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Consumidor 3.0: como as empresas lidam com esse novo perfil – Por Fernando Cascardo

Vivemos em uma sociedade conectada. Afinal, não é necessário esperar chegar em casa para mandar um e-mail, postar uma foto e muito menos usar o telefone fixo para fazer um pedido de pizza, por exemplo. Tudo está ao alcance das mãos: 92,1% dos domicílios brasileiros acessam a internet pelo celular, segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016.

Essas mudanças impactam diretamente na origem de um perfil diferente: o consumidor 3.0. No livro Marketing 3.0, Philip Kotler explica que as empresas precisam parar de olhar para si mesmas e criar produtos e serviços centrados no lado humano. Ou seja, agora o cliente tem poder de voz e faz uso disso, para interferir no andamento das operações. Além disso, levantamento conduzido pelo Google, Ipsos MediaCT e Sterling Brands, revela que 71% das pessoas que utilizam seus smartphones para pesquisa on-line afirmam que estes dispositivos são cada vez mais importantes para a experiência de compra dentro das lojas físicas.

Um infográfico criado pela Neoassist, instituição especializada em omnichannel, apontou algumas características do consumidor 3.0: trata-se de alguém altamente informado, socialmente conectado, sensível a preços, que confia plenamente na opinião de outros usuários, gosta de fazer autopromoção nas redes, é bastante imediatista nos feedbacks de tudo o que consome e tem total segurança em realizar compras e transações pela web.

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No Grupo InterPlayers, quando pensamos em criar um aplicativo que tinha o poder de identificar as farmácias mais próximas do usuário, tivemos o cuidado de seguir as dicas de Kotler. Mais do que um produto, a ideia sempre foi entregar um serviço. A personalização do GoPharma foi um dos pontos mais importantes nesse processo, já que lidamos com indivíduos empoderados e que sabem exatamente o que querem.

Quando falamos sobre o campo da saúde, essas exigências ficam ainda mais altas. E não faltam aplicativos que incentivam os usuários a terem uma vida mais saudável, como os que indicam a hora de beber água, que ajudam a ter uma alimentação balanceada ou encorajam a prática de esportes. Mas a situação pode ir além: tente se imaginar em uma cidade diferente e precisar de um medicamento de emergência sem saber para onde seguir? Ou mesmo que você esteja na sua cidade, mas ao passar mal durante a noite, não saber onde encontrar uma farmácia 24 horas? Ter em mãos não só a farmácia mais próxima, mas também uma gama de informações se faz imprescindível. Afinal, além de saber se no local há o remédio que se precisa, itens como estacionamento, sala de aplicação, atendimento 24 horas, telefone são fundamentais para a decisão final do cidadão que não quer perder tempo.

O aplicativo também tem uma busca específica de produtos: ao digitar o nome de determinado medicamento, o usuário visualiza quais as farmácias na região com maior possibilidade de possuir o produto para venda. Todos os estabelecimentos cadastrados contam com endereço e informações de contato, o que facilita a verificação.

Outro ponto relevante é poder se cadastrar em programas de benefícios, além de ter a ciência de quais estabelecimentos agregam esse benefício para o valor final da compra não pesar no orçamento da população.

Gratuito para ambas as partes, essa foi uma forma de investimento e inovação que encontramos para proporcionar a melhor jornada para o cliente.

Fernando Cascardo é sócio-diretor do Grupo InterPlayers, desenvolvedora do app GoPharma.

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Com a Reforma Trabalhista, férias poderão ser usufruídas em até 3 períodos; confira as principais mudanças

A Lei nº 13.466/2017, conhecida como Reforma Trabalhista, publicada no Diário Oficial no dia 14 de julho, traz uma série de modificações na Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), que entram em vigor a partir de meados de novembro. Entre as principais alterações, destacam-se a possibilidade de parcelamento das férias, o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, a rescisão contratual em comum acordo e novas garantias ao trabalhador terceirizado.

De acordo com Paulo Pirolla, redator jurídico trabalhista e previdenciário da Sage-IOB, a reforma apresenta inovações importantes em 3 modalidades de contratação: a de trabalho a tempo parcial, cuja duração não exceda a 30 horas semanais; a de trabalho intermitente, com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses; e a de home office. “Essa nova lei abrange todos os tipos de trabalhadores e, apesar das dúvidas e desavenças que têm surgido sobre o tema, o governo afirma que está preservando e modernizando o direito de todos os trabalhadores”, diz Paulo Pirolla.

Confira abaixo alguns dos principais pontos das mudanças que afetam o cotidiano do trabalhador e que passam a valer 120 dias depois da publicação no Diário Oficial (14 de julho), destacados por Paulo Pirolla:

– Extinção do contrato em comum acordo entre as partes
Com o acordo, a multa de 40% do FGTS é reduzida para 20%, o aviso prévio indenizado tem seu valor diminuído em 50%, e o trabalhador tem acesso a 80% do dinheiro na conta a sacar do FGTS, mas perde o direito a receber o seguro-desemprego. As demais verbas rescisórias serão pagas de forma integral.

– Contribuição sindical facultativa
A contribuição para com o sindicato passa a ser facultativa e não mais obrigatória. Para descontar tal contribuição do salário do trabalhador é preciso a autorização prévia deste.

– Férias parceladas
As férias poderão ser dividias em até 3 períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um. É proibido o início das férias no período de 2 dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado.

– Tempo reduzido de intervalo de almoço
Sindicatos e empresas poderão negociar intervalos de almoço menores que uma hora. Em caso de descumprimento do período de intervalo, o empregador ficará obrigado ao pagamento, apenas do período suprimido, com acréscimo de 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.

– Descansos especiais para a mulher amamentar o próprio filho
Os 2 descansos especiais de meia hora cada que a mulher possui para amamentar o próprio filho até os 6 meses de idade deverão ser definidos em acordo individual entre a mulher e o empregador.

– Remuneração da hora extra
A remuneração será, pelo menos, 50% superior à da hora normal.

– Banco de horas
Poderá ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra no período máximo de 6 meses.

– Home office
A prestação de serviços na modalidade de teletrabalho (home oficce) deverá constar do contrato de trabalho, que especificará as atividades que serão realizadas pelo empregado. As regras de duração do trabalho não são aplicadas aos empregados em regime de teletrabalho.

– Trabalhador autônomo
A contratação do autônomo, cumprida todas as formalidades legais, com ou sem exclusividade, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado prevista na CLT.

– Quitação das verbas rescisórias
Na extinção do contrato de trabalho, o empregador deverá efetuar anotação na carteira de trabalho, comunicar a dispensa aos órgãos competentes.
A entrega ao empregado de documentos que comprovem a comunicação da extinção contratual aos órgãos competentes, bem como o pagamento dos valores constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverão ser efetuados até 10 dias contados a partir do término do contrato.

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E-commerce é destaque em lucro recorde do Magazine Luiza

O Magazine Luiza (B3: MGLU3), uma das maiores redes de varejo do Brasil, acaba de apresentar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os resultados relativos ao segundo trimestre de 2017.

Pelo sexto trimestre consecutivo, a companhia registra melhoria em todos os seus indicadores, fruto da execução da estratégia de transformação do Magazine Luiza em uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o maior lucro líquido para o período em seus 60 anos de história: 72 milhões de reais, um crescimento de quase 600% em relação ao segundo trimestre de 2016. O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou 44%, atingindo 236 milhões de reais. No consolidado do primeiro semestre de 2017, o lucro do Magazine Luiza foi de 131 milhões de reais, um crescimento de 736% em relação ao mesmo período do ano passado.

A melhoria sistemática dos resultados é explicada por uma conjunção de fatores, todos ligados à estratégia central de transformação digital. No segundo trimestre deste ano, as vendas do Magazine Luiza cresceram em todos os canais.

No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55% (no trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%). Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

Reforçando a estratégia de ser “digital, com pontos físicos e calor humano”

As vendas das lojas físicas também aumentaram significativamente, confirmando a eficácia da estratégia de multicanalidade da companhia e a importância de seus pontos físicos. O crescimento, pelo critério de mesmas lojas, foi de 15% no trimestre. Considerando-se o e-commerce, e todas as lojas físicas – 814 no total, com abertura de 27 nos últimos 12 meses – e o e-commerce, as vendas do Magazine Luiza avançaram 26%, atingindo 3,2 bilhões de reais. Com isso, a companhia continua a ganhar participação de mercado no varejo de móveis e eletroeletrônicos. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as vendas nominais desse mercado cresceram 5% nos primeiros cinco meses de 2017.

Marketplace e a consolidação da Plataforma Digital

No caminho para se transformar numa grande plataforma digital com pontos físicos e calor humano, o Magazine Luiza lançou há um ano seu marketplace. Ao longo desse período, a oferta de produtos cresceu exponencialmente. No final de 2016, o marketplace da companhia contava com 50 parceiros e pouco mais de 80.000 itens. Atualmente, são mais de 250 parceiros – empresas como Gazin, Mobly, Ri Happy e Positivo Informática – e mais de 550.000 itens oferecidos.

Essa expansão foi possível, sobretudo, graças à aquisição, no início deste ano, da Integra Commerce, integradora baseada em Itajubá, Minas Gerais, e ao crescimento do Luiza Labs, laboratório de inovação do Magazine Luiza, que conta com mais de 250 engenheiros e técnicos dedicados aos desenvolvimento de soluções digitais. Nos primeiros seis meses deste ano, 50% dos investimentos feitos pela companhia foram voltados para a área de tecnologia.

Inclusão Digital

O forte foco em tecnologia traçado pela empresa também atrai mais clientes conectados. Isso explica o crescimento das categorias de smartphones e Smart TVs. Contudo, a posse da tecnologia é apenas um dos pilares da estratégia do Magazine Luiza. Uma outra diretriz consiste em tornar os consumidores aptos a usá-la de maneira eficiente. Por isso, o trimestre também foi marcado pelo aumento de vendas do serviço de assistência Lu Conecta (com configuração de smartphone, instalação de aplicativos e antivírus, além do serviço de atendimento por telefone 24 horas) e a venda de planos pós-pagos de todas as operadoras nas lojas.

A empresa também vem usando a televisão para mostrar o poder da inclusão digital aos consumidores. Com o quadro Missão Digital, dentro do programa É de Casa, da Rede Globo, o Magazine Luiza tem revelado para famílias de perfis diversos do Brasil o quanto a tecnologia pode transformar suas vidas, para melhor.

Disciplina e Eficiência Financeira

Por mais um trimestre, o Magazine Luiza registrou melhorias em seus indicadores operacionais e financeiros. Na primeira metade do ano, a empresa melhorou o giro dos estoques e o prazo médio de compras. Nos últimos 12 meses, o Magazine Luiza também reduziu sua necessidade de capital de giro ajustado em 516 milhões de reais.

A dívida líquida ajustada da companhia foi reduzida em 587 milhões de reais, na comparação com o indicador de um ano atrás, atingindo 268 milhões de reais. No segundo trimestre, a relação dívida líquida ajustada/Ebitda ajustado foi de 0,3 vez, ante 1,5 vez do segundo trimestre de 2016.

O último trimestre também foi marcado por uma forte redução nas despesas operacionais, que caíram 2,1 pontos percentuais, representando 22,8% da receita líquida. O movimento é explicado por uma série de fatores: o crescimento do e-commerce, a maturação dos projetos de redução de despesas adotados pela companhia dentro do programa de Orçamento Base Zero (OBZ) e Gestão Matricial de Despesas (GMD). Contribuíram também para a redução das despesas a maturação dos projetos da transformação digital, como o aplicativo Mobile Vendas e o Retira Loja.

Avanço nos Serviços Financeiros

No trimestre, o indicador da carteira vencida acima de 90 dias da Luizacred melhorou 3,3 pontos percentuais, representando apenas 8,4% da carteira total. Mesmo com uma política de crédito conservadora, as vendas do Cartão Luiza nas lojas do Magazine Luiza cresceram 48%. Em função desse crescimento e da melhoria nos indicadores de inadimplência, o lucro líquido da Luizacred aumentou 8%, atingindo 27 milhões de reais no período.

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Vencedores do Hackathon John Deere realizam tour de tecnologia e inovação nos EUA

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A equipe Plant Right, vencedora do 1º Hackathon John Deere, visitou as instalações do centro de desenvolvimento tecnológico da empresa em Urbandale, nos Estados Unidos. Durante uma semana repleta de atividades com profissionais do Intelligent Solutions Group (ISG), Felipe Fregulhia (Desenvolvedor), Glenn William Barbosa (professor de informática aplicada à agronomia), Luis Moreno (Desenvolvedor Frontend) e Ramon Pereira (Desenvolvedor Backend) tiveram a oportunidade de interagir com o que há de mais moderno em agricultura de precisão e conhecer de perto o futuro das tecnologias agrícolas.

O propósito do tour foi compartilhar conhecimento ao apresentar a importância da alta tecnologia, engenharia e ciência aplicadas na produção de alimentos – um dos maiores desafios da humanidade hoje e daqui em diante. A viagem teve início em Moline, Illinois, no John Deere Pavillion, centro turístico que conta toda a história da companhia, do primeiro arado auto-limpante ao trator autônomo, e depois na sede mundial da empresa, cuja arquitetura é uma das mais premiadas nos Estados Unidos. “Nós falamos tanto em inovação, e foi isso o que John Deere conseguiu lá atrás, há 180 anos: inovar, mudar o rumo das coisas. Brincamos na viagem que o ferreiro John Deere abriu uma startup já no século 19”, conta Ramon Pereira.

O grupo teve também a oportunidade de visitar o campo de provas da empresa. E literalmente colocar as mãos na máquina. “Foi uma experiência incrível de andar dentro de uma colheitadeira e ter uma pequena aula técnica do funcionamento dos displays, sensores etc. Tivemos a oportunidade de participar de uma mesa de discussão com engenheiros, técnicos e desenvolvedores. Para completar, no centro de desenvolvimento tecnológico, foi sensacional conhecer mais sobre linguagens de programação, recursos de hardwares e softwares, procedimentos de testes, entre outras coisas”, diz Ramon.

Inovação que vem do campo

Já em Urbandale, sede do ISG, o time Plant Right participou de workshops, visitou o Lab Tech, testou simuladores e aprendeu detalhes das carreiras em tecnologias agrícolas diretamente com os profissionais da área. Para Felipe Fregulhia, o destaque foi conferir como desenvolver um ambiente propício à inovação em setores nos quais boa parte das pessoas dos centros urbanos nem imaginam. “A cultura de uma companhia ajuda a tecnologia a brotar. Vimos pessoas com vontade de se atualizarem, para suprir as necessidades, os desafios. É preciso vivenciar o campo para entender”, diz.

Para Jerry Roell, diretor do ISG, os investimentos e estrutura que os visitantes puderam conferir são uma demonstração de como a John Deere já atua dentro das revoluções tecnológicas. Conforme explica o diretor, agricultura de precisão e gestão avançada de dados em equipamentos, bem como a utilização do big data na tomada de decisão, são realidades que fazem com que os agricultores venham atingindo safras recordes de produção ano a ano. “A tecnologia faz parte da vida das pessoas e, em breve, teremos uma explosão da mobilidade e conexão remota em tempo real. Vamos da internet das coisas para a internet em todas as coisas”, completa.

O campo high tech

Seja nos EUA ou no Brasil, o campo se torna cada vez mais high tech. Para o produtor, não basta mais ter máquinas eficientes e fáceis de utilizar, mas sim contar com equipamentos inteligentes, capazes de executar análise de dados e tomadas de decisões em questão de segundos, com alta capacidade de conectividade e interação.

Este conceito de produção rural tecnológica a equipe Plant Right pode vivenciar na fazenda Cinnamon Ridge, em Donohue, Iowa. O local dispõe de tecnologia inserida em diversas atividades agropecuárias, como gado leiteiro, de corte, suínos e aves, além dos cultivos de soja e milho.

O campuseiro Luis Moreno afirma que a imersão no mundo agro foi fundamental para conhecer melhor o tamanho das possibilidades aos profissionais de tecnologia. “Ainda há muito que melhorar. Tecnologia não é o problema, e sim a solução. Precisamos conhecer os verdadeiros problemas das fazendas, em especial as brasileiras, para que possamos propor soluções tecnológicas cada vez mais eficientes. A maioria dos eventos que participo falam de smart cities e eu nunca vi o tema smart farms em eventos de tecnologia. A John Deere introduziu isso muito bem na Campus Party, e existem mais oportunidades de mais eventos com esta temática”, avalia.

O campo na Campus Party

Com uma proposta ousada – discutir o papel das tecnologias para atender a crescente demanda global por alimentos –, a John Deere foi a primeira empresa do setor agrícola a participar da Campus Party, uma das maiores feiras do mundo em ciência, inovação, tecnologia e entretenimento. O evento aconteceu de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com Alfredo Miguel Neto, diretor de Assuntos Corporativos para América Latina da John Deere, “não podemos mais ter divisões entre campo e cidade. O que temos que fazer é promover oportunidades de unir o potencial agrícola do Brasil com as tecnologias digitais e com a criatividade dos brasileiros. Ao instigarmos as mentes criativas dos participantes do Hackathon, certamente estamos abrindo novos caminhos e contribuindo para fortalecer o País como fornecedor global de alimentos”, explica.

Principal ação da empresa na Campus, o Hackathon John Deere tinha o desafio de conectar o homem do campo com a tecnologia da empresa. Ao todo, foram mais de 450 participantes pré-inscritos e 121 efetivos. No fim, foram apresentados 19 projetos. O time Plant Right propôs e desenvolveu um aplicativo para auxiliar o agricultor na correta de tomada de decisões na etapa crucial do desenvolvimento de uma produção agrícola: o plantio.

Além do tour oferecido para o grupo Plant Right, as outras quatro equipes finalistas do Hackathon conheceram, em junho, o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação, em Campinas (SP) e visitaram uma fazenda em Cesário Lange (SP).

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Focado nos mercados corporativo e educacional, novo notebook da Acer chega ao Brasil

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Lançada mundialmente em dezembro de 2016, a linha de notebooks TravelMate P4 foi desenvolvida para o público corporativo e educacional que busca desempenho, praticidade e design em um só produto. O novo notebook da Acer fabricado e comercializado no Brasil com o benefício do PPB (Processo Produtivo Básico) garante desempenho sólido que suporta multitarefas constantes, mobilidade durante viagens e reuniões fora do local de trabalho, conectividade rápida e contínua e bateria com grande autonomia.

Um dos pontos mais fortes do TravelMate P4 é a gama de recursos adicionais de segurança incorporados no dispositivo, capazes de manter dados e hardware protegidos das ameaças de ciberataques e outras violações de segurança. Toda essa proteção é garantida pelo conjunto de especificações que une leitor biométrico e criptografia de dados TPM (Trust Platform Module 2.0).

O chip TPM foi implantado na linha TravelMate P4 a fim de garantir funções relacionadas à segurança com base em hardware. Isso é garantido por meio de um crypto-processador seguro projetado para executar operações criptográficas. O chip conta com mecanismos de capazes de desempenhar funções que ajudam a garantir a integridade e o bom desempenho da plataforma, sempre mantendo o armazenamento de dados extremamente seguro.

“A linha Acer TravelMate P4 chega ao mercado como solução para aqueles que buscam um dispositivo com sólida produtividade, desempenho excelente e segurança acima da média”, afirma Anderson Kanno, diretor de Marketing da Acer no Brasil. “A Acer conseguiu alinhar recursos adicionais de segurança de hardware e dados a uma gama de especificações que entregam produtividade excepcional, tudo isso em dispositivos de fácil manutenção”, completa o executivo.

Entre as principais especificações da série, destacam-se o Processador Intel® Core™ de 7ª Geração, a memória DDR4 de alta velocidade expansível até 20 GB, tela HD de 14” com antirreflexo e dobradiça 180º, que adapta-se as mais diversas necessidades de uso, como em apresentações de conteúdo, e o software Windows 10 Pro, sendo este último um fator extra que reforça a segurança dos dados do dispositivo.

O software Windows 10 Pro possui uma série de finalidades desenvolvidas especialmente para proteger todo o sistema operacional do notebook, por exemplo, o recurso BitLocker de criptografia de discos e unidades móveis, que se integra ao sistema operacional e garante a proteção dos dados dos usuários nos dispositivos móveis em casos de furtos ou perda, além dos Device Guard e Credential Guard, que aumentam a segurança dos recursos de inicialização e virtualização de hardwares, e o inovador Windows Hello, programa que faz a leitura biométrica e o reconhecimento facial e óptico do usuário, garantindo que apenas as pessoas certas possam desbloquear os dispositivos.

O Windows 10 Pro conta com diversas outras funcionalidades que reforçam ainda mais o diferencial do TravelMate P4 como dispositivo ideal para associar bom desempenho e segurança, entre eles, o Windows Defender Advanced Threat Protection (ATP), o Windows Information Protection e o Microsoft Desktop Optimization Pack. Para completar, a nova linha da Acer também oferece Leitor biométrico com PBA, TPM 2.0 e leitor de SmartCard, Porta USB 3.1 Tipo-C compatível com Dock Acer Tipo-C, Wireless 802.11 ac + Bluetooth 4.0, Certificação Skype for Business e inclui a assistente virtual Cortana.

Super-resistente a impactos, quedas e acidentes, o TravelMate P4 também é considerado ideal para o segmento corporativo devido à sua bateria duradoura que promete usabilidade para o dia todo. A linha foi construída para suportar longas jornadas de trabalho com vida útil de até 10 milhões de cliques nas teclas e 25 mil movimentos abre e fecha da dobradiça de 180º, ideal para adaptar o formato do dispositivo de acordo com diferentes atividades no trabalho e na escola.

A linha TravelMate P4 já está disponível no mercado e pode ser adquirido por meio da Acer Store (https://br-store.acer.com/).

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IDC: mercado brasileiro de servidores x86 cresceu 12% em receita no primeiro trimestre de 2017

view (6) Entre janeiro e março deste ano, setor gerou receita de US$ 116 milhões. Em unidades, o crescimento foi de 15% na comparação ano a ano

Estudo realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, revela que o mercado de servidores X86 cresceu 12% em receita nos três primeiros meses de 2017 e chegou à marca de US$ 116 milhões, contra US$ 104 milhões no mesmo período de 2016. Em unidades, houve um crescimento de 15% no primeiro trimestre deste ano, com 25.688 equipamentos comercializados.

“As fabricantes de servidores x86 tiveram um comportamento mais agressivo no começo de 2017 e realizaram muitas campanhas promocionais. Além disso, ainda havia sobra de estoque de 2016, o que influenciou o aumento na receita e até no número de unidades comercializadas”, diz Luis Altamirano, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Apesar do crescimento no primeiro trimestre, para 2017 a IDC Brasil prevê baixa de 14% na receita de servidores x86 mas, por outro lado, aumento de 6% em unidades vendidas. “Em 2016, a receita gerada foi de US$ 492 milhões, principalmente por conta dos grandes negócios globais que tiveram impacto no país”, acrescenta Altamirano.

Para este ano, a expectativa é de que isso não ocorra novamente e, consequentemente, o mercado chegue a US$ 425 milhões. “Em 2017, não teremos muitos investimentos em servidores de alta performance e os fabricantes devem focar em volume, principalmente de aparelhos em formato de torre”, finaliza.

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3º Desafio Pfizer vai premiar jovens empresas de tecnologia e inventores

Já estão abertas as inscrições para o 3º Desafio Pfizer, um prêmio criado para valorizar jovens empresas de tecnologia (startups) e inventores responsáveis por soluções digitais e produtos inovadores que facilitem a prática médica e a busca por saúde e bem-estar. A premiação é promovida pela Pfizer, com apoio da Innovster. Por meio de uma parceria com a Associação Nacional dos Inventores (ANI), as soluções vencedoras ganharão um registro de patente.

Os vencedores participarão de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. Além disso, também poderão escolher três áreas nas quais desejam receber mentoria da Innovster. “A Pfizer, que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento de opções terapêuticas inovadoras, está convencida da importância de impulsionar o desenvolvimento de soluções originais e de alta tecnologia que ajudem a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea na área de saúde”, afirma o diretor comercial da companhia, Vagner Pin.

Intitulada “A Revolução Cibernética da Saúde”, a terceira edição do Desafio Pfizer traz algumas novidades. Neste ano, poderão concorrer startups em criação, startups em expansão e inventores. Estão contempladas na primeira categoria empresas em processo de estruturação, que estão em busca de seus primeiros clientes. A segunda é destinada a empresas consolidadas, que desejam aprimorar seus produtos. Já a última engloba criativos que não têm empresa, mas sim um produto, um novo conceito ou um processo com potencial de melhorar a saúde.

Os inscritos serão selecionados por uma banca formada por executivos da Pfizer e da Innovster, além de convidados relevantes para o setor de saúde e investimentos. No dia 7 de novembro, os três finalistas de cada categoria deverão participar do Pfizer Innovation Day, uma tarde de negócios com investidores, executivos da Pfizer e profissionais importantes do mercado de saúde. Nesta ocasião, serão anunciados os vencedores.

Os interessados poderão se inscrever por meio do portal www.desafiopfizer.com.br. A página traz, ainda, as perguntas mais frequentes relacionadas ao prêmio, o cronograma da premiação e depoimentos dos vencedores das edições anteriores.

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eSocial: prazo é curto e gargalos são vários

A partir da próxima terça-feira (1°), o acesso ao ambiente do eSocial será liberado para todas as empresas brasileiras. A intenção do projeto é promover a adaptação do novo sistema antes dele entrar em vigor. As inconsistências nos dados dos funcionários, as adaptações dos sistemas de processamento eletrônico de dados e aquelas relacionadas a processos e controles, incluindo a mudança de cultura e “modus operandi”, são os principais gargalos do processo de implantação do eSocial (mais um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED), que vai unificar o envio ao governo das informações referentes às obrigações das empresas relacionadas aos seus colaboradores.

Esse conjunto de dificuldades alerta para o quanto é curto o prazo para adequação, considerando o grande volume de trabalho, a relativa complexidade e o deadline: o sistema vai se tornar obrigatório a partir de janeiro de 2018 para várias empresas que atendem aos parâmetros iniciais.

O sócio líder de Consultoria da Mazars Cabrera, Éder Mutinelli, acredita que o principal gargalo está relacionado ao “saneamento de cadastro”, que, dentre outros, terá como objetivo corrigir todas as divergências entre as informações dos funcionários disponíveis nas empresas e àquelas nos bancos de dados das entidades governamentais de controles e administração de fundos e obrigações, como INSS, Receita Federal e Caixa Econômica Federal (CEF).

“O sistema fará o cruzamento de dados e alertará sobre as inconsistências. Muitas vezes, o empregado precisará ser envolvido não somente para disponibilizar e atualizar dados nas próprias empresas empregadoras, mas também terá que corrigir uma informação pessoal diretamente junto a uma dessas instituições, o que torna o processo mais difícil para o gerenciamento da empresa. Sem dúvida, não se trata de um processo ágil, considerando, inclusive, a capacidade de atendimento dessas instituições”, informa o executivo. Exemplos são casos de funcionários que alteraram ou incluíram outro sobrenome devido ao casamento, mas não mudaram o cadastro.

“Mesmo as empresas que têm departamento de RH bem organizado não podem perder tempo, pois o sistema está estruturado em diversos níveis de detalhamento. Além disso, as ações não estão restritas ao gerenciamento das próprias empresas, havendo uma dependência de ações de funcionários e terceiros”, completa.

Apesar de todos os contratempos, o eSocial, ao trazer todas as informações para um ambiente único e digital, moderniza o acesso aos dados e consolida a jurisprudência. Por outro lado, criou também algumas obrigações repetitivas, como informar ao Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) a demissão de um funcionário, ao mesmo tempo em que o empregador faz também a mesma notificação no sistema desenvolvido pela CEF para recolhimento do FGTS.

Além disso, o eSocial vai exigir bastante da área de compliance. Ao padronizar, unificar e tornar digital o envio de informações ao governo, ele fará a empresa se “autodenunciar” caso incorra em qualquer infração de lei trabalhista e/ou previdenciária, pois tudo estará informatizado pelo novo sistema.

Pela estrutura atual, infrações só são descobertas em caso de denúncia ou fiscalização espontânea. Até mesmo situações costumeiramente tratadas de modo informal precisarão agora passar por rigorosos controles. Dentre inúmeras, estão: cadastrar novo funcionário 48 horas antes de ele começar a trabalhar; comunicar férias com 30 dias de antecedência; comunicar afastamento de funcionário por acidente de trabalho até o primeiro dia útil após a ocorrência; definir se o pagamento de bônus configura habitualidade, o que vai interferir na sua tributação.

“Vai ser preciso mudar a cultura organizacional, o que não será fácil. E, principalmente: os gestores de cada área precisarão dominar todas as regras previdenciárias e trabalhistas. Todos os setores precisarão estar engajados. O eSocial gera a necessidade das empresas redesenharem processos e rotinas, de parametrizarem os sistemas de tecnologia de informação, trabalharem a comunicação interna, desenvolverem treinos de gerenciamento, definirem responsabilidades e realizarem monitoramento rigoroso do seu sistema. Serão ainda relevantes ações como estabelecimento de fluxo padrão para realizar contratações, tornando a gestão centralizada, diagnóstico dos processos atuais e elaboração de um plano de ação e de um manual de procedimento”, explica Uipiquer Gomes, sócio líder do escritório do Rio Janeiro da Mazars Cabrera.

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Private label continua forte e DMCard deve bater novo recorde neste ano

A DMCard encerrou o primeiro semestre de 2017 acumulando R$ 618 milhões em vendas nos cartões próprios de loja (private label) administrados pela empresa, um crescimento de 33% em comparação com o mesmo período de 2016. Após ultrapassar a marca de R$ 1 bi em valor movimentado no ano passado, a projeção para este ano é ultrapassar R$ 1,3 bi.

Esse crescimento representa uma aceleração em relação ao crescimento do ano anterior, 23%, e está acima da média dos últimos cinco anos, 30%.

Os números se destacam ainda mais considerando que o consumo no comércio em geral registrou uma queda de 1,5% de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

“Dados públicos mostram que nos últimos doze meses dois grandes bancos cortaram mais de oito milhões de cartões de clientes que eles julgam ser de maior risco. Para outros clientes, os cartões não foram cortados, mas tiveram seus limites reduzidos. Por outro lado, cerca de 2% das transações de cartões nos caixas são negadas pelos emissores por limite insuficiente, e são vendas perdidas pelos supermercados se eles não tiverem alternativas. Nesse cenário, aumentou mais ainda a procura por cartões próprios, tanto por parte de consumidores como por parte de varejistas”, explica Maurício Meneghetti, Gerente Comercial da DMCard.

Alta taxa de aprovação e baixa inadimplência

Os bons resultados da empresa não se limitam apenas aos valores movimentados. “Como somos focados em um único negócio, cartões de loja, com o tempo nossa equipe conseguiu montar modelos e processos muito sofisticados de análise de crédito, detecção de fraudes e aumentos de limite. Com isso, conseguimos manter uma aprovação alta, de 54%, e aumentar 37% o limite de 30% dos clientes a cada semestre, enquanto mantivemos indicadores conservadores de risco, como FPD 7% e PDD 3%”, comemora Wanderson Aires, Gerente de Risco.

Novos parceiros e outros números DMCard

O primeiro semestre de 2017 também foi marcado pelas novas redes que passaram a ter seus próprios cartões administrados pela DMCard. Entre eles, os destaques foram o Ricoy Supermercados com 80 lojas em 21 cidades do Estado de São Paulo, e o HiperBom com seis lojas, que marcou a entrada da DMCard no estado de Santa Catarina. Além disso, mais de 100 novas lojas de materiais de construção escolheram a DMCard como parceira, nos estados de SP, PR, SC e MG.

As novas parcerias colaboraram para o crescimento acentuado e bons resultados, também verificados nos números abaixo referentes ao primeiro semestre de 2017.

– 58% de crescimento das propostas cadastradas
– 61% de aumento do número de cartões aprovados
– 70% de aumento no número de novas contas ativas

Canais digitais e planos de expansão

“Além de sermos a única empresa do segmento com o selo RA1000 de excelência de atendimento, registramos um crescimento exponencial no uso de canais digitais, como site e aplicativo, que já são a forma de contato mais usada pelos nossos clientes, mesmo os mais populares”, comenta Meneghetti. “Nosso foco principal de expansão este ano continua sendo crescimento orgânico e novos parceiros no segmento supermercadista. “Muitas redes de supermercados tiveram más experiências com cartões de bancos e hoje estão sem cartão próprio. Nossa proposta de valor para varejistas é simples: Custos menores que os outros cartões e aumento de vendas – com poder de compra, vínculo emocional, tráfego na loja para pagar faturas e uso de ferramentas de CRM. E cuidamos de tudo, inclusive funding, promotoras e risco”.

Além disso, para os novos planos de expansão, dos R$ 100 milhões em aportes previsto para 2017, R$ 80 milhões já foram captados em debêntures públicas por meio de uma operação estruturada pela XP Investimentos. Os recursos serão destinados para quitação da segunda debênture emitida em 2014 e para suportar o crescimento orgânico da empresa este ano, previsto em 35%. Além de fortalecer seu caixa para prováveis aquisições de carteiras de cartão de credito que estão no horizonte estratégico da empresa para o ano de 2017.

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FEBRAVA 2017 traz oportunidades para tomadores de decisão

Principal feira de negócios do setor de climatização reúne executivos de todo país que estão em busca de novos produtos e soluções para seus negócios

Em sua 20ª edição a FEBRAVA, importante feira do setor para América Latina, que acontece pela primeira vez simultaneamente à Equipotel, feira destinada ao setor de hospitalidade e food service, no São Paulo Expo, o mais moderno pavilhão da capital paulista, destaca novas soluções e produtos destinado ao público tomador de decisão, que representa 37% dos visitantes. A feira reúne sócios, presidentes, diretores e gerente de vários setores, como frigoríficos, indústria alimentícia, shoppings e hospitais, que veem o evento como fundamental para fechar novos negócios.

Por todo pavilhão, que ocupará uma área de 50 mil m², empresas irão expor novidades nos segmentos de tratamento do ar, ventilação e aquecimento. Para Diógenes Alberto de Souza, gerente de marketing da Linter Filtros, a FEBRAVA é essencial para apresentar soluções inovadoras para o mercado. “Nosso objetivo, dentro da principal feira de AVAC-R da América Latina, é oferecer nossa linha de filtros e equipamentos para o tratamento do ar”, destaca o executivo da Linter Filtros.

Para Qualitas, empresa especializada em ventilação, a FEBRAVA é fundamental para lançamento de novos produtos de soluções em ventilação. “Enxergamos a feira como uma estratégia de crescimento”, revela Fernanda Neira Stivalli, gerente comercial da Qualitas.

Os visitantes também terão a oportunidade de aprofundar conhecimento e entrar em contato com novas técnicas, soluções e tendências por meio de espaços temáticos espalhados por todo pavilhão da FEBRAVA.

Na Ilha da Sala Limpa, o visitante entrará em contato com ambiente limpo de qualquer tipo de contaminação, muito necessitado na indústria farmacêutica, alimentícia e veterinária. Demonstrações, técnicas de limpeza e processo de certificação serão abordados nesta ilha. Já na Ilha do Aquecimento Solar o visitante terá contato com novas soluções e produtos que contribuem para o meio ambiente por se tratar de uma fonte energética renovável e limpa. Além da Ilha do Meio Ambiente, que nesta edição vai apresentar tecnologia de recolhimento, reciclagem e regeneração dos fluidos refrigerantes e destinação correta de cilindros e outros insumos ligados ao setor seguindo a legislação de resíduos.

Já a Arena do Conhecimento consistirá em palestras gratuitas e exclusivas e que visam ampliar o conhecimento profissional dos visitantes, além de conferir apresentação de cases de sucesso. A programação da Arena do Conhecimento será divulgada em breve no site do evento, www.febrava.com.br.

Lembrando que os profissionais do varejo têm entrada gratuita na FEBRAVA, basta fazer o credenciamento pelo link www.febrava.com.br/Credenciamento e imprimir sua credencial.

FEBRAVA 2017 – 20ª EDIÇÃO

Data: 12 a 15 de setembro de 2017
Horário: Terça a Sexta das 13h às 20h
Local: São Paulo Expo, São Paulo – SP
Informações: www.febrava.com.br
Credenciamento: www.febrava.com.br/Credenciamento

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Canal de denúncias é o novo impulso nas instituições financeiras – Por Cassiano Machado

f716c95c7a93b0dd3cb835751f6b3a31 Diante do cenário atual de denúncias de corrupção e desvios nos mais diversos setores, é cada vez mais evidente a necessidade de ações de controle que venham resguardar a integridade e a segurança das instituições públicas e privadas.

A implantação de um canal de denúncias que receba relatos de desvios de conduta dentro e fora das instituições se torna necessária, reforçando à efetividade das ações de compliance como um todo. É neste contexto que, recentemente, uma portaria veio estabelecer a exigência da implementação do canal de denúncias para instituições financeiras.

A Resolução 4.567, de 27 de abril de 2017, estabelecida pelo Banco Central do Brasil, dispõe sobre a necessidade de instalação de um canal de comunicação disponível para colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores sem a necessidade de identificação para receber relatos a respeito de atos ilícitos relacionados às atividades das organizações financeiras e demais instituições cujo funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil.

O canal de denúncias deve viabilizar o registro e reporte à autarquia do Banco Central do Brasil de informações que afetem a reputação dos controladores e detentores de participação qualificada e de membros de órgãos estatutários ou contratuais.

As instituições, por sua vez, devem designar uma equipe especializada para o acolhimento e encaminhamento dos relatos para o devido tratamento às denúncias. Vale lembrar que esta equipe pode ser interna, desde que seja resguardada a segurança e confidencialidade das informações, com total isenção e imparcialidade.

Esta nova resolução ratifica a necessidade de evolução dos programas de ética e compliance nas empresas e instituições de todo o País, que ganham impulso nos últimos anos a partir das revelações de ações antiéticas e atos ilícitos decorrentes da operação Lava-jato.

A obrigatoriedade de um canal efetivo para denúncias proporciona uma oportunidade para que as instituições financeiras reavaliem e atualizem suas práticas neste tema, adotando formatos mais modernos já empregados por empresas de outros segmentos, como, por exemplo, o modelo de operação terceirizada, que agrega confiança e segurança para quem manifesta, além de dar consistência e melhor alocação dos recursos das organizações no tratamento e prevenção das eventuais irregularidades.

A atual crise ética vivenciada no Brasil, a exemplo de outros países que já passaram por situações semelhantes, promove reflexões e mudanças na sociedade, que gradualmente conduzem para um patamar mais consciente e maduro em queo ganho coletivo se sobrepõe ao individual e a conduta ética é valorizada e em todas as instituições, sejam elas financeiras na esfera privada ou pública conquistada no âmbito corporativo.

Se bem implementado, o canal de denúncias será um grande aliado nessa empreitada.

Cassiano Machado é sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

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upLexis lança solução para barrar conflito de interesse nas empresas

A upLexis, empresa especializada em tecnologias para busca e estruturação de informações retiradas de grandes volumes de dados (big data), anuncia o lançamento de mais uma solução que auxilia a tomada de decisão das empresas.

O upMatch foi desenvolvido a partir de demandas dos próprios clientes da upLexis, para cruzar CPF/CNPJs (fornecedores/empregados) de qualquer prestador de serviço e encontrar quaisquer relacionamentos entre eles apresentando ao tomador de decisão de maneira simplificada. O principal objetivo desta nova solução é barrar e até mesmo acabar com o problema de conflitos de interesse e benefícios a familiares nas corporações, buscando maior transparência e igualdade nos processos de escolha e contratação de fornecedores ou prestadores de serviços.

“Todos os dias nos deparamos nos noticiários com problemas envolvendo empresas e familiares de políticos, empresários e empregados envolvidos em investigações ligadas a benefícios e conflitos de interesse nas corporações. Com o lançamento da nova solução, nossa intenção é ajudar a acabar com esse problema visto em diversos setores da economia, como o de saúde, construção civil, governo e outros segmentos que sofrem com essa situação”, explica Eduardo Tardelli, CEO da upLexis.

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GVces e Apex-Brasil apresentam empresas que exportam serviços e produtos inovadores e sustentáveis made in Brazil

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) apresentarão na quinta-feira, dia 3 de agosto, em São Paulo, os resultados do projeto ICV Global (Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor), que qualificou micro e pequenas empresas (MPEs) com produtos e serviços inovadores e sustentáveis para a exportação.

Os resultados referentes ao ciclo 2 do ICV Global, que passou de 10 para 30 empresas participantes em relação ao ciclo anterior, estarão reunidos na publicação “Do Brasil para o mundo: exportação de soluções inovadoras e sustentáveis”, que será lançada no dia do evento e estará disponível para download no link. A publicação apresentará produtos e serviços diferenciados como, por exemplo, resíduos de tilápia usados para a produção de ração animal; e poliuretano à base de óleo de soja – originalmente processado a partir do petróleo.

“A inserção de micro, pequenas e médias empresas nas cadeias de valor internacionais é uma oportunidade não só de abrir novos mercados para elas, mas também para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis a grandes companhias. Essa é a segunda edição do projeto e vemos que há bastante espaço para quem se prepara e oferece produtos e serviços que realmente sejam criativos, inovadores e sustentáveis”, afirma Christiano Braga, gerente de Exportação da Apex-Brasil.

O objetivo do projeto é, por meio da formação e aprimoramento de ferramentas de gestão de negócios, contribuir para a maturidade exportadora de micros e pequenas empresas, fortalecendo seus atributos de inovação e sustentabilidade. Nesse ciclo, os empreendedores realizaram imersão no Vale do Silício, onde participaram de mentoria no Google, visitaram as Universidades da Califórnia em Berkeley e de Stanford, além de conversar com empresários e investidores sobre temas como venture capital para empresas verdes, empreendedorismo feminino e sustentabilidade urbana.

“Certamente, o mercado interno desaquecido e a alta do dólar estimulam empresas a olharem para a exportação com maior interesse”, diz Ana Coelho, gestora de projeto do GVces. “No entanto, para pequenas empresas que desejam faturar com clientes internacionais, é preciso desenvolver uma estratégia de longo prazo que implica profundas transformações na gestão empresarial, como desenvolvimento de equipe ou profissional de vendas, e adequações a requisitos legais e certificações para exportação.”

Dados mais recentes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), referentes ao biênio 2014/2015, apontam que as médias e as grandes empresas registraram retração nas exportações e foram as MPEs que tiveram aumento. Estas últimas tiveram uma variação relativa positiva, em US$ FOB, de 7,27% e 5%, contra perdas de -2,72% e -15,79% das médias e grandes.

RODADAS DE CONVERSA

Como parte do evento, ainda estão programadas duas rodadas de conversa com representantes das MPEs e de empresas parceiras no ICV Global que vão propor temas de reflexão para quem tem planos ou já exporta, comentar o cenário atual das exportações e as dificuldades e soluções que estão sendo encontradas para levar serviços e produtos inovadores e sustentáveis brasileiros para o mercado externo.

Além disso, 18 MPEs que participaram do ciclo 2 do ICV Global vão apresentar seus produtos em uma feira expositora que será montada na FGV, compreendendo as áreas de cosméticos, construção civil, saúde, alimentos e bebidas, agronegócio e têxtil.

Serviço

Data: 3 de agosto (quinta-feira)

Horário: das 16h às 20h (credenciamento terá início às 16h)

Local: Auditório Nove de Julho Economia da FGV

Endereço: Av. 9 de Julho, 2.029, térreo (entrada também pela Rua Itapeva, 432)

Inscrição: Acesse aqui fazer sua inscrição

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Novo programa da Alphaville Urbanismo selecionará startups para parcerias comerciais

O período de inscrições para as startups interessadas em participar do Alpha Inova, organizado pela Alphaville Urbanismo, em parceria com a Innoscience e a Startse, vai até o dia 14 de agosto. Podem se inscrever startups que possuam MVP estruturado e que atuem nos segmentos de Construção e Sustentabilidade, Relacionamento e Atendimento, Processos Internos, Crédito e Cobrança, Marketing e Vendas, além de Comunidade e Serviços.

O Alpha Inova é um projeto inovador no mercado imobiliário brasileiro, onde a maior urbanizadora do país selecionará startups com projetos nos seis segmentos para conectarem-se com suas áreas de negócios e testarem as suas soluções, podendo gerar parcerias comerciais. No dia 1º de setembro aproximadamente 15 startups selecionadas poderão se apresentar em formato de pitch no Alpha Inova Day, para executivos, líderes e colaboradores da Alphaville Urbanismo em São Paulo.

Após a divulgação das selecionadas, ocorre a Semana da Conexão, entre os dias 11 e 14 setembro, quando as startups entenderão os desafios enfrentados no dia a dia dos negócios. No dia 15, elas apresentarão as propostas de projeto piloto, que serão selecionadas pelos líderes da Alphaville Urbanismo para execução a partir de outubro. O programa termina no dia 18 de dezembro, resultando na seleção de startups para se tornarem fornecedoras ou parceiras da Alphaville Urbanismo.

Os interessados podem realizar suas inscrições gratuitamente no site http://alphainova.com/

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Dynatrace é contratada pela Celepar para ampliar eficiência e qualidade na experiência do cliente

 Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia que foi contratada para fornecer sua solução de DPM (Digital Performance Monitoring) para a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná). A implementação da ferramenta permitirá que a empresa paranaense aumente a eficiência e a qualidade da experiência dos clientes, agilize a detecção de problemas e melhore sua performance digital, além de promover uma melhor prestação de serviços para a população do Estado.

“Por sermos uma companhia pública, toda aquisição deve passar por um processo de licitação. Por meio de provas de conceito realizadas com diversas soluções do mercado, verificamos que a ferramenta da Dynatrace era uma das principais que poderiam atender nossas demandas, extremamente ágil na realização de diagnósticos, com configuração intuitiva e facilidade na comunicação e trabalho entre todas as equipes envolvidas no ciclo de vida de uma aplicação. Além disso, a administração e a otimização dos recursos que possibilitam a melhora na eficiência operacional da organização foram características que se destacaram”, afirma Vanessa Ferreira, Analista de TI da Celepar e responsável pelo projeto de aquisição e implementação.

Na licitação foram adquiridas licenças para monitoramento de aplicações Java e da experiência do usuário final, além de instâncias Web Server PHP. “Estamos em processo de implantação. A ferramenta nos ajudou na detecção de erros e falhas de programação, mostrando de maneira rápida e exata onde estava o problema. Além disso, auxiliou na análise de códigos, fornecendo indicadores de desempenho das aplicações, monitoramento e consumo de recursos dos servidores, o que ajuda no gerenciamento e dimensionamento do ambiente. Os benefícios almejados após o final de todo o processo de implantação são a redução do número de incidentes, o aumento da produtividade e rapidez para disponibilizar aplicações para a produção”, ressalta a Analista.

Consciente de que as aplicações e os serviços estão cada vez mais complexos em virtude da constante evolução da tecnologia, a Dynatrace busca simplificar o processo de monitoramento com uma solução fácil de usar, intuitiva e que fornece insights operacionais completos e prontos para utilização. Por meio do monitoramento de performance oferecido pela empresa, é possível identificar rapidamente a causa do problema com apenas uma notificação, sem o incômodo de receber centenas de alertas com os sintomas do problema. A ferramenta automatizada da companhia é analítica, unificada, redimensionável, de implementação flexível e capaz de identificar a causa raiz baseada na inteligência artificial.

A tecnologia da Dynatrace é de fácil utilização, flexível e possui dashboards intuitivos, o que permite acompanhar os acontecimentos em cada camada de transação, identificar as causas que geram demora nas respostas, localizar exceções que podem atrapalhar o funcionamento e monitorar de ponta a ponta o desempenho de toda a aplicação.

“Nossa solução simplifica a análise da performance de ambientes complexos em Nuvem. Estudos de mercado apontam que o monitoramento digital de aplicações é uma prática extremamente importante, mas apenas 30% das empresas mundiais investem nessa solução. Vivemos em uma época em que a lentidão ou falha em um serviço na web pode trazer sérias consequências para uma organização”, afirma Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil.

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Wi-Fi pode definir escolha de companhia aérea por passageiro, aponta pesquisa

Banda larga a bordo está mudando a indústria de aviação e revolucionando as expectativas de passageiros sobre a experiência a bordo. Esta é a conclusão da terceira versão da Pesquisa de Conectividade a Bordo, publicada hoje pela Inmarsat (LSE: ISAT.L), fornecedora líder mundial de serviços globais de comunicações móveis por satélite, em associação com a companhia de pesquisa de mercado GfK.

Para uma vasta maioria dos entrevistados, os passageiros, agora, esperam ter os mesmos níveis de conectividade e acesso a serviços online que recebem no solo enquanto estão a 30 mil pés. Por esta razão, 53% de passageiros brasileiros dizem que ter Wi-Fi a bordo agora é uma necessidade em vez de um luxo. A maioria (52%) dos passageiros brasileiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade a bordo o valorizam mais do que entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

Com companhias aéreas em todos os mercados correndo para instalar ou atualizar sua oferta de Wi-Fi, passageiros terão a opção de escolher uma companhia aérea que ofereça banda larga de alta qualidade e, em breve, virarão as costas às companhias aéreas que não oferecem este serviço. Quase a metade dos entrevistados globalmente (44%) revelou que deixariam de usar sua companhia aérea preferida durante o próximo ano caso essa não passe a oferecer conectividade que os permita navegar online sem interrupção.

A habilidade de conectar dispositivos pessoais como smartphones, laptops e tablets agora situa-se entre as três primeiras prioridades de 40% dos passageiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade quando escolhem uma companhia aérea, atrás apenas do preço da passagem (53%) e horário dos voos (44%).

Esta pesquisa reflete as respostas de 9 mil passageiros aéreos de 18 países da Europa, do Oriente Médio, da Ásia Pacífico, da América do Norte e da América Latina. Esta é a maior pesquisa mundial do seu gênero.

Raymundo Villar, Diretor Regional da América Latina na Inmarsat Aviation, comenta: “Wi-Fi de alta qualidade a bordo está mudando a maneira de pensar das pessoas ao voar e como elas passam seu tempo no ar. Seja usando o tempo online a bordo para trabalhar, se conectar com a família e amigos, fazendo compras ou assistindo entretenimento, a disponibilidade da banda larga a bordo se tornou um fator importante na escolha de uma companhia aérea.”

E complementa: “A Pesquisa Anual de Conectividade a Bordo tem se tornado um barômetro para os sentimentos dos passageiros. A pesquisa deste ano revela que 53% de passageiros brasileiros acreditam que ter Wi-Fi a bordo é uma necessidade e não mais um luxo. Isto somente vai aumentar à medida em que mais pessoas experimentem a conectividade a bordo. Está claro que a oportunidade que a conectividade proporciona para as companhias aéreas não pode ser subestimada.”

Os destaques da pesquisa do Brasil:

• Mais da metade (53%) dos passageiros brasileiros agora considera ter Wi-Fi a bordo uma necessidade e não um luxo. 52% dos passageiros que tem experimentado um bom Wi-Fi a bordo o considera mais importante do que o entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

• Quase dois terços (62%) dos passageiros brasileiros pagariam por conectividade a bordo nos voos de curta distância. Este número sobe para 80% quando se trata de voos de longa distância (em 2016, apenas 64% dos passageiros no Brasil pagariam por conectividade a bordo nos voos de qualquer duração).

• 41% dos usuários brasileiros de conectividade a bordo que viajam com crianças têm usado mais de um dispositivo quando se conectam com o Wi-Fi a bordo.

• Mais da metade (54%) dos passageiros brasileiros concordam que o Wi-Fi a bordo tira a ansiedade de voar porque podem ficar em contato com as pessoas no solo.

A pesquisa também incluiu entrevistados do restante da América Latina. Para a região, os principais destaques são:

• Os usuários de conectividade latino-americanos consideram ter Wi-Fi a bordo o segundo critério mais importante ao selecionar uma companhia aérea, colocando-o a frente do tempo de voo e do nome da companhia aérea.

• Mais da metade (54%) dos usuários de conectividade latino-americanos, agora, considera ter Wi-Fi a bordo uma necessidade e não um luxo. A mesma porcentagem (54%) dos passageiros latino-americanos que tem experimentado um bom Wi-Fi a bordo o considera mais importante do que o entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

• A maioria (58%) dos pais latino-americanos concordam que “o Wi-Fi a bordo seria como salva-vidas quando viajo com meus filhos”.

• Mais da metade (56%) dos usuários de conectividade latino-americanos que viajam com crianças usam mais de um dispositivo e 40% tem conectado vários dispositivos com o Wi-Fi a bordo.

• A metade (50%) dos usuários da América Latina satisfeitos com a conectividade concordam que a disponibilidade em ter Wi-Fi online melhorou significativamente seus voos de lazer. Essa porcentagem aumenta para 52% nos voos de negócios.

• A maioria (53%) dos passageiros latino-americanos que experimentaram uma conectividade de boa qualidade a bordo o recomendariam a um amigo.

• 54% dos passageiros latino-americanos concordam que “o Wi-Fi tiraria a ansiedade de voar porque poderia ficar em contato com as pessoas no solo”. A porcentagem aumenta para 57 quando os respondentes têm filhos em casa.

A Inmarsat está transformando a indústria global de aviação ao trazer conectividade completa a todas as aeronaves e percurso de voo no mundo. Ela é a primeira e única fornecedora com uma rede de satélite de última geração (da sigla em inglês HTS ─ High-Throughput Satellite) completa de nova geração que atravessa o mundo. A Inmarsat também é a única fornecedora de banda larga da aviação capaz de conectar completamente a aeronave, da cabine ao cockpit. As soluções líderes mundiais de passageiros da Inmarsat são complementadas por seus serviços de segurança de padrão industrial comprovados e serviços operacionais. Os passageiros podem navegar na Internet, transmitir vídeos, checar suas redes sociais durante os voos com uma experiência de conectividade a bordo que está no mesmo nível dos serviços de banda larga disponíveis no solo.

Metodologia: 9 mil passageiros de 18 países da Europa, do Oriente Médio, da Ásia Pacífico, da América do Norte e da América Latina foram entrevistados em fevereiro de 2017. Todos os entrevistados haviam feito um voo durante o ano passado por motivos de negócios ou lazer.

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Conheça quatro startups que apostam no modelo SaaS e suas soluções inovadoras

Lançado recentemente, o estudo Brazil SaaS Landscape Research, uma iniciativa conjunta entre a SaaSholic, Rock Content, Signal Hill e Redpoint eVentures, revela que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital. Segundo a pesquisa, hoje 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de 6 meses. Para efeito de comparação, em países que o ecossistema de SaaS é maduro, como nos EUA, é preciso 1 ano para obter o retorno do CAC. Além disso, as startups do Brasil são financeiramente saudáveis: 67% delas têm uma relação de LTV (Lifetime Value) /CAC superior a 3.

Para ficar de olho nesse mercado, conheça quatro empresas SaaS que já estão consolidadas no mercado:

Samba Tech – plataforma de vídeos online

Eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina em 2014, a Samba Tech ajuda centenas de empresas a se comunicarem melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa, Transmissão ao Vivo e TV na Internet, cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Por meio da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade.

Iugu – plataforma de automação financeira

A iugu surgiu depois de seus criadores, Patrick Negri e Marcelo Paez, perceberem as dificuldades para gerar cobranças num serviço de assinatura (SaaS). Em 2014, a empresa apostou nesse segmento e foi na contramão do mercado de pagamentos online tradicional, que mira o varejo online como o principal mercado em potencial. Neste ano, projeta um volume transacionado de mais de meio bilhão de reais.

Cobli – sistema de gestão de frotas

SaaS de gestão de frotas, a Cobli proporciona um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas. Com um bilhão de quilômetros monitorados, a Cobli está presente em 27 estados brasileiros, conta com centenas de clientes e carros monitorados, gerando uma economia de 30% em quilômetros rodados e 25% em tempo.

FullFace – solução de biometria fácil

Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile. A tecnologia desenvolvida pelos engenheiros da FullFace garante 99% de precisão no reconhecimento biométrico individual a partir de 1024 pontos da face em menos de um segundo. A startup tem investimentos próprios e atende clientes como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola.

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Exportação além da Exportação – Reduzir custos para ser competitivo

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Por Rogério Borili
Vice-Presidente da Becomex

Inegavelmente o Brasil tem despertado para as exportações. A tecnologia na comunicação entre países facilitou os negócios no mundo globalizado. As exportações tem sido uma aposta dos empresários brasileiros nos últimos anos para inserir o País no comércio internacional definitivamente. Além disso, exportar é uma alternativa para minimizar os impactos da crise econômica que o País atravessa, ocupando a capacidade produtiva, elevando a qualidade e inovação das empresas aqui instaladas.

Segundo divulgação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio), as exportações brasileiras cresceram 19% nos seis primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2016. No ano, as exportações totalizam US$ 103,081 bilhões e as importações, US$ 68,722 bilhões, com superávit de US$ 34,359 bilhões.

O caminho da internacionalização está tornando as empresas brasileiras mais atentas às exigências do mercado externo, o que tem obrigado o empresariado investir em mais tecnologia para aumento da produtividade e qualidade do produto final. Além de todo investimento feito, é fundamental que sejam aproveitados todos os incentivos fiscais disponibilizados pelo Governo aos exportadores, sem os quais se perde muito em termos de competitividade. Na prática, isso significa tornar a operação brasileira mais atrativa para novos mercados, já que é possível reduzir uma boa parcela dos custos nas exportações.

Enquanto o mercado brasileiro possui pouco mais de 200 milhões de consumidores, o mercado global ultrapassa 7 bilhões, tornando muito mais atrativo exportar. Para competir em pé de igualdade com outros países mais globalizados, a produção brasileira tem que ser muito mais competitiva e, neste cenário, a redução dos custos deixa de ser uma estratégia e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Essa redução da carga tributária ajuda a minimizar o efeito do denominado Custo Brasil, tornando o produto fabricado aqui mais equiparado em termos de preço ao dos concorrentes externos, permitindo desta forma conquistar uma fatia maior do mercado.

Enquanto na venda ao mercado externo o exportador goza de imunidade de pagamento do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e fica isento da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas compras dos insumos para a produção, sejam estes nacionais ou importados, há toda uma taxação de tributos federais e estaduais cuja desoneração só ocorrerá de forma adequada se a empresa utilizar corretamente os regimes especiais disponibilizados.

Mas, quais são esses regimes afinal?

Ao longo dos anos o Governo foi desenvolvendo legislações específicas que procuram remediar a complexa legislação tributária brasileira, cujo objetivo é criar mecanismos que permitam ao exportar não “exportar” impostos. Dentre os vários regimes destacam-se o Drawback para uso geral das empresas, os entrepostos aduaneiros como Recof, Recap, Repetro cuja finalidade é mais específica para empresas de maior porte ou de segmentos específicos. Também temos legislação específica como a que trata empresas predominantemente exportadoras. Mais recentemente o governo instituiu um prêmio exportação denominado Reintegra cuja finalidade é devolver uma parcela dos impostos cobrados na cadeia de fornecimento dos produtos exportados. Além destes mecanismos que são comuns em outros países, temos outros programas como o INOVAR-AUTO que foi criado para incentivar a indústria automotiva local. Este programa vem sendo duramente criticado no âmbito da OMC, sendo que o Brasil terá que rever o mesmo a partir de 2017.

Como pode ser visto, temos inúmeros regimes, programas, leis e mecanismos que ajudam o exportador a ser mais competitivo, porém os benefícios ainda são subutilizados por falta, talvez, de uma gestão tributária eficiente. Uma análise bem-feita pode indicar o caminho para o melhor aproveitamento dos regimes para benefícios do exportador e ir além, estendendo esses benefícios por toda a sua cadeia produtiva. Sim, isso é possível.

Antes de sair usando determinado benefício a empresa precisa saber exatamente onde quer chegar. Somente um estudo apurado, realizado por especialistas, pode desenvolver um projeto para beneficiar a empresa e reduzir seus custos de produção diretos e indiretos. Aí está um ponto de atenção. Esse estudo deve incluir não só a empresa propriamente dita, mas toda a sua cadeia de valor.

Por exemplo, quando sua empresa fornece peças, componentes e serviços para integrar um produto que será exportado pelo seu cliente, isso também é uma exportação que pode ser beneficiada pela redução de impostos em parceria com seu cliente. Ou seja, os benefícios não atingem somente a empresa exportadora, estes ultrapassam seus portões e se estendem pela cadeia produtiva.

É o caso do Drawback Intermediário, um regime aduaneiro especial criado com este objetivo específico, que pode trazer uma redução dos impostos pagos pelo fornecedor nas compras dos insumos utilizados nos componentes que serão incorporados nos produtos exportados do seu cliente.

Estudos da Becomex apontam que existem mais de R$ 300 milhões em créditos a serem recuperados somente no setor automotivo por meio do Drawback Intermediário. Este valor considera as exportações de 2015-2016 e deverá crescer em virtude do aumento do volume de exportações do segmento. Ainda assim, apesar do enorme valor a ser reduzido, a complexidade da operação de recuperação acaba desmotivando as empresas a solicitar os benefícios, exigindo muito conhecimento, paciência e empenho para tornar viável a redução.

Outro regime denominado Reintegra também previa uma devolução de valores na ordem de R$ 19 bilhões. Mas, mesmo em tempos de crise, deste valor apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada até o final do ano passado. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras requisitarem algo que tem direito.

Finalmente, mais recentemente o Governo repaginou o RECOF, Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado, criando uma nova modalidade denominada RECOF SPED. Esta mudança veio sintonizada com os avanços dos controles implementados pela Receita Federal como o SPED FISCAL e BLOCO K, devendo se tornar nos próximos anos um dos regimes mais utilizados pelas empresas. Por enquanto ainda há muita dúvida no mercado sobre os mecanismos de controle e gestão que serão exigidos pela fiscalização uma vez que um dos alicerces do regime, o Bloco K, vem sendo postergado.

Em resumo, não importa qual regime será utilizado pela empresa, o que importa é que seja utilizado de maneira correta, dentro da legislação vigente, de forma consciente, obtendo desta forma um dos poucos diferenciais competitivos que podemos ter. As empresas não podem se dar ao luxo de perder clientes no exterior por não conseguir utilizar os incentivos que estão disponíveis.

Mãos à obra e comecem hoje mesmo a procurar aquilo que melhor atende ao seu negócio.

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