemplo do Facebook, que se faz muito relevante já que todos seus amigos estão na rede).

Em terceiro lugar, a empresa deve crescer pela lógica da Economia de Escala, ou seja, os custos fixos para criar um produto se diluem por quantidades crescentes de vendas. Startups como a Netflix, por exemplo, podem desfrutar de economias de escala substanciais porque o custo marginal se aproxima de zero. Por último, o autor destaca a importância da criação da marca e diferenciação de Storytelling, que seria o último estágio, mas não menos importante, que uma empresa precisa chancelar sua originalidade com sua marca.

Antes de avançar em sua ideia, reúno abaixo algumas perguntas que o empreendedor deve ser fazer à respeito do seu negócio:

1-Você criou um produto ou serviço para atender uma necessidade real do mercado?

2-Testou sua solução com alguns potenciais clientes e provou a viabilidade de atender esse mercado?

3- Definiu missão, visão e valores?

4-Definiu claramente seu modelo de negócios? De onde virá suas receitas e despesas?

5-Desenhou o esboço do planejamento estratégico para desdobrar em metas básicas de acompanhamento?

6- Conhece os concorrentes e possíveis substitutos? Não seja egocêntrico nessa resposta.

7-Identificou e definiu o segmento de mercado em que vai buscar seu público-alavanca?

8- Validou a solução com os clientes para entender qual é o seu job to be done?

9- Construiu um funil de vendas e testou canais de maior atração?

10-Definiu a identidade visual e storytelling da marca?

11- Acompanha a taxa de churn dos clientes a cada mês ou já tem os KPIs para isso?

12- Criou a estrutura básica de tecnologia para servidores, sistemas e infraestrutura?

13- Organizou a contabilidade básica: impostos, orçamento, capital de giro e fluxo de caixa?

Tendo validado essas premissas e seu projeto e conseguido sobreviver a esses primeiros questionamentos, o empreendedor começa a pegar tração e com isso possui a base para enfrentar novos desafios com muito mais chances de sucesso.

Tags, ,

Robô colaborativo da ABB sobe ao palco com Gil Giardelli em debate sobre transformação digital

O YuMi, robô de dois braços da ABB, estará no palco do 6º Fórum IEL de Inovação, ao lado do influenciador Gil Giardelli, em palestra sobre a nova era da Inteligência Artificial. Durante a apresentação, o robô fará uma breve demonstração do cenário que já está cada vez mais comum nas empresas e indústrias: homens e robôs trabalhando juntos, de forma colaborativa. O evento é promovido pelo Núcleo Regional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS).

As novas tecnologias de automação permitem a integração homem-máquina, de forma que trabalhadores e robôs possam trabalhar lado a lado, com segurança e em um grau de proximidade que não era vislumbrado até pouco tempo atrás. A nova Inteligência Artificial levará essa colaboração ainda mais longe no futuro.

Combinar a capacidade das pessoas de se adaptar às mudanças e resolver problemas com a resistência e a precisão do YuMi oferece flexibilidade para os fabricantes criarem lotes menores de produtos mais personalizados. Essa customização está se tornando rapidamente a nova realidade para as indústrias, desde a automotiva até a de eletroeletrônicos e de alimentos.

O YuMi também é fácil de instalar, programar e operar, o que o torna acessível a muitos usuários de robôs pela primeira vez. O robô pesa apenas 38 quilos, e pode ser ligado em uma simples tomada de 220 volts. Ele pode ser instalado em estações de trabalho sem isolamento de proteção. O robô também pode ser programado por pessoas sem treinamento especializado por meio de sua programação intuitiva, em que os braços são movidos com o intervalo correto de movimentos, que são então gravados e reproduzidos em um tablet.

O robô também é projetado com uma variedade de recursos de segurança, incluindo braços macios emborrachados, juntas sem pontos de aperto, e pode parar de se mover em milissegundos para manter os colegas humanos completamente seguros, mesmo em caso de contato não intencional. Isso permite que o YuMi tenha produtividade e trabalhe de forma segura e sem barreiras lado a lado com as pessoas em tarefas compartilhadas.

O robô é projetado para automação de montagem de peças pequenas para setores como eletrônicos, em que ele pode trabalhar com alta precisão. O YuMi também é usado pelos clientes para adicionar automação colaborativa à fabricação de automóveis, bens de consumo, alimentos, produtos farmacêuticos e laboratórios.

Liderar por meio de programação foi a mesma tecnologia que permitiu o YuMi® executar os movimentos delicados e complexos quando ele assumiu o papel de um maestro em uma orquestra sinfônica, com o tenor italiano Andrea Bocelli em Pisa (Itália); também permitiu que ele comandasse as pick-ups como DJ na conferência anual da companhia para clientes, em Houston (EUA) e criasse uma obra de arte ao lado de um artista plástico brasileiro durante a comemoração dos 105 anos da ABB no Brasil, no Museu do Amanhã.

A interação do robô com Giardelli poderá ser vista no dia 3 de outubro, a partir das 13h30, no Salão de Convenções do Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS). Esta edição do fórum terá o tema: “AI economy: os caminhos e desafios da nova era” e também contará com palestras de Silvio Meira, um dos fundadores do Porto Digital, e Camila Achutti, co-fundadora da Mastertech (plataforma digital de educação continuada). Clique aqui para mais informações sobre o evento.

T-Systems busca o perfil do profissional ideal

A T-Systems do Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de realizar a 10ª edição do Guiding Principle Day. O evento, criado pela matriz da companhia, na Alemanha, tem o objetivo de reforçar junto aos colaboradores a vivência dos 5 princípios da T-Systems.

O vice-presidente de RH da T-Systems Brasil, André Vieira, lembra que os princípios não diferem muito do que se vê em outras empresas:

– Encantar nossos clientes;

– Eu sou T, conte comigo;

– Trabalho em time;

– Respeito e integridade guiam nosso comportamento;

– Melhor lugar para realizar e crescer.

“Nosso diferencial está no esforço que fazemos para que nossos colaboradores, jovens em sua grande maioria, absorvam e vivenciem estes princípios”, afirma.

Essa preocupação ficou visível já em 2009, quando os princípios foram lançados em um evento que contou com a participação do filósofo Mario Sergio Cortella e do administrador Max Gehringer. Desde então, todos os anos a área de RH organiza a Guiding Principle Week, que culmina no Guiding Principle Day, em 28 de setembro.

Campanha 2018

Na campanha deste ano, chamada “Nossos princípios – Muitas atitudes”, os colaboradores foram convidados a indicar, cada um, cinco colegas de trabalho que mais se destacam por suas atitudes positivas, indicando que atitudes fazem diferença no dia-a-dia de nossa equipe”, afirma.

Os dez profissionais mais citados serão entrevistados e o resultado das entrevistas será comparado com uma análise já realizada pela área de RH e este estudo vai resultar identificação das três qualidades mais importantes de cada um destes profissionais. “Com essa análise, encontraremos o perfil do profissional ideal, na visão dos próprios funcionários da T-Systems”, ressalta.

Além do perfil, as atitudes identificadas também servirão de base para a elaboração de um material interno que será compartilhado com todos os funcionários. “O foco aqui é mostrar que mudanças de comportamento e pequenas ações resultam em grandes transformações e em um ambiente melhor para se trabalhar”, reforça.

Vieira lembra que o principal objetivo da campanha é fazer com que os colaboradores pratiquem e falem dos princípios da empresa. “A empresa e o funcionário ganham quando todos sabem como se comportar e estas ações os inspiram a pensar e vivenciar estes princípios”, explica.

“A campanha é sempre uma oportunidade de revivermos o que a empresa espera de todos e também de obtermos informações para as iniciativas futuras”, conclui.

BH sedia o III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos em novembro

O atual momento econômico e político do país está forçando diversos segmentos a repensarem seus modelos e estratégias de negócios. O setor de eventos, que é responsável por grande parte do PIB brasileiro como fonte geradora de empregos e renda não escapa. Para debater assuntos da área e fomentar o intercâmbio e a troca de ideias entre diversos organizadores e produtores de todo o país, a ABRAPE – Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, realiza, pela terceira vez consecutiva em Belo Horizonte, o Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos, nos dias 27 e 28 de novembro, terça e quarta-feira, no Expominas (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte).

Direcionado a todos os profissionais que atuam na cadeia de eventos, o congresso contará com grandes nomes da cultura e do entretenimento, como Thedy Corrêa, da banda Nenhum de Nós, que falará sobre o impacto da música na vida das pessoas e a trajetória do grupo, no mercado desde 1986 sem interrupções. Paulo Sergio Ferreira (Serginho), atual Presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, abordará os desafios na realização de grandes eventos e festivais, assim como Zé Ricardo, músico e curador do palco Sunset do Rock in Rio, que passará um pouco da sua experiência na liderança de equipes.

Importantes discussões serão tratadas durante o congresso, como a polêmica forma de cobrança do ECAD, a tão discutida Meia Entrada, a Lei Rouanet e o Vale Cultura, além de questões técnicas como planejamento tributário, redes sociais, gestão de carreiras, vendas, mídias, arquitetura de eventos e tecnologias no setor.

“O Congresso é ótima oportunidade para se atualizar, capacitar, entender um pouco mais a cadeia produtiva do setor de eventos, aumentar o networking, rever amigos, parceiros, fornecedores, contratantes e conhecer outros profissionais de eventos de várias regiões do Brasil. Outro ponto muito positivos é para os fornecedores apresentarem seus produtos/serviços, potencializando a captação de novos clientes.”, garante Carlos Alberto Xaulim, presidente da ABRAPE.

As inscrições para o III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos podem ser realizadas pelo site da ABRAPE – www.abrape.art.br.

III Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos

Datas: 27 e 28 de novembro (terça e quarta-feira)

Local: Expominas (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte)

Valores:

Sócio – Isento -1 inscrição

Colaborador de sócio – R$150,00

Outros – R$300,00

Mais informações, programação completa e inscrições: www.abrape.art.br