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Contrato de Vesting previne conflitos em startups

O conceito de Vesting tem aparecido cada vez no mercado brasileiro, principalmente nas startups e nas micro e pequenas empresas. Vesting nada mais é do que um contrato/acordo jurídico pelo qual um colaborador receberá, progressivamente, de acordo com critérios previamente estabelecidos, direitos de participação na empresa.

No início de uma startup, em que os sócios fundadores estão colocando em prática suas ideias e buscando compor uma equipe para possibilitar a realização do projeto, é frequente a falta de verba, ideias ou gestão. Assim, para viabilizar o empreendimento, é comum que os fundadores busquem investimento externos, oferecendo, em contrapartida uma porcentagem na participação da empresa, criando, assim, a figura de um novo sócio.

Algumas situações são motivos comuns de conflitos entre sócios. É o caso, por exemplo, de um profissional passou a trabalhar em uma startup tendo como contrapartida seu ingresso como sócio da empresa no percentual de 10% do capital social. Logo nos primeiros meses este novo sócio deixa de acreditar no potencial do projeto e resolve não dedicar mais seu tempo no desenvolvimento da empresa. Algum tempo depois, a startup ganha o mercado e tem seu valor aumentado de maneira exorbitante. Aquele sócio, que pouco contribuiu para o sucesso do negócio e que estava sumido, reaparece e exige seus 10% da empresa.

Ou, ainda, um profissional passou a trabalhar em uma startup sob a promessa de que, futuramente, quando o negócio despontar, passará a integrar o quadro societário. Após quase dois anos se dedicando ao projeto, este profissional, que ainda não se tornou sócio da empresa, se afasta por questões pessoais. Poucos meses depois de seu afastamento, a startup ascende no mercado. O profissional que foi essencial para o desenvolvimento do negócio, mas que se afastou pouco antes da ascensão, procura os sócios questionando sobre sua parte dessa valorização, mas não consegue seu devido reconhecimento.

São situações como essas que o contrato de vesting procura evitar. Normalmente, se utiliza como critério o tempo ou as metas, de modo que, atingido o estabelecido, automaticamente se adquire o combinado. “Essa modalidade de contrato prima estabelecer, desde o início, os critérios para a progressão da relação, bem como a forma como se procederá a rescisão\”, explica o advogado Felipe Borelli, do escritório Aguinaldo Biffi Sociedade de Advogados, especializado em Direito Empresarial.

Segundo ele, o contrato de vesting tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. “Desde o início da relação, as partes acordam como se desenvolverão e se encerrarão as obrigações de cada um diminuindo as margens de conflitos e evitando desgastes entre os sócios, além de fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos”, conclui Borelli.

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Telit promove evento sobre indústria 4.0

A Telit promove na próxima terça-feira (01/08), em São Paulo, um seminário que debaterá os rumos da Indústria 4.0 no Brasil. O evento, que tem entrada gratuita, reunirá executivos de grandes empresas como Microsoft, Radix e SPI.

Considerada a quarta revolução industrial, a Indústria 4.0 será a base das fábricas do futuro ao unir Cloud, Big Data e Internet das Coisas. Representando a categoria Factory Solutions da Telit, estarão presentes os executivos: Dubi Margalit (Diretor Geral), David De la Rosa (Diretor de Engenharia), e Ricardo Buranello (VP Global de Vendas).

A mesa de debates contará, ainda, com a presença dos executivos: Roberto Prado (Diretor de Cloud e Enterprise da Microsoft), Flavio Waltz (Diretor Geral da Radix), Elcio Brito (Presidente da SPI) e Rafael Schirmer (Diretor Geral da SPI).

A confirmação de participação no evento deve ser realizada pelo e-mail anacarolina.demarco@telit.com até o dia 31/07.

Serviço:

Local: Hotel Blue Tree |Rua Peixoto Gomide, 707 – Cerqueira Cesar

Data: 01/08

Horário: 13h às 19h

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Cresce o uso do Big Data na apuração de fraudes, aponta pesquisa da Protiviti

A consultoria global Protiviti promoveu uma pesquisa mundial com mais de 900 profissionais de auditoria interna para saber o grau de usabilidade da análise de dados na detecção e prevenção de fraudes e corrupção. Os profissionais afirmam no levantamento que 66% dos processos ligados à auditoria interna já são realizados com o apoio do Big Data. Segundo os entrevistados, o principal benefício de usar a tecnologia na apuração de fraudes é a possibilidade de obter uma visão em tempo real dos riscos organizacionais e de realizar pré-auditorias baseadas em riscos.

Atualmente, os recursos do Big Data são usados mais na busca de pista de anomalias financeiras, como, por exemplo, o controle de alçada em pedidos de compras, duplicidade, pagamentos em desacordo com critérios contratuais, revisão da folha de pagamentos, dentre outras inconsistências ocorridas em operações contábeis.

Apesar da tendência positiva, 34% dos departamentos de auditoria não empregam a análise de dados como parte dos processos de auditoria e, entre aqueles que já usam o Big Data, só 10% conseguem classificar as funções da ferramenta em termos quantitativos.

De acordo com a pesquisa, o desafio para 60% dos auditores entrevistados é identificar onde estão os dados, enquanto 56% apontam as limitações dos seus sistemas. Apenas 22% dos executivos ouvidos classificam a qualidade dos dados como excelente ou boa.

“Os departamentos de auditoria interna começam a adotar a análise de dados, mas o caminho entre teoria e prática é longo. Há uma ala de profissionais de auditoria que consideram o uso do data analytics valioso. Em contrapartida, há uma que necessita de apoio para materializar as informações extraídas do Big Data”, explica Brian Christensen, vice-presidente executivo de auditoria interna e assessoria financeira global da Protiviti.

No Brasil, as organizações despertam os seus interesses de empregar a análise de dados em casos de descoberta e prevenção de fraude. As áreas de auditorias de bancos, de hospitais e de empresas de telecom, por exemplo, estão mais propensas a utilizarem os recursos do Big Data. Mesmo incipiente, o Brasil tem um case de sucesso simbólico no que tange à adoção de data analytics. “A inteligência de cruzamento de informações da Lava Jato, por exemplo, utiliza o analytics” complementa Alessandro Gratão, líder das práticas de Auditoria Interna e Financial Advisory na operação brasileira da Protiviti, consultoria global especializada em Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Compliance, Gestão da Ética, Prevenção à Fraude e Gestão da Segurança.

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iMoving, plataforma inédita de mudanças, chega ao Brasil

Com a proposta de tornar o processo de mudança de residência no Brasil mais fácil, rápido, barato e seguro para o consumidor e, ao mesmo tempo, gerar maior volume de negócios para as transportadoras e as seguradoras, o iMoving acaba de começar a operar no país. A plataforma altamente tecnológica foi lançada em 2011 nos Estados Unidos, onde chegou a intermediar a realização de 70 milhões de mudanças em 11 meses. Seu fundador, o brasileiro Roger Madeira, está investindo R$ 3 milhões no desenvolvimento da versão nacional para atender um mercado com 1,74 milhão de mudanças ao ano, de acordo com dados da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT).

Amparada por um servidor de Machine Learning com Inteligência Artificial e Big Data, a plataforma do iMoving é capaz de comparar milhares de orçamentos de mudanças com base em mais de 12 mil datapoints diferentes, gerando um relatório detalhado para clientes de empresas de mudanças, além de oferecer 2 aplicativos para o rastreamento em tempo real do caminhão, para que o cliente da transportadora sempre saiba onde estão seus bens.

As empresas de mudanças interessadas em receber clientes e participar do processo de seleção de orçamentos da plataforma podem se cadastrar no site, sem qualquer custo. E o cliente que desejar usar a plataforma web, pode acessar pelo site http://www.imoving.com.br. Para conseguir orçamentos de várias transportadoras e realizar uma pesquisa de mercado mais ampla do que pelo método tradicional, basta clicar em “receber orçamentos”. No ambiente, o usuário é orientado a responder perguntas que revelam a característica da mudança desejada e aguardar os orçamentos chegarem por e-mail.

A inovação consegue fornecer, por exemplo, de uma só vez e completamente de graça, até 250 orçamentos de mudança identificando as cinco melhores opções de acordo com as características da mudança de cada usuário. Para isso, ela combina o famoso machine learning com outras tecnologias como inteligência artificial, automação, computação cognitiva, predição de risco, big data e data mining. “Quando uma família decide contratar uma empresa de mudanças, segue o fluxo do processo tradicional de pesquisa na internet e contato telefônico, o que dificulta o levantamento de mais de 3 orçamentos de transportadoras. No fim, a família acaba fechando negócio sob condições desfavoráveis com empresas clandestinas ou desonestas, correndo sérios riscos de perder a mudança inteira ou parte dela”, diz Madeira.

Segundo ele, também existe, por parte das transportadoras, muita dificuldade em definir o custo do frete. “Para a empresa de mudanças, o processo tradicional de chegar ao preço final do serviço inclui a visita de um funcionário ao imóvel do cliente para avaliar o grau de dificuldade, a quantidade e volumetria dos itens a serem transportados. Apenas o deslocamento deste profissional já configura custo para a empresa, que fica no prejuízo caso o consumidor não contrate a empresa de mudanças”, diz.

De acordo com Roger Madeira, o iMoving elimina tal problema com o uso massivo da tecnologia desenvolvida pela plataforma. Respondendo o questionário para receber os orçamentos, o consumidor presta informações como o tamanho do imóvel, quantidade de cômodos e tamanho da família. Com isso, a plataforma de Machine Learning do iMoving compara o inventário da mudança, o grau de dificuldade, a distância e os tipos de itens com milhares de outras mudanças semelhantes, a fim de definir mais acertada e criteriosamente a quantidade de caixas, volumes necessários, melhores e mais seguras rotas, entre outras centenas de variáveis. “A partir destes dados, é possível atribuir um valor mais acertado ao serviço sem a necessidade da visita ao local. Mesmo assim, a empresa de mudanças pode alterar o valor, se assim desejar, para mais ou para menos”, segundo o CEO e fundador do iMoving.

O machine learning da plataforma realiza cálculos altamente complexos considerando cerca de 12.750 datapoints ou critérios, para predizer as cinco melhores opções de transportadoras para o cliente, com nome da empresa, valor da mudança, forma de pagamento, seguro, rota, reviews, opinião de usuários anteriores e inúmeros outros aspectos importantes.

Para a transportadora, o iMoving apresenta o comparativo de rotas com distâncias, predição de acidentes, gastos com combustível, pedágio, tempo de chegada e outros tipos de riscos envolvidos, além da precificação adequada para cada uma das possíveis rotas e de acordo ao grau de dificuldade da mudança. Já a seguradora recebe a predição de risco de acidentes, roubo de carga e sinistros para a apólice.

“Com o machine learning trabalhando a favor de todos os envolvidos, cliente, transportadora e seguradora, todo o processo fica muito mais simples, rápido, automatizado e inteligente. E isso é algo que realmente precisamos, por que o mercado brasileiro de transportes de mudanças tem problemas sérios que o iMoving vai ajudar a resolver em alguns anos”, afirma Madeira.

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Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017 prevê novos ataques de “Destruição de Serviço”.

O Cisco 2017 Midyear Cybersecurity Report, aborda a rápida e cada vez mais estruturada evolução das ameaças, com a previsão de um crescente potencial de ataques de “destruição de serviço” (DeOS). Esses tipos de ameaças são capazes de eliminar os backups e redes de segurança das empresas, que são, justamente, os meios necessários responsáveis por restaurar os sistemas e dados após um ataque cibernético. O estudo destaca ainda que, com o advento da Internet das Coisas (IoT), as principais indústrias estão oferecendo mais operações online e, com isso, tornando-se mais vulneráveis a ataques.

Os casos recentes de ciberataques como o WannaCry e o Nyetya mostram a rápida disseminação e o grande impacto que esses incidentes podem causar já que, a princípio, parecem típicos casos de ransomware, mas, na verdade, acabam sendo muito mais destrutivos. Os ataques de “destruição de serviço” (DeOS) – termo usado pela Cisco para definir essas ameaças – podem ser muito mais prejudiciais, já que não possibilitam a recuperação de dados pelas empresas.

“Os criminosos estão se tornando cada vez mais criativos na maneira como estruturam seus ataques. Com isso, empresas de todos os setores estão em uma corrida constante contra os cibercriminosos. A garantia da segurança começa com o fechamento das brechas mais óbvias e se torna uma prioridade comercial, como parte essencial do processo”, explica Ghassan Dreibi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Segurança para LatAm, da Cisco.

A Internet das Coisas continua a oferecer novas oportunidades para cibercriminosos, pois com mais dispositivos conectados, há mais brechas de segurança, que são responsáveis pelo crescente número de ameaças. A recente atividade de botnet de IoT (rede de robo criada com dispositivos de IoT infectados) já indica que alguns hackers podem estar se preparando para uma ameaça cibernética de alto impacto e em larga escala que poderia interromper a própria internet.

Medir a eficácia das práticas de segurança em relação a esses ataques é crítico. A Cisco rastreia a melhoria na redução do “tempo de detecção” (TTD), a janela de tempo entre uma invasão e a detecção da ameaça. “Detectar uma ameaça com rapidez é fundamental para restringir o espaço operacional dos hackers e minimizar os danos causados pelas invasões”, completa o especialista da Cisco. Desde novembro de 2015, a Cisco diminuiu a média de tempo de detecção (TTD) de pouco mais de 39 horas para cerca de 3,5 horas do período de novembro de 2016 a maio de 2017. Esse índice é baseado na telefonia remota obtida dos produtos de segurança da Cisco implantados no mundo todo.

Cenário de ameaça: o que está em alta e o que não está

Os pesquisadores de segurança da Cisco assistiram a evolução do malware durante o primeiro semestre de 2017 e identificaram mudanças na forma como os criminosos estão adaptando suas técnicas. A Cisco percebeu o crescente número de vítimas de ataques que foram ativados por meio de abertura de links ou arquivos suspeitos. Os hackers estão desenvolvendo malwares sem necessitarem de arquivos que permaneçam na memória do dispositivo e que são mais difíceis de detectar ou rastrear, pois são eliminados logo que o dispositivo é reiniciado. Os criminosos dependem ainda de infraestrutura anônima e descentralizada, como um serviço de proxy Tor, para camuflar as atividades de comando e controle.

Enquanto a Cisco identificou um considerável declínio nos kits de exploração, outros ataques tradicionais estão ressurigindo:

• Os volumes de spam aumentam significativamente, pois os criminosos se dedicam a outros métodos testados, como e-mail, para distribuir malwares e gerar receita. Os pesquisadores de ameaça da Cisco antecipam ainda que o volume de spam com anexos maliciosos continuará aumentando enquanto que o cenário do kit de exploração continua em declínio;

• Spyware e adware, que muitas vezes não são considerados pelos profissionais de segurança por serem mais incômodos do que de fato prejudiciais, são formas de malware que persistem e trazem riscos para a empresa. A pesquisa da Cisco avaliou 300 companhias ao longo de um período de quatro meses e descobriu que três famílias de spyware prevalentes infectaram 20% da amostra. Em um ambiente corporativo, o spyware pode roubar informações de usuários e empresas, enfraquecer a conduta de segurança de dispositivos e aumentar os casos de malware;

• Evoluções no ransomware, como o crescimento do Ransomware-as-a-Service, acabam facilitando para os criminosos a realização desses ataques, independentemente do conjunto de habilidades. A Ransomware vem chamando a atenção da mídia e, segundo divulgações na imprensa, gerou mais de US$ 1 bilhão em 2016 de prejuizo no mundo, mas isso pode ser direto para algumas organizações, que enfrentam uma ameaça ainda maior e pouco difundida. O comprometimento de e-mail corporativo (BEC), um ataque em que um e-mail é projetado para enganar as empresas e transferir dinheiro para criminosos, está se tornando altamente lucrativo. Entre outubro de 2013 e dezembro de 2016, US$ 5,3 bilhões foram roubados via BEC, de acordo com o Internet Crime Complaint Center.

Diferentes setores da Indústria enfrentam desafios comuns

À medida que os criminosos continuam aumentando a sofisticação e a intensidade dos ataques, as empresas de diferentes setores da indústria são desafiadas a manterem os requisitos fundamentais de segurança cibernética. Quanto mais a Tecnologia da Informação e a Tecnologia Operacional convergem rumo à Internet das Coisas, as companhias têm que lidar mais com visibilidade e complexidade. Como parte do estudo de benchmark de capacidades de segurança, a Cisco entrevistou cerca de 3.000 líderes de segurança em 13 países e descobriu que, em todas as indústrias, as equipes de segurança estão cada vez mais subjugadas pelo volume de ataques. Isso leva muitas empresas a se tornarem mais reativas para que se mantenham protegidas.

• Mais de dois terços das companhias estão investigando alertas de segurança. Em certas indústrias (como saúde e transporte) esse índice é próximo de 50%;

• Mesmo nas indústrias mais responsivas (como finanças e saúde), as empresas estão mitigando menos de 50% dos ataques que sabem serem legítimos;

• As violações são uma forma de chamar a atenção dessas empresas. Em todas as indústrias, tais ataques conduziram para modestas melhorias de segurança em pelo menos 90% das organizações. Algumas indústrias (como do setor de transporte) que são menos sensíveis, a taxa de melhoria cai para 80%.

• Setor público – De todas as ameaças investigadas, 32% são identificadas como ameaças legítimas, mas apenas 47% são eventualmente remediadas;

• Varejo – 32% dos entrevistados do setor disseram que perderam receita devido a ataques no ano passado com cerca de um quarto de clientes perdedores ou oportunidades de negócios;

• Fabricação – 40% dos profissionais de segurança de manufatura disseram que não possuem uma estratégia formal de segurança, nem seguem práticas padronizadas de política de segurança da informação, como ISO 27001 ou NIST 800-53;

• Utilidades – Os profissionais de segurança disseram que ataques direcionados (42%) e ameaças persistentes avançadas, ou APTs (40%), foram os riscos de segurança mais críticos para suas empresas e,

• Saúde – 37% das empresas de saúde disseram que ataques direcionados são riscos de alta segurança para suas organizações.

Conselhos da Cisco para as empresas

Para combater os ataques cada vez mais sofisticados, as empresas devem assumir uma posição proativa em seus esforços de proteção. Com isso a Cisco Security recomenda:

• Manter a infraestrutura e as aplicações atualizadas, para que os invasores não possam explorar fraquezas conhecidas publicamente;

• Combater a complexidade por meio de uma defesa integrada;

• Envolver a liderança executiva desde o início do processo para garantir visibilidade completa dos riscos, resultados e restrições orçamentárias;

• Estabelecer métricas claras e usá-las para validar e melhorar as práticas de segurança;

• Avaliar o grau de conhecimento de segurança dos funcionários com treinamento baseado em função ao invés de padronizado e,

• Definir a defesa com uma resposta ativa. Não ativar o “configure e esqueça”, controles ou processos de segurança.

Para o MCR de 2017, um grupo diversificado de 10 parceiros de tecnologia de segurança foi convidado a compartilhar dados, os quais em conjunto, concluem o cenário de ameaça. Os parceiros que contribuíram para o relatório incluem Anomali, Flashpoint, Lumeta, Qualys, Radware, Rapid7, RSA, SAINT Corporation, ThreatConnect e TrapX. O ecossistema de parceiros de tecnologia de segurança da Cisco é um componente chave da visão da empresa para trazer uma segurança simples, aberta e automatizada para os clientes.

Sobre o relatório

O Cisco 2017 Midyear Cybersecurity Report analisa os métodos de inteligência de ameaças mais recentes coletados pela Cisco Collective Security Intelligence. O relatório fornece informações sobre a indústria seguindo dados e as tendências de segurança cibernética a partir do primeiro semestre do ano, juntamente com recomendações acionáveis para melhorar a conduta de segurança. O estudo se baseia em dados de um amplo rastreamento, totalizando uma inclusão diária de mais de 40 bilhões de pontos de telemetria. Os pesquisadores da Cisco traduzem a inteligência em proteções em tempo real para os produtos e ofertas de serviços que são imediatamente entregues globalmente aos clientes da Cisco.

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FGV EAESP abre Fórum Permanente de Inovação no Setor Público

O Fórum de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará no dia 22 de agosto, a partir das 8h00, debate sobre a importância de inovar no setor público. O objetivo é abrir caminho para incorporar inovações relevantes no setor público que simplifiquem, desburocratizem, agilizem e reduzam custos do setor.

Para que o Brasil recupere seu protagonismo mundial torna-se vital disponibilizar serviços públicos eficazes em desempenho e custo. Será preciso desvencilhar-se de modelos do século XX para atender as demandas do século XXI. Esta mudança será mais rápida e eficaz se houver sinergia e alinhamento entre os meios empresarial, acadêmico, governo e sociedade para avaliar e propor mudanças que alavanquem o desempenho do setor público.

O evento de lançamento do Fórum Permanente de Inovação no Setor Público será coordenado por Florencia Ferrer, pós-doutora em Governo Eletrônico e Especialista em Inovação no Setor Público e Miguel Sacramento, professor doutor da FGV EAESP e especialista em Cenários Futuros e contará com a presença de Pedro Parente, presidente da Petrobrás; Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo; Regis Matos, presidente do CONSEPLAN; Gustavo Nogueira, secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte; Daniel Annenberg, secretário de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo; Roberto Agune, membro do Conselho de Gestão da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de São Paulo; Cibele Franzese, doutora em Administração Pública e Governo e Paulo Tafner, economista e pesquisador do IPEA.

Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3368&P_IDIOMA=0

Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento, basta contatar a assessoria.

SERVIÇO

Evento: Fórum Permanente de Inovação no setor público

Data: 22 de agosto de 2017, das 8h às 17h30

Local: FGV EAESP, Salão Nobre, Rua Itapeva, 432, 4º andar, São Paulo, SP

Programação

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Martins Atacadista elege a solução SAP Hybris como sua nova plataforma Marketplace B2B

O Martins Atacadista, líder do segmento atacadista-distribuidor, depois de lançar uma RFP no mercado, com a participação dos maiores players, elegeu a solução SAP Hybris Commerce Cloud como sua nova plataforma Marketplace B2B. Fundado há mais de 60 anos e sempre focado em atender as necessidades da indústria, clientes e consumidores em todo o território nacional, a empresa planeja oferecer a melhor solução de venda eletrônica para o varejo, sendo um consolidador de compra para o cliente através de uma plataforma Marketplace.

“Precisávamos de uma plataforma capaz de escalar com performance o crescimento do nosso e-commerce B2B e de suportar nosso principal desafio para os próximos anos: nos tornarmos o maior e melhor Marketplace B2B do varejo brasileiro”, salienta Nilton Mayrink, CIO e Head of B2B Sales da Martins.

O executivo destaca, entre os principais motivos que levaram a empresa a optar pela solução SAP Hybris Commerce Cloud, a robustez da ferramenta, o catálogo, a omni-canalidade e o fato de ser a mais completa em funcionalidades para B2B. “Os cases de sucesso no Brasil e no mundo confirmaram a nossa decisão”, destaca.

O go-live da solução está previsto para o início de 2018 e a empresa espera, ao garantir uma experiência de compra diferenciada, aumentar em 40% o faturamento já no primeiro ano. “Também pretendemos iniciar o Marketplace com uma oferta de produtos e diversos serviços para nossos clientes e parceiros”, diz Nilton Mayrink. “Temos um grande trabalho pela frente, mas sabemos que podemos confiar na SAP Hybris como parceira ideal para obtermos os melhores resultados”, sintetiza.

“Estamos muito satisfeitos com a escolha da solução SAP Hybris pela Martins Atacadista como sua nova plataforma Marketplace B2B. Temos certeza de que a robustez, combinada com a flexibilidade e escalabilidade da SAP Hybris Commerce Cloud vão contribuir não só para a expansão do negócio B2B do Grupo como ajudar a melhorar o relacionamento com seus clientes”, comemora Rodrigo Marcondes, vice-presidente de Vendas da SAP Hybris Brasil.

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Polícia norte-americana usa veículo tipo MRAP com câmeras para inibir crimes

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Tirando proveito de novas tecnologias, a cidade de Haverhill, em Massachusetts, Estados Unidos, colocou nas ruas um veículo do tipo MRAP (Mine-Resistant Ambush Protected, ou Protegido Contra Emboscadas e Resistente a Minas). O veículo circula nos pontos mais críticos da cidade de 63 mil habitantes como um fator de inibição para criminosos e como medida preventiva. Equipado com câmeras IP, o MRAP registra os arredores por 72 horas e apoia operações policiais em locais mais propensos a ações criminosas, inclusive de gangues.

O MRAP combina diversas tecnologias. Na carroceria, foi instalada a câmera AXIS P3225-LVE na parte da frente para proporcionar melhor visão em situações de perigo. Do lado do passageiro, uma câmera AXIS Q3505-VE, resistente a golpes de até uma tonelada, foca nas áreas alvo com a ajuda da tecnologia Lightfinder, que visualiza imagens em cores com baixíssima iluminação. Além disso, a vista lateral é complementada por duas câmeras próprias para veículos, a AXIS F1035-E, que têm lente olho de peixe de 194 graus e são resistentes a poeira, chuva, neve, vibrações, impactos e mudanças de temperatura. Iluminadores IR também foram colocados no veículo e podem ser operados remotamente utilizando o AXIS P8221, um módulo que integra as câmeras a outros dispositivos.

“O MRAP é uma das armas do nosso arsenal. A ideia veio de outros departamentos e o veículo é mais utilizado para dissuadir. Acima de tudo, estamos felizes com a clareza e fidelidade das imagens, que eram bastante questionáveis antes da instalação das câmeras Axis”, conclui o Administrador de Rede do Departamento de Polícia de Haverhill, Ron Tuell.

A mesma câmera AXIS F1035-E, criada para uso veicular, é usada pela cidade na van que transporta presos. O equipamento captura as ações dentro e fora do veículo. Graças à tecnologia IP, todas as imagens estão ao alcance das mãos e podem ser vistas em celulares ou tablets através do software da Milestone, parceira da Axis.

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Copom reduz a taxa Selic para 9,25% ao ano

O conjunto dos indicadores de atividade econômica divulgados desde a última reunião do Copom permanece compatível com estabilização da economia brasileira no curto prazo e recuperação gradual. O recente aumento de incerteza quanto ao ritmo de implementação de reformas e ajustes na economia impactou negativamente índices de confiança dos agentes econômicos. No entanto, a informação disponível sugere que o impacto dessa queda de confiança na atividade tem sido, até o momento, limitado;

O cenário externo tem se mostrado favorável, na medida em que a atividade econômica global tem se recuperado gradualmente, sem pressionar as condições financeiras nas economias avançadas. Isso contribui para manter o apetite ao risco em relação a economias emergentes. Além disso, houve arrefecimento de possíveis mudanças de política econômica em alguns países centrais;

O comportamento da inflação permanece favorável com desinflação difundida, inclusive nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. Até o momento, os efeitos de curto prazo do aumento de incerteza quanto ao ritmo de implementação de reformas e ajustes na economia não se mostram inflacionários nem desinflacionários;

As expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus recuaram para em torno de 3,3% para 2017 e para 4,2% para 2018 e encontram-se em torno de 4,25% para 2019 e 4,0% para 2020; e

No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom recuaram para em torno de 3,6% para 2017 e 4,3% para 2018. Esse cenário supõe trajetória de juros que alcança 8,0% ao final de 2017 e mantém-se nesse patamar até o final de 2018.

Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros em um ponto percentual, para 9,25% a.a., sem viés. O Comitê entende que a convergência da inflação para a meta de 4,5% no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2018, é compatível com o processo de flexibilização monetária.

O Copom ressalta que a extensão do ciclo de flexibilização monetária dependerá de fatores conjunturais e das estimativas da taxa de juros estrutural da economia brasileira. O Comitê entende que a evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia (principalmente das fiscais e creditícias) é importante para a queda das estimativas da taxa de juros estrutural. Essas estimativas continuarão a ser reavaliadas pelo Comitê ao longo do tempo.

O Copom ressalta que a manutenção das condições econômicas, até este momento, a despeito do aumento de incerteza quanto ao ritmo de implementação de reformas e ajustes na economia, permitiu a manutenção do ritmo de flexibilização nesta reunião. Para a próxima reunião, a manutenção deste ritmo dependerá da permanência das condições descritas no cenário básico do Copom e de estimativas da extensão do ciclo. O ritmo de flexibilização continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Ilan Goldfajn (Presidente), Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Viana de Carvalho, Isaac Sidney Menezes Ferreira, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Reinaldo Le Grazie, Sidnei Corrêa Marques e Tiago Couto Berriel.

Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa

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Projeto Piloto do e-Social: Uma iniciativa que deu certo – Por Tatiana Golfe

unnamed No último mês, o governo federal disponibilizou para as empresas brasileiras o acesso ao ambiente de testes da plataforma e-Social. O processo, que acontece em duas etapas, teve início apenas com empresas de tecnologia da informação (TI) e, a partir de 1° de agosto, será liberado para todas as empresas do país, que poderão ter acesso à plataforma. A iniciativa faz parte da fase de preparação para o início da utilização obrigatória do e-Social a todos os empregadores do Brasil. O projeto permitirá que todas as empresas brasileiras possam realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada.

Para assegurar o sucesso do projeto e-Social, o governo formalizou uma parceria com a sociedade, com a aderência de empresas de representatividade em seu segmento e que tivesse recurso para suportar o desenvolvimento do projeto. As empresas convidadas a participar do Grupo de Trabalho que desenvolve a plataforma, atuam como parceiras estratégicas para sugestão de melhorias em layouts, detalhamento e esclarecimento nos manuais, identificação de erros e oportunidades de melhoria no ambiente operacional do sistema, entre outros papeis. As empresas participantes contribuíram com suas elevadas expertises em tecnologia para suporte à gestão contábil fiscal, entre elas Questor, Totvs, SAP, Oracle, Senior, Thomson Reuters Domínio Sistemas, ADP Sistemas, LG Sistemas Lugar de Gente, SCI Sistemas, Nasajon, Vexia e Soft-trade, entre outras.

O projeto Piloto do e-Social foi formado pela junção dos principais órgãos do governo como MTE, RFB, INSS, CEF e Previdência Social, com um grupo de empresas e Software Houses, denominado Grupo de Trabalho Piloto. O GT Piloto foi responsável por desenvolver estratégias, alinhamentos técnicos e, principalmente, requisitos operacionais para entregar uma plataforma capaz de realizar a entrega da declaração de maneira simplificada, automatizada e operacionalmente funcional.

Desde 2012 o GT Piloto realiza encontros periódicos para validar regras, layouts e sugestões. Esses encontros de homologação são regularmente agendados para que as empresas e softhouses realizem as validações diretamente no ambiente sistêmico do e-Social. Trata-se de um projeto complexo e grandioso, que abrange cerca de oito milhões de empresas no país.

Para o Brasil este projeto substituirá o procedimento de envio de mais de 13 declarações, formulários, termos e documentos relativos a relação de trabalho. Segundo pesquisas, a implantação do e-Social traz benefícios ao Brasil como um todo considerando a tríade – governo, empregador e empregado -, não somente no aspecto de custo por suas simplificações, mas pela transparência das informações que poderão ser consultadas e validadas tanto pelos funcionários quanto por órgãos que queiram validar, auditar ou fiscalizar as informações.

Hoje, as companhias gastam cerca de 2.600 horas por ano com obrigações acessórias e arquivamento de documentos, o que será reduzido consideravelmente. Outro ponto é a regularização dos trabalhadores autônomos que estão em informalidade, atualmente os entes envolvidos no projeto sofrem com inconsistências vinculadas ao cadastro do trabalhador e com a Qualificação Cadastral esta situação será sanada. Um ponto primordial do e-Social é a redução de fraudes e pagamentos indevidos de seguro-desemprego e abono salarial e acabar com as divergências de valores entre Folha e Gfip.

Foi uma importante experiência participar e contribuir para a evolução de um projeto desta magnitude, no qual tive a oportunidade de testar e elaborar diversos cenários que envolvem o dia a dia de escritórios de contabilidade e empresas em âmbito nacional.

Tatiana Golfe é Especialista de Regra de Negócio da Questor, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país e empresa participante do Grupo de Trabalho que desenvolve a plataforma do e-Social.

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Infracommerce vence como Melhor Operação no Prêmio E-commerce Brasil

A Infracommerce, empresa líder em soluções full service para e-commerce da América Latina, foi eleita a Melhor Operação no Prêmio E-commerce Brasil 2017, em cerimônia realizada na terça-feira, dia 25 de julho, no Expo Transamérica, em São Paulo. A votação, que acontece desde 2011 e elege os profissionais e empresas mais inovadores do e-commerce, é um dos prêmios mais importantes do setor.

Além de conquistar o prêmio como melhor fornecedora de operações de e-commerce, a empresa ainda viu um de seus clientes, o Empório da Cerveja, levar o prêmio como Melhor Loja, na mesma categoria. Luiz Vergueiro, diretor de Logística da Infracommerce, ainda figurou entre os finalistas no quesito logística.

Para o diretor de operações da Infracommerce, André Canuto, a conquista é um reconhecimento importante do trabalho que vem sendo executado, principalmente no segmento full service e a premiação de uma área tão estratégica a esses projetos, que é Operações, reflete esse conceito. “Esse prêmio consolida o sucesso da noss proposta de oferecemos uma gestão completa e da nossa busca incessante pela eficiência e qualidade de serviço com um custo diluído, o que possibilita uma operação sempre campeã, seja para grandes, médios ou e-commerces iniciantes”, destaca.

Segundo Leonardo Longo, do Empório da Cerveja, a vitória representa uma quebra no paradigma que foi conquistado pela empresa. “Conseguimos conquistar um mercado que tradicionalmente não estava habituado a comprar online. Isso se deve muito ao amplo portfólio de mais de 150 rótulos e também por encontrarmos parceiros comprometidos, como a Infracommerce, que abraçou nosso ideal de fazer o produto chegar da forma certa ao consumidor, o que era nosso grande desafio”, afirmou o executivo.

A empresa, criada em 2012, alcançou crescimento histórico desde sua fundação. Em apenas cinco anos, conquistou diversos prêmios do mercado, expandiu atuação internacional e já conta com mais de 500 colaboradores responsáveis por criar e gerir mais de 40 dos maiores e-commerces do Brasil.

A Infracommerce também estará presente no Fórum E-commerce Brasil 2017, nos dias 26 e 27 de julho, com um estande no local, sendo também uma das patrocinadoras do evento. A edição deste ano conta com a participação de mais de 150 expositores e 100 palestrantes de diversos segmentos de atuação. A programação completa pode ser vista em http://eventos.ecommercebrasil.com.br/forum/.

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Prefeito de São Paulo visita sede da Hikvision

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A Hikvison, fornecedora global de soluções e produtos de videovigilância e segurança eletrônica, recebeu ontem (25), em sua sede na China, o prefeito de São Paulo, João Doria. Na ocasião, a fabricante se colocou à disposição da prefeitura para apoiar o Governo Municipal em projetos voltados à vigilância urbana.

Dentre as atividades, a multinacional, com presença em 150 países, apresentou ao prefeito e sua equipe um sistema de drones e o exclusivo projeto Smart City, que oferece uma cobertura completa para o monitoramento de cidades, do ar ao solo, com soluções inovadoras que permitem imagens em altíssima qualidade e traz funções inteligentes para gerenciamento e operação eficiente em tempo real.

“Fiquei muito bem impressionado com a capacidade tecnológica aqui apresentadas pela Hikvision e principalmente com a velocidade em que a companhia cresceu nesses dezesseis anos, atingindo presença mundial e se tornando líder desse mercado com a oferta de suas tecnologias não apenas na China, no continente Asiático, como também na Europa, Estados Unidos, América Latina, especialmente no Brasil. A Hikvision tem mais de ¼ de todos os sistemas de segurança do planeta aplicadas em diversos setores, inclusive para situações públicas”, comentou João Doria, durante a visita.

Segundo o prefeito, em menos de sete meses do seu governo, a cidade de São Paulo já conta com quase 1.500 câmeras e, até 2020, a meta é ter dez mil câmeras monitorando a capital paulista.

Para o country manager da Hikvison do Brasil, Mario Má, é um orgulho para a companhia poder contribuir para a segurança na cidade de São Paulo. “Nós estamos sempre dispostos a contribuir com a sociedade brasileira e esperamos poder ajudar a prefeitura na construção de uma cidade mais segura e moderna”, afirma.

Com 20 mil funcionários, a Hikvision registrou uma receita de US$ 4,67 bilhões em 2016, com uma taxa de crescimento de receita mundial de cerca de 27% e, atualmente, detém 23.2% do mercado global de câmeras de segurança IP. Em 2016, a Hikvison também foi listada no ranking mundial da revista Forbes, que reconhece anualmente as 100 companhias mais inovadoras do mundo. Na 91ª posição, a companhia ficou à frente de multinacionais conhecidas, como a Coca-Cola, marca avaliada em quase US$ 200 bilhões.

A Hikvision possui duas fábricas na China e um centro de montagem de produtos no Brasil. A companhia também conta com cinco Centros de Pesquisa na China, nas cidades de Hangzhou, Chongqing, Wuhan, Shanghai, Beijing, e dois novos centros na América do Norte: Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Montreal e Instituto de Pesquisa no Vale do Silício, Califórnia, EUA.

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Fintech do Conglomerado Barigui mira no crédito de home equity

Visando descomplicar a oferta de crédito, oferecendo juros mais baixos na modalidade com garantia, maior prazo de pagamento e rápida aprovação, surgiu a BCredi, fintech que fornece crédito imobiliário em um processo 100% online. Parte do Conglomerado Financeiro Barigui, com mais 20 anos de atuação no setor, a BCredi chega para modernizar e popularizar o empréstimo com garantia de imóvel no País.

Muitos brasileiros ainda tem uma certa resistência em colocar imóveis como garantia para obtenção de crédito, mas, segundo a fundadora da BCredi, Maria Teresa Fornea, essa é uma barreira fácil de ser vencida diante das vantagens que traz. “É possível economizar quase 80% do que é pago mensalmente em juros em modalidades muito mais populares como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito, por exemplo”, explica.

Prova disso é que a BCredi já forneceu 450 milhões de reais em financiamentos e oferece hoje uma das menores taxas do mercado para os mais de 5 mil clientes cadastrados em sua plataforma. Além da experiência no mercado de crédito imobiliário, a BCredi ainda conta com uma operação rápida e prática. “Grandes bancos podem levar de três a quatro meses para aprovar processos que envolvam imóveis em garantia. Nós desenvolvemos um sistema para fazer isso em até 10 dias”, reforça Maria Teresa.

De acordo com dados da empresa, o volume de crédito para pessoa física e PME’s no Brasil é quase 35 vezes menor do que no mercado norte-americano. Ainda assim, o impacto na renda mensal com o pagamento de dívidas é o dobro para o brasileiro. “Isso ocorre, principalmente, porque as modalidades mais populares por aqui têm juros muito altos e prazos mais curtos – o que nós pretendemos mudar, já que o País tem um grande potencial: a estimativa é que 70% de seus imóveis estão disponíveis para serem usados como garantia”, adiciona a fundadora.

O crédito com garantia de imóvel, também conhecido como home equity, é um refinanciamento de imóvel com alienação fiduciária. O empréstimo é ideal para profissionais liberais, pequenos empreendedores e assalariados em geral, proprietários de casa ou apartamento, interessados em troca de dívidas, investimentos ou mesmo aporte para reforma e construção. Para quem deseja comprar um novo imóvel, mas não tem comprovante formal de renda, como holerite, a BCredi também oferece o tradicional financiamento imobiliário, com maior flexibilidade na análise de crédito.

Interessados só precisam acessar o site da www.bcredi.com.br – onde encontram comparadores da garantia de imóvel com outros tipos de crédito -, e fazer passo a passo a contratação online. Depois disso, a fintech se encarrega de toda a etapa documental, como um despachante, e disponibiliza consultores para atender eventuais dúvidas. “Temos os mais diferentes casos de sucesso de clientes que buscaram crédito com mais rapidez e taxas bastante atraentes para investir no próprio negócio, montar uma franquia ou liquidar dívidas”, finaliza a executiva da BCredi.

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Como conhecer e atender melhor o consumidor do mundo digital? – Por Daniel Moretto

Daniel Moretto

A interferência da tecnologia na vida das pessoas se tornou uma realidade sem a qual não conseguimos imaginar o cotidiano. Há algum tempo o telefone já não é mais o principal e o único canal de relacionamento entre empresas e clientes, e existem inúmeras possibilidades de comunicação, o que vem afetando diretamente o setor de contact center. Agora, quem quer estar à frente precisa se transformar e inovar seus processos para atingir a excelência no atendimento.

Hoje, o que vem mudando a percepção do consumidor e sua preferência por determinadas marcas é a forma como ele se relaciona com as empresas e sua experiência de atendimento, seja por telefone ou outros canais. Neste cenário, o que diferencia as empresas que se preocupam em oferecer a melhor experiência e qualidade de contato, das que simplesmente querem atender o consumidor no formato tradicional, é o investimento em inovação e tecnologia e a diversidade da oferta de canais de atendimento para que o cliente possa escolher como ele quer interagir.

Perseguir o espírito da inovação e institucionalizar a melhoria contínua, não são metas triviais. Investimento em tecnologia de ponta, automatização de ferramentas e amadurecimento de processos não bastam para se atingir um estado de arte no atendimento ao cliente. Quando se fala em experiência ominichannel, é necessário realizar uma jornada “de fora para dentro”, navegando pelos diversos canais hoje disponíveis e capturando cada detalhe da trajetória do atendimento sob a perspectiva do cliente. Após mergulhar nessa relação e redesenhar os processos, conseguimos garantir a excelência na entrega do serviço, mantendo as melhores práticas globais.

Essa proximidade com o consumidor final aliada a tecnologia de inteligência analítica, é o que nos faz entender o comportamento e preferência desses consumidores, modelando números e estatísticas que norteiam nosso trabalho para seguir oferecendo o melhor serviço e desenvolver estratégias assertivas, aprimorando a tomada de decisão com base na escolha de cada consumidor. No final do dia, é como se esses consumidores fossem nossos clientes.

E toda essa transformação do setor de contact center, não deve parar por aí! Olhando para o futuro, a Concentrix discute em fóruns de inovação sobre o conceito do VCA (Virtual Customer Assistant), que engloba não só a inteligência artificial aplicada no atendimento ao consumidor, mas também uma captura cognitiva do comportamento do cliente. Ou seja, vislumbramos um horizonte onde será possível implementar análises apuradas e, através da captura cognitiva de sentimentos pela inteligência artificial, aliada a velocidade das transações com os assistentes virtuais, entregar um atendimento de altíssimo valor agregado.

Este, sem dúvida, será o novo panorama do setor de atendimento ao cliente em um breve futuro, já que essa realidade já é visível em plataformas como smartphones e social media. A maneira como capturamos os detalhes e o sentimento do nosso cliente, independente do canal em questão, e a forma como conduzimos esta jornada, é o que trará destaque para as empresas do setor. O mercado mudou e as mudanças serão a única constante em nosso segmento. Nós, na Concentrix, acreditamos muito na evolução das tecnologias e nos preparamos para ela.

Daniel Moretto é country manager da Concentrix Brasil, empresa global especializada em soluções de outsourcing.

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FEBRABAN: DDA ganha impulso com a Nova Plataforma de Cobrança

O DDA (Débito Direto Autorizado), serviço criado há oito anos pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) em conjunto com os bancos, e que possibilita a eliminação de boletos emitidos em papel, ganhará novo impulso com a entrada em vigor da Nova Plataforma de Cobrança, que teve a primeira fase iniciada no último dia 10 de julho. Com o novo sistema, que tem como base os boletos de pagamento registrados, todos os consumidores poderão optar em receber seus boletos eletronicamente desde que façam a adesão ao DDA. Assim, além da maior segurança e comodidade de pagar títulos em qualquer agência bancária (mesmo após o vencimento), o cliente poderá dispensar o boleto impresso em papel e efetuar a operação por meio dos canais digitais.

De acordo com Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Operações da FEBRABAN, com a Nova Plataforma o DDA se tornará um eficiente sistema de apresentação dos boletos de pagamento, pois agora todos os boletos terão os dados exigidos pelo Banco Central (CPF, CNPJ, nome e valor) armazenados numa base centralizadora na Nova Plataforma. Ele explica que, com o registro das cobranças feito pelas empresas, ou cedentes, nos bancos de relacionamento, o consumidor pode se cadastrar como “pagador eletrônico” na instituição em que tem conta e, a partir daí, visualizar eletronicamente todos os boletos registrados pelas empresas cedentes. “Sem a cobrança registrada não era possível dispor do DDA”, afirma.

Desde outubro de 2009, quando o DDA entrou em operação, até o último mês de junho, o sistema contabiliza 12,9 milhões de pagadores eletrônicos e um total de 1,96 bilhão de boletos de pagamento registrados.

O que é o DDA

O DDA foi lançado em 2009 pela FEBRABAN em parceria com outras associações de bancos. O serviço de apresentação eletrônica de boletos bancários permite que todos os compromissos de pagamentos sejam recebidos eletronicamente, por meio das instituições que atendem pessoas físicas e jurídicas.

Os valores das transações, desde que autorizados pelo pagador, são automaticamente creditados na conta corrente dos clientes credores. No DDA, o cliente visualiza a cobrança e decide se e quando vai pagá-la, diferentemente do débito automático, em que há um acerto prévio com o banco de que a conta será debitada automaticamente na data de vencimento.

Depois de fazer o registro como “pagador eletrônico”, caso haja cobrança em seu nome, a ferramenta permite ao cliente reconhecer a dívida e, após o reconhecimento, autorizar o débito para o pagamento. O cadastro também pode ser feito pelos canais eletrônicos.

No caso de boletos não registrados, os bancos não recebem previamente as informações que constam nos boletos gerados, fazendo com que a instituição financeira somente tenha conhecimento da cobrança na liquidação do boleto. Esta modalidade foi descontinuada em 2015 e os clientes que já a utilizavam migrarão para a cobrança registrada para que possam usufruir agora dos benefícios da Nova Plataforma de Cobrança.

“O DDA é um sistema que foi criado, entre outros motivos, para diminuir o uso de papel na emissão de boleto bancário”, afirma Faria. “Se o cliente está registrado no DDA, ele continuará recebendo essas informações eletronicamente, que ficarão arquivadas no histórico do seu internet banking, por exemplo. ”

O diretor da Federação também ressalta que a cada ano cresce o uso dos canais digitais no Brasil. De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2016, os meios eletrônicos foram responsáveis por 57% das transações realizadas no País no ano passado, um aumento de 19 pontos percentuais em relação ao registrado há cinco anos atrás. “Há uma transformação comportamental e a migração do consumidor para os canais de atendimento digital, o que deverá impulsionar uma adesão cada vez maior ao DDA ao longo do tempo”, diz.

Boletos vencidos

Com implantação escalonada, com previsão de término em dezembro, a Nova Plataforma evitará fraudes com mecanismos que trazem mais controle e segurança para os pagamentos. O novo sistema também possibilitará o pagamento de boletos vencidos em qualquer banco. “Essa vantagem já era oferecida para os clientes que aderiam ao DDA desde 19 de março de 2012”, relembra Faria.

Com a Nova Plataforma de Cobrança, quando o consumidor (pessoa física ou jurídica) fizer o pagamento, mesmo de um boleto vencido, nesse momento será feita uma consulta à base centralizadora do sistema para checar as informações. Se os dados do boleto que estiver sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema, a operação é validada.

Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá realizar o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que somente essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias. O novo sistema trará um comprovante de pagamento mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, como juros, multa, desconto, etc), além de informações do beneficiário e pagador.

Benefícios e cronograma

O sistema atual de pagamentos de boletos foi criado em 1993. O boleto é um documento usado pelos bancos e seus clientes para recebimento de valores referentes a uma determinada venda de produto e serviço. Qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer uma cobrança por meio de boletos bancários, basta uma conta bancária e contratar o serviço junto ao banco.

A Nova Plataforma de Cobrança aperfeiçoa o modelo de boletos bancários com mecanismos que trazem mais controle e segurança a esse meio de pagamento, garantindo, dessa forma, maior confiabilidade e comodidade aos consumidores. Todas as informações de um boleto registrado no banco emissor serão validadas pelo banco recebedor no ato do pagamento. As informações de emissão de um mesmo boleto precisam coincidir com as do recebimento. Com a Nova Plataforma será possível fazer essa contraprova, e checar a veracidade de um boleto que está sendo pago, reduzindo risco de fraudes por adulteração de dados.

A Nova Plataforma também contribui para melhorar a gestão das empresas, com a maior rastreabilidade e controle dos dados dos documentos; traz maior controle dos processos que envolvem as operações que transitam pelo sistema financeiro e ainda gera maior transparência aos processos em geral.

Dada a ampla utilização de boletos no Brasil – por ano, cerca de 3,7 bilhões de documentos emitidos – a validação por meio da Nova Plataforma de Cobrança será realizada em etapas. No último dia 10, iniciou-se a primeira fase, na qual agora passam pelo sistema os boletos com valor superior a R$ 50 mil. A partir de 11 de setembro serão validados os boletos com valores entre R$ 49.999,00 até R$ 2.000,00. Em 9 de outubro será a vez dos boletos com valores entre R$ 1.999,99 e R$ 500,00. Os boletos com valores entre R$ 499,99 e R$ 200,00 passarão a ser validados a partir de 13 de novembro. E, por fim, boletos abaixo de R$ 200,00 entram na Nova Plataforma a partir de 11 de dezembro.

Boletos x contas de concessionárias

Para se evitar problemas no momento do pagamento de um documento na rede bancária, é importante salientar que, no código de barras do boleto de pagamento, os três números iniciais na linha digitável do código de barras identificam a instituição que emitiu o documento. O boleto de pagamento poderá ser recebido em qualquer canal de recebimento dos Bancos.

Já as contas de concessionárias – como água, luz, telefone, gás, energia, tributos municipais e estaduais, carnês, contribuições sindicais, impostos, entre outros- são reguladas somente por contrato negociado entre a instituição financeira e a concessionária/órgãos de serviços públicos. Assim, somente os bancos que celebraram contrato com as concessionárias/órgãos de serviços públicos poderão receber os documentos de arrecadação, sendo que, em geral, os emissores dos documentos de arrecadação listam no próprio documento quais Bancos estão aptos a recebê-los.

A linha digitável de uma conta de arrecadação sempre começa com o número 8.

Fonte: FEBRABAN

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Chevrolet Onix é o carro parceiro do lançamento do Waze para Android Auto

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O Chevrolet Onix foi escolhido o carro parceiro do lançamento do Waze para o sistema Android Auto no Brasil. A estreia permite que motorista do Novo Onix navegue com o app diretamente na tela do multimídia MyLink do veículo.

Para os motoristas, além de poder acompanhar o caminho em uma tela maior que a do smartphone, outra vantagem é a possibilidade de interação com o aplicativo por meio da tela touchscreen do MyLink ou pelo sistema de comando de voz do carro, minimizando distrações e tornando o uso mais seguro.

“O consumidor busca um carro com o qual ele se identifique e que ofereça soluções capazes de tornar o trajeto dele mais prazeroso, simples, inteligente. É isso o que já oferecemos com o MyLink e o OnStar e que agora ampliamos com essa parceria com o Waze. A Chevrolet é líder no Brasil e na América do Sul por colocar o consumidor no centro de tudo o que faz, oferecendo os mais inovadores e surpreendentes carros para o mercado”, diz Carlos Zarlenga, presidente GM Mercosul.

O Waze possui uma rede global com mais de 75 milhões usuários ativos mensais – além de 420 mil editores de mapa voluntários e diversos parceiros orientados por dados. O Brasil representa uma das maiores redes de motoristas e é um dos mercados mais importantes para o Waze. Somente na Grande São Paulo, o app tem mais de 3,5 milhões de usuários ativos que dirigem mais de 500 milhões de quilômetros por mês.

“A receptividade do motorista brasileiro para a inovação é um dos motores do nosso sucesso”, disse Andre Loureiro, diretor-geral de publicidade do Waze no Brasil. “O Waze tem um relacionamento recíproco e colaborativo com os brasileiros, e é um prazer demonstrar alguns dos recursos e parcerias mais interessantes no país. Agradecemos ao Chevrolet Onix por nos ajudar a trazer este lançamento emocionante à vida”.

Usando a estrutura do Android Auto, o Waze está integrado diretamente na tela do console central do carro. A entrada do app no sistema do Android Auto traz o poder da rede de usuários do Waze diretamente para o painel do carro, com rotas inteligentes, reduzindo as distrações e ainda ajudando o motorista a fugir do trânsito. Além disso, também é possível utilizar as configurações de voz do Google, que são semelhantes às utilizadas no Waze e permitirão que os motoristas interajam com o app via controle de voz.

Pensado para os dias de hoje

O Onix foi o carro escolhido para o lançamento do Waze para o sistema Android Auto por ser considerado pela montadora o carro mais conectado fabricado no Brasil. Lançado em 2012, o Chevrolet democratizou em seu segmento o sistema multimídia e mais recentemente a tecnologia exclusiva de telemática avançada OnStar, que consiste num canal direto entre o automóvel e uma central de atendimento 24h que oferece serviços de comodidade, segurança, emergência e monitoramento.

Os serviços vão desde envio automático de resgate em acidentes até auxílio na recuperação do veículo em caso de roubo. O contato com a central de atendimento pode ser feito por meio de um botão no painel. O OnStar possibilita ainda interação com o veículo por meio de aplicativo para smartphone. Com isso é possível, por exemplo, fazer uma checagem dos principais sistemas mecânicos de forma remota.

“A Chevrolet colocou o smartphone na tela do carro através do MyLink e colocou o carro na tela do celular através do OnStar. Esse é um dos diferenciais competitivos do Onix. É um dos motivos que o transformaram no automóvel preferido do brasileiro e no mais vendido da América Latina”, explica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

Conectividade ganha relevância

Pesquisas apontam que tecnologias como a conectividade ganham cada vez mais importância na lista de prioridades dos consumidores de carros de entrada. Já são a segunda razão de compra, superando os atributos mecânicos – design continua sendo o quesito mais relevante.

“No Onix, estes atributos são percebidos no sistema de conectividade total, na direção com assistência elétrica de série, na opção de transmissão automática de seis marchas, no baixo consumo de combustível e na sensação de amplo espaço interno, principalmente”, completa Mahnke.

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Veja o que mudou para o investidor-anjo

Pequenas empresas startup alcançaram mais uma conquista no último dia 21 de julho. A receita federal definiu, mediante a Instrução no. 1719/2017, as alíquotas que incidirão sobre os rendimentos obtidos pelos chamados “Investidores-anjo”.

Investidor Anjo é toda pessoa física ou jurídica (inclusive fundo de investimento) que investe numa sociedade de pequeno porte que esteja iniciando suas atividades (startup), e cuja parceria atenda às demais características previstas na Lei Complementar 155/2016.

Geralmente, o investidor aporta na sociedade, em contrapartida ao recebimento de uma participação no negócio, cujas regras são definidas em um “contrato de participação”. Tem como principais características o investidor-anjo não possuir poder de voto nas deliberações da investida e não responder por suas obrigações, não se confundindo, assim, com um sócio tradicional, apesar de sua remuneração ser calculada com base na sua participação na sociedade.

Conforme ressaltado pela advogada Katia Antunes, do escritório Antunes Silva Advogados, a normativa da receita federal deixou ainda mais claro que o investidor anjo não se enquadra como um sócio típico da empresa, o que colabora para que os investidores se sintam ainda mais seguros quanto a não poderem ser responsabilizados pelas obrigações assumidas pela investida. Porém, há um custo nisso. Enquanto a remuneração dos sócios recebidos sob a forma de dividendos é isenta de qualquer tributação, os rendimentos dos investidores anjo passam a ser tributados, pela receita federal, de maneira similar aos investimentos financeiros.

A partir da Instrução no. 1719/2017, são aplicáveis as alíquotas seguintes:

22,5% em contratos de participação com prazo de até 180 dias;

20% em contratos de participação com prazo entre 181 dias a 360 dias;

17,5% em contratos de participação com prazo entre 361 dias e 720 dias; e

15% em contratos de participação com prazo superior a 720 dias.

Assim, para a advogada Katia Antunes, o investidor anjo se tornou importante meio de investimento em sociedades startup, mas o estudo de outras formas de participação num negócio permanecem importantes para garantir a rentabilidade e o estilo de participação desejados, havendo como alternativas ao investidor anjo, conforme o caso, a constituição de sociedades em conta de participação, subscrição de quotas, aquisição de ações preferenciais, constituição de fundos, empréstimos garantidos, parcerias, dentre outras.

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Aplicativo ajuda feira reduzir distribuição de papéis entre os visitantes

O Brasil está cada vez mais conectado. Segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) para cada habitante haverá um smartphone em uso até o final de 2017. De olho neste comportamento, a Brazil Promotion – Live Marketing and Retail, maior feira de marketing promocional do Brasil, investe em inovação e interatividade trazendo para o evento o Midiacode (www.midiacode.com.br), aplicativo responsável por permitir que todo conteúdo informativo da feira seja guardado e compartilhado por meio do aparelho celular dos visitantes.

Materiais como apresentações, programação de palestras, mapa dos expositores, catálogos, preços dos produtos e informações gerais serão transformados em códigos que, ao serem capturados pelas lentes do celular ficam armazenados no celular e na nuvem, podendo não consumir a memória do dispositivo móvel. Outro benefício do uso da plataforma é em relação a redução de papéis impressos e distribuídos no evento, contribuindo com o meio ambiente e evitando que os visitantes carreguem panfletos em excesso.

“É necessário tornar os eventos mais inteligentes e sustentáveis, dando aos participantes a chance de acessarem e compartilharem os conteúdos adquiridos quando e onde quiserem. As pessoas vivem com os celulares nas mãos e as empresas têm que ocupar esse espaço com conteúdo informativo e útil para o dia a dia das pessoas, mesmo após a realização do evento”, explica Robson Lisboa, CEO e fundador do Midiacode.

A plataforma ainda gera dados analíticos para a organização do evento e expositores, permitindo promover ações cada vez mais alinhadas com os interesses e necessidades de seus públicos. “A Brazil Promotion é reconhecida como uma grande inspiradora de tendências e não podíamos deixar o mobile de fora. O uso do Midiacode traz muitos benefícios aos usuários, organizadores do evento e também para seus expositores, pois poderemos mensurar o que mais chamou a atenção das pessoas”, enfatiza Thais De Vitto, diretora de Novos Negócios da Brazil Promotion.

Os visitantes já credenciados receberão uma mensagem convidando a instalem o Midiacode em seus smartphones. Além disso, durante os três dias da Brazil Promotion, haverá um estande estimulando as pessoas a baixarem e utilizarem o serviço.

A 15ª edição da Brazil Promotion acontece entre os dias 1 e 3 de agosto, no Transamérica Expo Center. O evento reúne mais de 200 empresas, de todos os portes, com o que há mais moderno em brindes e presentes corporativos, produtos e serviços promocionais para ações de live marketing, além de gráficas especializadas, agências, soluções para o ponto de venda, serviços para eventos, marketing digital e soluções para o varejo. Entre os expositores já confirmados estão: Vivara, Swarovski, Zona Criativa, Samsonite, Copag, FOM, entre outros.

A visitação à feira é gratuita. O pré-credenciamento já pode ser feito no site www.brazilpromotion.com.br. No dia do evento, basta retirar o crachá de acesso na recepção. Não é permitido o acesso para menores de 18 anos, mesmo que acompanhados pelos responsáveis.

Brazil Promotion – Live Marketing and Retail 2017

Data: 1 a 3 de agosto

Horário: das 13h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo – SP

Mais informações sobre a feira: www.brazilpromotion.com.br

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