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Qual o impacto da Reforma Trabalhista para o RH das empresas – Por Celso Bazzola

Foi aprovada a Reforma Trabalhista pelo Senado Federal no dia 11 de julho, tema que era foco de intenso debate, com parcela da população contrária radicalmente e outra parcela defendendo. Nesse ponto é importante ter em mente que Consolidação da Leis Trabalhista Brasileiras (CLT) foi criada por decreto-lei de 1º de maio de 1943, de lá para cá muita coisa mudou.
Por isso, vejo esse momento como um avanço nas relações, principalmente para as áreas de recursos humanos. Possibilitando empresas, sindicato e trabalhadores definirem a melhor forma de conduzir mudanças sem estarem presos a regras que já não fazem parte de nossa realidade.

Um ponto crucial é que muito tem se falado em perda de direitos, mas não se observa mudanças substanciais, porém os colaboradores poderão conduzir de forma mais aberta negociações. A empresa e trabalhadores poderão adequar seus acordos de forma mais efetiva, conforme interesse, onde o sindicato terá fundamental importância nas negociações

Uma coisa que importante é que com isso as empresas poderão ajustar questões de informalidade, como é do parcelamento de férias, que não era permitido, mas que ocorria em grande parte das empresas, por anseio do próprio trabalhador. Assim, se observa que os direitos serão preservados cabendo as partes buscarem o consenso. Assim, isso significa que, em grande parte, a reforma está regularizando o que hoje já se faz, o que todos aceitam e poucos questionam.

Para às áreas de recursos humanos é preciso muito cuidado nas ações que serão tomadas a partir desse momento. As negociações devem estar focadas muito além do simples desejo de obter vantagens na relação, criando mecanismos de sustentabilidade desse acordo, entendo que existe uma interdependência nas relações para o equilíbrio econômico e garantia de ganhos e lucros.
Flexibilizar alguns critérios de negociação, pode aumentar o ganho pelo resultado e a composição justa de uma remuneração total, onde todos obtêm resultados pela importância que cada um tem no processo produtivo.

A reforma trabalhista se mostra importante para modernização da área de recursos humanos das empresas e para suportar momentos de instabilidade econômica, possibilitando a realização de acordos que sejam compatíveis com a necessidade de mercado, evitando situações de demissão em massa ou quebra de empresas como ocorridas recentemente.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH

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Softex amplia ações para internacionalização de startups

Parcerias abrem portas para diversas oportunidades e uma delas é a projeção no mercado exterior. A Softex, na sua missão de internacionalizar tecnologias brasileiras, principalmente aquelas desenvolvidas por startups e empresas de TICs, ampliou sua atuação com mais três HUBs, incluindo em seu portfólio parcerias com players internacionais: as canadenses Latam Startup e Dream2B e a americana International Accelerator.

A Latam Startup, Dream2B e International Accelerator colaborarão para projeção de empreendimentos brasileiros no mercado internacional com programas que oferecem inúmeras vantagens e oportunidades para sua empresa alçar voos mais altos, além de implementar a competitividade do ecossistema empreendedor brasileiro.

LatAm Startup

A LatAm Startup é uma aceleradora especializada em promover negócios entre empresas canadenses e latino-americanas. A sede localiza-se em Toronto, Canadá, o centro financeiro e o maior polo industrial do país, bem como um dos principais centros culturais e científicos. A aproximação com Waterloo, cidade próxima a Toronto, também é um diferencial. A região possui um forte centro industrial de alta tecnologia. A maior fonte de renda da cidade é a fabricação de computadores e produtos eletrônicos, seguida pelo fornecimento de serviços educacionais.

O foco do programa são aquelas empresas prontas para internacionalização. Durante quatro meses de imersão no Canadá, a aceleradora preparará a startup para entrar no mercado norte americano por meio de mentorias, conexões empresariais e comunidade digital, e acesso ao espaço de co-working, possibilitando ampliar ainda mais o network.

“O mercado brasileiro é enorme para ser ignorado pelo Canadá”, disse Miryam Lazarte, CEO da LatAm Startups.

A Dream2B

A Dream2B está localizada em Vancouver, Canadá, um dos centros de desenvolvimento de softwares e de biotecnologia do país. Entre os atributos da cidade estão a concentração de filiais de bancos nacionais e internacionais, mão de obra qualificada, diversas incubadoras e espaços de co-working e apenas a duas horas do Vale do Silício.
Durante dois meses, o programa oferecerá treinamentos para minimizar os impactos culturais da chegada no país disponibilizando escritórios estruturados, mentorias sobre como iniciar um negócio, vistos, network e suporte na contratação de equipes locais.

A Dream2B fez o primeiro programa de aceleração exclusivo para startups brasileiras no Canadá. As Startups que participaram do programa por 7 semanas tiveram 40% de taxa de sucesso, incluindo uma que recebeu investimento de um fundo americano (primeira vez que investiu em uma startup da américa latina) e outra que receberá o startup visa. O processo de aceleração coloca as startups em contato direto com os investidores e potenciais clientes com o treinamento desenvolvido especificamente para elas. Como também, a Dream2B tem parceria com o consulado Brasileiro em Vancouver, Ministry of Internacional Trade e NACO.

A startup Mecasei.com, especializada em gerenciar os preparativos para casamento, que também participou do programa Start-Up Brasil, sob a gestão operacional da Softex, fez parte do programa da Dream2B em 2016. “Participar do programa foi fundamental para internacionalização da MeCasei. Estamos nos preparando para entrar no mercado canadenses em 2018”, disse Marcio Acorci, CEO.

IA – International Accelarator

Para que as empresas brasileiras possam expandir a sua presença no exterior, a Softex, em parceria com a Apex-Brasil, desenvolveu o Projeto de Promoção de Exportação do setor de software e serviços de TI. Essa parceria impulsionou cerca de 50% das exportações brasileiras de TI no último ano. Ao assumir a Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) em 2016, a primeira missão do Secretário Maximiliano Martinhão incumbiu à Softex a tarefa de viabilizar a internacionalização de tecnologias brasileiras. E a parceria com a International Acceletator possibilita esse objetivo.

A IA, especializada em levar startups estrangeiras para os Estados Unidos, localiza-se em Austin, Texas, EUA. A região oferece fácil acesso a capital, baixo custo de vida, custo de operação viável e acesso a mão de obra qualificada. O programa é diferenciado e surgiu justamente para suprir as falhas de assistência para modelos de negócios e CEOs estrangeiros, pontos que não são abordados em programas convencionais.

Com duração de um ano, contempla o acesso a rede de investidores, mentores, clientes e parceiros nos EUA; treinamento individual criado para fundadores estrangeiros no país; suporte para descolamento e expansão.

“Com a estratégia dos Hubs internacionais, ampliando seu escopo de atuação, além de promoção comercial objetivamos também a transformação das startups brasileiras em empresas globais”, disse Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

A Softex conta com HUBs em Connecticut e Texas, EUA e agora em Toronto e Vancouvert, Canadá.

Fonte: Softex

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Processo de Coaching auxilia no resgate do potencial que existe em você

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Neste período de crise econômica, mudanças tecnológicas, inovação, tantas incertezas e escassez de trabalho, o brasileiro se reinventa, e muitos, tomam a iniciativa de empreender e tentar se dono do seu próprio negócio.

Para a coach Renata Sottero, em termos práticos, “o potencial representa tudo aquilo que poderíamos fazer, transformar, melhorar”. Porém, por vários motivos as pessoas têm limitações que as impendem de fazer suas escolhas.

“O ser humano, por natureza, se apega mais aquilo que ele perde, ou deixa de ganhar, do que aquilo que ele efetivamente ganha. Para que as escolhas sejam mais efetivas, é preciso saber o que realmente você deseja, e desta forma, escolher qual se aproxima mais do que você quer, do seu cenário ideal”, explica Sottero.

A primeira coisa para entender é: quem é você no momento e no contexto que está vivendo? Saber claramente, qual é o seu papel é fundamental para você acessar todo o seu potencial. Outros pontos são as energias positivas e negativas que o próprio indivíduo leva consigo todos os dias, e a forma de como faz suas escolhas. Todos estes pontos influenciam nos seus medos e angústias e, consequentemente, impedem de usar todo o seu potencial para realizar o que deseja.

A Renata utiliza um exercício no processo de coaching para que seus clientes se reconectem com o potencial. O exercício consta em fazer com que a pessoa pense em uma situação já vivida em que ela tenha agido exatamente de forma eficaz para realizar algum objetivo. “O objetivo é trazer aquela energia, que já existe na pessoa, para o momento presente. Fazer a pessoa lembrar de como utilizou o seu potencial”, finaliza Sottero.

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Fintechs: Noverde é o novo parceiro estratégico do Kitado

As startups Kitado, plataforma gratuita e online de negociação de dívidas, e Noverde, fintech de oferta de empréstimos descomplicados, vão unir força como parceiras estratégicas para ajudar os brasileiros a saírem da inadimplência. O Kitado oferece uma nova abordagem na experiência digital para que os brasileiros deem a volta por cima na vida financeira. Já a Noverde facilita o acesso às linhas de crédito mais barata e com melhores prazos.

Para o diretor comercial do Kitado, Marcos Mylius, a proposta é agregar serviços para ajudar os brasileiros a darem a volta por cima. “O índice de aprovação da nossa plataforma está em 80%, por isso gostaríamos de oferecer mais uma conveniência aos nossos clientes e aos usuários da Noverde”, explica Mylius.

A Noverde oferece diversas linhas de crédito, com juros mais baixos, pagamento facilitado em até 12 vezes, por boleto bancário, com a liberação do dinheiro em até 2 dias na conta do cliente e tudo online, pelo aplicativo e diretamente no celular.

“Escolhemos o Kitado porque a empresa está muito alinhada a nossa primeira abordagem orientada a dados”, explica o CMO do Noverde, Julien Geffriaud.

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iFood adota chatbot que possibilita pedir pizza pelo Facebook

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O iFood apresenta um novo recurso para tornar a experiência de comprar pizza, prato mais pedido do delivery online, ainda mais fácil: o iFood Guru Beta. Essa é uma forma prática e rápida de fazer o pedido, via Messenger do Facebook.

Uma das mais inovadoras foodtechs do mundo, a empresa lançou o recurso para se aproximar dos usuários e simplificar o delivery de comida. Para fazer um pedido, o consumidor precisa apenas iniciar uma conversa com a página do Facebook www.facebook.com/iFoodGuru.

A interação é feita com um robô que, utilizando linguagem natural, recomenda os restaurantes mais adequados para atender àquele pedido, com base na localização, avaliação dos estabelecimentos e sabores disponíveis. Utilizando a versão beta do serviço, é possível pedir uma ou mais pizzas e bebidas. Em breve, o chatbot poderá recomendar outros tipos de culinárias.

“Depois de escolher o sabor, o usuário vai receber as notificações confirmando o pedido e a entrega, direto pelo Messenger. Aí, é só fazer pagamento no ato da entrega”, explica Paulo Floriano, Diretor de Inovação no iFood.

Com a novidade, os consumidores ganham praticidade e economizam tempo, sem precisar parar o que estão fazendo para realizar um pedido. “Como serviço, precisamos estar disponíveis onde nossos usuários estão, independentemente da plataforma. Sabemos que o tempo dos nossos usuários é precioso, e estar em outras plataformas, como o Facebook Messenger, nos ajuda a estar mais perto deles. O iFood está investindo em soluções que ajudem os consumidores no dia a dia e facilitem ainda mais a vida deles”, finaliza Floriano.

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IBM anuncia nova gerente geral para América Latina

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A IBM anuncia que Ana Paula Assis foi nomeada gerente geral para a IBM América Latina. Ana Paula será responsável pela estratégia de negócios da companhia, desenvolvimento de talentos, trabalhará com os clientes e o mercado para ajudar a acelerar a transformação digital e a adoção de inteligência artificial e novos modelos cognitivos na região.

Ana Paula se torna a primeira mulher executiva a liderar a operação da IBM na América Latina.

A executiva sucede o Rodrigo Kede, que foi nomeado gerente geral para a unidade de Global Technology Services para a IBM América do Norte, região que inclui os Estados Unidos da América e Canadá. Kede ficará baseado em Nova Iorque.

Ana Paula Assis conta com experiência de mais de 20 anos na indústria de Tecnologia da Informação e no desenvolvimento de negócios estratégicos, além de uma extensa experiência internacional que inclui uma série de posições de liderança no Brasil, América Latina e global. Na última década, ela atuou como diretora para Indústria de Serviços Financeiros para IBM Global Technology Services América Latina, assim como diretora de Strategic Outsourcing e vice-presidente de Software Group, ambas funções na IBM Brasil.

Em 2015, foi nomeada vice-presidente da unidade de negócio de software para a IBM Greater China Group, região que reúne a China, Hong Kong e Taiwan. No início de 2017, retornou à América Latina sendo responsável pela organização de serviços na região.

“Estou muito entusiasmada em liderar uma organização extremamente talentosa e diversa, em um ambiente dinâmico e inovador como é a América Latina. Temos o compromisso com o progresso de nossa região ao suportar as constantes transformações dos setores público e privado através de incomparáveis capacidades em inteligência artificial, nuvem e conhecimento de indústria. A América Latina está bem preparada para aproveitar essa oportunidade. A tecnologia melhorou a vida das pessoas de formas inimagináveis no último século. Nós vamos continuar a liderar esse caminho e ajudando a construir um futuro melhor”, disse a nova gerente geral para a IBM América Latina.

Ana Paula entrou na IBM em 1996. Ela é formada em Ciência da Computação, com especialização em administração de negócios pela Fundação Getúlio Vargas, e conta com um MBA pela Fundação Dom Cabral.

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GMIC São Paulo: Estão abertas as inscrições para o G-Startup Worldwide

O GMIC São Paulo traz mais uma vez ao Brasil uma etapa do G-Startup Worldwide, um dos mais renomados concursos de Startups do mundo, que irá premiar com mais de USD 1 Milhão em investimentos as startups ganhadoras.

Serão mais de 300 startups early stage inscritas na edição de São Paulo do G-Startup, sendo que os quinze projetos mais inovadores irão apresentar suas ideias para as os principais investidores na América do Sul e estarão automaticamente aceitos no programa FbStart do Facebook, cujos benefícios incluem créditos de anúncios no Facebook, serviços gratuitos de parceiros, suporte a testes de usuários e orientação de gerentes de produtos e engenheiros do Facebook.

O vencedor do G-Startup no Brasil também ganhará três dias de mentoria no headquarter do Google no Vale do Silício, credencial de membro por um ano no G-network, clube de negócios da GWC (G-Network Membership), além de apresentar o seu projeto para as maiores VC’s do Vale do Sil&i acute;cio e concorrer ao prêmio de USD250.000 em investimento.

Vencedor da competição no Brasil em 2016, Fernando Saddi, CEO e fundador da Easy Carros, aprovou a experiência, principalmente por ter recebido um feedback positivo dos sócios dos maiores fundos de investimento do país. A Easy Carros ficou em segundo lugar na grande final nos EUA.

“A participação no G-Startup deu à Easy Carros a oportunidade de criar relacionamento com mentores, investidores e parceiros. Esses contatos renderam frutos relevantes para a empresa”, ressalta Fernando Saddi. O fato de termos conhecido o campus de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, ter tido acesso aos líderes dentro destas empresas e ter a exposição ao fazer o pitch para fundos como Sequoia Capital e o próprio Tim Draper, resumiram uma oportunidade única…”, continua Saddi.

As inscrições para o G-Startup podem ser feitas até o dia 11 de Agosto através deste link: https://www.f6s.com/g-startupworldwideapplications/apply

GMIC São Paulo:

O GMIC São Paulo aborda diretamente as mais novas tendências digitais e traz oportunidades para empresas da América do Sul expandirem seus negócios.

Composto por debates focados em diversos temas que serão abordados por algumas das empresas mais importantes da indústria digital e adjacentes, o evento ainda conta com a presença dos principais empreendedores e investidores locais e internacionais.

Quando: 12 de Setembro de 2017.

Onde: WTC Events Center São Paulo

Website: http://saopaulo.thegmic.com/

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Você tem perfil para empreender em coworking?

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Os coworkings, ambientes de trabalho colaborativos, têm atraído a atenção de investidores graças aos números positivos que o setor apresentou nos últimos anos. A expansão do segmento comprova essa tendência: no ano passado, as posições de trabalho cresceram mais de 50% em relação ao mesmo período de 2015.

O coworking é um empreendimento bastante promissor e o investidor não precisa ter nenhuma habilidade específica para ser capaz de lidar com o cotidiano de um espaço de trabalho compartilhado. No entanto, assim como qualquer setor, é preciso ter um perfil que se adeque a esse tipo de negócio.

Para Bruna Lofego, especialista e desenvolvedora do método “Como Montar um Coworking de Sucesso”, este é um bom momento para investir no segmento, porém antes de se arriscar é necessário que o empreendedor faça um auto análise para saber está apto a ter um coworking.

Ela destaca três pontos que considera importantes:

1° – Cultura do coworking

A diferença entre o escritório próprio e um coworking, fundamentalmente, é a privacidade. Para se dar bem nesse ramo, é importante saber que vai dividir o espaço e conviver com outras pessoas. Portanto, você terá que lidar com todas as vantagens e desvantagens que isso pode acarretar.

“Se a pessoa não gosta de um ambiente compartilhado, não há motivos para abrir um espaço de coworking” enfatiza Bruna, que possui quatro unidades de coworking em Belo Horizonte e São Paulo. “ O exemplo precisa vir de cima e, eu mesma, quando decidi empreender neste segmento, tive que abdicar de uma sala fechada, isolada das outras empresas”, lembra.

2° – Competência em administrar

Segundo Bruna, um escritório compartilhado é um negócio como outro qualquer, uma prestação de serviço que precisa de gestão. “Coworking é administração diária, pura e simples”. Por isso, é importante que você goste de administrar e faça um curso, caso ainda não tenha formação.

“Vale dizer que isso não elimina o seu sonho de abrir um coworking, mas é determinante para que você tenha sucesso no empreendimento”, diz.

3° – Networking diário

Profissionais das mais diversas áreas – de consultores e marqueteiros a advogados e educadores- se reúnem em um coworking. Esse modelo de escritório atrai pelos benefícios financeiros, mas, principalmente, pela possibilidade de networking. Portanto, os escritórios compartilhados apresentam essa característica de sociabilidade.

“Vale dizer que o fato de você não ter tanta facilidade para lidar com o público não tem caráter eliminatório. Eu, por exemplo, sou bem tímida, mas me cerco de pessoas que têm facilidade de comunicação”, recomenda a especialista.

Bruna Lofego possui mais de seis anos de experiência em coworking. Atualmente é CEO e Founder da CWK Coworking, que conta com quatro espaços, localizados em Minas Gerais e São Paulo.

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SPIN Summit 2017 debate tecnologia no Brasil e estimula negócios com Israel

f9d640_bce6f4f8bfcd4916aac16bdefff41039-mv2 Nos dias 9 e 10 de agosto, será realizado o SPInnovation Summit 2017, que promoverá palestras, debates e trocas de experiências sobre o desenvolvimento tecnológico no Brasil e em Israel, um dos principais polos do mundo no setor. Cerca de mil pessoas, como autoridades e participantes renomados, marcarão presença no evento, que tem a finalidade de estreitar a relação entre empresários e investidores dos dois países para impulsionar a geração de novos negócios no Brasil.

“Trata-se de uma excelente oportunidade para compartilhar conhecimentos e entender como os dois países podem trabalhar juntos com inovação e tecnologia. O Brasil possui um cenário atrativo para o desenvolvimento empresarial e, por isso, chama a atenção de mercados importantes no setor, como é o caso de Israel. Dessa forma, o SPIN Summit 2017 irá promover o networking entre as duas nações, com o objetivo de estimular negócios que propiciem o avanço tecnológico brasileiro”, comenta Ric Scheinkman, Diretor da Câmara Brasil Israel, Indústria e Comércio.

SPInnovation Summit 2017

Data: 9 e 10 de agosto de 2017

Horário: 8h30 às 18h

Local: Clube Hebraica

Endereço: R. Hungria, 1000 – Pinheiros, São Paulo – SP

Mais informações: www.spin2017.com

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HID Global adquire Arjo Systems para expandir o negócio de ID de Governo

A HID Global, líder mundial em soluções de identidade confiável, anuncia hoje que adquiriu a Arjo Systems SAS, fornecedora de soluções de identidade física e digital para aplicações seguras de identificação governamental. Com a aquisição da Arjo Systems, a HID Global terá maior capacidade para implantar soluções de identificação eletrônica (eID) e e-Passport para programas governamentais.

“Nossa aquisição da Arjo Systems avança significativamente o nosso negócio de ID de Governo para o cidadão, ampliando nosso alcance geográfico e massa crítica”, disse Stefan Widing, presidente e CEO da HID Global. “A Arjo Systems é um importante acerto para a HID Global, que complementará nossas ofertas de ID de governo com uma ampla gama de capacidades para agências governamentais, impressoras estatais e integradores locais”.

A aquisição reúne estratégias complementares, bases de clientes e ofertas que possuem fortes sinergias para apoiar a inovação contínua para clientes de identificação de governo para o cidadão. A Arjo Systems promove a HID Global como um fornecedor de soluções de eID e e-Passport, um dos poucos sistemas operacionais comprovados, com produtos complementares e novos recursos de software, serviços de integração e conhecimento de mercado, expandindo a presença da HID Global em mercados emergentes seletos, oferecendo um apoio ainda maior aos clientes e integradores governamentais.

A Arjo Systems será incorporada ao negócio de soluções de ID de Governo da HID Global. Com aproximadamente 100 funcionários em geral, a Arjo Systems continuará suas operações na França, Itália e Hong Kong.

Ancorada por mais de duas décadas de experiência no mercado de governo, a HID Global emitiu mais de 150 milhões de IDs para governo em mais de 50 países para grandes projetos que incluem identificação nacional, passaporte eletrônico, identificação de residente estrangeiro, carteira de motorista e programas de registro de veículos.

Para saber mais sobre as soluções de identidade confiável da HID, acesse www.hidglobal.com.br

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O setor de educação é um dos mais vulneráveis a ataques de segurança

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Por Ricardo Santos, Cisco Educação América Latina

Recentemente, notícias sobre o maior ataque cibernético dos últimos tempos se espalharam pela rede. O “WannaCry” sequestrou e bloqueou o acesso aos arquivos dos computadores de diversas organizações, exigindo um resgate de U$S 300 bitcoins por máquina infectada. Ao todo, mais de 150 países foram afetados, incluindo organizações brasileiras, e a ameaça continua evoluindo, podendo causar ainda muitos prejuízos.

Dentre todos os setores da economia, a área de educação é uma das mais vulneráveis a ataques de ransonware. Diferentemente de outras organizações, como bancos que têm foco em segurança, a cultura organizacional das instituições de ensino foi projetada para incentivar e facilitar o acesso às informações e a troca de conhecimentos entre diversas pessoas. Professores, alunos e pesquisadores costumam acessar informações da rede escolar a partir de diferentes locais, dentro e fora do campus, e de vários dispositivos. E quanto maior o número de pessoas e aparelhos conectados, maior é a probabilidade de um ataque.

Some-se a isso o fato de que as organizações criminosas dedicadas a prática dos crimes cibernéticos estão se tornando mais sofisticadas e profissionalizadas, com a possibilidade de ataques de qualquer parte do mundo, e você terá um ambiente de vulnerabilidade perfeito. Algumas facilidades tecnológicas contribuem ainda mais para a extorsão de vítimas como a solicitação de resgates, por meio de programas de software prontos para serem comprados e vendidos a custos muito baixos, e o bitcoin, que é um sistema monetário virtual que opera sem a supervisão do Banco Central.

Basta um simples erro de um usuário final como um clique em um arquivo infectado de e-mail duvidoso para que o mal seja feito e o prejuízo pode ser grande. Além da privação do acesso à informação, muitas instituições também acabam pagando por um resgate, mesmo que especialistas não recomendem essa prática. Segundo o CDE – Center for Digital Education somente no primeiro trimestre de 2016, as Instituições de Ensino americanas que foram vítimas do ransomware pagaram 209 milhões de dólares pelo resgate dos dados aos sequestradores – um aumento significativo comparado aos 25 milhões de dólares pagos em 2015.

A maior preocupação por parte dos gestores de Instituições de Ensino com esses crimes está voltada para a proteção da integridade dos alunos, professores, pesquisadores e da comunidade acadêmica em geral. Também existe um grande cuidado em evitar um impacto negativo sobre a reputação da marca, garantir a continuidade das operações da instituição e a própria qualidade do ensino.

Portanto, é necessário que a questão de segurança digital nas instituições seja considerada um problema de todos e não só da área de TI. Isso deve envolver toda a instituição desde os líderes das áreas de gestão, acadêmica e de tecnologia da informação, até usuários finais, para que seja implementada uma política com boas práticas envolvendo processos, comportamento das pessoas e tecnologias, evitando e minimizando as ameaças virtuais.

Esse plano de segurança digital precisa ser multidisciplinar, atualizado e bem comunicado para as diferentes áreas. Governo, Indústria e Instituições de Ensino têm intensificado esse debate e já existem boas referências de modelos e boas práticas, tal como a publicada pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) dos Estados Unidos – que oferece uma estrutura pronta para organizar ideias e atividades em segurança cibernética.

Ampliar o debate e a conscientização entre a alta administração das Instituições sobre as ameaças e também sobre os benefícios oferecidos pela Transformação Digital é muito importante. A digitalização é um caminho sem volta e, no setor de educação, é essencial para possibilitar uma comunidade de professores e alunos cada vez mais conectada, colaborativa e com maior acesso à educação de qualidade.

Infor reforça estratégia com setor de hospitalidade

A Infor, provedora líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que o setor de hospitalidade tem passado por um momento de expansão. As soluções para empresas de turismo, hotelaria, jogos (como cassinos e casas de jogos) e restaurantes, que ampliam a visibilidade empresarial, têm interfaces modernas para os usuários e desenvolvimento flexível, contribuíram para a expansão do relacionamento com mais de 3 mil organizações no ano fiscal de 2017, encerrado em maio.

Entre novos clientes da Infor e os que expandiram o relacionamento com a companhia estão as marcas Trumpo Hotels, AMResorts, 1 Hotel Brooklin Bridge (uma propriedade da rede Starwood hotel), Hersha Hospitality, Unscripited Durham e The Time Nyack (todos do grupo Dream Hotel), Holekulani, e Hotel Fantasyland, e rede Accor, da América Latina.

“No Vienna House, precisávamos oferecer aos nossos hóspedes uma experiência moderna e bonita e encontramos na Infor o foco que precisávamos, alinhado ao valor da companhia, e por isso escolhemos implementar o Infor HMS”, afirmou Stefan Urdl, diretor de TI do Vienna House. “O Infor HSM é flexível o bastante para entender nossas necessidades únicas, de nos dar insights valiosos sobre nossas propriedades. Assim, podemos ter acesso a informações importantes para as tomadas de decisões de negócios”.

As soluções da Infor para hospitalidade são destinadas a ajudar clientes a se diferenciar em um cenário competitivo e concorrido, por conterem funcionalidades específicas e escaláveis que permitem entregar resultados mensuráveis. As soluções que integram a suíte de hospitalidade da Infor permite melhor interação social, móvel, analítica, e tecnologias em nuvem para agilizar as operações e melhorar a experiência dos hóspedes.

“A presença da Infor no setor de hospitalidade cresceu muito ano passado, e esse ano queremos reforçar o relacionamento da companhia com esse setor, que também passa a ser uma das nossas prioridades no Brasil e América Latina”, afirmou Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina.

Para Stewart Applbaum, vice-presidente sênior de hospitalidade da Infor, o intuito da companhia, globalmente é continuar a estreitar o relacionamento com o setor, e expandir a atuação nos próximos anos: “temos trabalhado para desenvolver novos produtos, melhorar os existentes e pretendemos continuar investindo em inovação e transformação para os nossos clientes”.

A Infor fez melhorias nas soluções EzRMS e HMS, nos últimos anos. As duas soluções-chave para a suíte de hospitalidade passaram por atualizações. Agora, o EzRMS, conta com a capacidade de machine learning e modelos preditivos mais dinâmicos, que tornaram o sistema mais preciso, com resposta rápida para situações inesperadas e menos dependente de histórico de dados; o Infor HMS, para clientes de jogos, também ganhou o novo módulo HMS Gaming, que permite aos usuários procurar pelo registro do jogador de forma rápida, facilitando sua localização e até sua premiação, além de prover informações em tempo real para toda a organização, com uma boa experiência para o usuário.

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Entidades do setor de Internet apoiam Reforma Trabalhista

A era digital gerou um novo tipo de trabalhador e também novas relações entre empregadores e empregados, que precisam ser contemplados na legislação trabalhista.

Esse é o principal argumento apresentado por entidades empresariais do setor de Internet ao defenderem a aprovação da Reforma Trabalhista que deverá ser votada pelo Senado Federal nesta terça-feira, 11. O Projeto de Lei 38/2017 já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Se tiver aprovação dos senadores, irá para sanção presidencial.

As entidades que reúnem empresas de Internet entregaram uma carta a todos os senadores em que expressam “irrestrito apoio” ao PLC 38/2017.

Assinam o documento os sindicatos de empresas de Internet de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul, e três entidades do setor: Abranet, Abrint e Internet Sul. Elas representam empresas de serviços de comunicação multimídia, provedores de acesso às redes de comunicações, portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet. Em todo o país são cerca de 104 mil empresas e 330 mil empregados.

Segundo as entidades, o trabalhador da era digital tem “perfil diverso do trabalhador da era industrial”. “Se este foi moldado para a realização de rotinas fixas e atividades repetitivas, aquele busca a consecução de objetivos, com atividades centradas na criação de soluções para problemas e no desenvolvimento de novos mecanismos – tangíveis e intangíveis – para facilitar a vida das pessoas, das empresas e das instituições”, diz o documento. Diante desse novo perfil profissional, as entidades entendem como fundamentais os regimes de trabalho em home office e jornadas com horários diferenciados, previstos na Reforma.

O documento pondera também que as atividades em torno da Internet “representam a sociedade do conhecimento; ou seja, uma sociedade movida pela modernidade, que busca novos parâmetros nas relações de trabalho e de produção, o que leva, inclusive, à extinção de algumas profissões e à criação de outras”.

Na avaliação das entidades de Internet, “o PL 38/2017 coloca o Brasil neste novo cenário, onde já se encontram várias das nações mais desenvolvidas, inovadoras e com economia sustentável”.

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Dual Drive USB Type-C é lançado no Brasil

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A maioria de nós já sofreu por falta de espaço no celular, especialmente quando decide gravar um momento importante com amigos, familiares ou um acontecimento muito especial. E é impossível decidir quais fotos ou arquivos apagar. O novo pendrive Dual Drive USB Type-C™ dá a opção de adicionar mais espaço aos novos smartphones com entrada USB Type-C.

O novo pendrive Dual Drive USB Type-C ™ oferece transferência perfeita entre os smartphones e a nova geração de dispositivos USB Type-C ™, como o novo Samsung Galaxy S8, Galaxy A7, A5 e A3 ou a Apple mais recente.

O lançamento inclui um conector USB Type-C reversível e um conector USB padrão (tipo A), que permite ao usuário liberar espaço facilmente em seu smartphone ou tablet, além de transferir arquivos entre eles para PC ou Mac e dispositivos de próxima geração, com maior capacidade e melhor velocidade (até 150 MB / s).

“Com o seu conector reversível, velocidades impressionantes e potencial multiuso, sabemos que o USB Type-C revolucionou o mercado”, disse Alexandre Jannoni, gerente da Western Digital para o Brasil. “Mais dispositivos Type-C estão entrando no mercado e através de nossas unidades móveis Type-C, podemos oferecer aos consumidores uma linha completa de soluções de armazenamento móvel. O novo pendrives da SanDisk oferece flexibilidade para mover, de forma rápida e conveniente, fotos, vídeos e arquivos entre dispositivos, bem como a liberdade de expandir a capacidade dos celulares “.

De acordo com a Strategy Analytics, espera-se que até 2020, 44% dos celulares vendidos globalmente incluam um conector USB Tipo-C, representando um crescimento de 800% nos próximos quatro anos.

A nova unidade também funciona com o aplicativo SanDisk® Memory Zone para Android ™, que permite aos usuários gerenciar e fazer backup de seus dispositivos. O aplicativo, disponível gratuitamente na loja Google Play ™, começa automaticamente quando você insere a unidade em um dispositivo compatível, proporcionando acesso instantâneo ao conteúdo do usuário. Tem garantia de cinco anos.

O SanDisk Ultra® Dual Drive USB Type-C ™ está agora disponível no Brasil na Samsung Stores e Kalunga, com capacidades que variam de 16GB a 128GB e um preço inicial sugerido de
R$ 109,90.

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Se você quer algo novo, precisa parar de fazer o velho – Por Wilson Grava

A pesquisa FEBRABRAN[1] de tecnologia bancária 2017, divulgada pela Federação Brasileira de Bancos, mostrou que os investimentos das instituições bancárias em tecnologia da informação no ano passado foram de R$18,6 bilhões. Apesar da queda em relação a 2015, com registro de R$ 19 bilhões, o resultado do levantamento revela que os bancos são o setor privado que mais investe em tecnologias no país, com aplicação de recursos em software (45%), hardware (35%), telecom (19%) e ferramentas inovadoras, como analytics.

É sabido globalmente que os serviços financeiros no Brasil estão entre os mais avançados e boa parte dessa conquista pode ser creditada ao pioneirismo tecnológico do setor no país. Os bancos por aqui estão mudando a forma como se relacionam com os clientes, promovendo e estimulando a experiência digital, com destaque para internet banking e novas formas de pagamentos móveis (mobile payment).

No entanto, toda essa migração digital traz consigo complexidade e desafios. O incontrolável número de transações eletrônicas e online faz com que as instituições financeiras se estruturem de forma muito certeira – a aposta é muito grande e elas não podem errar, pois talvez não tenham uma segunda chance. De acordo com a IDC[2], a tecnologia de armazenamento de dados baseado em flash é uma das possíveis respostas para essa questão.

Para o instituto de pesquisa, a forma das instituições financeiras encararem a transformação digital converteu a infraestrutura de TI em um “facilitador de negócios críticos”. Entre as vantagens do flash, segundo a IDC, estão a entrega de dados estruturados e não estruturados, que geram novas análises e possibilitam a criação de novas aplicações, inclusive de gerenciamento de risco; a capacidade de lidar um grande volume de dados, de acelerar as aplicações legadas e melhorar o desempenho dessa infraestrutura, além de habilitar para nuvem o data center.

Podemos ainda acrescentar que a mudança da tecnologia de armazenamento de dados baseado em disco para o flash é apoiada por uma governança corporativa rigorosa e em necessidades de conformidade regulatória para proteger informações importantes, como as confidenciais. Assim, o flash consegue diminuir custos de armazenamento com redução de dados, simplificação da gestão e a garantia da continuidade de acesso à informação.

Outro item relevante da tecnologia flash é a proteção dos dados, já que a indústria financeira é um alvo atraente a ataques cibernéticos. Uma violação em larga escala pode gerar milhões de reais aos invasores com apenas senhas e informações capturadas ou venda de dados, como números de cartão de crédito. Isso pode levar o setor financeiro a bloquear os sistemas com esquemas drásticos e proteções redundantes, o que pode impedir usuários autorizados a obter informações importantes. Dessa forma, a criptografia usada por alguns sistemas flash oferece uma proteção e bloqueio dos dados financeiros, mas não há backdoors ou lacunas que um hacker possa explorar.

O flash pode usar um mecanismo de gerenciamento de chave interna de criptografia que mantém a carga longe tanto do administrador quanto do usuário, ou seja, os bancos não precisariam de programas caros de gerenciamento de chave de terceiros. Isso possibilita que as chaves de gerenciamento de criptografia sejam criadas de maneira segura e automática.

Logo, o flash tem um papel muito importante na condução da transformação digital para a indústria financeira. Ele é capaz de oferecer vantagens competitivas, as quais não seriam possíveis com o seu antecessor, o disco. Como cita Peter Drucker, “se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho”.

Wilson Grava é vice-presidente e gerente geral para a América Latina da Pure Storage.

[1] Pesquisa FEBRABRAN de tecnologia bancária, 2017. Disponível em cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/Pesquisa%20de%20Tecnologia%20Banc%C3%A1ria_2017.pdf

[2] Harnessing the Critical Enabler for Digital Transformation in Financial Institutions, fevereiro de 2017. Disponível em www.purestorage.com/uk/resources/type-a/idc-Harnessing-the-critical-enabler-for-digital-transformation-in-Financial-institutions.html

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Em parceria com a Microsoft, Grupo Oncoclínicas vai adotar Inteligência Artificial no tratamento do câncer

Microsoft News  Center Brasil

Microsoft News Center Brasil

O Grupo Oncoclínicas e a Microsoft se uniram em um projeto que vai utilizar Inteligência Artificial (IA) para promover avanços no tratamento do câncer, tornando os planos de combate à doença mais efetivos e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes. O acordo fechado pelas organizações prevê o uso de recursos de aprendizado de máquina (machine learning) tanto para a frente de radioterapia quanto para a de quimioterapia.

Com o uso de IA da Microsoft, o Grupo Oncoclínicas espera ganhar velocidade e assertividade ao planejar tratamentos contra o câncer. As informações geradas a partir de softwares de aprendizado de máquina – capazes de aprender com base nos dados e imagens que recebem – serão utilizadas para apoiar médicos na definição do melhor tratamento para o paciente, oferecendo mais subsídios para que ele possa tomar sua decisão.

Na frente de radioterapia, a utilização da IA possibilitará delinear estruturas de órgãos adjacentes ao tumor ou consideradas de risco de maneira muito mais rápida. Desta forma, o programa passa a oferecer uma série de informações para que o especialista possa estabelecer um planejamento do tratamento que contemple o desenho da área a ser irradiada, com uma redução de horas de avaliação para alguns minutos e em poucos cliques. A tecnologia também trará maior eficiência, já que aprende à medida que analisa um volume maior de imagens. A escolha continua nas mãos do médico, que pode conferir todas as informações, mas ele passa a contar com uma aliada importante em seu processo decisório: a Inteligência Artificial.

Já no campo da quimioterapia, a parceria entre Microsoft e Oncoclínicas conta ainda com reforço acadêmico do Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Universidade de São Paulo (USP). A entidade, que recebe apoio financeiro da Microsoft, terá o papel de agregar pesquisadores que trabalharão no desenvolvimento de um algoritmo capaz analisar e estabelecer correlações entre diagnósticos de diferentes pacientes. O objetivo é que a partir delas seja possível indicar o tratamento mais adequado com base na verificação de uma série de variáveis que podem ter influência direta no tipo de droga receitada para o paciente e também na quantidade de sessões que ele terá de fazer.

“Há um volume cada vez maior de informações disponíveis, e com a Inteligência Artificial é possível utilizá-lo para empoderar médicos e instituições de saúde a avançarem nos tratamentos que oferecem a pacientes com câncer”, afirma Milton Larsen Burgese, Diretor de Setor Público na Microsoft Brasil.

Para Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas, o principal objetivo desta aliança estratégica com a Microsoft é trazer impactos positivos ao tratamento de pessoas com câncer. “O contrato de colaboração mútua entre o Grupo Oncoclínicas e a Microsoft é mais um exemplo dos esforços que temos empreendido para trazer ao Brasil as mais avançadas tecnologias e as melhores práticas assistenciais do mundo no combate à doença”, explica.

“Atuaremos lado a lado na geração de conhecimento e alimentação da base de informações do sistema, compondo assim um banco de dados apurado e preciso em radioterapia. No tocante à quimioterapia, a parceria busca a geração de avanços para o segmento através de mineração de dados e inteligência de máquina. Isso significará a definição de padrões e melhores práticas de tratamento. Nos dois casos, essa união de forças trará benefícios diretos aos pacientes oncológicos de todo o país”, frisa Natel.

Na etapa inicial do projeto, os pesquisadores do CEST analisarão parte do banco de dados do Grupo Oncoclínicas para começar a desenhar o algoritmo de Inteligência Artificial com o objetivo de “ensiná-la” a estabelecer determinadas correlações com base em variáveis previamente indicadas pelo corpo médico em parceria com a Microsoft. O processamento desse grande volume de informações será feito na plataforma de nuvem da Microsoft, o Azure. No futuro, outras bases de dados públicas poderão ser integradas ao projeto, ampliando ainda mais sua capacidade.

Na fase de implementação efetiva, a expectativa é que 16 mil pacientes sejam beneficiados pela parceria entre Grupo Oncoclínicas, Microsoft e CEST para promover avanços no tratamento de câncer. Presente em dez Estados brasileiros, o Grupo Oncoclínicas tem 44 unidades em operação, incluindo clínicas e parcerias com grandes centros hospitalares.

“Estamos criando uma plataforma com dados dos nossos pacientes e da rede pública de saúde. Vamos cruzar informações sobre os novos tratamentos e medicamentos para que sejam adotados os protocolos médicos mais adequados para cada tipo de paciente”, afirmou João Alvarenga, diretor de tecnologia e inovação da Oncoclínicas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2016 tenham ocorrido mais 596 mil casos de câncer no país. Entre os homens, eram esperados 295.200 novos casos, e 300.870 entre mulheres.

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Tecnologia Siemens PLM otimiza planejamento financeiro corporativo

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

A Siemens PLM Software vem ajudando seus clientes a reduzirem o “Custo Brasil”, termo usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem o investimento no País, com a consolidação local da ferramenta Teamcenter Product Cost Management, um sistema de gerenciamento da rentabilidade e dos custos ainda sem concorrência efetiva no Brasil que agrega precisão, velocidade e transparência necessárias para as melhores decisões e para o acompanhamento dos negócios.

Segundo João Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software, no mínimo 80% do tempo dos analistas é dedicado buscando informações dentro das empresas e montando cálculos de custos. Dessa forma, resta menos de 20% desse tempo para ser aplicado no que é realmente uma prioridade para o setor corporativo: a análise de cenários para a melhor tomada de decisão.

“A Siemens chega no mercado com a proposta de inverter esses números: o funcionário passa a concentrar a maior parte do seu tempo simulando potenciais oportunidades de negócios e dedicando menos tempo com processos de baixa complexidade, como é o caso da estruturação de informações de custos e de rentabilidade”, explica.

No gerenciamento atual, informações de engenharia, como organização de estrutura de produtos, fluxo de aprovação, especificações técnicas e desenhos, são gerenciadas por soluções PLM e por sistemas gestão ERP. Entretanto, a gestão de custos e de rentabilidade ainda é feita em planilhas e em sistemas desconectados, indo na contramão do avanço tecnológico.

“A empresa perde muita eficiência e muito dinheiro”, esclarece. “O Teamcenter Product Cost Management é uma solução de PCN (Plano de Continuidade de Negócios) que fornece poderosos alicerces para ambientes que já possuem gerenciamento de informação de engenharia, como o PLM e o ERP”, esclarece Vassalo.

A tecnologia PCN da Siemens permite medir todos os custos e a produtividade financeira de uma empresa quando ela pretende produzir algum novo produto, exceto variáveis de mercado. Antes de um novo produto ser lançado, a ferramenta de simulação consegue prever qual será o custo final da nova linha de produção de forma consolidada e simplificada. “Podemos melhorar pontos na complexidade tributária brasileira que estão em nosso controle, como tornar um gerenciamento de custo e de rentabilidade mais eficiente”, aponta o executivo.

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Coragem de abrir as portas para os clientes – Por David Grinberg

Muitas fazem por obrigação, mas poucas fazem por convicção. Empresas que convidam clientes para conhecerem seus processos são fato raro na cultura corporativa. E por que uma empresa líder faz tanta questão que seus consumidores conheçam, literalmente, sua cozinha? O que para alguns pode parecer estranho – e até incômodo – para o McDonald’s é motivo de orgulho.

No Brasil, a companhia atingiu a marca de 1 milhão de visitas, somente no primeiro semestre de 2017. Isso porque, mais do que uma meta entre os funcionários, mostrar todo o cuidado no preparo de uma refeição – desde o estoque até a mesa – é uma tarefa realizada com grande satisfação. Explicar os segredos de uma batata crocante, da higiene das mãos, do uso dos equipamentos de segurança e da refeição dos funcionários (eles comem arroz com feijão!) gera uma confiança quase inabalável em um cliente que já tem a marca entre as suas escolhas de refeição e momentos em família.

Alguns especialistas dizem que o McDonald’s ensinou o brasileiro a comer hambúrguer. Há quase 40 anos no Brasil, ouso dizer que fez mais do que isso – e não é pouco introduzir um novo ingrediente no dia a dia dos brasileiros. Abriu caminhos para outras marcas entrarem no país e foi seguida em muitas delas. Mas percebo que no setor ainda somos os únicos a efetivamente convidar os cientes para conhecer cada detalhe da preparação de um sanduíche. Temos qualidade atestada e rastreada entre os nossos fornecedores, temos processos e nos orgulhamos disso.

Cometemos erros? Claro que sim. Mas identificamos, encaramos e resolvemos. O cliente ‘perdoa’ quem assume a falha e, verdadeiramente, quer corrigi-la. Atendemos todos os meses milhões de consumidores e as reclamações registradas no nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) representam 0,006% desse total. Mas não podemos pensar em outra meta que não a de zerar essas manifestações. Queremos que a experiência em um restaurante McDonald’s seja sempre inesquecível. Afinal, estamos de Portas Abertas para recebê-lo.

David Grinberg é diretor de Comunicação Corporativa da Arcos Dourados e responsável pela gestão do Atendimento ao Cliente na companhia.

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