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MEC e HUAWEI assinam acordo para capacitação profissional e tecnológica

O Ministério da Educação (MEC) e a Huawei anunciam a assinatura de um Memorando de Entendimento que promove a colaboração estratégica em programas de capacitação profissional, certificação técnica e recomendação de políticas públicas para dar apoio à expansão da infraestrutura tecnológica e à ampliação de oportunidades de emprego com a utilização das tecnologias da informação e comunicação (TICs).

À medida que as TICs ampliam sua participação no produto interno bruto (PIB) e empresas de todos os setores aceleram sua transição para a economia digital, o cultivo de talentos com conhecimento técnico é necessário para a construção de um ecossistema digital sólido e sustentável. De acordo com o Índice Global de Conectividade da Huawei, a formação de talentos é necessária para que as nações emergentes possam reduzir a distância que as separam das economias mais desenvolvidas. Além disso, as TICs são fundamentais para o atingimento da meta número 4 de desenvolvimento sustentável proposto pela Organização das Nações Unidas: educação de qualidade.

A cooperação descrita no Memorando, que possui validade de cinco anos, abrange programas de capacitação e certificação para estudantes e profissionais em TICs, treinamento de instrutores multiplicadores por meio de transferência tecnológica e de conhecimento, adoção de plataformas tecnológicas aplicado ao ensino e construção de ambientes virtuais de aprendizagem.

“O acesso à educação é um direito fundamental do cidadão e o ministério está empenhado em proporcionar e ampliar o acesso a conteúdo e políticas inovadores para que todos os brasileiros tenham acesso ao conhecimento. Agradeço a Huawei por ter proposto iniciativas que colaboram com a qualificação profissional, com ferramentas e recomendações que nos ajudarão a levar a educação de qualidade para mais brasileiros”, afirma o Secretário Executivo Adjunto do MEC, Felipe Sigollo.

Inaugurado em 2003, o Centro de Treinamento da Huawei no Brasil já capacitou mais de 25 mil talentos em TIC em diversas tecnologias como redes de acesso, core, datacenters e transmissão. No âmbito do Programa Seeds for the Future, a empresa realiza parcerias com universidades e instituições de ensino, incluindo o intercâmbio de universitários que recebem treinamento em tecnologias avançadas na sua sede em Shenzhen, na China. O Seeds for the Future já contemplou 40 jovens talentos brasileiros.

“A Huawei está muito feliz em reafirmar sua colaboração com o desenvolvimento social e econômico do Brasil ao compartilhar nosso conhecimento e ferramentas. A educação está no centro da nossa responsabilidade social corporativa e estamos totalmente comprometidos em ampliar investimentos e compartilhar nossa experiência global de liderança em TIC”, afirma Yao Wei, o CEO da Huawei do Brasil.

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Optimus Data lança aplicativo exclusivo para gerenciamento de projetos

A Optimus Data, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de tecnologia, como .NET Core, Ruby on Rails, Vue.js, Swift e Kotlin, acaba de lançar o aplicativo Arbo, uma ferramenta de gerenciamento de projetos que permite que os usuários acompanhem pelo celular o andamento das atividades em cada projeto realizado e se comuniquem com os clientes por meio de chat e envio de imagens.

Com uma mecânica fácil para utilização e diversas funcionalidades, o Arbo chega ao mercado de aplicativos para auxiliar empresas e escritórios a organizarem as tarefas e projetos internos, diminuindo o tempo gasto com cada atividade e permitindo que novos trabalhos sejam aceitos. Entre os destaques da ferramenta, está o dashboard de prazo de entrega com três opções de visualização: projetos, tarefas e colaboradores\fornecedores.

Além das facilidades de visualização, também é possível marcar uma tarefa como concluída deslizando a atividade para o lado e para agilizar o contato e manter organizado o andamento dos projetos, o aplicativo conta com um chat entre o usuário e o cliente, onde é possível se comunicar por mensagens e envio de fotos.

Claudinei Gonçalves, Diretor Comercial da Optimus Data, diz “estamos muito satisfeitos com o lançamento do Arbo, será uma ferramenta indispensável no gerenciamento dos projetos” e complementa “o valor investido pelas empresas em uma assinatura terá retorno rápido, fizemos um teste com uma oficina de móveis e tivemos resultados excelentes, conseguimos zerar os atrasos nas entregas”.

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Customer Experience: Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e Data Science são destaques para o CX do futuro

A tecnologia não mudou somente a maneira como as empresas se organizam internamente, ela afetou diretamente a relação que elas têm com seus consumidores. Estima-se que 20% é a perda da receita anual para negócios que não oferecem uma experiência do cliente positiva, segundo dados da Oracle.

O Customer Experience (CX) é hoje um dos assuntos mais abordados e estudados no mundo dos negócios já que está diretamente relacionado à captação e retenção de clientes e no bom relacionamento entre os consumidores e uma marca.

Hoje no mercado existem ferramentas que auxiliam, monitoram, integram sistemas e se comunicam com o consumidor. Assim, como uma receita única, cada empresa desenvolve sua “fórmula secreta” com o objetivo de criar uma relação personalizada com seu consumidor.

“O Customer Experience consiste basicamente na percepção do cliente diante de um produto ou serviço após qualquer tipo de interação com uma marca. Com a tecnologia, essas soluções estão mais modernas, estratégicas e acessíveis para o empreendedor”, explica Fábio Camara, especialista em Transformação Digital e CEO da FCamara, empresa brasileira desenvolvedora de soluções e integrações digitais através de plataformas e aplicativos.

O especialista aponta as 3 principais inovações que se destacam hoje no mercado e como elas otimizam e automatizam a experiência do consumidor.

Inteligência Artificial

Conjunto de práticas e ferramentas que de forma programada respondem e auxiliam a empresa a atender de forma mais eficiente seus clientes. A Inteligência Artificial está a cada dia ganhando mais adeptos nos mais variados ramos de negócio. Estima-se que 45% das companhias varejistas pretendem utilizar IA dentro dos próximos três anos para reforçar o CX, segundo apontamento de estudo realizado pela consultoria BRP.

“São variados os benefícios da IA para o CX. Seja pela otimização de custos ou automação do relacionamento com o cliente, tornando o atendimento mais ágil ou o visual listening, que permite a monitoração da experiência e de menções à empresa que afetam diretamente a sua reputação”, afirma.

Realidade Aumentada

Ainda que o e-commerce esteja em franco crescimento, as lojas físicas são parte importante do business e para tornar a experiência de consumo nesses espaços comerciais tradicionais mais atrativa, as empresas estão investindo na realidade aumentada, tecnologia que permite a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real.

Exemplos disso são as projeções de hologramas, anúncios digitais, simuladores, plataformas de marketing de interação com os clientes, entre muitos outros. “A Realidade Aumentada tem um impacto importante ao proporcionar aos consumidores novas experiências de compra. Além de melhorar o CX, este é um campo em que o marketing pode explorar todas as suas potencialidades”, diz.

Data Science

Diferente das análises estatísticas e da ciência da computação, o Data Science, ou ciência da análise de dados, tem atuação com princípios científicos, coletando informações que ajudam as empresas a criarem estratégias para o futuro de seus negócios.

Ela busca descobrir conhecimento a partir de uma quantidade de dados que podem ser usados na tomada de decisões, assim como fazer previsões de mercado, auxiliando na elaboração de estratégias para o futuro. “O Data Science não usa somente a leitura numérica de dados, ele permite uma análise mais profunda de todo o negócio e o CX, permitindo um aprofundamento para a elaboração de planos e ideias, como expansão, internacionalização e até mesmo amplitude de atuação no mercado”, conclui Camara.

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A sociologia pode ser ferramenta estratégica para as empresas

Apesar de ser uma especialidade bem desenvolvida em muitos países, entre eles Estados Unidos, França e Inglaterra, a sociologia das organizações ainda é pouco conhecida no Brasil. A área estuda os aspectos sociais que influenciam a dinâmica da organização, como também oferece maior entendimento sobre os desafios que se colocam à prática da gestão. Em um mundo cada vez mais globalizado e diverso, a especialidade pode ser ferramenta estratégica para a mediação de conflitos e, consequentemente, o estabelecimento de melhores relações sociais dentro das empresas. Pensando nisso, os professores Pedro Jaime, do Departamento de Administração do Centro Universitário FEI; e Fred Lúcio, da ESPM; escreveram juntos o livro Sociologia das Organizações: conceitos, relatos e casos, que será lançado em 20 de março, no campus da FEI, em São Paulo.

O livro estabelece a relação entre a teoria sociológica e o cotidiano organizacional, tornando-se um guia para executivos e gestores utilizarem no dia a dia das organizações. “De forma simples, a sociologia das organizações contribui para uma gestão humana, com mais empatia. O gestor será capaz de fazer a leitura do ambiente, tanto interno quanto externo à organização, e poderá intervir de forma mais qualificada para solucionar possíveis conflitos que estejam acontecendo entre a empresas e seus múltiplos públicos de interesse. Ele/a também entenderá melhor a dinâmica das relações entre os indivíduos e grupos que compõem a organização, sejam funcionários, gerentes, ou dirigentes”, explica o professor Pedro Jaime.

A obra é fruto da experiência docente de duas décadas dos professores em faculdades de administração e escolas de negócios. “Sentíamos falta de um material que trouxesse discussões desses temas com a complexidade que marca o pensamento nas Ciências Sociais, mas, ao mesmo tempo, numa linguagem acessível e atraente tanto para os alunos de Ensino Superior, como para profissionais que atuam no mundo empresarial”, destaca Jaime.

Sociologia das Organizações é dividida em oito capítulos que abordam as relações entre Sociologia, Administração e Ciências Sociais. São tratados ao longo dos capítulos, dentre tantas outras, questões como equidade de gênero, inclusão racial, homofobia e ligações perigosas entre esfera pública e esfera privada no Brasil, que ganharam o centro da cena midiática com a Lava Jato. Tudo isso com referências a situações práticas e vasto conteúdo complementar, que inclui indicações de filmes. O lançamento do livro é aberto ao público e contará com debate com os autores e com professores dos Departamentos de Administração e Ciências Sociais e Jurídicas da FEI.

Sobre os autores

Pedro Jaime

Doutor em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), e em Sociologia e Antropologia pela Université Lumière Lyon 2 (França), mestre em Antropologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e graduado em Administração pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É professor do departamento de Administração do Centro Universitário FEI. Autor do livro Executivos Negros: racismo e diversidade no mundo empresarial, publicado pela Edusp em 2016 e contemplado com o Prêmio Jabuti 2017, na categoria Economia, Administração e Negócios e com o Prêmio da Ass. Brasileira das Editoras Universitárias na categoria Ciências Humanas.

Fred Lucio

Pós-doutorando do Programa de Mestrado e Doutorado em Gestão Internacional (PMDGI-ESPM). Doutor em Ciências Sociais pela Unicamp. Mestre em Antropologia Social pela Unicamp. Bacharel licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade de Minas Gerais (PUC-MG). Professor do núcleo de Humanidades da ESPM-SP, onde coordena a Agência Experimental de Incentivo ao Voluntariado Estudantil (ESPM Social).

Sociologia das Organizações: conceitos, relatos e casos

Autores: Pedro Jaime e Fred Lúcio

Editora: Cengage

Número de páginas: 280

ISBN: 9788522127726

Lançamento do livro Sociologia das Organizações: conceitos, relatos e casos

Data: 20/03

Horário: 19h às 21h

Local: Centro Universitário FEI – campus São Paulo – Rua Tamandaré, 688, Sala 7 – Liberdade, São Paulo – SP

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Professor da FGV alerta para cuidados com compras na internet

Cada vez mais, os consumidores compram sem sair de casa, com preços mais em conta e em melhores condições de pagamento, e a internet oferece muitas vantagens. O coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, no entanto, alerta para cuidados com compras via internet. Um deles é com os cibercrimes, que segundo ele acontecem muitas vezes em duas novas modalidades de phishing: via SMS e anúncios em redes sociais.

“Além de baixar apenas aplicativos de lojas oficiais, como o Google Play ou a App Store, da Apple, desconfie dos aplicativos que solicitam permissões suspeitas, como acesso a contatos, mensagens de texto, recursos administrativos, senhas armazenadas ou informações do cartão de crédito. Também confira o plano de fundo de um aplicativo antes de fazer o download. Pesquise o desenvolvedor e conheça a ortografia das marcas. Alguns desenvolvedores mal intencionados escrevem o nome errado das marcas para ludibriar os usuários”, explica o professor Andre Miceli.

Preços – André Miceli sugere que o consumidor sempre pesquise os preços e desconfie dos sites que oferecem um produto com o valor muito baixo. O especialista lembra que uma pesquisa feita pela Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor aponta que os preços podem variar até 20% de um dia para o outro na internet. “Existem diversos sites de comparação de preços”, instrui.

No momento da compra, o professor da FGV recomenda que o consumidor cheque sempre a reputação da empresa onde a compra será efetuada. Ele propõe que busque sempre dados como razão social, número do CNPJ, endereço e o telefone para contato. “Nunca, em nenhum caso, forneça os dados do cartão de crédito, ou dados confidenciais, como senha ou código de segurança de sua conta bancária, em sites sem conexão segura ou em e-mails não criptografados. São precauções que ajudam a evitar esse tipo de situação”, conclui o especialista.

Contudo, o professor da FGV, pede atenção nessas buscas por produtos no meio virtual. De acordo com Miceli, elas ficam armazenadas nos cookies mantidos por seu navegador. Algumas lojas virtuais usam essas informações para descobrir que você está interessado em comprar algum produto específico ou algo semelhante. “Esses algoritmos de precificação estabelecem seus processos de acordo com a demanda do cliente, ajustando o preço um pouco para cima. Não é uma coincidência que, depois de uma busca na internet, o consumidor comece a receber propagandas daquele produto em redes sociais ou por e-mail”, explica.

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Pesquisa global da Avast releva as condições dos PCs

A Avast, líder em produtos de segurança digital, anunciou dados do seu Relatório de Tendências para PC. O estudo apresenta uma visão real sobre os softwares e hardwares mais usados em computadores, a partir de dados anônimos de mais de 155 milhões de usuários do mundo todo. As informações foram reunidas pelo AVG PC TuneUp e Avast Software Updater, no terceiro trimestre do último ano. A seguir, estão os principais fatos apontados no relatório:

Em média, os computadores têm mais de 5 anos de idade

O relatório da Avast apontou que os usuários permanecem com seus computadores por um longo tempo. Surpreendentemente, quase 28% dos PCs têm mais de oito anos, o que significa que são da era do Core 2 Duo e, por isso, são mais lentos. Os resultados mostraram que 27,82% foram fabricados em 2009 ou antes; 12,03% em 2010; 10,67% em 2011; 14,09% em 2012; 10,51% em 2013; e 14,48% em 2014. Além disso, apenas 10% dos PCs e laptops foram adquiridos em 2015 ou após este ano. Portanto, a idade média dos PCs avaliados, conforme dados dos 155 milhões de usuários, possuem pouco mais de 5 anos.

Em média, o usuário tem 51 programas instalados

Dentre os milhões de usuários de PC no mundo, a quantidade média de programas instalados chegou a 51. Neste caso, não são apenas programas do dia a dia como Skype, Office ou iTunes, mas também ferramentas como Java e Flash necessárias para executar sites e outras plataformas. O usuário deve estar ciente de que quanto mais programas instala, mais lento e potencialmente não confiável o PC se tornará.

Os programas mais instalados

A grande maioria (79%) têm o Google Chrome instalado, seguido de Adobe Flash Player (77%), Java (59%), Mozila Firefox (44%) e Skipe (39%). Muitos usuários têm o Google e Firefox instalados no PC, para talvez alternar o uso dos navegadores.

Muitos programas estão desatualizados – Java, Adobe Air e Shockware

Com a telemetria, o Software Updater da Avast é capaz de identificar quais programas estão desatualizados. Alguns usuários (gratuitos) da Avast, que não possuem Atualizações Automáticas de Software ativadas, executam algum programa bastante antigo e potencialmente perigoso. No topo dessa lista está o Java, com 17% dos usuários executando as versões 6 e 7 desatualizadas. A Avast sugere que os usuários, mesmo aqueles que executam o Java 8, devem atualizar o software visitando o site oficial do Java ou usando o Avast Premier, que inclui o Automatic Software Updater.

Participação do Windows 10 no mercado de software cresceu e chegou a 35%

O Windows 10  da Microsoft foi introduzido há dois anos no mercado e teve várias versões desde então, diferentemente do Windows 7 que está começando a mostrar sua idade. Apesar disso, o sistema operacional mais antigo ainda está instalado em 45% dos PCs dos usuários. A lista com a participação de mercado dos programas avaliados traz o Windows 7 (45%), Windows 10 (35,1%), Windows 8.1 (10,7%), Windows XP (4,6%), Windows 8 (2.1%) e Windows Vista (2%).

HP lidera com 20% de participação do mercado de PC

Olhando para a distribuição global das marcas de computadores, a HP (Hewlett-Packard) lidera o ranking. Seu concorrente mais próximo possui apenas metade desse mercado. Assim, no topo está a HP (19,8%), seguida pelas marcas Acer, Asus, Dell e Lenovo (com cerca de 10%), logo após a Gibagyte e Toshiba (com cerca de 5%), Samsung (3,7%) e demais marcas avaliadas (24,8%).

SSD surpreendentemente pequeno: HDD ainda rege

Tendo em vista que os PCs têm em média 5 anos, não é surpreendente saber que a unidade de estado sólido (SSD) mais rápida não é tão comum quanto a unidade de disco rígido mecânica (HDD). Dentre os milhões de usuários da base Avast apenas 7,4% tinham um SSD, enquanto outros 6,7% tinham uma combinação híbrida de SSD + HDD em seus sistemas. O restante (85,9%) ainda tem que lidar com os atrasos e a lentidão dos discos rígidos tradicionais.

“Diante dos avanços tecnológicos, imaginamos que a maioria das pessoas utilizam PCs inteligentes, rápidos e atualizados, e que aqueles computadores com monitores antigos simplesmente desapareceram do mercado. Mas a realidade é outra”, disse André Munhoz, Country Manager da Avast no Brasil. “O número de PCs com anos de uso é grande e esses usuários precisam estar atentos para a necessidade de atualização constante dos programas, principalmente para reduzir vulnerabilidades que possam facilitar a ação de cibercriminosos e colocar em risco seus dados pessoais e sua privacidade”, completou.

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World Economic Forum – O livro sobre a Quarta Revolução Industrial demanda atualização urgente de como governamos a tecnologia

O World Econoimc Forum lança hoje a versão em português do novo livro do seu fundador e presidente executivo, Klaus Schwab, intitulado Shaping the Fourth Industrial Revolution. O objetivo do livro é ajudar líderes a desenvolverem as técnicas necessárias para dominar os avanços tecnológicos a fim de resolver desafios globais críticos.

O livro é uma sequência do best-seller de 2015 escrito por Schwab, A Quarta Revolução Industrial. O novo livro é um guia prático para interpretar 12 conjuntos de tecnologias emergentes a partir de uma perspectiva de sistemas e entender melhor as regras, normas, instituições e valores que norteiam seu desenvolvimento e uso.

Esta abordagem é necessária, argumenta Schwab, devido à velocidade sem precedentes com que a tecnologia está se desenvolvendo, tornando as abordagens dos governos, agências reguladoras e empresas nas quais confiamos para gerenciar o impacto das tecnologias desatualizadas e redundantes.

A proposta de Schwab é que os líderes adotem uma abordagem de “liderança de sistemas” para garantir que a evolução da tecnologia não ocorra sem paralelamente levar em conta as regras, as normas, os valores e a infraestrutura. Se a tecnologia não for desenvolvida dentro de um sistema de governança inclusivo e sustentável, a Quarta Revolução Industrial poderia exacerbar a desigualdade de renda, excluindo bilhões de pessoas e, ao mesmo tempo, desperdiçar a oportunidade de utilizar a tecnologia para ajudar a enfrentar desafios globais.

“Levou mais de uma década para que o mundo desenvolvesse uma resposta coletiva às mudanças climáticas. Se levarmos o mesmo tempo para responder à Quarta Revolução Industrial, teremos perdido a oportunidade de influenciar o desenvolvimento das tecnologias que moldam a forma com que trabalhamos, vivemos e agimos. Se atuarmos agora, teremos a oportunidade de garantir que tecnologias, como a inteligência artificial, melhorem de forma sustentável e significativa as vidas e as perspectivas do maior número de pessoas possível”, afirmou Schwab.

O livro insiste que os líderes adotem rapidamente o conceito de governança ágil das tecnologias, combinando a destreza das tecnologias e os atores do setor privado que as criam para constantemente atualizar e repensar as regras em colaboração com outros setores. As empresas devem experimentar mais as novas tecnologias e investir mais em pessoas e habilidades para que sua capacidade empresas de desenvolver e levar ao mercado inovações exitosas seja maximizada.

Quanto ao público em geral, o livro incentiva que as pessoas se envolvam nas questões relacionadas à evolução da tecnologia e façam com que sua voz seja ouvida para garantir que a tecnologia desempenhe um papel positivo na construção de um futuro sustentável, inclusivo, impulsionado pela inovação.

O livro Shaping the Fourth Industrial Revolution baseia-se nas contribuições de mais de 200 especialistas mundiais em tecnologia, economia e sociologia, apresentando um guia prático para cidadãos, líderes empresariais, formadores de opinião e formuladores de políticas. Descreve a dinâmica mais importante da revolução tecnológica, destaca participantes importantes, que muitas vezes são ignorados na discussão dos avanços científicos mais recentes e explora 12 áreas tecnológicas fundamentais para o futuro da humanidade. O livro tem coautoria de Nicholas Davis, Diretor de Sociedade e Inovação do Fórum Econômico Mundial, e apresenta um prefácio de Satya Nadella, CEO da Microsoft Corporation.

A preparação deste livro também levou à criação do Centro para a Quarta Revolução Industrial em São Francisco, que será apoiado por uma rede de centros afiliados em todo o mundo, para estabelecer uma plataforma ágil de cooperação governamental para negócios e governo.

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SONDA nomeia diretor de negócios para liderar nova estrutura comercial

Como parte do seu planejamento estratégico para o triênio de 2018 a 2020, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, acaba de criar a estrutura comercial denominada General Business, que será liderada pelo recém-contratado Luiz Estevam.

A nova diretoria se reportará diretamente a Jorge Toda, vice-presidente de vendas da SONDA e tem entre as principais atribuições a atuação em novos clientes, bem como a expansão da companhia no interior do Estado de São Paulo.

“Vamos trabalhar com companhias de médio e grande portes de todos os segmentos de mercado, priorizando a nossa estratégia de atuação em verticais como Varejo, Finanças, Serviços, Agronegócios e Indústrias & Manufatura. Hoje, atuamos em Ribeirão Preto e estamos expandindo para Campinas com um time local que conhece as estratégias e necessidades das empresas nessas regiões”, explica Estevam.

Com 20 anos de atuação no setor de TI, tendo passado pela diretoria de novos negócios de consultorias de TI e pela diretoria comercial e de alianças da Sage, a bagagem que Estevam traz para a SONDA contempla experiências alinhadas com o portfólio e os diferentes mercados de atuação da integradora.

“O mercado brasileiro atingiu a maturidade na demanda de serviços de TI. Isso significa que as empresas passaram a buscar eficiência e eficácia em suas operações a partir do controle de custos, da melhoria de performance e da otimização de processos. A SONDA possui soluções e experiências que apoiam muitas empresas na América Latina justamente neste pontos, podendo facilmente replicar boas práticas em outras empresas”, finaliza Estevam, que é formado em Gestão Empresarial com ênfase em gestão de Negócios pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

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67% dos consumidores afirmam conhecer pouco os seus direitos, aponta pesquisa da Boa Vista SCPC

Pesquisa da Boa Vista investiga o comportamento do consumidor com relação aos seus direitos, bem como sobre a percepção de questões políticas e econômicas do País

A maioria dos entrevistados (67%) na pesquisa da Boa Vista SCPC de hábitos de consumo para o Dia do Consumidor – comemorado neste 15 de março – afirma conhecer um pouco ou não conhecer nada dos seus direitos enquanto consumidor. Já os que dizem conhecer razoavelmente bem representam 26% dos entrevistados, e os que conhecem muito bem 7%.

Fonte: Boa Vista SCPC

Ainda segundo a pesquisa da Boa Vista, feita com cerca de 800 entrevistados, em todo o Brasil, entre os meses de janeiro e fevereiro, também representam a maioria (61%) os consumidores que costumam reclamar sempre ou na maior parte das vezes, frente a um produto ou serviço com problema. Um crescimento de 5p.p. (pontos percentuais) em relação ao ano passado.

Fonte: Boa Vista SCPC

Já quando questionados onde reclamam em primeiro lugar na existência de algum problema, seja com relação a um serviço seja com relação a produto, 83% afirmaram fazê-lo diretamente com a própria empresa prestadora do serviço ou responsável pela venda do item.

Mas se por um lado há quem faz questão de reivindicar os seus direitos enquanto consumidor, há os que não fazem jus. Dos que reclamam apenas algumas vezes ou nunca reclamam, 46% não fazem por considerar o processo desgastante e muito demorado. Em 2017, 60% tinham essa impressão. Já 27% alegam que reclamar não resolve e outros 27%, coincidentemente, porque o processo é muito trabalhoso ou não sabem onde reclamar. Em 2017, 12% tinham deram esta resposta, um aumento de 15p.p. “Aos que alegam não saber onde reclamar, recomendamos procurar o órgão de defesa do consumidor, pois nele encontrarão todas as orientações necessárias para fazer o seu direito valer”, esclarece Pablo Nemirovsky, superintendente de Serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC.

A pesquisa também quis saber qual é a percepção dos consumidores entrevistados sobre as questões políticas e econômicas do país. 17% afirmam estar totalmente informados sobre os fatos que remontam estes temas. Em 2017, 28% tinham esta percepção. Os que se dizem informados em partes são 53% contra 57% em relação ao ano anterior. E os que se dizem pouco informados saltaram de 15% em 2017, para 30% nesta pesquisa mais recente.

Perfil da mostra

Aproximadamente 34% dos respondentes residem no Sudeste do País. 71% têm renda média de R$ 2.671,00. 40% possuem 25 anos ou mais. 51% estão empregados ou são funcionários públicos, e 42% fazem “bico” ou trabalho extra para complementar a renda mensal.

Metodologia

A Pesquisa da Boa Vista para o Dia do Consumidor 2018 utilizou a metodologia quantitativa e foi realizada por meio de consulta eletrônica de 30 de janeiro a 28 de fevereiro. O universo é representado por consumidores que buscaram informações e orientações no portal Consumidor Positivo www.consumidorpositivo.com.br e cadastrados na ferramenta Blue Box Boa Vista. A amostra é aleatória, representativa do universo de 806 respondentes. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 90% de grau de confiança e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

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Aliança Renault-Nissan implementa sistema eSocial com parceria Resource

A Aliança Renault-Nissan já está totalmente preparada para as novas regras trabalhistas previstas no eSocial. A conquista foi obtida com apoio da Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital. A contratação dos serviços foi fundamental para ajudar a Aliança Renault-Nissan a ajustar seu sistema SAP para as novas exigências do Governo brasileiro.

Desde 1º de janeiro de 2018, o eSocial tornou-se obrigatório nas empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano. No entanto, pesquisa realizada pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) revela que apenas 4,4% das companhias estão realmente preparadas para as exigências do novo sistema.

“Com as novas normas do Governo, tínhamos que nos adaptar rapidamente. Com apoio da Resource, conseguimos ajustar nossos sistemas à nova regulamentação e cumprir com o prazo indicado pelo Governo”, diz Fabrício Mielke, Gerente da Arquitetura de Sistemas da Aliança Renault-Nissan. Segundo ele, “a Resource foi fundamental para o processo, pois é uma das principais especialistas em consultoria e em desenvolvimento de sistemas para ajudar nessa migração”.

O principal desafio encontrado pelas empresas para seguir às novas regras trabalhistas é conseguir estruturar os seus processos internos, conforme a pesquisa da Fenacon. Para superar o desafio, a Aliança Renault-Nissan investiu na solução SAP para automatizar todos os procedimentos de Recursos Humanos (RH) e contou também com o apoio da Resource para a otimização de processos, atualização de dados sobre os funcionários e cumprimento dos prazos estipulados pelo Governo para a entrega das informações dos colaboradores, como férias e salários.

“Conseguimos adequar o projeto de acordo com as necessidades do cliente. Apoiamos a Aliança Renault-Nissan em cada etapa do processo, inclusive garantindo a questão da segurança dos dados que são enviados ao programa”, explica José Henrique Claro, Diretor de Negócios da Resource.

O eSocial é um projeto do Governo Federal para unificar todos os dados dos trabalhadores brasileiros, que inclui desde a entrada do colaborador na empresa até uma possível alteração de turno, salários ou informações sobre eventuais desligamentos das empresas. Por meio do sistema, a Administração Pública terá mais dados dos funcionários para gestão de temas trabalhistas.

“Estamos muito felizes por sairmos à frente do mercado”, diz o Gerente da Aliança Renault-Nissan. A comemoração é devida, pois as empresas que não aderirem aos prazos poderão ser multadas. Desde 8 de janeiro, a Aliança Renault-Nissan já enviou mais de 13 mil informações trabalhistas ao Governo Federal por meio do eSocial. A parceria com a Resource tem apoiado as montadoras a cumprir os prazos estipulados pelo Governo na prestação de contas trabalhistas, de maneira transparente e sem erros.

O cronograma de implementação do programa para as empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano está dividido em cinco fases, que começaram em 2018 e vão finalizar em janeiro de 2019. Na primeira etapa, as empresas deverão apenas fornecer informações genéricas como cadastros do empregador e dados dos colaboradores. Em seguida, torna-se obrigatório também o envio das folhas de pagamento no formato indicado pelo Governo. Depois, terão que substituir a GFIP (Guia de Informações à Previdência Social), fazer compensação cruzada e, na última etapa, deverão enviar até os dados de segurança e de saúde dos funcionários.

A Resource trabalha com a Aliança Renault-Nissan desde 2016 em aplicações SAP e, em agosto de 2017, iniciou a fase de preparação das informações para o eSocial, ajustando todos os cadastros internos de funcionários para o novo modelo. Na sequência, iniciou-se o desenvolvimento de aplicações para encapsular os documentos no formato indicado pelo Governo e a criar rotinas automáticas para envio de informações periódicas como salários, férias e FGTS. A dinâmica de ajuste de dados também está sendo controlada pela Resource, uma vez que as informações são validadas eletronicamente pelo Governo, em um modelo de verificação semelhante ao usado pela declaração de imposto de renda.

“Sem a ajuda da tecnologia seria impossível reunir manualmente os dados para envio ao Governo. Com apoio da Resource, entendemos as novas demandas que teríamos com a regulamentação e estruturamos todos os procedimentos para um novo modelo digital”, comemora Mielke, da Aliança Renault-Nissan. “Agora, nossos profissionais de RH podem retornar para as suas funções estratégicas com a segurança que os sistemas da Resource estarão nos ajudando no envio constante de dados exatamente no formato solicitado pelo Governo”, diz ele.

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Como usar etiquetas eletrônicas em uma estratégia Omnichannel?

Por Denise Lefol de Paiva, Gerente de Marketing da Seal Sistemas

Com a expansão dos canais de relacionamento, o imediatismo tornou-se regra e não mais diferencial no processo de decisão de compras dos clientes, que preferem a interação virtual para consultas de promoções e, principalmente, aquisição de produtos. Uma amostra dessa mudança de comportamento está no crescimento do comercio eletrônico no Brasil. Em mais um ano difícil para economia nacional, o e-commerce se destacou na comparação com o varejo físico e registrou um crescimento de 12% em relação a 2016, com faturamento de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM). E o número de consumidores que fizeram compra on-line também cresceu. De acordo com a Ebit, consultoria especializada em comércio virtual, temos hoje cerca de 25 milhões de compradores virtuais.

Mas o diálogo entre consumidor e empresa precisa da resposta para uma questão primordial: como integrar off-line e on-line? Com o incremento das redes sociais como componente importante dessa comunicação e a facilidade de comprar pela internet, surgiu a necessidade de convergir todas essas ferramentas em um único canal. É nesse momento que entra o conceito de Omnichannel.

Mais do que uma junção de estratégias para conquistar novos clientes, Omnichannel é uma mudança de processos e comportamento no modelo de consumo. O consumidor passou a comprar em qualquer meio. Pode iniciar a compra na internet e retirar na loja, fazer a compra pelo e-commerce e receber em casa; consultar pelo telefone e finalizar pela internet. Estamos experimentando uma mudança geral de processos.

No mundo, há bons exemplos de projetos Omnichannel, como Amazon e Wal-Mart, para serem observados. E no Brasil? O conceito ainda está caminhando por aqui, mas já conseguimos sentir uma movimentação de empresas com intuito de criar estratégias de negócios baseadas em integração completa de formas de atender o cliente. E uma das soluções mais procuradas para viabilizar esses projetos são as etiquetas eletrônicas, que entre outros benefícios, também permitem atender a necessidade de ter preços sincronizados.

Baseadas no conceito de canal único de compras, as ações promocionais precisam, necessariamente, acompanhar a dinâmica de preços. Imagine o consumidor que visualizou um produto na loja física e ao acessar o e-commerce da loja 3 minutos depois, percebe que entrou uma promoção on-line do mesmo item. O preço da prateleira ainda está mais caro, afinal, nenhum colaborador teve tempo de atualizar o preço na etiqueta de papel e o consumidor não leva o produto na hora e o varejista perde uma venda momentânea. No mundo ideal do conceito Omnichannel, as promoções podem entrar simultaneamente em todos os meios, seja físico ou on-line.

Para incorporar velocidade no processo de princing da loja física, as etiquetas eletrônicas permitem, com um único clique, trocar os preços das gôndolas no mesmo timing do on-line, possibilitando a programação de promoções mais assertivas.

As etiquetas eletrônicas também garantem ganhos operacionais para a empresa. Na média, uma grande rede varejista desperdiça cerca de R$ 20 mil com descontos por causa da divergência de preços entre prateleira e caixa. Com a precificação automática, esse custo é eliminado. Além da economia com o fim da divergência de preços, os colaboradores que eram responsáveis pela troca das etiquetas de papel são realocados para outras atividades de maior relevância da operação, como abastecimento de loja. Para o consumidor, trata-se de facilidades de compra e acesso, já para o varejista, as vantagens são redução de perdas e aumento de vendas.

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Datacenter da CommScope ganha 5 novos membros

A Alliance do datacenter multi-tenant (MTDC) da CommScope dá as boas-vindas a cinco novos membros em sua equipe, enquanto implementa um comitê de assessoria para ajudar a melhorar a experiência para operadores e clientes. O novo comitê inclui os mais influentes líderes dos fornecedores multi-tenant na indústria mundial, como a Digital Realty e a Equinix.

Criada em junho de 2017, a MTDC Alliance – parte da PartnerPRO™ Network da CommScope – foi formada para abordar as atuais mudanças nas quais as empresas optam por terceirizar data centers para ambientes compartilhados, não sendo necessário construir, manter e operar os seus próprios. Alugar espaço em uma MTDC permite aos proprietários de negócios aproveitar a disponibilidade, confiança e controle de custos otimizados de data centers. A Equinix foi o primeiro membro da PartnerPro Network a fazer parte da Alliance do MTDC.

Os novos membros têm vasta experiência:

Digital Realty apoia datacenters e estratégias de colocation de mais de 2.300 empresas ao redor do mundo, e seus entre seus clientes estão companhias nacionais e internacionais de todos os tamanhos.
RagingWire opera cerca de 140 mil metros quadrados de espaço de datacenter, com planos significativos de expansão em trabalhos na América do Norte.
T5 forneceu ou operou mais de 100 instalações de missão crítica contendo cerca de um milhão de metros quadrados de espaço para algumas das empresas líderes mundiais.
Cologix fornece datacenters e soluções de interconexão para 24 locais preferenciais em nove mercados de ponta estratégicos na América do Norte.
Aligned Energy é uma empresa de infraestrutura em tecnologia que oferece colocation e soluções feitas com escala para provedores de serviços gerenciados, nuvens e empresas.

O Comitê de Assessoria MTDC da CommScope ajudará os clientes a entenderem necessidades de produtos e soluções, bem como serviços que podem ser fornecidos por todos os membros. O conselho se reúne a cada semestre.

“Nosso comitê de assessoria MTDC pode ajudar os clientes a encontrarem a locação certa e o espaço que se ajusta a suas necessidades. Há muitas questões e estamos aqui para oferecer as respostas corretas para cada uma delas.”, disse Angela Haneklau, vice-presidente de vendas da CommScope.

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Cresce o número de startups com soluções voltadas ao varejo

Um bom ponto comercial na rua ou no shopping, por si só, não é mais garantia de excelente resultado de venda. Além de uma mercadoria de qualidade, colaboradores bem treinados, preços atrativos e facilidades na negociação do pagamento, o consumidor busca algo a mais. É pensando nisso e na possibilidade de oportunizar a compra sem sair de casa, pesquisar fora de horário ou até mesmo adquirir numa determinada loja e retirar o produto noutra que centenas de startups brasileiras tem se dedicado a pensar melhorias tecnológicas para o varejo.

A inovação que antes parecia coisa de ficção científica ganhou a palma da mão. Nos últimos 10 meses, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo OasisLab (primeiro centro de inovação especializado em varejo do Brasil), em conjunto com a Startse, maior hub de startups do Brasil, e a Neomode, o número de startups nacionais focadas em tecnologias voltadas para melhorar a forma de relacionamento com o consumidor subiu de 115 para 194. É o que mostra o estudo “Loja 4.0: Panorama das startups brasileiras do varejo – 2ª edição 2018”, recém lançado em São Paulo para mais de 200 empresários e profissionais das áreas de varejo e tecnologia de todo o país.

Segundo a especialista em varejo e responsável pelo laboratório de startups do OasisLab, Fabíola Paes, a integração entre os pontos de venda on-line e off-line possibilita a criação de novos mercados para as empresas e isso significa alternativas extras para quem está interessado em crescer, mesmo em meio à crise.

“A adição de 85 novas startups ao estudo mostra o aumento da tecnologia e novas macrotendências de inovação como logística, sustentabilidade e e-commerce, que traz muitas facilidades para o cliente e o varejista. Mais do que retratar profundas transformações na forma de comercialização de produtos no país, a pesquisa revela que embora a loja física ainda seja referência para o varejo, a cada dia aumenta a necessidade de interação com tecnologias digitais mais acessíveis e amigáveis para o consumidor, tais como smartphones, tablets, relógios conectados e óculos de realidade virtual”, conta a especialista.

Para Cláudia Backes, Gerente de Comunidade da Startse, a busca por um cliente satisfeito tanto com o produto, quanto com a experiência de compra, fez surgir um novo mercado. É aí que entram as startups que aparecem no estudo. “Estudos como este nos mostram que o Brasil tem potencial de se posicionar em um mercado global nesta vertical. Temos muitas startups desenvolvendo negócios inovadores, na maioria resistindo aos primeiros anos de atuação, que representam a maior taxa de mortalidade de startups. É muito bom perceber que o mercado parece estar se dando conta das suas fragilidades e apoiando as startups como parte fundamental da sua transformação para a Nova Economia”, completa.

Soluções e inovações

Para desenvolver o estudo a equipe do OasisLab contou com o banco de dados da Startse, além de acessar os dados da primeira pesquisa feita em 2017, que contava com a base da Associação Brasileira de Startups, o Ranking 100 Open Startup e do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo. O objetivo foi apontar as novas empresas de tecnologia brasileiras que tem como força motriz a inovação e como elas estão dispostas a resolver “as dores do lojista”, que englobam todos os detalhes do processo de compra e entrega; situações que vão desde dificuldades de gerenciamento de estoque, atrasos de entrega, questões de relacionamento com o cliente, entre outros.

Assim, as startups foram dispostas num grande círculo que remete à figura de uma mandala, organizada em nove eixos que sintetizam soluções e inovações nas áreas de realidade virtual, inteligência artificial, e-commerce, engajamento do consumidor, internet das coisas, logística, operação, pagamentos e sustentabilidade.

“Reunir os fornecedores de tecnologia de forma tão didática para quem precisa da informação especializada, no caso o varejista, é algo sensacional. Sem falar na riqueza que é ver o Brasil produzindo soluções que também estão sendo colocadas em prática no comércio da Europa e da América do Norte”, explica um dos principais apoiadores do projeto e fundador do OasisLab, Hélio Biagi. Em janeiro, ele esteve na NRF Retail’s Big Show, nos Estados Unidos, e acompanhou o impacto que a tecnologia ofertada pelas startups traz ao comércio do mundo todo. “Temos uma nova realidade de mercado e de varejo e não podemos mais pensar isso tudo sem as startups”, completa.

Para visualizar o quadro com a mandala, seus nove eixos e os desenvolvedores de tecnologia basta acessar o link https://oasislab.com.br/ panorama-das-startups- brasileiras-que-estao- transformando-o-varejo-loja-4- 0-2a-edicao-2018/

Esse desenvolvimento teve o apoio acadêmico do Núcleo de Varejo Retail Lab da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do CEPEV- USP Centro de Pesquisa de Varejo da USP.

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World Economic Forum – O panorama das Startups Latino-Americanos é promissor, dizem os potenciais ‘Unicórnios’

Empreendedores de tecnologia da América Latina estão prevendo um futuro promissor para os “unicórnios”, porque as startups de tecnologia estão ganhando relevância no ecossistema regional. Isso não é uma questão apenas de valor de mercado e de atingir a marca de $ 1 bilhão de dólares, mas também de ajudar a resolver os “problemas significativos da região e criar empregos”, diz Enrique Ortegon, Diretor Operacional da Salesforce.com, dos EUA.

“Ultrapassamos o ponto crucial na América Latina. Vamos ver muitos outros unicórnios. Acredito que isso deve impulsionar o crescimento sustentável ao longo das próximas décadas”, diz Hernan Kazah, Sócio Diretor da Kaszek Ventures, Argentina. “Ainda não temos muitos participantes, mas teremos muito mais comparado com 15 anos atrás. Em 20 anos, teremos muito mais [startups]”.

A experimentação é frequentemente a chave para o sucesso, e as startups devem ter o direito de falhar antes de prosperar. “Ser um unicórnio é ser um símbolo de sucesso, mas queremos ter empresas duradouras e sustentáveis para melhorar a vida das pessoas”, diz Amiram Appelbaum, principal cientista e Presidente da Israel Innovation Authority, Israel. “Queremos resolver os problemas do ser humano. Isso começa como um empreendimento local e somente depois dessa etapa é possível ampliar a experiência e atingir uma escala global.É importante aceitar o fracasso. É uma história de fracassos e conquistas”, diz Appelbaum.

O governo desempenha um papel muito importante, apoiando o meio acadêmico e reduzindo a burocracia, além de injetar capital quando as forças de mercado falham. “O desafio de conectar cientistas e empresários é mais importante que incentivar startups”, diz Andy Freire, legislador, Buenos Aires, Argentina. A Argentina recentemente introduziu legislações para criar incentivos empresariais. “Trabalhamos para melhorar a vida dos empresários. Antigamente, levávamos 100 dias para abrir uma empresa. Hoje, é possível abrir uma empresa em um único dia. Tudo está na nuvem”, diz Freire. “Fornecemos as ferramentas para precisam para serem empreendedores”. Mesmo assim, tem muito mais a fazer. Marco Crespo, Chefe para a América Latina da Gympass, observou que, embora seja fácil fazer negócios na Argentina, ainda existem restrições em termos de mão de obra e para o deslocamento internacional de funcionários.

“Algumas medidas positivas foram implementadas para acelerar o empreendedorismo”, diz Kazah. “O ecossistema está muito mais desenvolvido. Estamos no caminho certo para o desenvolvimento de talentos”. Kazah constatou que, embora a região ainda esteja atrasada em termos de tecnologia, a situação é promissora na região. “Teremos mais unicórnios rompendo barreiras”, concluiu.

O World Economic Forum da América Latina ocorre em São Paulo, entre os dias 13 e 15 de Março. O evento reuniu mais de 750 líderes mundiais e regionais para discutir o mesmo tema, América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa.

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Indústria paulista gera 2 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Fiesp

A indústria paulista encerrou fevereiro com o melhor saldo de empregos para o mês desde 2014. Apesar de uma alta moderada de apenas 0,10% frente a janeiro, foram criados 2 mil postos de trabalho na série sem ajuste sazonal. Em fevereiro daquele ano, a indústria havia contratado 7,5 mil profissionais e no mesmo mês do ano passado houve corte de 3 mil vagas. No acumulado do ano, o resultado também é o melhor para o período desde 2014, com a criação de 12,5 mil novas vagas (+0,59%). Com ajuste sazonal, o índice ficou estável (-0,03%) no mês. Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta quarta-feira (14/03) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

“Apesar de uma estabilidade na geração de empregos na indústria em fevereiro, esperamos aceleração desse saldo para os próximos meses estimulada pelo aumento da confiança empresarial e do consumo”, avaliou o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lembrando que a entidade prevê a criação de 20 mil vagas no fechamento do ano.

Setores e regiões

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa para o mês de fevereiro, 10 ficaram positivos, 3, estáveis e 9, negativos.

Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de coque, derivado do petróleo e biocombustíveis, com geração de 1.030 postos de trabalho, seguido por confecção de artigos do vestuário e acessórios (1.019).

No campo negativo ficaram, principalmente, produtos de borracha e de material plástico (-1.408) e produtos diversos (-622).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do estado de São Paulo e em 36 Diretorias Regionais do CIESP. Por grande região, a variação no mês ficou positiva no Estado de São Paulo (0,10%), e no Interior paulista (0,27%). Já na Grande São Paulo, houve queda (-0,35%).

Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 21 que apontaram altas, destaque por conta de Franca (2,80%), influenciada pelo setor de artefatos de couro e calçados (5,13%) e coque, petróleo e biocombustíveis (2,27%); Mogi das Cruzes (2,03%), por produtos de minerais não metálicos (1,62%) e máquinas e equipamentos (1,72%) e Araraquara (1,35%), por produtos alimentícios (1,26%) e produtos de borracha e plástico (3,10%).

Já das 10 negativas, destaque para Matão (-2,65%), por produtos alimentícios (-3,99%) e máquinas e equipamentos (- 2,74%); Jaú (-2%), por artefato de couro e calçados (-10,10%) e coque, petróleo e biocombustíveis (-0,34%); Santos (-1,53%), influenciado por produtos alimentícios (-2,56%), impressão e reprodução de gravações (-3,27%).

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Evento sobre mercado de trabalho em empresas exponenciais marca lançamento da How em Curitiba

Uma conversa sobre a dinâmica de trabalho em empresas que crescem exponencialmente mostrou que o setor de tecnologia está carente de profissionais que tenham espírito empreendedor e habilidades que vão além do que aprendem nos bancos escolares e de universidades. Em um evento no NEX Coworking, em Curitiba, a How – Skills, not Degrees, hub de inovação em educação, reuniu Vick Figueira, do EBANX, Robson Privado, da MadeiraMadeira e Octavio Dullenkopf Torres, da Contabilizei e o fundador da How, Leandro Henrique Souza, para falar sobre trabalho, cultura, desafios e oportunidades no ecossistema de startups.

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Agibank lança cartão de crédito e débito

O Agibank, banco totalmente digital, anuncia que sua oferta está ainda mais completa com a chegada do cartão múltiplo. A partir deste mês os clientes já podem solicitar, gratuitamente, o cartão de débito e crédito com a bandeira Mastercard e abrangência internacional. A solicitação é feita diretamente pelo app, de forma muito simples e rápida.

Com o propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, o Agibank prioriza o desenvolvimento de produtos e serviços que gerem extremo valor para os clientes, através de tecnologias disruptivas que tornem a experiência cada vez mais única e personalizada.

O cartão de débito e crédito é totalmente gratuito no primeiro ano e permite compras à vista ou a prazo, dentro e fora do Brasil, além de saques em mais de 20 mil caixas eletrônicos da rede 24Horas. A partir do segundo ano, há condições especiais para que a isenção seja mantida.

“Nossa ambição é que os clientes, pessoa física ou jurídica, se sintam atendidos de forma diferenciada e que encontrem no Agibank uma alternativa segura, moderna e ágil para se relacionarem, receberem seu salário, realizarem todas suas movimentações e seus investimentos”, explica Glauber Correa, CCO, Chief Commercial Officer.

Outra novidade para os correntistas do Agibank é a possibilidade de realizar investimentos em CDB também pelo smartphone. O aporte mínimo requerido é de R$ 1 mil e os clientes podem escolher entre seis planos, com carência entre 1 e 48 meses, com várias opções de investimentos e prazos.

“Agora, nossos clientes podem investir pelo celular de qualquer lugar. Oferecemos investimentos com diversas condições, para que estes se adequem ao perfil/disponibilidade de cada cliente. Aqui, independente do capital disponível, todo mundo pode se tornar um investidor. Todo processo é feito de maneira rápida, segura e sem burocracia”, ressalta Correa.

As condições para solicitação do cartão múltiplo Agibank e as regras para os investimentos estão disponíveis no aplicativo e no site: www.agibank.com.br/.

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Volanty aposta na curadoria para compra e venda de carros

Comprar e vender carros usados sempre foi uma tarefa difícil e a experiência do usuário, na maioria das vezes, não é satisfatória. Com foco nas oportunidades deste segmento, a Volanty chega como um marketplace moderno, que oferece uma maneira inovadora de comprar e vender automóveis. A proposta da empresa é conectar compradores e vendedores e viabilizar negociações seguras, eficientes e que agreguem valor para ambos os lados.

A Volanty resolve tanto o problema do vendedor quanto do comprador na transação de veículos seminovos em seu marketplace. Do lado do vendedor, a plataforma funciona da seguinte forma: o usuário entra no site para cadastrar o veículo e agenda, no dia de sua escolha, a inspeção inicial do carro em algum dos pontos físicos da plataforma (atualmente, há dois pontos localizados nos bairros de Botafogo e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro). A partir daí, a Volanty disponibiliza toda sua expertise com o mercado automotivo. Em aproximadamente 20 minutos, mecânicos especializados inspecionam o veículo, analisando tanto a parte mecânica quanto a estética. Caso o carro passe na inspeção, a segunda etapa traz uma sessão de fotos, durante a qual profissionais registram imagens de dentro e fora do veículo em um estúdio no mesmo local, com infraestrutura desenvolvida para isso. As duas etapas, juntas, duram cerca de 40 minutos e no mesmo dia o carro é anunciado no site, que distribui o conteúdo para as principais plataformas de classificados do Brasil. O proprietário continua dirigindo o carro enquanto a Volanty cuida de todas as etapas do processo, desde a criação dos anúncios até finalizar a transação.

“Entendemos o processo de compra e venda de seminovos como uma grande oportunidade no mercado brasileiro, por isso apostamos neste segmento. Nosso principal diferencial é o fato de que entregamos segurança e transparência nas negociações, algo infelizmente raro e imprescindível para os envolvidos”, afirma Maurício Feldman, sócio-fundador da Volanty. A monetização da startup baseia-se em comissões por vendas efetuadas, passando longe do que é aplicado atualmente por lojistas e concessionários: “Trabalhamos com a margem de 7%, ante os 25 a 30% cobrados pelo mercado tradicional, e entregamos um serviço completo, de forma que o proprietário não tenha dor de cabeça ou precise direcionar muito esforço à venda do carro”, afirma Feldman.

Do lado do comprador a experiência também é diferenciada. Além de oferecer garantia e opções de financiamento (atualmente são parceiros do Itaú, Bradesco e Santander) a startup trabalha somente com carros pré-selecionados e com procedência certificada, e preza pela transparência total, informando todos os detalhes do veículo antes das visitas. Comprador e vendedor nunca se encontram, e o preço do veículo é definido pela plataforma, garantido assim um valor justo para ambas as partes. “A Volanty é mais eficiente em termos de custos e menos intensiva em capital do que uma concessionária típica, uma vez que opera sem salas de exposição extravagantes e sem custos iniciais para a aquisição de estoques”, conta o executivo.

A ideia de criar a empresa surgiu em 2016, após os sócios Maurício Feldman e Antonio Avellar deixarem seus empregos na Viagogo (maior marketplace de ingressos do mundo) e McKinsey (maior consultoria estratégica do mundo) para apostar no mercado de compra e venda de veículos usados, no qual a tecnologia ainda é pouco aplicada. “Vimos que este mercado tinha dores de verdade a serem sanadas. Além disso, existe um problema muito claro e que atinge todo o público para o qual trabalhamos: ninguém gosta da experiência de comprar e vender carro usado, isso ainda é encarado como um problema a ser resolvido o mais rápido possível e que costuma dar muita dor de cabeça. Pode parecer storytelling, mas a ideia de uma plataforma que atendesse a esta demanda tão específica surgiu porque eu e o Antônio tivemos problemas para vender nossos carros em 2011, pouco antes de embarcarmos para nossos mestrados nos EUA. Por fim, eu acabei vendendo meu veículo por conta própria, ele vendeu direto para uma loja e, nos dois casos, a experiência não foi satisfatória. Eu tive problemas com o comprador e ele perdeu muito dinheiro. A semente foi plantada naquele momento”, explica o sócio-fundador.

Investimentos e mercado

A Canary, capitaneada por empreendedores brasileiros de renome (Peixe Urbano, Printi, M Square) e que conta com investidores como Mike Krieger, cofundador do Instagram, está por trás dos investimentos que possibilitaram o lançamento da Volanty no mercado brasileiro. Posicionando-se como um marketplace de compra e vendas de veículos seminovos, prepara-se para abrir até dez novas “garagens” para transação de veículos até o final de 2018 no Rio de Janeiro e São Paulo. “A visão da Volanty sobre o setor automotivo no Brasil é a melhor possível. Vemos problemas e estamos atuando forte nas oportunidades, com soluções que vêm para mudar tudo o que se entende sobre o processo de compra e venda de seminovos. Atualmente, 10 milhões de carros usados são negociados todos anos no Brasil, a preços médios de R$ 30 a 40 mil. Assim, estamos falando de um segmento com potencial de R$ 400 bilhões de reais por ano, que tende a crescer. Considerando este cenário, o objetivo da Volanty é crescer em uma velocidade altíssima simplesmente ao se apoiar em curadoria e usar tecnologia para trazer eficiência para um setor que não aposta nisso – ou, se aposta, poderia fazer isso melhor -, além de oferecer segurança para um mercado cujas negociações são, em muitos casos, táticas de fraude”, completa Feldman.

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