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Evento em Salvador apresenta panorama de Cidades inteligentes

De acordo com o Ranking Connected Smart Cities, realizado pela Urban Systems em parceria com a Sator, Salvador está na primeira posição na categoria Urbanismo, segunda colocação entre as cidades do nordeste e terceira em Meio Ambiente e educação na classificação regional.

Assim como Salvador- cidade anfitriã do Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste, outras cidades do estado também serão destaques durante o evento. Realizado pela Sator em parceria com a prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação – SECIS, o evento acontece no próximo dia 15 de março de 2018 (quinta-feira), no SENAI CIMATEC, Salvador/BA. O Fórum faz parte do Connected Smart Cities, principal evento do setor no Brasil, que conta com a participação de empresas, entidades e governo, tendo como objetivo encontrar soluções inovadoras com foco em cidades mais inteligentes e conectadas.

Salvador é considerada referência entre as cidades da Região Nordeste, de acordo com Ranking Connected Smart Cities, em função de indicadores atingidos, tais como a marca de sexta colocada em Empreendedorismo e sétima em Mobilidade e Acessibilidade considerando todas as cidades analisadas, entre outros destaques que serão apresentados durante o evento por meio do case Região Nordeste – Salvador. “A beleza de Salvador, naturalmente, já proporciona à cidade um destaque entre os outros municípios do país. Além disso, nos últimos anos, a capital baiana vem conquistando um espaço importante nos cenários nacional e internacional em assuntos que, em um passado recente, seriam impossíveis de imaginar, como empreendedorismo, meio ambiente, urbanismo, saúde, educação e mobilidade. Tudo isso fruto de muito planejamento e de uma relação próspera e transparente entre poder público e sociedade”, destaca ACM Neto, prefeito de Salvador.

O evento também contará com a apresentação dos cases de Fortaleza: 2° lugar em Educação, Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação, 3° em Governança e 5° em Economia; Teresina: 4° lugar em Educação e Mobilidade e Acessibilidade e 6° em Saúde; João Pessoa: 1ª colocada em Meio Ambiente e 3ª em Saúde; e Recife: primeiro lugar nos indicadores: Educação e Tecnologia e Inovação e 3ª posição em Empreendedorismo. Todos os indicadores são relacionados ao Ranking Região Nordeste. O fórum contará com representantes das cidades mencionadas e de outras localidades do Nordeste.

Programação

Segundo Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa organizadora do evento, sem dúvida, o encontro é uma oportunidade ímpar para a discussão das melhores práticas sobre cidades inteligentes no Brasil. “O nosso objetivo é que o encontro em Salvador, seguindo o mesmo propósito da edição 2016 realizada em Recife, permita traçar um panorama de cidades inteligentes focado na Região Nordeste. Abordaremos, por exemplo, temas relacionados ao papel da tecnologia da informação, da inovação, das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e das organizações de fomento no desenvolvimento de Smart Cities”, acrescenta.

O evento contará, também, com os palestrantes Thomaz Assumpção, Presidente da Urban Systems e Sócio do Connected Smart Cities, Luciana Xavier de Lemos Capanema, do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento, André Gomyde, Presidente da RBCIH – Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, Guilherme Naves, da Radar PPP, Américo Tristão Bernardes, Diretor do Departamento de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e Rodolfo Ribeiro, Fundador da Spinafre e parceiro do Connected Smart Cities.

Os Encontros Connected Smart Cities são realizados paralelamente ao evento principal, que este ano acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP. Os eventos regionais buscam debater soluções para o desenvolvimento das cidades com base em informações e necessidades de cada região.

Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste – Salvador/BA
Data: 15 de março de 2018
Horário: das 9h00 às 17h00
Local: SENAI CIMATEC – Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador

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Capacidades digitais e acesso a financiamento são os principais desafios da Indústria 4.0

A Siemens Financial Services (SFS) divulgou o relatório de uma pesquisa recente, que investiga os principais desafios enfrentados por fabricantes do mundo todo em seus esforços de migração para o modelo da Indústria 4.0. O mundo digitalizado e automatizado da Indústria 4.0 oferece a capacidade de conectar digitalmente pessoas, máquinas e sistemas. Para os fabricantes, isso traz uma série de benefícios, como maior eficiência, manutenção preventiva para melhorar o tempo de produção e uma colaboração mais próxima como resultado dos fluxos de dados digitais.

Contudo, a implementação do modelo da Indústria 4.0 provavelmente será realizada em várias etapas, não como uma mudança súbita e geral. A SFS entrevistou fabricantes e consultores em gerenciamento especializados para entender os obstáculos dessa transição.

Dos seis principais desafios identificados no relatório, os fabricantes classificaram o desenvolvimento de capacidades digitais e o acesso a financiamento para aumentar os investimentos como suas maiores dificuldades. As outras quatro – por ordem de importância – são: criar uma cultura de colaboração, superar preocupações de cibersegurança e segurança de dados; obter amplo acesso a um volume e variedade de comprovações e capacidades especializadas de gerenciamento estratégico para criar um plano claro e por fases de migração para a Indústria 4.0.

O desenvolvimento de um plano prático de transição da Indústria 4.0 não pode ser reduzido a uma fórmula única e simplista; pois as circunstâncias de cada empresa são diferentes. Porém, os entrevistados concordaram que uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação. A metodologia de consenso resultante deste estudo abrange seis áreas principais inter-relacionadas: avaliação dos obstáculos, avaliação das oportunidades, medição de eficiências, recrutamento e treinamento de talentos, desenvolvimento de gerenciamento digital e integração de financiamento estratégico.

Os entrevistados consideraram o financiamento como um primeiro passo na construção de um plano prático para a Indústria 4.0. Pensar nas possibilidades de financiamento primeiro pode abrir uma série de opções de investimento em tecnologia disponíveis como parte do desenvolvimento estratégico de transição para Indústria 4.0.

Os especialistas em financiamento desenvolveram um conjunto de ferramentas de financiamento chamado “Financiamento 4.0”, que permite a transição para a tecnologia digital da nova geração de forma acessível, sustentável e destinada a aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes. O relatório explora esses métodos de financiamento especializados, incluindo financiamento de tecnologia e equipamentos de pagamento para acesso/uso, atualização e modernização de tecnologia, financiamento de software, pagamento por resultados, financiamento da transição e soluções de capital de giro.

“Considerando as possibilidades de financiamento no início e nas primeiras etapas do desenvolvimento da estratégia e do plano, os fabricantes terão uma variedade maior de opções ao gerenciar a aquisição de tecnologia digital da nova geração”, segundo Kai-Otto Landwehr, Diretor Financeiro Comercial da Siemens Financial Services, na Alemanha. “Mas somente os especialistas financeiros têm o conhecimento da tecnologia da Indústria 4.0, e como ela é implementada, para permitir investimentos e aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes.”

A pesquisa foi realizada como parte da Siemens Finance Week 2018, uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Método da pesquisa

Mais de 60 fabricantes e consultores em gerenciamento especializados foram entrevistados por telefone em outubro e novembro de 2017. Eles falaram sobre seus principais desafios (classificados em ordem de importância) na adoção da digitalização e automação e as relações entre esses desafios. Além disso, eles foram questionados sobre como uma estratégia de sucesso deve ser desenvolvida, quais capacidades são necessárias e como elas podem ser financiadas para produzir o melhor retorno sobre investimento. Os entrevistados são dos seguintes países: China, França, Alemanha, Índia, Polônia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

A Siemens Finance Week 2018 é uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Veja mais detalhes sobre o white paper em: www.siemens.com/global/en/home/products/financing/finance-week/challenges-digital-transformation.html

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Empreender é caminho promissor para sucesso de mulheres na TI

Com 25 anos de experiência profissional, a curitibana Cristiane Werner comemora o sucesso da 4Results, empresa parceira Gold da Microsoft, especializada em soluções de negócios. Bacharel em Administração de Empresas pela PUC-PR e com MBA em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação pela ISAE-FGV, iniciou cedo a carreira profissional e teve a oportunidade de coordenar e gerenciar equipes em grandes corporações.

Cristiane sempre teve interesse no mercado de tecnologia pela complexidade e pela constante atualização vivida pelas empresas e departamentos de Tecnologia da Informação. A empresária explica que trabalhou com gestores que utilizavam formas justas de avaliação, com foco em perfil, conhecimento, capacidade e resultados. Mas percebeu grandes dificuldades para uma profissional de tecnologia avançar em um campo dominado por uma esmagadora maioria masculina . “Quando iniciei minha carreira em uma multinacional, eram quase 70 homens no meu setor e apenas duas mulheres: eu e a secretária. O grande evento de integração entre os colaboradores, por exemplo, era jogar futebol. Seria muito difícil, na época, uma mulher alcançar posições mais importantes de gestão ou diretoria. Esse foi um motivo importante que me levou a empreender”, conta Cristiane.

A participação feminina nas empresas de tecnologia é de aproximadamente 20% no Brasil e 25% nos Estados Unidos. Para a empresária, as mulheres podem prosperar no mercado corporativo com capacidade de adaptação, habilidade para solucionar problemas e criatividade. Em 2017, Cristiane Werner esteve entre as finalistas do Prêmio Empreendedora Curitibana, promovido pela prefeitura da capital paranaense. Ela aconselha as que desejam ter sucesso em TI: “sempre busquei oportunidades que me fizessem aprender cada vez mais. Acredito que fazer um bom trabalho, com foco em solução, comprometimento e ética, utilizando as boas práticas de mercado é o caminho certo para o crescimento. Capacitação técnica e facilidade de adaptação são diferenciais”.

Ebit prevê crescimento acelerado do e-commerce em 2018

37ª edição do relatório Webshoppers estima um crescimento nominal de 12% no e-commerce brasileiro em 2018. Espera-se que 60 milhões de consumidores comprem no comércio virtual neste ano, alavancando o faturamento para R$ 53,5 bilhões.

Mesmo em um cenário econômico de relativa estabilidade, onde reina o otimismo dos especialistas, o ano de 2018 terá uma faceta desafiadora para o comércio eletrônico. Se, por um lado, a Copa do Mundo deverá ser um gatilho de vendas para muitas categorias; por outro, a eleição presidencial poderá frear o consumo no segundo semestre. Ainda assim, as previsões da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, são otimistas. O comércio on-line deverá continuar apresentando um crescimento nominal acelerado, de 12%, com faturamento de R$ 53,5 bilhões.

Assim como já aconteceu em 2017, a boa notícia para o setor é que o crescimento continuará sendo impulsionado pelo aumento do número de pedidos. No auge da crise, em 2015 e 2016, a expansão do faturamento teve como vetor o aumento dos preços, que impulsionou um tíquete médio mais alto. Como a cesta de produtos do e-commerce registrou deflação em 2017 (de acordo com o Índice FIPE Buscapé), o valor médio gasto pelo consumidor aumentou em menor proporção, fechando em R$ 429, expansão de 3%.

Também deverão continuar impulsionando os números do setor a migração de usuários do varejo físico para o on-line e, principalmente, a expansão do uso de dispositivos móveis. Em 2017, 27,3% das compras foram realizadas via smartphones ou tablets. Ao passo que, para o final de 2018, o share deve representar um crescimento robusto de 37% das compras no último trimestre. “Quem já acessava redes sociais, serviços bancários e geolocalização pelo celular, em 2017, definitivamente também adotou a versão mobile para fazer compras”, comenta André Dias, Diretor Executivo da Ebit.

O ano passado também foi marcado pela consolidação das vendas por meio de marketplaces. Levando-se em conta o mercado total de bens de consumo, incluindo sites de artesanato e sites de vendas de produtos novos/usados, o setor registrou um crescimento de 21,9% em 2017, atingindo R$ 73,4 bilhões.

O Diretor Executivo da Ebit, André Dias também destaca que: “O sucesso do modelo de marketplace no Brasil depende da equalização de três fatores fundamentais, que são a fácil e rápida integração de lojistas, gestão da qualidade de atendimento e serviços destes parceiros e excelência nos processos operacionais para gestão de estoque, frete e entrega, garantindo assim uma melhor experiência para os consumidores”.

A categoria de Moda e Acessórios manteve a liderança e aumentou a sua participação nas vendas com 14,2% dos pedidos. Já no volume financeiro de vendas on-line, a categoria de Telefonia/Celulares atingiu a primeira posição do comércio eletrônico, atingindo 21,2% do share de faturamento do e-commerce.

Presente no mercado brasileiro desde 2000, a Ebit acompanha a evolução do varejo digital no País desde o seu início. Através de um sofisticado sistema, os dados são coletados em tempo real diretamente com o comprador on-line. São mais de 30 milhões de pesquisas realizadas em mais de 25 mil lojas virtuais conveniadas.

Anualmente, o relatório Webshoppers é divulgado no evento do Prêmio Ebit, que elege as Melhores Lojas do E-commerce e as Lojas Mais Queridas do E-commerce em 2017.

OUTROS DESTAQUES DO WEBSHOPPERS 37

RUMO AO HEXA: A Copa do Mundo deve impactar positivamente a venda de produtos, como televisores, bebidas e artigos esportivos.

CROSS BORDER: 22,4 milhões de brasileiros fizeram compras em sites internacionais e gastaram, em média, US$ 36,8 (cerca de R$ 117,8).

EMPODERADAS: As mulheres lideraram compras no e-commerce em 2017 e fizeram 1,4 milhão de pedidos a mais que os homens.

SEM PARCELAS: Praticamente metade das compras feitas no comércio eletrônico em 2017 foi paga à vista, apesar da importância do uso do cartão de crédito como o maior agente financiador de compras.

MARKETPLACE: Impulsionado pela expansão do Mercado Livre, o faturamento proveniente das vendas via marketplaces, incluindo produtos novos e usados, atingiu R$ 73,4 bilhões em 2017, alta de 21,9%.

MADE IN CHINA: Sites chineses continuaram sendo os queridinhos entre os brasileiros que fizeram compras internacionais em 2017. A pesquisa Cross Border aponta que 54% dos consumidores fizeram compras no Aliexpress, mostrando um crescimento de 9 pontos percentuais.

NA LIDERANÇA: Smartphones/celulares ultrapassaram os eletrodomésticos, sendo a categoria mais vendida no e-commerce em 2017 em volume de faturamento. Destaque também para alimentos e bebidas, que entram pela primeira vez no ranking das dez principais categorias do e-commerce.

FRETE GRÁTIS: Varejistas aumentaram a oferta de frete grátis nas compras on-line. Entre o 4T16 e o 4T17 houve um aumento de 6 pontos percentuais (36% para 42%), influenciado pelo incentivo ao uso de aplicativos e à retirada de produtos em lojas físicas.

E-CONSUMIDORES: Mais de 55 milhões de consumidores brasileiros fizeram pelo menos uma compra virtual no ano passado, alta de 15% ante 2016. Em 2018, a Ebit estima mais de 60 milhões de compradores virtuais.

Para consultar a 37ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site www.ebit.com.br/webshoppers.

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Plataforma de transferência internacional automatiza operação

Cliente da Remessa Online pode fazer o fechamento de um recebimento diretamente na plataforma, sem precisar falar com o atendimento

A partir de março, os clientes da Remessa Online, primeira plataforma independente para transferências internacionais 100% digital, não precisarão mais falar com o atendimento da empresa para fechar uma operação de recebimento de dinheiro. A pessoa que fará a transferência, agora, reunirá todas as informações sobre a remessa e cadastrará o remetente e o valor a ser enviado. Posteriormente, encaminhará todas as instruções ao beneficiário, que, após finalizado o processo, compartilhará o comprovante via plataforma e aguardará. O prazo de recebimento leva até três dias para ser concluído e o valor pode ser resgatado na conta brasileira.

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50% mais brasileiros buscaram empréstimo online em fevereiro

Estudo realizado pela Lendico, uma das maiores plataformas de crédito pessoal online do Brasil, com pessoas que buscaram empréstimo através do site da fintech, revela que 50% mais brasileiros buscaram crédito pessoal online em fevereiro, em comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual de pessoas buscando o empréstimo para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91%, quando comparado o segundo mês deste ano com o mesmo período de 2017. Além disso, o percentual de pedidos para a aquisição de veículos subiu 43%.

O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%. O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Estamos vendo uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimo para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens.” explica Marcelo Ciampolini.

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Mulheres e o desafio pela igualdade no mercado de TI – Por Paula Mello

Historicamente, as mulheres sempre foram reservadas para as tarefas domésticas, por se basear que a figura paterna precisava trabalhar para sustentar a família. As mulheres, no entanto, estão cada vez mais deixando de seguir e aceitar esse padrão de vida. Tanto é, que, hoje, muitas são responsáveis financeiramente pelas contas domésticas e pela gestão de equipes e empresas. Em 2007, representávamos 40,8% do mercado formal de trabalho e, quase dez anos depois, esse número passou para 44%.

O mercado de tecnologia é um setor que não para de evoluir e que também disponibiliza constantemente oportunidades de empregos. Assim como revela uma pesquisa do Gartner, o mercado tecnológico tende a crescer ainda mais em 2018, com crescimento de 4% e estimativa de gastos globais das empresas de TI em US$ 3,7 trilhões. No entanto, o segmento de Tecnologia da Informação ainda possui presença quase que predominante masculina, situação essa que acredito que deve ser diferente nos próximos anos.

Em um mercado tão acirrado, as mulheres estão correndo atrás do seu espaço, realizando cursos de aperfeiçoamento profissional para garantir o seu direito de disputar a vagas que ainda são predominantemente oferecidas aos homens. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, hoje os 15% dos alunos dos cursos de Ciências da Computação e Engenharia são mulheres, e no mercado de trabalho, cerca de 20% do setor de TI tem presença feminina.

Mesmo que os dados ainda sejam uma fatia pequena, vejo com boas perspectivas a força de crescer cada vez mais a presença de profissionais mulheres no setor. Um relatório divulgado em março de 2017 pela Organização Internacional do Trabalho mostra que 29% das mulheres em todo o mundo preferem ter trabalhos remunerados, e 41% preferem estar em situações que poderiam trabalhar e, também, cuidar de suas famílias. A pesquisa também aponta que somente 27% das mulheres querem ficar em casa, exercendo trabalho não remunerado.

Mas não podemos envolver só os números e previsões. É preciso que exista um engajamento social para acabar com a diferença de gêneros para determinados setores profissionais. Nos últimos anos, a presença da mulher exercendo cargos de gestão nas empresas de TI tem crescido e de maneira significativa. No entanto, ainda há muitas quebras de paradigmas que precisam ser realizadas, como a questão de respeito.

O mês de março não é apenas para presentear e homenagear as mulheres. Trata-se de um período de conscientização sobre os reais desafios culturais existentes e que precisam ser eliminados. Apesar de ainda encontrarmos ao longo dos tempos barreiras sociais, diferenças salariais e preconceitos que superestimam nossa capacidade profissional, continuamos provando dia após dia que uma sociedade se torna melhor e mais produtividade, quando ela possui igualdade de acesso e oportunidades no mercado profissional. E isso tem sido comprovado no mercado mundial.

Paula Mello, Gerente de Marketing da DATEN

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Lideranças discutem o papel do RH na era digital no HR Conference

Helen Rosethorn, CEO da consultoria britânica Prophet e autora do livro The employer brand: keeping faith with the deal, esteve no Brasil exclusivamente para participar do HR Conference. Com a ponderação de que as organizações precisam vivenciar o processo de transformação digital e moldar sua cultura de acordo com as novidades tecnológicas, a executiva questionou como os Recursos Humanos podem implementar essas mudanças no mundo corporativo, visto que a falta de investimento é a maior barreira enfrentada pela área.

Para isso, elencou três dicas fundamentais aos profissionais da área:

– os funcionários também são consumidores no mundo digital, então, precisam ser vistos como consumidores internos, pois esperam as mesmas experiências e ferramentas que utilizam no dia a dia;

– o ambiente de trabalho influencia diretamente na qualidade de vida, exigindo uma atenção maior das empresas para a saúde de seus colaboradores;

– a coleta de dados por fontes integradas é fundamental para melhorar a performance dos funcionários, uma vez que podem ser utilizadas para nortear intervenções no ambiente interno.

“O papel do RH é fazer com que os líderes entendam a dinâmica do ecossistema da empresa para conseguir uma transformação efetiva. Por isso, são considerados os jogadores-chave desse processo”, pontuou.

Já Christian Orglmeister, sócio e diretor executivo do The Boston Consulting Group, iniciou sua apresentação falando sobre a reinvenção digital que está em curso no setor de Recursos Humanos. Segundo o executivo, a transformação tecnológica demanda tempo e deve ser pensada desde o planejamento estratégico até a fase de implementação.

Uma das fases desse planejamento envolve redesenhar a jornada de trabalho para trazer o colaborador para o centro de atenção do RH. “Podemos definir cinco elementos para reestruturar a jornada de trabalho: proposta de valor ao empregado, desenho da jornada e workflow, disponibilidade digital, engajamento do colaborador e compromisso organizacional”, explicou.

Orglmeister também ressaltou o protagonismo do RH, uma vez que cria o ambiente, a cultura e a organização digital para toda a empresa, atrai e desenvolve talentos digitais (de fora e de dentro), cria a capacitação digital em toda a empresa e lidera a transformação nas suas próprias jornadas.

Em seguida, George Hallenbeck, diretor do Center for Creative Leadership (CCL) e autor de dois livros sobre aprendizado e liderança, respectivamente, reforçou em sua fala a importância e os benefícios das experiências encaradas como desafios.

Aprender à partir de uma experiência e utilizá-la para performar com sucesso em futuros desafios é a definição de agilidade de aprendizado. Segundo o executivo, é uma habilidade de vida que está em constante desenvolvimento e deve ser vista como um produto de nossas experiências.

“Toda nova experiência deve ser vista como uma oportunidade de aprender e crescer. É de extrema importância que cada indivíduo construa o seu banco de desafios pessoais. Qualidade alinhada à quantidade e diversidade resultam em experiências de sucesso”, disse.

Segundo a especialista em Digital Learning e aprendizagem corporativa Patrícia Chagas, as experiências resultam em inovações. De acordo com a executiva, todos os profissionais podem melhorar suas estratégias utilizando as falhas como parte do processo de aprendizagem.

“O aprendizado precisa ser orgânico , mobile, não linear e integrado, um conceito que definimos como Omni Learning. Trata-se de uma abordagem de aprendizado que dá suporte à performance organizacional”, explicou. “O orgânico vem do fato de todos serem protagonistas e construírem o conteúdo digital por meio de experiências sociais, o mobile possibilita mais engajamento, reflexão, aprendizado e acesso fácil aos conteúdos, não linear é a forma como se absorve conteúdo: contínua e exponencialmente. Por fim, integrado, pois se aprende ao trabalhar e vice-versa”.

Finalizando o ciclo de palestras do HR Conference, Sofia Esteves assumiu a palavra acompanhada de Raj Rani. Atualmente, Sofia é referência na área de Recursos Humanos e desenvolvimento de talentos no Brasil, além de fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos. Já Raj é especialista de inovação no Inoven, laboratório focado em inteligência artificial que trabalha em parceria com o Grupo Cia de Talentos.

Os dois conduziram a apresentação sobre como “hackear” organizações diante das transformações e impactos tecnológicos para manter-se relevante no mercado. “Se estamos em uma revolução digital, é necessário compreender o que ela está causando nas empresas para podermos pensar no futuro”, ressaltou Raj.

Entretenimento, lifestyle, consumo e cultura pop foram mencionados como fatores que precisam ser acompanhados pelas organizações, uma vez que são as principais características que moldam o colaborador. Ou seja, é preciso pensar quais consumos e experiências serão desejados no futuro.

“Em relação ao trabalho, o futuro trará carreiras exponenciais, com múltiplas possibilidades de configuração, lideradas por pessoas empreendedoras de si mesmo e que estarão a serviço das organizações que adotarem um novo modelo mental”, concluiu Sofia.

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Mercado Bitcoin cria estrutura para crescer dez vezes em 2018

O MercadoBitcoin.com.br, maior corretora de moedas digitais da América Latina, anuncia uma nova estrutura para suportar seu crescimento projetado de até dez vezes no volume de negociações realizadas pela plataforma em 2017.

O novo modelo de gestão da empresa conta com um Conselho Consultivo, composto por sete membros, incluindo profissionais experientes com passagens por instituições como a B3, Netshoes e Valid (veja abaixo a lista completa).

Com as mudanças, os dois sócios-fundadores da empresa assumem novas posições: Gustavo Chamati, passa a ser o CEO da empresa, no lugar de Rodrigo Batista, que se torna o presidente do Conselho.

O Mercado Bitcoin acaba de conquistar a marca de 1 milhão de clientes cadastrados e teve mais de 4,5 bilhões de reais negociados na plataforma em 2017, envolvendo três moedas digitais: Bitcoin, Litecoin e Bitcoin Cash. Para 2018, a corretora tem a expectativa de atingir 2,5 milhões de clientes e 50 bilhões de reais em negociações.

“Nosso plano de crescimento é agressivo e, para executá-lo, todas as peças precisam estar no lugar. Trabalhamos muito para construir um modelo de gestão adequado às necessidades do negócio”, explica Gustavo Chamati, CEO do Mercado Bitcoin.

Como parte das mudanças, a empresa completa a sua estrutura executiva com a contratação de Luiz Roberto Calado (ex-Citibank e ex-BB e professor FGV) como CE (Chief Economist); Galeno Garbe (ex-Uber) como CSO (Chief Security Officer); Flávia Barros (ex-99), que passa a atuar como CMO (Chief Marketing Officer); Gleisson Cabral (ex-CPFL) como CGO (Chief Growth Officer); Rodrigo Okimura (professor de finanças do Insper) como CFO (Chief Finnancial Officer); Jhonatha Emerick (ex-Rapiddo/Movile) como CXO (Chief Experience Officer). A área de Tecnologia, que continua a ser liderada pelo sócio-fundador Maurício Chamati (Chief Technology Officer), ganhou o reforço de Arnaldo Pereira (ex-Magazine Luiza), como Diretor de Tecnologia.

O executivo anuncia que a corretora ainda deve fazer novas contratações no curto prazo para lideranças nas áreas Jurídica e de Recursos Humanos: “Conseguimos reunir um time de profissionais que são referência em suas áreas, o que nos deixa orgulhosos. Estamos seguros de que o trabalho dessas pessoas será um diferencial capaz de nos levar a uma nova etapa, consolidando nossa posição de liderança no mercado”, destaca.

Junto com a nova estrutura organizacional, o Mercado Bitcoin inaugura um novo escritório na Zona Sul de São Paulo. A sede de 1500 metros quadrados, tem capacidade para 220 colaboradores.

Conselheiros do Mercado Bitcoin

Roberto Dagnoni – Ex-Vice-Presidente na Cetip e B3

Reinaldo Rabelo – Ex-Diretor Jurídico, de Compliance, de Riscos e Relações Institucionais na Cetip e B3

Mauro Negrete – Ex-Diretor executivo de TI e Operações da Cetip e B3

Roni Bueno – CEO da Orgânica e ex-Diretor de Marketing da Netshoes

Ricardo Macedo – Sócio do Escritório de advocacia Pereira Neto e Macedo

André Oda – Sócio e conselheiro do Mercado Bitcoin e membro do Conselho da Valid S/A

Rodrigo Batista – Sócio-fundador do Mercado Bitcoin e presidente do Conselho

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Mulheres inspiradoras: Twitter divulga lista das mais mencionadas em Tweets com a hashtag #SheInspiresMe

Levantamento da plataforma também mostra que conversas sobre direito das mulheres tiveram um crescimento de 50% nos últimos seis meses

‘Mãe’, a cantora Lady Gaga (@ladygaga), a ativista Malala Yousafzai (@Malala) e a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama (@MichelleObama) são as mulheres que mais inspiram os usuários do Twitter no mundo. A lista é fruto de um levantamento da plataforma sobre as mulheres mais mencionadas em Tweets com a presença da hashtag #SheInspiresMe (ela me inspira).

Os direitos das mulheres também têm sido cada vez mais tema de conversas no Twitter no mundo: nos últimos seis meses, as conversas relacionadas ao assunto tiveram crescimento de 50% em comparação com os seis meses anteriores – incluindo termos globais como feminismo, direitos das mulheres e equidade de gênero.

Campanhas criadas para denunciar e prevenir algum tipo de assédio, abuso e desequilíbrio de gênero no ambiente de trabalho também vêm tendo grande destaque na plataforma no mundo. A hashtag #MeToo tem protagonizado conversas em mais de 67 países e foi mencionada em 8 milhões de Tweets no mundo desde o dia 1 de outubro do ano passado. A campanha #TimesUp já contabiliza mais de 1 milhão de Tweets desde janeiro, quando foi criada.

O Twitter também criou um emoji especialmente para o Dia Internacional da Mulher. Ao Tweetar com a hashtag #DiaDaMulher, #DiaDasMulheres, #ElaMeInspira e/ou #MesDasMulheres, já é possível visualizar a imagem do símbolo feminino, que estará disponível até o dia 31 de março.

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Devo declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda? Confira 5 dicas de especialistas tributários da Sage

Criadas em 2009, as moedas virtuais se popularizaram nos últimos anos e atraíram a atenção de diversos investidores, economistas e entusiastas em tecnologia. Isso ocorreu principalmente em 2017, quando o Bitcoin, a criptomoeda mais negociada do momento, fechou o ano com alta de 1.387%.

Com o início da temporada de declaração do Imposto de Renda para pessoas físicas, a necessidade de reportar as transações destas moedas vem causando dúvidas em diversos brasileiros. “Devido ao fenômeno das moedas virtuais, temos recebidos muitas questões sobre o assunto em nossa consultoria”, diz o coordenador-técnico editorial da Sage Brasil, Valdir de Oliveira Amorim.

Para esclarecer dúvidas sobre a novidade, a consultoria tributária da multinacional britânica de software de gestão Sage aponta 5 dicas. Confira abaixo:

1)É necessário declarar as criptomoedas – Bitcoin e as altcoins (moedas virtuais alternativas) – no Imposto de Renda?

Sim, todo bem e direito precisa ser declarado caso o contribuinte esteja obrigado à entrega da declaração. É preciso informar qualquer movimentação relacionada ao bem, seja na compra ou na venda. Sendo importante analisar a variação patrimonial para que o impacto no caixa seja informado de maneira correta.

2)Quem deve declarar as moedas virtuais?

Todos os residentes no Brasil que em 2017 receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e negociaram criptomoedas sujeitas a tributação.

3)De qual maneira se declara as criptomoedas?

No programa disponibilizado pela Receita, o contribuinte deve acessar o quadro “Bens e Direitos”, código 99 (outros bens e direitos), e descrever a data da compra, a quantidade de moedas, a cotação unitária em moeda corrente nacional e o valor total da compra em moeda corrente nacional.

4)Quais alíquotas de imposto são pagas?

O imposto é pago por ocasião da venda das moedas por valor superior a R$ 35 mil. Abaixo desse valor é considerado bem de pequeno valor isento de imposto.

Se o valor da venda for superior, o imposto deve ser pago no último dia do mês seguinte à data da venda. Deve-se apurar o ganho de capital por meio do programa do GCAP2017 (Programa de Apuração dos Ganhos de Capital), sujeito ao IR pelas alíquotas progressivas, de acordo com os tópicos abaixo.

– 15% (quinze por cento) sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais);

– 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) e não ultrapassar R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais);

– 20% (vinte por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) e não ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais); e

– 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais).

(FUND: Arts. 1º da Lei nº 13.259/2016 e Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 3/2016).

5)Doações realizadas por moedas digitais também precisam ser declaradas?

Em São Paulo, doações superiores a 2.500 UFESP devem ser declaradas, pois estão sujeitas ao ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). No ano de 2017, esse valor corresponde a R$ 62.675,00. Já em 2018, a R$ 64.250,00. Como esse tributo é estadual, os valores variam de estado a estado. Para verificar o de onde reside, consulte a Receita Federal.

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Cinco itens que fazem uma empresa ser amada pelos seus colaboradores

A atual situação econômica do país obriga a maior parte da população a batalhar para um emprego que permita ao cidadão simplesmente pagar as suas contas no final do mês. Este cenário faz com que muitos trabalhadores se sujeitem a situações desagradáveis, ou até desumanas, apenas pela necessidade, e acabam resignados a uma imagem que associa automaticamente trabalho a sofrimento.

Entretanto, a realidade pode, sim, ser diferente. Puxada pelas gigantes da Tecnologia, que nasceram como startups com propostas disruptivas no Vale do Silício, as empresas têm investido cada vez mais em equipes de Recursos Humanos (RH) e campanhas de endomarketing para criar ambientes amigáveis e saudáveis, a fim de incentivar a criatividade e a competitividade saudável. Certificações como o Great Place to Work e rankings elaborados pelo Love Mondays têm atraído os olhares das organizações e, principalmente, dos profissionais, que têm almejado cada vez mais uma vaga em algum dos melhores lugares para se trabalhar.

Confira a seguir uma lista preparada pela MundiPagg – empresa responsável por metade das transações do comércio eletrônico brasileiro, que figura entre as “30 PMEs mais amadas pelos seus colaboradores em 2017” segundo a Love Mondays – com os itens que não podem faltar em um bom ambiente organizacional:

Compartilhamento da cultura

Uma cultura que promove valores como a união, a liberdade, a autonomia, a responsabilidade e o espírito de dono é fundamental para o sucesso, e deve ser criada e transmitida desde o início, não só na teoria, mas, sobretudo, na prática. Não existe uma riqueza maior para a empresa do que contar com uma equipe que realmente abraça a cultura, absorvendo-a naturalmente. Para isso, não é necessário pregar os valores na parede, mas eles devem ser vividos no dia-a-dia, em todas as tarefas. Os colaboradores que vivenciam essa realidade fazem o dia render e trabalham focados em entregar o melhor aos clientes. A cultura deve propiciar o desenvolvimento da responsabilidade desde cedo, com o apoio dos líderes, para que o indivíduo se sinta preparado suficientemente para sugerir e tomar decisões. No final, os resultados são visíveis: quando a instituição cresce, as pessoas crescem junto.

Qualidade de vida

Em um país em que o emprego tradicional tem diminuído a cada ano, benefícios como vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, auxílio combustível e plano de saúde ainda fazem os olhos dos trabalhadores brilharem. Entretanto, essa é uma visão limitada do que uma empresa pode de fato oferecer ao colaborador. Um dos fatores essenciais para a qualidade de vida de um funcionário hoje é ter liberdade para exercer suas tarefas da forma que desejar, no momento em que se sentir mais confortável, sem uma rotina fixa, com voz dentro de seu time e autonomia para escolher o melhor caminho. Além disso, a infraestrutura também pode ser mais confortável, com áreas de descanso e de lazer, além da disponibilização de serviços de empresas parceiras, como academias, clubes, restaurantes, cinemas, entre outros.

Hierarquia horizontal e reconhecimento

Grande parte do sucesso de uma empresa moderna é o tratamento horizontal, que permite à equipe ter liberdade para discutir e dialogar sobre as tarefas e projetos, tendo a liderança como um apoio para guiar as decisões ao invés de apenas cobrar. Para isso, o feedback constante é uma ferramenta básica que funciona como uma bússola, com o objetivo de identificar o que está evoluindo e o que não está, e corrigir a rota. Esse tipo de ambiente promove uma competitividade do colaborador com ele próprio e faz com que os destaques tenham oportunidade de crescer, com base na meritocracia. Uma consequência desse sucesso é a criação de lideranças jovens, abertas a críticas e sugestões.

Processo seletivo desafiador

Quem almeja uma vaga deve estar preparado para o que lhe espera. Independentemente da forma de captação de candidatos, seja por indicação, hunting, atração e campanhas de comunicação, o recrutamento deve contar com etapas que ofereçam desafios técnicos além das entrevistas. Quanto mais o processo for inclusivo, com a participação de diferentes líderes, melhor. A conversa deve ser franca e direta com diferentes áreas, como a de RH, gestores dos times e, principalmente, pelo responsável técnico – quando se trata de Tecnologia – como o avaliador final. Provas de lógica, teste de fit, dinâmicas e entrevistas devem ser aplicadas com alto nível de exigência. Na área de Tecnologia, por mais que as etapas tornem o processo mais lento, são fundamentais para validar o escopo técnico e o nível de conhecimento.

Confiança

Pessoas precisam acreditar no que fazem, que estão no lugar certo, que recebem os desafios sob medida. A confiança é necessária para que possam aprender e correr atrás dos objetivos, para que saibam também cair e se reerguer e, sobretudo, para que possam ser reconhecidos diante de suas conquistas. Isso deve acontecer desde o estagiário, que pode ser muito mais do que um mero ajudante. Ele pode ter responsabilidades, decisões a tomar e liberdade para criar as coisas. A inteligência deve ser estimulada por todos e para todos.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria recua 0,9% em janeiro, aponta Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista recuou 0,9% em janeiro ante dezembro na série com ajuste sazonal. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês ficou positivo em 2,6%, enquanto que na variação acumulada no ano, o indicador apresentou a melhor variação positiva nesta base de comparação (7,6%) desde 2013, quando subiu 6,5%. O fator vendas reais manteve-se estável, 0,0% no mês, mas a variável das horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 1,1% e 0,5 p.p., respectivamente, na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 07/03, pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

“O resultado de queda do INA em janeiro não reverte a tendência de recuperação e do crescimento da indústria para os próximos meses, com a retomada do emprego. Não vamos ter um forte ritmo de crescimento, mas um ritmo de crescimento possível”, argumenta o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lembrando que o INA apresentou crescimento consecutivo nos últimos dois meses – 0,5% em novembro e 1,8% em dezembro.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de celulose, papel e produtos de papel, com queda de 0,3% em janeiro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o NUCI recuaram 0,5% e 0,2 p.p., respectivamente. Apenas o total de vendas reais teve avanço de 2%.

O INA do setor de bebidas também recuou (-1,9%) no mês. As horas trabalhadas na produção apresentaram leve avanço de 0,2%. Já o total de vendas reais e o NUCI recuaram 7,5% e 1,0 p.p, respectivamente.

Sensor

A pesquisa Sensor de fevereiro, também produzida pelas entidades, cedeu 2,1 pontos, para 52,1 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas recuou, ao variar de 53,7 pontos em janeiro para 50,8 pontos em fevereiro. Houve retração também no indicador de estoques, que cedeu 1,5 pontos ante janeiro, marcando 51,1 pontos. Resultados acima de 50 pontos indicam que os estoques estão abaixo do nível desejado. Para a variável que capta as condições de mercado, houve recuo para 56,7 pontos em fevereiro, frente os 58,3 pontos de janeiro. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado. Por fim, o indicador de emprego também obteve variação negativa, ao cair 0,8 pontos, para 51,9 pontos em fevereiro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

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Como parcerias entre empresas estabelecidas e startups inovadoras podem fomentar o mercado?

Por Fernando Cascardo

Inovação. Essa é a palavra do momento e o conceito que está sob os holofotes dos empreendedores em todo o mundo. Com a tecnologia disponível na ponta dos dedos, os consumidores estão exigentes e almejam por soluções que sejam disruptivas e digitais, que por sua vez, são objetivos de difícil alcance para grandes corporações, que possuem operações amarradas e burocráticas, impedindo a mudança constante que o mercado demanda.

Para atender a esses consumidores, que estão mais dinâmicos e empoderados, as startups apostam em modelos comerciais simplificados, dinâmicos e tecnológicos por meio do desenvolvimento de soluções que estão entre as mais procuradas pelo público. Porém, para serem atrativas ao mercado, as startups precisam estar com seus serviços ou produtos mais próximos da perfeição e com um modelo operacional focado em conversões e crescimento acelerado.

Diante desse panorama, em que as empresas carecem de inovação e as startups de experiência, a melhor alternativa, na qual todos são beneficiados, é fomentar parcerias entre as companhias que já estão estabelecidas em suas áreas de atuação e as startups, que buscam por competitividade. Esse modelo é conhecido como Corporate Venturing (CV), e é uma modalidade de inovação aberta na qual empreendimentos maiores financiam a tecnologia.

Assim, por meio desse movimento de integração, essas associações são capazes de fomentar o mercado ao estimular o consumo por meio do desenvolvimento de soluções completas, algo possibilitado pelo dinamismo das startups e da criação de uma oferta de ferramentas com toda a estrutura e divulgação necessárias, impulsionadas pela experiência das grandes companhias.

As empresas enxergam as startups como ninhos de ideias boas e eficientes para conquistar o público e por isso vão buscar associações. Essa procura agita o mercado e fomenta, além do consumo, a união do novo com a experiência. Além disso, organiza todo o ecossistema mercadológico brasileiro ao equilibrar as demandas dos mais variados setores.

Fernando Cascardo é sócio-diretor do Grupo InterPlayers, desenvolvedora do app GoPharma – um canal completo, com recursos de localização de farmácias, guia de serviços e informações, de busca de produtos, além de um serviço de auto adesão e acesso aos programas de benefícios disponibilizados pela indústria farmacêutica.

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Arena Corinthians anuncia Hikvision como nova parceira oficial de tecnologia em segurança

A Arena Corinthians apresenta seu mais novo parceiro oficial, no segmento de tecnologia em segurança. Líder mundial no fornecimento de soluções e de produtos de segurança eletrônica, a Hikvision irá oferecer a mais alta tecnologia em equipamentos para a casa do Timão.

A parceria, de três anos, prevê o fornecimento de muitos produtos e soluções em segurança eletrônica, que contam com recursos de Inteligência Artificial, como câmeras de reconhecimento facial e câmeras que “enxergam no escuro”, transmitindo cores com brilho e nitidez em uma escuridão quase completa, além de câmeras de leitura de placa, câmeras 360º com visão panorâmica – todos com alta definição de imagens, bem como equipamentos de controle de acesso, entre outros. Assim, a Hikvision torna-se um parceiro fundamental para manutenção e ampliação da segurança da Arena Corinthians, principalmente em dias de jogos e eventos com grande público.

“Estamos muito otimistas com a parceria firmada com a Arena Corinthians. Unir nossa marca a um clube renomado, marcado por uma trajetória de sucesso, com visibilidade nacional e internacional, vai ao encontro da nossa missão empresarial. Vislumbramos uma parceria promissora com o Timão para levar o que tem de mais inovador em tecnologias de segurança eletrônica a uma grande parcela da população. Temos uma grande parceria com o estádio do Ajax, da Holanda, que está dando muito certo e a ideia é transformar a casa do Corinthians em um grande case de sucesso e uma referência para mercado”, comenta Marco Meirelles, gerente de Marketing da Hikvision no Brasil.

Em contrapartida, a Hikvision terá exposição de sua marca nos telões, painéis de LED e televisores da Arena Corinthians, postagens nas redes sociais oficiais da Arena, além do direito de utilização de áreas corporativas da casa do Corinthians para relacionamento, ações de incentivo e eventos.

“Dando continuidade ao projeto de ter parceiros exclusivos em diferentes segmentos, é com grande satisfação que anunciamos esse acordo com a Hikvision para ampliação da nossa tecnologia em segurança. A Arena Corinthians já recebeu, desde sua inauguração, 4 milhões de torcedores – apenas em dias de jogos. Por isso, o investimento nesse segmento é de extrema importância e a Hikvision enxergou o nosso potencial como plataforma de negócios”, diz Luis Paulo Rosenberg, Diretor de Marketing do Corinthians.

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Edenred Brasil abre inscrições para programa de aceleração de startups

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados, dá início ao programa de aproximação e aceleração de startups: o programa de Open Innovation, Edenred Connect. O programa visa aproximar o Grupo de startups, com objetivo de trazer inovação de fora para dentro, selecionando parceiros que colaborem no desenvolvimento de soluções, melhorias e produtos que atendam as marcas do grupo. As startups selecionadas terão vantagens como mentorias e parcerias de negócios. As inscrições estarão abertas entre os dias 6 de março e 15 de abril.

Como uma precursora da inovação aberta, a Edenred desenvolveu um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business. O Grupo tem trabalhado desde 2011 com o Partech Ventures, um fundo de investimento que apoia empresas jovens e de crescimento rápido na economia digital;

No Brasil, o Programa de Open Innovation, Edenred Connect, foi implantado em 2017 e faz parte do plano estratégico de aceleração do Grupo, que visa alcançar a digitalização de sua oferta em geral e dar a posição de liderança em B2B2C, o que é refletido pelo posicionamento: “We connect, you win.”

“Somos uma marca que conecta empresas e pessoas. “Acreditamos na soma da agilidade de uma startup, com a força de uma empresa multinacional e líder de mercado”, explica Gilles Coccoli, Presidente da Edenred Brasil.

As startups devem inscrever seus projetos dentro dos temas: fintech, mobilidade, internet das coisas, rodoviário, big data, data e BI, block chain, veículos autônomos e elétricos, mobile payment, saúde, chatbot, fidelização, relacionamento e premiação, digitalização de documentos. No dia 15 de maio, os projetos pré-selecionados irão apresentar seus modelos de negócios, destacando as oportunidades de sinergia com a Edenred Brasil. Serão selecionadas cinco startups para participar do processo por seis meses, de junho a novembro. Na primeira edição do programa, em 2017, foram mapeadas 15 startups com projetos que se encaixavam nos negócios da Edenred Brasil e duas foram selecionadas para um programa de aceleração.

As startups interessadas em se inscrever no programa e conhecer mais sobre o projeto, basta acessar o hotsite www.edenredconnect.com.br .

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A cada 100 empresas abertas no Brasil, 52 são lideradas por mulheres

Conheça três histórias de empreendedorismo feminino que são inspiradoras

Segundo estudo recente da Rede Mulher Empreendedora (RME), entidade de apoio ao empreendedorismo feminino, a cada 100 empresas abertas no Brasil, 52 são lideradas por mulheres. A pesquisa, realizada em agosto e setembro de 2017, indica que 79% delas possuem nível superior ou mais, 55% têm filhos, 44% são chefes de família, 61% são casadas e a idade média ao empreender era 38,7 anos.

Conheça três histórias de empresárias de sucesso.

De faxineira a empresária

Ana Graziele Paranhos, a franqueada MEI da Limpeza com Zelo. Com 23 anos, mãe de uma menina, durante anos fez bicos e de vez em quando fazia faxina. Tinha dificuldades de arrumar emprego por nunca ter sido registrada, além do agravante de morar na casa de uma amiga, o que dificultava a referência na hora de ser contratada. Enviou muito currículos, inclusive para a Limpeza com Zelo. Um belo dia a empresa ligou pra ela e a convidaram para conhecer o projeto social “Levanta e Sacode a Poeira”, que oferece oportunidade para domésticas se tornarem empreendedoras. Ela ficou encantada e teve a certeza que era um presente dos céus, já que sempre sonhou em ter o próprio negócio. Sem pestanejar aceitou a proposta. Em um ano como MEI chegou a faturar R$ 2.500 mil fazendo faxina de segunda a sexta.

Ela atua na região da Zona Norte de São Paulo e diz que se sente aliviada de ter a chancela de uma empresa para trabalhar, traz segurança e credibilidade.

Ex-professora de matemática aposenta a calculadora e investe em betoneiras

Wilce Maciel é uma mulher de 67 anos e que aos 58 já estava aposentada. Curtindo os dias merecidos de descanso, após uma vida de trabalho como professora de matemática, viu o seu dia a dia mudar da água para o vinho com um investimento que não estava nos seus planos profissionais. Seu marido, Francisco Maciel, na época economista, já pensava em também se aposentar. Um dia, seu marido chegou em casa com a proposta de investir no próprio negócio e já tinha ótimas referências de uma rede de franquia do segmento da construção civil. Wilce, por sua vez achou a ideia interessante, mas pensou “como ajudá-lo em um segmento em que eu não tenho a menor intimidade? ” No dia de conhecer a franqueadora, Wilce acompanhou o seu marido e lá seria ministrado um curso para franqueados e ela, como uma boa professora, logo se interessou em conhecer melhor a rotina de quem já tinha investido na marca “Entrei de forma muito tímida em uma sala que só tinha homens. Após 30 minutos de curso eu já estava perguntando tudo sobre as operações, novidades do setor e com uma única certeza: eu queria aquele negócio desesperadamente. Saí do curso dizendo ao meu marido que ele seria o meu funcionário”, explica. Após 9 anos como franqueada da Casa do Construtor da unidade de Santana, Zona Norte de São Paulo, Wilce investiu em mais 2 unidades em Santo André, região do grande ABC e comenta que hoje entende de betoneiras tão bem quando de matemática”

Após descobrir um câncer, empreendedora realiza sonho e abre o próprio negócio

Lucila Mara da Silva, de 67 anos, que decidiu abrir o próprio negócio. “Aos 60 anos fui diagnosticada com câncer de mama. Foi uma surpresa muito grande, pois fazia exame regularmente, mas já tive que fazer a cirurgia de retirada de mama assim que o médico fez o diagnóstico do nódulo, e em seguida, a quimioterapia, que na minha opinião foi o pior. Nesse período, achei que melhor saída era trabalhar, ter o meu próprio negócio”, recorda. Ao fazer uma pesquisa de mercado para empreender, ela que sempre trabalhou como professora de costura descobriu que a Sigbol Fashion – especializada em cursos profissionalizantes da área de moda – era também, uma rede de franquia. “Sempre tive vontade de ter um negócio próprio e era uma área que eu já conhecia. Comecei a pensar em tudo ainda durante o tratamento. Isso me ajudou a esquecer a doença”, lembra Lucila, que continua fazendo exames regularmente e batalhando pela vida e pelo sucesso de sua franquia.

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Inscrições abertas para Curso Intensivo da Escola de Governança da Internet no Brasil

Interessados em participar da 5ª turma do Curso Intensivo da EGI (Escola de Governança da Internet), referência para capacitação e construção de conhecimento sobre governança da Internet, já podem realizar a inscrição por meio do portal da Escola. Iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o Curso Intensivo acontecerá de 08 a 13 de julho, em São Paulo.

Consagrada pelo selecionado corpo docente e pela qualidade e atualidade do programa temático, a EGI fornece subsídios, aprofunda conceitos e explicita contextos do funcionamento e da governança da Internet. Com 50 horas de duração, o programa deste ano abordará tópicos como liberdade de expressão, fake news, proteção de dados pessoais e desafios jurisdicionais da Internet, além dos tópicos tradicionais sobre governança da Internet. “É imprescindível que esses temas sejam analisados durante a EGI, espaço referência na capacitação, pesquisa e estudo em torno dos desafios da governança da Internet”, afirma Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br e um dos professores do Curso.

“Cerca de 250 alunos já passaram pelo programa, entre gestores e formuladores de políticas públicas, profissionais da área jurídica e comunidade técnica, empresários, acadêmicos e ativistas. A EGI vem, por mais um ano, ampliando a participação da sociedade na discussão de temas cruciais para o futuro da rede. É uma satisfação poder contribuir, a partir da perspectiva multissetorial, para a riqueza e excelência dos debates”, completa Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br e diretor da EGI.

Cronograma

O Curso Intensivo da EGI é gratuito. Para participar do processo seletivo, os interessados devem preencher formulário, enviar currículo e produzir um texto sobre temas relacionados à Governança da Internet dentro da sua área de atuação. O prazo para concluir a inscrição termina no dia 22 de abril e a divulgação dos candidatos selecionados acontecerá no dia 21 de maio. Vale destacar que os alunos cumprirão, além das atividades presenciais, uma série de atividades prévias à distância, que são parte da preparação para a participação no curso. Detalhes adicionais em: http://egi.nic.br/curso-intensivo-egi/.

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