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Cipher registra crescimento de 38% no Brasil

A CIPHER, empresa especializada em serviços de cibersegurança, anuncia crescimento de 38% em 2017 no Brasil e prevê um crescimento global de 25% em 2018.

De acordo com Paulo Roberto Bonucci, vice-presidente da CIPHER no Brasil, o bom desempenho foi alavancado por investimentos na área de Governança, Risco e Compliance (GRC) que teve um aumento de demanda em 2017 por conta da grande onda de ataques cibernéticos. “As indústrias estão exigindo a implantação de mais soluções de segurança. Nesse cenário, conseguimos aumentar o nível de entregas e consolidamos nosso posicionamento estratégico como uma das principais fornecedoras de serviços e soluções de cibersegurança para o mercado enterprise”, comenta.

Ainda de acordo com o vice-presidente, a área de Desenvolvimento e Pesquisas do Laboratório de Inteligência da CIPHER também registrou um crescimento de entregas impulsionado pelos ataques do ano passado. “As empresas passaram a nos procurar para fazer investimentos rápidos e emergenciais. Em uma análise da companhia, 2017 foi marcado pela criação de novos projetos em segurança – por pressão do mercado – que não estavam no budget das empresas, mas que devem estar no planejamento deste ano”, analisa Bonucci.

A empresa, que está há 18 anos no mercado, é líder no segmento de Serviços Gerenciados de Segurança (MSS – Managed Security Services) e oferece soluções completas que permitem ser um “one stop shop” para seus clientes. A CIPHER mantém três unidades de negócios (Business Units) integradas para acelerar a entrega dos projetos – Managed Security Services, Serviços Profissionais e Integração de Sistemas de Segurança. Entre os mais de 200 clientes de seu portfólio, estão empresas avaliadas como as 500 maiores do país em todos os segmentos de mercado

“Iniciamos um plano em 2016 de mudanças nos processos de entrega da companhia, com contratações e reposicionamento de marca. Então, em 2017 conseguimos executar de forma genuína nosso planejamento, garantindo eficiência máxima no atendimento ao cliente e soluções adequadas às necessidades específicas do mercado brasileiro”, destaca o VP da CIPHER Brasil. No ano passado, a companhia firmou contratos com grandes empresas em infraestrutura, o que também contribuiu para o crescimento.

Para 2018 a companhia reserva grandes novidades. Entre os planos que podem ser adiantados estão a ampliação da presença global e da atuação regional no segmento de governo, aquisições e parcerias estratégias que devem contribuir para atingir as metas. “Estamos apostando no crescimento de 25% do nosso MSS, número acima do mercado de segurança – que de acordo com o Gartner e IDC deve crescer 15%. Além disso, investiremos mais em Marketing, lançamento de novos serviços e no crescimento de revendas de infraestrutura de hardware e software de cibersecurity”, revela Bonucci.

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SONDA aumenta o lucro líquido em 145,9% e atinge receita de US$ 1.368 bilhão em 2017

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, apresentou seus resultados para 2017, registrando uma receita de US$ 1.368 bilhão.

O EBITDA alcançado foi de US$ 101,9 milhões e o lucro líquido totalizou US$ 64,8 milhões, chegando a US$ 105,6 milhões com a inclusão de US$ 41 milhões gerados pela venda de sua participação na Imed, no Chile. No total, um aumento de 145,9% em 2017.

As operações fora do Chile atingiram receitas de US$ 771,2 milhões, o que equivale a 56,3% do total consolidado. A margem EBITDA do período foi de 12,1%, com destaque para a operação chilena, que registrou 17,3%. A operação brasileira, por sua vez, registrou melhorias consecutivas em sua margem EBITDA nos quatro trimestres do ano, atingindo 7,6% no quarto trimestre.

Em termos comerciais, o aumento de 24,8% nos fechamentos de negócios se destacou positivamente, atingindo US$ 1.327,9 bilhão, impulsionado principalmente por um maior nível de fechamentos no Brasil, país no qual a cifra aumentou 102,2% em relação mesmo período ao ano anterior. Já as oportunidades de negócios atingiram US$ 3.241,8 bilhão, com crescimento de 14,1% em relação ao ano anterior.

De acordo com o CEO da SONDA América Latina, Raúl Véjar, 2017 foi um ano difícil na região, o que impôs planos para enfrentar e resolver adequadamente os desafios do período. “A operação brasileira alcançou melhorias nas margens como resultado dos planos de ação que realizamos e do progresso que está começando a ser visto na economia desse País. No nível comercial, tivemos um crescimento significativo no encerramento dos negócios, o que gera perspectivas favoráveis para 2018”, acrescenta Vejar.

Para o CEO da SONDA Brasil, Affonso Nina, o aumento de mais de 100% em fechamento de negócios no País é um indicador de que a operação está trabalhando alinhada aos planejamentos. “Em 2018, as medidas que prevemos implementar em nossa operação brasileira impulsionarão a busca por resultados ainda melhores, que também se apoiará na esperada retomada da economia”, finaliza Nina.

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Uso de Agile e DevOps gera aumento de até 60% nos lucros de produtoras de software

Empresas estão comprometidas com a adoção de Agile e DevOps, mas ainda não aproveitam os benefícios que as práticas podem fornecer. Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela CA Technologies, que entrevistou mais de 1200 executivos de TI sobre o uso de Agile e DevOps na transformação digital. Entre os dados sobre o Brasil, destaca-se que 84% dos entrevistados reconhecem que as abordagens Agile e DevOps colaboram para o sucesso significativo nos negócios quando implementadas juntas.

O estudo apresenta as características dos “Mestres em Agilidade” (18% dos entrevistados), da qual fazem parte as organizações mais próximas à adoção total e que realizam as principais, ou quase todas, ações para tornar Agile e DevOps uma parte essencial de suas operações diárias. Estes “Mestres em Agilidade” também estão mais propensos a usar práticas da abordagem Agile em outras funções da empresa, por isso o aumento de 60% na receita e nos lucros e a probabilidade de expandir seus negócios 2,4 vezes maior – com uma taxa de aumento acima de 20% -, não é apenas uma coincidência.

“O aumento de demanda no mercado de aplicativos não justifica a entrega de produtos de baixa qualidade. Para isso, práticas como Agile são essenciais para que as Modernas Fábricas de Software atendam às exigências de seus clientes”, comenta Francisco Dal Fabbro, VP Latam de Agile da CA Technologies. Segundo ele, a flexibilidade é essencial para se adaptar às transformações do cliente, expectativas dos usuários, mudanças regulatórias e as oportunidades de negócio.

Nem tudo se refere a tecnologias e processos: a perspectiva das pessoas

O estudo também mostra que as organizações têm desafios semelhantes: cultura, capacidades, investimento em programas e alinhamento da liderança. A pesquisa destaca um reconhecimento geral de que a adoção de práticas Agile e DevOps ao longo do ciclo de vida do software não é apenas uma questão de novas capacidades e padrões de trabalho. Para alguns, isso também exige uma mudança importante na mentalidade e no comportamento; isto é, essas mudanças são uma questão relacionada às pessoas, mesmo no nível de diretoria.

O Brasil acompanha as tendências mundiais em relação as principais prioridades para melhorar a eficácia identificada pelos entrevistados incluem:

– Melhorar a cultura da organização para incentivar e recompensar a colaboração (94%);

– Mais apoio e compromisso da administração em todos os níveis (85%);

– Treinamento para as equipes de TI sobre como colaborar e incorporar as melhores práticas em suas atividades diárias no trabalho (86%) e mais suporte e comprometimento da gestão (85%), e

– Aliviar as pressões de tempo para que as equipes possam adotar práticas Agile e DevOps efetivas (85%).

Os entrevistados também disseram que é muito difícil ou desafiador encontrar profissionais familiarizados com os métodos Agile (63%), que tenham experiência com DevOps (80%) e/ou tiveram experiência de trabalho colaborativo em sua equipe (52%). Isso indica claramente uma falta de capacidades na maioria das organizações, o que exige recursos disponíveis, principalmente treinamentos.

Segundo Fabbro, quando há aumento de demanda para atender uma nova tendência de mercado, as empresas têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados. “Os cursos de formação não se adaptam tão rápido quanto as empresas. Por isso, elas também precisam apostar em seus talentos, desenvolver profissionais e aumentar sua capacidade de atender o cliente final”, explica.

Conexão entre execução e resultados dos negócios

A conexão entre as abordagens Agile e DevOps e os resultados dos negócios se concentra no ciclo de feedback contínuo de experiências de clientes em tempo real para a engenharia de requisitos, mostrando o desempenho de entrega de software e apoiando o próprio negócio. Assim, para aproveitar ainda mais os benefícios das abordagens Agile e DevOps, as organizações também devem usar a rapidez e a flexibilidade dos ambientes na nuvem, em contêineres e outras novas arquiteturas de desenvolvimento e entrega de códigos, com uma leve mudança em todas as atividades – como testes contínuos – e granularidade mais fina da iteração em todo o ciclo de operações e entrega de software.

Método da pesquisa

A pesquisa global online com 1.279 diretores de TI e executivos foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela empresa de análise de mercado Freeform Dynamics. A pesquisa também contou com entrevistas por telefone com executivos importantes do setor. Veja todos os detalhes sobre a metodologia da pesquisa no relatório How Agile and DevOps enable digital readiness and transformation.

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Desktop como serviço reduz custos em 50%

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, está reforçando sua oferta de DaaS (Desktop as a Service) para o mercado brasileiro. Já disponível no Brasil, o serviço de desktop virtual hospedado em nuvem promete reduções de 40% a 60% em infraestrutura de hardware.

O líder de operações de infraestrutura de TI da T-Systems Brasil, Guilherme Barreiro, explica que o serviço pode ser acessado por meio de computadores, tablets e celulares. “Isso significa que o usuário pode armazenar, transportar e acessar dados corporativos, exatamente como estão em máquina de origem, em qualquer aparelho com acesso à internet”, diz.

Além da facilidade de acesso, um dos maiores benefícios do DaaS é a redução de custos. A única condição para que ele seja utilizado é sua implementação e uma conexão Wi-Fi estável. Isso significa que o acesso pode ser feito por meio de qualquer computador, mesmo os mais antigos, uma vez que o poder computacional é configurado diretamente na nuvem e pode ser ajustado conforma a necessidade do cliente.

“Por exemplo, se um diretor financeiro precisa processar o fechamento contábil uma vez por mês, ele não precisa comprar uma máquina mais potente para isso. Basta pedir que as configurações do DaaS sejam reforçadas neste período, agilizando o processamento das informações”, compara.

Isso reduz a necessidade de investimentos em hardware e, também, os custos de manutenção, uma vez que eventuais problemas no DaaS podem ser solucionados remotamente. “Somente estes fatores representam uma economia que pode chegar a 60% dos valores gastos com hardware e manutenção”, informa Barreiro.

De acordo com o executivo, o serviço é indicado para profissionais em trânsito, ou que executem serviços em campo. “Muitas vezes estes profissionais prestam serviços em empresas que não permitem a entrada de máquinas de terceiros”, afirma, lembrando que o serviço garante mais autonomia a estes profissionais. Todavia, o DaaS permite com que o custos de TI da empresa sejam reduzidos exponencialmente já que o ciclo de vida de notebooks e desktops antigos podem ser expandidos já que toda a carga de poder computacional e disco necessários estarão na nuvem.

Além do desktop remoto, o serviço conta também com processos automáticos para atualização de backup, de dados e segurança, isso por meio de uma rotina com datas e horários previamente agendados. “É uma solução bastante eficaz, pensada para reduzir custos e facilitar a vida dos colaboradores de nossos clientes”, conclui.

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Stefanini firma parceria com a VANTIQ, startup do Vale do Silício

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, se une à VANTIQ, uma startup de tecnologia do Vale do Silício para oferecer a VANTIQ Application Platform. Considerada inovadora pelo mercado, a solução permite desenvolver soluções digitais complexas em questão de dias, o que acelera o processo de implementação de projetos relacionados principalmente à Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês), além de outros voltados aos modelos de negócios digitais. De acordo com um estudo da consultoria IDC, somente em 2018 o mercado de IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil.

Segundo Breno Barros, diretor de Inovação & Negócios Digitais da Stefanini, as empresas estão em sinergia, uma vez que buscam contribuir para a transformação digital em seus clientes. “A VANTIQ é uma empresa pioneira do Vale do Silício e encontrou na Stefanini uma grande parceira para alavancar negócios no Brasil. Nossos clientes têm muito a ganhar com essa colaboração, uma vez que ela torna possível o desenvolvimento de soluções inovadoras de forma rápida”, ressalta.

A VANTIQ é uma plataforma de soluções digitais em tempo real as-a-Service (PaaS), que visa a colaboração entre pessoas e máquinas para o desenvolvimento de negócios digitais mais eficientes. Por meio dela, é possível construir a lógica de um software e distribuí-lo em formatos diferentes para vários dispositivos, o que permite aos profissionais focarem em características específicas. No modelo anterior, era necessário desenvolver os códigos, linha a linha, o que demandava de pessoas um longo tempo. A plataforma da VANTIQ torna possível reduzir o desenvolvimento das soluções de meses para dias.

Além disso, a plataforma oferecida pela Stefanini também permite o gerenciamento em tempo real dos aplicativos para compreender os sistemas e agilizar a tomada de decisão. “A Stefanini e a VANTIQ estão alinhadas na importância de colaborar com seus clientes no processo de transformação digital, do ponto de vista tecnológico. Sabemos que o mercado está sob pressão e que as empresas que não participarem dessa transição, de maneira rápida, estarão fora do mercado nos próximos dez anos”, afirma Marty Sprinzen, CEO da VANTIQ, em visita recente ao Brasil.

Para Eduardo Schvinger, Vice-Presidente da VANTIQ na América Latina, há uma retomada de crescimento da economia brasileira, o que representa uma grande oportunidade de negócios em diversos segmentos, como Finanças, Indústria, Saúde, Telecomunicações, Utilities e Varejo.

De acordo com Miguel Nhuch, Chief Business Development Officer da VANTIQ, a plataforma da startup se baseia em cinco pilares: missão crítica (performance, segurança e disponibilidade), cloud on premise, totalmente distribuída, com maior colaboração entre as máquinas e monitoramento em tempo real (Real-Time Events). “Isso significa que podemos monitorar e oferecer inteligência para que as empresas sejam ainda mais produtivas e automatizadas”, diz.

“A parceria permite um grande nível de abstração e escalabilidade – milhões de acesso por segundo. Acreditamos que a solução trará uma contribuição significativa para o nosso portfólio de digital e, principalmente, enormes possibilidades para nossos clientes”, complementa Dulce Marchiori, gerente de produtos, soluções e parcerias da Stefanini.

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DJI apresenta o drone Mavic Air em São Paulo

A DJI, líder mundial em drones para uso civil e em tecnologia de imagens aéreas, realizou o seu primeiro evento hoje, em São Paulo. A ocasião contou com uma apresentação da empresa e de seu mais novo lançamento, o drone Mavic Air, além de um depoimento do tetracampeão brasileiro de paracanoagem, Fernando Fernandes, que contou toda a sua experiência com a marca e o equipamento. Jornalistas, influenciadores e redes de varejo de todo Brasil estiveram presentes e puderam testar e presenciar pilotos profissionais realizando demonstrações de voo com o lançamento.

“É com grande prazer que apresentamos o Mavic Air ao consumidor brasileiro. Buscamos inovar cada vez mais e este produto é um dos resultados disso. Desenvolvido com foco em viajantes e entusiastas da vida ao ar livre, este novo dispositivo irá mudar a relação entre um drone e o usuário. O Mavic Air herda os melhores recursos da icônica série Mavic da DJI, com uma câmera 4K para obter uma qualidade de imagem superior, novos modos QuickShot e SmartCapture para uma captura mais fácil e mais inteligente de fotos e vídeos e FlightAutonomy 2.0 com sistema de assistência de pilotagem avançada para um voo mais inteligente e seguro. Este é o nosso melhor drone para consumidores até hoje”, diz Cinzia Palumbo, gerente sênior de marca da DJI.

Fernando Fernandes, que utilizou o Mavic Air para registrar imagens na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, revela: “O meu contato com a DJI é de longa data. Minha experiência com produção de vídeo sempre contou com drones e outros equipamentos da marca. Tive a oportunidade de usar o Mavic Air na minha recente viagem à Foz do Iguaçu e o resultado foi sem igual. Com a portabilidade do aparelho, pudemos pilotar entre as cataratas e fazer incríveis imagens com estabilização em 4K.”

Como distribuidora oficial da DJI no Brasil, a Golden Distribuidora investiu em uma unidade de negócios exclusiva de atendimento. “Contamos com uma equipe com cinco especialistas focados no portfólio da DJI” declara Davi Saadia, CEO da Golden Distribuidora. Certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e assistência técnica autorizada, são os benefícios de comprar as aeronaves não tripuladas com a Golden Distribuidora. Há ainda o hotsite (www.godji.com.br) com todas as informações dos modelos da DJI comercializados no país.

Desenhado para portabilidade e força

Pesando apenas 430 gramas, o Mavic Air é o drone da DJI mais portátil já criado. Os braços e as hélices dobráveis são guardados rente à sua esbelta estrutura aerodinâmica, tornando-o tão compacto que seu tamanho, quando dobrado, é quase o de um smartphone moderno.

Todos os aspectos da câmera do Mavic Air foram desenhados para obter o desempenho máximo. Seu braço servo mecânico de três eixos fica suspenso por amortecedores para reduzir ainda mais a vibração, proporcionando proteção superior e imagens mais estáveis. Uma câmera poderosa que abriga um sensor CMOS de 1/2,3 polegadas e uma lente de abertura f/2.8 com uma distância focal de 24 mm (equivalente a 35 mm) para tirar fotos e vídeos de alta qualidade.

O Mavic Air fotografa imagens nítidas de 12 megapixels utilizando novos algoritmos HDR que preservam mais detalhes com muita e pouca luz em cada foto, o que permite capturar imagens aéreas deslumbrantes do nascer ao pôr do sol. Também filma vídeos em 4K estabilizados e perfeitos a 30 fps, capturando vídeos com qualidade mais alta que qualquer outro drone para consumidores da DJI, com uma taxa máxima de bits de 100 Mbps. Agora é possível preservar a ação em cenas dramáticas e rápidas por meio de sua capacidade de gravar vídeos 1080p em câmara lenta com 120 fps.

Além disso, o Mavic Air é o primeiro drone da DJI com um slot de cartão micro SD adicional com 8 GB de armazenamento integrado, permitindo que usuários salvem fotos e vídeos diretamente no drone em qualquer lugar. A porta USB-C recém-adicionada também torna fácil e rápida a exportação das imagens captadas.

Expanda sua criatividade

O sistema de câmera inteligente do Mavic Air cria novas possibilidades para qualquer pessoa, independentemente de sua experiência em fotografia e pilotagem de drones. Os entusiastas de fotos que desejarem capturar seus arredores com detalhes podem usar o novo recurso Sphere para fotografar e juntar automaticamente 25 fotos, criando uma imagem panorâmica de 32 megapixels dentro de oito segundos. O Mavic Air também oferece suporte a vários modos panorâmicos, criando imagens horizontais, verticais e de 180 graus.

Os modos de vídeo inteligente do QuickShot tornam a criação de vídeos profissionais divertida e fácil, com caminhos de voo predefinidos que mantêm automaticamente o sujeito enquadrado. Use Rocket, Dronie, Circle ou Helix além de dois novos modos, Asteroid e Boomerang, para criar sem esforço vídeos que antes requeriam habilidades de pilotagem e softwares de edição sofisticados.

O modo Asteroid começa com uma imagem esférica que se aproxima quando se aproximada ao objeto no chão.
O modo Boomerang voa em torno do sujeito em um movimento oval inclinado para cima, com o vídeo finalizando no ponto inicial.

O modo de voo inteligente ActiveTrack do Mavic Air foi aprimorado para detectar automaticamente vários sujeitos simultaneamente, seguindo e mantendo os alvos com mais precisão, especialmente durante atividades de alto movimento, como correr e andar de bicicleta.

Equipado com a tecnologia de aprendizagem de máquina, SmartCapture[1] é um modo de controle ultrassensível que torna fácil capturar fotos e vídeos. Com um alcance máximo de até 6 metros, você pode fazer comandos de gesto manual para iniciar, seguir, fotografar, gravar, empurrar, puxar e aterrissar, permitindo que você capture o momento de qualquer ângulo sem a necessidade de um controle remoto.

Voos mais inteligentes e seguros

Capacidades de computação mais potentes e algoritmos otimizados ajudam o Mavic Air a voar de forma mais inteligente e segura através de obstáculos em qualquer terreno. O FlightAutonomy 2.0 processa os dados coletados a partir de sete câmeras de bordo e sensores infravermelhos avançados para construir um mapa 3D de seu ambiente e obter um planejamento mais preciso e um melhor desempenho de voo. Os sistemas de visão frente e verso melhorados com duas câmeras podem detectar obstáculos até 20 metros de distância. Para ajudar a navegar em ambientes externos mais complexos, o Mavic Air possui o APAS (Advanced Pilot Assistant System/Sistema Avançado de Assistência ao Piloto) que ajuda os pilotos a evitar e desviar de obstáculos automaticamente, proporcionando uma camada extra de segurança durante o voo.

O Mavic Air tem um tempo máximo de voo de até 21 minutos. Pode voar com estabilidade em condições de vento por até 22 mph (36 kph) e em altas elevações de até 5,000 m (16,404 ft) acima do nível do mar[2]. Seu controle remoto é o primeiro a apresentar joysticks destacáveis que podem ser armazenados dentro do controle remoto para maior portabilidade. Suas antenas omnidirecionais colocadas no trem de pouso dobrável ajudam a aumentar a cobertura do sinal para fornecer um alcance máximo de até 4 km[3] (2,5 milhas) com transmissão de vídeo em tempo real de 1080p ao voar com o controle remoto. No modo Sport, o Mavic Air voa a velocidades impressionantes de até 68,4 km/h (42 mph) e é compatível com DJI Goggles para uma experiência de voo imersiva em FPV (First Person View).

Preço e disponibilidade

O Mavic Air estará disponível em três cores: Onyx Black (preto ônix), Arctic White (branco ártico) e Flame Red (vermelho flamejante). O drone estará à venda no Brasil neste mês, e pode ser adquirido com bateria, controle remoto, estojo de transporte, dois pares de protetores de hélice e quatro pares de hélices a partir de R$4,199 ou o Mavic Fly More Combo, que inclui o drone, três baterias, um controle remoto, uma bolsa de viagem, dois pares de protetores de hélice, seis pares de hélices e o hub de carga da bateria a partir de R$5,199. Dentre as vantagens de se comprar com um revendedor autorizado, estão: certificação de fábrica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), garantia do produto e assistência técnica autorizada. Para obter mais informações sobre todos os novos recursos e possibilidades do Mavic Air, visite www.dji.com/mavic-air.

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Google Cloud e Dropbox anunciam parceria para integrar plataformas

Google Cloud e Dropbox anunciaram esta semana uma parceria para entregar uma ferramenta mais unificada aos seus usuários. Trabalhando com o Google Cloud, o Dropbox planeja desenvolver uma série de integrações multiplataforma que conectem ferramentas e conteúdo de produtividade em nuvem do G Suite (Gmail, Documentos, Planilhas, Slides, Hangouts) com sua plataforma de colaboração global. Essas integrações serão acessíveis para todos os usuários do Dropbox.

Com isso:

Os usuários poderão criar, abrir e editar Google Docs, Sheets e Slides que estão armazenados no Dropbox;

Dentro do Dropbox, os usuários terão a opção de abrir e editar arquivos compatíveis diretamente no Google Docs, Sheets e Slides;

Os administradores do Dropbox Business poderão gerenciar o Google Docs, Sheets e Slides como qualquer outro conteúdo que esteja no Dropbox.

“Nosso objetivo é tornar o G Suite acessível, não importando quais ferramentas você utilize para trabalhar”, diz Ritcha Ranjan, diretora de gerenciamento de produto do Google Cloud. “Trabalhar com o Dropbox para fazer nossos apps trabalharem melhor juntos ajuda nossos clientes a direcionarem seu tempo no trabalho que realmente importa”.

Muito além dos Documentos e Arquivos

O Dropbox desenvolverá integrações adicionais com o Gmail e o Hangouts Chat, ajudando as equipes a manterem o conteúdo do projeto conectado às conversas em torno dele:

Novo Dropbox para complementos do Gmail: os usuários poderão selecionar e gerar links de arquivos Dropbox diretamente do Gmail. Além disso, eles podem optar por ver metadados no conteúdo do Dropbox no Gmail, incluindo data de criação, última versão salva e último acesso.

Nova integração do Chat do Dropbox e do Hangouts do Google: a integração permitirá aos usuários pesquisar, compartilhar e visualizar arquivos do Dropbox no Hangouts do Google.

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Robôs de atendimento ultrapassam a barreira do texto e chegam ao entendimento de áudio

A Hi Platform, player no mercado de plataformas digitais para o relacionamento ao consumidor, anuncia novas funcionalidades ao seu produto carro-chefe, o chatbot. Uma delas é o Speech To Text.

Já aberta ao mercado, a novidade permitirá ao consumidor enviar qualquer pergunta no formato de áudio, que será convertido em texto pelo robô. Dessa forma, o cliente não precisará digitar a pergunta durante o atendimento, assim como acontece com as interfaces que são ativadas via voz, como Apple Siri e Amazon Echo.

“Estamos permitindo que as empresas tenham a sua própria “Siri” nas plataformas de atendimento ao consumidor. A interação homem-máquina por meio da voz já é uma tendência de futuro. As pessoas usam cada vez mais esse recurso para interagir com os aplicativos. Segundo o Google, mais de 20% das buscas feitas em smartphone são realizadas pela voz. Isso aproxima mais as empresas de seus clientes e fornece um canal muito confortável de resolutividade para as demandas”, explica Alexandre Bernardoni, diretor de produto e sócio-fundador da Hi Platform, também membro da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABIA).

A Hi Platform é uma empresa oriunda da fusão entre a Direct Talk (existente há 16 anos no mercado brasileiro de tecnologia para atendimento ao consumidor) e a Seekr (especializada em monitoramento de redes sociais). A companhia é a maior plataforma de relacionamento com o consumidor, contabilizando mais de 800 clientes, e pioneira na implantação da tecnologia de chatbots no Brasil. Em 2017, contabilizou 150 milhões de atendimento via chatbot para mais de 70 clientes. Hoje, a empresa desenvolve um motor próprio de processamento de linguagem natural que opera em três línguas para duas áreas principais: atendimento, para desafogar o SAC tradicional por telefone e chat humano; e vendas. A expectativa é quadruplicar o faturamento nos próximos quatro anos.

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Crown World Mobility adquire companhia inglesa de tecnologia de realocações e mobilidade baseada em nuvem

A Crown World Mobility anuncia a aquisição da TIME Relocation, empresa inglesa de tecnologia baseada em nuvem que atua na segmento de realocação e mobilidade. Com a iniciativa, a Crown World Mobility incorporará a plataforma da companhia, que é líder de mercado, à sua rede de serviços globais, agregando assim benefícios significativos a toda a sua cadeia de valor.

“A tecnologia sempre esteve na vanguarda de nossa indústria”, diz Curt Smith, Vice-presidente do Grupo Crown World Mobility. “A recente aquisição nos permite expandir nossas ofertas de serviços para os atuais e novos clientes, assim como atender uma crescente demanda por realocações dos tipos Lump Sun ( bonificação única que cobre os custos totais do processo, administrada pelo próprio empregado) e Flexível.

Nos últimos anos, as políticas de Lump Sum cresceram em popularidade e espera-se que aumentem devido às mudanças de preferências dos consumidores. A plataforma de tecnologia TIME foi especificamente desenvolvida para abordar esses tipos de movimentos e aprimorar o processo de realocação como um todo.

Ao abraçar novas e modernas formas de trabalho, a Crown World Mobility possibilita aos consumidores que estes se posicionem no controle direto de suas realocações; o sistema os liga às suas novas posições e os orienta em cada etapa do processo. A rede global da Crown por sua vez apoiará essas movimentações, assegurando a consistência das abordagens e fornecendo suporte em tempo real, quando necessário.

“Nós estamos orgulhos por estarmos sempre onde nossos clientes precisam e em atendermos às suas crescentes necessidades”, diz Smith. “Isso nos permite melhorar nossa proposição de valor, alavancando nossa expertise tecnológica”, complementa.

Grant Chapman, ex-diretor da TIME Relocation vai se juntar à Crown World Mobility para liderar o lançamento global do serviço e supervisionar o seu desenvolvimento futuro.

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Cards Future Payment 2018 debate as novas oportunidades de negócios com a Internet das Coisas

Conectividade e interatividade fazem parte do cotidiano do brasileiro, como mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), divulgada no último dia 21 pelo IBGE, em que o Brasil atingiu o número de 116 milhões de pessoas conectadas à internet em 2016. Diante dessa transformação tecnológica onde tudo está conectado, de objetos a pessoas, vivemos a explosão da Internet das Coisas, tema que será abordado durante a 23ª edição da feira Cards Future Payment 2018, que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

“Com o avanço da tecnologia e as mudanças de hábito e comportamento na era digital, o mundo se renova com soluções que facilitam o dia a dia e transformam a maneira que vivemos e consumimos. A Internet das Coisas é o maior exemplo disso, por permitir a comunicação entre equipamentos e dispositivos que conectam e interagem com os cidadãos, em suas diversas atividades diárias”, afirma Maria Juliana do Prado Barbosa, diretora de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pela feira Cards Future Payment.

Já no primeiro dia, o Congresso Future Payment discutirá “Transformação Digital: Você Está Pronto Para Mudanças Extraordinárias?”. O evento contará com apresentações de especialistas sobre as novas possiblidades de negócios com a Internet das Coisas e a digitalização do mercado, o cenário e o potencial crescimento dos pagamentos digitais e a segurança para atender as novas realidades do setor, os desafios para as empresas e as experiências proporcionadas ao consumidor final.

De acordo com Maria Juliana, a Cards Future Payment 2018 será uma excelente oportunidade para reunir os principais players do mercado para o debate das novas tendências e inovação em tecnologia, assim como a preparação do Brasil diante da revolução tecnológica que vivemos atualmente.

Dentre as maiores tendências do mundo digital, a Internet das Coisas já é uma realidade no País, com perspectiva de rápido avanço em 2018, alcançando, no mercado corporativo, US$ 8 bilhões, ou R$ 26 bilhões, como aponta a IDC Predictions.
Ainda de acordo com a IDC, o motivo para o crescimento tem relação com o Plano Nacional de Internet das Coisas, idealizado pelo BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e o MCTIC-Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O projeto visa o desenvolvimento sustentável por meio da tecnologia com benefícios para a população nas áreas da saúde, agronegócio, indústria e cidades. As primeiras iniciativas estão previstas entre 2018 e 2022
“As tecnologias para a Internet das Coisas abrem portas para um universo de possibilidades a serem exploradas por diversos setores do mercado e, por isso, hoje é um dos pilares na condução da era digital, sendo tema de grande destaque no evento deste ano”, conclui Maria Juliana.

A 23ª edição da Cards Future Payment reunirá mais de 3.000 visitantes, 60 empresas expositoras, 400 congressistas e mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais durante os dois dias do evento.

Cards Future Payment 2018
Quando: 15 e 16 de maio de 2018, das 9h às 19h
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387

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GFT reestrutura operação e fortalece engenharia Agile

Com o novo modelo organizacional e cultura de desenvolvimento de software Agile, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser client-centric

Para incrementar cada vez mais as conexões com os seus clientes, a GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, passa por uma reestruturação organizacional e também consolida a engenharia Agile para o desenvolvimento de projetos, incrementando as suas entregas de soluções e serviços. Com os novos pilares, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser ainda mais client-centric.

As mudanças caminham no sentido de reforçar a eficiência na captura de valor e necessidades dos clientes, criando propostas mais alinhadas e oportunidades de relacionamento, cooperação e inovação. Desenhada ao longo de três meses e implementada em Janeiro, a reestruturação será a base para a expansão dos negócios e para a operação da companhia no país nos próximos anos.

Segundo Marco Santos, managing director da GFT para a América Latina, todo o planejamento estratégico foi pensado e orientado para entender e fornecer projetos e soluções que ajudem os clientes em sua jornada rumo à transformação Ágil e Digital no seu dia a dia. “A partir de agora, os nossos times (Squads) têm responsabilidade integral da cadeia de valor dos seus respectivos clientes. Isso inclui desde a prospecção, venda, delivery, evolução da relação até o resultado final financeiro de cada cliente”, afirma.

Nesse processo, a empresa também se posiciona para o fortalecimento da cultura de engenharia Agile, construindo um ecossistema que oferece maior flexibilidade e rapidez para trabalhar com inovações e na implementação de soluções em ciclos curtos. “Essa implementação representa uma transformação cultural para todas as áreas da GFT, desde as áreas de negócio e entrega, até as áreas corporativas. Como resultado, vai propiciar maior aceleração para responder às demandas dos nossos clientes e ajudá-los em suas respectivas transformações para modelos Ágeis e Digitais.”, complementa Santos.

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Salesforce disponibiliza ferramenta gratuita de diagnóstico de digitalização

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC disponibilizaram uma ferramenta de autoanálise gratuita e online que permite aos líderes corporativos verificarem o avanço na digitalização dos negócios em suas empresas, comparando seus resultados aos índices médios observados no Brasil.

Para analisar o nível de digitalização dos negócios da sua empresa gratuitamente nesta ferramenta acesse o link http://salesforce.idclatinsurvey.com.

A comparação com os índices atingidos pelas demais empresas é possível graças a uma pesquisa feita pela IDC a pedido da Salesforce, o iDX Business Digitalization, em que foram entrevistados executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários no Brasil. Esse benchmark tem o objetivo de medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes.

Resultados da pesquisa sobre Digitalização
Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

Quem decide sobre a digitalização nas empresas?
Constatou-se no levantamento que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

Uso mobile de CRM
Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Investimento em Tecnologia é prioridade
Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia é a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de Manufatura e Comércio, no entanto, concentrarão esforços no departamento de Vendas.

No ritmo da concorrência
A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e que só 15% delas se percebem à frente nesta transformação. O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar – 47% das companhias já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada.

Integração ainda não é prioridade
O pilar com pontuação mais baixa no benchmark foi Conectividade e Integração, que apesar de ser extremamente importante não é prioritário para as organizações, o que impede a implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido.

Cloud é unanimidade
Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e apenas 8% não têm investimentos planejados.

Baixe e leia a pesquisa completa iDX Business Digitalization.

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Startups: Os perigos do investimento mútuo conversível – Por João Kepler

Estou presenciando ultimamente o vencimento de contratos de investimentos através do modelo mútuo conversível entre investidores Anjo e Startups.

O Mútuo Conversível, usado pela maioria dos investidores Anjo no mercado, nada mais é do que o adiantamento de capital condicionado a conversão futura da dívida em quotas da Startup, o investidor não entra diretamente no quadro social da empresa.

O principal objetivo de fato é afastar obrigações trabalhistas e tributárias do investidor Anjo que em tese fornece além do dinheiro, mentoria, conexões e know-how, o chamado Smart Money. Ou seja, o investidor disponibiliza seus recursos por um prazo determinado e, após esse período, no vencimento do contrato o investidor tem a opção de converter o valor aportado em uma fatia da Startup ou retirar-se do negócio. E é exatamente na fase de converter ou não do capital investido que existe o perigo e o desentendimento desse modelo específico de investimento.

Quando vence o mútuo que é por direito um Título Executivo, o investidor Anjo poderia cobrar da Startup o valor aportado devidamente corrigido, até porque a opção é dele de converter ou não. Mas e se o negócio fechou ou quebrou? E se a startup não progrediu ou cresceu? Se a Startup precisa de novas rodadas de investimento? O que fazer? Pagar o investidor Anjo? O risco não deve ser somente do lado do empreendedor, o investimento anjo é amplamente divulgado como de RISCO TOTAL.

O perfil do investidor de startups é buscar aportar uma quantia e esforço de tempo e inteligência para que o negócio cresça, com a esperança de recuperar o valor investido multiplicado por x em algum tempo. Além disso, é imprescindível que o investidor se mantenha protegido de eventuais prejuízos, débitos, obrigações e processos judiciais que a investida venha a possuir.

Então, quais são as opções que poderiam ser combinadas antes da assinatura do contrato de mútuo? Quais seriam as condições e opções para o não pagamento do título após o vencimento com autorização e entendimento das partes?

1. A Renovação do Mútuo;

2. Se não estiver performando e o anjo não ver sinais de “turn over”. Simplesmente sair por zero ou por R$ 1,00;

3. Conversão em ações da Startup, realizar a transformação da Sociedade em uma sociedade por ações;

4. Possibilidade de fazer uma secundária para outro Investidor.

Existem sim outras opções, inclusive outros modelos como, por exemplo, o contrato de participação (Lei complementar 155), mas cobrar o pagamento do contrato vencido, não deveria ser uma única alternativa, a não ser em casos de má fé e/ou gestão temerária por parte do empreendedor ou em caso excepcional e extremado.

Em minha opinião, o contrato de mútuo é uma improvisação pois a operação real é de investimento e não de crédito, ou seja, o valor aportado em uma Startup por um Investidor anjo profissional, jamis deveria ser a título de empréstimo de fato, a não ser se o investidor não souber o que está fazendo.

Minha dica é:

· Para os Empreendedores: Se tiver um contrato de mútuo em andamento, cuide de conversar com seus investidores sobre isso antes do vencimento dele; Se ainda vai fazer um contrato de mútuo conversível, verifique a possibilidade de deixar as alternativas ao pagamento do mútuo muito mais detalhadas, antes de assinar qualquer documento.

· Para os Investidores: Se quer remunerar seu dinheiro, mútuo no investimento Anjo, não deve ser tratado como uma promissória. Se quer renda fixa, melhor deixar seu dinheiro no banco.

João Kepler Braga

Empreendedor, especialista em startups, e-commerce, marketing digital, empreendedorismo e vendas, speaker internacional, reconhecido como um dos conferencistas mais sintonizados com inovação e convergência digital do Brasil. Kepler foi premiado como um dos maiores incentivadores do ecossistema empreendedor brasileiro e é associado nas Investidoras Bossa Nova Investimentos e Seed Participações. Foi, também, vencedor do prêmio Spark Awards da Microsoft, como investidor anjo do ano.

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A importância do Planejamento Tributário para micro e pequenas empresas

Diversos sinais, como o aquecimento da economia e as mudanças na política, indicam que 2018 será um bom ano para micro e pequenas empresas. No entanto, para aproveitar essas oportunidades e vencer todos os obstáculos, é preciso estar preparado. Um levantamento do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) revelou que 95% das empresas no Brasil pagam mais impostos do que deveriam, por isso uma análise nas contas e um planejamento tributário são essenciais para fazer o negócio decolar.

Heber Dionizio, Contador da Contabilizei, escritório responsável pela contabilidade de mais de 5 mil empresas em todo o Brasil, defende um bom planejamento como chave para o crescimento em 2018. “O empresário tem que usar os aprendizados da crise dos últimos anos para se planejar melhor. Reduzir custos e melhorar a eficiência é obrigação daqui para frente.” alerta. Confira algumas dicas que a Contabilizei preparou para ajudar os empreendedores a se prepararem para 2018:

Encontre o regime tributário ideal.

No Simples Nacional, por exemplo, vários impostos são reduzidos ou até isentos, como a tributação de 20% sobre a folha de pagamento para a maioria dos anexos. Além disso, o custo da contabilidade para este regime costuma ser mais barato, uma vez que os impostos são simplificados e emitidos em uma única guia, a DAS.

Em outros casos, o enquadramento no Lucro Presumido ou no Lucro Real pode trazer mais vantagens, como aponta a contadora da Contabilizei Adrielle Freitas: “No setor da medicina, onde o ISS pode ser fixado, o Lucro Presumido acaba sendo uma melhor opção frente aos outros regimes. Já o Lucro Real é indicado para empresas que têm prejuízos contábeis frequentes, pois neste caso elas não pagam IR, o que costuma deixar o imposto mais vantajoso”.

Reduza os impostos – sem descumprir a lei!

Existem alguns detalhes que muitas vezes o empresário desconhece. As empresas do Simples Nacional, por exemplo, são isentas da retenção de impostos na fonte pagadora. Na prática, quando você vende um serviço (com algumas exceções) para outra empresa ela deve descontar do seu pagamento os valores referentes aos tributos federais como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. Mas, se a sua empresa for do Simples Nacional você já paga esses tributos na sua DAS e, de acordo com a lei, está isento desta retenção.

Preveja o futuro!

Evite que o imposto seja aplicado na sua empresa antes mesmo de ele nascer. Um bom exemplo é por meio do CEPOM – Cadastro de Prestadores de Outros Municípios. Normalmente, você já paga o ISS no seu município mas, quando emite uma nota fiscal referente a um serviço prestado em outra cidade, precisa pagar o ISS para esta outra cidade também. “É uma bitributação que muita gente paga e nem sabe que poderia evitar, realizando este cadastro. A dica é entender as cidades onde você fará negócios e se adiantar. Até porque o imposto que incide sem o CEPOM costuma ser de 5% do valor total da nota.” conta Heber.

Organize pagamentos, ganhe fôlego.

Muitas vezes adiantar um pagamento gera desconto, mas este desconto nem sempre ajuda mais do que ter dinheiro no caixa para outras dívidas. É importante saber organizar o fluxo e definir corretamente as prioridades.

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Startups apresentam inovações a gigante do agronegócio global

Empreendedores de quinze startups voltadas para o agronegócio receberam uma verdadeira oportunidade de ouro para mostrar as novidades que vem desenvolvendo a um público altamente qualificado, ao participarem do Circuito de Startups Nutron realizado no Centro de Inovação da Cargill em Campinas. O encontro foi organizado no dia 15 de fevereiro em parceria com a AgTech Garage, que selecionou as startups convidadas levando em consideração o potencial de sinergia com os negócios da Cargill Nutrição Animal.

Na plateia, cerca de 30 gestores e executivos da Cargill em busca de soluções disruptivas acompanharam as apresentações, concretizando um dos principais objetivos da AgTech Garage: construir pontes entre empreendimentos inovadores e as grandes empresas que concentram suas atenções no agronegócio.

“O Circuito aproxima startups de grandes empresas para estimular a troca de experiências e gerar parcerias, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias para o campo, esse tipo de aproximação é uma tendência que vem ganhando força em diferentes setores da economia e no agronegócio não poderia ser diferente.” explica o diretor e co-fundador da AgTech Garage, José Tomé.

Para o diretor geral da Cargill Nutrição Animal, Celso Mello, o Circuito é uma forma eficaz de encurtar caminhos e chegar mais rápido às inovações: “A marca Nutron é reconhecida por levar soluções inovadores aos produtores brasileiros, mas nos dias de hoje, inovações são desenvolvidas de maneira exponencial. A aproximação com empresas de tecnologia nos possibilita ganhar eficiência e velocidade no nosso objetivo de levar as melhores soluções aos nossos clientes.” comentou.

Segundo Tomé, a maturidade das startups selecionadas nem sempre é o fator determinante. “As principais características avaliadas são a solução tecnológica que cada startup está desenvolvendo e o perfil dos empreendedores envolvidos. Uma vez que a solução tecnológica é boa e o time é bom, a empresa tem mais flexibilidade para estabelecer diferentes tipos de parcerias em função do nível de maturidade das startups,” concluiu.
“Ficamos muito contentes de participar do circuito com a Cargill Nutrição Animal, foi impressionante o nível das startups e das discussões geradas. Iniciativas como essa podem de fato alavancar startups e demonstram que o ambiente de empreendedorismo e inovação no agronegócio está amadurecendo e, portanto, mais favorável para o surgimento e sucesso das startups,” conta Eduardo Figueiredo da Startup MyChicken.

Além da MyChicken, o roteiro do Circuito incluiu as startups Implanta IT, Seedz e EcoTrace, focadas em integração de dados, fidelidade e supply chain; Coopig e Agrisolus, com inovações para a avicultura e a suinocultura; Live Care Brasil, CowMed, BioNexus, SyntechFeeder, JetBov, Agroconforto, BeefPlan, BeefTrade e InterGado, dedicadas à pecuária de corte e leite.

Como impactar mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica mensalmente no Facebook

O Hotel Urbano é referência quando o assunto é redes sociais. Não por acaso, a agência online de viagens possui a maior página em todo o mundo de uma marca no setor de viagens dentro do Facebook com mais de 12 milhões de seguidores, bem como já conquistou diversos reconhecimentos na área. Nos últimos meses, no entanto, a startup realizou um feito talvez ainda mais impressionante ao alcançar mensalmente mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica dentro do Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos.

Líder nacional no mercado online de hospedagem, o Hotel Urbano vive seu melhor momento. Apesar do cenário macroeconômico desafiador, a empresa registrou o melhor primeiro semestre da sua história em 2017, superou o faturamento de 2016 em menos de oito meses e apurou lucro no período, algo extremamente raro entre as empresas pontocom brasileiras. “Ao contrário de outras companhias que procuram “empurrar” vendas e produtos pelo Facebook nossa estratégia é encantar e inspirar pessoas com um conteúdo bacana”, afirma João Ricardo Mendes, fundador e CEO do Hotel Urbano.

Dentro dessa proposta, a empresa tem inovado com diversas transmissões ao vivo dentro da rede social. Recentemente, o Hotel Urbano transmitiu ao vivo diversas festas de Réveillon ao redor do mundo, como Honolulu, no Havaí, Rio de Janeiro, no Brasil, e Lisboa, em Portugal. Em outro caso anterior, transmitiu também ao vivo trechos dos shows do Viva Mais Música, projeto da Som Livre em parceria com o Hotel Urbano, que leva alguns dos principais nomes da música nacional como Victor & Leo, Alexandre Pires, Sorriso Maroto, César Menotti & Fabiano, Wanessa Camargo e Tiago Iorc para apresentações nos principais resorts e hotéis de todo o País.

“É como se conversássemos com metade da internet brasileira todos os meses, essa “conversa” tem como consequência um estreitamento no relacionamento. E é assim que vemos o Facebook, como um canal que podemos encantar e estreitar o relacionamento com atuais e potenciais viajantes”, afirma João Ricardo. Em outro exemplo a startup transmitiu também ao vivo a aterrissagem de um voo da cia aérea Gol no Rio de Janeiro, que tinha partido de Belém, no Pará. A transmissão impactou mais de 1 milhão de pessoas e chegou a ser acompanhada por cerca de 200 mil pessoas via Facebook. O vídeo recebeu, na ocasião, mais de 4,7 mil curtidas e 1,7 mil comentários.

Dentro do Hotel Urbano as redes sociais são vistas como uma oportunidade de comunicação com o cliente. Elas se diferem de um canal de mídia tradicional, pois o consumidor também tem voz. E a página do Hotel Urbano no Facebook é aberta para que qualquer usuário possa fazer comentários. E a startup dispõem de uma equipe que interage com os seguidores, respondendo os comentários, passando para outras áreas alguma sugestão e, no caso de uma eventual reclamação, o objetivo é garantir que o Viajante HU fique 100% satisfeito. O comércio propriamente, ou seja, a venda dos produtos e pacotes é uma consequência natural desse relacionamento.

Em 2014, por exemplo, o Hotel Urbano foi reconhecido pelo prêmio Skifties como a “Melhor empresa jovem de turismo em Mídias Sociais”. O evento premiou as empresas do segmento de turismo pela excelência no uso das redes sociais, a relevância do conteúdo publicado, como o mesmo engaja a comunidade e de que forma a presença das marcas nas redes inspira e converte seguidores a clientes. “Nosso alcance orgânico é alto porque o algoritmo do Facebook vai sempre considerar o engajamento das pessoas com a página. Esse alcance se traduz em um melhor resultado nos canais de performance, mas sobretudo em um aumento do tráfego direto a longo prazo”, afirma João Ricardo.

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A bola da vez no mercado financeiro mundial

Por Maria Teresa Fornea

Recentemente participei do Paris Fintech Forum, um dos maiores eventos de fintehs da Europa, onde tive a oportunidade de acompanhar as principais tendências que vão transformar o mercado financeiro nos próximos anos. Após ouvir CEOs de diversas fintechs, grandes bancos e players de mercado de capitais de todo o mundo sobre as mais diferentes inovações, acredito que os conceitos que se perpetuarão fortemente no mercado de agora em diante são customização, integração e foco no core business.

Dando um passo a frente, a Europa já aprovou o regulamento PSD2 (diretiva revisada sobre os serviços de pagamento), tendência que mudará globalmente o setor bancário da forma como conhecemos hoje. Agora, os clientes dos bancos, tanto consumidores como empresas, poderão contratar outros fornecedores para administrarem suas finanças, o que abre novas oportunidades para os clientes.

Com a diretiva, os bancos europeus serão obrigados a fornecer as informações bancárias de seus clientes via APIs para terceiros. No Brasil, essa inovação do open banking ainda não acontece, principalmente porque os bancos ainda tentam proteger o atual oligopólio, dificultando essa divisão de dados e a integração de outras soluções financeiras na conta do consumidor. Todavia, acredito que nesse sentido o ponto não é se essa mudança regulatória ocorrerá por aqui, mas quando ocorrerá.

Fato é que a forma como as pessoas consomem serviços financeiros está mudando, e tanto bancos quanto empresas terão que se adaptar. Agora, quem decide como quer realizar a contratação de seus diversos produtos financeiros são os próprios clientes e é aí que entra o conceito de customização. O consumidor dessa nova era digital poderá optar por ter conta corrente em um banco, cartão de crédito de outro, pegar empréstimo em uma fintech, e fazer um investimento em outra, e assim por diante, utilizando serviços das mais diferentes empresas de acordo com o que deseja.

Por isso, a questão do compartilhamento de dados bancários é muito importante, pois é essa inovação que vai continuar evoluindo o setor. Até porque, no fim das contas, esses dados não são dos bancos, e sim dos clientes, que podem fazer uso deles da forma como lhe convir, escolhendo o melhor serviço para seu objetivo.

Interligado a esse conceito de customização, vem a outra tendência para o mercado financeiro, que é a de integração. Com os clientes buscando cada vez mais serviços personalizados, as empresas também têm que se ajustar a esse novo cenário, e integrar é a palavra-chave para continuar acompanhando a velocidade com que o mercado está evoluindo.

Para maximizar o valor do serviço entregue ao cliente, as empresas terão que concentrar seus esforços no core business (e aqui chegamos a terceira grande tendência do mercado financeiro), e se integrarem com outros negócios para ganharem expertise e capilaridade em áreas que não são seu foco original. Com isso, as plataformas de serviços financeiros passarão a funcionar como um “LEGO”. Ou seja, os consumidores não vão mais apenas dizer “sou cliente de tal banco”, mas sim “eu utilizo um produto de determinado banco”. Assim, todas essas plataformas financeiras vão se conectar, em um novo universo mais aberto e cooperativo, e o cliente poderá orquestrar a estrutura do seu LEGO de finanças da maneira como desejar.

Na Bcredi, por exemplo, trabalhamos com crédito imobiliário e oferecemos um produto de ciclo longo, que vai desde a originação até a gestão da carteira do crédito. Dentro disso, é difícil desenhar todo o serviço de ponta a ponta, por isso também precisamos integrar para ganhar mais expertise. Então a ideia é focar nos diferenciais, que ninguém mais oferece no mercado, e buscar o conhecimento de outras soluções para englobar na nossa plataforma com o objetivo de sempre entregar o melhor serviço.

Com essa movimentação constante do mercado, daqui para frente o diferencial das fintechs também se dará através do processo criativo. Isso porque, na era da inteligência artificial, qualquer processo repetitivo que possa ser aprendido por um robô, será substituído por um robô. Com isso, o capital humano intelectual de pessoas que pensam “fora da caixa” será cada vez mais fundamental.

Diante de todo esse cenário, a conclusão que fica é que a coleta de dados para entender o comportamento e as necessidades do cliente ao longo de toda a cadeia é a grande inovação para os próximos anos. O mercado está se transformando e o avanço da tecnologia será o principal fator para, no final do dia, entregarmos a melhor experiência para o cliente.

Maria Teresa Fornea é cofundadora da Bcredi, fintech que oferece crédito imobiliário de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online.

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MundiPagg anuncia integração com Shopify e nova modalidade de checkout

Responsável pelas transações de 40% do varejo online brasileiro, a MundiPagg apresentou recentemente duas novidades para facilitar a conversão das lojas virtuais. Uma delas é o plugin de integração com a Shopify, plataforma de e-commerce na nuvem referência no mercado. A outra é o Checkout Lightbox, que permite que o cliente permaneça dentro do ambiente da loja virtual na hora de finalizar a compra.

A Shopify é uma plataforma de e-commerce na nuvem, na qual o lojista não precisa ter uma hospedagem para o site, além de não demandar a necessidade de criação de ambientes ou qualquer infraestrutura para utilizá-la. O plugin é disponibilizado gratuitamente para os assinantes dos dois serviços e tem fácil integração. Através dele, o e-commerce passa a aceitar cartões de crédito e boleto, em transações com diferentes adquirentes e bandeiras, com direito a configurações de parcelamento e suas taxas.

Com a MundiPagg, o cliente Shopify ganha outros recursos que aumentam a conversão, como o Checkout Personalizado, que é uma página pronta e otimizada para facilitar o pagamento, que pode ser configurada de acordo com a identidade da loja, com a logo e as cores do site. A segurança dos dados fica por conta da MundiPagg, que possui certificação PCI para garantir o tráfego de informações. Outras funcionalidades são a Retentativa, que recupera por meio de um processo invisível as cobranças que não foram autorizadas pela adquirente, além do boleto registrado e a conciliação.

Checkout Lightbox

Disponível para os clientes Mundipagg, a outra novidade é o Checkout Lightbox, que permite concluir a compra sem alterar a URL no navegador nem redirecionar o cliente, tornando o processo de finalização da compra mais intuito e confiável. Ou seja, ao clicar em fechar o carrinho, o consumidor não sai da página, e surge um pop-up lightbox para preenchimento dos dados de pagamento. O Checkout Lightbox possibilita ainda a customização através da configuração de cores e a inserção de logo, itens que deixam o pagamento alinhado com a identidade do restante da loja, deixando o cliente mais confortável para finalizar a compra.

“Trabalhamos continuamente para oferecer mais alternativas para os nossos clientes, com recursos e meios de pagamentos que ampliam a experiência de pagamento do consumidor e, consequentemente, a taxa de conversão dos lojistas”, afirma João Barcellos, CEO da MundiPagg.

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