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Sistema Grátis faz parceria com software de ponto de vendas em maquininhas de cartão

As máquinas de cartão de crédito e débito fazem parte do cotidiano de prestadores de serviço, comércios e varejistas de todos os segmentos. Graças a uma parceria acertada entre o POS CONTROLE, e o Sistema Grátis, empresa que faz parte do grupo SoftUp, os clientes de ambas passam a ter a integração do sistema de controle de operações de venda com o sistema de gestão, que possui módulos de estoque, controle financeiro, emissão de nota fiscal, vendas e outros.

A novidade, uma facilidade para o cliente que já tem a maquininha no seu estabelecimento, faz com que sistema de ponto de venda e o ERP “se conversem” de forma prática. O software de PDV móvel POS CONTROLE, que está há pouco mais de três anos no mercado, é homologado para quatro maquininhas: Rede, Getnet, Cielo e Stone.

Hoje a POS CONTROLE tem mais de 3 mil maquininhas espalhadas pelo Brasil. A empresa atende principalmente clientes do varejo e 40% estão no setor de alimentos e bebidas. Entre as funcionalidades oferecidas pela POS CONTROLE está o controle do pedido, com a seleção dos produtos cadastrados na tela da maquininha, o pagamento em crédito, débito ou dinheiro, emissão de nota, ticket e fechamento do caixa. A plataforma é ideal para atendimentos em lugares com espaço reduzido como quiosques de shoppings centers ou que precisam de venda móvel, como eventos e lojas.

Com a parceria, o cliente vende pelo sistema da POS CONTROLE e automaticamente passa a ter o controle do seu negócio por meio do software de gestão Sistema Grátis.

“Com essa parceria, o cliente terá as informações completamente integradas. Centralizar o uso e a consolidação desses dados também reduz os custos para o empresário e torna todos os processos mais confiáveis e práticos”, detalha o CEO da POS CONTROLE, Emerson Barretto. “Nossos clientes têm, a partir de agora, todas as funcionalidades do Sistema Grátis à disposição, de forma adequada, para o gerenciamento do negócio em cada etapa”.

Segundo as empresas, a meta é que sejam conquistados 500 clientes em conjunto em um ano.

Ter um aplicativo de venda integrado com um ERP gera mais agilidade, menos equipe e mais segurança nos dados. Quando um pedido é fechado, ele é diretamente enviado para o sistema, que dá baixa no estoque, entra na parte financeira, ou seja, a gestão é feita”, destaca o diretor da Sistema Grátis, Robinson Idalgo.
O Sistema Grátis oferece módulos que são acessados pela nuvem e garantem o monitoramento completo das áreas financeira, fiscal e de controle de vendas por meio de dashboards e painéis de resultado. Ele é um simplificador de rotinas, ao organizar frente de caixa, fluxo de vendas, orçamentos, emissão de recibos e notas, entre outras atividades, de maneira informatizada e em uma única plataforma. O varejo, portanto, é um dos setores mais beneficiados pela aplicação do software.

Benner tem mais de 60 vagas para diversas áreas no País

A Benner, empresa de soluções em software, serviços e BPO (Terceirização de Processos Administrativos) está com mais de 60 vagas abertas em suas unidades pelo País. Profissionais formados em ciências da computação, análises de sistemas e TI com experiência comprovada nas áreas podem se candidatar.

Hoje, a Benner está presente em mais de 30 cidades por meio de filiais e canais, com mais de 1400 funcionários e 800 clientes. Com 21 anos de atuação no mercado de tecnologia, a companhia cresce exponencialmente a cada ano e consolida a sua presença no mercado nacional como provedora especialista em diversos segmentos, entre eles saúde e logística, além de desenvolver soluções para departamentos jurídico e recursos humanos, entre outros.

Confira abaixo a lista completa:

Para vagas em Blumenau, os currículos devem ser enviados para cibele.giacomini@benner.com.br

  • Consultor de Implantação de Sistemas JR – 1 vaga

  • Desenvolvedor JR – 3 vagas

  • Desenvolvedor PL – 3 vagas

  • Desenvolvedor SR – 2 vagas

  • Técnico de Qualidade – 1 vaga

  • Técnico de Suporte PL – 1 vaga

  • Técnico de Testes – JR – 1 vaga

  • Técnico de Testes PL – 4 vagas

Para vagas em São Paulo, os currículos devem ser enviados para giovanna.silva@benner.com.br

  • Analista Contábil – 1 vaga

  • Arquiteto de Soluções – Saúde – 1 vaga

  • Assistente Administrativo – 1 vaga

  • Gerente de Projetos PMP – 1 vaga

  • Coordenador de Contas Médicas – 1 vaga

  • Coordenador Financeiro – 2 vagas

  • Consultor de implantação RH – 2 vagas

  • Consultor de implantação ERP – 3 vagas

  • Consultor de implantação Jurídico – 5 vagas

  • Gerente de Produtos – Logística – 1 vaga

  • Gerente de Produtos – Saúde – 1 vaga

  • Gerente de Relacionamento – 1 vaga

  • Gerente de Regulação Médica – 1 vaga

Para vagas em João Pessoa, os currículos devem ser enviados para veridiana.melo@infomedbenner.com.br

  • Analistas de suportes JR, PL, SR – 10 vagas

  • Aux. De Serviços Gerais – 1 vaga

  • Coordenador de Contas Médicas – 1 vaga

  • Desenvolvedores JR, PL, SR – 10 vagas

  • Enfermeiro Auditor – 3 vagas

  • Gestor de TI – 1 vaga

  • Líder de Logística – 1 vaga

  • Líder de Cadastro – 1 vaga

  • Médico Auditor – 1 vaga

  • Recepcionista – 1 vaga

Para as vagas de Brasília, os currículos devem ser enviados para beatriz.baptista@benner.com.br

  • Analista Administrativo – 1 vaga

  • Coordenador Médico – 1 vaga

  • Médico Auditor – 1 vaga

Para as vagas em Maringá, os currículos devem ser enviados para gabriela.hoffmann@benner.com.br

  • Analista de Sistemas PL – 1 vaga

  • Desenvolvedor PL – 3 vagas

  • Desenvolvedor JR – 3 vagas

  • Técnico de Suporte PL – 1 vaga

  • Técnico de Testes JR – 1 vaga

  • Técnico de Testes PL – 1 vaga

Impostômetro da ACSP chega a R$ 2 trilhões terça-feira (6/11), às 9h45

A cada dia, milhões de pessoas passam pela Rua Boa Vista, no chamado centro velho da cidade de São Paulo. Em meio a dezenas de prédios históricos ? como o Edifício Martinelli e o prédio do Banespa (hoje Santander) ? e em frente ao Pátio do Colégio, onde a capital foi fundada, está ele: um painel de 1,85 m de altura por 4,3 m de largura com um cronômetro que salta aos olhos. Incansável, ele não para de girar. Motoristas, pedestres, passageiros de ônibus, ciclistas: o painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) chama a atenção de todos desde que foi implantado, há 13 anos.

Na próxima terça-feira (6/11), às 9h45, ele registrará nada menos que R$ 2 trilhões, muito antes do que em 2017, quando esse montante foi mostrado dia 6/12, denunciando a rapidez da mordida do leão.

A estimativa para arrecadação total em 2018 é de R$ 2,388 trilhões (contra R$ 2,172 trilhões no ano passado).

“A arrecadação está subindo, porém fecharemos o ano com déficit de mais de R$ 100 bilhões. Por isso a equipe econômica do próximo governo precisa focar no controle das contas públicas, manter o teto dos gastos e estimular a privatização de empresas estatais, diminuindo o tamanho do Estado”, comenta Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Mas, afinal, o que são todos esses números vultosos e assustadores – milhões, bilhões, trilhões de reais? É o tanto de dinheiro que os brasileiros tiram do bolso para pagar tributos ao governo federal, aos estados e aos municípios. O Impostômetro informa, em tempo real, os valores que vão para os cofres públicos.

História

O painel foi implantado pela ACSP no dia 20 de abril de 2005 para chamar a atenção da população para os valores que todos nós pagamos em tributos, que englobam impostos, taxas, contribuições e multas. A data não foi escolhida por acaso. Era véspera de feriado de Tiradentes. Na inauguração do painel, Paulo Goulart ? um dos mais aclamados atores brasileiros, falecido em 2014 ? subiu ao palco e representou um Tiradentes inconformado com a carga tributária do “Quinto dos Infernos” – o quinto (20%) que os brasileiros pagavam em tributos para Portugal pela exploração das riquezas naturais do Brasil colonial.

Essa foi a forma que a ACSP encontrou para alertar e conscientizar a população para o fato de que ela arca com tudo isso e, em contrapartida, não vê o dinheiro bem aplicado em saúde, segurança, educação. Isso porque o Brasil tem uma das mais altas cargas tributárias do mundo e não dá o retorno disso à sociedade.

Com o Impostômetro, espera-se que o cidadão se preocupe mais com a questão tributária, exija a contrapartida em serviços públicos e fiscalize como o dinheiro é aplicado. E essa bandeira não é só da ACSP, mas também de todas as Associações Comerciais paulistas reunidas na Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

IMPOSTÔMETRO R$ 2 TRILHÕES

– ANO DIA E MÊS
– 2016 29 DE DEZEMBRO
– 2017 06 DE DEZEMBRO
– 2018 06 DE NOVEMBRO

Inteligência Artificial e o novo futuro

Por Alexandre Winetzki

Segundo um levantamento da IDC, estima-se que o mercado de Inteligência Artificial deva alcançar mais de US $ 47 bilhões até 2020. Será que as empresas e as pessoas estão preparadas para as novas profissões que estão surgindo com o crescimento desse segmento?

O Brasil e as companhias precisam se movimentar para permitir a criação de novos cursos, novas profissões que se adequem ao novo cenário que começamos a vivenciar. Um estudo da McKinsey, “Where machines could replace humans — and where they can’t (yet)”, mostra que a maioria das profissões será comprometida, com o uso da robotização e que 800 milhões de pessoas perderão seus empregos para a automatização até 2030. As pesquisas também revelam que mais de 50% dos trabalhadores dos EUA e 4/5 dos trabalhadores no mundo inteiro manterão suas profissões e não precisam se sentir ameaçados com os avanços da Inteligência Artificial.

Já o estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revela que robôs e computadores devem eliminar ou mudar cinco em cada dez empregos. Como em toda revolução, as novidades geram incertezas sobre o futuro, ainda mais agora, em que tudo acontece muito mais rápido. Uma tecnologia pode se tornar obsoleta em seis meses, dependendo da área.

Mas como um otimista convicto, acredito que os robôs chegaram para facilitar ainda mais as nossas atividades. Precisamos nos reinventar e criar oportunidades que estão surgindo para desenhar um novo futuro. Por mais que a robotização seja algo inevitável, nenhum robô pode substituir a gentileza de um ser humano. Tanto que as empresas continuam em busca de talentos mais criativos, resilientes e que adoram desafios. Profissionais que estejam alinhados com o conceito de growth mindset, ou seja, que desejam aprender cada vez mais para inovar e se transformar.

Atualmente, o mercado já oferece diversas soluções de Inteligência Artificial, que podem estar associadas a outras tecnologias como Machine Learning, análise preditiva, automação de processos, reconhecimento de voz, facial e biometria. Essas soluções e muitas outras permitem que as empresas tenham grandes insights, mais eficiência operacional e automação nos processos dentro das companhias, gerando experiências únicas para os seus clientes.

Os robôs ajudam a sermos mais rápidos e produtivos, mas sempre dependerão da inteligência e da sensibilidade dos humanos para se tornarem cada vez mais eficientes. O futuro nos mostrará como os robôs poderão se tornar muito mais parceiros do que inimigos.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefani

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Legal Design tem sido aplicado para busca de novas soluções no ambiente jurídico

Consultoria em inovação contribui para a mudança de mentalidade dos advogados

“Como a área jurídica pode se tornar mais estratégica e parceira na tomada de decisões nas empresas?” Essas são algumas provocações trabalhadas no workshop de Legal Design desenvolvido pela Hi-LAW Consult.

Utilizando princípios do design thinking e outras metodologias inovadoras, a proposta é encontrar soluções simples de maneira colaborativa e focada no usuário, seja ele cliente, consumidor ou próprio integrante da equipe – as opiniões, reclamações e sugestões são amplamente analisadas para que as organizações encontrem meios eficazes de solucionar problemas.

“Ao enxergar o problema, ajudamos a encontrar as melhores alternativas. Interagimos com diferentes áreas da companhia, estimulamos a participação das pessoas em equipe e incentivamos a colaboração com outros departamentos para despertar novas ideias que possam ser implementadas facilmente”, explica a advogada Gisele Ueno, diretora executiva da Hi-LAW, pioneira neste tipo serviço no Paraná.

Pensar fora da caixa

Um exemplo de como esse trabalho traz bons resultados pôde ser visto no treinamento realizado esta semana, na sede da consultoria, em parceria com a designer Gisele Raulik, especialista em design thinking.

O encontro teve a participação de nove profissionais de uma multinacional que atua na área do tabaco e vive um grande momento de transformação de seus produtos, sua cultura e comunicação.

“Esse workshop nos ajudou a refletir sobre as nossas práticas e desafios diários, e a explorar alternativas e soluções para impactar positivamente as rotinas do nosso departamento”, observa Rafael Wortmann, diretor jurídico da Philip Morris Brasil.

Segundo a diretora da Hi-LAW, ao trazer o Legal Design e os conceitos de design thinking para dentro das corporações de qualquer tamanho, é possível inovar com mais rapidez e menos sofrimentos em questões comportamentais e tecnológicas. “Já ouviu aquela frase: ‘conto com a colaboração de todos?’ É exatamente isso que fazemos, só que de um jeito leve, com foco na busca por soluções e com a ajuda das próprias pessoas”, finaliza.

Executivas de tecnologia acreditam que há discriminação no setor, revela Michael Page

Os programas de diversidade ainda não estão causando o impacto e resultado esperados pelas mulheres que atuam com tecnologia da informação. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, 85% das respondentes informaram que há discriminação no segmento de TI. Os homens compartilham da mesma opinião das mulheres: para 62% dos respondentes, há discriminação no setor de tecnologia.

“Está claro que o ambiente diverso ainda não é uma realidade nas empresas de TI. A grande maioria das mulheres expressou essa situação e expôs um problema que precisa ser equacionado. É importante também entender as reais causas desta questão. Será que isto acontece por falta de qualificação profissional? Preconceito? Poucas mulheres nesse mercado? “, questiona João Paulo Kluppel, gerente executivo da Michael Page.

Parte dessas respostas podem ser encontradas na própria pesquisa. Esse levantamento contou com 1745 respondentes, sendo que apenas 12% são do gênero feminino. Nos processos seletivos conduzidos pelo PageGoup nos últimos dois anos, a cada 10 entrevistas realizadas para a área de TI, apenas três profissionais eram mulheres. Dados da Sociedade Brasileira de computação mostram que 15% das matrículas nos cursos de Ciência da Computação e de Engenharia são feitas por mulheres e apenas 17% são programadoras no Brasil.

Para realizar o Barômetro de TI, estudo realizado junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

Qualificação, RHs pouco especializados e segundo idioma: barreiras para novas contratações

A pesquisa procurou entender com os gestores de TI as principais dificuldades no momento de recrutar os melhores profissionais para suas equipes. A maior delas, segundo os dados coletados, é a falta de qualificação dos profissionais (41%). Em seguida aparece a área de RH interna pouco especializada em TI (15%). Logo depois, com 15%, profissionais que não falam inglês ou outro idioma. A alta concorrência no mercado foi motivo apontado por 10% dos respondentes enquanto 9% detectaram posições ou empresas pouco atraentes. Em 4% das respostas, localização das empresas e falta de tempo para encontrar candidatos, cada. E, por fim, com 2%, não conhece ou pouco conhece canais para encontrar candidatos.

Profissionais de TI enfrentam os mesmos dilemas de outras áreas

Atuar na área de Tecnologia da Informação não torna o profissional diferente de qualquer outro especialista quando o assunto é desafios e problemas enfrentados pelos executivos de TI. De acordo com os participantes do estudo, a falta de processos definidos, tarefas urgentes atrapalham a estratégia e burocracia na tomada de decisões lideram o tripé dessa questão, com 14% das respostas, cada. Foi detectado, ainda, falta de engajamento dos gestores (12%), pouco investimento em TI (9%), salário não adequado e alta carga operacional (8%, cada) e não reconhecimento de TI no Brasil (7%).

Visão x valores

Outro aspecto levantado pelo estudo trata de como a área de TI é vista pelas organizações. De acordo com os resultados, 36% enxergam como core business, grande parceiro, planejamento estratégico das empresas. Para os outros 64%, back office, área de apoio, suporte corporativo, área secundária. Esse resultado pode explicar um pouco quanto as companhias destinam de orçamento para investimentos em Tecnologia da Informação. O estudo mostra que a maior fatia das empresas (27%) reservou menos de R$ 300 mil. Destinações de R$ 2 a 5 milhões foram as intenções de 17%. Investimentos de R$ 601 mil a R$ 1 milhão foi a opção de 14%. Cifras de R$ 301 mil a R$ 600 mil e de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões foram as alternativas de 13%, cada. Abaixo de R$ 2 milhões foi a escolha de 12%.

Nove profissionais de TI que as empresas buscam

Desenvolvimento de software, gestão de projetos e infraestrutura são algumas das especialidades mais buscadas pelos gestores de tecnologia da informação. É o que aponta pesquisa realizada pela Page Personnel, consultoria de recrutamento especializada em cargos técnicos e de suporte à gestão, pertencente ao PageGroup. De acordo com o Barômetro de TI, estudo realizado pelo PageGroup junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, os especialistas que dominarem essas áreas terão mais chances de oportunidades de trabalho no setor. A expectativa é de que a procura por esses profissionais seja ativa até o final de 2019. Veja abaixo o perfil profissional que as companhias procuram, faixa salarial e análise dos consultores para a demanda crescente:

Desenvolvimento de software:

O que faz: profissional que desenvolve ou faz manutenções e melhorias de softwares em diversos tipos de sistemas.

Perfil da vaga: especialista em programação. Normalmente são profissionais que se especializam em uma linguagem de programação e segmento de atuação de mercado.

Salário: R$ 5 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta: momento de mercado de desenvolvimento de software extremamente aquecido. Necessidade de profissionalizar sistemas webs e construção de projetos mais complexos e sólidos.

Projetos de ERP

O que faz: profissional que desenvolve projetos de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Atua no levantamento de requisitos, mapeamento de processos e modelagem de dados, estuda e implementa sistemas de acordo com as regras de negócio acordado. Soluciona bugs técnicos, indica o caminho a seguir, mostrando possíveis soluções. Atua também no treinamento de usuários e criação de documentação.

Perfil da vaga: Perfil muitas vezes dividido entre “funcional” e “programador” onde o primeiro é responsável pelo contato com usuários e levantamento dos requisitos e o segundo é responsável pela programação do sistema em si. Em alguns casos encontra-se profissionais “híbridos” com ambas atuações.

Salário: R$ 2 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: necessidade de uso de sistemas de gestão interna das empresas.

Gestão da Informação/Banco de dados

O que faz: profissional responsável por gerenciar, instalar, configurar, atualizar e monitorar um banco de dados ou sistemas de bancos de dados de uma ou mais empresas.

Perfil da vaga: Profissionais especialistas em um banco de dados específico ex: Oracle, SQL, etc. Possui conhecimentos em linguagens específicas de banco de dados e conhecimentos em estruturas de banco de dados.

Salário: R$ 3 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: Necessidade de profissionais que dominem e consigam ligar com um constante aumento no volume de dados armazenado e integrado nas empresas.

Gestão de projetos

O que faz: gerente de projetos é um profissional que tem a responsabilidade de planejar e controlar a execução de projetos em desenvolvimento de software.

Perfil da vaga: Profissionais normalmente generalistas e analíticos, sempre abertos a mudanças e com forte contato com diversas áreas de negócios dentro da empresa. Normalmente são profissionais que tiram certificações e se especializam em uma metodologia específica de gestão de projetos. Podem seguir para área de projetos ágeis ou projetos tradicionais (cascata).

Salário: R$2,5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: crescente expansão de diversos projetos simultâneos na área de TI, por isso a necessidade de profissionais especializados em gestão de projetos.

Suporte

O que faz: Profissional responsável por prestar suporte/assistência a clientes internos ou externos com objetivo de solucionar problemas técnicos.

Perfil da vaga: Profissional que terá muito contato com clientes internos e externos para atender a chamados e demandas de suporte à tecnologia. É extremamente comum que seja exigido fluência em outros idiomas para esta posição.

Salário: R$ 1,5 mil a R$ 5,5 mil

Motivo para alta: necessidade de suportar as operações de grandes empresas para suporte a suas tecnologias.

Usabilidade / Interface / Interação (UX / UI)

O que faz: responsável pela experiência de uso de uma interface — a forma como ela guia o usuário, como ele se sente utilizando aquele sistema e qual é a forma como a interface é apresentada.

Perfil da vaga: Profissional responsável pela elaboração de mapas de navegação do usuário, testes de usabilidade, criação, desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e atraentes, prototipação, fluxo do usuário e de processos, ligando a interação comunicativa às ideias de Design.

Salário: R$ 4 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta em 2018: necessidade das empresas em cuidar da experiência que seus usuários têm com seus produtos e serviços.

Business Intelligence

O que faz: o profissional de Business Intelligence controla e analisa as iniciativas do cliente no ambiente digital, bem como seus indicadores e metas.

Perfil da vaga: Responsável por análises micro e macroscópicas do mercado a fim de otimizar a gestão dos negócios. A partir da análise de dados, o profissional de BI define novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento, além de identificar bases de dados que serão fontes de informação para o crescimento da empresa.

Salário: R$ 5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: necessidade das empresas em proporcionar inteligência gerencial ao negócio.

Infraestrutura / Redes / Sistemas

O que faz: responsável por gerenciar projetos e operações de serviços de Tecnologia da Informação.

Perfil da vaga: profissional que irá gerenciar um projeto em todos seus estágios, planejar e gerenciar toda área de TI, envolvendo infraestrutura e sistemas, engenharia de processos, elaborar estratégias e procedimentos de contingências, visando a segurança a níveis de dados, acessos, auditorias e a continuidade dos serviços dos Sistemas de Informação.

Salário: R$ 2 mil a R$ 28 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados.

Segurança da Informação

O que faz: consiste na “proteção da informação de vários tipos de ameaças para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de negócio”.

Perfil da vaga: profissional que gerencia as oportunidades de aplicação de tecnologia e interage com outras áreas de maneira a assegurar a segurança das informações da empresa.

Salário: R$ 4 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança da informação e privacidade dos dados.

“Os profissionais que estivem habilitados para projetos desse gênero, terão suas chances aumentadas. Os gestores buscam especialistas com essas características porque veem que as atuais e futuras demandas das empresas passam por projetos dessa natureza”, explica Renato Trindade, gerente da Page Personnel.

Para realizar esse estudo, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

“A indústria sobreviveu, apesar dos governos”, afirma Skaf

Nos últimos 30 anos, a economia brasileira passou por período bastante conturbado, tivemos controle e congelamento de preços; confisco de poupança; as maiores taxas de juros do mundo por décadas; manipulação do câmbio, alternando períodos de forte valorização com maxidesvalorizações abruptas; elevação da carga tributária; hiperinflação; descontrole dos gastos públicos; aumento da burocracia, que faz as empresas brasileiras gastarem 5 a 6 vezes mais tempo para cumprir as normas; infraestrutura cara e ineficiente. Em outras palavras, esse foi um período de forte crescimento do chamado Custo Brasil.

“A indústria brasileira sobreviveu, apesar dos governos”, diz o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Hoje ainda é responsável pela geração de quase 10 milhões de empregos diretos, pagando os melhores salários do país. A indústria responde pela arrecadação de 32% dos impostos, por quase 70% das exportações brasileiras e por 68% dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento feitos pelo setor privado.

Não existe exemplo de país com as dimensões territoriais e populacionais do Brasil que tenha se desenvolvido sem um setor industrial forte e dinâmico.

O Brasil ainda se encontra dividido, como consequência de um processo eleitoral polarizado, com crises a serem enfrentadas. Apontar culpados pela situação a que chegamos em nada ajuda a resolver os problemas, especialmente quando se aponta o lado errado.

Mais do que discutir a existência ou não de um ministério para a indústria, é de extrema importância a qualidade das políticas que o futuro governo deve implementar. O papel esperado pela sociedade é o de garantir um ambiente de negócios isonômicos ao internacional (juros no padrão internacional, tributação menor e menos complexa, câmbio adequado, infraestrutura eficiente e barata etc) e propício ao investimento e à inovação que, afinal, são as molas propulsoras da prosperidade e do bem-estar social que o Brasil tanto quer e merece.

Seis maneiras como a inteligência artificial está transformando o varejo

Por Manuel Guimarães

A tecnologia saiu do mundo da ficção e hoje antecipa as necessidades dos clientes, trazendo grandes ganhos para empresas visionárias. O comportamento dos consumidores mudou nos últimos anos. Hoje é praticamente impossível percorrer a jornada de compra sem interagir com meios digitais. O smartphone é, para a maioria dos clientes, a principal ferramenta de relacionamento do público com as marcas. E isso é somente o início.

A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do cotidiano. Segundo o estudo Embracing the Machines: AI’s Collision with Commerce, 70% dos consumidores já usam IA para procurar ofertas de produtos que compram regularmente ou desejam comprar. Já um levantamento da Oracle indica que 37% das empresas já implementaram algum sistema de IA e 41% pretendem investir na tecnologia até 2020. A procura por cotações de passagens aéreas, o aplicativo que traz o caminho mais rápido para casa ou uma busca na internet por algo do tipo “um restaurante de comida japonesa aqui perto” torna a IA natural para uma nova geração de consumidores.

A Inteligência Artificial vem transformando o varejo a partir de um processo de seis etapas:

1) Curadoria: é o que acontece quando os resultados da primeira página do Google são suficientes. A ferramenta entende tão bem o que queremos que nos traz o que é relevante. Isso poupa tempo e esforço;

2) Informação personalizada: aquilo que importa para cada cliente, no momento certo. Pode ser um aviso sobre a entrega de um pedido ou um lembrete sobre a piora nas condições de trânsito (melhor sair agora do escritório para aquela reunião). Menos stress no dia a dia e melhor atendimento ao cliente;

3) Recomendações: nenhum e-commerce vive sem recomendar produtos aos clientes. Em breve, essa mesma lógica também estará nas lojas físicas, de forma personalizada e com curadoria. Em um mundo de muitas possibilidades de escolha e pouco tempo disponível, quem facilita o processo de compra ganha a preferência dos clientes;

4) Previsão do comportamento: a análise preditiva antecipa as necessidades dos consumidores e possibilita ações mais efetivas que conquistam o público. Um dos nossos clientes identificou aumento nas vendas durante uma campanha que verificou o perfil de consumo e o momento ideal para contatar cada pessoa. Dessa forma, o consumidor recebia, dois dias de abastecer, um lembrete de que o tanque estava quase vazio e um cupom de desconto. Relevância, conveniência e personalização em uma única ação;

5) Automatização: muitas tarefas diárias são repetitivas. A Inteligência Artificial pode entender o comportamento dos clientes e realizar essas tarefas de forma independente. Em um futuro não muito distante, muitas categorias de produtos poderão ser compradas automaticamente. Nada de estocar sabão em pó, mas ele também nunca faltará;

6) Análise das emoções: hoje, essa fase ainda pertence à ficção. O uso da Inteligência Artificial permitirá entender, por exemplo, o humor do consumidor e sugerir algo perfeito para aquele momento. A TV que sugere o filme ideal (adeus, navegação infinita no menu do Netflix) e a iluminação da casa que automaticamente se ajusta para aquele encontro a dois são exemplos dessa ideia. Resta saber o quanto o cliente sentirá sua privacidade invadida por isso.

O varejo dependerá cada vez mais da tecnologia para entender seus consumidores e antecipar necessidades e desejos. As empresas já podem se beneficiar de uma plataforma de produtos analíticos e serviços estratégicos focados em suas necessidades, ampliando as vendas e a rentabilidade por meio da gestão estratégica do relacionamento com os clientes.

Manuel Guimarães, CEO da Propz, empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

Comemoração de Halloween chega ao mundo corporativo

Comemorado no dia 31/10, o Halloween movimentou todo o mês de outubro, seja na decoração dos estabelecimentos quanto na temática das festas do mês. Mas parece que o espírito da data chegou até mesmo no mundo corporativo. Veja, abaixo, algumas empresas que entraram no clima de monstros, vampiros, bruxas e personagens animalescos durante sua rotina de trabalho:

Recém-chegados em seu novo escritório próprio, os 55 funcionários da Gupy, startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, fizeram jus à data com fantasias e decoração ambiente – incluindo teia de aranha no logo da empresa.

Utilizando Inteligência Artificial e People Analytics para fazer gestão dos candidatos, das vagas e ter uma triagem mais automatizada, a empresa tem como objetivo tornar mais eficiente o recrutamento e melhorar a experiência de candidatos, gestores e profissionais da área de RH durante os processos. Com grandes clientes como Kraft Heinz, Movile e Somos Educação e atuação em oito países, o projeto foi acelerado pela Telefónica Open Future e conta com investimentos da Canary, Yellow Venture e investidores-anjo.

Parte da equipe da HRTech Gupy.

Equipe da HRTech Gupy fantasiada e o logo da empresa com teia de aranha (falta) – Fotos: divulgação.

Já no coração de São Paulo, a equipe da Performa Web agitou o 12º do WeWork, na Avenida Paulista. Criada em 2012 pelo empreendedor Denis Casita, a Performa Web é uma agência focada em oferecer serviços completos em marketing digital. E criatividade não faltou nesse Halloween para esses Performers. Rolou até bolo de abóbora!

Com uma carteira de mais de 40 clientes, como Submarino Viagens, CVC, Fnac, Ri Happy Brinquedos e Nike, já acumula as certificações Google Partner Premier e Bing Elite.

Bolo de abóbora e doces temáticos decoram o escritório da Performa Web, no WeWork da Av. Paulista. Fotos: divulgação.

No ramo das passagens online, a ClickBus também não ficou de fora na ação de Halloween. Seus funcionários foram de Rei à Diabinha durante o dia de trabalho. A startup é líder em vendas online de passagens de ônibus e atualmente está presente no Brasil, México, e Turquia. A plataforma permite que seus usuários adquiram passagem de ônibus rodoviários de mais de 100 empresas de ônibus para mais de 4.600 destinos em todo o Brasil, e até o final de 2016 vendeu online mais de 5 milhões de passagens rodoviárias.

A equipe da ClickBus se engajou durante o dia: teve rei, teve enfermeira e teve diabinha. Foto: divulgação.

MadeiraMadeira, maior e-commerce especializado em produtos para casa do Brasil, também entrou na onda do Halloween pelo segundo ano consecutivo. A proposta foi que todos os funcionários fossem fantasiados e aproveitassem de uma festa especial ao final do expediente. Além disso, as três melhores fantasias foram premiadas em um concurso idealizado pela empresa.

Na MadeiraMadeira teve fantasia em conjunto. Haja engajamento! Foto: divulgação.

Na MaxMilhas, plataforma que vende passagens aéreas com desconto, a festa de Halloween também já é tradição. Há dois anos comemorando a data, a empresa mineira incentiva os funcionários a se fantasiarem e postarem fotos com a #HalloweenMaxMilhas. Ao final do dia a melhor fantasia recebe uma premiação.

 

A equipe da MaxMilhas investiu em personagens famosos de filmes de terror, como A Freira e Chuck. Fotos: divulgação.

Já em São Carlos, todos os funcionários da startup Arquivei, plataforma de armazenamento, organização e consulta de NFes, foram convidados a irem trabalhar fantasiados neste Halloween. Para o final do expediente, no happy hour, todos participam de uma festa e os mais criativos ganham prêmios por suas fantasias.

Na Arquivei, teve personagem de Harry Potter e da série La Casa de Papel. Fotos: divulgação

Autenticação no Smartphone: 27% dos brasileiros desbloqueiam o aparelho com a digital

A mais nova pesquisa do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de senhas e biometria no smartphone aponta que 27% dos internautas brasileiros desbloqueiam o aparelho celular usando a leitura da sua própria digital e que, quanto mais jovem, este método de autenticação é o mais comum: ele é adotado por 34% dos brasileiros com 16 a 29 anos; por 25% daqueles entre 30 e 49 anos; e por 19% daqueles com 50 anos ou mais de idade. Ele é também mais popular entre usuários de iPhone (69% desbloqueiam com a digital) do que entre aqueles com Android (25%). Neste caso, cabe destacar que muitos aparelhos com o sistema operacional do Google não possuem leitor de digital.

“Ainda é incipiente o uso de outros meios de biometria para desbloqueio do smartphone, como reconhecimento facial ou escaneamento de íris, utilizados por 1,1% e 0,4% dos internautas brasileiros, respectivamente” aponta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador do Mobi-ID, seminário sobre identificação e autenticação digitais que acontecerá no dia 26 de novembro, no WTC, em São Paulo, que vai debater este e outros temas relacionados, além de divulgar o relatório final desta pesquisa.

Senhas numéricas e desenhadas

No Brasil, o método mais popular para desbloqueio do smartphone é aquele de fazer um desenho na tela ligando pontos, comum em aparelhos com sistema operacional Android. 35% dos internautas brasileiros com smartphone utilizam essa forma de autenticação para desbloquearem seus aparelhos. Outros 20% ainda preferem digitar senhas numéricas. No caso dessas últimas, há uma correlação com a idade: quanto mais velho o usuário, maior a chance de ele preferir senhas numéricas para desbloqueio do smartphone. Elas são utilizadas por 19% dos brasileiros entre 16 e 29 anos; por 20% daqueles entre 30 e 49 anos; e por 26% daqueles com 50 anos ou mais de idade.

Enquanto isso, 16% dos internautas brasileiros com smartphone não bloqueiam seus aparelhos. O hábito é mais comum entre mulheres (18%) do que homens (13%), e mais comum entre aqueles com aparelhos Android (16%) do que com iPhone (2%).

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de senhas e biometria no smartphone entrevistou 2.055 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone no mês de outubro. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais.

Mobi-ID 2018

O seminário Mobi-ID reunirá diversos especialistas para discutirem temas como o fim das senhas, identidade autossoberana, autenticação comportamental, desmaterialização dos documentos oficiais, e diferentes técnicas de biometria, como reconhecimento facial, leitura de digital e escaneamento da palma da mão. Estão confirmados entre os palestrantes o CSO da Vivo, Ruben Longobuco; o diretor de cibersegurança para o sul da América Latina da Microsoft, Nycholas Szucko; a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães; a CEO da Trigg, Marcela Miranda; o gerente executivo de TI do Banco do Brasil Igor Régis Simões; e o gerente de inovação e pesquisa do Bradesco, Paulo Correia; dentre outros.

O evento acontecerá no dia 26 de novembro, no WTC, em São Paulo. A agenda completa e mais informações estão disponíveis no site www.mobi-id.com.br, ou pelo e-mail eventos@mobiletime.com.br; ou pelo telefone 11-3138-4619.

Startup Arquivei se torna a mais nova residente do Cubo Itaú

A Arquivei, plataforma de armazenamento, organização e consulta de NFes, acaba de ser aprovada para fazer parte do grupo de startups residentes no Cubo Itaú, um dos maiores hubs de fomento ao empreendedorismo tecnológico do mundo, voltado para conexão de empreendedores, grandes empresas, investidores, universidades e comunidade, localizado na zona sul de São Paulo. Uma equipe de 8 profissionais passou a desenvolver os seus trabalhos no local desde a última terça-feira (23). O objetivo da Arquivei com essa iniciativa é se aproximar das demais empresas do mesmo nível de amadurecimento, realizar network constante com grandes investidores e incentivadores de empreendedorismo e inovação, além de ampliar o espaço de trabalho para a equipe de colaboradores.

Em termos de inovação, a Arquivei vem se destacando no mercado. Em abril deste ano foi uma das selecionadas para o Radar Santander, programa de apoio a empreendedores com alto potencial de crescimento e que tenham projetos inovadores para o mercado financeiro. Isso possibilitou que a startup pudesse receber mentorias personalizadas com executivos do Santander e mentores da rede da Endeavor, formada por alguns dos principais líderes empresariais do País.

A startup também participou do programa Google Launchpad Accelerator, em 2017, quando teve a oportunidade de passar por uma mentoria com diversos executivos e ampliar a sua visão sobre o mercado financeiro.

Equipes em duas cidades

A Arquivei continua com sede em São Carlos, interior de São Paulo, onde mantém concentrada a maioria de seus funcionários, e se prepara para entrar em um novo prédio de três andares em 2019.

Apesar da grande projeção de crescimento na capital da tecnologia (como é conhecida a cidade de São Carlos) – onde estão localizadas importantes universidades como UFSCar e USP -, a ida para o Cubo Itaú permite à Arquivei mais liberdade de trabalho e mobilidade para seus oito colaboradores, fixados na capital paulista, pois contarão com uma sala particular que comporta até 11 pessoas, além dos ambientes compartilhados que têm salas de convivência, auditórios e área externa ampla.

A equipe de field sales (vendas externas) da Arquivei se estabeleceu em São Paulo para facilitar as negociações com grandes corporações e acompanhar integrações de sua plataforma aos sistemas de seus clientes, assim como aconteceu com o Mc’Donalds, Riachuelo, Mobly e Kabum.

Localizado na Vila Olímpia, o Cubo Itaú inaugurou, em agosto deste ano, novo e maior espaço com 14 andares e mais de 20 mil m². Com capacidade para receber mais de duas mil pessoas diariamente, o hub proporciona geração de valor às mais de 300 startups de seu portfólio, físico e digital, através de conexão com C-Levels de grandes corporações e demais agentes do mercado. Mentorias, trocas de conhecimento e eventos fazem parte do propósito da iniciativa sem fins lucrativos, atividades sempre dedicadas ao crescimento escalável dos residentes.

Para Christian de Cico, CEO e um dos fundadores da Arquivei, a ida da equipe para o Cubo Itaú é uma renovação para a área de field sales, que trabalhará diretamente com um ar ainda mais encorajador para novos negócios. Além de representar uma evidente situação de notoriedade, crescimento e reconhecimento de esforços realizados até o momento.