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Startups brasileiras adotam IBM Cloud para inovar em diversos setores

A IBM anunciou que três startups brasileiras estão utilizando IBM Cloud para oferecer serviços inovadores em setores, como imobiliário, gestão contábil e desenvolvimento profissional e pessoal. Usando a nuvem IBM para hospedar suas soluções, as empresas Vivalisto, Rupee e 7Waves foram capazes de evoluir suas plataformas e aprimorar a experiência do usuário, suportadas pela segurança e flexibilidade de IBM Cloud.

Atualmente, o Brasil tem mais de 13.400 startups em operação, segundo informações da StartupBase. Com o aumento da adoção de tecnologias de nuvem e inteligência artificial no Brasil, tem ocorrido uma aceleração no desenvolvimento de plataformas e de aplicativos que podem ajudar a fomentar a inovação em diversos setores.

“Vivemos uma era de rápida evolução tecnológica e as empresas precisam acompanhar essa evolução para atender às crescentes demandas dos clientes”, destaca Felippe Melo, Vice-presidente de Technology da IBM Brasil. “As startups são caracterizadas por seu ritmo acelerado de desenvolvimento e os recursos de inteligência artificial e nuvem híbrida robusta da IBM fornecem a fundação, dentro de um modelo de negócio acessível, para as startups inovarem em todas as suas fases de desenvolvimento e crescimento.”

Mercado imobiliário automatizado

Com foco no mercado imobiliário, a Vivalisto é uma startup que desenvolveu uma plataforma para digitalizar, automatizar e integrar propostas imobiliárias e contrato de serviços, conectando todas as partes envolvidas. Com a plataforma rodando em IBM Cloud, a Vivalisto pode automatizar mais de 600 processos relacionados à gestão de contratos do setor imobiliário que antes eram feitos manualmente.

Com a otimização de seus serviços de contratação imobiliária, a Vivalisto ajudou seus clientes – corretores e agentes imobiliários – a registar um aumento superior a 70% nas vendas mensais. Além disso, com recursos de automação habilitados pelo IBM Cloud, a Vivalisto acelerou o processo geral de contratação, permitindo fechar mais negócios. Como resultado, a Vivalisto obteve um crescimento de 164% em 2020 e atingiu 90% do Net Promoter Score (NPS), métrica que indica a satisfação do cliente.

Gestão contábil sem riscos

A Rupee, plataforma inteligente de gestão contábil, tributária e de folha de pagamento, oferece serviços que ajudam a reduzir os riscos de cobranças geradas por multas de órgãos fiscalizadores. A plataforma da Rupee funciona online e em tempo real, gerando alertas sobre prazos e problemas pendentes antes que eles apareçam e permitindo a comunicação entre contadores e empresas.

Em 2020, a startup migrou para IBM Cloud e agora oferece 100% de seus serviços rodando na plataforma. Atualmente, eles estão usando servidores de aplicativos e Docker, banco de dados (PosgreSQL) e armazenamento de arquivos (Object Storage) para suportar seu aplicativo e estão trabalhando na implementação de inteligência artificial com IBM Watson para melhorar seus serviços e de IBM Cloud Kubernetes para o gerenciamento de contêineres Docker.

Inovação no desenvolvimento profissional e pessoal

O 7Waves é um aplicativo que ajuda a definir objetivos pessoais e profissionais. Ele ajuda os usuários a atingirem suas metas através do envio de dicas personalizadas para cada etapa do plano de desenvolvimento. Desde seu lançamento, há quatro anos, o aplicativo atingiu uma base de mais de 350 mil usuários em 124 países, totalizando mais de 3 milhões de metas em execução e mais de 1 milhão de conquistas. Com a evolução do aplicativo, a 7Waves procurou a IBM Cloud para dar suporte à alta demanda dos usuários.

Além disso, com o uso do IBM Cloud Functions, conseguiram desconectar a logística repetitiva do núcleo do aplicativo e distribuí-los de acordo com a necessidade. Toda a arquitetura de contêineres Kubernetes aplicados no IBM Cluster já está sendo preparada e a migração dos dados será realizada em um futuro próximo.

O compromisso da IBM com as startups e o ecossistema

Vivalisto, Rupee e 7Waves fazem parte do ecossistema da IBM, que oferece suporte a parceiros de todos os tipos – sejam eles desenvolvedores, startups, prestadores de serviços ou revendedores de tecnologias e plataformas IBM. O programa de apoio a startups da IBM oferece acesso a um catálogo com mais de 190 serviços disponíveis em IBM Cloud, que permitem inclusive o gerenciamento e modernização de cargas de trabalho. A IBM apoia startups em todos os estágios de suas jornadas. Ao construir soluções na nuvem IBM, as startups recebem treinamento digital e podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores e extenso material técnico.

Claranet adquire a ID Group e se posiciona como líder no fornecimento de serviços de tecnologia da informação e comunicação

A Claranet, principal grupo europeu de serviços de TI, com presença em 10 países e mais de 2.500 colaboradores, anunciou a aquisição da ID Group, empresa de referência no setor das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), com mais de 30 anos de experiência e especializada em serviços de infraestruturas TIC.

Esta foi a 29ª aquisição do Grupo Claranet nos últimos 9 anos, reforçando a estratégia de expansão do grupo, como líder europeu em serviços geridos e consolida a sua presença na Espanha, onde atua desde 2000.

Fundada em 1990, a ID Group é uma fornecedora de soluções no setor de TI, especializada em serviços de infraestrutura, tanto em On-Premises como em Private Cloud. Com um amplo conjunto de clientes em todos os setores de atividade, como AC Marca, Fira de Barcelona, Santa & Cole, Grandvalira, Banc de Sabadell d´Andorra, entre outros, a ID Group é uma integradora experiente de fornecedores de tecnologia, com uma vasta gama de serviços de implementação e gestão que vão desde a Private Cloud até Workplace, passando por Storage, Networking, Segurança e IT Supply.

“A união dos pontos fortes da Claranet com a ID Group permitirá aumentar o valor que oferecemos aos nossos clientes, tanto no setor público como no privado, combinando competências e talentos das nossas equipes, bem como desenvolver uma carteira de serviços mais ampla, constituindo assim, a Claranet como fornecedor líder de serviços TIC, Managed Hybrid Cloud e Cybersecurity onde a Claranet tem uma vasta experiência”, declara David Cuesta, Diretor Executivo da Claranet na Espanha.

Já para António Miguel Ferreira, Presidente do Conselho de Administração da Claranet Espanha e membro do Conselho Executivo de Administração do Grupo para Ibéria e Latam, “a Claranet tem uma forte estratégia de crescimento orgânico e de aquisições. Conseguimos uma posição de liderança em Cloud e Cybersecurity em outros países e temos a ambição de fazer o mesmo em um mercado de TI tão importante como o espanhol”, explica.

“A integração da ID Group pela Claranet, proporcionará aos clientes de ambas as empresas novas capacidades, bem como o acesso a uma vasta experiência na implementação e gestão de todos os tipos de infraestruturas TIC em ambientes On Premises e em ambientes de Cloud Privada e Cloud Pública, além da Cibersegurança. Esta integração significará um aumento de escala e vai nos permitir aumentar o ritmo de inovação, eficiência e qualidade a que os nossos clientes estão habituados”, comemora Sergi Aguilar, Diretor Executivo da ID Group.

IdeiaGov promove o 1º Fórum de Inovação em Governo

Evento tem como objetivo promover rodas de conversas entre diferentes atores do ecossistema de inovação governamental


No dia 25 de março, o hub de inovação do Governo do Estado de São Paulo, IdeiaGov, promove o 1º Fórum de Inovação em Governo, evento gratuito e 100% online, que irá reunir especialistas do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação, do ecossistema de inovação em governo e de impacto social em rodas de conversas para compartilhar aprendizados, conhecimentos e práticas nacionais e internacionais.

Felipe Maruyama, Diretor de Inovação em Governo do Impact Hub e João Arthur Reis, Diretor Técnico de Ciência, Tecnologia e Informação do Governo, farão a abertura institucional e contarão com a participação de Henrique Bussacos, sócio-fundador do Impact Hub e Paula Lima, subsecretária de Ciência, Tecnologia e Informação do Governo.

“É essencial colocarmos a inovação em e com o governo no centro do debate, em suas mais variadas facetas, por possibilitar a conexão de pessoas e organizações bem como compartilharmos diferentes perspectivas e aprendizados para avançarmos nesta agenda que será, cada vez mais, relevante para lidar com problemas complexos emergentes de nossa sociedade”, afirma Felipe Masssami Maruyama, diretor de Inovação em Governo do Impact Hub e que está a frente das Operações do IdeiaGov.

Alguns dos temas abordados serão: Como podemos incorporar inovação em governo, como o Brasil está no cenário de inovação aberta em governo comparado com o resto do mundoe como o ecossistema de Negócios de Impacto pode promover uma sociedade mais justa junto ao poder público.

Além das mesas e painéis temáticos, teremos uma edição especial do Diálogos.Gov, para fechar o evento com chave de ouro, com a participação de Patrícia Ellen, Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Paulo, e Morgan Doyle, representante do grupo BID no Brasil, no qual debateremos sobre “Quais são os desafios e oportunidades para a inovação no cenário de pós-pandemia”.

O evento será aberto ao público, 100% online e gratuito, e em todas as rodas de conversas, os participantes poderão interagir com perguntas e dividir suas experiências com os convidados.

Os interessados deverão se inscrever no site do IdeiaGov – https://ideiagov.sp.gov.br/eventos/forum-de-inovacao-em-governo/.

Código de Defesa do Consumidor completa 30 anos

Lei reconhecida internacionalmente trouxe equilíbrio nas relações de consumo

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) completa 30 anos de vigência. O Procon-SP, à frente da defesa do consumidor desde maio de 1976, foi uma das instituições que mais lutou para a implementação dessa lei.

O CDC trouxe vários benefícios ao mercado consumerista, um dos maiores é o equilíbrio nas relações de consumo – fundamentada no reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor. A obrigatoriedade que o fornecedor tem de fornecer informações claras, precisas e ostensivas é um dos grandes conceitos implementado por essa lei.

Dentre os direitos básicos estipulados pelo CDC estão a proteção da vida, saúde e segurança; a informação adequada e clara sobre produtos e serviços; a proteção contra publicidade enganosa e abusiva; a proteção contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e a inversão do ônus da prova.

Hoje o consumidor conhece os seus direitos, mas ainda mais importante é o fato de ele saber da existência do CDC e que esta é sua ferramenta de defesa; sabendo dos seus direitos ou na dúvida, o consumidor pode acionar os Procons para ser orientado.

Desde 2010, um exemplar desse importante instrumento legal deve ser disponibilizado em todos os estabelecimentos comerciais para consulta.

Veja abaixo alguns dos avanços trazidos pelo CDC:

Direito à informação – o CDC estabelece a informação como um dos direitos básicos que devem ser respeitados pelas empresas; informação adequada, clara e em língua portuguesa sobre produtos e serviços, como, por exemplo, preço, prazo de validade, eventuais riscos que apresentem, entre outras especificações é um direito básico dos consumidores.

Restituição em dobro – a partir da entrada em vigor do CDC, as quantias cobradas indevidamente, ou seja, que não são de responsabilidade do consumidor, e que são pagas por ele, devem ser devolvidas em dobro pela empresa.

Garantia – o CDC determina que todo produto tem garantia; a chamada “garantia legal”: 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para produtos duráveis; eventual garantia oferecida pelo fornecedor é complementar à legal: é a “garantia contratual”, oferecida mediante documento escrito.

Direito ao arrependimento – o CDC dá ao consumidor o direito de se arrepender de uma compra quando esta for realizada por meio da internet, reembolso postal, telefone, catálogo ou qualquer outra forma que seja fora do estabelecimento comercial. O consumidor pode desistir em até sete dias a contar da aquisição ou do recebimento da mercadoria. No caso de uma contratação de serviço, a contagem se inicia a partir da data da contratação.

Anulação de cláusulas abusivas – o CDC determina que cláusulas que coloquem o consumidor em desvantagem nos contratos de consumo são abusivas e, portanto, nulas.

Contrato – deve ser escrito de forma simples e clara para facilitar sua compreensão e estar disponível para os consumidores para que conheçam o seu conteúdo antes de decidir pelo negócio.

Responsabilidade solidária – a partir do CDC os fornecedores de produtos e serviços passaram a responder solidariamente por problemas de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios e pelos danos causados em decorrência de defeitos, ou seja, toda a cadeia de fornecedores envolvidos na relação de consumo é responsável (fabricante, loja, revendedor etc).

Cadastro – a abertura de cadastros em nome do consumidor deve passar pelo seu consentimento, que tem o direito ao acesso às informações existentes em cadastros arquivados sobre seus dados, bem como sobre as suas respectivas fontes; eles devem ser objetivos e verdadeiros, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos.

Cobrança de dívidas – o fornecedor pode cobrar o devedor, mas não pode o expor ao ridículo nem lhe causar qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.

O Código de Defesa do Consumidor é reconhecido internacionalmente como um dos instrumentos mais efetivos de proteção aos consumidores e tem permitido aos Procons do Brasil o atendimento das necessidades dos cidadãos” destaca Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

Nova Lei de Licitações vai a sanção presidencial

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) a redação final do projeto da nova Lei de Licitações (PL 4.253/2020). Esse era o último passo para que o projeto, aprovado em dezembro, pudesse ser enviado para a sanção presidencial.

Na fase da redação final não são feitas mudanças no conteúdo do projeto, apenas apenas ajustes de terminologias, clareza e precisão no texto. O relator, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), esclareceu que o processo se alongou excepcionalmente porque a matéria era muito complexa e passou por várias versões diferentes.

— Foi necessário alterar 135 dispositivos, e a redação final tem que ficar adstrita ao que votamos em dezembro. As equipes técnicas se empenharam e a redação está fidelíssima.

A nova lei foi aprovada no fim do ano passado, na forma de um substitutivo que veio da Câmara dos Deputados, mas ela já tramitava há quase 10 anos. O projeto teve origem em uma comissão especial do Senado, em 2013, e passou por três reformulações até chegar à versão atual. A nova lei deve substituir a atual Lei das Licitações (Lei 8.666, de 1993), a Lei do Pregão (Lei 10.520, de 2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (Lei 12.462, de 2011), modificando as normas referentes aos sistemas de contratação da administração pública.

Para Anastasia, a aprovação definitiva do texto encerra um longo processo de racionalização da legislação brasileira.

— Os institutos da lei vão representar, no futuro próximo, uma renovação da gestão pública brasileira, pela sua agilidade, adequação, modernidade e transparência.

O projeto cria modalidades de contratação, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, estados e municípios. Entre outras mudanças, o texto permite seguro-garantia nas licitações, o que poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, e cria um portal nacional de contratações públicas para centralizar os procedimentos licitatórios dos entes federados por meio de um banco de dados unificado.

Fonte: Agência Senado

Crowdfunding equity Wishe viabiliza investimento de R$ 250 mil para HerMoney, fintech avaliada em R$ 6 milhões

Pessoas físicas, que desejam entrar no ecossistema de startups, podem investir a partir de R$ 1.000,00A Wishe, grupo de investimento focado em startups inovadoras lideradas por mulheres, anuncia a viabilização do investimento de R$ 250 mil, por meio de crowdfunding equity para a HerMoney, assistente financeira virtual que ajuda as pequenas e médias empreendedoras a tomar decisões de negócio.

A plataforma própria do grupo se diferencia das demais, pois além de entrar com o capital o(a) investidor(a) pode participar e colaborar com a startup que financiar, por exemplo, podendo dar mentorias. Aos interessados, a Wishe não faz validação cadastral e as opções de investimento variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil. As transações financeiras são feitas pela fintech Iugo. Ao final de cada rodada, caso o valor do aporte não seja alcançado, a plataforma devolve integralmente o dinheiro investido pela pessoa.

A HerMoney auxilia as mulheres empreendedoras com gestão financeira para que elas possam focar seu tempo e energia na operação de seus negócios. Dessa forma, quando as mulheres adquirem protagonismo financeiro, elas destinam mais de 90% dos seus ganhos ao consumo de saúde, educação e habitação, impactando toda a sociedade. “Com o investimento, buscamos trazer novas pessoas ao time e ajustar nosso produto às necessidades do mercado, tornando-o mais conveniente às necessidades das empreendedoras “, finaliza Andrezza Rodrigues, fundadora da HerMoney. Ainda de acordo com a empreendedora, 57% do o investimento captado por meio da Wishe será destinado ao desenvolvimento WebApp com OCR e trial 14 dias.

Com o intuito de solucionar o gap de gênero no ecossistema de startups, a Wishe aprimora as opções de investimento e democratiza o acesso à capital para empresas lideradas e fundadas por mulheres. “Acompanhamos as fundadoras desde quando elas foram selecionadas para a aceleração da B2Mamy e percebemos o potencial do time. Oferecendo um serviço automatizado com suporte financeiro, a Hermoney cresceu mais de 600% durante 2020”, comenta Rafaela Bassetti, CEO da Wishe.

ThoughtWorks abre vagas exclusivas para mulheres desenvolvedoras

A ThoughtWorks, consultoria global de software com presença em 17 países, está com vagas abertas para mulheres que queiram trabalhar com tecnologia no Brasil. A empresa abriu um processo de recrutamento expresso que vai até a próxima segunda-feira, 15 março, com vagas para diversas áreas. As tecnologistas interessadas podem verificar todas as posições disponíveis e aplicar para os cargos pelo link https://www.thoughtworks.com/todas-as-mulheres-na-tecnologia. O processo seletivo ocorrerá ao longo do mês de março, liderado por um time representativo, com profissionais de todos os escritórios da ThoughtWorks. As contratações serão feitas já em abril.

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a iniciativa compõe mais uma ação da ThoughtWorks para aumentar o número de desenvolvedoras no mercado de TI. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ocupavam apenas 20% dos postos de trabalho deste mercado naquele ano. No mesmo período, segundo levantamento da startup Revelo, 17% das vagas de emprego na área foram oferecidas a mulheres ao final dos processos seletivos.

A ThoughtWorks, que tem mais de 8 mil funcionárias e funcionários, tem trabalhado na contramão dessa realidade, com 46% do seu corpo de colaboradores formado por mulheres – entre os gestores, elas são 44%. A organização também atua em outras frentes, com grupos de apoio, estratégias de atenção à saúde das funcionárias, entre tantas, para também estabelecer um ambiente de trabalho saudável para todas.

Home Office

Ainda neste ano, a ThoughtWorks anunciará a possibilidade de Home Office definitivo para vários cargos na empresa. A proposta não passa apenas por preservar os funcionários da exposição ao coronavírus, mas também visa aproveitar a atual conjuntura para estabelecer rotinas de trabalho mais flexíveis e promover a utilização das novas ferramentas ágeis de colaboração entre equipes. A estratégia tem também o objetivo de humanizar ainda mais o serviço na área de tecnologia, dentro da ThoughtWorks, priorizando as demandas individuais dos colaboradores para que as tecnologistas e os tecnologistas tenham sempre um espaço seguro, confortável e produtivo.

Vicunha participa do projeto Fashion Hub

Referência global em soluções jeanswear, a Vicunha participa do Fashion Hub. Um programa para ajudar os grandes players a se abrirem para as transformações que vêm acontecendo. Trazendo para perto a inovação, a sustentabilidade e inspirações. O Fashion Hub faz isso, criando uma ponte entre as empresas da moda e startups.

Uma das mantenedoras desse Ciclo 1 é a Vicunha, uma das maiores indústrias de tecidos denim e brim do mundo, presente na América Latina, Europa e Ásia. A empresa é referência global em soluções jeanswear e, Além de produtos inovadores, leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens.

O desafio da Vicunha no 1º Ciclo do programa era fazer com que os stakeholders associassem sua marca à qualidade, sustentabilidade e inovação. A startup Flow trouxe como solução a possibilidade a gamificação como forma de comunicação e engajamento com esse público. Resultado que poderá ser visto em detalhes ao vivo no Demoday, dia 11 de março, às 16 horas, no canal do Youtube do Fashion Hub.

E assim, encerra-se o 1º Ciclo do Fashion Hub, que entra em 2021, cheio de novidades, com novos desafios ao mercado de startups e também com a entrada do Grupo Soma como novo mantenedor. Além disso, o Fashion Hub acaba de assinar um acordo de cooperação mútua com o Fashion For Good, o hub sediado na Holanda que é um benchmark para a moda sustentável global. Para saber mais, acesse www.fashionhub.com.br

SkillHub, startup voltada para a educação corporativa, recebe aporte da Hotmart

A Hotmart , empresa global de tecnologia focada no empreendedorismo e produtos digitais, acaba de anunciar aporte financeiro na SkillHub , startup de educação corporativa, assumindo uma participação minoritária. O valor não foi divulgado. Com uma solução completa de treinamento, a SkillHub já impactou mais de 5.000 profissionais em apenas um ano de operação.

Fundada em março de 2020, em Campinas (SP), pelos empreendedores João Bizzarri (ex-Linkedin e Bain & Company) e André Felix (ex-Movile), a SkillHub é uma plataforma de treinamento focada no mercado corporativo. Ela conecta cada colaborador do cliente aos melhores treinamentos e conteúdos, para torná-los protagonistas do seu próprio desenvolvimento, de forma personalizada. A empresa tem parcerias com instituições de ensino renomadas, como a FGV, Saint Paul e Alura. Entre os clientes da plataforma estão a Dafiti, TecBan e Loft, entre outros.

Com o aporte, a ideia é ampliar os investimentos em tecnologia e na área comercial, para expandir o número de clientes atendidos e as opções de conteúdo da plataforma.


“As empresas têm a necessidade crescente de desenvolver suas equipes, porém às vezes têm dificuldades em encontrar o melhor conteúdo ou gerenciar esse processo internamente. A SkillHub busca facilitar essa jornada, e ao mesmo tempo acompanhar o aprendizado dos colaboradores, gerando dados para aumentar o engajamento e os resultados”, afirma João Bizzarri, co-fundador da SkillHub.

Para a Hotmart, o objetivo é fomentar o ecossistema de ensino digital no mercado corporativo, onde a empresa ainda não atua. “Já investimos em várias empresas que auxiliam os produtores de conteúdo digitais, como a Reshape (transcrição de áudios e vídeos) e ENotas (emissão de notas fiscais para negócios digitais). Acreditamos que a SkillHub ajudará esse ecossistema a crescer e vemos oportunidades de levar nossos produtores de conteúdo a vender também para mercado corporativo”, comenta João Pedro Resende, cofundador e CEO da Hotmart Company.

Central Nacional Unimed lança projeto para startups

No ‘Desafio de Inovação Unimed’, as empresas poderão criar projetos e soluções, além de participar de mentorias com os melhores especialistas do setor

A Central Nacional Unimed está com inscrições abertas para o Desafio de Inovação Unimed . O projeto conecta a Tronko, nova célula de inovação da cooperativa, com startups, por meio da plataforma de open innovation, 100 Open Startups. Na prática, a cooperativa nacional do Sistema Unimed pretende abrir espaço para que startups interessadas apresentem projetos e soluções aos obstáculos enfrentados no dia a dia de sua operação. “O desafio proporcionará mentorias com os melhores especialistas do setor, networking, visibilidade e oportunidade de negócios, além de apoio no desenvolvimento de ideias transformadoras dentro do maior sistema de cooperativas médicas do mundo, responsável pela assistência médica de 17 milhões de brasileiros”, ressalta Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed.

Ao todo serão selecionados até 30 startups nas áreas de Automatização para Captura e Conferência de Notas Compliance de Fornecedores Fiscais, Gestão de Facilities, Gestão do Conhecimento em Compras, Suprimentos Hospitalares, Reserva de Espaço Físico, Orçamentação, Contratação de Serviços e Suprimentos Hospitalares, Gestão de Custos Comerciais, Automatização para Captura e Conferência de Notas Fiscais. A escolha das soluções será realizada internamente pelos executivos da operadora, que usarão como critérios as informações oferecidas pelas startups no momento da inscrição.

A partir daí, a startup poderá ser convidada a apresentar a solução e implantar um projeto-piloto. “Com base no resultado, a empresa poderá ser habilitada a desenvolver parcerias na forma de prestação de serviços ou de fornecimento de produtos inovadores, de acordo com a maturidade e com a consistência da startup e da solução apresentada”, explica Ruschi. O executivo reforça que o desafio compõe a série de iniciativas da cooperativa em 2021, para acelerar a resolução de cenários e disseminar a cultura de inovação internamente.

Para Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, parceira do projeto, essa é uma oportunidade importante para as jovens empresas. “As startups poderão atuar em projetos de open innovation e ver suas soluções crescerem na prática. Sem contar que estarão em contato com o mercado de saúde, que cresce a cada ano e fomenta a existência de novos negócios. Nós acreditamos que, quando há colaboração do ecossistema de inovação, soluções incríveis podem acontecer. Estamos felizes em compartilhar deste momento”, diz.

Inovação em pauta

Ao longo de 2021, a Central Nacional Unimed prepara uma série de investimentos que irão nortear os negócios da cooperativa. Recentemente realizou a palestra “O Médico de 2030 – Ampliar conhecimento. Explorar o futuro”, por meio do canal próprio no YouTube, que abordou o impacto da inovação na Saúde e apresentou sua nova parceira: a SingularityU Brazil. Juntas, irão lançar o novo hub de inovação, o Learning Village, que auxiliará no fortalecimento e no fomento da inovação e educação no setor de saúde, por meio da aplicação de tecnologias exponenciais, desenvolvimento de pessoas e colaboração no ecossistema.

Com esses novos projetos, a CNU pretende se antecipar às tendências e se tornar protagonista em novas tecnologias dentro do setor de Saúde Suplementar. “Nosso objetivo é fomentar e fortalecer a inovação, a educação na área de saúde e o cooperativismo. Acreditamos que planejar e compartilhar o que aprendemos no presente, nos sustentará e impulsionará para um futuro que contribuirá, não somente com a cooperativa, mas com o setor como todo”, disse Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed.

Desafio de Inovação Unimed
Data de inscrição: até 14 de março
Link para inscrição: https://www.openstartups.net/events/unimed/

App brasileiro de gestão e vendas recebe aporte de R$ 5,5 milhões

Guilherme Hernandez, CEO da Kyte

Startup de vendas e gestão usará capital para ampliar a equipe e desenvolver novos recursos para seu aplicativo, que hoje atende a pequenos comerciantes em 143 países.

A startup Kyte, que oferece uma plataforma de vendas e gestão para digitalização de pequenos comércios, acaba de finalizar sua primeira rodada de investimentos no valor de R$ 5,5 milhões – somados os aportes feitos pela DGF Investimentos e pelos fundos Caravela Capital e Honey Island Capital. Apesar de ter apenas três anos e uma equipe enxuta de 25 colaboradores, a startup que nasceu em Florianópolis (SC) já atende com seu aplicativo mais de 25 mil usuários espalhados por 143 países, principalmente Estados Unidos, México e Filipinas, além do Brasil.

Com o capital investido, a Kyte pretende continuar expandindo suas operações e sua base global de clientes. A estratégia de crescimento será focada em três pilares: ampliação da equipe, investimento em marketing e desenvolvimento de novos recursos para o aplicativo.

“Ficamos felizes em poder escolher os parceiros ideias para esta rodada, que, além do capital, poderão nos ajudar com conhecimento, experiência e networking, aspectos tão importantes quanto o dinheiro para os desafios de uma scale up”, comenta Guilherme Hernandez, CEO da Kyte.

A empresa já está contratando e as vagas abertas para trabalho remoto em todo o Brasil podem ser conferidas na página de carreira. A expectativa é dobrar o número de colaboradores já no primeiro semestre de 2021. Também haverá uma expansão do aplicativo para as plataformas web e tablet, assim como um foco maior na integração para vendas por meio de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp.

Em relação a novas soluções, a empresa pretende apostar no processamento de pagamentos para agregar mais valor ao app e facilitar o gerenciamento dos pequenos comércios com o Kyte Pay. Atualmente, o aplicativo aceita pagamento online com cartão, carteira digital, link de pagamento e integração com maquininhas de cartão da SumUP e do Mercado Pago.

“Além de um time muito forte, observamos nos resultados já conquistados que a Kyte está conseguindo capturar a oportunidade global efetivamente. É essa combinação de produto, mercado global e empreendedores fora da curva que buscamos no DGF Investimentos. Nossas experiências passadas com investimentos semelhantes só reforçam nossa convicção de que existe muito espaço para que a Kyte cresça de forma exponencial”, explica Frederico Greve, sócio diretor do DGF Investimentos.

Acompanhando a expectativa de crescimento, a Kyte também foi uma das selecionadas para a nova turma do programa de aceleração Scale-up, promovido pela rede global de apoio ao empreendedorismo Endeavor, além de ser uma das participantes do programa Facebook Accelerator: Commerce.

“A Kyte conquistou uma base global de clientes desde o estágio inicial da companhia sem que houvesse captado um funding relevante. Isso mostra o potencial da plataforma. Estamos empolgados com a competência do time e qualidade do produto para atender cada vez mais clientes no mundo todo”, comenta Mario de Lara, cofundador e sócio da Caravela Capital.

Para Mariana Foresti, sócia gestora do fundo Honey Island Capital, “a Kyte pretende oferecer uma experiência completa, desde a escolha do produto ou serviço até a efetivação da transação, agregando serviços financeiros e facilidade, movimento que casa com a nossa expertise em fintechs”.

Vocação internacional

Para os sócios, o rápido crescimento da empresa se deve à estratégia de Product Led Growth (PLG), onde se coloca o produto à disposição dos clientes o mais rápido possível para que eles percebam seu valor e, depois, assinem um dos planos. O método permitiu lançar o app em todo o mundo sem exigir equipe específica e presença física em outros países.

“Nós costumamos dizer que a Kyte nasceu global. Eu já tinha uma experiência internacional em outra empresa onde percebemos que as dores básicas sub-atendidas do pequeno comerciante eram as mesmas no mundo inteiro. Então, lançamos a primeira versão do aplicativo em português, inglês e espanhol, imaginando o grande leque de países em que gostaríamos de atuar”, explica o CEO da startup.

O objetivo da Kyte é democratizar o acesso a ferramentas de vendas e gestão, trazendo para o celular de autônomos e pequenos empreendedores recursos que antes só estavam disponíveis em softwares para computadores. “O app começou como um ponto de vendas mobile, mas, com o tempo, fomos expandindo e inserindo novas funcionalidades importantes para nosso público”, enfatiza Guilherme. Hoje, a plataforma conta com cadastro de produtos e de clientes, controle de estoque, gestão de pedidos, emissão de recibos, integração com redes sociais e até um catálogo online que funciona como uma lojinha virtual, entre outros recursos. Em 2020, com o avanço acelerado da digitalização dos comércios, a Kyte registrou um crescimento de 217% da base de clientes e 331% de faturamento.

Os 10 países mais estratégicos são Estados Unidos, México, Indonésia, Filipinas, Malásia, Argentina, Chile, Reino Unido e Espanha, além do Brasil, que concentra cerca de 45% dos usuários do app. “Fomos percebendo que países tinham mais interesse na nossa proposta de valor e somente a partir disso desenvolvemos um trabalho maior de análise do mercado e de Customer Development”, detalha o Head of Growth da Kyte, Ivan Farias.

O grande número de clientes também se deve ao modelo freemium, com uma versão gratuita e outra paga com mais funcionalidades – que, hoje, tem 22 mil assinantes. A startup ainda segue o Fair Price Program, em que são criados preços diferenciados de acordo com o poder de compra médio da região. No Brasil, o plano PRO custa R$ 19,90 por mês.

SMZTO anuncia investimento em rede de brechós

A SMZTO, fundo de private equity especializado em franquias, anunciou nesta quarta-feira (10/03) um investimento na rede de brechós Peça Rara. Fundada em 2006, no Distrito Federal, a marca tem como princípio básico a reutilização. Em 2020, o faturamento da rede foi de R$ 18 milhões e tende a crescer rapidamente com o fortalecimento da economia circular.

Com a parceria, a SMZTO passará a colaborar com o time da Peça Rara para um crescimento acelerado e sustentável, agregando gestão profissional e elevados parâmetros de governança. Os valores da transação não foram divulgados.

Atualmente, a Peça Rara conta com 13 unidades, sendo oito no Distrito Federal. As demais localizam-se em Recife, São Paulo, Goiânia e Cuiabá. Das 13 lojas, sete são próprias e seis são franquias.

Até o final do ano, o plano de expansão prevê um total de 42 pontos de venda em funcionamento, abrangendo todas as capitais do País. As praças prioritárias para a abertura de novas unidades são Porto Alegre, Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Natal, entre outras capitais. A projeção da marca para 2021 é de um faturamento de R$ 50 milhões. Para 2022, a meta será dobrar a receita, atingindo R$ 96 milhões.

“O investimento da SMZTO é a prova de que estamos no caminho certo. São anos de trabalho e estamos extremamente felizes e orgulhosos com essa sociedade e a nossa expectativa é potencializar a nossa expansão, focando em qualidade e inovação para os nossos clientes. A parceria vai agregar não apenas capital, mas um extenso know-how em gestão de franquias”, afirma a CEO da Peça Rara, Bruna Vasconi.

As tratativas para a parceria da marca com o grupo SMZTO começaram no ano passado. Desde então, o fundo passou a acompanhar o trabalho da rede ao longo do ano – em novembro, a Peça Rara inaugurou sua loja na Rua Haddok Lobo, em São Paulo, cidade onde fica a sede da SMZTO.

O presidente do Conselho da SMZTO, José Carlos Semenzato, enxerga um enorme potencial na nova marca investida pelo grupo. “O varejo de itens semi novos está em evidência e tem se tornado um dos mais fortes no mundo nos últimos anos. A mudança de comportamento do consumidor tem permitido que ele dedique cada vez mais parte do seu orçamento para compras conscientes e de qualidade. Neste sentido, a Peça Rara tem se destacado pela base sólida que vem construindo desde sua fundação e tem um grande mercado para explorar. Acreditamos nesta parceria e apostamos que a rede pode se tornar referência em seu setor de atuação”, diz Semenzato.

Já o CEO da SMZTO, Bruno Semenzato, comenta que o fundo prioriza investimentos em empreendedores comprometidos, cujos negócios apresentem soluções altamente escaláveis. “Buscamos empresas que estejam em um estágio de forte crescimento”, afirma Bruno. “Somos bastante ativos na gestão e nos vemos muito mais como sócios estratégicos do que apenas financeiros. Acreditamos que podemos colaborar e muito para a expansão da rede.”

Economia circular

Fundada em 2006 pela então estudante de Psicologia Bruna Vasconi, que vendia peças usadas para pagar as mensalidades do curso, a Peça Rara tinha como foco inicial artigos infantis e femininos. Mas logo os fornecedores começaram a surgir, e o leque de produtos passou a incluir móveis, objetos de casa e moda masculina. Com o sucesso das vendas e a família toda envolvida no negócio, foram abertas sete lojas próprias.

O ingresso no franchising se deu em 2019. As lojas franqueadas contam com no mínimo 250 metros quadrados. O investimento inicial para a abertura de uma unidade é de R$ 300 mil, incluindo taxa de franquia, reforma, móveis, equipamentos e sistemas.

Com lojas espaçosas e refinadas, assinadas por arquitetos renomados, produtos organizados por tamanho e cor e seções para peças femininas e infantis, a Peça Rara mantém uma curadoria especializada e trabalha somente com itens em ótimo estado. As vendas são feitas somente nas lojas, com o aporte, a empresa vai marcar presença no mercado online.

O ticket médio é de R$ 40 e os artigos mais vendidos são roupas de crianças e artigos femininos. A rede trabalha com consignação das peças e muitos dos fornecedores são os próprios clientes. Os itens não vendidos no prazo de 180 dias são revertidos em renda para doação a instituições carentes, mediante autorização prévia do consignatário através do Instituto Peça Rara, braço social da empresa.

“É um negócio ganha-ganha. A empresa é sustentável porque consegue manter um faturamento crescente com uma estrutura de gestão inteligente e enxuta”, explica Bruna Vasconi. “Por outro lado, milhares de pessoas também ganham ao vender suas peças conosco. Muitos clientes compram novas roupas e demais artigos em nossas lojas com o dinheiro daquelas que eles venderam. Economia circular é isso.”

Segundo ela, a pandemia mudou a visão dos consumidores em relação ao vestuário. “Como as pessoas ficaram mais tempo em casa, passaram a ver que possuem um monte de coisa que não usam e através do serviço que prestamos é possível nesse momento de dificuldade econômica de fazer uma renda extra, além de contribuir e aderir à uma mudança de comportamento e princípios em relação ao consumo. E se não usam, não precisam mais”, reflete Bruna. “Então, repassar esses itens para brechós é uma forma de fazer renda em um momento de desemprego.”