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Flex tem novo diretor de tecnologia

Andre Gentil_Diretor de TI

A Flex, empresa catarinense de gestão de relacionamento que oferece uma robusta plataforma multicanal e soluções completas para toda a cadeia de contact center, acaba de contratar o executivo André Gentil como novo diretor de tecnologia. Graduado em matemática com ênfase em informática pela Fundação Santo André e com MBA em gerenciamento de projetos pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP (Universidade de São Paulo), Gentil acumula 27 anos de experiência em consultoria e desenvolvimento de aplicações de alta tecnologia e desempenho, com atuação em importantes empresas do segmento.

“É com muita felicidade que me junto ao time da Flex como diretor de TI. É um grande desafio, mas acredito que com a experiência que adquiri no fornecimento de soluções para Call Center, conseguirei atender as demandas de maior integração e apresentar soluções tecnológicas eficazes para que possamos crescer e nos desenvolver ainda mais”, comenta Gentil.

No mercado há oito anos, a Flex está entre as 10 maiores empresas de contact center do País, empregando mais de 12 mil profissionais. Conta com 14 unidades, sendo sete localizadas em Santa Catarina, e outras sete em São Paulo. A empresa atende grandes marcas nacionais e internacionais e, no ano passado, obteve um crescimento de 24%.

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Vivo e Huawei inauguram laboratório de IoT para testar e desenvolver novas aplicações ao mercado

A Vivo amplia seu escopo de atuação no segmento de Internet das Coisas e inaugura um laboratório de inovação (Open IoT Lab) com foco no desenvolvimento de aplicações fim-a-fim com tecnologia de Internet das Coisas (NB-IoT). Com base em características de baixo consumo de energia, melhor cobertura e a possibilidade de conectar um grande número de objetos, a tecnologia NB-IoT é a próxima tendência importante para a indústria de comunicações e está no centro da estratégia de negócio da Vivo, especialmente no segmento B2B. A implementação do Open IoT Lab conta com a parceria e apoio da Huawei.

O Open IoT Lab, sediado na cidade do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo impulsionar e garantir um ecossistema amplo de parceiros para oferecer ao mercado as melhores soluções comerciais em IoT e contribuir para a criação de um mercado local no País. Esses parceiros também terão acesso antecipado aos novos serviços e soluções combinando os recursos e capacidades da Huawei com os recursos e conhecimentos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vivo – onde será instalado o Open IoT Lab – e contará com diversos parceiros, como Ublox e Quectel – que desenvolvem módulos de conectividade – e a C.A.S Tecnologia – que desenvolve soluções no mercado energético, além de outros parceiros.

“A Internet das Coisas está no centro da estratégia de negócio da Vivo, que já tem a liderança no mercado M2M com quase 40% de market share. Nosso objetivo é complementar o portfólio B2B com soluções IoT com serviços de conectividade, Big Data e novas plataformas. A parceria com a Huawei acelerará o desenvolvimento dessas novas aplicações e estimulará sinergias industriais com outros parceiros, antecipando e acrescentando mais funcionalidade e inteligência na concepção de novas soluções e serviços”, explica o vice-presidente de B2B da Vivo, Alex Salgado.

“A cooperação estratégica com a Vivo na maturação de um ecossistema tecnológico com a utilização do NB-IoT é fundamental para o desenvolvimento de indústrias locais”, explica o CTO da Huawei do Brasil, Taoyuan Zhou.

O acordo representa um avanço para a evolução das redes móveis em direção ao IoT – um mercado em ascensão, que deverá atingir quase 15 bilhões de conexões em 2020, de acordo com projeções da Machina Research. A Vivo já atua em mercados tradicionais, como o de meios de pagamento, rastreamento e de segurança, e também em novas frentes, como utilities, cidades inteligentes, vending machines, carros conectados, medição de audiência de TV, painéis eletrônicos de publicidade e até de carro compartilhado.

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Sucessão é ponto crítico em empresas familiares

O processo de sucessão costuma ser um ponto crítico em empresas familiares. Em muitos casos, o herdeiro não possui um preparo adequado para assumir o controle da organização. Em especial em situações inesperadas, como a morte do controlador da empresa. Repentinamente, o novo gestor se vê diante de diversos desafios, tanto estratégicos, quanto operacionais. E seu posicionamento nestes pontos é crítico para os rumos da companhia.

Uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCooper (PwC), em 2016, mostra que apenas 19% das empresas familiares brasileiras têm um plano de sucessão. Por isso, Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares, chama a atenção para o fato de que, sem ter sido adequadamente preparado, o sucessor enfrenta muita dificuldade em fazer um processo de decisão consistente. “Em situações assim, é comum que as decisões não sejam compartilhadas com outros diretores, podendo ter resultados catastróficos”, alerta.

Justamente nestes casos é preciso ter uma diretoria forte e um Conselho de Administração que possa ajudar muito neste processo de transição da empresa. “O Conselho de Administração é o órgão chave nestes casos. É nele que o novo líder vai encontrar respaldo para os seus processos decisórios e também para as críticas, além de evitar que se tome decisões equivocadas na organização”, diz Valério.

Com experiência de acompanhamento de várias empresas nesta situação, Eduardo Valério explica que o ideal é designar um diretor que não é da família como diretor geral ou CEO por um prazo de transição. Ele será o mentor do sucessor ou dos sucessores deste processo, assim como também, pode ser o representante do Conselho de Administração durante a vigência do processo sucessório. Este cenário é comprovado pela pesquisa da PwC, que aponta que 69% das empresas familiares têm membros de fora da família no Conselho de Administração.

Existem também os casos em que a velha geração opta por deixar a empresa, mas a nova geração ainda não tem a devida preparação para assumir. São situações mais tranquilas do que a substituição inesperada por falecimento. Deve ser feita uma avaliação interna dos possíveis sucessores, buscando-se no mercado um profissional para gerir a transição.

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Uso de aplicativo dobra produtividade de certificadora de grãos no Mato Grosso

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O Brasil terá de elevar a produção agrícola em até 40% até 2020 para atender à expansão da demanda mundial por alimentos, além de vencer um desafio ainda maior: a logística precária. A tecnologia contribui para diminuir o gargalo, como é o caso de um aplicativo que permite agilizar a emissão de laudos de caminhões carregados de grãos para exportação.

É com esta solução que a AgroService agora emite cerca de 100 laudos todos os dias. O processo é todo digitalizado. A empresa, presente em Tocantins, Mato Grosso e Goiás, é responsável pela certificação de qualidade de grãos de soja e milho transportados para exportação.

Cléber de Medeiros, gerente de TI da Bottega, conta que o desenvolvimento, testes e uso efetivo consumiu 60 dias. “Lógico que não trabalhei todo esse período 100% focado apenas nesta demanda, senão o prazo seria bem menor”, afirma. Como comparativo, a construção convencional de um app do zero — sem plataforma — consome em média 4 meses e meio, segundo pesquisa da Kinvey e AYTM com 100 desenvolvedores. Isso trabalhando 100% focado, sem contar aprovações de clientes e apenas para um sistema operacional.

Há dois meses, o aplicativo é utilizado por 15 usuários em uma unidade da AgroService no Mato Grosso. Supervisores e gerentes da empresa utilizam o app no iPhone, enquanto o time operacional trabalha em Android. Segundo Medeiros, o projeto deve ser expandido para 40 usuários nos próximos meses.

“Quando descobri a uMov.me, detectei que os aplicativos criados na plataforma são perfeitos e com poucas falhas. Trabalha perfeitamente com templates, mas com alto nível de personalização, conforme a necessidade do cliente. Fiz uma excelente escolha”, revela o gerente.

Como funciona o aplicativo de emissão de laudos de grãos?

O app substituiu as planilhas manuais, impressas, que eram enviadas para o escritório central da AgroService por meio de fotos de celular. Lá, o técnico precisava lançar novamente no computador as informações obtidas em cada planilha.

Segundo Edimar Soares, proprietário da empresa, o processo resultava em erros frequentes de digitação, além dos riscos de uma imagem ruim prejudicar o entendimento.

Na tela do celular, o app criado pela Bottega permite anotar quantos caminhões levam cargas de um mesmo produtor, placa, volume. Essas informações de cadastro são necessárias para os certificados de qualidade dos grãos, emitidos pela empresa para sacas de milho e soja para exportação.

Outras opções do aplicativo permitem registrar o controle de despesas, frete e deslocamento. Todos os dados obtidos são enviados para o Center da uMov.me, um painel onde as informações são lançadas assim que sincronizadas com os celulares dos usuários.

“Neste cliente, reduzimos o nível de erros em quase 100% e dobramos a produtividade com o uso de aplicativos”, celebra o gerente da Bottega.

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De mudança para cidades inteligentes – Por Patrícia Vello

Cidades grandes e pequenas em todo o mundo estão ficando mais inteligentes. Isso quer dizer que elas planejam evoluir para se tornarem uma das chamadas smart cities. Quando falamos disso, nos referimos a esforços coordenados do governo, de empresas e de outras organizações para aproveitar as tecnologias de rede que melhoram as condições de habitar, trabalhar e de sustentabilidade para as pessoas que vivem ali. No Brasil, alguns exemplos estão começando a surgir nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Aqui ou em qualquer outro país do mundo, a grande pergunta é se essas cidades terão a infraestrutura de rede instalada necessária para implantar novas e inovadoras tecnologias e realmente aproveitá-las. À medida que as populações metropolitanas (e, portanto, o número de pessoas que precisam ser atendidas por essas implantações) continuam crescendo – será que as redes conseguirão acompanhar esse ritmo?

Como é uma cidade inteligente?

Existem milhões de dispositivos já implantados nas cidades – e outros bilhões estão chegando – que podem tornar a cidade mais inteligente, coletando dados do trânsito, do tempo, do consumo de energia e de água e de muitas outras fontes, comumente em tempo real. Esses dados podem ser analisados ??e o conhecimento resultante ser usado na prática para se entender o que está acontecendo agora e prever o que acontecerá no futuro.

O 5G vai ser o propulsor da cidade inteligente

A cidade inteligente do futuro próximo e, em alguns casos, do presente, é sustentada pelo fluxo ininterrupto e confiável de dados de redes com e sem fio interconectados. Quando os dados precisam ser analisados em tempo real, eles não podem ser de maneira alguma interrompidos ou ter seu fluxo prejudicado por problemas de latência. Há grande expectativa de podermos contar com uma série de melhorias intrínsecas à tecnologia 5G: aumento da largura de banda (até 1.000 vezes por unidade de área), até 100 vezes mais dispositivos conectados e redução de até 90% na utilização de energia na rede, juntamente com taxas de conexão de até 10 Gb/s para dispositivos móveis no campo – um número impressionante.

Felizmente, a próxima geração de redes móveis 5G traz com ela uma nova capacidade para evitar a interrupção e garante que os diversos requisitos de latência, largura de banda e confiabilidade para diferentes serviços possam ser atendidos em toda a rede física atual. Isso é chamado de fatiamento de rede (network slicing).

Por que o fatiamento de rede é tão importante?

Ao privilegiar a conectividade móvel para cada tipo de uso com múltiplas redes virtuais em uma infraestrutura única de rede física, as operadoras podem disponibilizar rapidamente serviços especificamente adaptados para a necessidade de uso de cada fatia. Essa capacidade é especialmente importante nas implantações de cidades inteligentes, já que os dispositivos envolvidos nestes casos podem, direta ou indiretamente, afetar a vida das pessoas.

Pense, por exemplo, em uma rede de atendimento de urgência que tenha sido equipada com ferramentas avançadas de comunicação para ajudar os atendentes a coordenarem resgates rápidos e efetivos em emergências. Se ocorrer um desastre e os habitantes da cidade acessarem rapidamente as redes sociais ao mesmo tempo para enviar textos, imagens e vídeos, as operadoras de redes móveis ainda poderão garantir a conectividade para os socorristas, atribuindo-lhes um acesso de maior prioridade à rede móvel 5G – a fatia deles é prioridade indiscutível.

Preparando a rede: SDN e NFV

À medida que as cidades se tornem mais inteligentes e mais conectadas, as operadoras de rede precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e cada vez mais variadas necessidades da cidade inteligente e de sua população. A chave para isso é a virtualização na forma de rede definida por software (SDN) e de virtualização de funções de rede (NFV). As redes 5G precisarão ser adaptáveis, dinâmicas e programáveis ??de ponta a ponta, valendo-se, para isso, de construções virtualizadas. Portanto, à medida que as fatias individuais da rede sejam implementadas, seu desempenho será adaptado de forma autônoma e programática.

Oportunidades de receitas e ameaças à segurança

As redes preparadas para SDN e NFV abrirão as portas para novos tipos de uso, o que contribuirá para fluxos de receita inovadores e contínuos que vão além da simples conectividade e capacidade.

Qualquer coisa que aumente a diferenciação dos serviços de rede móvel certamente será analisada de perto pelas operadoras de redes já que a largura de banda móvel está rapidamente se transformando em uma commodity – na maioria das regiões, a verdadeira diferenciação é o preço. E a capacidade de assegurar as melhores fatias de rede para serviços essenciais que necessitem de métricas garantidas (como carros sem motorista e serviços públicos fornecidos pela própria administração municipal – atendimentos de emergência, segurança, visibilidade de dados etc.) – ajudarão não só a gerar receita para as operadoras, mas também a garantir a eficácia das tecnologias de ponta das cidades inteligentes na melhoria da vida dos cidadãos.

Em breve, todos nós moraremos em cidades inteligentes?

As cidades e seus habitantes estão mostrando um significativo interesse em aproveitar as muitas vantagens da cidade inteligente. As operadoras de rede terão de intervir e garantir que a cidade conectada do futuro tenha a base de rede para conseguir realizar essa transformação. O aproveitamento da capacidade do 5G de fatiamento ajudará as operadoras a fornecerem conectividade, velocidade e confiabilidade adequadas que cada caso exigirá.

Patrícia Vello, presidente da Ciena no Brasil

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Infor anuncia Coleman, plataforma de inteligência artificial para indústrias

A Infor, provedora de aplicações empresariais por mercado e desenvolvidas para a nuvem, durante o Inforum 2017, em Nova York, anunciou o lançamento do Coleman, uma aplicação empresarial de inteligência artificial para indústrias que será entregue por meio do Infor CloudSuite.

O Coleman é uma solução intuitiva, que opera na superfície das aplicações, minera dados e usa machine learning para melhorar processos como gestão de estoque, rota de transportes, manutenção preventiva, além de fazer recomendações usando a Inteligência Artificial para ajudar os usuários a tomar decisões inteligentes, de forma rápida.

Ao atuar como um parceiro dos negócios por meio da Inteligência Artificial, o Coleman tem alto poder de processamento, linguagem natural, reconhecimento de imagem, além de escutar, falar e conversar por chat com os usuários para ajudá-los a fazer melhor uso da tecnologia. A plataforma desenvolve um relacionamento, que pode ser processado pelo Infor Ming.le, solução de colaboração social da Infor, ou pela própria interface do usuário.

Estudos mostram que a eficiência do usuário melhora com a interação social, principalmente por meio do recurso de voz – afinal, o ser humano fala de 3 a 4 vezes mais palavras do que digita por minuto. Ao processar uma grande quantidade de dados pelo CloudSuite, o Coleman automatiza pesquisas e agrega funções que podem otimizar o trabalho do usuário em 20%, por semana, gerando ganhos significativos na produtividade.

“A Infor investiu anos para automatizar processos que seguem regras claras, como de contabilidade e manufatura. Estamos apostando em machine learning e no acesso a grandes quantidades de dados para dar assistência a usuários com menos estrutura e processos de decisões complexas, conversas, e predições”, afirma Charles Phillips, CEO da Infor.

O Coleman ajuda a otimizar a força de trabalho de quarto formas:

Interações – interações são mais eficientes e naturais, e oferecem melhor experiência aos usuários;
Produtividade – parceiro para aumentar a produtividade;
Automação – gerencia tarefas repetitivas e permite que o usuário foque em trabalhos mais estratégicos;
Insights – provê insights inteligentes para ajudar o usuário a tomar decisões;

Alguns exemplos do que o usuário pode fazer com o Coleman:

– Perguntar sobre o balanço de recebíveis da empresa;
– Conselhos sobre a melhor oferta para o cliente;
– Pedir para indicar o responsável de vendas de determinada conta;
– Perguntar sobre preço que pode ser cobrado por um quarto de hotel;
– Questionar números mensais de vendas em determinada região e período;
– Perguntar o tempo de descanso remunerado de um funcionário;
– Pedir uma solicitação para determinado ítem;
– Solicitar aprovação da promoção de um funcionário.

Alguns elementos do Coleman já estão disponíveis, como gestão preditiva de estoque para a área da saúde, gestão de precificação para o setor de hospitalidade, previsão, planejamento de classificação, gestão de promoção para varejo. No próximo ano, a expectativa é iserir o Coleman nas soluções de CloudSuite para indústrias.

Coleman: uma homenagem a Katherine C. Johnson, pioneira em Ciência, Tecnologia e Engenharias

O nome Coleman foi escolhido em homenagem a Katherine Coleman Johnson, a matemática e física que ajudou o homem a chegar à lua por meio de seus cálculos. Katherine Johnson era ótima em matemática desde muito jovem. Superou os obstáculos da segregação e se tornou uma figura essencial no Programa Espacial dos Estados Unidos. Recebedora da Medalha Presidencial da Liberdade, Katherine teve sua história narrada no filme ‘Estrelas Além do Tempo’, de 2016. Com uma paixão por ciência, tecnologia, engenharias e matemática (STEM, em inglês), ela é uma inspiração para engenheiros e cientistas.

Em comunicado, a família de Katherine Johnson afirmou: “estamos felizes e honrados pela Infor escolher a matriarca da nossa família para representar a inovação analítica e continuar investindo em excelência. Para muitos, ela é um símbolo de resiliência, fonte de coragem e a prova de que tudo é possível. Para Katherine Coleman Johnson, o valor das coisas está no conhecimento compartilhado e não no adquirido”.

Assista ao vídeo da Infor em homenagem a Katherine Coleman Johnson.

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Como as telas mais largas em smartphones influenciam no desenvolvimento de aplicativos

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Se você gosta ou está sempre por dentro do mundo das séries e de novas tecnologias, provavelmente já deve ter ouvido falar que de algumas mudanças que estão sendo encontrados nas exibições da Netflix para séries antigas, como a presença de dublês nas cenas de Friends. Não se trata, na verdade, de um erro de gravação, mas, sim, na alteração de um dos padrões mundiais de gravação. Entenda: se na década de 1990 as gravações eram na proporção 4:3, a alteração dos aparelhos televisivos para o formato widescreen mudou a exibição para o 16:9. Assim, no formato antigo da televisão (praticamente quadradas, 4 por 3), a imagem horizontal era mais estreita e, portanto, várias partes da cena estavam perdidas no enquadramento.

No entanto, esse padrão está novamente sofrendo alterações – agora é a vez dos smartphones. A chegada do aparelho Galaxy S8, da Samsung, é um exemplo disso. O modelo segue o padrão 18:9, também conhecido como 2:1 – nele, um dos lados da tela tem o dobro do tamanho da outra.

Aplicativos, jogos e todas as telas do sistema operacional, portanto, precisam ser remodeladas para serem exibidas no novo aparelho da gigante sul-coreana. “É uma alteração em um padrão mundial, que abre novas opções de exibição ao mesmo tempo em que dita alterações para vários tipos de arquivos digitais”, aponta Vinicius Gallafrio, CEO da MadeinWeb , empresa que busca desenvolver soluções web e mobile.

O novo formato parece estar se popularizando e as empresas rivais da Samsung já começam a demonstrar interesse pela tendência. No Mobile World Congress 2017, realizado em Barcelona, na Espanha, em fevereiro e março deste ano, a LG anunciou que o 18:9 vai ser usado no modelo LG G6, que será lançado ainda neste ano.

Impacto no Desenvolvimento de Aplicativos

Apesar da maioria dos aplicativos para Android já possuir uma certa flexibilidade para serem adaptados e diferentes formatos, o padrão 2:1 representa algumas alterações mais significativas que impactam no desenvolvimento de aplicativos. Isso porque essa proporção é também uma carta na manga: a tela pode ser usada convencionalmente ou com dois apps lado a lado, para agilizar processos multitarefas, como já é possível em computadores e notebooks. Nesse novo formato, no entanto, os aplicativos simultâneos ficariam exibidos em dois blocos de formato quadrado.

“Todos os aplicativos precisam ser atualizados no Google Play para suportar esse novo tamanho de tela mais larga. Do ponto de vista de programação a alteração é bem simples se o seu aplicativo estiver desenvolvido seguindo as guidelines da Google”, explica Gallafrio.

A alteração do padrão se mostra, assim, bem mais significativa e impactante do que parece a um primeiro olhar, já que abre um leque de opções para possíveis combinações de compartilhamento e troca de tela.

Ainda é recente afirmar se esse novo padrão de telas vai realmente se popularizar e se institucionalizar de forma efetiva. A Apple, responsável pela produção de grande parte dos smartphones vendidos no mundo, ainda não sinalizou esse vai aderir a esse tipo de proporção em seus novos lançamentos.

Se ela confirmar essa alteração, o padrão de exibição ganha uma relevância ainda mais efetiva e tem tudo para revolucionar o formato de apps pelo mundo. Também é preciso considerar a resposta do público e as interações de usabilidade, já que é preciso ter um feedback positivo para conseguir emplacar o modelo e tornar o 16:9 tão obsoleto quanto o formato das saudosas TVs de tubo nas décadas passadas.

Enquanto isso, as empresas fabricantes de apps se modernizam para atender às novas expectativas do mercado, possibilitando as funções multitasks, com melhor qualidade de imagem.

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Por que o BIM falha? – Por Marcus Granadeiro

As incorporadoras, as empresas de infraestrutura e as consultorias de engenharia de modo em geral têm investido em BIM (Building Information Model). Compram software, buscam formação em palestras e treinamentos, investem no desenvolvimento de projetos piloto e enchem salas com diversos workshops, seminários e feiras sobre o tema. Não há uma pesquisa formal que relacione os esforços com os resultados, mas a percepção é que o resultado dos projetos é baixo. As poucas e bem sucedidas iniciativas de BIM são um pequeno número perto do volume de vontade e esforço. Por que os projetos falham? Quais os principais obstáculos? Como vencê-los?

Um primeiro ponto é a dificuldade de entender os benefícios do processo e modelo BIM e, assim, não conseguir cobrar ou pagar a mais por ele. O projeto em BIM deve custar mais caro que o tradicional, pois tem mais valor agregado, contém mais informação, maior escopo, resolve mais problemas e é mais complexo de ser desenvolvido. Quanto de economia e risco uma simulação 4D pode trazer na fase de projeto ou mesmo na fase de obra para uma tomada de decisão? Quanto tempo perdido se evitaria com discussões após uma correta análise de interferências ou pleno entendimento do projeto por todos os stakeholders após uma sessão de realidade virtual? Quão mais fácil seria vender um projeto ou uma alternativa construtiva se baseando em um modelo e apresentando simulações? As respostas para estas perguntas não são simples, mas o custo benefício é nítido, principalmente quando analisado pelo ponto de vista de quem pensa de forma estratégica.

Outra questão que dificulta muito está relacionada ao tempo. Com o BIM há um retardo no início dos entregáveis e há necessidade de antecipar a contratação de parte dos profissionais, piorando o fluxo de caixa do projeto. Já o processo tradicional de projeto permite gerar os primeiros entregáveis em um tempo bem menor, assim dá a impressão que é mais eficaz e eficiente. O tempo de preparação, a modelagem e a análise em BIM é maior, em contrapartida o produto sai mais maduro, pois o processo contém mais “travas” e não aceita tudo como o “papel” usado no processo tradicional. Sob este aspecto, a dinâmica comercial precisa ser alterada, o escopo dos entregáveis rediscutidos e os aspectos financeiros e até mesmo o relacionamento serem repensados. É natural ouvir associado ao tema BIM o termo PID, desenvolvimento integrado de projeto. Estes pontos levam a conclusão que é fundamental a participação dos líderes, pois não dá para fazer BIM com o framework e expectativas antigas. A sincronia fica difícil.

Agregando a estes obstáculos há questões de compreensão, uma lacuna de entendimento que a alta direção das empresas tem sobre o tema. O BIM não é tecnologia, é processo, é uma nova maneira de vender, abre possibilidade de novos produtos e serviços e pode ser uma saída para épocas de crise como a que estamos vivendo.

São três os erros clássicos que notamos neste sentido. O primeiro é achar que o projeto apenas por ser em BIM será melhor que o tradicional e, por isso, se investe na tecnologia e no treinamento e sem se preocupar com demais aspectos, inicia-se um piloto. O resultado em via de regra é frustrante, pois o modelo é tão bom quanto a informação que ele contém, assim as falhas de processo e fluxo não são corrigidas e apenas ficam mais evidenciadas.

Depois, ainda nesta linha aparecem as demandas de BIM que acontecem de forma genérica. Fazer em BIM sem um escopo, um objetivo e um plano é fracasso na certa. O fracasso não é culpa da tecnologia, não está relacionada à falta de treinamento ou incapacidade da equipe. Nestes casos é simplesmente falta de estratégia. Completando a tríade da incompreensão sobre BIM, a demanda ocorre tardiamente, ou seja, o projeto nasce da forma tradicional, apresenta vícios e problemas e alguém resolve migrá-lo para o BIM com a esperança de que esta migração será simples e resolverá os problemas de forma mágica.

Colocados os pontos acima, conclui-se que uma das principais causas de problema nas iniciativas BIM e o que poderia alavancá-las de forma exponencial é o entendimento por parte dos diretores e presidentes das empresas sobre o tema. Por incrível que pareça estes é que ficaram para trás. Suas equipes já estão preparadas, os fornecedores a postos e até o governo já se mobilizando para montar um framework adequado. O que falta é o nível estratégico fazer a sua parte para deixar o BIM injetar a produtividade, a transparência e a produtividade que estamos precisando no momento.

Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Tech Data expande acordo com a Hewlett Packard Enterprise para o Brasil

A Tech Data Corporation (Nasdaq: TECD) anuncia hoje que sua área de Technology Solutions, antes uma divisão da Avnet e agora parte da Tech Data, passará a distribuir os produtos com tecnologias inovadoras para data center da Hewlett Packard Enterprise (NYSE: HPE) no Brasil. Na região das Américas, as empresas já atuam em parceria nos mercados do México, Caribe, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Canadá. Premiada pela HPE, a Tech Data distribui os produtos da marca em mais de 20 países.

Pelo acordo, a Tech Data fornecerá aos canais parceiros uma ampla variedade de recursos para ajudá-los a aproveitar oportunidades de negócios nas áreas de análise de dados, big data, computação na nuvem e infraestrutura convergente.

O portfólio da HPE à disposição dos canais parceiros da Tech Data no Brasil inclui toda linha de servidores rack e blades, HPE Synergy, HPE Hyper Converged Operating Environment, soluções de armazenamento via de software StoreVirtual, armazenamento HPE 3PAR Flash, proteção de dados StoreOnce, bibliotecas de fitas StoreEver, soluções de networking para data centers e serviços especializados PointNext.

A combinação única dos serviços completos de suporte ao ciclo de vida da Tech Data e do portfólio de tecnologia empresarial da HPE permite que os parceiros acelerem o crescimento de seus negócios em um mercado em rápida transformação. Ao trabalharem em conjunto, a Tech Data e a HPE reduzem as barreiras dos parceiros à entrada em novas oportunidades, permitem que elas ganhem mais negócios maiores e reduzam seus custos.

“O compromisso da Tech Data com os seus canais parceiros e integradores é desenvolver e entregar soluções de negócios que combinem serviços de alto valor agregado e soluções de software e hardware de ponta. A extensão desse acordo de distribuição para o Brasil possibilitará aos nossos parceiros locais fornecerem soluções inovadoras e completas de infraestrutura convergente baseadas nas tecnologias da HPE e capazes de gerar um impacto positivo nos negócios dos seus clientes, otimizando seus investimentos em TI”, analisa Carlos Negri, vice-presidente e gerente-geral da Tech Data Technology Solutions Brasil.

“Nossa parceria com a Tech Data é muito importante em outros países e o início desta operação no Brasil será uma ótima oportunidade para nossos clientes, uma vez que desenvolvamos projetos integrados e completos de acordo com suas necessidades”, diz Fatima Morganti, diretora de vendas indiretas da HPE.

Como estratégia para dar suporte a essa parceria, a Tech Data criou um grupo dedicado às soluções HPE no Brasil, uma equipe de especialistas à disposição dos parceiros de negócios para ajudá-los a aumentar a comercialização de soluções para data centers utilizando as tecnologias corporativas da HPE. O objetivo é acelerar o sucesso desses canais.

Esse grupo será liderado por Walter Martins, senior supplier manager, e por Marcos Santos, que atuará como brand executive da unidade de negócios da HPE na Tech Data TS no Brasil. Além de possuir experiência técnica e em venda de tecnologias de data centers, principalmente as relacionadas à infraestrutura convergente, Marcos Santos acumula 15 anos de conhecimento em soluções HPE.

Além de uma equipe dedicada, a Tech Data oferece aos seus canais especialistas em treinamento técnico e a possibilidade de realizar o POC (provas de conceito) com soluções HPE em seu Demo Center. Com a sua abordagem especializada em soluções, a Tech Data também fornece conhecimentos extensivos em segmentos complementares do mercado de tecnologia, incluindo computação cognitiva, análise de dados, datacenter, Internet de Coisas (IoT), mobilidade, redes corporativas, além de treinamentos e educação.

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Loja virtual CaféLand reúne mais de 40 opções gourmet em cápsulas

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O mercado brasileiro de cafés gourmet em cápsulas projeta vendas na ordem de R$ 3,5 bilhões em 2020, de acordo com a JDE, segunda maior empresa de café do mundo. O segmento se destaca no país com crescimento médio anual superior a 7%. Os números são promissores e a variedade de novos blends de alta qualidade encapsulados também. Desde marcas mais tradicionais, como Baggio e Octavio, até pequenos produtores locais, como Rafelli, estão lançando opções em cápsulas.

Inaugurado há menos de um ano, o e-commerce CaféLand (www.cafeland.com.br) ilustra bem o atual momento deste mercado: especializado em café gourmet em cápsulas compatíveis com máquinas Nespresso, o site reúne mais de 40 blends – todos nacionais. Com tantas opções, desde as mais suaves até as mais intensas, com variados graus de amargor e nuances de sabor e aroma, como notas de mel, caramelo, chocolate, amêndoas, frutadas ou cítricas.

O café Rafelli, mais recente lançamento exclusivo da CaféLand, é feito artesanalmente e tem sabor exótico, com notas de chocolate, castanhas tostadas e um toque cítrico (R$ 15,50 a caixa com 10 cápsulas). Já a Baggio Café acaba de lançar novos sabores: o Extra Intenso e o Caramelo, além do Chocolate Trufado (R$ 18,50 cada caixa). Dos cinco blends da Octavio Café, que atua desde 1890, dois se destacam: os cafés Safira, com intensidade 10, e Esmeralda, de intensidade 9 (R$ 21,50 cada caixa com 10 unidades).

Esse portfólio ainda vai crescer mais, pois a CaféLand continua pesquisando novos produtores para oferecer ao consumidor uma ampla gama de opções. Para comparar, a suíça Nespresso, que domina o mercado de máquinas de café com quase 9 milhões de equipamentos vendidos no Brasil, oferece apenas 23 blends fixos e outros cinco em edições anuais limitadas.

Além de cafés, a CaféLand também tem diversos sabores de chás em cápsulas para Nespresso. Dos tradicionais chá preto, camomila e erva doce aos mais exóticos, como o Aroma Frutas Vermelhas – hibisco, rosa canina, laranja e maçã – ou o Aroma Chocolate Mint Tea, com menta (R$ 14,12 cada caixa com 10 unidades).

A CaféLand aposta no trinômio: Liberdade de escolha dos consumidores que possuem máquinas de café, Diversidade de sabores e aromas dos cafés gourmet e Praticidade.

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Rede varejista House of Fraser compra inovação em TI da Capgemini

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. A Capgemini continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

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Mais de R$ 9,5 bi do Reintegra aguardam resgate das exportadoras brasileiras

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De acordo com levantamentos da Becomex, uma empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, dos R$ 19 bilhões que o governo esperava devolver às empresas brasileiras exportadoras por meio do Programa Reintegra, apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada, mesmo em tempos de crise. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras do Brasil requisitarem esse benefício fiscal.

Em vigor desde 2011, o Reintegra é um mecanismo criado pelo governo para devolver uma parcela dos impostos pagos na cadeia produtiva às empresas exportadoras de bens manufaturados no Brasil. Como sugere o nome, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

“O crédito proveniente do Reintegra é um recurso extra, um ‘dinheiro novo’ esperando ser resgatado, o que pode impactar positivamente nos resultados da empresa”, explica o vice-presidente de Operações da Becomex, Rogerio Borili.

Antes de solicitar os créditos do Reintegra a empresa precisa fazer uma apuração correta dos dados. Para isso, ao invés de procurar a terceirização dessa operação com parceiros da área jurídica ou da área de TI, o ideal é que se busque uma parceria completa, que possa garantir uma operação com compliance e com soluções de tecnologia feita sob medida, e que atenda às particularidades de cada empresa.

“Optar por um parceiro completo – não só tributário nem somente de sistemas – será estratégico para requerer o crédito, pois as inúmeras intimações nos pedidos se deve às divergências de informações”, afirma Borili.

Os créditos do Reintegra podem ser pedidos trimestralmente, ou seja, em julho já será possível solicitar o crédito referente ao 2º trimestre. É importante ficar atento porque quanto mais rápido for solicitado mais rápido o seu resgate.

Recentemente, levantamentos da Becomex também apontaram que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revelou que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

“O investimento em inteligência fiscal e tributária é fundamental, pois as empresas gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma estratégica, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

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Qual o impacto da Reforma Trabalhista para o RH das empresas – Por Celso Bazzola

Foi aprovada a Reforma Trabalhista pelo Senado Federal no dia 11 de julho, tema que era foco de intenso debate, com parcela da população contrária radicalmente e outra parcela defendendo. Nesse ponto é importante ter em mente que Consolidação da Leis Trabalhista Brasileiras (CLT) foi criada por decreto-lei de 1º de maio de 1943, de lá para cá muita coisa mudou.
Por isso, vejo esse momento como um avanço nas relações, principalmente para as áreas de recursos humanos. Possibilitando empresas, sindicato e trabalhadores definirem a melhor forma de conduzir mudanças sem estarem presos a regras que já não fazem parte de nossa realidade.

Um ponto crucial é que muito tem se falado em perda de direitos, mas não se observa mudanças substanciais, porém os colaboradores poderão conduzir de forma mais aberta negociações. A empresa e trabalhadores poderão adequar seus acordos de forma mais efetiva, conforme interesse, onde o sindicato terá fundamental importância nas negociações

Uma coisa que importante é que com isso as empresas poderão ajustar questões de informalidade, como é do parcelamento de férias, que não era permitido, mas que ocorria em grande parte das empresas, por anseio do próprio trabalhador. Assim, se observa que os direitos serão preservados cabendo as partes buscarem o consenso. Assim, isso significa que, em grande parte, a reforma está regularizando o que hoje já se faz, o que todos aceitam e poucos questionam.

Para às áreas de recursos humanos é preciso muito cuidado nas ações que serão tomadas a partir desse momento. As negociações devem estar focadas muito além do simples desejo de obter vantagens na relação, criando mecanismos de sustentabilidade desse acordo, entendo que existe uma interdependência nas relações para o equilíbrio econômico e garantia de ganhos e lucros.
Flexibilizar alguns critérios de negociação, pode aumentar o ganho pelo resultado e a composição justa de uma remuneração total, onde todos obtêm resultados pela importância que cada um tem no processo produtivo.

A reforma trabalhista se mostra importante para modernização da área de recursos humanos das empresas e para suportar momentos de instabilidade econômica, possibilitando a realização de acordos que sejam compatíveis com a necessidade de mercado, evitando situações de demissão em massa ou quebra de empresas como ocorridas recentemente.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH

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Softex amplia ações para internacionalização de startups

Parcerias abrem portas para diversas oportunidades e uma delas é a projeção no mercado exterior. A Softex, na sua missão de internacionalizar tecnologias brasileiras, principalmente aquelas desenvolvidas por startups e empresas de TICs, ampliou sua atuação com mais três HUBs, incluindo em seu portfólio parcerias com players internacionais: as canadenses Latam Startup e Dream2B e a americana International Accelerator.

A Latam Startup, Dream2B e International Accelerator colaborarão para projeção de empreendimentos brasileiros no mercado internacional com programas que oferecem inúmeras vantagens e oportunidades para sua empresa alçar voos mais altos, além de implementar a competitividade do ecossistema empreendedor brasileiro.

LatAm Startup

A LatAm Startup é uma aceleradora especializada em promover negócios entre empresas canadenses e latino-americanas. A sede localiza-se em Toronto, Canadá, o centro financeiro e o maior polo industrial do país, bem como um dos principais centros culturais e científicos. A aproximação com Waterloo, cidade próxima a Toronto, também é um diferencial. A região possui um forte centro industrial de alta tecnologia. A maior fonte de renda da cidade é a fabricação de computadores e produtos eletrônicos, seguida pelo fornecimento de serviços educacionais.

O foco do programa são aquelas empresas prontas para internacionalização. Durante quatro meses de imersão no Canadá, a aceleradora preparará a startup para entrar no mercado norte americano por meio de mentorias, conexões empresariais e comunidade digital, e acesso ao espaço de co-working, possibilitando ampliar ainda mais o network.

“O mercado brasileiro é enorme para ser ignorado pelo Canadá”, disse Miryam Lazarte, CEO da LatAm Startups.

A Dream2B

A Dream2B está localizada em Vancouver, Canadá, um dos centros de desenvolvimento de softwares e de biotecnologia do país. Entre os atributos da cidade estão a concentração de filiais de bancos nacionais e internacionais, mão de obra qualificada, diversas incubadoras e espaços de co-working e apenas a duas horas do Vale do Silício.
Durante dois meses, o programa oferecerá treinamentos para minimizar os impactos culturais da chegada no país disponibilizando escritórios estruturados, mentorias sobre como iniciar um negócio, vistos, network e suporte na contratação de equipes locais.

A Dream2B fez o primeiro programa de aceleração exclusivo para startups brasileiras no Canadá. As Startups que participaram do programa por 7 semanas tiveram 40% de taxa de sucesso, incluindo uma que recebeu investimento de um fundo americano (primeira vez que investiu em uma startup da américa latina) e outra que receberá o startup visa. O processo de aceleração coloca as startups em contato direto com os investidores e potenciais clientes com o treinamento desenvolvido especificamente para elas. Como também, a Dream2B tem parceria com o consulado Brasileiro em Vancouver, Ministry of Internacional Trade e NACO.

A startup Mecasei.com, especializada em gerenciar os preparativos para casamento, que também participou do programa Start-Up Brasil, sob a gestão operacional da Softex, fez parte do programa da Dream2B em 2016. “Participar do programa foi fundamental para internacionalização da MeCasei. Estamos nos preparando para entrar no mercado canadenses em 2018”, disse Marcio Acorci, CEO.

IA – International Accelarator

Para que as empresas brasileiras possam expandir a sua presença no exterior, a Softex, em parceria com a Apex-Brasil, desenvolveu o Projeto de Promoção de Exportação do setor de software e serviços de TI. Essa parceria impulsionou cerca de 50% das exportações brasileiras de TI no último ano. Ao assumir a Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) em 2016, a primeira missão do Secretário Maximiliano Martinhão incumbiu à Softex a tarefa de viabilizar a internacionalização de tecnologias brasileiras. E a parceria com a International Acceletator possibilita esse objetivo.

A IA, especializada em levar startups estrangeiras para os Estados Unidos, localiza-se em Austin, Texas, EUA. A região oferece fácil acesso a capital, baixo custo de vida, custo de operação viável e acesso a mão de obra qualificada. O programa é diferenciado e surgiu justamente para suprir as falhas de assistência para modelos de negócios e CEOs estrangeiros, pontos que não são abordados em programas convencionais.

Com duração de um ano, contempla o acesso a rede de investidores, mentores, clientes e parceiros nos EUA; treinamento individual criado para fundadores estrangeiros no país; suporte para descolamento e expansão.

“Com a estratégia dos Hubs internacionais, ampliando seu escopo de atuação, além de promoção comercial objetivamos também a transformação das startups brasileiras em empresas globais”, disse Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

A Softex conta com HUBs em Connecticut e Texas, EUA e agora em Toronto e Vancouvert, Canadá.

Fonte: Softex

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Processo de Coaching auxilia no resgate do potencial que existe em você

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Neste período de crise econômica, mudanças tecnológicas, inovação, tantas incertezas e escassez de trabalho, o brasileiro se reinventa, e muitos, tomam a iniciativa de empreender e tentar se dono do seu próprio negócio.

Para a coach Renata Sottero, em termos práticos, “o potencial representa tudo aquilo que poderíamos fazer, transformar, melhorar”. Porém, por vários motivos as pessoas têm limitações que as impendem de fazer suas escolhas.

“O ser humano, por natureza, se apega mais aquilo que ele perde, ou deixa de ganhar, do que aquilo que ele efetivamente ganha. Para que as escolhas sejam mais efetivas, é preciso saber o que realmente você deseja, e desta forma, escolher qual se aproxima mais do que você quer, do seu cenário ideal”, explica Sottero.

A primeira coisa para entender é: quem é você no momento e no contexto que está vivendo? Saber claramente, qual é o seu papel é fundamental para você acessar todo o seu potencial. Outros pontos são as energias positivas e negativas que o próprio indivíduo leva consigo todos os dias, e a forma de como faz suas escolhas. Todos estes pontos influenciam nos seus medos e angústias e, consequentemente, impedem de usar todo o seu potencial para realizar o que deseja.

A Renata utiliza um exercício no processo de coaching para que seus clientes se reconectem com o potencial. O exercício consta em fazer com que a pessoa pense em uma situação já vivida em que ela tenha agido exatamente de forma eficaz para realizar algum objetivo. “O objetivo é trazer aquela energia, que já existe na pessoa, para o momento presente. Fazer a pessoa lembrar de como utilizou o seu potencial”, finaliza Sottero.

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Fintechs: Noverde é o novo parceiro estratégico do Kitado

As startups Kitado, plataforma gratuita e online de negociação de dívidas, e Noverde, fintech de oferta de empréstimos descomplicados, vão unir força como parceiras estratégicas para ajudar os brasileiros a saírem da inadimplência. O Kitado oferece uma nova abordagem na experiência digital para que os brasileiros deem a volta por cima na vida financeira. Já a Noverde facilita o acesso às linhas de crédito mais barata e com melhores prazos.

Para o diretor comercial do Kitado, Marcos Mylius, a proposta é agregar serviços para ajudar os brasileiros a darem a volta por cima. “O índice de aprovação da nossa plataforma está em 80%, por isso gostaríamos de oferecer mais uma conveniência aos nossos clientes e aos usuários da Noverde”, explica Mylius.

A Noverde oferece diversas linhas de crédito, com juros mais baixos, pagamento facilitado em até 12 vezes, por boleto bancário, com a liberação do dinheiro em até 2 dias na conta do cliente e tudo online, pelo aplicativo e diretamente no celular.

“Escolhemos o Kitado porque a empresa está muito alinhada a nossa primeira abordagem orientada a dados”, explica o CMO do Noverde, Julien Geffriaud.

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iFood adota chatbot que possibilita pedir pizza pelo Facebook

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O iFood apresenta um novo recurso para tornar a experiência de comprar pizza, prato mais pedido do delivery online, ainda mais fácil: o iFood Guru Beta. Essa é uma forma prática e rápida de fazer o pedido, via Messenger do Facebook.

Uma das mais inovadoras foodtechs do mundo, a empresa lançou o recurso para se aproximar dos usuários e simplificar o delivery de comida. Para fazer um pedido, o consumidor precisa apenas iniciar uma conversa com a página do Facebook www.facebook.com/iFoodGuru.

A interação é feita com um robô que, utilizando linguagem natural, recomenda os restaurantes mais adequados para atender àquele pedido, com base na localização, avaliação dos estabelecimentos e sabores disponíveis. Utilizando a versão beta do serviço, é possível pedir uma ou mais pizzas e bebidas. Em breve, o chatbot poderá recomendar outros tipos de culinárias.

“Depois de escolher o sabor, o usuário vai receber as notificações confirmando o pedido e a entrega, direto pelo Messenger. Aí, é só fazer pagamento no ato da entrega”, explica Paulo Floriano, Diretor de Inovação no iFood.

Com a novidade, os consumidores ganham praticidade e economizam tempo, sem precisar parar o que estão fazendo para realizar um pedido. “Como serviço, precisamos estar disponíveis onde nossos usuários estão, independentemente da plataforma. Sabemos que o tempo dos nossos usuários é precioso, e estar em outras plataformas, como o Facebook Messenger, nos ajuda a estar mais perto deles. O iFood está investindo em soluções que ajudem os consumidores no dia a dia e facilitem ainda mais a vida deles”, finaliza Floriano.

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IBM anuncia nova gerente geral para América Latina

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A IBM anuncia que Ana Paula Assis foi nomeada gerente geral para a IBM América Latina. Ana Paula será responsável pela estratégia de negócios da companhia, desenvolvimento de talentos, trabalhará com os clientes e o mercado para ajudar a acelerar a transformação digital e a adoção de inteligência artificial e novos modelos cognitivos na região.

Ana Paula se torna a primeira mulher executiva a liderar a operação da IBM na América Latina.

A executiva sucede o Rodrigo Kede, que foi nomeado gerente geral para a unidade de Global Technology Services para a IBM América do Norte, região que inclui os Estados Unidos da América e Canadá. Kede ficará baseado em Nova Iorque.

Ana Paula Assis conta com experiência de mais de 20 anos na indústria de Tecnologia da Informação e no desenvolvimento de negócios estratégicos, além de uma extensa experiência internacional que inclui uma série de posições de liderança no Brasil, América Latina e global. Na última década, ela atuou como diretora para Indústria de Serviços Financeiros para IBM Global Technology Services América Latina, assim como diretora de Strategic Outsourcing e vice-presidente de Software Group, ambas funções na IBM Brasil.

Em 2015, foi nomeada vice-presidente da unidade de negócio de software para a IBM Greater China Group, região que reúne a China, Hong Kong e Taiwan. No início de 2017, retornou à América Latina sendo responsável pela organização de serviços na região.

“Estou muito entusiasmada em liderar uma organização extremamente talentosa e diversa, em um ambiente dinâmico e inovador como é a América Latina. Temos o compromisso com o progresso de nossa região ao suportar as constantes transformações dos setores público e privado através de incomparáveis capacidades em inteligência artificial, nuvem e conhecimento de indústria. A América Latina está bem preparada para aproveitar essa oportunidade. A tecnologia melhorou a vida das pessoas de formas inimagináveis no último século. Nós vamos continuar a liderar esse caminho e ajudando a construir um futuro melhor”, disse a nova gerente geral para a IBM América Latina.

Ana Paula entrou na IBM em 1996. Ela é formada em Ciência da Computação, com especialização em administração de negócios pela Fundação Getúlio Vargas, e conta com um MBA pela Fundação Dom Cabral.

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