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next faz integração com programa da Visa e clientes podem escolher causas que receberão doações

A integração entre next e a plataforma Vai de Visa busca estimular o engajamento de clientes com ações sociais por meio do programa Visa Causas, promovendo ONGs e Instituições em todo o país. No aplicativo do banco digital, clientes podem escolher instituições ou causas de sua preferência e, a cada pagamento feito com o cartão next, a Visa realizará automaticamente uma doação para a causa social escolhida pelo consumidor.

No total, são cinco causas disponíveis, cada uma apoiando diferentes instituições, como: saúde (Doutores da Alegria, ICI – Instituto do Câncer Infantil e Instituto Verter), animais (Ampara Animal, Instituto Luisa Mell e Projeto Tamar), crianças e adolescentes (Casa do Zezinho, Fundação Gol de Letra, Instituto Guga Kuerten, Instituto Reação e Projeto Guri), educação e capacitação (Instituto Ayrton Senna, Instituto Gerando Falcões, Instituto Muda Brasil e Vaga Lume), e idosos (Grupo Vida Brasil e Instituto Velho Amigo).

Para Jeferson Honorato, Diretor do next, “a iniciativa se conecta com os pilares do next de levar soluções que façam os sonhos e aspirações dos nossos clientes acontecerem, permitindo, ao mesmo tempo, que eles ajudem a fazer uma sociedade melhor ao contribuir com várias causas sociais de forma confiável e muito prática”.

“O Visa Causas é um sucesso em todo o país com mais de 255 milhões de doações já realizadas pela Visa. Com essa integração, o next passa a oferecer aos seus clientes uma experiência mais simples para contribuir de forma efetiva com diversas causas sociais. Acreditamos na força transformacional desse Programa, que contribui para o desenvolvimento do país e para as instituições sociais que estão empenhadas nesse mesmo desafio”, conta Sergio Giorgetti, vice-presidente de Marketing da Visa do Brasil.

A novidade fica disponível para todos os clientes até o final desta semana.

São Paulo é destaque em ranking internacional que aponta as “Megacidades do Futuro”

Lista do grupo Financial Times classifica as principais cidades nas perspectivas de atração de investimento estrangeiro, desenvolvimento econômico e expansão dos negócios

A cidade de São Paulo foi incluída no “Global Cities of the Future 2021/ 2022“, ranking internacional elaborado pela consultoria fDi Intelligence. O município ocupa o quarto lugar na lista das dez “Megacidades do Futuro” com melhores estratégias para atração de Investimento Estrangeiro Direto (IED) e o décimo lugar, entre as megacidades, na perspectiva “Capital Humano e Estilo de Vida”.

A participação da capital paulista nesse ranking foi articulada pela Secretaria Municipal de Relações Internacionais. Entre os destaques da candidatura de São Paulo está o Programa de Desestatização Municipal, que reúne projetos de privatizações, concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para descentralizar as decisões da administração local. Nesse sentido, vale pontuar a atuação da São Paulo Investimento e Negócios (SPIN), a agência de promoções de investimentos e exportações do município, no apoio às empresas e aos projetos prioritários de investimentos da cidade, e também no suporte institucional e processual aos interessados em investir no município.

ranking “Global Cities of the Future 2021/ 2022” também considerou o potencial da cidade de São Paulo em reunir soluções inovadoras, a localização estratégica, mão de obra qualificada, oferta de serviços e qualidade de vida aos moradores. A lista das cidades mais bem avaliadas foi publicada na edição de Fevereiro/Março da revista fDi Magazine, que faz parte do grupo Financial Times. Para a seleção, foram consideradas os pontos fortes econômicos, financeiros e de negócios de 129 cidades de todo o mundo. Clique aqui para conferir a edição digital da revista.

A cidade de São Paulo é a única brasileira participante desse ranking. A capital paulista é responsável por 10,6% do PIB brasileiro e, mesmo com a pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, continua recebendo investimentos e interesses empresariais, por conta da infraestrutura da cidade, seu capital social, potencial econômico e ambiente de negócios. Outras cidades como Singapura (Singapura), Dubai (Emirados Árabes), Londres (Reino Unido), Nova York (Estados Unidos), Xangai (China) e Buenos Aires (Argentina) também figuram entre as classificações do ranking.

ThoughtWorks amplia modelo de trabalho flexível e anuncia vagas para home office no Brasil

A ThoughtWorks, consultoria global de software presente em 17 países, oficializou, neste mês, a possibilidade de trabalho em home office definitivo para novos e atuais funcionários da empresa no Brasil. Os processos seletivos mais recentes já vêm considerando a opção.

A oferta de vagas em home office faz parte da nova política de trabalho anunciada pela empresa, que inclui ainda o modelo de trabalho híbrido, no qual os funcionários poderão alternar dias trabalhando em casa e no escritório, assim que for possível o retorno seguro aos espaços físicos. Atualmente, todos os funcionários da consultoria estão cumprindo suas funções remotamente.

A empresa já vinha investindo em iniciativas para evoluir sua política de trabalho antes mesmo da pandemia. O modelo híbrido, por exemplo, já era parte da realidade da ThoughtWorks. Com a chegada da Covid-19, a consultoria apostou em estudos de tendências e pesquisas externas e internas para evoluir sua política de trabalho, tendo como objetivo não apenas se adaptar ao momento que vivemos, mas também se preparar para diferentes possibilidades no futuro.

As adaptações são parte desse trabalho de flexibilização como foco em employee experience, que é um dos norteadores da empresa. A possibilidade de escolha do formato de trabalho de preferência, para novos e atuais funcionários, tem como objetivo principal conciliar diferentes necessidades individuais com as necessidades do negócio.

Um dos desafios que a mudança traz para a ThoughtWorks é o fortalecimento da cultura entre um quadro de pessoas cada vez mais distribuído. Com presença em 17 países, a empresa já contava com uma experiência de mais de 25 anos de atuação global e pioneirismo em metodologias ágeis, o que foi fundamental para a transição bem sucedida de todos os funcionários para o trabalho remoto no início da pandemia. Desde então, a consultoria vem adaptando suas práticas de trabalho, iniciativas de desenvolvimento de pessoas e comunidades internas para garantir a evolução da cultura da ThoughtWorks em uma realidade que impõe novas relações com espaços físicos.

A expectativa da empresa é que o modelo flexível consiga, além de atender a diferentes contextos, ampliar as possibilidades de recrutamento de novos talentos. Com uma previsão de crescimento de 35% do seu quadro de funcionários no Brasil em 2021, a ThoughtWorks acredita que a opção de trabalhar de qualquer lugar do país ajude na construção de uma empresa ainda mais diversa. Uma das metas da consultoria que deve ser beneficiada pela mudança é a de aumentar a diversidade racial entre os contratados, já que a empresa poderá buscar talentos em cidades em que a população negra é maioria.

Entre os perfis mais buscados pela ThoughtWorks estão desenvolvedores de software front-end e back-end, desenvolvedores mobile iOS e Android, engenheiros de dados, analistas de qualidade, analistas de negócios e gerentes de projetos de software.

Crescimento

A novidade está em sintonia com o momento de crescimento da ThoughtWorks no mundo. Em 2021, a empresa recebeu um aporte de US﹩ 720 milhões de investidores, incluindo as empresas GIC, Siemens AG, Fidelity Management & Research LLC e Mubadala Investment Company. O investimento estipulou o valor da ThoughtWorks em US﹩ 4,6 bilhões.

Também neste ano, a ThoughtWorks expandiu sua presença na Europa ao adquirir a finlandesa Fourkind, especializada em combinar aprendizado de máquina e ciências de dados com estratégia, design e engenharia, e a Gemini Solutions Inc., sediada na Romênia e especializada em serviços de consultoria e desenvolvimento de software.

Além de desenvolver soluções inovadoras para seus clientes, a consultoria também tem forte atuação em projetos de impacto social, diversidade e inclusão. Em 2018, a ThoughtWorks Brasil provoveu, em parceria com a OLABI, organização social focada na democratização da tecnologia, um processo seletivo voltado a profissionais negros e, recentemente, realizou também um processo seletivo exclusivo para mulheres.

Para saber mais sobre os modelos de trabalho da ThoughtWorks e conhecer as vagas abertas, acesse: http://www.thoughtworks.com/futuro-do-trabalho .

Pitney Bowes Brasil anuncia novo Country Leader

A Pitney Bowes, empresa global de tecnologia que fornece soluções de comércio que alimenta bilhões de transações, anuncia o novo Country Leader da companhia do Brasil. Samuel Bellintani Caparrotti vai assumir o cargo a partir do dia 13 de abril.

Samuel é um executivo de negócios com mais de 19 anos de experiência em gestão de negócios B2B e estratégias comerciais e industriais. Já atuou em empresas multinacionais do segmento de equipamentos industriais e de máquinas. Além disso, tem amplo conhecimento em gestão e liderança de equipes de alto desempenho, quando se trata de Estratégia de Negócios, Vendas, Marketing, Manufatura, Engenharia, Qualidade e Gestão de Projetos.

“Com as constantes mudanças de mercado, nossos clientes exigem cada vez mais serviços de alta qualidade e para isso precisamos de um time de alto desempenho para atender esta demanda. Uma das minhas missões será trabalhar no desenvolvimento deste time, focando também no trabalho colaborativo e orientado a resultados, além de entender que os meus valores tem grande aderência à cultura da Pitney Bowes. Estou muito feliz de assumir o cargo e tenho certeza que serão muitos desafios pela frente, que eu estou pronto para enfrentar”, afirma Caparrotti.

Samuel dará início as suas atividades na Pitney Bowes após longo período trabalhando na Konecranes, onde atuou em diferentes posições executivas, e estava como General Manager para a América Latina.

A Transformação Digital e o próximo passo no RH 3.0

Por Paulo Oliveira, gerente de marketing da Apdata


As relações pessoais vêm mudando desde antes da pandemia, com a evolução gradual da tecnologia e a flexibilização de acordos trabalhistas. Em 2020, o mundo viveu um dos principais momentos no processo da transformação digital e o setor de recursos humanos precisou correr para se adaptar ao novo normal que veio para confrontar os processos tradicionais.

Uma pesquisa, conduzida pelo Instituto Locomotiva, apontou que 47% das empresas já começaram a se movimentar para adotar soluções de modernização no RH e outras 21% afirmaram que já utilizam métodos inovadores em seus processos, abrindo caminho também para as novas habilidades técnicas que devem surgir a partir dessa digitalização.

O Brasil caminha para um RH cada vez mais digital, caracterizado, principalmente, por mudanças de mentalidade em relação ao negócio e por um uso mais estratégico e integrado da tecnologia. E, nesse novo patamar, a transformação digital mostra uma nova maneira de tomar decisões, com base em dados e indicadores que direcionam as empresas a uma verdadeira convergência entre o mundo real e o virtual.

O processo de recrutamento, nesse contexto, também começa a ser totalmente modificado, quebrando paradigmas e promovendo uma cultura galgada no conhecimento e não mais no cumprimento de critérios e tradições que não conseguem medir ou avaliar talentos e aptidões.

As soluções de Onboarding chegam como a cereja do bolo para tornar esse conceito ainda mais enraizado em empresas de todos os tamanhos, facilitando as imersões, melhorando o engajamento e ajudando a reter colaboradores e reduzir custos, tão importante em tempos de incertezas.

As empresas que conseguirem avançar nessa transformação vão impulsionar seus processos para um patamar cada vez mais alto, construir uma relação cada vez mais humanizada que, hoje, pode ser o ponto de partida para um desenvolvimento realmente sustentável e contínuo a longo prazo.

Entram nessa conta, ainda, a segurança dos dados e economia de tempo, que permitem planejamentos mais objetivos, colaboradores mais focados no negócio e uma drástica diminuição do turnover, rotatividade e absenteísmo que, atualmente, são algumas das principais dificuldades enfrentadas pelas empresas.

Na prática, tais ferramentas têm o potencial de elevar a Gestão de Pessoas a um estágio de grande reconhecimento, que ultrapassa as barreiras da comunicação interna para revelar aos clientes os verdadeiros valores e cultura que são construídos e alimentados diariamente nas organizações.

O crescimento do comércio eletrônico e as tendências para 2021

Por Henrique Donnabella, Diretor Geral da Collinson Brasil

A pandemia de COVID-19 marcou o ano de 2020 como o maior acelerador do comércio eletrônico e o início de uma nova era para o varejo. Dados de uma pesquisa da McKinsey revelam que esse cenário global foi o responsável por gerar, em apenas 90 dias, mudanças no comércio eletrônico e no comportamento do consumidor que aconteceriam apenas em 10 anos.

Segundo o Movimento Compre&Confie, que reúne várias lojas do varejo brasileiro para a transformação do mercado digital, o e-commerce foi ampliado em 56,8% no ano passado se comparado aos primeiros meses de 2019. A América Latina foi, pela primeira vez, a região de maior destaque em relação ao crescimento do comércio eletrônico, registrando um aumento de 36,7%, de acordo com da dados levantados neste ano pela eMarketer.

Com um cenário de declínio econômico e as carteiras dos consumidores mais vazias, há uma maior necessidade de que as marcas de todos os setores verticais ajam e sejam mais relevantes para os clientes, gerando, crucialmente, mais receita. Vamos explorar por que e como as marcas devem ir além por seus clientes, buscando sempre a experiência mais excepcional, e destacar a importância dos dados e de fluxos de receita diversificados em uma era de convergência de pagamentos.

O mercado em evolução – aceleração do comércio eletrônico: a passagem das compras off-line para as compras on-line

Devido ao desenvolvimento tecnológicos e ao ambiente de pagamentos em rápida mudança, fazer compras on-line está muito mais fácil para os consumidores. A maneira como compramos e pagamos por nossos produtos e serviços segue em reinvenção. Com essa nova tecnologia de comércio sustentando os hábitos de compra do consumidor e seu comportamento de pagamento, o futuro ruma ao comércio eletrônico em uma velocidade estonteante.

As compras on-line agora dominam o panorama do comércio, e não apenas entre a geração mais jovem. A pandemia forçou uma geração mais velha de consumidores, comumente chamados de baby boomers, a abraçar o comércio eletrônico, e suas expectativas em termos de segurança, velocidade, simplicidade, transparência e valor são tão altas quanto as dos consumidores mais jovens.

O estudo da E-bit|Nielsen, empresa de mensuração e análise de dados, demonstra que em 2021 as vendas online tendem a continuar em crescimento. O levantamento prevê que o e-commerce deve crescer 26%, atingindo um faturamento de R﹩ 110 bilhões.

Com as expectativas dos consumidores em torno da experiência de comércio eletrônico mais altas do que nunca, a necessidade dos varejistas de fornecer uma experiência de e-commerce excepcional para seus clientes nunca foi tão essencial – desde uma entrega barata e eficiente no dia seguinte até provadores virtuais onde você pode experimentar roupas no conforto da sua própria sala de estar.

Encontrar novos clientes por meio de novos canais para impulsionar o ROAS

Com mais empresas precisando adotar o comércio on-line, juntamente com os desafios gerados pela pandemia para atender à demanda crescente e às expectativas ampliadas dos clientes, há uma necessidade crescente de que os varejistas encontrem novas maneiras de ser mais versáteis em suas estratégias para alcançar novos clientes e impulsionar o retorno sobre os gastos com publicidade (ROAS, de return on advertising spend).

Fora do Brasil, a cervejaria escocesa Brewdog é um exemplo de varejista que, em meio à pandemia, precisou atingir um novo público, já que um de seus canais, ligado a alimentos e bebidas para companhias aéreas, não apresentava bom desempenho. A solução da Brewdog foi atrair novos clientes por meio de ofertas personalizadas e relevantes, neste caso por meio de nossa rede de portais de compras, o que lhe permitiu atingir uma base de consumidores ampliada, alcançando milhões de novos clientes em potencial.

Uso de recompensas vinculadas a pagamentos para entender melhor o comportamento do consumidor

No entanto, encontrar novos canais é apenas parte do desafio. A maior falha em potencial para os varejistas hoje é a incapacidade de se adaptar às necessidades e comportamentos em constante mudança dos clientes. À medida que os consumidores se tornam cada vez mais perceptivos e exigentes, as marcas não podem deixar de colocá-los em primeiro lugar. Entrar e permanecer na mente do cliente deve ser a prioridade número um. Aqueles que não o fizerem perderão relevância.

Assim, os dados das transações são um dos elementos mais importantes que as marcas precisam levar em consideração no futuro. Por meio deles, é possível obter informações importantes sobre o comportamento dos consumidores, o que permite que os varejistas os conheçam melhor. O resultado disso é a construção de ofertas e recompensas mais personalizadas e que atendam à real demanda dos clientes.

A chave para obter os valiosos dados das transações dos clientes está nas recompensas vinculadas aos pagamentos. Ao longo dos anos, os programas de fidelidade e recompensas, oferecendo reembolso ou pontos de fidelidade, evoluíram para permitir uma interação mais diária com seus clientes. Por exemplo, substituindo os programas de passageiro frequente por parcerias entre companhias aéreas e varejistas, com o apoio de prestadores de serviços especializados em recompensas vinculadas a pagamentos, que recompensam os consumidores com base em seu comportamento de gastos. Essa abordagem não só dá à marca uma oportunidade maior de interagir com seu cliente no dia a dia, como também fornece uma fonte valiosa de dados, permitindo uma visão mais ampla sobre o comportamento e os hábitos de compra de seus clientes. Mais e mais marcas dos mais variados setores, desde grupos de hotéis até prestadores de serviços financeiros e grandes programas de fidelidade estão hoje aderindo a essa estratégia.

A melhor maneira de garantir que essa abordagem seja mutuamente benéfica para o consumidor, para o programa e para o varejista é trabalhar com um prestador de serviços especializado em recompensas vinculadas a pagamentos, que possibilitará a convergência de informações de pagamento e dados do programa de recompensas para criar um ecossistema digital de comércio de fidelidade.

O engajamento significativo da marca é fundamental para programas de recompensas, assim como ofertas e incentivos relevantes. Ao mesmo tempo, as empresas estão enfrentando uma grande crise, com uma competição feroz pelo dinheiro do consumidor. Esse ambiente apresenta uma oportunidade para os varejistas trabalharem com um programa de recompensas por meio de um prestador de serviços de comércio especializado para garantir o engajamento do consumidor atual, fazendo uso dos poderes da moeda de fidelidade e canais de marketing únicos para proporcionar uma troca de valor verdadeiramente dinâmica. Em um mercado em constante mudança, a importância dos dados das transações para ajudar a fornecer percepções sobre o comportamento do cliente nunca deve ser subestimada. São essas percepções que ajudarão as marcas a apresentar ofertas e recompensas mais personalizadas e relevantes em tempo real, que demostrem a importância das transações diárias para os programas. Esse é o verdadeiro poder das recompensas vinculadas aos pagamentos.

Brasil faz primeira videochamada com uso do “5G puro”

Os livros de história registraram a primeira vez que a voz humana foi transmitida por meio de ondas radiofônicas, o início da transmissão de TV e o começo da internet no país. Esta sexta-feira (9/4) também marcou um acontecimento histórico para o Brasil: a primeira videochamada utilizando a tecnologia 5G standalone (o “5G puro”), de ponta a ponta, na América Latina. A ligação foi feita pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, diretamente das instalações da Nokia, em São Paulo (SP), ao presidente Jair Bolsonaro, presente no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

A Nokia é uma das fabricantes de equipamentos 5G e fez parte do roteiro da missão internacional feita pelo governo brasileiro para conhecer a tecnologia. Com a finalidade de viabilizar a conexão com a quinta geração de internet móvel, o gabinete presidencial no Palácio do Planalto recebeu uma estrutura específica para essa rede, o que possibilita uma videoconferência em ultra velocidade, totalmente estável e sem interferência, entre o presidente da República e o ministro. É a primeira vez que dois terminais de 5G standalone foram conectados na América Latina.

Parte do excelente desempenho do 5G em relação à geração anterior de dados móveis deve-se à baixíssima latência – tempo de resposta muito curto -, que é a raiz do uso industrial e das novas realidades sensoriais dessa nova tecnologia. É como se os dados fossem transmitidos e recebidos mais rápido que um piscar de olhos. Dentre as aplicações para o usuário comum de internet está o carregamento instantâneo de vídeos em altíssimas resoluções (como 4K e 8K), jogos on-line sem interrupções, realidade aumentada e casas inteligentes. Na telemedicina, por exemplo, será possível fazer cirurgias remotas. Já a indústria poderá fabricar até mesmo carros autônomos.

Com o 5G, surgirá a demanda por um novo perfil profissional, voltado para a economia digital. De olho nesses trabalhadores do futuro, as empresas que dominam a nova geração de dados móveis têm investido em projetos experimentais e capacitação. Nesta sexta, a Nokia firmou um acordo de cooperação com o MCom, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) para a implantação de um laboratório 5G na universidade, importante polo de pesquisa tecnológica brasileiro, na Paraíba.

5G no Brasil


Assim como ocorreu durante a visita da missão 5G na Europa e Ásia, em fevereiro, o Ministério das Comunicações (MCom) tem buscado conhecer, de forma isonômica, as iniciativas desse tipo de conexão em desenvolvimento no Brasil.

Enquanto o edital do 5G segue em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o MCom tem se empenhado e está aberto a conhecer as tecnologias das empresas que fabricam equipamentos da nova geração de conectividade. A previsão é a de que o leilão das radiofrequências ocorra ainda neste ano, e que todas as capitais contem com o 5G standalone até julho de 2022.

Licitação


O MCom estabeleceu uma série de compromissos que pretendem reduzir as desigualdades regionais em telecomunicações para as operadoras vencedoras do leilão de radiofrequências. Essas empresas terão de viabilizar o projeto Norte Conectado, que levará internet a cerca de 10 milhões de habitantes via fibra ótica subfluvial.

Também será obrigatória a oferta de sinal 4G ou superior em todas as localidades com mais de 600 habitantes, além da conexão de até 48 mil km de rodovias federais, o que atende a uma demanda antiga de motoristas, caminhoneiros e passageiros nas estradas brasileiras.

As portarias publicadas pelo ministério para orientar o edital também preveem a criação de uma rede privativa para o governo federal, que poderá ser oferecida a outros Poderes. A rede será construída e operada por um parceiro privado, mas será o meio utilizado para o tráfego de informações confidenciais, sigilosas e sensíveis, por meio de criptografia do Estado.

Ainda de acordo com as definições do MCom para o certame, todos os municípios deverão ser atendidos por fibra ótica – ao menos em suas sedes -, e as empresas ficarão responsáveis por amparar famílias beneficiárias de programas sociais e que assistam à TV aberta via antena parabólica. Pelo fato de esse tipo de antena interferir no sinal 5G, esses aparelhos serão substituídos gratuitamente por outros, que recebem sinal via satélite.

É importante ressaltar que as participantes do leilão são as operadoras de telecomunicações, como as que oferecem o sinal de telefone e dados móveis dos celulares, por exemplo. As fabricantes dos equipamentos 5G poderão ser contratadas pelas operadoras de acordo com os próprios critérios.

USP lança plataforma para conectar suas estruturas e competências ao ecossistema de inovação e empreendedorismo

Num evento online realizado na manhã desta sexta-feira, dia 9, a Universidade de São Paulo (USP) lançou uma plataforma com foco em inovação e empreendedorismo para facilitar a conexão entre o ambiente acadêmico, organizações voltadas para pesquisa, startups, comunidades de negócios, órgãos governamentais e a sociedade civil.

Idealizada para fomentar parcerias e disseminar o conhecimento técnico de uma das maiores universidades do mundo, a plataforma Hub USP Inovação (https://hubusp.inovacao.usp.br/) oferece informações detalhadas sobre iniciativas em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) de organizações, programas, laboratórios e incubadoras ligadas às 42 unidades de ensino e pesquisa da USP, distribuídas em sete campi em todo o estado de São Paulo.

“A pandemia do coronavírus mostrou a importância de a universidade transferir conhecimento para a sociedade”, afirmou o Reitor Vahan Agopyan. “As pesquisas tecnológicas desenvolvidas pela USP foram fundamentais, pois conseguimos colocar produtos no mercado num intervalo de poucos meses: ventiladores pulmonares emergenciais que estão salvando vidas, almofadas hospitalares anatômicas em produção industrial, além de desenvolvimento de robôs”, exemplificou.

Segundo o Reitor Agopyan, a USP conseguiu mostrar sua capacidade de desenvolver conhecimento, testar e colocar em prática rapidamente soluções em várias áreas. “Precisamos de um facilitador, e o hub é a ferramenta adequada para a sociedade interagir e ter acesso ao conhecimento.”

Fruto de um trabalho integrado, sob supervisão do Professor Marcos Nogueira Martins, coordenador da Agência USP de Inovação (AUSPIN), órgão responsável pelo projeto, o Hub USP Inovação traz um levantamento abrangente de todas as áreas da universidade, incluindo as competências, serviços tecnológicos e equipamentos de cada um dos 5.300 professores atuais, além do legado representado pelas quase 1.200 patentes registradas pela USP, todas classificadas.

Com uma busca simples na plataforma, uma empresa ou instituição poderá encontrar projetos e especialistas que procura. Por exemplo, se uma empresa está interessada em um projeto de biotecnologia desenvolvido na USP ou em encontrar os especialistas nesta área, basta digitar “biotecnologia” no campo da busca e encontrará todas as competências, laboratórios e docentes associados ao tema.

De acordo com a Professora Geciane Porto, vice-coordenadora da AUSPIN, a plataforma foi desenhada para facilitar a aproximação da universidade com o setor produtivo interessado em desenvolver soluções tecnológicas relevantes. “Para uma empresa, inovação representa sobrevivência a longo prazo e o Hub oferece uma porta de entrada para identificar que tipo de solução existe na universidade para a necessidade que essa empresa procura”, afirma Geciane.

Na plataforma, há uma separação por áreas de busca para facilitar a navegação. São elas: Iniciativas, P&D&I, Competências, Educação, Empresas e Patentes. Na aba “Iniciativas”, por exemplo, o usuário poderá encontrar editais, programas e as estruturas da USP para fomento do empreendedorismo e inovação, como as incubadoras e parques tecnológicos. Em “P&D&I”, há diversos laboratórios, organizações e programas de desenvolvimento para consulta. Na aba de “Competências”, há a separação por área de conhecimento.

Em “Educação”, há várias possibilidades de busca para cursos de graduação e pós-graduação, com foco em Inovação e Empreendedorismo, oferecidos pela universidade. A aba “Patentes” reúne as patentes da USP que estão disponíveis para que empresas e organizações possam licenciar para aplicação e uso, inclusive aquelas que se encontram em domínio público.

Na área de “Empresas”, por sua vez, é possível encontrar cerca de 1.700 empresas e startups formadas por alunos e ex-alunos da USP, ou que passaram por processo de incubação na Universidade, as quais são identificadas com a marca DNA USP. Para se ter uma ideia da importância da marca, 7 dos 15 unicórnios (startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares) brasileiros têm DNA USP: Nubank, 99, Gympass, iFood, C6 Bank, Wild Life e Loggi. “São empresas que foram fundadas por alunos e ex-alunos ou são fruto de algum projeto ou pesquisa da universidade ou passaram por alguma das incubadoras da USP”, acrescenta Geciane.

Allm Inc. conclui rodada de financiamento da série A no valor de 5,6 bilhões de ienes

A Allm, empresa de tecnologia da informação e comunicação para área de saúde, concluiu uma rodada de financiamento da série A no valor de 5,6 bilhões de ienes, o equivalente a cerca de R$287 milhões de reais.

A série foi liderada pela SOMPO Holdings Co., Ltd., Mitsui Bussan Co., Ltd., Eisai Co., Ltd., Royal Phillips, NID Co., Ltd., CYBERDYNE Co., Ltd., Co., Ltd. Da Agência Financeira, Mixy Co., Ltd., Capital Medica Co., Ltd., Vector Co., Ltd., SBI Investment Co., Ltd., Bonds Investment Group Co., Ltd., Mizuho Capital Co., Ltd., Asia Africa Investment and Consulting Pte. Ltd. e acionistas individuais.

Por meio dos recursos arrecadados, a Allm pretende expandir e aumentar seus negócios localmente e globalmente e investir ativamente em Pesquisa & Desenvolvimento, incluindo o desenvolvimento de soluções para a COVID-19. A expectativa é de conseguir responder rapidamente às necessidades das indústrias médicas e de saúde e contribuir ainda mais para a rápida mudança da sociedade.

Com escritórios em 8 países (Alemanha, Brasil, Chile, Emirados Árabes, Estados Unidos, Malásia, Ruanda e a sede em Taiwan, no Japão) e presença em 23 países, o Brasil é um mercado estratégico para a companhia, sendo o de maior faturamento fora do Japão e onde a marca está presente desde 2013 com o aplicativo de telessuporte Join.

Desde a sua fundação, em 2001, a Allm fornece tecnologias para a comunicação em nuvem e, desde 2015, especificamente para as áreas médicas e da saúde, com o objetivo de contribuir para a criação de um projeto de bem-estar social global por meio do desenvolvimento e fornecimento de soluções de tecnologias médicas.

Empresa busca perspectivas que conciliem proteção da saúde e segurança para as atividades econômicas

A companhia considera 2021 um ano-chave para o controle de novas infecções de Covid-19 e pretende desenvolver e fornecer soluções que conciliem proteção para a saúde com segurança econômica para a realização de atividades como os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio, através da integração de um sistema de monitoramento de pacientes em tratamento com um sistema comunitário de saúde; além do uso do “MySOS”, um aplicativo de suporte para emergências e informações de saúde e que fornece rapidamente resultados de testes de PCR.

A companhia pretende, ainda, agregar valor em novas áreas, com o aprimoramento dos serviços de suporte a exames e ensaios clínicos; serviços educacionais de streaming de vídeo em tempo real de procedimentos cirúrgicos; e aperfeiçoamento do aplicativo “Join” e sua integração com programas de diagnósticos e inteligência artificial – tudo isso com o intuito de melhorar ainda mais o trabalho da área médica.

Além disso, a companhia estará dedicando grande parte da sua expansão no desenvolvimento, rastreamento e varredura de doenças em seus estágios iniciais, permitindo o tratamento precoce dos pacientes, beneficiando a estrutura de saúde regional, tanto pública quanto privada, bem como as seguradoras.

Tech Recruiter: confira dicas para quem quer ingressar em uma das profissões em alta em 2021

A profissão de tech recruiter está entre as 30 carreiras em alta em 2021, segundo levantamento feito pelo PageGroup. O profissional é responsável pela seleção e contratação de pessoas desenvolvedoras para os times de tecnologia dentro de uma empresa. Com a pandemia, a aceleração da transformação digital impulsionou ainda mais a demanda por profissionais de tecnologia e, consequentemente, por tech recruiters.

Com formação em psicologia, Maria Amélia Viana atua há 10 anos com recrutamento e há cinco se dedica às seleções de talentos na área de tecnologia. Já passou por empresas como Intelbras, Involves, Everis e atualmente faz parte da equipe da Neoway. Maria é uma tech recruiter sênior, profissional disputado no mercado. Ela explica que a diferença do recrutador para o recrutador tech é o nível de conhecimento sobre tecnologia. 

“O profissional de RH entende muito de pessoas e avaliação comportamental e, geralmente, conhecimentos de tecnologia não estão no seu escopo. Mas quando precisa contratar um profissional de TI, há a necessidade de entender minimamente sobre esse universo, as diferenças de linguagens e tecnologias e como isso impacta na rotina de trabalho das pessoas”, diz.

Lorena Locks Coelho também é psicóloga e começou a trabalhar em empresas de tecnologia em 2015 e como tech recruiter em 2019. Na época, tinha pouquíssima experiência com recrutamento tech, mas seu perfil chamou a atenção pelo conhecimento em tecnologia. Hoje, ela chega a receber, pelo menos, duas propostas de trabalho por semana.

“A demanda está muito alta. O problema é que as empresas, muitas vezes, querem o profissional pronto, sênior, com muita experiência, mas essas pessoas não estão disponíveis no mercado. Por isso, é importante se destacar pelo conhecimento tech e mostrar que tem potencial de desenvolvimento”.

Jorge Mallet, Head de People da GeekHunter, startup especializada na contratação de profissionais de tecnologia, explica que até meados de 2018, pouco se falava de tech recruiter, mas naquela época já existia um paradigma de como escalar o número de contratações de pessoas desenvolvedoras sem perder qualidade e sem baixar a conversão.

“De lá para cá, cada vez mais surgem startups que precisam escalar, companhias de diversos segmentos que estão se digitalizando e, consequentemente, vagas relacionadas a digitalização e desenvolvimento de software. Para preencher essas oportunidades precisamos de profissionais especializados em recrutar essas pessoas, que entendem essa linguagem e do processo como um todo”, diz. 

Como ingressar na carreira de tech recruiter

Interesse por tecnologia e inovação: para quem se interessou pela área e quer começar na carreira, a primeira dica, segundo Jorge Mallet, é ter interesse por tecnologia e inovação.

“Ao longo da minha trajetória percebi que a pessoa de recrutamento em empresas de tecnologia não precisa dominar comportamento humano, pelo contrário, geralmente as pessoas que se destacam como recrutamento tech, seja numa startup ou big company, são muito curiosas, gostam de aprender coisas novas e estão ligadas nas novidades do mundo tech. Resumindo, a pessoa tem que ser apaixonada e consumir tecnologia de maneira indireta. Dessa forma, treinar as skills técnicas, as hard skills, é muito mais fácil”.

Este profissional precisa saber a diferença entre back-end e front-end, conhecer sobre Stack overflow, github, devs, devOps, UX, entre outros termos comuns. Claro que não é necessário saber codar, mas é importante se sentir à vontade nesse meio. Ter conhecimento em inglês também facilita muito.

Participar de comunidades tech: outra dica é participar de eventos e comunidades tech. Para Lorena, este foi um dos principais fatores que abriu oportunidades na carreira.

“Sempre estive no meio tech, gosto de jogos de tabuleiro e online, RPG, leio muitos artigos sobre tecnologia, participo de alguns meetups, hoje sou embaixadora do Women Techmakers e líder do GDG Floripa, uma comunidade da Google Developers Group. Então, o ponto principal para quem quer começar é participar de eventos, se conectar com pessoas e comunidades de tecnologia”, aconselha Lorena, que hoje é tech recruiter da Ambev Tech e consultora externa da GeekHunter.

Estude dados e métricas: para ser um profissional tech recruiter não existe uma formação formal exigida, geralmente são pessoas que já trabalham com RH e se especializam em tecnologia. No entanto, há conhecimentos que impulsionam e diferenciam o profissional, dados e métricas são alguns deles.

“Trabalhar com números, esse é um déficit que temos muito no time de recrutamento e faz falta na hora de tomar uma decisão mais assertiva, de analisar os dados para saber o motivo de rejeição, de ter uma visão mais estratégica”, afirma Lorena.

Mallet acrescenta que entender de métricas faz com que o recrutador tech ganhe em produtividade e consiga solucionar problemas o mais rápido possível. “É preciso ter familiaridade com o funil de recrutamento, hoje mais do que nunca tem que ter os dados de conversão do funil para saber onde está perdendo as pessoas, seja na inscrição, etapa de desafio técnico, propostas. Como o mercado está muito aquecido, a pessoa precisa entender de métricas do processo para que ela consiga melhorar rápido onde tá errado”.

Segurança em primeiro lugar: 3 avanços-chave para o futuro da criptografia

Poucas empresas poderiam argumentar que seus sistemas de TI não se beneficiariam com medidas adicionais de segurança. Particularmente na América Latina, considerando o aumento de ataques cibernéticos na região, que representou 9% do total de ataques observados pelo IBM Security X-Force em 2020, em comparação aos 5% em 2019. A questão em torno dos aprimoramentos de segurança, especificamente a criptografia, sempre tem sido: a que custo?

Não apenas custos em termos do dinheiro necessário para desenvolver ou implementar uma melhor segurança e contratar uma equipe capaz de gerenciar criptografia e outras tecnologias complexas, mas do impacto dessas medidas na performance das redes e das aplicações.

Esforços para diminuir esses custos tiveram sucesso nos últimos anos, e inovações que estão sendo desenvolvidas oferecerão às organizações maneiras melhores de se proteger de ameaças atuais e emergentes de segurança cibernética.

1) Computação confidencial

A computação confidencial oferece garantia de privacidade em nível de hardware por criptografia de dados dentro de chaves seguras que nem os fornecedores de nuvem podem ver ou acessar.

Pense em computação confidencial como um quarto de hotel seguro. O quarto de hotel é um espaço privado dentro de um prédio onde outras pessoas estão, no qual você pode esperar um nível de privacidade para realizar suas atividades e para manter seus pertences quando você sai do hotel. É claro que os funcionários do hotel ainda podem acessar o quatro, mas você está confiando que eles não violarão sua privacidade. Pertences que requerem uma segurança adicional são trancados no cofre do quarto, o qual só você tem o código. Dessa forma, mesmo que os funcionários do hotel precisem entrar no quarto para a limpeza, eles não podem acessar esses pertences mais valiosos.

Em 2018, a IBM se tornou a primeira fornecedora de nuvem a oferecer computação confidencial para ser usada em produtos. Hoje, a IBM entrega capacidade de computação confidencial através do IBM Cloud Hyper Protect Services, que está embutido dentro do IBM Cloud for Financial Services.

2) Criptografia quântica segura

Apesar dos diversos benefícios já esperados da computação quântica, a capacidade superior da tecnologia de fatorar grandes números tem preocupado muitas pessoas sobre a segurança das atuais abordagens para criptografar conforme a computação quântica amadurece.

Reconhecendo essas preocupações, IBM Research, o National Institute of Standards and Technology (NIST) e a comunidade de criptografia em geral têm explorado nos últimos anos novas abordagens para criptografar e proteger dados, mantendo seguros os dados sensíveis de computadores quânticos. Uma preocupação é que alguns podem roubar dados criptografados e retê-los até que os avanços da computação quântica cheguem longe o bastante para quebrar os padrões atuais de criptografia.

A boa notícia: pesquisadores estão desenvolvendo uma criptografia quântica segura para conter os esforços em quebrar dados criptografados usando computadores quânticos.

A IBM anunciou em novembro de 2020 o suporte de criptografia quântica segura para gerenciamentos de chaves e transações de aplicações em IBM Cloud. Além disso, a IBM Cloud também está introduzindo um suporte de criptografia quântica segura para permitir transação de aplicações. Quando aplicações em contêineres nativas na nuvem rodam em Red Hat OpenShift em IBM Cloud ou IBM Cloud Kubernetes Services, uma camada de conexões de transporte seguro pode ajudar na transação de aplicações com suporte de criptografia quântica segura durante o transporte dos dados.

3) Criptografia totalmente homomórfica

A criptografia totalmente homomórfica (Fully Homomorphic Encryption – FHE) permite que os dados permaneçam criptografados durante a computação – independentemente da nuvem ou infraestruturas utilizadas para processar. Como resultado, a FHE pode ajudar a impulsionar uma melhor adoção de arquiteturas de nuvem híbrida, permitindo aos dados se moverem entre nuvens sem comprometer a segurança.

Diferentemente da criptografia tradicional, a FHE é baseada em diferentes algoritmos matemáticos e é projetada para que os cálculos possam ser feitos diretamente em dados criptografados. Este modelo de criptografia emergente pode permitir que terceiros processem e analisem dados de saúde, financeiros ou outros dados criptografados na nuvem e retornem resultados precisos para o dono dos dados, sem nunca expor os dados originais como texto simples.

Considerando que alguns anos atrás o modelo FHE requeria centenas de linhas de código e horas para processar, os pesquisadores anunciaram que isso agora pode ser executado como uma chamada de API para a nuvem com 12 linhas de código em frações de segundo. A IBM está ajudando a trazer a FHE do campo da pesquisa para a adoção antecipada pelos clientes – publicando kits de ferramentas de código aberto para desenvolvedores, e, em dezembro, IBM Security lançou Serviços de Criptografia Homomórfica para que os clientes comecem a experimentar a tecnologia.

ABES aposta em lideranças femininas e nomeia Flávia Brito como Vice-Presidente em Pernambuco e Juliana Natrielli como Diretora Adjunta de Micro e Pequenas Empresas

Iniciando a estratégia de expansão regional e com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software aposta em duas novas lideranças femininas.

Flávia Brito foi nomeada Vice-Presidente da associação em Pernambuco. Apostando no crescimento da indústria de tecnologia da informação no Nordeste, Flávia assume o cargo em um momento em que que a pandemia aumentou expressivamente a necessidade de investimento em ambientes na nuvem, além de sistemas que suportem cada vez mais a infraestrutura orientada ao home office. “Como VP da ABES Pernambuco, quero fomentar as boas práticas da associação, trazer novos associados e disseminar a cultura de sustentabilidade por meio do Programa ReciTech. Além disso, discutir sobre novas tecnologias e aplicações capazes de dar tração na transformação digital das empresas do Nordeste”.

Juliana Natrielli foi escolhida como Diretora Adjunta de Micro e Pequenas Empresas. Com mais de 10 anos de experiência, destacando a sua pelo Ministério da Economia e pelo SEBRAE, será responsável pelos assuntos e tomadas de decisão sobre empreendedorismo e novos negócios, apoiando as parcerias e iniciativas que estimulam a inovação. “Fico muito feliz com o convite e em poder dar continuidade ao trabalho que vinha fazendo na área de empreendedorismo nos últimos anos, agora pela ABES. A pauta de digitalização das micro e pequenas empresas no Brasil é urgente, e ganhou força agora, devido ao atual cenário de pandemia por Covid-19”.

“O anúncio vem fortalecer a estratégia de assegurar a relevância da ABES para o setor em todo o território nacional, e principalmente para os micro e pequenos empresários, que representam 77% de seu quadro associativo. Como também reforçar o propósito de construir um país mais digital e menos desigual. Além de contribuir com o aumento de postos ocupados por mulheres no setor de tecnologia, que por muitos anos foi considerado um ambiente de trabalho totalmente masculino, temos outras visões de mercado e mais diversidade para as tomadas de decisões”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Pix permite a cliente ajustar limites para transações financeiras

Desde o início do mês, clientes podem controlar seu limite no
sistema de pagamento instantâneo; em maio, começará a funcionar o Pix Cobrança

Desde o início de abril, os clientes das instituições financeiras participantes do Pix já podem controlar o limite dos recursos que usarão em suas transações e optar pela redução ou aumento do valor disponível para transferências e pagamentos. Essa nova funcionalidade está sendo oferecida aos usuários para proporcionar maior comodidade e facilidade em suas transações financeiras, e aprimorando ainda mais a segurança da ferramenta.

Em maio começará a funcionar o Pix Cobrança, que permitirá cobranças com vencimentos em datas futuras, com a inclusão do cálculo de juros, multas e descontos em pagamentos.

“O Pix trouxe inovação para o sistema financeiro e maior conveniência para milhões de brasileiros em suas operações financeiras do dia a dia, a exemplo de outras ferramentas, como mobile banking, tokenização e internet banking. Os bancos estão, e sempre estiveram, em constante processo de preparação para se adequar às inovações tecnológicas e regulatórias, e por isso, estamos na vanguarda tecnológica neste setor no mundo”, afirma Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

Entre as novidades que agregam mais valor ao sistema de pagamento está a funcionalidade Meus Limites Pix, que se soma às diversas ferramentas de segurança já presentes no Pix, que conta com as melhores tecnologias já inseridas nos canais digitais dos bancos e o que há de mais moderno em relação à segurança cibernética e prevenção a fraudes.

Com a nova ferramenta, os pedidos de redução de limites são acatados instantaneamente pelas instituições participantes. Nas solicitações feitas pelos clientes para aumentar o limite dentro do horário útil bancário (das 6h às 20h), as instituições terão até uma hora para avaliação e resposta. Nos pedidos de elevação de limite feitos fora do horário útil (das 20h às 6h), as instituições poderão responder à solicitação ao longo da próxima hora útil subsequente.

Atualmente, o limite máximo oferecido pelos participantes do Pix para transações dentro do horário útil é igual ao existente para transações via TED. Fora do horário útil segue o limite de compra disponibilizado para o cartão de débito.

Somado a todo aparato, as instituições financeiras também lidam com informações de histórico do cliente e outras de segurança do próprio ecossistema Pix para aprovarem as transações, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização e todos os meios disponíveis para segurança da transação. O Pix, assim como outros meios eletrônicos, tem transações integralmente rastreáveis.

O tempo adicional para análise de um pagamento suspeito também é usado para confirmação ativa com o cliente ou checagens adicionais de segurança para as transações fora do padrão de transferência do cliente. Operações que forem detectadas pelos bancos como realizadas fora do padrão do cliente podem demorar até 30 minutos para serem liberadas, e até uma hora, no caso de operações feitas nos finais de semana ou em horário não útil (das 20h às 6h).

Mais novidades

De acordo com o Banco Central, em 14 de maio começará a funcionar o Pix Cobrança, que permitirá o recebimento de pagamentos com informações adicionais a cobrança. Com a nova funcionalidade, será permitido fazer cobranças com vencimentos em datas futuras, e será possível incluir o cálculo de juros, multas e descontos em pagamentos.

De acordo com informações do Banco Central, também estão na agenda evolutiva do Pix, mas ainda sem data de lançamento, funções como:

– Inclusão da conta salário na lista de contas movimentáveis por Pix;

– A possibilidade de devolução de recursos pela instituição recebedora, em casos de fundada suspeita de fraude ou falha operacional nos sistemas das instituições participantes;

– Saque Pix, para dar ao consumidor mais uma opção de obtenção de dinheiro em espécie e para facilitar a gestão de caixa do lojista;

– Pix por aproximação, para dar mais facilidade e conveniência na iniciação de um Pix e para atender casos de uso específicos.

Liderança dinâmica: 8 tendências executivas para os próximos anos

Estudo aponta novas tendências de lideranças que surgem da ideia de integrar transformações em todos os níveis dos negócios

Desde o ano passado o mercado de trabalho passou por muitas transformações. O local e o modo de execução das atividades mudaram, assim como as tecnologias utilizadas para a conexão social entre os colaboradores. As lideranças se mobilizaram para ajudar seus negócios a encontrar dinamismo e estabilidade necessários para prosperar.

Daqui para a frente o foco será construir a equipe C-suite, responsável por descobrir a natureza dos crescimentos a partir de uma noção dinâmica de estabilidade. Esta é uma das tendências do estudo “8 Executive Trends”, elaborados pela Page Executive, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento e seleção de executivos para alta direção (o chamado “C-Level”).

Agora a adaptação para a gestão virtual, baseada em empatia e flexibilidade, é cada vez mais importante para alcançar bons resultados. “Vemos que líderes que escutam e incentivam seus colaboradores a serem mais felizes tendem a ser mais produtivos e engajados. Com isso, novas habilidades emergem, assim como funções que acompanham os objetivos de negócios e a realidade de um mercado em constante mudança”, diz Ricardo Basaglia, diretor geral da Page Executive.

Confira abaixo as 8 tendências executivas apontadas pelo estudo, que devem perdurar para os próximos anos:

• O CFO é cada vez mais responsável por desenvolver a confiança nas organizações e gerar mudanças

Com a pandemia e o cenário de crise, as competências técnicas e emocionais dos CFOs (diretores financeiros) e de suas equipes foram ainda mais demandadas. Afinal, serão funções estratégicas para apoiar a retomada dos negócios em um cenário de normalidade, fazer as adaptações necessárias à digitalização e traçar caminhos para a lucratividade.

Agora o perfil mais valorizado para o cargo demanda adaptação, resiliência, desenvolvimento técnico e inteligência emocional para que consiga promover o entendimento de todas as mudanças frente aos colaboradores. Mais do que nunca, os CFOs precisam oferecer estabilidade dinâmica, flexibilidade e a capacidade de reinvenção dos negócios, sempre que necessário.

O CFO atual precisa estar aberto a ideias diversas, escutando acionistas e aprendendo com outras empresas. Por outro lado, com sua vasta experiência em relação a riscos e oportunidades, deve ser corajoso o suficiente para ir contra a maré. Com isso, as ferramentas dinâmicas de modelagem de risco e otimização de portfólio para desenvolver planos têm sido amplamente utilizadas para analisar novas maneiras de desenvolver a organização.

• A liderança virtual é orientada para resultados

As lideranças virtuais estão com foco em resultados, não mais em processos. Com isso, os executivos sêniores ficam em melhores posições para oferecer ambientes de trabalho mais confiáveis e transparentes, que mantenham a produtividade em alta e estimulem uma cultura de trabalho positiva entre os funcionários. O ambiente é essencial para exercer um gerenciamento remoto eficiente, que mantenha a equipe motivada, positiva e engajada.

Para promover a estabilidade dos times, os executivos devem se tornar fluentes em novas linguagens e estilos de comunicação e evitar estabelecer relações baseadas no controle de seus colaboradores. Canais de diálogo acolhedores e assertivos são essenciais para sobreviver e prosperar em ambientes de trabalho remoto.

• O perfil mais demandado de CTO combina novas tecnologias com estratégia organizacional

Os CTOs (diretores técnicos) ágeis foram fundamentais para agilizar a transição repentina dos novos modelos de negócios digitais e do trabalho remoto, assim como para garantir uma transição com o mínimo de impactos possível. Assim, durante este processo, houve uma evolução do papel do profissional, que agora precisa conectar a estratégia de negócios com as tendências digitais emergentes.

Líderes de tecnologia de sucesso devem incorporar o ideal da McKinsey do ‘pensador do terceiro horizonte’: gerar inovação contínua dentro do modelo de negócio atual e expandir esse modelo ao entrar em novos mercados, ao mesmo tempo em que cria novas capacidades para aproveitar as oportunidades disruptivas para crescimento.

A competência tecnológica é fundamental para o exercício do cargo, mas a habilidade de traduzir dados e jargões técnicos para uma linguagem simples e clara é muito importante para que os CTOs possam engajar stakeholders. A liderança de equipes diversas e remotas também coloca a capacidade de uma comunicação assertiva no topo da lista de competências necessárias para o pleno exercício da função, assim como a rápida tomada de decisões.

Mesmo que cada cargo tenha suas próprias prioridades, combinar um CTO com visão de negócios e um CEO familiarizado com tecnologia pode resultar em uma poderosa dupla de liderança. Os líderes nestas posições que estão de acordo têm mais possibilidade de desenvolver uma estratégia sólida de tecnologia que alinha a inovação aos objetivos do negócio.

• Níveis de diretoria veem a sustentabilidade como uma forma lucrativa de se fazer negócios

A sustentabilidade ganhou proeminência no nível da diretoria como uma forma lucrativa de fazer negócios, possibilitando às empresas ganhar fatias de mercado e, simultaneamente, trabalhar para uma mudança positiva para as pessoas e o planeta.

Com a pandemia, o foco da aceleração da sustentabilidade nas organizações ganhou amplo destaque, já que as cadeias de suprimentos e práticas de trabalho foram fortemente interrompidas. No mundo atual, os negócios sustentáveis são caminhos para estabelecer uma relação de confiança com stakeholders, funcionários, comunidade local e consumidores. Mas a sustentabilidade também é um compromisso para desenvolver planos de negócios robustos e preparados para o futuro, que não apenas sobrevivam, mas prosperem, independentemente de cenários instáveis.

As próximas gerações estão exigindo cada vez mais que as empresas demonstrem seus esforços de sustentabilidade, especialmente se são líderes no mercado. São consumidores que deixarão de interagir com instituições que não sejam compatíveis com seus valores. Por isso, grande parte das empresas está investindo em sustentabilidade porque elas não têm mais escolha, precisam se manter atualizadas.

Quando as políticas e os funcionários estão alinhados aos objetivos sustentáveis, isso não apenas ajuda no crescimento do negócio, mas também resulta em uma parceria satisfatória em que todas as partes se sentem motivadas a trabalhar por um objetivo em comum.

• O Chief Human Resouces Officer (CHRO) especializado em negócios é essencial para conectar colaboradores ao desenvolvimento da organização

Os CHROs (diretores de RH) de hoje estão na linha de frente no desenvolvimento da estratégia da empresa e na melhoria da competitividade. Em momentos de crise, é a sua agilidade que faz a diferença em manter as pessoas engajadas e comprometidas em uma cultura de confiança.

O CHRO moderno demanda um conhecimento profundo do negócio, além das competências emocionais para desenvolver relacionamentos e liderar a mudança organizacional. Eles também precisam de competências de liderança autêntica e de investimentos constantes em aprendizados que ‘humanizem’ os processos da empresa. Isto é crucial para as organizações serem competitivas em ambientes voláteis.

Os CHROs têm foco cada vez mais em pessoas e estão usando a personalização e o desenvolvimento para motivar os funcionários. As empresas que oferecem programas de atualização e qualificação aumentam o engajamento enquanto possibilitam o desenvolvimento dos talentos. Tais oportunidades de desenvolvimento estão sendo muito buscadas pelos funcionários: de acordo com uma pesquisa recente do PageGroup na Europa, 34% dos candidatos a emprego desenvolveram mais suas qualificações, 32% se atualizaram, e 31% participaram de um webinar relacionado ao seu cargo, destacando que a revolução das competências está acontecendo, com ou sem o apoio da organização onde trabalham. Dessa forma, alinhando o crescimento do negócio com o crescimento de cada funcionário, o cargo de um CHRO, hoje, é mais complexo e recompensador que nunca. As empresas estão se tornando mais humanas, promovendo a empatia e treinando seus líderes para motivar as pessoas e mantê-las comprometidas.

• O executivo deve ser empático e buscar o equilíbrio entre os objetivos de negócios e o bem-estar do candidato

A empatia é uma habilidade demandada exponencialmente no mercado de trabalho atual. Uma diretoria executiva disposta a escutar e oferecer ajuda pode criar times mais felizes, engajados, produtivos e eficientes na resolução de problemas. Além disso, uma liderança empática é chave para criar uma cultura corporativa saudável.

Cada vez mais a preocupação com os funcionários e com os resultados finais são levados em conta na formulação estratégica da empresa. Isso significa que, com funcionários trabalhando de forma remota e inseguranças, desmotivações e ansiedades vindo à tona, os líderes precisam se dedicar para conhecer e compreender as pessoas como indivíduos e considerar seus pontos fortes e fracos, checar como estão com frequência, atribuir tarefas com base em suas necessidades e objetivos e observar sinais de exaustão ou falta de envolvimento antes que atinjam um ponto crítico.

No entanto, é preciso ressaltar que há uma linha tênue entre empatia e simpatia – que pode ser vista como invasiva. Trata-se de um processo que envolve a conquista da confiança, a transparência e a escuta ativa. Manter os canais de comunicação abertos e criar um espaço seguro onde as pessoas podem ser realmente honestas é a base da liderança empática.

• O Chieff Growth Officer (CGO) está emergindo com visões integrais de crescimento de longo prazo

Conforme as empresas visam um crescimento contínuo em economias voláteis, estão encontrando valor em nomear um Chief Growth Officer (diretor de crescimento) para persistir em seus esforços de expansão. Este cargo emergente de nível executivo é uma versão expandida do CMO (diretor de marketing), e em alguns casos, pode substituir o CMO. As empresas que buscam por um bom CGO precisam procurar líderes com foco em dados, com experiência interfuncional e digital para acompanhar as tendências do mercado de trabalho.

O CGO tem o foco centrado no cliente, quebra barreiras entre departamentos e alinha equipes para estratégias futuras. Portanto, a relação estreita do CGO com o CEO e com o restante da diretoria executiva oferece benefícios e geram soluções de alto nível entre os departamentos, visando ao crescimento da organização.

• C-Levels estão mais flexíveis às mudanças de setores

A pandemia fez com que muitos executivos começassem a trabalhar fora do escritório e a reconsiderar sua trajetória de carreira. A ideia de mudar de setor era uma escolha improvável anteriormente, mas as novas circunstâncias fazem essa ideia ser mais razoável.

Em geral, os executivos estão mais flexíveis em relação às possibilidades do mercado. Muitos não pretendem esperar que ocorra uma nova crise que possa comprometer suas funções, então, o salto para um setor que seja relacionado com a indústria de alguma maneira é visto como um passo estratégico na carreira.

Contratar executivos de fora do setor para cargos de alta liderança pode ajudar a desenvolver a inovação e aprimorar a gestão de pessoas para a cultura da empresa. Por conta das experiências e perfis diversos, os novos líderes também podem contribuir com a diversidade de pensamento e ao estímulo à inovação.

Para que as transições de carreira no nível executivo tenham sucesso, os profissionais devem compreender totalmente sua trajetória profissional. Agora, estão em uma posição de encontrar uma empresa que se alinhe totalmente a quem eles são, portanto, o autoconhecimento é fundamental. As chaves para o sucesso em uma transição desafiadora continuam sendo a paciência e o esforço persistente.

A notícia motivadora para os executivos de alto nível é que a demanda por seus cargos é alta e espera-se que continue aumentando conforme o mundo avança para o futuro. O engajamento na busca por profissionais normalmente dispara durante os tempos de crise. Apesar desta demanda ter inicialmente se estabilizado no quatro trimestre de 2020, ela ainda continuará alta durante 2021 e além.

Distrito chega a 500 startups residentes com o objetivo de descentralizar

Maior plataforma independente de inovação aberta do Brasil, o Distrito chegou a 500 startups residentes em 21 estados, conforme mostra o Comunidade Distrito Report. Ao todo, essas empresas levantaram US$ 28 milhões nos últimos anos e juntas empregam mais de 4.000 pessoas. Os números mostram a importância de uma comunidade de inovação para a geração de empregos, conexões e transformação de grandes corporações.São Paulo, abril de 2021 –

Segundo o relatório, a maior parte das startups residentes do Distrito são heathtechs, fintechs e martechs. Entre as residentes está, por exemplo, a Moodar, que oferece atendimento psicológico a preços acessíveis. Em 2020, o modelo da Moodar foi posto à prova com a pandemia e a transferências de diversos serviços para o ambiente online. Com intermédio do Distrito, a startup realizou importantes parcerias com a Johnson & Johnson Brasil e com a Vitalk para oferecer apoio emocional aos profissionais da linha de frente.

“Comunidade é um grupo de pessoas com o mesmo propósito e que se relacionam em um lugar, que pode inclusive ser virtual. Nós estamos criando uma comunidade que, à distância, mas conectada, segue o propósito de transformar indivíduos, empresas e a sociedade por meio da inovação aberta”, diz Lilian Natal, head de Startups & Community no Distrito.

Além de um time e de uma plataforma digital que permite a conexão de qualquer startup à sua rede, independentemente da localização, o Distrito mantém hoje quatro hubs físicos – três em São Paulo e um em Curitiba. Em algumas destas unidades, funcionam ainda laboratórios que também estarão acessíveis pela plataforma digital, como o Microsoft Reactor São Paulo e o Conectory, mantido em parceria com a Bosch na capital paranaense. Tais projetos são reconhecidos como hubs globais de inovação e permitem uma conexão direta com o que há de mais moderno em torno de tecnologias como inteligência artificial (AI) e internet das coisas (IoT).

Ainda de acordo com o levantamento, mais de 72% das startups residentes foram fundadas entre 2016 e 2020, ante 47% delas a nível nacional, o que denota um ecossistema mais jovem que o quadro geral. Há, também, um número considerável de empresas em fase de ideação — elas representam 20% de todas as residentes.

“Ao tomarem parte de uma comunidade de inovação aberta, os fundadores dessas startups podem buscar validação para suas ideias, aprimorar suas habilidades, fazer contatos valiosos e, assim, colocar suas soluções no mercado”, comenta Gustavo Araújo, CEO do Distrito.

O fato de startups jovens predominarem é refletido nos investimentos. De acordo com o levantamento, há um alto volume de aportes iniciais nas residentes, como anjo (35,3%), pré-seed (25,5%) e seed (29,4%), estágios em que os valores investidos tendem a ser relativamente baixos. O maior montante, nesse caso, se concentra em cinco rounds Series A, que levantaram um total de US$ 15,5 milhões.

Importante ressaltar que os números de deals dobraram no último ano, saltando de 13 realizados em 2019 para 25 só em 2020, devido ao aumento da quantidade de startups residentes no ecossistema do Distrito. Os resultados também coincidem com o aquecimento do mercado de venture capital nos últimos tempos.

Diversificar e descentralizar

O levantamento constata que há uma concentração das startups residentes em São Paulo. O estado abriga 60% delas, seguido pelo Paraná, lar de 14%. Segundo Araújo, essa diferença se explica pelo fato de os hubs físicos do Distrito se localizarem nas capitais de ambos os estados.

Além disso, o quadro de sócios é predominantemente masculino: 81,3% deles são homens, antes 18,7% de mulheres. A disparidade é maior do que a vista no cenário mais amplo de inovação no país, em que elas representam 29,5% das lideranças em startups, segundo mostrou o Female Founders Report, feito pelo Distrito em parceria com a Endeavor e a B2Mammy.

No entanto, o ano de 2021 começou com uma série de iniciativas do Distrito para ampliar e diversificar a sua base. Entre elas, por exemplo, está o Female Scale, primeiro programa de inovação da plataforma dedicado inteiramente a mulheres de todo o país. As 50 empreendedoras que farão parte da primeira fase do programa já foram anunciadas. Dessas, dez serão selecionadas e passarão por um programa de aceleração ao longo de três meses.

Além disso, sai do papel o Hub2hub, movimento que une hubs de inovação de todo o país para desenvolver ações de impacto para o avanço do ecossistema de startups no Brasil. E nos próximos meses será lançado ainda o Avante, campeonato universitário de inovação, que tem por objetivo fomentar o espírito empreendedor e capacitar jovens universitários, futuros fundadores de startups brasileiras.

Distrito Ventures

O Distrito também possui um braço de venture voltado para startups em estágio inicial de desenvolvimento, tendo realizado investimentos pré-seed, seed e duas participações em series A -nas startups Blu365 e MEI Fácil.

A maior parte delas atuam no setor financeiro, como é o caso da Ali Crédito e do banco digital Neon. Há ainda uma investida em água e energia, na startup Solfácil, primeira plataforma digital para investimentos em energia solar do Brasil.
“Embora essas startups não sejam, em sua maioria, residentes nos hubs do Distrito, ainda assim elas fazem parte da nossa comunidade e muito nos orgulhamos de fazer parte de sua história”, conclui Araújo.

O report completo pode ser visto neste link: http://conteudo.distrito.me/dataminer-distrito-comunidade-report-2021

Microsoft anuncia novos recursos para Power Platform e Dynamics 365

A Microsoft divulgou nesta terça-feira (6) novos recursos para o Power Platform e Microsoft Dynamics 365 como parte da primeira onda de lançamentos de 2021 que, em seis meses apresentará atualizações que vão continuar a auxiliar os clientes da companhia em todo mundo a se adaptarem às mudanças de seus setores, inovarem e solucionarem desafios de forma colaborativa, fortalecendo um ecossistema de agilidade e resiliência para os negócios.

Dentre as novidades do Dynamics 365 estão recursos que abrangem as áreas de marketing, vendas, atendimento ao cliente, serviço de campo, finanças, supply chain, recursos humanos, proteção contra fraudes, business central, customer insights e customer voice. Confira abaixo:

  • Recursos para a jornada do cliente para o setor de Marketing no Microsoft Dynamics 365: permite envolver e engajar os clientes em tempo real, personalizar a experiência do consumidor com base em Inteligência Artificial (IA) e análise de dados. Com ele, é possível identificar o comportamento do cliente em pesquisas e oferecer recomendações de produtos, além de melhorar a comunicação entre o marketing da empresa e o consumidor através de uma plataforma unificada e adaptável que faz recomendações de IA para conteúdo, canais e segmentação de clientes, a fim de entregar a mensagem certa, para o cliente certo, na hora certa.
  • Dynamics 365 Sales: adiciona melhorias de produtividade para vendedores e fornece mais acesso a insights baseados em dados para ajudar na tomada de decisões. Nele, é possível procurar por atualizações de automação e sequenciamento, inteligência de conversação e atualizações para o aplicativo móvel, aprimorando a experiência móvel para os vendedores em trânsito.
  • Microsoft Dynamics 365 Intelligent Order Management: recurso de gerenciamento de estoque e atendimento de pedidos, auxilia na otimização, experiência e lucratividade da empresa atendendo a pedidos futuros e as complexidades de atendimento, ao mesmo tempo que oferece suporte a métodos contemporâneos, como compras feitas on-line com opção de retirada na loja.
  • Dynamics 365 Fraud Protection: oferece proteção de conta, proteção de pagamento e prevenção de perdas, fornecendo uma visão de 360 graus do cenário de fraude para os varejistas, além de ajustar as operações que ajudarão a mitigar a fraude.
  • Veja mais lançamentos de novos recursos aqui.

Já o Microsoft Power Platform, que atualmente integra as plataformas Power BI, Power Apps, Power Automate, Power Virtual Agents, além do AI Builder, também anunciou  novidades que serão completamente integradas nesta primeira onda de atualizações. Veja mais informações abaixo:

  • Power BI, plataforma de gerenciamento de dados: Lançamos dentro do Power BI Embedded uma nova geração de produtos que ajudam a aumentar o ROI (Retorno sobre o investimento, em português) dos clientes e obter um desempenho até 16 vezes mais rápido. Além da recente disponibilidade de modelos de licenciamento flexíveis para o Power BI Premium, que permite que as organizações escolham entre opções de licenciamento por usuário e por capacidade; e Power BI Pro que oferece insights por meio de Inteligência Artificial (IA).
  • Power Apps, plataforma de criação de aplicativos low code: Nova versão adiciona detecção duplicada à experiência da Interface Unificada, melhor acessibilidade para o fluxo de processos de negócios em dispositivos móveis, experiência de busca de relevância global aprimorada e notificações em aplicativos direcionados por modelos. Ainda, o Power Apps aprimora a integração com o Power BI a fim de oferecer suporte às conexões do Microsoft Azure Analysis Services e à função de dados dos clientes para personalização de relatórios e painéis para os usuários.
  • Power Automate, plataforma de criação de fluxos de trabalho automatizados: melhorias nos fluxos de nuvens adicionam um gatilho quando uma ação é executada no Microsoft Dataverse. Isto melhora o trabalho e proporciona uma melhor integração com o Dynamics 365 Finance and Operations. Também lançamos o Process Advisor, uma capacidade de mineração de processos do Power Automate que revela insights sobre como as pessoas trabalham, fornece visualizações ricas sobre onde os usuários podem identificar processos repetitivos e demorados mais adequados para automação.
  • Power Virtual Agents: terá melhorias na experiência de desenvolvimento de chatbot com variáveis de lista, sugestões de tópicos, cartões adaptáveis, dentre outros. A ferramenta também terá integração com o Power Automate para melhor tratamento de erros e novo gerenciamento de disparos automáticos.
  • Veja todas as novidades do Power Platform aqui.

Consad cria ‘Grupo de Ciências de Dados’ para ajudar estados na tomada de decisão

O Consad – Conselho Nacional de Secretários de Estado de Administração –  está implementando seu Grupo de Trabalho de Ciências de Dados. A rede de especialistas irá conduzir estudos e análises de informações para estruturação de dados visando auxiliar na tomada de decisão dos governos estaduais. Em sua primeira reunião, realizada nessa quarta-feira (7/4), 16 representantes dos estados do País participaram.

O grupo concluiu no encontro que esta agenda hoje é crucial, principalmente diante do cenário em que o País se encontra, enfrentando a pandemia e a crise econômica. Por isso, de acordo com os participantes, a estruturação de dados e a sistematização de evidências são essenciais para nortear as decisões dos gestores. Os dados coletados serão usados também para o chamado benchmarking, ou seja, aquele processo de busca das melhores práticas de gestão da organização que levam a ter um melhor desempenho.

 “A formação dessa rede de especialistas dos estados, que trabalham na construção e estruturação de evidências, é um passo muito importante tanto para os estados, quanto para o Consad. O Brasil precisa seguir exemplos de países mais avançados, onde cada vez mais se toma decisão por meio de evidências e estruturação de dados. Estamos buscando seguir esse caminho. Principalmente agora, em uma pandemia, onde os desafios tornam-se ainda maiores para o futuro do país e da gestão pública. Formar esse grupo, neste momento, é bem oportuno. Estamos muito felizes e confiantes”, destacou o presidente do Consad, Fabrício Marques Santos.

No evento de lançamento do grupo de trabalho, além da troca de experiências, os participantes também fizeram o acompanhamento das medidas de enfrentamento à Covid- 19. Além disso, os integrantes da reunião discutiram a criação de um painel de boas práticas de dados e evidências para a tomada de decisão.

Alguns estados conseguiram avançar e estão mais à frente nos últimos anos com equipes fortes em análise de dados, que têm apoiado os governantes nas suas decisões. Outros estados precisam ainda avançar bastante para alcançar o nível de ideal. “O Consad tem sido contatado por organizações internacionais como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com nosso projeto junto à OCDE, que é o de capacitar uma rede nacional para trocas de experiências em apoio à tomada de decisão de governantes”, afirmou o presidente do Conselho.   

Entre as próximas ações estão a construção de um plano de trabalho para o novo grupo, a escolha de um coordenador técnico e a publicação da Resolução do Grupo de Trabalho.

A reunião contou com a presença dos representantes dos seguintes estados: Wagner Sena, Acre; Fabricio Marques Santos e Lionaldo dos Santos, Alagoas; José Marlucio Alcântara, Amapá; Fabricio Rogério Cyrino Barbosa e Vivaldo Michiles Neto, Amazonas; César Augusto dos Santos Rocha, Bahia; Lawrence Pinto, Distrito Federal; Madson Ribeiro, Goiás; Raphael Vidal, Maranhão; Sandro Luís Brandão Campos, Mato Grosso; Thaner Nogueira, Mato Grosso do Sul; Lucas Vilas Boas Pacheco, Minas Gerais; Jordan Seabra, Pará; Petrônio Rolim, Paraíba; Maria Carmem Carneiro de Melo Albanske e Wellington Dias de Paula, Paraná; Márcio Alexandre Marques Silva, Pernambuco; Denys Lessa, Rio de Janeiro; Lucas De Maman Benz, Rio Grande do Sul; Giovane Pacheco e Karla Lenise Margarida Campana, Santa Catarina; Rodrigo Mauro Ruiz de Matos, Gustavo Souto Galhardo e Andra Robert, São Paulo; e Stefan Queiroz,  Tocantins.

SAP habilita práticas ESG a partir de dados gerados em suas soluções

A SAP Brasil reforçou sua estratégia consultiva para auxiliar empresas brasileiras na busca de dados analíticos para seus desafios ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês) a partir da base instalada de soluções. Com o aumento do compromisso das empresas com práticas sustentáveis, a SAP está se empenhando em ajudar seus clientes a incorporar e medir indicadores de sustentabilidade em diferentes etapas operacionais.

A empresa mapeou como suas soluções podem ser utilizadas para levantar, analisar e medir 90 indicadores essenciais de desempenho econômico, ambiental e social propostos pela Global Reporting Initiative (GRI) – organização internacional que ajuda empresas, governos e instituições a compreender e comunicar o impacto dos negócios em questões críticas de sustentabilidade.

Os sistemas da SAP (23 no total) podem ser utilizados para adicionar informações sobre todas as etapas de processos – dos administrativos aos operacionais –, de forma a contribuir para a adaptação das companhias a mudanças de regulamentação, consumo de energia, gestão de resíduos, políticas de responsabilidade de produtores, entre outros pontos cada vez mais urgentes em uma economia pautada pela sustentabilidade e em linha com padrões globais e melhores práticas.

Segundo Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil, a principal mudança é a assimilação da premissa de transparência nas atividades. Para ela, o papel da tecnologia é de habilitador para iniciativas ESG. “Muitas vezes os clientes já têm as soluções da SAP, mas não as utilizam com o objetivo de inserir e extrair dados para suas práticas ESG. Queremos mostrar como a inclusão de boas práticas com o suporte da tecnologia podem contribuir para que as operações se tornem mais competitivas, transparentes e sustentáveis”, explica Luciana.

Como exemplo de indicadores que precisam ser medidos, uma rede de varejo pode projetar drástica redução no consumo de energia para os próximos anos (GRI 302) e a SAP oferece três alternativa de soluções que podem auxiliar a empresa a planejar, projetar e medir o consumo e gerar os indicadores necessários e associados aos impactos de economia e eficiência dos negócios. Entre as soluções estão SAP Ariba, SAP SuccessFactors, SAP Environmental Management, SAP Manufacturing Integration and Intelligence (SAP MII), entre outros.

O SAP SuccessFactors, sistema de gestão do capital humano, também ajuda as empresas com a automatização dos processos de RH tradicionais e capacitação da operação para focar em temas cada vez mais estratégicos, como a experiência do colaborador, diversidade, equidade e inclusão, até os temas relacionados a bem-estar, segurança, desenvolvimento de habilidades, entre outros indicadores.

Como exemplos de indicadores GRI que podem ser apurados com base nas informações dos módulos SAP SuccessFactors, destacam-se, entre outros, os GRI 202.1 e 202.2, que analisam a proporção entre o salário mais baixo e o salário mínimo local, com discriminação por gênero e a proporção de membros da diretoria contratados na comunidade local; GRI 405.2, que analisa a proporção entre o salário-base e a remuneração recebida pelas mulheres e aqueles recebidos pelos homens; e o GRI 406.1, que avalia casos de discriminação e medidas corretivas tomadas.

Outro sistema amplamente adotado por empresas brasileiras em diferentes indústrias e tamanhos de operações é o SAP Ariba, para gestão de compras e de fornecedores. Em um momento em que a gestão da cadeia de suprimentos é um dos itens que mais impactam na sustentabilidade de uma operação, as operações por meio da Ariba Network, maior rede B2B do mundo, permitem que as empresas se conectem e colaborem com milhões de fornecedores de forma dinâmica e aberta, mais bem gerenciada e mais eficiente.

A plataforma Ariba transforma inteligência em ação para garantir que os processos fluam mais rápido, os usuários sejam guiados para a ação certa e cadeias de suprimentos éticas e sustentáveis. Um dos exemplos de indicadores que podem ser apurados a partir da solução é a avaliação social de fornecedores, GRI 414.1 e 414.2, que examina a seleção de fornecedores com base em critérios sociais, impactos sociais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas. Outros indicadores são o GRI 408.1, sobre operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil, e GRI 409.1, sobre operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo.

Evento global – SAP Sustainability Summit

Nos dias 28 e 29 de abril, a SAP promove o evento online SAP Sustainability Summit para apresentar sua capacidade de ajudar seus mais de 400 mil clientes em todo o mundo a implementar medidas de proteção climática por meio de recursos como o programa Climate 21. A SAP apoia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos em 2015 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e o evento está alinhado com objetivo de número 13 sobre Ação Climática. Neste evento, juntamente com clientes e parceiros, a SAP fornecerá mais informações sobre soluções nesse contexto, bem como sobre economia circular, orientação holística e geração de relatórios.