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Magazine Luiza é eleita a empresa mais inovadora no relacionamento com cliente

A gigante do varejo Magazine Luiza foi eleita a empresa brasileira que mais inova no relacionamento com cliente. De acordo com a 5ª edição do ranking anual elaborado DOM Strategy Partners, a companhia de Luiza Trajano consegue ‘oferecer ao cliente ações que propiciam desde uma compra mais rápida, mais inteligente em diversos ambientes, até novas experiências de vendas feitas 100% pelo celular’.

A DOM Strategy Partners ressalta que, em seus 60 anos – em especial nos últimos 10, o Magazine Luiza se movimentou sem medo de mudar a lógica de compra do consumidor brasileiro. “Diferente de outras lojas do setor, o Magazine Luiza atacou vertentes importantes de encantamento ao cliente e que não estão fixadas apenas em um ecossistema bem definido de aplicativos ou de outros serviços virtuais”, diz Daniel Domeneghetti, porta voz do estudo e CEO da DOM Strategy Partners.

Segundo o executivo, a marca olha para a experiência de compra do físico ao digital, com a disponibilização de plataformas múltiplas de compra. ” O ‘Magazine Você’ é um exemplo de inovação porque é uma espécie de loja virtual onde qualquer cliente pode criar a sua própria vitrine de produtos para vendê-los. Isso conquista e empodera o cliente”, acrescenta Domeneghetti.

Logo atrás do Magazine Luiza, no ranking deste ano aparece a Nespresso – um salto e uma resposta ao crescente mercado cafeeiro de luxo no Brasil. A Apple e Netflix, símbolos perenes de inovação, aparecem em seguida sinalizadas nesta posição principalmente por continuarem a oferecerem seus serviços digitais.

O estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente” mostra como o universo corporativo brasileiro usa atualmente a inovação nas relações através de ações com consumidor final sob o tripé comunicação, transações/vendas e atendimento/relacionamento.

Na prática, a análise materializa em números como as companhias entregam uma melhor experiência de relacionamento ao cliente, avaliando ações estratégias, ofertas de produtos inovadores, interatividade no ponto de contato com o cliente por meio de canais alternativos, colaboração e abordagem online, além da disponibilização de formatos e modelos de atendimento.

A DOM Strategy Partners destaca que a pesquisa não se restringe ao conceito de inovação ligada apenas à tecnologia, mas sim como objeto de fortalecimento no relacionamento da empresa com o consumidor.

Em sua quinta edição, o levantamento avaliou as companhias entre os meses de abril e julho por meio de uma pesquisa com mais de três mil consumidores e informações primárias, tais como releases, relatórios, informações para investidores e dados secundários, leia-se notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas publicas nos últimos 12 meses.

Abaixo, o ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil

Empresa Segmento Nota

Magazine Luíza

Varejo – Eletro

9,16

Nespresso

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,15

Apple

Serviços Digitais

9,14

Netflix

Serviços Digitais

9,14

Starbucks

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,12

O Boticário

Higiene & Cosméticos

9,11

Google

Serviços Digitais

9,11

XP Investimentos

Bancos e Serviços Financeiros

9,09

Hospital Albert Einstein

Saúde

9,09

Porto Seguro

Seguros & Previdência

9,08

Santander

Bancos e Serviços Financeiros

9,07

Itaú Unibanco

Bancos e Serviços Financeiros

9,06

Mercado Livre

Varejo – Varejo Online

9,06

Smart Fit

Varejo – Serviços

9,06

Uber

Serviços Digitais

9,05

Bradesco

Bancos e Serviços Financeiros

9,04

Open English

Educação

9,04

Raia-Drogasil

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,04

Mercedes Benz

Automobilística

9,03

Skinceuticals

Higiene & Cosméticos

9,03

99 Taxi

Serviços Digitais

9,02

Riachuelo

Varejo – Vestuário e Moda

9,02

Ultrafarma

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,02

Nubank

Bancos e Serviços Financeiros

9,02

Chili Beans

Varejo – Óticas, Jóias e Adereços

9,01

Caixa

Bancos e Serviços Financeiros

9,01

Whirlpool

Bens de Consumo Duráveis

9,01

Dr Consulta

Saúde

9,01

Natura

Higiene & Cosméticos

9,01

Youse

Seguros & Previdência

9

Osklen

Varejo – Vestuário e Moda

8,99

Ipiranga

Distribuição de Combustíveis

8,99

Coca-Cola

Alimentos & Bebidas

8,99

Claro

Mídia & Telecom

8,98

Multiplus

Fidelidade

8,97

Wine.com.br

Varejo – Varejo Online

8,97

Carmen Steffens

Varejo – Vestuário e Moda

8,95

3 Corações

Alimentos & Bebidas

8,93

Easy Taxi

Serviços Digitais

8,93

Pizza Hut

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,93

Banco do Brasil

Bancos e Serviços Financeiros

8,91

Vigor

Alimentos & Bebidas

8,91

Vero Latte

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,91

Urban Remedy

Alimentos & Bebidas

8,89

Miss Pink

Higiene & Cosméticos

8,86

Madero

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,86

Bullguer

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,85

Reserva

Varejo – Vestuário e Moda

8,84

Schutz

Varejo – Vestuário e Moda

8,82

Cabana Burger

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,82

IBM anuncia os projetos vencedores do Call for Code, desafio global para mitigar efeitos de desastres naturais

A IBM, parceira fundadora do programa Call for Code, e a David Clark Cause, juntamente com os parceiros humanitários Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e a Cruz Vermelha Americana, anunciam as soluções vencedoras do primeiro desafio global Call for Code.

Call for Code é uma iniciativa de 30 milhões de dólares com duração de cinco anos que conta com o apoio da The Linux Foundation, VC Partner New Enterprise Associates (NEA) e mais de 80 instituições comerciais, humanitárias e acadêmicas, que desafia desenvolvedores e cientistas de dados a criar soluções técnicas escaláveis para os principais problemas sociais que o mundo enfrenta hoje. Em 2018, o desafio foi planejar e responder de forma eficiente aos desastres naturais.

O vencedor do prêmio de 200 mil dólares foi o Projeto OWL, que significa “Organization, Whereabouts, and Logistics (Organização, Localização e Logística). Ela conta com uma infraestrutura de comunicação off-line que fornece a socorristas uma interface simples para gerenciar todos os aspectos de um desastre. A rede física (chamada clusterduck) é formada por dispositivos móveis (ducks) que criam uma malha capaz de enviar comunicações baseadas em fala, utilizando sistemas conversacionais para um aplicativo central. Este aplicativo, que é o sistema de gerenciamento de incidentes de software OWL, usa análise preditiva e várias fontes de dados para criar um painel para os socorristas.

“Uma vez que esta rede de ‘ducks’ é implementada e posteriormente agrupada, os usuários podem acessar os dispositivos por meio de uma interface totalmente intuitiva e contatar os socorristas com uma lista de informações essenciais para eles”, explica Magus Pereira, membro da equipe OWL.

A solução utiliza as mais recentes APIs de IBM Watson Studio, serviços de Watson AI e APIs de Weather Company – todas construídas em IBM Cloud.

“Ao longo de sua história, a IBM apostou na habilidade de pessoas curiosas para melhorar a humanidade com tecnologia inovadora. Além disso, desde a colaboração em Linux e Java até Kubernetes e Hyperledger, a IBM acredita fortemente na importância de trabalhar de forma aberta para que todos possam se beneficiar das melhores ideias “, afirma Bob Lord, Chief Digital Officer da IBM. “Hoje, com a capacidade de processamento de dados em escala com segurança, utilizando ferramentas sofisticadas como inteligência artificial, cloud, blockchain e IoT, os desenvolvedores estão liberando o poder do código aberto da IBM para promover mudanças rapidamente, em mais lugares e de maneiras mais significativas do que nunca”.

O Projeto OWL será implementado pelo IBM Corporate Service Corps. Os membros da equipe, que são de Nova York e da Carolina do Norte, nos EUA, terão a oportunidade de apresentar o projeto para a empresa de venture capital NEA e pleitear um potencial investimento na ideia.

Outros projetos finalistas

Ao ver os danos causados pelo terremoto de 2015 no Nepal, a equipe Post-Disaster Rapid Response Retrofit (PD3R ) de Katmandu e Bogotá, Colômbia, que ficou em segundo lugar, criou uma solução para fornecer às famílias deslocadas acesso imediato aos conselhos de engenharia após um desastre natural. Sua solução é baseada em IA, ensinada por imagens modelo em 3D.

A equipe de São Francisco, Lali Wildfire Detection, criou uma solução para prever a propagação de incêndios florestais em tempo real com o uso de redes de sensores. Inspirado pela experiência em primeira mão de um colega de equipe, que cresceu em meio a incêndios no Equador, o Projeto Lali ficou em terceiro lugar.

O PD3R e o Project Lali receberam, cada um, 25 mil dólares. As três soluções vencedoras também receberão suporte de código aberto de longo prazo da The Linux Foundation.

Mais de 100.000 desenvolvedores e cientistas de dados de 156 países participaram do Call for Code Challenge, criando mais de 2.500 aplicativos.

Entre os jurados do desafio, estão o ex-presidente norte-americano Bill Clinton; Jim Zemlin, diretor executivo da The Linux Foundation; Kate Gilmore, Deputy High Commissioner do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas; Dr. Irwin Redlener, diretor do Centro Nacional de Preparação para Desastres do Earth Institute of Columbia University; Deborah Dugan, diretora executiva RED e Grace Kim, líder de design e pesquisa no Twitter.

5ª edição da Hora do Código acontece no Brasil

Pelo quinto ano consecutivo o Programaê! – iniciativa da parceria entre Fundação Telefônica Vivo e Fundação Lemann – realiza no Brasil a Hora do Código. Entre os dias 5 e 11 de novembro, o público será convidado a participar do movimento, organizado globalmente pela Code.org. A ação acontece em mais de 180 países, já mobilizou 10% de todos os estudantes do mundo e visa aproximar o pensamento computacional e a linguagem da programação do cotidiano de crianças, jovens e adultos.

O site da Hora do Código está de cara nova e tem atividades para todas as idades, reforçando a ideia de que a programação está ao alcance de todos – até de quem nunca programou. O objetivo é incentivar pessoas de todas as idades a praticarem programação por, ao menos, uma hora na semana em que ocorre. São apoiadores da Hora do Código o empresário e filantropo Bill Gates, o ex-presidente Barack Obama, a cantora Shakira, a ativista Malala e o empresário Mark Zuckerberg.

Para participar, basta acessar o programae.org.br/horadocodigo, aceitar o desafio e programar brincando, por uma hora, em trilhas lúdicas e divertidas agrupadas por níveis de conhecimento. É possível praticar a programação em blocos e Javascript, criar páginas na web, animações e muito mais!

Acompanhe os perfis do Programaê! no Facebook e Instagram para ficar por dentro dos vídeos e bate-papos que serão realizados no decorrer da semana da Hora do Código: facebook.com/programaebrasil e @programaebrasil.

Professores

Para oferecer suporte aos educadores que desejam levar a programação para a sala de aula, o Programaê! disponibiliza um vasto acervo com sequências didáticas e planos de aula para vários ciclos do ensino. Recentemente, foi lançado o especial “Programaê!: Um Guia para Construção do Pensamento Computacional” que, desenvolvido sob as habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), fornece subsídios para que seja discutida a importância da integração do pensamento computacional e da cultura digital ao currículo escolar.

Conexão é o segredo do negócio

Aprimorar e reforçar os laços com os clientes por meio de aplicativos é a aposta de muitas empresas nesta era multicanais. Corporações que optam por este canal querem que os clientes fiquem ainda mais próximos do negócio e o aplicativo cumpre de fato este papel: interação constante. Desta maneira, o software passou de coadjuvante a protagonista nas estratégias de negócio.

A empresa estadunidense App Annie, que analisa mercado mobile mundial, divulgou que foram 27 bilhões de downloads de aplicativos no último trimestre do ano passado em todo o mundo, 7% a mais que o mesmo período de 2017. O Brasil está em quarto lugar no ranking dos países usuários de aplicativos, atrás da China, Estados Unidos e Índia. Estudo da empresa aponta ainda que os brasileiros abrem, em média, dez apps por dia. E o mundo corporativo contribui com esses números.

A RPC – afiliada da Rede Globo no Paraná – apostou nesta funcionalidade para oferecer mais conforto para seus clientes e tornou-se pioneira entre emissoras de TV. Com o aplicativo “Negócios RPC”, criado em julho de 2017, anunciantes e agências podem acessar o que já foi veiculado e materiais que estão no ar na emissora com filtros por região e período. Além disso, é possível programar o recebimento de notificações 15 minutos antes do comercial entrar no ar e compartilhar a notificação com equipes e parceiros comerciais. E para oferecer ainda mais benefícios aos parceiros lançou este mês mais uma novidade no app: visualização do comercial exibido!

Eduardo Boschetti, diretor geral da RPC, explica que esta é mais uma evolução do App Negócios RPC para agências e anunciantes. “Somos apaixonados por som e imagem. Assim, nada melhor do que além de se ter informação sobre o que está sendo ou já foi veiculado, receber uma notificação logo antes do comercial entrar no ar. Resolvemos também levar o próprio comercial para dentro do aplicativo, facilitando ainda mais a vida dos nossos parceiros”, explica Eduardo.

Tathiana Almeida, diretora de mídia da agência Master, é usuária assídua da ferramenta da emissora e avalia: “a disponibilidade dos materiais é fantástica”. Ela explica que o aplicativo contribui muito ao permitir o acesso às informações para o acompanhamento das campanhas de seus clientes. “É possível ver tempo real, de forma muito prática, rápida e com fácil usabilidade. O app trouxe agilidade e segurança nas campanhas, podemos confirmar as versões ou trocas de materiais a um clique. Formidável”, analisa a diretora.

Ao focar nas atualizações constantes das funcionalidades, a emissora conseguiu fidelizar os parceiros no aplicativo. Gislaine Machineski, diretora administrativa da agência M2COM, conta que também acessa muito o aplicativo da TV. “Estou usando neste momento!”, garante. “É ótimo, transmite segurança, sabemos que as campanhas são veiculadas conforme o combinado. É demais, ajuda muito no dia a dia. Consigo acompanhar os VTs, encaminhar pelo whatsapp para os clientes e também consigo avisá-los que vai entrar no ar, pois consigo programar notificações. Todas as funcionalidades são muito úteis”, complementa Gislaine.

Fernando Carlos Gonzalez Martos, diretor comercial da RPC, explica que na maioria das vezes o cliente tem dificuldade em ver o próprio material. “Ele aprova, mas depois não vê na hora em que passa na TV, pois são muitos materiais. Os de varejo, principalmente, têm a oportunidade de ver se o material que foi veiculado tem relação com o movimento na loja ou produtos que venderam mais em determinados horários e ter um controle. É uma forma de prestar um serviço adicional para o cliente, para que ele continue percebendo a vida útil do material e o resultado que a publicidade teve na vida daqueles produtos anunciados”, esclarece o diretor.

Estudo da Salesforce mostra comportamento de consumidores nas datas comemorativas

A Salesforce, líder global em CRM, fez um estudo para analisar o movimento de compras durante as datas comemorativas. O Shopping-First Retailing analisou o comportamento de 6.000 consumidores em seis países: Austrália, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e França. Além disso, o levantamento analisou o comportamento de compras digitais de 500 milhões de consumidores e 1,4 bilhão de visitas de comércio eletrônico em todo o mundo. A pesquisa também leva em conta dados de 200 milhões de casos de atendimento ao cliente, além das avaliações feitas por compradores à paisana em 70 lojas em Nova York, Londres e São Francisco.

Este relatório revela como os compradores estão interagindo, onde sentem maior aderência e o que seu comportamento pode significar para os varejistas. Essas tendências afetam todas as marcas e varejistas, independentemente do tamanho ou segmento, já que as escolhas dos clientes determinam cada vez mais como o varejo irá atuar.

Marcas x Varejistas x Marketplaces

Os consumidores foram questionados: em um cenário no qual os preços diretos da marca, no varejista e em marketplaces são exatamente os mesmos, por que você escolheria cada canal?

Entre os entrevistados, 60% apontaram a qualidade do produto como principal motivo de compra direto das marcas, 57% disseram que os serviços ao consumidor são os principais atrativos dos varejistas e para 56% os preços dos marketplaces são os motivadores de compra.

Marcas Varejistas x Marketplaces

– 60% qualidade do produto
– 58% inovação do produto
– 48% produtos únicos – 57% atendimento ao consumidor – 56% preço
– 51% variedade de produto
– 50% disponibilidade de produto

Os objetivos do consumidor final determinam por qual canal irá comprar, esteja ele buscando por preço baixo, um produto exclusivo ou por disponibilidade permanente. A exclusividade de produtos oferecida pelas marcas e a conveniência proporcionada pelos mercados estão reduzindo a vantagem competitiva dos varejistas, embora os compradores ainda procurem um bom atendimento ao cliente.

Marketplaces estão ganhando fidelidade e a segunda compra

Outro comportamento interessante apontado pelo estudo se refere à segunda compra. Para adquirir um produto pela primeira vez, 50% dos consumidores escolhem varejistas, contra 31% optando por marketplaces e 19% pela própria marca. O quadro se inverte quando se trata de repetir a compra. Nesse caso, 47% escolheriam os grandes marketplaces, contra 34% que elegeriam os varejistas.

Consulta online na loja física

O levantamento apontou que 71% dos consumidores usam seus dispositivos móveis durante compras nas lojas físicas, sendo 83% deles com idade entre 18 e 44 anos, número bem acima dos 62% registrados em 2017. Entre os motivos para utilizar os dispositivos estão: comparar preços (36%), pesquisar produtos (29%), tirar fotos do produto (28%) e ler um review do produto (25%). Esses dados mostram um comportamento curioso dos consumidores e mais um desafio para o e-commerce: captar esse cliente dentro de uma loja física.

Varejo rápido

A pesquisa descobriu que o varejo precisa ser rápido para atender às expectativas dos consumidores. É necessário prover jornadas de compras, transações e experiências que se movam na velocidade dos clientes: 69% dos consumidores dizem que é importante ou muito importante ver novos produtos cada vez que visitam a loja ou site.

Além disso, todos os meses são verificadas 75% de novas consultas de consumidores, o que mostra a velocidade com que os clientes estão descobrindo novos produtos e marcas. Outro dado interessante é que dentro dos 5% dos produtos mais vendidos nos sites de comércio eletrônico 59% mudam mensalmente. Isso mostra que os varejistas e as marcas precisam estar atentos a esse comportamento, analisar as pesquisas dos consumidores e oferecer os produtos que eles buscam em tempo real.

A pesquisa considerou marketplaces sites como: Amazon, eBay, Alibaba ou Etsy, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes, de outros varejistas e de vendedores individuais. E como varejistas, foram consideradas empresas como Walmart, Tesco, Aldi ou Target, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes.

Como sua empresa vai morrer em 10 anos

Por Tallis Gomes, fundador e CEO da Singu

Grande cooperativas de táxi poderiam ter criado um aplicativo de mobilidade como o que eu desenvolvi em 2011 antes que eu o fizesse – inclusive, ofereci a eles essa possibilidade e recebi seguidos “não” como resposta. A maioria das empresas listadas na Global Fortune 500, classificação das 500 maiores corporações do mundo, nos anos 50 não estavam na lista em 2014. A idade média de um diferencial competitivo caiu de 30 anos, em 1984, para cinco anos em 2014.

Eu sei que é assustador ler isso, mas a realidade é essa: existe uma boa chance da sua empresa não mais existir em apenas 10 anos. Estamos na era do crescimento exponencial e o mercado respeita religiosamente a conclusão de Charles Darwin, descrita em sua obra prima “A Origem das Espécies” – aqueles que sobrevivem não são os mais fortes ou os mais rápidos, e sim aqueles que detém maior capacidade de adaptação.

A cultura corporativista carrega como efeito colateral a cegueira seletiva. Alguns executivos preferem enxergar apenas aquilo que lhes convém – afinal, por que se preocupar com algo que, no mínimo, lhe trará um enorme problema para defender perante seus colegas? Sim, estou falando daqueles projetos disruptivos que mudam completamente a forma como a empresa opera, muitas vezes, por décadas. Sabe aquele projeto que você engavetou porque preferiu não ter que enfrentar metade do time executivo para aprová-lo? Ou pior, você tentou aprová-lo mas foi vigorosamente vetado – afinal, a empresa já funciona daquela forma, os negócios vão bem e não há necessidade de correr o risco da mudança.

Se você é um funcionário/líder exemplar, provavelmente se identificou com o parágrafo acima, mas deixa eu te contar um segredo: o único risco que uma companhia corre nos tempos atuais é o de NÃO MUDAR! Para sair do clichê de citar exemplos norte-americanos, vou falar do Brasil mesmo. Grandes redes de pizzaria locais poderiam ter antevisto o fenômeno da adoção mobile, por exemplo – a Sala Vip ou a Parmê poderiam ter criado seu app de entrega de pizza, antes que o IFood o fizesse. A NET poderia ter criado seu serviço de streaming antes do Netflix.

Sabe por que nenhum destes exemplos acima se anteciparam ao que estava por vir? Por causa da cegueira seletiva. Meu avô costumava dizer que “a ideia vale 10 centavos a bacia” e eu não poderia concordar mais. Com certeza alguns executivos/funcionários tiveram a ideia de fazer algo disruptivo em seus negócios, mas a cegueira coletiva impetrada no ambiente corporativo podou estes pontos fora da curva – e provavelmente estas companhia serão penalizadas severamente por cometer este erro.

Atualmente, temos mais de 2 bilhões de aparelhos conectados à internet e dentro de 35 anos este número será de 1 trilhão. Existe um mundo de oportunidades a serem aproveitadas e sua companhia tem duas opções: se vacinar contra a cegueira coletiva ou ser atropelada pelos novos entrantes, as famosas startups que estão ávidas por disruptar novos mercado com um time extremamente enxuto e um propósito transformador debaixo dos braços.

Vou listar 3 pontos práticos a serem adotados para evitar que sua empresa seja atropelada nos próximos anos.

(I) Fazer um hackaton por semestre: Hackatons são maratonas de desenvolvimento, geralmente adotadas para softwares, mas que podem facilmente serem adaptadas para processos e produtos. Recomendo que aconteçam dois hackatons por ano na sua empresa e que cada projeto vencedor seja executado religiosamente; sem dúvida será o melhor investimento em R&D que sua empresa fará.

(II) Democratize a opinião: Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e bem formadas para que a palavra final seja de um diretor/gerente. É importante adotar a cultura da argumentação; se o estagiário tem um ponto, deixe que ele explique este ponto. Caso o gestor não concorde, ele tem o dever de contra-argumentar para provar o motivo de o ponto apresentado não ser viável. Adotando essa cultura, você irá incentivar seus funcionários/colegas a contribuirem.

(III) Sente um dia por mês no call center: Todo gestor, do CEO ao gerente, deveria obrigatoriamente sentar pelo menos um dia por mês no call center. É lá que você encontrará as respostas para o próximo grande lançamento da sua empresa, ou a adaptação no seu produto que lhe fará ganhar market share (e não na sua planilha de Excel).

O dever do CEO é construir uma companhia que irá destruir a sua em alguns anos. Lembre-se, a verdade é perecível e atualmente, sua validade é como um cubo de gelo no deserto.

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Conheça a trajetória de sucesso de Camila Farani como empreendedora e investidora-anjo

Camila Farani é um dos “tubarões” do Shark Tank Brasil e sócia-fundadora da G2 Capital, uma butique de investimentos com foco em startups. Além de acumular uma trajetória empreendedora respeitável, Camila firmou seu nome como um dos principais na área de investimento-anjo no Brasil, chegando a ganhar prêmios como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016.

Atualmente investe em mais de 30 startups. A empresária e investidora carioca é formada em Direito, pós-graduada em Marketing e especialista em empreendedorismo e inovação na Universidade de Stanford e no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Entre as realizações de sua caminhada empreendedora iniciada em 2001, Camila Farani criou o Grupo Boxx que engloba coffee shops e fast-foods saudáveis. Possui também uma marca própria de café em grão, o Farani Caffè.

Desafio aos 16 anos – Para percorrer essa jornada de sucesso, Camila começou logo cedo a vivenciar os problemas reais de se empreender em um país como o Brasil. Perdeu o pai aos quatro anos e foi, então, que sua mãe decidiu abrir uma tabacaria no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, quando Camila trabalhava na empresa da família, fez uma ousada proposta para sua mãe: aumentar em 30% o faturamento do negócio em um determinado prazo. Na sua estratégia, implementou uma pequena inovação naquela época que era oferecer café gelado aos clientes. Se o desafio proposto tivesse êxito, ela passaria a ter porcentagem da empresa.

“Consegui um pouco menos (26%), mas minha mãe resolveu me recompensar porque provei que eu tinha capacidade de execução e conseguia fazer as ideias acontecerem. Esse aprendizado carrego comigo em tudo o que faço. Se você se propõe a fazer algo, analise o negócio e execute. O fato dela ter me dado porcentagem da empresa foi apenas uma das primeiras (e grandes) lições que ela me ensina até hoje. Gratidão é algo indispensável na vida e nos negócios”, conta Camila. Pouco tempo depois, aos 21 anos, ela propôs outra inovação na empresa familiar: passou a servir – na área de café – coquetéis da bebida. Com o crescimento das vendas, conseguiu fechar sociedade com sua mãe.

Quatro negócios aos 26 anos – Na época em que ingressou na faculdade de Direito, Camila Farani usou do pouco capital que dispunha na época para abrir negócios no segmento de alimentação. Com 23 anos já comandava sua própria empresa e aos 26 acumulava quatro negócios próprios. Experiente na área, Farani foi convidada a ser diretora de um novo projeto de alimentação saudável do Grupo Mundo Verde. “Não podemos deixar de arriscar por medo de errar. O ‘não’ a gente já tem. Só tem uma coisa que faz a diferença: atitude”, comenta.

“Quando decidi sair do grupo Mundo Verde, já com uma bagagem de aprendizado, voltei para os meus negócios e criei o Grupo Boxx para consolidar as marcas de alimentação, inclusive a Farani Caffè. Criei novos segmentos em serviços para empresas e também ao público final. Foi nesse período que um amigo me convidou a conhecer o que eram investimento-anjo e startups”, comenta.

Camila aceitou o convite e compareceu ao Fórum do Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investidores-anjo no Brasil que tem o propósito de promover o desenvolvimento de startups. Nascia ali uma genuína paixão em atuar como investidora-anjo para fomentar negócios de tecnologia que a levaria a novos rumos, inclusive à própria presidência da Gávea Angels quatro anos depois.

Investidora de mais de 30 startups – Ao longo desse caminho, Camila buscou obter também conhecimento técnico para embasar suas decisões como empreendedora e investidora-anjo, que já vivenciava há mais de 15 anos. Para isso, fez cursos de especialização em empreendedorismo na Babson College e Customer Development em Stanford, além de MBA em Marketing pela PUC-RJ. Possui, ainda, especialização em Lideranças Femininas pela Fundação Dom Cabral e pelo Smith’s College Executive Education for Women.

Hoje Camila é investidora de mais de 30 startups, sendo alguns investimentos diretos e outros indiretos (por meio de sociedades com aceleradoras e grupos de investimento-anjo). A empresária é também professora de empreendedorismo e inovação no curso de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também participa ativamente de grupos e entidades focados em apoiar startups.

Outra atividade muito conhecida de Camila Farani é a de palestrante. Quando tem sua presença anunciada em eventos, os auditórios ficam lotados e sempre possui repercussão positiva visto que seu nome é um dos principais nos ramos de empreendedorismo, investimento-anjo e inovação nas redes sociais brasileiras.

Empreendedorismo feminino – Como uma autêntica mulher empoderada e empoderadora, cofundou, em 2014, a MIA – Mulheres Investidoras Anjo. Esta iniciativa investe em startups lideradas por mulheres. O objetivo da entidade é capacitar, sensibilizar e investir em mulheres para que elas se integrem mais no mercado de investimento-anjo. Dessa forma, empresárias, especialmente as que trabalhavam com produtos destinados ao público feminino, têm um apoio mais específico e engajado. Essa ajuda pode vir tanto em aspecto financeiro como em compartilhamento de experiências e conselhos.

Entre os reconhecimentos conquistados, Camila Farani ganhou o Prêmio Barão de Mauá – Jovem Empresária, promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro em 2013. De 2016 a 2018 presidiu o Gávea Angels. Além de tudo isso, é embaixadora da Rede Mulher Empreendedora.

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Velocidade na vida dos consumidores e empresários impacta ritmo da inovação das corporações

Grandes mudanças estão acontecendo no plano pessoal e social e as pessoas estão passando por transformações drásticas em seus valores, percepções e formas de relacionar com si e com o mundo. Que tipo de ser humano está sendo construído nesse novo contexto e qual impacto esse cenário provoca no consumo e relacionamento com as marcas? No intuito de ser um “abridor de latas da consciência”, a Officina Sophia Minds & Hearts, empresa pertencente à HSR Specialist Researchers, desenvolveu a pesquisa Uma Vida Conectada para entender como as pessoas estão se relacionando com a velocidade das transformações e se estão se sentindo beneficiadas com esse novo cenário.

Para a maior parte das 2.650 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, com idade entre 18 e 49 anos, das classes ABC, a velocidade não é inimiga da perfeição. O estudo detectou que 60% dos respondentes admitem que estão fazendo as coisas de forma mais rápida e melhor do que há cinco anos, e este índice eleva-se entre os mais jovens (69%). Mais do que isso, elas acreditam que, de maneira geral, estamos todos nos sentindo beneficiados e nos transformando com o momento atual.

Ao mesmo tempo em que as pessoas sentem-se beneficiadas com a velocidade, elas exigem que suas respostas sejam na mesma medida (demandam que Indústria, Varejo, Serviços e os meios de comunicação estejam sintonizadas a velocidade que já vivenciam nos seus mundos individuais). No entanto, esse ambiente tem contribuído para aumentar a ansiedade, um dos “efeitos colaterais” da velocidade. Ansiedade ainda é um sentimento “novo” para as pessoas, administrar e compreender as suas facetas é difícil e, assim, grande parte delas não sabe como capitalizar o sentimento para favorecer a sua criatividade.

Como ficam as empresas nesse novo mundo? Com maior acesso à informação e contato com inovação, a capacidade de rápida transformação passa a ser exigência dos consumidores, que acham as empresas lentas em relação ao ritmo de novidades demandadas pelo mercado.

Os empresários também foram ouvidos na pesquisa e, para eles, a velocidade das transformações pode ser aliada. Mas 38% admitem que estão aquém do que o público – e eles mesmos – esperam. Para 52%, a velocidade das mudanças em suas empresas fica na média do mercado. Apenas 10% se acham na vanguarda.

“O desafio para as empresas é entender como essas mudanças afetam seu negócio e que ele, empresário, deve estar atento a essa visão e ao novo consumidor. É imperativo ter maior compreensão da mudança que está ocorrendo no ‘sistema operacional’ dos indivíduos. Da mesma forma, para os profissionais, de maneira geral (seja empresário, seja consumidor), é fundamental estar aberto a grandes transformações pessoais e corporativas, buscar novas visões e conhecimentos e entender com mais profundidade o indivíduo que está por trás do consumidor”, analisa Naira Maneo, sócia-diretora da Officina Sophia Minds & Hearts, responsável pela pesquisa. Por fim, ela dá um conselho: “Aproveite as mudanças e mostre sintonia com os novos momentos para gerar identidade”.

Algar Tech anuncia novo diretor de Gente

úlio César Emmert é o novo Diretor de Gente da Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom. O executivo será responsável pelo trabalho estratégico da empresa em relação aos seus talentos em um cenário que exige, cada vez mais, uma maior qualificação.

Com mais de 14 anos de experiência no mercado B2B, Júlio ingressou na Algar Tech em 2017 na área de Talentos Humanos e depois assumiu um desafio na área de Field Telecom, atuando como Diretor de Serviços de Telecom. Graduado em Administração pela FGV, o executivo possui mestrado em Gestão pela FGV, e especialização em Liderança de Transformação Digital pelo IMD, Suíça, além de uma vasta experiência na Accenture.

“Como diretor de Gente, um dos meus maiores desafios será atrair talentos para atuar em um mercado que está em constante evolução, como o de tecnologia. Além disso, é fundamental olhar para dentro de casa: seja oferecendo uma nova experiência de trabalho, seja criando novas oportunidades de crescimento para os nossos associados”, disse Júlio César.

Thomson Reuters Brasil apresenta os vencedores de segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia no próximo dia 31, em São Paulo, os vencedores da segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech & Comextech, realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) avaliou empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições foram abertas para iniciativas de todas as regiões do Brasil.

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

Os finalistas são a ODM (São Carlos/SP), Data Policy (Brasília/DF) e Vetor IT (São Paulo/SP), na categoria Fiscal; Intradebook (Florianópolis/SC) e LogComex (Curitiba/PR), na categoria Comércio Exterior; Simples Data (Santa Bárbara D’Oeste – Campinas/SP), BirminD Otimização Industrial (Sorocaba/SP) e Dattos (São Paulo/SP), na categoria Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, a gestão e a inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar a iniciativa para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos inovações viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Em sua primeira edição, em Campinas/SP, o Accelerator Day da Thomson Reuters apontou quatro projetos vencedores, formato que se repetirá. Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. As empresas escolhidas tiveram, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Importante citar que mesmos as startups que não fazem parte do grupo vencedor podem ser convidadas pela multinacional a colaborar com suas soluções em um futuro próximo.

A apresentação dos vencedores da segunda edição do programa acontece no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém-inaugurado, em São Paulo), na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – 2º andar – Vila Olímpia, São Paulo – SP.

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SulAmérica Saúde acumula mais de 2 milhões de usuários em aplicativo desde lançamento

O aplicativo mobile SulAmérica Saúde completa seis anos desde o lançamento com mais de dois milhões de usuários e serviços inovadores com foco na experiência do cliente. Somente no primeiro semestre de 2018, foram registrados mais de 250 mil downloads. Por meio do app, o segurado pode acessar sua carteirinha virtual, aceita em toda a rede referenciada, e encontrar médicos, clínicas e hospitais por geolocalização, além de consultar medicamentos com desconto, coberturas contratadas e o extrato de utilização do plano.

Combinando tecnologias disruptivas de inteligência artificial, o aplicativo oferece, ainda, os serviços de atendimento ao cliente via chatbot e de solicitação de reembolso para consultas de até R$ 1 mil por meio do envio de uma foto do recibo, que pode ser feita com a câmera do smartphone. Outra funcionalidade pioneira é o Médico em Casa, que permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e beneficiários a partir de 65 anos em 13 cidades brasileiras. Até o momento, foram registrados cerca de 1.700 atendimentos pediátricos, com índice de satisfação (NPS) superior a 90%.

“O sucesso do aplicativo SulAmérica Saúde, que é um dos mais inovadores e completos do mercado, comprova nossa visão de que a experiência do cliente deve estar sempre no centro da estratégia de investimentos em tecnologia. O app coloca na palma da mão do nosso beneficiário tudo o que ele precisa para aproveitar os benefícios do plano a qualquer hora e em qualquer lugar”, afirma o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Stefanini cria Escola de Arquitetos para refinar conhecimento de desenvolvedores

A busca por profissionais da área de Tecnologia da Informação cada vez mais qualificados tem provocado no mercado insights para preparar candidatos interessados em atuar em TI com os mais altos níveis de conhecimento e qualificação para ocupar espaços nas companhias que necessitam desses profissionais. Pensando nesse mercado potencial e com réguas de exigências que diferenciam os melhores desenvolvedores, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, criou o ‘Escola de Arquitetos’.

O curso interno começou em agosto, e vai até dezembro deste ano, e visa a preparação de especialistas para a carreira de TI, com linguagem específica e foco na atualização em tendências de mercado, para estimular o desenvolvimento de influência dentro do cliente para a criação de estratégias de acordo com a arquitetura empregada para determinado projeto, além de fornecer a este profissional os recursos que precisa para seguir em ascensão nesta disputada área de atuação.

Nesse projeto piloto, os participantes terão encontros quinzenais noturnos, onde, além de assistir treinamentos, terão que apresentar o conteúdo estudado, estimulando ainda mais o aprendizado. Foram selecionados dez desenvolvedores de nível pleno e sênior, que atuam na companhia há mais de seis meses. A escolha foi feita a partir da participação dos candidatos em um hackathon que promoveu avaliações técnica e de comportamento.

O roteiro de estudo prevê 70% de atividade inicial para operacionalizar serviços baseados em mão de obra voltados para a aprendizagem de nível básico como criação de desafios para o programa. Nesta fase, os participantes criam PoCs (Proof of Concept) em respostas aos desafios e são avaliados por um comitê, que elege quais passarão para a próxima etapa, sendo selecionados cinco candidatos para a “Let´s Be Architects” e cinco para “Get Ready”. A partir desta fase, serão aplicados 10% de estudos, com conteúdos mais técnicos, com treinamentos, para ambas as turmas. Já a equipe “Let´s Be Architects” ministrará aulas com foco na cultura Dojo para resolver o tema de sua PoC. (aqui, o treinamento é realizado em ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas (Dojo’s)). O comitê também avaliará as apresentações que ambas as equipes farão. Haverá ainda uma etapa exclusiva para “Let´s Be Architects”, sendo 20% direcionados à mentoria de network, ou seja, cada um será acompanhado por um mentor fixo, um técnico ‘sombra’, que dará todo o suporte nos projetos em desenvolvimento. O papel da mentoria é compartilhar conhecimento, acompanhar reunião com cliente e conhecer um bom padrão arquitetural.

“Utilizar a metodologia de Learning Model para a aprendizagem neste processo é uma forma de garantir intensa interação e conhecimento de alto impacto, acelerando a imersão e prática” afirma Katia Lobo, gerente de Desenvolvimento Organizacional.

Para serem aprovados, os participantes precisam completar 20 horas de mentoria e participar nas reuniões. O objetivo é ter um refinamento na formação destes profissionais. Ao final do curso, cinco destes colaboradores receberão o certificado Stefanini durante a formatura, que será realizada no dia 7 de dezembro. Como reconhecimento, os cinco agraciados terão prioridade para futuras vagas de arquitetos. E os outros cinco darão continuidade em projetos dentro da companhia. Além disso, os participantes conquistam visibilidade e a possibilidade de apoiar futuras turmas de formação de arquitetos.

A companhia tem previsão para estender o projeto para outras filiais em 2019.

“Nosso objetivo com a Escola de Arquitetos é instrumentalizar nossos colaboradores com conhecimento no estado da arte em TI e promover ações de retenção e atração de talentos para a companhia”, destaca Ana Lígia Bacca, gerente de Recursos Humanos da Stefanini.

Os cursos serão ministrados por profissionais que atuam na Stefanini: Paulo Vitor Pereira Cotta, Líder de Inteligência Artificial, e Vinícius Moreira de Souza, Arquiteto de Soluções Sênior. Paulo Vitor ingressou na companhia em março deste ano, com atendimentos para contas como Banco do Brasil. É graduado em Sistemas de Informação pelas Faculdades de Belo Horizonte (Faminas-BH). Atua desde 2006 com tecnologia Java. Tem pós-graduação em Arquitetura e Infraestrutura em TI, tendo iniciado em 2018 o curso de MBA em Deep Learning no Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI).

Vinicius Souza atua na Stefanini desde 2016, tendo trabalhado em contratos dos Correios e do Ministério da Integração Nacional do Governo Federal, no qual, atualmente, está envolvido no projeto de microsserviços. É graduado em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Tem conhecimentos aprofundados em Java para Web. Cursa atualmente pós-graduação em Machine Learning, com foco em Inteligência Artificial.

Paulo Cotta e Vinícius Souza foram responsáveis por introduzir na Stefanini a cultura de disseminar o conhecimento entre as equipes com os Dojo’s, dando ao ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas.

“Programas de formação pautados em aprendizagem e aceleradores de carreiras possuem conexão com o propósito da Stefanini, além de estarem vinculados com a estratégia de longo prazo da cia”. Cintia Bortotto, diretora de RH LATAM, envolvida e patrocinadora do programa.