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Brasil tem novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia

O Governo Federal publicou hoje o decreto 9.283/18 que regulamentou o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, previsto na Lei 13.243/2016 e na Lei 10.973/2004 e em outros normativos. A medida contou com forte apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, principalmente no que se refere aos trechos relacionados ao setor privado.

Segundo o ministro Marcos Jorge, o texto reforça o normativo brasileiro principalmente no que se refere aos incentivos à inovação, pesquisa e desenvolvimento no setor privado, com destaque para o setor produtivo. “Este é um resultado de um trabalho construído em conjunto. Além do governo federal e da iniciativa privada, também houve o trabalho da academia e dos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social”, afirma.

Para o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, “o novo marco legal vai tornar menos burocrática a relação de empresas com instituições públicas de pesquisa, criar instrumentos novos de apoio à inovação como o bônus tecnológico, além de permitir a participação acionária de instituições científicas, tecnológicas e empresas públicas em empresas inovadoras. O marco também vai regulamentar a encomenda tecnológica com empresas, para destacar as principais”, explica.

Fonte: MDIC

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Twitter contrata diretor de parcerias de notícias para a América Latina

O Twitter anuncia a chegada de Gustavo Poloni como diretor de parceiras de notícias para a América Latina. Por ser público, aberto e conversacional, o Twitter é o lugar onde as pessoas vão para ver e falar sobre o que está acontecendo no mundo e buscar assuntos de seu interesse. Essa vocação tão particular da plataforma dá a produtores de conteúdo como os veículos de comunicação a oportunidade de alcançar, em tempo real, uma audiência engajada e aberta a receber informações e participar de conversas sobre as últimas notícias e os fatos mais recentes.

Poloni será responsável por liderar as parcerias de conteúdo com redes de rádio e televisão, mídia impressa e digital e formadores de opinião em geral, além de buscar novas oportunidades para meios de comunicação não tradicionais. “Minha principal missão será estreitar o relacionamento com veículos de comunicação a fim de entender suas necessidades e ajudar a amplificar o acesso a seus conteúdos para uma audiência cada vez maior”, diz o novo diretor de parceiras de notícias para a América Latina. “A ideia é oferecer soluções em conjunto com as diversas áreas do Twitter para que os parceiros da mídia aprimorem seu uso da plataforma e, com isso, tragam mais conteúdo de qualidade aos usuários”, afirma.

Formado em jornalismo, Gustavo Poloni desenvolveu sua carreira em grandes grupos de comunicação, como Editora Abril, onde foi repórter da Veja e liderou o editorial da revista Info, e Editora Globo, como editor-chefe da revista Galileu. Foi também um dos apresentadores do programa Morning Show, da rádio Jovem Pan. No último ano, viveu na Cidade do México, onde também produzia conteúdo para diferentes mídias e publicações da América Latina.

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Lições que as empresas tradicionais podem aprender com as startups

A Nova Economia, mudança criada pela tecnologia, está revolucionando a cultura de gestão corporativa e desafiando os modelos de empreendimentos tradicionais. As startups, empresas inovadoras e disruptivas, estão influenciando as companhias maiores e já consolidadas, que buscam remodelar o negócio para alcançar essa inovação. Um exemplo é a Coca-Cola, que firmou algumas parcerias com startups, que renderam, apenas em 2016, 20% de todo o crescimento da multinacional. São diversas as lições que os empresários podem aprender com os novos CEOs. Para isso, Renato Mendes, sócio da Organica, empresa focada na aceleração de negócios e pessoas dentro da lógica da Nova Economia, e Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha, incubadora de negócios de impacto, separaram algumas dicas. Confira:

Criar uma cultura de negócios orientada ao cliente

A principal medida a ser adotada é conversar com os clientes para entender qual deve ser o caminho do negócio a ser seguido. “A partir de uma lógica de manter um diálogo permanente e de absorção das reclamações, é preciso entender as críticas como uma oportunidade de oferecer ao cliente um melhor serviço”, explica Renato.

Buscar inovação a partir dos feedbacks dos clientes

Após as conversas com o cliente, a crítica recebida deve se tornar uma hipótese de melhoria a ser testada de forma rápida e com o menor custo possível. Sempre buscar a inovação aproveitando os feedbacks dos clientes. “Se ela funcionar, o ideal é que a empresa aplique e busque a escala. Caso contrário, deve ser descartada. É preciso trabalhar em uma dinâmica de melhoria contínua”, diz o sócio da Organica.

Executar mais

As startups planejam menos e executam mais. A partir do momento que a empresa foi orientada pelo cliente, não é preciso planejar por dois anos para só depois colocar em prática. “O conceito de MVP (Minimum Viable Produc), usado pelas startups, é lançar a novidade quando já tiver uma proposta mínima de valor, de forma rápida. Com o resultado, ir melhorando e evoluindo o produto”, completa Renato Mendes.

Troca de experiências

Enquanto as startups podem ensinar essa nova forma de produto e inovação, as empresas tradicionais auxiliam os novos CEOs na escala e na estabilidade. “É importante que as empresas mais estruturadas troquem ensinamentos e auxiliem as startups com o que as fizeram estar tanto tempo ativas no mercado”, diz Ana Julia Ghirello, CEO da AbeLLha.

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76% dos CIOs acreditam ser impossível gerenciar a performance digital, à medida que a complexidade de TI aumenta

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente feita com 800 executivos de tecnologia (CIOs- Chief Information Officers). O levantamento revela que 76% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento de performance digital de uma maneira eficiente. O estudo destaca que essa complexidade está crescendo exponencialmente, de forma que uma única transação feita pela Web ou por dispositivos móveis passa hoje por uma média de 35 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 22 sistemas que eram usados há apenas cinco anos.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 53% dos CIOs planejando a implementação de um número ainda maior de tecnologias nos próximos 12 meses. A pesquisa revela que entre as tecnologias-chave a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (95%), Microsserviços (88%) e contêineres (86%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI agora gastam uma média de 29% do seu tempo lidando com problemas de performance digital, o que resulta em um custo de US$ 2,5 milhões por ano por empresa. À medida que procuram uma solução para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs (81%) dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 83% já possuem ou planejam implementar soluções de Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

“As organizações de hoje estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre conectada e que busca constantemente inovação”, afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace. “Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs perceberam que suas aplicações de retaguarda (Back-End) não foram construídas para os ecossistemas digitais de hoje e, por isso, estão alterando para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar e resolver problemas com rapidez”.

A pesquisa também identificou os desafios que as organizações acham mais difíceis de superar na migração para os ecossistemas Multi-Cloud e arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

-76% dos CIOs dizem que a Multi-Cloud tornam especialmente difícil e demorado o monitoramento e o entendimento do impacto que os serviços de Nuvem têm na experiência dos usuários;

– 72% estão frustrados com o tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementarem novos serviços;

– 72% dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

– 84% dos CIOs dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil o entendimento de seu impacto na performance de aplicações;

– A manutenção e a configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação das dependências e interações de serviços (54%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

“Para que o ambiente Cloud ofereça os benefícios esperados, as empresas devem ter visibilidade de fim a fim de todas as transações”, explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. “No entanto, isso tornou muito difícil porque eles estão construindo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação das aplicações.”

“Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar todos os seus dados. É preciso ser preciso ser capaz de detectar e acionar os ambientes em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista dos clientes”, diz Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 74% dos CIOs dizem que o departamento de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais da área de negócios e dos usuários finais. 78% ressaltaram também que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder a quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 800 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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Cognizant apresenta solução que integra benefícios da conveniência on-line e da experiência na loja física

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolveu a solução Adaptive SpacesTM, que transforma a maneira pela qual os consumidores interagem com os espaços comerciais, como lojas, hotéis ou restaurantes, e geram valor para o investimento imobiliário. Até 2025, qualquer negócio que necessitar de um espaço físico para vender produtos e serviços terá seu modelo transformado e deverá ser um diferencial para a melhoria da experiência dos clientes.

A solução Adaptive Spaces busca transformar o negócio em quatro camadas principais: Experiência – fornece uma visão 360° do cliente em todos os canais e pontos de contatos; Operação – melhora a produtividade e a eficiência por meio de robotização e inteligência artificial; Tecnologia – utiliza soluções de IoT e realidade aumentada; e Integração – integra as atividades do cliente aos sistemas da empresa e gera insights por meio do uso de analytics.

A solução traz como benefícios o aumento de tráfego e a conversão de negócios, reduções de falta de estoque e de custos logísticos, melhoria na exatidão dos estoques e na qualidade das informações para tomadas de decisão.

“Hoje, olhando-se o modelo de demanda e consumo dos millennials, o cliente não abre mão da pesquisa digital antes da compra e, ao mesmo tempo, quer ser atendido de forma personalizada. A solução Adaptive SpacesTM faz com que o ambiente da loja seja um reflexo das necessidades emocionais e físicas do cliente, e foi desenhada para facilitar e motivar emoções e comportamentos desejados”, afirma Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil.

Na prática

Durante a NRF Retail’s Big Show 2018, maior feira de tecnologia para varejo do mundo, a Cognizant fez uma demonstração do uso da solução. O cliente podia entrar na loja do futuro e ter à sua disposição informações digitais de um tênis, como cores e tamanhos disponíveis, em que região era mais vendido, celebridades que usavam o modelo e o publicavam nas mídias sociais, entre outros pontos relevantes. Caso gostasse do produto, uma atendente trazia o modelo escolhido para o cliente experimentar.

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Integração de ofertas e fortalecimento da marca são os alvos da SONDA em 2018

Plano de investimento anunciado pelo novo CEO do Grupo SONDA no Brasil, Affonso Nina, durante o Kick-Off Meeting 2018 prevê a ampliação da oferta por meio das operações presentes no País, além de um conjunto de ações que repaginam a companhia a partir da nova liderança

O anúncio da estratégia para os próximos três anos, que envolve a maior integração das operações presentes no País e no fortalecimento de sua marca, bem como a apresentação do plano de investimentos para 2018, foram os temas apresentados pela SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, durante seu Kick-Off Meeting Brasil 2018, o primeiro que reuniu os times de gestão e de vendas de todas as empresas do grupo presentes no País: Sonda IT, CTIS, Sonda Ativas e PARS.

O evento, sob o comando do novo CEO da SONDA no Brasil, Affonso Nina, foi palco para a apresentação de uma série de medidas que estão repaginando a companhia e sua atuação em território nacional. A nova estrutura organizacional traz uma maior integração comercial e operacional das quatro empresas do Grupo no Brasil, visando o total compartilhamento do amplo portfólio de produtos e serviços e da grande base de clientes. O novo modelo busca também levar aos clientes soluções de TI alinhadas às suas demandas de negócio, com maior conteúdo consultivo, transformacional e inovador.

A criação de áreas que intensificam os conceitos de integração de soluções, segmentação por indústrias, inovação e full outsourcing, assim como a reorganização de algumas posições para aproveitar o know-how do time executivo, também são ações previstas que objetivam desenvolver novos negócios e ampliar a atuação na base de clientes, que conta com aproximadamente cinco mil empresas na América Latina.

Para selar todas as estratégias apresentadas, o evento contou com a participação de executivos vindos da matriz chilena da SONDA, como Raúl Véjar, CEO global do Grupo SONDA, Alberto Merino, Diretor de Desenvolvimento Comercial para a América Latina, e Roberto Jana, Diretor Corporativo de Recursos Humanos, corroborando a confiança da corporação nas iniciativas planejadas para o Brasil.

Para Affonso Nina, a nova fase da SONDA Brasil somada à retomada da economia são fatores que irão alavancar o desenvolvimento de novos negócios, que serão pautados por projetos de inovação e de transformação das empresas. “As oportunidades presentes no mercado, que envolvem a ampliação dos investimentos pelas empresas privadas, o incremento da demanda do setor público, assim como os movimentos internos das companhias para buscar parceiros de negócios para suas demandas contribuirão para o alcance de nossa meta em 2018”, finaliza Nina.

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Três motivos para que os CIOs considerem o GDPR enquanto o prazo se aproxima

Por Aruna Ravichandran, VP de Product Marketing da CA Technologies

Com o prazo de adaptação ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation) da União Europeia chegando ao fim, os CIOs estão correndo para mitigar riscos de multa por não cumprirem com as exigências. GDPR é uma regulamentação que exige que as empresas protegam os dados pessoais e a privacidade dos cidadão europeus para todas as transações realizadas entre membros da União Europeia.

Este é um exercício tático necessário, mas os CIOs não devem pensar sobre o GDPR apenas por este viés. Na verdade, existem três razões importantes para que todos os CIOs vejam o GDPR também de forma estratégica.

Razão nº 1: A responsabilidade futura pelo uso de dados pessoais irá além do GDPR

O prazo final para adaptação ao GDPR (25 de maio de 2018) é uma data importante. Porém, não será a última.

À medida que as organizações acumulam mais dados do cliente, exploram e monetizam esses dados das mais diversas formas, e considerando possíveis usos inadequados dessas informações que expõe os clientes a maiores riscos, é importante que as agências reguladoras e os formuladores de políticas tomem medidas apropriadas.

O GDPR pode ser a resposta atual de maior destaque às preocupações relacionadas aos dados dos clientes, mas é apenas um indicativo das mudanças que estão por vir. Uma nova evolução da economia digital global inevitavelmente levará a outras regulamentações relacionadas à gestão de dados, e não apenas na União Europeia e nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Na verdade, o GDPR foi amplamente discutido em vários fóruns legislativos e regulatórios em Washington DC, inclusive quando Julie Brill, da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, escreveu: “O GDPR terá efeitos abrangentes sobre todos nós… [e] parte do seu objetivo foi definir um padrão global.”

Esta é uma mudança estratégica, não apenas tática. Historicamente, os CIOs consideravam os dados armazenados na infraestrutura corporativa como propriedade corporativa. O modelo tradicional considera os dados como uma propriedade de quem os coleta.

O GDPR sinaliza uma mudança radical neste modelo. No futuro, as empresas apenas pegarão “emprestado” os dados dos seus proprietários (leia-se, dos cidadãos), que terão os direitos específicos relacionados ao ciclo de vida dos mesmos. Os CIOs devem repensar todos os aspectos da empresa digital neste contexto.

Razão nº 2: A conformidade com o GDPR é mais do que apenas a governança de dados

A visão simplista do GDPR é a de que você estará em conformidade se gastar dinheiro com ferramentas de governança de dados e encontrar um agente de dados suficientemente engajado para impor as políticas internas de governança de dados de uma organização.

Mas isso é apenas parcialmente correto. Para cumprir com o GDPR e outros regulamentos relacionados, você precisa da tecnologia certa e das pessoas certas para ficarem de olho nos dados em toda a empresa.

Mas existem muitas outras fontes de dados na empresa digital atual além dos aplicativos e bancos de dados em produção. A pressão para colocar rapidamente novos recursos digitais inovadores no mercado, por exemplo, está fazendo com que muitas equipes de DevOps acelerem e não analisem bem os dados de teste que elas usam para realizar o trabalho. Às vezes, esses dados são enviados para fora da empresa para contratar desenvolvedores e QA shops sem qualquer mascaramento.

Por outro lado, muitas empresas recebem dados de terceiros sem investigar suficientemente as práticas de limpeza dessas informações. Essas ações podem expor uma companhia a responsabilidades graves relacionadas a dados, independente de se achar segura ou em conformidade.

Os CIOs devem considerar a conformidade como uma regra empresarial estratégica. São necessárias políticas fortes, transparentes e eficazes de descoberta, de coleta, de teste, de gerenciamento e remoção de dados, não apenas para garantir o cumprimento, mas também como parte integral da construção de relações digitais confiáveis e duradouras com os clientes.

Razão nº 3: O GDPR é uma oportunidade para a marca, não apenas uma carga imposta externamente.

Quando surge um regulamento complexo e de alto impacto, como o GDPR, é comum vê-lo um fardo. Afinal, para se adaptar ao GDPR, as organizações geralmente usam recursos de outras iniciativas e a atenção do CIO é desviada de outros assuntos urgentes.

Então, por que não considerar transformar os custos que você não pode evitar em investimentos que compensam no longo prazo? Uma boa administração de dados não deve ser apenas algo que fazemos porque somos obrigados. Deve ser algo que fazemos porque é ético e de valor para nossos clientes. Além disso, o GDPR oferece um campo de atuação igual entre as empresas internacionais, incentivando o desenvolvimento de tecnologias inovadoras que podem beneficiar a todos.

Muitas empresas usam a responsabilidade corporativa a seu favor. A rede varejista Whole Foods e a fabricante de roupas e acessórios esportivos Patagonia são exemplos clássicos de empresas que elevam suas marcas e o envolvimento de clientes ao contextualizar as compras como mais do que meras transações financeiras. Quem pode dizer que a administração de dados não pode se tornar um equivalente digital da proteção ambiental ou impacto social do tipo “na compra de um produto, doamos outro para caridade”?

Além disso, a administração insuficiente pode trazer consequências estratégicas além das multas por descumprimento. Se os clientes não acham que podem confiar em você com seus dados, eles provavelmente não confiarão em você com seu dinheiro.

Mas isso sugere que os CIOs que consideram a administração de dados de forma estratégica serão superiores aos que não colocam isso em prática. Então, por que não se juntar a eles?

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Programa Oracle Startup Cloud Accelerator abre inscrições para segunda turma em São Paulo

A Oracle Startup Cloud Accelerator São Paulo está com inscrições abertas para a segunda turma. Lançado globalmente no início de 2016, o programa recebeu milhares de participações nas oito cidades em todo o mundo- – Bangalore, Bristol (UK), Delhi-NCR, Mumbai, Paris, São Paulo, Singapura e Tel Aviv – aprovando mais de 40 startups globalmente, incluindo 6 empresas de São Paulo.

A Oracle Startup Cloud Accelerator está aberta à startups de base tecnológica em fase de expansão e com potencial para impactar grandes mercados. Dirigido por membros da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Oracle, na segunda turma serão selecionadas seis startups, que receberão orientação de especialistas técnicos e empresariais da Oracle e do mercado, espaço de colaboração, acesso a investidores, clientes e parceiros da Oracle, além de livre acesso às soluções Oracle Cloud.

Durante o programa de seis meses, iniciado em julho de 2017 as seis startups escolhidas aprimoraram suas ofertas de produtos, conquistaram novos clientes e parceiros e desenvolveram integrações com produtos da Oracle.

“Para a Oracle é gratificante ver os benefícios gerados a partir do programa. Muitas das startups que participaram da iniciativa tiveram a oportunidade de vender suas soluções para clientes da Oracle, além de engajar com nossos produtos. A ampliação do networking, a troca de experiências e o compartilhamento de ideias, contudo, são legados relevantes que ficam tanto para as empresas, quanto para nós”, afirma Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Fizeram parte da primeira turma as empresas:

• In Loco: plataforma líder mundial em inteligência de localização, com uma compreensão profunda do comportamento do consumidor que permite engajamento do cliente em tempo real.

• Intelipost: startup de SaaS que aborda o gerenciamento de frete e transporte, oferecendo às empresas on-line e off-line (carregadores) uma plataforma que compara opções de transporte em tempo real, despacha e acompanha as entregas em centenas de empresas de transporte a um custo menor.

• Netshow.me: O Netshow.me é especialista em streaming e oferece soluções profissionais de transmissão ao vivo para empresas, entregando infraestrutura de vídeo, software completo de transmissões ao vivo.

• Nexus Edge: A Nexus Edge criou a ALANA, a primeira inteligência artificial proprietária feita exclusivamente para publicidade. Seu foco é gerar ideias e ações criativas para a tomada de decisão em grandes anunciantes, automatizando em um nível super humano o trabalho de ferramentas e operações manuais nas áreas de comportamento do consumidor, análise competitiva, mídia e conteúdo.

• NMIND: empresa de inteligência de mercado que mapeia os hábitos dos consumidores e desempenho de marca em pontos de venda em vários setores de varejo. A empresa possui duas soluções principais: o MeNI – Meu Negócio Inteligente, uma plataforma de inteligência de negócios focada em ajudar as pequenas e médias empresas.

• Runrun.it: solução de gerenciamento de trabalho para equipes de alto desempenho, permitindo que os gerentes aumentem a produtividade de suas organizações lidando com o gerenciamento de tarefas, tempo e desempenho.

Os resultados dessa etapa foram apresentados em um evento de celebração realizado no CO.W., espaço de coworking no qual as empresas estiveram durante o período do programa, e reuniu executivos da Oracle e representantes das startups, que contaram um pouco sobre como foi participar da Oracle Startup Cloud Accelerator, para uma platéia formada por clientes e parceiros da Oracle, investidores, mentores e advisors do programa e membros do ecossistema brasileiro de startups.

Na próxima semana, 5 startups da primeira turma participarão do CloudWorld, realizado em Nova Iorque, EUA, evento que reunirá profissionais da indústria de todo o mundo. Três delas participarão do painel “Defying Boundaries – Meet the Newest Disrupters” que será moderado por Doug Henschen, Vice Presidente e Principal Analyst, Constellation Research.

Mais informações e inscrições pelo site:https://www.oracle.com/br/startup/index.html

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Banco Central acerta em reduzir a Selic para 6,75%, avalia a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) considerou positiva a redução da Selic de 7% para 6,75% ao ano. Segundo a Entidade, apesar do ritmo de queda ter sido um pouco menor do que os anteriores, a taxa de juros chegou ao seu menor patamar histórico. Além disso, o corte de 0,25 ponto porcentual (p.p.) é compreensível, dado que o Banco Central (BC) vem reduzindo a taxa desde 2016, quando seu patamar era superior a 14% e a inflação estava muito mais alta do que a do atual momento.

Para a assessoria econômica da Federação, o desemprego ainda elevado – mesmo com indício de recuperação dos postos de trabalho – e a liquidez internacional elevada, com taxas de juros na Europa e nos Estados Unidos abaixo do que se previa, ainda que com tendência de alta, também influenciaram a decisão do BC. Além disso, o IPCA acumula em 12 meses menos de 3% e não há indícios de fortes pressões no curto prazo, apesar da expectativa do mercado ser de uma inflação um pouco maior este ano (cerca de 3,5% a 4%).

A Entidade destaca ainda que desde o começo do ano o dólar também caiu, o que abre mais espaço para essa nova redução. Com a inflação baixa, câmbio valorizado e com a redução das projeções do IPCA para 2018, provavelmente o Banco Central deve encerrar o ciclo de quedas com a Selic em 6,5% sem grandes riscos momentâneos. Ao que tudo indica, o Copom mira uma inflação de 4% neste ano, acima da atual. Há ainda fatores importantes que sustentam as condições para a manutenção dos juros relativamente baixos (para os padrões do País) por um período mais longo, mesmo este sendo um ano de fortes movimentações políticas, incluindo ainda um processo eleitoral.

A FecomercioSP, que sempre apoiou todo o processo de redução de juros, começa a identificar que, agora ou em breve, esse ciclo vai se encerrar, pelo menos por enquanto. Infelizmente, o Brasil ainda não apresenta as condições de estabilidades fiscal, política e econômica em geral que permitiriam ao País taxas de juros em padrões invejáveis como nos Estados Unidos ou na Europa, abaixo de 2% ao ano. Agora, o ideal é acompanhar e pressionar o ambiente político para que as reformas sejam aprovadas e que, assim, o Brasil atinja nos médio e longo prazos essas condições.

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Alelo compartilhará experiências no centro de inovação colaborativa InovaBra Habitat

Com o movimento, companhia investe na aproximação com startups e novas tecnologias; Objetivo é promover relação de troca com as outras empresas habitantes

Buscando uma aproximação cada vez maior com o mundo de inovação e novas tecnologias, a Alelo, bandeira especializada em benefícios e gestão de despesas corporativas, compartilhará experiências no InovaBra Habitat, centro de inovação colaborativa do Bradesco. Com a aproximação, a companhia aproveitará ao máximo um ambiente pensado para que empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores gerem novos negócios e busquem soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O novo espaço conta com ambientes integrados para troca de conhecimentos e experiências, além de laboratórios para ideação, prototipação e testes de conceitos. Nele, empresas, startups, investidores, mentores e educadores têm a real oportunidade de trabalharem juntos. O ecossistema foi pensado para aproximar as demandas das grandes empresas às startups mais inovadoras, sob os olhos de investidores com o capital para fazer com que elas aconteçam.

“Fazer parte do InovaBra Habitat é importantíssimo para Alelo, já que a empresa tem a inovação como pilar estratégico e vem passando por uma grande transformação digital nos últimos anos. O contato com novas tecnologias e startups tem sido fundamental neste processo. A expectativa é que a proximidade com esse ecossistema seja uma relação de troca importante: ao mesmo tempo que nos trará insights para novos produtos, serviços e melhorias em tecnologia, também servirá para compartilharmos experiências de mercado com estes empreendedores”, avalia Raul Moreira, presidente da Alelo.

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Decisão do Copom foi adequada, diz Associação Comercial de SP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apoia a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual.

“É um corte adequado, considerando que a inflação segue baixa, o que abre espaço para a Selic cair mais”, comenta Marcel Solimeo, superintendente institucional da ACSP.
Ele ressalta que juros menores beneficiam as duas pontas do mercado. “De um lado, as empresas arcam com custos menores de financiamento, podendo investir mais e contratar mão de obra. Do outro lado, com juros menores, o trabalhador consome mais e tem mais oportunidades de emprego”.

“O nível de atividade econômica está relativamente fraco e o desemprego ainda é muito elevado. É preciso alavancar esses dois componentes da macroeconomia”, finaliza Solimeo.

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Por que a IoT é tão importante? – Por Miguel Carbone

Com volumes gigantescos de dados, em um ambiente cada vez mais conectado e repleto de métricas, a “internet das coisas” tem conquistado importância com uma velocidade assustadora. Seja em sistemas simples, ou naqueles mais complexos e intrincados, a IoT tem se revelado uma tecnologia de grande valia para a captação, gestão e utilização racional das informações.

Tida como uma das molas propulsoras da transformação digital, por impulsionar e amparar processos de inovação em todas as áreas, com segurança e escalabilidade, a internet das coisas terá nada menos do que 34 bilhões de aparelhos conectados até 2020, em um número que pode ser revisto para cima brevemente.

Porque esta tecnologia é tão atraente? Que benefício traz para os negócios? Neste novo mundo que estamos vivendo, com ecossistemas inteligentes, líquidos, 24 x 7 — algo que insistimos em mencionar sempre que possível —, evitar falhas, ter redundâncias e saber priorizar o que é necessário é fundamental. Por isso, a IoT cresceu a — e ainda crescerá — muito!

Não é demais coletar os dados direto na nuvem? Não é sensacional e infinitamente mais inteligente mensurar tudo, mas só registrar aquilo que é realmente importante, o que de fato traz algo novo ou insights autênticos?

Podemos evitar muitos ruídos e perdas de tempo gerenciando, desde a origem, o que é realmente determinante em áreas específicas, contribuindo para a criação dos chamados “data marts”: repositórios de dados voltados a respostas direcionadas. Bingo!

Se o seu negócio quer ingressar no século XXI — caso ainda não tenha conseguido — a IoT é um dos temas que você e sua equipe precisam considerar para otimizar sua estrutura e amplificar os resultados.

Miguel Carbone é CEO da MC – The New World Technology, parceiro merecedor de sete títulos IBM Champion consecutivos e uma das maiores autoridades em IA, analytics, banco de dados e IoT do Brasil.

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Siemens reforça liderança na digitalização industrial

A Siemens reforça seu papel na digitalização, tornando-se a primeira empresa mundial a criar 20 centros para aplicativos de clientes digitais no setor industrial. Cada um desses MindSphere Application Centers para soluções digitais da Siemens abrange vários locais em diferentes países, com especialização em um setor específico em que a Siemens opera. Hoje, cerca de 900 desenvolvedores de software, especialistas em dados e engenheiros trabalham com os clientes da Siemens nestes centros no desenvolvimento de inovações digitais para análise de dados e aprendizado de máquinas. Essas novas soluções estão sendo desenvolvidas no MindSphere, o sistema operacional aberto na nuvem da Siemens para a Internet das coisas (IoT). Para ficar perto dos clientes, a empresa criou 20 centros em 50 localidades de 17 países espalhados pelo mundo. “Estamos continuamente expandindo nosso papel de liderança na digitalização industrial”, disse Joe Kaeser, Presidente e CEO da Siemens. “Com a nossa experiência global em eletrificação e automação e nossa experiência em software industrial, estamos gerando benefícios melhores aos nossos clientes, benefícios que nenhuma outra empresa pode replicar em níveis tão altos de desempenho.”

Durante o ano fiscal de 2017, a Siemens reforçou sua liderança em soluções de software e serviços digitais. A receita de tecnologias digitais, por exemplo, aumentou para 5,2 bilhões de euros: 4 bilhões de euros obtidos com software e 1,2 bilhão de euros com serviços digitais. Isso corresponde a um aumento de 20% em relação ao ano anterior, ultrapassando a taxa de crescimento do mercado de aproximadamente 8%. “Agora estamos acelerando ainda mais a digitalização”, disse o Diretor de Tecnologia da Siemens, Roland Busch. “Usamos o know-how da indústria para ampliar as soluções e expandir ainda mais os negócios. Com os nossos Centros de Aplicativos MindSphere, oferecemos o suporte ideal aos nossos clientes do mundo inteiro para que eles de fato incorporem a era digital.”

A Siemens lançou seu sistema operacional de IoT MindSphere em toda a empresa há cerca de um ano. Aproximadamente um milhão de dispositivos e sistemas se conectam agora pelo MindSphere, e esse número deve chegar a 1,25 milhões no fim do ano fiscal de 2018. A partir de janeiro de 2018, o MindSphere também estará disponível no Amazon Web Services. Esta parceria reúne a Siemens, líder mundial em automação industrial, com a nº 1 em soluções na nuvem do mundo todo. Com isso, os usuários terão os benefícios de um ambiente de desenvolvimento mais poderoso, funções de análise adicionais e conectividade expandida. Aplicativos industriais e serviços digitais podem ser desenvolvidos e executados no MindSphere. Por exemplo, quantidades enormes de dados gerados pelo sistema podem ser coletadas, avaliadas e usadas de forma rápida e eficiente para melhorar o desempenho e a disponibilidade do sistema. Esta tecnologia também ajuda os clientes a avaliar e usar seus dados para obter novas percepções. Por exemplo, interrupções podem ser previstas e evitadas e conclusões podem ser tiradas sobre um produto e seu processo de fabricação. Os usuários também podem desenvolver modelos de negócios totalmente novos, como a venda de horas de operação de uma máquina, oferecendo, portanto, soluções que exigem volumes menores de capital.

Para acelerar ainda mais o processo de inovação, a Siemens aumentará novamente seus recursos dedicados ao departamento de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no ano fiscal de 2018, investindo a soma adicional de cerca de 450 milhões de euros. Com isso, os fundos de P&D aumentarão de aproximadamente 5,2 bilhões de euros no ano fiscal de 2017 para mais de 5,6 bilhões de euros no ano fiscal de 2018. Mais de 3 bilhões de euros dos fundos de pesquisa e pesquisa da empresa circularam na Alemanha no ano fiscal de 2017. Desde 2014, os investimentos da Siemens em P&D aumentaram cerca de 40%. Para o ano fiscal de 2018, a Siemens destinou cerca de 500 milhões de euros de P&D para as tecnologias centrais da empresa, que incluem campos inovadores como fabricação de aditivos, robótica autônoma, análise de dados, inteligência artificial e gêmeos digitais, além de eletrônicos de potência e sistemas de energia distribuídos. No ano fiscal de 2017, a Siemens contava com cerca de 40 mil funcionários de P&D em todo o mundo: cerca de 13.700 na Alemanha, 6.500 nos Estados Unidos, 2,700 na China e 6.800 na Índia.

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Fiesp: BC reduz a Selic, mas precisa atacar os juros para o tomador final

Nesta quarta-feira, 7 de fevereiro, o Banco Central definiu o novo valor da taxa Selic em 6,75% ao ano, redução de 0,25 ponto percentual.

Este é o menor valor da taxa Selic em toda sua história, mas isso adianta muito pouco, porque os juros para o tomador final no Brasil ainda estão entre os maiores do mundo. As altas taxas para o tomador final retiram poder de compra das famílias, inibem o investimento e a geração de emprego por parte das empresas e dificultam a retomada do crescimento.

O Banco Central precisa deixar de só fazer ameaças ao sistema bancário. Tem que tomar ações incisivas para reduzir a taxa de juros ao tomador final.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

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Internet das Coisas desempenhará um papel de liderança na proteção de trabalhadores agrícolas

A fazenda do futuro utilizará tecnologias de Internet das Coisas (IoT) para criar ambientes de trabalho mais seguros e reduzir riscos para a força de trabalho. É o que diz um estudo independente encomendado pela Inmarsat, empresa de comunicações móveis globais por satélite (LSE: ISAT.L), que mostra que metade das empresas agritech (de tecnologia agrícola) fortalecerá as práticas de segurança e saúde do setor por meio da adoção de IoT.

A Vanson Bourne, empresa especializada em pesquisas de mercado, entrevistou 100 empresas agritech de todo o mundo como parte do estudo The Future of IoT in Enterprise da Inmarsat. Ela mostra que 49% das empresas agritech colocam a melhoria da saúde e da segurança como uma das principais motivações para o desenvolvimento de soluções IoT, acima de monitorar mudanças ambientais (48%) e identificar ganhos de eficiência e oportunidades de redução de custos (45%). Na mesma linha, 40% esperam que a IoT melhore significativamente as práticas de saúde e segurança em um futuro próximo.

Comentando os resultados, Chris Harry-Thomas, diretor de Estratégia Agritech da Inmarsat Enterprise, revela: “Apesar dos esforços do setor para melhorar a saúde e a segurança na agricultura, uma pesquisa (em inglês) da Organização Internacional do Trabalho revela que a taxa de acidentes fatais permaneceu elevada e a agricultura continua sendo o setor mais perigoso do mundo. A pesquisa estima que 170 mil trabalhadores agrícolas morrem em serviço todos os anos e que milhões de outras pessoas são lesionadas em acidentes com maquinaria agrícola ou sofrem efeitos negativos no longo prazo sobre a saúde decorrentes da exposição a agrotóxicos e pesticidas.

“Com a Quarta Revolução Agrícola já em curso, a IoT pode oferecer às empresas agritech uma grande quantidade de soluções para esses desafios. Sistemas automatizados habilitados pela IoT podem reduzir o risco, afastando os trabalhadores dos procedimentos mais perigosos como o levantamento de materiais pesados ou o uso de máquinas perigosas. Máquinas automatizadas também podem em geral reagir mais rapidamente a emergências, monitorando e parando equipamentos antes que ocorra uma ameaça à segurança do trabalhador. O setor também está aproveitando a Internet das Coisas com as tecnologias wearable. Esses dispositivos integrados em relógios, capacetes e roupas podem detectar quedas e monitorar a saúde do pessoal por meio da medição da frequência cardíaca e da temperatura, permitindo que as empresas agrícolas reajam mais rapidamente às emergências e forneçam atendimento médico de urgência a quem se ferir”.

Harry-Thomas acrescenta: “À medida que a agricultura se expande para terras novas e distantes, a conectividade terrestre torna-se cada vez mais limitada. Os trabalhadores também são expostos a um risco maior, pois estão mais isolados e mais distantes dos serviços de emergência. A comunicação por satélite, portanto, tem um papel integral a desempenhar, pois permite que as tecnologias de ponta sejam acessadas nas áreas mais remotas do planeta, equipando fazendas com redes de dispositivos automatizados e sensores para proteger os trabalhadores”.

“Temos uma paixão por aumentar o impulso da Internet das Coisas e criar ambientes de trabalho mais seguros e mais produtivos em todo o mundo. É encorajador ver que o setor está tomando medidas para desenvolver e implementar essas tecnologias e salvaguardar a saúde, segurança e bem-estar de seus funcionários”.

As redes de comunicações por satélite oferecem uma elevada cobertura e confiabilidade, que é crítica em casos de condições climáticas extremas ou de emergência, ou ainda ampliando a conectividade a locais remotos. Ativos em até 99,9% do tempo, os serviços de banda L da Inmarsat estão permitindo que as soluções IoT mudem a cara da agricultura.

Para visitar o microsite da pesquisa e baixar o relatório “The Future of IoT in Enterprise – 2017” completo (em inglês) – acesse: http://research.inmarsat.com/.

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T-Systems Brasil tem nova head para o setor automotivo

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, acaba de anunciar sua nova head da indústria Automotiva. Desde o dia 22 de janeiro, a área está sob o comando de Flávia Spadafora Ferreira de Castro.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e forte conhecimento na área comercial, a executiva substitui Camilo Rubim, que deixou a companhia.

Flávia iniciou sua carreira em 1994 na KPMG e acumulou vasta experiência com passagens por empresas como IBM e Gartner. Sua última posição, antes de se unir ao time da T-Systems Brasil, foi de diretora regional do Gartner para São Paulo e São Paulo interior, onde liderou um time de vendas que cobriam os segmentos de indústria, manufatura, varejo, bens de consumo, construção e saúde.

“Contamos com esta experiência para gerenciar um time de profissionais seniores em vendas e serviços, focados em uma vertical extremamente importante para a T-Systems em nível global e local”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

“Nossa missão é entender o negócio e os desafios de tecnologia de nossos clientes, atuando com as áreas de TI para que seus objetivos sejam superados com sucesso. Com isso, a TI se torna um ativo estratégico para as empresas serem cada vez mais competitivas”, ressalta Flavia.

Casada e com dois filhos, Flavia é formada em Administração pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), com Pós-Graduação em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e MBA Executivo pela Business School São Paulo.

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Pesquisa aponta que 43% dos desenvolvedores mobile têm mais de 31 anos e 22% ganham mais de R$ 8 mil por mês

Enquete de múltipla escolha foi realizada com 169 profissionais

Ao contrário do que muitos acreditam, o mercado de desenvolvimento mobile não é dominado pelos mais jovens. A Quaddro Treinamentos – maior centro de ensino mobile do Brasil – realizou uma pesquisa inédita em novembro deste ano com 169 desenvolvedores de apps para descobrir mais sobre o perfil desses profissionais e as empresas onde trabalham. Uma das descobertas foi que 43% dos desenvolvedores têm mais de 31 anos, o que contradiz o mito de que esse é um mercado exclusivo para os mais jovens.

O perfil médio do profissional da área é: homem, idade entre 31 e 40 anos, trabalha no estado de São Paulo, já trabalhava com programação antes de entrar no mercado mobile e está na área há menos de um ano. Não possui um negócio próprio, mas pretende abrir um nos próximos anos. É o único profissional de desenvolvimento mobile na empresa onde atua, tem salário fixo de mais de R$ 8 mil por mês e sua linguagem de programação preferida é Swift.

Perfil do profissional

A esmagadora maioria dos entrevistados é do sexo masculino (92%), sendo que 33% têm idade entre 31 e 40 anos, 30% estão na faixa entre 18 e 24 anos, 28% têm de 25 a 30, 8% têm entre 41 e 50 anos e os outros 2%, mais de 51 anos.

Destes profissionais, 72% trabalham no estado de São Paulo, 7% no Paraná e a mesma porcentagem, no Rio de Janeiro. “Já era esperada uma maioria nas regiões Sul e Sudeste por essas regiões concentrarem uma grande quantidade de empresas de tecnologia”, explica Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos.

A maioria (57%) já trabalhava com programação antes de partir para a área mobile. “Ter uma porcentagem de 43% de pessoas que atuavam em diferentes profissões entrando para o mundo mobile prova como esse é um mercado rico, capaz de comportar rapidamente profissionais que desejam uma virada na carreira”, comenta Rodrigues. Quando perguntados qual a sua área profissional de origem, 15% vêm da Engenharia, 14% do Design e 13% da área Administrativa.

A maioria dos desenvolvedores está há menos de 1 ano na área (44%). Entre 1 e 2 anos, temos 26%; 15% têm entre 3 e 4 anos e 15% têm 5 anos ou mais no mercado.

Quanto à linguagem de programação, Swift ganha como a linguagem preferida de 67% dos entrevistados. Em seguida, temos: Java (46%), Objective-C (27%) e Kotlin (11%). Outras linguagens ficaram com 15%.

Mercado de Trabalho e Remuneração

Quanto ao salário, existe uma polarização: enquanto 22% ganham mais de R$ 8 mil por mês, praticamente a mesma porcentagem (21%) tem um salário entre R$ 2 e R$ 3 mil. “Isso confirma os altos salários presentes na área, mas também mostra que temos uma grande quantidade de profissionais que ainda estão longe de receber essa quantia”, explica o CEO da Quaddro. “Vale ressaltar que 17% dos desenvolvedores ainda recebem um salário menor de R$ 2 mil.”

A esmagadora maioria das empresas remunera o desenvolvedor com um salário fixo mensal (76%), 10% recebem por hora trabalhada, 9% por entrega de projeto e 5% recebem de acordo com a receita obtida com o app.

O número de profissionais de desenvolvimento mobile nas organizações ainda é pequeno. Na maioria das empresas, o profissional é o único que trabalha na área, representando 32% dos entrevistados, 27% dividem o trabalho com mais 1, 2 ou 3 profissionais mobile e 18% trabalham com de 4 a 6 colegas. Em contrapartida, 11% dos entrevistados atuam em uma empresa com mais de 20 desenvolvedores mobile.

Um quarto dos entrevistados possui um negócio próprio e essa parece ser uma tendência no setor, já que 81% dos entrevistados pretendem abrir uma empresa própria nos próximos anos. Mais da metade dos desenvolvedores, 55%, trabalha na área de Serviços. Em segundo lugar estão os Bancos, com 21%, e em terceiro vem a área de Educação, com 19%.

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Empresa de transporte reduz passivos trabalhistas com uso de telemetria

Aliar a tecnologia à gestão de frotas estratégica é a fórmula para resultados positivos obtidos com a parceria entre a MiX Telematics, uma das maiores empresas de telemetria do mundo, e a Transportes Della Volpe, transportadora de cargas para diversos segmentos no Brasil.

A parceria, que começou em 2014, surgiu em razão do passivo trabalhista que chegava a R$ 6 milhões por ano. De acordo com Ezequiel Oliveira, gestor de projetos o controle era feito com base no diário de bordo – inclusive a empresa foi pioneira nesse tipo de controle – e depois confrontado com o tacógrafo, o que não trazia a realidade correta. Dessa forma, a transportadora perdia diversas ações trabalhistas na justiça.

Assim, as duas parceiras deram início ao desenvolvimento de uma solução para sanar a questão, com segurança e eficiência. Os resultados não demoraram a aparecer; de 180 mil horas extras por mês( em média), hoje são 60 mil, de acordo com Oliveira. Além disso, a redução de combustível é de 20%.

Ezequiel ainda explica que, depois de colocar a frota dentro de um padrão rigoroso de qualidade, a empresa começou a trabalhar na questão da segurança. “Passamos a vigiar mais a operação e começamos a avaliar pontos extremamente importantes. Por exemplo, contratos que previam prazos curtíssimos para entregas – o que trazia sérios riscos de acidentes no trajeto – puderam ser revistos. Assim, nossos motoristas podem viajar de forma segura”, enfatiza.

“A telemetria traz um retorno muito vantajoso para as empresas. No nosso caso, a redução do passivo trabalhista foi enorme, isso sem falar que o sistema traz análises muito importantes, que permitem a tomada de decisões rápidas”, explica. “Hoje temos uma das frotas mais vigiadas e bem preparadas do Brasil, com 400 veículos equipados com a tecnologia MiX Telematics”.

“Nossa expectativa é aperfeiçoar cada vez mais a tecnologia aliada à gestão, para sempre potencializar as informações obtidas e tornar nosso trabalho mais eficiente. Hoje, por exemplo, sabemos quantas passagens são feitas nos pedágios, quando deve ser feita a manutenção do caminhão, quando vence a quilometragem dos pneus, entre outros pontos, e assim manter nossa frota dentro de altos padrões de qualidade”, reforça.

Oliveira também enfatiza a importância do treinamento dos motoristas. “A solução de Jornada de Trabalho da MiX Telematics possibilita que façamos avaliações constantes de nossos colaboradores, para que eles possam sempre melhorar e contribuir com índices cada vez mais positivos”, finaliza.

Soluções MiX Telematics

Para fazer a gestão do motorista, a telemetria é a peça mais importante, pois ao mesmo tempo em que controla as horas trabalhadas, é uma ferramenta que ajuda a criar uma cultura de segurança junto aos motoristas brasileiros.

Com base em soluções embarcadas nos veículos, transportadoras e embarcadoras podem acompanhar tudo o que acontece quando seus veículos saem para as ruas, desde o tempo que a carga leva para chegar até o destino ou como os motoristas estão dirigindo.

No caso da Jornada de Trabalho, a MiX Telematics criou um software com sistema automático; basta o condutor se identificar por meio da Chave Azul. Assim, o início da viagem é contabilizado a partir do momento em que o motorista inicia a sua atividade ou permanece a disposição da empresa.

O tempo em espera é contabilizado por locais pré-definidos pela empresa; a refeição é apontada a partir da parada de uma hora contínua dentro do período de refeição Exemplo: entre 10h30 e 16h30, se o motorista fizer parada de uma hora, o sistema entende que é uma refeição.

Outro ponto é que os acordos sindicais são inseridos no sistema de acordo com o Manual Controle de Jornada.

O software de Jornada de Trabalho da MiX Telematics pode ser usado por qualquer tipo de frota: cargas perigosas, óleo & gás, construção e mineração, transporte, logística, passageiros, frota de distribuição (caminhões e vans), frota leve (vendas, serviços, inspetores etc.) e motocicletas.

Uma vantagem do software MiX Telematics é que ele oferece um aplicativo gratuito para Android, que permite ao motorista fazer as marcações necessárias, independentemente de sinal de operadora de telefonia.

Relatórios

O sistema gera relatórios completos para o gestor da frota e a área de recursos humanos, o que facilita muito o processo, além de eliminar a antigas papeletas, que não refletiam exatamente a realidade das jornadas dos motoristas.

Bruno Santos, engenheiro e diretor Serviços, Vendas e Marketing da MiX Telematics, destaca que as empresas conseguem criar um ranking dos melhores e piores motoristas e, assim, premiar quem teve bom desempenho e incentivar quem precisa melhorar. “Ganham os dois lados, pois a transportadora sabe que sua carga está em boas mãos, e o motorista se desenvolve cada vez mais, tornando-se um profissional consciente, eficiente e que terá o máximo de segurança nas suas viagens”, explica.

O software de jornada de trabalho da MiX Telematics permite ao cliente acompanhar a jornada do motorista online, possibilitando ao gestor da frota tomar decisões estratégicas da empresa, como pagamento de horas extras, excessos de tempo de direção, tempo restante para o fim da jornada, entre outros.

As soluções de telemetria são destinadas às indústrias e transportadoras que precisam gerir suas frotas, garantir a segurança do motorista e rastrear seus veículos com eficiência. Além disso, essa tecnologia contribui para diminuir o impacto no meio ambiente, por conta da economia com combustíveis, pneus, trajetos melhor definidos, ou seja, menor tempo no trânsito e a consequente emissão de gases poluentes, entre outros pontos.

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