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Mais de 80% dos colaboradores da multinacional Sage praticam ações voluntárias

De cada dez brasileiros, três já realizaram alguma ação voluntária na vida, segundo pesquisa do Datafolha. Inseridos nessa estatística, estão os mais de mil funcionários da Sage Brasil, que, por meio de um modelo pioneiro de filantropia corporativa, adotaram o costume genuíno de ajudar o próximo.

Presente em 23 países e líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, a britânica Sage trouxe ao país desde outubro de 2015 a instituição Sage Foundation, com o modelo de filantropia “2 + 2 + 2”.

O modelo que vem transformando a vida dos funcionários da Sage no Brasil e das comunidades por onde a empresa atua, baseia-se em disponibilizar 5 dias úteis por ano para os funcionários praticarem o voluntariado, o que significa 2% do tempo de trabalho, além de disponibilizar 2% de seu caixa e conceder duas licenças de produtos às instituições beneficiadas, organizações não-governamentais e iniciativas sociais. Concluindo, portanto, o “2 + 2 + 2” – tempo, recursos e tecnologia por um futuro sustentável.

Desde doação coletiva de sangue até aulas de administração de empresas para entidades carentes, passando por reformas em comunidades e ações com jovens e idosos, a Sage Foundation já apoiou mais de 100 instituições e conquistou mais de 23 mil horas de voluntariado. “O trabalho voluntário que faço em um orfanato é gratificante! Tem um papel importante no resgate de uma forma de ajudar as pessoas. São cidadãos que, lá na frente, reconhecerão a ajuda recebida. Isso não tem preço, tanto para quem pratica quanto para quem recebe”, conta o funcionário Alex Cervino de 34 anos.

Os colaboradores da Sage engajam com uma programação frequente de ações nas regiões de Porto Alegre, Curitiba, Americana (SP), São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, e sempre com histórias emocionantes a serem contadas. Nesta sexta-feira (14), por exemplo, em comemoração ao Dia da Caridade, alguns colaboradores, em parceria com a instituição Habitat for Humanity, reformarão casas na comunidade de Heliópolis, em São Paulo.

“No início, implantar o trabalho voluntário no Brasil foi um desafio. Grande parte dos nossos colaboradores não estava acostumada a realizar atividades de voluntariado e não se sentia confortável em sair do trabalho para realizar qualquer ação fora dali” conta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina, que afirma que hoje em dia a prática do voluntariado estendeu-se para além do ambiente corporativo. “Muitos colaboradores passaram a atuar nas entidades também durante fins de semana e envolveram suas famílias. Agora, posso afirmar que a prática de voluntariado se tornou um processo endêmico na Sage Brasil”, ressalta Jorge

Promover sustentabilidade social, econômica e oportunidades de empreendedorismo nas comunidades onde atua são princípios que norteiam a atuação da Sage, tanto em nível global quanto nacional.

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É preciso enxergar o futuro da experiência do cliente – Por Guilherme Porto

Trabalhar com a experiência do cliente hoje não se resume mais a atender bem, realizar uma venda ou responder às dúvidas com relação a determinado produto ou serviço. É preciso interagir e conhecer todo o histórico do cliente e aproveitar todos os dados captados para o planejamento de estratégias futuras. Mas como fazer isso? A análise preditiva pode ser uma das soluções.

É possível usar esse tipo de análise para resolver problemas que antes não eram percebidos. Ela ajuda a descobrir hábitos do passado que podem sinalizar o que está por vir e, com isso, identificar oportunidades de negócio ou até mesmo uma provável crise. A análise preditiva, que pode ser realizada por meio de ferramentas avançadas aplicadas em toda a base de interação com o cliente, será capaz de apontar padrões ocultos que o especialista humano não identifica, resultado de matemática aplicada. Ou seja, ela transforma dados comuns em informações analíticas para a tomada de decisão ou estratégia.

Se antes especialistas atuavam com base no histórico do cliente e usavam as informações coletadas somente no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para influenciar as operações, hoje contamos com a tecnologia para nos auxiliar na previsão de tendências e em como aprimorar a experiência do cliente nos mais diversos canais. Tudo isso tendo em vista a quantidade de dados que podemos extrair e que nem sempre temos como analisar e entender.

No modelo preditivo, várias funções matemáticas serão capazes de aprender e mapear tendências, tendo um conjunto de variáveis de entrada de dados e um objetivo como resultado desejado. Com este “treinamento” supervisionado a ferramenta otimizará o modelo, tornando possível extrair nomes de clientes que irão apresentar um comportamento que indique uma crise, uma possibilidade de churn (métrica para avaliar retenção de clientes e projetar crescimento) ou a receptividade para um cross selling (venda de produtos adicionais) ou up-selling (venda de produto superior e de maior valor).

Com essas informações conseguimos prever tendências como a necessidade de mudanças em produtos e serviços citados ou não nas redes sociais ou uma crise gerada por comentários negativos que podem tomar proporções que comprometam a marca ou o produto. Com a enorme quantidade de dados existentes que os clientes oferecem, cada vez mais será possível extrair a relevância das informações e definir estratégias de retenção, vendas e de necessidades de produtos e serviços.

Guilherme Porto, CEO da Plusoft

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App permite solicitar orçamento e comprar medicamentos e cosmeticos manipulados

O mercado de Farmácias de Manipulação, em ascensão no Brasil, movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano e conta com mais de 7.200 estabelecimentos, segundo dados Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), se destacando pelo “feito sob medida” e também pelo preço.

De olho no movimento do setor e, para facilitar o processo de compra e venda de manipulados, o Farmácias APP, marketplace mobile que reúne redes varejistas do segmento de saúde e beleza, lança nova funcionalidade: agora, os usuários podem enviar imagem das receitas médicas via smartphone para solicitação de orçamento e compra de medicamentos ou cosméticos manipulados.

“A nova funcionalidade do aplicativo permite às farmácias de manipulação e homeopatia aumentarem o seu leque de clientes. Além disso, facilita todo o processo de gerenciamento dos pedidos recebidos”, ressalta Robson Parzianello, diretor de tecnologia do Farmácias APP.

Enquanto as farmácias de manipulação e homeopatia ganham um novo canal de vendas, os usuários passam a ter uma gama de estabelecimentos e, consequentemente, maior oferta de para cotação de preços, de maneira rápida, simples e segura. Segundo a Anfarmag, é possível economizar de 30% a 40%, dependendo de fatores como as substâncias utilizadas e a quantidade prescrita.

“Muitas farmácias de manipulação ainda trabalham com o orçamento feito pessoalmente ou pelas ferramentas de mensagens, como o whatsapp. Agora, ficou muito mais prático para o consumidor que procura um medicamento manipulado. Reunimos, em um único local, as melhores ofertas e estabelecimentos. Basta apenas enviar a foto da receita pelo aplicativo e em até 24 horas, o cliente recebe os orçamentos dos fornecedores. Nossa solução facilita, inclusive, que pessoas de cidades menores, que não tenham muitas opções em suas regiões, possam realizar suas compras de maneira fácil e segura”, destaca Parzianello.

Atualmente, o Farmácias APP conta com 3 grandes redes de farmácias, 2 redes de cosméticos, 1 loja de produtos hospitalares e odontológicos, 2 lojas de suplementos, 1 loja de produtos para cuidados infantis, 1 loja de aparelhos de cuidados pessoais e 3 farmácias de manipulação cadastradas, que entregam em diversas regiões em todo o território nacional.

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MicroStrategy incorpora inteligência artificial a sua plataforma analítica

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, anunciou o lançamento da MicroStrategy 10.8. A mais nova versão de sua plataforma analítica MicroStrategy 10™, que está disponível também no Amazon Web Services (AWS), incorpora inteligência artificial, o que permite análises mais avançadas e preditivas. O sistema estatístico open source R, embora já estivesse integrado à plataforma e fosse utilizado por grande parte dos clientes da MicroStrategy, passa agora a ser empacotado e instalado juntamente com a solução analítica, facilitando o processo de aprendizagem de máquina (machine learning).

“Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse tipo de sistema permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. O principal diferencial é a capacidade de aprenderem sozinhos, modificarem padrões conforme novos comportamentos são identificados e adquirir um conhecimento em cima da base de dados. Desta forma, com a incorporação do source R e da inteligência artificial, o usuário consegue, por exemplo, identificar tendências, fraudes, desvios, entre outros indicadores importantes para os negócios, com muito mais rapidez e assertividade”, ressalta Tiago Sanchez, diretor de pré-vendas América Latina da MicroStrategy .

A nova plataforma MicroStrategy 10.8 também chega ao mercado com diversos aprimoramentos em suas funções de Data Discovery, novos padrões e design mais responsivo, visando maiores usabilidade e acessibilidade. A inovadora paleta de cores, desenvolvida com base em pesquisas baseadas no mundo natural, dá aos usuários mais opções para definir as cores dos dashboards, além de torná-los visualmente muito mais atrativos, sem muitos esforços. Essa paleta está disponível tanto no MicroStrategy Web como no MicroStrategy Desktop.

Outro ponto importante da nova versão e que faz total diferença diante do advento do Big Data e da crescente necessidade das empresas de acessarem inúmeras e diferentes fontes de dados, é a nova galeria de conectores personalizados. A plataforma MicroStrategy já disponibilizava APIs para a criação desses conectores. A diferença é que com a MicroStrategy 10.8, além dessa possibilidade, o usuário pode acessar o banco público de conectores de dados – criados anteriormente por outros desenvolvedores – na Comunidade MicroStrategy, fazer download, atualizar e usá-los como julgar oportuno. Atualmente, estão disponíveis diversas amostras, como para OneDrive®, Box, Weibo®, MuleSoft® e ElasticSearch®, todos facilmente acessíveis aqui.

O MicroStrategy Mobile também traz importantes aprimoramentos no que tange maior segurança, desempenho e emparelhamento tanto com sistemas operacionais Android™, como iOS®. Além disso, o Usher plataforma de segurança móvel traz como novidade o Usher Analytics™. Esses dashboards pré-formatados permitem visualizar informações de aplicações corporativas de IoT, destacando indicadores chaves. Com ele é possível criar visualizações personalizadas e responder a perguntas de negócios sobre acesso e presença de usuários.

“O lançamento da MicroStrategy 10.8 é um marco importante e vem ao encontro da nossa missão de estar em constante evolução e ao mesmo tempo manter o comprometimento com o sucesso das aplicações de nossos clientes. Novas tecnologias e funcionalidades estão sendo sempre incorporadas em nossa plataforma. A exemplo do que fizemos com a mobilidade, BI na nuvem, análises de grandes volumes de dados, Big Data, Data Discovery e self-service BI, estamos fazendo com learning machine e IOT. A ideia é que nossos clientes tirem o máximo proveito das oportunidades de negócios facilmente detectáveis com o apoio de uma plataforma corporativa unificada”, finaliza Sanchez.

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Saiba como prevenir lavagem de dinheiro na empresa – Por Eduardo Tardelli

Atualmente, falar sobre lavagem de dinheiro no Brasil não é algo fácil. Porém, diversas empresas nacionais e multinacionais começaram a implantar em sua rotina de compliance o processo de PLD, um sistema de prevenção à lavagem de dinheiro.

No ano de 2012, foram criadas diversas regras que têm como principal objetivo coibir essa atividade ilícita. Com a publicação desse novo código de prevenção, empresas de qualquer porte e modalidade precisaram encontrar meios de se adaptar e melhorar seus processos.

Com o avanço de tecnologias voltadas para a análise de dados, identificar e prever riscos ligados a lavagem de dinheiro dentro de empresas se tornou um processo dinâmico. Esse problema costuma deixar um grande rastro, mas engana-se quem pensa que é fácil identificar. No Brasil, por exemplo, não existem dados estatísticos que nos mostrem quais os impactos dessa ação nos setores públicos e privados, apenas ouvimos muito sobre o tema em reportagens na TV e internet.

Para conseguir ter sucesso na otimização de processos voltados para a prevenção da lavagem de dinheiro, é necessário ter em mãos a tecnologia certa. De maneira manual, é quase impossível buscar informações em diversas bases de dados, por isso, a plataforma escolhida precisa ser boa o suficiente para colhe-las de forma automatizada.

Pensando nisso, listei abaixo cinco dicas que podem ajudar nessa hora:

1) Busque informações nos diários oficiais: poder consultar em âmbito nacional todos os processos ligados a lavagem de dinheiro relacionados a uma pessoa jurídica em específico, pode contribuir para uma análise estatística relevante. Os resultados obtidos poderão te orientar em processos de due diligence e backgrounds. Dessa forma, as decisões passam a ser tomadas com bases em dados e, principalmente, fatos;

2) Analise o quadro societário das empresas: observar o quadro societário de uma empresa é extremamente importante para a tomada de decisão, pois ajuda a compreender as mudanças que ocorreram durante um determinado período. Analisar o perfil dos sócios pode dizer muito sobre o tipo de pessoa e empresa que seu negócio está lidando;

3) Consulte o histórico de participações societárias de uma pessoa física: para te dar um insight precioso, um dos pontos mais relevantes de se fazer uma análise de participações societárias é a oportunidade de identificar empresas laranjas. Como sabemos, elas geralmente são utilizadas para lavagem de dinheiro. Se você está lidando com uma pessoa que possui participação em diversas empresas desse tipo, você provavelmente estará negociando com um criminoso;

4) Verifique sempre empresas e pessoas relacionadas ao negócio: o universo que uma empresa está inserida deve ser levado em consideração. Podemos fazer uma série de questionamentos para entendermos o quão primordial o contexto de uma entidade é relevante para o processo de prevenção da lavagem de dinheiro. Quer um exemplo interessante? Quem poderia imaginar o envolvimento do grande frigorífico com o Presidente da República? Viu como analisar pessoas e empresas relacionadas é importante e que pode otimizar seu processo de PLD?;

5) Identifique pessoas que podem ser politicamente expostas: uma pessoa politicamente exposta é um outro fator importante e ter acesso a informações de campanhas políticas, como o financiador, é completamente fundamental. Em 2003, por exemplo, o governo brasileiro criou o ENCCLA (Estratégia Nacional de Combate a Corrupção e a Lavagem de Dinheiro) para regulamentar algumas obrigações ligadas ao sistema financeiro em relação a PEPs.

Por fim, para criar um processo eficiente de prevenção da lavagem de dinheiro na sua empresa é fundamental conhecer os principais canais de acesso a informação para auxiliar na tomada de decisão. Investir em uma tecnologia robusta é o primeiro passo e um diferencial, já que vemos cada vez mais as áreas de conformidade adaptarem seus processos a análises de dados e informações relevantes.

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento.

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Simplic dá dicas para não cair na cilada do boleto falso

As compras online são cada vez mais parte da vida do brasileiro. Seja pela conveniência de poder fazer tudo do conforto de casa ou pela facilidade de comparação de preços, marcas e lojas, o fato é que o setor não para de crescer. Após fechar 2016 com R$44,4 bilhões de faturamento, a previsão é que o varejo eletrônico cresça 12% em 2017, faturando quase R$50 bilhões, segundo estimativa da Ebit.

É preciso ficar atento para não cair em ciladas na hora de comprar pela internet, especialmente no caso dos boletos bancários, segundo meio de pagamento favorito do brasileiro, atrás apenas dos cartões de crédito, e um dos principais alvos dos criminosos. De acordo com a Febraban, os golpes em boletos somaram mais de R$380 milhões em 2016.

Neste ano, novas regras de registro dos boletos devem dificultar as fraudes, mas, como as mudanças serão graduais, abordando primeiro documentos de alto valor (acima de R$50 mil), os especialistas do Simplic, primeira plataforma de crédito 100% online do Brasil, reuniram algumas orientações para ajudar o consumidor a pagar suas contas de forma segura:

Fique atento aos números do boleto

Pagar boletos tornou-se algo corriqueiro, feito sempre com pressa. Entretanto, uma leitura atenta do documento pode prevenir muitas fraudes, já que a grande maioria contém diversos erros, inclusive nos dígitos verificadores, que ficam no topo do boleto.

Uma das formas de identificar uma fraude por meio da sequência de números é ficar atento ao código da instituição bancária emissora, que aparece à direita do logo do banco e nos primeiros três dígitos da linha digitável (imagem abaixo). Caso os dois números não sejam iguais ou o código não seja o mesmo do banco emissor, o boleto foi falsificado. Por exemplo, ao gerar um documento do Santander (código 033) e notar que os primeiros dígitos são 001 (Banco do Brasil), é possível evitar maiores prejuízos.

Outra informação presente nesse código é o valor a ser pago. Os dez últimos dígitos indicam sempre o valor do documento, sem descontos. Logo, se o valor da conta for R$350,00, os últimos dígitos serão 0000035000. Se algum desses dados não bater, não pague o boleto e procure orientação da empresa fornecedora do serviço a ser pago e do banco.

Tome cuidado com a internet

Muitos brasileiros têm seus computadores infectados por vírus sem saber. De acordo com a GAS Tecnologia, 5% de todos os PCs que acessam o Internet Banking são infectados. Isso significa que mais de 2,5 milhões de computadores fizeram download de arquivos maliciosos. Um dos principais vírus é da família Banker, que altera o código de barras dos boletos como uma forma de desviar os pagamentos. Como o golpe não altera a data e o valor do documento, costuma passar desapercebido.

Para não cair nessa cilada, é crucial estar sempre com um antivírus instalado em sua máquina, além de ter navegadores e aplicativos, como o Java e Flash, atualizados. Além disso, evite gerar boletos em computadores e redes Wi-Fi públicas, uma vez que o risco de invasão e ataque de hackers nesse ambiente é sempre muito maior.

Seja sempre desconfiado

Nos últimos tempos, tem se tornado cada vez mais comum o envio de boletos falsos pelo correio. Golpes de contas de cartão crédito, e até de IPVA, já são conhecidos do brasileiro. Mas o perigo também existe com arquivos enviados por e-mail. Ao receber mensagens com anexos, links e outros dados suspeitos, faça questão de entrar em contato com o remetente da mensagem e checar se as informações recebidas são verdadeiras.

Por último, sempre mantenha cópias dos boletos pagos, sejam eles impressos ou online. No caso de ser vítima de algum golpe, os documentos serão necessários para a abertura de boletim de ocorrência.

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Flex tem novo diretor de tecnologia

Andre Gentil_Diretor de TI

A Flex, empresa catarinense de gestão de relacionamento que oferece uma robusta plataforma multicanal e soluções completas para toda a cadeia de contact center, acaba de contratar o executivo André Gentil como novo diretor de tecnologia. Graduado em matemática com ênfase em informática pela Fundação Santo André e com MBA em gerenciamento de projetos pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP (Universidade de São Paulo), Gentil acumula 27 anos de experiência em consultoria e desenvolvimento de aplicações de alta tecnologia e desempenho, com atuação em importantes empresas do segmento.

“É com muita felicidade que me junto ao time da Flex como diretor de TI. É um grande desafio, mas acredito que com a experiência que adquiri no fornecimento de soluções para Call Center, conseguirei atender as demandas de maior integração e apresentar soluções tecnológicas eficazes para que possamos crescer e nos desenvolver ainda mais”, comenta Gentil.

No mercado há oito anos, a Flex está entre as 10 maiores empresas de contact center do País, empregando mais de 12 mil profissionais. Conta com 14 unidades, sendo sete localizadas em Santa Catarina, e outras sete em São Paulo. A empresa atende grandes marcas nacionais e internacionais e, no ano passado, obteve um crescimento de 24%.

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Vivo e Huawei inauguram laboratório de IoT para testar e desenvolver novas aplicações ao mercado

A Vivo amplia seu escopo de atuação no segmento de Internet das Coisas e inaugura um laboratório de inovação (Open IoT Lab) com foco no desenvolvimento de aplicações fim-a-fim com tecnologia de Internet das Coisas (NB-IoT). Com base em características de baixo consumo de energia, melhor cobertura e a possibilidade de conectar um grande número de objetos, a tecnologia NB-IoT é a próxima tendência importante para a indústria de comunicações e está no centro da estratégia de negócio da Vivo, especialmente no segmento B2B. A implementação do Open IoT Lab conta com a parceria e apoio da Huawei.

O Open IoT Lab, sediado na cidade do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo impulsionar e garantir um ecossistema amplo de parceiros para oferecer ao mercado as melhores soluções comerciais em IoT e contribuir para a criação de um mercado local no País. Esses parceiros também terão acesso antecipado aos novos serviços e soluções combinando os recursos e capacidades da Huawei com os recursos e conhecimentos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vivo – onde será instalado o Open IoT Lab – e contará com diversos parceiros, como Ublox e Quectel – que desenvolvem módulos de conectividade – e a C.A.S Tecnologia – que desenvolve soluções no mercado energético, além de outros parceiros.

“A Internet das Coisas está no centro da estratégia de negócio da Vivo, que já tem a liderança no mercado M2M com quase 40% de market share. Nosso objetivo é complementar o portfólio B2B com soluções IoT com serviços de conectividade, Big Data e novas plataformas. A parceria com a Huawei acelerará o desenvolvimento dessas novas aplicações e estimulará sinergias industriais com outros parceiros, antecipando e acrescentando mais funcionalidade e inteligência na concepção de novas soluções e serviços”, explica o vice-presidente de B2B da Vivo, Alex Salgado.

“A cooperação estratégica com a Vivo na maturação de um ecossistema tecnológico com a utilização do NB-IoT é fundamental para o desenvolvimento de indústrias locais”, explica o CTO da Huawei do Brasil, Taoyuan Zhou.

O acordo representa um avanço para a evolução das redes móveis em direção ao IoT – um mercado em ascensão, que deverá atingir quase 15 bilhões de conexões em 2020, de acordo com projeções da Machina Research. A Vivo já atua em mercados tradicionais, como o de meios de pagamento, rastreamento e de segurança, e também em novas frentes, como utilities, cidades inteligentes, vending machines, carros conectados, medição de audiência de TV, painéis eletrônicos de publicidade e até de carro compartilhado.

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Sucessão é ponto crítico em empresas familiares

O processo de sucessão costuma ser um ponto crítico em empresas familiares. Em muitos casos, o herdeiro não possui um preparo adequado para assumir o controle da organização. Em especial em situações inesperadas, como a morte do controlador da empresa. Repentinamente, o novo gestor se vê diante de diversos desafios, tanto estratégicos, quanto operacionais. E seu posicionamento nestes pontos é crítico para os rumos da companhia.

Uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCooper (PwC), em 2016, mostra que apenas 19% das empresas familiares brasileiras têm um plano de sucessão. Por isso, Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares, chama a atenção para o fato de que, sem ter sido adequadamente preparado, o sucessor enfrenta muita dificuldade em fazer um processo de decisão consistente. “Em situações assim, é comum que as decisões não sejam compartilhadas com outros diretores, podendo ter resultados catastróficos”, alerta.

Justamente nestes casos é preciso ter uma diretoria forte e um Conselho de Administração que possa ajudar muito neste processo de transição da empresa. “O Conselho de Administração é o órgão chave nestes casos. É nele que o novo líder vai encontrar respaldo para os seus processos decisórios e também para as críticas, além de evitar que se tome decisões equivocadas na organização”, diz Valério.

Com experiência de acompanhamento de várias empresas nesta situação, Eduardo Valério explica que o ideal é designar um diretor que não é da família como diretor geral ou CEO por um prazo de transição. Ele será o mentor do sucessor ou dos sucessores deste processo, assim como também, pode ser o representante do Conselho de Administração durante a vigência do processo sucessório. Este cenário é comprovado pela pesquisa da PwC, que aponta que 69% das empresas familiares têm membros de fora da família no Conselho de Administração.

Existem também os casos em que a velha geração opta por deixar a empresa, mas a nova geração ainda não tem a devida preparação para assumir. São situações mais tranquilas do que a substituição inesperada por falecimento. Deve ser feita uma avaliação interna dos possíveis sucessores, buscando-se no mercado um profissional para gerir a transição.

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Uso de aplicativo dobra produtividade de certificadora de grãos no Mato Grosso

58545248 - farmer in a plaid shirt controlled his field and looking at tablet

O Brasil terá de elevar a produção agrícola em até 40% até 2020 para atender à expansão da demanda mundial por alimentos, além de vencer um desafio ainda maior: a logística precária. A tecnologia contribui para diminuir o gargalo, como é o caso de um aplicativo que permite agilizar a emissão de laudos de caminhões carregados de grãos para exportação.

É com esta solução que a AgroService agora emite cerca de 100 laudos todos os dias. O processo é todo digitalizado. A empresa, presente em Tocantins, Mato Grosso e Goiás, é responsável pela certificação de qualidade de grãos de soja e milho transportados para exportação.

Cléber de Medeiros, gerente de TI da Bottega, conta que o desenvolvimento, testes e uso efetivo consumiu 60 dias. “Lógico que não trabalhei todo esse período 100% focado apenas nesta demanda, senão o prazo seria bem menor”, afirma. Como comparativo, a construção convencional de um app do zero — sem plataforma — consome em média 4 meses e meio, segundo pesquisa da Kinvey e AYTM com 100 desenvolvedores. Isso trabalhando 100% focado, sem contar aprovações de clientes e apenas para um sistema operacional.

Há dois meses, o aplicativo é utilizado por 15 usuários em uma unidade da AgroService no Mato Grosso. Supervisores e gerentes da empresa utilizam o app no iPhone, enquanto o time operacional trabalha em Android. Segundo Medeiros, o projeto deve ser expandido para 40 usuários nos próximos meses.

“Quando descobri a uMov.me, detectei que os aplicativos criados na plataforma são perfeitos e com poucas falhas. Trabalha perfeitamente com templates, mas com alto nível de personalização, conforme a necessidade do cliente. Fiz uma excelente escolha”, revela o gerente.

Como funciona o aplicativo de emissão de laudos de grãos?

O app substituiu as planilhas manuais, impressas, que eram enviadas para o escritório central da AgroService por meio de fotos de celular. Lá, o técnico precisava lançar novamente no computador as informações obtidas em cada planilha.

Segundo Edimar Soares, proprietário da empresa, o processo resultava em erros frequentes de digitação, além dos riscos de uma imagem ruim prejudicar o entendimento.

Na tela do celular, o app criado pela Bottega permite anotar quantos caminhões levam cargas de um mesmo produtor, placa, volume. Essas informações de cadastro são necessárias para os certificados de qualidade dos grãos, emitidos pela empresa para sacas de milho e soja para exportação.

Outras opções do aplicativo permitem registrar o controle de despesas, frete e deslocamento. Todos os dados obtidos são enviados para o Center da uMov.me, um painel onde as informações são lançadas assim que sincronizadas com os celulares dos usuários.

“Neste cliente, reduzimos o nível de erros em quase 100% e dobramos a produtividade com o uso de aplicativos”, celebra o gerente da Bottega.

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De mudança para cidades inteligentes – Por Patrícia Vello

Cidades grandes e pequenas em todo o mundo estão ficando mais inteligentes. Isso quer dizer que elas planejam evoluir para se tornarem uma das chamadas smart cities. Quando falamos disso, nos referimos a esforços coordenados do governo, de empresas e de outras organizações para aproveitar as tecnologias de rede que melhoram as condições de habitar, trabalhar e de sustentabilidade para as pessoas que vivem ali. No Brasil, alguns exemplos estão começando a surgir nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Aqui ou em qualquer outro país do mundo, a grande pergunta é se essas cidades terão a infraestrutura de rede instalada necessária para implantar novas e inovadoras tecnologias e realmente aproveitá-las. À medida que as populações metropolitanas (e, portanto, o número de pessoas que precisam ser atendidas por essas implantações) continuam crescendo – será que as redes conseguirão acompanhar esse ritmo?

Como é uma cidade inteligente?

Existem milhões de dispositivos já implantados nas cidades – e outros bilhões estão chegando – que podem tornar a cidade mais inteligente, coletando dados do trânsito, do tempo, do consumo de energia e de água e de muitas outras fontes, comumente em tempo real. Esses dados podem ser analisados ??e o conhecimento resultante ser usado na prática para se entender o que está acontecendo agora e prever o que acontecerá no futuro.

O 5G vai ser o propulsor da cidade inteligente

A cidade inteligente do futuro próximo e, em alguns casos, do presente, é sustentada pelo fluxo ininterrupto e confiável de dados de redes com e sem fio interconectados. Quando os dados precisam ser analisados em tempo real, eles não podem ser de maneira alguma interrompidos ou ter seu fluxo prejudicado por problemas de latência. Há grande expectativa de podermos contar com uma série de melhorias intrínsecas à tecnologia 5G: aumento da largura de banda (até 1.000 vezes por unidade de área), até 100 vezes mais dispositivos conectados e redução de até 90% na utilização de energia na rede, juntamente com taxas de conexão de até 10 Gb/s para dispositivos móveis no campo – um número impressionante.

Felizmente, a próxima geração de redes móveis 5G traz com ela uma nova capacidade para evitar a interrupção e garante que os diversos requisitos de latência, largura de banda e confiabilidade para diferentes serviços possam ser atendidos em toda a rede física atual. Isso é chamado de fatiamento de rede (network slicing).

Por que o fatiamento de rede é tão importante?

Ao privilegiar a conectividade móvel para cada tipo de uso com múltiplas redes virtuais em uma infraestrutura única de rede física, as operadoras podem disponibilizar rapidamente serviços especificamente adaptados para a necessidade de uso de cada fatia. Essa capacidade é especialmente importante nas implantações de cidades inteligentes, já que os dispositivos envolvidos nestes casos podem, direta ou indiretamente, afetar a vida das pessoas.

Pense, por exemplo, em uma rede de atendimento de urgência que tenha sido equipada com ferramentas avançadas de comunicação para ajudar os atendentes a coordenarem resgates rápidos e efetivos em emergências. Se ocorrer um desastre e os habitantes da cidade acessarem rapidamente as redes sociais ao mesmo tempo para enviar textos, imagens e vídeos, as operadoras de redes móveis ainda poderão garantir a conectividade para os socorristas, atribuindo-lhes um acesso de maior prioridade à rede móvel 5G – a fatia deles é prioridade indiscutível.

Preparando a rede: SDN e NFV

À medida que as cidades se tornem mais inteligentes e mais conectadas, as operadoras de rede precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e cada vez mais variadas necessidades da cidade inteligente e de sua população. A chave para isso é a virtualização na forma de rede definida por software (SDN) e de virtualização de funções de rede (NFV). As redes 5G precisarão ser adaptáveis, dinâmicas e programáveis ??de ponta a ponta, valendo-se, para isso, de construções virtualizadas. Portanto, à medida que as fatias individuais da rede sejam implementadas, seu desempenho será adaptado de forma autônoma e programática.

Oportunidades de receitas e ameaças à segurança

As redes preparadas para SDN e NFV abrirão as portas para novos tipos de uso, o que contribuirá para fluxos de receita inovadores e contínuos que vão além da simples conectividade e capacidade.

Qualquer coisa que aumente a diferenciação dos serviços de rede móvel certamente será analisada de perto pelas operadoras de redes já que a largura de banda móvel está rapidamente se transformando em uma commodity – na maioria das regiões, a verdadeira diferenciação é o preço. E a capacidade de assegurar as melhores fatias de rede para serviços essenciais que necessitem de métricas garantidas (como carros sem motorista e serviços públicos fornecidos pela própria administração municipal – atendimentos de emergência, segurança, visibilidade de dados etc.) – ajudarão não só a gerar receita para as operadoras, mas também a garantir a eficácia das tecnologias de ponta das cidades inteligentes na melhoria da vida dos cidadãos.

Em breve, todos nós moraremos em cidades inteligentes?

As cidades e seus habitantes estão mostrando um significativo interesse em aproveitar as muitas vantagens da cidade inteligente. As operadoras de rede terão de intervir e garantir que a cidade conectada do futuro tenha a base de rede para conseguir realizar essa transformação. O aproveitamento da capacidade do 5G de fatiamento ajudará as operadoras a fornecerem conectividade, velocidade e confiabilidade adequadas que cada caso exigirá.

Patrícia Vello, presidente da Ciena no Brasil

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Infor anuncia Coleman, plataforma de inteligência artificial para indústrias

A Infor, provedora de aplicações empresariais por mercado e desenvolvidas para a nuvem, durante o Inforum 2017, em Nova York, anunciou o lançamento do Coleman, uma aplicação empresarial de inteligência artificial para indústrias que será entregue por meio do Infor CloudSuite.

O Coleman é uma solução intuitiva, que opera na superfície das aplicações, minera dados e usa machine learning para melhorar processos como gestão de estoque, rota de transportes, manutenção preventiva, além de fazer recomendações usando a Inteligência Artificial para ajudar os usuários a tomar decisões inteligentes, de forma rápida.

Ao atuar como um parceiro dos negócios por meio da Inteligência Artificial, o Coleman tem alto poder de processamento, linguagem natural, reconhecimento de imagem, além de escutar, falar e conversar por chat com os usuários para ajudá-los a fazer melhor uso da tecnologia. A plataforma desenvolve um relacionamento, que pode ser processado pelo Infor Ming.le, solução de colaboração social da Infor, ou pela própria interface do usuário.

Estudos mostram que a eficiência do usuário melhora com a interação social, principalmente por meio do recurso de voz – afinal, o ser humano fala de 3 a 4 vezes mais palavras do que digita por minuto. Ao processar uma grande quantidade de dados pelo CloudSuite, o Coleman automatiza pesquisas e agrega funções que podem otimizar o trabalho do usuário em 20%, por semana, gerando ganhos significativos na produtividade.

“A Infor investiu anos para automatizar processos que seguem regras claras, como de contabilidade e manufatura. Estamos apostando em machine learning e no acesso a grandes quantidades de dados para dar assistência a usuários com menos estrutura e processos de decisões complexas, conversas, e predições”, afirma Charles Phillips, CEO da Infor.

O Coleman ajuda a otimizar a força de trabalho de quarto formas:

Interações – interações são mais eficientes e naturais, e oferecem melhor experiência aos usuários;
Produtividade – parceiro para aumentar a produtividade;
Automação – gerencia tarefas repetitivas e permite que o usuário foque em trabalhos mais estratégicos;
Insights – provê insights inteligentes para ajudar o usuário a tomar decisões;

Alguns exemplos do que o usuário pode fazer com o Coleman:

– Perguntar sobre o balanço de recebíveis da empresa;
– Conselhos sobre a melhor oferta para o cliente;
– Pedir para indicar o responsável de vendas de determinada conta;
– Perguntar sobre preço que pode ser cobrado por um quarto de hotel;
– Questionar números mensais de vendas em determinada região e período;
– Perguntar o tempo de descanso remunerado de um funcionário;
– Pedir uma solicitação para determinado ítem;
– Solicitar aprovação da promoção de um funcionário.

Alguns elementos do Coleman já estão disponíveis, como gestão preditiva de estoque para a área da saúde, gestão de precificação para o setor de hospitalidade, previsão, planejamento de classificação, gestão de promoção para varejo. No próximo ano, a expectativa é iserir o Coleman nas soluções de CloudSuite para indústrias.

Coleman: uma homenagem a Katherine C. Johnson, pioneira em Ciência, Tecnologia e Engenharias

O nome Coleman foi escolhido em homenagem a Katherine Coleman Johnson, a matemática e física que ajudou o homem a chegar à lua por meio de seus cálculos. Katherine Johnson era ótima em matemática desde muito jovem. Superou os obstáculos da segregação e se tornou uma figura essencial no Programa Espacial dos Estados Unidos. Recebedora da Medalha Presidencial da Liberdade, Katherine teve sua história narrada no filme ‘Estrelas Além do Tempo’, de 2016. Com uma paixão por ciência, tecnologia, engenharias e matemática (STEM, em inglês), ela é uma inspiração para engenheiros e cientistas.

Em comunicado, a família de Katherine Johnson afirmou: “estamos felizes e honrados pela Infor escolher a matriarca da nossa família para representar a inovação analítica e continuar investindo em excelência. Para muitos, ela é um símbolo de resiliência, fonte de coragem e a prova de que tudo é possível. Para Katherine Coleman Johnson, o valor das coisas está no conhecimento compartilhado e não no adquirido”.

Assista ao vídeo da Infor em homenagem a Katherine Coleman Johnson.

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Como as telas mais largas em smartphones influenciam no desenvolvimento de aplicativos

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Se você gosta ou está sempre por dentro do mundo das séries e de novas tecnologias, provavelmente já deve ter ouvido falar que de algumas mudanças que estão sendo encontrados nas exibições da Netflix para séries antigas, como a presença de dublês nas cenas de Friends. Não se trata, na verdade, de um erro de gravação, mas, sim, na alteração de um dos padrões mundiais de gravação. Entenda: se na década de 1990 as gravações eram na proporção 4:3, a alteração dos aparelhos televisivos para o formato widescreen mudou a exibição para o 16:9. Assim, no formato antigo da televisão (praticamente quadradas, 4 por 3), a imagem horizontal era mais estreita e, portanto, várias partes da cena estavam perdidas no enquadramento.

No entanto, esse padrão está novamente sofrendo alterações – agora é a vez dos smartphones. A chegada do aparelho Galaxy S8, da Samsung, é um exemplo disso. O modelo segue o padrão 18:9, também conhecido como 2:1 – nele, um dos lados da tela tem o dobro do tamanho da outra.

Aplicativos, jogos e todas as telas do sistema operacional, portanto, precisam ser remodeladas para serem exibidas no novo aparelho da gigante sul-coreana. “É uma alteração em um padrão mundial, que abre novas opções de exibição ao mesmo tempo em que dita alterações para vários tipos de arquivos digitais”, aponta Vinicius Gallafrio, CEO da MadeinWeb , empresa que busca desenvolver soluções web e mobile.

O novo formato parece estar se popularizando e as empresas rivais da Samsung já começam a demonstrar interesse pela tendência. No Mobile World Congress 2017, realizado em Barcelona, na Espanha, em fevereiro e março deste ano, a LG anunciou que o 18:9 vai ser usado no modelo LG G6, que será lançado ainda neste ano.

Impacto no Desenvolvimento de Aplicativos

Apesar da maioria dos aplicativos para Android já possuir uma certa flexibilidade para serem adaptados e diferentes formatos, o padrão 2:1 representa algumas alterações mais significativas que impactam no desenvolvimento de aplicativos. Isso porque essa proporção é também uma carta na manga: a tela pode ser usada convencionalmente ou com dois apps lado a lado, para agilizar processos multitarefas, como já é possível em computadores e notebooks. Nesse novo formato, no entanto, os aplicativos simultâneos ficariam exibidos em dois blocos de formato quadrado.

“Todos os aplicativos precisam ser atualizados no Google Play para suportar esse novo tamanho de tela mais larga. Do ponto de vista de programação a alteração é bem simples se o seu aplicativo estiver desenvolvido seguindo as guidelines da Google”, explica Gallafrio.

A alteração do padrão se mostra, assim, bem mais significativa e impactante do que parece a um primeiro olhar, já que abre um leque de opções para possíveis combinações de compartilhamento e troca de tela.

Ainda é recente afirmar se esse novo padrão de telas vai realmente se popularizar e se institucionalizar de forma efetiva. A Apple, responsável pela produção de grande parte dos smartphones vendidos no mundo, ainda não sinalizou esse vai aderir a esse tipo de proporção em seus novos lançamentos.

Se ela confirmar essa alteração, o padrão de exibição ganha uma relevância ainda mais efetiva e tem tudo para revolucionar o formato de apps pelo mundo. Também é preciso considerar a resposta do público e as interações de usabilidade, já que é preciso ter um feedback positivo para conseguir emplacar o modelo e tornar o 16:9 tão obsoleto quanto o formato das saudosas TVs de tubo nas décadas passadas.

Enquanto isso, as empresas fabricantes de apps se modernizam para atender às novas expectativas do mercado, possibilitando as funções multitasks, com melhor qualidade de imagem.

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Por que o BIM falha? – Por Marcus Granadeiro

As incorporadoras, as empresas de infraestrutura e as consultorias de engenharia de modo em geral têm investido em BIM (Building Information Model). Compram software, buscam formação em palestras e treinamentos, investem no desenvolvimento de projetos piloto e enchem salas com diversos workshops, seminários e feiras sobre o tema. Não há uma pesquisa formal que relacione os esforços com os resultados, mas a percepção é que o resultado dos projetos é baixo. As poucas e bem sucedidas iniciativas de BIM são um pequeno número perto do volume de vontade e esforço. Por que os projetos falham? Quais os principais obstáculos? Como vencê-los?

Um primeiro ponto é a dificuldade de entender os benefícios do processo e modelo BIM e, assim, não conseguir cobrar ou pagar a mais por ele. O projeto em BIM deve custar mais caro que o tradicional, pois tem mais valor agregado, contém mais informação, maior escopo, resolve mais problemas e é mais complexo de ser desenvolvido. Quanto de economia e risco uma simulação 4D pode trazer na fase de projeto ou mesmo na fase de obra para uma tomada de decisão? Quanto tempo perdido se evitaria com discussões após uma correta análise de interferências ou pleno entendimento do projeto por todos os stakeholders após uma sessão de realidade virtual? Quão mais fácil seria vender um projeto ou uma alternativa construtiva se baseando em um modelo e apresentando simulações? As respostas para estas perguntas não são simples, mas o custo benefício é nítido, principalmente quando analisado pelo ponto de vista de quem pensa de forma estratégica.

Outra questão que dificulta muito está relacionada ao tempo. Com o BIM há um retardo no início dos entregáveis e há necessidade de antecipar a contratação de parte dos profissionais, piorando o fluxo de caixa do projeto. Já o processo tradicional de projeto permite gerar os primeiros entregáveis em um tempo bem menor, assim dá a impressão que é mais eficaz e eficiente. O tempo de preparação, a modelagem e a análise em BIM é maior, em contrapartida o produto sai mais maduro, pois o processo contém mais “travas” e não aceita tudo como o “papel” usado no processo tradicional. Sob este aspecto, a dinâmica comercial precisa ser alterada, o escopo dos entregáveis rediscutidos e os aspectos financeiros e até mesmo o relacionamento serem repensados. É natural ouvir associado ao tema BIM o termo PID, desenvolvimento integrado de projeto. Estes pontos levam a conclusão que é fundamental a participação dos líderes, pois não dá para fazer BIM com o framework e expectativas antigas. A sincronia fica difícil.

Agregando a estes obstáculos há questões de compreensão, uma lacuna de entendimento que a alta direção das empresas tem sobre o tema. O BIM não é tecnologia, é processo, é uma nova maneira de vender, abre possibilidade de novos produtos e serviços e pode ser uma saída para épocas de crise como a que estamos vivendo.

São três os erros clássicos que notamos neste sentido. O primeiro é achar que o projeto apenas por ser em BIM será melhor que o tradicional e, por isso, se investe na tecnologia e no treinamento e sem se preocupar com demais aspectos, inicia-se um piloto. O resultado em via de regra é frustrante, pois o modelo é tão bom quanto a informação que ele contém, assim as falhas de processo e fluxo não são corrigidas e apenas ficam mais evidenciadas.

Depois, ainda nesta linha aparecem as demandas de BIM que acontecem de forma genérica. Fazer em BIM sem um escopo, um objetivo e um plano é fracasso na certa. O fracasso não é culpa da tecnologia, não está relacionada à falta de treinamento ou incapacidade da equipe. Nestes casos é simplesmente falta de estratégia. Completando a tríade da incompreensão sobre BIM, a demanda ocorre tardiamente, ou seja, o projeto nasce da forma tradicional, apresenta vícios e problemas e alguém resolve migrá-lo para o BIM com a esperança de que esta migração será simples e resolverá os problemas de forma mágica.

Colocados os pontos acima, conclui-se que uma das principais causas de problema nas iniciativas BIM e o que poderia alavancá-las de forma exponencial é o entendimento por parte dos diretores e presidentes das empresas sobre o tema. Por incrível que pareça estes é que ficaram para trás. Suas equipes já estão preparadas, os fornecedores a postos e até o governo já se mobilizando para montar um framework adequado. O que falta é o nível estratégico fazer a sua parte para deixar o BIM injetar a produtividade, a transparência e a produtividade que estamos precisando no momento.

Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Tech Data expande acordo com a Hewlett Packard Enterprise para o Brasil

A Tech Data Corporation (Nasdaq: TECD) anuncia hoje que sua área de Technology Solutions, antes uma divisão da Avnet e agora parte da Tech Data, passará a distribuir os produtos com tecnologias inovadoras para data center da Hewlett Packard Enterprise (NYSE: HPE) no Brasil. Na região das Américas, as empresas já atuam em parceria nos mercados do México, Caribe, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Canadá. Premiada pela HPE, a Tech Data distribui os produtos da marca em mais de 20 países.

Pelo acordo, a Tech Data fornecerá aos canais parceiros uma ampla variedade de recursos para ajudá-los a aproveitar oportunidades de negócios nas áreas de análise de dados, big data, computação na nuvem e infraestrutura convergente.

O portfólio da HPE à disposição dos canais parceiros da Tech Data no Brasil inclui toda linha de servidores rack e blades, HPE Synergy, HPE Hyper Converged Operating Environment, soluções de armazenamento via de software StoreVirtual, armazenamento HPE 3PAR Flash, proteção de dados StoreOnce, bibliotecas de fitas StoreEver, soluções de networking para data centers e serviços especializados PointNext.

A combinação única dos serviços completos de suporte ao ciclo de vida da Tech Data e do portfólio de tecnologia empresarial da HPE permite que os parceiros acelerem o crescimento de seus negócios em um mercado em rápida transformação. Ao trabalharem em conjunto, a Tech Data e a HPE reduzem as barreiras dos parceiros à entrada em novas oportunidades, permitem que elas ganhem mais negócios maiores e reduzam seus custos.

“O compromisso da Tech Data com os seus canais parceiros e integradores é desenvolver e entregar soluções de negócios que combinem serviços de alto valor agregado e soluções de software e hardware de ponta. A extensão desse acordo de distribuição para o Brasil possibilitará aos nossos parceiros locais fornecerem soluções inovadoras e completas de infraestrutura convergente baseadas nas tecnologias da HPE e capazes de gerar um impacto positivo nos negócios dos seus clientes, otimizando seus investimentos em TI”, analisa Carlos Negri, vice-presidente e gerente-geral da Tech Data Technology Solutions Brasil.

“Nossa parceria com a Tech Data é muito importante em outros países e o início desta operação no Brasil será uma ótima oportunidade para nossos clientes, uma vez que desenvolvamos projetos integrados e completos de acordo com suas necessidades”, diz Fatima Morganti, diretora de vendas indiretas da HPE.

Como estratégia para dar suporte a essa parceria, a Tech Data criou um grupo dedicado às soluções HPE no Brasil, uma equipe de especialistas à disposição dos parceiros de negócios para ajudá-los a aumentar a comercialização de soluções para data centers utilizando as tecnologias corporativas da HPE. O objetivo é acelerar o sucesso desses canais.

Esse grupo será liderado por Walter Martins, senior supplier manager, e por Marcos Santos, que atuará como brand executive da unidade de negócios da HPE na Tech Data TS no Brasil. Além de possuir experiência técnica e em venda de tecnologias de data centers, principalmente as relacionadas à infraestrutura convergente, Marcos Santos acumula 15 anos de conhecimento em soluções HPE.

Além de uma equipe dedicada, a Tech Data oferece aos seus canais especialistas em treinamento técnico e a possibilidade de realizar o POC (provas de conceito) com soluções HPE em seu Demo Center. Com a sua abordagem especializada em soluções, a Tech Data também fornece conhecimentos extensivos em segmentos complementares do mercado de tecnologia, incluindo computação cognitiva, análise de dados, datacenter, Internet de Coisas (IoT), mobilidade, redes corporativas, além de treinamentos e educação.

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Loja virtual CaféLand reúne mais de 40 opções gourmet em cápsulas

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O mercado brasileiro de cafés gourmet em cápsulas projeta vendas na ordem de R$ 3,5 bilhões em 2020, de acordo com a JDE, segunda maior empresa de café do mundo. O segmento se destaca no país com crescimento médio anual superior a 7%. Os números são promissores e a variedade de novos blends de alta qualidade encapsulados também. Desde marcas mais tradicionais, como Baggio e Octavio, até pequenos produtores locais, como Rafelli, estão lançando opções em cápsulas.

Inaugurado há menos de um ano, o e-commerce CaféLand (www.cafeland.com.br) ilustra bem o atual momento deste mercado: especializado em café gourmet em cápsulas compatíveis com máquinas Nespresso, o site reúne mais de 40 blends – todos nacionais. Com tantas opções, desde as mais suaves até as mais intensas, com variados graus de amargor e nuances de sabor e aroma, como notas de mel, caramelo, chocolate, amêndoas, frutadas ou cítricas.

O café Rafelli, mais recente lançamento exclusivo da CaféLand, é feito artesanalmente e tem sabor exótico, com notas de chocolate, castanhas tostadas e um toque cítrico (R$ 15,50 a caixa com 10 cápsulas). Já a Baggio Café acaba de lançar novos sabores: o Extra Intenso e o Caramelo, além do Chocolate Trufado (R$ 18,50 cada caixa). Dos cinco blends da Octavio Café, que atua desde 1890, dois se destacam: os cafés Safira, com intensidade 10, e Esmeralda, de intensidade 9 (R$ 21,50 cada caixa com 10 unidades).

Esse portfólio ainda vai crescer mais, pois a CaféLand continua pesquisando novos produtores para oferecer ao consumidor uma ampla gama de opções. Para comparar, a suíça Nespresso, que domina o mercado de máquinas de café com quase 9 milhões de equipamentos vendidos no Brasil, oferece apenas 23 blends fixos e outros cinco em edições anuais limitadas.

Além de cafés, a CaféLand também tem diversos sabores de chás em cápsulas para Nespresso. Dos tradicionais chá preto, camomila e erva doce aos mais exóticos, como o Aroma Frutas Vermelhas – hibisco, rosa canina, laranja e maçã – ou o Aroma Chocolate Mint Tea, com menta (R$ 14,12 cada caixa com 10 unidades).

A CaféLand aposta no trinômio: Liberdade de escolha dos consumidores que possuem máquinas de café, Diversidade de sabores e aromas dos cafés gourmet e Praticidade.

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Rede varejista House of Fraser compra inovação em TI da Capgemini

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. A Capgemini continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

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Mais de R$ 9,5 bi do Reintegra aguardam resgate das exportadoras brasileiras

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De acordo com levantamentos da Becomex, uma empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, dos R$ 19 bilhões que o governo esperava devolver às empresas brasileiras exportadoras por meio do Programa Reintegra, apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada, mesmo em tempos de crise. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras do Brasil requisitarem esse benefício fiscal.

Em vigor desde 2011, o Reintegra é um mecanismo criado pelo governo para devolver uma parcela dos impostos pagos na cadeia produtiva às empresas exportadoras de bens manufaturados no Brasil. Como sugere o nome, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

“O crédito proveniente do Reintegra é um recurso extra, um ‘dinheiro novo’ esperando ser resgatado, o que pode impactar positivamente nos resultados da empresa”, explica o vice-presidente de Operações da Becomex, Rogerio Borili.

Antes de solicitar os créditos do Reintegra a empresa precisa fazer uma apuração correta dos dados. Para isso, ao invés de procurar a terceirização dessa operação com parceiros da área jurídica ou da área de TI, o ideal é que se busque uma parceria completa, que possa garantir uma operação com compliance e com soluções de tecnologia feita sob medida, e que atenda às particularidades de cada empresa.

“Optar por um parceiro completo – não só tributário nem somente de sistemas – será estratégico para requerer o crédito, pois as inúmeras intimações nos pedidos se deve às divergências de informações”, afirma Borili.

Os créditos do Reintegra podem ser pedidos trimestralmente, ou seja, em julho já será possível solicitar o crédito referente ao 2º trimestre. É importante ficar atento porque quanto mais rápido for solicitado mais rápido o seu resgate.

Recentemente, levantamentos da Becomex também apontaram que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revelou que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

“O investimento em inteligência fiscal e tributária é fundamental, pois as empresas gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma estratégica, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

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