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CEO do Peixe Urbano dá dicas para empreender com êxito

Por Alex Tabor

Desde 2010, o país não via um número tão grande de novos empreendedores como neste ano. De acordo com uma pesquisa do Serasa Experian, em janeiro de 2017 foram abertos 194.199 empreendimentos, número que representa um crescimento de 16,6% em relação a janeiro de 2016. O chamado empreendedorismo de necessidade vem crescendo cada vez mais em decorrência do alto índice de desemprego no Brasil, que leva as pessoas a se aventurarem no mundo dos negócios em busca de uma nova fonte de renda. Pensando nesse cenário, levantei alguns pontos para ajudar o empreendedor no primeiro momento de seu negócio.

Beneficie-se da crise

A crise econômica é ruim, mas também pode gerar oportunidades. Uma redução na renda do brasileiro fez cair o seu consumo, puxando para baixo o faturamento das empresas. Essa retração tirou pessoas e empresas de suas zonas de conforto, aumentando a receptividade a novos produtos e serviços, especialmente os que promovem eficiência. Se você conseguir entregar isso, vai se beneficiar da crise.

Defina o seu mercado de uma forma que lhe permita ser a empresa dominante em pouco tempo

Uma empresa líder de mercado tem um prêmio de valor muito alto, comparado às outras empresas do mesmo segmento. Sua ambição pode ser grande, mas precisa andar em passos não tão longos. Um bom exemplo disso é o Facebook. Myspace e Orkut já eram muito grandes quando o Facebook foi lançado. Mark Zuckerberg decidiu usar a rede social dominante da Universidade Harvard, nos EUA. Depois, ele ampliou o negócio para atender um grupo de universidades da Costa Leste dos EUA chamado Ivy League, do qual Harvard faz parte. Uma vez dominante nesse grupo, o Facebook foi aberto a todas as universidades dos EUA e, em seguida, para todos os usuários no país. Uma vez dominante nos EUA, Zuckerberg começou a focar em outros países, até eventualmente se tornar a rede social dominante do mundo.

Desafios de abrir uma empresa

Todo mundo reclama da burocracia e do custo de abrir um negócio. De fato é complexo, demorado e caro, mas é possível encontrar uma atividade mais fácil de executar que as demais. Empresa de serviços geralmente é um exemplo, com tributação mais simples e reduzida, e menor necessidade de licenças e alvarás. Em muitos casos, dá para iniciar como Microempreendedor Individual (MEI), que é mais acessível e descomplicado, comparado a outras formas.

Muito maior e mais importante é o desafio de achar um ótimo sócio. Precisa ser alguém em quem você tem total confiança e que tem habilidades e pontos fortes muito complementares aos seus. Há tanto para se fazer na fase inicial de uma empresa que não cabe a um sócio questionar os detalhes das atividades do outro, o que pode acontecer quando ambos têm o mesmo perfil.

Entenda o seu mercado

A crise fez com que os brasileiros consumissem de forma mais consciente, especialmente os itens não essenciais. A instabilidade econômica e política do Brasil provavelmente durará ainda um tempo, mas o mercado de tecnologia tem caminhado de forma independente, mostrando importantes taxas de crescimento mesmo durante esse período conturbado. Todas as vezes que as crises surgem, há também oportunidades de negócio. Com a alta do dólar, a importação torna-se uma opção mais cara, então há mais oportunidades para negócios nacionais. Mas, antes de tomar qualquer decisão, entenda bem o seu mercado.

Pense em soluções que, de fato, resolvam algum problema

Foque os seus esforços em soluções que possam resolver problemas relevantes do cotidiano das pessoas. Nem sempre um negócio disruptivo, com uma tecnologia mirabolante, vai fazer sentido para as pessoas. Pesquise, inove de forma simples e procure um gap de uma necessidade real no mercado.

Controle a saúde financeira da empresa

Defina um plano anual, com todos os custos para manter o negócio saudável, e foque na execução para que cada passo seja dado com a maior cautela possível. Seja transparente nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que a empresa se desenvolva de forma saudável e com objetivos alinhados. Quando se está montando um negócio em um novo mercado, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável. Evite entrar em contratos de longo prazo e com altas multas de encerramento antecipado. Serviços como Amazon AWS (computação em nuvem) permitem a você escalar os seus custos junto com o crescimento da operação, sem investimento inicial e sem compromissos de longo prazo. Uma vez que o produto e a operação estão mais maduros, com receitas mais previsíveis, você pode entrar em contratos de longo prazo para reduzir os custos.

Otimize o seu tempo

No início, a empresa não vai ter pessoas o suficiente para fazer tudo o que precisa ser feito. Terceirize e automatize tudo o que puder e, se possível, deixe a vida social para depois. É preciso ser eficiente e focado para conseguir tocar as atividades da operação da empresa, e ainda ter tempo para fazer entrevistas e contratações que eventualmente vão permitir um retorno ao equilíbrio da vida profissional com a vida pessoal.

Alex Tabor é CEO e cofundador do Peixe Urbano, maior plataforma de e-commerce local do Brasil

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RSI Redes lança consultoria para Indústria 4.0

A RSI Redes, fornecedora de serviços e tecnologias customizadas para gestão de negócios, anuncia o lançamento de uma consultoria voltada para auxiliar as empresas no planejamento de adoção de tecnologias da Indústria 4.0.

A Indústria 4.0, que caracteriza a quarta revolução industrial, é o termo que o mercado convencionou chamar para utilização de tecnologias da informação (TI) e operacionais (TO), de forma integrada e com conectividade entre os diversos elementos de um sistema produtivo. A metodologia desenvolvida pela RSI Redes identifica quais problemas serão solucionados, com que tecnologias e sistemas, qual o custo e quais serão os resultados esperados, ou seja, apresenta uma visão holística de planejamento com a identificação clara dos problemas e iniciativas para resolvê-los.

“A Indústria 4.0 deixou de ser uma tendência e passou a estar no centro das pesquisas e estratégias das empresas que estão combinando serviços avançados de conectividade e automação, computação em nuvem, sensores e impressão 3D, algoritmos inteligentes e Internet das Coisas para transformar seus negócios”, esclarece Marcos Villas, sócio-fundador da RSI Redes e especialista no assunto.

A revolução industrial anterior, iniciada na década de 70, foi marcada pela introdução da TI e da automação nas indústrias, mas a corrida para implantar soluções isoladas naquela época gerou a necessidade de investimentos não previstos, assim que foi percebida a necessidade de integração e interoperabilidade entre estas soluções.

De acordo com Villas, a ideia deste novo serviço é orientar as indústrias de médio e grande porte a enxergarem como as tecnologias podem contribuir para os seus negócios, orientando-as na implementação integrada do conceito de Indústria 4.0, independentemente de marcas, soluções ou produtos. No total, a empresa trabalhará na integração de oferta para 16 tecnologias, entre elas: blockchain, big data e analytics, drones, IIoT, inteligência artificial, nuvem, realidade virtual etc. Além disso, a consultoria avaliará, em seus clientes, a maturidade da cobertura, da utilização e da integração de sistemas de informação industriais tais como SCADAs, MES, PIMS, PLM, WMS e TMS, entre outros.

A metodologia da consultoria para Indústria 4.0 da RSI Redes levou oito meses para ser criada e as principais etapas envolvem o levantamento de um diagnóstico detalhado, elaboração de cenários de adoção de novas tecnologias e elaboração de um planejamento para Indústria 4.0, sob medida. Os planejamentos serão de médio (um ano) e longo prazos (cinco anos), que dependendo de cada projeto conta também com a capacitação de funcionários.

De acordo com uma pesquisa recente realizada pela consultoria PWC, a Indústria 4.0 virou realidade, com resultados concretos que podem gerar ganhos simultâneos de eficiência, receita e custos, sem ter que optar por apenas um deles.

Ainda, o novo serviço promete dobrar a quantidade de clientes da empresa. “Nosso maior desafio será efetivar uma mudança de paradigma e compreensão das tecnologias no contexto das indústrias, pois ainda existe uma falta de cultura de planejamento nas empresas e falta de visão integrada da implementação do conceito”, finaliza Villas.

Marcos Villas é M.Sc. em Computação, D.Sc. em Administração, sócio-fundador da RSI Redes e professor da PUC-Rio.

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Atos lança 1º supercomputador com processadores ARM

A Atos, líder mundial em transformação digital, anuncia o lançamento do Bull Sequana X1310, primeiro supercomputador equipado com processadores ARM. Esse novo modelo faz parte da linha de supercomputadores (HPC) Bull Sequana X1000, capaz de suportar futuras tecnologias em exa-escala, que possibilitam o processamento de um bilhão de bilhões de operações por segundo.

Com o consumo sempre crescente de energia e a geração de mais calor pelos data centers, é uma escolha lógica equipar servidores e supercomputadores com processadores ARM altamente eficientes, já que isso permite melhorar questões de desempenho, energia e custo.

A ARM é líder do setor de microprocessadores, com expertise comprovada e robusta participação no mercado de smartphones (mais de 90%). O uso da tecnologia ARM na computação de alto desempenho vem sendo estudado e é aguardado com ansiedade pela comunidade de HPC (Computação de Alta Performance).

Agora, o ecossistema ARM atingiu a maturidade necessária para suportar configurações maiores. Com o lançamento recente, pela ARM, de suas CPUs de 64 bits energeticamente eficientes, voltadas a servidores, a supercomputação baseada em ARM está agora ao alcance do mercado.

Projeto Mont-Blanc

O primeiro protótipo desse tipo foi implantado há alguns anos no âmbito do chamado projeto Mont-Blanc, utilizando servidores Bull, e demonstrou a viabilidade de usar essa tecnologia em HPC.

A Atos está coordenando a terceira fase do projeto, que tem por objetivo definir a arquitetura de um nó de computação da classe Exascale baseado em ARM e apto a ser industrializado. Para suas pesquisas e avaliações, os parceiros do Mont-Blanc contarão com uma plataforma de testes desenvolvida pela Atos e utilizarão a arquitetura Bull Sequana X1000. A Atos integrará e industrializará essa plataforma em sua linha de produtos padrão, com o nome de Bull Sequana X1310.

“Os parceiros do Mont-Blanc receberam esse anúncio com grande prazer. Há muito tempo, estamos convencidos de que, devido à sua eficiência energética, os processadores ARM oferecem um enorme potencial à Computação de Alto Desempenho. Gostaríamos de fazer um agradecimento especial à Comissão Europeia por seu apoio ao longo de nosso projeto”, disse Etienne Walter, coordenador do projeto Mont-Blanc.

“Este projeto faz parte de nosso programa Exascale 2020, dentro do qual estamos desenvolvendo uma nova geração de supercomputadores. Diversas instituições e empresas privadas do mundo todo usam tecnologias Atos para acelerar a pesquisa e a inovação. A Atos concebeu o sistema Bull Sequana X1000 como uma plataforma aberta, a fim de oferecer aos usuários de HPC uma gama mais ampla de arquiteturas de computador para escolherem e a fim de dar suporte às futuras tecnologias de processadores que possibilitarão atingir o nível dos exaflops. Portanto, é um passo natural ampliar a linha com a inclusão de processadores ARM, juntamente com as CPUs, processadores centrais e coprocessadores existentes”, explicou Agnès Boudot, Vice-Presidente do Grupo e Diretora de HPC da Atos.

Participação brasileira

“Esse cluster de nova geração foi desenhado pela nossa equipe de R&D global, sendo que nosso núcleo de R&D instalado em Petrópolis – RJ, fez parte importante do projeto no que tange ao desenvolvimento de software desta inovadora arquitetura. É um orgulho poder colaborar, desde nossa região e com recursos locais, num projeto de tamanha envergadura” diz Luis Casuscelli, Diretor de Big Data e Security de Atos para Sul-América.

Os recursos de processamento de altos volumes de dados que os supercomputadores da Atos oferecem, também são maximizados dentro dos serviços de Big Data da empresa, entre os quais se destaca o “Atos Codex”, uma solução integrada e completa de análises que inclui computação preditiva e análises cognitivas.

Disponibilidade

A placa Bull Sequana X1310 inclui três nós de computação, cada um equipado com dois processadores Cavium® ThunderX2 de 64 bits, de última geração, baseados no conjunto de instruções ARM® v8. O novo modelo estará disponível no segundo trimestre de 2018.

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Como gerir os diferentes tipos de colaboradores nas empresas

Atualmente, grande parte das organizações tem em seu quadro de colaboradores pessoas das mais diversas faixas etárias, que representam no mínimo três gerações diferentes: os Baby Boomers, a Geração X e a Geração Y. Além disso, vale lembrar que a Geração Z também já está adentrando no mercado de trabalho.

Cada uma dessas gerações nasceu e cresceu em períodos diferentes da história, vivenciando momentos e formas de pensamentos que os fazem apresentar características e comportamentos distintos, com valores e estilos de comunicação muitas vezes conflitantes.

Uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana VitalSmarts com mais de 1.300 gestores, conclui que pelo menos cinco horas de trabalho por semana são desperdiçadas em razão das diferenças de pensamento, que envolvem faixas etárias distintas. Esse tempo gasto representa uma perda de 12% no faturamento dos negócios.

Portanto, o convívio de colaboradores de diferentes níveis intelectuais, ideologias pensamentos, postura, cultura, etc, é um dos grandes desafios para as empresas nos dias de hoje, já que as discordâncias de ideias e ideais podem afetar significativamente o clima corporativo.

É preciso conhecer todas as gerações e atuar de forma a diminuir o impacto das diferenças, fazendo com que os talentos se complementem e se potencializem.

Segundo o Diretor de Negócios da Perfix Consultoria, Ivan Jacomassi, ‘é natural que cada geração tenha ideias e formas de pensar e agir diferentes e muitas vezes até conflitantes, afinal pessoas não são máquinas, porém, as empresas devem trabalhar para entender o comportamento e objetivos de cada um. Com essas informações será possível desenvolver estratégias e ações que os estimulem a dar o melhor de si em prol da organização e de seu desenvolvimento pessoal e profissional’.

Temos que ter em mente que as diferenças são saudáveis e úteis quando bem administradas. A geração X em geral tem um perfil de raciocínio mais linear, de passo a passo, e comportamento mais aguerrido, enquanto que a Y possui um padrão mais dinâmico de pensamento e comportamento mais cooperativo. Se perguntarmos: qual o melhor ? A resposta será: nenhum, dependerá da situação com a qual estamos lidando. E ao considerarmos que as empresas estão imersas em ambientes dinâmico e altamente mutáveis, com diferentes tipos de desafios, a existência de múltiplos perfis no ambiente de trabalho trará a mesma a capacidade de lidar com diferentes tipos de desafios que se apresentem.

Além de conhecer o perfil dos profissionais que estão na organização é importante que a empresa estimule a troca de informações entre eles. ‘Cada indivíduo traz consigo experiências e conhecimentos de vida únicos, e o compartilhamento dessas informações gera um ambiente de trabalho muito mais rico, explorando a capacidade de cada colaborador e aumentando as chances de sucesso nos resultados’, afirma Ivan.

Outra dica do Diretor de Negócios para o alinhamento da equipe de trabalho é o investimento em treinamentos comportamentais.

Cabe ressaltar que promover a sinergia entre as gerações trará inúmeros aspectos positivos a sua organização, como a prática da inteligência emocional, o reconhecimento das competências e habilidades de cada membro, o fortalecimento do espírito de equipe e do clima organizacional, entre outras vantagens.

Trabalhar e gerir bem as diferentes gerações é primordial, além do mais, alguns estudos afirmam que a primeira pessoa que vai chegar aos 150 anos de idade já nasceu, ou seja, em um futuro próximo, provavelmente serão ainda mais gerações tendo que conviver no mesmo ambiente corporativo, com desafios cada vez maiores.

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O papel crucial da tecnologia de gestão de clientes na indústria de transformação – Por Paulo Cesar Martins

Apoiar a força de vendas em seus objetivos e ampliar o conhecimento sobre o cliente é primordial, sobretudo em tempos de retração do mercado. Embora a produção industrial brasileira tenha voltado a crescer em abril, comparado, a março, por exemplo, o resultado continua negativo em relação a 2016, que já não foi um ano muito promissor. Diante de um cenário econômico desfavorável, as empresas necessitam ainda mais entender a perspectiva do cliente para manter a fidelização e o share, até porque nestes momentos os consumidores ficam muito mais suscetíveis a preços.

É importante trabalhar, lado a lado com o cliente, para reduzir os seus custos e não preços. Por isso, saber com quem você está lidando ganha uma relevância maior. Quanto mais uma empresa está familiarizada com seu cliente, maiores são as chances de entender e corresponder à sua real necessidade. E a tecnologia pode ajudar muito a equilibrar essas questões, pois agrega recursos capazes de agilizar a rotina dos vendedores e os apoiá-los com informações qualitativas na tomada de decisões. Uma solução de CRM, por exemplo, ajuda a gerenciar de maneira bem sucedida a experiência do cliente, pois combina processos de negócios, pessoas e tecnologias com um objetivo em comum: conhecer o comportamento do cliente para melhor atendê-lo.

Para perceber como pode ser benéfico, basta pensar que, antes o vendedor não tinha outra forma de preparar-se para uma reunião a não ser vasculhando arquivos, planilhas, pedidos antigos e relatórios. Tinha que imprimir tudo isso com antecedência para analisar estas informações. Era um desperdício grande de tempo. Sem falar, que muitas vezes quando chegava no cliente essa informação já estava desatualizada. Para antecipar-se a problemas então, saber há quanto tempo um novo pedido não era feito também não era tão simples assim e dependia muito mais de um feeling especial. Já com uma solução tecnológica, quando o vendedor está na frente do cliente, ele consegue acessar diversas informações na palma da mão, como o faturamento dos últimos 12 meses, histórico do volume de cada item. Além disso, estar diante de um cliente dominando informações sobre sua carteira, com informações online, causa uma percepção muito positiva, favorável ao ambiente de negócios.

Foi exatamente visando otimizar e trazer mobilidade para o dia a dia da força de vendas, que a desenvolvemos aqui na Termomecanica um projeto para aprimorar a gestão do relacionamento com nossos clientes e prospects. Para atender às inúmeras especificidades do negócio – transformação de cobre – apostamos em um CRM avançado, que une uma solução de Big Data, na qual empregamos diferentes fontes de dados, como Internet, e-mail, sistemas transacionais e de nossa central de atendimento. Com isso, a equipe Comercial passou a dispor de informações integradas – inclusive em seus dispositivos móveis – que demonstram o comportamento de cada cliente permitindo oferecer tratamento personalizado e antecipar necessidades.

Hoje se ganha muito tempo no atendimento e, consequentemente, há uma efetividade maior nas vendas. Os dados sobre os clientes, além de atualizados, podem ser acessados de maneira padronizada, com segurança, e independente da localização do usuário. A ferramenta contribuiu muito para o crescimento das vendas e do share, que passou de 43% para 48% em 2016. O recurso nos permitiu mapear com precisão o mercado e atuar mais prontamente, através de insights valiosos.

Em suma, um bom atendimento é sem dúvida um fator chave não só para gerenciar a carteira e fidelizar os clientes, mas para aumentar a competitividade e a produtividade. Pisar em território conhecido permite antever e preencher os “gaps” entre demanda e oferta. Esses pontos são cruciais quando o assunto é construir uma relação de confiança e manter a lealdade do cliente. No caso da indústria de transformação cujo atendimento precisa ser customizado, adequado caso a caso, não há como abrir mão sem o apoio deste tipo de tecnologia.

Paulo Cezar Martins é gerente de vendas e marketing da Termomecanica

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A indústria de máquinas e o BNDES – Por João Marchesan

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Ninguém compra máquinas por uma questão de status. Como também ninguém compra equipamentos porque o dólar está baixo, ao contrário do que afirmam por ai, mesmo porquê câmbio baixo significa preço menor nos produtos que fabricamos, o que reduz a rentabilidade da indústria.

O Real apreciado, na realidade, causa basicamente a substituição de máquinas e equipamentos nacionais por importados. E, se no limite, o câmbio for muito favorável à importação, o industrial em vez de importar máquinas passa a importar o produto final. Foi isto que, salvo breves períodos, ocorreu nos últimos 15 anos.

Máquinas, normalmente, não são produtos de prateleira. Precisam ser encomendadas e enfrentam longos ciclos de produção para chegar ao seu destino final. São compradas por necessidade, quando há perspectivas de continuidade da demanda e da rentabilidade, no mercado interno e/ou na exportação.

São compradas para produzir mais e de forma mais eficiente, de modo a gerar receita e lucro suficiente para se pagarem. Por isto mesmo são, habitualmente, financiadas em prazos dilatados, de modo que o caixa por elas gerado permita pagar o equipamento ao longo do tempo e ainda deixar alguma margem para a empresa.

Por causa disso, o custo do financiamento é crítico para viabilizar o investimento. Considerando que o lucro médio das indústrias, nos bons tempos em que tinham lucro, girava ao redor de 12% sobre o patrimônio, que inclui o valor dos equipamentos, é óbvio que o custo do financiamento não deveria superar a estes mesmos 12%.

Ora, no Brasil, os bancos não só não oferecem financiamento nos prazos necessários, de cinco anos ou mais, mas, além disso, cobram juros muito superiores ao retorno das empresas, fazendo com que o financiamento bancário, em vez de ser um instrumento de alavancagem da produção, seja um óbice ao investimento.

Outra alternativa, muito usada nos países desenvolvidos, é buscar recursos para investir no mercado de capitais. Entretanto, no Brasil, nosso mercado de capitais, obrigado a oferecer rentabilidade superior ao da remuneração dos títulos públicos, ou seja, da Selic, tem, normalmente, custos acima da rentabilidade da indústria.

Neste contexto fica patente a importância do papel do BNDES como banco de fomento, por ser o único banco de todo nosso sistema financeiro capaz de fornecer recursos com prazos de amortização adequados e a custos compatíveis com as margens do investimento produtivo.

Criticar o BNDES por cumprir este papel e querer encarecer seu funding obrigando-o a captar no mercado, concorrendo com títulos da dívida pública de governos que não primam pelo equilíbrio das contas públicas, pode interessar ao setor financeiro mas, certamente, não interessa ao Brasil.

Nós não pleiteamos favores, mesmo porque, hoje, um financiamento BNDES via Finame para comprar uma máquina já custa ao investidor juros superiores a 15% ao ano, para uma inflação que está rodando abaixo de 4% ao ano. Fica difícil, nessas circunstâncias, se falar de subsídios para o investimento produtivo.

Queremos apenas isonomia para concorrer, em condições de igualdade, com os fabricantes externos. Queremos, juros civilizados, crédito adequado, câmbio competitivo e um sistema tributário simples e equitativo, que não deixe um resíduo de mais de seis pontos percentuais de impostos não recuperáveis dentro de nossos preços.

João Marchesan é presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

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Banco IBM anuncia nova oferta de financiamento para soluções de SaaS

O Banco IBM S.A., braço financeiro da IBM Global Financing, apresenta ao mercado sua nova oferta de financiamento de soluções de SaaS (Software como Serviço). Por meio dela, as empresas terão acesso a uma opção de parcelamento em até 12 vezes para aquisições de SaaS no valor de R$ 15.000,00 – sujeito à análise e aprovação de crédito do cliente.

O benefício direto ao cliente é relevante, pois os preços de licenças de software comercializados em dólar são repassados para a moeda local e o cliente paga parcelas fixas em reais. Além disso, ao parcelar a aquisição de SaaS as empresas conseguem congelar o valor da aquisição, não ficando suscetíveis às variações mensais de preços em razão de oscilações cambiais.

Com a possibilidade de financiamento oferecido pelo Banco IBM, os parceiros podem aumentar a retenção de clientes com contrato de SaaS de longo prazo, além de acelerar o fluxo de caixa e reduzir custos administrativos. A cobrança mensal do cliente é transferida para o Banco IBM e o mesmo assume o risco de crédito.

A oferta, disponível para empresas de todo território nacional e limitada ao valor máximo de R$ 1.5 milhão, pode ser acessada por meio do IBM Rapid FinancingTM, ferramenta desenhada para facilitar e agilizar o processo de financiamento, disponível nos distribuidores autorizados TechData (antiga AVNET) e Ingram Micro.

Segundo uma pesquisa do Gartner publicada em novembro de 2015, o mercado de SaaS dobrará até 2019, mas muitas empresas ainda não sabem como irão pagar pelos investimentos iniciais exigidos, por isso, o Banco IBM espera dar suporte à aquisição de tecnologia de seus clientes com um produto que atenda as necessidades imediatas do mercado. “Tornou-se um padrão no setor de tecnologia a aquisição de Software como Serviço. Isso pode representar um desafio para as organizações que têm restrições orçamentárias para migrar para este modelo ou iniciativas estratégicas que competem por financiamento, por isso a nova oferta é tão representativa para o mercado como um todo”, explica Felippe Melo, presidente do Banco IBM.

Em 2016, o lucro líquido do Banco IBM registrou um crescimento de 61%, comparado a 2015, trazendo um salto no patrimônio líquido da instituição de 15%. Mesmo financiando apenas projetos de tecnologia da informação, o Banco IBM ocupa hoje o 3º lugar no ranking brasileiro de instituições que fomentam o arrendamento mercantil, atrás apenas do Bradesco Leasing S.A e Santander Leasing S.A., segundo a Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel)

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Professor da FGV analisa o “fenômeno Fintech” e dá dicas sobre franquias

Maior eficiência por um preço mais baixo. Quem não gostaria que seu banco fosse assim? Pois essa é uma característica das startups fintech, modernas empresas que aliam tecnologia e finanças. Não por acaso, elas vêm causando uma verdadeira revolução em todo o mundo, desafiando e colocando dúvidas sobre um sistema bastante antigo e tradicional.

“As startups de fintech estão revolucionando o mercado financeiro brasileiro, mas a entrada nesse mercado requer cuidados especiais, principalmente no que diz respeito às regulamentações e legislações do mercado financeiro e de tecnologia. O empreendedor de fintechs precisa estudar na Internet o mercado que pretende atuar, pois a concorrência é acirrada, além de contar com a ajuda de um contador e um advogado especializado”, alerta o coordenador acadêmico de MBA em Empreendedorismo da FGV, Marcus Quintella.

O professor da FGV garante que a palavra-chave para o sucesso de uma fintech é confiança, ou seja, o empreendedor precisa conquistar a confiança dos potenciais clientes e, para isso, terá de investir pesado em propaganda e marketing do seu produto. “O ideal é começar pequeno, mesmo que o negócio tenha grande potencialidade de crescimento. Outro ponto importante é a plataforma tecnológica que será utilizada, que precisará ser altamente segura, amigável e atrativa”, aponta Marcus Quintella.

Dicas essenciais para montar uma startup de sucesso – O especialista ressalta que os empreendedores que pretendem abrir uma franquia precisam escolher marcas já consolidadas no mercado e ter muito cuidado com franquias novatas no mercado, sem um histórico de atuação que permita uma análise de seus resultados. Quintella alerta também para o cuidado com os modismos, que podem causar prejuízos em pouco tempo.

“A primeira coisa que o empreendedor precisa fazer é estudar o mercado e a concorrência, por meio de pesquisa na Internet e de pesquisa de campo, ou seja, visitar franqueados, conhecer a concorrência de perto e observar as movimentações dos clientes em estabelecimentos similares e concorrentes. Ao mesmo tempo, o empreendedor precisa se qualificar tecnicamente, ou seja, estudar o negócio e buscar ajuda de entidades especializadas em franquias”, explica o professor da FGV.

Marcus Quintella frisa que o empreendedor deve ter muito cuidado com as previsões de resultados alardeadas pelos franqueadores, para vender suas franquias. Segundo ele, geralmente, os franqueadores mostram as previsões de investimentos iniciais, capital de giro, receitas mensais, lucros líquidos e prazo para recuperação do investimento.

“Cabe ressaltar que essas informações são previsões baseadas em médias dos franqueados, que dependerão do local da franquia e das características regionais, entre outros fatores. O empreendedor precisa fazer suas próprias simulações de resultados, por meio de pesquisas de mercado, e validar essas previsões, verificando se as receitas são possíveis de ocorrer. Por isso, um plano de negócios bem executado é altamente recomendado. Outro ponto importante é a capacidade financeira do empreendedor, que precisa ter capital disponível para colocar no negócio, sem comprometer suas finanças pessoais e familiares”, observa o coordenador acadêmico de MBA em Empreendedorismo da FGV.

Por fim, Marcus Quintella recomenda que, após a escolha da franquia, o empreendedor procure um advogado para ajudá-lo na análise da Circular de Oferta de Franquia (COF), documento inicial para aquisição da franquia, que traz o resumo da franquia, histórico e composição acionária do franqueador, valores de investimento, prazo contratual, taxas, território de atuação, obrigações e deveres, entre outras informações. “A franquia deve estar filiada à Associação Brasileira de Franchising (ABF)”, adverte o professor da FGV.

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Sociedade Brasileira de Computação anuncia realização de “Censo da Área de Computação Nacional”

A realização de um censo da área de computação no Brasil foi uma das novidades anunciadas pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), durante a 37ª edição do Congresso da entidade, principal evento do segmento no País. Sob o mote “Computação para tudo e tod*s”, o encontro reuniu, em São Paulo, entre os dias 2 e 6 de julho, universitários, professores, pesquisadores e profissionais da área de informática para debater tendências e promover o diálogo e a troca de experiências.

O presidente da SBC, Lisandro Zambenedetti Granville, explica que o objetivo do censo é tornar as informações sobre os cursos de computação mais acessíveis às pessoas. “Atualmente, um estudante que decide ingressar em uma graduação ou pós-graduação (mestrado e doutorado) na área de informática enfrenta um enorme obstáculo para obter informações tanto de localização, quanto de qualidade, dos cursos”, comenta.

“Além de fornecer uma visão unificada aos estudantes, que saberão as regiões do País onde se concentram estes cursos e as suas respectivas avaliações do CAPES – no caso de pós-graduação -, este levantamento também será importante para a aplicação de políticas públicas, ao expor regiões que estão desassistidas e que podem ter um impacto econômico positivo com a implementação de cursos que supram esta demanda”, conclui Lisandro.

Outra novidade anunciada durante o congresso foi o lançamento do projeto “Plataforma de Conteúdos”, que disponibilizará online ao público todas as informações reunidas pela SBC, como artigos científicos e palestras ministradas durantes os eventos da entidade.

Neste ano, o Seminário Integrado de Software e Hardware (SEMISH), principal fórum científico do encontro, contou com a participação de um Hackathon, que desafiou os participantes a construírem uma solução no âmbito de internet das coisas e alinhada com o tema do encontro.

O congresso da SBC contou com mais de 23 eventos e atividades nos quais os participantes debateram assuntos como inclusão digital, computação cognitiva, computação móvel, internet das coisas, segurança da informação, entre outros.

O uso ético dos algoritmos por multinacionais da tecnologia e os seus impactos na sociedade; os reais benefícios da ‘Internet das Coisas’; as mudanças que o avanço da Inteligência artificial está provocando no mercado de trabalho; os problemas de privacidade causados pelo blockchain; a computação aplicada à gestão do meio ambiente e dos recursos naturais e formas de implementação do raciocínio estruturado (pensamento computacional) para solucionar problemas em todas as áreas de atuação foram algumas das questões debatidas no encontro.

Em 2018, o Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será realizado na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, e tratará de “Computação e Sustentabilidade”.

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Gastos Globais em Robótica devem atingir US$ 87 bilhões até 2025

Maior parte deste crescimento deve vir do mercado consumidor por causa de aplicativos como veículos autônomos e dispositivos para casa

O mercado global de robótica está crescendo mais rápido que o esperado e deve alcançar US$ 87 bilhões até 2025, de acordo com as novas projeções do The Boston Consulting Group (BCG)

Atualizando sua estimativa anterior, feita três anos atrás, que projetava um alcance de US$67 bilhões, o BCG revisou seus cálculos principalmente por conta do alto crescimento da demanda de consumidores finais. Em sua nova pesquisa Gaining Robotics Advantage, a consultoria projeta um crescimento adicional de US$ 14 bilhões, alcançando US$ 23 bilhões apenas no setor de consumo, uma evolução de 156%.

“Muito do crescimento acelerado virá do mercado consumidor por causa de aplicativos como veículos autônomos e dispositivos para casa”, explica Vlad Lukic, sócio do BCG e coautor do artigo. “O crescimento projetado no setor comercial explica o restante do ajuste – um aumento de 34% para 22,8 bilhões.”

Muitos fatores contribuíram para a necessidade de rever as estimativas. Primeiro, no espaço de apenas um ano, de 2014 a 2015, o investimento privado no espaço de robótica triplicou, de acordo com o BCG. A redução dos juros, que intensifica a queda dos preços, aumentou o avanço e o desenvolvimento de componentes no setor, de uma forma muito maior que observada inicialmente.

Em 2016, a área de robótica vivenciou uma mudança em serviços focados no consumidor, com um grande aumento de companhias do setor focada neste público. Hoje, os robôs podem aspirar e esfregar pisos, limpar calhas, ajudar crianças, fornecer vigilância e segurança doméstica e atuar como acompanhantes e auxiliares de saúde.

Desde 2012, 40% das novas empresas de robótica emergiram no setor de consumo, superando o crescimento nos setores militar, comercial e industrial. O setor militar representou 26% das novas empresas de robótica, o setor comercial 24% e o setor industrial apenas 10%, de acordo com a análise do BCG.

Alison Sander, líder do Center for Sensing & Mining the Future coautor do artigo, conta que todos os setores sentirão os efeitos uma vez que os consumidores começam a comprar robôs. “À medida que as pessoas se tornam mais receptivas aos robôs em suas vidas – abraçando tudo, desde aspiradores de pó de robôs a trabalhadores remotos no escritório – elas começam a exigir mais desses produtos. Isso atrairá mais capital de investimento e impulsará novos avanços nas capacidades de robótica “.

Mel Wolfgang, sócio do BCG e coautor do artigo, observa que a adição de robótica a uma empresa é uma decisão estratégica e não apenas um investimento de capital. Isso requer repensar e alterar fundamentalmente os níveis dos colaboradores, o mix de produtos, a pegada de fabricação e outros aspectos do modelo de negócios.

“O desafio para as empresas focadas no futuro é descobrir como usar a robótica para obter uma vantagem competitiva. Isso pode significar a identificação da combinação ideal entre trabalhadores humanos e máquinas, ou pode envolver a criação de um modelo de negócio totalmente novo”, diz Wolfgang. “A gestão empresarial precisa atuar para desenvolver um ponto de vista, testar e conduzir aplicativos robóticos e investir em infraestrutura, inclusive para estabelecer as bases para uma cadeia de fornecimento digital no chão da fábrica”.

O estudo completo pode ser encontrado em http://on.bcg.com/2uJO4Gf.

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Veículos elétricos vão acelerar novas vendas de carros para 54% até 2040

907185_1 Os veículos elétricos serão responsáveis pela maioria das vendas de automóveis novos em todo o mundo até 2040 e vão representar 33% de todos os veículos leves de passeio, de acordo com uma nova pesquisa publicada hoje.

A previsão, preparada pela equipe de transportes da Bloomberg New Energy Finance, baseia-se em análises detalhadas das prováveis futuras reduções no preço das baterias de íon de lítio e em perspectivas para os outros componentes de custo em veículos elétricos e veículos com motores de combustão interna, ou ICE (sigla em inglês). Foram considerados também os crescentes compromissos com EV (sigla em inglês para veículos elétricos) das montadoras e ao número de novos modelos de EV que elas planejam lançar.

A principal descoberta da pesquisa é que a revolução dos EVs vai atingir o mercado de carros com mais força e rapidez do que a BNEF previu há um ano. A equipe agora estima que os veículos elétricos representarão 54% de todas as novas vendas de veículos leves de passeio em todo o mundo até 2040, e não os 35% de participação previstos anteriormente. Até 2040, os EVs vão remover 8 milhões de barris de combustível de transporte por dia e adicionar 5% ao consumo global de eletricidade.

Colin McKerracher, principal analista em transportes avançados da BNEF, disse: “Vemos um momento de inflexão importante para a indústria automotiva global na segunda metade da década de 2020. Os consumidores irão descobrir que os preços de venda antecipados para EVs são comparáveis ou inferiores aos dos veículos ICE comuns em quase todos os grandes mercados até 2029”.

A previsão mostra que as vendas de veículos elétricos em todo o mundo vão crescer de forma constante nos próximos anos, do recorde de 700 mil visto em 2016 para 3 milhões até 2021. Nesse momento, eles representarão quase 5% das vendas de veículos leves de passeio na Europa, um aumento de um pouco mais de 1% atulmente, e cerca de 4% nos EUA e na China.

No entanto, o impulso real para os EVs acontecerá a partir da segunda metade da década de 2020, quando, em primeiro lugar, os carros elétricos terão um custo de propriedade mais baixo ao longo da vida útil, do que os modelos de ICE; e, em segundo lugar, haverá um momento ainda mais importante psicologicamente para os compradores – quando seus custos iniciais ficarão abaixo dos custos dos veículos convencionais.

O componente-chave de um EV – a bateria – deverá ter uma queda significativa no preço, com base em reduções de custos recentes e marcantes. Desde 2010, os preços das baterias de íon de lítio caíram 73% por kWh. As melhorias de fabricação e a densidade de energia mais do que duplicada da bateria deverão provocar uma nova queda de mais de 70% até 2030.

O resultado será o aumento rápido das participações de mercado para veículos elétricos nos maiores mercados, mesmo com a queda dos preços do petróleo. A BNEF considera que eles vão representar quase 67% das vendas de carros novos na Europa até 2040 e 58% nas vendas nos EUA e 51% na China na mesma data. Os países que fizeram avanços iniciais na aceitação de EVs deverão estar entre os líderes em 2040, incluindo a Noruega, a França e o Reino Unido. Para as economias emergentes, países como a Índia, não terão vendas significativas de EVs até o final dos anos 2020.

Jon Moore, diretor executivo da BNEF, disse que esse crescimento na participação do mercado de EVs “ocorrerá em um momento que o sistema de energia também estará passando por uma revolução, para uma geração mais limpa e distribuída. Isso significa que não só os veículos elétricos vão crescer, mas seu perfil de emissões também vai melhorar ao longo do tempo”.

A previsão da BNEF baseia-se diretamente na economia relativa dos carros EVs e ICE. Ela assume que as políticas atuais para encorajar a aceitação de EVs vão continuar até a sua validade programada, mas não assume a introdução de novas medidas. A BNEF analisou o mercado automotivo não apenas por país, mas também por segmento, abrangendo tudo, desde veículos pequenos de passeio até SUVs e grandes carros familiares.

Salim Morsy, analista sênior da equipe de transportes avançados da BNEF e autor principal do relatório, comentou: “Há um caminho viável para um forte crescimento de EVs, mas ainda é necessário muito mais investimento em infraestrutura de carregamento em todo o mundo. A incapacidade para fazer o carregamento em casa, em muitos mercados locais e regionais, faz parte da razão pela qual prevemos que os EVs representem pouco mais de um terço da frota de carros globais em 2040 e não um número muito maior”.

A equipe também incorporou em sua previsão para EVs um trabalho em outros dois tópicos relevantes na revolução do transporte – veículos autônomos e viagens compartilhadas. Ela concluiu que o impacto da direção autônoma será limitado nos próximos 10 anos, mas que terá um papel crescente no mercado após 2030, sendo que 80% de todos os veículos autônomos em aplicações compartilhadas serão elétricos até 2040, devido a menores custos operacionais.

Um resumo executivo da previsão de veículos elétricos da BNEF de 2017 pode ser baixado no microsite neste link.

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Marcelo Koji é o novo Diretor de TI e Negócios Digitais da Duratex

A Duratex anuncia a chegada do novo Diretor de Tecnologia e Negócios Digitais, Marcelo Koji. O executivo possui 22 anos de experiência na gestão de TI e atuou em grandes empresas como Braskem, GVT, Provedor IG, Carrefour, Accenture e Magazine Luiza – nesta última, participou fortemente do processo de transformação digital da rede varejista.

O executivo é graduado em Engenharia Eletrônica pela USP, com MBA em Gestão de TI pela FIA – Fundação Instituto de Administração. Além disso, é membro do Advisory Board do CIONET, a rede mundial de CIOs.

Na Duratex, Koji responderá diretamente ao CEO, Antonio Joaquim de Oliveira, e aplicará seu conhecimento e experiência de mercado na crescente evolução digital dos negócios da companhia. O executivo enfrentará o desafio de atuar, pela primeira vez, no segmento industrial.

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UnionPay lança produtos inovadores no exterior e acelera a implantação de seu pagamento por código QR

A UnionPay International está agora globalmente acelerando a promoção de seus inovadores produtos e serviços. O sudeste e o nordeste da Ásia são os principais mercados-alvo.

De acordo com os dados mais recentes, o volume de transações transfronteiriças com QuickPass móvel – o produto de pagamento móvel da UnionPay – dobrou na primeira metade deste ano. Mais notadamente, mais clientes do exterior estão usando QuickPass móvel. O volume de transações com QuickPass móvel usado localmente em Hong Kong e Macau mais do que triplicou, e as transações com QuickPass móvel dos portadores de cartões de Hong Kong e Macau, na China continental, aumentaram sete vezes ao ano.

A transformação do serviço de pagamentos transfronteiriços da UnionPay

O QuickPass móvel se tornou um importante produto promovido pela UnionPay em todo o mundo. Ele suporta vários produtos de pagamento móvel, pagamento por código QR da UnionPay, pagamento na loja com os cartões de chip da UnionPay e dispositivos usáveis, bem como pagamento online com aplicativo integrado.

Agora, pagamentos NFC com QuickPass móvel são aceitos em aproximadamente 500.000 terminais fora da China continental. O pagamento por código QR com QuickPass móvel foi lançado em Hong Kong e Singapura. Os aplicativos de comerciantes de Hong Kong e do Japão suportam o QuickPass móvel também.

A UnionPay International também está oferecendo serviço de pagamento móvel para mais clientes mundiais. Os portadores de cartões de Hong Kong podem adicionar seus cartões da UnionPay, emitidos pelo Banco da China (Bank of China), Standard Chartered Bank e Bank of East Asia aos seus telefones celulares. A UnionPay se torna, assim, a única marca de cartões que oferece serviço de pagamento móvel para os portadores de cartões de débito locais. O QuickPass móvel está também disponível em Macau e na Coréia do Sul.

Nós últimos anos, a UnionPay International desenvolveu produtos inovadores, que podem ser usados internacionalmente, incluindo a plataforma transfronteiriça B2B, carteira digital de dinheiro, plataforma transfronteiriça de marketing U Plan, etc. Esses produtos inovadores contam com o suporte da TSP (Token Service Platform), TSM (Trusted Service Management), a plataforma de nuvem, HCE, e uma série de outras plataformas.

Pagamento por código QR da UnionPay lançado fora da China continental

Desde este ano, a UnionPay International está acelerando a promoção de seu pagamento por código QR fora da China continental. Por ora, o sudeste da Ásia é a região principal.

Isto é devido a dois fatores. Primeiro, a UnionPay é extensamente aceita no sudeste da Ásia e também participou da construção da infraestrutura financeira e da cooperação para padrões de pagamentos em diversos mercados do sudeste asiático. Portanto, a condição técnica está madura para promover produtos inovadores. Segundo, os países da região possuem grandes demandas para atualização da indústria de pagamentos.

Além de Hong Kong e Cingapura, o pagamento por código QR QuickPass móvel será em breve lançado na Tailândia, Indonésia e Austrália. No sudeste da Ásia, a UnionPay International está também colaborando com diversos países para lançar, ainda este ano, produtos de carteira eletrônica de dinheiro (e-wallet).

Na Tailândia, a UnionPay está colaborando com Visa e Mastercard para desenvolver um padrão comum para pagamento por código QR, que será recomendado pelo Banco da Tailândia às instituições financeiras e aos comerciantes locais. Espera-se que mais países do sudeste asiático adotem os padrões da UnionPay, que são compatíveis com padrões internacionais e mais seguros, quando lançarem produtos de pagamento por código QR, no futuro.

FONTE UnionPay International

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Oracle ERP Cloud é nomeado líder do Quadrante Mágico do Gartner 2017

A Oracle anunciou que foi nomeada líder do “Quadrante Mágico para Cloud Core Financial Financial Management Suites em Nuvem para Empresas Globais de Médio e Grande Portes” no relatório de pesquisa Gartner 2017¹. Dos 11 produtos avaliados, o Oracle ERP Cloud ficou na primeira posição, tanto para integridade de visão, quanto habilidade de execução.

De acordo com o relatório, “os líderes demonstram uma visão para a definição do mercado sobre como os sistemas e processos de gerenciamento financeiro central podem ser apoiados e melhorados ao serem movidos para a nuvem. Eles combinam isso com uma clara habilidade para executar esta visão com produtos, serviços e estratégias de lançamento no mercado. Possuem uma forte presença e estão ampliando suas receitas e fatias de mercado. No mercado de pacotes de gerenciamento financeiro central em nuvem, os líderes demonstram uma habilidade consistente para conquistar acordos em organizações de diferentes tamanhos e possuem uma boa profundidade de funcionalidades em todas as áreas do gerenciamento financeiro central. Eles possuem múltiplas provas de implantações bem-sucedidas por clientes com base em suas regiões base e em outras. Suas ofertas são frequentemente usadas por integradores de sistemas parceiros para apoiar iniciativas de transformação financeira”.

“A transformação e a inovação estão no topo das prioridades das organizações financeiras. Os clientes estão buscando as melhores soluções em nuvem do segmento para ajudar a fomentar profundas conclusões empresariais em tempo real, aumentar a produtividade e reduzir custos”, disse Rondy Ng, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Aplicativos da Oracle. “A Oracle ERP Cloud é a única solução de classe empresarial no mercado com a amplitude, profundidade, segurança, a escalabilidade e as inovações de ponta para atender essas exigentes necessidades empresariais. Consideramos a nossa posição de líder do Gartner como uma validação da nossa estratégia orientada a produtos e serviços e um reconhecimento do nosso compromisso com o sucesso de nossos clientes”.

“Quando começamos o nosso esforço de transformação financeira para modernizar a infraestrutura de sistemas, precisávamos de uma solução flexível que reduzisse o nosso perfil de custos, padronizasse nossos processos de melhores práticas e acelerasse a nossa habilidade para absorver tecnologias inovadoras”, disse Matthew Trager, chefe de Arquitetura de Negócios Financeiros do Lloyds Banking Group. “O Oracle ERP Cloud atende esses e todos os nossos outros requisitos funcionais e de segurança, nos dando a habilidade de reagir e crescer em um ambiente de negócios altamente competitivo”.

A Oracle ERP Cloud é a plataforma financeira mais completa, moderna e comprovada da indústria e é fornecida de forma perfeita com o Oracle Cloud. Uma interface de usuário moderna orientada pelas mais recentes inovações de design fornece análises embarcadas, colaboração social contextual e uma experiência móvel independente do dispositivo para tornar o Oracle ERP Cloud familiar e fácil de usar.

O Oracle ERP Cloud inclui completas capacidades de ERP para Finanças, Aquisições e Gerenciamento do Portfólio de Projetos (PPM), bem como Gerenciamento do Desempenho Empresarial (EPM), Administração de Riscos e Conformidade (GRC) e Gerenciamento da Cadeia de Fornecimento (SCM). A integração nativa com o amplo portfólio Oracle SaaS para Gerenciamento do Capital Humano (HCM) e Experiência do Cliente (CX) oferece aos clientes um caminho rápido, prático e orientado aos negócios.

Baixe o relatório de pesquisa “Quadrante Mágico Para Pacotes de Gerenciamento Financeiro Central em Nuvem para Empresas Globais de Médio e Grande Porte” da Gartner 2017¹.

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Fifty percent of mid-level executives in finance considering departure from current employer- Far fewer want to leave finance industry

Russell Reynolds Associates, a leading global search and leadership advisory firm, and the Toigo Foundation, an organization dedicated to growing the talent pool of diverse finance professionals across all sectors and levels of leadership, today announced the results of their study, Career Crossroads: The Talent Migration from Finance to Tech – Real or Overrated?

A perceived absence of a mission-driven ethos within the finance industry was identified as a tipping point to explore alternative career options. Within focus groups, respondents underscored how continuity between personal values and the mission and culture of the organization where they work is critical.

“A strong ‘work your values’ philosophy came through loud and clear from the survey participants,” said Nancy Sims, president, Toigo Foundation. “Professionals today, especially those in the millennial demographic, are seeking professional opportunities and career paths that align closely with what they value ‘after hours’ in their personal lives and in their communities. For many, mission-driven culture is one that values inclusion and promotes and celebrates individuality. If that feeling is missing, professionals will seek a work environment that offers it. Many perceive technology firms in that realm.”

Career Crossroads also found that the most significant difference between those who indicated they would consider leaving their employer and/or the industry and those who are committed to staying was a desire among leavers to find an employer with greater work/life balance and increased workforce diversity. Of the work/life balance factors, a flexible work schedule was cited as the most important (87% put it in the top three factors), followed by office location (71%) and vacation/sick/paid time off (54%).

According to the Career Crossroads survey of 300 finance professionals, 50% of finance employees surveyed indicated they are likely to leave their job within a year’s time frame. It is, however, tempered by a much lower percentage of those who desire or plan to leave the finance industry overall (20%).

“For many years, the finance sector outpaced the tech industry regarding compensation packages. With more equitable compensation packages today, talented executives are looking to culture to help determine where to work,” said Heather Hammond, global leader of the Global Banking Practice at Russell Reynolds Associates and Toigo board member. “We have seen employees look for a stronger sense of inclusion as part of their corporate culture, and the perception among many is that the technology industry is outpacing the finance sector regarding a focus on inclusion.”

Ideas and Actions to Consider

To counteract potential talent departures, Toigo and Russell Reynolds Associates recommend five key approaches that finance companies can use to reflect on their polices and tactics:

Reframe: Ask Different Questions – Ask early and often what makes individuals want to stay, what factors cement that loyalty and how that engagement can be leveraged.

Working Together – Broaden a rising professional’s scope of work and break down hierarchies and silos.

Make “Mission” an Every Day Meal – Make the mission more tangible and tethered to what talent does every day by boldly affirming what the company hopes to achieve.

Put FinTech in Perspective – While many perceive the transition from finance to technology as smooth, the two fields operate on separate plains.

Use Uncertainty To Your Advantage – Combine the perceived staid nature of finance and the unpredictable nature of technology into a mission statement that provides both a provocative and enticing scene for talent – an opportunity to contribute new ideas and have an impact.

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Braspag já opera com as novas regras do boleto registrado

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, já adaptou os seus serviços às novas normas definidas pela FEBRABAN e a rede bancária que determinam o registro dos boletos de pagamentos.

As regras entram em vigor a partir da próxima segunda-feira, 10 de julho, para boletos com valores igual ou superior a R$ 50 mil. A partir de 11 de dezembro deste ano, boletos bancários que não possuírem o CPF e o CNPJ do pagador não serão mais aceitos pelo Banco Central.

Segundo o CEO da Braspag, Gastão Mattos “a Braspag sempre está atenta às normas de segurança e tendências do setor de meios de pagamento, por isso a empresa já dispunha de ferramentas para realizar esta adaptação, ficando apenas a cargo dos bancos emissores utilizarem ou não este serviço”, explica. “Com a nova regra, nos antecipamos para operar neste novo modelo e os bancos que já estiverem preparados para a regra já podem contar com a Braspag”, conta.

De acordo com a FEBRABAN, um dos principais benefícios da nova regra é que o consumidor não precisará mais ir ao banco emissor para quitar um boleto vencido, podendo ser realizado em qualquer agência bancária. Além disso, afere mais segurança ao lojista e consumidor, e também possibilita melhorias na gestão de conciliação de pagamentos, otimiza relatórios e permite o uso dos boletos para averiguar operações de crédito.

“A medida ajudará toda a rede a mitigar fraudes, principalmente no comércio eletrônico, que é o maior alvo. Com mais segurança neste tipo de operação para lojistas e consumidores, este meio de pagamento pode registrar aumento de procura, sendo uma boa opção para usuários com renda insuficiente para possuir cartões de crédito, impactando positivamente o varejo online”, afirma Mattos.

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Volvo Cars anuncia estratégia mundial para veículos elétricos

Still from animation - Mild hybrid, 48 volts

O anúncio representa um dos movimentos mais significativos de uma fabricante de automóveis ao apostar na eletrificação e destaca, mais de um século após a invenção do motor a combustão interna, que os motores elétricos estão preparando o caminho para um novo capítulo na história automotiva.

“Isso diz respeito ao cliente”, afirma Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars. “As pessoas exigem cada vez mais carros eletrificados e queremos responder às necessidades atuais e futuras dos nossos consumidores, que poderão escolher qualquer modelo Volvo que desejar”.

A Volvo Cars apresentará um portfólio de carros eletrificados em toda sua gama de produtos, abrangendo carros totalmente elétricos e híbridos plug-in.

Serão lançados cinco carros totalmente elétricos entre 2019 e 2021, três dos quais modelos Volvo e dois veículos de alta performance da Polestar, a nova divisão de alto desempenho da Volvo Cars. Os detalhes dessa iniciativa serão anunciados posteriormente.

Esses cinco carros serão complementados por uma gama veículos híbridos plug-in a gasolina e diesel, além de modelos híbridos de 48 volts em toda a linha, representando uma das mais amplas ofertas de automóveis eletrificados de qualquer fabricante.

sso significa que, no futuro, não haverá carros Volvo sem motor elétrico, já que os modelos com propulsor a gasolina serão gradualmente eliminados e substituídos por veículos aprimorados com opções eletrificadas.

“Este anúncio marca o fim do carro equipado exclusivamente com motor a combustão”, conclui Samuelsson. “Dissemos que a Volvo Cars planejava vender 1 milhão de carros electrificados até 2025. Essa estratégia nos permitirá atingir esse objetivo”.

A iniciativa destaca o compromisso da Volvo Cars de minimizar seu impacto ambiental e, assim, tornar as cidades do futuro mais limpas. A fabricante sueca está focada em reduzir as emissões de carbono de seus produtos, assim como de suas operações, neutralizando a atividade de suas fábricas até 2025.

A decisão também acompanha o anúncio de que a Volvo Cars transformará a Polestar em uma empresa global independente para carros elétricos de alto desempenho. Thomas Ingenlath, então vice-presidente sênior de Design da Volvo Cars, vai liderar a Polestar como CEO da nova marca.

Para mais informações, acesse: www.volvocars.com/br

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Mandaê lança serviço focado nos médios e-commerces

A Mandaê, empresa especializada em logística para pequenos e médios e-commerces, acaba de lançar o Freedom, serviço voltado para lojas virtuais que buscam mais tranquilidade nos seus envios. A novidade chega para facilitar os processos logísticos dos varejistas que fazem remessas diárias de produtos e já contam com uma equipe de empacotamento próprio, mas precisam ter uma operação mais eficiente com redução efetiva de custos operacionais.

“Ao longo dos últimos três anos, ampliamos a nossa área de atuação e diversificamos bastante a nossa base de clientes, o que gera uma demanda de inovação permanente, pois cada e-commerce possui as suas particularidades”, explica o CEO e cofundador da empresa, Marcelo Fujimoto. “Assim como na maioria dos segmentos, percebemos que quando o assunto é entrega, os grandes e-commerces possuem opções muito atrativas. Para os pequenos e médios lojistas, as alternativas diminuem. Com o Freedom, as lojas online que despacham produtos diariamente encontram agilidade e excelência na entrega e ainda podem ter uma economia de 7% até 50% nos custos, se compararmos a outros serviços disponíveis no mercado”, reitera.

Segundo Fujimoto, a falta de opções de transporte para os PMEs impacta diretamente na qualidade do serviço prestado, ocasionando mais tempo e dinheiro gasto com a logística, menor crescimento e, inclusive, redução do NPS (Net Promoter Score), metodologia utilizada para medir a satisfação e lealdade dos clientes. “Por mais que os lojistas tenham um volume diário de vendas, ainda assim não têm acesso às melhores opções de frete e costumam enfrentar diversos problemas logísticos. O Freedom chegou para resolver essa questão”, completa.

Com a novidade, os clientes da Mandaê têm acesso a uma solução realmente completa, que ainda contempla coleta sob medida e atendimento dedicado, com um executivo de conta responsável por dar suporte à empresa, além de um dashboard para monitorar os envios dos seus produtos e as informações de rastreamento. “O objetivo da Mandaê com o Freedom é disponibilizar um serviço que estimule maior conversão e crescimento do negócio e, ainda, garanta a satisfação e fidelização do cliente final”, explica Fujimoto.

Além do Freedom, a Mandaê tem em seu portfólio outros dois serviços: o Flex e o Soft. O Flex foi desenvolvido para pequenos e médios e-commerces que têm apresentado crescimento no volume de vendas e precisam, além da entrega, terceirizar o empacotamento. Já o Soft é indicado para os lojistas que precisam fazer envios pontuais, além de também terceirizar o empacotamento.

“Estamos continuamente empenhados em conhecer a fundo as necessidades dos nossos parceiros e melhorar nossos serviços para garantir uma experiência logística tranquila, acessível e assertiva. Os pequenos e médios e-commerces do País merecem isso”, finaliza Fujimoto.

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