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Dicas Serasa Experian para evitar golpe na Black Friday

Com a proximidade da Black Friday, que neste ano será no dia 23 de novembro, é natural que as “promoções” se tornem um atrativo. No entanto, Murilo Couto, gerente sênior de identidade digital da Serasa Experian, comenta que este ambiente é muito propício para a realização de golpes: “Para não se frustrar justamente numa data tão importante, convém ao consumidor tomar certos cuidados”, adverte.

Neste ano, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico estima que a Black Friday vai movimentar R$ 2,87 bilhões, o que representa elevação de 16% em relação ao ano passado. Para o Ebit, esta edição da Black Friday deve representar crescimento de 15% e movimentar R$ 2,43 bilhões. Ou seja, são dados de expectativas muito expressivos.

Para Murilo Couto, da Serasa Experian, o consumidor, para evitar o tumulto de lojas físicas, problemas de estacionamento e trânsito e eventualmente comprar comparando preços e produtos, acaba optando pela comodidade das lojas virtuais. “De fato há fatores muito positivos nesse sentido, mas em datas como a Black Friday, os criminosos fazem ataques de phishing, através do envio de emails, SMS e se valem de réplicas de sites de lojas conhecidas, tudo para enganar as pessoas e captar dados pessoais, informações do cartão de crédito e senhas, que podem inclusive serem usadas num momento seguinte”.

Essas tentativas de fraudes de identidade acontecem tanto no ambiente online quanto off-line. Representam por exemplo o ato de alguém tentar usar dados pessoas de terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou para obter crédito sem a intenção de pagar. Estes dados podem ser roubados por meio da internet e meios eletrônicos ou furtados diretamente da pessoa, que muitas vezes também perde os documentos e não se dá conta.

Mapeamento da internet feito pela BigData Corp a pedido da Serasa Experian em junho deste ano aponta que 40,10% dos sites do País não estão seguros, o que representa um total de 7,2 milhões de endereços. Estes sites não possuem o certificado de segurança (SSL – Secure Socket Layer), que promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados, o que evita o roubo de dados durante a transação.

Por tudo isso, é bom ficar atento a alguns cuidados:

– Desconfie de super ofertas que chegam a você. Acesse o site em questão e veja se ele tem a proteção de um Certificado Digital SSL. Uma boa dica é verificar se no browser há um cadeado fechado. Esse “cadeado de segurança” fica em algum lugar da janela do navegador. Clique sobre ele e confirme se o Certificado Digital emitido está válido e em nome da loja.

– Essa mesma conferência pode ser feita no Selo de Segurança do site, que fica normalmente no pé da página.

– Outra dica é, ao acessar o site da loja, conferir se o HTTP tem a letra S, ou seja, HTTPS. Se tiver, você está num ambiente seguro e pode expor seus dados.

– Confira tudo isso, evite o impulso de olhar apenas o preço, a oportunidade de uma compra muito vantajosa.

– Além disso, há outros aspectos previstos pela Lei do Consumidor. Por exemplo o fato de que compras feitas pela internet também permitirem que o consumidor exerça o seu direito de arrependimento em até sete dias – contados da data da compra ou do recebimento do produto.

– Na internet também há lojas com frete grátis e outras que cobram para o envio. É bom tomar cuidado com isso antes de fechar a compra.

– Fique também atento à política de troca adotada pela loja.

– Caso você faça a opção por um presente num site de compra coletiva, como ofertas em restaurantes, clínicas de estética, por exemplo, confira se os descontos anunciados são de fato efetivos e veja todos os detalhes sobre o dia em que você pode usar o voucher e as condições e prazos de uso.

– Confira, por fim, o tempo de entrega do produto, pois a data está próxima e há muitos feriados.

– Tomadas todas essas precauções, aproveite bem a data e as compras seguras.

Protagonismo feminino será abordado na São Paulo Tech Week

Entre os dias 24 e 30 de novembro, a São Paulo Tech Week 2018 espalhará pelas ruas da capital paulista mais de 200 atividades gratuitas ligadas a tecnologia e inovação. O festival busca reforçar o posicionamento da cidade como o maior hub de Inovação da América Latina e estimular empresas e organizações a promoverem atividades e inciativas que conectem talentos, empreendedores e investidores. Uma das atrações da programação nesta edição é a primeira escola de liderança feminina do Brasil, a ELAS.

Criado há pouco mais de um ano por Carine Roos e Amanda Gomes, o projeto já atendeu mais de 2000 alunas e é focado no desenvolvimento pessoal de mulheres que desejam assumir posições de destaque em empresas e na sociedade. A palestra “Como mulheres podem hackear o sistema e assumir posições de destaque em empresas de tecnologia” acontece no dia 26, das 18h às 21h, no Spaces Berrini. Nos dias 27 e 30, o público poderá participar do Workshop de Autoconfiança. O primeiro acontece no CUBO, das 19h às 22h. Serão duas oficinas no dia 30, uma no Spaces Vila Madalena, das 9h às 11h30, e a segunda no CUBO, das 18h às 21h.

O curso é dedicado a desenvolver a capacidade da mulher para se tornar protagonista de uma história de sucesso, vencendo barreiras pessoais e corporativas sem culpa, assim como amadurecer suas habilidades emocionais necessárias para assumir posições de liderança em empresas e na sociedade como um todo.

Desde agosto de 2017, o Programa ELAS já formou mais de 1.450 mulheres que tiveram resultados importantes em suas vidas, tanto pessoal quanto profissional.

4ª Edição São Paulo Tech Week

Quando: de 24 a 30 de novembro de 2018

Onde: São Paulo/SP

Informações: www.saopaulotechweek.com

Palestra “Como mulheres podem hackear o sistema e assumir posições de destaque em empresas de tecnologia”

Quando: 26 de novembro de 2018

Horário: das 18h às 21h

Onde: Spaces Berrini

Workshop de Autoconfiança

Quando: 27 de novembro de 2018

Horário: das 19h às 22h

Onde: CUBO

Workshop de Autoconfiança

Quando: 30 de novembro de 2018

Horário: das 9h às 11h30

Onde: Spaces Vila Madalena

Workshop de Autoconfiança

Quando: 30 de novembro de 2018

Horário: das 18h às 21h

Onde: CUBO

Existe empatia e alteridade no mundo corporativo?

Por Leonardo Torres

Hoje em dia, uma das palavras mais recorrentes no mundo corporativo é “empatia”. Definida popularmente como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”, as empresas, os jornais, os livros “modinhas” e os coaches têm se apropriado dessa palavra para promover uma dinâmica de trabalho colaborativa nas empresas, que supostamente geraria certa felicidade, motivação, bem-estar no ambiente de trabalho, entre outras coisas.

Parece que a palavra “empatia” foi evocada no mundo corporativo junto com a demanda da inclusão social e da igualdade, essas, por sua vez, de extrema importância e urgência em nossa sociedade. Entretanto, a forma com que o mundo corporativo tem pensado e agido na implantação tanto da empatia quanto da inclusão social parece responder a uma lógica cartesiana, pautada pelas normas, leis, etc., e que não percebe o bullying, o assédio e a discriminação que acontece dentro da empresa entre colegas, pois isso não é revelado nos números e gráficos sobre responsabilidade social das corporações.

A empatia não é um instrumento. Em seu livro “A Era da Empatia: lições da natureza para uma sociedade mais gentil”, Frans de Waal mostra que a empatia é uma condição humana. Hoje se tem falado da empatia como se nós, seres humanos, não fôssemos empáticos. Uma das características que nos manteve vivos e resilientes desde os tempos mais primevos foi o gregarismo (a vida em grupo), cujo um dos cimentos é a própria empatia.

Talvez nós repetimos tanto a frase “empatia é se colocar no lugar do outro” que esquecemos o que realmente ela é. Mas, acredito que essa frase esteja errada, pois a empatia não é lógica. Uma pessoa não precisa pensar, refletir e filosofar sobre estar no lugar do outro. Basta conviver (no sentido de viver juntos e não suportar). A empatia não passa pelo crivo da racionalidade. É mais do que se sentir no lugar do outro, pois isso seria somente julgar ou entender o outro a partir da nossa lógica e das nossas experiências. Empatia é estar na pele do outro, e assim sentir o mundo a partir do outro, de seu lugar, de suas experiências, de suas verdades.

A empatia nos faz perceber a complexa rede que liga cada ser humano e entender que, na verdade, somos um só, colaborando: “co-laborando”, ou seja, trabalhando juntos para um fim que beneficie a todos. Pergunto se, neste mundo Hobbesiano em que “o homem é o lobo do homem”, ou seja, é extremamente competitivo, e as empresa visam o lucro e nada mais, se existe uma honesta empatia, inclusão e igualdade. Talvez tenhamos que pensar em uma nova lógica econômica. Uma lógica pautada pela frase de Boaventura de Sousa Santos: “temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.

Por fim, essa digressão pode indicar que estamos pensando em empatia da forma errada. Afinal, empatia gera alteridade: o aceitar e entender o outro, mesmo que suas ideias, ideais e opiniões sejam totalmente diferentes. Basta entrar nas redes sociais, um dos pontos centrais de sociabilização atual, para perceber que a alteridade já não está mais lá. A diferença é vista como o bode expiatório, pronto para o derramamento de sangue.

A pergunta final é: “a quem serve o Graal?”. No caso: “para que a empresa quer implantar a empatia, a inclusão e a igualdade?”. Seria perfeito se realmente as empresas estivessem buscando e investindo cada vez mais em seus funcionários, em prol deles próprios. Mas ela também poderia estar seguindo essa lógica para tentar se enquadrar em uma demanda social, usando a imagem da inclusão e da empatia para si e, de fato, ser somente mais uma propaganda.

Leonardo Torres, doutorando, com bolsa Prosup Capes, e mestre em comunicação e cultura midiática pela Universidade Paulista, professor e palestrante.

Infracommerce anuncia novo departamento jurídico focado em Direito dos Negócios Digitais

A Infracommerce – maior empresa em full service para e-commerce na América Latina – anuncia a chegada do COTS Advogados em seu gerenciamento dos assuntos jurídicos. O escritório, que assumiu dia 1 de novembro, é um dos principais no Brasil especializados no meio digital com ramo de atuação em CyberLaw (Direito dos Negócios Digitais).

Os advogados e sócios Ricardo Oliveira e Márcio Cots são referência no segmento de e-commerce brasileiro. Cots é membro do escritório norte-americano CyberLawStudio PLLC com sede em Nova York, além de ter participado na assessoria do Senado para a elaboração da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (sancionada em 14 de agosto deste ano). Essa lei vem impactar fortemente as operações de e-commerce e as organizações que se adequarem mais rapidamente a essa nova realidade terão um diferencial.

Márcio Cots é consultor jurídico do SEBRAE Nacional, para propositura de políticas públicas relacionadas ao comércio eletrônico e inovação (startups), tendo assessorado empresas do Brasil, EUA, França, Chipre e Angola. Com quase 10 anos de atuação na área jurídica, Ricardo Oliveira foca na multidisciplinaridade e interação dos mais diferentes ramos do Direito, sempre com foco em empresas do comércio eletrônico e tecnologia da informação.

O COTS Advogados tornou-se referência em assuntos relacionados à inovação, negócios digitais – nacionais e internacionais – e tecnologia, assessorando empresas dos mais variados ramos de atuação e associações nacionais e estrangeiras. O escritório levará à Infracommerce expertise sobre os assuntos ligados a Direito dos Negócios Digitais com foco em tecnologia, inovação, proteção de dados e segurança digital.

CI&T, especialista em transformação digital, está com 100 vagas abertas

Em ritmo de crescimento acelerado, sustentado por sua oferta diferenciada de transformação lean digital para grandes empresas, a multinacional brasileira CI&T anuncia que está em busca de talentos para preencher 100 vagas. As oportunidades de trabalho são para a sede da CI&T, o Prisma, em Campinas (SP), além de vagas para os seus escritórios nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte (MG).

Reconhecida entre as cinco Melhores Empresas para Trabalhar em TI no ranking (grandes empresas, acima de 1 mil funcionários), elaborado pelo Great Place to Work (GPTW) com 110 companhias, a CI&T oferece vagas para vários perfis, desde desenvolvedores de diversas tecnologias até arquitetos de software, analistas de dados, designers, tester, profissionais para a área administrativa e outros. As pessoas interessadas em participar dos processos de seleção devem acessar o site da CI&T (vempra.ciandt.com), para obter mais informações.

“Buscamos por talentos que se identificam com a nossa cultura. Entusiasmo, respeito ao próximo, criatividade, combinação do conhecimento técnico com a vontade de fazer acontecer e entrega com excelência são fatores fundamentais”, destacou Patrícia Delsoto, gerente de recursos humanos da CI&T. “Oferecemos um ambiente de trabalho inovador e multicultural, com respeito independentemente da expressão de gênero, idade, deficiência, raça e religião. Todos os profissionais, inclusive as pessoas com necessidades especiais, são consideradas aptas para participar dos nossos processos seletivos”, completou.

Os selecionados farão parte de equipes que vão atuar em projetos da CI&T, incluindo os de transformação lean digital de empresas líderes globais. “Apoiamos grandes marcas no desafio de colocar o consumidor no centro do seu negócio, cocriando estratégias que agilizam a entrega de valor e experiências diferenciadas ao mercado. Para isso, trabalhamos lado a lado com os clientes, formando equipes multidisciplinares e aptas a gerar inovações com velocidade, experimentações e ciclos curtos de aprendizado”, destacou Carla Borges, head of People da CI&T.

Expansões recentes

Dentre as estratégias anunciadas recentemente para suportar o crescimento acelerado da multinacional, estão a transformação do Centro de Excelência em Tecnologias Digitais da CI&T em Belo Horizonte em um hub de exportações para apoiar projetos internacionais, especialmente de clientes dos Estados Unidos. A companhia também anunciou a expansão da sua estrutura no Vale do Silício, Califórnia, EUA, onde está investindo cerca de US$ 2 milhões na abertura de um novo Prisma – espaço de cocriação que materializa sua proposta de transformação lean digital para grandes empresas -, no primeiro semestre de 2019.

A CI&T confirmou em setembro último o WeWork como o novo endereço da sua filial na capital paulista, para potencializar a vivência de seus colaboradores em um ecossistema de inovação formado por grandes players de tecnologia e startups.

A receita da CI&T atingiu R$ 498 milhões em 2017 – alta de 25% com relação ao ano anterior. Desse total, 40% foi gerado por contratos internacionais. O bom resultado do último ano permanece. No primeiro semestre de 2018, o faturamento da empresa cresceu 22% na comparação com o mesmo período do ano passado. A meta da CI&T é dobrar de tamanho a cada três anos e atingir a receita global de R$ 1 bilhão em 2020.

Mercado Livre triplica centro de distribuição

O Mercado Livre, companhia líder na oferta de tecnologia para o comércio eletrônico na América Latina, comemora os resultados da operação de Fulfillment, iniciada em agosto de 2017, e anuncia a ampliação e modernização do seu centro de distribuição localizado em Louveira, interior do Estado de São Paulo. O objetivo é deixar a logística para vendedores do marketplace mais rápida e eficiente e, para isso, aumentou o espaço da operação de 17 mil m² para 51 mil m². Durante todas as fases do projeto, a expectativa é que sejam criadas mais de 1,3 mil novas vagas de trabalho.

O Fulfillment é um modelo de serviço que realiza a gestão do armazenamento, embalagem e entrega de produtos de diversos vendedores, a partir do centro de distribuição (CD) de Louveira, além do serviço de pós-venda e atendimento ao cliente. Apenas no primeiro semestre deste ano, a operação aumentou em dez vezes, tanto no número de vendedores utilizando o serviço quanto no volume de produtos enviados.

“Estamos em constante evolução para oferecer um serviço cada vez melhor para quem compra e vende na plataforma, e o investimento para ampliação do centro de distribuição é mais um passo para expandirmos a oferta de Fulfillment e garantirmos entrega mais rápida e eficiente para nossos usuários. Além disso, ficamos satisfeitos por gerar oportunidades de trabalho aos cidadãos de Louveira e região”, complementa Leandro Bassoi, diretor de Mercado Envios, unidade de logística da companhia.

O projeto de modernização conta com apoio da Investe São Paulo – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – no suporte com órgãos governamentais. “Estamos muito satisfeitos em contribuir com esse projeto inovador. O Mercado Livre é mais que referência em vendas online, um dos setores que mais cresce em São Paulo”, explica o diretor da Investe, Sérgio Costa.

Na Região Administrativa de Campinas, da qual Louveira faz parte, a Investe São Paulo já deu apoio para 80 projetos, que somam R$ 13 bilhões e 18 mil novas vagas de emprego, pincipalmente nos setores da Indústria da Transformação, Automotivo e Máquina e Equipamentos.

Semana Global do Empreendedorismo estimula jovens empresários a transformar a sociedade

A Semana Global do Empreendedorismo (SGE) 2018, maior celebração mundial voltada para esta temática, teve início com uma ampla programação em todo o país com meio milhão de vagas, adesão de mais de 400 instituições, mais de5.000 eventos e 850 municípios contemplados. A abertura da 11ª edição da iniciativa, que traz como tema “Empreendedorismo Jovem: A Hora é Agora”, foi realizada nesta terça-feira (5), na sede do Sebrae Nacional, com a presença da diretoria da instituição e de parceiros, de autoridades e de diversas figuras representativas para o empreendedorismo brasileiro.

Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae, ressaltou a importância do jovem empreendedor na construção de uma nova realidade e perspectiva: “A Semana é fundamental para movimentar todo o ecossistema inovador do mundo e, neste ano, focamos nos jovens, que possuem características empreendedoras, que são uma atividade transformadora. Acreditamos que podemos mudar o país, a sociedade e as pessoas por meio do empreendedorismo e educar os jovens para ter uma profissão e não só ter emprego”.

Após a solenidade, que contou com uma calorosa plateia formada por jovens, Welson Alves apresentou o caso de sucesso do Movimento Choice: Ensinando jovens a empreenderem mudanças positivas no mundo, que foca na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A Choice tornou-se uma organização independente com o objetivo de expandir sua atuação no apoio e desenvolvimento de jovens.

Em seguida, o Painel “Empreendedorismo Jovem, Inspirações que transformam vidas” recebeu Adriana Barbosa e Felipe Dip. Adriana foi considerada um dos 51 negros mais influentes do mundo em 2017. A jovem é fundadora do Instituto Feira Preta, iniciativa que faz o mapeamento do afro-empreendedorismo no Brasil e atua como aceleradores e incubadores de negócios negros. Já Felipe contou como conseguiu superar suas dificuldades e criou uma escola de idiomas reconhecida internacionalmente – a startup Você Aprende Agora.

Perfil do jovem empreendedor brasileiro

Diante da temática dos jovens da 11º SGE, o Sebrae realizou uma pesquisa com 2.132 empreendedores, de todas as idades e de todo o país, para traçar, pela primeira vez, o perfil do jovem empreendedor brasileiro. O resultado da pesquisa mostra que a ideia de se tornar um empreendedor já está presente bem cedo, tanto que um em cada três empresários (32%) já tinha algum tipo de pensamento nesse sentido, antes de completar 18 anos. Quando considerado apenas o grupo de empresários com até 24 anos, 80% já haviam cogitado se tornar um empreendedor antes dos 18 anos.

Outro dado importante é que quanto maior o porte da empresa, maior a proporção dos empresários que cogitaram iniciar o negócio mais cedo. No grupo das Empresas de Pequeno Porte (EPP), 42% dos empresários cogitaram empreender antes dos 18 anos (este resultado foi 51% maior que entre os MEI, onde apenas 28% cogitaram empreender antes dos 18 anos). O levantamento do Sebrae constata ainda que jovens empresários tendem a ser mais inovadores. Para 16% dos donos de negócios com até 24 anos, as tecnologias, recursos e ferramentas disponibilizadas pelas suas empresas surgiram há menos de um ano. Esse percentual é bem maior que o verificado nos empresários com idade de 25 a 34 anos (9%), bem como dos empreendedores com mais de 35 anos (8%).

A programação está disponível para consulta em www.empreendedorismo.org.br.

Business Intelligence e Marketing Online estão entre as áreas mais procuradas por profissionais de tecnologia

Com o objetivo de identificar como e quem são os profissionais que vêm mudando de carreira, a Revelo, plataforma de recrutamento online, realizou um estudo sobre o que esses profissionais estão buscando, a partir dos candidatos e empresas cadastradas na plataforma.

“Acreditamos que mudanças de carreira sempre existiram – basta pensar, há 20 anos, quantos engenheiros formados estavam trabalhando no mercado financeiro. A formação superior nem sempre está 100% relacionada à atividade fim, mas sim às habilidades desenvolvidas durante os estudos”, comenta Helena Lizo, Head de Finanças da Revelo.

O destaque do estudo fica para os profissionais de marketing online e business intelligence. Estes são os que mais desejam sair da área – na terceira e quarta posição com 17,93% e 17,39%, respectivamente – e, curiosamente, são as áreas mais procuradas por profissionais com formação diversas a elas. A lista com as profissões que as pessoas mais desejam migrar de área está abaixo:

 

Profissão

%

Desenvolvedor

24,46%

Design UX/UI

19,38%

Business Intelligence

17,93%

Marketing Online

17,39%

 

Entre os que optam por migrar de carreira, a Revelo identificou que 36% deles são graduados, 10% possuem pós graduação e aproximadamente 2% concluíram um mestrado. Além disso, 70% deles estão no estado de São Paulo, 12% no Rio de Janeiro e 9% no estado de Minas Gerais. Lembrando que a base é composta por múltiplos estados, porém com maior concentração de candidatos na região sudeste.

Os estudos afirmam que a geração Millennials (ou geração Y; 21 – 34 anos) é a que mais busca outras recompensas no trabalho e que tem maior rotatividade entre empregos, sendo capazes de mudar completamente de carreira ao longo de suas vidas profissionais. Nos primeiros dez anos de suas carreiras, eles costumam trocar quatro vezes de emprego, comparados com a média de duas trocas de emprego da geração X (35 – 49 anos). Eles também ingressam na vida profissional mais jovens do que a geração anterior, trazendo um amadurecimento pessoal concomitante à escolha da carreira.

Em termos de comportamento, a geração Y é menos apegada a bens materiais e posterga grandes marcos da vida social que eram valorizados em outras gerações, como casamento, filhos e casa própria. Isso pode ser traduzido na maior flexibilidade de escolhas profissionais.

“Carreiras ligadas à tecnologia terão cada vez mais adeptos, tanto pela necessidade crescente de uso em nosso cotidiano, quanto pela facilidade que os Millennials e a nova/futura geração possuem ao lidar com tecnologia, desvinculando o ensino superior à área de atuação de pessoas com maiores conhecimentos técnicos para esses ocuparem estes cargos”, ressalta Helena.

Para essas mudanças, a era digital é a grande facilitadora para essas mudanças de área. Além de se manterem conectados às mídias sociais das empresas, acompanhando seus movimentos e pesquisando sobre novos formatos de relações de trabalho e identificando qual empresa pode oferecer o melhor ambiente para suas demandas profissionais, o acesso à especialização online é amplo e permite que jovens profissionais adquiram habilidades e recursos para atuarem em diferentes cadeiras.

Média de salários

Segundo o Relatório de Salários de Tecnologia, estudo também realizado pela Revelo, os desenvolvedores lideram o ranking, recebendo R$ 6,4 mil mensais em média, sendo a carreira que possui o salário mais alto entre os profissionais de tecnologia do Brasil. São Paulo, por exemplo, é a cidade que mais valoriza o profissional Desenvolvedor.

A média de salário na capital paulista para esse tipo de profissional é de R$ 6.721,69. Logo depois, aparece a carreira de Business Intelligence, que recebe R$ 6.241,00, seguida por Design UX/UI, com R$ 5.466,00, e Marketing Online, com média de R$ 4.588,00.

Cision Unveils Global Innovation Lab to Transform Communications Industry

LONDON, Nov. 6, 2018 – /PRNewswire/ — CISION COMMSCON — Cision® (NYSE: CISN) today announced the opening of a new global innovation and research center to fuel the ongoing development of groundbreaking technology for the communications industry. The Cision Innovation Lab, with locations in New York City and Berlin, is designed to build, test, and launch cutting-edge technology that helps communicators unify data, processes and analysis to transform the comms function. The Lab will serve as a testing ground for integration of acquired technology into the Cision Communications Cloud®, as well as the integration of the Cision Comms Cloud? with industry-leading marketing and advertising technology from around the world. The research center will also focus on the creation of industry-standard frameworks and approache s that follow the best practices of Earned Media Management, helping to transform the comms function into a business driver.

“Cision is building transformative technology to enable a modern communications industry – one where comms is realized as one of the most valuable assets within an organization,” said Kevin Akeroyd, Cision CEO. “We led the charge for a new era with our breakthrough Communications Cloud, and the Cision Innovation Lab is an important component to achieving our vision for the future of comms. We’re taking a new approach to innovation, helping global communications professionals to more holistically connect earned media with paid and owned media.”

The Cision Innovation Lab will be led by David Barker, the company’s President of Data and Innovation. Under Barker’s leadership, the Lab will focus on anticipating and solving the communication industry’s challenges through product development, strategic acquisitions, and select partnerships with organizations in the paid and owned media spaces, including MediaMath® and LiveRamp®.

The research center will be used to build and beta-test different communications use cases and solutions. Four primary centers of testing and development within the Lab environment include:

Quants: Enabling communicators to access data, metrics and measurement to validate the importance of earned media as a business driver.

Artificial Intelligence (AI): Bringing efficiency, scalability, and deep insights to both the day-to-day functions and overarching comms strategies.

Graph: Allowing communicators to visualize and act on the interconnectivity of key influencers, content and target audiences.

Media: Integrating with the broader martech environment to extend and connect earned media to paid and owned channels.

“Communications and public relations are rapidly evolving,” noted Barker. “Today, more than ever, comms and PR professionals are being asked to produce data-driven results that align with core business metrics. The Cision Innovation Lab will provide the ongoing development and innovation needed to set new standards of measurement and integration to continue validating th e importance of earned media.”

Evento debate atração de capital de risco e internacionalização de fintechs

A ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) realiza no dia 13 de novembro (terça-feira), em São Paulo, o Fintopics: atração de capital de risco e internacionalização de fintechs. Especialistas e lideranças do setor debaterão oportunidades, tendências e desafios em atrair investidores estrangeiros e gerar intercâmbio nos negócios. Historicamente, as fintechs da Ásia e América do Norte atraem mais investimentos de venture capital no mundo, enquanto as da América do Sul recebem valores menores, segundo dados apontados pela pesquisa FinTech Deep Dive 2018, da ABFintechs em parceria com a PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers). “Sendo o Brasil o país da América Latina com o maior número de fintechs, é altamente relevante debater as regulações existentes aplicadas à sua internacionalização e a importância de estruturar as operações com foco em expansão para novos mercados”, destaca Paulo Deitos, diretor da ABFintechs.

Já estão confirmados os especialistas André Danilla, vice-presidente Brasil da Weel; Bruno Oliveira, COO e co-fundador da Monkey Exchange; Dorival Dourado, ex-CEO do Boa Vista, ex-Serasa Experian e atual investidor de fintechs; Geraldo Magela Siqueira, ex-Secretário-Executivo do Banco Central e Diretor Geral da GMS; Guilherme Horn, Diretor de Inovação da Accenture e conselheiro da ABFintechs; João Victor Mendes, Country Manager LatAm PundiX; Raquel Kibrit, CEO da Sterna Boutique de Internacionalização; e Wellington Galassi, Partner da Mango Ventures e Head de Internacionalização da CONAJE.

Confira a programação completa:

9h às 9h30 – Abertura: Iniciativas de fortalecimento do setor.

9h30 às 10h – Palestra: O mercado global de fintechs.

10h às 11h – Painel 1: A importância de estruturar uma operação com foco em expansão para novos mercados desde sua concepção.

11h às 11h20 – Coffee break e networking.

11h20 às 12h20 – Painel 2: Quais os caminhos para captação de investimento estrangeiro?

12h20 às 13h50 – Intervalo para almoço.

13h50 às 14h20 – Palestra: Regulações aplicadas à internacionalização.

14h20 às 14h50 – Palestra: Mercado de Capitais brasileiro como fonte de financiamento para as empresas.

14h50 às 15h20 – Palestra: Estratégias para internacionalização de fintechs brasileiras.

15h20 às 15h40 – Coffee break e networking.

15h40 às 16h10 – Palestra: Abertura de capital em bolsa internacional.

16h10 às 17h30 – Painel 3: Países engajados no intercâmbio de negócios com o setor.

Com vagas limitadas, o Fintopics é voltado aos players do setor, mercado financeiro, órgãos reguladores, investidores, imprensa e público geral. Para participar, é preciso se inscrever no site: http://abfintechs.wixsite.com/fintopics2018. O investimento é de R$ 440,00, sendo R$ 220,00 para parceiros da ABFintechs.

O evento é uma realização da ABFintechs com patrocínio da Ame, B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), Banrisul, Derraik & Menezes Advogados, JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados, Ouro Preto Investimentos e TecnoBank. A iniciativa conta com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs), ABES (Associação Brasileira das Empresas Software), Abracam (Associação Brasileira de Câmbio), ABStartups (Associação Brasileira de Startups), Acrefi – A Casa do Crédito, Anbima, Anjos do Brasil, Axa Seguros, Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Cantarino Brasileiro, FIAP, Finnovation, IBEF, Investing.com, iStartups, Margo Ventures Brazil, O2O (Associação Brasileira Online to Offline) e Rocket.

Fintopics: atração de capital de risco e internacionalização de fintechs

Data: 13 de novembro de 2018, terça-feira

Horário: Das 8h30 às 17h30

Local: Auditório Axa do Brasil

Endereço: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1600, Vila Nova Conceição. São Paulo, SP.

Mais informações e inscrições: http://abfintechs.wixsite.com/fintopics2018

Gestão interna inovadora melhora a performance das empresas

Gerir uma equipe implica em sempre inovar para que os funcionários se sintam motivados a performar e produzir mais. Ir além do ambiente tradicional e administrar uma empresa significa motivar a equipe a buscar suas metas e resultados. Iniciativas pautadas em intraempreendedorismo, crescimento coletivo e enriquecimento pessoal de cada funcionário trazem à empresa um ambiente mais rico e um time motivado. Entre aulas de filosofia e bibliotecas coletivas, empresas estão inovando na gestão de seus times.

Segundo estudo da consultoria Deloitte feito em 30 países, cerca de 43% dos líderes de recursos humanos acreditam que estas inovações na gestão das equipes ajudam a missão e visão da empresa. Além disso, 61% destes respondentes apontaram melhoras na produtividade e resultados financeiros. Para melhorar a produtividade muitas empresas que vão além no gerenciamento de sua equipe, em prol do desenvolvimento pessoal e coletivo de seu núcleo.

No LinkApi, plataforma de integração B2B (IPaaS – Integration Platform As A Service), todas as sextas-feiras são ministradas aulas de filosofia pelo CEO da startup, Thiago Lima. Nesses encontros são trabalhados autores como Hegel, Nietzsche, Sun-Tzu, entre outros, todos aplicados para os desafios pessoas e profissionais dos funcionários. “Quanto mais pessoas eu tenho pensando em estratégias, melhor. Quero provocar autonomia de pensamento para cada um. Acho que quanto mais você traz um ambiente distinto de gestão interna é mais fácil para atrair talentos”, explica o CEO.

Na startup brasileira especializada em pesquisas digitais MindMiners o funcionários têm o MinersBook que consiste em um budget ilimitado para aquisição de livros (digitais ou físicos) de qualquer natureza. Os funcionários também ganham um investimento por trimestre para realização de cursos de desenvolvimento e a cada 15 dias é realizada uma reunião com o time todo, chamada de Staff Meeting. Nessas reuniões de alinhamento com todas as áreas, uma pessoa da equipe é homenageada com um reconhecimento pelo trabalho que está realizando na MindMiners.

A GhFly, agência referência em marketing digital e líder em performance, possui uma universidade corporativa para qualificar os profissionais, gerando desenvolvimento e impacto de relevância no mercado.São, em média, 80 horas de treinamento para os integrantes do time. De acordo com a Associação Brasileira de Treinamentos e Desenvolvimento, a média brasileira de treinamentos é de 1,3h/mês e a média da GhFly é de 20h/mês, quinze vezes maior que a carga média de treinamentos.

Na leadlovers, plataforma de automação de marketing digital, semanalmente seus colaboradores têm sessões de coaching. A empresa disponibiliza uma verba semestral que cada colaborador possa usar para custear cursos de interesse. Na Solides, hrtech mineira especializada em gestão comportamental e people analytics, há uma área de desenvolvimento e treinamento onde os colaboradores se reúnem todos os dias, entre às 13h e 14h, para discutir sobre diferentes assuntos.

A Propz, plataforma de big data, realiza ações internas para manter os funcionários motivados. Há o “Game Propz”, criado para fazer os colaboradores conhecerem as habilidades, pontos fortes e fracos uns dos outros e trocar novas experiências. Durante a ocasião, um funcionário é escolhido para compartilhar as suas motivações e depois esse tema é colocado em discussão.

Na Fast Agro, empresa focada no desenvolvimento de soluções para a fisiologia das plantas, é feito um mapeamento interno com feedbacks trimestrais. Em seguida é estruturado um plano de desenvolvimento contínuo que inclui ações como cursos, treinamentos, entre outros. É a maneira encontrada para reconhecer o trabalho desenvolvido pelos funcionários, investindo em um plano de carreira personalizado.

A Diwe, primeira agência de profound marketing do país que oferece aos Diwers cursos para desenvolvimento de soft skills (competências que pertencem a personalidade e comportamento do profissional). Os treinamentos são sobre inteligência emocional, finanças pessoais, desenvolvimento de liderança, entre outros. A empresa também tem uma área que se chama People First, dedicada à saúde mental dos colaboradores. Uma psicóloga fica disponível para conversar com os colaboradores e instruir os gestores a como extrair o melhor dos seus liderados.

O Qranio, plataforma mobile que auxilia empresas na criação de programas de treinamentos personalizados e tem um aplicativo que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais, tem como missão ajudar os seus colaboradores a realizar seus sonhos. Para que isso seja possível o gestor de cada área ou até mesmo próprio o Samir Iásbeck, CEO e fundador do Qranio, se reúne com cada funcionário em particular para definir o que ele precisa fazer para atingir seus objetivos e assim oferecer ajuda com os próximos passos.

Na Convenia, software na nuvem de gestão, são disponibilizados cursos, aulas, workshops e um programa interno chamado “Dojo”. Nele os colaboradores compartilham seus conhecimentos com o objetivo de trocar experiências. Entre os temas estão Educação Financeira, Legislação Tributária com especialista em BPO de folha de pagamento, Programação básica (PHP), Treinamento sobre eSocial, Técnicas de vendas para área comercial e Recrutamento e Seleção para o RH.

Evento busca aproximar talentos femininos e empresas de tecnologia

A Laboratória, startup social latinoamericana líder em formação e inclusão de mulheres no setor de tecnologia, prepara-se para graduar sua primeira turma de programadoras front-end no Brasil. O centro de treinamento, localizado na cidade de São Paulo, selecionou em maio deste ano, 60 mulheres, das 5700 inscritas, para seu exigente bootcamp.

Ao final de seis meses de trabalho, as alunas apresentam seus talentos para o mercado de tecnologia durante o Talent Fest, uma maratona de programação conhecida como hackathon, com duração de 36 horas que ocorrerá nos dias 08 e 09 de novembro, no campus da ESPM TECH. A proposta é aproximar empresas que estejam interessadas em construir equipes mais diversas e inovadoras do trabalho realizado pela Laboratória.

“O Talent Fest representa o encerramento do ciclo de formação da primeira geração de programadoras da Laboratória. É um evento que reúne toda a comunidade em torno do talento de nossas alunas. Durante o Talent Fest, as alunas demonstram todas as suas habilidades e competências debruçando-se sobre desafios de programação reais propostos pelas empresas parceiras no evento”, diz Regina Acher, diretora executiva da Laboratória São Paulo.

Empresas de tecnologia podem participar do evento de diferentes maneiras: ao se tornarem parceiras do evento recebem um squad de trabalho de até cinco programadoras front-end e podem propôr um desafio real para o hackathon, a ser supervisionado por dois mentores de sua escolha, entre outros benefícios. Ainda, o evento é aberto à empresas que queiram conhecer o talento das programadoras da Laboratória durante a “Demonight”, momento de encerramento do hackathon, em que os squads apresentam os resultados do trabalho realizado durante as 36 horas de programação. Durante a “Demonight” os squads concorrem a uma premiação pelo melhor desempenho diante de um júri de especialistas e também de acordo com o voto da comunidade presente no evento.

“O Talent Fest da Laboratória é uma excelente oportunidade para os gestores de tecnologia e de recrutamento conhecerem o talento que estamos formando. Em modelo de hackaton, as alunas se dedicam a criar soluções para desafios reais, e as empresas têm a oportunidade de vê-las em ação, avaliando tanto suas habilidades técnicas quanto socioemocionais. É um evento ótimo para conhecer os talentos dessas mulheres e recrutar novas programadoras front-end para suas equipes”, afirma Ana Laura Navarro, Job Placement Manager da Laboratória no Brasil.

O Talent Fest acontece nos dias 08 e 09 de Novembro, na ESPM TECH, com kick-off às 09:00 do dia 08/11 e encerramento às 21:00 do dia 09/11. Organizações interessadas no evento podem entrar em contato com a Laboratória através do e-mail analaura@laboratoria.la.