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Profissionais com capacitação em tecnologia blockchain têm garantia no mercado de trabalho futuro

A tecnologia blockchain tem sido adotada amplamente por empresas e indústrias interessadas em descobrir o real potencial desta inovação, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes tipos de negócios.

Segundo estimativas do International Data Corporation (IDC), os gastos globais para desenvolvimento de produtos e serviços baseados em blockchain chegarão a US$9,2 bilhões até 2021, valor 10 vezes maior em relação aos US$945 milhões registrados em 2017. Para este ano, a projeção é de US$2,1 bilhões.

Ainda não se sabe o quanto a tecnologia do blockchain pode evoluir, por isso, a atuação de profissionais nesse setor é considerada como uma das profissões mais promissoras do futuro. De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner, em maio deste ano, com 293 CIOs de organizações, para 23% deles o blockchain exige as mais novas habilidades para implementar qualquer área de tecnologia.

Sua qualificação profissional está preparada para essa tecnologia?

Pensando nesse cenário, a Mosaico University e a Blockchain Academy se juntam para lançar o curso Blockchain e DLTs: o seu negócio preparado para o futuro. Oferecido de forma 100% online, o curso abordará o real potencial desta tecnologia, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes negócios.

Com início agendado para 29 de outubro, por estar em sua primeira edição, os alunos contarão com um valor integral reduzido, com descontos de 25% (de R$1.000 por R$750) até o dia 14 de outubro e de 10% de desconto (de R$1.000 por R$900) entre 15 e 22 de outubro.

Para mais informações, acesse o link.

Compliance ainda é utopia no Brasil, aponta pesquisa da Protiviti

A implantação de um programa efetivo de compliance deixou de ser prática exclusiva das grandes corporações e tem ganhado destaque também entre as companhias de pequeno e médio porte. É o que mostra a Pesquisa Nível de Maturidade em Compliance 2018, organizada pela consultoria global da Protiviti. Em sua quarta edição, o estudo reúne informações coletadas entre abril de 2017 e abril de 2018, por meio do Portal de Compliance da Protiviti (www.portaldecompliance.com.br), e conta com 446 organizações, de diferentes portes, setores e regiões, o que revela o interesse geral de adequação.

De acordo com as análises, as organizações, embora conheçam as ferramentas para a implantação de um Programa de Compliance, ainda falham no mapeamento de riscos a que estão expostas. Isso significa que, muitas vezes, os esforços e recursos de alocados não necessariamente mitigam os principais riscos de compliance da empresa. “Ou seja, é como se tivéssemos comprado bons remédios, mas sem saber exatamente qual o problema de saúde. Nota-se que houve uma melhora na visão de compliance, mas a visão de risco ainda é baixa”, explica Heloisa Macari, sócia-diretora da Protiviti.

O estudo mostra que 53% das organizações participantes apresentam nível de compliance médio alto e alto, uma vez que possuem o patrocínio da alta direção da empresa, investindo em elementos fundamentais, como Código de Ética, Canal de Denúncias, Planos de Treinamento e Comunicação, Função Compliance, Auditorias, Monitoramentos e Due Dilligence de Terceiros.

“51% das empresas reconhecem, por exemplo, a necessidade de se fazer a diligência de seus fornecedores e terceiros, pois é possível conhecer o histórico das companhias antes mesmo da negociação. Há a consciência de que se o contratado cometer ilícito, a organização também poderá ser responsabilizada”, ressalta Macari.

Por outro lado, existem elementos que necessitam de mais atenção por parte das empresas e, por falta de conhecimento ou atenção, estão sendo negligenciados ou implantados de maneira equivocada, como a Política Anticorrupção, Indicadores de Gestão, Red Flags para situações não usuais, Assessment de Riscos e desenvolvimento de Planos de Ação para Melhorias. Vale salientar que 46% das empresas nunca realizou o mapeamento dos riscos a que estão expostas, base para a efetividade e eficiência de um Programa de Compliance.

Ainda segundo a pesquisa, as organizações brasileiras têm implementando ferramentas que permitem a criação, a comunicação e o controle de normas e boas práticas em todas as camadas da empresa. Mas ainda há desconhecimento da metodologia, falta de expertise ou limitação orçamentária para o mapeamento dos riscos, vulnerabilidades e consequentes desenvolvimentos de Planos de Ação focados. “Saber onde estão os riscos e fazer a gestão constante deles, por meio de novas medidas, controles e treinamentos, é fator chave para a elevar o Nível de Maturidade em Compliance nas organizações brasileiras”.

Perfil dos pesquisados:

. Região: Os estados mais predominantes na pesquisa foram: São Paulo (27%), Rio de Janeiro (18%), Distrito Federal (18%) e Minas Gerais (7%);

. Faturamento: 30% das empresas participantes são micro, 10% pequena, 13% média, 12% média grande, 26% grande e 9% não informaram os dados;

. Colaboradores: 35% tem até 19 colaboradores, 17% entre 20 e 99, 18% entre 100 e 499, 29% acima de 500 e 1% não informado;

. Setor: 15% holdings, 6% indústrias, 6% Setor de Saúde, 6% Agropecuária, 12% serviços diversos, 55% Outros.

Principais dados:

– 65% das empresas participantes mantém relacionamento com entidades públicas;

– 71% afirmam ter um Código de Ética e Conduta formalizado. O número aumentou 9%, entre 2017 e 2018;

– 58% acreditam que o Código de Ética é divulgado periodicamente aos colaboradores;

– 62% afirmam que a empresa disponibiliza um Canal de Denúncias para o público interno e 56% para fornecedores e terceiros;

– 67% recebem ao menos 1 treinamento da empresa por ano sobre Ética no Ambiente Corporativo, Código de Conduta Ética, Lei e Política Anticorrupção e afins. E apenas 23% recebem 3 ou mais treinamentos por ano;

– 40% das empresas possuem uma área responsável pelo Programa de Compliance.

Portal de Compliance Protiviti (www.portaldecompliance.com.br)

O Portal de Compliance é um canal interativo que esclarece aspectos da Lei 12.846/2013, em vigor desde 29 de janeiro de 2014, também conhecida como Lei Anticorrupção ou Lei da Empresa Limpa. O portal disponibiliza gratuitamente a Avaliação do Nível de Maturidade em Compliance. Qualquer empresa pode acessá-lo e responder ao questionário para receber um relatório com análise dos pontos críticos e dicas para resolvê-los.

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Cognizant abre inscrições para Graduation Program

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, está com inscrições abertas até 19 de outubro para o Graduation Program.

O programa tem como objetivo oferecer oportunidade de desenvolvimento para profissionais que desejam iniciar a carreira na área de tecnologia, que estão no último ano de faculdade ou recém-formados.

Os alunos que mais se destacarem terão a oportunidade de serem contratados. Ao todo são 30 vagas disponíveis. “Temos muito orgulho deste programa. Por meio dessa iniciativa conseguimos incluir novos talentos no mercado de tecnologia, além de fomentar a nossa base de colaboradores”, afirma Carla Catelan, diretora da área de Talent Acquision da Cognizant.

Entre os pré-requisitos para se candidatar, destacam-se: inglês avançado, experiência acadêmica ou profissional em programação e desenvolvimento, bem como interesse em construir carreira e crescer junto com a empresa

A Cognizant é uma consultoria de tecnologia global com mais de 20 anos de atuação e faturamento de US$ 14,8 bilhões, que detém grande expertise no mercado de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Pelo oitavo ano consecutivo, a Cognizant integrou a lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a Fortune. São mais de 268 mil colaboradores ao redor do mundo, e no Brasil eleita como Great Place to Work.

Para se inscrever, basta acessar www.cognizant.com/careers – vaga 29747, até o próximo dia 19. O treinamento será de 22 a 26 de outubro.

Ascenty expande suas operações no Rio de Janeiro

Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a expansão de seu data center no Rio de Janeiro, que após sua conclusão, irá operar com 100% de sua capacidade. O projeto de construção desse data center estará concluído no 2º semestre de 2019 e terá investimento de R$ 100 milhões.

O data center do Rio de Janeiro é um carrier neutral, podendo ser abordado por diferentes operadoras para garantir melhor conectividade aos clientes. Recentemente, recebeu a certificação TR3 da TÜV Rheinland, garantindo que o data center apresenta as especificações estabelecidas ainda no projeto.

“Como parte dos nossos planos de expansão, o mercado do Rio de Janeiro é extremamente estratégico, pois grandes companhias atuam na região e algumas já são nossas parceiras em outros data centers da empresa. Assim que concluirmos a expansão dessa unidade, iremos operar com a capacidade total”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O data center do Rio de Janeiro possui potência total de energia de 15 MVA. A Ascenty também conta com uma rede de fibra óptica própria de aproximadamente 150 km no Rio de Janeiro, para atender as principais demandas por conectividade dos clientes hospedados na infraestrutura carioca.

Imersão em startup no exterior: como funciona e porque viver a experiência

A vivência internacional se tornou comum para jovens que buscam experiência e desenvolvimento pessoal e profissional. Um modelo que pode aperfeiçoar ainda mais o currículo têm atraído os intercambistas: a vivência de imersão em alguma startup fora do Brasil. Desde 2016, a AIESEC, maior ONG de liderança jovem do mundo, já registrou mais de 6 mil viagens como essas, sempre com o objetivo de agregar valor ao ínicio da carreira.

Em 2017 foram realizados 457 viagens e neste ano, o registro é de 413 jovens, entre aqueles que vieram para o Brasil e os que foram para o exterior. A previsão é que mais 900 jovens façam o intercâmbio empreendedor até o fim de 2018. “Acreditamos que o jovem que busca esse tipo de experiência, quer abrir seu negócio, trabalhar em seu ramo de atuação no Brasil, além de aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade, durante as férias. A experiência é enriquecedora e o objetivo é desenvolver um líder empreendedor”, destaca Gabriela Toso, Diretora de Relações Públicas da AIESEC.

O trabalho junto de startups pode ser realizado em diversas áreas como Tecnologia, Marketing, Business e Design, pelo período de 6 semanas até 3 meses e é importante estar cursando ensino superior ou já ter formação completa. O jovem precisa ter no mínimo, conhecimento acadêmico ou profissional na área de escolha dele e aptidão intermediária em inglês . O custo varia em torno de R$ 6 mil reais, e tudo depende do destino e para qual projeto ele será encaminhado, pois alguns oferecem auxílio moradia, alimentação e transporte. E apesar de não ser remunerado, a bagagem que irá trazer para o Brasil, vale muito.

“É uma oportunidade de explorar a criatividade, viver a diversidade, encarar desafios de maneira positiva, ganhar conhecimento com profissionais internacionais e ampliar seu network”, afirma Toso.

A intercambista Juliane Biazon, de 21 anos, foi para a Grécia participar do projeto empreendedor. Para ela, a experiência ajudou a se destacar no mercado de trabalho. “Atuei em uma startup de finanças, na área de marketing – o curso que me graduei. O projeto imersão me ajudou a abrir a cabeça para novos pensamentos do mundo profissional e a desenvolver minhas habilidades no setor”, explica.

Para participar, os interessados devem fazer suas inscrições no portal da AIESEC:http://bazicon.aiesec.org.br/expa/sign_up?programa=GE&campanha=prmedia. Após isso, o jovem passa por uma entrevista do comitê para onde deseja ir e quando aprovado, recebe todo o suporte da ONG para a realização do intercâmbio.

Sorria, você está sendo reconhecido!

Por Felipe Santos

As conhecidas senhas alfanuméricas estão perdendo cada vez mais espaço. Hoje, as empresas estão investindo em outras formas de segurança, como ferramentas biométricas, leitura da íris e reconhecimento facial… Esta última, forma de autenticação digital baseada nos traços dos rostos, vem sendo amplamente pesquisada e desenvolvida para os mais diversos propósitos. É certo que a tecnologia ficará cada vez mais acessível e fará parte do cotidiano das pessoas. Tanto que alguns smartphones já são capazes de reconhecer os rostos de seus usuários para que sejam desbloqueados.

A difusão da tecnologia se intensificou depois que as gigantes Amazon e Google começaram a implementar algoritmos de deep learning (aprendizagem profunda), que hoje chegam a 80% de assertividade e, quando calibrados corretamente, podem chegar a 97%, com o aprendizado contínuo. E o mercado está de olho nesse movimento tecnológico. O reconhecimento biométrico deverá alcançar US$ 30 bilhões em 2021, segundo estimativas da ABI Research. Dados da consultoria de tecnologia Tractica apontam que só com reconhecimento facial as empresas esperam faturar US$ 882 milhões até 2024.

No Brasil, alguns setores estão em estágio avançado quanto ao uso do reconhecimento facial. O setor financeiro é um dos que mais investem. Alguns dos grandes bancos do país – Original, Itaú e Bradesco – já estão em teste para esse formato de autenticação de clientes, que é hoje um dos mais seguros para realizar qualquer tipo de transação. Mas outros segmentos, como bens de consumos, segurança e saúde, também irão aderir à tecnologia.

Entretanto, a solução ainda deve demorar para chegar ao dia a dia das pessoas. Para a implementação em larga escala, é necessário uma infraestrutura completa, que envolve um ambiente muito bem estruturado, com internet realmente rápida e equipamentos de alta qualidade.

Já a adaptação dos usuários ao novo, com o tempo e com a evolução da tecnologia, certamente será algo natural. Ainda nos parece estranho pegar o smartphone e focar no rosto para realizar uma verificação de transação. No entanto, é só parar e pensar que há 10 anos ninguém tirava selfies.

Além das companhias privadas, governos também estão adotando o reconhecimento facial em áreas estratégicas, como segurança. Um exemplo é a China, que está usando a tecnologia para identificação de suspeitos, mas ainda precisa de ajustes para evitar erros.

Mesmo com tantas dúvidas e incertezas sobre a eficiência do reconhecimento facial, a tecnologia deve evoluir rapidamente, tornando-se um importante recurso de segurança e usabilidade, trazendo praticidade para as atividades rotineiras.

Felipe Amaral dos Santos, Head Of Products na ilegra, empresa global de negócios e tecnologia

Conversas sobre as #Eleições2018 geraram 49 milhões de Tweets globalmente entre agosto e outubro

s conversas sobre o primeiro turno das #Eleições2018 no Twitter alcançaram a marca de 49 milhões de Tweets globalmente entre 16 de agosto e 5 de outubro. O resultado desse período representa aumento de 23% em comparação ao volume total de Tweets sobre as Eleições 2014, incluindo as conversas sobre o segundo turno daquele ano.

Durante o período, Jair Bolsonaro (@jairbolsonaro) foi o candidato mais mencionado na plataforma, seguido por Ciro Gomes (@cirogomes), Fernando Haddad (@Haddad_Fernando), Geraldo Alckmin (@geraldoalckmin) e João Amoêdo (@joaoamoedonovo).

O tema mais comentado em Tweets sobre as #Eleições2018 foi Corrupção, seguido por Segurança, Educação, Saúde, Economia e Direitos Civis.

Para mais detalhes de como foi a conversa sobre eleições no Twitter nesses últimos meses, confira no Blog do Twitter Brasil.

TMF Group anuncia Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil

A TMF Group, provedora líder global em serviços de compliance e administrativos, acaba de anunciar Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil. Zambon é um executivo com experiência internacional com mais de 25 anos de experiência em companhias globais de muitl-serviços e de tecnologia.

Zambon entrou para a TMF Group no dia 1 de outubro e terá também assento no Comitê Executivo para as Américas da organização, reportando diretamente ao Head da companhia para as Américas, Raimundo Diaz.

Anteriormente ele foi sócio e Líder de Business Process Outsourcing (BPO) da Everis América Latina, uma empresa da NTT Data. Sua carreira acumula passagens por empresas globais como Shell, Convergys, Teleperfornace e Everis, onde ocupou posições liderança em operaçoes e negócios .

Sobre o novo desafio, Zambon diz que “A TMF é reconhecida por sua expertise e ofertas distintas no mercado. Nossa oportunidade está em ampliar negócios com nossos atuais clientes e em fortalecer a proposta de valor das nossas ofertas no mercado onte atuamos. Seguiremos concentrando foco na automação e no aprimoramento da qualidade dos serviços para assegurar uma posição competitiva e materializar todo o nosso potencial”.

Raimundo Diaz, Head da TMF Group para as Américas, diz que “está confiante que a experiência de Rodrigo no mercado brasileiro, um mercado-chave para a TMF Group, vai ajudar a organização a concentrar seu foco nos clientes e no mercado, localmente e regionalmente”.

Brasil recebe primeiro hackathon internacional de hashgraph

O Luizalabs, laboratório de tecnologia do Magazine Luiza, receberá, em 15 de outubro, o primeiro hackathon internacional para aplicações que usam a tecnologia Hashgraph. O evento ocorre simultaneamente em São Paulo, Dallas, San Francisco, Londres, Singapura, Tel Aviv, Paris, Bangalore e Moscou. O hackathon é organizado pela americana Hedera, empresa criadora de uma criptomoeda baseada na plataforma hashgraph.

O hashgraph é um novo algoritmo de consenso e registro distribuído, uma maneira de fazer com que pessoas que não se conhecem possam transacionar online sem a necessidade de um intermediário. A plataforma é rápida, segura, justa, e, ao contrário de algumas plataformas baseadas em blockchain, não necessita de algoritmos custosos de prova-de-trabalho. “O hashgraph é bem mais rápido e barato em seu processo de chegar a um consenso. Consegue superar as deficiências do blockchain”, afirma Simon Olson, diretor de novos negócios e RI do Magazine Luiza. “O blockchain foi uma criação revolucionária, mas não é prática em larga escala.”

O Magazine Luiza é a primeira empresa brasileira a acompanhar a evolução do hashgraph. Um time de desenvolvedores do Luizalabs participará da hackathon e o laboratório de inovação do Magalu já está experimentando a tecnologia.

A inscrição de desenvolvedores interessados em participar do hackathon é gratuita e pode ser feita no site http://www.eventbrite.com/e/hashgraph-hedera18-hackathon-sao-paulo-tickets-50551881037.

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Novas faixas de tributação e imposto sobre dividendos não são soluções adequadas para o próximo presidente, diz Mazars

Alguns candidatos à presidência têm apresentado nos seus planos de governo que a tributação de dividendos e a novas faixas de imposto de renda, sobretudo, para aqueles com maior renda podem aumentar a arrecadação e impulsionar a economia.

De acordo com Alexandre Almeida, sócio da área de tax da Mazars, consultoria empresarial, essas medidas não resolvem a questão tributária. “Há questões que precedem. O próximo presidente precisa cortar subsídios fiscais para tornar o sistema eficiente, cortar e controlar gastos, manter a reforma trabalhista e avançar em questões pendentes relativos a custos para que mais empregos sejam gerados na medida em que as empresas teriam fôlego para contratar, aprovar a reforma tributária consolidando tributos diretos e indiretos, diminuir a tributação indireta e avaliar a carga tributária direta diante da realidade do país (há comparações não necessariamente devidas com países como EUA, Reino Unido e da União Européia, cujo sistemas e realidades econômicas são diferentes).

Diante desses tópicos, a questão das faixas começa por sua atualização e não por aumento delas e por uma discussão sobre as deduções permitidas no país que são limitadas, o que faz com que as alíquotas efetivas sejam superiores às nominais, não tributar dividendos sem avaliar o que é renda de trabalho e de capital porque haveria um grande distorção com a tributação da própria classe média, além do fato dessa medidad caracterizar uma dupla tributação e ineficiência econômica para empresas e acionista (lucros já foram tributados e nem todos os países tributam dividendos como se há publicado e onde se faz, há critérios muito bem definidos).

O tópico sobre redução da tributação direta das empresas é relevante e pouco explorado. “É importante para deixar o país mais competitivo, já que a média global está bastante reduzida, mas o Brasil hoje tem que avaliar sua condições pelo impacto no déficit do país. O Reino Unido, que tem outra realidade, lida com essa questão após uma redução drástica de sua alíquota e lá o governo vem sendo cobrado pela oposição sobre o déficit existente e sua relação com a redução da alíquota do IRPJ. Ainda assim, se o governo aprovar uma reforma tributária, sem ajustar os gastos, a conta não deve fechar. O gasto público controlado depende sobretudo da reforma da Previdência”.

Levantamento inédito traça perfil do viajante digital brasileiro

A Almundo, agência multicanal que está transformando a experiência de viagens no Brasil e toda América Latina, acaba de realizar um levantamento sobre o perfil dos viajantes brasileiros. A pesquisa leva em consideração a análise do comportamento de compra dos usuários, destacando dados como ticket médio, canal de compra e meios de pagamento mais utilizados. O relatório revela também que os viajantes brasileiros costumam planejar viagens sem muita antecedência e preferem um atendimento personalizado e online para fazerem suas reservas. Os dados foram extraídos da base de dados de mais 60 mil cadastros da plataforma da Almundo, que chegou ao país como novo player no e-commerce de viagens em maio deste ano.

A Almundo veio para revolucionar e trazer preços mais competitivos ao mercado do turismo digital e de acordo com Luciano Barreto, Country Manager da empresa no Brasil, “É necessário entender o planejamento de viagem e o perfil dos viajantes, e para isso, os data insights possibilitam personalizar ainda mais as opções para cada tipo de viagem, além de tornar a experiência de compra do cliente cada vez mais vantajosa através de nossos canais de atendimento, e durante toda a experiência da viagem”.

O levantamento revela que os brasileiros costumam comprar passagens áreas com aproximadamente 67 dias de antecipação, ou seja, pouco mais de dois meses – período considerado pequeno comparado a outros países da América Latina. O relatório demonstrou também que os viajantes que compram produtos online são predominantemente da faixa de 24 a 35 anos. Com relação ao ticket médio no Brasil, o valor chega a RS 1.600, levando em consideração que 97% dos usuários utilizam cartão de crédito na hora da compra e a maioria tem como primeira opção parcelar a aquisição em apenas uma vez.

Principais destinos

Para os brasileiros, os principais destinos nacionais são São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Já entre os internacionais, os preferidos são Miami, Roma, Paris e Buenos Aires. Quanto à hospedagem, 50% dos viajantes preferem hotéis três estrelas, seguido dos de quatro, cinco, duas e uma estrelas, respectivamente.

O mesmo levantamento foi realizado em outros países de forte atuação da Almundo, como Argentina, México e Colômbia. Comparado aos brasileiros, os argentinos e colombianos assumem a liderança em relação à antecedência de compra das passagens, comprando com 82 e 90 dias de antecedência, respectivamente.

O canal de venda mais utilizado pelos usuários dos quatro países é a internet e a forma de pagamento é o cartão de crédito. Na Argentina, 45% dos viajantes costumam parcelar a compra em 12 parcelas. Os colombianos são os que pagam a passagem mais baixa entre os quatro países, com ticket médio de RS 830. A variação acontece por conta da distância geográfica e da conexão com os principais aeroportos para voos internacionais, aspectos ainda associados às rotas aéreas de baixo custo disponíveis na Colômbia.

O turismo está crescendo na América Latina, tanto é que no Brasil representa 7,9% do PIB nacional, segundo Estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo, WTTC, em parceria com a Universidade de Oxford.

Confira detalhes do estudo da Almundo no infográfico abaixo:

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MC1 busca canais para expansão no Brasil e na América Latina

Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

A MC1 – líder em soluções de mobilidade corporativa na América Latina – anuncia o seu programa de canais para expansão no Brasil e na América Latina. A meta é aumentar a capilaridade da companhia e fortalecer a força de venda nesses mercados. Nesse primeiro momento, a empresa está recrutando canais para atuarem como Canais VAR e Canais de Serviço.

Com o programa de canais, a MC1 pretende aumentar em 30% o seu faturamento até 2020. “O objetivo da parceria com os canais está diretamente relacionado ao lançamento da versão 3 da solução de automação e otimização dos processos de vendas: o WinTheMarket For Sales, que facilita a venda em campo e exibe KPIs de performance e execução das vendas em tempo real”, explica Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1.

Vale ressaltar que na América Latina, a MC1 já possui um parceiro VAR no Chile e outro parceiro de serviço na República Dominicana. “A nossa estratégia é continuar com a expansão geográfica e de negócio através da rede de canais, além do fortalecimento de nossa marca, com a mesma qualidade técnica e de atendimento dos nossos clientes”, finaliza Sandra.

Perfil dos canais

O perfil dos canais desejados pela MC1 é: revenda de licença, ou de implementação, que tenham bom conhecimento na área de mobilidade corporativa e façam parte preferencialmente do mundo Totvs, SAP e Oracle. As empresas interessadas devem ser comprometidas com o negócio e com os clientes da MC1, investirem em treinamento dos seus colaboradores e apostarem em novos negócios. Os interessados podem entrar em contato com a MC1 diretamente pelo e-mail: contato@mc1.com.br

Em novembro, a MC1 realiza um evento para apresentação e integração dos novos canais. Na ocasião, será mostrado o WinTheMarket 3 For Sales, WTM V3. Trata-se de uma nova versão da solução para vendas em campo com uma UI e UX aprimoradas, roadmap com foco maior em produtividade, flexibilidade e velocidade no time to Market, além da possibilidade de implementação via parceiros. Vale destacar que a suíte de soluções já é reconhecida no mercado pela facilidade de integração com os principais ERPs e CRMs do mercado, emissão de NF off-line, otimização da rota com Waze, entre outros recursos.